A RELAÇÃO ENTRE TURISMO E TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL. Fátima Priscila Morela Edra

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1 A RELAÇÃO ENTRE TURISMO E TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL Fátima Priscila Morela Edra DISSERTAÇÃO SUBMETIDA AO CORPO DOCENTE DA COORDENAÇÃO DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO COMO PARTE DOS REQUISITOS NECESSÁRIOS PARA A OBTENÇÃO DO GRAU DE MESTRE EM CIÊNCIAS EM ENGENHARIA DE TRANSPORTES. Aprovada por: Prof. Márcio Peixoto de Sequeira Santos, Ph.D. Prof. Respício Antônio do Espírito Santo Júnior, D.Sc Prof. Ronaldo Balassiano, Ph.D. Prof. Ricardo Rodrigues Pacheco D.Sc. RIO DE JANEIRO, RJ - BRASIL AGOSTO DE 2005

2 EDRA, FÁTIMA PRISCILA MORELA A Relação entre Turismo e Transporte Aéreo no Brasil [Rio de Janeiro] 2005 X, 109 p. 29,7 cm (COPPE/UFRJ, M.Sc., Engenharia de Transportes, 2005) Dissertação - Universidade Federal do Rio de Janeiro, COPPE 1. Turismo 2. Transporte Aéreo 3. Políticas I. COPPE/UFRJ II. Título ( série ) ii

3 Ao Único, digno de receber toda a honra e toda a glória, Jesus. iii

4 Agradecimentos Muitos foram os que contribuíram para a realização deste trabalho. Foram três longos anos de ansiedades e expectativas. Dificuldades, às vezes tão grandes, causadas pela conciliação da realização de atividades profissionais com a elaboração de um trabalho acadêmico, que incitavam a desistência. Sentimento este substituído por palavras de apoio e encorajamento de amigos que estiveram ao meu lado durante este período. Aos professores Márcio Santos, Respício Espírito Santo Junior e Ronaldo Balassiano pela compreensão, bem como suas orientações valiosas e fundamentais para a conclusão do trabalho. À Margareth Sóler de Leoni e Maria Nina pelo incentivo dado a mim durante o processo de ingresso no programa, co-responsáveis por mais esta etapa em minha vida. Aos amigos Vladimir Silva, Gustavo Zanettini, Mário Marcondes, Carmelinda da Silva, Sérgio Augusto Guidugli e ao casal Monteiro, João Alberto e Maria da Glória, pela confiança e estímulo. André Luiz dos Santos Costa pelo tempo dispensado a mim para ajuda na realização dos processos finais de complementação do trabalho. Especial agradecimento àqueles que foram os geradores de tudo, meu pai e minha mãe (in memorian), pois me educaram e me ensinaram a crescer, a ver uma derrota como experiência anterior a muitas vitórias, e que fizeram ser o que sou hoje. A eles, minha melhor muito obrigada. Desculpa aos que foram omitidos, sua importância para a realização do estudo não foi menor e nem será esquecida. Convém lembrar que as opiniões e análises aqui apresentadas, bem como os erros que, por ventura, tenham escapado a minucioso crivo, são de inteira e exclusiva responsabilidade deste autor. iv

5 Resumo da Dissertação apresentada à COPPE/UFRJ como parte dos requisitos necessários para a obtenção do grau de Mestre em Ciências (M.Sc.) A RELAÇÃO ENTRE TURISMO E TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL Fátima Priscila Morela Edra Agosto/2005 Orientadores: Márcio Peixoto de Sequeira Santos Respício Antônio do Espírito Santo Junior Programa: Engenharia de Transportes A presente dissertação tem como objetivo suprir a lacuna existente no conhecimento sobre a inter-relação entre turismo e transportes, mais precisamente transporte aéreo. O Brasil foi escolhido como campo de análise por estar inserido numa política de incentivo ao fenômeno turístico. O estudo apresenta a atividade turística, seu funcionamento e sua importância para a sociedade. Baseando-se no Plano Nacional de Turismo PNT -, adotado para o período compreendido entre os anos de 2003 e 2007, faz-se uma relação com a política adotada para o transporte aéreo. O trabalho verifica aspectos que contribuem ou dificultam a obtenção das metas propostas pelo PNT. Também são apresentadas sugestões para o melhor desempenho do setor. v

6 Abstract of Dissertation presented to COPPE/UFRJ as a partial fulfillment of the requirements for the degree of Master of Science (M.Sc.) RELATION BETWEEN TOURISM AND AIR TRANSPORTATION IN BRAZIL Fátima Priscila Morela Edra August/2005 Advisors: Márcio Peixoto de Sequeira Santos Respício Antônio do Espírito Santo Junior Department: Transportation Engineering The study presents and discusses the phenomenon of tourism, its characteristics and its importance for society. Based upon the Tourism National Plan (PNT) for the period between 2003 and 2007, the relationship between air transport and tourism is analysed. The research work identifies which aspect aer considered to contribute and in a positive or negative way to achieve the main goals of the Plan. Some suggestions are made to elevate the performance of the sector. The main objective of this study in to examine the relationship between tourism and transport, particularly air transport. Brazil is a case study in view of the recent public policies in order to stimulate it. vi

7 Índice do Texto Páginas Agradecimentos iv Resumos v Lista de figuras ix Lista de tabelas x I Introdução Considerações iniciais Relevância do tema Objetivos Estrutura do trabalho 03 II Fenômeno Turístico Histórico Conceitos e definições Elementos básicos Tipos de Turismo Turismo em transformação Impactos econômicos do turismo Impactos socioculturais do turismo Impactos do turismo sobre o meio ambiente Nova era 28 III O Brasil e o Turismo Primeiro período: até Segundo período: Terceiro período: O Plano Nacional de Turismo, IV Transporte aéreo Início, importância e características Início Importância do transporte aéreo Características 50 vii

8 4.2 Estrutura brasileira Regulamentação e desregulamentação do setor Processo de desregulamentação Flexibilização brasileira Primeira fase Segunda fase Terceira fase Quadro atual 60 V Turismo e transporte aéreo no Brasil A inter-relação entre Turismo e Transporte Aéreo Fatores contribuintes As metas do PNT Meta Meta Meta Meta Meta O turismo para o Transporte Aéreo Da regulação econômica Das ligações essenciais Metas e estratégias 77 VI Considerações finais 79 VII Bibliografia 85 Anexo I 90 Anexo II 98 Anexo III 100 Anexo IV 104 viii

9 Lista de Figuras Páginas Figura 2.1 Início do turismo 06 Figura 2.2 Elementos básicos do fenômeno turístico 12 Figura 2.3 Unidades básicas do turismo 14 Figura 2.4 Classificação dos visitantes internacionais 15 Figura 2.5 Marcas da indústria turística 24 Figura 3.1 Ciclo de Vida de uma Destinação Turística 37 Figura 5.1 Entrada de turistas no Brasil, segundo vias de acesso 67 Figura 5.2 Entrada de turistas no Brasil, segundo o país de residência permanente 68 via aérea (%) Figura 5.3 Fluxos turísticos internacionais para o Brasil 70 ix

10 Lista de Tabelas Páginas Tabela 2.1 Evolução do turismo e transportes 09 Tabela 2.2 Resumo dos impactos socioculturais do turismo 26 Tabela 2.3 Progressão da preocupação com o meio ambiente 28 Tabela 3.1 Congressos da ABAV 32 Tabela 3.2 Turismo receptivo no Brasil 35 Tabela 3.3 Presidentes da Embratur (até 1995) 36 Tabela 3.4 Recursos obtidos, PNMT 41 Tabela 3.5 Resultados Conquistados - PNMT 42 Tabela 3.6 Ações do governo no turismo, Tabela 3.7 Metas para o turismo, Tabela 4.1 Exemplos para as nove liberdades do ar 55 Tabela 4.2 Passageiros transportados entre Tabela 4.3 Situação das empresas aéreas do país em JUN, Tabela 4.4 Evolução das companhias entre os anos de Tabela 4.5 Desempenho das companhias, JAN-MAI Tabela 5.1 Entrada de turistas no Brasil, Tabela 5.2 Motivo da viagem dos turistas em visita ao Brasil, Tabela 5.3 Gastos e permanência dos principais emissores de turistas para o País, Tabela 5.4 Metas, ações, aspectos e sugestões para o turismo 77 x

11 I INTRODUÇÃO 1.1. Considerações Iniciais Os desenvolvimentos do turismo e dos transportes estão intimamente ligados. Turismo implica em deslocamentos para fora do lugar de residência habitual e o transporte é necessário para esta ação. Transportes existem para levar pessoas de uma origem para um destino, desde que haja motivação para que este deslocamento ocorra; o turismo pode atrair ou aumentar a demanda para regiões com baixo interesse comercial. LICKORISH e JENKINS (2000) afirmam que o desenvolvimento do turismo está dividido em quatro estágios que, por sua vez, estão atrelados ao desenvolvimento dos transportes. O estágio que os autores chamam de a decolagem do turismo é justamente o período após a II Guerra Mundial com o início do transporte aéreo comercial. Isto se deve ao fato do avião ter possibilitado percorrer maiores distâncias em menor tempo. Além disso, a partir da década de 1970, um maior número de pessoas passaram a ter acesso a este meio de transporte incentivadas pelas facilidades de pagamento oferecidas a partir do parcelamento das tarifas e pelo fomento do turismo de massa, onde Agências de Viagens e Turismo fretavam aeronaves visando baratear custos. Os deslocamentos, ou melhor, as viagens, ganharam outra dimensão. O homem não precisava mais dispor de grandes quantidades de tempo para conhecer regiões mais distantes ou até outros continentes, pois o avião proporcionava a realização dessas viagens em tempo muito menor. E quanto ao dinheiro, ou melhor, quanto ao poder de compra da demanda na aquisição dos bilhetes aéreos, rapidamente as empresas se adaptaram à economia de seus países e aos países que tinham por objetivo atrair sua população como demanda. As empresas agregavam serviços, tais como serviços de bordo, classes executiva e primeira etc., de acordo com o nível de renda do público alvo. No cenário mundial atual, o turismo pode ser considerado a única atividade capaz de colocar os países em igualdade de competição, pois é através desta atividade que a economia pode alcançar mais rapidamente o equilíbrio da balança comercial. Mas para isso o transporte aéreo, principalmente no caso do Brasil, é de extrema importância, pois é através dele que a demanda principal se desloca. 1

12 1.2. Relevância do Tema Com o desenvolvimento da tecnologia, o número de informações cresce a cada dia, a cada instante. Em questão de segundos ficamos sabendo o que acontece em outras partes do mundo. A globalização, que já se acreditou ser utopia, chega aos nossos dias. Mas são também estas informações que facilitam o conhecimento dos homens em relação aos locais que não fazem parte do seu cotidiano. É o que na atividade turística chama-se de Turismo Virtual 1, e que acaba influenciando a escolha do próximo destino. Segundo a Organização Mundial do Turismo - OMT, a atividade turística já se apresenta como a segunda atividade mundial mais importante na geração de riqueza, atrás apenas da indústria do petróleo e seus derivados. Há uma corrida dos países para implantarem ou ampliarem esta atividade em seus territórios. Dois aspectos tornam-se principais: atrair fluxos internacionais e fomentar os fluxos internos. No caso do Brasil, em relação aos fluxos internacionais, em função do país estar geograficamente mal localizado, por estar posicionado distante dos países com moedas mais fortes onde a população possui maior disponibilidade de renda para direcionar ao turismo, o transporte aéreo torna-se o principal meio de acesso. Em relação aos fluxos internos, o transporte aéreo também é importante, porque, devido à sua dimensão, os deslocamentos de ponta a ponta do país carecem de um tempo livre suficiente para deslocamentos de superfície. O transporte aéreo é um dos elementos mais importantes, senão o mais relevante, para que a atividade turística no país cresça e se consolide. Entretanto, não se tem conhecimento da elaboração de um plano onde turismo e transportes fossem abordados de maneira interligada. 2

13 1.3. Objetivos Objetivo geral: Verificar a inter-relação existente entre as políticas do turismo e do transporte aéreo, a partir do Plano Nacional de Turismo, , apontando aspectos que poderiam ser direcionados para aumentar o desempenho do setor. Objetivos específicos: - Compreender como a atividade turística ocorre e de que maneira o setor de transporte aéreo influencia no seu desenvolvimento; - Estudar o cenário da atividade turística no País, baseando-se na política adotada para o setor para o período compreendido entre 2003 e 2007, e o cenário para o transporte aéreo no mesmo período; - Analisar os efeitos da estrutura atual (política) do transporte aéreo na atividade turística, verificando aspectos favoráveis e desfavoráveis; - Sugerir alternativas, visando melhor integração entre os dois setores, e consequentemente, melhores resultados Estrutura do Trabalho O trabalho está organizado em sete capítulos. No Capítulo 2 apresenta-se o Turismo como atividade, seu surgimento, seu grau de relação com os transportes e a sua estrutura. No Capítulo 3 apresenta-se a forma como o Turismo vem sendo desenvolvido no País, dando especial atenção para os últimos dez anos, tempo em que vigorou o Plano Nacional de Municipalização do Turismo PNMT, cuja análise deu origem ao Plano Nacional de Turismo PNT, plano que estaremos utilizando como base do estudo. No capítulo 4 apresenta-se o transporte aéreo, sua importância, infra-estrutura e quadro atual de mercado. No Capítulo 5 são feitas as relações entre o PNT e o transporte aéreo, incluindo uma discussão sobre aspectos contribuintes e dificultosos para os setores. O Capítulo 6 apresenta as considerações finais e, por fim, o Capítulo 7 contém a bibliografia consultada. 1 Ver Capítulo 2, item

14 II O FENÔMENO TURÍSTICO De acordo com a Organização Mundial de Turismo - OMT (1994, in OMT 2001), o turismo compreende as atividades realizadas pelas pessoas durante suas viagens e estadas em lugares diferentes do seu entorno habitual, por um período consecutivo inferior a um ano, por lazer, negócios ou outros. Apesar deste conceito ser datado de 1994, o turismo não iniciou neste ano. Então, quando surgiu? O que levou a esta definição? Apesar do trabalho estar tratando da relação existente entre turismo e transporte aéreo, este capítulo não tem a pretensão de tratar dos dois setores, a não ser, exclusivamente, do turismo. Antes de partir para qualquer análise, é importante a compreensão da atividade turística, sua origem, conceitos e definições, características etc. Na busca de tais informações, três perguntas foram elaboradas: - Como e quando surgiu o turismo? - Hoje, o que é o turismo? - O que se espera desta atividade no futuro? Visando obter as respostas para estas perguntas o capítulo divide-se em quatro partes: 1. Histórico, que mostra-se o surgimento da atividade turística; 2. Conceitos, definições e termos técnicos; 3. Turismo em transformação, que trata das influências sociais, econômicas e culturais que o homem sofreu e que provocaram mudanças na atividade turística; 4. Nova era, onde são apresentadas algumas perspectivas da atividade para os próximos anos. 2.1.Histórico Em busca de informações sobre o conceito que as pessoas possuem sobre o turismo, foi elaborada, pela autora, uma pesquisa em que se perguntava o que as pessoas pensavam quanto se ouvia falar em turismo e quando elas achavam que esta atividade 4

15 havia surgido. A pesquisa foi realizada no período entre 11 e 15 de abril, no campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro, com um total de 200 amostras envolvendo estudantes e profissionais do campus. As respostas mais comuns foram: viagem, 51%; conhecimento 29%; desenvolvimento 12%; patrimônio 5%; e outros 3%. Porém, quando se perguntou quando surgiu e quais as influências dessa atividade para a sociedade, muitas dúvidas surgiram. A seguir citamos algumas hipóteses apresentadas por estudiosos: Segundo GURRÍA DI-BELLA (1991), o turismo teve sua primeira fase na préhistória, com dois momentos distinguidos em função das motivações. O primeiro momento, caracterizado por motivações de negócios ou climáticas, refere-se ao período em que o homem se deslocava de um lugar ao outro motivado pela busca de alimentos, por interesses de guerra e pelo desejo de fugir do calor ou frio intensos. Ele diz que, quando o homem passou a criar animais e fazer sua própria plantação, os deslocamentos não cessaram, apenas mudou-se a motivação, que passou a ser a troca de mercadorias, por isso a motivação de negócios. O segundo momento, caracterizado por motivação de saúde e descanso, época em que os gregos e romanos buscavam os banhos termais para se recuperarem das guerras. Na Idade Média, um novo motivo de deslocamento surgiu para somar-se aos já existentes: a religião, o Cristianismo e Islamismo, as Guerras Santas e as Cruzadas que mantiveram um constante fluxo de viagens por diferentes caminhos e lugares. E por fim, ele diz que nos séculos XVII e XVIII, os filhos de nobres, seguidos pelos herdeiros da alta burguesia, constituíram os antecedentes dos turistas, motivados, sobretudo, por interesses educacionais, pois viajavam por dois ou três anos pela Europa em busca de informações, novos métodos e técnicas para aplicarem no comércio e na indústria, e na educação artística e cultural. Enquanto Gurría Di-Bella fala sobre motivações que originaram, ou melhor, precederam o turismo, IGNARRA (1999) diz que o turismo não só foi motivado pelos nômades, mas que surgiu com o deslocamento realizado pelos mesmos, pois deixavam seu habitat. Há discordâncias sobre esta afirmação, pois se o turismo trata de viagens com ida e volta, os nômades não retornavam, não caracterizando assim, a atividade turística. MC INTOSH e GUPTA (1993), diz que o turismo deve ter surgido com os babilônios por volta de 4000 a.c.: El invento del dinero por los sumerios (babilônios) y el auge del comercio que se inició aproximadamente em el año 4000 a.c., tal vez sweñale el comienzo de la era moderna de los viajes. Los sumerios fueron los primeiros 5

16 em concebir la idea del dinero, y em aplicarla a sus transacciones comerciales. (También inventaron la escritura y la rueda, por lo que se les podría considerar como los fundadores de los viajes). El hombre podía pagar por transporte y el alojamiento ya fuera con dinero o por trueque de bienes. A partir de idéias como dos autores acima, DUARTE (2004 in REVISTA DO TURISMO 2004), redator da Revista do Turismo, apresentou uma outra hipótese: se o turismo é caracterizado como a saída do local de residência, por que não dizer que o Turismo tenha iniciado na Gênese da humanidade, quando Adão e Eva foram expulsos do Paraíso? (ver Figura 2.1) Figura 2.1: Início do Turismo Fonte: Revista do Turismo, Ano IV 2004, N 24 Da mesma forma que idéias apresentadas por autores contribuíram para que Duarte tirasse suas próprias conclusões, esse também foi o objetivo, mostrar as discussões que surgem a respeito do turismo. Acredito que agora podemos nos perguntar: quando surgiu o turismo? Por muito tempo, essa questão incomodou, e muito, os estudiosos, mas com o desenvolvimento da sociedade, este não é mais um fator de tanta importância, o que se torna necessário é compreender quais as ações que deram origem à atividade. O turismo não teve um marco inicial, ao contrário de quando falamos sobre o primeiro vôo realizado por um avião, por exemplo. O turismo simplesmente iniciou-se, 6

17 até mesmo sem que a sociedade soubesse que o estava realizando, por diferentes motivações. Por isso mesmo que turismo não é definido como ciência, pois se parte do princípio de que toda ciência inicia-se com uma teoria e depois para uma ação; o turismo, ao contrário, iniciou-se com a ação, para, posteriormente, vir a teoria. E, cada vez mais, as mudanças de comportamentos da sociedade influenciam direta e indiretamente o debate sobre o assunto. LICKORISH e JENKINS (2000), sem se preocuparem em definir a origem do turismo, afirmam que A expansão do turismo com o crescimento da população e o aumento da riqueza no século XVIII foi estimulada por determinantes clássicos da demanda lazer, tempo, dinheiro e interesse ou o que é agora denominado preferência do consumidor. Suas preocupações estão voltadas para o desenvolvimento da atividade e, por isso, dividem esse desenvolvimento em quatro estágios, altamente influenciado pelas mudanças no transporte e no qual nos basearemos para o desenvolvimento do trabalho. 1 Estágio: Os primórdios Também denominado como Turismo pré-histórico, compreendido entre a era medieval e o início do século XVII. Considerado um período lento e precário, pois o transporte utilizado para os deslocamentos era o cavalo, com velocidades médias de 5 Km/h e grande limitação em relação ao número de pessoas. 2 Estágio: A era das ferrovias É neste período em que começamos a perceber o grau de dependência entre o turismo e os transportes. O transporte, que havia sido construído, principalmente, para o transporte de carga do litoral para o interior, ou vice-versa, passava a ser visto como uma forma mais rápida e mais confortável de realizar as viagens. O primeiro pacote de turismo foi idealizado e operacionalizado nesta época, 1841, quando Thomas Cook fretou um trem da Midland Railway para o deslocamento de mais de 500 pessoas entre as cidades de Leicester e Loughborough com o objetivo de participar de um congresso para simpatizantes antialcoólicos. 7

18 3 Estágio: Entre-guerras Período compreendido entre as duas guerras mundiais, quando as comunicações deram maior dinâmica à sociedade, em que o carro e o ônibus passaram, também, a fazer parte da paisagem. No turismo, as operadoras já se reuniam em conferências de agências de viagens oferecendo pacotes turísticos, principalmente de transatlânticos. Neste período, as viagens deixaram de ser um luxo e passaram a ser consideradas normais pela sociedade, limitada apenas pela recessão econômica em que se encontrou o mundo no período. Foi um tempo de ensaio para o turismo. 4 º Estágio: A decolagem do turismo Com o fim da Segunda Guerra Mundial, a revolução tecnológica que havia ocorrido com fins militares foi adequada para a sociedade, provocando grandes desenvolvimentos industriais e resultando na acelerada criação de riquezas e rendas disponíveis. Estas, depois de utilizadas para o custeio de necessidades básicas, eram gastas com serviços, entre eles viagens e lazer, ou seja, turismo. Ao longo dos anos a população, principalmente dos países ricos, passou a viajar mais. O carro e o ônibus sobrepuseram-se em relação aos trens e navios, que foram reduzidos a posições inferiores. Porém, o mais revolucionário desenvolvimento do transporte ocorreu na aviação, a introdução de aeronaves maiores e de equipamentos mais eficientes, principalmente após o jato, o transporte aéreo tornou-se sinônimo de transporte rápido e seguro para distâncias mais longas e a preços cada vez mais acessíveis (INTERNACIONAL TOURISM AND TOURISM POLICY, 1995 in LICKORISH e JENKINS 2000). Em relação aos meios de comunicação, não podemos deixar de ressaltar a contribuição da televisão para a expansão do turismo, com constantes propagandas sobre interesses e variedades de países estrangeiros. A vontade de ficar em casa ou em locais ao seu entorno, ia sendo substituída pela vontade de voar, conhecer destinos internacionais. Viajar para longas distâncias, gradualmente, se tornou uma atração popular, muito favorecida pelo desenvolvimento do tráfego não planejado, serviços de fretamento, que fomentou as viagens de massa e proporcionou a decolagem do 8

19 turismo (INTERNATIONAL CIVIL AVIATION ORGANIZATION ICAO in LICKORISH e JENKINS 2000). Em poucas palavras, podemos dizer que esta etapa, decolagem do turismo, é caracterizada pelo aparecimento das viagens de carro e avião em detrimento das viagens de trem e navio, pela realização de viagens segmentadas 2, e pelos avanços tecnológicos. Se partirmos do princípio de que estas divisões foram baseadas nas mudanças ocorridas na sociedade e pela influência dos transportes, um quinto estágio deve ser acrescentado nesta divisão, o qual será definido neste trabalho como nova era 3, caracterizado pela intermodalidade entre carros, aviões, navios e trens. Estes últimos porque voltaram a ocupar espaço no transporte turístico como atividade fim, em viagens nostálgicas e cênicas, e pelo gerenciamento da mobilidade que consistirá em prover o deslocamento dos turistas (ver Tabela 2.1). Tabela 2.1 Evolução do turismo e transportes. ESTÁGIO NOME VEÍCULOS VIAGENS INCENTIVOS 1º Os primórdios Cavalo Educacional Crescimento industrial * 2º A era das ferrovias Trem e navios a vapor Grand-tour Indústria de viagens # 3º Entre-guerras Automóveis e ônibus fretados Turismo social Desenvolvimento técnico 4º Decolagem do turismo Avião e carro Trem e navio Turismo segmentado Avanços tecnológicos 5º Nova era Avião, carro, trem e navio Turismo de negócios e ecológico Gerenciamento da mobilidade * Aumento gradual da riqueza, extensão das classes de comerciantes e profissionais, efeitos da Reforma e secularização da educação. # Agências e operadoras de turismo. Fonte: adaptado pelo autor de LICKORISH e JENKINS (2000). Ainda em relação ao 5 estágio apresentado na Tabela 2.3 é importante entender a relação do gerenciamento da mobilidade na atividade turística. Segundo FERRAZ e TORRES (2001), gestão da mobilidade no planejamento de transportes urbanos refere-se ao gerenciamento do tipo de transporte utilizado pela sociedade e que, para isso, é necessário conhecer a origem e o destino nos deslocamentos, além de pensar em quem é o público mais propenso a utilizar o modal. Os autores ainda complementam dizendo que esse gerenciamento deve ser tratado em sub-grupos e, depois, interligados. 2 Ver Capítulo 2, itens e

20 CRUZ (2001) afirma que a atividade turística se apropria de espaços, objetos e serviços existentes em determinados espaços para se desenvolver. Pois os atrativos turísticos, quando naturais, fazem parte de um espaço, quando culturais, apresentam uma estrutura física inserida dentro de um espaço. Em relação aos objetos e serviços, o autor refere-se a todos as estruturas existentes nas localidades necessárias para a habitação da própria comunidade e que também são utilizadas pelos turistas, tais como, comércio em geral, serviços bancários e sistema de transportes e aqueles construídos visando atender o turista, tais como hotéis e restaurantes. Ao trabalhar o planejamento do espaço turístico urbano, BOULLÓN (1990), diz que o turista percorre uma cidade entre pontos que atraem seu interesse e motivam sua presença, o que ele chama de áreas gravitacionais, classificadas em quatro tipos: 1. Estações terminais dos sistemas de transportes; 2. Zonas de concentração do empreendimento turístico e de outros serviços urbanos; 3. Atrativos turísticos; 4. Saídas para as estradas que conduzem aos atrativos turísticos incluídos no raio de influência e ruas que conectam os atrativos urbanos entre si, com as zonas de concentração do empreendimento turístico, e este último com as estações terminais. De acordo com Ferraz e Torres (2001), um gestor do sistema de transportes urbano trabalha com grupos distintos e, para o sucesso do trabalho, é necessário entender as características e objetivos desses grupos. Cruz (2001) diz que o sistema turístico apropria-se de objetos existentes no espaço, ou seja, o sistema de transporte utilizado pelo turista durante seus deslocamentos entre origem e destino e no próprio destino não é diferente do sistema de transporte existente nestas regiões. Complementando, Boullón (1990) determina os pontos em que o transporte interfere no fluxo turístico. Para melhor compreensão, abaixo apresenta-se o exemplo da cidade do Rio de Janeiro. O Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro Galeão / Antonio Carlos Jobim, fica afastado do Centro da cidade cerca de 15Km e a Rodoviária Novo Rio localiza-se no Centro da cidade. Entretanto, ambos estão distantes da zona de concentração dos empreendimentos turísticos da cidade, localizados na Zona Sul. Um planejador, ao desenvolver o roteiro turístico, passará por algumas etapas. A primeira será verificar o 3 Ver Capítulo 2, item

21 terminal de origem do turista e seu ponto de estada (hotel), determinará o modal que deverá ser utilizado e o percurso. Depois terá que determinar o modal e o percurso para as ligações entre o local de estada e os atrativos. O gerenciamento da mobilidade estará em ter a possibilidade de adequar o modal de acordo com os horários, as características da demanda e do percurso. Em alguns casos, inclusive, poderá ocorrer a utilização de vários modais para completar o roteiro. Assim, ao desenvolver roteiros turísticos, os planejadores deverão não só pensar nos atrativos que atrairão o fluxo, mas também prover o deslocamento dos turistas até esses atrativos. 2.2 Conceitos e definições Inúmeras foram às definições de turismo que ao longo dos anos se formaram. De acordo com a acumulação do conhecimento sobre o tema, idéias foram sendo acrescentadas, conceitos foram mudando e transformando-se, acompanhando os novos tempos, conforme pode-se observar ao verificar os conceitos apresentados em seguida: HUNZIKER e KRAPF (1942 in MENDONÇA 1993), professores da Universidade de Berna, definiram turismo como: A soma de fenômenos e de relações que surgem das viagens e das estâncias dos não residentes, desde que não estejam ligados a uma residência permanente nem a uma atividade remunerada. Diante deste conceito, uma pergunta surge: a que fenômenos e relações os autores se referem? BURKART e MEDLIK (1981 in MENDONÇA 1993) definiram turismo como: Os deslocamentos curtos e temporais das pessoas para destinos fora do lugar de residência e de trabalho e as atividades empreendidas durante a estada nesses destinos. Percorridos quarenta anos após a primeira definição apresentada, a idéia de que há deslocamento para fora do local de residência persiste, mas o que eles definem como deslocamentos curtos? MENDONÇA (1993), afirma que O turismo é uma atividade humana intencional, que serve como meio de comunicação e como elo de integração entre os povos, tanto dentro de um mesmo país como fora dos limites geográficos dos países. Envolve o deslocamento temporário de pessoas para outra região, país ou continente, visando a satisfação de necessidades outras que o exercício de uma função remunerada. Para o país receptor, o turismo é uma indústria cujos produtos são consumidos no local, 11

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