Inovações e desafios da linguagem jornalística: o uso dos infográficos na cobertura de Ciência, Tecnologia e Inovação

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1 Inovações e desafios da linguagem jornalística: o uso dos infográficos na cobertura de Ciência, Tecnologia e Inovação Tattiana Gonçalves Teixeira 1 Resumo: Este trabalho pretende discutir quando e porquê o infográfico pode ser compreendido como uma modalidade do discurso jornalístico. Para isto, toma como objeto de estudo edições da revista Superinteresssante, editada pela Abril. O objetivo é observar como, na busca de formas alternativas de narrativa jornalística, os editores da publicação investem no que aqui chamamos de reportagem infográfica, isto é, uma modalidade de apresentação da infografia capaz de superar o que alguns autores chamam de gênero complementar. Assim, oferecem um tipo diferenciado de cobertura, ao buscarem caminhos alternativos para os modelos tradicionais de redação/narrativa jornalística. Palavras-chaves: jornalismo, linguagem jornalística, infografia, jornalismo científico, narrativa. 1. Introdução Com o título Derreteram a taça errada?, a Revista Superinteressante de junho de 2006 publicou reportagem de Simon Kuper, originalmente veiculada no jornal inglês Financial Times, sobre a Taça Jules Rimet. Sob a cartola História, o texto chamanos a atenção por ser apresentado em quadrinhos e a opção por este formato parece atender à busca por uma forma criativa e eficaz de transmissão de informações jornalísticas, onde texto e imagem estão diretamente aliados. A escolha não foi aleatória. Denis Russo atual diretor de redação da revista explicou, em entrevista concedida à autora, que. A reportagem [original] era 100% narrativa - tratava-se ali de contar uma história. E, quando é assim, a técnica da "reportagem em hq" funciona maravilhosamente bem. Quando decidimos quais recursos utilizaremos para 1 Jornalista.Doutora em Comunicação. Professora do Curso de Jornalismo e líder do Núcleo de Pesquisa em Linguagens do Jornalismo Científico (NUPEJOR) da Universidade Federal de Santa Catarina.

2 fazer uma reportagem levamos em conta duas coisas: 1) o que é mais adequado - que recursos vão nos possibilitar contar a história da maneira mais clara, compreensível, correta e 2) o que é mais surpreendente - como tratar o assunto de um modo que ninguém esperava, que ninguém fez antes. Ser surpreendente é parte importante da missão da Super. Ou seja, esse segundo ponto pesou na decisão, sem dúvida. De acordo com o jornalista, alguns leitores questionaram a veracidade da história ali contada. Nada mais natural, uma vez que, tradicionalmente, quadrinhos na imprensa são sinônimo de divertimento, ficção, tanto que alguns estudiosos os classificam como gênero diversional. O episódio, portanto, antes de ser algo isolado, nos parece um ponto de partida interessante para que discutamos a relação do binômio imagem-texto como linguagem jornalística. Neste sentido, é preciso compreender (1) o que é linguagem jornalística, (2) que tipo de manifestações ela comporta, (3) como as alternativas aos modelos clássicos de narrativa jornalística em veículos impressos pode comprometer ou auxiliar a compreensão do discurso que encerram e, por fim, (4) o papel da infografia dentro deste contexto. É evidente que no espaço limitado de um artigo como este, não pretendemos discutir estes quatro aspectos em profundidade mas, ao invés disso, tentar trazer estas questões à tona, na medida em que, de certo modo, elas já fazem parte do universo do jornalismo brasileiro há algum tempo. Apesar de serem realidade na prática profissional cotidiana, estes tópicos ainda têm sido pouco debatidos pela Academia ou mesmo pelos cursos de graduação em Jornalismo onde, muitas vezes, ainda impera o culto ao texto escrito como sinônimo de bom jornalismo, ficando o design da notícia em uma segunda escala de importância, vide a maioria dos jornais laboratórios produzidos, onde se observa um uso tímido, raro, de diagramas, tabelas, mapas e infográficos mais complexos.

3 Acreditamos, portanto, que o fenômeno de renovação dos aspectos gráficovisuais na apresentação da informação jornalística, que desde o final da década de 80 tornou-se mais evidente em nosso país, diz respeito, diretamente, à relação entre design e informação jornalística em uma tentativa de aliar forma e conteúdo, com implicações diretas no modo de trabalho dos profissionais das redações e, claro, na disponibilização de notícias e reportagens ao público. Longe de ser uma questão meramente estética o que por si também não seria menor esta interrelação nos interessa aqui a partir de aspectos bastante pontuais, isto é, enquanto forma diferenciada de apresentar fenômenos jornalísticos produzindo novos modelos de narrativa, onde o verbal e o não-verbal têm uma relação intrínseca e indissociável. No jornalismo contemporâneo, a infografia parece ser um bom exemplo de como imagem e texto podem estar aliados a favor do conteúdo oferecido a leitores de periódicos. Não por um acaso, Ary Moraes a classifica como um recurso de narrativa visual 2. No Brasil o infográfico, compreendido neste trabalho como una aportación informativa, realizada con elementos icónicos y tipográficos, que permite o facilita la compreensión de los acontecimientos, aciones o cosas de actualidad o algunos de sus aspectos más significativos, y acompaña o sustituye al texto informativo (SANCHO,2001:21), começou a aparecer com freqüência em páginas de jornais e revistas de grande circulação no início dos anos 90, a partir de suas reformas gráficas e editoriais. Para fazê-las, os veículos buscaram a consultoria de profissionais oriundos dos Estados Unidos e da Europa, locais onde o uso do design como aliado na qualidade da informação jornalística já era realidade há, pelo menos, 10 anos. Moraes explica que a palavra infografia só começou a ser usada nas redações brasileiras no final da década de 80, trazida pelos poucos iniciados que tinham contato 2 Ver MORAES, Ary. Infografia o design da notícia f. Dissertação (Mestrado em Design). Departamento de Artes. Pontifícia Universidade Católica. Rio de Janeiro.

4 com o trabalho desenvolvido pela SND [Society of News Design] e seu uso limitava-se ao círculo destas pessoas em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. (...) A partir de 1996, a palavra deixou a esfera dos iniciados e estabeleceu-se definitivamente no cenário do jornalismo brasileiro 3. A produção de infográficos no Brasil tornou-se mais comum em meados da década de 90 e o recurso desde então serve, sobretudo, para complementar notícias e reportagens de muitas áreas/editorias desde cotidiano até esportes e ciência, passando por política e até polícia, em alguns casos. Esta condição de complementaridade aparece também na produção de infográficos em outros países, tanto que Hidalgo os classifica como pertencentes ao que chama de gênero complementar uma vez que depende de uma informação principal para ser compreendido (2002:44-46). De acordo com este autor, la infografia no es solo uma ilustración, sino um conjunto de elementos gráficos y textuales con estructura propia cuyo fin es ilustrar pero también informar; es decir, aportar información o documentación que no siempre contiene el texto principal al que complementa. Porque tiene su propia estructura pero depemde tematicamente de uma información principal, podemos considerarla también um género periodístico complementario (2002:65) Se por um lado o infográfico é mais comumente usado como complemento a alguma notícia ou reportagem, ele também é o recurso gráfico-visual mais suscetível àquilo que chamamos de autonomia enunciativa, isto é, os infográficos podem, por si só, concentrar toda a informação que se quer passar, sem estarem vinculados a nenhuma outra modalidade discursiva. Isto pode acontecer quando as redações optam, por exemplo, pelo uso de megainfográficos que ocupam toda uma página de jornal (Standard ou Tablóide) ou, no caso de revistas como Superinteressante ou Mundo Estranho ambas da Editora Abril -, quando o infográfico chega a ocupar duas páginas, em uma espécie de pôster explicativo. Uma vez que uma boa infografia deve conter 3 In: MORAES, op.cit, pp. 69 e 71.

5 título, texto de entrada, fonte além, é claro, de imagens, não é muito difícil entender como é possível construir um infográfico com total independência enunciativa e, portanto, mais próximo de outros gêneros jornalísticos que do complementar proposto por Hidalgo. Esta capacidade de falar por si é o que nos interessa, especificamente, neste trabalho. Como se dá a relação deste tipo de infografia com o que compreendemos como linguagem jornalística é o que pretendemos, portanto, discutir aqui, a partir do estudo de caso da revista Superinteressante, publicação que desde 1994 investe sistematicamente no uso deste recurso em suas páginas. 2. Linguagem Jornalística e Reportagem Infográfica Em entrevista concedida à autora, em 2005, o jornalista Denis Russo explicou como se dá a escolha pela infografia quando a equipe de redação da Revista Superinteressante discute as edições futuras: O critério básico, fundamental é: fazer infografia nos ajuda a contar a história? Há alguns anos (até 1999,2000) tínhamos obrigação de fazer infografia sempre e, às vezes, elas simplesmente não ajudavam a melhorar a matéria. O resultado disto é que fazíamos vários infográficos meio bobos (por exemplo, mostrando determinada área do cérebro que o leitor não conhece e que não ajuda a entender o processo que está sendo descrito). Hoje não temos mais a obrigação. Nosso desafio a cada matéria é ficar imaginando: qual é o melhor recurso para contar esta história de um jeito claro e inovador. Às vezes é simplesmente um texto narrativo, às vezes é HQ ou foto. E, às vezes, é infográfico. Como temos muita vontade de inovar e ser criativos, não é fácil te dar regras claras de quando usar e quando não usar infografia (..) Chama-nos a atenção, um trecho específico desta fala, qual seja, aquele que destaca o infográfico como recurso capaz de melhorar uma matéria. Buscando compreender teoricamente o que isto significa, podemos dizer que ao ser complementar a um texto jornalístico, a infografia pode atuar como forma de contextualização do singular em destaque. Por isso, muitas vezes, ela é explicativa, quase didática, porque é um ponto-de-apoio e não o texto principal de determinada cobertura. Ser apoio, no

6 entanto, não quer dizer que ela seja menor, afinal - a levar em consideração os resultados do já consagrado estudo Eyes on the news 4, desenvolvido pelo Institute Poynter no começo da década de 90 a arte (design da notícia) é considerada uma espécie de porta de entrada para 80% dos leitores de periódicos. Em outras palavras, o infográfico pode e muitas vezes o faz, atrair o leitor, antes mesmo dos títulos das matérias e do próprio texto, em si. Porém, se compreendermos que a redação jornalística é a organização e formatação final dos dados apurados por um repórter ou por uma equipe, de modo a produzir conhecimento cristalizado no singular e a linguagem jornalística, o conjunto de escolhas possíveis entre signos limitados com o objetivo de construir esta mensagem (TEIXEIRA,2005:42), perceberemos que nem todo infográfico é um texto jornalístico. Ou seja, ainda que haja a possibilidade dele vir a ser lido antes mesmo da matéria que acompanha, o infográfico, a priori, não pode ser considerado uma modalidade do discurso jornalístico. Isto porque o tipo de conhecimento que ele encerra muitas vezes longe está de ser compreendido como centralizado no singular, sobretudo na cobertura de Ciência e Tecnologia. Em outras palavras, embora acompanhem uma modalidade jornalística reportagem, notícia e até mesmo entrevistas muitos infográficos promovem uma compreensão de fenômenos específicos a partir do enfoque no universal procedimento comum quando se trata de temas ligados a saúde, física, astronomia e outros afins. Mas nem sempre, como já dissemos, o infográfico é um complemento. Uma prova disto é o modo como alguns deles aparecem em revistas brasileiras, em especial as da Editora Abril. Nos interessa, especialmente, a forma como o que chamamos de 4 Ver GARCIA, Mario. e ADAMS, Pegie Stark. Eyes on the news. Saint Petesburg: The Poynter Institute, 1991.

7 reportagem infográfica 5 aparece em publicações como a Superinteressante, revista que, apesar de todas as controvérsias, está, de algum modo, ligada à cobertura de ciência, tecnologia e inovação. Compreendemos o termo reportagem infográfica como um tipo de narrativa na qual há um texto principal que funcionaria como a introdução de uma reportagem, seguido por infográfico ou infográficos. Neste caso, nem infográfico, nem texto podem ser pensados de forma autônoma porque um foi concebido para estar diretamente associado ao outro e fazem parte de um só conjunto discursivo que passa ao largo de uma mera relação de complementaridade. Para cunhar tal termo, como já explicamos em trabalho anterior 6, partimos do pressuposto que a reportagem enquanto modalidade do chamado gênero jornalístico interpretativo pode ser definida como o texto capaz de proporcionar a contextualização em profundidade - ou seja, com maior ênfase no particular - de um acontecimento ou de aspectos específicos de um tema da atualidade ou a ela relacionado quer por fatores históricos, políticos e/ou sociais -, oferecendo ao leitor um tipo de conhecimento mais complexo acerca daquilo que aborda. A qualidade desta informação está diretamente relacionada à escolha das fontes, à capacidade de seleção de informações e ao tipo de narrativa adotado, uma vez que, ao contrário da notícia tradicional, a reportagem permite diferentes estruturas, a depender da opção editorial da publicação. 5 Vale destacar que, em trabalho apresentado no III Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo, realizado em 2005, versamos sobre o que chamávamos de reportagem gráfica. A continuidade da pesquisa O uso da infografia no jornalismo científico brasileiro, bem como as observações dos colegas naquela oportunidade fizeram-nos mudar o termo para reportam infográfica, tornando-o, portanto, mais específico e, por conseqüência, preciso. 6 TEIXEIRA, Tattiana. Infografia e jornalismo científico: um estudo da Revista Superinteressante. In: Anais do III Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo, 2005, Florianópolis (SC) disponível em CD Rom

8 Por outro lado, entendemos que a linguagem jornalística, especialmente quando tratamos de notícias e reportagens - se caracteriza pela utilização do discurso indireto como eixo norteador para a reconstrução dos acontecimentos agora transformados em fatos jornalísticos e a redação de cada texto em particular deve estar calcada neste propósito. Esta reconstrução deve se processar através da apreensão daquilo que é o mais característico do acontecimento, isto é, aquilo que lhe faz único, irrepetível, singular, portanto.(teixeira,2005:45). 3. Entre o complemento e a integração narrativa Longe se ser um consenso, mesmo entre os estudiosos, a tipologia dos infográficos pode abarcar desde gráficos e tabelas até outras formas mais complexas de aliar imagem e texto. Aqui não faremos esta distinção, embora a consideremos relevante, mas procuraremos dividir a infografia a partir de dois grupos distintos, a saber: (1) os complementares e (2) os autônomos. Na primeira categoria enquadram-se modalidades que, tradicionalmente, são referenciadas no próprio corpo das matérias, através de chamadas diretas. Seu objetivo é fornecer informação a mais para o leitor, dando destaque a aspectos particulares ou universais capazes de contextualizar o assunto principal do texto ou maior ênfase na singularidade, através de explicações específicas. Isto acontece quando, por exemplo, em uma notícia sobre um novo método de combate às placas de gordura que causam problemas nas artérias, chamado espectropia de fluorescência. O texto por si só já é suficientemente informativo e o infográfico, na verdade, só torna mais claro para o leitor detalhes do procedimento. Assim, se a os editores da revista Saúde! tivessem de abrir mão do infográfico por

9 problemas de espaço apenas a título de exemplo o prejuízo seria o menor possível. (ver anexo 1) Os infográficos autônomos, por sua vez, têm como principal característica o fato de serem a própria matéria per si. Verificamos no desenvolvimento da pesquisa O uso da infografia no jornalismo científico brasileiro pelo menos duas formas específicas de manifestação de infográficos autônomos e uma delas são os chamados megainfográficos que costumam, como já dissemos, ocupar páginas inteiras de jornais e revistas, mostrando o funcionamento de algo, dados estatísticos diversos, tabelas, mapas. Outra forma é o que chamamos de reportagem infográfica, recurso ainda raro na imprensa brasileira como um todo, mas que aparece já com alguma freqüência na revista Superinteressante. Aqui, ao contrário do exemplo anterior, é impossível excluir a infografia sem que isto leve, necessariamente, a toda a reestruturação da matéria que, inclusive, muda de gênero muitas vezes do interpretativo para o informativo. Este fenômeno, para nós, aponta para uma forma de narrativa diferenciada, não linear e pensada para ser lida de maneira não-tradicional, embora percebamos a presença de todos aqueles elementos que apontamos como característicos da linguagem jornalística. Em um levantamento preliminar tendo em vista que esta pesquisa ainda está em andamento percebemos que entre março de 2005, quando Denis Russo assumiu a direção da Revista Superinteressante, e maio de 2006 este tipo de modalidade discursiva foi usado oito vezes. Para efeito de cálculo, não consideramos infográficos independentes que, em função de suas características, podem ser visto como nãojornalísticos, tais como muitos dos que figuram na seção SuperPoster. Para melhor compreensão do que significa a reportagem infográfica, acompanhemos as descrições que seguem. Em todos os exemplos, texto e imagem formam uma só unidade discursiva

10 e proporcionam um modo diferente de contar uma história, apenas para usar um termo referido pelo próprio Russo, em entrevista à autora. O primeiro exemplo foi publicado em agosto de 2005, na seção Superrespostas para entender o mundo, e é assinado por seis profissionais entre jornalistas, designers e infografistas, o que comprova a complexidade deste tipo de recurso. Neste caso, a publicação dedicou quatro páginas para responder, através de infografia, à pergunta Como foi o massacre do Carandiru? 7 Como foi o massacre do Carandiru? No dia 02 de outubro de 1992, o pavilhão 9 da casa de Detenção Carandiru foi o cenário de um dos episódios mais sangrentos da história penitenciária mundial. Quase 13 anos depois, o caso ainda é alvo de controvérsias. De um lado, o chefe da operação diz que agiu no estrito cumprimento do dever. Do outro, grupos de direitos humanos acreditam que houve intenção de exterminar os presos e reclamam que ninguém foi punido. Conheça os detalhes de um dia que já virou livro, filme, série de TV e entrou para a história. Por Henrique Camargo 7 In: revista Superinteressante, ed. 216, agosto de 2005, pp

11 detalhe 1 10:00 Enquanto, no pátio, rola uma partida de futebol, 2 detentos (Barba e Coelho) começam a brigar dentro do pavilhão. Logo, os presos se dividem em 2 grupos rivais e a briga se espalha Toda a reportagem é construída cronologicamente e as figuras mostram detalhes do episódio, a partir de uma visão perspectiva de dentro do presídio, como no detalhe que segue, o qual mostra o que ocorria, às 15h30, quando chamados pelo diretor da Casa de Detenção, cerca de 320 policiais estacionam fora do pavilhão 9. Entre eles, homens de batalhões de elite como Rota, Gate, 3º. Choque e cavalaria, além de alguns bombeiros. O diretor do presídio, Ismael Pedrosa, tenta uma última negociação. Do lado de dentro a confusão está instaurada. A fiação elétrica e a instalação hidráulica são destruídas, deixando o chão cheio de água e o pavimento às escuras. Muitos presos estão bêbados por causa da maria-louca, bebida produzida dentro das celas.

12 Um outro exemplo, menos complexo, foi publicado na edição de fevereiro de 2006, na seção Supernovas. Aqui, todo o texto é construído partindo do pressuposto que as ilustrações serão obrigatoriamente publicadas pois, de outro modo, não há como entender que mudanças, efetivamente, foram sofridas pela tradicional Tabela Periódica. As duas páginas comportam, ainda, fotos de tabelas alternativas, a imagem da tabela clássica e outras informações adicionais em boxes. O texto do repórter Marcelo Cabral não faz referência específica ao infográfico, mas ao não revelar detalhes da nova tabela periódica, proposta por Philip Stwart, torna indispensável a infografia. O novo elemento no centro, um elemento que na faz parte da tabela peiódica comum: o neutrônio, também chamado de elemento zero, que tem apenas nêutrons em seu núcleo. É tão pesado que deve existir somente no interior de estrelas de nêutrons Por fim, vale citar o exemplo da reportagem especial Perigo Constante no mundo inteiro os acidentes de trânsito matam mais que conflitos armados e catástrofes

13 ambientais. Saiba como e porque estas tragédias evitáveis acontecem, publicada em maio de Desta vez, quatro pessoas assinam o trabalho que explica textual e imageticamente, em seis páginas e com muitos detalhes, o que provoca e como ocorrem os mais tradicionais acidentes de trânsito, desde engavetamentos e colisões frontais, até ultrapassagens perigosas e capotamento causado por excesso de velocidade. Aqui, explicações oriundas da Física orientam como calcular a distância segura entre dois carros. Antes de entrar no carro para ir ao trabalho ou viajar com a família, saiba que sua vida corre risco. Não se trata de exagero ou sensacionalismo, mas de uma constatação. O Brasil contabiliza todos os anos mais de 30 mil mortos em acidentes de trânsito. E a maior responsabilidade por esses cenário caótico é o próprio motorista. Segundo a Organização Mundial da Saúde, 90% dos acidentes acontecem por falha humana. (...) Um piscar de olhos ou uma distração de segundos põe em risco sua vida e a dos outros. E aí muita gente vira estatística. Exatamente como as que usamos aqui para mapear os tipos e causas mais freqüentes de acidentes nas estradas do país.

14 Detalhe 4. Conclusão Desde que começou a usar a infografia com mais freqüência em suas páginas, em 1994, a revista Superinteressante passou por uma série de transformações. Até meados de 2000, seu uso era quase que obrigatório nas matérias principais da publicação. Nos anos seguintes, ela nunca deixou de ser usada, ainda que ficasse bem distante das reportagens, mesmo a de capas, mas, ainda assim, ao longo desta trajetória, não foram poucas as vezes em que ganhou status de recurso inovador. Não por um acaso, a revista é uma das mais premiadas pelo Malofiej, prêmio internacional de infografia, concedido anualmente pela Society of News Design. Nosso estudo de caso apontou, até aqui, que há modos distintos de uso da infografia desde os mais tradicionais, como recurso complementar, até como elemento essencial ao que chamamos de reportagem infográfica, uma modalidade complexa, que envolve toda uma equipe em sua formulação e que apresenta desafios ao que tradicionalmente se compreende como linguagem e redação jornalísticas. Esta modalidade discursiva se se desenvolve com alguma freqüência na Superinteressante, ainda é rara em outras publicações da mesma editora - nosso projeto de pesquisa também engloba a análise do uso da infografia na Revista Saúde! e podemos garantir

15 que a reportagem infográfica, tal como a descrevemos aqui, não foi usada em nenhuma de suas edições entre março de 2005 e maio de 2006, embora este periódico direcionese a uma cobertura segmentada, vinculada especificamente a temas de saúde, nutrição e bem estar para o público-leigo. A principal característica deste tipo de reportagem é aliar de modo indissociável elementos verbais e não-verbais, construindo uma narrativa gráfico-textual condizente com o que se espera de uma narrativa jornalística capaz de fazer com que um público leigo seja capaz de compreender temas complexos como aqueles de algum modo ligados ao campo científico em suas mais variadas vertentes, desde as chamadas Ciências Exatas até as Sociais Aplicadas, por exemplo -, à tecnologia e à inovação. Ao contrário da história em quadrinhos que citamos no início deste trabalho, as reportagens infográficas podem supreender o leitor, mas jamais colocar em xeque a veracidade daquilo que se narra, ainda que use ilustrações e não apenas fotos e outros recursos diretamente ligados ao real. Em jornalismo científico, assim como no jornalismo em sentido amplo, esta condição é fundamental para a qualidade do material publicado e para o cumprimento do seu objetivo primordial: ser uma forma de conhecimento. 5. Referências Bibliográficas BURKETT, Warren. Jornalismo Científico. Rio de Janeiro: Forense, CARVALHO, Alessandra P. A ciência em revista: um estudo dos casos de Globo Ciência e Superinteressante. (dissertação de mestrado). São Bernardo do Campo, SP: IMS, CHAPPÉ, Jean-Marie. L infographie de presse. Paris:CFPJ, DE PABLOS, José Manuel de. Infoperiodismo el periodista como creador de la infografía. Madrid: Sínteses, GENRO FILHO, ADELMO. O segredo da pirâmide. Porto Alegre:Tchê!, 1987.

16 GOMIS, Lorenzo. Teoria del periodismo como se forma el presente. Barcelona: Paidós, 1991 HERNANDO, Manuel Calvo. Manual de Periodismo Científico. Barcelona: Bosch, HIDALGO, Antonio López. Géneros periodísticos complementários. Sevilha:Comunicación Social Ediciones y Publicaiones, LALLANA, Fernando. Diseño y color infográfico. In: Revista Latina de Comunicación Social (13), enero de 1999 LECTURIA, Elio. Qué es infografia?. In: Revista Latina de Comunicación Social (4), abril de MACHADO, Irene. Infojornalismo e a semiose da enunciação. Disponível em: hppt://www.bocc.ubi.pt. Acesso em: 27 de maio de MORAES, Ary. Infografia o design da notícia f. Dissertação (Mestrado em Design). Departamento de Artes. Pontifícia Universidade Católica. Rio de Janeiro NELKIN, Dorothy. Selling Science how the press covers science and technology. New York: W.H. Freeman and Company, OLIVEIRA, Fabíola. Jornalismo Científico. São Paulo: Contexto, 2003 PELTZER, Gonzalo. Jornalismo Iconográfico. Lisboa: Planeta, POINSSAC, Beatrice. L infographie. Paris:Press Universitaires de France, STOVALL, James Glen. Infographics: a journalist`s guide. Massachusetts: Allyn and Bacon, TEIXEIRA, Tattiana. Infografia e jornalismo científico: um estudo da Revista Superinteressante. In: Anais do III Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo, 2005, Florianópolis (SC) disponível em CD Rom TEIXEIRA, Tattiana. O uso do infográfico na Revista Superinteressante - um breve panorama. In: 8. Congresso Brasileiro de Jornalismo Científico, 2004, Salvador (BA) TEIXEIRA, Tattiana. The infographic science magazine for the general public. In: Anais da 23 Conference and General Assembly of Internacional Association for Media and Communication Research, 2004, Porto Alegre (RS) disponível em CD-Rom TEIXEIRA, Tattiana. As imagens do singular: o uso do infográfico no jornalismo científico brasileiro. In: Anais do VII Congresso Latino-americano de Investigadores de La Comunicación (ALAIC), 2004, La Plata (Argentina) disponível em CD Rom. VELHO, Ana Paula. A infografia no jornalismo científico: uma análise semiótica. (dissertação de mestrado). São Paulo:PUC, 2001.

17 YIN, Robert K. Estudo de caso planejamento e métodos. Porto Alegre: Bookman,2005.

18 ANEXO 1: Lê-se aqui: veja o infográfico abaixo Texto da matéria Nem todas são iguais. Uma pode estar em estágio inicial e outra, ao contrário, prestes a se romper, deflagrando a formação de coágulos que bloqueiam as artérias. Para indicar a intervenção terapêutica mais eficaz, cientistas americanos estão pesquisando a espectropia de fluorescência. O método consiste no uso de uma sonda de fibra óptica que libera um raio laser sobre as placas (veja o infográfico abaixo). Coletadas e analisadas, as emissões fornecem informações sobre a composição bioquímica e molecular delas, disse à Saúde! Laura Marcu, líder do estudo e professora da Universidade da Califórnia em Davis. A técnica foi testada em pacientes submetidos a uma cirurgia de remoção de placas em uma artéria carótida, localizada no pescoço. Os cientistas agora estão trabalhando num cateter intravascular para acomodar a fibra óptica. Isso permitirá uma avaliação minimamente invasiva dos vasos. In: Saúde!, ed.269, janeiro 2006, pp. 27

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