Inovações e desafios da linguagem jornalística: o uso dos infográficos na cobertura de Ciência, Tecnologia e Inovação

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Inovações e desafios da linguagem jornalística: o uso dos infográficos na cobertura de Ciência, Tecnologia e Inovação"

Transcrição

1 Inovações e desafios da linguagem jornalística: o uso dos infográficos na cobertura de Ciência, Tecnologia e Inovação Tattiana Gonçalves Teixeira 1 Resumo: Este trabalho pretende discutir quando e porquê o infográfico pode ser compreendido como uma modalidade do discurso jornalístico. Para isto, toma como objeto de estudo edições da revista Superinteresssante, editada pela Abril. O objetivo é observar como, na busca de formas alternativas de narrativa jornalística, os editores da publicação investem no que aqui chamamos de reportagem infográfica, isto é, uma modalidade de apresentação da infografia capaz de superar o que alguns autores chamam de gênero complementar. Assim, oferecem um tipo diferenciado de cobertura, ao buscarem caminhos alternativos para os modelos tradicionais de redação/narrativa jornalística. Palavras-chaves: jornalismo, linguagem jornalística, infografia, jornalismo científico, narrativa. 1. Introdução Com o título Derreteram a taça errada?, a Revista Superinteressante de junho de 2006 publicou reportagem de Simon Kuper, originalmente veiculada no jornal inglês Financial Times, sobre a Taça Jules Rimet. Sob a cartola História, o texto chamanos a atenção por ser apresentado em quadrinhos e a opção por este formato parece atender à busca por uma forma criativa e eficaz de transmissão de informações jornalísticas, onde texto e imagem estão diretamente aliados. A escolha não foi aleatória. Denis Russo atual diretor de redação da revista explicou, em entrevista concedida à autora, que. A reportagem [original] era 100% narrativa - tratava-se ali de contar uma história. E, quando é assim, a técnica da "reportagem em hq" funciona maravilhosamente bem. Quando decidimos quais recursos utilizaremos para 1 Jornalista.Doutora em Comunicação. Professora do Curso de Jornalismo e líder do Núcleo de Pesquisa em Linguagens do Jornalismo Científico (NUPEJOR) da Universidade Federal de Santa Catarina.

2 fazer uma reportagem levamos em conta duas coisas: 1) o que é mais adequado - que recursos vão nos possibilitar contar a história da maneira mais clara, compreensível, correta e 2) o que é mais surpreendente - como tratar o assunto de um modo que ninguém esperava, que ninguém fez antes. Ser surpreendente é parte importante da missão da Super. Ou seja, esse segundo ponto pesou na decisão, sem dúvida. De acordo com o jornalista, alguns leitores questionaram a veracidade da história ali contada. Nada mais natural, uma vez que, tradicionalmente, quadrinhos na imprensa são sinônimo de divertimento, ficção, tanto que alguns estudiosos os classificam como gênero diversional. O episódio, portanto, antes de ser algo isolado, nos parece um ponto de partida interessante para que discutamos a relação do binômio imagem-texto como linguagem jornalística. Neste sentido, é preciso compreender (1) o que é linguagem jornalística, (2) que tipo de manifestações ela comporta, (3) como as alternativas aos modelos clássicos de narrativa jornalística em veículos impressos pode comprometer ou auxiliar a compreensão do discurso que encerram e, por fim, (4) o papel da infografia dentro deste contexto. É evidente que no espaço limitado de um artigo como este, não pretendemos discutir estes quatro aspectos em profundidade mas, ao invés disso, tentar trazer estas questões à tona, na medida em que, de certo modo, elas já fazem parte do universo do jornalismo brasileiro há algum tempo. Apesar de serem realidade na prática profissional cotidiana, estes tópicos ainda têm sido pouco debatidos pela Academia ou mesmo pelos cursos de graduação em Jornalismo onde, muitas vezes, ainda impera o culto ao texto escrito como sinônimo de bom jornalismo, ficando o design da notícia em uma segunda escala de importância, vide a maioria dos jornais laboratórios produzidos, onde se observa um uso tímido, raro, de diagramas, tabelas, mapas e infográficos mais complexos.

3 Acreditamos, portanto, que o fenômeno de renovação dos aspectos gráficovisuais na apresentação da informação jornalística, que desde o final da década de 80 tornou-se mais evidente em nosso país, diz respeito, diretamente, à relação entre design e informação jornalística em uma tentativa de aliar forma e conteúdo, com implicações diretas no modo de trabalho dos profissionais das redações e, claro, na disponibilização de notícias e reportagens ao público. Longe de ser uma questão meramente estética o que por si também não seria menor esta interrelação nos interessa aqui a partir de aspectos bastante pontuais, isto é, enquanto forma diferenciada de apresentar fenômenos jornalísticos produzindo novos modelos de narrativa, onde o verbal e o não-verbal têm uma relação intrínseca e indissociável. No jornalismo contemporâneo, a infografia parece ser um bom exemplo de como imagem e texto podem estar aliados a favor do conteúdo oferecido a leitores de periódicos. Não por um acaso, Ary Moraes a classifica como um recurso de narrativa visual 2. No Brasil o infográfico, compreendido neste trabalho como una aportación informativa, realizada con elementos icónicos y tipográficos, que permite o facilita la compreensión de los acontecimientos, aciones o cosas de actualidad o algunos de sus aspectos más significativos, y acompaña o sustituye al texto informativo (SANCHO,2001:21), começou a aparecer com freqüência em páginas de jornais e revistas de grande circulação no início dos anos 90, a partir de suas reformas gráficas e editoriais. Para fazê-las, os veículos buscaram a consultoria de profissionais oriundos dos Estados Unidos e da Europa, locais onde o uso do design como aliado na qualidade da informação jornalística já era realidade há, pelo menos, 10 anos. Moraes explica que a palavra infografia só começou a ser usada nas redações brasileiras no final da década de 80, trazida pelos poucos iniciados que tinham contato 2 Ver MORAES, Ary. Infografia o design da notícia f. Dissertação (Mestrado em Design). Departamento de Artes. Pontifícia Universidade Católica. Rio de Janeiro.

4 com o trabalho desenvolvido pela SND [Society of News Design] e seu uso limitava-se ao círculo destas pessoas em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. (...) A partir de 1996, a palavra deixou a esfera dos iniciados e estabeleceu-se definitivamente no cenário do jornalismo brasileiro 3. A produção de infográficos no Brasil tornou-se mais comum em meados da década de 90 e o recurso desde então serve, sobretudo, para complementar notícias e reportagens de muitas áreas/editorias desde cotidiano até esportes e ciência, passando por política e até polícia, em alguns casos. Esta condição de complementaridade aparece também na produção de infográficos em outros países, tanto que Hidalgo os classifica como pertencentes ao que chama de gênero complementar uma vez que depende de uma informação principal para ser compreendido (2002:44-46). De acordo com este autor, la infografia no es solo uma ilustración, sino um conjunto de elementos gráficos y textuales con estructura propia cuyo fin es ilustrar pero también informar; es decir, aportar información o documentación que no siempre contiene el texto principal al que complementa. Porque tiene su propia estructura pero depemde tematicamente de uma información principal, podemos considerarla también um género periodístico complementario (2002:65) Se por um lado o infográfico é mais comumente usado como complemento a alguma notícia ou reportagem, ele também é o recurso gráfico-visual mais suscetível àquilo que chamamos de autonomia enunciativa, isto é, os infográficos podem, por si só, concentrar toda a informação que se quer passar, sem estarem vinculados a nenhuma outra modalidade discursiva. Isto pode acontecer quando as redações optam, por exemplo, pelo uso de megainfográficos que ocupam toda uma página de jornal (Standard ou Tablóide) ou, no caso de revistas como Superinteressante ou Mundo Estranho ambas da Editora Abril -, quando o infográfico chega a ocupar duas páginas, em uma espécie de pôster explicativo. Uma vez que uma boa infografia deve conter 3 In: MORAES, op.cit, pp. 69 e 71.

5 título, texto de entrada, fonte além, é claro, de imagens, não é muito difícil entender como é possível construir um infográfico com total independência enunciativa e, portanto, mais próximo de outros gêneros jornalísticos que do complementar proposto por Hidalgo. Esta capacidade de falar por si é o que nos interessa, especificamente, neste trabalho. Como se dá a relação deste tipo de infografia com o que compreendemos como linguagem jornalística é o que pretendemos, portanto, discutir aqui, a partir do estudo de caso da revista Superinteressante, publicação que desde 1994 investe sistematicamente no uso deste recurso em suas páginas. 2. Linguagem Jornalística e Reportagem Infográfica Em entrevista concedida à autora, em 2005, o jornalista Denis Russo explicou como se dá a escolha pela infografia quando a equipe de redação da Revista Superinteressante discute as edições futuras: O critério básico, fundamental é: fazer infografia nos ajuda a contar a história? Há alguns anos (até 1999,2000) tínhamos obrigação de fazer infografia sempre e, às vezes, elas simplesmente não ajudavam a melhorar a matéria. O resultado disto é que fazíamos vários infográficos meio bobos (por exemplo, mostrando determinada área do cérebro que o leitor não conhece e que não ajuda a entender o processo que está sendo descrito). Hoje não temos mais a obrigação. Nosso desafio a cada matéria é ficar imaginando: qual é o melhor recurso para contar esta história de um jeito claro e inovador. Às vezes é simplesmente um texto narrativo, às vezes é HQ ou foto. E, às vezes, é infográfico. Como temos muita vontade de inovar e ser criativos, não é fácil te dar regras claras de quando usar e quando não usar infografia (..) Chama-nos a atenção, um trecho específico desta fala, qual seja, aquele que destaca o infográfico como recurso capaz de melhorar uma matéria. Buscando compreender teoricamente o que isto significa, podemos dizer que ao ser complementar a um texto jornalístico, a infografia pode atuar como forma de contextualização do singular em destaque. Por isso, muitas vezes, ela é explicativa, quase didática, porque é um ponto-de-apoio e não o texto principal de determinada cobertura. Ser apoio, no

6 entanto, não quer dizer que ela seja menor, afinal - a levar em consideração os resultados do já consagrado estudo Eyes on the news 4, desenvolvido pelo Institute Poynter no começo da década de 90 a arte (design da notícia) é considerada uma espécie de porta de entrada para 80% dos leitores de periódicos. Em outras palavras, o infográfico pode e muitas vezes o faz, atrair o leitor, antes mesmo dos títulos das matérias e do próprio texto, em si. Porém, se compreendermos que a redação jornalística é a organização e formatação final dos dados apurados por um repórter ou por uma equipe, de modo a produzir conhecimento cristalizado no singular e a linguagem jornalística, o conjunto de escolhas possíveis entre signos limitados com o objetivo de construir esta mensagem (TEIXEIRA,2005:42), perceberemos que nem todo infográfico é um texto jornalístico. Ou seja, ainda que haja a possibilidade dele vir a ser lido antes mesmo da matéria que acompanha, o infográfico, a priori, não pode ser considerado uma modalidade do discurso jornalístico. Isto porque o tipo de conhecimento que ele encerra muitas vezes longe está de ser compreendido como centralizado no singular, sobretudo na cobertura de Ciência e Tecnologia. Em outras palavras, embora acompanhem uma modalidade jornalística reportagem, notícia e até mesmo entrevistas muitos infográficos promovem uma compreensão de fenômenos específicos a partir do enfoque no universal procedimento comum quando se trata de temas ligados a saúde, física, astronomia e outros afins. Mas nem sempre, como já dissemos, o infográfico é um complemento. Uma prova disto é o modo como alguns deles aparecem em revistas brasileiras, em especial as da Editora Abril. Nos interessa, especialmente, a forma como o que chamamos de 4 Ver GARCIA, Mario. e ADAMS, Pegie Stark. Eyes on the news. Saint Petesburg: The Poynter Institute, 1991.

7 reportagem infográfica 5 aparece em publicações como a Superinteressante, revista que, apesar de todas as controvérsias, está, de algum modo, ligada à cobertura de ciência, tecnologia e inovação. Compreendemos o termo reportagem infográfica como um tipo de narrativa na qual há um texto principal que funcionaria como a introdução de uma reportagem, seguido por infográfico ou infográficos. Neste caso, nem infográfico, nem texto podem ser pensados de forma autônoma porque um foi concebido para estar diretamente associado ao outro e fazem parte de um só conjunto discursivo que passa ao largo de uma mera relação de complementaridade. Para cunhar tal termo, como já explicamos em trabalho anterior 6, partimos do pressuposto que a reportagem enquanto modalidade do chamado gênero jornalístico interpretativo pode ser definida como o texto capaz de proporcionar a contextualização em profundidade - ou seja, com maior ênfase no particular - de um acontecimento ou de aspectos específicos de um tema da atualidade ou a ela relacionado quer por fatores históricos, políticos e/ou sociais -, oferecendo ao leitor um tipo de conhecimento mais complexo acerca daquilo que aborda. A qualidade desta informação está diretamente relacionada à escolha das fontes, à capacidade de seleção de informações e ao tipo de narrativa adotado, uma vez que, ao contrário da notícia tradicional, a reportagem permite diferentes estruturas, a depender da opção editorial da publicação. 5 Vale destacar que, em trabalho apresentado no III Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo, realizado em 2005, versamos sobre o que chamávamos de reportagem gráfica. A continuidade da pesquisa O uso da infografia no jornalismo científico brasileiro, bem como as observações dos colegas naquela oportunidade fizeram-nos mudar o termo para reportam infográfica, tornando-o, portanto, mais específico e, por conseqüência, preciso. 6 TEIXEIRA, Tattiana. Infografia e jornalismo científico: um estudo da Revista Superinteressante. In: Anais do III Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo, 2005, Florianópolis (SC) disponível em CD Rom

8 Por outro lado, entendemos que a linguagem jornalística, especialmente quando tratamos de notícias e reportagens - se caracteriza pela utilização do discurso indireto como eixo norteador para a reconstrução dos acontecimentos agora transformados em fatos jornalísticos e a redação de cada texto em particular deve estar calcada neste propósito. Esta reconstrução deve se processar através da apreensão daquilo que é o mais característico do acontecimento, isto é, aquilo que lhe faz único, irrepetível, singular, portanto.(teixeira,2005:45). 3. Entre o complemento e a integração narrativa Longe se ser um consenso, mesmo entre os estudiosos, a tipologia dos infográficos pode abarcar desde gráficos e tabelas até outras formas mais complexas de aliar imagem e texto. Aqui não faremos esta distinção, embora a consideremos relevante, mas procuraremos dividir a infografia a partir de dois grupos distintos, a saber: (1) os complementares e (2) os autônomos. Na primeira categoria enquadram-se modalidades que, tradicionalmente, são referenciadas no próprio corpo das matérias, através de chamadas diretas. Seu objetivo é fornecer informação a mais para o leitor, dando destaque a aspectos particulares ou universais capazes de contextualizar o assunto principal do texto ou maior ênfase na singularidade, através de explicações específicas. Isto acontece quando, por exemplo, em uma notícia sobre um novo método de combate às placas de gordura que causam problemas nas artérias, chamado espectropia de fluorescência. O texto por si só já é suficientemente informativo e o infográfico, na verdade, só torna mais claro para o leitor detalhes do procedimento. Assim, se a os editores da revista Saúde! tivessem de abrir mão do infográfico por

9 problemas de espaço apenas a título de exemplo o prejuízo seria o menor possível. (ver anexo 1) Os infográficos autônomos, por sua vez, têm como principal característica o fato de serem a própria matéria per si. Verificamos no desenvolvimento da pesquisa O uso da infografia no jornalismo científico brasileiro pelo menos duas formas específicas de manifestação de infográficos autônomos e uma delas são os chamados megainfográficos que costumam, como já dissemos, ocupar páginas inteiras de jornais e revistas, mostrando o funcionamento de algo, dados estatísticos diversos, tabelas, mapas. Outra forma é o que chamamos de reportagem infográfica, recurso ainda raro na imprensa brasileira como um todo, mas que aparece já com alguma freqüência na revista Superinteressante. Aqui, ao contrário do exemplo anterior, é impossível excluir a infografia sem que isto leve, necessariamente, a toda a reestruturação da matéria que, inclusive, muda de gênero muitas vezes do interpretativo para o informativo. Este fenômeno, para nós, aponta para uma forma de narrativa diferenciada, não linear e pensada para ser lida de maneira não-tradicional, embora percebamos a presença de todos aqueles elementos que apontamos como característicos da linguagem jornalística. Em um levantamento preliminar tendo em vista que esta pesquisa ainda está em andamento percebemos que entre março de 2005, quando Denis Russo assumiu a direção da Revista Superinteressante, e maio de 2006 este tipo de modalidade discursiva foi usado oito vezes. Para efeito de cálculo, não consideramos infográficos independentes que, em função de suas características, podem ser visto como nãojornalísticos, tais como muitos dos que figuram na seção SuperPoster. Para melhor compreensão do que significa a reportagem infográfica, acompanhemos as descrições que seguem. Em todos os exemplos, texto e imagem formam uma só unidade discursiva

10 e proporcionam um modo diferente de contar uma história, apenas para usar um termo referido pelo próprio Russo, em entrevista à autora. O primeiro exemplo foi publicado em agosto de 2005, na seção Superrespostas para entender o mundo, e é assinado por seis profissionais entre jornalistas, designers e infografistas, o que comprova a complexidade deste tipo de recurso. Neste caso, a publicação dedicou quatro páginas para responder, através de infografia, à pergunta Como foi o massacre do Carandiru? 7 Como foi o massacre do Carandiru? No dia 02 de outubro de 1992, o pavilhão 9 da casa de Detenção Carandiru foi o cenário de um dos episódios mais sangrentos da história penitenciária mundial. Quase 13 anos depois, o caso ainda é alvo de controvérsias. De um lado, o chefe da operação diz que agiu no estrito cumprimento do dever. Do outro, grupos de direitos humanos acreditam que houve intenção de exterminar os presos e reclamam que ninguém foi punido. Conheça os detalhes de um dia que já virou livro, filme, série de TV e entrou para a história. Por Henrique Camargo 7 In: revista Superinteressante, ed. 216, agosto de 2005, pp

11 detalhe 1 10:00 Enquanto, no pátio, rola uma partida de futebol, 2 detentos (Barba e Coelho) começam a brigar dentro do pavilhão. Logo, os presos se dividem em 2 grupos rivais e a briga se espalha Toda a reportagem é construída cronologicamente e as figuras mostram detalhes do episódio, a partir de uma visão perspectiva de dentro do presídio, como no detalhe que segue, o qual mostra o que ocorria, às 15h30, quando chamados pelo diretor da Casa de Detenção, cerca de 320 policiais estacionam fora do pavilhão 9. Entre eles, homens de batalhões de elite como Rota, Gate, 3º. Choque e cavalaria, além de alguns bombeiros. O diretor do presídio, Ismael Pedrosa, tenta uma última negociação. Do lado de dentro a confusão está instaurada. A fiação elétrica e a instalação hidráulica são destruídas, deixando o chão cheio de água e o pavimento às escuras. Muitos presos estão bêbados por causa da maria-louca, bebida produzida dentro das celas.

12 Um outro exemplo, menos complexo, foi publicado na edição de fevereiro de 2006, na seção Supernovas. Aqui, todo o texto é construído partindo do pressuposto que as ilustrações serão obrigatoriamente publicadas pois, de outro modo, não há como entender que mudanças, efetivamente, foram sofridas pela tradicional Tabela Periódica. As duas páginas comportam, ainda, fotos de tabelas alternativas, a imagem da tabela clássica e outras informações adicionais em boxes. O texto do repórter Marcelo Cabral não faz referência específica ao infográfico, mas ao não revelar detalhes da nova tabela periódica, proposta por Philip Stwart, torna indispensável a infografia. O novo elemento no centro, um elemento que na faz parte da tabela peiódica comum: o neutrônio, também chamado de elemento zero, que tem apenas nêutrons em seu núcleo. É tão pesado que deve existir somente no interior de estrelas de nêutrons Por fim, vale citar o exemplo da reportagem especial Perigo Constante no mundo inteiro os acidentes de trânsito matam mais que conflitos armados e catástrofes

13 ambientais. Saiba como e porque estas tragédias evitáveis acontecem, publicada em maio de Desta vez, quatro pessoas assinam o trabalho que explica textual e imageticamente, em seis páginas e com muitos detalhes, o que provoca e como ocorrem os mais tradicionais acidentes de trânsito, desde engavetamentos e colisões frontais, até ultrapassagens perigosas e capotamento causado por excesso de velocidade. Aqui, explicações oriundas da Física orientam como calcular a distância segura entre dois carros. Antes de entrar no carro para ir ao trabalho ou viajar com a família, saiba que sua vida corre risco. Não se trata de exagero ou sensacionalismo, mas de uma constatação. O Brasil contabiliza todos os anos mais de 30 mil mortos em acidentes de trânsito. E a maior responsabilidade por esses cenário caótico é o próprio motorista. Segundo a Organização Mundial da Saúde, 90% dos acidentes acontecem por falha humana. (...) Um piscar de olhos ou uma distração de segundos põe em risco sua vida e a dos outros. E aí muita gente vira estatística. Exatamente como as que usamos aqui para mapear os tipos e causas mais freqüentes de acidentes nas estradas do país.

14 Detalhe 4. Conclusão Desde que começou a usar a infografia com mais freqüência em suas páginas, em 1994, a revista Superinteressante passou por uma série de transformações. Até meados de 2000, seu uso era quase que obrigatório nas matérias principais da publicação. Nos anos seguintes, ela nunca deixou de ser usada, ainda que ficasse bem distante das reportagens, mesmo a de capas, mas, ainda assim, ao longo desta trajetória, não foram poucas as vezes em que ganhou status de recurso inovador. Não por um acaso, a revista é uma das mais premiadas pelo Malofiej, prêmio internacional de infografia, concedido anualmente pela Society of News Design. Nosso estudo de caso apontou, até aqui, que há modos distintos de uso da infografia desde os mais tradicionais, como recurso complementar, até como elemento essencial ao que chamamos de reportagem infográfica, uma modalidade complexa, que envolve toda uma equipe em sua formulação e que apresenta desafios ao que tradicionalmente se compreende como linguagem e redação jornalísticas. Esta modalidade discursiva se se desenvolve com alguma freqüência na Superinteressante, ainda é rara em outras publicações da mesma editora - nosso projeto de pesquisa também engloba a análise do uso da infografia na Revista Saúde! e podemos garantir

15 que a reportagem infográfica, tal como a descrevemos aqui, não foi usada em nenhuma de suas edições entre março de 2005 e maio de 2006, embora este periódico direcionese a uma cobertura segmentada, vinculada especificamente a temas de saúde, nutrição e bem estar para o público-leigo. A principal característica deste tipo de reportagem é aliar de modo indissociável elementos verbais e não-verbais, construindo uma narrativa gráfico-textual condizente com o que se espera de uma narrativa jornalística capaz de fazer com que um público leigo seja capaz de compreender temas complexos como aqueles de algum modo ligados ao campo científico em suas mais variadas vertentes, desde as chamadas Ciências Exatas até as Sociais Aplicadas, por exemplo -, à tecnologia e à inovação. Ao contrário da história em quadrinhos que citamos no início deste trabalho, as reportagens infográficas podem supreender o leitor, mas jamais colocar em xeque a veracidade daquilo que se narra, ainda que use ilustrações e não apenas fotos e outros recursos diretamente ligados ao real. Em jornalismo científico, assim como no jornalismo em sentido amplo, esta condição é fundamental para a qualidade do material publicado e para o cumprimento do seu objetivo primordial: ser uma forma de conhecimento. 5. Referências Bibliográficas BURKETT, Warren. Jornalismo Científico. Rio de Janeiro: Forense, CARVALHO, Alessandra P. A ciência em revista: um estudo dos casos de Globo Ciência e Superinteressante. (dissertação de mestrado). São Bernardo do Campo, SP: IMS, CHAPPÉ, Jean-Marie. L infographie de presse. Paris:CFPJ, DE PABLOS, José Manuel de. Infoperiodismo el periodista como creador de la infografía. Madrid: Sínteses, GENRO FILHO, ADELMO. O segredo da pirâmide. Porto Alegre:Tchê!, 1987.

16 GOMIS, Lorenzo. Teoria del periodismo como se forma el presente. Barcelona: Paidós, 1991 HERNANDO, Manuel Calvo. Manual de Periodismo Científico. Barcelona: Bosch, HIDALGO, Antonio López. Géneros periodísticos complementários. Sevilha:Comunicación Social Ediciones y Publicaiones, LALLANA, Fernando. Diseño y color infográfico. In: Revista Latina de Comunicación Social (13), enero de 1999 LECTURIA, Elio. Qué es infografia?. In: Revista Latina de Comunicación Social (4), abril de MACHADO, Irene. Infojornalismo e a semiose da enunciação. Disponível em: hppt://www.bocc.ubi.pt. Acesso em: 27 de maio de MORAES, Ary. Infografia o design da notícia f. Dissertação (Mestrado em Design). Departamento de Artes. Pontifícia Universidade Católica. Rio de Janeiro NELKIN, Dorothy. Selling Science how the press covers science and technology. New York: W.H. Freeman and Company, OLIVEIRA, Fabíola. Jornalismo Científico. São Paulo: Contexto, 2003 PELTZER, Gonzalo. Jornalismo Iconográfico. Lisboa: Planeta, POINSSAC, Beatrice. L infographie. Paris:Press Universitaires de France, STOVALL, James Glen. Infographics: a journalist`s guide. Massachusetts: Allyn and Bacon, TEIXEIRA, Tattiana. Infografia e jornalismo científico: um estudo da Revista Superinteressante. In: Anais do III Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo, 2005, Florianópolis (SC) disponível em CD Rom TEIXEIRA, Tattiana. O uso do infográfico na Revista Superinteressante - um breve panorama. In: 8. Congresso Brasileiro de Jornalismo Científico, 2004, Salvador (BA) TEIXEIRA, Tattiana. The infographic science magazine for the general public. In: Anais da 23 Conference and General Assembly of Internacional Association for Media and Communication Research, 2004, Porto Alegre (RS) disponível em CD-Rom TEIXEIRA, Tattiana. As imagens do singular: o uso do infográfico no jornalismo científico brasileiro. In: Anais do VII Congresso Latino-americano de Investigadores de La Comunicación (ALAIC), 2004, La Plata (Argentina) disponível em CD Rom. VELHO, Ana Paula. A infografia no jornalismo científico: uma análise semiótica. (dissertação de mestrado). São Paulo:PUC, 2001.

17 YIN, Robert K. Estudo de caso planejamento e métodos. Porto Alegre: Bookman,2005.

18 ANEXO 1: Lê-se aqui: veja o infográfico abaixo Texto da matéria Nem todas são iguais. Uma pode estar em estágio inicial e outra, ao contrário, prestes a se romper, deflagrando a formação de coágulos que bloqueiam as artérias. Para indicar a intervenção terapêutica mais eficaz, cientistas americanos estão pesquisando a espectropia de fluorescência. O método consiste no uso de uma sonda de fibra óptica que libera um raio laser sobre as placas (veja o infográfico abaixo). Coletadas e analisadas, as emissões fornecem informações sobre a composição bioquímica e molecular delas, disse à Saúde! Laura Marcu, líder do estudo e professora da Universidade da Califórnia em Davis. A técnica foi testada em pacientes submetidos a uma cirurgia de remoção de placas em uma artéria carótida, localizada no pescoço. Os cientistas agora estão trabalhando num cateter intravascular para acomodar a fibra óptica. Isso permitirá uma avaliação minimamente invasiva dos vasos. In: Saúde!, ed.269, janeiro 2006, pp. 27

EMENTÁRIO DO CURO DE JORNALISMO

EMENTÁRIO DO CURO DE JORNALISMO EMENTÁRIO DO CURO DE JORNALISMO LET 02630 LÍNGUA PORTUGUESA Noções gerais da língua portuguesa. Leitura e produção de diferentes tipos de textos, em especial os relativos à comunicação de massa. Os tipos

Leia mais

O Jornalismo e a Infografia dos Veículos Impressos como Textos da Cultura *

O Jornalismo e a Infografia dos Veículos Impressos como Textos da Cultura * O Jornalismo e a Infografia dos Veículos Impressos como Textos da Cultura * Ana Paula Machado Velho Universidade Estadual de Maringá Centro Universitário de Maringá Índice 1. Introdução 1 2. História 2

Leia mais

A presença da infografia no jornalismo brasileiro proposta de tipologia e classificação como gênero jornalístico a partir de um estudo de caso

A presença da infografia no jornalismo brasileiro proposta de tipologia e classificação como gênero jornalístico a partir de um estudo de caso revista Fronteiras estudos midiáticos IX(2): 111-120, mai/ago 2007 2007 by Unisinos A presença da infografia no jornalismo brasileiro proposta de tipologia e classificação como gênero jornalístico a partir

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS DELIBERAÇÃO Nº 65, DE 11 DE MAIO DE 2012 O DA UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO, tendo em vista a decisão tomada em sua 257ª Reunião Extraordinária, realizada em 11 de maio de 2012, e considerando

Leia mais

São 30 as categorias do Prêmio Abril de Jornalismo 2015

São 30 as categorias do Prêmio Abril de Jornalismo 2015 REGULAMENTO I - AS CATEGORIAS São 30 as categorias do Prêmio Abril de Jornalismo 11 de Matéria Completa 3 de Texto 4 de Arte 4 de Fotografia 5 Digitais 2 Especiais Prêmio Roberto Civita Prêmio Matéria

Leia mais

JornaVista: entrevista em quadrinhos 1. Bruna de FARIA 2 Alessandra de FALCO 3 Universidade Federal de São João del Rei, São João del Rei, MG

JornaVista: entrevista em quadrinhos 1. Bruna de FARIA 2 Alessandra de FALCO 3 Universidade Federal de São João del Rei, São João del Rei, MG JornaVista: entrevista em quadrinhos 1 Bruna de FARIA 2 Alessandra de FALCO 3 Universidade Federal de São João del Rei, São João del Rei, MG RESUMO O presente trabalho pretende apresentar como se deu a

Leia mais

Resumo. GT Produção Laboratorial Impresso Jornal cultural 2ª Opinião Márcia Eliane Rosa Professora de Jornalismo, doutoranda na ECA/USP

Resumo. GT Produção Laboratorial Impresso Jornal cultural 2ª Opinião Márcia Eliane Rosa Professora de Jornalismo, doutoranda na ECA/USP GT Produção Laboratorial Impresso Jornal cultural 2ª Opinião Márcia Eliane Rosa Professora de Jornalismo, doutoranda na ECA/USP Resumo O 2ª Opinião - Espaço cultural é um jornal-laboratório que vem sendo

Leia mais

Análise sobre a circulação da história da ciência em revistas de divulgação científica

Análise sobre a circulação da história da ciência em revistas de divulgação científica Análise sobre a circulação da história da ciência em revistas de divulgação científica Tema: História da Eletricidade Episódio: Do primeiro motor elétrico à transmissão de eletricidade Fontes: revistas

Leia mais

Plano de Ensino. Identificação. Câmpus de Bauru. Curso 2202D - Comunicação Social: Jornalismo. Ênfase. Disciplina 0003015A - Jornalismo Impresso I

Plano de Ensino. Identificação. Câmpus de Bauru. Curso 2202D - Comunicação Social: Jornalismo. Ênfase. Disciplina 0003015A - Jornalismo Impresso I Curso 2202D - Comunicação Social: Jornalismo Ênfase Identificação Disciplina 0003015A - Jornalismo Impresso I Docente(s) Angelo Sottovia Aranha Unidade Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação Departamento

Leia mais

Pós Graduação em Jornalismo Investigativo

Pós Graduação em Jornalismo Investigativo Pós Graduação em Jornalismo Investigativo Público - alvo O curso foi desenvolvido para profissionais interessados em aprofundar seus conhecimentos em técnicas de reportagem e investigação jornalística,

Leia mais

Histórias em Quadrinhos

Histórias em Quadrinhos Histórias em Quadrinhos Apresentação baseada no texto Profa. Denise Castilhos Profa. Marilene Garcia Histórias em quadrinhos: imaginação traduzida visualmente para encantar e apaixonar gerações As HQ começaram

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: 4000 - JORNALISMO MISSÃO DO CURSO O curso de Jornalismo do Centro Universitário Estácio Radial de São Paulo tem como missão formar o profissional dentro

Leia mais

QUADRO CURSO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA QUADRO ANTERIOR A 2001 ATÉ O CURRICULO VIGENTE NO PRÓPRIO CURSO - 3 primeiros períodos

QUADRO CURSO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA QUADRO ANTERIOR A 2001 ATÉ O CURRICULO VIGENTE NO PRÓPRIO CURSO - 3 primeiros períodos QUADRO CURSO D PUBLICIDAD PROPAGANDA QUADRO ANTRIOR A 2001 ATÉ O CURRICULO VIGNT NO PRÓPRIO CURSO - 3 primeiros períodos DISCIPLINA A DISCIPLINA B CÓDIGO DISCIPLINA - 2008 C/H CUR -SO DISCIPLINA C/H CÓDIGO

Leia mais

EMENTÁRIO DO CURO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA

EMENTÁRIO DO CURO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA EMENTÁRIO DO CURO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA LET 02630 LÍNGUA PORTUGUESA Noções gerais da língua portuguesa. Leitura e produção de diferentes tipos de textos, em especial os relativos à comunicação de

Leia mais

PREFÁCIO. Vampiro violentou 45 moças manchete do jornal Notícias Populares, de São Paulo, em 05/04/1971.

PREFÁCIO. Vampiro violentou 45 moças manchete do jornal Notícias Populares, de São Paulo, em 05/04/1971. PREFÁCIO Vampiro violentou 45 moças manchete do jornal Notícias Populares, de São Paulo, em 05/04/1971. Queda do dólar afeta o bolso de catadores manchete do jornal Diário Gaúcho, de Porto Alegre, em 12/08/2005.

Leia mais

NOVO MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE JORNALISMO ADAPTADA À RESOLUÇÃO 001/2013 - CNE

NOVO MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE JORNALISMO ADAPTADA À RESOLUÇÃO 001/2013 - CNE NOVO MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE JORNALISMO ADAPTADA À RESOLUÇÃO 001/2013 - CNE 1º Período TEORIA DA COMUNICAÇÃO I Conceitos de comunicação e de comunicação social. Contexto histórico do surgimento da

Leia mais

Sistemas de Publicação em Ciberjornalismo Rotinas produtivas

Sistemas de Publicação em Ciberjornalismo Rotinas produtivas Sistemas de Publicação em Ciberjornalismo Rotinas produtivas Luciana Mielniczuk UFRGS UFSM luciana.mielniczuk@gmail.com redação jornalística em fins de 1980 X redação jornalística hoje Uma redação jornalística

Leia mais

COLEÇÃO IMAGÉTICA: FOTOGRAFIA, EXTENSÃO, ENSINO E PESQUISA NO PROJETO FOCA FOTO. PALAVRAS-CHAVE Fotografia. Coleção fotográfica. Lapa. Extensão.

COLEÇÃO IMAGÉTICA: FOTOGRAFIA, EXTENSÃO, ENSINO E PESQUISA NO PROJETO FOCA FOTO. PALAVRAS-CHAVE Fotografia. Coleção fotográfica. Lapa. Extensão. 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( X ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Resolução n 93/ 2011 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Jornalismo, Bacharelado,

Leia mais

TRABALHOS TÉCNICOS Serviço de Documentação e Informação EDIÇÃO E GESTÃO DE CONTEÚDO PARA WEB

TRABALHOS TÉCNICOS Serviço de Documentação e Informação EDIÇÃO E GESTÃO DE CONTEÚDO PARA WEB TRABALHOS TÉCNICOS Serviço de Documentação e Informação EDIÇÃO E GESTÃO DE CONTEÚDO PARA WEB Gestão do Conhecimento hoje tem se materializado muitas vezes na memória organizacional da empresa. O conteúdo

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL

ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL ORIENTAÇÕES PARA OS GRUPOS QUE ESTÃO PRODUZINDO UMA: REPORTAGEM Tipos de Textos Características

Leia mais

Jornal Marco Zero 1. Larissa GLASS 2 Hamilton Marcos dos SANTOS JUNIOR 3 Roberto NICOLATO 4 Tomás BARREIROS 5

Jornal Marco Zero 1. Larissa GLASS 2 Hamilton Marcos dos SANTOS JUNIOR 3 Roberto NICOLATO 4 Tomás BARREIROS 5 1 Jornal Marco Zero 1 Larissa GLASS 2 Hamilton Marcos dos SANTOS JUNIOR 3 Roberto NICOLATO 4 Tomás BARREIROS 5 Faculdade internacional de Curitiba (Facinter) RESUMO O jornal-laboratório Marco Zero 6 é

Leia mais

Apresentação da FAMA

Apresentação da FAMA Pós-Graduação Lato Sensu CURSO DE ESPECIIALIIZAÇÃO 444 horras/aulla 1 Apresentação da FAMA A FAMA nasceu como conseqüência do espírito inovador e criador que há mais de 5 anos aflorou numa família de empreendedores

Leia mais

Palavras-chave: gêneros textuais, resenha crítica, ensino, leitura e produção textual

Palavras-chave: gêneros textuais, resenha crítica, ensino, leitura e produção textual RESENHA CRÍTICA NO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: PRÁTICAS DE ANÁLISE E PRODUÇÃO DE TEXTOS Valdisnei Martins de CAMPOS Letras - CAC/UFG; valdis_martins@hotmail.com Erislane Rodrigues RIBEIRO Letras - CAC/UFG;

Leia mais

Arcoverde: Páginas que Ninguém Leu 1. Aline de Souza Silva SIQUEIRA 2 Adriana Xavier Dória MATOS 3 Universidade Católica de Pernambuco, Recife, PE

Arcoverde: Páginas que Ninguém Leu 1. Aline de Souza Silva SIQUEIRA 2 Adriana Xavier Dória MATOS 3 Universidade Católica de Pernambuco, Recife, PE Arcoverde: Páginas que Ninguém Leu 1 Aline de Souza Silva SIQUEIRA 2 Adriana avier Dória MATOS 3 Universidade Católica de Pernambuco, Recife, PE RESUMO Este trabalho se propõe uma jornada Arcoverde adentro

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE COMUNICAÇÃO, TURISMO E ARTES Coordenação de Jornalismo

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE COMUNICAÇÃO, TURISMO E ARTES Coordenação de Jornalismo UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE COMUNICAÇÃO, TURISMO E ARTES Coordenação de Jornalismo REGIMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM JORNALISMO Capítulo I Da concepção de estágio O Estágio visa oportunizar

Leia mais

Sistematização: como elaborar um Sumário Executivo? O público, os usos. A linguagem e a estética. Programa de Avaliação Econômica de Projetos Sociais

Sistematização: como elaborar um Sumário Executivo? O público, os usos. A linguagem e a estética. Programa de Avaliação Econômica de Projetos Sociais Sistematização: como elaborar um Sumário Executivo? Programa de Avaliação Econômica de Projetos Sociais Este texto visa a registrar as principais diretrizes dos Sumários Executivos do Programa de Avaliação

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS Cultura Brasileira 1º PERÍODO O fenômeno cultural. Cultura(s) no Brasil. Cultura regional e

Leia mais

SAÚDE, CIÊNCIA E TECNOLOGIA NO JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO

SAÚDE, CIÊNCIA E TECNOLOGIA NO JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO SAÚDE, CIÊNCIA E TECNOLOGIA NO JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO Lana Cristina Nascimento Santos Babette de Almeida Prado Mendoza 1 Resumo Análise qualitativa e quantitativa sobre a produção do jornal Folha de

Leia mais

Dossiê Sobre o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa 1

Dossiê Sobre o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa 1 Dossiê Sobre o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa 1 Allysson Viana MARTINS 2 Thiago SOARES 3 Universidade Federal da Paraíba (UFPB), João Pessoa, PB. RESUMO O relatório trata das atividades desenvolvidas

Leia mais

Anexo I Ementário das Modalidades conforme Categorias DA EXPOCOM

Anexo I Ementário das Modalidades conforme Categorias DA EXPOCOM Anexo I Ementário das Modalidades conforme Categorias DA EXPOCOM JORNALISMO JO 01 Agência Jr. de Jornalismo (conjunto/ série) Modalidade voltada a agências de jornalismo experimentais, criadas, desenvolvidas

Leia mais

4 Metodologia. 4.1. Primeira parte

4 Metodologia. 4.1. Primeira parte 4 Metodologia [...] a metodologia inclui as concepções teóricas de abordagem, o conjunto de técnicas que possibilitam a apreensão da realidade e também o potencial criativo do pesquisador. (Minayo, 1993,

Leia mais

Jornalismo cultural na internet e a proposta do site Movamente 1

Jornalismo cultural na internet e a proposta do site Movamente 1 Jornalismo cultural na internet e a proposta do site Movamente 1 Letícia BARROSO 2 Thaís PEIXOTO 3 Centro Universitário Fluminense Campus II- Campos/RJ RESUMO: A falta de espaço nos veículos convencionais

Leia mais

I Jornada de Pesquisa e Extensão Trabalhos Científicos

I Jornada de Pesquisa e Extensão Trabalhos Científicos I Jornada de Pesquisa e Extensão Trabalhos Científicos LABORATÓRIO DE CONVERGÊNCIA DE MÍDIAS PROJETO DE CRIAÇÃO DE UM NOVO AMBIENTE DE APRENDIZADO COM BASE EM REDES DIGITAIS. 1 Palavras-chave: Convergência,

Leia mais

Disciplinas Optativas Jornalismo

Disciplinas Optativas Jornalismo Universidade Federal Fluminense IACS - Instituto de Arte e Comunicação Social Departamento de Comunicação Social Curso de Jornalismo Disciplinas Optativas Jornalismo Carga horária total de optativas: 930

Leia mais

CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA

CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA 1 CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INTRODUÇÃO A PUBLICIDADE E PROPAGANDA... 4 02 HISTÓRIA DA ARTE... 4 03 COMUNICAÇÃO

Leia mais

Diretrizes Curriculares ENADE 2012. Curso de: Publicidade e Propaganda

Diretrizes Curriculares ENADE 2012. Curso de: Publicidade e Propaganda Diretrizes Curriculares ENADE 2012 Curso de: Publicidade e Propaganda MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA PORTARIA MEC Nº207 DE 22 DE JUNHO DE

Leia mais

MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE MONOGRAFIAS E PROJETOS EXPERIMENTAIS

MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE MONOGRAFIAS E PROJETOS EXPERIMENTAIS CURSO DE JORNALISMO MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE MONOGRAFIAS E PROJETOS EXPERIMENTAIS 1 1 ÁREAS TEMÁTICAS Respeitada a disponibilidade de carga horária dos professores orientadores e a escolha dos alunos,

Leia mais

Fotografia e Escola. Marcelo Valle 1

Fotografia e Escola. Marcelo Valle 1 Fotografia e Escola Marcelo Valle 1 Desde 1839, ano do registro da invenção da fotografia na França, quase tudo vem sendo fotografado, não há atualmente quase nenhuma atividade humana que não passe, direta

Leia mais

Estação Centro: planejamento gráfico e diagramação do jornal-laboratório da FAPSP 1

Estação Centro: planejamento gráfico e diagramação do jornal-laboratório da FAPSP 1 Estação Centro: planejamento gráfico e diagramação do jornal-laboratório da FAPSP 1 Washington Anibal CORREA 2 Egberto Gomes FRANCO 3 Daniel Ladeira de ARAÚJO 4 Miguel VALIONE JUNIOR 5 Faculdade do Povo,

Leia mais

Ementa das disciplinas optativas 2011.1 (em ordem alfabética independente do curso e do turno)

Ementa das disciplinas optativas 2011.1 (em ordem alfabética independente do curso e do turno) Ementa das disciplinas optativas 2011.1 (em ordem alfabética independente do curso e do turno) Disciplina Ementa Pré- requisito C.H. Curso Assessoria de Comunicação Conhecimento geral, reflexão e prática

Leia mais

PRODUÇÃO ORAL E ESCRITA NO EXAME CELPE-BRAS

PRODUÇÃO ORAL E ESCRITA NO EXAME CELPE-BRAS PRODUÇÃO ORAL E ESCRITA NO EXAME CELPE-BRAS Professoras: Luiza Castro Solange López Indagações: Como preparar um aluno para o exame CELPE-Bras? É importante conhecer a cultura do Brasil? Que habilidades

Leia mais

LENDO, ESCREVENDO E PRODUZINDO JORNAL: A APROPRIAÇÃO DA ESCRITA POR ALUNOS DE EJA

LENDO, ESCREVENDO E PRODUZINDO JORNAL: A APROPRIAÇÃO DA ESCRITA POR ALUNOS DE EJA LENDO, ESCREVENDO E PRODUZINDO JORNAL: A APROPRIAÇÃO DA ESCRITA POR ALUNOS DE EJA CENTRO MUNICIPAL DE REFERÊNCIA DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS PROFESSORA FABÍOLA DANIELE DA SILVA A lingüística moderna

Leia mais

TELEJORNALISMO E ESTUDOS CULTURAIS

TELEJORNALISMO E ESTUDOS CULTURAIS Sétimo Fórum Nacional de Professores de Jornalismo Praia dos Ingleses, SC, abril de 2004 GT: Laboratório de Jornalismo Eletrônico Trabalho: TELEJORNALISMO E ESTUDOS CULTURAIS Autora: Célia Maria Ladeira

Leia mais

V Prêmio AMRIGS de Jornalismo

V Prêmio AMRIGS de Jornalismo 1. CONSIDERAÇÕES GERAIS 1.1 Conceitos V Prêmio AMRIGS de Jornalismo REGULAMENTO O Prêmio AMRIGS de Jornalismo, quinta edição, é uma iniciativa da Associação Médica do Rio Grande do Sul, com o apoio do

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO PLANO DE ENSINO. Modalidade de Ensino: Componente Curricular: Comunicação e Linguagem

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO PLANO DE ENSINO. Modalidade de Ensino: Componente Curricular: Comunicação e Linguagem 1 IDENTIFICAÇÃO Curso: INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO Licenciatura em Química Componente Curricular: Comunicação e Linguagem PLANO DE ENSINO Modalidade de Ensino: Superior

Leia mais

Revista Amarelinha: Jornalismo segmentado para crianças de 9 a 12 anos¹. Marcela Lorenzoni². Camila Costa Toppel³. Camila Petry Feiler 4

Revista Amarelinha: Jornalismo segmentado para crianças de 9 a 12 anos¹. Marcela Lorenzoni². Camila Costa Toppel³. Camila Petry Feiler 4 Revista Amarelinha: Jornalismo segmentado para crianças de 9 a 12 anos¹ Marcela Lorenzoni² Camila Costa Toppel³ Camila Petry Feiler 4 Francielle Ferrari 5 Cícero Lira 6 Pontifícia Universidade Católica

Leia mais

Uma ferramenta de comunicação é um meio, uma forma de transmitir uma informação, pensamento, ideia, opinião.

Uma ferramenta de comunicação é um meio, uma forma de transmitir uma informação, pensamento, ideia, opinião. Uma ferramenta de comunicação é um meio, uma forma de transmitir uma informação, pensamento, ideia, opinião. Uma forma oral? Uma forma sonora? ou Uma forma visual/escrita?? Off-line: Revistas; Panfletos;

Leia mais

Prêmio Gabriel García Márquez de Jornalismo Medellín comemora as melhores histórias da Ibero- América

Prêmio Gabriel García Márquez de Jornalismo Medellín comemora as melhores histórias da Ibero- América Prêmio Gabriel García Márquez de Jornalismo Medellín comemora as melhores histórias da Ibero- América Regras da terça edição de 2015 Por favor, leia com atenção as regras antes de iniciar o processo de

Leia mais

REDAÇÃO DISSERTAÇÃO AULA 5. Professora Sandra Franco

REDAÇÃO DISSERTAÇÃO AULA 5. Professora Sandra Franco REDAÇÃO AULA 5 Professora Sandra Franco DISSERTAÇÃO 1. Definição de Dissertação. 2. Roteiro para dissertação. 3. Partes da dissertação. 4. Prática. 5. Recomendações Gerais. 6. Leitura Complementar. 1.

Leia mais

Parceria faculdade-empresa na área de jornalismo

Parceria faculdade-empresa na área de jornalismo Parceria faculdade-empresa na área de jornalismo ANA EUGÊNIA NUNES DE ANDRADE Jornalista, professora do Curso de Comunicação Social habilitação em Jornalismo, da Universidade do Vale do Sapucaí (Univás)

Leia mais

SENADO FEDERAL SECRETARIA DE PESQUISA E OPINIÃO PÚBLICA. As ONGs na Mídia. O perfil do Terceiro Setor na Imprensa. Estudo elaborado pela SEPOP/SECS

SENADO FEDERAL SECRETARIA DE PESQUISA E OPINIÃO PÚBLICA. As ONGs na Mídia. O perfil do Terceiro Setor na Imprensa. Estudo elaborado pela SEPOP/SECS As ONGs na Mídia O perfil do Terceiro Setor na Imprensa Estudo elaborado pela SEPOP/SECS Brasília, novembro de 2006 1 Apresentação Uma marca forte, com alta credibilidade, boa visibilidade, nítido perfil

Leia mais

b) vantagens e desvantagens para o usuário que acessa Internet grátis comparadas aos serviços oferecidos pelos provedores pagos.

b) vantagens e desvantagens para o usuário que acessa Internet grátis comparadas aos serviços oferecidos pelos provedores pagos. Questão nº 1 I. Seleção de dados relevantes para o assunto em pauta, comparação, hierarquização. Devem aparecer nos textos: a) a Internet grátis desafia os provedores estabelecidos. Ressaltar as posições

Leia mais

Quem fala quando o assunto é criança e adolescente: uma análise do uso das fontes de informação pelos jornalistas 1

Quem fala quando o assunto é criança e adolescente: uma análise do uso das fontes de informação pelos jornalistas 1 Quem fala quando o assunto é criança e adolescente: uma análise do uso das fontes de informação pelos jornalistas 1 Vinicius Andrade de Carvalho Rocha 2 Wellington Nogueira Amarante 3 Universidade Federal

Leia mais

CANAL SAÚDE REDE DE PARCEIROS OFICINAS DE MULTIPLICAÇÃO

CANAL SAÚDE REDE DE PARCEIROS OFICINAS DE MULTIPLICAÇÃO 1. Oficina de Produção CANAL SAÚDE REDE DE PARCEIROS OFICINAS DE MULTIPLICAÇÃO Duração: 03 dias Público ideal: grupos de até 15 pessoas Objetivo: Capacitar indivíduos ou grupos a produzirem pequenas peças

Leia mais

ARTEBR LIVRO SABORES DO BRASIL

ARTEBR LIVRO SABORES DO BRASIL ARTEBR LIVRO SABORES DO BRASIL A empresa ARTEBR desenvolve projetos em arte, educação e literatura para diversas instituições culturais brasileiras. Atua nas áreas de consultoria e assessoria em arte e

Leia mais

JORNALISMO NA INTERNET

JORNALISMO NA INTERNET UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA FACULDADE DE COMUNICAÇÃO DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO JORNALISMO NA INTERNET Coord. Prof. Dr. Marcos Palacios Equipe: Susana Barbosa Carla Schwingel Salvador, 2002 1. Definição

Leia mais

Universidade Federal Fluminense IACS - Instituto de Arte e Comunicação Social Departamento de Comunicação Social Curso de Publicidade e Propaganda

Universidade Federal Fluminense IACS - Instituto de Arte e Comunicação Social Departamento de Comunicação Social Curso de Publicidade e Propaganda Universidade Federal Fluminense IACS - Instituto de Arte e Comunicação Social Departamento de Comunicação Social Curso de Publicidade e Propaganda Disciplinas Optativas Publicidade Carga horária total

Leia mais

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Pensar na realidade é pensar em transformações sociais. Atualmente, temos observado os avanços com relação à

Leia mais

Características do jornalismo on-line

Características do jornalismo on-line Fragmentos do artigo de José Antonio Meira da Rocha professor de Jornalismo Gráfico no CESNORS/Universidade Federal de Santa Maria. Instantaneidade O grau de instantaneidade a capacidade de transmitir

Leia mais

JORNALISMO CULTURAL ONLINE: EXPERIÊNCIAS DE COBERTURA JORNALÍSTICA DO SITE CULTURA PLURAL

JORNALISMO CULTURAL ONLINE: EXPERIÊNCIAS DE COBERTURA JORNALÍSTICA DO SITE CULTURA PLURAL 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( x ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA JORNALISMO

Leia mais

Jornal on-line: uma nova perspectiva de leitor co-enunciador

Jornal on-line: uma nova perspectiva de leitor co-enunciador Jornal on-line: uma nova perspectiva de leitor co-enunciador Luciana Maria Crestani (UPM-SP) RESUMO: Este artigo faz uma reflexão sobre perspectivas enunciativas que se abrem a partir dos recursos da internet

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU Seção Judiciária do Rio Grande do Norte Rua Dr. Lauro Pinto, nº 245, Lagoa Nova, Natal/RN

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU Seção Judiciária do Rio Grande do Norte Rua Dr. Lauro Pinto, nº 245, Lagoa Nova, Natal/RN PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU Seção Judiciária do Rio Grande do Norte Rua Dr. Lauro Pinto, nº 245, Lagoa Nova, Natal/RN PROCESSO SELETIVO PARA ESTÁGIO REMUNERADO EM COMUNICAÇÃO

Leia mais

Criança e Comunicação: Nosso Bairro em Pauta 10 Anos 1. Michael da SILVA 2 Tiago FIORAVANTE 3 Saraí SCHMIDT 4 Universidade Feevale, Novo Hamburgo, RS

Criança e Comunicação: Nosso Bairro em Pauta 10 Anos 1. Michael da SILVA 2 Tiago FIORAVANTE 3 Saraí SCHMIDT 4 Universidade Feevale, Novo Hamburgo, RS Criança e Comunicação: Nosso Bairro em Pauta 10 Anos 1 Michael da SILVA 2 Tiago FIORAVANTE 3 Saraí SCHMIDT 4 Universidade Feevale, Novo Hamburgo, RS RESUMO O Livro Criança Comunicação é uma publicação

Leia mais

Papiro: jornal-laboratório da Faculdade 7 de Setembro 1. Sammia SANTOS 2 Alessandra MARQUES 3 Faculdade 7 de Setembro, Fortaleza, CE

Papiro: jornal-laboratório da Faculdade 7 de Setembro 1. Sammia SANTOS 2 Alessandra MARQUES 3 Faculdade 7 de Setembro, Fortaleza, CE Papiro: jornal-laboratório da Faculdade 7 de Setembro 1 Sammia SANTOS 2 Alessandra MARQUES 3 Faculdade 7 de Setembro, Fortaleza, CE RESUMO O presente trabalho apresenta a experiência de produção laboratorial

Leia mais

GUARDANAPO: UMA PROPOSTA DE SUPORTE PUBLICITÁRIO (Área temática: L4 Teoria e Análise Linguística)

GUARDANAPO: UMA PROPOSTA DE SUPORTE PUBLICITÁRIO (Área temática: L4 Teoria e Análise Linguística) GUARDANAPO: UMA PROPOSTA DE SUPORTE PUBLICITÁRIO (Área temática: L4 Teoria e Análise Linguística) Luana Gerçossimo Oliveira 1 Universidade Federal de Viçosa (UFV) Este artigo traz uma breve discussão teórica

Leia mais

CURSO de COMUNICAÇÃO SOCIAL JORNALISMO - Gabarito

CURSO de COMUNICAÇÃO SOCIAL JORNALISMO - Gabarito UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE TRANSFERÊNCIA 2 o semestre letivo de 2010 e 1 o semestre letivo de 2011 CURSO de COMUNICAÇÃO SOCIAL JORNALISMO - Gabarito? Verifique se este caderno contém: INSTRUÇÕES AO

Leia mais

A ESCRITA CRIATIVA: ESCREVENDO EM SALA DE AULA E PUBLICANDO NA WEB Solimar Patriota Silva (UNIGRANRIO) solimar.silva@unigranrio.edu.

A ESCRITA CRIATIVA: ESCREVENDO EM SALA DE AULA E PUBLICANDO NA WEB Solimar Patriota Silva (UNIGRANRIO) solimar.silva@unigranrio.edu. A ESCRITA CRIATIVA: ESCREVENDO EM SALA DE AULA E PUBLICANDO NA WEB Solimar Patriota Silva (UNIGRANRIO) solimar.silva@unigranrio.edu.br RESUMO O objetivo deste trabalho é apresentar algumas sugestões de

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO - UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 60/00-CEPE RESOLVE:

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO - UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 60/00-CEPE RESOLVE: RESOLUÇÃO Nº /00-CEPE 1 Fixa o Currículo Pleno do Curso de Comunicação Social, Habilitações em Jornalismo, Relações Públicas e Publicidade e Propaganda, do Setor de Ciências Humanas, Letras e Artes. O,

Leia mais

ANÁLISE DOCUMENTÁRIA DE IMAGENS THE DOCUMENTARY ANALYSIS OF IMAGES

ANÁLISE DOCUMENTÁRIA DE IMAGENS THE DOCUMENTARY ANALYSIS OF IMAGES 1 ANÁLISE DOCUMENTÁRIA DE IMAGENS THE DOCUMENTARY ANALYSIS OF IMAGES Miriam Paula Manini 1 Introdução Pretendemos desenvolver, nesta comunicação, questões atinentes à transposição de métodos e técnicas

Leia mais

PRESERVANDO A MEMÓRIA E CONSTRUINDO A HISTÓRIA DA IMPRENSA ESPORTIVA NO BRASIL

PRESERVANDO A MEMÓRIA E CONSTRUINDO A HISTÓRIA DA IMPRENSA ESPORTIVA NO BRASIL PRESERVANDO A MEMÓRIA E CONSTRUINDO A HISTÓRIA DA IMPRENSA ESPORTIVA NO BRASIL Resumo: A proposta dessa pesquisa é interpretar as diferentes estratégias utilizadas pelos meios de comunicação na construção

Leia mais

DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA E TCC:

DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA E TCC: FACULDADE 7 DE SETEMBRO - FA7 GRADUAÇÃO EM JORNALISMO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA E TCC: Comissão Organizadora Ana Paula Rabelo e Silva, Ms. Dilson

Leia mais

COMISSÃO DIRETORA PARECER Nº, DE 2006

COMISSÃO DIRETORA PARECER Nº, DE 2006 COMISSÃO DIRETORA PARECER Nº, DE 2006 Redação final do Projeto de Lei da Câmara nº 79, de 2004 (nº 708, de 2003, na Casa de origem). A Comissão Diretora apresenta a redação final do Projeto de Lei da Câmara

Leia mais

Tecnologia em. Design Gráfico

Tecnologia em. Design Gráfico Tecnologia em Design Gráfico Tecnologia em Design Gráfico CARREIRA O Curso Superior de Tecnologia em Design Gráfico oferece oportunidade para o trabalho profissional em diversas profissões relacionadas

Leia mais

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO 1. AUDIOVISUAL NO ENSINO MÉDIO O audiovisual tem como finalidade realizar-se como crítica da cultura,

Leia mais

Idade 28 anos Portfólio www.andersonmoco.com.br E-mail andersonmoco2@gmail.com. Celular + 55 11 99339-5893 Fixo + 55 11 3624-1917

Idade 28 anos Portfólio www.andersonmoco.com.br E-mail andersonmoco2@gmail.com. Celular + 55 11 99339-5893 Fixo + 55 11 3624-1917 Anderson Moço www.andersonmoco.com.br Jornalista com experiência em criação e desenvolvimento de sites, edição de textos, produção de reportagens e vídeos, planejamento e estratégias de ação em mídias

Leia mais

M I N I S T É RI O D OS D ES B RA V A DO R ES JORNALISMO

M I N I S T É RI O D OS D ES B RA V A DO R ES JORNALISMO M I N I S T É RIO DOS D E S B RA V A DO R E S Esta é mais uma publicação do site, Guias de estudo para as especialidade do Clube de Desbravadores Volume 28 1ª Edição: Disponível em www.mundodasespecialidades.com.br

Leia mais

Em um jornal, convivem vários gêneros textuais. Neste capítulo, vamos ler uma notícia e procurar entender os

Em um jornal, convivem vários gêneros textuais. Neste capítulo, vamos ler uma notícia e procurar entender os Atividade extra Fascículo 4 Linguagens Unidade 11 Vamos ler o mundo? Em um jornal, convivem vários gêneros textuais. Neste capítulo, vamos ler uma notícia e procurar entender os elementos que a compõem.

Leia mais

PROVA ESPECÍFICA Cargo 27

PROVA ESPECÍFICA Cargo 27 29 PROVA ESPECÍFICA Cargo 27 QUESTÃO 41 A importância e o interesse de uma notícia são avaliados pelos órgãos informativos de acordo com os seguintes critérios, EXCETO: a) Capacidade de despertar o interesse

Leia mais

REVEL NA ESCOLA: LINGUÍSTICA APLICADA A CONTEXTOS EMPRESARIAIS

REVEL NA ESCOLA: LINGUÍSTICA APLICADA A CONTEXTOS EMPRESARIAIS MÜLLER, Alexandra Feldekircher. ReVEL na Escola: Linguística Aplicada a Contextos Empresariais. ReVEL. v. 11, n. 21, 2013. [www.revel.inf.br]. REVEL NA ESCOLA: LINGUÍSTICA APLICADA A CONTEXTOS EMPRESARIAIS

Leia mais

COMUNICAUFMA Um experimento em jornalismo digital baseado em sistemas de gerenciamento de conteúdo e cloud computing. 1

COMUNICAUFMA Um experimento em jornalismo digital baseado em sistemas de gerenciamento de conteúdo e cloud computing. 1 I Jornada de Pesquisa e Extensão Projeto Experimental COMUNICAUFMA Um experimento em jornalismo digital baseado em sistemas de gerenciamento de conteúdo e cloud computing. 1 Leonardo Ferreira COSTA 2 Pablo

Leia mais

O Jornalista como divulgador das informações científicas: o caso do Programa Vida & Saúde

O Jornalista como divulgador das informações científicas: o caso do Programa Vida & Saúde O Jornalista como divulgador das informações científicas: o caso do Programa Vida & Saúde Resumo Priscila Mathias Rosa ¹ Paula Regina Puhl² Universidade Feevale, Novo Hamburgo, RS O artigo trata de que

Leia mais

Cadernos de Reportagem: Incentivo ao Senso Crítico no Jornalismo 1

Cadernos de Reportagem: Incentivo ao Senso Crítico no Jornalismo 1 Cadernos de Reportagem: Incentivo ao Senso Crítico no Jornalismo 1 Vinícius DAMAZIO 2 Luciana PACHECO 3 Gabriel SAMPAIO 4 Sylvia MORETZSOHN 5 Ildo NASCIMENTO 6 Universidade Federal Fluminense, Niterói,

Leia mais

Jornal-mural Menu de Notícias 1. Patrícia Rodrigues SIFUENTES 2 Melissa Gomes SOUZA 3 Timóteo CAMARGO 4 Universidade Federal de Roraima, Roraima, RR

Jornal-mural Menu de Notícias 1. Patrícia Rodrigues SIFUENTES 2 Melissa Gomes SOUZA 3 Timóteo CAMARGO 4 Universidade Federal de Roraima, Roraima, RR Jornal-mural Menu de Notícias 1 Patrícia Rodrigues SIFUENTES 2 Melissa Gomes SOUZA 3 Timóteo CAMARGO 4 Universidade Federal de Roraima, Roraima, RR RESUMO: O presente artigo destina-se à produção do Jornal-mural

Leia mais

Tema Geral: Liberdade de Imprensa Público Alvo: 3 ao 5 ano do ensino fundamental Componentes: 01 professor orientador + 01 estudante

Tema Geral: Liberdade de Imprensa Público Alvo: 3 ao 5 ano do ensino fundamental Componentes: 01 professor orientador + 01 estudante Maratona do Conhecimento 2015 Estudante Repórter O Programa Lendo e Relendo com o Correio Lageano realiza a 9ª edição do concurso Maratona do Conhecimento Estudante Repórter. O objetivo é incentivar a

Leia mais

EDITAL n.º 191/2013, de 18 de setembro de 2013

EDITAL n.º 191/2013, de 18 de setembro de 2013 EDITAL n.º 191/3, de 1 de setembro de 3 Divulga a homologação das inscrições, do Processo Seletivo para preenchimento de vagas de professor responsável em disciplinas disponíveis nos Cursos de Engenharia

Leia mais

2. CAIXA DE FERRAMENTAS - CHEGANDO A REDAÇÃO

2. CAIXA DE FERRAMENTAS - CHEGANDO A REDAÇÃO SUMÁRIO INTRODUÇÃO 15 Para que serve este Livro 17 Como usar este livro 1. PARA ENTENDER A PROFISSÃO 23 O que é preciso para ter sucesso na profissão 23 TALENTO - Como saber se você tem 24 CONHECIMENTO-Como

Leia mais

COMUNICAÇÃO COORDENADA UM OLHAR SOBRE O CONHECIMENTO E A DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA NO EIXO RIO/SÃO PAULO: O CASO CÂNCER

COMUNICAÇÃO COORDENADA UM OLHAR SOBRE O CONHECIMENTO E A DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA NO EIXO RIO/SÃO PAULO: O CASO CÂNCER II ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISADORES EM JORNALISMO SOCIEDADE BRASILEIRA DE PESQUISADORES EM JORNALISMO SBPJor FACULDADE DE COMUNICAÇÃO - UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA 26 E 27 DE NOVEMBRO DE 2004 SALVADOR

Leia mais

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Internationali Negotia Felipe Caian AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO MODELO INTERNACIONAL DO BRASIL Brasília - DF 2015 1 Conhecendo a Agência de Comunicação 1.1 Apresentação A Agência de Comunicação (AC) é a ponte

Leia mais

DOSSIER DE IMPRENSA. ICAL, 25 anos em imagens. Museu dos Transportes e Comunicações do Porto

DOSSIER DE IMPRENSA. ICAL, 25 anos em imagens. Museu dos Transportes e Comunicações do Porto DOSSIER DE IMPRENSA ICAL, 25 anos em imagens Museu dos Transportes e Comunicações do Porto De 1 ao 22 de Dezembro de 2014 DOSSIER DE IMPRENSA Índice 1. Apresentação da exposição 2. Ical, 25 anos contando

Leia mais

Discursivas do Cespe Tema específico: resposta fácil, organização complicada.

Discursivas do Cespe Tema específico: resposta fácil, organização complicada. Toque de Mestre 16 Discursivas do Cespe Tema específico: resposta fácil, organização complicada. Profa. Júnia Andrade Viana profajunia@gmail.com face: profajunia Autora do livro Redação para Concursos

Leia mais

Edital 001/2015 CHAMADA DE TRABALHOS PARA PUBLICAÇÃO/EDIÇÃO Nº 001/2015

Edital 001/2015 CHAMADA DE TRABALHOS PARA PUBLICAÇÃO/EDIÇÃO Nº 001/2015 Edital 001/2015 CHAMADA DE TRABALHOS PARA PUBLICAÇÃO/EDIÇÃO Nº 001/2015 A Direção da revista PERSPECTIVAS SOCIAIS, do PPGS/UFPEL, torna público a CHAMADA DE TRABALHOS ACADÊMICOS, para a edição 1/2015,

Leia mais

6º SIMPÓSIO IBERO-AMERICANO DE HISTÓRIA DA CARTOGRAFIA

6º SIMPÓSIO IBERO-AMERICANO DE HISTÓRIA DA CARTOGRAFIA www.6siahc.cl 6º SIMPÓSIO IBERO-AMERICANO DE HISTÓRIA DA CARTOGRAFIA DO MUNDO AO MAPA E DO MAPA AO MUNDO: OBJETOS, ESCALAS E IMAGINÁRIOS DO TERRITÓRIO 19, 2O e 21 DE ABRIL DE 2O16 SANTIAGO, CHILE Imagem:

Leia mais

Inovação e o Telejornalismo Digital

Inovação e o Telejornalismo Digital Inovação e o Telejornalismo Digital Prof. Antonio Brasil Cátedra UFSC - RBS 2011 Telejornalismo Digital Novas práticas, desafios e oportunidades O que é Telejornalismo Digital Inovação tecnológica Interatividade

Leia mais

Segredos da Redação Nota Mil

Segredos da Redação Nota Mil Lucas Martins Segredos da Redação Nota Mil Aprenda Como Utilizar Meu Método Testado e Aprovado e Aumente Suas Chances de Uma Boa Nota Índice Introdução... 5 Bem-vindo!... 5 Quem sou eu... 6 Por que você

Leia mais

Manual de Mídia. Escrevendo notícias. Volume 1. Equipe Regional de Imagem e Comunicação - RS. www.escoteirosrs.org.br

Manual de Mídia. Escrevendo notícias. Volume 1. Equipe Regional de Imagem e Comunicação - RS. www.escoteirosrs.org.br Manual de Mídia Volume 1 Escrevendo notícias Equipe Regional de Imagem e Comunicação - RS www.escoteirosrs.org.br MANUAL DE MÍDIA Volume 1 ESCREVENDO NOTÍCIAS 1ª Edição 2013 ELABORAÇÃO DE TEXTOS Rodrigo

Leia mais

POSSÍVEIS RELAÇÕES ENTRE TEMPO, ESPAÇO E PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM NA ESCOLA DE JORNADA AMPLIADA

POSSÍVEIS RELAÇÕES ENTRE TEMPO, ESPAÇO E PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM NA ESCOLA DE JORNADA AMPLIADA POSSÍVEIS RELAÇÕES ENTRE TEMPO, ESPAÇO E PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM NA ESCOLA DE JORNADA AMPLIADA Thais Tolentino Santos SOUZA Valdeniza Maria Lopes da BARRA Palavras chave: tempo, espaço, ensino.

Leia mais

Plano Editorial Julho 2006

Plano Editorial Julho 2006 Plano Editorial Julho 2006 Missão Uma agência que noticia processos ocorridos no espaço público político (governo, Estado e cidadania), com foco nos interesses do cidadão brasileiro. Público-Alvo Cidadãos

Leia mais