SISTEMA PENITENCIÁRIO E O RDD

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SISTEMA PENITENCIÁRIO E O RDD"

Transcrição

1 SISTEMA PENITENCIÁRIO E O RDD Não é na muralha do presídio que acaba o sistema penitenciário, a fronteira visível e palpável símbolo da repressão e da autoridade do Estado perdeu a condição de limite dos indivíduos os quais ali estão confinados. Durante muito tempo isto ocorreu de fato, certo desleixo caracterizou um passado recente e foi fruto justamente desta concepção errônea, qual seja a de que uma vez contido no sistema penitenciário o problema estaria resolvido, por tal razão se deixou de investir na renovação e na evolução do sistema prisional. A crença segundo a qual tudo estava bem do modo que estava e pouca ou nenhuma alteração seriam necessárias foi brutalmente quebrada tempos depois, o Regime Disciplinar Diferenciado não deixa de ser uma contra-reação aos novos desafios lançados contra a sociedade. No momento histórico precedente, o encerramento do indivíduo no sistema prisional era a solução simples, eliminava um problema e poucos ousavam dizer que havia necessidade de investir justamente para aperfeiçoar um sistema o qual por si já bastava, o criminoso estava preso, ponto final, o que acontecia depois não era digno de despertar a atenção social. Os presídios então eram um retrato da sociedade, imóvel, estagnado, sua dinâmica era lenta, retratos não se movem, não influenciam, não agem e poucos motivos de preocupação geram para os gerentes a para a política administrativa. Ninguém nega que dentro deste corpo já existiam grupos organizados, na maior parte das vezes meras repetições de quadrilhas que exerciam seu mister criminoso na rua e que uma vez presos tendiam a reunir-se da mesma maneira. Também ninguém pode negar que informações e comandos fluíam de dentro do sistema para fora, isto porém era feito lentamente, uma palavra poderia sair de uma visita em uma semana e a resposta viria talvez na semana seguinte ou na precedente. Governar atividades criminosas com esta restrição é

2 extremamente difícil, a independência de quem está fora do sistema é grande e a preponderância de quem está inserido menor, poderia, sim, uma liderança emitir um comando determinado, porém a evolução da situação jamais poderia ser acompanhada e a dinâmica da repressão policial transformava esta situação em uma desvantagem visível ou, quando não menos das vezes, fatal. O rompimento do status quo viria mais tarde e seria violento, cruel e mortal. Essencialmente foi o próprio Estado que ao longo de muitos anos e por omissão criou as condições que mudaram o comportamento e organização daquela amálgama de pessoas inseridas no Sistema Prisional, a percepção do Estado ausente cristalizou-se e foi captado por um grupo que conseguiu se sobrepor aos demais e apropriou-se de um discurso de cunho nitidamente político. As razões pelas quais e os meios com os quais este grupo logrou sua hegemonia dentro do sistema são questões de abrangência mito maior e cujo deslinde neste momento refoge ao âmbito do presente trabalho. Cumpre transcrever, todavia, trecho do informe de acompanhamento elaborado pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado GAECO, enviado então ao Excelentíssimo Procurador-Geral da Justiça:...Muito embora em um primeiro momento descartássemos as condições prisionais como geradoras de tal organismo, somos forçados a reconhecer que efetivamente tal circunstância milita como elemento dos mais decisivos para que o fenômeno se espalhe com rapidez e ganhe adeptos facilmente.todos os líderes confirmaram terem sofridos sevícias e maustratos diversos, note-se que foram ouvidos ( neste aspecto em especial ) separadamente e confirmaram: espancamentos, redução de gêneros de limpeza ao mínimo, humilhações as mais diversas, exageros em punições, etc., tudo criando um ambiente propício à recepção de um doutrinamento. Citamos dois exemplos específicos: o ônibus de agentes penitenciários metralhado na Comarca de São Vicente e o seqüestro da filha do Diretor do Presídio de Taubaté, o presídio chamado Piranhão. Os líderes ( não foi possível até o presente momento identificar quais ) determinaram que o ônibus fosse metralhado porque os agentes penitenciários aparentemente encontravam-se excedendo nos castigos e na repressão, com o temor infundido a partir do atentado atenuou-se ( no dizer dos líderes ) a tendência à repressão e, via de conseqüência, teriam melhorado as condições carcerárias. Ora, todos os sentenciados daquela unidade prisional passam a

3 atribuir tal relaxamento como forçado PCC e assim passam a formar uma massa de manobra suscetível a atender qualquer ordem ou determinação do partido, irmanando-se com a organização ou passando a dela fazer parte... O fato é que como resultado adveio a criação de uma consciência de oposição ao Estado e reflexamente de uma unidade, um corpo, uma irmandade, o qual, a partir daquele momento, passaria a transformar seu papel de um simples retrato da sociedade para um agente vetor de modificações, um ator dentro do processo social, o papel passivo foi desconstruído e o personagem ativo passou a dominar e direcionar as atividades do que antes era simplesmente uma massa prisional e depois passou a ter um perfil de criminalidade organizada. país, talvez não seja a última. Não seria a primeira vez que isto aconteceria em nosso Durante a segunda grande ação dos órgãos de segurança ( Ministério Público e Polícia Civil ) e por ocasião da descoberta e do desbaratamento das chamadas centrais telefônicas, das quais falaremos adiante, o GAECO e o DEIC ( Departamento de combate ao Crime Organizado Polícia Civil de São Paulo ) cumpriram um mandado de busca e apreensão no apartamento ocupado por AFS ( por agora somente as iniciais serão postas ) amásia de um dos chamados Fundadores ( grupo original de criação da facção criminosa conhecida como PCC ) e onde apreendeu-se um discurso da lavra de um destes, CARS, cujo conteúdo passo a transcrever exatamente como consta: Não somos uma organização criminosa, muito menos uma facção, não somos uma Utopia e sim uma transformação e uma nova filosofia: Paz, Justiça e Liberdade. Fazemos parte de um comportamento carcerário diferente, aonde um irmão jamais deixará outro irmão sobre o peso da mão de um opressor, somos um sonho de luta, somos uma esperança permanente de um sistema mais justo, mais igual, aonde o oprimido tenha pelo menos uma vida mais digna e humana. Nascemos num momento de opressão em um campo de concentração, sobrevivemos através de uma união, a semente foi plantada no asfalto, no cimento, foi regada a sangue, a sofrimento, ela gerou vida, floreceu, e hoje se tornou o braço forte que luta a favor de todos oprimidos que são massacrados, por um sistema covarde, capitalista e corrupto, um

4 sistema que só visa massacrar o mais fraco. O sistema ensiste em nos desmoralizar com calúnias e difamações, nos rotulam como monstros, como antisociais, mas tudo isso é parte de uma engrenagem que só visa esconder uma realidade uma verdade ou seja o sistema prescisa de um bode-expiatório. Muitos irmãos já morreram nessa luta desigual muitos se sacrificaram de corpo e alma por um ideal.. Hoje o que o sistema negava, o que ele repudiava. Hoje ele é obrigado a admitir a sua existência. O próprio sistema criou o Partido. O Partido, é parte de um sonho de luta, hoje somos fortes aonde o inimigo é fraco, a nossa revolução está apenas começando, hoje estamos preparados, psicologicamente, espiritualmente e materialmente, para dar nossa própria vida em pról da causa. A revolução começou no sistema Penitenciário e o objetivo é maior, revolucionar o sistema, governamental, acabar com este regime capitalista, aonde o rico cresce e sobrevive, massacrando a classe mais carente. Em quanto crianças morrerem de fome, dormirem na rua, não terem oportunidade de uma alfabetização, de uma vida digna, a violência só se tornará maior, as crianças de hoje, que vendem doces no farol, que se humilham por uma esmola, no amanhã bem próximo, através do crime, irá por todo ódio, toda rebeldia para transformar seus sonhos em realidade, pois o oprimido de hoje será, o opressor de amanhã, o que não se ganha com palavras se ganhará através da violência e de uma arma em punho. Nossa meta é atingir os poderosos, os donos do mundo e a justiça desigual, não somos criminosos por opção e sim somos o que somos por uma sobrevivência somos subversivos e idealistas. Se iremos ganhar essa luta não sabemos, creio que não, mas iremos dar muito trabalho, pois estamos preparados para morrer e renascer na nossa própria esperança de que nosso grito de guerra irá se espalhar por todo País. Pois se derramarem nosso sangue, e o nosso partido ser escutado, com certeza aparecerão outros que irão empunhar armas em prol de uma única filosofia: Paz, Justiça e Liberdade - SE TIVER QUE AMAR, AMAREMOS, SE TIVER QUE MATAR MATAREMOS ( foram preservados os erros gramaticais do original )

5 Vemos pois claramente que o discurso articulado e o fato de encontrar um ambiente carcerário propício permitiram o nascimento e desenvolvimento de uma espécie de organização criminosa peculiar, as denominadas Facções. Pouco antes da implosão da Casa de Detenção de São Paulo, o conhecido Complexo do Carandirú, Promotores do GAECO diligenciaram nos locais referidos como núcleos de ocupação do Primeiro Comando da Capital, nenhum deles abertos à visitação pública, espantosamente, constatou-se que o nível de limpeza ( pintura, piso, etc. ) e organização eram diferenciados quando comprados com outros pavilhões onde a Facção não expôs tão declaradamente, as referências ao discurso politizado semelhante ao manifesto apreendido, entretanto, eram visíveis:

6 Todavia, dificilmente tais grupos poderiam atuar mantendo-se limitados dentro do sistema penitenciário, a barreira foi finalmente rompida com a evolução tecnológica, a qual, aliás, revolucionou toda a sociedade e não menos o exercício da atividade criminosa. ROBERT E. KAPLAN, jornalista norte-americano especializado em relações internacionais, publicou obra recentemente traduzida em português: Políticos Guerreiros, Editora Futura e observou às fls. 30:...Mas a revolução pós industrial fortalece qualquer um que tenha um telefone celular e uma sacola com explosivos...eles chegarão até os norte-americanos de surpresa, d forma assimétrica, atingindo-os nos pontos mais fracos que possuem, como aconteceu com freqüência no passado. O advento do celular trouxe o elemento que faltava, a flexibilidade das comunicações entregou a estes líderes a capacidade de acompanhar just in time a evolução das atividades fora do presídio, como controlá-las, operá-las, lucrar com elas, a mensagem não demorava mais uma semana para ir e outra para voltar, muito pelo contrário, tal fator foi ainda mais expandido com a criação das chamadas centrais telefônicas, as quais nada mais são do que telefones que redirecionam as ligações e arcam com o custo ( jamais pago ) gerenciadas por mulheres em sua quase totalidade. Foi desta forma que se articulou a maior rebelião prisional da qual se tem notícia no mundo e tornou inegavelmente patente a existência de um desafio a ser enfrentado. A partir do momento em que obtiveram o domínio da comunicação extra-muros ( e hoje já é possível determinar-se quando no tempo e como, fora porém do âmbito da presente exposição ) a progressão foi geométrica e não demorou para que as primeiras granadas fossem lançadas ( contra a Secretaria da Administração Penitenciária ) e os primeiros Fóruns e Delegacias atacados ( destes atentados dois executores foram condenados recentemente a quarenta anos de reclusão cada um ). Neste ponto é necessário observar que fenômeno tão complexo necessita para sua compreensão e repressão de um entendimento envolvendo pelo menos três universos distintos: administrativamente o sistema prisional, repressivamente e processualmente o Ministério Público e a Polícia Civil, somente a interação e a atuação conjunta podem coletar todos os ele mentos de informação, processálos e remeter a resposta adequada.

7 Friso que no âmbito deste trabalho a análise extensa das atividades da Polícia e do Ministério Público, como se iniciaram, como evoluíram e os resultados no decorrer do tempo, é inviável, porém podemos afirmar que a organização criminosa conhecida como PCC foi reprimida. Desmobilizada e perdeu grande parte de sua capacidade de mobilização, é certo que a organização remodelou-se em pelo menos duas oportunidades e seu potencial criminoso é inegável, porém é apenas parte daquilo que foi e infinitamente menor do que aquilo que poderia ter sido. Finalmente, chegamos ao conceito do Regime Disciplinar Diferenciado, como fruto de uma visão madura e eficiente da gestão prisional. Apontamos no começo desta exposição que a falta de uma política mais racional e a ausência de investimento de décadas criou parcialmente as condições que resultaram na criação das facções, logo, qualquer que seja o paliativo utilizado, sem que haja uma recuperação do sistema penitenciário o resultado será duvidoso, pois as pré-condições para o ressurgimento da Facção em sua plenitude estarão presentes. Inegável afirmar o trabalho não menos que brilhante de S. Exa. o Secretário de Administração Penitenciária de São Paulo, Doutor Nagashi Furukawa, o qual vem atacando este problema pela raiz a ponto de, segundo os próprios líderes do Primeiro Comando da Capital, informalmente, admitirem a melhora do sistema Pentitenciário, foi também o Ilustre Secretário e sua equipe que criaram o modelo de sucesso conhecido hoje nacionalmente como Regime Disciplinar Diferenciado. O chamado RDD nada mais é que a retomada pelo Estado do controle dentro do Sistema Penitenciário, estritamente falando exige condições plenas de salubridade, espaço e manutenção as quais, em tese, são até mais favoráveis que as impostas ao preso comum. Porém recria dentro do Sistema a consciência de punitividade sem que seja levado ao arbítrio ou excesso, demonstra que é possível sim reconduzir a autoridade e limitar a atuação flexível destas organizações criminosas. Como é cediço, embora a norma legal seja estática a interpretação evolui com o tempo afim de adequá-la á realidade social, daí porque não se pode concluir que pela simples inovação venha tal Regime a ser questionado em sua legalidade. Enfim, o Regime Disciplinar Diferenciado é um instrumento de gestão do sistema Prisional, e também reflete diretamente na repressão às atividades criminosas que se realizam a partir do sistema mas atingem a sociedade como um todo, sozinho porém não produzirá resultados, deve ser acompanhado de medidas capazes de possibilitar o aperfeiçoamento do sistema e o controle de seus reflexos.

8 Em conclusa propomos: - é necessária e urgente a instalação de bloqueadores de sinais de telefones celulares em todos os presídios, afim de evitar a atividade criminosa comandada através deste sistema, - o tempo de cumprimento em RDD deveria ser flexibilizado não a partir da reincidência, mas sim a partir da gravidade da conduta, - como conseqüência o tempo de permanência deveria ter um máximo maior, afim de permitir a graduação ( postulamos de seis meses a três anos ), - o rol de faltas graves capazes de gerar a internação deve incluir a utilização de telefones celulares, o que deveria ser uniformizado em todo Brasil, - o procedimento de internação deveria ser regulamentado por Resolução e garantir a ampla defesa ao interno, o que deveria ser uniformizado em todo Brasil, As organizações criminosas no Sistema Penitenciário mudam de perfil a cada obstáculo, existe sim a necessidade de ampliação da cooperação entre as diversas instituições e ação conjunta como necessidade para a repressão a este novo desafio, o qual, sabemos, ainda não acabou.

9

COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA E COMBATE AO CRIME ORGANIZADO, VIOLÊNCIA E NARCOTRÁFICO

COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA E COMBATE AO CRIME ORGANIZADO, VIOLÊNCIA E NARCOTRÁFICO COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA E COMBATE AO CRIME ORGANIZADO, VIOLÊNCIA E NARCOTRÁFICO PROJETO DE LEI Nº 7.311, DE 2002 (Apenso o Projeto de Lei nº 788, de 2003) Dispõe sobre a obrigatoriedade de presença

Leia mais

O desafio da educação nas prisões

O desafio da educação nas prisões Fotos: Christian Montagna O desafio da educação nas prisões A educação prisional, mais do que um instrumento de reintegração social, é um direito conferido aos presos pela igualdade sacramentada na Declaração

Leia mais

Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na sessão de abertura da Cúpula Mundial sobre Segurança Alimentar

Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na sessão de abertura da Cúpula Mundial sobre Segurança Alimentar Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na sessão de abertura da Cúpula Mundial sobre Segurança Alimentar Data: 16/11/2009 Roma, 16/11/2009 Bem... Lugo, tudo bem? Cumprimentar a

Leia mais

Campanha de combate e prevenção à Violência Contra a Mulher.

Campanha de combate e prevenção à Violência Contra a Mulher. Campanha de combate e prevenção à Violência Contra a Mulher. Vamos juntos trabalhar em prol da vida! BRASIL É CAMPEÃO DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA NUM RANKING DE 54 PAÍSES fonte: Sociedade Mundial de Vitimologia,

Leia mais

Senador Pedro Taques Discurso Manifestações

Senador Pedro Taques Discurso Manifestações Senador Pedro Taques Discurso Manifestações Senhor presidente, Senhoras senadoras, senhores senadores Amigos das redes sociais que também estão nas ruas Estamos em época de competição de futebol. Nosso

Leia mais

CERCA DE 76% DOS CONDENADOS NO BRASIL ESTÃO OCIOSOS NA PRISÃO, APONTA ESTUDO. Do UOL Notícias Em São Paulo

CERCA DE 76% DOS CONDENADOS NO BRASIL ESTÃO OCIOSOS NA PRISÃO, APONTA ESTUDO. Do UOL Notícias Em São Paulo CERCA DE 76% DOS CONDENADOS NO BRASIL ESTÃO OCIOSOS NA PRISÃO, APONTA ESTUDO Ana Sachs* 20/09/2009-07h00 Do UOL Notícias Em São Paulo Ainda que seja uma exigência da lei de Execuções Penais, o trabalho

Leia mais

Entrevista com Pedro (nome fictício), egresso do sistema prisional.

Entrevista com Pedro (nome fictício), egresso do sistema prisional. Entrevista com Pedro (nome fictício), egresso do sistema prisional. 1) (Cristiano) Pedro, é o seguinte, estamos construindo aqui um livro falado, e é um livro sobre o exame criminológico. E nós estivemos

Leia mais

Cartilha de Prevenção Orientações para o combate à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes

Cartilha de Prevenção Orientações para o combate à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes Art. 5º Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão,

Leia mais

MARKETING VERDE E-BOOK GRATUITO DESENVOLVIDO PELA SITE SUSTENTÁVEL

MARKETING VERDE E-BOOK GRATUITO DESENVOLVIDO PELA SITE SUSTENTÁVEL MARKETING VERDE E-BOOK GRATUITO DESENVOLVIDO PELA SITE SUSTENTÁVEL Introdução: O marketing verde já não é tendência. Ele se tornou uma realidade e as empresas o enxergam como uma oportunidade para atrair

Leia mais

Centro de Altos Estudos de Segurança (CAES) da Polícia Militar do Estado de São Paulo DOUTORADO DA PM. Frei David Santos, OFM - out de 2012

Centro de Altos Estudos de Segurança (CAES) da Polícia Militar do Estado de São Paulo DOUTORADO DA PM. Frei David Santos, OFM - out de 2012 Centro de Altos Estudos de Segurança (CAES) da Polícia Militar do Estado de São Paulo DOUTORADO DA PM Frei David Santos, OFM - out de 2012 Dados disponibilizados pelo Sistema de Informações sobre Mortalidade

Leia mais

MEMÓRIAS DE PESQUISA: A HISTÓRIA DE VIDA CONTADA POR MULHERES VIGIADAS E PUNIDAS

MEMÓRIAS DE PESQUISA: A HISTÓRIA DE VIDA CONTADA POR MULHERES VIGIADAS E PUNIDAS MEMÓRIAS DE PESQUISA: A HISTÓRIA DE VIDA CONTADA POR MULHERES VIGIADAS E PUNIDAS 1 Introdução O presente estudo se insere no contexto do sistema penitenciário feminino e, empiricamente, tem como tema as

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca Entrevista ao Jornalista John Siceloff,

Leia mais

PARA ONDE VAMOS? Uma reflexão sobre o destino das Ongs na Região Sul do Brasil

PARA ONDE VAMOS? Uma reflexão sobre o destino das Ongs na Região Sul do Brasil PARA ONDE VAMOS? Uma reflexão sobre o destino das Ongs na Região Sul do Brasil Introdução Mauri J.V. Cruz O objetivo deste texto é contribuir num processo de reflexão sobre o papel das ONGs na região sul

Leia mais

ESTADO CONDENADO POR PRISÃO E PROCESSO ILEGAL CONTRA VIGILANTE E PROPRIETÁRIO DA EMPRESA, POR PORTE DE ARMA

ESTADO CONDENADO POR PRISÃO E PROCESSO ILEGAL CONTRA VIGILANTE E PROPRIETÁRIO DA EMPRESA, POR PORTE DE ARMA ESTADO CONDENADO POR PRISÃO E PROCESSO ILEGAL CONTRA VIGILANTE E PROPRIETÁRIO DA EMPRESA, POR PORTE DE ARMA Desembargador diz que obrigação de delegado e promotor é conhecer a lei Segue abaixo, com partes

Leia mais

COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA E COMBATE AO CRIME ORGANIZADO

COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA E COMBATE AO CRIME ORGANIZADO COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA E COMBATE AO CRIME ORGANIZADO PROJETO DE LEI N o 7.135, DE 2006 Tipifica o porte de arma de qualquer tipo em presídio. Autor: Deputado Moroni Torgan Relator: Deputado Ary

Leia mais

A SEGURANÇA É HOJE A PRINCIPAL PREOCUPAÇÃO DO BRASILEIRO. Diversos problemas levaram à situação atual

A SEGURANÇA É HOJE A PRINCIPAL PREOCUPAÇÃO DO BRASILEIRO. Diversos problemas levaram à situação atual A SEGURANÇA É HOJE A PRINCIPAL PREOCUPAÇÃO DO BRASILEIRO Diversos problemas levaram à situação atual O problema sempre foi tratado com uma série de OUs Natureza ou policial ou social Responsabilidade ou

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº de de 2015.

PROJETO DE LEI Nº de de 2015. PROJETO DE LEI Nº de de 2015. INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL PARA O SISTEMA INTEGRADO DE INFORMAÇÕES DE VIOLÊNCIA CONTRA O IDOSO NO ESTADO DE GOIÁS, DENOMINADO OBSERVATÓRIO ESTADUAL DA VIOLÊNCIA CONTRA O

Leia mais

Benefício libera 10 mil presos

Benefício libera 10 mil presos Clipping produzido pelo Instituto de Políticas Públicas de Segurança da Fundação Santo André INSEFUSA 10/04/2006 Benefício libera 10 mil presos Jornal da Tarde, 10 de abril de 2006 - As portas das penitenciárias

Leia mais

Políticas Publicas de Ressocialização

Políticas Publicas de Ressocialização Primeiro Encontro Mato Grossense de Conselhos da Comunidade Políticas Publicas de Ressocialização ão Rosangela Peixoto Santa Rita 26 de junho de 2008. O Brasil já tem mais de 423 mil presos em seus cárceres;

Leia mais

introdução Trecho final da Carta da Terra 1. O projeto contou com a colaboração da Rede Nossa São Paulo e Instituto de Fomento à Tecnologia do

introdução Trecho final da Carta da Terra 1. O projeto contou com a colaboração da Rede Nossa São Paulo e Instituto de Fomento à Tecnologia do sumário Introdução 9 Educação e sustentabilidade 12 Afinal, o que é sustentabilidade? 13 Práticas educativas 28 Conexões culturais e saberes populares 36 Almanaque 39 Diálogos com o território 42 Conhecimentos

Leia mais

A INSPEÇÃO DO TRABALHO SEM NÚMEROS, MAS EM VALORES.

A INSPEÇÃO DO TRABALHO SEM NÚMEROS, MAS EM VALORES. A INSPEÇÃO DO TRABALHO SEM NÚMEROS, MAS EM VALORES. Com a missão de proteger milhares de crianças sacrificadas pelas duras condições de trabalho nas fábricas, nasce em 17 de janeiro de 1891 a Inspeção

Leia mais

QUERIDO(A) ALUNO(A),

QUERIDO(A) ALUNO(A), LANÇADA EM 15 MAIO DE 2008, A CAMPANHA PROTEJA NOSSAS CRIANÇAS É UMA DAS MAIORES MOBILIZAÇÕES PERMANENTES JÁ REALIZADAS NO PAÍS, COM FOCO NO COMBATE À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E À EXPLORAÇÃO SEXUAL DE CRIANÇAS

Leia mais

Prisões mentais. Escrito por Mário Moreno Dom, 05 de Junho de 2011 15:37. Prisões mentais

Prisões mentais. Escrito por Mário Moreno Dom, 05 de Junho de 2011 15:37. Prisões mentais Prisões mentais Hoje podemos afirmar que há satan o adversário conseguiu algo muito grande quando fez o homem pecar além de fazer dele um peregrino fora do Gan Éden e de tirar-lhe a imortalidade. O adversário

Leia mais

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337.

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337. PROGRAMA TÉMATICO: 6229 EMANCIPAÇÃO DAS MULHERES OBJETIVO GERAL: Ampliar o acesso das mulheres aos seus direitos por meio do desenvolvimento de ações multissetoriais que visem contribuir para uma mudança

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 05 DE AGOSTO PALÁCIO DO PLANALTO

Leia mais

Gestão da Comunicação em Situações de Crise no Ambiente Médico-Hospitalar

Gestão da Comunicação em Situações de Crise no Ambiente Médico-Hospitalar Gestão da Comunicação em Situações de Crise no Ambiente Médico-Hospitalar Sumário Prefácio: Os hospitais não são essenciais Introdução: O sistema hospitalar mudou, mas continua o mesmo! Imagem pública

Leia mais

Propostas dos GTs da Conferência Municipal de São Paulo. Princípios e diretrizes de Segurança Pública

Propostas dos GTs da Conferência Municipal de São Paulo. Princípios e diretrizes de Segurança Pública Propostas dos GTs da Conferência Municipal de São Paulo Princípios e diretrizes de Segurança Pública Eixo 1 1. Fortalecimento do pacto federativo; 2. Municipalização da Segurança Pública; 3. Estabelecer

Leia mais

Análise Sociológica do Filme -Notícias de Uma Guerra Particular [1999], (de Katia Lund e João Moreira Salles)

Análise Sociológica do Filme -Notícias de Uma Guerra Particular [1999], (de Katia Lund e João Moreira Salles) FACULDADE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE Curso de Bacharel em Direito Turma A Unidade: Tatuapé Ana Maria Geraldo Paz Santana Johnson Pontes de Moura Análise Sociológica do Filme -Notícias de Uma Guerra Particular

Leia mais

A PRISÃO DO DIREITO PENAL. Aurélio Wander Bastos

A PRISÃO DO DIREITO PENAL. Aurélio Wander Bastos A PRISÃO DO DIREITO PENAL Aurélio Wander Bastos O moderno Direito Penal Brasileiro tem evoluído em três grandes linhas teóricas: a do Direito Penal Comum, que trata principalmente da criminalidade comum;

Leia mais

Período Democrático e o Golpe de 64

Período Democrático e o Golpe de 64 Período Democrático e o Golpe de 64 GUERRA FRIA (1945 1990) Estados Unidos X União Soviética Capitalismo X Socialismo Governo de Eurico Gaspar Dutra (1946 1950) Período do início da Guerra Fria Rompimento

Leia mais

3.4 DELINEAMENTO ÉTICO JURÍDICO DA NOVA ORGANIZAÇÃO SOCIAL

3.4 DELINEAMENTO ÉTICO JURÍDICO DA NOVA ORGANIZAÇÃO SOCIAL 3.4 DELINEAMENTO ÉTICO JURÍDICO DA NOVA ORGANIZAÇÃO SOCIAL Os fundamentos propostos para a nova organização social, a desconcentração e a cooperação, devem inspirar mecanismos e instrumentos que conduzam

Leia mais

Egressos e mercado de trabalho. Sonora Édio Araújo : 00:26/00:45

Egressos e mercado de trabalho. Sonora Édio Araújo : 00:26/00:45 Egressos e mercado de trabalho Imagens externas de presídios no Rio de Janeiro. Imagem Édio Araújo Cooperativa eu quero Liberdade. Gráfico e imagens de apoio. Imagem Maíra Fernandes Presidente do conselho

Leia mais

TITULO A GENTE NA RUA UM OLHAR DIFERENCIADO NA POPULAÇÃO DE RUA NA CIDADE DE SÃO PAULO

TITULO A GENTE NA RUA UM OLHAR DIFERENCIADO NA POPULAÇÃO DE RUA NA CIDADE DE SÃO PAULO TITULO A GENTE NA RUA UM OLHAR DIFERENCIADO NA POPULAÇÃO DE RUA NA CIDADE DE SÃO PAULO Breve Histórico da População de Rua na Cidade de São Paulo A população de rua da cidade de são Paulo, heterogenia

Leia mais

DEPARTAMENTO DE TAQUIGRAFIA, REVISÃO E REDAÇÃO NÚCLEO DE REDAÇÃO FINAL EM COMISSÕES TEXTO COM REDAÇÃO FINAL TRANSCRIÇÃO IPSIS VERBIS

DEPARTAMENTO DE TAQUIGRAFIA, REVISÃO E REDAÇÃO NÚCLEO DE REDAÇÃO FINAL EM COMISSÕES TEXTO COM REDAÇÃO FINAL TRANSCRIÇÃO IPSIS VERBIS CÂMARA DOS DEPUTADOS DEPARTAMENTO DE TAQUIGRAFIA, REVISÃO E REDAÇÃO NÚCLEO DE REDAÇÃO FINAL EM COMISSÕES TEXTO TRANSCRIÇÃO IPSIS VERBIS CPI - GRUPOS DE EXTERMÍNIO NO NORDESTE EVENTO: Reunião ordinária

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 13 Discurso em jantar oferecido ao

Leia mais

Gestão de iniciativas sociais

Gestão de iniciativas sociais Gestão de iniciativas sociais Leia o texto a seguir e entenda o conceito do Trevo e as suas relações com a gestão organizacional. Caso queira ir direto para os textos, clique aqui. http://www.promenino.org.br/ferramentas/trevo/tabid/115/default.aspx

Leia mais

A DEFENSORIA PÚBLICA COMO GARANTIDORA DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS DOS PRESOS PROVISÓRIOS E CONDENADOS

A DEFENSORIA PÚBLICA COMO GARANTIDORA DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS DOS PRESOS PROVISÓRIOS E CONDENADOS A COMO GARANTIDORA DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS DOS PRESOS PROVISÓRIOS E CONDENADOS Maicom Alan Fraga Vendruscolo. Defensor Público do Estado de Mato Grosso, pós-graduado em Ciências Penais e atua na Comarca

Leia mais

INTRODUÇÃO A ADMINISTRAÇÃO

INTRODUÇÃO A ADMINISTRAÇÃO ADMINISTRAÇÃO EM SEGURANÇA DO TRABALHO IMPORTÂNCIA INTRODUÇÃO A ADMINISTRAÇÃO Quando do início de um empreendimento, de um negócio ou qualquer atividade; As expectativas e desejos de início são grandes:

Leia mais

Lição 1 Como Amar os Inimigos

Lição 1 Como Amar os Inimigos Lição 1 Como Amar os Inimigos A. Como seus pais resolviam as brigas entres você e seus irmãos? B. Em sua opinião qual a diferença entre amar o inimigo e ser amigo do inimigo? PROPÓSITO: Aprender como e

Leia mais

Declaração de Brasília Estratégia Nacional de Combate a Cartéis ENACC Combate a Cartéis: uma prioridade na política criminal e administrativa

Declaração de Brasília Estratégia Nacional de Combate a Cartéis ENACC Combate a Cartéis: uma prioridade na política criminal e administrativa Declaração de Brasília Estratégia Nacional de Combate a Cartéis ENACC Combate a Cartéis: uma prioridade na política criminal e administrativa Os representantes da Secretaria de Direito Econômico do Ministério

Leia mais

O QUE DIZ O ISLÃO ACERCA DO TERRORISMO [ Português ]

O QUE DIZ O ISLÃO ACERCA DO TERRORISMO [ Português ] O QUE DIZ O ISLÃO ACERCA DO TERRORISMO [ Português ]? [ ] Revisão: Lic. Muhámmad Isa García : Escritório de Dawa na Rabwah - Riyadh Uma das distintas características dos tempos em que vivemos é a esmagadora

Leia mais

V RAM Reunião de Antropologia do Mercosul GT Os direitos dos mais e menos humanos

V RAM Reunião de Antropologia do Mercosul GT Os direitos dos mais e menos humanos V RAM Reunião de Antropologia do Mercosul GT Os direitos dos mais e menos humanos MATERNIDADE DETIDA: o direito de ser mãe e de ser filho(a) no Presídio Feminino de Florianópolis/SC. Danielle Silveira

Leia mais

ACS Assessoria de Comunicação Social

ACS Assessoria de Comunicação Social O tempo e a espera Ministro fala de projetos em andamento e ações do governo para a área educacional Entrevista do ministro publicada na Revista Educação no dia 26 de maio de 2004. Tarso Genro é considerado

Leia mais

Realização. Estados Vizinhos Convidados

Realização. Estados Vizinhos Convidados Relatório-síntese do III Seminário de Articulação Nacional e Construção de Diretrizes para a Educação no Sistema Penitenciário Regional Sul Centro Administrativo Porto Alegre - RS 6 e 7 de março de 2006

Leia mais

Contribuição sobre Economia solidária para o Grupo de Alternativas econômicas Latino-Americano da Marcha Mundial das Mulheres Isolda Dantas 1

Contribuição sobre Economia solidária para o Grupo de Alternativas econômicas Latino-Americano da Marcha Mundial das Mulheres Isolda Dantas 1 Contribuição sobre Economia solidária para o Grupo de Alternativas econômicas Latino-Americano da Marcha Mundial das Mulheres Isolda Dantas 1 Economia solidária: Uma ferramenta para construção do feminismo

Leia mais

TEMA 3 UMA EXPERIÊNCIA

TEMA 3 UMA EXPERIÊNCIA TEMA 3 UMA EXPERIÊNCIA DOLOROSA: O NAZISMO ALEMÃO A ascensão dos nazistas ao poder na Alemanha colocou em ação a política de expansão territorial do país e o preparou para a Segunda Guerra Mundial. O saldo

Leia mais

A grande farsa da evolução do processo de gestão empresarial

A grande farsa da evolução do processo de gestão empresarial A grande farsa da evolução do processo de gestão empresarial Começo minha reflexão de hoje pensando um pouco na história da Administração, nos princípios de gestão e formas como as empresas hoje são geridas.

Leia mais

O DESENVOLVIMENTO E O APRENDIZADO EM VIGOTSKY

O DESENVOLVIMENTO E O APRENDIZADO EM VIGOTSKY O DESENVOLVIMENTO E O APRENDIZADO EM VIGOTSKY Kassius Otoni Vieira Kassius Otoni@yahoo.com.br Rodrigo Luciano Reis da Silva prrodrigoluciano@yahoo.com.br Harley Juliano Mantovani Faculdade Católica de

Leia mais

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995)

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) 1. Nós, os Governos, participante da Quarta Conferência Mundial sobre as

Leia mais

Só as razões da Ética dão rigor ao jornalismo

Só as razões da Ética dão rigor ao jornalismo 1 www.oxisdaquestao.com.br Só as razões da Ética dão rigor ao jornalismo Texto de CARLOS CHAPARRO Em outubro de 2007, estouraram em jornais e telejornais as primeiras reportagens sobre um suposto escândalo

Leia mais

Introdução ao Gerenciamento de Projetos Quando planejar é preciso...

Introdução ao Gerenciamento de Projetos Quando planejar é preciso... Quando planejar é preciso... Resumo Embora pareça não ser importante para o desenvolvimento de um projeto, conhecer e ter sob domínio os conceitos sobre Gerenciamento de Projetos é fundamental. Este documento

Leia mais

cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 1 CAPA

cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 1 CAPA cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 1 CAPA cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 2 TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI* *Artigo 5º da Constituição Brasileira

Leia mais

Ensino Fundamental com 9 anos de duração - Idade de Ingresso

Ensino Fundamental com 9 anos de duração - Idade de Ingresso Ensino Fundamental com 9 anos de duração - Idade de Ingresso A respeito da idade de ingresso das crianças, no ensino fundamental de 9 anos de duração, ocorreram acaloradas discussões na esfera educacional

Leia mais

Governança Sustentável nos BRICS. Resumo executivo

Governança Sustentável nos BRICS. Resumo executivo Governança Sustentável nos BRICS Resumo executivo Sumário executivo A rapidez com que, nos últimos anos, as economias emergentes do Brasil, da Rússia, da Índia, da China e da África do Sul vêm se aproximando

Leia mais

PIRATARIA É CRIME!?! ANÁLISE DA QUESTÃO SOB UM PRISMA PRINCIPIOLÓGICO.

PIRATARIA É CRIME!?! ANÁLISE DA QUESTÃO SOB UM PRISMA PRINCIPIOLÓGICO. PIRATARIA É CRIME!?! ANÁLISE DA QUESTÃO SOB UM PRISMA PRINCIPIOLÓGICO. THALES PONTES BATISTA Advogado-sócio da Paulo Albuquerque Advogados Associados, especialista em Direito do Consumidor, Direito Imobiliário,

Leia mais

Karl Marx e a Teoria do Valor do Trabalho. Direitos Autorais: Faculdades Signorelli

Karl Marx e a Teoria do Valor do Trabalho. Direitos Autorais: Faculdades Signorelli Karl Marx e a Teoria do Valor do Trabalho Direitos Autorais: Faculdades Signorelli "O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém, desviamo-nos dele. A cobiça envenenou a alma dos homens,

Leia mais

Gramática e Redação. Exercícios de Revisão I

Gramática e Redação. Exercícios de Revisão I Nome: n o : E nsino: A no: T urma: Data: Prof(a): Fundamental 7 o Gramática e Redação Exercícios de Revisão I Leia com atenção o texto abaixo. Ignácio de Loyola Brandão nasceu em Araraquara, no Estado

Leia mais

O Projeto Pedagógico na Educação Infantil

O Projeto Pedagógico na Educação Infantil O Projeto Pedagógico na Educação Infantil Renata Lopes de Almeida Rodrigues (UERJ) A cada ano letivo a história se repete: a busca por um tema norteador do trabalho em sala de aula durante o ano o tema

Leia mais

A APRENDIZAGEM DE LOGÍSTICA, RH, OSM, ÉTICA: OPINIÃO DE ADMINISTRADORES E GRADUANDOS SOBRE A METODOLOGIA DE ENSINO ¹

A APRENDIZAGEM DE LOGÍSTICA, RH, OSM, ÉTICA: OPINIÃO DE ADMINISTRADORES E GRADUANDOS SOBRE A METODOLOGIA DE ENSINO ¹ A APRENDIZAGEM DE LOGÍSTICA, RH, OSM, ÉTICA: OPINIÃO DE ADMINISTRADORES E GRADUANDOS SOBRE A METODOLOGIA DE ENSINO ¹ DIOSKELLY ABDO² LORHANNY RODRIGUES SANTOS³ LILIANA ARAUJO⁴ MARCO AURÉLIO CAIXETA⁵ PEDRO

Leia mais

George Kelly (1905-1967) 11 - Kelly. Ponto de Partida. Kelly. O Realismo de Kelly. Universo de Kelly. Estágio Curricular Supervisionado em Física I

George Kelly (1905-1967) 11 - Kelly. Ponto de Partida. Kelly. O Realismo de Kelly. Universo de Kelly. Estágio Curricular Supervisionado em Física I 11 - Kelly George Kelly (1905-1967) Estágio Curricular Supervisionado em Física I www.fisica-interessante.com 1/33 www.fisica-interessante.com 2/33 Kelly Ponto de Partida formou-se em Matemática e Física

Leia mais

Método científico e Atitude cientifica.

Método científico e Atitude cientifica. Texto complementar: Método científico e Atitude cientifica. Extraido de : Física Conceitual (9ª Edição) Paul G. Hewitt O físico Italiano Galileu Galilei e o filósofo inglês Francis Bacon são geralmente

Leia mais

Projeto TEMPO DE DESPERTAR Em homenagem a Robin Willians

Projeto TEMPO DE DESPERTAR Em homenagem a Robin Willians Projeto TEMPO DE DESPERTAR Em homenagem a Robin Willians I. INTRODUÇÃO Durante uma pesquisa realizada exclusivamente com homens pelo Instituto Avon/Data Popular e lançada em novembro de 2013, alguns dados

Leia mais

Considerando a inspeção empreendida no dia 19.09.2012 no Centro de Recuperação Feminina;

Considerando a inspeção empreendida no dia 19.09.2012 no Centro de Recuperação Feminina; Considerando que ao Conselho Penitenciário do Estado do Pará compete, de acordo com o Decreto 418/79, inspecionar os estabelecimentos prisionais sediados no Estado do Pará, com objetivo de assegurar condições

Leia mais

A PENA DE MORTE EM TEMPO DE GUERRA

A PENA DE MORTE EM TEMPO DE GUERRA UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO MILITAR DIREITO PENAL MILITAR PARTE GERAL MARCELO VITUZZO PERCIANI A PENA DE MORTE EM TEMPO DE GUERRA Marcelo Vituzzo Perciani 1º Tenente da Polícia

Leia mais

Memorando ao Presidente brasileiro por ocasião da visita de Irene Khan, Secretária-Geral da Anistia Internacional, ao Brasil

Memorando ao Presidente brasileiro por ocasião da visita de Irene Khan, Secretária-Geral da Anistia Internacional, ao Brasil Memorando ao Presidente brasileiro por ocasião da visita de Irene Khan, Secretária-Geral da Anistia Internacional, ao Brasil A missão da Anistia Internacional, liderada pela Secretária-Geral, oferece uma

Leia mais

Oração. u m a c o n v e r s a d a a l m a

Oração. u m a c o n v e r s a d a a l m a Oração u m a c o n v e r s a d a a l m a 11 12 O Evangelho relata que por diversas vezes, quando ninguém mais estava precisando de alguma ajuda ou conselho, Jesus se ausentava para ficar sozinho. Natural

Leia mais

PROLEGÓMENOS Uma corrente literária não passa de uma metafísica.

PROLEGÓMENOS Uma corrente literária não passa de uma metafísica. António Mora PROLEGÓMENOS Uma corrente literária não passa de uma metafísica. PROLEGÓMENOS Uma corrente literária não passa de uma metafísica. Uma metafísica é um modo de sentir as coisas esse modo de

Leia mais

6. Considerações finais

6. Considerações finais 84 6. Considerações finais Nesta dissertação, encontram-se registros de mudanças sociais que influenciaram as vidas de homens e mulheres a partir da chegada das novas tecnologias. Partiu-se da Revolução

Leia mais

A GESTÃO DE UM CURSO SUPERIOR: DESAFIOS OU FRUSTRAÇÕES?

A GESTÃO DE UM CURSO SUPERIOR: DESAFIOS OU FRUSTRAÇÕES? A GESTÃO DE UM CURSO SUPERIOR: DESAFIOS OU FRUSTRAÇÕES? BARREIROS, Marat Guedes Especialização em Gestão Estratégica de Recursos Humanos Coordenador de Curso, Professor Faculdade do Guarujá GODOY, Valdir

Leia mais

BREVES APONTAMENTOS ACERCA DA FUNÇÃO SOCIAL DOS ALIMENTOS NO CÓDIGO CIVIL DE 2002

BREVES APONTAMENTOS ACERCA DA FUNÇÃO SOCIAL DOS ALIMENTOS NO CÓDIGO CIVIL DE 2002 1 BREVES APONTAMENTOS ACERCA DA FUNÇÃO SOCIAL DOS ALIMENTOS NO CÓDIGO CIVIL DE 2002 Noeli Manini Remonti 1 A lei, ao criar o instituto dos alimentos, estipulou a obrigação alimentar para garantir a subsistência

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 15. Combinação de Negócios

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 15. Combinação de Negócios COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 15 Combinação de Negócios Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IFRS 3 Índice OBJETIVO 1 ALCANCE 2 IDENTIFICAÇÃO DE COMBINAÇÃO

Leia mais

SUGESTÕES PARA A ADEQUAÇÃO DE CANIS E DE CRIADORES DE ANIMAIS NO MUNICÍPIO DE SUMARÉ/SP

SUGESTÕES PARA A ADEQUAÇÃO DE CANIS E DE CRIADORES DE ANIMAIS NO MUNICÍPIO DE SUMARÉ/SP Sumaré, setembro de 2012 SUGESTÕES PARA A ADEQUAÇÃO DE CANIS E DE CRIADORES DE ANIMAIS NO MUNICÍPIO DE SUMARÉ/SP Se de um lado temos criadores conscientes e responsáveis, munidos de informação e formação

Leia mais

Voluntariado nas Organizações de Terceiro Setor Marisa Seoane Rio Resende *

Voluntariado nas Organizações de Terceiro Setor Marisa Seoane Rio Resende * Voluntariado nas Organizações de Terceiro Setor Marisa Seoane Rio Resende * Voluntariado é a expressão da participação da sociedade na vida pública mais significativa da atualidade. Os movimentos de participação

Leia mais

Torre de Babel. Luis Flavio Sapori. Nota sobre a I Conseg

Torre de Babel. Luis Flavio Sapori. Nota sobre a I Conseg Nota sobre a I Conseg Luís Flávio Sapori é doutor em Sociologia pelo Instituto Universitário de Pesquisa do Rio de Janeiro, professor e coordenador do curso de Ciências Sociais da Universidade Católica

Leia mais

8ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE MINAS GERAIS

8ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE MINAS GERAIS 8ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE MINAS GERAIS DOCUMENTO FINAL EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Ações de mobilização: 1. Ampla mobilização, por

Leia mais

SECRETARIA EXECUTIVA DE DESENVOLVIMENTO E ASSISTÊNCIA SOCIAL - SEDAS GERÊNCIA DE PLANEJAMENTO, PROJETOS E CAPACITAÇÃO TEXTO I

SECRETARIA EXECUTIVA DE DESENVOLVIMENTO E ASSISTÊNCIA SOCIAL - SEDAS GERÊNCIA DE PLANEJAMENTO, PROJETOS E CAPACITAÇÃO TEXTO I TEXTO I Igualdade de Gênero no Enfrentamento à Violência Contra a Mulher As desigualdades são sentidas de formas diferentes pelas pessoas dependendo do seu envolvimento com a questão. As mulheres sentem

Leia mais

Ministério Público do Estado de Mato Grosso 15ª Promotoria Criminal Especializada no Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher

Ministério Público do Estado de Mato Grosso 15ª Promotoria Criminal Especializada no Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher A história da mulher é a história da pior tirania que o mundo conheceu: a tirania do mais forte sobre o mais fraco. 1 EXCELENTÍSSIMA JUÍZA DE DIREITO DA 1ª VARA ESPECIALIZADA DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR

Leia mais

O desenvolvimento do Terceiro Setor e a profissionalização

O desenvolvimento do Terceiro Setor e a profissionalização O desenvolvimento do Terceiro Setor e a profissionalização Cristiane dos Santos Schleiniger * Lise Mari Nitsche Ortiz * O Terceiro Setor é o setor da sociedade que emprega aproximadamente 1 milhão de pessoas.

Leia mais

Equipe de Alto Desempenho 307

Equipe de Alto Desempenho 307 36 Equipe de Alto Desempenho 307 O brilho individual de cada integrante da equipe contribui para o reconhecimento da constelação. Uma equipe existe onde há o espírito de cooperação. Nada é impossível.

Leia mais

Sobre a criminalização das ocupações urbanas

Sobre a criminalização das ocupações urbanas Sobre a criminalização das ocupações urbanas Mauri J.V Cruz 1 Que as lutas e conflitos sociais são tratados no Brasil como caso de polícia nós já sabemos há muitos anos. Esta prática, infelizmente, não

Leia mais

3. Os erros têm sido cometidos exatamente onde há maior dificuldade...

3. Os erros têm sido cometidos exatamente onde há maior dificuldade... Entrevista com PEDRO MANDELLI Consultor na área de mudança organizacional, Pedro Mandelli é um dos maiores especialistas em desenho e condução de processos de mudança em organizações. É professor da Fundação

Leia mais

Gangues, Criminalidade Violenta e Contexto Urbano: Um Estudo de Caso

Gangues, Criminalidade Violenta e Contexto Urbano: Um Estudo de Caso Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Centro de Estudos de Criminalidade e Segurança Pública (CRISP) Conferencia Internacional Violencia en Barrios en America Latina Sus Determinantes y Politicas

Leia mais

SEGURANÇA ALTERNATIVAS PARA TRATAR O TEMA DA (IN) SEGURANÇA

SEGURANÇA ALTERNATIVAS PARA TRATAR O TEMA DA (IN) SEGURANÇA Segurança SEGURANÇA ALTERNATIVAS PARA TRATAR O TEMA DA (IN) SEGURANÇA A sensação de segurança é uma questão que influencia significativamente a qualidade de vida de toda a sociedade devendo ser tratada

Leia mais

Eixo Anhanguera-Bandeirantes virou polo lean, diz especialista

Eixo Anhanguera-Bandeirantes virou polo lean, diz especialista Eixo Anhanguera-Bandeirantes virou polo lean, diz especialista Robson Gouveia, gerente de projetos do Lean Institute Brasil, detalha como vem evoluindo a gestão em empresas da região O eixo Anhanguera

Leia mais

difusão de idéias Atenção ao olhar crítico dos professores

difusão de idéias Atenção ao olhar crítico dos professores Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias outubro/2008 página 1 Atenção ao olhar crítico dos professores Maria Malta Campos: Há uma enorme demanda reprimida por creches nas periferias das grandes cidades,

Leia mais

GEGIES. DESAFIOS E REFLEXÕES Sobre o Administrador e a Administração. Antonio VICO Mañas

GEGIES. DESAFIOS E REFLEXÕES Sobre o Administrador e a Administração. Antonio VICO Mañas GEGIES DESAFIOS E REFLEXÕES Sobre o Administrador e a Administração Antonio VICO Mañas Prever Coordenar ou Dirigir Organizar Controlar Prever Coordenar ou Dirigir Organizar Controlar Moral Satisfação Motivação

Leia mais

Síntese Usando o Conhecimento para o Desenvolvimento

Síntese Usando o Conhecimento para o Desenvolvimento Síntese Usando o Conhecimento para o Desenvolvimento A Experiência Brasileira Overview Using Knowledge for Development The Brazilian Experience As Sínteses constituem-se em excertos de publicações da OCDE.

Leia mais

RECONHECIDO INTERNACIONALMENTE

RECONHECIDO INTERNACIONALMENTE RECONHECIDO INTERNACIONALMENTE COACHING EDUCATION By José Roberto Marques Diretor Presidente - Instituto Brasileiro de Coaching Denominamos de Coaching Education a explicação, orientação e aproximação

Leia mais

CONVERSANDO SOBRE AS CARREIRAS JURÍDICAS

CONVERSANDO SOBRE AS CARREIRAS JURÍDICAS - SEPesq CONVERSANDO SOBRE AS CARREIRAS JURÍDICAS Voltaire de Freitas Michel Doutor em Direito Uniritter voltairemichel@hotmail.com Resumo: O projeto de extensão Conversando sobre as Carreiras Jurídicas

Leia mais

Carta dos Povos da Terra

Carta dos Povos da Terra Carta dos Povos da Terra Primeira Proposta Janeiro 2011 Para contribuir no debate e enriquecer esta proposta de Carta, pode se inscrever enviando um e-mail para carta@forums.rio20.net www.rio20.net Um

Leia mais

FÓRUM SOBRE CONHECIMENTO E APRENDIZADO PARA DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL E A REDUÇÃO DA POBREZA NO NORDESTE DO BRASIL.

FÓRUM SOBRE CONHECIMENTO E APRENDIZADO PARA DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL E A REDUÇÃO DA POBREZA NO NORDESTE DO BRASIL. FÓRUM SOBRE CONHECIMENTO E APRENDIZADO PARA DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL E A REDUÇÃO DA POBREZA NO NORDESTE DO BRASIL. Tema 4: A participação e o empoderamento das comunidades locais conduzem a uma

Leia mais

Senhoras e Senhores Deputados,

Senhoras e Senhores Deputados, DISCURSO PROFERIDO PELO DEPUTADO GERALDO RESENDE (PPS/MS), NA SESSÃO DA CÂMARA DOS DEPUTADOS, EM 13 / 04 / 2005. Senhor Presidente Senhoras e Senhores Deputados, A tragédia que se abate sobre os índios

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

DROGAS: legalizar ou não? Um grande desafio! RESUMO

DROGAS: legalizar ou não? Um grande desafio! RESUMO 40 DROGAS: legalizar ou não? Um grande desafio! Eduardo Barcaro Carnavali RESUMO O presente artigo tem o intuito de explanar acerca da discussão de um tema cujo debate é extremamente urgente e importante,

Leia mais

Case study. A bailarina do Mensalão: notas sobre criminal compliance. Davi Tangerino. 2014 Trench, Rossi e Watanabe Advogados

Case study. A bailarina do Mensalão: notas sobre criminal compliance. Davi Tangerino. 2014 Trench, Rossi e Watanabe Advogados Case study A bailarina do Mensalão: notas sobre criminal compliance. Davi Tangerino 2014 Trench, Rossi e Watanabe Advogados Quebra de dever de compliance no Mensalão 1. Lavagem in a nutshell origem da

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais