PREFEITURA MUNICIPAL DE VIANA Estado do Espírito Santo Gabinete da Prefeita 1

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1 1 LEI Nº /2006 Cria o Plano Diretor Municipal de Viana. A Prefeita Municipal de Viana,, no uso e gozo de suas atribuições legais, encaminha a Câmara Municipal, nos termos do artigo 182 da Constituição Federal, do capítulo III da Lei nº , de 10 de julho de Estatuto da Cidade e da Lei Orgânica Municipal, o seguinte Projeto de Lei. TÍTULO I DOS PRINCÍPIOS E OBJETIVOS DO PLANO DIRETOR Art. 1 - Em atendimento às disposições do Artigo 182 da Constituição Federal, do Capítulo III da Lei nº , de 10 de julho de Estatuto da Cidade - e da Secção II, Capítulo I, e da Lei Orgânica Municipal, deverá ser aprovado, nos termos da lei, o Plano Diretor Participativo do Município de Viana, devendo o mesmo ser observado pelos agentes públicos e privados do Município de Viana. Art. 2 - O Plano Diretor, abrangendo a totalidade do território, é o instrumento básico da política urbana do Município de Viana e integra o sistema de planejamento municipal, devendo o plano plurianual, a lei de diretrizes orçamentárias e a lei do orçamento municipal orientar-se pelos princípios fundamentais, objetivos gerais e ações estratégicas prioritárias nele contidas. Capítulo I Dos Princípios Fundamentais da Política Urbana Art. 3 - São princípios da Política Urbana: I - As funções socioambientais da cidade; II - A função socioambiental da propriedade; III - A gestão democrática da cidade. 1º - As funções sociais da cidade de Viana serão cumpridas quando atender as diretrizes da política urbana estabelecidas no artigo 2º da Lei Federal nº , de 10 de Julho de 2001, Estatuto da Cidade, das quais cabe ressaltar: I - A promoção da justiça social, mediante ações que visem à erradicação da pobreza e da exclusão social, da redução das desigualdades sociais e da segregação sócio-espacial; II - O direito à cidade, entendido como o direito à terra urbana, à moradia digna, ao saneamento ambiental, à infra-estrutura urbana, ao transporte e aos serviços públicos, ao trabalho e ao lazer, para as presentes e futuras gerações; III - O respeito, a proteção e preservação dos principais marcos da paisagem urbana e rural, da cultura e da memória social;

2 2 IV - O acesso ao lazer e a preservação e conservação do meio ambiente, assegurando a proteção dos ecossistemas e recursos ambientais existentes e garantindo para todos os habitantes um meio ambiente ecologicamente equilibrado; V - O desenvolvimento sustentável, promovendo a repartição equânime do produto social e dos benefícios alcançados, proporcionando um uso racional dos recursos naturais, para que estes estejam disponíveis às presentes e futuras gerações. 2º - A função social da propriedade é cumprida mediante o pleno desenvolvimento da sua função socioambiental. 3 - A propriedade cumpre sua função socioambiental quando: I - For utilizada em prol do bem coletivo, da segurança e do bem-estar dos cidadãos, bem como do equilíbrio ambiental; II - Atenda às exigências fundamentais deste Plano Diretor; III - Assegure o atendimento das necessidades dos cidadãos quanto à qualidade de vida, à justiça social, o acesso universal aos direitos sociais e ao desenvolvimento das atividades econômicas; IV - Garanta a compatibilidade do uso da propriedade com a infra-estrutura, com os equipamentos e os serviços públicos disponíveis; V Assegure a compatibilidade do uso da propriedade com a conservação dos recursos naturais, assegurando o desenvolvimento econômico e social sustentável do município; VI Garanta a compatibilidade do uso da propriedade com a segurança, o bem-estar e a saúde de seus usuários; VII Assegure o respeito ao interesse coletivo quanto aos limites, aos parâmetros de uso, de ocupação e de parcelamento do solo, estabelecidos nesta lei e na legislação dela decorrente. 4º - A gestão da cidade será democrática, incorporando a participação dos diferentes segmentos da sociedade em sua formulação, execução e acompanhamento, garantindo: I - A participação popular e a descentralização das ações e processos de tomada de decisões públicas em assuntos de interesses sociais; II - A participação popular nas definições de investimentos do orçamento público; III - O desenvolvimento sustentável; IV - O acesso público e irrestrito às informações e análises referentes à política territorial; V - A capacitação dos atores sociais para a participação no planejamento e gestão da cidade; VI - A participação popular na formulação, implementação, avaliação, monitoramento e revisão da política urbana. 5 - O município deverá dispor de legislações, políticas públicas e programas específicos voltados para a redução da desigualdade social, que objetivem: I - A garantia de condições dignas de habitabilidade para a população de baixa renda; II - O usufruto pleno da economia e da cultura, com a utilização dos recursos para o benefício de todos os habitantes utilizando critérios de equidade distributiva, complementaridade econômica, respeito à cultura e à sustentabilidade ecológica; III - A repartição dos ônus fiscais do modo mais justo possível considerando o princípio da capacidade contributiva.

3 3 Capítulo II - Dos Objetivos Gerais do Plano Diretor Art. 4 - São objetivos do Plano Diretor do Município de Viana: I - Ordenar o pleno desenvolvimento do Município no plano social, adequando a ocupação e o uso do solo urbano à função social da propriedade; II Melhorar a qualidade de vida urbana e rural, garantindo o bem-estar dos munícipes; III - Minimizar os impactos da fragmentação territorial; IV - Regularizar fundiária e urbanísticamente assentamentos ocupados por população de baixa renda; V - Ampliar e tornar mais eficiente o sistema de saneamento ambiental do município; VI - Proteger o patrimônio histórico, cultural, paisagístico e arqueológico do município; VII - Ampliar a capacidade de gestão urbana e ambiental do município; VIII - Possibilitar a manutenção da agricultura diversificada e familiar presente no município; IX - Garantir a mobilidade urbana e acessibilidade; X - Possibilitar o desenvolvimento econômico do município; XI Promover a estruturação de um sistema municipal de planejamento e gestão democratizado, descentralizado e integrado; XII - Promover a integração e a complementaridade das atividades urbanas e rurais; XIII - Promover a compatibilização da política urbana municipal com a metropolitana, a estadual e a federal; XIV - A ampliação da participação dos cidadãos na gestão urbana e rural. TÍTULO II DAS DIRETRIZES E AÇÕES ESTRATÉGICAS DAS POLÍTICAS PÚBLICAS Capítulo I Da Política de Habitação Art. 5 - A Política de Habitação do município de Viana deve estar articulada ao desenvolvimento social e à proteção do meio ambiente, visando à redução das desigualdades sociais e a melhoria da qualidade de vida da população. Art. 6 - São diretrizes da Política Municipal de Habitação: I - Garantir o acesso à terra urbanizada e à moradia, ampliando a oferta e melhorando as condições de habitabilidade da população de baixa renda; II - Estimular a produção de Habitação de Interesse Social HIS; III - Garantir a sustentabilidade social, econômica e ambiental nos programas habitacionais. IV - Promover a requalificação urbanística e regularização fundiária dos assentamentos habitacionais precários e irregulares; V - Assegurar o apoio e o suporte técnico às iniciativas individuais ou coletivas da população para produzir ou melhorar sua moradia;

4 4 VI - Impedir novas ocupações irregulares nas áreas urbanas e rurais; VII - Implementar programas de reabilitação física e ambiental nas áreas de risco; VIII - Garantir alternativas habitacionais para a população removida das áreas de risco ou decorrentes de programas de recuperação ambiental e intervenções urbanísticas; IX - Promover o tratamento urbanístico das áreas de risco, visando evitar novas situações de risco; X - Fortalecer os mecanismos e instâncias de participação com representantes do Poder Público, dos usuários e do setor produtivo na formulação e deliberação das políticas, na definição das prioridades e na implementação dos programas. Art. 7 - São ações estratégicas da Política Habitacional: I Elaborar e implementar o Plano Municipal de Habitação; II Elaborar e implementar o Plano Municipal de Regularização Fundiária. Art. 8 - O Poder Executivo Municipal de Viana deverá elaborar o Plano Municipal de Habitação, contendo no mínimo: I - Diagnóstico das condições de moradia no município; II - Identificação das demandas por unidades de planejamento, gestão e fiscalização e natureza das mesmas; III - Definição de metas de atendimento da demanda, com prazos, priorizando as zonas de qualificação e inter-relação metropolitana norte e sul; IV - Articulação com planos e programas metropolitanos, estaduais e federais. Capítulo II Da Política de Mobilidade Art. 9 - A Política de Mobilidade do município de Viana deve estar articulada ao desenvolvimento social e à proteção do meio ambiente, visando à redução das desigualdades sociais e a melhoria da qualidade de vida da população. Art São diretrizes da Política Municipal de Mobilidade: I - Priorizar a acessibilidade cidadã - pedestres, ciclistas, pessoas com necessidades especiais e mobilidade reduzida, assim como sobre o transporte motorizado de bens e pessoas; II - Priorizar o transporte coletivo sobre o individual; III - Melhorar a qualidade das calçadas e das travessias de pedestres sobre as rodovias federais e ferrovias; IV - Reduzir a necessidade de deslocamento, dos tempos de viagens e dos custos operacionais; V - Melhorar a fluidez do trânsito de bens e pessoas, da malha viária, dos sistemas de transportes e dos equipamentos de apoio, incluindo a implantação de centro de transbordo e da transferência de pessoas e bens;

5 5 VI - Considerar as questões de logística no sistema de mobilidade urbana e rural, garantindo a fluidez no transporte de cargas e mercadorias, visando o desenvolvimento econômico; VII - Articular o sistema de mobilidade municipal com o metropolitano, estadual e federal. Art São ações estratégicas da Política Municipal de Mobilidade: I - Elaborar e implementar o Plano Diretor de Mobilidade; II - Participar ativamente da regulação do serviço de transporte coletivo junto à CETURB-GV (Companhia de Transportes Urbanos da Grande Vitória); III - Readequar o sistema viário, considerando as demandas manifestas referentes à mobilidade; III Qualificar as calçadas e as travessias de pedestres sobre as rodovias federais e ferrovias, considerando as demandas manifestas referentes à mobilidade dos pedestres; IV Ampliar as vias paralelas às Rodovias Federais BR-262 e BR-101, permitindo melhor integração dos bairros e do sistema de carga e descarga das empresas lindeiras às rodovias; V - Ampliar e melhorar a pavimentação de vias nas áreas urbanas do município; VI - Elaborar transposições para transporte motorizado e pessoas, permitindo uma melhor integração entre os bairros; VII - Qualificar o sistema de transporte coletivo, bem como para o atendimento às pessoas com necessidades especiais; VIII - Minimizar o impacto de tráfego de passagem nas Rodovias Federais BR-262 e BR-101. Art O Plano Diretor de Mobilidade deverá tratar, no mínimo, do seguinte conteúdo: I - Matriz de origem e destino de mobilidade; II - Caracterização dos fluxos predominantes de pessoas e bens, identificando por intermédio da pesquisa de origem e destino: a) Principais regiões de origem e destino; b) Modos de circulação; c) Motivos das viagens; d) Horários e volumetrias das viagens. III - Identificação dos principais trechos de deseconomias de mobilidade: a) Acidentes de trânsito; b) Congestionamentos; c) Poluição sonora, atmosférica e visual. IV - Definição e implantação de um sistema de ciclovias no município. Capítulo III Da Política de Saneamento Ambiental Art São diretrizes da Política Municipal de Saneamento Ambiental:

6 6 I - Ampliar as medidas de saneamento básico para as áreas deficitárias, por meio da complementação e/ou ativação das redes coletoras de esgoto e de água; II - Investir prioritariamente no serviço de esgotamento sanitário que interrompam qualquer contato direto de todos os habitantes do município com os esgotos, no meio onde permanecem ou transitam; III - Complementar a rede coletora de águas pluviais e do sistema de drenagem nas áreas urbanizadas do território, de modo a minimizar a ocorrência de alagamentos; IV - Assegurar à população do município oferta domiciliar de água para consumo residencial e outros usos, em quantidade suficiente para atender as necessidades básicas e qualidade compatível com os padrões de potabilidade; V - Assegurar sistema de drenagem pluvial, por meio de sistemas físicos naturais e construídos, o escoamento das águas pluviais em toda a área ocupada do município, de modo a propiciar a recarga dos aqüíferos, a segurança e o conforto aos seus habitantes; VI - Promover a recuperação ambiental, revertendo os processos de degradação das condições físicas e biológicas do ambiente; VII Elaborar e implementar o sistema de gestão dos resíduos sólidos, garantindo a coleta seletiva de lixo e da reciclagem, bem como a redução da geração dos resíduos sólidos; VIII - Implementar programas de reabilitação das áreas de risco. Art São ações estratégicas da política de saneamento ambiental a elaboração e implementação do Plano Municipal de Saneamento Ambiental. Capítulo IV Da Política de Proteção do Patrimônio Histórico, Cultural, Paisagístico e Arqueológico Art A Política Municipal de Patrimônio Histórico, Cultural, Paisagístico e Arqueológico visa preservar e valorizar o patrimônio local de Viana, protegendo suas expressões material e imaterial, tomadas individual ou em conjunto, desde que portadoras de referência à identidade, à ação, ou à memória dos diferentes grupos da sociedade. 1º - Patrimônio material são todas as expressões e transformações de cunho histórico, artístico, arquitetônico, arqueológico paisagístico, urbanístico, científico e tecnológico, incluindo as obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais. 2º - Patrimônio imaterial são todos os conhecimentos e modos de criar, fazer e viver identificados como elementos pertencentes à cultura comunitária, tais como as festas, danças, o entretenimento, bem como as manifestações literárias, musicais, plásticas, cênicas, lúdicas, religiosas, entre outras práticas da vida social. Art São diretrizes da Política de Proteção do Patrimônio Histórico, Cultural, Paisagístico e Arqueológico: I - Tornar reconhecido pelos cidadãos o valor cultural do patrimônio; II - Garantir que o patrimônio arquitetônico tenha usos compatíveis com a edificação;

7 7 III - Desenvolver o potencial do município, em especial de Araçatiba, com base em seu patrimônio cultural e natural; IV - Estabelecer e consolidar a gestão participativa do patrimônio cultural de Araçatiba; V Fortalecer a cidadania cultural; VI - Inclusão cultural da população de baixa renda; VII - Compatibilizar o desenvolvimento econômico e social com a preservação da identidade cultural; VIII Estimular à preservação da diversidade cultural existente no município; IX - Estimular o uso, conservação e restauro do patrimônio histórico, cultural, paisagístico e arqueológico; X - Compatibilizar usos e atividades com a proteção do patrimônio histórico, cultural, paisagístico e arqueológico; XI - Adotar medidas de fiscalização ostensiva para controle das edificações de interesse de preservação. Art São ações estratégicas da Política de Proteção do Patrimônio Histórico, Cultural, Paisagístico e Arqueológico: I - Elaborar inventário do Patrimônio Histórico, Cultural, Paisagístico e Arqueológico e das Manifestações Culturais e Saberes Populares; II - Estabelecer critérios para o uso do entorno dos imóveis que fazem parte do patrimônio histórico, cultural e paisagístico. III - Elaborar o Plano de Proteção do Patrimônio Histórico, Cultural, Paisagístico e Arqueológico; IV - Promover a realização de convênios com a União e com o para a proteção do patrimônio histórico, cultural, paisagístico e arqueológico. Art O Executivo Municipal estabelecerá mediante lei específica o inventário dos bens municipais considerados de interesse do patrimônio histórico, cultural, paisagístico e arqueológico. Capítulo V Da Política de Desenvolvimento Econômico Art A Política de Desenvolvimento Econômico do município de Viana tem como diretriz estar articulada ao desenvolvimento social e à proteção do meio ambiente, visando à redução das desigualdades sociais e a melhoria da qualidade de vida da população. Art São ações estratégicas da Política de Desenvolvimento Econômico: I - Atrair e recuperar a atividade industrial, com ênfase nas micro, pequenas e médias empresas; II - Fortalecer as atividades comerciais, de qualquer porte e segmento, e os serviços de apoio à produção em geral;

8 8 III - Estimular o desenvolvimento e o adensamento das atividades econômicas na zona especial de dinamização econômica; IV - Aproveitar o potencial de grandes áreas para a localização de atividades econômicas; V - Estimular o associativismo e o empreendedorismo como alternativas para a geração de trabalho e renda; VI - Incentivar a articulação da economia local, à metropolitana, à regional e à nacional. VII - Fortalecer o segmento do turismo, explorando economicamente o potencial do território para esse fim. Seção I Da Política de Desenvolvimento do Turismo Art São diretrizes da Política de Desenvolvimento do Turismo: I - Consolidar novas modalidades do turismo; II - Implementar formas de articulação regional e metropolitana para atividades turísticas; III - Ampliar a infra-estrutura turística. Art São ações estratégicas da Política de Desenvolvimento do Turismo: I - Constituir sistema eficiente de informações turísticas; II - Promover e divulgar atividade turística do município; III - Capacitar recursos humanos para o desenvolvimento do turismo. Capítulo VI Da Política Municipal de Agricultura e Meio Ambiente Art A Política de Agricultura do município de Viana deve estar articulada ao desenvolvimento social e à proteção do meio ambiente. Art São diretrizes da Política Municipal de Agricultura: I - Garantir a permanência dos pequenos produtores; II - Elaborar programa e projetos de apoio ao pequeno produtor e a agricultura diversificada; III - Priorizar a diversificação da produção, explorando novos produtos; IV - Melhorar a produtividade visando ao maior retorno para o produtor e para a sociedade, objetivando a geração de renda e diminuição do impacto ambiental; V - Dispor de assistência técnica dos órgãos governamentais; VI - Buscar soluções técnicas que contemplem as características do Município; VII - Garantir aos produtores rurais melhorias na prestação dos serviços básicos de saúde, educação, transporte, lazer, comunicação, energia e circulação. Art São ações estratégicas da Política de Agricultura:

9 9 I Levantamento das produções; II - Promover parcerias para desenvolvimento de tecnologia e assistência técnica para os pequenos produtores; III - Fomentar práticas de atividades produtivas solidárias e associativas; IV Priorizar, além dos investimentos para os pequenos proprietários, práticas de cooperativas ou de associativismo; V - Promover capacitações a fim de favorecer a consolidação do agronegócio no município; VI - Elaborar estudos de vocação agrícola para cada comunidade. Art A Política de Meio Ambiente do município de Viana é entendida como um conjunto de diretrizes, instrumentos e mecanismos de política pública que orienta a gestão ambiental municipal, na perspectiva de fomentar o desenvolvimento sustentável, alicerçado na justiça social, no crescimento econômico e no equilíbrio ambiental. Art São diretrizes da Política Municipal de Meio Ambiente: I Realizar levantamento físico-territorial dos recursos naturais do município; II - Promover e assegurar o desenvolvimento sustentável e a elevação da qualidade do ambiente, conservando os ecossistemas naturais e construídos; III - Orientar os investimentos e as decisões que promovam a recuperação do ambiente degradado, natural e construído, em especial, nos locais onde haja ameaça à segurança humana; IV - Implementar, com base em critérios e parâmetros técnicos, o controle do ambiente construído e natural, promovendo as negociações dos agentes sócio-econômicos em torno da ocupação e uso do solo urbano; V - Controlar o uso e a ocupação de margens de cursos d água, áreas sujeitas à inundação, áreas de alta declividade e cabeceiras de drenagem; VI - Controlar o uso e a ocupação de margens das Rodovias Federais; VII - Ampliar as medidas de saneamento básico para as áreas deficitárias, por meio da complementação das redes coletoras de esgoto e água; VIII - Promover a criação de programas para a efetiva implantação das áreas verdes previstas em conjuntos habitacionais e loteamentos. IX - Promover a recuperação da produção e qualidade dos recursos hídricos do município, despoluindo-os e recuperando as matas ciliares; X - Controlar a retirada do uso da água do subsolo a fim de não comprometer a qualidade e a produção da água para futuras gerações. Art São ações estratégicas da Política de Meio Ambiente a elaboração e implementação do Plano Municipal de Meio Ambiente.

10 10 Capítulo VII Das Diretrizes Intersetoriais Art A política urbana, em conjunto com as demais políticas sociais e políticas agrícolas, deverá ser executada por todos os órgãos da Administração Municipal, observada a heterogeneidade e a desigualdade sócio-territorial, de forma descentralizada, na perspectiva da intersetorialidade, com o fim de promover a inclusão política, sócio-econômica, espacial e melhorar a qualidade de vida de todos os cidadãos. Art A gestão intersetorial das diversas políticas sociais observará as seguintes diretrizes: I - Articulação entre as várias políticas, com vistas à efetivação de processos de planejamento, controle social, monitoramento e avaliação de ações intersetoriais; II Elaboração, a partir das unidades de planejamento, gestão e fiscalização, de diagnósticos e planos locais com a participação da população; III Criação de mecanismos de participação popular e exercício da democracia direta em processos de decisão de ações intersetoriais; IV Fortalecimento dos espaços de articulação entre as diversas políticas públicas a partir do Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano e do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural. TÍTULO III - DO ORDENAMENTO TERRITORIAL Capítulo I Das Disposições Gerais Art São objetivos do ordenamento territorial do município de Viana: I - Atendimento à função social da propriedade, com a subordinação do uso e ocupação e parcelamento do solo ao interesse coletivo; II - Regular e controlar, qualificar ou coibir a ocupação do espaço urbano, compatibilizandoa com a capacidade de infra-estrutura, do sistema viário e com a proteção ao meio ambiente; III - Proteção ao meio ambiente e respeito aos recursos naturais e ao patrimônio cultural como condicionamento da ocupação do território; V - Reconhecimento das áreas de ocupação irregular, para efeito do planejamento urbano; VI - Estímulo à coexistência de usos e atividades de pequeno porte com o uso residencial, evitando-se segregação dos espaços e deslocamentos desnecessários. VII - Reconhecer a diversidade de produção agrícola existente no município; VIII - Apontar critérios para a regulação do sistema viário municipal. Capítulo II Do Perímetro Urbano Art O Perímetro Urbano do município de Viana passa a ser o seguinte:

11 11 I - Perímetro urbano 01 Poligonal Consolidada; II - Perímetro urbano 02 Poligonal Jucu; III Perímetro urbano 03 Poligonal Araçatiba. Art Os limites das poligonais definidas no artigo anterior estão delimitados no mapa 1 anexo 1 desta lei. Capítulo III Do Macrozoneamento Art O Macrozoneamento institui normas destinadas a regular o uso, a ocupação e o parcelamento do solo para cada uma das macrozonas em que se subdivide o território do município, tendo como objetivos: I - Fazer cumprir as funções sociais da cidade e da propriedade urbana, tendo em vista o estado da urbanização, das condições da infra-estrutura urbana e do sistema viário; II - Atribuir objetivos específicos de uso e ocupação do solo para as macrozonas; III - Fixar as regras fundamentais de ordenamento do território, definindo as áreas adensáveis e não adensáveis, controlando e direcionando o parcelamento do solo, de acordo com a capacidade de infra-estrutura, gestão da cidade e interesse coletivo; IV - A contenção da expansão da área urbana que acarrete degradação ambiental e exclusão sócio-territorial; V - A minimização dos custos de implantação, manutenção e otimização da infra-estrutura e serviços públicos essenciais. Art O Macrozoneamento subdivide o território do município de Viana na Macrozona Urbana e Macrozona Rural. 1 - A localização e limites das macrozonas de que trata este artigo são os constantes do Mapa 2 Anexo 2 desta lei. 2 - Não será permitido o parcelamento do solo para fins urbanos na Macrozona Rural. Capítulo IV Do Zoneamento da Macrozona Urbana Art A Macrozona Urbana corresponde às porções do território caracterizadas pela significativa presença do ambiente construído, a partir da diversidade das formas de uso e ocupação do solo e se subdivide nas seguintes zonas: I - Zona de qualificação urbana e inter-relação metropolitana norte - ZQUIM-Norte; II - Zona de qualificação urbana e inter-relação metropolitana sul ZQUIM-Sul; III - Zona urbana consolidada centro - ZUCC; IV - Zona de consolidação urbana Jucu - ZCUJ;

12 12 V - Zona de consolidação urbana Araçatiba - ZCUA Parágrafo único - A localização e limites das zonas de que trata este artigo são os constantes do Mapa 3 Anexo 3 desta lei. Seção I Zona de qualificação e inter-relação metropolitana norte Art A Zona de qualificação e inter-relação metropolitana Norte - ZQUIM-Norte, caracteriza-se pela forte relação com a Região Metropolitana da Grande Vitória, elevada densidade populacional, existência de áreas com carência de infra-estrutura e saneamento ambiental, bem como concentração de áreas irregulares, de risco e de fragilidade ambiental ocupadas. Art São objetivos da Zona de qualificação e inter-relação metropolitana Norte ZEQUIM- Norte: I - Qualificar a ocupação existente; II - Restringir a expansão urbana até que se qualifique a ocupação existente; III - Promover a regularização urbanística e fundiária de áreas ocupadas por população de baixa renda; IV - Garantir a mobilidade a pé e veicular; V - Assegurar a integração entre os bairros e com as demais zonas estabelecidas neste Plano Diretor; VI - Promover a construção de pontos de transposição entre os bairros a partir dos mapas de conflitos viários; VII - Ampliação e melhoria da qualidade da vias paralelas às Rodovias Federais BR-262 e BR-101. Art São Parâmetros da ZEQUIM- Norte: I - Taxa de ocupação: 70% II - Taxa de permeabilidade: 10% III - Altura máxima de edificações: 15m IV - Tamanho mínimo de lote: 200m V - Testada mínima do lote: 7m Art Deverão ser aplicados na Zona de qualificação e inter-relação metropolitana Norte ZEQUIM- Norte, principalmente, os seguintes instrumentos: I - Parcelamento, Edificação e Utilização Compulsórios; II - IPTU Progressivo no Tempo e III - Desapropriação mediante Pagamento por Títulos da Divida Pública; IV - Direito de Preempção; V - Direito de Superfície;

13 13 VI - Consórcio Imobiliário; VII - Estudo de Impacto Vizinhança; VIII - Zona Especial de Interesse Social -ZEIS; IX - Instrumentos de regularização fundiária. Seção II Zona de qualificação e inter-relação metropolitana - Sul Art A Zona de qualificação e inter-relação metropolitana - Sul, caracteriza-se por ter forte relação com a Região Metropolitana da Grande Vitória, concentração populacional e de empresas e indústrias de grande porte e de áreas com carência de infra-estrutura e saneamento ambiental, bem como ocorrência de áreas irregulares, de risco e de fragilidade ambiental ocupadas. Art São objetivos da Zona de qualificação e inter-relação metropolitana Sul ZEQUIM - Sul: I - Qualificar a ocupação existente; II - Restringir a expansão urbana até que se qualifique a ocupação existente; III - Estancar a produção de novos loteamentos; IV - Promover a regularização urbanística e fundiária de áreas ocupadas por população de baixa renda; V - Garantir a mobilidade a pé e veicular; VI - Assegurar a integração entre os bairros e com as demais zonas estabelecidas nesse Plano Diretor; VII - Promover a construção de pontos de transposição entre os bairros a partir dos mapas de conflitos viários; VIII - Ampliação e melhoria da qualidade da vias paralelas às Rodovias Federais BR-262 e BR-101. Art São Parâmetros da ZEQUIM - Sul: I - Taxa de ocupação: 70% II - Taxa de permeabilidade: 10% III - Altura máxima de edificações: 15m IV - Tamanho mínimo de lote: 200m V - Testada mínima do lote: 7m Art Deverão ser aplicados na Zona de qualificação e inter-relação metropolitana Sul ZEQUIM - Sul, principalmente, os seguintes instrumentos: I - Parcelamento, Edificação e Utilização Compulsórios; II - IPTU Progressivo no Tempo e

14 14 III - Desapropriação mediante Pagamento por Títulos da Divida Pública; IV - Direito de Preempção; V - Direito de Superfície; VI - Consórcio Imobiliário; VII - Estudo de Impacto Vizinhança; VIII - Zona Especial de Interesse Social -ZEIS; IX - Instrumentos de regularização fundiária. Seção III Zona Urbana Consolidada Centro - ZUC Art A Zona Urbana Consolidada - Centro - ZUC, caracteriza-se por ter uma ocupação construtiva e populacional rarefeita, uma estrutura urbana consolidada com carência de saneamento ambiental, áreas irregulares e pequena ocorrência de ocupação de áreas de risco. Art São objetivos da Zona Urbana Consolidada - Centro ZUC: I - Consolidar a zona como sede de Viana e representativa da identidade do município; II - Potencializar maior integração com as outras zonas do município estabelecidas neste Plano Diretor; III - Promover atividades de serviços e apoio ao turismo; IV - Incentivar o uso comercial e de serviços de alcance municipal; V- Priorizar a implantação de novos loteamentos em relação às demais zonas estabelecidas no Plano Diretor; VI - Incentivar a ocupação das áreas lindeiras à Rodovia Federal BR-262 com atividades de serviços. Art São parâmetros da ZUC: I - Taxa de ocupação: 70% II - Taxa de permeabilidade: 10% III - Altura máxima de edificações: 15m IV - Tamanho mínimo de lote: 250m V - Testada mínima do lote: 10m Art Deverão ser aplicados na Zona Urbana Consolidada - ZUC, principalmente, os seguintes instrumentos: I - Parcelamento, Edificação e Utilização Compulsórios; II - IPTU Progressivo no Tempo e III - Desapropriação mediante Pagamento por Títulos da Dívida Pública;

15 15 IV - Direito de Preempção; V - Direito de Superfície; VI - Consórcio Imobiliário; VII - Estudo de Impacto Vizinhança; VIII - ZEIS Zona Especial de Interesse Social; IX - Instrumentos de regularização fundiária. Seção IV Zona de Consolidação Urbana - Jucu Art A Zona de Consolidação Urbana Jucu - ZCUJ, caracteriza-se por ser uma ocupação de baixa densidade construtiva e populacional, por ter uma estrutura urbana fragmentada voltada à Rodovia Federal BR 101, pela carência de saneamento ambiental, existência de ocupação irregular e pequena ocorrência de ocupações em áreas de risco. Art São objetivos da Zona de Consolidação Urbana - Jucu: I - Estruturar urbanisticamente a ocupação existente; II - Regularizar as áreas ocupadas por população de baixa renda. Art São parâmetros da ZCUJ: I - Taxa de ocupação: 60% II - Taxa de permeabilidade: 20% III - Altura máxima de edificações: 9m IV - Tamanho mínimo de lote: 300m V - Testada mínima do lote: 10m Art Deverão ser aplicados na Zona de Consolidação Urbana - Jucu - ZCUJ, principalmente, os seguintes instrumentos: I - Zonas Especiais de Interesse Social; II - Instrumentos de Regularização Fundiária; III - Direito de Preempção; IV - Direito de Superfície; V - Estudo de Impacto de Vizinhança; VI - Estudo de Impacto Ambiental.

16 16 Seção V - Zona de Consolidação Urbana Araçatiba ZCUA Art A zona especial de consolidação urbana - Araçatiba ZCUA, caracteriza-se por ser uma ocupação urbana isolada, com características de ocupaçao urbano - rurais, de baixa densidade populacional, com existência de áreas irregulares. Art São objetivos da zona especial de consolidação urbana - Araçatiba ZCUA: I - Preservar a ocupação histórica de remanescente de quilombos de Araçatiba; II - Garantir a implantação de infra-estrutura e equipamentos públicos e comunitários; III - Reconhecer a identidade e a importância histórica da ocupação de Araçatiba; IV Reconhecê-la como zona sujeita a políticas públicas municipais específicas. Art São parâmetros da ZCUA: I - Taxa de ocupação: 80% II - Taxa de permeabilidade: 10% III - Altura máxima de edificações: 9m IV - Tamanho mínimo de lote: 200m V - Testada mínima do lote: 7m Parágrafo único - Não serão permitidos novos parcelamentos do solo até que o Plano de Urbanização das ZEIS 3 seja criado. Art Deverão ser aplicados na Zona de Consolidação Urbana - Araçatiba - ZCUA, principalmente, os seguintes instrumentos: I - Zonas Especiais de Interesse Social; II - Instrumentos de Regularização Fundiária; III - Direito de Preempção; IV - Direito de Superfície; V - Estudo de Impacto de Vizinhança; VI - Estudo de Impacto Ambiental. Capítulo V Das Zonas Especiais Art As Zonas Especiais compreendem áreas do território que exigem tratamento especial na definição de parâmetros reguladores de usos e ocupação do solo, sobrepondo-se ao zoneamento, e classificam-se em: I - Zonas Especiais de Interesse Social ZEIS; II - Zona Especial de Dinamização Econômica; III - Zona Especial Penitenciária.

17 17 Seção I - Zonas Especiais de Interesse Social - ZEIS Art As Zonas Especiais de Interesse Social se subdividem nas seguintes categorias: I - Zonas Especiais de Interesse Social 1 - ZEIS 1; II - Zonas Especiais de Interesse Social 2 - ZEIS 2; III - Zonas Especiais de Interesse Social 3 - ZEIS 3; IV - Zonas Especiais de Interesse Social 4 - ZEIS 4. Art As Zonas Especiais de Interesse Social 1 - ZEIS 1 são compostas por assentamentos irregulares com ocupação desordenada, em áreas públicas ou particulares, constituídos por população de baixa renda, precários do ponto de vista urbanístico e habitacional, destinados à regularização fundiária e urbanística. Parágrafo único - A localização e limites das zonas especiais de interesse social de que trata este artigo são os constantes do mapa 4 anexo 4 desta lei. Art São objetivos das Zonas Especiais de Interesse Social 1 - ZEIS 1: I - Efetivar o cumprimento das funções sociais da cidade e da propriedade urbana; II - Promover a regularização urbanística e fundiária dos assentamentos ocupados pela população de baixa renda; III - Eliminar os riscos decorrentes de ocupações em áreas inadequadas; IV - Ampliar a oferta de infra-estrutura urbana e equipamentos comunitários garantindo a qualidade ambiental aos seus habitantes; V - Promover o desenvolvimento humano dos seus ocupantes. Art Deverão ser aplicados nas Zonas Especiais de Interesse Social 1 - ZEIS 1, principalmente, os seguintes instrumentos: I - Concessão de Uso Especial para fins de Moradia; II - Usucapião Especial de Imóvel Urbano; III - Concessão de Direito Real de Uso; IV - Autorização de Uso; V - Cessão de Posse; VI - Plano Integrado de Urbanização; VII - Assistência técnica e jurídica gratuita; VIII - Direito de Superfície; IX - Direito de Preempção. Art As Zonas Especiais de Interesse Social 2 - ZEIS 2 são compostas por loteamentos clandestinos ou irregulares e conjuntos habitacionais precários, públicos ou privados, que

18 18 estejam parcialmente urbanizados, ocupados por população de baixa renda, destinados à regularização fundiária e urbanística. Art São objetivos das Zonas Especiais de Interesse Social 2 - ZEIS 2: I - Efetivar o cumprimento das funções sociais da cidade e da propriedade urbana; II - Promover a regularização urbanística e fundiária dos loteamentos clandestinos e irregulares e conjuntos habitacionais ocupados pela população de baixa renda; III - Eliminar os riscos decorrentes de ocupações em áreas inadequadas; IV - Ampliar a oferta de infra-estrutura urbana e equipamentos comunitários garantindo a qualidade ambiental aos seus habitantes; V - Promover o desenvolvimento humano dos seus ocupantes. Art Deverão ser aplicados nas Zonas Especiais de Interesse Social 2 - ZEIS 2, principalmente, os seguintes instrumentos: I - Concessão de Uso Especial para fins de moradia; II - Usucapião Especial de Imóvel Urbano; III - Concessão de Direito Real de Uso; IV - Autorização de Uso; V - Cessão de Posse; VI - Plano Integrado de Urbanização; VII - Assistência Técnica e Jurídica Gratuita; VIII - Direito de Superfície; IX - Direito de Preempção. Art A Zona Especial de Interesse Social 3 ZEIS 3 é composta por áreas de ocupação remanescente de quilombo. Parágrafo único - A localização e limites das zonas especiais de interesse social de que trata este artigo são os constantes do mapa 5 anexo 5 desta lei. Art São objetivos da Zona Especial de Interesse Social 3 ZEIS 3: I - Reconhecer o direito dos ocupantes de terras remanescentes de quilombo à permanência e regularização fundiária das terras que ocupam; II - A manutenção das características culturais e históricas existentes; III - Recuperação dos valores e práticas culturais; IV - Valorizar a ocupação quilombola e seus elementos em escala municipal, estadual e nacional. Art Deverão ser aplicados na Zona Especial de Interesse Social 3 ZEIS 3, principalmente, os seguintes instrumentos:

19 19 I - Direito de Preempção; II - Direito de Superfície; III - Consórcio Imobiliário IV - Instrumentos de Regularização Fundiária; V - Estudo de Impacto de Vizinhança; VI - Estudo de Impacto Ambiental. Art As Zonas Especiais de Interesse Social 4 - ZEIS 4 são compostas de áreas dotadas de infra-estrutura com concentração de terrenos não edificados ou imóveis subutilizados ou não utilizados, devendo ser destinados à implementação de empreendimentos habitacionais de interesse social e empreendimentos habitacionais do mercado popular. Parágrafo único - A localização e limites das zonas especiais de interesse social de que trata este artigo só poderão ser definidas em áreas sem fragilidade ambiental e com boas condições de infra-estrutura urbana quanto ao abastecimento de água, coleta de esgoto, drenagem urbana e mobilidade e serão definidas em projeto de lei específico. Art São objetivos das Zonas Especiais de Interesse Social 4 - ZEIS 4: I - Ampliar a oferta de moradia para a população de baixa renda; II - Combater o déficit habitacional do município de Viana; III - Induzir os proprietários de terrenos vazios a investir em programas habitacionais de interesse social. Art Deverão ser aplicados nas Zonas Especiais de Interesse Social 4 - ZEIS 4, principalmente, os seguintes instrumentos: I - Parcelamento, edificação e utilização compulsórios; II - Imposto Predial e Territorial Urbano progressivo no tempo; III - Desapropriação para fins de reforma urbana; IV - Consórcio imobiliário; V - Direito de preempção; VI - Direito de superfície. Seção II Zonas Especiais de Dinamização Econômica - ZEDE Art As Zonas Especiais de Dinamização Econômica - ZEDE são áreas de concentração de atividades econômicas industriais e de serviços, principalmente do ramo logístico ao longo das Rodovias Federais BR-101 e BR-262.

20 20 Art As Zonas Especiais de Dinamização Econômica - ZEDE se subdividem em: I - Zona Especial de Dinamização Econômica 1 - ZEDE 1; II - Zona Especial de Dinamização Econômica 2 - ZEDE 2; III Zona Especial de Dinamização Econômica 3 - ZEDE 3. Parágrafo único - A localização e limites das zonas de que trata este artigo são os constantes do Mapa 6 Anexo 6 desta lei. Art São objetivos das Zonas Especiais de Dinamização Econômica - ZEDE: I - Promover a ocupação e desenvolvimento industrial e de serviços logísticos; II - Regular o parcelamento do solo industrial; III - Estabelecer critérios para ocupação territorial das áreas industriais. Art São parâmetros da ZEDE 1: I - Taxa de ocupação: 70% II - Taxa de permeabilidade: 10% III - Tamanho mínimo de lote: 1000m IV - Testada mínima do lote: 30m Art São parâmetros da ZEDE 2: I - Taxa de ocupação: 70% II - Taxa de permeabilidade: 10% III - Tamanho mínimo de lote: 500m IV - Testada mínima do lote: 30m 1 - Fica vedado o uso industrial e de empresas de logística, há exceção de plantas industriais já instaladas na ZEDE Serão instaladas preferencialmente na ZEDE 2 comércios e serviços ligados ao turismo. Art São parâmetros da ZEDE 3: I - Taxa de ocupação: 70% II - Taxa de permeabilidade: 10% III - Tamanho mínimo de lote: 5000m IV - Testada mínima do lote: 50m Art Deverão ser aplicados nas Zonas Especiais de Dinamização Econômica - ZEDE, principalmente, os seguintes instrumentos:

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