O TURISMO EM TERESINA E AS NOVAS TENDÊNCIAS DAS AGÊNCIAS DE VIAGENS RESUMO

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1 O TURISMO EM TERESINA E AS NOVAS TENDÊNCIAS DAS AGÊNCIAS DE VIAGENS RESUMO Fernanda Scarcela Muniz Lívia Pires Natasha Cunha Este artigo tem por finalidade analisar sobre as novas tendências das agências de viagens e turismo de Teresina e seu mercado, bem como disponibilizar subsídios e contribuir para o desenvolvimento e crescimento do turismo e das agências de turismo em Teresina. Para tanto, os objetivos foram formulados na intenção de analisar as agências de Turismo de Teresina, assim como, discutir e identificar as características do mercado de turismo e suas agências e da oferta disponível em Teresina/PI. A metodologia utilizada foi a pesquisa bibliográfica. Palavras-chave: Turismo agências de viagens Teresina/PI ABSTRACT This article has for purpose to analyze on the new trends of the travel agencies and tourism of Teresina and its market, as well as disponibilizar subsidies and contributing for the development and growth of the tourism and the travel agencies in Teresina. For in such a way, the objectives had been formulated in the intention to analyze the travel agencies of Teresina, as well as, to argue and to identify to the characteristics of the tourism market and its agencies and of offers available in Teresina/PI. The used methodology was the bibliographical research. Key-Word: Tourism - travel agencies - Teresina/PI INTRODUÇÃO A marca característica do turismo, ou seja, desse movimento que inclui deslocamento, alojamento e alimentação, é a provisoriedade: o turista não se desloca para mudar, em definitivo, o centro de suas atividades; vai já certo de seu retorno. A partida turística não caracteriza migração, mas o princípio de uma jornada de um trajeto que tem em seu ponto de partida, também o seu ponto de chegada.

2 2 Assim, essencialmente, o espaço de trabalho da agência, assim como do agente, de turismo é o interregno entre a partida e a chegada, no mesmo ponto, ou seja, a viagem é o seu objeto de atuação. As agências de turismo e viagens são empresas constituídas com o objetivo de realizar negócios neste amplo setor social e econômico que é o turismo, constituído, em seu aspecto central, pelo deslocamento de pessoas, seu alojamento e alimentação nos locais pelos quais jornadeiam. As agências ou, querendo, os agentes, são a parte principal do turismo: sua cara, sua alma, sua espinha dorsal. Este artigo tem por finalidade realizar uma pesquisa bibliográfica sobre as novas tendências das agências de viagens e turismo de Teresina e seu mercado, bem como disponibilizar subsídios e contribuir para o desenvolvimento e crescimento do turismo e das agências de turismo em Teresina. Para tanto, os objetivos foram formulados na intenção de analisar as agências de Turismo de Teresina, assim como, discutir e identificar as características do mercado de turismo e suas agências e da oferta disponível em Teresina/PI. 1 TURISMO: CONCEiTOS E CARACTERÍSTICAS Há tempos, o Turismo é uma das maiores fontes de divisas de países ricos e influentes como Estados Unidos, Inglaterra e França, para citar apenas alguns além da Espanha e praticamente a única de muitos países do Caribe. Além de gerar dividendos em larga escala, difunde a cultura e a história dos povos, interna e externamente, e gera em torno de si um círculo virtuoso, que multiplica aliados, amigos e negócios. No entanto, definir turismo é uma matéria bastante controversa, pois, mesmo se relacionando com viagens, nem todas podem ser entendidas como turismo, pois, para alguns autores, somente o deslocamento voluntário e temporário pode ser entendido como turismo. Ademais, esse fenômeno de deslocamento voluntário e temporário deve ser visto e estudado com muita atenção para que não ocorram choques culturais, naturais, políticos, sociais e econômicos nos centros receptores.

3 3 Neste contexto, segundo lgnarra (2001, p. 23) a Organização Mundial do Turismo - OMT define turismo como o deslocamento para fora do local de residência por período superior a 24 horas e inferior a 60 dias motivados por razões nãoeconômicas. Segundo a EMBRATUR (em uma visão completamente econômica), turismo é: a atividade econômica representada pelo conjunto de transações turísticas (comprae venda de bens e serviços). Este segundo conceito, se refere mais a parte econômica, pois enfoca somente a parte relacionada às transações entre a oferta e a demanda, que formam o mercado turístico. Já o conceito da OMT, enfatiza a questão do deslocamento dos indivíduos. Deslocamento esse que deve ser voluntário e temporário, pois o individuo tem que ter motivação para se deslocar e deve ter um tempo pré estabelecido, tempo esse que tem que ser superior a 24 horas, ou seja, tem que efetuar pernoite, e ainda assevera um fator muito importante: o de que o turista não deve exercer nenhuma atividade remunerada no centro receptor, pois, indo a negócios o indivíduo irá retirar divisas do local e não deixá-las. Entretanto, nos muitos tipos de turismo existente, existe o chamado turismo de negócios que é aquele aonde o turista vai a trabalho e mesmo assim efetua gastos significativos no local visitado, sendo, por isso, considerado turista. Sobre o assunto, Ignarra (2001) afirma que: Quando o visitante pernoita em uma localidade turística ele é considerado excursionista. Aquele que viaja e permanece menos de 24 horas em localidade que não seja a de sua residência fixa ou habitual, com as mesmas finalidades que caracterizam os turistas, mas sem pernoitar nesse local visitado, é considerado excursionista ou turista de um dia. (IGNARRA,2001, P. 25). Andrade (1998), define turismo como: o Complexo de atividades e serviços relacionados aos deslocamentos. transportes, alojamentos, alimentação, circulação de produtos típicos, atividades relacionadas aos movimentos culturais, visitas, lazer e entretenimento. (ANDRADE, 1998, p. 10). No conceito acima se nota o aparecimento de outro tópico importante, que são atividades que compõem o turismo, pois o fenômeno turístico não poderia acontecer se não houvesse outros serviços para auxiliá-lo.

4 4 Assim, ignarra (2001) apresenta uma definição que traduz as varias definições até aqui apresentadas, pois trata o turismo como sendo: uma atividade sócio-econômica que envolve deslocamentos que têm os mais diversos motivos, onde o turista permanece por um período superior a 24 horas e realiza gastos no local visitado, movimentando uma grande cadeia produtiva, adquirindo e aprendendo os costumes e tradiçôes da população local, alem de haver uma grande segmentação para diferentes motivações voluntárias. (IGNARRA, 2001, p. 27). De acordo com os conceitos listados até aqui, pode-se afirmar, que assim como o turismo é de extrema importância para quem viaja, ele também é para quem trabalha direta ou indiretamente com ele, produzindo vários efeitos, tanto negativos como positivos. 1.2 O Surgimento do Turismo no Mundo Pode-se afirmar que o turismo nasceu com a necessidade que o homem teve de se deslocar, nos primórdios da humanidade, em busca de alimentação e melhores lugares para viver, bem como do comércio com outros povos. De acordo com Mclntosh, citado por lgnarra (2001, p. 15), o turismo deve ter surgido com os babilônios por volta de 4000 a. C. Por toda a história da nossa civilização, foram surgindo condições e necessidades que propiciaram o incremento do turismo, como por exemplo, no início da Idade Média quando as famílias nobres mandavam seus filhos para estudarem nos grandes centros culturais, as grandes navegações, o advento das ferrovias e a eclosão da Revolução Industrial. Até mesmo o surgimento de novos recursos de engenharia e arquitetura, foram importantes, pois revolucionaram a construção civil e, portanto o setor hoteleiro (RODRIGUES, 1997). Essas novas tecnologias proporcionaram a intensificação do capitalismo industrial a partir do século XIX, principalmente na Europa e na América do Norte, fazendo com que a classe trabalhadora, através de seus movimentos sociais, conquistasse um tempo livre maior, o que teria refletido diretamente na multiplicação

5 5 e diversificação das atividades de recreação, tendo sido também expropriado pela sociedade de consumo de massa, que criou novas necessidades. O turismo, com características mais atuais, teria surgido na Europa em pleno século XIX. Segundo Ignarra (2001), o inglês Thomas Cook teria sido um dos principais percussores do turismo na modernidade, pois: Em 1941, [.3 organizaou uma viagem de trem para 570 passageiros entre as cidades de Leicester e Lougboroung, na Inglaterra. A viagem foi um sucesso e a empresa de Tomas Cook passou a organizar excursões para a parte continental da Europa e, porteriormente, até excursões para os Estados Unidos[.3. (IGNARRA, 2001, p. 18). Com isso, o turismo realizado em grupos e de maneira organizada se tornou moda na Europa O Turismo no Brasil: Evolução Histórica Pode-se afirmar que a história do turismo em nosso país surge com o seu descobrimento, com as primeiras expedições marítimas de Américo Vespúcio, Gaspar Lemos, Fernando de Noronha e tantos outros além dos portugueses, como espanhóis, holandeses, franceses e ingleses. Durante os séculos do período colonial, o fluxo de pessoas que se deslocavam rumo ao Brasil, principalmente para o Rio de Janeiro eram provenientes do continente europeu, em decorrência dos processos institucionalizados ou não pela metrópole portuguesa, com a finalidade de ocupar, explorar e defender a colônia, sendo na grande maioria dos casos de migrantes. Os deslocamentos internos no país eram poucos e arriscados, pois praticamente não havia acesso ou ligação entre os vários locais ocupados e os pontos considerados estratégicos de colonização. Outro fator que minimizava os deslocamentos internos era a quase inexistência de famílias dispersas pelo Brasil, com exceção dos escravos, não havendo, portanto deslocamentos motivados para visitas a familiares. Além disso, como não existiam locais de peregrinação, nem a cultura dos santuários nas terras recentemente descobertas, como o Brasil, as viagens por motivações religiosas eram também praticamente inexistentes.

6 6 A pequena elite, composta basicamente de proprietários rurais adquiriu, devido às ligações comerciais com a metrópole portuguesa, valores culturais importados do Velho Continente. Por isso quando viajavam, o destino era sempre o mesmo: A Europa. Não havendo deslocamentos turísticos no interior do território brasileiro, pois a população de nativos, escravos e migrantes, com raríssimas exceções, não tinha a mínima condição que lhes permitisse gastos além dos essenciais à sua subsistência, impossibilitando qualquer gasto com lazer e, portanto com turismo. Antes da chegada da família real no Brasil, as únicas formas de viagens próximas do conceito turístico eram aquelas realizadas por estudiosos e artistas (naturalistas, pintores, etc.), como a citada por Ignarra (2001): Um marco importante na nossa história está relacionado com a famosa expedição de Von Humboldt. O naturalista alemão empreendeu longa viagem por grande parte do território brasileiro, pesquisando a flora brasrleira. Tratava-se da primeira grande viagem de ecoturismo empreendida em nosso pais. (IGNARRA, 2001, p. 20). Assim, esses viajantes se interessavam em conhecer áreas do interior brasileiro ainda inexploradas, geralmente para o estudo da fauna e da flora e de paisagens notáveis, merecendo pouco tempo deles as áreas mais urbanizadas. As viagens e os deslocamentos que poderiam ser semelhantes ao turismo só ocorreram no Brasil a partir do século XIX, já. nos moldes do que acontecia em áreas da Europa, como resultado da nova ordem social e econômica que surgia. 2 AS AGÊNCIAS DE VIAGENS 2.1 Histórico De acordo com a Associação Brasileira de Agências de Viagens ABAV, até chegarem ao que são hoje, as agências de viagens passaram por uma série de transformações. Não é exagero afirmar que o conceito de viajara foi lapidado, desde o início, pelas mãos desses profissionais. (ABAV, 2005). No início do Século XX, quando a aviação comercial ainda não existia, já estavam estabelecidas no Brasil dkíersas empresas, que se dedicavam à venda de passagens de navios então o grande meio de transporte e também a fazer

7 7 câmbio, para atender principalmente s estrangeiros que desembarcavam no País, ou as pessoas de maior poder aquisitivo que viajavam para o exterior, basicamente para a Europa. Foi assim com a Miller, de São Paulo. Em 1904, Charles Mi/ler, o introdutor do futebol no Brasil, assumiu a empresa que havia sido fundada por seu tio em 1880; a empresa passa a ostentar o seu sobrenome e a representar a Royal Mali Lines (conhecida como Mala Real Inglesa), cujos navios levaram muitos brasileiros para a Europa e trouxeram muitos imigrantes para o Brasil. Na mesma época, no Rio de Janeiro, ingressava no setor a família Cine/li, precisamente em 11 de setembro de No Rio de Janeiro, então capifal do país, ficaram famosas as casas, como eram chamadas as empresas que se dedicavam a esse tipo de comércio. A Casa Aliança foi fundada em 1911; da mesma época é a Casa Bernardo, que pertenceu ao pai de Camilo Kahn, um dos fundadores da Associação Brasileira de Agências de Viagens ABAV. (ABAV, 2005). Também em 1911 foi fundada em São Paulo a Martinelil. Na segunda década do século 20 instalou-se no Brasil a Expresso internacional, que ficou famosa, fez escola e passou a ser conhecida pelo seu endereço telegráfico: Exprinter. Em Santos, litoral paulista, a Casa Branco foi criada em Antes mesmo dessa época, contudo, precisamente em 1838, Manoel José do Conde, em Salvador, abriu uma empresa dedicada à importação (bacalhau e outros tipos de alimentos) e exportação (cacau e fumo principalmente). Com o desenvolvimento dos negócios, começou a representar a companhia marítima Lloyd Real Holandês, passando a se dedicar à venda e apoio para cargas e passageiros. Como se vê, o conceito de viagens e turismo, como conhecido hoje, ainda não existia no Brasil. Mas desde o início já havia o embrião do que viriam a ser os agentes de viagens da atualidade. (SALES, 2004). Assim, de acordo com Saies (2Õ04): No final dos anos 20 do século passado começa a se formar a aviação comercial. No Rio Grande do Sul são criadas, quase que ao mesmo tempo, a Sindicato Condor, de origem alemã, e a Varig. Os primeiros vôos comerciais levavam basicamente cargas e as maias postais (correio). Viajar de avião, ou melhor, de hidroavião, era sinônimo de aventura e poucos ainda se arriscavam. Para se ter uma idéia, a Varig fechou o ano

8 8 de 1927 tendo transportado 652 passageiros, em 85 viagens e 210 horas de vôo. (SALES, 2004, p23) Em 1930 chegou ao Brasil o primeiro dos dirigíveis, que passaram a ser conhecidos simplesmente por Zeppelin, nome de um deles. Eram a grande sensação, pois ligavam o Brasil à Europa em a5enas quatro dias, muito mais rápido, portanto, que os navios que cruzavam o Atlântico. Essa evolução da aviação comercial foi muito rápida se comparada ao início aventureiro e à própria invenção do avião. Agora, além do transporte terrestre (ferroviário) e marítimo, os primeiros agentes de viagens passaram a vender também passagens aéreas. Os anúncios da Exprínter, por exemplo, nos anos 30 deixam clara a coexistência de transportadoras, de qualquer segmento, e das agências de viagens, responsáveis pela venda. O desenvolvimento dos transportes e a melhoria da infra-estrutura à disposição dos turistas, além do incentivo para a abertura de novas agências de viagens, gerou também a necessidade destas se organizarem. De acordo com a ABAV (2005), nos anos 40, Umberto Stramandinoli, Guilherme Meilechi e Luis Amâncio Tarquínio de Souza, entre outros profissionais, já discutiam informalmente a necessidade de formação de uma entidade que congregasse os agentes de viagens. Oficialmente, contudo, nada aconteceu até 18 março de 1953, quando sob a liderança de Stramandinoli foi criada a Associação Brasileira de Turismo (ABT), que deveria reunir também hoteleiros, empresas de navegação aérea e marítima, transportadoras terrestres e casas de diversão não prosperou A Associação Brasileira de Agências de Viagens Há cinqüenta anos, época em que se contava nos dedos o número de agentes de viagens atuando no País, 15 categorias decidiram unir suas forças para defender seus interesses no mercado de turismo. Nascia a Associação Brasileira de Agencias de Viagens (ABAV). Desde então, muita coisa mudou no cenário do turismo nacional e, com o crescimento da profissionalização do setor, as atividades turísticas consolidaram posição de destaque na economia do país sendo responsável por grande parte dos postos de emprego e parcela significativa do PIB nacional.

9 9 Dados disponibilizados no sítio da ABAV, nos levam a inferir que essas mudanças se refletiram também na própria Associação que hoje reúne agências que dominam nada menos do que 80% do mercado e está presente em 26 estados brasileiros, além do Distrito Federal. Nem mesmo os 15 agentes que há 50 anos, num ato pioneiro, fundaram a ABAV, imaginaram que essa história iria tão longe. 3 O TURiSMO EM TERESiNA E AS NOVAS TENDÊNCIAS DAS AGÊNCiAS DE VIAGENS 3.1 O Turismo em Taresina Hoje já se fala em indústria do turismo em virtude de o setor movimentar recursos que colocam a atmdade türística no mercado internacional. Dados divulgados pela Organização Mundial do Turismo - OMT, organismo ligado à Organização das Nações Unidas - ONU, indicam que o setor deverá se tornar a principal fonte geradora de riquezas do século XXI. A atividade turística é uma das mais dinâmicas do mundo; apresenta os maiores índices de crescimento, à frente de exportações de petróleo, veículos automotores e equipamentos eletrônicos. Teresina tem sua atividade turística concentrada em torno de recursos naturais e atrativos histórico-culturais, além de estar se desenvolvendo como centro de referência para realização de eventos de negócios. Entre os atrativos estão o Museu Histórico do Piauí, agora conhecido como Museu Odilon Nunes; Centro de Artesanato Mestre Dezinho, Igreja Nossa Senhora do Amparo, considerada como o templo mais antigo, sendo datada de Outro templo que chama a atenção pela beleza é a Igreja de São Benedito. Atrativos a mais são a Feira do Troca-Troca, que já serviu de inspiração para a música Teresina do extinto grupo Candeia e que virou uma espécie de hino em homenagem à cidade; o Mercado Central, que antes era chamado de Mercado Velho, e o encontro dos rios Poti e Parnaíba, no bairro Poti Velho. A culinária teresinense também conta com pontos para agradar quem chega à capta.,os pratos típicos da região mais conhecidos e festejados são o Arroz de

10 10 Maria-Isabel, a Paçoca de Carne de Sol, o doce de limão, o capote a galinha ao molho pardo. Neste contexto, como atividade econômica, o turismo sofre inovações constantes em face da competitividade e das exigências do fluxo turístico. Com isso, as empresas estão a caminho da especialização, para oferëcer produtos segmentados destinados a uma clientela específica. Os turistas tendem cada vez mais a se dividirem por diferentes mercados, o que favorece o rápido crescimento do turismo de interesse especial. Especificamente no caso de Teresina, esta possui uma completa rede de prestação de serviços de saúde, constituída por diversos hospitais, clínicas, policlínicas, unidades mistas, centros e postos de saúde, pertencentes ao Estado, ao Município e à iniciativa privada, o que torna a capital um importante centro de atendimento médico nas mais diversas especializações. Por essas características, aliadas à sua localização geográfica, para Teresina se deslocam pessoas vindas de diversos Estados do Norte e Nordeste em busca de serviços de saúde, chegando a representar 40% do atendimento médico dos hospitais públicos da capital. Entretanto, de acordo com o entendimento da totalidade de agências de viagens e turismo, atualmente, o mercado de turismo de Teresina é tipicamente emissor e voltado para negócios e eventos. 3.2 Tendências do Mercado Segundo Ignarra (2001, p. 75), o mercado turístico é constituído pelo conjunto dos consumidores de turismo e pela totalidade da oferta de produtos turísticos. Fica claro, a partir dessa definição, que o mercado depende da demanda e da oferta. Essa demanda turística é influenciada por vários fatores: preço do produto, preço dos produtos concorrentes, preço. dos produtos complementares, renda, disponibilidade de tempo livre, condições climáticas, nível de investimentos em promoção do produto, modismo e fatores aleatórios, como catástrofes naturais ou artificiais. (IGNARRA, 2001).

11 11 Neste contexto, no mercado de turismo de Teresina, o produto se baseia fortemente nos seus aspectos diferenciais, o que faz com que cada produto turístico se diferencie dos outros. Entretanto, alguns segmentos desse mercado se mostram oligopolizados, como por exemplo o transporte aéreo, dominado por algumas poucas companhias., As agências de viagens e turismo são empresas formadas com o objetivo de realizar negócios no ramo do turismo de acordo com a demanda existente. Atualmente, segundo a Associação Brasileira de Agências de Viagens ABAV-PI, Teresina conta com 23 agências de viagens e turismo cadastradas que realizam as mais diversas atividades turísticas, como congressos, feiras e cursos, com a predominância em suas atividades de venda de passagens aéreas e terrestres, nacionais e internacionais. Entretanto, de acordo com as agências, uma nova tendência vem sendo notada no mercado das agencias de viagens e turismo em Teresina, são os pacotes para cruzeiros marítimos internacionais e no litoral brasileiro, o que abre o novo canal de investimentos e renda para as agências, pois passam por diversas e belíssimas praias cio litoral brasileiro, indo desde o nordeste até o sul, podendo ultrapassar as barreiras do país. Esse novo mercado abre caminho hoje para investimentos também no ramo hoteleiro. E não apenas grandes projetos. Ele estimula o surgimento de negóciossatélites em torno dos grandes empreendimentos. A contaminação do mercado é, aliás, uma característica fundamental do setor de turismo que acaba beneficiando também empresas de transporte, táxis, restaurantes, museus etc. Neste contexto, por muito importante que o turismo seja do ponto de vista econômico, e sem dúvida o é, a sua maior importância é sócio cultural. Em Teresina melhorou muito a conscientização turística nos últimos anos, contudo, ainda não são suficientemente conhecidas as virtudes essenciais do turismo, nem mesmo do ponto de vista econômico. Em suma, este é um momento valioso para quem estiver decidido a buscar boas chances de trabalho no setor do turismo e também para os que souberem se colocar estrategicamente para se beneficiar do seu crescimento.

12 As Novas Tendências das Agências de Viagens em Teresina Buscou-se verificar entre as agências de viagens e turismo de Teresina-PI, a opinião sobre as novas tendências no tocante à prestação de serviços. Essas agências trabalham diretamente com o consumidor, funcionando corno uma vitrine dos serviços turísticos que são oferecidos ao mercado. Esse contato direto e pessoal com o público, segundo Memede (2003, p. 27), exerce um papel fundamenta! na disseminação da oferta dos serviços turísticos, estimulando o consumo. Neste sentido, as agências de viagens e turismo de Teresina realizam atividades básicas do mercado, como venda de passagens, reserva da hospedagem, organização de viagens, venda de pacotes de viagens previamente elaborados, ou ainda, intermediação de serviços prestados por outras agências do país. A tendência verificada a partir das respostas aos questionários, é que esses serviços passem a ser cada vez mais especializados, voltados para cruzeiros marítimos, viagens internacionais, intercâmbios, feiras e eventos. Neste contexto, é preciso pois, repensar o papel das agências de turismo. Devem elas deixar de ser, meras prestadoras de serviços turísticos e intermediadoras de vendas, agregando a esses aspectos valores correspondentes à condição de consultoras de turismo, gerenciando na cadeia produtiva do Turismo o seu produto mais nobre: a informação. É a partir dessa informação que se podem ampliar as possibilidades de trabalho em turismo receptivo e emissivo. Também é preciso mudar a relação entre empresas concorrentes, o que implica alterar o entendimento de parceria. No mundo moderno, o que importa é a redução de custos acontecendo simultaneamente ao aumento do volume de caixa, mesmo que isto ocorra em parceria com concorrentes, o que implica deixar de ser imediatísta, em saber planejar, em saber calcular preços para durar algum tempo no mercado.

13 13 Importante também é reconhecer que hoje existe um consumidor mais exigente, mais controlado na hora de gastar e pagar, daí a necessidade de baixar os custos e elevar os níveis de qualidade. Por outro lado, é preciso enxergar o fato de que o turismo é essenciaimente prestação de serviços, por isso o mais importante é a superação das expectativas do cliente. E na prestação de serviços, o êxito depende da capacidade de desenvolver, continuamente,o espírito de servir. Na concorrência, a maioria das agências de Teresina, são semelhantes na prestação dos serviços, não apresentando um diferencial que as identifique e destaque uma das outras. A informação pronta para uso, somada à normatização de procedimentos operacionais básicos e acrescentada de ritmo de trabalho, pode refletir na empresa em algo muito valioso: organização. CONCLUSÃO O estereótipo de que o turismo é o lado divertido das viagens fez que o segmento de negócios turísticos fosse visto, até bem pouco tempo, tanto pelo governo quanto pela sociedade como algo de pouca consistência empresarial. E por ser algo ainda pouco conhecido de todos, as iniciativas do governo, da sociedade civil e do setor privado têm sido acanhadas, quando certas e bem direcionadas; ou mal fundamentadas, quando geram resultados na direção contrária. A verdade é que o conceito de turismo nos leva ao conjunto de ações, relações e fenômenos resultantes da viagem e estada de pessoas, independente do motívo que a tenha determinado, desde que esta estadia seja temporária (ANDRADE, 1992). Esse conjunto de ações, relações e fenômenos é que gera impactos positivos e negativos nas áreas ambiental,sócio-cultural e econômica. E é com base nesses impactos que se pode planejar a infra-estrutura e o marketing turísticos e a educação para o turismo, fatores fundamentais no estabelecimento de uma estratégia turística.

14 14 É essa estratégia turística que pode levar a agência de viagens ao sucesso, cuja equação simplificada representa o somatório de quatro questões: trabalho, tempo,talento e tecnologia. Alguns, aparentemente mais práticos e menos teóricos, enganam-se com o imediatismo do eventual faturamento de pouca duração, interpretando este fato como sendo sucesso. Esquecem-se de que a gestão financeira no turismo foi substituída pela gestão de negócios e que as expectativas do mercado são: preço e qualidade (ANSARAH, 1999). Com o mundo globalizado e o aumento da tecnologia nos meios de transporte e de informação, tanto quanto qualquer outra empresa, a agência de viagens tem que repensar o agenciamento de seus negócios. O dinamismo das relações da agência de viagens com seus fornecedores, clientes, sócios e acionistas determina habilidades inovadóras, novos conhecimentos e índices de desempenho diferenciados. Há que rever alguns indicadores relevantes para inovar a gestão empresarial desse tipo de empresa. A agência de viagens não pode ser administrada como um sonho, uma hipótese ou uma possibilidade, O agente de turismo tem que administrar números (metas, receita, lucro líquido, custos, fluxo de caixa), não podendo nem devendo contaminar suas análises financeiras com as suas emoções. BIBLIOGRAFIA ASSOCIAÇÃO Brasileira de Agencias de Viagens. O turismo antes da ABAV. Disponível em: <http:/!www.abav.com.br/historia turismo.asp>. Acesso em 10nov ANDRADE, José Vicente. Turismo: fundamentos e dimensões. 8 ed. São Paulo: Ática, ANSARAH, Marília Gomes dos Reis (org.). Turismo: segmentação de mercado. 2.ed.São Paulo: Futura, 1999.

15 15 BARRETTO, Margarita. Manual de inicíação ao estudo do turismo. 5 ed. Campinas-SP: Papirus, BENI, Mário Carlos. Análise estrutural do turismo. 7 ed. São Paulo: Senac, BRASIL. Presidência da República. Decreto n , DE 21 DE JULHO DE Disponívelem:<http://www.turismo.gov.br/br!conteudo/ver.asp?conteudold30l &id1>acesso em: 10 nov DUARTE, Viadir Vieira. Administração de sistemas hoteleiros: conceitos básicos. São Paulo: SENAC, FLECHA, Ângela; COSTA, Jene lara Pereira da; CARDOSO, Olga Regina. O impacto da hitemet e o futuro profissional dos consultores de viagem. Disponível em: <http://www.presidentekennedy.br!retur/edicaoo2lartigoo5.pdf>. Acesso em: 9 jan IGNARRA, Luiz Renato. Fundamentos do turismo. São Paulo: Pioneira, [AGE Beatriz Helena Gelas; MILONE, Paulo Cesar (Org.). Turismo: teoria e prática. São Paulo: Atlas, MAMEDE, Gladston. Agências, viagens e excursões: regras jurídicas, problemas e soluçães. Barueri-SP: Manole, PETROCCHI, M; BONA, A. Agência de Turismo: planejamento e gestão. São Paulo: Futura, RODRIGUES, AdyrA. B. (org.). Turismo, modernidade e globalização. São Paulo: Hucitec, TOMELIN, Carlos Alberto. Mercado de agências de viagens e turismo: como competir diante da novas tecnologias. São Paulo: Aleph, 2001.

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