ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DO PLANEJAMENTO PLANO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL

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1 ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DO PLANEJAMENTO PLANO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL SDR CHAPECÓ CHAPECÓ, MARÇO 0

2 PLANO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL SDR CHAPECÓ Governador do Estado de Santa Catarina João Raimundo Colombo Vice-Governador do Estado de Santa Catarina Eduardo Pinho Moreira Secretaria do Estado do Planejamento Filipe Mello Diretor de Gestão da Descentralização Álvaro Ayello Junior Diretor de Planejamento Norton Boppré Coordenação Ademar Dutra Mara Regina Hermes Luz ESTRUTURA DA SDR CHAPECÓ Secretário Regional - Eldimar Cláudio Jagnow Diretor Geral - Gilberto Ari Tomasi Consultor Jurídico - Ricardo Rolin de Moura Assessor de Comunicação - Rafael Henzel Valmorbida Secretária Executiva do CDR - Elaine Beatris Berger Gerente de Planejamento e Orçamento - Adriana Trevisan Weissnheimer Gerente de Administração e Financeiro - Osmar Buss Gerente de Infraestrutura - Leila Janini Antonini de Souza Gerente de Saúde - Cleidinara Maria Mohr Weirich Gerente de Esporte, Cultura e Turismo - André Emilio Morello Gerente de Agricultura e Desenv. Econômico Sustentável - Vanderlei Bet Gerente Assistência Social, Trabalho e Habitação - Gabriela Garbin Gerente de Projetos Especiais Daniel Souza Rodrigues Gerente de Educação, Ciência e Tecnologia Maria Letícia Borsói Baldin Gerente de Recursos Humanos Carolina Malvessi Gerente de Apoio Operacional - André Luis Balena COMISSÃO ORGANIZADORA DO PDR Gilberto Ari Tomasi - Coordenador Geral Adriana Trevisan Weissheimer - Coordenadora Ana Vedana - Coordenadora Celso Zarpellon Consultoria Externa Rosemari Fátima Orlowski - Consultoria Externa

3 GRUPO DE GESTORES REGIONAIS GGR º Batalhão de Policia Militar 4ª Regional de Polícia Militar 6º Batalhão de Bombeiros Militar Assessoria de Imprensa da SDR Badesc Casan CASE/CASEP Consultor Jurídico da SDR Chapecó Deinfra Regional Oeste Diretor Geral da SDR Chapecó Epagri Hospital Regional do Oeste Iprev Chapecó Ouvidoria Penitenciária Agrícola de Chapecó Presídio Regional de Chapecó Secretária Executiva do Conselho de Desenvolvimento Regional - CDR GRUPO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL GDR Amosc Celesc Cidasc Deter FCC - Fundação Cultural de Chapecó Prefeitura Municipal de Águas Frias Prefeitura Municipal de Caxambu do Sul Prefeitura Municipal de Chapecó Prefeitura Municipal de Cordilheira Alta Prefeitura Municipal de Coronel Freitas Prefeitura Municipal de Guatambu Prefeitura Municipal de Nova Erechim Prefeitura Municipal de Nova Itaberaba Prefeitura Municipal de Planalto Alegre SAC - Sociedade Amigos de Chapecó SEBRAE Sine Udesc UFSC/ UAB - Universidade Aberta do Brasil Unidade Regional de Saúde do Servidor Unoesc Chapecó Unochapecó

4 LISTA DE SIGLAS ALESC - Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina ACIC Associação Comercial e Industrial de Chapecó AMOSC - Associação dos Municípios do Oeste de Santa Catarina ANA - Agência Nacional das Águas APP - Área de Preservação Permanente BADESC - Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina S. A. CASAN - Companhia Catarinense de Águas e Saneamento CASE Centro de Atendimento Socioeducativo Regional de Chapecó CASEP - Centro de Atendimento Socioeducativo Provisório CDR - Conselho de Desenvolvimento Regional CEBAS - Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social CELESC - Centrais Elétricas de Santa Catarina S. A. CEPA - Centro de Sócio Economia e Planejamento Agrícola CEPAF Centro de Pesquisa para Agricultura Familiar CIDASC - Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina CIR - Colegiado Intergestores Regional CNAS - Conselho Nacional de Assistência Social COHAB/SC - Companhia de Habitação do Estado de Santa Catarina DCID - Diretoria de Desenvolvimento das Cidades DEAP - Departamento de Administração Prisional DEASE Departamento de Administração Socioeducativa DEATEC Pólo Tecnológico do Oeste de Santa Catarina DEINFRA - Departamento Estadual de Infraestrutura DETER - Departamento de Transportes e Terminais DIDE - Diretoria de Gestão da Descentralização EPAGRI - Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina FCC - Fundação Cultural de Chapecó FIESC - Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina FINEP - Financiadora de Estudos e Projetos FIRJAN - Federação das Indústrias do Rio de Janeiro FPM - Fundo de Participação dos Municípios GDR - Grupo de Desenvolvimento Regional GGR - Grupo de Gestores Regionais HRO - Hospital Regional do Oeste IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ICMS - Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços IDEB - Índice de Desenvolvimento da Educação Básica IDF- Índice de Desenvolvimento Familiar IDH - Índice de Desenvolvimento Humano IFDM - Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal IFSC - Instituto Federal de Santa Catarina INCMOVEL - Incubadora Tecnológica Moveleira INTECH - Incubadora Tecnológica da Unochapecó 4

5 IPI - Imposto sobre Produtos Industrializados IPM - Índice de Pobreza Municipal IPREV - Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina ITCP - Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares LDO - Lei de Diretrizes Orçamentárias LOA - Lei Orçamentária Anual MMA - Ministério do Meio Ambiente MPE - Micro e Pequena Empresa MTE - Ministério do Trabalho e Emprego NITT - Núcleo de Inovação e Transferência de Tecnologia da Unochapecó PAA - Programa de Aquisição de Alimentos PACH - Penitenciária Agrícola de Chapecó PCD - Plano Catarinense de Desenvolvimento PDR - Plano de Desenvolvimento Regional PNAS - Política Nacional de Assistência Social PPA - Plano Plurianual PRONAF - Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar SAC - Sociedade Amigos de Chapecó SDR - Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional SDS - Secretaria de Desenvolvimento Social SSP - Secretaria de Segurança Pública SEF - Secretaria de Estado da Fazenda SEBRAE - Sistema Brasileiro de Apoio as Micro e Pequenas Empresas SEBRAETEC - Serviços em Inovação e Tecnologia SEC - Secretaria de Estado de Comunicação SED Secretaria de Estado da Educação SINE - Sistema Nacional de Emprego SJC - Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania SPG - Secretaria de Estado do Planejamento e Gestão SUS - Sistema Único de Saúde TAC - Termo de Ajustamento de Conduta UAB - Universidade Aberta do Brasil UDESC - Universidade do Estado de Santa Catarina UFFS - Universidade Federal da Fronteira Sul UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina UNOCHAPECÓ - Universidade Comunitária da Região de Chapecó UNOESC - Universidade do Oeste de Santa Catarina 5

6 SUMÁRIO. INTRODUÇÃO...8. OBJETIVOS...0. METODOLOGIA DE TRABALHO... 4 EPERIÊNCIA DA SDR NA FORMULAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL INDICADORES DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL Economia e Meio Ambiente Social Tecnologia Política Pública ANÁLISE DO CENÁRIO REGIONAL DETALHAMENTO DOS OBJETIVOS ESTRATÉGICOS Eixo: Economia e Meio Ambiente Infraestrutura Iniciativas Empreendedoras Agricultura e Meio Ambiente Eixo: Social Saúde Assistência Social, Trabalho e Habitação Educação e Cultura Segurança Eixo: Tecnologia Ciência, Tecnologia e Inovação Eixo: Política Pública Gestão Pública DETALHAMENTO DOS PROJETOS Eixo: Economia e Meio Ambiente Subeixo: Infraestrutura Subeixo: Iniciativas Empreendedoras Subeixo: Agricultura e Meio Ambiente Eixo: Social Subeixo: Saúde Subeixo: Assistência Social, Trabalho e Habitação Subeixo: Educação e Cultura Subeixo: Segurança Eixo: Tecnologia Subeixo: Ciência, Tecnologia e Inovação Eixo: Política Pública Subeixo: Gestão Pública

7 9. REFERÊNCIAS

8 . INTRODUÇÃO Não apenas o discurso, mas as ações concretas em direção ao desenvolvimento regional vêm ganhando força junto aos governos, meio acadêmico, entidades representativas e sociedade civil. Para se promover o desenvolvimento de uma região é necessário o engajamento mútuo, respeitando as especificidades locais, ao mesmo tempo em que se busca minimizar os problemas e potencializar os aspectos positivos. Dentro desta perspectiva, o poder público deve buscar o máximo de envolvimento de seus gestores e também a participação da sociedade civil que ganhou um novo espaço de participação e discussão no estado de Santa Catarina, a partir da descentralização estadual, que criou as Secretarias de Desenvolvimento Regional (SDRs) e os Conselhos de Desenvolvimento Regional (CDRs). As SDRs foram criadas para exercerem o papel de: articuladoras da transformação da região em territórios de desenvolvimento sustentável e de bemestar social; Motivar o desenvolvimento econômico e social, enfatizando o planejamento, o fomento e a geração de emprego e renda; Induzir o engajamento, integração e participação da sociedade civil organizada; Colaborar com a sistematização das propostas dos programas governamentais, dos planos e orçamentos estaduais e; Promover o planejamento para o desenvolvimento sustentável das áreas de seu espaço regional. O primeiro grande esforço da SDR Chapecó para cumprir com seu papel enquanto promotora da articulação e esforço necessário ao desenvolvimento regional ocorreu no ano de 006, com a elaboração da Agenda de Desenvolvimento Regional, denominado em todo o estado como Projeto Meu Lugar. O Projeto foi implementado utilizando-se de uma metodologia elaborada pela Organização das Nações Unidas (ONU) com tal denominação. O presente documento segue a metodologia sugerida pela Secretaria de Estado do Planejamento que visa garantir uma padronização e uniformização mínima entre todos os PDRs elaborados pelas SDRs, possibilitando ao Governo de Estado o alinhamento de suas ações no sentido de fortalecer o desenvolvimento regional, observando uma ação planejada. Neste sentido, pelo fato da SDR Chapecó já ter elaborado no ano de 006 seu Plano de Desenvolvimento Regional, o Projeto Meu Lugar, procedeu-se a revisão do plano anterior. Para tanto foram envolvidos representantes do Governo Estadual e diversas instituições. Para que haja desenvolvimento com sustentabilidade, tanto a área econômica, como a social e a ambiental devem estar contempladas. No presente plano estão inseridos no seu diagnóstico identificado através dos indicadores e da análise de cenários conhecida através da Matriz Swot, que foi base para a definição dos objetivos estratégicos e os projetos, os segmentos da infraestrutura; da iniciativa empreendedora; da agricultura e meio ambiente; da saúde; da assistência social, trabalho e habitação; da educação e cultura; da segurança; da ciência, tecnologia e inovação e; da gestão pública. A visão sistêmica como condição sine qua non de que todas estas áreas, concomitantemente, estejam contempladas, é que conduzirá ao desenvolvimento sustentável da região. O PDR consta de projetos de curto, médio e longo prazo, nas diferentes dimensões da sustentabilidade, para a região compreendida nos 9 (nove) municípios pertencentes a SDR Chapecó, cujos projetos foram elaborados por especialistas com prática e eficiência comprovada, a partir de indicadores socioeconômicos e 8

9 ambientais e levando em consideração documentos do governo como o PPA, o PCD, entre outros. Outrossim, cabe ressaltar que a implementação do presente plano deve ocorrer num processo dinâmico e, portanto, adaptado aos pormenores existente no momento da aplicação de cada projeto, bem como da participação dos atores envolvidos. Estamos cientes que as soluções não acontecem num toque de mágica, mas são construídas pelas entidades/empresas e pelas parcerias constituídas entre as mesmas. Com acordos e parcerias as empresas agregarão valor a sua produção, o meio ambiente ficará preservado e uma vida com mais dignidade terá a população. Os recursos são escassos perante às necessidades. Diante disso, a estratégia é de pequenos passos, porém com muita firmeza, em direção a uma região ativa, participativa, proativa, competitiva, colaborativa e que inclua todos os cidadãos nas soluções encontradas. 9

10 . OBJETIVOS O Plano de Desenvolvimento Regional PDR visa a atender os seguintes objetivos: Fomentar o desenvolvimento sustentável da região abrangida pela SDR, assegurando a melhoria da qualidade de vida da população; Contemplar iniciativas que assegurem o desenvolvimento regional nos seguintes eixos estratégicos (Dimensões): Economia e Meio Ambiente (Infraestrutura, Iniciativas Empreendedoras, Agricultura e Meio Ambiente), Social (Saúde, Assistência Social, Trabalho e Habitação, Educação, Cultura e segurança), Tecnologia (Ciência, Tecnologia e Inovação) e Política Pública (Gestão Pública), estabelecidos no Plano Catarinense de Desenvolvimento - PCD. Assegurar a integração e o alinhamento com o PCD e demais iniciativas de desenvolvimento regional promovidas pelo poder público, pelo mercado e pela sociedade civil organizada; Contemplar iniciativas estratégicas de responsabilidade do Estado Catarinense prevendo ações, indicadores de resultado, metas, prazos, recursos financeiros e agentes responsáveis; Promover a interação/inserção das iniciativas estratégicas do PDR com o PPA Plano Plurianual, LDO Lei de Diretrizes Orçamentárias e LOA Lei Orçamentária Anual. 0

11 . METODOLOGIA DE TRABALHO Para a elaboração do PDR, a SDR Chapecó partiu do princípio de que a elaboração de um planejamento regional deve, necessariamente, envolver o setor público, a iniciativa privada e a sociedade civil. Para isso utilizou-se, como referência, a metodologia de trabalho sugerida/definida pela Secretaria de Estado do Planejamento. Segundo a SPG essa metodologia tem por intuito promover um alinhamento, padronizar e uniformizar os Planos de Desenvolvimento, bem como, assegurar um formato que viabilize a operacionalização de forma integrada com os demais instrumentos de gestão pública. Neste sentido, a primeira etapa foi a formação do Grupo de Gestores Regionais (GGR). A partir da solicitação do Secretário de Estado de Desenvolvimento Regional, em outubro de 0, os representantes do Governo estadual da região indicaram um servidor por instituição para fazer parte do GGR. Foram indicados por meio da Portaria nº 09/0 de 6 de novembro de 0, para fazerem parte do processo, os representantes dos seguintes órgãos: Badesc, Casan, Deinfra Regional Oeste, CASE/CASEP, Epagri, Hospital Regional do Oeste, Iprev Chapecó, 4ª Regional de Polícia Militar, º Batalhão de Policia Militar, 6º Batalhão de Bombeiros Militar, Penitenciária Agrícola de Chapecó, Presídio Regional de Chapecó, Diretor Geral da SDR Chapecó, Consultor Jurídico da SDR Chapecó, Assessoria de Imprensa da SDR, Ouvidoria, Secretária Executiva do Conselho de Desenvolvimento Regional-CDR, além de todos os gerentes de áreas da SDR Chapecó. Sendo que o grupo indicou o Diretor Geral da SDR como coordenador do GGR. Para facilitar a elaboração do PDR foi contratada a Celplan Desenvolvimento Profissional e Sustentável LTDA, uma empresa de experiência comprovada para este fim, com o intuito que o plano fosse feito com a excelência necessária e entregue, cada etapa, dentro do prazo previsto. Para a formação do Grupo de Desenvolvimento Regional (GDR), além dos membros do GGR, também fizeram parte representantes da Celesc, Cidasc, Deter, Unidade Regional de Saúde do Servidor, SCIC, Unoesc Chapecó, UFSC/ UAB- Universidade Aberta do Brasil, Udesc, Sine, Amosc, Sebrae, SAC-Sociedade Amigos de Chapecó, FCC-Fundação Cultural de Chapecó e Representantes dos municípios da região de abrangência da SDR Chapecó. Após a definição dos membros do GGR e GDR, levando em consideração sua área de conhecimento e as instituições as quais representavam, foram organizados 9 grupos, conforme subeixos. Sendo que os subeixos pertencem a determinado eixo estratégico, conforme o quadro. Eixos Estratégicos Economia e Meio Ambiente Social Tecnologia Política Pública Quadro : Eixos e Subeixos Fonte: Plano Catarinense de Desenvolvimento, 009/05 Subeixos Infraestrutura; Iniciativas Empreendedoras; Agricultura e Meio Ambiente. Saúde; Assistência Social, Trabalho e Habitação; Educação e Cultura; Segurança. Ciência, Tecnologia e Inovação. Gestão Pública.

12 A ação seguinte consistiu em analisar os instrumentos de gestão, abaixo relatados, que teve por objetivo conhecer as diretrizes, as estratégias e as prioridades contidas nestes documentadas do governo: - PCD (Plano Catarinense de Desenvolvimento); - PDR (Plano de Desenvolvimento Regional), elaborado no ano de ; - Plano de Governo Mensagem à ALESC Governador João Raimundo Colombo SC 0/04; - PPA (Plano Plurianual) 0/05; - LOA (Lei Orçamentária Anual) e LDO (Lei das Diretrizes Orçamentárias); - Documentos elaborados pela DIDE/SPG em 009 e 00; - Documento elaborado pela DCID/SPG para Zoneamento Ecológico Econômico ZEE; Juntamente com a análise destes instrumentos de gestão, a etapa seguinte tratou do levantamento e análise de indicadores econômicos, sociais e ambientais de desenvolvimento regional. Essas informações foram obtidas em órgãos públicos como Epagri, SEBRAE, SEC, SEP, IBGE, MTE, Firjan, Universidades e Amosc. Com esses indicadores, foi realizada uma análise relacionando cada subeixo com as diretrizes e estratégias contempladas nos instrumentos de gestão. A partir da análise dos instrumentos de gestão do governo do Estado como o PCD, LOA e LDO (etapa ) e dos indicadores sociais e regionais de cada município pertencente a SDR Chapecó e de forma temporal (etapa ), foi elaborado um documento síntese (etapa 4) consensando esses setores (instrumentos de gestão do governo e indicadores regionais) Posteriormente, de posse do Documento Síntese, realizou-se a seguinte análise: Verificar o alinhamento (convergência) entre os instrumentos de gestão suas diretrizes, seus objetivos, projetos e ações; Verificar se os objetivos, projetos/ações definidos nos planos foram realizados/executados; Verificar os fatores que impediram a realização dos projetos/ações definidos nos planos; Verificar a performance dos indicadores de desenvolvimento existentes para a região. Concluída esta análise, o grupo teve a importante tarefa de construir o cenário atual para cada subeixo que compõe o PDR. Etapa esta realizada em reuniões específicas com os componentes de cada subeixo. A ferramenta de planejamento estratégico Matriz Swot foi utilizada para que cada grupo indicasse: - Em relação ao Ambiente Interno: os pontos em que o Governo Estadual se destaca e o que tem como mais deficitários, ou seja, as Forças e as Fraquezas; - Em relação ao Ambiente Externo: quanto às forças externas não há possibilidade de mudá-las, apenas identificar as Oportunidades (de que forma podemos nos beneficiar no atingimento dos objetivos) e as Ameaças (até que ponto elas podem atrapalhar os objetivos). O cruzamento de cada variável interna (Forças e Fraquezas) com as variáveis externas (Oportunidades e Ameaças) foi possível identificar a seguinte situação: Forças Oportunidades e Ameaças: FORÇAS que auxiliam a captar as Oportunidades e impedir as Ameaças. Fraquezas Oportunidades e Ameaças: FRAQUEZAS que impedem as Oportunidades e potencializam as Ameaças.

13 Oportunidades Forças e Fraquezas: OPORTUNIDADES com apoio das Forças e prejudicadas pelas Fraquezas. Ameaças Forças e Fraquezas: AMEAÇAS protegidas (anuladas) pelas Forças e potencializadas pelas Fraquezas. Estes 4 (quatro) cruzamentos resultaram numa hierarquia de importância de cada variável elencada pelos grupos de participantes de cada subeixo (conforme consta no item 6). Em caso de uma mesma pontuação entre ou mais variáveis, a classificação hierárquica (da pontuação) foi a mesma. A análise desses cruzamentos, juntamente com as diretrizes de atuação das organizações, deu origem aos objetivos estratégicos. Para cada subeixo foi definido um objetivo estratégico, com exceção do subeixo Educação e Cultura que teve dois, ou seja, no total foram elaborados 0 objetivos estratégicos, para os 9 subeixos. Em reunião realizada com todo o GGR e GDR, houve a validação desses objetivos estratégicos. Após a definição dos objetivos estratégicos, a etapa seguinte foi a elaboração dos projetos que se caracterizam como meios para viabilizar o alcance de cada objetivo estratégico. Para a elaboração dos projetos, a Coordenação do PDR repassou para os membros dos subeixos que, todos os projetos deveriam estar alinhados com os respectivos objetivos estratégicos. Para facilitar uma padronização entre os projetos, a Coordenação também repassou ao GDR que cada projeto a ser elaborado deveria conter: - Título; - Responsáveis pela execução do projeto; - Contextualização (introdução); - Objetivo; - Metas (até duas); - Indicadores de Desempenho (até dois); - Montante de Recursos Financeiros; - Origem dos Recursos; - Plano de Ação. Esta etapa foi de importante discussão e trabalho por parte dos membros de todos os subeixos. Para isto procedeu-se com a realização de (dois) encontros com todo o grupo, seguidos de encontros por subeixos, conforme necessidade, para discussão, definição e elaboração dos projetos a serem apresentados. Em reunião realizada no início de março, com a participação de todos os membros do GGR e GDR, cada subeixo elegeu um representante para proceder a apresentação à todo grupo. Esta apresentação teve como objetivo possibilitar ao GGR e GDR analisar a coerência e o alinhamento, evitando a ocorrência de duplicidade e sobreposição entre todos os projetos elaborados para compor o PDR. A definição das prioridades, ou seja, quais projetos seriam considerados como prioritários em relação aos demais, foi realizada de forma coletiva, com a participação de um representante de cada subeixo, a partir da aplicação da metodologia da Matriz de Roberts, visando fechar a etapa 5. A Matriz de Roberts consiste em comparar par a par os projetos, ou seja, dois projetos de forma simultânea. Assim, a denominação dos projetos foi registrada na tabela de forma horizontal e de forma vertical. Na comparação entre dois projetos, aquele que foi considerado mais importante recebeu a pontuação e o menos importante a pontuação 0. Após a comparação entre todos os projetos, foram

14 somadas as pontuações para identificar a hierarquia de importância, definindo-se assim as prioridades. Para as marcações na Matriz de Roberts, os projetos foram comparados, tendo como critérios para definição de grau de importância: Contribuição do projeto para o desenvolvimento da região; Impacto político; Prazo de finalização do projeto; 4 - Disponibilidade de recursos financeiros. Após a definição dos projetos prioritários procedeu-se a elaboração (formatação e redação) final do PDR, respeitadas as orientações da SEP. Em reunião do Conselho de Desenvolvimento Regional da SDR Chapecó, do dia de março de 0, foi realizada a audiência pública quando foi apresentado o PDR aos Conselheiros e à Sociedade Civil presente. Após o pronunciamento do Coordenador, explicando a importância e a necessidade da revisão/elaboração do PDR como uma forma de regionalizar a Administração Estadual, todos os projetos foram apresentados pelos representantes de cada subeixo. As considerações feitas pelos Conselheiros foram acatadas e o documento final foi elaborado, chamado de Plano de Desenvolvimento Regional da SDR Chapecó, que norteará o desenvolvimento estratégico para os 9 (nove) municípios compreendidos na área de abrangência da referida regional. 4

15 4. EPERIÊNCIA DA SDR NA FORMULAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL A SDR Chapecó, desde sua implantação em 00, vem atuando no sentido de proporcionar o desenvolvimento regional. A primeira grande ação neste sentido foi a elaboração da Agenda de Desenvolvimento Regional em 005, através de uma parceria entre o Governo do Estado de Santa Catarina, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e a Universidade Comunitária da Região de Chapecó (UNOCHAPECÓ). A Agenda de Desenvolvimento Regional utilizou uma metodologia do PNUD para o planejamento com o slogan de Projeto Meu Lugar. A construção da Agenda de Desenvolvimento Regional representou a primeira etapa deste grande projeto. Na elaboração da Agenda foi buscado, acima de tudo, retratar com a máxima fidelidade o resultado do amplo debate que se desenrolou por vários meses entre os anos de 005 e 006, e envolveu atores sociais ligados aos municípios que compunham a SDR naquela época. O documento foi elaborado com o princípio de que a participação solidária e cooperativa é uma condição fundamental tanto para a compreensão da realidade, quanto para o comprometimento coletivo na definição das prioridades regionais. O planejamento partiu do diagnóstico regional para identificar os cenários desejados e elencar as prioridades, onde as múltiplas dimensões do desenvolvimento foram contempladas pelos atores que se envolveram no processo. Durante o processo, foram inventariados 76 propostas oriundas de todos os municípios e fruto do debate entre os mais diversos atores. Para a elaboração dos diagnósticos, cenários, prioridades e projetos, foram constituídos grupos de atores sociais divididos em 8 áreas temáticas: Agricultura; Assistência Social; Cultura, Esporte e Turismo; Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura; Educação; Meio Ambiente; Saúde; Segurança Pública. As prioridades definidas pela região resultaram na elaboração de projetos em todas as áreas. Nesta fase preliminar de elaboração de propostas, a região definiu 6 projetos que envolveriam um montante de R$ ,00. O quadro a seguir mostras as prioridades definidas na Agenda de Desenvolvimento Regional/Projeto Meu Lugar. ÁREA PRIORIDADES/PROJETOS Agricultura Preservação ambiental / melhoria da qualidade da água / reflorestamento Bovinocultura de leite Fortalecimento da agricultura familiar Assistência Social Implantação do Sistema Único de Assistência Social Geração de Trabalho e Renda Preparação Profissional para o Mercado de Trabalho 4 - Inclusão Social de Agricultores Familiares Beneficiários de Programas de Transferência de Renda Cultura, Esporte e Turismo a) Projetos para a Cultura - Valorização do Patrimônio Histórico - Programa de Incentivo às Artes - Formação e Divulgação b) Projetos para o Esporte: - Programa Movimente-se nos Parques - Programa para Reformas e Ampliações de Ginásios de Esportes 5

16 Desenvolvimento econômico e Infraestrutura Educação Meio Ambiente Saúde Segurança Pública - Primeiros Jogos Regionais de Integração 4 - Custeio para Campeonatos Municipais c) Projetos para o Turismo: Inventário Regional de Atrativos Turísticos Roteiros Turísticos Revista de Turismo 4 Site de Turismo Constituição e Regionalização com Implantação da Região Metropolitana Logística e Infraestrutura Integrada Criação de Pólo de Desenvolvimento e Inovação Tecnológica - Escola em Tempo Integral - Capacitação Continuada - Escola Aberta à Cultura e Cidadania 4 - Centro de Tecnologia e Biblioteca Escolar Interativa - Esgotamento Sanitário - Proteção dos Recursos Naturais - Barracão para Reciclagem de Lixo Melhoria da Assistência Ambulatorial e Hospitalar de Pequeno Porte, Média e Alta Complexidade - PSF como um instrumento de promoção de saúde na SDR Chapecó - Centro de convivência e recuperação da saúde de dependentes químicos 4 - Serviço de referência em medicina física e reabilitação para macro região do oeste de Santa Catarina - atenção à saúde das populações estratégicas e em situações especiais de agravos. - Construção do Novo Presídio - Polícia Comunitária - Aparelhamento das Polícias e Melhorias do Espaço Físico 4 - Profissionalização e Ressocialização de Presos Quadro Quadro Geral das Prioridades Fonte: SANTA CATARINA/SDR Chapecó/Projeto Meu Lugar ( ) Dos projetos propostos no Meu Lugar, alguns foram colocados em prática pelo Governo do Estado enquanto que outros ainda aguardam a análise e aprovação por parte de diversas Secretarias Estaduais. 6

17 5. INDICADORES DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL 5. Economia e Meio Ambiente A economia regional, mesmo sendo conhecida, mundialmente, como um pólo de produção de alimentos pela forte presença de agroindústrias, também encontram-se outras indústrias ligadas aos mais diferentes setores como a metalmecânica, moveleira, têxtil, entre outras. Nos municípios que formam a SDR Chapecó, os dados da tabela nos mostram a presença de empresas. O município de Chapecó participa com 84,9%, ou seja,.40 das empresas da SDR, seguido pelo município de Coronel Freitas (,9%) com 567 empresas. A SDR Chapecó tem empregos, sendo no município de Chapecó (84,9%) e.096 empregos estão em Guatambu (,79%). Já os municípios com menor número de empregos formais é Planalto Alegre e Águas Frias com 4 e 60 empregos, respectivamente. Estes empregos estão principalmente no setor da indústria (%), nos serviços (7%) e no comércio (5%). Tabela Indicadores econômicos da SDR Chapecó Municípios Número de Empresa s 00 () Número de Emprego s 00 () PIB (R$ mil) 009 () 7 PIB per capta (R$ mil) 009 () Salário Médio (R$) 008 () Popula ção 00 (4) Dens. Demogr. (hab/km ) 009 (5) Águas Frias ,56 959,7.44, Caxambu do Sul ,68 99, ,4 Chapecó ,8.00, ,0 Cordilheira Alta ,45.05, ,0 Coronel Freitas ,8 8, ,6 Guatambu ,05 76, ,9 Nova Erechim ,90 68, ,4 Nova Itaberaba ,0 868, ,0 Planalto Alegre ,44 88, ,4 Total SDR Fonte: () Ministério do Trabalho e Emprego, 0. () IBGE Cidades, 0. () SEBRAE/SC, 0. (4) IBGE Censo Demográfico, 0. (5) Santa Catarina/SEP, 0. Em pesquisa realizada pela Sensor MPE, para medir o Índice de Competitividade das MPE catarinenses, indicou que na microrregional Oeste Catarinense o índice foi de 58,8, ou seja, está acima da média estadual que é de 49,55. Com população de 0.67 habitantes em 00, a região é predominantemente urbana, ou seja, cerca de 86% da população reside no meio urbano. Chapecó se destaca por possuir 9,6% de seus habitantes no meio urbano, por outro lado, Nova Itaberaba possui 64,4% da população na zona rural. Em estudos realizados pela EPAGRI/CEPAF (0) juntamente com a análise dos dados dos censos e contagem populacional do IBGE, mostram que a população rural dos municípios da SDR Chapecó vem passando por três processos básicos: envelhecimento, masculinização e esvaziamento rural. As mesmas pesquisas apontam ainda que, no Oeste Catarinense, mais de 90% dos estabelecimentos rurais praticam agricultura familiar e de 000 a 00 foi o

18 período que teve a maior ampliação e intensificação de políticas públicas voltadas para o segmento da agricultura familiar e o meio rural. Assim, novos instrumentos como financiamento da casa própria com recursos não reembolsáveis, PRONAF em um complexo de modalidades (custeio, investimento, agroindústria, mulher, jovem, mais alimentos), programa de compra antecipada (PAA) e políticas territoriais, vieram no sentido de melhorar as condições de vida e a reprodução desse importante grupo socioeconômico. A concentração das principais atividades agrícolas da região provoca exclusão e redução da renda aos agricultores, como é o caso da suinocultura, que com a passagem da suinocultura de ciclo completo para a verticalizada, reduziu o número de produtores de 65 mil para menos de 0 mil, e a margem de renda de 0% para a 5% do valor do suíno produzido. Por outro lado, uma importante atividade que vem crescendo nos últimos anos e é responsável por manter o homem no campo é a bovinocultura de leite. Segundo o IBGE, a produção catarinense passou de 87.05l em 005 para.580.9l em 00, sendo o Oeste responsável por entorno de 7% do leite produzido no estado (EPAGRI/CEPAF, 0). Em relação aos aspectos ambientais, historicamente, com a concentração da criação de suínos e o crescente aumento na produção, a região oeste de Santa Catarina passa a enfrentar graves problemas ambientais com a contaminação dos solos e das águas com dejetos. Por outro lado, com o firmamento do Termo de Ajustamento de Conduta da Suinocultura (TAC), pelo Ministério Público do Estado de Santa Catarina envolvendo suinocultores, agroindústrias, associações de produtores e o estado em seus diferentes níveis, juntamente com novas tecnologias de tratamento de dejetos e propriamente o correto manejo, vêm reduzindo a contaminação significativamente. A erosão dos solos é outro fator que merece destaque, uma vez que no transcorrer dos anos toneladas de solo foram perdidas pelo uso inadequado. A região hoje tem seus principais problemas ambientais concentrados no esgotamento sanitário, nos recursos hídricos, na contaminação das águas por resíduos industriais e principalmente na falta de consciência ambiental. Conforme a SDR Chapecó/Gerência de Infraestrutura (0), em relação à infraestrutura, a região apresenta gargalos que dificultam o desenvolvimento da região como um todo. Dentre os principais problemas destaca-se o de logística. As Rodovias Federais tem como principais gargalos: A ligação entre os estados do Paraná e Rio Grande do Sul através da BR-SC 480; Alta concentração de veículos nos trechos compreendidos entre a BR-58 em Maravilha e BR- 5 em Irani. Apontam-se como soluções a implantação do contorno viário leste na cidade de Chapecó, desafogando assim o trânsito da cidade e região. Para a BR-8, entende-se como solução, sua duplicação no trecho compreendido entre Maravilha e o Trevo do Irani. Já as Rodovias Estaduais por cumprirem importante função de interligar os municípios no Estado, isto por si só exige que as mesmas recebam manutenção de forma continuada, dando as condições de escoamento necessárias. Entre as alternativas para resolver parte dos problemas relacionados ao transporte das agroindústrias (produtos e insumos), está a construção/implantação de Ferrovias Federais, em específico, a Ferrosul (ligação entre o Oeste de Santa Catarina e o Mato Grosso do Sul) e a Ferrovia do Frango, ligando Chapecó ao porto de Itajaí. Outra opção seria a construção da Ferrovia Leste-Oeste, ligando os portos de Itajaí (Oceano Atlântico) aos portos do Chile (Oceano Pacífico), passando por Chapecó. 8

19 Quanto ao transporte aéreo, o Aeroporto Municipal de Chapecó, em razão de sua situação geográfica, atende tanto a região oeste de Santa Catarina como o Noroeste do Rio Grande do Sul e Sudoeste do estado do Paraná. Por situar-se no pólo agroindustrial da região e distante dos grandes centros, há a necessidade de sua adequação para transporte de cargas. 5. Social As informações referentes a área da saúde foram fornecidas pela Secretaria Estadual de Saúde (0), sendo que o atendimento à saúde na SDR Chapecó no ano de 00, contava com (um) estabelecimento estadual (Hospital Regional do Oeste), 50 estabelecimentos municipais e 85 privados, com grande concentração destes serviços na cidade de Chapecó. No ano de 007 havia 497 leitos hospitalares e.0 profissionais de saúde. A taxa de mortalidade por habitantes teve uma queda de 0,5% em 0 anos, passando de 4,5% em 000 para 4,8% em 00. Também registrou-se queda na mortalidade infantil de 8,8% em 0 anos (000 a 00). A possível causa foi a implantação da UTI Neonatal no Hospital Regional do Oeste. A SDR Chapecó tem no Hospital Regional do Oeste (HRO) sua maior referência em atendimento público a saúde. Sua área de abrangência é toda região Oeste de Santa Catarina, região norte do Rio Grande do Sul e Sudoeste do Paraná, atendendo aproximadamente milhões de habitantes. Com uma estrutura que contempla 0 leitos para pacientes internados e leitos para atendimento de pacientes ambulatoriais, a grande maioria de seus atendimentos (mais de 90%) são voltados ao atendimento de pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo dados do Hospital Regional do Oeste (0), a entidade mantém controles que demonstram o cumprimento além do percentual mínimo de 60% de atendimento a pacientes SUS determinado pela Sessão I da Lei.0/009, que dispõe sobre as condições que vinculam a concessão do Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social CEBAS. Em 00 o percentual de atendimento pelo SUS ficou na ordem de 90%. (Relatório de Atividades do Ano de 00). Quanto à assistência social, a mesma está organizada em um sistema descentralizado e participativo denominado Sistema Único de Assistência Social (SUAS), conforme estabelece a nova Política Nacional de Assistência Social (PNAS/004). Na SDR Chapecó, de uma forma geral, os municípios vêm melhorando seus índices sociais. Isto pode ser percebido pelo Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM). A tabela mostra que entre os municípios da SDR, Chapecó foi o melhor colocado em 009 (0,89), seguido de Nova Erechim (0,760). Por outro lado, as piores colocações ficaram com Planalto Alegre (0,69) e Guatambu (0,65). Em relação ao Índice de Desenvolvimento Familiar (IDF) de 008, os maiores índices foram encontrados em Águas Frias (0,580) e Coronel Freitas (0,560), enquanto que nas últimas colocações aparecem os municípios de Nova Itaberaba (0,480) e Guatambu (0,490). No ano de 00, o maior percentual de pobreza era encontrado em Chapecó,80%. Se o atendimento com energia elétrica ocorre em praticamente a totalidade dos domicílios, em relação ao abastecimento de água é diferente. Enquanto Nova Erechim e Chapecó têm 85,6% e 80,64%, respectivamente, dos domicílios atendidos através de rede de abastecimento de água, os municípios de Cordilheira 9

20 Alta e Guatambu o atendimento com este recurso é de apenas 7,9% e 46,7%, respectivamente. Tabela Indicadores Sociais da SDR Chapecó IFDM 009 () IDF 008 () IPM 00 (%) () Domicílios 00 () Energia Elétrica 00 () Abastecimento de água 00 () Municípios Águas Frias 0,758 0,58, Caxambu do Sul 0,68 0,5 9, Chapecó 0,89 0,54, Cordilheira Alta 0,747 0,49, Coronel Freitas 0,695 0,56 4, Guatambu 0,65 0,49 4, Nova Erechim 0,760 0,55 4, Nova Itaberaba 0,74 0,48 0, Planalto Alegre 0,69 0,54 6, Fonte: () Santa Catarina/SEP, 0. () IBGE Cidades, 0 Em relação à habitação, cabe ao Estado formular a política habitacional acompanhando e supervisionando programas, projetos e ações e promovendo a integração das ações executadas na COHAB/SC com a SST e demais órgãos envolvidos. Cabe também ao Estado conhecer as necessidades regionais e municipais na área habitacional, coordenar a concepção de normas e instruções, elaborar projetos técnicos, de pesquisa, de desenvolvimento e de apoio ao setor habitacional. Semelhante ao que ocorre nas demais regiões do país, também nos municípios da SDR Chapecó, há um déficit habitacional que atinge tanto o meio urbano como o meio rural. Tabela Dados de Educação na SDR Chapecó Municípios Dados Educacionais IDEB Alunos Estabeleci Docentes Matriculados 009 mentos de Ensino Águas Frias Caxambu do Sul Chapecó Cordilheira Alta Coronel Freitas Guatambu Nova Erechim Nova Itaberaba Planalto Alegre SC , 4, 4, Fonte: Santa Catarina/SEP/INEP, 0. Em relação aos indicadores educacionais, nos municípios que formam a SDR Chapecó, há um total de alunos matriculados. Sendo que, destes, a grande maioria está no Ensino Fundamental (64,0%). Quanto ao número de estabelecimentos, num total de 7, 59 deles são creches, Pré-escolas, 0 escolas de Ensino Fundamental e 5 escolas de Ensino Médio. Há um total de.84 0

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