TURMA ESPECIAL TÉCNICA DE SENTENÇA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "TURMA ESPECIAL TÉCNICA DE SENTENÇA"

Transcrição

1 TURMA ESPECIAL TÉCNICA DE SENTENÇA SENTENÇA CRIMINAL Prof. Valéria Caldi Questão proposta Em meados de janeiro de 2013, o serviço do DISQUE DENÚNCIA recebeu denúncia anônima noticiando a existência de um grande esquema de corrupção de agentes penitenciários da Penitenciária Lemos de Brito que, mediante o pagamento de propinas, autorizava o ingresso na penitenciária de drogas e aparelhos celulares através dos familiares dos presos. A denúncia indicava, ainda, os nomes dos agentes que compunham uma determinada equipe de plantão, a saber ALAN e JOVILSON. Encaminhada a denúncia à autoridade policial, foram realizadas investigações preliminares que atestaram o que segue: i) realmente ALAN e JOVILSON eram agentes penitenciários lotados no referido presídio e compunham, há mais de 6 anos, a mesma equipe plantonista; ii) o livro de ocorrências do Presídio indicava a apreensão de drogas e aparelhos, no ano de 2012, em quantidade muito superior à dos demais presídios do complexo penitenciário; iii) todas as apreensões haviam sido realizadas pelas duas outras equipes plantonistas, não havendo nenhum registro de revista feita pelos referidos agentes que tenha resultado em apreensão de material ilícito. Com base em tais informações, foi instaurado Inquérito Policial e, em seguida, o Ministério Público requereu judicialmente a adoção de algumas medidas cautelares: i) quebra de sigilo fiscal e bancário de ALAN e JOVILSON; ii) interceptação telefônica dos referidos investigados. As medidas foram deferidas de forma fundamentada. Não foi apurada nenhuma movimentação financeira anormal por parte de ALAN. Entretanto, a quebra dos sigilos bancário e fiscal de JOVILSON demonstrou que ele é proprietário de uma fazenda no Mato Grosso do Sul, reside em apartamento luxuoso no Recreio dos Bandeirantes e mantém aplicações financeiras da ordem de R$ ,00 (oitocentos mil reais) em diversos bancos. Nas interceptações telefônicas, foram gravados diversos diálogos entre ALAN e JOVILSON, nos quais tratavam, supostamente, do ingresso em sua fazenda de mercadorias como camisetas, broches, abacaxis, meteoritos e tapa orelhas. Apurou-se no inquérito que ALAN e JOVILSON não eram sócios de nenhuma empresa e que nos dias de plantão trabalhavam por 12(doze) horas seguidas. E que, na verdade, ALAN e JOVILSON aceitaram promessa de vantagem do preso CLAUDERSON VAZ DA SILVA, que cumpre pena de 10(dez) anos e 10(dez) meses de reclusão pela prática de crime de roubo praticado no ano de 2012, para que eles deixassem ingressar no presídio certa quantidade de droga e um aparelho celular. A mando de CLAUDERSON sua esposa seria a portadora destes materiais. No dia 19/02/2013, ALAN e JOVILSON travaram um diálogo no qual ALAN afirmou que estava com febre e não poderia trabalhar no dia seguinte, mas que JOVILSON estivesse atento pois iriam chegar duas encomendas muito importantes na fazenda : um tapa orelha e dois meteoritos. E que o preço acordado com o fornecedor foi de R$ 3.500,00 (três mil e quinhentos reais). ALAN advertiu o comparsa: não esquece da nota fiscal. Segundo os analistas policiais, ALAN e JOVILSON estavam falando em códigos, referindo-se ao material ilícito que deixariam entrar no presídio e ao dinheiro que receberiam em troca. No dia 20/02/2013, por volta das 08 horas da manhã, MARIA JOSEFINA DA SILVA SANTOS, compareceu para visitar seu marido, o preso CLAUDERSON VAZ DA SILVA, levando consigo um aparelho celular sem chip e duas pedras de crack, ambos escondidos em sua genitália. JOVILSON providenciou para que ela fosse excluída dos procedimentos rotineiros de revista e permitiu que ela ingressasse diretamente com os bens para se encontrar com CLAUDERSON.

2 Ocorre que a equipe da Corregedoria, ciente das informações colhidas na interceptação telefônica, monitorava toda a ação e, assim que MARIA JOSEFINA entregou disfarçadamente o material ao marido, ambos foram abordados. Ato contínuo, a equipe procedeu à revista pessoal de CLAUDERSON tendo encontrado em sua bermuda os seguintes itens: i) outro aparelho de telefone celular com chip, porém descarregado e em péssimo estado; ii) 52(cinquenta e dois) papelotes de cocaína. Prosseguindo na diligência, dirigiram-se à cela de CLAUDERSON para uma vistoria extraordinária e, na sua presença, encontraram embaixo do colchão de CLAUDERSON mais uma certa quantidade de maconha e a quantia de R$ 4.987,00 (quatro mil, novecentos e oitenta e sete reais) em moedas de baixo valor. Desta quantia, R$ 3.500,00 estavam separados, presos por um elástico e envoltos em um plástico transparente. Na ocasião, o preso confirmou que o material que guardava lhe pertencia mas se negou a informar como ele teria ingressado no presídio. Quanto ao dinheiro, afirmou que se tratava de economias que sua mulher lhe levava para a aquisição de benefícios no presídio. Todo o material foi arrecadado, lavrando-se o auto de prisão em flagrante de MARIA JOSEFINA, CLAUDERSON e JOVILSON. ALAN não foi preso pois permaneceu hospitalizado por cerca de 15 dias a partir desta data. Em razão dos fatos, que tiveram grande repercussão na mídia, o Diretor do Presídio foi exonerado e as visitas a todos os presos foram suspensas por 10(dez) dias, para que se adotassem novas medidas de segurança. Os laudos periciais definitivos atestaram que as substâncias eram realmente cocaína (138 gramas), crack (8 gramas) e maconha (151 gramas). O Ministério Público ofereceu denúncia contra os investigados nos seguintes termos: Em data imprecisa, mas seguramente anterior ao dia 19 de abril de 2013, CLAUDERSON VAZ DA SILVA, nascido em 03/01/1982, atualmente cumprindo pena por crime de roubo na penitenciária Lemos de Brito na cela 10 da Ala 01, ofereceu a quantia de R$ 3.500,00 para que os agentes penitenciários ALAN PIERRE MACEDO, matrícula SEAP , nascido em 10/09/1972, e JOVILSON AMÉRICO DANTAS, matrícula SEAP , nascido em 20/02/1991, fizessem vista grossa e ali permitissem o ingresso de 2 pedras de crack e um aparelho de telefone celular em seu favor. ALAN e JOVILSON anuíram com a oferta e combinaram, via telefone, no dia 19 de abril de 2013, que JOVILSON providenciaria o ingresso da esposa de CLAUDERSON, MARIA JOSEFINA DA SILVA SANTOS, do lar, nascida em 21/03/1994. CLAUDERSON ordenou que MARIA JOSEFINA trouxesse ao presídio, durante a visita regular, as duas pedras de crack (8 gr) e o aparelho celular, o que ela de fato fez. No dia 20 de abril de 2013, por volta de 11 horas, MARIA JOSEFINA ingressou no presídio portando a droga e o aparelho celular e JOVILSON, que se fazia presente, violando seu dever de ofício de vedar o acesso de presos a bens desta natureza, providenciou para que ela fosse excluída dos procedimentos de revista pessoal, permitindo que ela se dirigisse diretamente ao encontro de CLAUDERSON para lhe entregar os materiais. Porém, no momento em que ela entregava a CLAUDERSON a droga e o celular, ambos foram abordados. No mesmo dia, constatou-se que CLAUDERSON tinha em sua guarda 52 papelotes de cocaína (138 gramas) e maconha (151 gramas), escondidas respectivamente em sua bermuda e debaixo do seu colchão. Além disso, tinha reservado junto aos seus pertences o dinheiro para o pagamento da

3 propina prometida a JOVILSON e ALAN, o que só não ocorreu em razão de suas prisões em flagrante. CLAUDERSON fizera ingressar, anteriormente, no presídio, um outro aparelho celular que também estava na sua posse no dia dos fatos. Assim agindo, os réus praticaram crimes que são capitulados da seguinte forma: i) ALAN PIERRE artigo 317, 1º, artigo 349-A, ambos do Código Penal, e artigo 33 c\c 40, II e III da Lei /06 c/c artigo 61, II, g do Código Penal. ii) JOVILSON - artigo 317, 1º, artigo 349-A, ambos do Código Penal, e artigo 33 c\c 40, II e III da Lei /06, c/c artigo 61, II, g do Código Penal. iii) MARIA JOSEFINA artigo 333, parágrafo único, artigo 349-A do Código Penal e artigo 33 c/c 40, III da Lei /06 iv) CLAUDERSON artigo 333, parágrafo único, artigo 349-A do Código Penal (2 vezes) e artigo 33 c/c 40, III da Lei /06 A denúncia foi recebida em 28/02/2013 e os réus regularmente processados. Na audiência de instrução, foram inquiridas testemunhas do fato agentes penitenciários presentes no dia da prisão e membros da Corregedoria que confirmaram toda a dinâmica dos fatos e testemunhas da defesa de JOSEFINA, confirmando as ameaças. Em seus interrogatórios, os réus exerceram o direito ao silêncio, menos MARIA JOSEFINA, que alegou ter sido ameaçada de morte por CLAUDERSON caso não realizasse o transporte da droga e do celular até o presídio. Comprovou que já apresentara pelo menos 04(quatro) queixas contra CLAUDERSON por agressão perante a Delegacia de Mulheres, juntando cópias das mesmas e dos respectivos laudos de exame de corpo de delito, atestando a ocorrência de lesões corporais gravíssimas. Finda a instrução, em alegações finais, o Ministério Público requereu a condenação dos acusados nos exatos termos da denúncia. Sobreveio a notícia de falecimento de ALAN. Ele fora assassinado na porta de casa. Juntou-se aos autos sua certidão de óbito original, da qual teve vista o Ministério Público. A defesa de JOVILSON alegou, preliminarmente, a nulidade da interceptação telefônica e de toda a prova dela decorrente, pois instaurada com base em denúncia anônima. Ainda quanto à interceptação, disse ser inválida a prova em relação a sua pessoa pois não foi realizada perícia de voz. No mérito, afirmou que não existem provas de qualquer ato de corrupção já que nunca aceitou promessa de vantagem ou recebeu qualquer quantia de CLAUDERSON. Disse, ainda, ter sido induzido em erro por ALAN, que lhe afirmou que MARIA JOSEFINA era uma prostituta conhecida sua e, naquele dia, compareceria para uma visita íntima ao preso CLAUDERSON, que estava causando muitos problemas para os agentes penitenciários da unidade e precisava se acalmar. Alegou desconhecer, por completo, que MARIA JOSEFINA entraria com drogas e celular no presídio. Postulou, assim, sua absolvição ou a desclassificação do crime para o de prevaricação. A defesa de CLAUDERSON requereu a desclassificação do crime de tráfico para o de uso compartilhado, já que, embora toda a droga estivesse em seu poder, ela se destinava ao consumo dos demais 17 detentos da cela. Sustentou, também, a tese de crime impossível pois não poderia jamais o réu traficar drogas dentro de uma instituição sujeita a tamanha vigilância como uma penitenciária. Quanto ao crime previsto no art. 349-A do CP, afirmou a impossibilidade de ser sujeito ativo do mesmo já que se encontrava dentro do presídio e ele se destina a punir o ingresso de celulares no ambiente penitenciário por pessoas que lhe são alheias. Sustentou, ainda, a insuficiência de provas do crime de corrupção.

4 A defesa de MARIA JOSEFINA, por fim, arguiu a inépcia da denúncia relativamente ao crime de corrupção, já que ela não descreve em nenhum momento sua participação na suposta promessa de vantagem feita por CLAUDERSON aos agentes penitenciários. No mérito, requereu sua absolvição do crime previsto no art. 349-A do CP pois o aparelho celular que levava não continha chip e, portanto, não oferecia risco ao bem jurídico protegido pela norma. Alegou, também, inexigibilidade de conduta diversa, ratificando que agiu a mando de seu marido e que estava sob séria e concreta ameaça a sua integridade física e até mesmo a sua vida. A JOVILSON e CLAUDERSON foi negada a liberdade provisória, convertendo-se suas prisões em flagrante em preventivas, para garantia da ordem pública. MARIA JOSEFINA obteve o direito de responder ao processo em liberdade, mediante o cumprimento de medidas cautelares substitutivas (comparecimento periódico em juízo e incomunicabilidade com CLAUDERSON), o que vem realizando regularmente. CLAUDERSON ostenta em sua FAC uma condenação transitada em julgado em , pelo crime de roubo, encontrando-se preso desde por este fato, além de duas condenações definitivas com trânsito nos anos de 2000 e 2001, pelo crime de tráfico de drogas e lesão corporal grave, cujas penas foram cumpridas até o ano de JOVILSON não ostenta antecedentes criminais, mas já sofreu duas punições por faltas disciplinares, uma de suspensão por 90(noventa) dias e outra de advertência, ambas do ano de 2011, tudo devidamente documentado nos autos. MARIA JOSEFINA não ostenta antecedentes criminais. Com base nos dados acima, profira sentença, dispensado o relatório. ---x---

5

6

7

DIREITO PENAL E DIREITO PROCESSUAL PENAL

DIREITO PENAL E DIREITO PROCESSUAL PENAL DIREITO PENAL E DIREITO PROCESSUAL PENAL PEÇA PROFISSIONAL Mariano Pereira, brasileiro, solteiro, nascido em 20/1/1987, foi denunciado pela prática de infração prevista no art. 157, 2.º, incisos I e II,

Leia mais

Formulário de Visita Técnica à Delegacia de Polícia Estadual

Formulário de Visita Técnica à Delegacia de Polícia Estadual Formulário de Visita Técnica à Delegacia de Polícia Estadual Resolução CNMP Nº 20 de 28/05/2007 Dados da Entidade Visitada Nome: CPF ou CNPJ:: Endereço: Município: UF: Telefones c/ddd: Seção I Identificação

Leia mais

CADERNO DE RASCUNHO DIREITO PENAL

CADERNO DE RASCUNHO DIREITO PENAL Ordem dos Advogados do Brasil Exame de Ordem Unificado 2010.2 Prova Prático-profissional CADERNO DE RASCUNHO DIREITO PENAL Leia com atenção as instruções a seguir: 1. Você está recebendo do fiscal de sala,

Leia mais

Ministério Público do Estado de Mato Grosso 15ª Promotoria Criminal Especializada no Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher

Ministério Público do Estado de Mato Grosso 15ª Promotoria Criminal Especializada no Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher A história da mulher é a história da pior tirania que o mundo conheceu: a tirania do mais forte sobre o mais fraco. 1 EXCELENTÍSSIMA JUÍZA DE DIREITO DA 1ª VARA ESPECIALIZADA DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR

Leia mais

DIREITO PROCESSUAL PENAL IV

DIREITO PROCESSUAL PENAL IV AULA DIA 25/05/2015 Docente: TIAGO CLEMENTE SOUZA E-mail: tiago_csouza@hotmail.com DIREITO PROCESSUAL PENAL IV Procedimento Sumaríssimo (Lei 9.099/95) - Estabelece a possibilidade de conciliação civil,

Leia mais

USUÁRIO É CONDENADO POR DROGAS DE TERCEIROS

USUÁRIO É CONDENADO POR DROGAS DE TERCEIROS NOME DEFENSOR: DAWIDSON PAULA DA JESUS ESTADO: SÃO PAULO DESCRIÇÃO DO CASO QUALIFICAÇÃO NOME: SEXO: ROGERIO ALMEIDA BARBOSA MASCULINO IDADE: 18-21 COR: PARDO GRAU DE INSTRUÇÃO: RELIGIÃO: CATÓLICA FUNDAMENTAL

Leia mais

2ª AULA INQUÉRITO POLICIAL

2ª AULA INQUÉRITO POLICIAL 2ª AULA INQUÉRITO POLICIAL O inquérito policial é um procedimento (não é processo) que tem por escopo a produção de provas, tudo para abalizar a denúncia (se for o caso) do membro do Ministério Público.

Leia mais

USUÁRIO CONTA SUA HISTÓRIA

USUÁRIO CONTA SUA HISTÓRIA NOME ESTADO MUNICÍPIO INSTITUIÇÃO GUILHERME SÃO PAULO (SP) GUARUJÁ CENTRO DE DETENÇÃO PROVISÓRIA DE SÃO VICENTE NOME SEXO GUILHERME MASCULINO IDADE 22 25 COR GRAU DE INSTRUÇÃO RELIGIÃO RENDA ESTADO CIVIL

Leia mais

DIREITO PENAL. Exame de Ordem 2009.2 Prova Prático-Profissional 1 PEÇA PROFISSIONAL

DIREITO PENAL. Exame de Ordem 2009.2 Prova Prático-Profissional 1 PEÇA PROFISSIONAL DIREITO PENAL PEÇA PROFISSIONAL José de Tal, brasileiro, divorciado, primário e portador de bons antecedentes, ajudante de pedreiro, nascido em Juazeiro BA, em 7/9/1938, residente e domiciliado em Planaltina

Leia mais

Abaixo, você encontra perguntas e respostas frequentes sobre o exercício profissional dos médicos.

Abaixo, você encontra perguntas e respostas frequentes sobre o exercício profissional dos médicos. Consultas à Defesa Anualmente, o Departamento de Defesa Profissional da Associação Paulista de Medicina (APM) realiza cerca de mil atendimentos, esclarecendo dúvidas sobre uma série de assuntos e garantindo

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO PODER JUDICIÁRIO COMARCA DE BARRA DO GARÇAS GABINETE DA SEGUNDA VARA CRIMINAL S E N T E N Ç A

ESTADO DE MATO GROSSO PODER JUDICIÁRIO COMARCA DE BARRA DO GARÇAS GABINETE DA SEGUNDA VARA CRIMINAL S E N T E N Ç A Código: 170741 Autor: Ministério Público Estadual Réu: Eldo Barbosa S E N T E N Ç A 1. Relatório O Ministério Público estadual ofereceu denúncia, fls. 05/08, contra Eldo Barbosa, por supostamente ter infringido

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO XLIII CONCURSO PARA INGRESSO NA MAGISTRATURA SENTENÇA PENAL

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO XLIII CONCURSO PARA INGRESSO NA MAGISTRATURA SENTENÇA PENAL TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO XLIII CONCURSO PARA INGRESSO NA MAGISTRATURA DE CARREIRA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SENTENÇA PENAL Leia o relatório abaixo com atenção e complemente a sentença.

Leia mais

PROCESSO PENAL COMNENTÁRIOS RECURSOS PREZADOS, SEGUEM OS COMENTÁRIOS E RAZÕES PARA RECURSOS DAS QUESTÕES DE PROCESSO PENAL.

PROCESSO PENAL COMNENTÁRIOS RECURSOS PREZADOS, SEGUEM OS COMENTÁRIOS E RAZÕES PARA RECURSOS DAS QUESTÕES DE PROCESSO PENAL. PROCESSO PENAL COMNENTÁRIOS RECURSOS PREZADOS, SEGUEM OS COMENTÁRIOS E RAZÕES PARA RECURSOS DAS QUESTÕES DE PROCESSO PENAL. A PROVA FOI MUITO BEM ELABORADA EXIGINDO DO CANDIDATO UM CONHECIMENTO APURADO

Leia mais

ENUNCIADOS. Suspensão Condicional do Processo. Lei Maria da Penha e Contravenções Penais

ENUNCIADOS. Suspensão Condicional do Processo. Lei Maria da Penha e Contravenções Penais ENUNCIADOS Suspensão Condicional do Processo Enunciado nº 01 (001/2011): Nos casos de crimes de violência doméstica e familiar contra a mulher não se aplica a suspensão condicional do processo. (Aprovado

Leia mais

PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA Assessoria Criminal

PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA Assessoria Criminal PROTOCOLO MP/PR Nº 15.705/2015 AUTOS DE INQUÉRITO POLICIAL Nº 0005239-03.2015.8.16.0013 ORIGEM: 1ª VARA CRIMINAL DE CURITIBA INDICIADO: (...) OBJETO: ART. 28 DO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL EMENTA: TENTATIVA

Leia mais

PARECERES JURÍDICOS. Para ilustrar algumas questões já analisadas, citamos abaixo apenas as ementas de Pareceres encomendados:

PARECERES JURÍDICOS. Para ilustrar algumas questões já analisadas, citamos abaixo apenas as ementas de Pareceres encomendados: PARECERES JURÍDICOS Partindo das diversas obras escritas pelo Prof.Dr. AURY LOPES JR., passamos a oferecer um produto diferenciado para os colegas Advogados de todo o Brasil: a elaboração de Pareceres

Leia mais

PROCESSO PENAL RESUMO DE PROCESSO PENAL 3 Rosivaldo Russo 1) AÇÃO PENAL: 2. INÍCIO DA AÇÃO PENAL

PROCESSO PENAL RESUMO DE PROCESSO PENAL 3 Rosivaldo Russo 1) AÇÃO PENAL: 2. INÍCIO DA AÇÃO PENAL PROCESSO PENAL RESUMO DE PROCESSO PENAL 3 Rosivaldo Russo 1) AÇÃO PENAL: 2. INÍCIO DA AÇÃO PENAL AÇÃO PENAL PÚBLICA tem início através de uma peça que se chama denúncia. Essa é a petição inicial dos crimes

Leia mais

CRIMES DE TORTURA (9.455/97)

CRIMES DE TORTURA (9.455/97) CRIMES DE TORTURA (9.455/97) TORTURA FÍSICA MENTAL Art. 1º Constitui crime de tortura: I - constranger alguém com emprego de violência ou grave ameaça, causando-lhe sofrimento físico ou mental: a) tortura-persecutória

Leia mais

UNESC Faculdades Integradas de Cacoal Mantidas pela Associação Educacional de Rondônia E-mail: unesc@unescnet.br - Internet: www.unescnet.

UNESC Faculdades Integradas de Cacoal Mantidas pela Associação Educacional de Rondônia E-mail: unesc@unescnet.br - Internet: www.unescnet. NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA (NPJ) ANEXO VI (Edital n. 02/2014-2) CRONOGRAMA SEMESTRAL 9.º PERÍODO DEPENDÊNCIA N. DATAS ATIVIDADES EQUIVALÊNCIA Disponibilização do Cronograma Semestral de atividades no átrio

Leia mais

PROVA DISCURSIVA. CESPE/UnB DGP/DPF/2013

PROVA DISCURSIVA. CESPE/UnB DGP/DPF/2013 PROVA DISCURSIVA CESPE/UnB DGP/DPF/2013 Nesta prova, faça o que se pede, usando, caso deseje, os espaços para rascunho indicados no presente caderno. Em seguida, transcreva os textos para as respectivas

Leia mais

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA PROJETO DE LEI Nº 215, DE 2015 (EM APENSO OS PLS NºS 1.547 E 1.589, DE 2015)

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA PROJETO DE LEI Nº 215, DE 2015 (EM APENSO OS PLS NºS 1.547 E 1.589, DE 2015) COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA PROJETO DE LEI Nº 215, DE 2015 (EM APENSO OS PLS NºS 1.547 E 1.589, DE 2015) Acrescenta inciso V ao art. 141 do Decreto- Lei nº 2.848, de 7 de dezembro

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL OAB EXAME DE ORDEM 2010/2 PROVA DISCURSIVA DIREITO PENAL

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL OAB EXAME DE ORDEM 2010/2 PROVA DISCURSIVA DIREITO PENAL Questão 1 José da Silva foi preso em flagrante pela polícia militar quando transportava em seu carro grande quantidade de drogas. Levado pelos policiais à delegacia de polícia mais próxima, José telefonou

Leia mais

MATERIAL DE APOIO. *segundo o STF o MP tem poder de investigação, ou seja, pode o MP investigar além da polícia.

MATERIAL DE APOIO. *segundo o STF o MP tem poder de investigação, ou seja, pode o MP investigar além da polícia. Escrivao P.F Nível Superior DISCIPLINA:D.Proc.Penal Professor: Guilherme Madeira Aula 01 MATERIAL DE APOIO Processo Penal Professor Madeira Dicas: -Apenas caderno e lei na reta final! -Fazer uma prova

Leia mais

MODELO QUEIXA-CRIME. (especificar a Vara de acordo com o problema)

MODELO QUEIXA-CRIME. (especificar a Vara de acordo com o problema) Disciplina Processo Penal Aula 10 Professora Beatriz Abraão MODELO DE PETIÇÃO DE INTERPOSIÇÃO E RAZÕES DE APELAÇÃO EM CASO DE CONDENAÇÃO POR CRIME COMUM Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito da...

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESOLUÇÃO N.º 13, DE 02 DE OUTUBRO DE 2006. (Alterada pela Res. 111/2014) Regulamenta o art. 8º da Lei Complementar 75/93 e o art. 26 da Lei n.º 8.625/93, disciplinando, no âmbito do Ministério Público,

Leia mais

USUÁRIO QUE APANHOU NA PRISÃO, SOFREU

USUÁRIO QUE APANHOU NA PRISÃO, SOFREU NOME LUIS FILIPE PERTENCENTE A ALGUMA ORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL? ESTADO MUNICÍPIO RIO DE JANEIRO (RJ) NOVA FRIBURGO DESCRIÇÃO DO CASO QUALIFICAÇÃO SEXO MASCULINO IDADE 22 25 COR GRAU DE INSTRUÇÃO

Leia mais

IV - APELACAO CIVEL 374161 2000.50.01.011194-0

IV - APELACAO CIVEL 374161 2000.50.01.011194-0 RELATOR : DESEMBARGADOR FEDERAL GUILHERME COUTO DE CASTRO APELANTE : UNIAO FEDERAL APELADO : JOSÉ RODRIGUES PINHEIRO ADVOGADO : SONIA REGINA DALCOMO PINHEIRO ORIGEM : QUARTA VARA FEDERAL DE VITÓRIA (200050010111940)

Leia mais

O que deve fazer uma mulher vítima de agressão?

O que deve fazer uma mulher vítima de agressão? PERGUNTAS FREQUENTES O que deve fazer uma mulher vítima de agressão? A mulher em situação de violência doméstica poderá comparecer a uma delegacia de Defesa da Mulher mais próxima à sua casa para registrar

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ AULA IX DIREITO PENAL II TEMA: MEDIDA DE SEGURANÇA E REABILITAÇÃO PROFª: PAOLA JULIEN O. SANTOS MEDIDA DE SEGURANÇA 1. Conceito: sanção penal imposta pelo Estado, na execução de uma sentença, cuja finalidade

Leia mais

DIREITO PENAL Denunciação caluniosa Comunicação falsa de crime ou de contravenção Auto-acusação falsa Falso testemunho ou falsa perícia

DIREITO PENAL Denunciação caluniosa Comunicação falsa de crime ou de contravenção Auto-acusação falsa Falso testemunho ou falsa perícia Crimes contra a Administração da Justiça e Denunciação caluniosa Art. 339. Dar causa à instauração de investigação policial, de processo judicial, instauração de investigação administrativa, inquérito

Leia mais

1. PRINCÍPIOS DOS JUIZADOS ESPECIAIS CRIMINAIS art. 62 da Lei 9.009/95 2. OBJETIVOS DO JUIZADO ESPECIAL CRIMINAL

1. PRINCÍPIOS DOS JUIZADOS ESPECIAIS CRIMINAIS art. 62 da Lei 9.009/95 2. OBJETIVOS DO JUIZADO ESPECIAL CRIMINAL 1 PROCESSO PENAL PROCESSO PENAL PONTO 1: Princípios dos Juizados Especiais Criminais PONTO 2: Objetivos PONTO 3: Competência PONTO 4: Fase Policial PONTO 5: Fase Judicial PONTO 6: Recursos PONTO 7: Atos

Leia mais

PROCEDIMENTO DA DILIGÊNCIAS INVESTIGATÓRIAS ART. 6º E 7º

PROCEDIMENTO DA DILIGÊNCIAS INVESTIGATÓRIAS ART. 6º E 7º PROCEDIMENTO DA AUTORIDADE POLICIAL DILIGÊNCIAS INVESTIGATÓRIAS ART. 6º E 7º DILIGÊNCIAS INVESTIGATÓRIAS CONHECIMENTO DA NOTITIA CRIMINIS delegado deve agir de acordo comoart.6º e 7º do CPP, (não exaustivo

Leia mais

SIMULADO XVII EXAME 2ª FASE DA ORDEM - 2ª FASE PROVA PRÁTICO -PROFISSIONAL - DIREITO PENAL

SIMULADO XVII EXAME 2ª FASE DA ORDEM - 2ª FASE PROVA PRÁTICO -PROFISSIONAL - DIREITO PENAL SIMULADO XVII EXAME 2ª FASE DA ORDEM - 2ª FASE PROVA PRÁTICO -PROFISSIONAL - DIREITO PENAL VJ *ATENÇÃO: ANTES DE INICIAR A PROVA, VERIFIQUE SE TODOS OS SEUS APARELHOS ELETRÔNICOS FORAM ACONDICIONADOS E

Leia mais

Espelho Penal Peça. Endereçamento correto da interposição 1ª Vara Criminal do Município X 0 / 0,25

Espelho Penal Peça. Endereçamento correto da interposição 1ª Vara Criminal do Município X 0 / 0,25 Espelho Penal Peça O examinando deve redigir uma apelação, com fundamento no artigo 593, I, do Código de Processo Penal. A petição de interposição deve ser endereçada ao juiz de direito da 1ª vara criminal

Leia mais

I - nos crimes punidos com reclusão em que a pena mínima cominada for superior a 2 (dois) anos; (Redação dada pela Lei nº 6.416, de 24.5.

I - nos crimes punidos com reclusão em que a pena mínima cominada for superior a 2 (dois) anos; (Redação dada pela Lei nº 6.416, de 24.5. Art. 323. Não será concedida fiança: I nos crimes punidos com pena de reclusão, salvo ao réu maior de setenta anos ou menor de vinte e um, no caso de não ser superior a dois anos o máximo da pena cominada;

Leia mais

SIMULADO 2ª FASE EXAME DE ORDEM DIREITO PENAL CADERNO DE RASCUNHO

SIMULADO 2ª FASE EXAME DE ORDEM DIREITO PENAL CADERNO DE RASCUNHO SIMULADO 2ª FASE EXAME DE ORDEM DIREITO PENAL CADERNO DE RASCUNHO Leia com atenção as instruções a seguir: Você está recebendo do fiscal de sala, além deste caderno de rascunho contendo o enunciado da

Leia mais

ESTADO DO TOCANTINS PODER JUDICIÁRIO COMARCA DE PALMAS 3ª VARA CRIMINAL SENTENÇA I - RELATÓRIO

ESTADO DO TOCANTINS PODER JUDICIÁRIO COMARCA DE PALMAS 3ª VARA CRIMINAL SENTENÇA I - RELATÓRIO ESTADO DO TOCANTINS PODER JUDICIÁRIO COMARCA DE PALMAS 3ª VARA CRIMINAL PROCESSO Nº 5029091-33.2013.827.2729 SENTENÇA I - RELATÓRIO O Ministério Público denunciou João Batista Marques, brasileiro, casado,

Leia mais

Questões de Processo Penal

Questões de Processo Penal Questões de Processo Penal 1º) As Contravenções Penais (previstas na LCP) são punidas com: a) ( ) Prisão Simples; b) ( ) Reclusão; c) ( ) Detenção; d) ( ) Não existe punição para essa espécie de infração

Leia mais

Proposta de Razão Recursal

Proposta de Razão Recursal Concurso: Banca examinadora: Proposta de Razão Recursal Oficial Escrevente FAURGS Questões recorríveis: 46, 47, 48, 49 e 52 Professor: Davi André Costa Silva Objeto de recurso Questão Motivo 46 Objeto

Leia mais

Dos crimes contra administração pública Direito penal

Dos crimes contra administração pública Direito penal Polícia Federal Concurso de 2009 (Cespe/UnB) Direito penal Julgue os seguintes itens, relativos a crimes contra a pessoa e contra o patrimônio. 1 Diferenciam-se os crimes de extorsão e estelionato, entre

Leia mais

LEI DE TORTURA Lei n. 9.455/97

LEI DE TORTURA Lei n. 9.455/97 LEI DE TORTURA Lei n. 9.455/97 DUDH Artigo 5º Ninguém será submetido à tortura, nem a tratamento ou castigo cruel, desumano ou degradante. ART. 5º DA CF Inciso III Ninguém será submetido à tortura nem

Leia mais

RELATÓRIO O EXMO. SR. JUIZ TOURINHO NETO (RELATOR):

RELATÓRIO O EXMO. SR. JUIZ TOURINHO NETO (RELATOR): fls.1/5 RELATÓRIO O EXMO. SR. JUIZ TOURINHO NETO (RELATOR): 1. Trata-se de apelação criminal interposta pelo MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL contra sentença proferida pelo Juiz Federal Substituto da 2ª Vara

Leia mais

JOSE BRAULIO BRITO MAIA MINISTERIO PUBLICO A C Ó R D Ã O

JOSE BRAULIO BRITO MAIA MINISTERIO PUBLICO A C Ó R D Ã O APELAÇÃO CRIMINAL. CRIME CONTRA O PATRIMÔNIO. ESTELIONATO. RECONHECIMENTO DA PRESCRIÇÃO DA PRETENSÃO PUNITIVA DO ESTADO PELA PENA EM CONCRETO. RECURSO DEFENSIVO PREJUDICADO. Transcorridos mais de 04 (quatro)

Leia mais

Critérios para correção: o conteúdo e a qualidade da sentença:

Critérios para correção: o conteúdo e a qualidade da sentença: Critérios para correção: o conteúdo e a qualidade da sentença: 1. Qualidade da redação: 1.1. Com observância, inclusive, de ortografia e gramática além de completo domínio do vernáculo. 1.2. Valor: 2,0

Leia mais

DIREITO PROCESSUAL PENAL PROVA ESCRITA CADERNO 1

DIREITO PROCESSUAL PENAL PROVA ESCRITA CADERNO 1 JUIZ DE DIREITO SUBSTITUTO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Edital n. 01/2009 DIREITO PROCESSUAL PENAL PROVA ESCRITA CADERNO 1 ATENÇÃO Leia as instruções deste Caderno. Elas fazem parte da sua prova 1. Este caderno

Leia mais

15/05/2013 MODELO DE RELAXAMENTO DA PRISÃO EM FLAGRANTE

15/05/2013 MODELO DE RELAXAMENTO DA PRISÃO EM FLAGRANTE Direito Processual Penal 2ª Fase OAB/FGV Professora Beatriz Abraão MODELO DE RELAXAMENTO DA PRISÃO EM FLAGRANTE Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito da... Vara Criminal da Comarca... (especificar

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.897/2002 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.897/2002 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.897/2002 ACÓRDÃO L/M CAVITOS. Impropriedade da embarcação para o serviço em que era utilizada e empregada para prática de ato ilícito previsto em lei como crime (descaminho).

Leia mais

LFG MAPS. Teoria Geral do Delito 05 questões

LFG MAPS. Teoria Geral do Delito 05 questões Teoria Geral do Delito 05 questões 1 - ( Prova: CESPE - 2009 - Polícia Federal - Agente Federal da Polícia Federal / Direito Penal / Tipicidade; Teoria Geral do Delito; Conceito de crime; Crime impossível;

Leia mais

CONSELHO SUPERIOR DA DEFENSORIA PÚBLICA RESOLUÇÃO CSDPE Nº 016/2013

CONSELHO SUPERIOR DA DEFENSORIA PÚBLICA RESOLUÇÃO CSDPE Nº 016/2013 CONSELHO SUPERIOR DA DEFENSORIA PÚBLICA RESOLUÇÃO CSDPE Nº 016/2013 Dispõe sobre as atribuições da Coordenação de Atendimento ao Preso Provisório da Defensoria Pública da Capital e dá outras providências.

Leia mais

EXMA. SRA. DRA. JUÍZA DE DIREITO DO JUIZADO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER DA COMARCA DE FORTALEZA CEARÁ

EXMA. SRA. DRA. JUÍZA DE DIREITO DO JUIZADO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER DA COMARCA DE FORTALEZA CEARÁ 1 EXMA. SRA. DRA. JUÍZA DE DIREITO DO JUIZADO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER DA COMARCA DE FORTALEZA CEARÁ DENÚNCIA Referência: Inquérito Policial n.º XXX-00XXX/2010 O MINISTÉRIO PÚBLICO

Leia mais

OAB 2ª FASE PENAL PROF. SIDNEY FILHO

OAB 2ª FASE PENAL PROF. SIDNEY FILHO OAB 2ª FASE PENAL PROF. SIDNEY FILHO MEMORIAIS (OAB/SP 133 - ADAPTADO) Pedro foi acusado de roubo qualificado por denúncia do Promotor de Justiça da comarca, o dia 1 de julho de 2006. Dela constou que

Leia mais

GABARITO SIMULADO WEB 1

GABARITO SIMULADO WEB 1 GABARITO SIMULADO WEB 1 PADRÃO DE RESPOSTA - PEÇA PROFISSIONAL No dia 10 de outubro de 2014, Caio, na condução de um ônibus, que fazia a linha Centro Capão Redondo, agindo com imprudência, realizou manobra

Leia mais

SIMULADO 2ª FASE EXAME DE ORDEM DIREITO PENAL CADERNO DE RASCUNHO

SIMULADO 2ª FASE EXAME DE ORDEM DIREITO PENAL CADERNO DE RASCUNHO SIMULADO 2ª FASE EXAME DE ORDEM DIREITO PENAL CADERNO DE RASCUNHO Leia com atenção as instruções a seguir: Você está recebendo do fiscal de sala, além deste caderno de rascunho contendo o enunciado da

Leia mais

APELAÇÃO CRIMINAL Nº 0025401-51.2009.8.19.0205

APELAÇÃO CRIMINAL Nº 0025401-51.2009.8.19.0205 APELAÇÃO CRIMINAL Nº 0025401-51.2009.8.19.0205 Apelante : Ministério Público Apelado : FABIO DE SOUZA MESQUITA Relatora : Desembargadora Maria Angélica G. Guerra Guedes APELAÇÃO CRIMINAL. FURTO TENTADO.

Leia mais

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SEVERINO SOMBRA. Quebra de sigilo em concurso vestibular CAIO TÁCITO

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SEVERINO SOMBRA. Quebra de sigilo em concurso vestibular CAIO TÁCITO FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SEVERINO SOMBRA Quebra de sigilo em concurso vestibular CAIO TÁCITO Em face de denúncias de violação do sigilo em concurso vestibular para cursos mantidos pela Fundação Educacional

Leia mais

PROVA DISCURSIVA P 2

PROVA DISCURSIVA P 2 PROVA DISCURSIVA P 2 Nesta prova, faça o que se pede, usando os espaços para rascunho indicados no presente caderno. Em seguida, transcreva os textos para o CADERNO DE TEXTOS DEFINITIVOS DA PROVA DISCURSIVA

Leia mais

11175,1;.-.' - ESTADJDA-PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO GABINETE DO DES. NILO LUIS RAMALHO VIEIRA

11175,1;.-.' - ESTADJDA-PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO GABINETE DO DES. NILO LUIS RAMALHO VIEIRA ' -rr r * 11175,1;.-.' - ESTADJDA-PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO GABINETE DO DES. NILO LUIS RAMALHO VIEIRA ACÓRDÃO HABEAS CORPUS N 001.2006.001615-9/001 RELATOR: Des. Nilo Luis Ramalho vieira IMPETRANTE: Francisco

Leia mais

Combate e prevenção à violência contra a mulher

Combate e prevenção à violência contra a mulher Combate e prevenção à violência contra a mulher O CIM - Centro Integrado de Atendimento à Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar - tem por objetivo fazer valer a Lei n.º 11.340/06, Lei Maria da

Leia mais

EXCELENTÍSSIMO SENHOR JUIZ DE DIREITO DA VARA CRIMINAL DA COMARCA DE GOIÂNIA - GO

EXCELENTÍSSIMO SENHOR JUIZ DE DIREITO DA VARA CRIMINAL DA COMARCA DE GOIÂNIA - GO EXCELENTÍSSIMO SENHOR JUIZ DE DIREITO DA VARA CRIMINAL DA COMARCA DE GOIÂNIA - GO Inquérito Policial n.º: 234/2005 Vítima: Administração Pública Réu: Honestino Guimarães Rosa O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO

Leia mais

Ladir & Franco. RESPONSABILIDADE CRIMINAL DOS CONTABILISTAS O contabilista pode ser preso por atos praticados no exercício profissional?

Ladir & Franco. RESPONSABILIDADE CRIMINAL DOS CONTABILISTAS O contabilista pode ser preso por atos praticados no exercício profissional? L F Ladir & Franco A D V O G A D O S RESPONSABILIDADE CRIMINAL DOS CONTABILISTAS O contabilista pode ser preso por atos praticados no exercício profissional? Túlio Arantes Bozola Advogado - Ladir & Franco

Leia mais

PARECER Nº, DE 2010. RELATOR: Senador RENATO CASAGRANDE

PARECER Nº, DE 2010. RELATOR: Senador RENATO CASAGRANDE PARECER Nº, DE 2010 Da COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E CIDADANIA, em caráter terminativo, sobre o Projeto de Lei do Senado nº 37, de 2010, da Senadora Lúcia Vânia, que altera o art. 10 do Código de

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5.ª REGIÃO Gabinete da Desembargadora Federal Margarida Cantarelli

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5.ª REGIÃO Gabinete da Desembargadora Federal Margarida Cantarelli APELAÇÃO CRIMINAL Nº 7155-CE (2009.81.00.007031-1) APTE : ANA BELEN ANTERO GARCIA REPTE : DEFENSORIA PÚBLICA DA UNIÃO APDO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL ORIGEM : 12ª VARA FEDERAL (COMPETENTE P/ EXEC. PENAIS)

Leia mais

CARTILHA DOS JUIZADOS ESPECIAIS CRIMINAIS

CARTILHA DOS JUIZADOS ESPECIAIS CRIMINAIS CARTILHA DOS JUIZADOS ESPECIAIS CRIMINAIS Os Juizados Especiais foram criados para atender; de uma forma rápida e simples, problemas cujas soluções podem ser buscadas por qualquer cidadão. Antes deles,

Leia mais

DIREITO PENAL E DIREITO PROCESSUAL PENAL

DIREITO PENAL E DIREITO PROCESSUAL PENAL DIREITO PENAL E DIREITO PROCESSUAL PENAL PEÇA PROFISSIONAL Lúcio, policial federal acusado de extorquir, no exercício de suas funções, determinada quantia em dinheiro de servidor público federal, encontra-se

Leia mais

2 - Qualquer pessoa pode reclamar seu direito nos Juizados Especiais Cíveis?

2 - Qualquer pessoa pode reclamar seu direito nos Juizados Especiais Cíveis? Tribunal de Justiça do Estado de Goiás Juizados Especias Perguntas mais freqüentes e suas respostas 1 - O que são os Juizados Especiais Cíveis? Os Juizados Especiais Cíveis são órgãos da Justiça (Poder

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA ASSESSORIA JURÍDICA

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA ASSESSORIA JURÍDICA Processo nº : 201403583590 Vítima : Washington Faria Martins e outros Indiciados : Danillo José Moreira Coelho e Weder Evaristo Mendanha Assunto : Conflito Negativo de Atribuições Suscitante : 2ª Promotoria

Leia mais

SIMULADO 2ª FASE EXAME DE ORDEM DIREITO PENAL CADERNO DE RASCUNHO

SIMULADO 2ª FASE EXAME DE ORDEM DIREITO PENAL CADERNO DE RASCUNHO SIMULADO 2ª FASE EXAME DE ORDEM DIREITO PENAL CADERNO DE RASCUNHO Além deste caderno de rascunho, contendo o enunciado da peça prático-profissional e das quatro questões discursivas, você receberá do fiscal

Leia mais

MATERIAL DE AULA DOS DOCUMENTOS. Art. 231. Salvo os casos expressos em lei, as partes poderão apresentar documentos em qualquer fase do processo.

MATERIAL DE AULA DOS DOCUMENTOS. Art. 231. Salvo os casos expressos em lei, as partes poderão apresentar documentos em qualquer fase do processo. MATERIAL DE AULA I) Ementa da aula Documentos, Indícios e Busca e Apreensão. II) Legislação correlata DOS DOCUMENTOS Art. 231. Salvo os casos expressos em lei, as partes poderão apresentar documentos em

Leia mais

PROVA DISCURSIVA P 3

PROVA DISCURSIVA P 3 PROVA DISCURSIVA P 3 Nesta prova, faça o que se pede, usando os espaços para rascunho indicados no presente caderno. Em seguida, transcreva os textos para o CADERNO DE TEXTOS DEFINITIVOS DA PROVA DISCURSIVA

Leia mais

Relatório de Atividades desenvolvidas pela DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE ALAGOAS de Janeiro a Dezembro de 2002. Capital Área Cível

Relatório de Atividades desenvolvidas pela DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE ALAGOAS de Janeiro a Dezembro de 2002. Capital Área Cível Relatório de Atividades desenvolvidas pela DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE ALAGOAS de Janeiro a Dezembro de 2002. Capital Área Cível Atendimentos 11874 Ações ajuizadas 1770 Acordos 1135 Contestações 307

Leia mais

CONSULTA Nº 91.404/2012

CONSULTA Nº 91.404/2012 1 CONSULTA Nº 91.404/2012 Assunto: Dificuldades com internações de pacientes dependentes químicos, encaminhados por ordem judicial Relator: Conselheiro Mauro Gomes Aranha de Lima. Ementa: Hospital psiquiátrico.

Leia mais

INFORMATIVO JURÍDICO

INFORMATIVO JURÍDICO 1 ROSENTHAL E SARFATIS METTA ADVOGADOS INFORMATIVO JURÍDICO NÚMERO 6, ANO III JUNHO DE 2011 1 TRIBUTOS COM EXIGIBILIDADE SUSPENSA NÃO PODEM SER DEDUZIDOS DA CSLL De acordo com o CARF, os valores provisionados

Leia mais

Release do Processo n.º 2007.61.11.002996-0 OPERAÇÃO OESTE CASO 3 X 1

Release do Processo n.º 2007.61.11.002996-0 OPERAÇÃO OESTE CASO 3 X 1 Release do Processo n.º 2007.61.11.002996-0 OPERAÇÃO OESTE CASO 3 X 1 Trata-se de ação penal que o Ministério Público Federal move em face de EMERSON LUIS LOPES e HENRIQUE PINHEIRO NOGUEIRA, dados como

Leia mais

ACÓRDÃO. O julgamento teve a participação dos Exmos. Desembargadores CHRISTINE SANTINI (Presidente) e CLAUDIO GODOY.

ACÓRDÃO. O julgamento teve a participação dos Exmos. Desembargadores CHRISTINE SANTINI (Presidente) e CLAUDIO GODOY. fls. 133 ACÓRDÃO Registro: 2014.0000597809 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Agravo de Instrumento nº 2120157-80.2014.8.26.0000, da Comarca de São Paulo, em que é agravante EMPRESA FOLHA DA

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA Artigo 1º A Comissão de Ética, pretende de maneira independente, imparcial, sigilosa e soberana, assegurar a apuração das representações, apresentadas pelos associados

Leia mais

Responsabilidade em saúde

Responsabilidade em saúde Responsabilidade em saúde Cível:obrigação de indenização indene de prejuízo Constituição Federal/Código civil/cdc Elementos de responsabilidade Autor Ato Culpa Dano Nexo causal CÓDIGO CIVIL Art. 186 Aquele

Leia mais

ACF.* Ao Íncleto Causídico DD. Professor Doutor René Ariel Dotti Rua Marechal Deodoro, 497. 13 andar. Curitiba/PR. Prezado Senhor:

ACF.* Ao Íncleto Causídico DD. Professor Doutor René Ariel Dotti Rua Marechal Deodoro, 497. 13 andar. Curitiba/PR. Prezado Senhor: Sindicato dos Escrivães de Polícia do Estado do Paraná SINDESPOL/PR CNPJ 77.824.167/0001-00 e-mail: sindespol.pr@hotmail.com Av. Brasília, 116/4298 -~ Novo Mundo CEP: 81.010-020 Tefones: 8834-0816 e 8413-8419

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5.ª REGIãO Gabinete do Desembargador Federal Marcelo Navarro

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5.ª REGIãO Gabinete do Desembargador Federal Marcelo Navarro RELATÓRIO O Senhor DESEMBARGADOR FEDERAL MARCELO NAVARRO: Cuida-se de apelação criminal interposta pelo Ministério Público Federal contra sentença proferida pelo MM. Juízo da 37ª Vara de Pernambuco, na

Leia mais

O oficial deve declarar no registro o número da DNV e arquivar essa via no cartório.

O oficial deve declarar no registro o número da DNV e arquivar essa via no cartório. Registro Civil das Pessoas Naturais temas práticos parte 2 Temas práticos de registro civil das pessoas naturais Priscila de Paula, registradora civil em Cajamar Vamos tratar de alguns aspectos relacionados

Leia mais

ATUALIZAÇÃO LEGISLATIVA - Lei n. 12.961/14

ATUALIZAÇÃO LEGISLATIVA - Lei n. 12.961/14 ATUALIZAÇÃO LEGISLATIVA - Lei n. 12.961/14 Livro: Legislação Criminal Comentada Edição: 2ª Autor: Renato Brasileiro de Lima Editora: Juspodivm Alteração da Lei de Drogas Antiga redação da Lei de Drogas

Leia mais

O art. 96, III da CF prevê o foro por prerrogativa de função dos membros do MP, incluindo os Promotores e Procuradores de Justiça.

O art. 96, III da CF prevê o foro por prerrogativa de função dos membros do MP, incluindo os Promotores e Procuradores de Justiça. Turma e Ano: Flex A (2014) Matéria / Aula: Processo Penal / Aula 11 Professor: Elisa Pittaro Conteúdo: Foro por Prerrogativa de Função; Conexão e Continência. 3.5 Foro por Prerrogativa de Função: b) Juízes

Leia mais

Mais uma falha legislativa na tentativa desesperada de retificar o Código de Processo Penal. Análise feita à luz da Lei nº. 12.403/11.

Mais uma falha legislativa na tentativa desesperada de retificar o Código de Processo Penal. Análise feita à luz da Lei nº. 12.403/11. Mais uma falha legislativa na tentativa desesperada de retificar o Código de Processo Penal. Análise feita à luz da Lei nº. 12.403/11. Ricardo Henrique Araújo Pinheiro. A breve crítica que faremos neste

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL OAB

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL OAB PADRÃO DE RESPOSTAS PEÇA PROFISSIONAL Jerusa, atrasada para importante compromisso profissional, dirige seu carro bastante preocupada, mas respeitando os limites de velocidade. Em uma via de mão dupla,

Leia mais

CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA:

CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: COMENTÁRIOS DA PROVA Questões da prova de Oficial de Justiça PJ-H/2014 Questão 48 (art. 325) Questão 47 (art. 312 parágrafo segundo) QUESTÃO 48 - GABARITO: D QUESTÃO 47 - GABARITO: C CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

Estabelecer critérios e procedimentos para digitação de documentos.

Estabelecer critérios e procedimentos para digitação de documentos. Proposto por: Equipe da Central de Assessoramento Criminal DIGITAR DOCUMENTOS Analisado por: Escrivão/RE da Central de Assessoramento Criminal Aprovado por: ATENÇÃO: A cópia impressa a partir da intranet

Leia mais

TÍTULO VII DA PROVA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

TÍTULO VII DA PROVA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS TÍTULO VII DA PROVA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 155. No juízo penal, somente quanto ao estado das pessoas, serão observadas as restrições à prova estabelecidas na lei civil. Art. 156. A prova da

Leia mais

Monitoramento de mídia digital Tribunal de Justiça de Pernambuco. Assunto: Veículo: Jornal do Commercio Data: 27/11/2012

Monitoramento de mídia digital Tribunal de Justiça de Pernambuco. Assunto: Veículo: Jornal do Commercio Data: 27/11/2012 Assunto: Veículo: Jornal do Commercio Data: 27/11/2012 Editoria: Caderno C Dia a Dia Assunto: TJPE nomeia novos servidores Veículo: diariodepernambuco.com.br Data: 08/01/2013 Editoria: TJPE nomeia novos

Leia mais

Associação Catarinense das Fundações Educacionais ACAFE CONCURSO PÚBLICO - DELEGADO DE POLÍCIA SUBSTITUTO EDITAL Nº 001/SSP/DGPC/ACADEPOL/2014

Associação Catarinense das Fundações Educacionais ACAFE CONCURSO PÚBLICO - DELEGADO DE POLÍCIA SUBSTITUTO EDITAL Nº 001/SSP/DGPC/ACADEPOL/2014 Associação Catarinense das Fundações Educacionais ACAFE CONCURSO PÚBLICO - DELEGADO DE POLÍCIA SUBSTITUTO EDITAL Nº 001/SSP/DGPC/ACADEPOL/2014 SEGUNDA FASE PROVA DISSERTATIVA GABARITO DE RESPOSTAS QUESTÃO

Leia mais

ALTERAÇÕES A TIPOS PENAIS

ALTERAÇÕES A TIPOS PENAIS ALTERAÇÕES A TIPOS PENAIS COMO É HOJE VERSÃO DO PL ANTERIOR SUBSTITUTIVO APRESENTADO em 22 de setembro de 2015 Art. 141 - As penas cominadas neste Capítulo aumentam-se de um terço, se qualquer dos crimes

Leia mais

EXCELENTÍSSIMA SENHORA JUÍZA FEDERAL DA SUBSEÇÃO JUDICIÁRIA DE URUAÇU/GO. DENÚNCIA. pela prática dos fatos criminosos a seguir narrados.

EXCELENTÍSSIMA SENHORA JUÍZA FEDERAL DA SUBSEÇÃO JUDICIÁRIA DE URUAÇU/GO. DENÚNCIA. pela prática dos fatos criminosos a seguir narrados. EXCELENTÍSSIMA SENHORA JUÍZA FEDERAL DA SUBSEÇÃO JUDICIÁRIA DE URUAÇU/GO. Denúncia nº IP nº 0209/2015 SR/DPF/GO e 0258/2015 SR/DPF/GO Autos nº 884-97.2015.4.01.3505 O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, por seu

Leia mais

EXMO(A) SR(A) DR(A) JUIZ(A) DE DIREITO DA VARA CRIMINAL ESPECIALIZADA DA COMARCA DE SALVADOR- BA.

EXMO(A) SR(A) DR(A) JUIZ(A) DE DIREITO DA VARA CRIMINAL ESPECIALIZADA DA COMARCA DE SALVADOR- BA. EXMO(A) SR(A) DR(A) JUIZ(A) DE DIREITO DA VARA CRIMINAL ESPECIALIZADA DA COMARCA DE SALVADOR- BA. AUTOS DE INQUÉRITO POLICIAL 129/04 04 VOLUMES. AUTOS MP 003.5.4625/2005. O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL PROCURADORIA REGIONAL ELEITORAL NO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL PROCURADORIA REGIONAL ELEITORAL NO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE EXCELENTÍSSIMO(A) SENHOR(A) RELATOR(A): Inquérito policial n. 27-65.2013.6.20.0000 (IP 011/2013). Relator: Desembargador Amílcar Maia. Autor: MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL. Denunciados: Lucicleide Ferreira

Leia mais

O Novo Regime das Medidas Cautelares no Processo Penal

O Novo Regime das Medidas Cautelares no Processo Penal 202 O Novo Regime das Medidas Cautelares no Processo Penal Juliana Andrade Barichello 1 O objetivo deste trabalho é discorrer sobre os principais pontos das palestras, enfatizando a importância das alterações

Leia mais

Metodologia de Reagregação de Códigos para Publicação em DOERJ

Metodologia de Reagregação de Códigos para Publicação em DOERJ Metodologia de Reagregação de Códigos para Publicação em DOERJ Em atendimento à determinação do Exmo. Sr. Secretário de Segurança, foi elaborado um modelo de adequação do sistema de agregação dos títulos

Leia mais

GABARITO SIMULADO WEB 1

GABARITO SIMULADO WEB 1 GABARITO SIMULADO WEB 1 PADRÃO DE RESPOSTA - PEÇA PROFISSIONAL Deu-se início, no ano de 2014, à construção de um grande empreendimento imobiliário no Município de São Luiz, no Maranhão, pela Construtora

Leia mais

Assunto: Recurso para o Tribunal de Última Instância. Renovação da prova. Juízes: Viriato Manuel Pinheiro de Lima (Relator), Sam Hou Fai e Chu Kin.

Assunto: Recurso para o Tribunal de Última Instância. Renovação da prova. Juízes: Viriato Manuel Pinheiro de Lima (Relator), Sam Hou Fai e Chu Kin. Processo n.º 35/2007. Recurso jurisdicional em matéria penal. Recorrentes: A e B. Recorrido: Ministério Público. Assunto: Recurso para o Tribunal de Última Instância. Renovação da prova. Data do Acórdão:

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo Registro: 2015.0000927737 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Apelação nº 0009206-77.2014.8.26.0477, da Comarca de Praia Grande, em que é apelante MARCEL BARBOSA LOPES, é apelado MINISTÉRIO

Leia mais

EXMO. SR. DR. JUIZ DE DIREITO DA 1ª VARA CRIMINAL DO FORO CENTRAL:

EXMO. SR. DR. JUIZ DE DIREITO DA 1ª VARA CRIMINAL DO FORO CENTRAL: EXMO. SR. DR. JUIZ DE DIREITO DA 1ª VARA CRIMINAL DO FORO CENTRAL: O MINISTÉRIO PÚBLICO, por seu membro firmatário, com base no inquérito policial n.º 2.10.0125836-1, oriundo da Corregedoria Geral de Polícia

Leia mais