SEMEAR AMIGOS : A CAMINHO DA RESSOCIALIZAÇÃO

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1 SEMEAR AMIGOS : A CAMINHO DA RESSOCIALIZAÇÃO Prof. Dra. Tatiana REIDEL 1 Prof. Ms. Rosana Jardim CANDELORO 2 RESUMO O artigo que ora se apresenta pretende relatar uma face do projeto de extensão Semear Amigos, da Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC), em parceria com a empresa Pioneer, desenvolvido entre o segundo semestre de 2008 e março de Através de um diagnóstico, em cinco bairros da periferia de Santa Cruz do Sul, de abrangência do projeto Semear Amigos, foi possível atender às famílias de apenados dos bairros, que cumpriam, então, pena no Presídio Regional de Santa Cruz do Sul, além de construir um mapeamento das necessidades e prioridades dos mesmos, a partir dos depoimentos de seus familiares visitados em seus domicílios. Através de uma pesquisa de natureza qualitativa, os familiares que responderam à entrevista foram indicados pelos apenados através de um termo de consentimento, no qual constavam seu nome e o endereço completo. Não obstante as dificuldades encontradas na coleta de dados nos bairros, bem como o fato de os prontuários dos apenados não serem informatizados, chegou-se a resultados que sinalizaram a necessidade permanente de escolarização dentro do presídio e de cursos de capacitação aos apenados em vias de migrarem para o regime semi-aberto, como forma de reintegrá-los à sociedade e ao mercado de trabalho, com vistas a uma verdadeira ressocialização. Palavras-chave: Extensão. Apenados. Capacitação ABSTRACT This article intends to report aspect of the extension project Semear Amigos ( Sowing Friends ) of the University of Santa Cruz do Sul (UNISC) with the partner company Pioneer, developed between the second semester 2008 and March of Trough a diagnosis in five poor neighborhoods of Santa Cruz do Sul covered by the project, it was possible to attend to the families of inmates that served time in the local prison called Presídio Regional de Santa Cruz do Sul. It was also possible to map the needs and priorities of inmates, based on the testimonials of their relatives. Through a qualitative research, the families who answered to the interview were appointed by the inmates through a term of agreement containing their names and addresses. Despite the difficulties found in the collecting of data in the neighborhoods and also the fact that the inmates records aren t computerized, we came to the conclusion that there is a permanent need of schooling inside the prison and the need of professional skills development for the inmates, in order to help them to go on probation, to reintegrate in the society and in the job market, with the view to a true resocialization. Key-words: Extension Project. Inmates. Professional Skills Development. 1 Coordenadora do Projeto de Extensão Semear Amigos, em parceria com a empresa Pioneer, de Santa Cruz do Sul, Doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da PUC/RS e docente do Curso de Serviço Social do Departamento de Ciências Humanas da Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC/RS). 2 Integrante do Projeto de Extensão Semear Amigos, de agosto de 2008 a março de 2009, e docente do Curso de Filosofia do Departamento de Ciências Humanas da UNISC/RS. Coordenadora do Projeto de Extensão da UNISC no Presídio Regional de SCS. Vivências. Vol.6, N.11: p.81-87, Outubro/

2 INTRODUÇÃO O artigo que ora se apresenta relata e problematiza as atividades do projeto de extensão da Universidade de Santa Cruz do Sul, Semear Amigos, em parceria com a empresa Pioneer, coordenado pela Prof. Dra. Tatiana Reidel, com a participação da Prof. Ms. Rosana Jardim Candeloro e de duas assistentes sociais contratadas, Carine Rech e Juliane Pedroso, concernente ao período de agosto de 2008 a março de Este trabalho é resultado de um diagnóstico das famílias dos apenados, que residem nos bairros de abrangência do projeto mencionado e que cumpriam pena no regime fechado do Presídio Regional de Santa Cruz do Sul, a partir de uma solicitação formal da Pró-Reitoria de Extensão e Relações Comunitárias da Universidade de Santa Cruz do Sul, em julho de Realizou-se para a consecução do diagnóstico uma pesquisa qualitativa com os familiares indicados pelos próprios apenados do Presídio Regional de Santa Cruz do Sul, nos bairros do município de Santa Cruz do Sul em que o projeto Semear Amigos se desenvolve há alguns anos, a saber, Harmonia, Glória, Beckemkamp, Cristal e Imigrante. Até dezembro de 2008, conforme dados da Superintendência de Serviços Penitenciários (Susepe), havia 520 apenados de Santa Cruz do Sul, de Venâncio Aires, de Vera Cruz e de outros municípios gaúchos nesse presídio e no albergue. Desse total, havia, então, 37 mulheres cumprindo pena nos regimes fechado, semi-aberto e aberto. Uma parte dessa população é originária dos bairros fronteiriços ao presídio, o que justificou o levantamento de dados acerca das necessidades e prioridades dos apenados, segundo a visão de seus familiares. Nesse mesmo período, qual seja, o segundo semestre de 2008, foi constatado que apenas três estagiárias da UNISC estavam desenvolvendo atividades curriculares supervisionadas com os apenados: uma do curso de Serviço Social e duas do curso de Psicologia. Isso sinalizava para a equipe que a UNISC, até então, não possuía um projeto de ações no presídio, junto aos apenados e suas famílias, no sentido de apoiar a ressocialização dos mesmos. Entende-se, com base nisso, por que o Ministério Público e os segmentos que constituem o Conselho da Comunidade do Presídio mobilizaram-se em março de 2008 para que a universidade, com forte caráter comunitário e extensionista, ocupasse o nicho prisional e propusesse um projeto de extensão de caráter permanente junto aos sujeitos em situação prisional. As necessidades humanas e sociais da população não são atendidas de imediato e em curto prazo (SOUZA, 2004). Do ponto de vista da pobreza, da segregação, da exclusão social e do estigma de se ter um familiar cumprindo pena no presídio, as pesquisas etnográficas com essa população movimentam-se a partir das representações simbólicas dos agentes sociais envolvidos no contexto. Entretanto, para o diagnóstico das necessidades dos apenados do Presídio Regional de Santa Cruz do Sul, da perspectiva de seus familiares moradores dos bairros em que atua a equipe do Semear Amigos, um questionário simples de perguntas fechadas foi submetido, inicialmente, ao diretor do presídio, por se tratarem de sujeitos vulneráveis e institucionalizados sob sua responsabilidade. O questionário (primeiro instrumento) simples com questões fechadas foi entregue nas galerias do setor masculino e feminino dos internos e dos apenados do regime semi-aberto pelo diretor da casa prisional, sob sua prévia autorização. Recolheram-se os dados pertinentes ao endereço dos familiares dos apenados e da pessoa indicada por eles, que receberia a docente responsável para uma entrevista com roteiro semi-estruturado (segundo instrumento), em uma perspectiva qualitativa. Os apenados, que se encontravam nas galerias naquele momento da distribuição do instrumento, foram orientados pelo diretor acerca dos objetivos da pesquisa, modo de preenchimento e alertados para o fato de que apenas os que possuíam familiares nos bairros indicados, de Santa Cruz do Sul, poderiam preenchê-lo. Uma vez que os projetos de extensão ainda não são submetidos ao Comitê de Ética em Pesquisa da Vivências. Vol.6, N.11: p.81-87, Outubro/

3 UNISC, a Prof. Rosana J. Candeloro, que já foi integrante desse comitê por dois anos e meio, tomou medidas no sentido de preservar a confidencialidade dos dados e o sigilo das identidades das famílias (BRASIL, 1996). Recolhidos os 62 questionários com os endereços das famílias dos apenados residentes nos cinco bairros de atuação do Semear Amigos, iniciou-se a sistematização dos endereços completos e da logística para se coletar os dados, sempre às quintas e sextas à tarde. Dos 62 instrumentos de coleta de dados, recolhidos das galerias pelos apenados plantonistas, que colaboraram na coleta de dados a pedido do diretor do presídio, 23 deles tinham famílias nos bairros de atuação do Semear Amigos. Na segunda fase da coleta de dados, através de entrevista com um roteiro de questões semiestruturadas, iniciou-se a imersão nos bairros, não sem antes visitar as lideranças locais e conhecer as instalações dos cursos do Centro de Referência em Assistência Social (CRAS). Houve problemas de várias ordens, como endereços incorretos, incompletos e inexistentes, fora o fato de que algumas pessoas, indicadas pelos apenados, não se encontravam durante o dia, em horário útil. Ao final da coleta de dados, alguns familiares nunca foram encontrados no bairro, o que determinou a redução da amostra para 23 famílias. Em suma, a amostra de familiares ficou reduzida a 23 pessoas entrevistadas, consequentemente, em visitas domiciliares ocorridas entre setembro e novembro de Os objetivos do projeto de extensão na época foram: realizar um diagnóstico das necessidades básicas dos apenados do Presídio Regional de Santa Cruz do Sul, através de seus familiares, residentes em cinco bairros desse município; visitar os familiares em suas casas para a realização de uma entrevista com questões semi-estruturadas; analisar os dados qualitativos, resultantes das entrevistas; e, finalmente, conceber um plano de ações da UNISC no Presídio Regional de Santa Cruz do Sul. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Terminada a fase de coleta com os sujeitos de pesquisa designados, iniciou-se a transcrição das respostas às questões abertas. Cada questionário semi-estruturado foi digitado e seus dados analisados, através de categorizações ou eixos temáticos, que orientaram a análise de conteúdo (BARDIN, 2008). A partir das falas dos sujeitos que eram, em sua maioria, mulheres, quatro eixos de análise foram deduzidos do manancial de dados das entrevistas, o que permitiu elencá-los assim: o estudo como capacitação, o trabalho como meio para a ressocialização, a família e a sociedade trabalhando no acolhimento do apenado e a assistência judiciária. Entre setembro e final de novembro de 2008, procedeu-se à realização das entrevistas nas casas de famílias dos bairros citados, a partir da sistematização dos endereços fornecidos pelos apenados, através de um formulário e de um termo de consentimento. Nas tardes em que a coleta ocorreu, às quintas e sextas-feiras, a Prof. Rosana J. Candeloro, que coordenou o trabalho de levantamento dos dados, não pôde acompanhar as ações socioeducativas com os adolescentes do projeto, coordenadas no turno da tarde de sextas pela assistente social Carine Rech. Não fosse a presença da assistente social Juliane Pedroso, como elemento mediador entre a docente e as famílias dos bairros, a coleta de dados não teria sido concluída ao final do semestre letivo e alguns endereços não teriam sido visitados para o diagnóstico das necessidades dos apenados. Para contemplar as ações socioeducativas, que ocorrem no âmbito do Projeto Semear Amigos, a docente Rosana Candeloro procurou assenhorear-se dos dados acerca das crianças vinculadas aos apenados/apenadas, que cumprem pena no Presídio Regional de Santa Cruz do Sul. Uma das questões realizada, quando das visitas, foi se as crianças da família visitada participavam de algum projeto social nos bairros, qual e se teriam interesse em participar do Semear Amigos. Vivências. Vol.6, N.11: p.81-87, Outubro/

4 No que tange ao atendimento dos 12 adolescentes no âmbito do Semear Amigos, no segundo semestre de 2008, não foi possível relacioná-los às famílias dos apenados visitadas nos bairros, dado o fato de que aqueles adolescentes não possuíam vínculo familiar com apenados e apenadas no Presídio Regional de Santa Cruz do Sul. O projeto Semear Amigos também possuía um curso de capacitação em corte e costura, que, no segundo semestre de 2008, estava ocorrendo em uma sala do Centro de Referência em Assistência Social (CRAS). As mulheres de famílias de apenados, entrevistadas na pesquisa, não faziam parte do núcleo de corte e costura, oferecido pelo Semear Amigos e tampouco apresentaram interesse em frequentá-lo. Observou-se que há pouco interesse em cursos de capacitação, oferecidos como atividades dos projetos de extensão da UNISC nos bairros, de um modo geral, uma vez que, anualmente, essas mesmas mulheres, vinculadas aos apenados, tornam-se safristas das fumageiras localizadas em Santa Cruz do Sul e municípios da região. Das 23 famílias visitadas nos bairros em que o Semear Amigos atua, apenas uma mulher, do bairro Imigrante, manifestou interesse em se vincular a um curso de corte e costura, com vistas à formação de uma futura cooperativa de trabalho. As outras respondentes, quando indagadas sobre capacitação, manifestaram interesse em aprender um ofício nos segmentos de confeitaria, mecânica, culinária e Recursos Humanos (RH). DISCUSSÃO DOS RESULTADOS ALCANÇADOS Ainda que a amostra de famílias dos bairros tenha sido constituída de 23 sujeitos, em se tratando de uma pesquisa qualitativa, com a aplicação de um questionário semi-estruturado, através de uma entrevista realizada face a face, o diagnóstico foi realizado nos cinco bairros, de atuação do projeto Semear Amigos, com o apoio da assistente social Juliane Pedroso, em tempo hábil. Obteve-se com isso um manancial de dados importante para alimentar o diagnóstico solicitado pela Proext, da UNISC, em julho de Procedeu-se à análise dos dados a partir das quatro categorizações (BARDIN, 2008) concebidas após a transcrição e leitura exaustiva das respostas ao questionário semi-estruturado, aplicado em forma de entrevista com as representantes das famílias dos apenados, residentes nos bairros citados. Abaixo, estão dispostas as categorias e suas respectivas análises. Tratando-se de mulheres a quase totalidade das entrevistadas e de seu baixo nível de escolaridade, optou-se, para este artigo, apenas comentar as respostas às questões abertas que introduzem algum elemento novo, em detrimento das respostas repetitivas, tendo em vista que, muitos dos questionários, aplicados em formato de entrevista, recebiam das entrevistadas como resposta uma única palavra, um sim ou um não. O estudo foi indicado como forma de manter a cabeça do apenado longe do mundo do crime, além de ser uma possibilidade de terminar a escolarização um dia iniciada. Algumas das mulheres respondentes, mães ou esposas de apenados, enfatizaram o estudo como ocupação dentro do presídio, o que afastaria a mente dos apenados de bobagens, uma vez que, é sabido, a prisão possibilita um intervalo para a reflexão, mas reflexão viciada, que conduz muito mais à volta, a ponto de a unanimidade dos presos apontar como uma vantagem do trabalho prisional a ocupação do tempo (HIRDES; PINTO, 2006). Duas das entrevistadas, mães de apenados do regime fechado, que já cumprem pena há mais anos, rememoraram a época em que a população carcerária tinha aulas regulares, trabalho respeitado por todos, mas que, considerando questões singulares do serviço público estadual, foi interrompido. Vivências. Vol.6, N.11: p.81-87, Outubro/

5 Há que se destacar aqui o papel da UNISC, no sentido de garantir que bolsistas de extensão ou estagiárias do curso de licenciatura em Pedagogia possam desenvolver suas práticas dentro do presídio, restaurando o trabalho outrora desenvolvido por uma professora cedida e, mais ainda, ressignificando a tarefa pedagógica de permitir que os apenados não apenas cresçam intelectualmente, mas readquiram sua dignidade humana, através da educação formal. Ao responder à questão sobre o trabalho, a maior parte das respondentes dos bairros apresentou a convicção de que a capacitação para o trabalho profissional e o desenvolvimento do artesanato dentro do presídio trazem bem-estar e dignidade aos apenados e apenadas, além de poderem gerar renda em prol das famílias e progressão na pena privativa de liberdade. Algumas mães mostraram-nos peças feitas pelos apenados com material levado pelas famílias quando das visitas ao presídio. Várias delas disseram que é preciso de material para que eles possam desenvolver peças artesanais na rotina diária. Duas mães queixaram-se muito de que não têm dinheiro para comprar material para a confecção do artesanato. Além do artesanato, veiculado em várias das respostas, observou-se que algumas das famílias visitadas eram formadas de recicladores de lixo, o que nos levou a supor que os apenados, provenientes dos cinco bairros, têm noção de reciclagem de lixo e do fato de que o lixo pode ser considerado como matéria-prima e tem valor de mercado. Associado a isso, indagou-se o diretor do presídio sobre a produção de lixo de parte da população carcerária: parte dele é reciclado; outra parte fica depositada nas dependências da instituição, o que implica um espaço comprometido constituído de material reciclável sem utilização. Assim, diante de dificuldades para tornar os apenados produtivos dentro do espaço prisional, urge constituir uma comissão que refletirá acerca das várias possibilidades de trabalho prisional, construindo uma proposição, através de um projeto de ações de extensão, de caráter multidisciplinar, para a resolução de um dos problemas mais graves na sociedade, que se traduz como a ausência de mecanismos de ressocialização dos apenados, através do trabalho dignificante. Durante as entrevistas, observou-se que a família é o mecanismo protetivo mais valorizado pelas mães, esposas e irmãs. Todas, de um modo geral, destacaram que a sociedade tem um descomprometimento ético perverso com aquele que errou e reincidiu. A reincidência é justamente fruto do estigma que a sociedade impõe sobre os apenados, estigma esse reforçado pela mídia e disseminado pela opinião pública. Várias esposas jovens, mães de crianças pequenas, ficaram com a incumbência de manter a economia doméstica, mas não conseguiam nada além de bicos como faxinas esporádicas. Comentou-se que o fato de residirem nos bairros da periferia destrói qualquer possibilidade de acessarem um emprego com carteira assinada, uma vez que tão logo divulguem seus endereços residenciais, nunca mais são chamadas para o processo de seleção e passam a vivenciar o ultraje de viver nos bairros e de ter um parente em situação de cárcere. Goyeneche (2008), em pesquisa realizada no Presídio Regional de Santa Cruz do Sul, aponta vários problemas e alternativas para a questão da ressocialização. Uma das falas de seus respondentes, em pesquisa realizada como trabalho de conclusão de curso em Direito, na UNISC, é do Promotor do Ministério Público de Santa Cruz do Sul, que reforça a falta de políticas públicas no sistema prisional: a falta de políticas públicas e programas adequados ao retorno do preso à sociedade, as condições subumanas a que são submetidos no interior dos presídios, implica a criação de pessoas mais afastadas do sistema produtivo, com valores deturpados, e muitas vezes Vivências. Vol.6, N.11: p.81-87, Outubro/

6 mais inseridas no cotidiano criminoso. (p.73). Quanto aos aspectos psicológicos determinantes do estado de exclusão social, que naturalmente apareceram nas entrevistas, destaca-se a fala de uma das mulheres respondentes, jovem, com três filhos em casa, que ficou com a carroça de recolhimento de lixo, uma vez que seu marido estava preso no regime fechado, aguardando audiência, em função do assassinato de um colega papeleiro. Ela inspirava cuidados e parecia-nos em estado de depressão, não possuindo, então, força física para dar continuidade ao trabalho de coleta de lixo reciclável, além de ter um filho pequeno para cuidar. Ficou claro que ela e as crianças estavam passando fome, na medida em que não dava conta do serviço e dependiam de doações da Igreja do bairro para sobreviver. Várias senhoras comentaram que é preciso terapia para as famílias, porque, em seu entendimento, as famílias devem participar do processo de acompanhamento e restabelecimento do equilíbrio emocional do apenado/apenada, que deve permear todo o grupo familiar. CONSIDERAÇÕES FINAIS É primordial para a ressocialização que o Código Penal e a Lei de Execução Penal sejam alteradas e adequadas à realidade prisional. Os juízes e promotores de Justiça não têm condições de acompanhar a execução da pena e conceder os benefícios da mesma, na medida em que não há políticas públicas institucionalizadas, de parte do Poder Público, que implementem programas de apoio ao egresso. As famílias dos apenados estão abandonadas, sem acesso a apoio psicológico e socioeducativo. Finalmente, não há incentivos fiscais aos empresários para empregarem mão de obra carcerária. Constatou-se que a pobreza e a exclusão social das famílias dos apenados, residentes nos bairros Glória, Cristal, Imigrante, Harmonia e Beckemkamp são mais profundas que as das famílias atendidas por outros projetos de extensão da UNISC nos bairros. Não obstante os revezes e as dificuldades apontadas, defende-se aqui a implementação de um programa mínimo de ações, com vistas à ressocialização, a partir da inserção da Universidade no cotidiano da casa prisional. O diagnóstico inicial, junto às famílias dos apenados de bairros de Santa Cruz do Sul, foi relevante para determinar a concepção de um projeto permanente para os apenados do Presídio Regional de Santa Cruz do Sul, que, em 2009, foram alfabetizados, e, desde 2010, participam de uma oficina de Leitura e Produção Textual, utilizando o acervo da biblioteca prisional organizada pela Universidade de Santa Cruz do Sul em parceria com o Conselho da Comunidade do município e com a 6ª Coordenadoria Regional de Educação (6ª CRE). Desde a fase inicial, de contato com o diretor do presídio, observou-se que a missão de chegar aos familiares era quase inviável, uma vez que os prontuários dos apenados são manuscritos, o equipamento de Informática da Susepe dentro do presídio era defasado, à época da pesquisa, e alguns endereços fornecidos pelos apenados no formulário inicial não coincidia com o constante em seus prontuários, o que causou problemas nas incursões a pé pelos bairros, quando da coleta de dados. Os endereços incompletos, inexistentes ou não localizados atrapalharam sobremaneira o andamento da coleta de dados nos bairros, alterando, significativamente, a amostra inicial constituída para o levantamento. Em se tratando de uma pesquisa qualitativa, no entanto, não houve problemas com a significância da amostra. O diagnóstico com as famílias dos apenados, residentes nos bairros, foi uma demanda da Proext, já ressaltada anteriormente, que surgiu em julho de 2008, em um momento em que várias reuniões de trabalho com a equipe do Semear Amigos já haviam sido realizadas e o plano de trabalho das docentes concebido. Vivências. Vol.6, N.11: p.81-87, Outubro/

7 A maior dificuldade foi proceder à coleta de dados nos bairros, em um tempo exíguo, sem contar com uma equipe de apoio treinada e com bolsistas de extensão, para dar o suporte necessário ao diagnóstico solicitado. As histórias de vida das mulheres das famílias dos apenados, acessadas através das visitas domiciliares e das entrevistas realizadas, não puderam ser contempladas na pesquisa, em função de objetivos norteadores bem-delimitados na constituição do diagnóstico das necessidades dos apenados do presídio. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, BRASIL. MINISTÉRIO DA JUSTIÇA. Lei de Execução Penal. Brasília, BRASIL. MINISTÉRIO DA JUSTIÇA. Regras mínimas para o tratamento do preso no Brasil. Brasília, BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Resolução 196/96. Brasília, GOYENECHE, Mirelle C. Sistema prisional brasileiro sob a ótica da Teoria Sistêmica. Santa Cruz do Sul, 2008 Monografia de conclusão do curso de Direito. UNISC, 96f. HIRDES, A.; PINTO, G. O processo de institucionalização de detentos: perspectivas de reabilitação e reinserção social. Revista de Enfermagem, v. 4, n. 10, p , dez SOUZA, Maria Luiza. Desenvolvimento de comunidade e participação. São Paulo: Cortez, Vivências. Vol.6, N.11: p.81-87, Outubro/

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