PROJETO: PCT/BRA/IICA/08/003 Consolidação do Crédito Fundiário como Instrumento de Política Pública

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1 PROJETO: PCT/BRA/IICA/08/003 Consolidação do Crédito Fundiário como Instrumento de Política Pública PRODUTO: 06 Documento contendo proposta de estratégias e metodologias que estimulem a inclusão do Programa Nacional de Crédito Fundiário - PNCF nas discussões e no Plano de Desenvolvimento Territorial no Estado do Rio Grande do Norte CONSULTORA: MARIA LIDERICA LOPES MELO Natal/RN Julho

2 LISTA DE SIGLAS MDA SRA PNCF UTE CF CPR ATER SIC SIB - Ministério do - Secretaria de Reordenamento Agrário - Programa Nacional de Crédito Fundiário - Unidade Técnica Estadual - Crédito Fundiário - Combate à Pobreza Rural - Assistência Técnica e Extensão Rural - Subprojeto de Investimento Comunitário - Subprojeto de Investimento Básico PRONAF - Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar SIMON SREDE SIGCF BNB SMMT CEF MLST DCF INCRA - Sistema de Monitoramento de Projetos - Sistema de Rede de Apoio - Sistema de Informações Gerenciais do Crédito Fundiário - Banco do Nordeste - Sistema de Monitoramento do Mercado de Terras - Caixa Econômica Federal - Movimento de Libertação dos Sem Terra - Departamento de Crédito Fundiário - Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária EMATER - Empresa de Assistência técnica e Extensão Rural PNATER - Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural 2

3 SUMÁRIO 1. Apresentação Introdução Contextualização Objetivo Geral Ações Fundiárias nos Planos de Desenvolvimento dos Territórios Açu Mossoró, Alto Oeste, Mato Grande, Potengi, Seridó, Sertão do Apodi e Tairí no estado do Rio Grande do Norte Avaliação da Atuação da Unidade Técnica Estadual e Rede de Apoio do Programa Nacional de Crédito Fundiário no âmbito dos Territórios Rurais, no Estado do Rio Grande do Norte Estratégias e metodologias que estimulem a inclusão do Programa Nacional de Crédito Fundiário nas discussões e no Plano de Desenvolvimento Territorial no estado do Rio Grande do Norte Conclusão Referências

4 1. Apresentação Este documento tem a finalidade de referendar uma proposta com estratégias e metodologias que estimulem a inclusão do Programa Nacional de Crédito Fundiário - PNCF nas discussões e no Plano de Desenvolvimento Territorial no Estado do Rio Grande do Norte, considerando a política de Crédito Fundiário e os impactos do programa na vida das famílias beneficiadas com o programa. Para a produção do texto, a metodologia utilizada constou de revisão bibliográfica relacionada ao tema e análise das políticas públicas de desenvolvimento territorial no Estado do Rio Grande do Norte. A escolha dos referenciais teóricos básicos baseou-se nas abordagens que identificavam as recentes mudanças no meio rural a partir das ações voltadas para o desenvolvimento territorial, considerando os seguintes aspectos: a revisão de conceitos sobre a dicotomia da relação campo-cidade para uma visão territorial; e a inserção das políticas de desenvolvimento territorial através dos programas governamentais existentes. O exercício metodológico e cotidiano desse trabalho de consultoria foi fundamental para se ouvir as diferentes percepções a respeito da diversidade e complementaridade dos processos que cercam a construção desse desafio. Durante a fase de campo, percebeu-se que os fatores avaliados contribuíram, para criar um espaço de proximidade, confiabilidade e, inclusive, de cumplicidade nos depoimentos dados tanto por representantes das organizações quanto do poder público. A realização desse trabalho envolveu um grande número de pessoas que se empenharam com muita dedicação e compromisso no decorrer das atividades, quanto à realização das atividades de campo, sempre voltadas para o aperfeiçoamento do PNCF. Para efeitos deste trabalho adotou-se a noção de desenvolvimento, conhecimentos empíricos para chegar à produção textual final. A noção de desenvolvimento comumente associada pelos agentes sociais refere-se ao nível organizativo e econômico dos assentamentos. 4

5 Especificamente, esse estudo visou identificar e analisar as estratégias e mecanismos de interlocução com os colegiados territoriais rurais na busca de metodologias que visem o aperfeiçoamento do Programa Nacional de Crédito Fundiário - PNCF no Estado do Rio Grande do Norte, no âmbito dos Territórios Rurais da Cidadania. Entretanto, espera-se que o produto aqui apresentado reflita uma leitura do território que contribua efetivamente para a dinamização das forças sociais locais e para o fortalecimento político-organizativo dessa nova modalidade de arranjo institucional que vem sendo incentivada pelas políticas do Ministério do. Acredita-se também que esse trabalho possa estimular o debate interno nas instituições e organizações, sendo um instrumento para uma reflexão coletiva a respeito dos caminhos possíveis a serem trilhados no futuro. 2. Introdução Atualmente, se tem falado abundantemente da perspectiva territorial do desenvolvimento suplantando a análise meramente setorial do meio rural. Isto tem resultado em diferentes leituras sobre a atual situação do campo agrário e agrícola brasileiro e Potiguar. Destaca-se, nos novos enfoques, principalmente, a identificação da presença de atividades não agrícolas no rural e a emergência da problemática ambiental demandando instrumentos de preservação de sistemas não antropizados, ambas caracterizadas nas leituras sobre pluriatividade e multifuncionalidade do rural moderno. Na política pública o enfoque e entendimento adotados buscam compreender o território rural a partir de sua formação sócio-espacial heterogênea, incidindo na valorização da participação social e nos arranjos societários e produtivos locais como instrumentos alavancadores do desenvolvimento rural. Neste caso, a perspectiva não setorial do rural indica uma análise baseada no reconhecimento do protagonismo dos atores locais, caracterizados, especialmente, pelo público da agricultura familiar e reforma 5

6 agrária. Os instrumentos de construção destas novas perspectivas de desenvolvimento são baseados na cooperação mútua e na sustentabilidade dos sistemas social e ambiental. Observa-se que o cenário de consolidação das políticas de desenvolvimento territorial fornece as bases para o debate sobre o desenvolvimento rural, considerando-se, a necessidade de erradicação da pobreza rural, a questão do protagonismo dos atores sociais e sua participação política, o território como unidade de referência e a preocupação central com a sustentabilidade ambiental, onde a possibilidade de apreensão do desenvolvimento que permite analisar as novas ruralidades sob uma perspectiva não setorial possibilita compreender os novos processos em curso no meio rural e enfatizar as novas ações de planejamento em regiões notadamente rurais, ratificando a importância dos estudos territoriais para análise da dinâmica econômica local. Nesse contexto a análise territorial surge como unidade de referência para a atuação do Estado e a regulação de políticas públicas visando superar as críticas sobre a ineficácia e ineficiência das políticas públicas de permanência no campo, valorizando a participação dos atores da sociedade civil, especialmente ONGs e os próprios trabalhadores rurais, na redefinição do papel das instituições focado na importância das esferas do poder público, e dos atores da sociedade civil organizada. Não obstante do reconhecimento do papel dos atores locais, o panorama adotado para a perspectiva do desenvolvimento rural ainda se fundamenta na necessidade de superação da pobreza e da integração da economia familiar à lógica dos mercados, onde as proposições sobre o desenvolvimento territorial balizar-se-iam numa dimensão solidária e sustentável para o rural, redefinindo, as bases conceituais de participação dos atores locais. No Brasil, os elementos são constituídos, visando à consolidação de arranjos produtivos locais através da superação do caráter setorial do desenvolvimento, e da valorização dos atores locais, com destaque, para a 6

7 agricultura familiar. Do ponto de vista do planejamento e da ação pública de Estado, as políticas territoriais para o campo ganharam notoriedade com nova plataforma sobre Desenvolvimento Territorial. No entanto, as políticas do governo federal, com enfoque local, propondo dinamismo econômico, valorização dos aspectos endógenos associados às capacidades de negociação dos atores locais, foram valorizadas nos programas Territórios Rurais, do Ministério do (2003) e Territórios da Cidadania (2006), do Governo Federal. Desta forma, o Governo Federal disponibiliza a todos os brasileiros, especialmente no meio rural o Programa Territórios da Cidadania, que é desenvolvido em parceria com governos estaduais, municipais e a sociedade organizada em uma ação integrada envolvendo diversos órgãos, cujo objetivo é reduzir a pobreza nas áreas identificadas. 3. Contextualização O conceito de desenvolvimento territorial representa uma categoria analítica em construção e em disputa, tanto no plano teórico quanto no plano político-ideológico. Mais que um conceito com sua definição formal, trata-se de uma abordagem ou de um enfoque, a partir do qual se percebe e se busca intervir sobre uma realidade. Nesse sentido, pode ser concebida muito mais como uma ferramenta de análise a ser utilizada por um conjunto diversificado de forças sociais que tenham uma identidade sociopolítica, uma visão de futuro e objetivos comuns. Essa nova visão de planejamento do desenvolvimento sustentável voltada para o território decorre da necessidade de articulação das políticas públicas, da formação de parcerias, de forma a viabilizar o alcance de objetivos maiores das políticas públicas para o meio rural, potencializando resultados e reduzindo desperdícios de superposição e dispersão de esforços. Neste sentido, trata-se de uma concepção diferenciada de abordar as práticas tradicionais de planejamento e gestão das políticas 7

8 públicas, uma vez que aponta para o rompimento de uma visão centralizadora dos processos de elaboração das estratégias de desenvolvimento, como sendo uma ação do Estado, em suas distintas instâncias. Além disso, introduz a dimensão da participação social nas diferentes etapas do processo de descentralização das políticas públicas. Portanto, a incorporação desse enfoque não significa apenas uma ampliação da escala espacial de planejamento das ações de desenvolvimento, representa, acima de tudo, uma ampliação dos atores sociais envolvidos na construção dessas iniciativas, na medida em que busca fortalecer as capacidades de organização, mobilização, diálogo, negociação, planejamento e autogestão das populações marginalizadas das dinâmicas de desenvolvimento. Nesse contexto, os territórios rurais passam a ser concebidos como espaços sociais criados a partir da vontade coletiva de uma diversidade de atores sociais, tendo em vista a existência de um conjunto de indicadores e processos que lhes conferem uma identidade específica. Desta maneira, a implementação de uma estratégia integradora e democrática das ações voltadas ao desenvolvimento territorial só será possível se esse processo contar com o pleno envolvimento das diversas forças sociais existentes nos municípios, tanto das instituições governamentais quanto das organizações da sociedade civil, em todas as etapas do ciclo de planejamento e gestão social do desenvolvimento, de forma que essas novas institucionalidades territoriais representem espaços para o exercício do diálogo, negociação, complementaridade de perspectivas, construção de convergências, definição de prioridades e projetos. Esses espaços devem ser vistos como oportunidades para a consolidação de práticas democráticas, a superação de divergências, a gestão pública e transparente das ações voltadas para o desenvolvimento territorial. Assim sendo, o Programa Territórios da Cidadania apresenta-se como um programa de desenvolvimento regional sustentável e garantia de direitos sociais voltados às regiões do país que mais precisam, com objetivo de 8

9 levar o desenvolvimento econômico e universalizar os programas básicos de cidadania, com integração das ações do Governo Federal e dos governos estaduais e municipais, em um plano desenvolvido em cada território, com a participação da sociedade civil organizada, na busca da consolidação do processo de construção territorial e da gestão social do desenvolvimento rural. Nos últimos anos, vem ocorrendo uma grande diversificação das políticas públicas disponibilizadas pelo governo federal para atender às demandas das populações rurais marginalizadas e excluídas do processo de desenvolvimento rural nacional. Essa pluralidade de mecanismos institucionais de apoio reflete, em grande medida, o avanço das mobilizações sociais promovidas pelos diversos movimentos sociais rurais e a consolidação de um espaço aberto para as negociações políticas com o Estado. Nesse sentido, torna-se necessário estabelecer iniciativas complementares e interdependentes para que se avance na construção dessa perspectiva territorial: de um lado, é preciso reconhecer a urgência de se fortalecer os processos de integração dos instrumentos de política agrícola (crédito, assessoria técnica e extensão rural, pesquisa tecnológica, agroindustrialização, comercialização, associativismo e cooperativismo, agroecologia, aquisição de alimentos, diversificação produtiva), bem como de articular adequadamente esses instrumentos às políticas sociais (educação, saúde, previdência social, transferência de renda), de reordenamento agrário (Reforma Agrária, regularização fundiária, crédito fundiário), de incentivo à infraestrutura (estradas, comunicação, eletrificação, moradia, saneamento básico), de conservação sustentável dos ecossistemas e dos recursos naturais, de valorização cultural (artesanato, turismo rural, música) e de fortalecimento dos processos participativos de gestão social. Atualmente, percebe-se ainda um grande distanciamento entre as políticas públicas disponibilizadas no âmbito do MDA. Os diversos instrumentos e programas de política agrícola, agrária e de desenvolvimento territorial dialogam e interagem muito pouco entre si. Algumas tentativas internas de 9

10 aproximação estão sendo gestadas, mas elas ainda não conseguiram produzir os efeitos multiplicadores esperados. No entanto, os avanços mais significativos estão ocorrendo no plano da subjetividade do processo, ou seja, no respeito às diferenças, na busca pelo reconhecimento do outro e na abertura para o diálogo em torno de ações conjuntas. Essa mútua compreensão do outro significou um profundo aprendizado coletivo e aportou um amadurecimento político aos diversos sujeitos sociais, fazendo com que pudessem conhecer melhor suas iniciativas e identificar possíveis enlaces para um trabalho conjunto. Entretanto, é preciso estabelecer uma sinergia entre essas duas políticas do MDA, de maneira que essa aproximação resulte numa efetiva integração das ações do Estado num espaço social determinado. O território, nesse sentido, acaba se tornando um importante locus para o exercício de construção do desenvolvimento territorial. 4. Objetivo Geral Propor mecanismos de interlocução com os colegiados territoriais rurais na busca de estratégias que visem o aperfeiçoamento do Programa Nacional de Crédito Fundiário no Estado do Rio Grande do Norte, por meio de estratégias e metodologias que estimulem a inclusão do Programa Nacional de Crédito Fundiário nas discussões e no Plano de Desenvolvimento Territorial no âmbito dos Territórios Rurais, no Estado do Rio Grande do Norte. 5. Ações Fundiárias nos Planos de Desenvolvimento dos Territórios Açu Mossoró, Alto Oeste, Mato Grande, Potengi, Seridó, Sertão do Apodi e Tairí no estado do Rio Grande do Norte. Neste item, o presente trabalho apresenta Ações Fundiárias nos Planos de Desenvolvimento dos Territórios Açu Mossoró, Alto Oeste, Mato Grande, Potengi, Seridó, Sertão do Apodi e Tairí no estado do Rio Grande do Norte. No entanto, cabe ressaltar, que este produto traz novamente informações já inseridas em produtos anteriores, uma vez que serviram de base para realização do trabalho desenvolvido na consultoria. 10

11 Mesmo assim, esta consultoria acredita que as informações apresentadas a seguir, mesmo que oriundas de produtos anteriores são essências para o entendimento do objetivo especifico do trabalho apresentado, bem como para o objetivo geral e principal da consultoria. Sendo assim, conforme apresentado na folha 22 e 23 do produto de nº 01, um Plano de Desenvolvimento Territorial tem o caráter de desenvolvimento integral do território, e que não deve estar focado apenas nas políticas públicas praticadas pelo Ministério do - MDA, mas muito mais abrangente, pois deve integrar uma visão mais ampla do território, projetando todas as ações necessárias ao seu processo de desenvolvimento sustentável, independentemente das fontes de financiamento ou parcerias a serem formadas, sejam elas de natureza pública ou privada, apresenta-se como um importante instrumento auxiliar de gestão social que permita aos atores sociais negociar técnica e politicamente com todas as instâncias a viabilização das ações projetadas. Idêntico à folha 14 do produto de nº 03, a linha de ação que apóia à atividade produtiva deve ser focada na oferta de políticas públicas destinadas à geração de renda e inclusão social em atividades produtivas, considerando as vocações e potencialidades do território e a preservação do meio ambiente, a partir das discussões produzidas com participação social nos planos de desenvolvimento territoriais, plano safra e outros planos coordenados pelo colegiado territorial. Desta maneira, em referência ao descrito na folha 15 do produto de nº 03, os principais eixos estruturantes da atuação visando ao apoio das atividades produtivas, aquelas relacionadas principalmente à assistência técnica; acesso ao crédito rural e seguros; organização econômica; agregação de valor e comercialização; infraestrutura produtiva; e reforma agrária e acesso a terra. Na linha de ação acesso a direitos e fortalecimento institucional reúne um conjunto de políticas públicas essenciais para assegurar a condição básica 11

12 de cidadania às populações do meio rural e proporcionar sua participação na gestão social do desenvolvimento, através do uso de instrumentos de planejamento territorial, garantido maior transparência, controle social, foco, eficácia na utilização dos recursos e apoio ao fortalecimento de entidades públicas e civis, tais como: documentação civil e trabalhista; fortalecimento institucional; segurança alimentar e nutricional; saúde; educação e cultura; organização social; e infraestrutura (habitação, estradas de acesso, energia e saneamento). Desta forma, após realização dos diagnósticos das ações fundiárias nos Planos de Desenvolvimento dos Territórios das unidades de análises desse estudo (Açu Mossoró, Alto Oeste, Mato Grande, Potengi, Seridó, Sertão do Apodi e Tairí) estudadas e descritas com maior riqueza de detalhes nos produtos anteriores (01, 02, e 03), bem como, após análise das ações fundiárias dos Territórios estudados, avaliamos que a dinâmica do Programa dos Territórios da Cidadania, traz um padrão de gestão que permite melhor aplicação dos recursos públicos, ao integrar ações da política agrícola entre si e dessa com ações de educação, saúde, infraestrutura e cultura. Promovendo acesso à cidadania e direitos às famílias, ao mesmo tempo em que financia e apoia atividades de geração de renda. O efeito imediato é de uma agricultura familiar ainda mais consolidada e estratégica para o país, que contribua em suas múltiplas funções econômica, social e ambiental de forma sustentável. O apoio ao fortalecimento da agricultura familiar, através das ações de reordenamento fundiário, harmoniza-se perfeitamente com o desenvolvimento territorial, assim como este se ajusta perfeitamente ás prioridades de combate à pobreza rural e à fome, na medida em que estabelece condições do florescimento de uma nova dinâmica de inclusão social de forma descentralizada, interiorizado, participativo e sustentável. Nesse sentido, conforme observado nos produtos anteriores (01, 02, e 03), pôde-se compreender que nos Territórios estudados (Açu Mossoró, 12

13 Alto Oeste, Mato Grande, Potengi, Seridó, Sertão do Apodi e Tairí) as ações fundiárias desenvolvidas nos territórios, são bastante restritas e concentradas nas seguintes intervenções: Desapropriação (INCRA); Regularização Fundiária; Reconhecimento e Regularização de Terras de Comunidades Quilombolas; Programa Nacional de Crédito Fundiário PNCF, onde existe uma promoção intensa das ações de apoio à atividade produtiva e de acesso a direitos e fortalecimento institucional focada na oferta de políticas públicas destinadas à geração de renda e inclusão social em atividades produtivas, considerando as vocações e potencialidades dos territórios, a partir das discussões produzidas com participação social nos planos de desenvolvimento territoriais, capazes de transformar as organizações da base produtiva, nas relações sociais e na configuração do espaço fundiário regional. É valido ressaltar, que os programas de Reforma Agrária, do Ministério do, em parceria com o INCRA (Instituto de Colonização e Reforma Agrária) e a SEARA (Secretaria Estadual de Reordenamento Agrária) vêm contribuindo com a minimização desta problemática, pois já são famílias ocupando uma área de ,09 ha. Neste contexto, é importante ressaltar que o PNCF não se trata apenas de uma política de crédito para compra de áreas de terras por grupamentos de trabalhadores rurais, mais, principalmente, uma importante ferramenta de organização social de agricultores e agricultoras familiares que, através do apoio de Sindicatos Rurais, Federações de Trabalhadores e uma Rede de Apoio formada por inúmeras entidades de assessoria e apoio técnico, estabelecem variadas formas de organização e formatação de entidades organizativas que passam a representar os grupamentos do início ao fim do processo de aquisição de imóveis rurais para posterior implementação e desenvolvimento de suas principais atividades produtivas. Sendo assim, cabe aqui esclarecer que o PNCF é uma ação complementar a Reforma Agrária, que faz parte do Plano Nacional de Reforma Agrária, e que é executado de forma descentralizada nos Estados, tendo como 13

14 órgão executor as Unidades Técnicas Estaduais, com sua gestão intermediada pela Secretaria de Reordenamento Agrário do MDA, e vem contribuindo, também, para a implantação de um padrão de desenvolvimento centrado na inclusão e na justiça social, no crescimento com equidade, na reativação das economias locais e na gestão sustentável dos recursos naturais, apoiando o processo de desenvolvimento sustentável dos territórios rurais brasileiros, com foco na agricultura familiar. No Estado do Rio Grande do Norte, após nove anos de execução o Programa Nacional de Crédito Fundiário PNCF favoreceu mais de (cinco mil e quinhentas) famílias de trabalhadores e trabalhadoras rurais, segundo os números apresentados no Sistema de Informações Gerenciais do Crédito Fundiário SIGCF. Juntamente com os Estados do Piauí, Maranhão e Bahia, o RN se apresenta como um dos principais Estados do Nordeste em número de contratações de famílias através dessa importante política pública de acesso a crédito subsidiado para aquisição de terras, implementada pelo Ministério do - MDA, por meio da Secretaria de Reordenamento Agrário SRA. Mesmo assim, é importante frisar que os instrumentos de redução da pobreza e de melhoria da qualidade de vida, também devem ser observados e melhorados, para que possam permitir uma melhor interação entre os atores, bem como com as políticas publicas tratadas nos territórios da cidadania, a melhoria na organização da vida social e das instituições locais, o Estado e sua participação dentro do território, e suas resultantes ou a participação comunitária e a participação civil, e, por conseguinte, os processos de formação, fortalecimento, acúmulo e emprego do capital social. Neste contexto, diante do cenário, o presente trabalho constata que as ações fundiárias precisam ser pensadas e instaladas seguindo uma visão integradora já que o êxito da ação de reordenamento fundiário não pode ser medido apenas em termos de agricultores atendidos, mas, principalmente, na contribuição dessas famílias ao desenvolvimento local da região onde elas 14

15 estão inseridas, expresso nos indicadores de qualidade de vida. 6. Avaliação da Atuação da Unidade Técnica Estadual e Rede de Apoio do Programa Nacional de Crédito Fundiário no âmbito dos Territórios Rurais, no Estado do Rio Grande do Norte. Avaliação, de uma forma geral, é um tema bastante complexo, haja vista que engloba um conjunto muito amplo de variáveis, principalmente quando se trata de avaliar procedimentos de instâncias que interagem e respondem pelo desenvolvimento territorial rural. Uma ampla experimentação social de um novo paradigma para o desenvolvimento rural, fundado na sustentabilidade socioeconômica, técnica e ambiental, possui uma dinâmica inovadora que encerra concepções e propostas técnicas diferenciadas e envolve uma organização da sociedade que já atuam na condição de parceiros, colaborando para o desenvolvimento do territorial rural sustentável. Assim sendo, iniciamos as avaliações tomando como ponto de partida as relações que as ações ou políticas públicas operacionalizadas pela Secretaria de Estado de Assuntos Fundiários e de Apoio à Reforma Agrária SEARA, em ação conjunta com a Unidade Técnica Estadual UTE/RN e a rede de apoio e ATER, principalmente no que se trata do PNCF, quanto ao apoio do fortalecimento da agricultura familiar, através das ações de reordenamento fundiário, integrada com o desenvolvimento territorial no Estado, utilizando como elementos as ações de combate à pobreza rural. Neste sentido, ainda que a Unidade Técnica Estadual e Rede de Apoio do Programa Nacional de Crédito Fundiário no âmbito dos Territórios Rurais, no Estado do Rio Grande do Norte cumpram um papel decisivo na implementação das ações relacionadas à ampliação da intervenção propositiva dos atores territoriais no âmbito dos colegiados territoriais, principalmente quanto ao acesso ao PNCF, aos trabalhadores rurais e agricultores familiares sem terra ou com pouca terra que dele necessitam, outros atores sociais compartilham desse espaço de atuação, estabelecendo relações de cooperação na abordagem territorial com objetivo de trazer benefícios diretos 15

16 para o desenvolvimento rural sustentável. Desse modo, a Unidade Técnica Estadual e Rede de Apoio do Programa Nacional de Crédito Fundiário no âmbito dos Territórios Rurais, no Estado do Rio Grande do Norte, constituídas para realizar os procedimentos de acompanhamento às unidades produtivas do Programa Nacional de Crédito Fundiário quanto ao desenvolvimento dos projetos, têm contribuído gradativamente para superar os inúmeros gargalos encontrados no processo de desenvolvimento territorial, principalmente no que tange a falta de definição de uma metodologia adequada à realidade cotidiana dos parceiros. Em resgate aos elementos citados na folha 13 do produto nº 05, no Estado do Rio Grande do Norte, o PNCF com a criação da Secretaria de Estado de Assuntos Fundiários e Apoio à Reforma Agrária SEARA, o Rio Grande do Norte passa a contar com um órgão responsável para planejar, articular e executar os programas e projetos relacionados às questões fundiárias e de apoio à Reforma Agrária. Em maio de 2003 o Governo do Estado define a nova estruturação da Secretaria de Estado de Assuntos Fundiários e de Apoio à Reforma Agrária SEARA e repassa as atribuições e responsabilidades relacionadas a acompanhar e gerenciar os projetos desenvolvidos com recursos do FTRA, principalmente no âmbito do PNCF, sempre priorizando as áreas localizadas nos territórios da cidadania (Assu/Mossoró, Sertão do Apodi, Alto Oeste Potiguar, Mato Grande, Potengi, Seridó e Trairi), bem como as áreas cuja população tenha se mobilizado para elaborar seus planos e projetos de desenvolvimento, observando sempre as diretrizes e os eixos para o desenvolvimento do território, em particular as interações entre as diversas ações de desenvolvimento agrário. Ainda, considerando os levantamentos realizados nos produtos anteriores, observa-se que as ações fundiárias dos Territórios do Estado do Rio Grande do Norte, onde existe a parceria firmada com a UTE/RN SEARA possuem uma dinâmica e um padrão de gestão que possibilita a integração de ações da política agrícola entre si e dessa com ações de educação, saúde, 16

17 infraestrutura e cultura. O descomprometimento em relação à organização, representatividade e funcionamento permanente da estrutura funcional dos colegiados territoriais, se apresenta como um dos maiores gargalos quando tratamos da atuação dos atores responsáveis pelo desenvolvimento territorial, o que resulta na situação de pouca participação dos gestores públicos nos colegiados, isso se reflete na carência de mecanismos de solução de conflitos de interesses, que se traduzem em poucas ações voltadas para a otimização das atividades produtivas nos territórios, apesar de haver instituições voltadas ao desenvolvimento das populações rurais nos território, porém, se apresentam pouca eficiência ou funcionalidade nas ações desenvolvidas necessárias ao desenvolvimento territorial, inclusive necessária para auxiliar os Planos Territoriais de Desenvolvimento Rural Sustentável. É preciso ressaltar, desde já, a existência de um paradoxo nas experiências de articulação desse campo de forças, onde num momento em que se exige um maior grau de integração dos atores sociais e de suas ações, a diversidade de interesses e os conflitos de construção de projetos no interior desse campo político de instituições e organizações puxam essa tendência justamente para o lado oposto, criando uma contradição, aparentemente, irreconciliável. Contudo, esse jogo de forças é parte inerente de um processo eminentemente conflitivo e em construção, em que diferentes dinâmicas e processos concorrem num mesmo espaço, competindo e cooperando mutuamente entre si. No entanto, existe a precisão de se qualificar cada vez mais os parceiros, nas ações voltadas para a priorização do desenvolvimento territorial rural, de forma que as oportunidades de dinamização e fortalecimento das atividades econômicas, principalmente aquelas ligadas à produção agropecuária apareçam na ótica de planejamento do desenvolvimento sustentável voltada para o território, de forma a viabilizar o alcance de objetivos maiores das políticas públicas para o meio rural. 17

18 Assistimos hoje em muitas regiões do país, à constituição de uma ampla experimentação social de um novo paradigma para o desenvolvimento rural, fundado na sustentabilidade socioeconômica, técnica e ambiental. Essa dinâmica inovadora encerra concepções diferenciadas e envolve um largo espectro de organizações da sociedade que já atuam na condição de parceiros, colaborando para o desenvolvimento territorial rural, de forma integrada ao Programa Nacional de Crédito Fundiário PNCF. É nesse campo dos processos sócio concreto que se situa o espaço por excelência fecundo para se consolidar um projeto democrático para agricultura familiar e, ao mesmo tempo, promover o desenvolvimento territorial voltado à agricultura familiar sustentável. Neste sentido, é percebível que os serviços da Rede de Apoio do Programa Nacional de Crédito Fundiário no âmbito dos Territórios Rurais, no Estado do Rio Grande do Norte, assumem uma grande relevância, pois permitem construir e disseminar referências técnicas e metodológicas que contribuam para embasar as orientações e práticas das diversas instituições e organizações que atuam junto a esses segmentos rurais, passando a ser também mediadores dos processos de desenvolvimento. Neste contexto, fica claro, que um dos mais extraordinários desafios, no cenário atual, volta-se a construção de uma proposta com novas estratégias para o desenvolvimento local através do fortalecimento da agricultura familiar, baseado na consolidação da estrutura operacional (parceiros) e centrado na inclusão e na justiça social, no crescimento com equidade, na reativação das economias locais fortalecendo a gestão sustentável dos recursos naturais, onde todos os parceiros busquem, numa ação contínua, pela sua dimensão e alcance social, estar envolvido diretamente no processo de gestão, e desenvolvimento local. Por fim, em linhas gerais, conforme descrito nas folhas 27 e 28 do produto 04, as ações promovidas pela Unidade Técnica estadual do RN, 18

19 bem como pela Rede de Apoio do Programa Nacional de Crédito Fundiário no âmbito dos Territórios Rurais, no Estado do Rio Grande do Norte, necessárias para viabilizar o processo de desenvolvimento com enfoque das políticas agrárias, desde o planejamento até a execução das ações com vistas ao desenvolvimento sustentável das comunidades rurais, permitirão uma visão mais integradora de espaços, agentes, mercados e das políticas públicas, de modo a proporcionar o aperfeiçoamento deste poderoso instrumento de superação das desigualdades no campo e de democratização no acesso às fontes de financiamento da agricultura familiar, presente nos Territórios da Cidadania no Estado do RN. 7. Estratégias e metodologias que estimulem a inclusão do Programa Nacional de Crédito Fundiário nas discussões e no Plano de Desenvolvimento Territorial no Estado do Rio Grande do Norte Inicialmente, entendemos que não bastam apenas sugestões e proposta, valem também, a mudança de atitude, principalmente mudanças no discurso de cada um dos parceiros que enxergam no PNCF a oportunidade de proporcionar às famílias em situação de indigência, inclusão social, através da geração de trabalho e renda. Neste sentido, após apresentação das ações fundiárias desenvolvidas nos territórios da cidadania estudados (Açu Mossoró, Alto Oeste, Mato Grande, Potengi, Seridó, Sertão do Apodi e Tairí) do Estado do Rio Grande do Norte, bem como após apresentação da atuação da Unidade Técnica Estadual e rede de apoio do PNCF no Estado do Rio Grande do Norte, quanto às atuações nos territórios da cidadania, o presente trabalho apresenta algumas estratégias e metodologias que poderão estimular a inclusão do PNCF nas discussões e Planos de Desenvolvimento Territorial no Estado do RN, conforme segue: Mobilização, Participação e Capacitação: Ações que imprimirão uma dinâmica de mobilização permanente e que 19

20 identifique os responsáveis e as instâncias corretas para inclusão do PNCF nas discussões e Planos De Desenvolvimento Territorial no Estado do RN. Fortalecimento Institucional: Ações de apoio ao processo de gestão social e planejamento territorial, com foco na consolidação institucional da Unidade Técnica estadual do RN, bem como pela Rede de Apoio do Programa Nacional de Crédito Fundiário no âmbito dos Territórios Rurais, no Estado do Rio Grande do Norte. Apoio Territorial: Ações integradas a outras políticas e instituições para promoção territorial do PNCF. Agenda Executiva: Criação de agenda de trabalho para planejamento operacional a cada Instituição, identificando as ações de inclusão do PNCF nas discussões e Planos De Desenvolvimento Territorial no Estado do RN. Negociação Territorial: Ações imediatas para a negociação fazendo interface entre Estado, municípios, e demais entidades de forma que o PNCF seja incluído nas discussões e Planos De Desenvolvimento Territorial no Estado do RN. Estratégia de Comunicação: Por intermédio dos veículos (rádios, internet, boletins, etc.) como forma de ampla divulgação das ações do PNCF nos territórios do RN. Estabelecer um diálogo permanente e articulado, políticoinstitucional, com o Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural Sustentável (CEDRUS), Comitê de Articulação Estadual (CAE), entre outros conselhos e fóruns setoriais. As estratégias e metodologias são definidas como o processo sistemático de informações prioritárias sobre o PNCF e sua participação no 20

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