A GESTÃO DO CONHECIMENTO SOB A ÓTICA EMPRESARIAL : UM ESTUDO DE CASO NUMA EMPRESA DE PEQUENO PORTE DO RAMO MOVELEIRO

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1 A GESTÃO DO CONHECIMENTO SOB A ÓTICA EMPRESARIAL : UM ESTUDO DE CASO NUMA EMPRESA DE PEQUENO PORTE DO RAMO MOVELEIRO ROSÂNGELA B. PIMENTA 1 ;JEISON A. BASTIANI 2 ; ISAURA A LIMA 3 ; HÉLIO G. CARVALHO 4 1 Gerência de Ensino,Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná,Unidade de Cornélio Procópio (CEFET-PR) Avenida Alberto Carazzai, Cornélio Procópio, Paraná,Brasil 2 Coordenação do Curso Superior em Informática, Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná,Unidade de Cornélio Procópio(CEFET-PR) Avenida Alberto Carazzai, Cornélio Procópio, Paraná,Brasil 3 Diretoria de Relações Empresariais e Comunitárias, Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná,Unidade de Curitiba(CEFET-PR) Av.Sete de Setembro, Curitiba,Paraná,Brasil 4 Departamento de Pós-Graduação em Tecnologia, Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná,Unidade de Curitiba (CEFET-PR) Av.Sete de Setembro, Curitiba,Paraná,Brasil Resumo O objetivo deste artigo é analisar a gestão do conhecimento em uma empresa de pequeno porte, do ramo moveleiro, segundo a percepção do gestor da empresa. A fundamentação teórica está alicerçada na revisão de literatura e a pesquisa foi através de estudo de caso. Como resultado da pesquisa, percebe-se uma cultura de informação em desenvolvimento, não havendo ainda a total clareza quanto a alguns conceitos relacionados à gestão do conhecimento. Os meios mais utilizados para disseminar as informações são as reuniões, quadro de avisos, telefone, intranet e internet.vale ressaltar que a empresa tem a consciência da importância de gerir o conhecimento e tem com meta implantar um modelo que traga, primeiramente, benefícios e que estes estejam alinhados com o foco do negócio da empresa. Palavras-chave: Gestão do conhecimento, percepção, informação THE MANAGEMENT OF THE KNOWLEDGE UNDER THE OPTICS ORGANIZATION: UM STUDY OF CASE IN A SMALL BUSINESS COMPANY OF THE FURNITURE BRANCH. Abstract Summary the objective of this article is to analyze the management of the knowledge in a small business company, of the furniture branch, according to perception of the manager of the company. The theoretical recital is based in the literature revision and the research was through case study. As result of the research, a culture of information in development is perceived, not having still the total clarity how much to some concepts related to the management of the knowledge. The half ones more used to spread the information are the meetings, bulletin board, telephone, Intranet and internet.so, to stand out that the company has the conscience of the importance to manage the knowledge and has with goal to implant a model that brings, first, benefits and that these are lined up with the focus of the business of the company. Keywords : knowledge management, perception, information

2 1 - INTRODUÇÃO O novo milênio é caracterizado por profundas e rápidas transformações que trazem novos conceitos de gestão para as organizações. O processo acelerado destas mudanças, aliado à competitividade, tem exigido das empresas uma nova postura centrada no conhecimento. Assim, a substituição do capital pelo conhecimento acabou gerando um acréscimo na importância das pessoas, que são as detentoras do conhecimento e conseqüentemente a fonte de vantagem competitiva para o sucesso empresarial. Observa-se uma grande mudança com a saída gradativa da Sociedade Industrial para a Sociedade da Informação e do Conhecimento. Com base neste contexto, o objetivo do trabalho é analisar a gestão do conhecimento em uma pequena empresa do ramo moveleiro, sob a visão do gestor. Procurou-se especificar como a informação é recebida e como é disseminada na organização. O artigo está estruturado em seis seções principais. A primeira aborda um referencial teórico sobre gestão do conhecimento. Na segunda seção, é apresentada a espiral da criação do conhecimento. A terceira seção, é abordada uma breve contextualização da gestão do conhecimento na pequena empresa. A quarta seção apresenta a metodologia utilizada para a pesquisa. Na quinta seção, o estudo de caso.na sexta seção, a análise dos resultados e as considerações finais. 2 - A GESTÃO DO CONHECIMENTO A Gestão do Conhecimento teve seu início na década de 1990 e tem como objetivo tratar da prática de agregar valor à informação e distribuí-la, aproveitando os recursos existentes na empresa. Apesar do conceito de Gestão do Conhecimento estar em grande evidência no atual cenário das organizações, não há uma única definição da palavra conhecimento aceita de modo geral. A palavra conhecimento tem vários significados como: informação, conscientização, saber, cognição, percepção, ciência, experiência, competência, habilidade, capacidade, aprendizado, etc. O interesse pelo tema Conhecimento é muito antigo e tem sido estudado por escritores renomados e filósofos, como também abordado por várias áreas do saber humano. Para o filósofo grego Platão, apud Nonaka e Takeuchi (1997) Conhecimento é a crença verdadeiramente justificada. Choo (1998) define conhecimento como a informação transformada, pelo uso da razão e reflexão em crenças; é construído 2

3 através do acúmulo de experiência. De acordo com o teórico organizacional Nonaka (2001), apenas o conhecimento é fonte segura para a vantagem competitiva neste mundo de grandes incertezas. Porém, a maioria dos líderes ocidentais não compreende a importância do conhecimento e a forma como as empresas são capazes de explorálo. Da mesma maneira, diversas são as abordagens para o tema Gestão do Conhecimento. Porém, é inegável o caráter abrangente do termo em si. Para Bukowitz e Williams (2002), a gestão do conhecimento é o processo pelo qual a organização gera riqueza, a partir do seu conhecimento ou capital intelectual. Santos et al. (2001) cita a gestão do conhecimento é um processo corporativo, focado na estratégia empresarial e que envolve a gestão das competências, a gestão do capital, a aprendizagem organizacional, a inteligência empresarial e a educação corporativa. Quando se tem o foco na Gestão do Conhecimento, os gestores têm um importante papel de manter as pessoas permanentemente para a discussão e o compartilhamento para que toda empresa cresça. Davenport e Prusak (1998), o conhecimento é ainda uma mistura de experiência condensada, valores e informação, a qual proporciona uma estrutura para avaliação e incorporação de novas experiências e informações. 3 - A ESPIRAL DE CRIAÇÃO DO CONHECIMENTO Nonaka (1994) e Nonaka e Takeuchi (1995) afirmam que os quatro modos de conversão de conhecimento devem ser gerenciados de forma articulada e cíclica e denominam os quatro processos de espiral de criação do conhecimento. Os autores ilustram o seguinte texto: A conversão do conhecimento individual em recurso disponível para outras pessoas é a atividade central da empresa criadora de conhecimento. Esse processo de transformação ocorre continuamente em todos os níveis da organização. O conhecimento explícito é formal e sistemático. Assim, é facilmente comunicado e compartilhado por meio de especificações de produtos, fórmulas científicas ou programas de computador. O conhecimento tácito é altamente pessoal. Por ser de difícil formalização, sua transferência para outros é árdua. Podemos saber mais do que somos capazes de expressar, conforme observou o filósofo Michael Polanyi. O conhecimento tácito consiste em parte de habilidades técnicas. A distinção entre o 3

4 conhecimento tácito e explícito sugere quatro padrões básicos de criação de conhecimento em qualquer organização.1-de tácito para tácito denominado socialização; 2- De explícito para explícito denominado combinação; 3- De tácito para explícito denominado explicitação;4-de explícito para tácito denominado internalização. A explicitação (conversão do conhecimento tácito em conhecimento explícito) e a internalização (utilização do conhecimento explícito para a ampliação da própria base do conhecimento tácito) são as fases críticas da espiral do conhecimento. O motivo é que ambas exigem envolvimento ativo do eu - o comprometimento pessoal. Conforme Krogh et al (2001), em primeiro: o conhecimento é crença verdadeira e justificada. As pessoas com base em observações no mundo, justificam suas crenças, que por sua vez dependem a sensibilidade pessoal e de experiência individual. Em segundo o conhecimento é explícito e tácito. Os autores enfatizam que algumas formas de conhecimento podem ser colocadas no papel. No entanto, outras formas de conhecimento estão vinculadas à capacidade de expressão corporal, à percepção individual. É muito difícil descrever o conhecimento tácito para os outros. Admitir o valor do conhecimento tácito ou descobrir como utilizá-lo é o principal desafio da empresa criadora de conhecimento. As organizações estão migrando rapidamente da abordagem tradicional para a abordagem moderna. O conhecimento passa a ser o recurso mais importante na Era da Informação. E se o conhecimento é fundamental, a produtividade do conhecimento é que constitui a chave para o desenvolvimento. Segundo Colacino (2004), muito já foi feito sobre a implementação da gestão do Conhecimento nos ambientes corporativos, porém os modelos estáticos e definidos por quem os implantam, são limitados aos programas dos softwares utilizados, deixando de dar atenção ao poder das interações humanas. Na visão do autor, é preciso olhar para a base de cada pessoa. Antes de pensarmos em gerir o conhecimento de uma organização inteira, precisamos visualizar a forma como cada pessoa gerencia seu próprio conhecimento. (...) é importante ter em mente que não existe regras de conduta pessoal para gerenciarmos nosso próprio conhecimento. Cada pessoa tem sua própria maneira de fazê-lo. O que podemos é buscar o conhecimento sobre facilitadores do processo de gestão do conhecimento pessoal como ferramentas de 4

5 software, técnicas de searching pela web, utilização de recursos como listas de discussão, agregadores RSS, conversações em redes e outros. Independente da forma de identificação e localização, o processo de disseminação do conhecimento deve considerar a cultura organizacional, e isso pode ser um problema porque as pessoas não aderem facilmente o trabalho cooperativo pois ainda vêem o conhecimento como garantia de seu emprego, relutando em dividi-lo (DE LONG,1997). A transferência do conhecimento é dependente da estrutura organizacional que deve auxiliar na exteriorização para o entendimento de todos as metas e objetivo; permitir a socialização eliminando as barreiras ao processo, promover o aprendizado pela observação e completa o processo com técnica que possibilitem a interiorização, completando o ciclo da criação do conhecimento (SVEIBY,1998 ;NONAKA e TAKEUCHI 1998). 4 - A GESTÃO DO CONHECIMENTO NA PEQUENA EMPRESA. Lastres & Albagi (1995), citam que as pequenas e médias empresas através de seus gerentes não têm consciência da existência destes ativos intangíveis, ou se têm, não vêem nele uma oportunidade de alavancar a produtividade organizacional, não reconhecendo os possíveis ganhos de competitividade associadas ao novo paradigma. Os gerentes estão intimamente envolvidos com o processo produtivo e a produção tem prioridade na aplicação dos recursos da empresa, implementando a inovação somente quando se tornam claras as oportunidades de negócio ou quando estão sob pressão de fornecedores e clientes. Stewart (1998) enfatiza que as empresas que pretendam investir e administrarem o seu conhecimento devem pensar em como resolver os seguintes problemas: o primeiro é estabelecer uma estratégia para os ativos de conhecimento; o segundo, a maior parte dos ativos intangíveis são tácitos e necessita ser identificado e alavancado para seu uso na organização, necessitando assim ser gerenciado O Dell (1999) afirma a necessidade de objetivos bem definidos pela empresa para efetivamente transformar conhecimento em valor, é necessário também identificar 5

6 áreas onde haverá melhoria de performance pela identificação e compartilhamento do conhecimento e das melhores práticas. A adoção do processo de gestão do conhecimento pelas pequenas e médias empresas apresenta algumas vantagens em relação às grandes corporações, pois elas são mais ágeis, flexíveis e o processo de decisão é mais rápido, por outro lado, existe uma menor possibilidade de erros que, neste porte de empresa, podem ser fatais (BARCLAY & MURRAY 1997). As empresas de pequeno e médio porte através de um modelo de gestão do conhecimento adequado às suas condições culturais, econômicas e tecnológicas poderão aumentar sua produtividade, utilizando as experiências de seus funcionários e a existência de comunidade de práticas para adaptar-se à era do conhecimento (PEREIRA 2000). O fato de o lucro gerado pelos ativos intangíveis não serem facilmente observáveis leva as pessoas não darem atenção que eles merecem (STEWART,1998). 5 - METODOLOGIA A metodologia para a pesquisa foi trabalhar numa abordagem qualitativa de natureza interpretativa. A investigação foi conduzida na forma de revisão bibliográfica na qual foram consultados vários livros da área e sites da Internet, com o propósito de se obter, através destas fontes o maior número possível de dados e informações que possibilitem o agrupamento de idéias, para que as mesmas possam ser tratadas e analisadas de forma a responder à questão levantada. 6 - ESTUDO DE CASO O estudo de caso foi realizado em uma empresa de pequeno porte do ramo moveleiro, na cidade de Arapongas, Estado do Paraná. A empresa teve seu início em 1999 e o foco do seu negócio são móveis residenciais fabricados em séries. Seu grande canal de vendas está centrado em grandes empresas, como Casas Bahia e Ponto Frio. É também uma das 18 empresas integrantes do CONEX, Consórcio de Exportação. O interesse de realizar o estudo na referida empresa foi o seu relevante crescimento em apenas cinco anos de existência. A pesquisa basicamente pautou-se da elaboração de um questionário e entrevista pessoal com o gestor da empresa, procurando captar a 6

7 sua visão sobre a gestão do conhecimento, através de como as informações são recebidas, tratadas e disseminadas na empresa. Conforme relato da entrevista, os fatos constatados foram os apresentados a seguir. O registro de dados na empresa é feito em arquivo eletrônico. A troca de informações é feita em pequenas reuniões, procurando ter objetividade e a maioria das comunicações é feita através do computador. Para o gestor, o conhecimento agrega muito valor para a empresa. O funcionário novo traz muitas informações novas com também aprende muito com a empresa dentro de um universo de 56 funcionários, sendo dois gerentes: um da área administrativa e o outro da produção.a empresa terceiriza os serviços de marketing e propaganda. A empresa vem trabalhando para não ocorrer a concentração de informações em funcionários-chave que hoje são considerados insubstituíveis. A estratégia adotada é o treinamento de duas pessoas em todas as funções, pois para o gestor ninguém deve ser insubstituível e a tendência é diminuir. A empresa é capaz de transformar dados em informações com significado, tanto na parte produtiva, como administrativa através das reuniões realizadas periodicamente. Trimestralmente, são realizados eventos para disseminar o conhecimento na empresa. Atualmente, os colaboradores da área administrativa têm participado muito mais destes eventos do que os colaboradores da produção. Nas discussões sobre as metas da empresa, o conhecimento não é abordado como ferramenta do planejamento. O gestor reconhece que este é um ponto falho que deve ser melhor trabalhado.assim, as metas são estabelecidas através de dados mensuráveis. Quanto à tecnologia da informação, é utilizado um software, desenvolvido conforme as necessidades da empresa, que gerencia os departamentos, menos o departamento de recursos humanos. Algumas planilhas financeiras foram desenvolvidas na própria empresa. Para a comunicação com os clientes, a empresa utiliza o telefone e o correio eletrônico. Já, a comunicação interna é praticamente feita pela intranet, o que dá uma considerável otimização de tempo e os telefones estão sempre desocupados para a comunicações externas. Quanto ao controle das informações, a empresa não tem este procedimento regularmente. 7

8 7- ANÁLISE DOS RESULTADOS Conforme análise da abordagem teórica com a prática empresarial, faz-se necessária as considerações a seguir. A tecnologia da informação faz parte de todas as atividades desenvolvidas na empresa. A Gestão do Conhecimento deve ser como uma roteadora identificando os conhecimentos pessoais que possam promover a captação, tratamento, o armazenamento, a disseminação e avaliação de conhecimentos. Neste sentido, para a empresa, nem todas estas etapas são ainda concretizadas na prática do dia a dia. A empresa tem a consciência dos ativos intangíveis, mas tem como proposta um planejamento para um maior investimento na gestão de pessoas, sempre avaliando o benefício que o mesmo possa trazer. 8- CONSIDERAÇÕES FINAIS A Gestão do Conhecimento e as mudanças organizacionais geram inúmeras resistências nos diversos níveis da empresa. Constatou-se que o tema gestão do conhecimento não faz parte do cotidiano da empresa. Na pequena empresa deve-se levar em consideração a limitação de recursos financeiros e tecnológicos. O trabalho limitou-se a investigar questões básicas sobre a gestão do conhecimento. No caso estudado a gestão do conhecimento permite através do aproveitamento das experiências individuais um aumento da produtividade. Concluiu-se que é possível a adoção de medidas simples alinhadas ao foco da empresa para gerir o conhecimento e o aumento da competitividade e produtividade da empresa. 9 - REFERÊNCIAS BUKOWITZ, Wendi R. WILLIAMS, Ruth L.(2002) Manual de Gestão do Conhecimento. tradução Carlos Alberto Silveira Netto Soares. Porto Alegre: Bookmark. 8

9 CHIAVENATO, Idalberto.(1999) Gestão de Pessoas; o novo papel dos recursos humanos nas organizações. Rio de Janeiro: Campus. CHIAVENATO, Idalberto.(2000).Introdução à Teoria Geral da Administração. Rio de Janeiro: Campus. CHOO,C.W.(1998) The knowing organizations: how organizations use information to construct meaning, create knowledge, and make decisions. New York: Oxford University Press. DE LONG,David; DAVENPORT,THOMAS; BEERS,Mike. (1997) What is knowledge management Project-Research Note. Austin:Texas University, DRUKER, Peter Ferdinand.(1993) Sociedade Pós-Capitalista. tradução de Nivaldo Montingelli Jr. São Paulo: Pioneira. (2003) Gestão do Conhecimento em Pequenas e Médias Empresas. Coordenação José Claudio Cyrineu Terra e Isak Kruglianskas. Rio de Janeiro: Campus. GEUS,Arie de. (1999)A empresa viva.são Paulo,Publifolha. KROGH, Georg Von et al. (2000) Facilitando a Criação de Conhecimento:reiventando a empresa com o poder da inovação contínua. Georg Von Krogh, Kazuo Ichijo,Ikujiro Nonaka; tradução de Afonso Celso da Cunha Serra. Rio de Janeiro:Campus. (2002) Manual de Gestão de Pessoas e Equipes.Gustavo e Magdalena Boog.(Coord.) São Paulo: Editora Gente. LASTRES,Helena.M.M;ALBAGI,Sarita. (1999)Rio de Janeiro,Campus. LEONARD-BARTON, DOROTHY. (1999) Nascentes do saber: criando e sustentando as fontes de inovação Rio de Janeiro: Editora Fundação Getúlio Vargas. MORGAN, Gareth.(1996).Imagens da Organização. Tradução de Cecília Whitaker Bergamini, Roberto Coda. São Paulo: Atlas. NONAKA,I; TAKEUCHI,H. (1995)-The knowledge-creating company: how Japonese companies create the dynamics of innovation. Oxford: University Press. NONAKA,Ikujiro.TAKEUCHI,Hirotaka.(1997)Criação do Conhecimento na Empresa:como as empresas japonesas geram a dinâmica da inovação.rio de Janeiro:Campus. 9

10 PEREIRA,Ricardo Oliveira.(2000)Gestão do Conhecimento na Indústria Um modelo de gestão do conhecimento e competitividade para do setor moveleiro da região metropolitana de Curitiba..Dissertação de mestrado.programa de Pós-Graduação da UFSC-Florianópolis,SC. PROBST, Gilbert.(2002) Gestão do Conhecimento: os elementos construtivos do sucesso. Steffen Ranb, Kai Romhardt. Tradução Maria Adelaide Carpigiani. Porto Alegre: Bookmark. RODRIGUEZ, M.V.R.(2002)Gestão empresarial: organizações que aprendem. Rio de Janeiro: Qualitymark: Petrobás. SANTOS, A.R.et al. (2001) Gestão do Conhecimento como modelo empresarial. In: SANTOS.A.R.et al. Gestão do Conhecimento: uma experiência para o sucesso empresarial. Curitiba: Champagnat. SVEIBY, Karl Erik. (1998) A nova riqueza das organizações. Tradução de Luiz Euclydes Trindade Frazão Filho. Rio de Janeiro :Campus.. 10

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