Virginio Henrique Neumann Julia Gale Robert M. Reed José Antônio Barbosa

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1 Virginio Henrique Neumann et al. PADRÃO DE FRATURAMENTO NOS CALCÁRIOS LAMINADOS APTIANOS DA REGIÃO DE NOVA OLINDA-SANTANA DO CARIRI, BACIA DO ARARIPE: UMA APLICAÇÃO DA TÉCNICA DE ESCALAS Virginio Henrique Neumann Julia Gale Robert M. Reed José Antônio Barbosa Departamento de Geologia do Centro de Tecnologia e Geociências da Universidade Federal de Pernambuco, Research Scientist, Bureau of Economic Geology, The University of Texas at Austin, University Station, Box X, Austin, Texas, , USA. figuras Research Scientist, Bureau of Economic Geology, The University of Texas at Austin, University Station, Box X, Austin, Texas, , USA. Pesquisador Visitante do PRH-26 da Universidade Federal de Pernambuco-UFPE/Agência Nacional de Petróleo-ANP, Av. Acadêmico Hélio Ramos, s/n, Recife, Pernambuco, Brasil, CEP foto, 2 pranchas e 1 tabela RESUMO As fraturas influenciam as respostas dos perfis de resistividade, densidade e de raios-gama, e o fluxo de fluidos. Para o estudo de fraturas nos calcários aptianos do Araripe foi escolhida uma área piloto (Pedreira do Idemar, região de Nova Olinda-Santana do Cariri, Ceará) para a execução de um scanline. O scanline realizado na bancada foi de 10m de extensão, e, no mesmo, foram medidas 14 fraturas. A direção (315 Az) do scanline foi perpendicular à da maioria das fraturas na bancada (230 Az). As espessuras das fraturas variaram de 0,09 a 10 mm. Foi construído um gráfico de distribuição de abertura das fraturas, da freqüência acumulada (F) versus abertura (b), o qual apresentou um índice de correlação R 2 = 0,9885, com F = 0,361b -0,6118. Da análise do gráfico, foram feitas as seguintes observações: a) a abertura máxima, das fraturas, observada no intervalo de 0,01 a 100 mm, foi de 60 mm, b) a densidade das fraturas abertas no mesmo intervalo anterior foi de 0,226 fratura/m, c) o espaçamento médio das fraturas abertas foi de 4,42 m, d) a densidade da fratura mais espessa foi de 0,02948 fraturas/m, e) o espaçamento médio das fraturas mais espessas foi de 33,91 m. A partir de uma descrição detalhada sobre o padrão de fraturamento a macro e a microescala e a utililização da Técnica de Escalas, as informações poderão ser aplicadas no auxílio da modelagem de fluxo de fluidos em reservatórios carbonáticos análogos. Palavras chave: Bacia do Araripe, Fraturas abertas, Reservatórios carbonáticos fraturados, Técnicas de Escalas estudos geologico p65 101

2 Padrão de Fraturamento nos Calcários Laminados Aptianos da Região de Nova Olinda-santana do Cariri, Bacia do Araripe: Uma Aplicação da Técnica de Escalas ABSTRACT Fractures strongly influence the logging tool responses, including the fracture identification log, the porosity logs, the resistivity logs, and the spectral gamma logs, and fluid flow. For the study of fractures in the Aptian laminated limestones of Araripe basin, the Idemar quarry was chosen as pilot-area to the realization of a scanline. The scanline in one bench in Idemar quarry was over 10 m of extension, and, in the same, 14 fractures were measured. The scanline direction (315 Az) was perpendicular to most of the fracture direction (230 Az). The thickness of the fractures varied from 0,09 to 10 mm. It was built a graphic of aperture size distribution, with the cumulative frequency (F) versus Aperture (b), presenting it a well correlation index R 2 = 0,9885, with F = 0,361b -0,6118. By analyses of the graphic, the following conclusions can be made: a) the maximum observed aperture of fractures, in the interval from 0,01 to 100 mm, was of 60 mm, b) the intensity of open fractures line, at the same previous interval was of 0,226 fractures/m, c) the average spacing of open fractures was of 4,42 m, d) the intensity of widest fractures line was of 0,02948 fractures/m and, e) the average spacing of widest fractures was of 33,91 m. From the detailed description of macro- and micro-scale pattern fracturing data and the scaling technique application, the information could be applied to aid of the modeling of fluid flow in analogous of carbonate reservoir. Keywords: Araripe Basin, Opening fractures, Carbonate fracturing reservoir, Scaling Techniques estudos geologico p65 102

3 Virginio Henrique Neumann et al. INTRODUÇÃO O padrão de fraturamento em rochas sedimentares vem sendo estudadas com maior ênfase desde a década de oitenta, tanto em afloramentos como em lâminas delgadas, com o objetivo principal de minimizar fracassos, perdas e prejuízos, mormente em atividades extrativas, e com objetivos específicos: análise de processos deformacionais e sistemas de fluidos crustais (Ramsay, 1980; Ramsay & Huber, 1983), evolução microestrutural (Bons, 2000; Hilgers et al., 2001), crescimento de cristais e movimentos de fluidos (Wiltschko & Morse, 2001; Hilgers & Urai, 2002), diagênese estrutural (Milliken & Laubach, 2000; Lander et al. 2002; Laubach, 2003; Reed & Milliken, 2003) e, a problemas de escalas (Marrett, 1996, Ortega & Marrett, 2000; Ortega, 2002). Novas descobertas de hidrocarbonetos em reservatórios carbonáticos no Brasil têm sido apresentadas pela PETROBRÁS nos últimos anos. Todos esses reservatórios são fraturados, como é o caso do Calcário Trairi, no campo de Xaréu da Bacia do Ceará, que é um análogo em litologia, idade e fraturas aos calcários do Araripe. As fraturas influenciam fortemente: a) as respostas dos perfis de resistividade, densidade e de raios-gama (e.g., Laranjeira, 1997), e b) o fluxo de fluidos dentro deles. É importante, portanto, entender os processos que governam a formação das fraturas, a relação entre a precipitação natural de cimentos e o fraturamento e como interage o padrão de fraturamento e a diagênese para controlar a qualidade do reservatório (Gale et al., 2005). A técnica de escalas inclui a medição de fraturas em afloramentos e em lâminas delgadas e oferecem uma oportunidade impar de resolver problemas da amostragem em subsuperfície desde escalas submilimétricas até aquelas importantes em aplicação econômica (reservatórios). Embora a extrapolação das distribuições de comprimento e abertura de fraturas ao longo de espaços de observação seja passível de erros potenciais ou sistemáticos, a aferição de suas aberturas ou espessuras cinemáticas ao longo de linhas de observação (scanlines), usando novos métodos de trabalho produzem consistentes resultados na interpretação de suas distribuições, desde escalas micrométricas em subsuperfície (análises de testemunhos) às de afloramentos. A descrição de um sistema de fraturas requer dados específicos, como orientação, espessura, quantidade, conexões, distribuição espacial e preenchimento. Este conjunto de aspectos a serem detectados num sistema de fraturas é o que se chama de scanline (linha de captação ou observação). Em resumo, o scanline, como conceituado acima, é um método ou uma técnica em que todos os valores da direção, aberturas e demais elementos existentes em um ou mais sistemas de fraturas devem ser obtidos para uma análise bem apurada do afloramento. Assim, define-se que direção ou direções preferenciais têm as famílias de fraturas para orientar os trabalhos que são realizados em função delas. A região de Nova Olinda e Santana do Cariri foi selecionada para o estudo das fraturas a partir das informações do mapa estrutural da bacia do Araripe sugerido por Ponte e Ponte Filho (1996), que apresenta, para esta área, duas falhas principais com direções NE e SE. Essa região foi subdivida em três sub-regiões: a) Norte, contemplando as pedreiras do André e de Idemar, b) Oeste (Tatajuba), com as pedreiras de Sérgio e Felipe, e c) Sul, com as pedreiras de Cantagalo e Baixio. Em todas as pedreiras foram estudos geologico p65 103

4 Padrão de Fraturamento nos Calcários Laminados Aptianos da Região de Nova Olinda-santana do Cariri, Bacia do Araripe: Uma Aplicação da Técnica de Escalas feitas medidas de direções, mergulhos e espaçamentos das fraturas. As direções principais NE e SE foram dominantes em todas às pedreiras estudadas. A Pedreira do Idemar foi escolhida como área-piloto para a aplicação da técnica de escalas nos calcários aptianos do Araripe por apresentar boas exposições das fraturas e uma bancada plana e contínua para realização do scanline. Adicionalmente, foram coletadas amostras representativas, nas quais as fraturas estivessem melhores preservadas, para serem efetuadas as microanálises e elaboradas seções delgadas para o estudo das microfraturas em microscopia normal e eletrônica (SEM), com uma catodoluminescência acoplada. CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA LOCALIZAÇÃO A Bacia do Araripe (Figura 1) localiza-se no interior da região Nordeste do Brasil, entre os estados de Pernambuco, Ceará e Piauí, e recobre uma área de cerca de km 2, sendo que área em que se localizam os afloramentos estudados se entende desde o município de Nova Olinda até o de Santana do Cariri, no estado do Ceará. A cidade de Crato, sede do projeto nas etapas de coleta de dados de campo, dista 625 km de Recife- PE, e 565 km de Fortaleza-CE. A Bacia do Araripe é dividida em duas sub-bacias: Oeste (ou Feitoria) e Leste (ou Cariri), sendo que a área-piloto estudada fica nesta última. Figura 1 Localização da Bacia do Araripe estudos geologico p65 104

5 Virginio Henrique Neumann et al. LITOESTRATIGRAFIA Litoestratigraficamente, a Bacia do Araripe é composta pelas seguintes formações (Fig. 2): Mauriti, Brejo Santo, Missão Velha, Abaiara, Rio da Batateira, Crato, Ipubi, Romualdo, Arajara e Exu. Como o objeto de estudo deste projeto são os carbonatos que compõem a Formação Crato (Neumann e Cabrera, 1999), será dada ênfase a esta formação. Figura 2 Coluna Litoestratigráfica da Bacia do Araripe, (baseada em Neumann, 1999) estudos geologico p65 105

6 Padrão de Fraturamento nos Calcários Laminados Aptianos da Região de Nova Olinda-santana do Cariri, Bacia do Araripe: Uma Aplicação da Técnica de Escalas EVOLUÇÃO TECTÔNICA Ponte & Appi (1990) e Ponte & Ponte Filho (1996) definiram para a Bacia do Araripe cinco tectono-seqüências: Beta (Siluro- Devoniano?), ocorrendo em todas as bacias interiores do Nordeste; Pré-Rifte (Oxfordiano-Titoniano), equivalente ao Sin-Rifte I de Chang et al. (1990); Sin-Rifte (Berriasiano- Valanginiano), idêntico ao Sin-Rifte II de Chang et al. (1990.); Pós-Rifte (Aptiano- Albiano), correspondente ao Sin-Rifte III de Chang et al. (1990); e Zeta (Cenozóico). Segundo Matos (1992), as bacias intercontinentais neocomianas do Nordeste representam um sistema de riftes abortados, associados à separação, de sul para norte, das placas tectônicas sul americana e africana. A geometria dessas bacias teria sido controlada por uma complexa rede de zonas de cisalhamento proterozóicas, de direção SW-NE, produzidas pela orogenia do Ciclo Brasiliano / Pan Africano com duração de 0,7 Ga a 0,55 Ga (Fig. 3). Este rifteamento se reflete na base da porção superior do grupo Pós-rifte (Ponte e Ponte-Filho, 1996), que são as formações do Grupo Santana e Exu (Neumann & Cabrera, 1999). Figura 3 Evolução tectônica das bacias interiores do tipo Rifte do Nordeste: A) modelo de extensão NW-SE ao longo do lineamento sigmoidal preexistente; B) situação tectônica Pré-Rifte; e C) situação tectônica e distribuição de riftes nessas bacias (Matos, 1992) estudos geologico p65 106

7 Virginio Henrique Neumann et al. Asmus & Porto (1972) afirmaram que a Zona de Cisalhamento ou Lineamento Patos teria sua extremidade oeste terminada em uma série de falhas curvadas, formando uma geometria sigmoidal, e que, durante o Neocomiano, uma distensão geral de direção NW- SE inverteu as falhas originalmente transpressionais para falhas normais, o que reativou pequenos segmentos da Zona de Cisalhamento, dando lugar às bacias (Fig. 3). As sub-bacias Cariri e Feitoria são separadas por uma estrutura denominada Horst de Dom Leme, que separa depressões bem proeminentes em um mapa estrutural do embasamento (Fig. 4). O conjunto de horsts e grabens é seccionado por falhas normais, planares, conforme interpretações geofísicas, com sua maioria seguindo a orientação principal das tramas do embasamento (Ponte & Ponte Filho, 1996). Figura 4 Mapa estrutural onde são observadas as depressões dos dois lados do Horst de Dom Leme da Bacia do Araripe: Sub-bacias leste Cariri e oeste - Feitoria (Ponte & Ponte Filho, 1996). MATERIAIS E MÉTODOS O scanline é uma técnica utilizada para a medição das fraturas de um dado afloramento, através de uma linha reta, com uma direção definida. O comprimento do scanline vai depender do tamanho da área a ser estudada. As medidas das aberturas são comparadas às existentes no Comparador de Aberturas com um lupa de aumento de 20x. Com os dados das aberturas das fraturas obtidas foi construído um gráfico com a distribuição das fraturas. A partir das medidas das fraturas do scanline, utiliza-se a Técnica de Escalas para comparar fraturas de afloramentos com fraturas encontradas nas lâminas delgadas. A Técnica de Escalas oferece uma oportunidade para resolver problemas de fraturas nas amostras subsuperficiais, ex- trapolando propriedades de fraturas de escalas submilimétricas para escalas maiores, importantes nas aplicações econômicas. Foi feito um reconhecimento do padrão de fraturamento dos calcários laminados aflorantes entre as áreas de Nova Olinda e Santana do Cariri, Ceará, com descrições detalhadas das fraturas e microfraturas ocorrentes nos calcários. Também foram coletadas amostras dos calcários para serem realizadas as microanálises e confeccionadas lâminas delgadas. Os estudos das amostras através de lâminas delgadas em microscópio óptico e SEM-CL (catodoluminescência acoplada) foram executados no Bureau de Geologia Econômica da Universidade do Texas em Austin, através do intercâmbio entre a UFPE, Departamento de Geologia, Laboratório de Geologia Sedimentar (LAGESE), o CNPq e a Universida estudos geologico p65 107

8 Padrão de Fraturamento nos Calcários Laminados Aptianos da Região de Nova Olinda-santana do Cariri, Bacia do Araripe: Uma Aplicação da Técnica de Escalas de do Texas. RESULTADOS APRESENTAÇÃO DOS DADOS Aplicação na Pedreira do Idemar, Município de Nova Olinda, Ceará A aplicação da Técnica de Escalas à Pedreira do Idemar (Foto 1) teve por objetivo estudar o comportamento e o preenchimento das fraturas e projetá-las para o interior da bancada e coletar amostras das fraturas para posterior estudos das microfraturas nas lâminas delgadas. As fraturas estudadas nas lâminas delgadas apresentaram uma composição de calcita com baixo teor de magnésio. Como a maioria das fraturas na bancada tem direção de aproximadamente 230 Az, a direção escolhida do scanline foi de 315 Az, uma vez que ele deve ser mais ou menos perpendicular à das fraturas. O scanline teve 10m de extensão (Foto 1) e foram medidas 14 fraturas (numeradas de 1 a 14) ao longo do mesmo (Tabela 1). Tabela 1 Medidas das fraturas encontradas no Scanline da Pedreira do Idemar. Dist (cm) é a distância do ponto zero do Scanline até à fratura. Ab. (mm) é a abertura da fratura e Dir. (Az) é a direção da fratura estudos geologico p65 108

9 Virginio Henrique Neumann et al. Foto 1 Vista de cima da bancada, mostrando o scanline e as fraturas (F1 a F14). Foi observado que o padrão de fraturamento se prolonga abaixo da bancada (por mais ou menos 2 a 5,5 m), com as fraturas mais espessas alcançando as maiores profundidades. contruído um gráfico de Distribuição de DISCUSSÃO E INTERPRETAÇÕES Abertura das Fraturas (Figura 5), da frequência acumulada (F = fraturas por me- As fraturas influenciam fortemente tanto as respostas dos perfis de resistividade, densidade e de raios-gama, quanto o flu- A freqüência acumulada F = 0,361b -0,6118 tro) versus abertura (b, em milímetros). xo de fluidos dentro deles. É importante,, conjuntamente com o índice de correlação R 2 = 0,9885 calculados demons- portanto, entender os processos que governam a formação das fraturas. tra uma boa correlação para se trabalhar A partir dos dados da Tabela 1, foi com uma boa confiabilidade nos dados obtidos. Figura 5 Gráfico construído a partir dos dados das medidas do scanline na Pedreira do Idemar estudos geologico p65 109

10 Padrão de Fraturamento nos Calcários Laminados Aptianos da Região de Nova Olinda-santana do Cariri, Bacia do Araripe: Uma Aplicação da Técnica de Escalas Da análise do gráfico, foram feitas as seguintes observações: a) a abertura máxima, das fraturas, observada no intervalo de 0,01 a 100 mm foi de 60 mm, b) densidade das fraturas abertas no mesmo intervalo anterior foi de 0,226 fraturas/m, c) o espaçamento médio das fraturas abertas que apresentaram menores aberturas (escala milimétrica) foi de 4,42 m, d) a densidade da fratura mais aberta foi de 0,02948 fraturas por m e, e) o espaçamento médio das fraturas que apresentaram as maiores aberturas (1cm) foi de 33,91 m. Depois de obtidas as informações sobre as fraturas, foram confeccionadas lâminas delgadas para que as mesmas pudessem ser estudadas no microscópio óptico-cl e no SEM-CL. Os resultados preliminares dos estudos da amostra PA-B2A, utilizando imagem na Catodoluminescência (cold-cathode CL imaging), e sua interpertação são apresentados a seguir. Todas as imagens têm a mesma orientação (usualmente utilizadas quando se compara padrões de fraturamento) e foram executadas com a objetiva de 5x de aumento. Para a nomenclatura das lâminas delgadas, as seguintes abreviações são utilizadas: ppl = luz plano polarizada, cpl = luz polarizada e analisada, cvcl = catodoluminescência. Foram observadas duas macrofraturas (uma maior e outra menor) e várias microfraturas. Na menor das duas macrofraturas (Prancha 1, Fotos PA-B2A-01-ppl e cvcl), são evidenciados indícios de zonação e crack-seal. O carbonato presente na fratura (calcita) apresenta uma intensa luminescência alaranjada (Prancha 1, Foto PA-B2A-01 cvcl). Apesar de esta macrofratura menor ter a mesma orientação da macrofratura maior (Prancha 1 Foto PA-B2A-02cpl), esta segunda apresenta luminescência alaranjada apenas ao longo das suas margens (Prancha 1 Foto PA-B2A-02cvcl). Dentro da macrofratura maior, são observadas: duas fraturas cortando o preenchimento e zonas caracterizadas por inclusões fluidas (Prancha 1 Foto PA-B2A- 03ppl). Ao estudar as imagens obtidas com a catodoluminescência, observa-se que essa fratura, em particular, não é luminescente (Prancha 1 Foto PA-B2A-03cvcl2). Devido ao fato dessa área não apresentar luminescência, foi feito um contraste. A maioria dos detalhes parece variar no comprimento de onda verde. Isto não é típico das calcitas normalmente imageadas. Geralmente, quando a calcita apresenta-se em variações do comprimento de onda verde, pode estar associada a Elementos Terras Rara. As fotos PA-B2A- 04ppl e cvcl da Prancha 1 são similares às Fotos PA-B2A- 02cpl e cvcl2, e com inclusões fluidas semelhantes às Fotos PA-B2A-03 ppl e cvcl2, porém, mais frequentes do que elas. Na matriz, próxima à macrofratura maior, utilizando a luz transmitida, uma outra pequena macrofratura é observada (Prancha 2 Foto PA-B2A-06ppl), mas fica quase invisível quando aplicada a catodoluminescência (Prancha 2 Foto PA-B2A-06cvcl). Contudo, a fratura ocorre ao longo de um limite entre áreas com diferentes luminescências na matriz. Pode ser indicatico de um desmembramento da macrofratura que se quebrou ao longo do acamadamento. Outra possibilidade é que a fratura menor tenha formado uma barreira aos fluidos diagenéticos, conduzindo a diferentes diagênese, em ambos os lados da mesma. Ainda na matriz, próxima à macrofratura maior (Prancha 2 Foto PA-B2A-07ppl), a imagem da catodoluminescência mostrou uma microfratura não luminescente perpendicular à macrofratura (Prancha 2 Foto PA-B2A- 07cvcl). Algumas zonas lineares descontínuas (possíveis fraturas) na matriz não haviam sido observadas na luz transmitida até terem sido vistas na catodoluminescência (Prancha 2 Fotos PA-B2A-09ppl estudos geologico p65 110

11 Virginio Henrique Neumann et al. Prancha 1, Fotos: PA-B2A-01ppl e cvcl (acima), mostrando a pequena macrofratura com a luz plano polarizada (ppl) e com a catodoluminescência (cvcl); PA-B2A-02cpl e cvcl2 (centro alto), macrofratura maior na luz polarizada e analisada e a não luminescência no seu interior, apenas nas bordas; PA- B2A-03ppl e cvcl2 (centro baixo), mostrando o interior da macrofratura maior com fraturas, zonações e inclusões fluidas; PA-B2A-04ppl e cvcl2 (abaixo), contato matriz/macrofratura maior, mostrando o crescimento de cristais dentro da zonação circular maior. A escala nas fotos mede 0,5mm estudos geologico p65 111

12 Padrão de Fraturamento nos Calcários Laminados Aptianos da Região de Nova Olinda-santana do Cariri, Bacia do Araripe: Uma Aplicação da Técnica de Escalas e cvcl). Algumas feições similares com esta orientação estão presentes nas áreas adjacentes. Duas microfraturas bem luminescentes são claramente observadas cortando a matriz (Prancha 2 Fotos PA- B2A-10ppl e cvcl). A área observada é próxima da imagem das Fotos PA-B2A- 09. Possivelmente há uma microfratura perpendicular à fratura bem luminescente, no topo da imagem. Há poucas áreas com um brilho laranja luminescente no preenchimento da mafratura. Contudo, isto é só uma parte e parece restar relacionado às áreas que podem estar próximas à superfície alterada (provavelmente influência meteórica). As imagens analisadas parecem sugerir que há mais de uma geração de fraturas presentes. Este resultado requer um estudo mais detalhado no microscópio eletrônico de varredura (SEM) com a catodoluminescência (CL) acoplada, uma vez que o SEM-CL apresenta a vantagem de possuir um contrate melhor, com uma alta magnificação. CONCLUSÕES As rochas carbonáticas aptianas da região de Nova Olinda-Santana do Cariri (Bacia do Araripe) apresentam um padrão de fraturamento que são regidos pelas grandes falhas do embasamento. Em especial, no afloramento da pedreira do Idemar o fraturamento apresenta direções preferenciais 230 e 225 Az, secundariamente 315 Az, concordantes com as direções das falhas constantes no mapa estrutural. No afloramentopiloto (Pedreira do Idemar) das 14 fraturas medidas no scanline de 10 m, 11 apresentaram direção variando de 250 Az a 225 Az e 3 fraturas entre 164 Az e 185 Az. A partir dos dados obtidos do gráfico de distribuição das aberturas foi observado que as fraturas abertas de ordem milimétricas ocorrem a cada 4,42 m, enquanto que as fraturas que apresentam as maiores aberturas (1cm em média) deverão ocorrer a cada 33,91 m. A partir dos estudos das lâminas delgadas sob o microscópio óptico, foi observado que a as fraturas são preenchidas por calcita recristalizada. Com o auxílio da catodoluminescência acoplada puderam ser identificadas zonações nas calcitas recristalizadas e fraturas que não haviam sido observadas no microscópio óptico (luz polarizada e luz polarizada e analisada). Conclui-se que a partir de uma descrição detalhada sobre o padrão de fraturamento a macro e a microescala e a utililização da Técnica de Escalas, as informações poderão ser aplicadas no auxílio da modelagem de fluxo de fluidos em reservatórios carbonáticos análogos. AGRADECIMENTOS Ao CNPq pela bolsa de Pós-Doutorado-PDE (Proc No /2005-0). Ao FRACGroup do Bureau de Geologia Economica da Universidade do Texas, em Austin, pelo apoio nas preparações das amostras e na utilização dos equipamentos. À FINEP, através da REDE 07- Campos Maduros, em especial ao Projeto Rede Análogo Araripe e à PETROBRAS, pelo suporte financeiro aos trabalhos de campo. Ao LAGESE-DGEO-UFPE, pelo empréstimo dos equipamentos utilizados nos trabalhos de campo. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ASMUS, H.E. & PORTO, R. Classificação das bacias sedimentares brasileiras segundo a tectônica de placas. In: Congresso Brasileiro de Geologia, 26, 1972, Belém, Anais Belém: SBG, v.1. p BONS, P. D. The formations of veins and their microstructures. In: Stress, Strain and Structure, A volume in honour of W D Means. Eds: M. W. Jessell & J. L. Urai. Journal of the Virtual Explorer estudos geologico p65 112

13 Virginio Henrique Neumann et al. Prancha 2, Fotos: PA-B2A-05ppl e cvcl, apresenta uma pequena macrofratura observada na luz plano polarizada (ppl), mas não observada na catodoluminescência (cvcl); PA-B2A-07ppl e cvcl, contato matriz/macrofratura maior, onde se observa na lâmina cvcl uma microfratura perpendicular à macrofratura; PA-B2A-09ppl e cvcl, duas microfraturas paralelas observadas na cvcl e quase invisível na ppl; PA-B2A-10ppl e cvcl, mostrando microfraturas nas laterais da mancha escura no centro da foto. A escala nas fotos mede 0,5 mm estudos geologico p65 113

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