Recife/PE 2010 ESTÁGIO REGULAMENTO

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1 ESTÁGIO REGULAMENTO Recife/PE 2010

2 2 CAPÍTULO I PRINCÍPIOS GERAIS DO REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO Art. 1.º O presente regulamento visa cumprir a Política de estágios da Escola Superior de Marketing-ESM CAPÍTULO II DA NATUREZA DO ESTÁGIO E DISPOSIÇÕES PRELIMINARES SEÇÃO I DO ESTÁGIO CURRICULAR Art. 2.º Para atender aos fins da Lei /2008, o estágio poderá ser obrigatório ou não-obrigatório, conforme determinação das diretrizes curriculares da etapa, modalidade e área de ensino e do projeto pedagógico do curso. 1º Estágio obrigatório é aquele definido como tal no projeto do curso, cuja carga horária é requisito para aprovação e obtenção de diploma. 2º Estágio não-obrigatório é aquele desenvolvido como atividade opcional, acrescida à carga horária regular e obrigatória. 3.º Para ser considerado estagiário, o estudante deverá desempenhar funções que estão relacionadas a sua formação acadêmico-profissional. 4.º Considera-se estágio curricular as atividades de aprendizagem social, profissional e cultural, proporcionadas ao estudante pela participação em situações reais de vida e trabalho de seu meio, sendo realizada na comunidade em geral ou junto a pessoas jurídicas de direito público ou privado, sob responsabilidade e coordenação da instituição de ensino. 5.ºO estágio curricular visa relacionar o conhecimento teórico com a prática profissional, sendo este um fator relevante para a formação do egresso. Com ele se pretende desenvolver atividades de investigação, explicitação, interpretação e intervenção na realidade que resultem no enriquecimento da formação dos discentes. Art. 3.º As atividades desenvolvidas ao longo do estágio são consideradas atividades pré-profissionais, executadas em situações reais de trabalho, sendo este um processo interdisciplinar avaliativo e criativo, destinado a articular teoria e prática. 1.º Deverão ser respeitadas as peculiaridades e a natureza de cada curso, expressas nos objetivos apresentados no correspondente projeto pedagógico. 2.º Entende-se como estágio o exercício pré-profissional, na qual o estudante empregará os conhecimentos teóricos e técnicos obtidos ao longo do curso. Art. 4.º Os cursos de graduação da ESM deverão exigir, como parte de suas estruturas curriculares, um Estágio Supervisionado, conforme estabelecido por lei. Parágrafo único. Considerando que o estágio congrega estudos já efetuados com análises e interpretações da prática vivenciada, as atividades desenvolvidas pelo estudante ao longo do Estágio deverão ser condizentes com as áreas de conhecimento referentes ao seu curso, priorizando o exercício da interdisciplinaridade. Art. 5.º As partes integrantes desse processo, em especial a instituição de ensino e a unidade concedente (Campo de Estágio), devem zelar pelo fiel cumprimento da

3 3 legislação em vigor, resguardando o estudante quanto ao emprego de sua força de trabalho fora das características de aprendizagem e formação profissional, situação esta que descaracteriza a condição de estágio e remete à utilização irregular de colaboradores sem encargos trabalhistas. Parágrafo único. O estágio curricular, quer obrigatório, quer optativo, deve ser profissionalizante, direto e específico, tendo por finalidade inserir o estagiário nas atividades de aprendizagem social, profissional e cultural através da participação em situações reais de vida e trabalho relacionadas a seu meio. SEÇÃO II DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO Art. 6.º Caracteriza-se como estágio supervisionado obrigatório aquele que consta na matriz curricular do curso, sendo a sua realização condição obrigatória para a integralização do curso e posterior colação de grau e obtenção do diploma. Parágrafo único. O estágio curricular obrigatório terá como base um projeto específico previamente aprovado, supervisionado pelo professor orientador e acompanhado pelo supervisor indicado na UNIDADE CONCEDENTE, aqui denominada CAMPO DE ESTÁGIO. SEÇÃO III DO ESTÁGIO CURRICULAR OPTATIVO Art. 7.º O estágio curricular optativo é realizado por opção do estudante e deverá ser encarado como atividade complementar, articulada com o processo de formação acadêmico-profissional, obedecendo à coordenação pedagógica e administrativa da ESM. 1.º Mesmo sendo opcional este estágio não poderá estar desvinculado do curso frequentado pelo acadêmico. 2.º O estudante poderá desenvolver o estágio não-obrigatório em qualquer época do curso, respeitando a legislação em vigor e o presente regulamento. SEÇÃO IV DA CARGA HORÁRIA Art. 8.º A carga horária dos Estágios Supervisionados Obrigatórios, quando não estabelecida por lei, será a determinada no projeto do Curso correspondente, devendo o programa de estágio seguir os demais gerais e disciplinares sobre este tema. Art. 9.º A carga horária estabelecida para a atividade de Estágio Supervisionado Obrigatório está descrita no Projeto do Curso, que corresponde a 80 h/a de orientação e 150h de prática profissional. Art. 10. O acadêmico empregado ou empregador, não sendo conveniente a perda do vínculo para a realização do estágio, poderá realizar seu programa de estágio na mesma organização da qual já faz parte, desde que respeitadas as normas deste regulamento. Parágrafo único. O estágio deverá ocorrer necessariamente em áreas ou departamentos inerentes à sua formação acadêmica, ou seja, deverá estar diretamente relacionado com o curso de graduação e à área de estudo escolhida na apresentação do pré-projeto de estágio.

4 4 Art. 11. O estágio supervisionado obrigatório é realizado em vários semestres ou etapas e a aprovação em uma etapa é condição necessária para a continuidade e a habilitação para a próxima. Art. 12. O estágio supervisionado obrigatório será considerado integralizado quando o estudante contemplar a carga horária prevista no projeto do curso. CAPÍTULO III DOS OBJETIVOS Art. 13. O Programa de estágio tem como objetivos: I - contribuir com o desenvolvimento de habilidades relacionadas à formação acadêmica e profissional, compreendendo a realidade estudada de modo integrado e sistêmico; II - proporcionar a oportunidade de ampliar o conhecimento na área estudada através da observação e elaboração de diagnósticos pertinentes; III - desenvolver a habilidade de relacionamento humano, comunicação interpessoal e de interpretação da realidade percebida no campo de estágio; IV - conceder ao discente condições de aplicar, na prática, o embasamento técnico e teórico auferido ao longo do curso; V - despertar o interesse pelo desenvolvimento e implementação de projetos na área em que o estudante se identifique, tendo a orientação de professores do seu curso; VI - contribuir com a inserção do estudante na sociedade, considerando os aspectos éticos, a postura pessoal e profissional inerentes ao desempenho da profissão; VII - inspirar a capacidade de realização do estudante através do uso das tecnologias e metodologias adotadas no cotidiano profissional; VIII - incentivar o empreendedorismo dos estudantes; IX - ampliar a integração ESM-CAMPO DE ESTÁGIO-ESTAGIÁRIO visando gerar benefícios e ganhos de eficiência entre os participantes, motivando o desenvolvimento do Programa de Estágios; X - complementar o processo ensino-aprendizagem através da conscientização das deficiências individuais, estimulando o aprimoramento pessoal e profissional do estudante.

5 CAPÍTULO IV DO PROGRAMA DE ESTÁGIO E FORMA DE EXECUÇÃO 5 Art. 14. O Estágio Curricular Obrigatório ou Optativo compreende: I - reconhecimento do Campo de Estágio pela ESM; II - assinatura de Convênio entre a instituição de ensino ESM e o Campo de Estágio UNIDADE CONCEDENTE III - existência dos documentos pertinentes ao Estágio: Termo de Convênio, Termo de Compromisso de Estágio, seguro contra acidentes pessoais; IV - acompanhamento pela Coordenação de curso; V - vinculação das atividades de estágio com o campo de formação profissional do aluno; VI - supervisão do Estágio. Art. 15. Para formalizar a oportunidade de estágio, são necessários dois instrumentos: o Termo de Convênio e o Termo de Compromisso de Estágio. 1.º Termo de Convênio é o contrato firmado entre a instituição de ensino e pessoas jurídicas de direito público e privado bem como profissionais liberais de nível superior devidamente registrados em seus respectivos conselhos de fiscalização profissionais necessário para a caracterização e definição do estágio curricular I o Termo de Convênio deverá ser periodicamente reexaminado, II no Termo de Convênio estarão acordadas todas as condições de realização daquele estágio, inclusive transferência de recursos à instituição de ensino, quando for o caso. 2.º Termo de Compromisso de Estágio é contrato celebrado entre o estudante e a parte concedente da oportunidade do estágio curricular, com a interveniência da instituição de ensino e constituirá comprovante exigível pela autoridade competente da inexistência de vínculo empregatício, devendo este mencionar necessariamente o Termo de Convênio de que trata o parágrafo anterior. Art. 16. Ao estudante-estagiário é permitido receber remuneração pelas atividades exercidas, se assim estabelecer a Unidade Concedente que o acolher, sem haver, entretanto, obrigatoriedade. Art. 17. A conclusão do estágio supervisionado obrigatório ocorre mediante a apresentação do Relatório Final de Estágio para a devida aprovação pelo professor orientador responsável.

6 CAPÍTULO V DAS PARTES E INSTRUMENTOS INTEGRANTES 6 Art. 18. São partes integrantes do Programa de Estágio da Faculdade: I - Coordenadoria Geral de Estágios; II - Coordenação de Curso; III - Professor orientador IV - Estudante-estagiário; V - Campo de estágio; VI - Supervisor de estágio. Art. 19. A formalização e o desenvolvimento do Estágio requer os seguintes instrumentos: I - Termo de convênio; II - Termo de compromisso incluindo o seguro de acidentes pessoais; III - Plano de estágio; IV - Relatório de atividades; V - Ficha de avaliação; VI - Manual e regulamento de Estágio. CAPÍTULO VI DA SUPERVISÃO GERAL DOS ESTÁGIOS Art. 20. A supervisão geral dos estágios ficará sob a responsabilidade da Coordenação de Estágios. Art. 21. Compete à Coordenação de Estágios: I - formalizar os Campos de Estágio contatados pelos alunos; II - manter contato com os campos de estágio para expor a sistemática dos Estágios na ESM, colhendo suas particularidades; III - propor convênios junto aos Campos de Estágio e providenciar os instrumentos jurídicos necessários; IV - receber das Coordenações de Curso os planos semestrais de Estágio; V - responsabilizar-se pelo arquivo de todos os documentos que dizem respeito ao estágio;

7 7 VI - assinar os Termos de Compromisso estabelecidos entre a ESM, o Campo de Estágio e o Estagiário, mediante Convênios previamente estabelecidos; VII encaminhar às coordenações de curso a relação dos campos de estágio e dos termos de compromisso assinados; VIII - aprovar, em conjunto com o Coordenador de Curso, projetos alternativos de estágio que cumpram os requisitos legais e práticos necessários ao seu desenvolvimento; IX - cumprir e zelar pelo cumprimento das normas do Estágio; X - prospectar, junto ao mercado, oportunidades de estágio para os estudantes; XI - propor mecanismos de incentivo à interdisciplinaridade que possam ser implementados nos estágios; XII - sugerir junto às Coordenações de Curso, projetos e trabalhos interdisciplinares que envolvam vários cursos da ESM; XIII - articular e promover a socialização das experiências de estágio. Seminários e outros fóruns poderão ser oferecidos para discutir dificuldades e oportunidades relacionadas a esta fase da formação acadêmico-profissional. Art. 22. A Coordenação de Estágio disponibilizará as opções de área de estágio para que o estudante faça sua opção. 1.º As áreas de estágio oferecidas deverão obrigatoriamente condizer com o Projeto Pedagógico do Curso. 2.º A Coordenação de Estágio poderá disponibilizar um conjunto de questões sobre a área escolhida para o acadêmico revisar conteúdos. Art. 23. A Coordenação de Estágios disponibilizará cronograma/calendário que atenda às várias etapas do programa de Estágio do Curso. Este calendário deverá conter as datas de: I - entrega do Termo de Compromisso e do Plano de estágio na Coordenação de Estágios; II - indicação do respectivo professor orientador; III - entrega dos relatórios parciais pelo estudante ao professororientador; IV - entrega da Ficha de Controle da Orientação do Estágio Supervisionado pelo professor orientador a Coordenação de Estágio; V - entrega pelo estudante da declaração de estágio realizado, assinado pelo supervisor do Campo de Estágio, ao professor Orientador;

8 8 VI - entrega da avaliação do Estagiário, declaração de estágio realizado, Relatório Final e Parecer sobre estágio curricular (aprovação ou não) pelo professor-orientador à Coordenação de Estágio. CAPÍTULOVII DA COORDENAÇÃO DE CURSO Art. 24. A Coordenação de Estágio será acompanhada pelos coordenadores de curso cujas atribuições são as que seguem: I - aprovar os professores orientadores de estágio para o semestre letivo vigente; II - apresentar a proposta de regulamentação de estágio em Congregação para sua aprovação; III - acompanhar as atividades do orientador de estágios; IV - supervisionar o cumprimento da legislação em vigor; CAPÍTULO VIII DO PROFESSOR-ORIENTADOR DE ESTÁGIO Art. 25. A orientação de estágio é uma atividade docente relacionada à prática profissional do estagiário, compreendendo desde o acompanhamento técnicopedagógico ao longo do projeto até a conclusão do relatório final. Art. 26. Os professores orientadores serão selecionados conforme sua formação e suas experiências profissionais e direcionados ao acompanhamento dos estudantes, de acordo com as áreas de concentração do estudo. Art. 27. O Orientador de Estágio para acompanhamento dos Estágios Curriculares Supervisionados será um professor da Instituição. Art. 28. Compete ao Orientador de Estágios: I - aprovar o Plano de Estágio preenchido pelo estudante e pela organização onde se realizará o estágio; II - aprovar a Unidade Concedente à luz dos objetivos e exigências do estágio; III - familiarizar o estudante com os procedimentos, rotinas, finalidades do estágio na sua formação profissional; IV - supervisionar o estudante individualmente ou em grupo, no desenvolvimento do estágio; V - orientar o estudante individualmente ou em grupo, na execução do cronograma de atividades, bem como observar o seu cumprimento; VI - acompanhar as atividades procurando ajustar sua orientação para os objetivos;

9 9 VII - responder pela coerência entre as atividades desenvolvidas pelo estagiário e o projeto pedagógico do curso; VIII - acompanhar o estudante no planejamento, desenvolvimento, avaliação e elaboração do Relatório Final de Estágio; IX - receber os relatórios parciais de cada estudante participante do Programa de estágio; X - participar de reuniões e demais atividades relacionadas a estágio sempre que solicitado; XI - apresentar relatório final das atividades de estágio, contendo identificação do estagiário, local de realização do estágio, área de estudo, carga horária desenvolvida, avaliação e demais observações pertinentes; XII - propor a Coordenação de Curso e a Coordenação Geral de Estágio projetos alternativos de estágio coerentes com o projeto pedagógico do curso e com a realidade percebida na sociedade local ou regional, respeitando a legislação vigente; XIII - acompanhar o Estágio Obrigatório dos alunos do curso, orientando e supervisionando os estagiários no decorrer de sua prática profissional, de forma a proporcionar-lhes o pleno desempenho das ações, princípios e valores inerentes à realidade da profissão em que se processa a vivência prática; XIV - acompanhar a elaboração do regulamento do estágio do curso que será aprovado pela congregação para o ano seguinte; XV - solicitar a colaboração de um professor da Instituição para atuar como orientador específico de determinado projeto, justificada a necessidade temática. CAPÍTULO IX DO CAMPO DE ESTÁGIO Art. 29. Constituem-se Campos de Estágio as pessoas jurídicas de direito público e privado. Art. 30. Compete ao responsável pelo Campo de Estágio: I - dar oportunidade ao estagiário para o desenvolvimento de seu Projeto de Estágio, contribuindo na qualidade de sua formação pessoal e profissional; II - receber o estagiário mediante Carta de Apresentação emitida pelo Departamento que coordena o respectivo curso; III - tomar conhecimento da sistemática de Estágios da ESM;

10 10 IV - assinar o Convênio e o Termo de Compromisso de Estágio, encaminhados pela ESM; V - situar o estagiário na estrutura da organização, fornecendo informações sobre as normas internas e seu funcionamento; VI - determinar as áreas de atuação do estagiário; VII - aceitar a aplicação do Projeto de Estágio do Aluno; VIII - nomear um supervisor de estágio para acompanhar a atuação do estagiário; IX - respeitar os preceitos básicos da profissão e o Plano de Estágio estabelecido entre aluno e coordenação de estágios. CAPÍTULO X DO ESTAGIÁRIO Art. 31. Estará habilitado à realização do Estágio o aluno que tiver cumprido todas as exigências previstas na regulamentação do Estágio Curricular Supervisionado do Curso: I.O estudante é responsável por buscar os meios que possibilitem a realização do estágio curricular. II.O estudante para participar do programa de estágio deverá estar devidamente matriculado. Art. 32. São atribuições do estagiário: I - cumprir o cronograma de orientação dos Estágios Curriculares Supervisionados; II - tomar conhecimento da política de estágio na ESM e da sua sistemática; III - escolher Campo de Estágio pertinente; IV - fornecer à Coordenação de Estágio os dados relativos ao Campo de Estágio escolhido, para a lavratura de convênio; V - observar o campo de Estágio e participar das atividades nele desenvolvidas; VI - respeitar as normas e peculiaridades do Campo de Estágio; VII - elaborar Projeto de Estágio e submetê-lo a aprovação do Professor Orientador; VIII - apresentar o Projeto de Estágio aprovado ao Supervisor do Campo de Estágio; IX - submeter-se à avaliação do desempenho de seu estágio.

11 Art. 33. Compete ao estudante-estagiário: 11 I - agir conforme a ética profissional, respeitando as características e normas existentes no Campo de Estágio e também na ESM; II - informar-se sobre as atividades de estágio, buscando oportunidades para a sua realização, atendendo às condições estabelecidas pela ESM; III - assinar o Termo de Compromisso de Estágio com o Campo de Estágio, tendo como interveniente a ESM; IV - observar o cronograma de atividades determinado pela coordenação e cumpri-lo; V - comparecer a reunião convocada pelo orientador; VI - registrar, em pauta de acompanhamento das atividades, o atendimento e as instruções recebidas do professor-orientador. Também em pauta deverão ser registradas as atividades desenvolvidas no Campo de Estágio, devendo este documento ser assinado pelo Supervisor responsável pelo acadêmico; VII - participar das reuniões e outras atividades para as quais for convocado tanto no Campo de Estágio quanto na ESM; VIII - entregar ao professor orientador, nas datas estipuladas, os relatórios parciais com a descrição das atividades desenvolvidas no período. IX - apresentar ao o Relatório Final de Estágio Supervisionado. Este relatório deverá seguir o padrão de metodologia do trabalho acadêmico. X - cumprir este regulamento e as demais professor orientadoras determinações referentes ao Estágio Supervisionado. CAPÍTULO XI DA SUPERVISÃO DO ESTÁGIO Art. 34. A Supervisão do Estágio na Coordenação de Curso será desenvolvida simultaneamente por: I professores-orientadores do Estágio e orientadores específicos, quando previsto em regulamentação própria; II - profissional habilitado, nomeado no Campo de Estágio para acompanhar as atividades de Estágio. Art. 35. Compete aos Supervisores do Campo de Estágio: I - conhecer o Projeto de Estágio do aluno; II - supervisionar a atuação do estagiário, orientando-o no desenvolvimento de seu trabalho;

12 III - discutir estratégias de aperfeiçoamento do estágio; 12 IV - avaliar a atuação do estagiário. CAPÍTULO XII DA AVALIAÇÃO Art. 36. O estudante-estagiário será avaliado durante todo o programa de estágio. A avaliação do desempenho do Estagiário será efetuada pelo professor Orientador de Estágio, considerando as atividades desenvolvidas pelo aluno no período, bem como o cumprimento das condições estabelecidas e acordadas. Art. 37. A avaliação final do estudante no Estágio Supervisionado Obrigatório estará condicionada às habilidades e competências previstas no Projeto Pedagógico de seu curso, considerando o perfil desejado do egresso. 1.º Além do Professor Orientador, o Supervisor no Campo de Estágio também contribuirá com a avaliação do estagiário. 2.º Serão considerados os seguintes critérios: clareza, originalidade, precisão, objetividade, consistência, cumprimento do cronograma, dentre outros. 3.º Para o registro da avaliação serão empregadas Fichas de Avaliação. Art. 38. As atividades do Estágio supervisionado obrigatório e o Trabalho de Conclusão de Curso deverão ser independentes. Art. 39. O Estágio deverá ser avaliado nos seguintes itens: I - desempenho do aluno no Estágio Supervisionado Obrigatório; II - Relatório do Estágio Supervisionado Obrigatório/relatório final; Art. 40. São condições para aprovação nos estágios: I - cumprimento efetivo das horas de estágio; II- cumprimento dos prazos estipulados com os professores; III- apresentação das várias atividades e etapas do projeto considerando cumprindo agendamento anterior; IV - observação da linguagem científica; V - desenvolvimento do tema do projeto; VI - socialização do projeto; VII- entrega da documentação exigida para a formalização do estágio. Art. 41. Haverá, nos estágios, Exame Parcial e Final.

13 13 Parágrafo único. Reprovado na avaliação do estágio supervisionado, o estudante deverá refazer o relatório final de estagio. Art. 42. Ao longo do estágio supervisionado deficiências de formação acadêmica são evidenciadas. As deficiências e distorções percebidas devem ser registradas pelo professor-orientador, servindo de feedback para o coordenador e demais professores do curso. Estas informações são fundamentais para a melhoria do processo ensino-aprendizagem. CAPÍTULO XIII DOS DOCUMENTOS NECESSÁRIOS Art. 43. Além dos Termos de Convênio e Compromisso de Estágio, são necessários outros documentos internos que formalizam o programa de estágio: I - Plano de estágio II - Relatório de atividades de estágio III - Ficha de avaliação IV - Regulamento do estágio SEÇÃO I - PLANO DE ESTÁGIO Art. 44. O plano de estágio deverá conter a descrição das atividades individuais a serem desenvolvidas pelo estagiário no campo de estágio. 1.º O plano de estágio, compreendido como um projeto, apresenta a identificação do acadêmico, o tema do estágio, a área de estudo escolhida, a justificativa do tema, o problema a ser estudado e os objetivos do estágio (objetivo geral e objetivos específicos).. 2.º O professor-orientador aprova o Plano de Estágio que contemplará, obrigatoriamente, aspectos interdisciplinares. SEÇÃO II - RELATÓRIO DE ATIVIDADES DE ESTÁGIO Art. 45. O estudante estagiário deverá preencher este relatório, descrevendo as atividades desenvolvidas ao longo do mês, para entregar ao professor-orientador na data estabelecida. Este documento subsidiará o relatório final e também será uma referência para a avaliação do estágio. SEÇÃO III FICHA DE AVALIAÇÃO Art. 46. Conforme descrito no artigo 37 deste regulamento, o estudante-estagiário será avaliado ao longo do estágio. A ficha de avaliação visa registrar o desempenho do estagiário durante o exercício de suas atividades. Os critérios de avaliação serão definidos conforme as peculiaridades de cada curso.

14 SEÇÃO IV - REGULAMENTO DO ESTÁGIO 14 Art. 47. Este documento norteará o desenvolvimento do programa de estágio e deverá ser conhecido por todas as partes integrantes. Situações não previstas serão discutidas entre a Diretoria da Faculdade, a Coordenação Geral de Estágio e a Coordenação do Curso. CAPÍTULO XIV Relação das Atividades que se configuram estágio na área de Publicidade e Propaganda Agências de Publicidade nas áreas de criação, atendimento, planejamento, mídia, redação, estúdios fotográficos, escritórios de design, bureau de criação, agências de comunicação digital, assessorias de comunicação, agência de promoção e eventos, empresas de marketing direto, institutos e empresas de pesquisa, veículos de comunicação (Radio, TV, Jornal, Internet, Revista etc), gráficas e editoras, departamento de comunicação e marketing em Instituições Públicas, Privadas e Organizações não Governamentais, produtoras de áudio e vídeo. CAPÍTULO XV DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 48. As Coordenações de Curso da ESM deverão se adaptar às normas constantes neste Regulamento. Parágrafo único. Este Regulamento entra em vigor na data de sua publicação. Revogam-se as disposições em contrário.

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