TRANSMISSÃO DE SINAIS ACÚSTICOS DE CONTROLE ATRAVÉS DE DUTOS SUBMARINOS RÍGIDOS. Daniel Leite Lima

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "TRANSMISSÃO DE SINAIS ACÚSTICOS DE CONTROLE ATRAVÉS DE DUTOS SUBMARINOS RÍGIDOS. Daniel Leite Lima"

Transcrição

1 TRANSMISSÃO DE SINAIS ACÚSTICOS DE CONTROLE ATRAVÉS DE DUTOS SUBMARINOS RÍGIDOS Daniel Leite Lima TESE SUBMETIDA AO CORPO DOCENTE DA COORDENAÇÃO DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO COMO PARTE DOS REQUISITOS NECESSÁRIOS PARA A OBTENÇÃO DO GRAU DE MESTRE EM CIÊNCIAS EM ENGENHARIA OCEÂNICA. Aprovada por: Prof. Carlos Eduardo Parente Ribeiro, D.Sc. João Mansur, Ph.D. RIO DE JANEIRO, RJ - BRASIL MARÇO DE 2004

2 LIMA, DANEL LEITE Transmissão de Sinais Acústicos de Controle através de Dutos Submarinos Rígidos [Rio de Janeiro] 2004 XI, 161p., 29,7 cm (COPPEKJFRJ, M.Sc., Engenharia Oceânica, 2004) Tese - Universidade Federal do Rio de Janeiro, COPPE 1. Comunicação Hidro-Acústica 2. Completação de Poços Submarinos I. COPPEWFRJ 11. Título (série)

3 Este trabalho é dedicado à pesquisa tecnológica no Brasil, como instrumento indispensável ao progresso de nosso país. iii

4 AGRADECIMENTOS Ao professor Carlos Eduardo Parente Ribeiro, pela orientação na elaboração deste trabalho e pela oportunidade de contato com sua experiência na área de acústica submarina. Ao professor Webe João Mansur pela orientação nos estudos de modelagens numéricas e pela permanente disposição e interesse no entendimento do problema. Ao engenheiro Cezar Augusto Silva Paulo, gerente de Tecnologia Submarina do CENPES/PDP/TS, pelo apoio à conclusão do curso de mestrado em engenharia oceânica. Ao engenheiro Remo Zauli Machado Filho pela sugestão do tema de dissertação, pelo apoio na viabilização dos ensaios experimentais, e pelas explicações durante o desenvolvimento do tema. Ao engenheiro Cássio Kuchpil, pelas contribuições e revisões ao longo do trabalho. Ao professor Murilo Augusto Vaz, pelo incentivo e acompanhamento durante todo o período do curso. Ao CC Arthur Bettega, CT(EN) Ana Greco de Souza, engenheiros Marcelo Bossan, Orlando Affonso e William Soares Filho, pela participação nos ensaios experimentais e reuniões. Aos engenheiros José Roberto Moreira, Ricardo Juiniti, Eduardo Ueta, Sandro Rappini e Anderson Custódio pelas contribuições dadas e pela disponibilização de seu escasso tempo. Ao engenheiro João Carlos Bittencourt, pelo incentivo na fase inicial do curso. Aos engenheiros Djalma Manoel Soares Filho, André Bulcão e Cláudio Martins, pela participação (e execução) nas modelagem numéricas. A todos os demais professores do PEnO, pela dedicação no desempenho de suas atividades. A todos os demais colegas do CENPESIPDPiTS, pelo aprendizado diário, profissional e pessoal.

5 Resumo da Tese apresentada à COPPEIUFRJ como parte dos requisitos necessários para a obtenção do grau de Mestre em Ciências (M.Sc.) TRANSMISSÃO DE SINAIS ACÚSTICOS DE CONTROLE ATRAVÉS DE DUTOS SUBMARINOS RÍGIDOS Daniel Leite Lima Março I2004 Orientadores: Carlos Eduardo Parente Ribeiro, D.Sc. Webe João Mansur, Ph.D. Programa: Engenharia Oceânica Este trabalho apresenta um estudo sobre transmissão de sinais acústicos através da parede de dutos rígidos metálicos, em condições similares às de um sistema de completação de poços de petróleo no mar em profundidades até 3000 metros. Entendese por completação o conjunto de operações destinadas a equipar um poço para a produção de hidrocarbonetos, ou ainda para injeção de fluidos nos reservatórios. Neste trabalho são estudados os parâmetros básicos do sistema acústico, o qual deverá transmitir com confiabilidade um comando em sinal digital em um enlace horizontal de fora para dentro do duto e vice-versa. Um ensaio em tamanho natural foi realizado a fim de validar os modelos desenvolvidos.

6 Abstract of Thesis presented to COPPWUFRJ as a partia1 fulfillment of the requirements for the degree of Master of Science (M.Sc.) THROUGH-RISER ACOUSTIC COMMIJNICATION SYSTEM FOR ULTRA-DEEP WATER COMPLETION Daniel Leite Lima March Advisors: Carlos Eduardo Parente Ribeiro, D.Sc. Webe João Mansur, Ph.D. Department: Ocean Engineering This work presents the concepts of a through-riser acoustic cornrnunication module, as part of an undenvater completion system for hydrocarbon wells up to 3000 meters of water depth. It is comprehended by completion the set of operations which allow the well to start producing oil and gas, or even for injecting fluids into the reservoir. Some parameters for the system are defined, in order to establish a horizontal link between modules inside and outside riser, with appropriate reliability. A set of experimental essays were conducted to validate the models which were developed during this project.

7 1.1 DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO 1.2 CONSIDERAÇÕES GERAIS II. COMPLETAÇÃO DE POÇOS SUBMARINOS 11.1 ETAPAS DA COMPLETAÇÃO EM ÁGUAS PROFUNDAS 11.2 PERFILADORES ACÚSTICOS PARA AVALIAÇÃO DA CIMENTAÇÃO 11.3 A VÁLVULA DE SEGURANÇA DE SUB-SUPERFÍCIE - DHSV 11.4 O TUBING HANGER 11.5 O DRILL PIPE RISER 11.6 INTERVENÇÃO EM POÇOS SUBMARINOS 11.7 ASPECTOS NA COMPLETAÇÃO DE POÇOS SUBMARINOS DESAFIOS NA COMPLETAÇÃO FUNÇÕES HIDRÁULICAS NA COMPLETAÇÃO III. SISTEMA RISER-3000 E MÓDULO ACÚSTICO DE CONTROLE CONFIGURAÇÃO DO SISTEMA RISER MODOS DE OPERAÇÃO DO SISTEMA RISER MODO OPEN-SEA MODO IN-RISER CONSIDERAÇÕES SOBRE O MÓDULO ACÚSTICO DO RISER-3000 IV.1 A EQUAÇÃO SONAR IV.2 A EQUAÇÃO DA ONDA IV.2.1 EQUAÇÕES DIFERENCIAIS PARCIAIS IV.2.2 OBTENÇÃO DA EQUAÇÃO DA ONDA IV.3 VELOCIDADE DE PROPAGAÇÃO DO SOM NO OCEANO IV.4 INTENSIDADE ACÚSTICA IV.5 ATENUAÇÃO DE ONDAS ACÚSTICAS IVS. 1 ATENUAÇÃO POR DISPERSÃO OU DIVERGÊNCIA IV.5.2 ATENUAÇÃO POR ABSORÇÃO DE ENERGIA IV.8 REFLEXÃO E TRANSMISSÃO DE ONDAS IV.9 ONDAS LONGITUDINAIS E TRANSVERSAIS 1v.10 REVERBERAÇÃO IV CARACTERÍSTICAS DA REVERBERAÇÃO IV.11 DETECÇÃO DE SINAIS ACÚSTICOS IV MÉTODOS DE DETECÇÃO

8 IV DEZECÇÃO DE SINAIS EM MEIO A RUÍDO E REVERBERAÇÁO 60 IV TRANSMISSÃO EM BANDA LARGA 61 IV.12 CONSIDERAÇÕES TEÓRICAS SOBRE OS ENSAIOS IV ETAPAS DA PROPAGAÇÃO NOS ENSAIOS 1v.12.2 CÁLCULO DA ATENUAÇÃO NA ÁGUA IV PERDAS POR TRANSMISSÃO NA PAREDE DO DUTO IV ÂNGULO MÁXIMO DE INCIDÊNCIA V.1 APROXIMAÇÃO ALGÉBRICA DA EQUAÇÃO DA ONDA v. i. i &TODO DE DIFERENÇAS FINITAS V.2 MODELAGEM BI-DIMENSIONAL DA PROPAGAÇÃO ACÚSTICA NO INTERIOR DO DUTO MET~CO POR DIFERENÇAS FINITAS 73 V.2.1 RESULTADOS OBTIDOS 75 V.2.2 COMENTÁRIOS SOBRE OS RESULTADOS 78 V.3 MODELAGEM DA PROPAGAÇÃO ACÚSTICA NO INTERIOR DO DUTO METÁLICO POR ELEMENTOS FINITOS 79 V.3.1 RESULTADOS DAS SIMULAÇÕES 80 V.3.2 COMENTÁRIOS SOBRE OS RESULTADOS 83 VI.1 DESCRIÇÃO GERAIS DOS ENSAIOS 85 VI. 1.1 ENSAIOS NO LABORAT~IUO HIDRO-AC~STICO DO IP~M 85 VI. 1.2 ENSAIOS NO LABORATÓRIO HIDRO-ACÚSTICO DO PEBICOPPE 89 v1.2 PRIMEIRA PARTE: FREQUÊNCIAS ENTRE 10 E 30 HIZ VI.2.1 MATERIAIS UTILIZADOS V1.2.2 PROCEDIMENTO DE EXECUÇÃO VI.2.3 RESULTADOS OBTIDOS V1.2.4 COMENTÁRIOS SOBRE OS RESULTADOS VI.3 SEGUNDA PARTE: FREQÜÊNCIAS ENTRE 25 E 130 khz V1.3.1 MATERIAIS UTILIZADOS E PROCEDIMENTO VI.3.2 RESULTADOS OBTIDOS VI.3.3 COMENTÁRIOS SOBRE OS RESULTADOS OBTIDOS VI.4 TERCEIRA PARTE: FREQÜÊNCIAS ENTRE 0,3 E 5,O MHz 108 VIA. i VELOCIDADE DE PROPAGAÇÃO NA PAREDE METÁLICA 108 V1.4.2 COEFICIENTE DE TRANSMISSÃO DA ONDA ULTRA-SÔNICA LONGITUDINAL ATRAVÉS DA PAREDE DE AÇO, PARA INCIDÊNCIA OBLÍQUA 110 VI.4.3 MEDIÇÃO EXPERTMENTAL DO COEFICIENTE DE TRANSMISSÃO 112 VIS DETERMINAÇÃO DO TEMPO DE REVERBERAÇÃO VIS. 1 RESULTADOS OBTIDOS VI.6 TESTE DE TRANSMISSÃO E RECEPÇÃO DE DADOS 121 VI.6.1 CODIFICAÇÃO DOS DADOS 121 VI.6.2 TESTE DO SISTEMA DE COMUNICAÇÃO NO TANQUE AC~STICO 123 VIL ANÁLISE COMPARATIVA DOS RESULTADOS OBTIDOS 126 VII.l CONSIDERAÇÕES INICIAIS PARA ANÁLISE COMPARATIVA 126 VI13 RESPOSTA NO TEMPO NAS MODELAGENS NUMÉRICAS 126 v11.3 ANÁLISE DA ATENUAÇÃO NA TRANSMISSÃO ATRAVÉS DO DUTO A PARTIR DOS RESULTADOS EXPERIMENTAIS 129

9 VIU. 1 EVIDÊNCIAS NOS ENSAIOS EXPERIMENTAIS V ANÁLISE PRELIMINAR VII.3.3 INCIDÊNCIA NORMAL SOBRE CAMADAS FINAS VII.3.4 CÁLCULOS E GRÁFICOS A PARTIR DA SOLUÇÃO OBTIDA VIIA ATENUAÇÃO TOTAL VII.5 RECOMENDAÇÕES SOBRE OS PARÂMETROS DO SISTEMA v11.5. I FREQÜÊNCIA DE OPERAÇÃO VII.5.2 MÉTODOS DE DE'IECÇÃO E MODULAÇÃO ANEXO A

10 GLOSSÁRIO DE TERMOS TÉCNICOS UTILIZADOS Nesta seção são listados, em ordem alfabética, os termos técnicos específicos de completação de poços submarinos que foram utilizados ao longo do texto. - ANM: Árvore de natal molhada. Conjunto de válvulas para controle e operação do poço. - ANMH: Árvore de natal molhada horizontal. - BAP: Base adaptadora de produção (ver capítulo II). - BCS: Bombeamento centrífugo submerso. Método de elevação artificial. - BOP: Blow-out preventer. Dispositivo instalado na fase inicial da perfuração como elemento de segurança contra elevações bruscas de pressão no poço. - Bundle: Conjunto de mangueiras hidráulicas unidas de forma a formar um umbilical "empacotado" e configurável. - DHPT: Dowh-hole pressure and temperature gauge. Sensor de pressão e temperatura instalado no interior do poço. - DHSV: Dowh-hole safety valve. Válvula de segurança de sub-superfície. Ver capítulo 11, item 3. - DPR: Drill Pipe Riser. Ver capítulo 11, item 5. - EDS: Emergency disconnect shutdown. Procedimento de desconexão de emergência adotado em sistemas oflshore. - FSK: Frequency shift keying. Método de modulação por chaveamento na freqüência. - Gas-lift: Método de elevação artificial de petróleo em poços sem condições de surgência natural. - Heave: Movimento oscilatório longitudinal do corpo flutuante ou imerso em água, na direção vertical. - HPU: Hydraulic pressure unit, ou Unidade Hidráulica de Potência. - Kill: Operação de fechamento repentino do poço em casos de emergência com corte, se necessário, da coluna de produção.

11 - LARS: Launch And Recovery System. Sistema proposto para redundância (back-up) do módulo de controle acústico do sistema RISER Marine riser: Duto de maior diâmetro utilizado em operações de completação ou perfuração, no interior do qual um segundo riser desce para intervir no interior do poço. - MWD: Measurernent while drilling. Sistema que, durante a perfuração, adquire variáveis do processo (pressão, temperatura, inclinação, etc), enviando os dados adquiridos através de pulsos de ultra-som, utilizando a lama de perfuração como meio de transmissão. - PDG: Permanent Downhole Gauge. Sensor múltiplo instalado no interior do poço, para funcionamento durante toda a fase de produção. - Pod: Vaso hiperbárico onde é acondicionado sistema elétrico ou hidráulico. - Riser: Duto metálico ligando o fundo do oceano à superfície, em instalações marítimas de perfuração, completação ou produção. - ROV: Remotely Operated Vehicle: Veículo submarino de operação remota. - SMS: Segurança, meio-ambiente e saúde. - THRT: Tubing hanger running tool. Ferramenta para descida e instalação do tubing hanger. - Thruster: Propulsor marítimo usado em ROV's e embarcações com posicionamento dinâmico, com suprimento hidráulico ou elétrico. - Tubing Hanger: Suspensor de coluna. Ver capítulo 11, item 4. - Well testing: Teste de poço, a partir dos sensores e estimuladores instalados. - Workover: Literalmente, "trabalho sobre". Intervenção sobre uma instalação submarina já existente (ver capítulo Ii,item 6).

12 A produção de hidrocarbonetos em áreas marítimas deve alcançar em um futuro próximo a marca dos 3000 metros de profundidade. Devido a isto, os recursos materiais necessários para instalação e completação de poços submarinos estão adquirindo, além de características de desempenho mais exigentes, dimensões e pesos proibitivos no cenário atual. Um dos problemas reside nos umbilicais eletro-hidráulicos para atuação junto à cabeça do poço, cujos carretéis, para comportar o comprimento necessário, sobrecarregam a embarcação quanto a espaço físico e capacidade de carga. Além disso, tais umbilicais são descidos no interior do marine riser, presos por abraçadeiras junto à coluna de completação, o que traz riscos de ruptura e queda destas abraçadeiras no interior do poço, danos aos umbilicais e diversos problemas hidráulicos. Outro problema é o tempo demandado para descida e recolhimento destes umbilicais, bem como o retardo nas operações hidráulicas (tipicamente superior a 30 segundos) causado pela distância entre a unidade de superfície e os atuadores, Buscando a solução deste problema, a PETROBRAS iniciou o desenvolvimento de uma solução integrada para equipamentos necessários à completação de poços nas condições descritas, solução na qual deverá ser eliminado o umbilical eletro-hidráulico interno, que atua, entre outras tarefas, na instalação do tubing hanger e no teste, seguido de instalação, da DHSV - down hole safety valve. Na solução proposta, dispositivos presos à coluna de completação, internos ao marine riser, executarão as tarefas antes atribuídas ao umbilical e serão controlados por um sistema acústico, o qual deverá garantir que o sinal de controle atravesse a parede do marine riser e chegue até tais dispositivos. O conjunto deverá conter acumuladores de energia hidráulica e elétrica, atuadores hidráulicos, módulos de controle e transdutores acústico para comunicação entre os meios interno e externo. Entretanto, até o presente momento, não existe um estudo que forneça uma base teórica ou experimental de modo a assegurar a viabilidade desta comunicação acústica, dentro da solução proposta, ou mesmo definir em que condições isto seria viável.

13 1.1 DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO Para definir-se as bases de trabalho, foi realizada inicialmente uma série de contatos com profissionais ligados às atividades correlatas (acústica submarina, perfuração, completação e intervenção em poços submarinos, simulações numéricas). Esta etapa inicial permitiu um levantamento da situação presente, a partir da experiência de campo obtida pela PETROBRAS e outras instituições ao longo do desenvolvimento da indústria do petróleo no Brasil. Como resultado, um resumo sobre completação de poços submarinos é apresentado no capítulo H. Em seguida, buscou-se artigos recentemente publicados em congressos na área, como OTC (Offshore Technology Conference) e DOT (Deep Offshore Technology), no intuito de assimilar novas concepções propostas ou em fase de desenvolvimento. O capítulo III apresenta o sistema RISER-3000 ou WOCS-3000 (Workover Riser System), cuja concepção inclui o objeto de estudo deste trabalho. As ferramentas matemáticas para análise do problema foram recolhidas de fontes tradicionais na área de acústica submarina, sendo apresentadas no capítulo IV. Um trabalho de modelagens numéricas da propagação acústica nas condições previstas permitiu rim melhor entendimento e, adicionalmente, a visualização dos fenômenos decorrentes da penetração da onda acústica no interior do duto rígido. O resultado das modelagens é apresentado no capítulo V. A realização de um conjunto de ensaios em tamanho natural, em tanque acústico, forneceu resultados importantes para a caracterização de parâmetros do sistema de comunicação. O capítulo VI descreve os critérios adotados, a sistemática de execução e os resultados colhidos. As análises e conciusões contidas nos capítulos Vil e ViIí buscam sintetizar as informações apresentadas e os resultados obtidos nos capítulos anteriores, bem como sua aplicação no cenário previsto, com as implicações decorrentes das limitações físicas e da confiabilidade necessária para as tarefas a serem comandadas pelo sistema acústico. 1.2 CONSIDERAÇÕES GERAIS Este trabalho não se aprofunda em questões específicas de perfuração e completação de poços, dada a complexidade dos temas, Detalhes como características físicas e funcionais dos módulos interno e externo ao marine riser não serão abordados,

14 uma vez que diferentes situações podem exigir mais ou menos recursos de energia elétrica e hidráulica, compactação física de módulos, quantidade de recursos funcionais e confiabilidade de dispositivos. Em relação à operação do sistema nas condições do problema, o objetivo principal deste trabalho é comprovar a viabilidade da comunicação acústica através da parede de um duto rígido, para os casos de desalinhamento vertical e de azimute, em presença de heave e ruídos intensos, como em caso de choques entre o riser e ferramentas internas, acionamento de thncsters, hélices e outras máquinas. A configuração do sistema prevê dois sensores hidro-acústicos separados pela parede de um duto metálico cilíndrico. Não se aborda neste trabalho como os mesmos serão instalados ou supridos, ou que funções serão executadas a partir dos sinais de controle enviados desde a superfície até os atuadores no interior do duto. Os estudos e ensaios realizados objetivaram uma taxa de comunicação relativamente baixa, da ordem de 10 a 20 bits por segundo, a qual deve, no entanto, ser suficiente para as operações de comando de funções hidráulicas. O uso deste sistema para monitoração de sensores no fundo do poço com taxas mais altas de transmissão pode, no futuro, ser considerado, desde que as configurações dos dispositivos externo e interno sejam melhor detalhadas de modo a favorecer este tipo de aplicação.

15 Este capítulo apresenta informações básicas sobre completação de poços submarinos, apresentando situações onde a aplicação de controle acústico é possível, a fim de permitir um melhor entendimento dos capítulos subseqüentes. Alguns equipamentos são especificamente detalhados ao longo deste capítulo por sua importância em operações com o novo sistema acústico proposto. Conforme já citado, a completação, fase subseqüente à perfuração, é o conjunto de instalações necessárias para exploração dos hidrocarbonetos acessados pela perfuração do poço, ou ainda injeção de fluidos no reservatório, a fim de permitir um melhor aproveitamento econômico do reservatório [I]. A completação no mar é diretamente afetada pela profundidade do poço a ser equipado. Poços em águas rasas (até 300 metros, limite de mergulho comercial), em águas profundas (entre 300 e 1500 metros, limite atual dos risers de exportação) ou ultraprofundas (acima de 1500 metros) podem ser, conforme questões econômicas e tecnológicas, completados de modos diferentes e com recursos materiais diferentes. Os fatores que influem na completação a ser realizada são, dentre outros: - Profundidade local. - Extensão do poço (sob o leito marinho). - Localização do poço (distância em relação à costa e a outras instalações ofsshore). - Dimensão do reservatório. - Vazão máxima esperada. - Período total de produção previsto. - Custos de instalação e custos operacionais. - Histórico local de completações ETAPAS DA COMPLETAÇÃO EM ÁGUAS PROFUNDAS O conjunto de operações realizado durante uma completação marítima, em ordem seqüencial, segue geralmente os seguintes passos:

16 - Condicionamento do poço: Esta fase tem como objetivo a limpeza e conformação do revestimento, o qual geralmente ainda está irregular e impregnado pelo fluido de perfuração, por restos e por tampões de cimentação. Consiste na descida de uma coluna com uma broca e um raspador (figura 2.1), de modo a deixar o interior do revestimento gabaritado e em condições de receber os equipamentos necessários. Depois de realizada a limpeza e conformação, procede-se um teste de estanqueidade do revestimento, o qual é seguido por correções necessárias, em caso de vazamentos. O fluido de perfuração (genericamente uma lama com aditivos) é substituído pelo fluido de completação, o qual se trata de uma solução salina de alto teor, cuja principal função é a de estabelecer uma pressão hidrostática superior à pressão do próprio poço sem reagir com os fluidos presentes no reservatório, e assim garantir a estabilidade dos fluidos. C Drill Pipe de Topo / Liner Raspac Broca figura Condicionamento do poço - Avaliação da qualidade da cimentação: A cimentação, realizada durante a perfuração do poço, tem a dupla finalidade de suporte mecânico ao revestimento e de vedação hidráulica entre os intervalos verticalmente atravessados pelo revestimento. A avaliação da cimentação é feita com perfis acústicos (ver item II.2), a fim de identificar eventuais falhas (espaços sem cimentação ou rarefeitos, preenchidos por fluidos). Estes perfis acústicos são

17 executados por equipamentos dotados de pequenos transdutores acústicos, desenvolvidos especialmente para essa operação e operados por companhias especializadas. Esses transdutores são descidos por um cabo com a tripla função de energização, transmissão de sinais (ou comunicação digital) e sustentação mecânica. - Canhoneio: Esta fase consiste na perfuração do revestimento do poço a partir da detonação de cargas explosivas, de modo a formar os canais de fluxo necessários ao escoamento dos hidrocarbonetos, desde o reservatório até o interior da coluna de produção. A figura 2.2 representa a formação, coluna de revestimento e os canais provocados pelo detonador. Figura Canhoneio de revestimento - Instalação da coluna de produção: A coluna de produção, formada por tubos metálicos, será instalada no interior do poço e receberá componentes de subsuperfície necessários à produção e controle do reservatório. Os principais componentes que compõem ou instalam-se na coluna de produção são listados abaixo e apresentados na figura 2.3, em seguida: Tubos de produção: São os componentes básicos da coluna. Devem assegurar a integridade do revestimento e a vedação entre suas juntas. Válvula de segurança de sub-superfície (DHSV): Válvula, que como o nome indica, situa-se no interior do poço, geralmente instalada na

18 coluna de produção. Este elemento é de especial importância no desenvolvimento deste trabalho (ver item IT.3). Árvore de natal simples flangeada Adaptador Cabep de Suspensor de coluna Cabeça de revestimento - Tubos de produção 4 1/2" EU Redução 3 112" EU x 4 112"EU Tubos de prodiição 3 1r2"EU - -- Mandris de gas lifi - - Packer hidráulico Tubo de produção 3 112" Sfiear-out dupla Figura Coluna de Produção com Gas-Lift Demais componentes auxiliares da coluna de produção: Shear-out (ou Sub de Pressurização) e Hydro-tip, Nipples de assentamento, Camisas deslizantes (sliding sleeves), Válvulas de retenção (Check Valves), Obturador (Packer de produção), Unidade selante, Junta Telescópica (TSR- Tubing seal receptacle), Mandril de gas-li$ - Retirada do BOP e Instalação de equipamentos acima da cabeça do poço: Base adaptadora de produção, árvore de natal molhada, tubing hanger.

19 - Colocação do poço em produção: Ao final da fase de completação, é necessário aliviar a pressão causada pelo fluido de completação, uma vez que é normal a ocorrência de uma barreira hidrostática que impeça a surgência natural dos hidrocarbonetos. Isto pode ser feito pela substituição ou retirada parcial do fluido de completação, por (gaseificação do fluido na coluna), por pistoneio (ação de um pistão descido por cabo), ou ainda por elevação artificial (bombeamento), nos poços que não têm condições de produção por surgência natural. Feito isto, encerra-se a fase de completação e o poço está apto a produzir PERFILADORES ACÚSTICOS PARA AVALIAÇAO DA CIMENTAÇAO A cimentação tem a função de garantir a vedação hidráulica entre os diversos intervalos permeáveis no entorno do poço perfurado e completado. Além disso, propicia suporte mecânico ao revestimento. Problemas no revestimento podem gerar produção de fluidos indesejáveis ou contaminados, prejuízo no controle do reservatório e em último caso, perda do poço. Para se avaliar a qualidade da cimentação são utilizados perfiladores acústicos, que medem a homogeneidade da cimentação, assim como a aderência do cimento ao revestimento e à formação. Basicamente, o sistema realiza uma refectometria no domínio do tempo, ou seja, analisa a quantidade de energia acústica recebida a cada instante pela reflexão de pulsos emitidos nas diferentes camadas circulares ao redor do poço. Os perfis acústicos são classificados de acordo com a sua freqüência de operação: - Perfil SÔnico (freqüências até 20kHz): O sistema é composto geralmente por um emissor, dois receptores, e um módulo eletrônico para processamento do sinal. O pulsos produzidos pelo emissor se propagam através do revestimento, cimento e formação, antes de atingir os dois receptores, que são dispostos próximos ao emissor: 1 metro a cerca de 1,5m do emissor. Ao menos dois gráficos no domínio do tempo são gerados a partir de cada perfilagem. O perfil denominado CBL (cement bond logging ou controle da aderência da cimentação) registra a amplitude em volts da primeira chegada de sinal ao receptor que está a cerca de 1 m. A atenuação do sinal é associada à aderência do cimento ao revestimento e depende de fatores como resistência do cimento à compressão, diâmetro e espessura do revestimento, e parcela da

20 circunferência cimentada. Já o perfil VDL (variable densiíy logging) registra a onda detectada pelo segundo receptor, que está a 1,5m. A boa aderência cimento-revestimento é detectada pela presença de valores baixos nas leituras do perfil CBL, enquanto a boa aderência cimento-formação é detectada pela ausência de sinal de revestimento e presença de sinal de fosmagão no perfil VDL. Além dos dois perfis citados, existem outras análises, como o perfil de raios gama (GR), para comparação dos perfis de poço aberto com os pe~s CBLWDL; o perfil de localização das luvas do revestimento (CCL - casing colar locator), e as curvas de tempo de trânsito (TT). A figura 2.4(a) representa uma configuração de perfilagem sônica. Um exemplo de carta de análise é apresentada na figura 2.4(b): Cimentação prirnári Figuras 2.4(a) Diagrama típico de perfilagem sônica e 2.4(b) Análise de Perfis Sônicos - Perfil Ultra-Sônico (Freqüências entre 20 e SOkHz): Seu arranjo apresenta oito transdutores dispostos circularmente, de tal modo que cada um deles permita avalias 45" de asco no espaço circular do poço. O perfil ultra-sônico CEL (cement evaluation log) apresenta uma melhor resolução angular, mas não é tão eficiente quanto o CBUVDL para investigas a aderência cimentoformação. Outro sistema de perfilagem ultra-sônica mais recentemente desenvolvido é o USIT (Ultra Sonic Imager Tool), que apresenta um único transdutor que gira a cerca de 7 a 8Hz, cobsindo todo o perímetro circular e emitindo 18 pulsos ultra-sônicos por giro [I]. Além disso, apresenta facilidades como asmazenamento e transmissão digital de dados, medição direta da impedância acústica e maiores recursos de software.

21 I Casing Collar Locator (CCL) r20 c...) -80 IMPEDANCE r l,_. v. CCL (CCLU) 'V.. I.er 1-40 (-..-i 1 O 4". - Z.. i- 3; ;:g..~;::;:;,: \ O = 2..,.... Figura Análise de Perfis Ultra-Sônicos O uso combinado dos dois métodos, conforme representado na figura 2.5, permite uma completa avaliação da qualidade da cimentação ao longo da coluna de produção. A válvula de segurança de sub-superfície é um dos principais componentes de segurança do poço, sendo instalada na coluna de produção. Seu conceito invariavelmente é o "fecha-ao-falhar" (fail-to-dose), devendo ser mantida aberta por pressurização durante toda sua vida útil. Fica situada a cerca de 30 metros abaixo da cabeça do poço, de modo a minirnizar a chance de avarias por eventuais acidentes, quando sua atuação será realmente necessária. A atuação da válvula (para fechamento do poço) é feita por retirada da pressão que a mantém na posição aberta. Os principais componentes de uma DHSV típica são apresentados na figura 2.6:

22 1 -rlj_ Linha de Controle.ede Pistão Pressão do Fluido Hidiaulico Ação da Força da Mola Pressão da Coluna Figura 2.,6- Diagrama típico de uma DHSV Existem dois tipos de DHSV, quanto à sua instalação: As que são descidas conectadas à coluna de produção (tipo tubing mounted), e as que são instaladas após a descida da coluna através de operação com cabo (chamadas wireline retrievable). Na árvore de natal existe uma válvula para isolamento da linha de controle hidráulico da DHSV. Esta válvula é geralmente operada com ROV's O TUBING HANGER Tubing Hanger é o termo usado na indústria do petróleo para o conjunto suspensor de coluna de produção ou injeção de cada poço, sendo instalado junto à árvore de natal molhada como elemento de interface entre esta e a coluna de produção. Suportando o peso da coluna de produção, o TH é ancorado e travado no último suspensor de revestimento (chamado casing hanger), que é situado geralmente na BAP (base adaptadora de produção), e atua na vedação para o espaço anular, formado entre o revestimento de produção e a coluna de perfuração.

23 O Tubing Hanger pode ser do tipo concêntrico ou excêntrico, sendo o último o mais usado na Bacia de Campos. Estas denominações são relacionadas ao furo de acesso ao espaço anular na coluna de produção. O tipo excêntrico permite maior flexibilidade de instalação de equipamentos de fabricantes distintos (p.ex., BAP, TH e ANM). Este tipo de TH, conforme apresentado na figura 2.7, possui tipicamente um furo de 4" para acesso à coluna de produção, um furo de 2" para acesso ao espaço anular, um ou dois furos de W' para acionamento da DHSV, e um último furo para passagem do cabo elétrico utilizado nos sensores PDG (pemzanent downhole gauge), que são responsáveis pela leitura e envio em tempo real da pressão e temperatura de fundo de poço. Os sensores PDG resolvem tipicamente 0,01 em psi e O,l C, e sua aquisição pode ser diária (no caso de reservatórios em produção normal); em taxas entre 1 e 5 segundos (no caso de fechamento de poços); ou da ordem de minutos (durante a descida de equipamentos, neste caso para teste de integridade).

24 11.5 O DRILL PIPE RISER O Drill Pipe Riser (DPR) é um sistema alternativo de completação e instalação de equipamentos submarinos, cuja principal vantagem consiste na redução do tempo necessário para instalação de equipamentos como tubing hangers e árvores de natal, nas condições específicas de águas ultraprofundas. A isto se soma o baixo custo de manutenção e operação do sistema, se comparado aos outros sistemas convencionais. O DPR é composto basicamente de coluna de perfuração (elemento principal), vaso submarino de controle, sistema de superfície e umbilical eletro-hidráulico de controle. Este sistema foi concebido a partir da observação das limitações dos sistemas convencionais quanto a espaço ocupado nas sondas de perfuração e completação, tempo de instalação e de retirada, os quais se tornam críticos a partir de cerca de 1000 metros de profundidade d'água. A figura 2.8 apresenta um arranjo geral de concepção do DPR, apresentando seus principais componentes. Nota-se, no centro da figura, um umbilical clamp, um dos fatores de riscos e atrasos no sistema DPR. Vários tipos de sistemas de completação são usados ao redor do mundo, tendo em comum o acesso ao espaço anular do poço, necessário para operações de teste, estimulação, produção e fechamento (kill) do poço. Isto implica em conexões maiores, mais complicadas e, por isso, mais sujeitas a falhas. A concepção básica do DPR é a de usar juntas convencionais de risers de perfuração, para instalação tanto das árvores de natal (conforme representado na figura 2.9) quanto dos tubing hangers (figura 2.10). Os dois fatores repercutem nas reduções de custo e tempo da operação, conforme dito. Torna-se necessário, no entanto, prover o acesso ao espaço anular do poço e um sistema multiplexado de controle através do umbilical eletro-hidráulico, sendo este último por questões de redução de tamanho e peso do umbilical. A operação de descida do tubing hanger requer a fixação do umbilical junto à coluna do DPR, descendo internamente ao marine riser. Esta fixação é provida por meios de abraçadeiras ou clamps, cuja confiabilidade é essencial para evitar danos ao umbilical e queda destas abraçadeiras no poço. O DPR passa a ter, em média, oito vezes menos conexões hidráulicas que os sistemas convencionais, fator que repercute no índice de confiabilidade do sistema.

Completação. Prof. Delmárcio Gomes

Completação. Prof. Delmárcio Gomes Completação Prof. Delmárcio Gomes Ao final desse capítulo, o treinando poderá: Explicar o conceito de completação; Diferenciar os tipos de completação; Identificar as etapas de uma intervenção de completação;

Leia mais

1. Introdução 1.1. Histórico do crescimento da produção de petróleo no Brasil

1. Introdução 1.1. Histórico do crescimento da produção de petróleo no Brasil 1. Introdução 1.1. Histórico do crescimento da produção de petróleo no Brasil A Petrobrás alcançou em julho de 2005 a média de produção de 1,76 milhões de barris por dia, sendo destes 1,45 milhões só na

Leia mais

SISTEMAS SUBMARINOS DE PRODUÇÃO

SISTEMAS SUBMARINOS DE PRODUÇÃO 1 SISTEMAS SUBMARINOS DE PRODUÇÃO 2 PARTE I - LAY OUT SUBMARINO PARTE II - CABEÇA DE POÇO PARTE III - ÁRVORE DE NATAL MOLHADA PARTE IV - MONITORAÇÃO ELETRÔNICA PARTE V - OPERAÇÕES CONJUNTAS ENTRE SONDA

Leia mais

CAPÍTULO 4 ESCOAMENTO DA PRODUÇÃO ESCOAMENTO

CAPÍTULO 4 ESCOAMENTO DA PRODUÇÃO ESCOAMENTO CAPÍTULO 4 ESCOAMENTO DA PRODUÇÃO ESCOAMENTO O escoamento das plataformas é feito através de dutos que podem ser denominados dutos rígidos ou dutos flexíveis, de acordo com o material de que são constituidos.

Leia mais

PROPOSTA CURSO DE FORMAÇÃO DE SUBSEA

PROPOSTA CURSO DE FORMAÇÃO DE SUBSEA PROPOSTA CURSO DE FORMAÇÃO DE SUBSEA 1 OBJETIVOS Capacitar pessoal ao trabalho na área dos sistemas de equipamentos BOP, de forma que ao final do curso conjugado ao estágio estejam em condições de desempenhar

Leia mais

Neste capítulo abordaremos alguns métodos de elevação artificial de petróleo, seu funcionamento, suas características e suas propriedades.

Neste capítulo abordaremos alguns métodos de elevação artificial de petróleo, seu funcionamento, suas características e suas propriedades. CAPÍTULO 3 MÉTODOS DE ELEVAÇÃO ARTIFICIAL DE PETRÓLEO. Neste capítulo abordaremos alguns métodos de elevação artificial de petróleo, seu funcionamento, suas características e suas propriedades. BOMBEIO

Leia mais

Completação Inteligente

Completação Inteligente Petróleo Orientador: Profº Robson Dourado Completação Inteligente Grupo de trabalho: Bruno Luiz Dias dos Santos José Maria Soares Luis Carlos Laranjeira Petroleum - petra = pedra - oleium = óleo Resultado

Leia mais

Petróleo e Meio Ambiente

Petróleo e Meio Ambiente Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi Petróleo e Meio Ambiente Curso:Tecnólogo em Gestão Ambiental Professora: Raquel Simas Pereira Maio de 2012 Completação Objetivo da Completação Deixar o poço

Leia mais

EXPLORAÇÃO E PRODUÇÃO- EQUIPAMENTOS UTILIZADOS

EXPLORAÇÃO E PRODUÇÃO- EQUIPAMENTOS UTILIZADOS PROCESSOS INDUSTRIAIS ORGÂNICOS EXPLORAÇÃO E PRODUÇÃO- EQUIPAMENTOS UTILIZADOS PERFURAÇÃO - INTRODUÇÃO A perfuração de um poço de petróleo é realizada através de uma sonda, conforme ilustrado nas figuras

Leia mais

PÓS GRADUAÇÃO EM PETRÓLEO E GÁS PARTE II PRODUÇÃO ONSHORE E OFFSHORE

PÓS GRADUAÇÃO EM PETRÓLEO E GÁS PARTE II PRODUÇÃO ONSHORE E OFFSHORE PÓS GRADUAÇÃO EM PETRÓLEO E GÁS PARTE II PRODUÇÃO ONSHORE E OFFSHORE PERFURAÇÃO BREVE RESUMO A perfuração de um poço de petróleo é realizada através de uma sonda, uma grande estrutura que contém diversos

Leia mais

FAQ FREQUENT ASKED QUESTION (PERGUNTAS FREQUENTES)

FAQ FREQUENT ASKED QUESTION (PERGUNTAS FREQUENTES) FREQUENT ASKED QUESTION (PERGUNTAS FREQUENTES) PRINCIPAIS DÚVIDAS SOBRE O SISTEMA DE DETECÇÃO DE VAZAMENTO EM DUTOS. SUMÁRIO Introdução...4 1. Qual é a distância entre os sensores?...5 2. O RLDS/I-RLDS

Leia mais

2 A Construção de Poços Off Shore

2 A Construção de Poços Off Shore 2 A Construção de Poços Off Shore A área de construção de poços evoluiu significativamente nas últimas décadas, principalmente, em função das dificuldades encontradas na execução de projetos cada vez mais

Leia mais

ANEXO II.7-1 - ANÁLISE PRELIMINAR DE PERIGOS - APP

ANEXO II.7-1 - ANÁLISE PRELIMINAR DE PERIGOS - APP ANEXO II.7-1 - ANÁLISE PRELIMINAR DE PERIGOS Pág. 1/19 ANÁLISE PRELIMINAR DE PERIGOS CLIENTE PETROBRAS REV. 00 DATA Out/2010 FOLHA 1/19 INSTALAÇÃO Unidade Marítima de Perfuração NS-21 (Ocean Clipper)

Leia mais

ENGENHARIA DE PERFURAÇÃO E COMPLETAÇÃO EM POÇOS DE PETRÓLEO

ENGENHARIA DE PERFURAÇÃO E COMPLETAÇÃO EM POÇOS DE PETRÓLEO ENGENHARIA DE PERFURAÇÃO E COMPLETAÇÃO EM POÇOS DE PETRÓLEO Renato Brandão Mansano Eng. de Petróleo PETROBRAS/UN-ES/ATP-JUB-CHT/IP ENGENHARIA DE PERFURAÇÃO E COMPLETAÇÃO DE POÇOS -Histórico; - Sistemas

Leia mais

2 SISTEMAS DE DETECÇÃO DE VAZAMENTOS EM DUTOS

2 SISTEMAS DE DETECÇÃO DE VAZAMENTOS EM DUTOS 2 SISTEMAS DE DETECÇÃO DE VAZAMENTOS EM DUTOS Neste capítulo vamos apresentar um breve estudo de técnicas e sistemas de detecção de vazamentos mais utilizados atualmente. Nosso objetivo é demonstrar que

Leia mais

SISTEMAS HIDRÁULICOS DE POTÊNCIA NA INDÚSTRIA DO PETRÓLEO

SISTEMAS HIDRÁULICOS DE POTÊNCIA NA INDÚSTRIA DO PETRÓLEO SISTEMAS HIDRÁULICOS DE POTÊNCIA NA INDÚSTRIA DO PETRÓLEO Dirceu Silveira Sampaio dirceuss@petrobras.com.br (21)3876-3303 Introdução: 1 - Vivemos uma era de contrastes, onde sistemas de controle com nano

Leia mais

Exploração e Produção Offshore e Onshore. Soluções integradas para o mercado de óleo e gás

Exploração e Produção Offshore e Onshore. Soluções integradas para o mercado de óleo e gás Exploração e Produção Offshore e Onshore Soluções integradas para o mercado óleo e gás Exploração e Produção: Offshore e Onshore A presença da Parker no mercado Óleo e Gás garante a mais completa gama

Leia mais

de dutos em base terrestre e em alto mar (offshore), operações de perfuração e produção.

de dutos em base terrestre e em alto mar (offshore), operações de perfuração e produção. A solução para uma manutenção segura e confiável, serviços de restauração e construção de dutos em base terrestre e em alto mar (offshore), operações de perfuração e produção. SERVIÇOS Testes em BOP

Leia mais

RESOLUÇÃO ANP Nº 39, DE 13.11.2007

RESOLUÇÃO ANP Nº 39, DE 13.11.2007 AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS RESOLUÇÃO ANP Nº 39, DE 13.11.2007 O DIRETOR-GERAL da AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GAS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS ANP, no uso de suas atribuições

Leia mais

INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE DE PROCESSOS MEDIÇÃO DE NÍVEL

INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE DE PROCESSOS MEDIÇÃO DE NÍVEL INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE DE PROCESSOS MEDIÇÃO DE NÍVEL Introdução A medição de nível.engloba, também, a medição do volume e do peso de líquidos e sólidos contidos em recipientes. Basicamente, a medição

Leia mais

Gas-Lift - Vantagens

Gas-Lift - Vantagens Gas-Lift - Vantagens Método relativamente simples para operar O equipamento necessário é relativamente barato e é flexível Podem ser produzidos baixos ou altos volumes É efetivo sob condições adversas

Leia mais

Jáder Bezerra Xavier (1) Pedro Paulo Leite Alvarez (2) Alex Murteira Célem (3)

Jáder Bezerra Xavier (1) Pedro Paulo Leite Alvarez (2) Alex Murteira Célem (3) DISPOSITIVO QUE PERMITE SOLDAGEM EM TUBULAÇÕES INDUSTRIAIS CONTAMINADAS COM FLUIDOS INFLAMÁVEIS, SEM O PROCESSO DE INERTIZAÇÃO CONVENCIONAL INERT INFLA Pedro Paulo Leite Alvarez (2) Alex Murteira Célem

Leia mais

!!"#$%&'(! ')$'*'+!%!*,-./'*%&'!+!(%*+%#*(! 0+(*(!#!)'12(!#1*,*2!$!*3

!!#$%&'(! ')$'*'+!%!*,-./'*%&'!+!(%*+%#*(! 0+(*(!#!)'12(!#1*,*2!$!*3 !!"#$%&'(! ')$'*'+!%!*,-./'*%&'!+!(%*+%#*(! 0+(*(!#!)'12(!#1*,*2!$!*3!3#!)'120!%+'4$#!'('&-'& ) ' /&'&')*'('*)''4!+'12#!* '4'!+*&'*&'$-* 4!'(* %+!% ( #1 '#5* 6.%* 4$#!* *2!+%'(* #*+!%!+!'+'60*(!) '!'!+'&-'

Leia mais

2 Método sísmico na exploração de petróleo

2 Método sísmico na exploração de petróleo 16 2 Método sísmico na exploração de petróleo O método sísmico, ou sísmica de exploração de hidrocarbonetos visa modelar as condições de formação e acumulação de hidrocarbonetos na região de estudo. O

Leia mais

Sistemas de Medidas e Instrumentação

Sistemas de Medidas e Instrumentação Sistemas de Medidas e Instrumentação Parte 3 Prof.: Márcio Valério de Araújo 1 Medição de Nível Capítulo VII Nível é a altura do conteúdo de um reservatório Através de sua medição é possível: Avaliar o

Leia mais

INTERNAL PIPE PROTECTION INTERNAL PIPE PROTECTION

INTERNAL PIPE PROTECTION INTERNAL PIPE PROTECTION TM INTERNAL PIPE PROTECTION INTERNAL PIPE PROTECTION Fiberware/Duoline Technologies Sua solução de baixo custo para resolver os problemas altamente caros causados pela corrosão. O Sistema Duoline da Fiberware

Leia mais

ANEXO II. Análise Preliminar de Perigos APP

ANEXO II. Análise Preliminar de Perigos APP ANEXO II Análise Preliminar de Perigos APP Sistema: Torre Subsistema: Top Drive Data: 05/05/5 Perigo Causas Mo de Corrosão da torre Desgaste por exposição tempo de operabilidade (corrosão) -Desabamento

Leia mais

Rebaixamento do Lençol Freático

Rebaixamento do Lençol Freático Rebaixamento do Lençol Freático Índice 1. Rebaixamento por Poços 2. Bombas Submersas 3. Rebaixamento à Vácuo 4. Norma 5. Método construtivo 6. Equipe de trabalho 1. Rebaixamento Por Poços Rebaixamento

Leia mais

REBAIXAMENTO DO LENÇOL FREÁTICO

REBAIXAMENTO DO LENÇOL FREÁTICO Índice 1 Rebaixamento por Poços Injetores e Bombas Submersas 2 Método construtivo 3 Rebaixamento à Vácuo 4 Norma 5 Método construtivo 6 Equipe de trabalho 1 Rebaixamento Por Poços Rebaixamento por poços

Leia mais

Sensores Ultrasônicos

Sensores Ultrasônicos Sensores Ultrasônicos Introdução A maioria dos transdutores de ultra-som utiliza materiais piezelétricos para converter energia elétrica em mecânica e vice-versa. Um transdutor de Ultra-som é basicamente

Leia mais

24º Congresso Nacional de Transporte Aquaviário, Construção Naval e Offshore

24º Congresso Nacional de Transporte Aquaviário, Construção Naval e Offshore 24º Congresso Nacional de Transporte Aquaviário, Construção Naval e Offshore Rio de Janeiro, 5 a 9 de Outubro de 22 Estudo da instalação de equipamentos em cabeça de poço submarino Lucas Cantinelle Sevillano

Leia mais

PC Prof. Del Gomes. Petrocenter

PC Prof. Del Gomes. Petrocenter Sistema de Movimentação de Cargas SWIVEL elemento que liga as partes girantes às fixas, permitindo livre rotação da coluna; por um tubo na sua lateral (gooseneck) permite a injeção de fluido no interior

Leia mais

Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia

Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia Pós-Graduação Stricto Sensu Pós-Graduação Lato Sensu Extensão Graduação Diagnósticos Tecnológicos Soluções de Problemas Empresariais

Leia mais

Processos em Engenharia: Modelagem Matemática de Sistemas Fluídicos

Processos em Engenharia: Modelagem Matemática de Sistemas Fluídicos Processos em Engenharia: Modelagem Matemática de Sistemas Fluídicos Prof. Daniel Coutinho coutinho@das.ufsc.br Departamento de Automação e Sistemas DAS Universidade Federal de Santa Catarina UFSC DAS 5101

Leia mais

Perda de Carga e Comprimento Equivalente

Perda de Carga e Comprimento Equivalente Perda de Carga e Comprimento Equivalente Objetivo Este resumo tem a finalidade de informar os conceitos básicos para mecânicos e técnicos refrigeristas sobre Perda de Carga e Comprimento Equivalente, para

Leia mais

Automação, Controle e Otimização em Sistemas de Produção de Petróleo

Automação, Controle e Otimização em Sistemas de Produção de Petróleo Automação, Controle e Otimização em Sistemas de Produção de Petróleo Departamento de Automação e Sistemas Universidade Federal de Santa Catarina Apresentação da Rede Temática GeDIg, Março de 2008 Sumário

Leia mais

EMTV MANUAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DESDE 1956

EMTV MANUAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DESDE 1956 EMTV Elevador de manutenção telescópico vertical MANUAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO ZELOSO DESDE 1956 PREFÁCIO APLICAÇÃO: Este manual contém informações para a operação e manutenção, bem como uma lista ilustrada

Leia mais

MEDIÇÃO VIRTUAL DE PRESSÃO POR MEIO DE REDES NEURAIS ATRAVÉS DO PI ACE

MEDIÇÃO VIRTUAL DE PRESSÃO POR MEIO DE REDES NEURAIS ATRAVÉS DO PI ACE Seminário Regional OSIsoft do Brasil 2010 São Paulo, Brasil MEDIÇÃO VIRTUAL DE PRESSÃO POR MEIO DE REDES NEURAIS ATRAVÉS DO PI ACE 28 de Outubro de 2010 André Paulo Ferreira Machado PETROBRAS Empowering

Leia mais

2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 2.1. Introdução Neste capítulo é apresentado um breve resumo sobre os tópicos envolvidos neste trabalho, com o objetivo de apresentar a metodologia empregada na prática para realizar

Leia mais

Ensaios Não Destrutivos

Ensaios Não Destrutivos Ensaios Não Destrutivos DEFINIÇÃO: Realizados sobre peças semi-acabadas ou acabadas, não prejudicam nem interferem a futura utilização das mesmas (no todo ou em parte). Em outras palavras, seriam aqueles

Leia mais

Curso Automação Industrial Aula 3 Robôs e Seus Periféricos. Prof. Giuliano Gozzi Disciplina: CNC - Robótica

Curso Automação Industrial Aula 3 Robôs e Seus Periféricos. Prof. Giuliano Gozzi Disciplina: CNC - Robótica Curso Automação Industrial Aula 3 Robôs e Seus Periféricos Prof. Giuliano Gozzi Disciplina: CNC - Robótica Cronograma Introdução a Robótica Estrutura e Características Gerais dos Robôs Robôs e seus Periféricos

Leia mais

Integrando Tecnologias para Criar Soluções

Integrando Tecnologias para Criar Soluções Triex Sistemas Sistemas de Testes, Supervisão e Controle Integrando Tecnologias para Criar Soluções Multiplexador de Canais Em aplicações onde se deseja inspecionar por ultra-som grandes áreas em pouco

Leia mais

Ensaio de Emissão Acústica Aplicado em Cilindros sem Costura para Armazenamento de Gases

Ensaio de Emissão Acústica Aplicado em Cilindros sem Costura para Armazenamento de Gases Ensaio de Emissão Acústica Aplicado em Cilindros sem Costura para Armazenamento de Gases Pedro Feres Filho São Paulo, Brasil e-mail: pedro@pasa.com.br 1- Resumo Este trabalho teve como objetivo apresentar

Leia mais

Estrutura da Indústria do

Estrutura da Indústria do Estrutura da Indústria do Petróleo e Gás Professora Elaine Ribeiro EMENTA Noções de exploração e produção de petróleo e gás natural. PETRÓLEO EXPLORAÇÃO Art. 6º - lei 9478 de 1997 XV - Pesquisa ou Exploração:

Leia mais

Sistema de Proteção contra Sobrepressão

Sistema de Proteção contra Sobrepressão Sistema de Proteção contra Sobrepressão Sistema de Proteção contra Sobrepressão HIPPS O QUE É UM SISTEMA HIPPS? HIPPS é uma sigla para High Integrity Pressure Protection System (Sistema de Proteção contra

Leia mais

Válvulas: Podem ser: -CONTROLADORAS DE DIREÇÃO. -CONTROLADORAS DE FLUXO. -CONTROLADORAS DE PRESSÃO. - DE BLOQUEIO.

Válvulas: Podem ser: -CONTROLADORAS DE DIREÇÃO. -CONTROLADORAS DE FLUXO. -CONTROLADORAS DE PRESSÃO. - DE BLOQUEIO. Válvulas: São os elementos utilizados para comando dos atuadores, exercendo função preponderante dentro dos circuitos fluídicos e são classificadas conforme suas funções. Podem ser: -CONTROLADORAS DE DIREÇÃO.

Leia mais

MÓDULO 4 4.5 - PROCEDIMENTOS DE REPARO

MÓDULO 4 4.5 - PROCEDIMENTOS DE REPARO Normas Aplicáveis MÓDULO 4 4.5 - PROCEDIMENTOS DE REPARO - NBR 15.979 Sistemas para Distribuição de Água e Esgoto sob pressão Tubos de polietileno PE 80 e PE 100 Procedimentos de Reparo - NBR 14.461 Sistemas

Leia mais

PLATAFORMAS MARÍTIMAS Desenvolvimento das estruturas offshore Plataformas Fixas Parte 1

PLATAFORMAS MARÍTIMAS Desenvolvimento das estruturas offshore Plataformas Fixas Parte 1 PLATAFORMAS MARÍTIMAS Desenvolvimento das estruturas offshore Plataformas Fixas Parte 1 INTRODUÇÃO Com o declínio das reservas onshore e offshore em águas rasas, a exploração e produção em águas profundas

Leia mais

COMO ANALISAR OS RISCOS OPERACIONAIS DE UMA ANM-V GLL DE PRODUÇÃO EM AMBIENTE DE ÁGUAS ULTRAPROFUNDAS (PRÉ-SAL)?

COMO ANALISAR OS RISCOS OPERACIONAIS DE UMA ANM-V GLL DE PRODUÇÃO EM AMBIENTE DE ÁGUAS ULTRAPROFUNDAS (PRÉ-SAL)? COMO ANALISAR OS RISCOS OPERACIONAIS DE UMA ANM-V GLL DE PRODUÇÃO EM AMBIENTE DE ÁGUAS ULTRAPROFUNDAS (PRÉ-SAL)? Janailson O. Cavalcanti janailsonoliver@ufrb.edu.br UFRB Universidade Federal do Recôncavo

Leia mais

1 Fibra Óptica e Sistemas de transmissão ópticos

1 Fibra Óptica e Sistemas de transmissão ópticos 1 Fibra Óptica e Sistemas de transmissão ópticos 1.1 Introdução Consiste em um guia de onda cilíndrico, conforme ilustra a Figura 1, formado por núcleo de material dielétrico (em geral vidro de alta pureza),

Leia mais

(51) lnt.ci.: G01 N 17/00 (2009.01) G05D 3/00 (2009.01)

(51) lnt.ci.: G01 N 17/00 (2009.01) G05D 3/00 (2009.01) (21) P0801399-3 A2 11111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111 * B R P O 8 O 1 3 9 9 A 2 * (22) Data de Depósito: 31/03/2008 (43) Data da Publicação: 17/1112009 (RP 2028)

Leia mais

Operações - PETRA. Belo Horizonte Julho 2012

Operações - PETRA. Belo Horizonte Julho 2012 Operações - PETRA Belo Horizonte Julho 2012 Petra Bacia do São Francisco 72.000 km2 Programa Exploratório 24 blocos 14 poços iniciados 9 poços concluídos 2 Operação PRINCIPAIS DESAFIOS: Disponibilidade

Leia mais

Geotigre 1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS: Função: Exploração de águas subterrâneas em poços tubulares profundos;

Geotigre 1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS: Função: Exploração de águas subterrâneas em poços tubulares profundos; Geotigre Localização no Website Tigre: Obra Predial Poços GEOTIGRE Função: Exploração de águas subterrâneas em poços tubulares profundos; Aplicações: Completação de poços tubulares totalmente ou parcialmente

Leia mais

Sistemas Marítimos. Hélio Y. Kubota Sala DE303 RiserProd e-mail: kubota@dep.fem.unicamp.br

Sistemas Marítimos. Hélio Y. Kubota Sala DE303 RiserProd e-mail: kubota@dep.fem.unicamp.br Sistemas Marítimos Hélio Y. Kubota Sala DE303 RiserProd e-mail: kubota@dep.fem.unicamp.br Visão Geral de um Sistema Marítimo Unidades de Perfuração / Produção Facilidades de Superfície / Fundo Riser, Flow

Leia mais

Automação Hidráulica

Automação Hidráulica Automação Hidráulica Definição de Sistema hidráulico Conjunto de elementos físicos associados que, utilizando um fluido como meio de transferência de energia, permite a transmissão e o controle de força

Leia mais

PIGS INSTRUMENTADOS PIGS INSTRUMENTADOS HISTÓRIA PRINCIPAIS FERRAMENTAS O QUE SÃO PIGS INSTRUMENTADOS?

PIGS INSTRUMENTADOS PIGS INSTRUMENTADOS HISTÓRIA PRINCIPAIS FERRAMENTAS O QUE SÃO PIGS INSTRUMENTADOS? PIGS INSTRUMENTADOS O QUE SÃO PIGS INSTRUMENTADOS? SÃO PIGS QUE REALIZAM MEDIDAS AO LONGO DO PERCURSO DO DUTO, REGISTRANDO AS INFORMAÇÕES. ESTAS INFORMAÇÕES NORMALMENTE SÃO UTILIZADAS PARA AVALIAR A INTEGRIDADE

Leia mais

HYDAC KineSys Sistemas de acionamento

HYDAC KineSys Sistemas de acionamento HYDAC KineSys Sistemas de acionamento Veículos de manuseio de materiais Usinas termelétricas Máquinas injetoras de plástico Seu parceiro profissional para soluções de acionamento Todas as condições para

Leia mais

FAPERJ & PIUES/PUC-Rio FÍSICA E MATEMÁTICA DO ENSINO MÉDIO APLICADAS A SISTEMAS DE ENGENHARIA

FAPERJ & PIUES/PUC-Rio FÍSICA E MATEMÁTICA DO ENSINO MÉDIO APLICADAS A SISTEMAS DE ENGENHARIA FAPERJ & PIUES/PUC-Rio FÍSICA E MATEMÁTICA DO ENSINO MÉDIO APLICADAS A SISTEMAS DE ENGENHARIA 1) INTRODUÇÃO Rio de Janeiro, 05 de Maio de 2015. A equipe desenvolvedora deste projeto conta com: - Prof.

Leia mais

1Introdução 20. 1 Introdução

1Introdução 20. 1 Introdução 1Introdução 20 1 Introdução Quando um poço de petróleo é perfurado e o mesmo atravessa um reservatório portador de uma estrutura mineralógica onde os grãos da rocha reservatório não estão suficientemente

Leia mais

CEMIG DISTRIBUIÇÃO. Autores. Alex Antonio Costa Carlos Miguel Trevisan Noal Eustáquio do Nascimento Amorim Jorge Pereira de Souza Renato Claro Martins

CEMIG DISTRIBUIÇÃO. Autores. Alex Antonio Costa Carlos Miguel Trevisan Noal Eustáquio do Nascimento Amorim Jorge Pereira de Souza Renato Claro Martins A INTEGRAÇÃO DO SESMT COM A ENGENHARIA CIVIL NA ADEQUAÇÃO DAS INSTALAÇÕES VISANDO REALIZAÇÃO DE ATIVIDADES DE CONSERVAÇÃO E LIMPEZA EXECUTADAS EM DIFERENÇA DE NÍVEL Autores Alex Antonio Costa Carlos Miguel

Leia mais

A empresa. A estrutura. A flutrol

A empresa. A estrutura. A flutrol A flutrol A empresa A Flutrol é uma empresa 100% Brasileira e totalmente voltada a produção de soluções avançadas em controle de fluidos. É fabricante de equipamentos para geração de pressão hidráulica

Leia mais

CONTEÚDO: Capítulo 4. Válvulas Industriais. Email: vendas@jefferson.ind.br Fone: 016 3622-5744/3622-9851 Site: www.jefferson.ind.

CONTEÚDO: Capítulo 4. Válvulas Industriais. Email: vendas@jefferson.ind.br Fone: 016 3622-5744/3622-9851 Site: www.jefferson.ind. CONTEÚDO: Capítulo 4 Válvulas Industriais Email: vendas@jefferson.ind.br Fone: 016 3622-5744/3622-9851 Site: 1 VÁLVULAS DEFINIÇÃO: DISPOSITIVOS DESTINADOS A ESTABELECER, CONTROLAR E INTERROMPER O FLUXO

Leia mais

II.7.6. PROJETO DE DESATIVAÇÃO. 1. Justificativa

II.7.6. PROJETO DE DESATIVAÇÃO. 1. Justificativa II.7.6. PROJETO DE DESATIVAÇÃO 1. Justificativa A desativação de um campo de produção de petróleo contempla uma série de procedimentos que devem ser adotados, com vista à proteção e à manutenção da qualidade

Leia mais

ANÁLISE DE GERENCIAMENTO DE TEMPO APLICADO A UM PROJETO DE PETRÓLEO

ANÁLISE DE GERENCIAMENTO DE TEMPO APLICADO A UM PROJETO DE PETRÓLEO XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Maturidade e desafios da Engenharia de Produção: competitividade das empresas, condições de trabalho, meio ambiente. São Carlos, SP, Brasil, 12 a15 de outubro

Leia mais

Teoria das Descargas Parciais

Teoria das Descargas Parciais Teoria das Descargas Parciais Quando uma tensão é aplicada aos terminais de um equipamento elétrico que possui isolamento elétrico (dielétricos - ar, SF 6, óleo isolante, fenolite, resinas, vidros, etc.)

Leia mais

Aquisição e Avaliação de Dados para Projetos de Geomecânica do Petróleo

Aquisição e Avaliação de Dados para Projetos de Geomecânica do Petróleo Aquisição e Avaliação de Dados para Projetos de Geomecânica do Petróleo Flavia Mara Guzmán Villarroel Geomechanics International/Pontifícia Universidade Católica, Rio de Janeiro. Ewerton Moreira Pimentel

Leia mais

Realizando o ensaio de ultra-som

Realizando o ensaio de ultra-som Realizando o ensaio de ultra-som A UU L AL A Na aula anterior, você ficou sabendo que o ultra-som é uma onda mecânica que se propaga de uma fonte emissora até uma fonte receptora, através de um meio físico.

Leia mais

EXECUÇÃO DE REBAIXAMENTO DO NÍVEL D ÁGUA ATRAVÉS DE POÇOS COM INJETORES

EXECUÇÃO DE REBAIXAMENTO DO NÍVEL D ÁGUA ATRAVÉS DE POÇOS COM INJETORES pág.1 EXECUÇÃO DE REBAIXAMENTO DO NÍVEL D ÁGUA ATRAVÉS DE POÇOS COM INJETORES O presente trabalho vem apresentar metodologia básica a serem empregadas na instalação e operação de sistema de rebaixamento

Leia mais

0800 709 8000 - www.brasifmaquinas.com.br. Distribuidor exclusivo: Distrito Federal. Espírito Santo. Goiás. Minas Gerais. Paraná

0800 709 8000 - www.brasifmaquinas.com.br. Distribuidor exclusivo: Distrito Federal. Espírito Santo. Goiás. Minas Gerais. Paraná 0800 709 8000 - www.brasifmaquinas.com.br Distribuidor exclusivo: Distrito Federal. Espírito Santo. Goiás. Minas Gerais. Paraná Santa Catarina. São Paulo. Rio Grande do Sul. Tocantins ÍNDICE Confiança

Leia mais

TECNOLOGIA DE BROCAS DE PERFURAÇÃO Msc. Rafael Castro PETROBRAS - Engenheiro de Petróleo Pleno UFS (Universidade Federal de Sergipe) Professor Assistente UNICAMP Mestre em Ciências e Engenharia de Petróleo

Leia mais

MANUAL DE INSTALAÇÃO. Este manual também pode ser visualizado através do site www.amanco.com.br > Produtos > Predial > Reservatórios

MANUAL DE INSTALAÇÃO. Este manual também pode ser visualizado através do site www.amanco.com.br > Produtos > Predial > Reservatórios Bomba d Água Amanco Modelos XKM60 110V XKM60 220V XKM80 110V XKM80 220V MANUAL DE INSTALAÇÃO M a n u a l d e I n s t a l a ç ã o B o m b a d Á g u a A m a n c o Este manual também pode ser visualizado

Leia mais

ÍNDICE. 11. Instalação do CONTROLADOR ELETRO ELETRÔNICO E SENSORES...31. 13. Capa TÉRMICA...33

ÍNDICE. 11. Instalação do CONTROLADOR ELETRO ELETRÔNICO E SENSORES...31. 13. Capa TÉRMICA...33 ÍNDICE 1. PRODUTO SORIA...04 2. ALGUMAS VANTAGENS...05 3. PRODUTO SORIA...06 4. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS...07 5. KIT DE INSTALAÇÃO...08 6. ACESSÓRIOS...09 7. DIMENSIONAMENTO DOS COLETORES...10 8. Dimensionamento

Leia mais

GeoTigre. Características Técnicas. Função e Aplicação. Benefícios. Irrigação GeoTigre

GeoTigre. Características Técnicas. Função e Aplicação. Benefícios. Irrigação GeoTigre Seguindo sua tradição de suprir os setores de recursos hídricos e saneamento com soluções técnicas e econômicas, a TIGRE disponibiliza no mercado a linha, filtros e tubos de revestimento para poços tubulares

Leia mais

Instruções para Implementadores Volvo Truck Corporation

Instruções para Implementadores Volvo Truck Corporation Instruções para Implementadores Volvo Truck Corporation Características Construtivas Tomada de Força VM Contents Generalidades, página 2 Tomada de força montada na caixa de mudanças, página 2 Tomada de

Leia mais

são aplicadas num objeto cuja massa é 8,0 kg, sendo F» 1 mais intensa que F» 2

são aplicadas num objeto cuja massa é 8,0 kg, sendo F» 1 mais intensa que F» 2 Física Unidade Movimentos na Terra e no spaço QUSTÕS PROPOSTS 4. Duas forças F» e F» 2 são aplicadas num objeto cuja massa é 8,0 kg, sendo F» mais intensa que F» 2. s forças podem atuar na mesma direção

Leia mais

RAPHAEL N. MOURA SUPERINTENDENTE DE SEGURANÇA OPERACIONAL E MEIO AMBIENTE AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS

RAPHAEL N. MOURA SUPERINTENDENTE DE SEGURANÇA OPERACIONAL E MEIO AMBIENTE AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS Processos administrativos relativos aos vazamentos de petróleo no Campo de Frade RAPHAEL N. MOURA SUPERINTENDENTE DE SEGURANÇA OPERACIONAL E MEIO AMBIENTE AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS

Leia mais

ESGOTAMENTO ESPECIFICAÇÕES OBJETIVO... 2 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 2 CONSIDERAÇÕES ESPECÍFICAS... 2

ESGOTAMENTO ESPECIFICAÇÕES OBJETIVO... 2 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 2 CONSIDERAÇÕES ESPECÍFICAS... 2 1/7 SUMÁRIO OBJETIVO... 2 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 2 CONSIDERAÇÕES ESPECÍFICAS... 2 01 ESGOTAMENTO COM BOMBAS... 3 02 REBAIXAMENTO DE LENÇOL FREÁTICO COM PONTEIRAS FILTRANTES... 3 03 REBAIXAMENTO DE LENÇOL

Leia mais

INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL 1. INTRODUÇÃO / DEFINIÇÕES

INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL 1. INTRODUÇÃO / DEFINIÇÕES 1 INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL 1. INTRODUÇÃO / DEFINIÇÕES 1.1 - Instrumentação Importância Medições experimentais ou de laboratório. Medições em produtos comerciais com outra finalidade principal. 1.2 - Transdutores

Leia mais

Conceito de automação pneumática - uma comparação entre um terminal de válvulas e válvulas avulsas

Conceito de automação pneumática - uma comparação entre um terminal de válvulas e válvulas avulsas White Paper Conceito de automação pneumática - uma comparação entre um terminal de válvulas e válvulas avulsas Válvulas avulsas ou terminal de válvulas para controle de equipamentos automatizados pneumáticos?

Leia mais

Câmara para teste de mangueiras

Câmara para teste de mangueiras Câmara para teste de mangueiras A Superohm oferece um linha de Câmaras especiais para teste de mangueiras, as quais são modulares e podem ter uma única função ou varias funções juntas. Destinam-se às indústrias

Leia mais

Aula V Medição de Variáveis Mecânicas

Aula V Medição de Variáveis Mecânicas Aula V Medição de Variáveis Mecânicas Universidade Federal da Bahia Escola Politécnica Disciplina: Instrumentação e Automação Industrial I(ENGF99) Professor: Eduardo Simas(eduardo.simas@ufba.br) Sensores

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UMA FERRAMENTA COMPUTACIONAL PARA DIMENSIONAMENTO E PROJETO DE SISTEMAS OPERANDO POR GAS LIFT

DESENVOLVIMENTO DE UMA FERRAMENTA COMPUTACIONAL PARA DIMENSIONAMENTO E PROJETO DE SISTEMAS OPERANDO POR GAS LIFT DESENVOLVIMENTO DE UMA FERRAMENTA COMPUTACIONAL PARA DIMENSIONAMENTO E PROJETO DE SISTEMAS OPERANDO POR GAS LIFT Rafael Soares da Silva 1 ; Hícaro Hita Souza Rocha 2 ; Gabriel Bessa de Freitas Fuezi Oliva

Leia mais

- Válvulas com Flange -

- Válvulas com Flange - Procedimentos de Montagem e Manutenção - Válvulas com Flange - Para Sistemas de Vapor, Óleo Térmico e Outros Processos Industriais. Em uma instalação industrial de aquecimento, devem ser previstas facilidades

Leia mais

MATRIZ DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

MATRIZ DE GERENCIAMENTO DE RISCOS UNIDADE MARÍTIMA Unidade Marítima de Perfuração Alaskan Star REV. 00 DATA Ago/2008 FOLHA 1 / 14 M1 Seguir programa de inspeção e manutenção dos equipamentos e linhas. Inspeções Periódicas e Programas de

Leia mais

INFORMAÇÕES TÉCNICAS - - Fig. 3. Fig. 2

INFORMAÇÕES TÉCNICAS - - Fig. 3. Fig. 2 Fig. 1 02 Fig. 3 Fig. 2 03 INFORMAÇÃO TÉCNICA SOBRE VÁLVULAS DE PULSO 1 8 9 10 A ASCO possui uma ampla linha de válvulas de pulso para o mercado de filtros de manga com acessórios que permitem monitorar

Leia mais

SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE PETRÓLEO

SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE PETRÓLEO SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE PETRÓLEO ROTEIRO INSTALAÇÕES MARÍTIMAS GESTÃO E ENGENHARIA DE PETRÓLEO E GÁS Introdução; Tipos de Unidades de Perfuração e Completação; Tipos de Unidades e Sistemas de Produção;

Leia mais

das válvulas de vazão de líquidos e gases

das válvulas de vazão de líquidos e gases Válvulas de Vazão de Líquidos e Gases Wagner Britto Vaz de Oliveira 00/16144 Pedro Kouri Paim 00/16063 9 de Junho de 2005 1 Introdução No contexto de automação industrial, válvulas de comando são elementos

Leia mais

Testes de Longa Duração TLDs, Polo Pré-Sal, Bacia. de Santos, Etapa 2

Testes de Longa Duração TLDs, Polo Pré-Sal, Bacia. de Santos, Etapa 2 Testes de Longa Duração TLDs, Polo Pré-Sal, Bacia de Santos, Etapa 2 FPWSO Dynamic Producer Volume 00 Junho/14 E&P Desenvolvimento de Produção DP Sapinhoá Norte, Controle de Revisões Pág. 1/2 CONTROLE

Leia mais

DETECÇÃO DE VAZAMENTOS EM TUBULAÇÕES PREDIAIS DE GÁS ATRAVÉS DA ANÁLISE ESPECTRAL DE TRANSIENTES DE PRESSÃO

DETECÇÃO DE VAZAMENTOS EM TUBULAÇÕES PREDIAIS DE GÁS ATRAVÉS DA ANÁLISE ESPECTRAL DE TRANSIENTES DE PRESSÃO DETECÇÃO DE VAZAMENTOS EM TUBULAÇÕES PREDIAIS DE GÁS ATRAVÉS DA ANÁLISE ESPECTRAL DE TRANSIENTES DE PRESSÃO R. B. SANTOS 1, M.M. de F. SILVA e A. M. F. FILETI Universidade Estadual de Campinas, Faculdade

Leia mais

Especifi cação Técnica. Pavimentadora de Concreto SP 92 / SP 92 i

Especifi cação Técnica. Pavimentadora de Concreto SP 92 / SP 92 i Especifi cação Técnica Pavimentadora de Concreto SP 92 / SP 92 i Especifi cação Técnica Pavimentadora de Concreto SP 92 SP 92 i Vibradores e circuitos Vibração hidráulica Vibração elétrica Vibradores de

Leia mais

SIENA / GRAND SIENA TETRAFUEL

SIENA / GRAND SIENA TETRAFUEL SIENA / GRAND SIENA TETRAFUEL Página 1 FIAT CHRYSLER AUTOMOBILES 13/08/2015 DESCRIÇÃO DO SISTEMA GNV COMPONENTES DO SISTEMA GNV 1. Cilindro GNV 2. Suporte do Cilindro de GNV 3. Linha de Alta Pressão: Tubo

Leia mais

bombas dosadoras a motor Por acionamento hidráulico

bombas dosadoras a motor Por acionamento hidráulico Dosadoras a Motor bombas dosadoras a motor Por acionamento hidráulico Serie 600 Serie 500 Há opção de duplo diafragma cabeçotes duplex e válvulas EZE- Serie 700 CLEAN TM consulte-nos! Detalhamento de sistema

Leia mais

Processamento Sísmico:

Processamento Sísmico: Processamento Sísmico: Até aqui vimos que um pulso sísmico artificial atravessa as camadas e parte de sua energia é refletida em cada superfície de contraste de impedância acústica. A fração da amplitude

Leia mais

VÁLVULAS. Válvulas de Regulagem São destinadas especificamente para controlar o fluxo, podendo por isso trabalhar em qualquer posição de fechamento.

VÁLVULAS. Válvulas de Regulagem São destinadas especificamente para controlar o fluxo, podendo por isso trabalhar em qualquer posição de fechamento. VÁLVULAS São dispositivos destinados a estabelecer, controlar e interromper o fluxo em uma tubulação. São acessórios muito importantes nos sistemas de condução, e por isso devem merecer o maior cuidado

Leia mais

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GMI 05 14 a 17 Outubro de 2007 Rio de Janeiro - RJ GRUPO XII GRUPO DE ESTUDO DE ASPECTOS TÉCNICOS E GERENCIAIS DE MANUTENÇÃO EM INSTALAÇÕES

Leia mais

Bomba d Água Amanco MANUAL DE INSTALAÇÃO

Bomba d Água Amanco MANUAL DE INSTALAÇÃO MANUAL DE INSTALAÇÃO Bomba d Água Amanco M a n u a l d e I n s t a l a ç ã o B o m b a d Á g u a A m a n c o Este manual também pode ser visualizado através do site > Produtos > Predial > Reservatórios

Leia mais

Sensor de Umidade para Concreto - Série 3000

Sensor de Umidade para Concreto - Série 3000 Sensor de Umidade para Concreto - Série 3000 Recomendações para Correta Instalação e Operação do Equipamento Tecnologia Brasileira Este documento contém informações confidenciais. Seu conteúdo é de uso

Leia mais

A seguir parte do material didático que é distribuído aos participantes do curso.

A seguir parte do material didático que é distribuído aos participantes do curso. A seguir parte do material didático que é distribuído aos participantes do curso. A próxima turma do curso VÁLVULAS INDUSTRIAIS está programada para o período de 16 a 19 de setembro de 2013, no Rio de

Leia mais

Manual de Referência Técnica ELEVAC 200

Manual de Referência Técnica ELEVAC 200 Manual de Referência Técnica ELEVAC 200 t e c n o l o g i a em e l e v a d o r e s t e c n o l o g i a em e l e v a d o r e s APRESENTAÇÃO O Elevador Pneumático Elevac-200, com patente registrada, fabricado

Leia mais