PROCESSOS ESCOLARES NO IMAGINÁRIO DOS VIAJANTES EUROPEUS EM MINAS GERAIS NO SÉCULO XIX *

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1 PROCESSOS ESCOLARES NO IMAGINÁRIO DOS VIAJANTES EUROPEUS EM MINAS GERAIS NO SÉCULO XIX * Cláudia Fernanda de Oliveira/FAE-UFMG 2 Darlen Nogueira da Costa/FAE-UFMG 3 Pensar na existência de um projeto de educação no Brasil no período colonial nos conduz necessariamente a duas questões: a presença dos jesuítas na América Portuguesa e a política implementada pelo Marquês de Pombal na segunda metade do século XVIII. Na primeira, os jesuítas mantiveram por quase dois séculos o domínio da Educação escolar no Brasil. Embora não tenham sido os únicos educadores, os jesuítas foram os principais já que os eram responsáveis pela educação na Metrópole. Quanto a segunda questão, a Reforma no Ensino 4 iniciada em 1759 e concluída em 1772, ocasionou mudanças sensíveis em todo o Reino Português, como a retirada do ensino das mãos dos jesuítas, a reorganização do ensino elementar e dos estudos de humanidades, no qual incluíam a reforma de currículo e a criação das chamadas aulas régias 5. Em Minas Gerais até meados do século XVIII, não haviam, escolas de qualquer nível. Isso se deve, de um lado, à tardia colonização, só iniciada com o surto aurífero, no final do século XVII e início do século XVIII, e, de outro, à proibição de se estabelecerem ordens religiosas na região, o que naturalmente veio impedi-la de contar com a ação pedagógica dos jesuítas, principais educadores do Brasil-colônia e, praticamente, os únicos mantenedores de educandários para leigos na demais capitanias. Pode-se dizer que a juventude mineira na primeira metade do século XVIII ia sendo preparada pelas chamadas escolas domésticas, para depois ser encaminhadas aos colégios jesuítas do Rio e da Bahia. Mais tarde, esta juventude era dirigida à metrópole de onde regressava transformada em padres ou doutores. A presença deste tipo de educação nas Minas Gerais, foi mais comum do início do século XVIII até a criação do Seminário de Mariana em 1750, não tendo sido extinta com ele. Erigido sob os moldes dos colégios jesuítas, seu objetivo principal era de preparar seus alunos para a carreira eclesiástica, porém também teve o seu estudo público facultando aos seus alunos a preparação para os cursos de Coimbra que era a intenção dos pais mineiras 6. O fato de que a educação no período colonial seja ainda pouco estudada pode estar relacionado à dificuldade de acesso à documentação referente ao tema nos arquivos e não pela inexistência delas. Isso ocorre porque no período colonial não existiu um órgão da

2 administração portuguesa responsável exclusivamente pelos assuntos relacionados à educação. Dessa forma a documentação referente a essa temática ficou dispersa em meio aos demais documentos produzidos na colônia produzidos no período. Existem também outros documentos em diversos fundos nos arquivos, que não estão diretamente ligados à administração, mas que contam muito sobre o cotidiano da população colonial, tais como: inventários, testamentos, processos criminais, dentre outros. Esta documentação, apesar de ser amplamente utilizada pelos historiadores de outras áreas, ainda é muito pouco utilizada pelos historiadores da educação. 7 Um outro tipo de fonte que nos têm revelado importantes informações acerca da educação no período colonial são os relatos de viajantes europeus, que vieram ao Brasil no período colonial e imperial. No início do século XIX, o Brasil, devido à abertura dos portos promovida por D. João VI, tornou-se um lugar privilegiado para viajantes europeus que buscavam ampliar seus conhecimentos a respeito do Novo Mundo 8. No entanto é importante lembrar que a entrada de estrangeiros na América já ocorria desde o século XVI. Contudo, o período histórico iniciado em fins do século XVIII e início do XIX possui características que ajudaram a modificar as representações acerca do Brasil que povoavam o imaginário dos viajantes, marinheiros e cronistas desde o século XVI. No período que estamos estudando, a idéia de paraíso terreal já não estava tão presente no imaginário destes aventureiros. Segundo BARREIRO, a referência cultural dos viajantes estrangeiros passa a ser de um tempo que se convencionou chamar de modernidade, envolvendo amplas transformações no plano da sociedade e da cultura. 9 Esses viajantes, por onde passavam, estabeleciam relações com a população, situação que nos permite observar sua ação como mediadores culturais. Segundo FONSECA (2003, p.68): Os passeurs culturels são elementos pessoas, objetos que atuam como mediadores entre tempo e espaços diversos, contribuindo na elaboração e na circulação de representações e do imaginário. Por seu forte enraizamento cultural e sua grande mobilidade, esses mediadores atuam como catalizadores de idéias, sendo capazes de organizar sentidos e de criar um sistema de conexões dentro do universo cultural em que transitam. A atuação desses mediadores permite entender como os diversos universos culturais se entrecruzam. 10

3 Os viajantes ao mesmo tempo que, transmitiam saberes próprios de sua cultura, eles também se apropriavam de conhecimentos da população local como forma de garantir a sua sobrevivência no Brasil, mesmo quando criticavam muitos desses saberes. Muitos dos conhecimentos aqui aprendidos foram ainda transmitidos, por meio de seus relatos, a viajantes que os sucederam, ensinando-os sobre a cultura e sociedade brasileira. Além da relação educativa estabelecida entre os viajantes e a população local, os relatos nos permitem ver também algumas de suas observações feitas acerca das práticas escolares existentes nas Minas Gerais no início do século XIX. Apesar dessas observações aparecerem mais raramente nestas fontes, elas já nos possibilitam ver como era o imaginário do viajante em relação ao processo de escolarização aqui existente. Para os europeus o projeto de educação europeu implantado no Brasil pelo Marques de Pombal parecia não ter dado certo e a população continuava ainda incivilizada. O objetivo deste trabalho é investigar e analisar as observações feitas por viajantes europeus sobre as práticas educativas escolares na Capitania de Minas Gerais no início do século XIX. Para isso escolhemos os relatos dos viajantes Auguste de Saint-Hilaire, Jonh Mawe e John Luccock. Esses viajantes vieram ao Brasil com interesses diversos e produziram relatos que são utilizados como fontes pelos historiadores. Auguste de Saint-Hilaire, um naturalista francês, permaneceu no Brasil de 1816 a 1822 e viajou pelas então Províncias do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Durante o tempo em que esteve aqui coletou material botânico e zoológico e fez inúmeras observações a respeito da fauna e da flora brasileira, de grande interesse para a Geografia, a História e a Etnografia. Seus relatórios foram publicados inicialmente na França e depois traduzidos para o português. John Mawe, um comerciante inglês que chegou ao Brasil em 1807 onde permaneceu até Visitou também alguns países da América Latina. Viajou pelas Províncias do Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo e Minas Gerais. Deixou algumas obras sobre mineralogia e geologia. Outro comerciante que também viajou pelo Brasil foi John Luccock, que permaneceu aqui entre 1808 e O viajante tendo como parâmetro sua cultura e a sociedade européia não compreendia que a população brasileira tinha necessidades diferentes da população européia, portanto, o tipo de instrução ministrado na Europa poderia não surtir efeitos no Brasil se fosse implantado aqui da mesma forma que havia sido concebido para sua sociedade. Segundo GRUZINSKI (2001, p. 50):

4 No século XVIII, as misturas de populações de origem européia, indígena e africana atingiram tamanho grau de diversidade que se sentiu a necessidade de diferenciar toda uma série de grupos e subgrupos. Os quadros das castas tinham toda uma tensão de mostrar essa variedade aos europeus. Formaram um gênero novo, que exprime um esforço inconcluso para delimitar categorias ultrapassadas pela realidade e, de fato, ignoradas na vida cotidiana pelos próprios interessados. 11 A investigação sobre educação no período colonial no Brasil deve assim levar em consideração a diversidade e particularidades de sua sociedade. No entanto os europeus naquele período tinham uma visão bastante diferenciada acerca da educação dada à população brasileira como percebemos no relato de John Mawe, que ao passar por Minas Gerais observou que: Quando se considera o estado atual das minas e se compara a pujança de seus recursos com a falta de conhecimentos que impede os habitantes de os aproveitarem, deseja-se que o governo funde e anime sociedades moldadas nas nossas Sociedades de Arte, de Manufatura e de Comércio, onde se poderiam colher informações sobre tudo quanto se relacionasse com as práticas. (...). Dever-se-iam comprar livros de ciência e empregar todos os meios possíveis para propagar a instrução entre os habitantes 12. Percebemos aqui a ação do viajante como um mediador cultural, sobretudo quando ele sugere que a sociedade mineira seja moldada de acordo com as sociedade européia. Ele considera que é importante a compra de livros de ciências para instrução da população, porém esse tipo de conhecimento era considerado relevante em sua cultura. No Brasil, cuja população era constituída biológica e cultural diferente, outros conhecimentos, como os saberes técnicos eram mais valorizados, e poderiam ser adquiridos em outros locais fora do espaço escolar. Isso parece ter sido observado por John Luccock, que apesar da crítica feita à instrução dada a população durante sua passagem por São João Del Rei ele concluiu que: Embora existisse uma grande deficiência de educação no povo de São João, possui ele uma boa dose de bom senso e alguns deles tem discernimento bastante para se capacitarem de suas falhas e sinceridade suficiente para lamenta-lo. A falta de

5 livros, professores e sociabilidade, constitui uma grande desgraça que, creio eu, só lentamente virá a ter remédio. 13 Os viajantes criticavam não só o descaso com a instrução por parte das autoridades como também a forma como as aulas eram ministradas na capitania. Auguste de Saint- Hilaire teve a oportunidade de presenciar uma aula de um professor de gramática latina na Vila de Sabará, sede da Comarca do Rio das Velhas e descreveu em seu diário suas impressões sobre a aula: Entre as pessoas que vi em Sabará posso citar o professor de gramática latina, aí destacado em virtude da lei que determina que em cada cabeça de comarca tenha um professor de latim, pago pelo governo. O professor de Sabará era um homem bem educado, formado pela Universidade de Coimbra. Além do seu curso de latim, lecionava filosofia racional e moral, no que era pago pelos alunos, ele teve a bondade de ler para mim sua aula inicial. O texto apresentava uma série de lugarescomuns, muito bem concateados, sobre as vantagens da filosofia; mas, o exórdio, no qual o autor agradecia aos habitantes de Sabará a hospitalidade que havia encontrado, era de tal modo ridículo que, ouvindo-o custei a conter o riso. O orador queria ter a eloquência de Cícero para celebrar seus benfeitores; ele queria poder fazer conhecido do universo inteiro a acolhida que tivera na vila, e ter à sua disposição todas as trombetas do sucesso. 14 O viajante ao fazer esta observação não levou em consideração que apesar do processo de escolarização implantado nas Minas Gerais ter uma matriz européia, que tinha outros referenciais de civilidade e progresso, a sua implantação em uma sociedade mestiça implicou em uma reelaboração no contexto de uma sociedade com práticas culturais híbridas dos pressupostos europeizantes acerca da educação. A forma como o professor ministrava suas aulas talvez não estivesse de acordo com o que Saint-Hilaire considerava o ideal tendo como referência sua cultura, mas provavelmente era adequada ao cotidiano da população brasileira. Embora os relatos dos viajantes não sejam muito ricos no que se refere à educação escolar em Minas Gerais no período colonial, eles nos permitem ver como era o imaginário desses sujeitos com relação à instrução. Tendo como referência a educação escolar de matriz européia, os viajantes, fizeram inúmeras críticas as práticas escolares existentes na Capitania. Diante desta constatação podemos dizer que o modelo educacional europeu

6 implementado no Brasil foi reesignificado pelos grupos e indivíduos, isto é, as práticas escolares adquiriram novos significados de acordo necessidades e com o próprio universo cultural o qual estes indivíduos estavam inseridos, uma sociedade mestiçada biológico e culturalmente como foi sociedade mineira encontrada pelos viajantes no início do século XIX. FONTES: LUCCOCK, John. Notas sobre o Rio de Janeiro e partes meridionais do Brasil. Belo Horizonte: Editora Itatiaia, MAWE, John. Viagens ao Interior do Brasil. Belo Horizonte: editora Itatiaia, SAINT-HILAIRE, Auguste de. Viagem pelo distrito dos Diamantes e Litoral do Brasil. Belo Horizonte: Editora Itatiaia, 1974 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: CARDOSO, Maria Tereza Rolo Fachada Levy. As Luzes da Educação: fundamentos, raízes históricas e práticas das aulas régias no Rio de Janeiro ( ). Bragança Paulista: Editora da Universidade São Francisco, CARRATO, José Ferreira. Igreja, iluminismo e escolas mineiras coloniais. São Paulo: editora Companhia Nacional, FONSECA, Thais Nivia de Lima e. Sonhado com a Realidade: um europeu aprende a viver a América (Brasil ). V Coloquio Passeurs Culturels: las cuatro partes del mundo - Passeurs, mediadores culturales y agentes de la primera globalización en el Mundo Ibérico (siglo XVI - XIX). Lima: Universidade Católica del Peru, Paris: CERMA/EHESS, Educação na América portuguesa: estratégias educativas numa sociedade mestiça (Minas Gerais, séc. XVIII). V Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação. Évora: Universidade de Évora, GRUZINSKI, Serge. O pensamento mestiço. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.

7 * Este texto é parte das atividades desenvolvidas no Projeto Processos e Práticas Educativas na Capitania de Minas Gerais (1750/1822), coordenado pela Prof a. Dr a. Thais Nivia de Lima e Fonseca, e visa fazer um inventário das fontes para a História da Educação no período Colonial em Minas Gerais. Está sendo desenvolvido no âmbito do Grupo de Estudos e Pesquisas em História da Educação (GEPHE) da Faculdade de Educação/UFMG com o financiamento do Conselho Nacional de Pesquisa (CNPq) da e Fundação de Apoio à Pesquisa de Minas Gerais (FAPEMIG). 2 Graduanda do Curso de Pedagogia / Bolsista de Iniciação Científica CNPq 3 Graduanda do Curso de Pedagogia / Bolsista de Iniciação Cientifica FAPEMIG 4 A reforma foi empreendida pelo ministro de Dom José I, Marquês de Pombal e, baseada nas idéias iluminista contrapunha-se a velha estrutura das escolas jesuíticas e a extensa e onerosa realidade do ensino tradicional português. 5 Ver: CARRATO, José Ferreira. Igreja, iluminismo e escolas mineiras coloniais. São Paulo: editora Companhia Nacional, Idem, p Segundo LOPES e GALVÃO, outros dois fatores podem explicar o pequeno número de estudos em relação ao período colonial: a fluidez e a pouca visibilidade do fenômeno educativo e também pelo fato de ser o período mais remoto do ponto de vista temporal afaste os historiadores da educação preocupados em fornecer subsídios para a compreensão do presente. Porém optamos por não aprofundar nestes aspectos uma vez que o objetivo principal deste trabalho é fazer uma discussão a cerca das fontes. Ver: GALVÃO, Ana Maria de Oliveira & LOPES, Eliane Marta Teixeira. História da Educação. Rio de Janeiro: Editora DP&A, Ver: LEITE, Ilka Boaventura. Antropologia de viagem: escravos e libertos nas Minas Gerais no século XIX. Belo Horizonte: Editora UFMG, BARREIRO, José Carlos. Imaginário e Viajantes no Brasil no século XIX: cultura e cotidiano, tradição e resistência. São Paulo: Editora UNESP, 2002, p FONSECA, Thais Nivia de Lima e. História Cultural e História da Educação. In: VEIGA, Cynthia Greive & FONSECA, Thais Nivia de Lima e. História e Historiografia da Educação no Brasil. Belo Horizonte: Editora Autêntica, GRUZINSKI, Serge. O pensamento mestiço. São Paulo: Editora Companhia das Letras, MAWE, John. Viagens ao Interior do Brasil. Belo Horizonte: editora Itatiaia, p LUCCOCK, John. Notas sobre o Rio de Janeiro e partes meridionais do Brasil. Belo Horizonte: Editora Itatiaia, p SAINT-HILAIRE, Auguste de. Viagem pelo distrito dos Diamantes e Litoral do Brasil. Belo Horizonte: Editora Itatiaia, p

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