GUIA PARA OS PAIS. Ensino fundamental 1º ANO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "GUIA PARA OS PAIS. Ensino fundamental 1º ANO"

Transcrição

1 GUIA PARA OS PAIS Ensino fundamental 2015

2 Apresentação O Colégio Itamarati foi fundado em 1988 e desenvolve um trabalho centrado na capacidade de aprendizagem do aluno, em sintonia com as formulações mais avançadas do pensamento educacional. O Colégio é gerido por dois sócios que, embora se completem, atuam em diferentes setores: pedagógico e administrativo. Desde a sua fundação, o crescimento desta escola tem projetado, na cidade e região, um conceito de instituição séria que apoia e investe na formação continuada dos professores para o aperfeiçoamento e atualização profissional dos mesmos, assim como nos recursos físicos e tecnológicos, visando não só à formação acadêmica mas também à formação integral do indivíduo: ativo, crítico, consciente de seu papel na sociedade atual, cuja característica é a mudança e transformação de valores num cenário de ritmo frenético da comunicação. Este documento objetiva apresentar aos pais as características do PROJETO PEDAGÓGICO DO COLÉGIO ITAMARATI no Ensino Fundamental 1º ano.

3 O Projeto Pedagógico O Colégio Itamarati coloca em prática o seu maior projeto, partindo do princípio de que é necessário dotar as crianças e adolescentes de competência, quer nos aspectos cognitivos quer na enraização de atitudes para que possam atuar e interagir no meio social em que estão inseridos. Com esse objetivo, foi necessário que a escola se preparasse para aplicar uma prática educativa adequada às necessidades culturais, econômicas e políticas da realidade brasileira, levando sempre em conta os interesses e motivações dos alunos, buscando garantir os ensinamentos essenciais para a formação de cidadãos autônomos, críticos e participativos, aptos a responderem com flexibilidade e rapidez ao advento de novos processos e tecnologias, capacitados para a aquisição e o desenvolvimento permanente de novas competências. Optamos por uma proposta de trabalho por meio da qual o aluno adquire o conhecimento não só por informação direta do professor mas também com diferentes estratégias que o levam a construir o conhecimento. O núcleo central comum nestas diferentes estratégias de ensino é aplicá-las de modo a desenvolver a atividade mental construtiva dos alunos (e não mecânica, repetitiva) ao longo do processo de aquisição do conhecimento. Dentro desta concepção construtivista de ensino, o aluno é o responsável último por sua aprendizagem. Reconhece-se que o aluno não constrói o conhecimento de maneira isolada, mas com outros e, principalmente, graças a outros. No processo, o aluno está imerso em um meio cultural e o professor é o mediador que o ajuda a explorar, reconstruir e a situar-se neste meio. Assim, aprender é também compartilhar.

4 Regras no 1º ano Estabelecidas algumas normas gerais relativas à rotina escolar, a observância, por parte de todos, contribuirá certamente para desenvolver-lhes, o senso de responsabilidade social e garantir, no âmbito escolar, a sequência normal das atividades planejadas. 1. ENTRADA E SAÍDA Há conveniência no cumprimento do horário de entrada, devido ao fato de a criança sentir-se desorientada ao chegar e as atividades já estarem em andamento. Lembramos que, na saída, a criança somente será confiada ao seu responsável ou à pessoa por ele autorizada. Quando outra pessoa vier buscá-la, os pais devem notificar a escola com antecedência, diretamente na secretaria. 2. UNIFORME, MATERIAL ESCOLAR E BRINQUEDOS O uso do uniforme é obrigatório. Todo o material, uniforme e abrigo deverão ser marcados com o nome completo do aluno, sendo que o colégio não se responsabilizará pelo extravio de objetos sem identificação. Solicitamos que as crianças não venham com joias. Excluímos do rol de material escolar todos os objetos quebráveis, pontiagudos, cortantes ou aqueles que possam oferecer qualquer perigo. Solicitamos ainda que não enviem brinquedos pequeninos que podem desaparecer facilmente, principalmente na areia. Assim como, os eletrônicos, que são sensíveis ao manuseio em grupo.

5 Regras no 1º ano 3. LIMITES No colégio, as regras existem e são colocadas de forma clara a todos os alunos. As regras gerais, que vocês estão recebendo, são comuns a todos os segmentos do colégio. Existem, também, as Regras da classe, que são normas específicas combinadas pelos professores com a participação dos alunos. Esses combinados contribuem para que a sala de aula se torne um ambiente agradável para a aprendizagem. 4. ANIVERSÁRIOS O colégio permite a comemoração em classe, durante o período de lanche. Os pais deverão entrar em contato com a secretaria e a professora de classe. A comemoração ficará restrita aos alunos da classe e não será permitida fora da escola durante o período de aula.

6 Regras no 1º ano 5. REUNIÕES DE PAIS E PROFESSORES Ocorrem trimestralmente, com o objetivo de informá-los sobre o desenvolvimento pedagógico do grupo e a avaliação individual, parceria pais/colégio. desenvolvendo assim um trabalho de Sabe-se que a escola e a família são os principais ambientes em que convivem as crianças. É visando a essa aproximação que as reuniões são planejadas, propondo-se dinâmicas relacionadas com os conteúdos que os alunos estão estudando, para que os pais interem-se cada vez mais da nossa metodologia. Ocasionalmente, a escola poderá convidar especialistas da educação para abordar temas relacionados às diferentes faixas etárias. 6. REUNIÕES COM AS COORDENADORAS O colégio possui uma equipe de coordenadoras, sendo uma específica para cada segmento (Educação Infantil Grupos 2 ao 5 e Ensino Fundamental 1º Ano, Ensino Fundamental 2º ao 5º anos e de 6º ao 9º anos). Os horários para reuniões individuais deverão ser agendados na secretaria, em tempo hábil.

7 Caracterização da Faixa Etária Estes anos são mais tranquilos que a primeira infância ou a adolescência. O crescimento é marcante entre o sexto e o oitavo anos de vida. No período de apenas algumas semanas, parecem sair da tenra infância para uma fase mais amadurecida. No entanto, como a maturidade é recente, podem aparecer indícios de ansiedade devido a alterações na vida escolar com a alfabetização. Algumas crianças mostram-se absorvidas e encantadas com essas mudanças, enquanto outras demonstram temor de estarem andando depressa. Sentem necessidade de testarem-se e ganhar confiança em si mesmos, o que é a base do autorrespeito e do futuro ajustamento adulto. Nesta fase apresentam-se tanto competitivas quanto cooperativas, necessidade de experimentarem ambas as formas de relacionamento com outras pessoas. São capazes de organizarem-se em grupos maiores que antes, de modo mais concentrado e por períodos mais longos: os trabalhos em grupos serão privilegiados no 1º Ano. O pensamento das crianças nesta faixa etária é ainda muito concreto: há necessidade do concreto para aprendizagem da Matemática, por exemplo, pois elas ainda têm dificuldade de abstração. Costumam gostar de fazer listas, de pôr as coisas em ordem ou classificá-las em grupos. Isso faz parte de sua necessidade de entender o mundo de uma maneira ordenada, e é uma forma de aprender a categorizar as coisas que são relacionadas, quais semelhanças e diferenças há entre elas. Neste sentido, a ampliação dos conhecimentos é importante para aumentar sua compreensão do mundo. Devemos ajudá-las a caminhar, dando informações corretas, com segurança, favorecendo a confiança nos educadores e pais.

8 Caracterização da Faixa Etária A linguagem verbal exercita o pensamento, socializa, desenvolve o pensamento simbólico e operatório, coloca a criança em conflitos com outras, organiza a sua mente, interpreta o mundo, expressa sentimentos. Quanto mais a criança cresce, mais a linguagem assume um papel preponderante. Quanto mais a criança fala, mais ela aprende a falar e se prepara para escrever. A linguagem é uma parte significativa do que Piaget chama de função semiótica, função mais ampla que engloba, além da linguagem, o desenho, as imitações, o jogo simbólico (as representações mentais). A linguagem funciona como ação. As crianças ainda não estão preparadas para utilizar imagens mentais de situações antes de enfrentá-las. Solucionam problemas por meio da experiência concreta (tentativa e erro), aos poucos vão transformando as coisas em palavras ou em imagens mentais. Estes são anos em que as crianças são geralmente muito inventivas e estão aprendendo e dominando tanta coisa que os sentimentos de inferioridade, frequentes antes, não persistem. Nesta fase a criança desvincula de seus pais seus sentimentos mais intensos e torna-se, progressivamente, mais interessada e absorvida pelo mundo exterior. Mas é importante que os pais percebam, nesse momento, a relação de sentimentos da criança para com eles, pois é realmente o que vai contar e ter eficácia nesta interação com o mundo externo.

9 Primeiros passos rumo a construção da postura de estudante Neste ano, as crianças devem se mostrar progressivamente mais competentes e ajustadas ao papel de estudantes que desempenharão ao longo de toda sua vida escolar. Este papel, que continuará sendo desenvolvido nos anos posteriores, já conta com conquistas importantes. Durante as etapas anteriores, na Educação Infantil, vivenciaram o papel de ajudante do dia; organizaram a sala para realização das atividades, cuidaram dos brinquedos que traziam de casa. Agora, é hora de validar todas estas atitudes, construir o significado de cada uma delas e ampliar o leque de responsabilidades compartilhadas, necessárias para construção de seu papel de estudante dentro da escola e enquanto cidadão fora dela. O 1º Ano é marcado pela introdução da lição de casa, exigência maior em relação à organização dos materiais individuais e coletivos, entre outros. São capazes, após o período de adaptação, de preparar a classe no início do dia, sem que seja preciso qualquer tipo de solicitação e cuidar para que os combinados construídos pelo grupo não sejam desrespeitados em nenhum momento.

10 Primeiros passos rumo a construção da postura de estudante Neste ano também as crianças passam a se preocupar (e as professoras a exigir de forma gradativa) com a apresentação de suas produções, esforçando-se por realizá-las da melhor maneira possível, considerando os interlocutores para quem as dirige. A criança no 1º ano já é capaz de se relacionar com grupos maiores, por períodos mais longos, o que define possibilidades de atividades em classe que exigem maior concentração no trabalho. Dentro deste quadro de demandas para o aluno, a principal função da Escola consiste em desenvolver a FORMAÇÃO DO ESTUDANTE, isto é, fazer com que o aluno se responsabilize progressivamente para atender às demandas escolares: realizar as tarefas (em classe e em casa), buscar ajuda quando necessário, organizar e manter o material escolar em ordem, entre tantas outras.

11 O que as crianças fazem no 1º ano Os alunos neste grupo continuam brincando, fazendo de conta e também atuando como estudantes: lendo, consultando, pesquisando, registrando o que sabem; Trabalhamos com os mesmos conteúdos, a diferença é que as crianças agora são mais exigidas; é um passo a mais que precisam dar, é um desafio a mais, é uma tarefa que já sabem realizar, mas que agora apresenta maior complexidade. São as lições mais frequentes e que exigem maior tempo de trabalho; Ouvem histórias mais longas e têm contato com a diversidade textual como: adivinhas, notícias de jornal, bilhetes, cartazes, legendas, contos de fadas mais longos, textos científicos;

12 O que as crianças fazem no 1º ano Os jogos matemáticos são mais desafiadores e numerosos. Conhecem os procedimentos envolvidos em muitos deles, mas tudo é mais elaborado e as crianças precisam esforçar-se um pouco mais do que antes; As situações cotidianas são exploradas ao extremo, criando na escola um ambiente matematizador. As atividades específicas também têm espaço na rotina de trabalho, pois é grafando quantias, comparando-as, ordenando-as e operando com elas também por meio dos problemas numéricos que a criança se apropria da estrutura do nosso sistema de numeração. Há também atividades de conceitualização das quatro operações; Os problemas não numéricos são trabalhados com o objetivo de desenvolver o raciocínio lógico pensando nas diversas soluções para problemas cotidianos; Por meio do contato com os textos de circulação social (histórias, poemas, jornais), as crianças passam a desenvolver inúmeros conhecimentos sobre a Língua Portuguesa e chegam ao final do ano lendo, escrevendo convencionalmente e prazerosamente; Fazem a iniciação com a flauta nas aulas de Música; Desenvolvem um projeto anual, de tema do interesse da faixa etária, cujo produto final é apresentado na Feira do Conhecimento. Expõem oralmente e autonomamente o que aprenderam.

13 Como os adultos podem ajudar Incentivar a autonomia na realização da lição de casa, só oferecendo ajuda no que for necessário (ler os enunciados das tarefas por exemplo) e quando os pais forem solicitados pela criança; Estimular a atividade de leitura, mesmo quando ainda não a dominem completamente, pois a postura de leitor que já vem sendo trabalhada, será cada vez mais absorvida pela criança agora; Estimular a que façam pequenos cálculos, envolvendo quantidades em situações cotidianas (divisão de balas, comparação de preços de produtos no supermercado etc); Estimular o contato com jogos numéricos e de linguagem, que favorecem a alfabetização matemática e na língua, assim como contribuem no desenvolvimento da concentração; Reforçar o cuidado com o material escolar e na apresentação da lição de casa; Favorecer a autonomia e independência em todas as situações cotidianas: nos cuidados de higiene pessoal, vestir-se, calçar-se, trazer a lição de casa todos os dias etc; Estimular a socialização por meio dos contatos sociais fora da escola, convidando amigos de classe para brincar e permitindo que a criança vá à casa dos colegas de classe.

14 Objetivos das Aulas Extraclasse ARTE As atividades de Arte acontecem também na classe e não só na sala de Arte. São propostas em que o fazer artístico da criança que dá seus primeiros passos é estimulado, ao mesmo tempo em que se inicia um aprendizado sobre os instrumentos e condições para a produção em Arte. Ao lado do fazer, acontecem as atividades que procuram ampliar o repertório de imagens visuais, por meio da apreciação de obras de artistas consagrados; são atividades de educação do olhar. Estas aulas são ministradas por uma professora especialista e o espaço físico da sala é apropriado para a diversificação de técnicas que atendem às demandas de criação da faixa etária.

15 Objetivos das Aulas Extraclasse EDUCAÇÃO FÍSICA As atividades desta área são orientadas para o desenvolvimento da qualidade das ações motoras/corporais nos contextos lúdicos, ou seja, atividades de jogos com regras simples, brincadeiras coletivas envolvendo cordas, bolas, etc., jogos pré-desportivos e circuitos com obstáculos que divertem e colocam desafios corporais para as crianças. Por meio da vivência de situações de competição, os alunos podem perceber mais claramente seus limites internos e os externos (sociais) e conviver com a derrota e o sucesso. A prática de jogos cooperativos, por outro lado, contribui para a formação do sentimento de pertinência, superação coletiva e individual de frustrações e permitem, com o surgimento da cooperação, trabalhar a integração e perseguir objetivos comuns. As aulas são ministradas por uma professora especialista. Durante a educação infantil, e o 1º ano, as crianças vão, progressivamente, ampliando o alcance e a variedade das atividades corporais.

16 Objetivos das Aulas Extraclasse MÚSICA Segundo o Referencial Curricular Nacional a Música é parte do conhecimento humano, sendo portanto uma forma de expressão. Ela ajuda a afinar a sensibilidade do indivíduo, aumenta a capacidade de concentração, desenvolve o raciocínio lógico-matemático e a memória, além de ser uma forte desencadeadora de emoções. Os primeiros anos de aprendizagem são propícios para que a criança comece a entender o que é a linguagem musical, aprenda a ouvir sons e a reconhecer diferenças entre eles. Todo o trabalho a ser desenvolvido no 1º ano deve buscar a brincadeira musical, aproveitando que existe uma identificação natural da criança com a música. A atividade deve estar muito ligada à descoberta e à criatividade. Este é o momento propício à introdução do instrumento. Na escola optamos pela iniciação à flauta pela facilidade de conservação, manuseio e apropriação à faixa etária. Objetivos: estimular a linguagem, o gosto pela música e a atenção; desenvolver a autoexpressão por meio do corpo, a noção de lateralidade, coordenação motora, percepção auditiva e visual; trabalhar aspectos da socialização, autodisciplina e ritmo.

17 Festa Junina / Projeto Folclore / Feira do Conhecimento Paralelamente ao conteúdo, são desenvolvidos projetos interdisciplinares que abordam temas de interesse da criança. Esses projetos têm seu produto final apresentado na Festa Junina, no Folclore em agosto e na Feira do Conhecimento. A possibilidade das crianças apresentarem sua aprendizagem é uma forma de aproximá-las às exigências do mundo atual, onde a todo momento é necessário expor opiniões e conhecimentos. Para o Colégio Itamarati, esse é, num sentido amplo, o trabalho de desenvolvimento da cidadania em toda sua potencialidade.

18 Colégio Itamarati Educação Infantil e Ensino Fundamental Rua Abraão Caixe, 383 Jardim Itamarati CEP: Ribeirão Preto SP Fone/Fax: (16) Site: 2015

GUIA PARA OS PAIS EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 3

GUIA PARA OS PAIS EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 3 GUIA PARA OS PAIS EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 3 2015 Apresentação O Colégio Itamarati foi fundado em 1988 e vem desenvolvendo um trabalho centrado na capacidade de aprendizagem do aluno, em sintonia com as

Leia mais

GUIA PARA OS PAIS EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 5

GUIA PARA OS PAIS EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 5 GUIA PARA OS PAIS EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 5 2015 Apresentação O Colégio Itamarati foi fundado em 1988 e vem desenvolvendo um trabalho centrado na capacidade de aprendizagem do aluno, em sintonia com as

Leia mais

INFORMATIVO 2015 GRUPO 3

INFORMATIVO 2015 GRUPO 3 INFORMATIVO 2015 GRUPO 3 3 Considerar a criança como sujeito é levar em conta, nas relações que com ela estabelecemos, que ela tem desejos, ideias, opiniões, capacidade de decidir, de criar, e de inventar,

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS. Linguagem Oral e Escrita. Matemática OBJETIVOS E CONTEÚDOS

EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS. Linguagem Oral e Escrita. Matemática OBJETIVOS E CONTEÚDOS EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS Conhecimento do Mundo Formação Pessoal e Social Movimento Linguagem Oral e Escrita Identidade e Autonomia Música Natureza e Sociedade Artes Visuais Matemática OBJETIVOS

Leia mais

CADERNO DE ATIVIDADES PARA O PRIMEIRO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: FERRAMENTA DE APOIO AO PROFESSOR DA CRIANÇA DE 6 ANOS.

CADERNO DE ATIVIDADES PARA O PRIMEIRO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: FERRAMENTA DE APOIO AO PROFESSOR DA CRIANÇA DE 6 ANOS. CADERNO DE ATIVIDADES PARA O PRIMEIRO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: FERRAMENTA DE APOIO AO PROFESSOR DA CRIANÇA DE 6 ANOS. Elaine Cristina Rodrigues Gomes Vidal. Gruhbas Projetos Educacionais

Leia mais

PROGRAMAÇÃO DA 3ª ETAPA 1º PERÍODO

PROGRAMAÇÃO DA 3ª ETAPA 1º PERÍODO 1º PERÍODO Prezados pais, Encaminhamos a Programação da 3ª Etapa de 2015, material que serve de apoio para o acompanhamento das habilidades que serão desenvolvidas. Lembramos que este planejamento é flexível

Leia mais

ISSN 2238-9113 PROJETO LUDICIDADE NA ESCOLA DA INFÂNCIA

ISSN 2238-9113 PROJETO LUDICIDADE NA ESCOLA DA INFÂNCIA 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 PROJETO LUDICIDADE NA ESCOLA DA INFÂNCIA ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO

Leia mais

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil NOSSA MISSÃO: Por meio da educação formar cidadãos felizes, independentes, éticos e solidários VALORES: Respeito, honestidade, boa moral

Leia mais

BASE NACIONAL COMUM E AVALIAÇÃO NACIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL: DESAFIOS PARA A FORMAÇÃO DOCENTE. Zilma de Moraes Ramos de Oliveira

BASE NACIONAL COMUM E AVALIAÇÃO NACIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL: DESAFIOS PARA A FORMAÇÃO DOCENTE. Zilma de Moraes Ramos de Oliveira BASE NACIONAL COMUM E AVALIAÇÃO NACIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL: DESAFIOS PARA A FORMAÇÃO DOCENTE Zilma de Moraes Ramos de Oliveira HISTÓRICO Constituição brasileira LDB Plano Nacional de Educação CONSTITUIÇÃO

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIA DE ESTÁGIO DE EDUCAÇÃO FÍSICA NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO INFANTIL

RELATO DE EXPERIÊNCIA DE ESTÁGIO DE EDUCAÇÃO FÍSICA NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO INFANTIL RELATO DE EXPERIÊNCIA DE ESTÁGIO DE EDUCAÇÃO FÍSICA NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO INFANTIL Resumo MATUCHESKI, Franciele Luci PUCPR francielematucheski@yahoo.com.br Eixo Temático: Práticas e Estágios nas Licenciaturas

Leia mais

Palavras-chave: Novas Tecnologias Educação Professor Prática Pedagógica

Palavras-chave: Novas Tecnologias Educação Professor Prática Pedagógica EDUCAÇÃO E PROFESSOR DIANTE DO USO DAS NOVAS TECNOLOGIAS Resumo Marília Gerlane Guimarães da Silva graduanda UEPB mariliagerlany@hotmail.com Orientadora: Profª Ms. Eliane Brito de Lima- UEPB/PMCG eliabrito@ig.com.br

Leia mais

CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL IV ARTE

CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL IV ARTE CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL 2015 DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL IV ARTE OBJETIVOS GERAIS Desenvolver o pensamento artístico, estético e crítico; Estimular a percepção visual e

Leia mais

O LÚDICO: JOGOS, BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NA CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Simone Helen Drumond Ischkanian

O LÚDICO: JOGOS, BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NA CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Simone Helen Drumond Ischkanian O LÚDICO: JOGOS, BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NA CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL. O projeto - o lúdico: jogos, brinquedos e brincadeiras na construção do processo de aprendizagem

Leia mais

MATERNAL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

MATERNAL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL MATERNAL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações;

Leia mais

PROPOSTA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

PROPOSTA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL PROPOSTA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL Coordenadora: Sheila Kaltenbacher Arantes A Educação Infantil do Instituto Educacional Jaime Kratz propiciará ao seu(sua) filho(a) situações de cuidados, brincadeiras

Leia mais

Colégio Cor Jesu Brasília DF. Plano de Curso 2010. Educação Infantil I Segmento I

Colégio Cor Jesu Brasília DF. Plano de Curso 2010. Educação Infantil I Segmento I Colégio Cor Jesu Brasília DF Plano de Curso 2010 Educação Infantil I Segmento I Disciplina: LÍNGUA PORTUGUESA Ano: Infantil I Segmento: I COMPETÊNCIAS HABILIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS - ALUNOS EIXOS TEMÁTICOS/CONTEÚDOS

Leia mais

Jardim de Infância Professor António José Ganhão

Jardim de Infância Professor António José Ganhão Jardim de Infância Professor António José Ganhão Jardim de Infância nº2 ( Brejo ) Jardim de Infância do Centro Escolar de Samora Correia Agrupamento de Escolas de Samora Correia Direcção Executiva Conselho

Leia mais

A importância da leitura na fase infantil.

A importância da leitura na fase infantil. EDIÇÃO II VOLUME 3 01/04/2011 A importância da leitura na fase infantil. O desenvolvimento de interesses e hábitos permanentes de leitura é um processo constante, que principia no lar, aperfeiçoa-se sistematicamente

Leia mais

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997 RESOLUÇÃO Nº 88-GR/UNICENTRO, DE 12 DE MAIO DE 2014. Especifica a estrutura curricular do Curso de Especialização em Educação e Formação Empreendedora, modalidade de educação a distância, aprovado pela

Leia mais

Língua Portuguesa. Expectativas de aprendizagem. Expressar oralmente seus desejos, sentimentos, idéias e pensamentos.

Língua Portuguesa. Expectativas de aprendizagem. Expressar oralmente seus desejos, sentimentos, idéias e pensamentos. Língua Portuguesa As crianças do 1º ano têm o direito de aprender e desenvolver competências em comunicação oral, em ler e escrever de acordo com suas hipóteses. Para isto é necessário que a escola de

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL * Rita de Cássia Lindner Kaefer **Ana Eleonora Sebrão Assis RESUMO O objetivo do presente artigo é apresentar uma reflexão a respeito da importância

Leia mais

2.1 INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO INFANTIL: CARACTERÍSTICAS E ESPECIFICIDADES

2.1 INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO INFANTIL: CARACTERÍSTICAS E ESPECIFICIDADES 2.1 INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO INFANTIL: CARACTERÍSTICAS E ESPECIFICIDADES De acordo com a Abordagem Histórico-Cultural, que fundamenta está proposta, a Instituição de Educação Infantil deverá ser pensada

Leia mais

FERNANDO FERNANDES DA SILVA PRODUÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA (OAC)

FERNANDO FERNANDES DA SILVA PRODUÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA (OAC) 1 FERNANDO FERNANDES DA SILVA PRODUÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA (OAC) IES: UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA ORIENTADOR: Prof. DARTAGNAN PINTO GUEDES ÁREA CURRICULAR: EDUCAÇÃO FÍSICA DEZEMBRO 2008 LONDRINA

Leia mais

Psicomotricidade na Educação Infantil. e suas contribuições no desenvolvimento e no. processo da aprendizagem.

Psicomotricidade na Educação Infantil. e suas contribuições no desenvolvimento e no. processo da aprendizagem. A importância da Psicomotricidade na Educação Infantil e suas contribuições no desenvolvimento e no processo da aprendizagem. O que é psicomotricidade? É a relação entre os aspectos motores, intelectuais

Leia mais

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos.

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos. Etapa de Ensino Faixa Etária Prevista Duração Educação Infantil 3 a 5 anos Ensino Fundamental: Anos Iniciais 6 a 10 anos 5 anos Ensino Fundamental: Anos Finais 11 a 14 anos 4 anos EDUCAÇÃO INFANTIL EDUCAÇÃO

Leia mais

PSICOMOTRICIDADE, JOGOS E BRINCADEIRAS NO PROCESSO ENSINO- APRENDIZAGEM MARILENE FERREIRA DE LIMA OLIVEIRA E.E DR. MORATO DE OLIVEIRA RESUMO

PSICOMOTRICIDADE, JOGOS E BRINCADEIRAS NO PROCESSO ENSINO- APRENDIZAGEM MARILENE FERREIRA DE LIMA OLIVEIRA E.E DR. MORATO DE OLIVEIRA RESUMO PSICOMOTRICIDADE, JOGOS E BRINCADEIRAS NO PROCESSO ENSINO- APRENDIZAGEM MARILENE FERREIRA DE LIMA OLIVEIRA E.E DR. MORATO DE OLIVEIRA RESUMO Na vida de uma criança, para além do entretenimento, o jogo

Leia mais

ABA: uma intervenção comportamental eficaz em casos de autismo

ABA: uma intervenção comportamental eficaz em casos de autismo ABA: uma intervenção comportamental eficaz em casos de autismo Por Sabrina Ribeiro O autismo é uma condição crônica, caracterizado pela presença de importantes prejuízos em áreas do desenvolvimento, por

Leia mais

SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE PEDAGOGIA CORAÇÃO EUCARÍSTICO

SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE PEDAGOGIA CORAÇÃO EUCARÍSTICO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE PEDAGOGIA CORAÇÃO EUCARÍSTICO 1. PERFIL DO CURSO O Curso de Pedagogia da PUC Minas, alinhado com o ideário humanista defendido pela Instituição, compromete-se com

Leia mais

2.2 O PERFIL DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL

2.2 O PERFIL DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL 2.2 O PERFIL DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL Ao conceber as instituições de Educação Infantil como espaços onde ocorre o processo educativo, processo este pelo qual os homens apropriam-se do desenvolvimento

Leia mais

EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA - Disciplina semestral 32 aulas previstas

EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA - Disciplina semestral 32 aulas previstas EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA 3ºCICLO DO ENSINO BÁSICO CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 7.ºANO EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA - Disciplina semestral 32 aulas previstas CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS Os Conteúdos Programáticos estão enunciados

Leia mais

CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL III

CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL III CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL 2015 DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL III OBJETIVOS GERAIS Construção da autoimagem e desenvolvimento da autoestima; Reconhecimento e descoberta do próprio

Leia mais

IDOSOS E A LEITURA DE JORNAL.

IDOSOS E A LEITURA DE JORNAL. IDOSOS E A LEITURA DE JORNAL. Adriana Pastorello. Programa de Pós-Graduação Universidade Estadual Paulista Câmpus de Marília SP. Grupo de pesquisa: Processos de leitura e de escrita: apropriação e objetivação.

Leia mais

OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL. A prática da educação infantil deve se organizar de modo que as crianças desenvolvam as seguintes capacidades:

OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL. A prática da educação infantil deve se organizar de modo que as crianças desenvolvam as seguintes capacidades: OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ANUAL EDUCAÇÃO INFANTIL INFANTIL V - 2012 A prática da educação infantil deve se organizar de modo que as crianças desenvolvam as seguintes capacidades:

Leia mais

LUDICIDADE E EDUCAÇÃO: O ENCANTAMENTO DE APRENDER BRINCANDO

LUDICIDADE E EDUCAÇÃO: O ENCANTAMENTO DE APRENDER BRINCANDO LUDICIDADE E EDUCAÇÃO: O ENCANTAMENTO DE APRENDER BRINCANDO Tatiane Testa Ferrari e-mail: tatitferrari@ig.com.br Ticiane Testa Ferrari e-mail: ticiferrari@ig.com.br Araceli Simão Gimenes Russo e-mail:

Leia mais

Colégio Cor Jesu Brasília DF. Plano de Curso 2011. Educação Infantil III

Colégio Cor Jesu Brasília DF. Plano de Curso 2011. Educação Infantil III Colégio Cor Jesu Brasília DF Plano de Curso 2011 Educação Infantil III Área de conhecimento: Linguagem Série: Infantil III Educação Infantil Competências Habilidades a serem desenvolvidas Eixo/Conteúdos

Leia mais

LETRAMENTO DIGITAL: REFLEXÕES SOBRE EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA NA CIBERCULTURA

LETRAMENTO DIGITAL: REFLEXÕES SOBRE EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA NA CIBERCULTURA LETRAMENTO DIGITAL: REFLEXÕES SOBRE EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA NA CIBERCULTURA INTRODUÇÃO Silvane Santos Souza(UNEB/Lusófona) No contexto atual em que a educação encontra-se inserida, surgem muitas inquietações

Leia mais

A ESCOLA FREINET E A AGRESSIVIDADE: UM ESTUDO COM ALUNOS DE 1ª A 4ª SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL.

A ESCOLA FREINET E A AGRESSIVIDADE: UM ESTUDO COM ALUNOS DE 1ª A 4ª SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL. A ESCOLA FREINET E A AGRESSIVIDADE: UM ESTUDO COM ALUNOS DE 1ª A 4ª SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL. Resumo: MIGUEL, Rebeca Signorelli UNICAMP rebs.rebequinha@gmail.com PRODÓCIMO, Elaine UNICAMP elaine@fef.unicamp.br

Leia mais

Projetos. Outubro 2012

Projetos. Outubro 2012 Projetos Outubro 2012 Assunto de gente grande para gente pequena. No mês de outubro os brasileiros foram às urnas para eleger prefeitos e vereadores e a Turma da Lagoa não poderia ficar fora deste grande

Leia mais

Pró-Reitoria de Graduação Curso de Pedagogia Trabalho de Conclusão de Curso INDISCIPLINA ESCOLAR SUAS CAUSAS E ALTERNATIVAS DE SOLUÇÃO

Pró-Reitoria de Graduação Curso de Pedagogia Trabalho de Conclusão de Curso INDISCIPLINA ESCOLAR SUAS CAUSAS E ALTERNATIVAS DE SOLUÇÃO 0 Pró-Reitoria de Graduação Curso de Pedagogia Trabalho de Conclusão de Curso INDISCIPLINA ESCOLAR SUAS CAUSAS E ALTERNATIVAS DE SOLUÇÃO Margarida Fernandes de Sousa Graciano Autora: Cristiane Pereira

Leia mais

DESENVOLVENDO A ESTRUTURAÇÃO ESPAÇO-TEMPORAL ATRAVÉS DOS PRÍNCÍPIOS DO FUTSAL

DESENVOLVENDO A ESTRUTURAÇÃO ESPAÇO-TEMPORAL ATRAVÉS DOS PRÍNCÍPIOS DO FUTSAL DESENVOLVENDO A ESTRUTURAÇÃO ESPAÇO-TEMPORAL ATRAVÉS DOS PRÍNCÍPIOS DO FUTSAL Valéria Queiroz David 1 Simone Moreira 2 Maurício Augusto Pereira 3 Elix Victor Palomari Silva 4 Leonardo Celestino da Silva

Leia mais

INFORMATIVO 2015 GRUPO 4

INFORMATIVO 2015 GRUPO 4 INFORMATIVO 2015 GRUPO 4 Considerar a criança como sujeito é levar em conta, nas relações que com ela estabelecemos, que ela tem desejos, ideias, opiniões, capacidade de decidir, de criar, e de inventar,

Leia mais

DANÇA NO CONTEXTO ESCOLAR: QUANDO A RELIGIOSIDADE ATRAVESSA A PRÁTICA.

DANÇA NO CONTEXTO ESCOLAR: QUANDO A RELIGIOSIDADE ATRAVESSA A PRÁTICA. DANÇA NO CONTEXTO ESCOLAR: QUANDO A RELIGIOSIDADE ATRAVESSA A PRÁTICA. Amanda Pathiely Serrânia Faria UFG/FEFD 1 Orientador e Coautor: Prof. Dr. Alexandre Ferreira UFG/FEFD 2 Graduanda do curso de Licenciatura

Leia mais

Graduandas do curso de pedagogia, pela Universidade do Estado da Bahia-Campus XII, Trabalho que será apresentado em forma de Pôster.

Graduandas do curso de pedagogia, pela Universidade do Estado da Bahia-Campus XII, Trabalho que será apresentado em forma de Pôster. ESTÁGIO SUPERVISIONADO: CONSTRUINDO A IDENTIDADE DOCENTE DO LICENCINADO EM PEDAGOGIA Sunária Rodrigues da Silva (sunariasilvagbi@hotmail.com) Maurina Souza Alves (maraalvespma@hotmail.com) Este trabalho

Leia mais

Projeto: Teatro Infantil

Projeto: Teatro Infantil Cooperativa de Ensino e Cultura de Santa Rita Projeto: Teatro Infantil O teatro é a poesia que sai do livro e se faz humana. (Frederico Garcia Lorca) 1 Unidade Executora: Coordenação Pedagógica, Grupo

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas:

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas: EDUCAÇÃO INFANTIL A Educação Infantil, enquanto segmento de ensino que propicia um maior contato formal da criança com o mundo que a cerca, deve favorecer a socialização da criança, permitir a interação

Leia mais

Avaliação e observação

Avaliação e observação Avaliação e observação Objetivo da Aula Identifi car o papel da avaliação no processo de ensino-aprendizagem. A avaliação é uma prática social, estamos sempre avaliando, fazendo escolhas. Avaliamos o que

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ELEMENTO FUNDAMENTAL NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM 1

EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ELEMENTO FUNDAMENTAL NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM 1 EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ELEMENTO FUNDAMENTAL NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM 1 Autora: Maria Thaís de Oliveira Batista Graduanda do Curso de Pedagogia Unidade Acadêmica de Educação/CFP/UFCG Email: taholiveira.thais@gmail.com

Leia mais

SER / SOCIEDADE EDUCACIONAL ROCHA

SER / SOCIEDADE EDUCACIONAL ROCHA SER / SOCIEDADE EDUCACIONAL ROCHA Prezados Pais, Responsáveis e Alunos Recomendamos a todos que leiam com atenção cada uma destas orientações, pois os pais e responsáveis dos alunos matriculados no SER

Leia mais

Câmpus Alfenas SUMÁRIO. Cláudio Novaes... 2. Eliane Souza dos Santos... 3. Elizabeth Aparecida Santos de Oliveira... 4. Fernanda Alice de Santana...

Câmpus Alfenas SUMÁRIO. Cláudio Novaes... 2. Eliane Souza dos Santos... 3. Elizabeth Aparecida Santos de Oliveira... 4. Fernanda Alice de Santana... Câmpus Alfenas 14 de agosto de 2010 SUMÁRIO Cláudio Novaes... 2 Eliane Souza dos Santos... 3 Elizabeth Aparecida Santos de Oliveira... 4 Fernanda Alice de Santana...5 Mary Silva Faria... 6 Valéria de Oliveira

Leia mais

TÍTULO: JOGOS LÚDICOS COMO ESTRATÉGIA DE APRENDIZADO NA MATEMÁTICA CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA SUBÁREA: MATEMÁTICA

TÍTULO: JOGOS LÚDICOS COMO ESTRATÉGIA DE APRENDIZADO NA MATEMÁTICA CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA SUBÁREA: MATEMÁTICA TÍTULO: JOGOS LÚDICOS COMO ESTRATÉGIA DE APRENDIZADO NA MATEMÁTICA CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA SUBÁREA: MATEMÁTICA INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO ADVENTISTA DE SÃO PAULO AUTOR(ES):

Leia mais

14. As áreas de conhecimento e o desenvolvimento da criança de até 6 anos

14. As áreas de conhecimento e o desenvolvimento da criança de até 6 anos 14. As áreas de conhecimento e o desenvolvimento da criança de até 6 anos Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil Volume III Âmbito de Conhecimento de Mundo Este volume do RCNEI orienta

Leia mais

CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL. DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL III e IV ARTE

CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL. DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL III e IV ARTE CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL 2013 DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL III e IV ARTE OBJETIVOS GERAIS Desenvolver o pensamento artístico, estético e crítico; Estimular a percepção visual

Leia mais

Coordenadoras: Enalva de Santana Santos e Márcia Soares Ramos Alves

Coordenadoras: Enalva de Santana Santos e Márcia Soares Ramos Alves TEMA : BRINCANDO E APRENDENDO NA ESCOLA Coordenadoras: Enalva de Santana Santos e Márcia Soares Ramos Alves Autora: Prof a Cássia de Fátima da S. Souza PÚBLICO ALVO Alunos de 04 anos TEMA: BRINCANDO E

Leia mais

Avaliação na Educação Infantil Legislação e Pesquisas

Avaliação na Educação Infantil Legislação e Pesquisas Avaliação na Educação Infantil Legislação e Pesquisas Maévi Anabel Nono UNESP Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas Departamento de Educação São José do Rio Preto Diversos pesquisadores têm

Leia mais

As Datas Comemorativas

As Datas Comemorativas As Datas Comemorativas É bastante comum que algumas datas sejam comemoradas no ambiente escolar, mas elas precisam ser criteriosamente selecionadas, de acordo com o contexto das crianças e seus interesses.

Leia mais

CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL IV

CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL IV CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL 2013 DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL IV DISCIPLINA : LÍNGUA PORTUGUESA OBJETIVOS GERAIS Ampliar gradativamente suas possibilidades de comunicação e

Leia mais

Atividades Pedagógicas. Abril2014

Atividades Pedagógicas. Abril2014 Atividades Pedagógicas Abril2014 II A Jogos As crianças da Turma dos Amigos, desde os primeiros dias de aula, têm incluídos em sua rotina as brincadeiras com jogos de encaixe. Vários jogos estão disponíveis

Leia mais

O ENSINO DO HANDEBOL NA ESCOLA: UMA PROPOSTA DE SISTEMATIZAÇÃO DOS CONTEÚDOS

O ENSINO DO HANDEBOL NA ESCOLA: UMA PROPOSTA DE SISTEMATIZAÇÃO DOS CONTEÚDOS O ENSINO DO HANDEBOL NA ESCOLA: UMA PROPOSTA DE SISTEMATIZAÇÃO DOS CONTEÚDOS Resumo Scheila Medina 1 - PUCPR Luís Rogério de Albuquerque 2 - PUCPR Grupo de Trabalho - Didática: Teorias, Metodologias e

Leia mais

Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu

Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu PROPOSTA CURRICULAR DE EDUCAÇÃO FÍSICA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL CONCEPÇÃO No decorrer do processo sócio-histórico, o homem se humaniza pelas relações sociais que estabelece por meio de sua

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA ANÁLISE A PARTIR DO INSTITUTO DESEMBARGADOR SEVERINO MONTENEGRO.

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA ANÁLISE A PARTIR DO INSTITUTO DESEMBARGADOR SEVERINO MONTENEGRO. A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA ANÁLISE A PARTIR DO INSTITUTO DESEMBARGADOR SEVERINO MONTENEGRO. Elisângela Justino / Graduanda- UEPB Larissa Emily de Oliveira / Graduanda- UEPB Resumo:

Leia mais

INFORMATIVO 2015 GRUPO 1

INFORMATIVO 2015 GRUPO 1 INFORMATIVO 2015 GRUPO 1 3 Considerar a criança como sujeito é levar em conta, nas relações que com ela estabelecemos, que ela tem desejos, ideias, opiniões, capacidade de decidir, de criar, e de inventar,

Leia mais

Atelier de Saúde REGULAMENTO INTERNO

Atelier de Saúde REGULAMENTO INTERNO Serviços de Saúde e Bem-estar Atelier de Saúde REGULAMENTO INTERNO REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO EUZINHO ATELIER DE SAÚDE ARTIGO 1º Denominação e Natureza 1. O EUzinho Atelier de Saúde é um programa

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO ESTAGIÁRIO-BRINQUEDISTA NA BRINQUEDOTECA HOSPITALAR

A IMPORTÂNCIA DO ESTAGIÁRIO-BRINQUEDISTA NA BRINQUEDOTECA HOSPITALAR 7. CONEX Apresentação Oral-Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: EDUCAÇÃO A IMPORTÂNCIA DO ESTAGIÁRIO-BRINQUEDISTA NA BRINQUEDOTECA HOSPITALAR Juliane Morais 1 Mariane Mendes 2 Ercília Maria Angeli de Paula

Leia mais

MARCOS DE APRENDIZAGEM EDUCAÇÃO INFANTIL 0 a 3 Anos

MARCOS DE APRENDIZAGEM EDUCAÇÃO INFANTIL 0 a 3 Anos Prefeitura Municipal do Salvador Secretaria Municipal da Educação e Cultura SMEC Coordenadoria de Ensino e Apoio Pedagógico CENAP MARCOS DE APRENDIZAGEM EDUCAÇÃO INFANTIL 0 a 3 Anos COMPETÊNCIA CONTEÚDO

Leia mais

Orientações 2012 1. HORÁRIO DE INÍCIO E TÉRMINO DAS AULAS

Orientações 2012 1. HORÁRIO DE INÍCIO E TÉRMINO DAS AULAS COLÉGIO CAETANO CAPRÍCIO Rua Manoel Valim, 639 - Vila Aparecida CEP 14401-255 Franca /SP Telefone: (16) 3724-2999 www.caetanocapricio.com.br caetanocapricio@caetanocapricio.com.br Orientações 2012 Nossa

Leia mais

A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo

A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL Maria Elany Nogueira da Silva Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo Este presente artigo pretende refletir idéias sobre o brincar na Educação Infantil,

Leia mais

A CONSTITUIÇÃO DO SER PROFESSOR NA EDUCAÇÃO INFANTIL PELO PIBID DE PEDAGOGIA

A CONSTITUIÇÃO DO SER PROFESSOR NA EDUCAÇÃO INFANTIL PELO PIBID DE PEDAGOGIA A CONSTITUIÇÃO DO SER PROFESSOR NA EDUCAÇÃO INFANTIL PELO PIBID DE PEDAGOGIA Resumo Gisele Brandelero Camargo 1 - UEPG Grupo de Trabalho - Didática: Teorias, Metodologias e Práticas Agência Financiadora:

Leia mais

ALTERNATIVAS APRESENTADAS PELOS PROFESSORES PARA O TRABALHO COM A LEITURA EM SALA DE AULA

ALTERNATIVAS APRESENTADAS PELOS PROFESSORES PARA O TRABALHO COM A LEITURA EM SALA DE AULA ALTERNATIVAS APRESENTADAS PELOS PROFESSORES PARA O TRABALHO COM A LEITURA EM SALA DE AULA RAQUEL MONTEIRO DA SILVA FREITAS (UFPB). Resumo Essa comunicação objetiva apresentar dados relacionados ao plano

Leia mais

Trabalhos Premiados em 2001 ACRE Trabalho: Conhecendo nossa Floresta Resenha da Experiência ALAGOAS Trabalho: Projeto Dentes Resenha da Experiência

Trabalhos Premiados em 2001 ACRE Trabalho: Conhecendo nossa Floresta Resenha da Experiência ALAGOAS Trabalho: Projeto Dentes Resenha da Experiência Trabalhos Premiados em 2001 ACRE Trabalho: Conhecendo nossa Floresta - Faixa etária das crianças: 6 anos - Grau de escolaridade de professor: Nível Médio Magistério - Contexto sócio-cultural em que foi

Leia mais

LUDICIDADE E MOVIMENTO: EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

LUDICIDADE E MOVIMENTO: EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL LUDICIDADE E MOVIMENTO: EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Resumo RIBEIRO, Amanda de Cassia Borges - UFSM acbr_amanda@hotmail.com JAHN, Angela Bortoli UFSM abjahn@terra.com.br BELING, Vivian Jamile UFSM

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL II OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO

LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO Inês Aparecida Costa QUINTANILHA; Lívia Matos FOLHA; Dulcéria. TARTUCI; Maria Marta Lopes FLORES. Reila Terezinha da Silva LUZ; Departamento de Educação, UFG-Campus

Leia mais

Karina Polezel de Sales kpolezel@yahoo.com.br Janete Costa da Silva Maia jarovil@yahoo.com.br Prefeitura Municipal de Rio Claro/ SP.

Karina Polezel de Sales kpolezel@yahoo.com.br Janete Costa da Silva Maia jarovil@yahoo.com.br Prefeitura Municipal de Rio Claro/ SP. RELATO DE EXPERIÊNCIA: UM OLHAR SOBRE A CRIANÇA COM SÍNDROME DE DOWN NAS ATIVIDADES DE EDUCAÇÃO FÍSICA EM UMA ESCOLA DA PERIFERIA DE RIO CLARO NO ESTADO DE SÃO PAULO. Karina Polezel de Sales kpolezel@yahoo.com.br

Leia mais

Programa de Formação em Gestão Cultural para os Pontos de Cultura do Brasil

Programa de Formação em Gestão Cultural para os Pontos de Cultura do Brasil Programa de Formação em Gestão Cultural para os Pontos de Cultura do Brasil Disciplina: AMBIENTAÇÃO EM EAD Professor: Bruno Oliveira A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NOS CONTEXTOS NACIONAL E INTERNACIONAL Esta primeira

Leia mais

Centro Universitário São José de Itaperuna Curso de Graduação em Ciências da Matemática

Centro Universitário São José de Itaperuna Curso de Graduação em Ciências da Matemática 1 Centro Universitário São José de Itaperuna Curso de Graduação em Ciências da Matemática JOSÉ FRANCISCO PAULO TITO DE FREITAS GERALDO WALDECIR MEDEIROS CORRÊA OS JOGOS COMO FERRAMENTAS NO ENSINO DA MATEMÁTICA

Leia mais

O uso de jogos no ensino da Matemática

O uso de jogos no ensino da Matemática 607 O uso de jogos no ensino da Matemática Cyntia Luane Silva Godoy 1 Marlene Menegazzi 2 RESUMO Neste trabalho irei abordar a importância do uso de jogos no ensino da Matemática como um recurso didático

Leia mais

CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL V

CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL V CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL 2015 DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL V OBJETIVOS GERAIS. Desenvolvimento da autoestima; Reconhecimento e descoberta do próprio corpo; Desenvolvimento

Leia mais

COMUNICAÇÃO I-D-E-N-T-I-D-A-D-E-S e Outros Olhares Inclusão social de jovens infratores através das artes plásticas

COMUNICAÇÃO I-D-E-N-T-I-D-A-D-E-S e Outros Olhares Inclusão social de jovens infratores através das artes plásticas COMUNICAÇÃO I-D-E-N-T-I-D-A-D-E-S e Outros Olhares Inclusão social de jovens infratores através das artes plásticas PORFIRO, André Luiz 1 Palavras-Chave: Ensino de arte, Inclusão social e Ressignificação

Leia mais

Pró-Reitoria de Graduação Curso de Educação Física Trabalho de Conclusão de Curso

Pró-Reitoria de Graduação Curso de Educação Física Trabalho de Conclusão de Curso Pró-Reitoria de Graduação Curso de Educação Física Trabalho de Conclusão de Curso A influência do jogo e desenvolvimento cognitivo, motor e social da criança: análise dos Trabalhos de Conclusão de Curso

Leia mais

OS GÊNEROS EMERGENTES NO BLOG E SUA INTERFACE NO APRENDIZADO RESUMO

OS GÊNEROS EMERGENTES NO BLOG E SUA INTERFACE NO APRENDIZADO RESUMO OS GÊNEROS EMERGENTES NO BLOG E SUA INTERFACE NO APRENDIZADO RESUMO Luciano de Lima Costa Raquel Pessoni Tinonin Thaís Inácio Braga (G CLCA UENP/CJ) Luiz Antonio Xavier Dias (Orientador CLCA UENP/CJ) O

Leia mais

O JOGO TEATRAL Theater Game Spolin Games dramatic play game Playmaking with Children Child Drama child art drama Theater Game Drama

O JOGO TEATRAL Theater Game Spolin Games dramatic play game Playmaking with Children Child Drama child art drama Theater Game Drama O JOGO TEATRAL O termo Theater Game (jogo teatral) foi originalmente cunhado por Viola Spolin em língua inglesa. Mais tarde ela registrou o seu método de trabalho como Spolin Games. A autora americana

Leia mais

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar Colégio La Salle São João Professora Kelen Costa Educação Infantil Educação Infantil- Brincar também é Educar A importância do lúdico na formação docente e nas práticas de sala de aula. A educação lúdica

Leia mais

AJES - INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DO VALE DO JURUENA ESPECIALIZAÇÃO EM FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO E TREINAMENTO DESPORTIVO

AJES - INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DO VALE DO JURUENA ESPECIALIZAÇÃO EM FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO E TREINAMENTO DESPORTIVO AJES - INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DO VALE DO JURUENA ESPECIALIZAÇÃO EM FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO E TREINAMENTO DESPORTIVO A PRÁTICA DO FUTSAL COMO INSTRUMENTO DE APRENDIZAGEM DOS ALUNOS DO 9 ANO DA ESCOLA

Leia mais

Alfabetização e Letramento www.scipione.com.br/letramento

Alfabetização e Letramento www.scipione.com.br/letramento AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM ORAL E DA LINGUAGEM ESCRITA PELA CRIANÇA Professor(a), ao abordarmos, no texto anterior, a linguagem escrita como uma das múltiplas linguagens da criança, procuramos enfatizar a

Leia mais

O PROCESSO EDUCATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM OLHAR REFLEXIVO

O PROCESSO EDUCATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM OLHAR REFLEXIVO O PROCESSO EDUCATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM OLHAR REFLEXIVO Thauana Ettiéri Oliveira Alves 1 Leia Palma Caldeira 2 Resumo A educação se faz em um processo contínuo e sistemático e, quando se fala em

Leia mais

Domínio da linguagem oral e abordagem à escrita

Domínio da linguagem oral e abordagem à escrita I n t e r v e n ç ã o E d u c a t i v a O acompanhamento musical do canto e da dança permite enriquecer e diversificar a expressão musical. Este acompanhamento pode ser realizado pelas crianças, pelo educador

Leia mais

ESTADO DE SANTA CATARINA

ESTADO DE SANTA CATARINA ANEXO I CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CONHECIMENTOS BÁSICOS ENSINO MÉDIO - Língua Portuguesa: Compreensão e interpretação de palavra, frase ou texto, estrutura textual, coesão e coerência, recursos coesivos, ponto

Leia mais

4h diárias - 16 meses

4h diárias - 16 meses 4h diárias - 16 meses PROPOSTA PEDAGÓGICA PROGRAMA DE APRENDIZAGEM EM RECEPCIONISTA ÍNDICE 1 - Apresentação da Entidade ijovem 3 2 - Justificativa do Programa. 3 3 Público-alvo: 4 4 Objetivo geral: 4 -

Leia mais

CAIXA DE LEITURA - UM MUNDO DE FANTASIAS E DESCOBERTAS: UMA EXPERIÊNCIA DE CAMPO NUMA CRECHE MUNICIPAL

CAIXA DE LEITURA - UM MUNDO DE FANTASIAS E DESCOBERTAS: UMA EXPERIÊNCIA DE CAMPO NUMA CRECHE MUNICIPAL CAIXA DE LEITURA - UM MUNDO DE FANTASIAS E DESCOBERTAS: UMA EXPERIÊNCIA DE CAMPO NUMA CRECHE MUNICIPAL Márcia da Silva Cavalcanti, Graduanda de Pedagogia, UEPB O trabalho, Caixa de leitura um mundo de

Leia mais

O USO DO TANGRAM EM SALA DE AULA: DA EDUCAÇÃO INFANTIL AO ENSINO MÉDIO

O USO DO TANGRAM EM SALA DE AULA: DA EDUCAÇÃO INFANTIL AO ENSINO MÉDIO O USO DO TANGRAM EM SALA DE AULA: DA EDUCAÇÃO INFANTIL AO ENSINO MÉDIO Ana Paula Alves Baleeiro Orientadora, profª Ms. da Faculdade Alfredo Nasser apbaleeiro@yahoo.com.br Jonatas do Nascimento Sousa Graduando

Leia mais

PRÁTICAS ESCOLARES NORTEADAS POR PROJETOS DE TRABALHO QUE FOMENTAM A FORMAÇÃO DOCENTE

PRÁTICAS ESCOLARES NORTEADAS POR PROJETOS DE TRABALHO QUE FOMENTAM A FORMAÇÃO DOCENTE 165 PRÁTICAS ESCOLARES NORTEADAS POR PROJETOS DE TRABALHO QUE FOMENTAM A FORMAÇÃO DOCENTE Fausiene Pereira Resende Victor-UFU fausiene_ped_ufu@hotmail.com Vivian Moreira Batista-UFU vivisacra@gmail.com

Leia mais

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Josiane Lima Zanata (Seduc) josianezanata@hotmail.com Ivani Souza Mello (UFMT) ivanimello1@hotmail.com

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DE IDENTIDADE PROFISSIONAL NO ESTÁGIO DE REGÊNCIA DE INGLÊS 1

A CONSTRUÇÃO DE IDENTIDADE PROFISSIONAL NO ESTÁGIO DE REGÊNCIA DE INGLÊS 1 80 A CONSTRUÇÃO DE IDENTIDADE PROFISSIONAL NO ESTÁGIO DE REGÊNCIA DE INGLÊS 1 Raquel Gamero 2 Vera Lúcia Lopes Cristovão 3 RESUMO: Desenvolvido em um contexto de prática de ensino, no qual o modelo adotado

Leia mais

INCLUSÃO DIGITAL, CIÊNCIA E CIDADANIA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA CONVERGÊNCIA DE MÍDIAS

INCLUSÃO DIGITAL, CIÊNCIA E CIDADANIA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA CONVERGÊNCIA DE MÍDIAS INCLUSÃO DIGITAL, CIÊNCIA E CIDADANIA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA CONVERGÊNCIA DE MÍDIAS Vera Nácia Duarte Franco(1) Instituto de Educação Fernando Rodrigues da Silveira CAp- UERJ, veranacia@hotmail.com

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA PSICOMOTRICIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL: PRÁTICAS DESENVOLVIDAS NO CENTRO EDUCACIONAL LUÍS DA CÂMARA CASCUDO EM MACAÍBA / RN

A IMPORTÂNCIA DA PSICOMOTRICIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL: PRÁTICAS DESENVOLVIDAS NO CENTRO EDUCACIONAL LUÍS DA CÂMARA CASCUDO EM MACAÍBA / RN A IMPORTÂNCIA DA PSICOMOTRICIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL: PRÁTICAS DESENVOLVIDAS NO CENTRO EDUCACIONAL LUÍS DA CÂMARA CASCUDO EM MACAÍBA / RN Autora: Eliza Christina Toscano de Mendonça 1 Co-autores: Luanda

Leia mais

UMA EXPERIÊNCIA PSICOPEDAGÓGICA NA FACULDADE DE ENGENHARIA DA PUCRS

UMA EXPERIÊNCIA PSICOPEDAGÓGICA NA FACULDADE DE ENGENHARIA DA PUCRS UMA EXPERIÊNCIA PSICOPEDAGÓGICA NA FACULDADE DE ENGENHARIA DA PUCRS Jorge Ferreira da Silva Filho Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Viegas Ribas Pesquisador e Consultor Psicopedagógico

Leia mais

Palavras Soltas. Projeto Pedagógico 2014/2015. Equipa Educativa:

Palavras Soltas. Projeto Pedagógico 2014/2015. Equipa Educativa: Palavras Soltas Equipa Educativa: Ana Maria Lopes; Ana Paula Neves; Daniela Bonito; Sandra Silva; Tathiana Germano; Teresa Ouro Índice Palavras Soltas 2 14 pág. Introdução... 5 I. Justificativa/ Tema...

Leia mais

Palavra da Direção INFORMATIVO DO COLÉGIO APOIO

Palavra da Direção INFORMATIVO DO COLÉGIO APOIO MAIO D S T Q Q S S 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 INFORMATIVO DO COLÉGIO APOIO Palavra da Direção Todas as nossas homenagens àquelas que merecem o maior

Leia mais

Quatro coordenadas para o andamento da educação musical

Quatro coordenadas para o andamento da educação musical Quatro coordenadas para o andamento da educação musical Léa Pintor Martins de Arruda Maria Angela de Souza Lima Rizzi O trabalho realizado com os educadores, pela equipe da Associação Arte Despertar no

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA

A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA Rivaldo Bevenuto de Oliveira Neto Departamento de Artes UFRN RESUMO O ensino de Arte é a educação que oportuniza ao aluno o acesso à Arte

Leia mais