Sarah Cirilo Andujar Hernandes Prof. M.Sc. Marcela Monteiro de Oliveira Lasmar -

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Sarah Cirilo Andujar Hernandes sarahernandes@hotmail.com Prof. M.Sc. Marcela Monteiro de Oliveira Lasmar - marcelapsi@unisalesiano.edu."

Transcrição

1 CONSTRUINDO UM SUJEITO DE AÇÃO uma nova concepção do contexto social através das vivências CONSTRUCTING A SUBJECT OF ACTION a new concept in the social context through life experiences Sarah Cirilo Andujar Hernandes Prof. M.Sc. Marcela Monteiro de Oliveira Lasmar - RESUMO Com o intuito de fortalecer a família e as comunidades, o Centro de Referência de Assistência Social CRAS através de um acompanhamento realizado por profissionais voltados ao atendimento socioassistencial familiar, promove serviços de proteção básica, através de programas assistenciais, grupos socioeducativos e de geração de renda. O Estágio de Núcleo Básico III realizado por meio de atividades socioeducativas objetivou, através de reflexões com grupos de geração de renda, possibilitar a emancipação e autonomia das integrantes; facilitar a construção de uma concepção crítica do sujeito e do contexto social em que estão inseridos (sujeito de ação). Foi realizado também um levantamento bibliográfico acerca da temática e área de atuação, como também discussões sobre a Psicologia Comunitária e seu processo de desenvolvimento e expansão, novas estratégia para atuação e inserção do Psicólogo na comunidade e a instituição CRAS como um novo campo de atuação e seus desafios. Palavras-chave: Autonomia. Emancipação. Sujeito de ação. CRAS. Psicologia Comunitária. ABSTRACT The Center of Reference of Social Assistance CRAS strives to strengthen the family and community through a professional who gives social assistance through programs of basic protection which promote the production of revenue and social educational groups. The objective of the Internship of the III Basic Nucleus was done through socio-educational activities and groups reflecting on how to produce revenue, making possible emancipation and autonomy, through the construction of an auto-critical concept and of the social context where they are, seeing the importance of being a subject of action, having confidence in one s capacity and potential. There was also a survey made to obtain a bibliography about the theme and area of action through discussions of development and expansion of Community Psychology; strategy of action and insertion of the psychologist in the community, and the institution of CRAS as a new field of action, with its challenges for the psychologist. Keywords: Autonomy. Emancipation. Subject of Action. CRAS. Community Psychology.

2 INTRODUÇÃO A Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), em vigor desde 7 de dezembro de 1993, em seu Art. 1º afirma: A Assistência social, direito do cidadão e dever do Estado, é Política de Seguridade Social não contributiva, que provê os mínimos sociais, realizada através de um conjunto integrado de ações de iniciativa pública e da sociedade, para garantir o atendimento às necessidades básicas. Portanto, a Assistência Social é dever do Estado e direito do cidadão, e não um favor realizado pelas políticas públicas. Trata-se de um conjunto integrado de ações de iniciativa pública e da sociedade para compreensão do papel social da própria comunidade, sendo necessário que haja significação para o sujeito quanto a ações providenciadas pela atual política pública. Recentemente os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) têm funcionado como um norteador para a atuação dos demais órgãos de Política Assistencial, atendendo famílias que se encontram em situação de vulnerabilidade social, devido à pobreza e à fragilização de vínculos afetivos e de pertencimento social. Desta forma, visando a emancipação de seus usuários, o CRAS também tem por objetivo realizar atividades que promovam sua autonomia, inserção social e fortalecimento de vínculos. Os beneficiários dos Programas Sociais (Bolsa Família, Renda Cidadã, Ação Jovem, Plano de Atenção Integral a Família PAIF entre outros) atualmente têm realizado reuniões e atividades socioeducativas, como também, oficinas de artesanato no Centro de Referência de Assistência Social CRAS de Getulina. Tais programas visam, através do benefício, dar apoio a famílias em situação de pobreza, e com as atividades socioeducativas e de grupos de geração de renda, dar subsídios para construção de um sujeito de ação. Todavia, o que se tem observado é uma grande dificuldade para que tal construção efetive-se. Diante desta problemática, percebeu-se a necessidade de trabalhar a trajetória realizada para uma verdadeira construção social, ou seja, os fatores psicossociais que estão por trás da esperada emancipação desses sujeitos que necessitam de atendimento básico, dos benefícios e dos programas

3 socioassistenciais. Neste sentido, a atuação e inserção do psicólogo neste novo campo de trabalho, a Psicologia Social Comunitária, torna-se um veículo que pode auxiliar para mediar o processo de construção da autonomia e ressignificação pessoal e social do sujeito. A seguir será apresentada uma breve revisão da literatura acerca da temática, no que diz respeito a fomentar uma nova concepção de sujeito. Serão discutidas também formas de intervenção profissional e sua construção teórica diante de um novo campo de trabalho, de acordo com temas sugeridos diante da demanda levantada, conforme a realidade dos grupos de geração de renda de crochê e de idosos atendidos pelo projeto. 1 PSICOLOGIA SOCIAL COMUNITÁRIA A Psicologia Social Comunitária, diante de toda sua história, passou por um processo de desenvolvimento que se iniciou nas décadas de 60 e 70 com o propósito de deselitizar a Psicologia e aproximar-se mais da população deixando de ser realizada somente nos consultórios e escolas e passando a atuar na comunidade. Só a partir dos anos de 1985, a expressão psicologia social comunitária adquire força maior, tornando seu uso mais frequente, voltada para a comunidade e estabelecendo diferenciação à prática assistencialista, uma vez que compreende o homem como sendo sócio-historicamente construído e ao mesmo tempo construindo as concepções a respeito de si mesmo, dos outros homens e do contexto social (FREITAS, 1996, p 73). Todavia, não com apelos de trabalho de caridade e voltado para os mais desfavorecidos de modo que ela fique em uma posição de mera receptora dos benefícios e serviços fornecidos pelo psicólogo, e sim que possibilite mudança das condições vividas cotidianamente pela população, através de um trabalho de conscientização crítica, facilitando que o grupo/comunidade construa as alternativas de ação. Assim, o psicólogo deve assumir um papel de analista facilitador que possibilite à população a construção de formas mais dignas, éticas e humanas de

4 convivência comunitária assumindo a própria história. Góis (1993 apud CAMPOS, 1996, p.11) afirma ser a psicologia comunitária:...uma área da Psicologia Social que estuda a atividade do psiquismo decorrente do modo de vida do lugar/comunidade; estuda o sistema de relações e representações, identidade, níveis de consciência, identificação e pertinência dos indivíduos ao lugar/comunidade e aos grupos comunitários. Visa o desenvolvimento dos moradores como sujeitos históricos e comunitários, através de um esforço interdisciplinar que perpassa o desenvolvimento dos grupos e da comunidade. (...) Seu problema central é a transformação do indivíduo em sujeito. Por meio da conscientização, procura-se trabalhar com grupos para que assumam seu papel na comunidade de sujeitos da própria história, conscientes e capazes de solucionar os problemas enfrentados, devido às condições sóciopolíticas por eles vivenciadas. Essa transformação é problema central, devido à dificuldade do profissional de Psicologia em inserir-se na comunidade. Atualmente dois modos de inserção têm norteado o psicólogo segundo Freitas (1998), em seu artigo Inserção na comunidade e análise de necessidades, reflexões sobre a prática do psicólogo : a) objetos de trabalho definidos a priori; b) objetos norteadores de trabalho definidos a posteriori. O primeiro modo de inserção, definidos a priori, tem seus limites sobre o que fazer mais claros e pré-definidos. Torna-se mais fácil e menos incerto encontrar causa dos comportamentos psicossociais e os instrumentos a serem utilizados, mas delimita o papel do profissional em relação à comunidade, e assim o psicólogo assume um papel de identidade inquestionável. Da mesma forma, a comunidade, assume seu papel imutável e inquestionável, fortalecendo o conformismo e a passividade, tornando-se mera receptora dos serviços e benefícios fornecidos pelo psicólogo. Esse modo de inserção é mais visto em diversas instituições de política pública, não havendo uma conscientização e produção quanto à transformação do indivíduo em sujeito de ação. Quanto aos norteadores dos trabalhos definidos a posteriori, o trabalho é definido após serem levantadas:...alternativas de ação, juntamente com a população para que esta possa assumir a sua própria história, e tentar construir formas mais dignas, éticas e humanas de convivência comunitária, construindo um mundo

5 psicossocial em coerência com essas preocupações (FREITAS, 1998 p. 181). Esta forma de inserção vê o homem em sua totalidade histórica, em movimento e protagonista da sua história particular e coletiva, construindo relações cotidianas que contribuam para uma vida mais digna e humana. Como dito anteriormente, o psicólogo nesta situação é uma espécie de analista facilitador para a construção do mundo psicossocial. Importante salientar que após todo esse processo histórico percorrido pela psicologia social comunitária, atualmente o profissional tem conquistado um espaço muito importante. Segundo Bock (1999 p. 323), hoje coloca-se ao psicólogo a exigência do compromisso social:... se coloca essa exigência porque as condições de vida do nosso povo estão se deteriorando: há muita pobreza, muita carência e estas situações têm gerado sofrimento psíquico e nós, psicólogos, já não podemos mais estar de costas para esta realidade. Por muito tempo a Psicologia compreendeu o homem a partir de uma visão naturalista, um modelo de intervenção médica, mas atualmente ela vem se transformando e se aproximando de visões concretas e históricas. Ao considerar o mundo social, cultural e psicológico é iniciado um processo de construção, um modelo de relação onde compreende-se a influência de ambos, ou seja, o mundo psicológico é constituído a partir das relações sociais e culturais e estas, por sua vez, se constroem permeadas pelas características dos sujeitos, de forma dicotômica. Não se deve, portanto, considerar o mundo psicológico separado do mundo social; o sujeito é construído a partir de um modelo de relação entre esses dois mundos. 2 INSTITUIÇÃO CRAS, UM NOVO CAMPO DE ATUAÇÃO E INSERÇÃO DO PSICÓLOGO Através do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), o Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) foi implantado para a proteção social básica de caráter preventivo. O CRAS é um campo onde o Psicólogo atua como psicólogo social comunitário articulando com um plano de trabalho em conjunto com uma equipe interdisciplinar destinado à população em situação de vulnerabilidade social

6 decorrente da pobreza, privação e fragilização de vínculos afetivos relacionais e de pertencimento social (discriminações etária, éticas, de gênero ou por deficiências, dentre outras). (CREPOP, 2007, p. 22). Quanto ao seu papel, o psicólogo deve se atentar à área de abrangência da instituição, almejando sempre provocar impactos na subjetividade do sujeito, tendo como foco central a construção do protagonismo e da autonomia. Para que haja superação das condições de vulnerabilidade social e potencialidades de risco, é preciso intervir de forma que promova o desenvolvimento da autonomia, oportunize a consciência e empoderamento da pessoa, grupos e da comunidade, enfatizando as relações do sujeito com o seu contexto, trabalhando de forma que venha prevenir as situações de risco e contribua para o desenvolvimento das potencialidades com base na Lei orgânica da Assistência Social LOAS Art. 4. O psicólogo que atua no CRAS tem grandes desafios de trabalho, pois além de atuar em uma instituição recente, estando em constantes adaptações, depara com uma população que está culturalmente habituada com uma política assistencialista. Diante desta situação, tem dificuldades em obter resultados que realmente contribuam para desenvolvimento psicossocial da comunidade. Não obstante, diante de um campo ainda em descobertas, o profissional poderá criar diversos instrumentais, formas de inserção que venham a aprimorar seu trabalho, fazendo com que ele atinja a comunidade em suas reais vulnerabilidades, partindo de uma nova política de Assistência Social, que propõe agregar-se às demais políticas públicas para a efetivação de um sistema de garantia de direitos. Os profissionais envolvidos têm lutado para que as políticas assistenciais não sejam mais vistas como um órgão de doações ou esmolas e sim, como uma política social comunitária, auxiliando na construção e transformação de sujeitos de sua própria história, ainda de forma lenta e gradual, mas eficaz. 3 PERCURSO REALIZADO Ter contato com grupos de orientação socioeducativa e desenvolver atividades com eles, possibilitou uma articulação teórica e prática, um aprofundamento das realidades trazidas pelos usuários, levantamento das vulnerabilidades, acesso à construção social e aos núcleos familiares e suas

7 diferentes formações. Para que fossem decididos os temas a serem abordados foi necessário fazer um levantamento da demanda de cada grupo de artesanato, por meio de um questionário, onde havia alternativas para que as usuárias escolhessem os temas a serem refletidos, temas estes propostos por meio de uma prévia observação das atividades e dos assuntos por elas discutidos durante a elaboração das peças de artesanato. Baseado nos temas, pôde ser realizada a organização das atividades e dos conteúdos trabalhados em grupo. Dentro dos sete grupos de geração de renda (um de crochê, um de decoupage, um de vagonite, dois de pintura em tecido e dois de bordado em fitas) realizados no CRAS, apenas dois foram escolhidos devido a maior vulnerabilidade social e fragilidade de vínculos e afetos. A partir deste momento, os encontros iniciaram-se, com os seguintes temas desenvolvidos: sexualidade (autoestima, autoimagem e cuidados pessoais); relacionamento (afetivo, familiar e social); e trabalho (dignificação do eu e independência financeira). Cada encontro teve duração média de 50 minutos cada um; concluindo com uma avaliação do grupo sobre o que fora discutido. Os encontros iniciaram com uma frequência de seis integrantes e encerraram com dez, com atividades de interação e reflexão (dinâmicas, colagens, trechos de filmes, orientação de profissionais especializados e debates). Foi motivador o fato de o número de integrantes aumentarem, pois diante do histórico dos grupos realizados anteriormente pelo psicólogo da instituição, o número tendia a diminuir. Devido ao grupo ser aberto a novas integrantes, foi levantado um questionamento em supervisão, se isto não atrapalharia o desenvolvimento do grupo, pois poderia haver inibição por parte de algumas usuárias em expor suas vivências a pessoas estranhas, mas isso não ocorreu. Ao contrário, as novas integrantes auxiliaram para melhor interação grupal. Houve um grande apoio da instituição para aplicação do projeto e isso cooperou para sua eficiência. Vendo a importância do trabalho e sua eficácia manifestou-se interesse em aderir a esta estratégia para ser desenvolvida em outros grupos beneficiários.

8 O objetivo do projeto desenvolvido foi promover a autonomia e a ressignificação do sujeito diante de sua conjectura, suas potencialidades e fortalecer os vínculos afetivos e de pertencimento social. Construir uma concepção crítica do sujeito e do contexto social em que estão inseridos, por meio de atividades reflexivas requerente de seus direitos, responsáveis quanto aos seus deveres como cidadão, foi uma tarefa que não dispensou esforços. O primeiro obstáculo enfrentado foi fazer de cada encontro um momento de reflexão e assim possibilitar às integrantes reconhecer sua capacidade de partilhar a existência, coexistindo com ela e pertencendo a ela, podendo transformar e interagir com sua realidade. Como dito anteriormente, cada encontro objetivava promover reflexão, e não dar soluções prontas, mas fazer com que elas (beneficiárias e usuárias do CRAS) encontrassem, refletissem e partilhassem de suas vulnerabilidades e tivessem contato com suas potencialidades, ressignificando seu contexto e vivências. Tais condições, ao criarem este clima facilitador de crescimento, propiciaram às integrantes, durante a vivência grupal, contato com os conflitos internos, gerando uma aceitação em relação a si mesmas e as reais necessidades, dentro de realidade, produzindo uma auto-compreensão de sujeito social. Com os temas discutidos nos encontros, elas puderam compartilhar de suas fragilidades, vínculos afetivos e sociais. Importante salientar que mesmo sendo o objetivo central do projeto fomentar no grupo uma concepção crítica do sujeito e do contexto social em que estão inseridos, ao relatarem suas vivências conteúdos emocionais foram trazidos em grupo, cooperando para um alívio de tensões afetivas e colaborando para um melhor desenvolvimento das atividades e reflexões dispensadas. Percebiam o espaço do grupo como um local onde podiam ser ouvidas, o que para muitas era algo totalmente novo. Isso teve consequências no desenvolvimento da autonomia e do protagonismo social das participantes, tendo em vista que se podiam ser ouvidas, podiam também falar, o que as despertou em muito para mudanças de atitudes mais passivas em atitudes mais ativas na família e no ambiente em que viviam. Diante do levantamento prévio realizado, observou-se que os temas discutidos atendeu a demanda grupal, pois houve interação, envolvimento e

9 participação durante as discussões. Durante cada encontro, notava-se interesse pelos assuntos e identificações ao ouvirem os relatos de outras usuárias. Quando se deparavam com questionamentos que visavam a uma reflexão sobre o que elas gostariam que fosse aperfeiçoado em sua vida e o que poderiam fazer para que isso ocorresse, em sua grande maioria dizia buscar a realização de seus sonhos. Para algumas, seria encontrar um emprego e para outras, era não ter depressão e ser feliz com a família. Dessa forma, foram despertadas tomadas de iniciativa, confiança em suas potencialidades e capacidade de realizações, o que colaborou para que as atividades fossem desenvolvidas com segurança e confiança no trabalho desempenhado, consequentemente, refletindo no resultado final do projeto. CONCLUSÃO Nesses encontros, pôde ser observado um crescimento das usuárias em direção à emancipação e autonomia, mas muito há de ser feito para que se conclua o proposto (concepção crítica de sujeito), porém, não podendo anular os resultados adquiridos até o momento superando as expectativas. Houve a formação de um grupo coeso e integrado, ocorreu uma boa articulação e interação com as demais usuárias, observando, através de seus depoimentos, impacto em sua realidade. O fato de estar estagiando na instituição CRAS favoreceu o trabalho desenvolvido, devido à aproximação com a realidade das usuárias, por meio de visitas domiciliares, acompanhamento das atividades desenvolvidas pela psicóloga nos grupos familiares e a observação das beneficiárias nas atividades de geração de renda. Percebeu-se, neste sentido, como a reflexão sobre si enquanto sujeito de sua história, com limitações, mas também com conquistas, permitiu-lhes uma visão de sujeito imbricado culturalmente, construído numa trama de relações, o que corrobora a ideia de Freitas (1998) de que o profissional, atuando nessa área, deve proporcionar alternativas de ação junto à população para que esta assuma a própria história.

10 Espera-se que cada vez mais iniciativas sejam tomadas no sentido de levar o sujeito à sua emancipação, iniciativas estas que fomentem o compromisso social do profissional para assim conceber novas estratégias de atuação e inserção do psicólogo na comunidade, para forma atingir ativamente a sociedade enxergando-a composta por indivíduos intersubjetivos e sujeitos de sua própria história. Este é um processo que deve ser iniciado desde a formação do profissional por meio de uma relação dinâmica com a Instituição aqui representada pelos educadores, tornando-se necessário haver também uma ressignificação quanto ao papel do psicólogo inserido na sociedade. REFERÊNCIAS CAMPOS, R. H. de F. (Org.). Psicologia Social Comunitária. Petrópolis, RJ: Vozes, CREPOP, Referências Técnicas, para atuação do/a Psicólogo/a no CRAS/SUAS. Brasília, LOAS, Lei Orgânica da Assistência Social. Decreto n 5.003, de 19 de maio de Brasília-DF, Novembro, FREITAS, M. F. Q. Inserção na comunidade e análise de necessidades: reflexões sobre a prática do psicólogo. Psicol. Reflex. Crit. Porto Alegre, v. 11, n. 1, SNAS, Proteção Básica do Sistema Único de Assistência Social. Brasília, BOCK, A. M. B. A Psicologia a caminho do novo século: identidade profissional e compromisso social. Estud. psicol. (Natal), Natal, v. 4, n. 2,dic Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=s x &lng=es&nrm=iso>. Acesso em 12 agosto 2009.

Avanços na Assistência Social brasileira: o trabalho multidisciplinar e a prática com grupos.

Avanços na Assistência Social brasileira: o trabalho multidisciplinar e a prática com grupos. Avanços na Assistência Social brasileira: o trabalho multidisciplinar e a prática com grupos. Autores Aline Xavier Melo alinexaviermelo@yahoo.com.br Juliana Roman dos Santos Oliveira ju_roman@hotmail.com

Leia mais

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social: instrumentais técnico-operativos no Serviço Social. CRAS CONSULESA HELENA VAN DEN BERG - CASTRO/ PARANÁ

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social: instrumentais técnico-operativos no Serviço Social. CRAS CONSULESA HELENA VAN DEN BERG - CASTRO/ PARANÁ VIII Jornada de Estágio de Serviço Social: instrumentais técnico-operativos no Serviço Social. CRAS CONSULESA HELENA VAN DEN BERG - CASTRO/ PARANÁ DUCHEIKO, Angelina do Rocio 1 RODRIGUES, Camila Moreira

Leia mais

O trabalho social com famílias. no âmbito do Serviço de Proteção e. Atendimento Integral à Família - PAIF

O trabalho social com famílias. no âmbito do Serviço de Proteção e. Atendimento Integral à Família - PAIF O trabalho social com famílias no âmbito do Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família - PAIF Contexto Social: Acesso diferencial às informações Uso e abuso de substâncias psicoativas Nulo ou

Leia mais

Nota Técnica. Conceitos da Vigilância Socioassistencial Nº 01. Curitiba, PR. Junho de 2014. Coordenação da Gestão do SUAS

Nota Técnica. Conceitos da Vigilância Socioassistencial Nº 01. Curitiba, PR. Junho de 2014. Coordenação da Gestão do SUAS Nota Técnica Conceitos da Vigilância Socioassistencial Nº 01 Curitiba, PR. Junho de 2014 Coordenação da Gestão do SUAS Conceitos da Vigilância Socioassistencial Finalidade: Considerando a importância da

Leia mais

Atuação do psicólogo na Assistência Social. Iolete Ribeiro da Silva Conselho Federal de Psicologia

Atuação do psicólogo na Assistência Social. Iolete Ribeiro da Silva Conselho Federal de Psicologia Atuação do psicólogo na Assistência Social Iolete Ribeiro da Silva Conselho Federal de Psicologia Concepção de Assistência Social Assistência social direito social e dever estatal Marco legal: Constituição

Leia mais

PAIF. Programa de Atenção Integral à Família - PAIF CRAS

PAIF. Programa de Atenção Integral à Família - PAIF CRAS Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social Programa de Atenção Integral à Família - PAIF CRAS PAIF IMPORTANTE INTERRELAÇÃO ENTRE PAIF E CRAS CRAS O

Leia mais

MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA

MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA Autor: Marusa Fernandes da Silva marusafs@gmail.com Orientadora: Profª. Ms. Mônica Mª N. da Trindade Siqueira Universidade de Taubaté monica.mnts@uol.com.br Comunicação oral:

Leia mais

ACOMPANHAMENTO FAMILIAR NA ASSISTENCIA SOCIAL: UMA PROPOSTA DE METODOLOGIA PARA O ESTADO DO RIO DE JANEIRO

ACOMPANHAMENTO FAMILIAR NA ASSISTENCIA SOCIAL: UMA PROPOSTA DE METODOLOGIA PARA O ESTADO DO RIO DE JANEIRO ACOMPANHAMENTO FAMILIAR NA ASSISTENCIA SOCIAL: UMA PROPOSTA DE METODOLOGIA PARA O ESTADO DO RIO DE JANEIRO Subsecretaria de Assistência Social e Descentralização da Gestão O PAIF NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Leia mais

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA Autores: FIGUEIREDO 1, Maria do Amparo Caetano de LIMA 2, Luana Rodrigues de LIMA 3, Thalita Silva Centro de Educação/

Leia mais

RESOLUÇÃO CNAS Nº 11, DE 23 DE SETEMBRO DE 2015.

RESOLUÇÃO CNAS Nº 11, DE 23 DE SETEMBRO DE 2015. RESOLUÇÃO CNAS Nº 11, DE 23 DE SETEMBRO DE 2015. Caracteriza os usuários, seus direitos e sua participação na Política Pública de Assistência Social e no Sistema Único de Assistência Social, e revoga a

Leia mais

A GESTÃO DO CREAS E AS MUDANÇAS COM A TIPIFICAÇÃO E O PROTOCOLO DE GESTÃO

A GESTÃO DO CREAS E AS MUDANÇAS COM A TIPIFICAÇÃO E O PROTOCOLO DE GESTÃO A GESTÃO DO CREAS E AS MUDANÇAS COM A TIPIFICAÇÃO E O PROTOCOLO DE GESTÃO A Assistência Social como política de proteção social configura uma nova situação para o Brasil: garantir proteção a todos, que

Leia mais

SERVIÇO DE CONVIVENCIA E FORTALECIMENTO DE VINCULOS PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES. PRINCIPIOS FUNDAMENTAIS & Algumas reflexões

SERVIÇO DE CONVIVENCIA E FORTALECIMENTO DE VINCULOS PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES. PRINCIPIOS FUNDAMENTAIS & Algumas reflexões SERVIÇO DE CONVIVENCIA E FORTALECIMENTO DE VINCULOS PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES. PRINCIPIOS FUNDAMENTAIS & Algumas reflexões ASSISTÊNCIA SOCIAL ASSISTENTE SOCIAL CARIDADE? FAVOR? O QUE OS VEREADORES FAZEM?

Leia mais

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social PAPÉIS COMPETÊNCIAS

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social PAPÉIS COMPETÊNCIAS PAPÉIS E COMPETÊNCIAS O SERVIÇO PSICOSSOCIAL NO CREAS... O atendimento psicossocial no serviço é efetuar e garantir o atendimento especializado (brasil,2006). Os profissionais envolvidos no atendimento

Leia mais

PSICOLOGIA E PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: EVIDÊNCIAS DE UMA RELAÇÃO.

PSICOLOGIA E PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: EVIDÊNCIAS DE UMA RELAÇÃO. PSICOLOGIA E PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: EVIDÊNCIAS DE UMA RELAÇÃO. Betânia Maria Oliveira de Amorim UFCG betânia_maria@yahoo.com.br Polliany de Abrantes Silva UFCG pollianyabrantes_psico@hotmail.com

Leia mais

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR SANTOS, Elaine Ferreira dos (estagio II), WERNER, Rosiléa Clara (supervisor), rosileawerner@yahoo.com.br

Leia mais

VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL

VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL CONSIDERAÇÕES SOBRE O TRABALHO REALIZADO PELO SERVIÇO SOCIAL NO CENTRO PONTAGROSSENSE DE REABILITAÇÃO AUDITIVA E DA FALA (CEPRAF) TRENTINI, Fabiana Vosgerau 1

Leia mais

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social. A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO MINISTÉRIO MELHOR VIVER- AMMV

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social. A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO MINISTÉRIO MELHOR VIVER- AMMV A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO MINISTÉRIO MELHOR VIVER- AMMV SILVA, D. Pollyane¹ MORO, M. Silvana ² SOUSA, G. Cristiane³ Resumo Este trabalho tem o intuito de descrever a Prática Profissional

Leia mais

Lea Lúcia Cecílio Braga Diretora do Departamento de Proteção Social Básica/DPSB Secretaria Nacional de Assistência Social / SNAS Ministério

Lea Lúcia Cecílio Braga Diretora do Departamento de Proteção Social Básica/DPSB Secretaria Nacional de Assistência Social / SNAS Ministério Lea Lúcia Cecílio Braga Diretora do Departamento de Proteção Social Básica/DPSB Secretaria Nacional de Assistência Social / SNAS Ministério Desenvolvimento Social e Combate à Fome/MDS Brasília Dezembro/2014

Leia mais

PLANO VIVER SEM LIMITE

PLANO VIVER SEM LIMITE PLANO VIVER SEM LIMITE O Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência PLANO VIVER SEM LIMITE 2011-2014 foi instituído por meio do Decreto da Presidência da República nº 7.612, de 17/11/2011 e

Leia mais

PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA DO SUAS

PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA DO SUAS PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA DO SUAS CRAS Centro de Referência de Assistência Social PÚBLICO-ALVO: A PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA B DO SUAS Famílias, seus membros e indivíduos em situação de vulnerabilidade social

Leia mais

OS PROCESSOS DE GESTÃO NO CREAS/SERVIÇO DE PROTEÇÃO E ATENDIMENTO ESPECIALIZADO À MULHER EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR

OS PROCESSOS DE GESTÃO NO CREAS/SERVIÇO DE PROTEÇÃO E ATENDIMENTO ESPECIALIZADO À MULHER EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR OS PROCESSOS DE GESTÃO NO CREAS/SERVIÇO DE PROTEÇÃO E ATENDIMENTO ESPECIALIZADO À MULHER EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR Nathalia Germiniani Silva, Juliene Áglio de Oliveira Parrão Centro

Leia mais

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: SERVIÇO

Leia mais

Sistema Único de Assistência Social

Sistema Único de Assistência Social Sistema Único de Assistência Social Secretaria Nacional de Assistência Social Departamento de Proteção Social Especial Brasília-DF Dezembro de 2011 O Sistema Único de Assistência Social (Suas) é um sistema

Leia mais

GRUPO: DESENVOLVIMENTO COMUNITÁRIO COM AS FAMILIAS ATENDIDAS NO PAIF Em Parceria com Ação Social São João Evangelista

GRUPO: DESENVOLVIMENTO COMUNITÁRIO COM AS FAMILIAS ATENDIDAS NO PAIF Em Parceria com Ação Social São João Evangelista GRUPO: DESENVOLVIMENTO COMUNITÁRIO COM AS FAMILIAS ATENDIDAS NO PAIF Em Parceria com Ação Social São João Evangelista CRAS- CENTRO DE REFERÊNCIA DA ASSITÊNCIA SOCIAL Março, 2012 I-IDENTIFICAÇÃO: Nome Projeto:

Leia mais

O PSICÓLOGO NA COMUNIDADE: UMA PESPECTIVA CONTEMPORÂNEA

O PSICÓLOGO NA COMUNIDADE: UMA PESPECTIVA CONTEMPORÂNEA O PSICÓLOGO NA COMUNIDADE: UMA PESPECTIVA CONTEMPORÂNEA (2011) Dayana Lima Dantas Valverde Psicóloga, graduada pela Faculdade de Tecnologia e Ciências de Feira de Santana, BA. Pós-graduanda em Saúde Mental

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA CENTRO DE REFERÊNCIAS TÉCNICAS EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS CONVERSANDO SOBRE A PSICOLOGIA E O SUAS

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA CENTRO DE REFERÊNCIAS TÉCNICAS EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS CONVERSANDO SOBRE A PSICOLOGIA E O SUAS A sistematização que segue refere-se aos pontos trabalhados pelo grupo, no sentido de ativar a reflexão de questões que seriam tratadas no Encontro Estadual dos Trabalhadores do SUAS, realizado dia 16

Leia mais

O PROGRAMA ASSISTÊNCIA SÓCIO-JURÍDICA E OS DIREITOS DO IDOSO

O PROGRAMA ASSISTÊNCIA SÓCIO-JURÍDICA E OS DIREITOS DO IDOSO O PROGRAMA ASSISTÊNCIA SÓCIO-JURÍDICA E OS DIREITOS DO IDOSO Maria Salete da Silva Josiane dos Santos O Programa Assistência Sócio-Jurídica, extensão do Departamento de Serviço Social, funciona no Núcleo

Leia mais

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Introdução A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional afirma que cabe aos estabelecimentos de ensino definir

Leia mais

Proteção Social Básica

Proteção Social Básica Proteção Social Básica Proteção Social Básica A Proteção Social Básica (PSB) atua na prevenção dos riscos por meio do desenvolvimento de potencialidades e do fortalecimento de vínculos familiares e comunitários

Leia mais

Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes

Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes Elaborada pela Diretoria de Assuntos Estudantis 1 1 Esta minuta será apreciada pelo Colegiado de Ensino, Pesquisa e Extensão nos dias

Leia mais

SERVIÇOS DE CONVIVÊNCIA E FORTALECIMENTO DE VÍNCULOS SCFV

SERVIÇOS DE CONVIVÊNCIA E FORTALECIMENTO DE VÍNCULOS SCFV SERVIÇOS DE CONVIVÊNCIA E FORTALECIMENTO DE VÍNCULOS SCFV SOCIOASSISTENCIAL X SOCIOEDUCATIVO SOCIOASSISTENCIAL apoio efetivo prestado a família, através da inclusão em programas de transferência de renda

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA: UM ENFOQUE NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA: UM ENFOQUE NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA: UM ENFOQUE NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES CAMARGO, Victor Discente da Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva ZUTTIN, Fabiana Docente da Faculdade de Ciências Sociais

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA CENTRO DE REFERÊNCIAS TÉCNICAS EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS CONVERSANDO SOBRE A PSICOLOGIA E O SUAS

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA CENTRO DE REFERÊNCIAS TÉCNICAS EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS CONVERSANDO SOBRE A PSICOLOGIA E O SUAS 1. Categorias profissionais que já compõem o SUAS RS: - Psicólogo - Assistente Social - Advogado - Educador Social - Nutricionista - Pedagogo - Enfermeiro - Estagiários - Supervisores e Coordenação - Técnico

Leia mais

TEMA AS EQUIPES DE REFERÊNCIAS POR SERVIÇOS DE PROGRAMAS

TEMA AS EQUIPES DE REFERÊNCIAS POR SERVIÇOS DE PROGRAMAS TEMA AS EQUIPES DE REFERÊNCIAS POR SERVIÇOS DE PROGRAMAS Programação Primeiro Dia: I Seção Discutindo Papéis 1-8h30 às 12h30 Abertura e Boas-vindas Dinâmica de Apresentação Acordos de Convivência Trabalho

Leia mais

Secretaria Nacional de Assistência Social

Secretaria Nacional de Assistência Social POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SUAS Secretaria Nacional de Assistência Social MARCOS NORMATIVOS E REGULATÓRIOS Constituição Federal 1988 LOAS 1993 PNAS 2004

Leia mais

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Guia do Educador CARO EDUCADOR ORIENTADOR Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 2. PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Objetivo GERAL 5 METODOLOGIA 5 A QUEM SE DESTINA? 6 O QUE

Leia mais

Ações Socioeducativas

Ações Socioeducativas AÇÕES SOCIOEDUCATIVAS NA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL Assistência Social Ações Socioeducativas Garantia dos direitos Inclusão social Desenvolvimento do protagonismo Desenvolvimento da autonomia individual

Leia mais

PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP

PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP Aprovado na Reunião do CONASU em 21/01/2015. O Programa de Responsabilidade Social das Faculdades Integradas Ipitanga (PRS- FACIIP) é construído a partir

Leia mais

Mostra de Projetos 2011. Projovem em Ação

Mostra de Projetos 2011. Projovem em Ação Mostra de Projetos 2011 Projovem em Ação Mostra Local de: Londrina. Categoria do projeto: Projetos em implantação, com resultados parciais. Nome da Instituição/Empresa: Prefeitura Municipal Santa Cecilia

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES edsoncrisostomo@yahoo.es

Leia mais

PÚBLICO-ALVO Assistentes sociais que trabalham na área da educação e estudantes do curso de Serviço Social.

PÚBLICO-ALVO Assistentes sociais que trabalham na área da educação e estudantes do curso de Serviço Social. OBJETIVOS: Promover o debate sobre o Serviço Social na Educação; Subsidiar as discussões para o Seminário Nacional de Serviço Social na Educação, a ser realizado em junho de 2012 em Maceió-Alagoas; Contribuir

Leia mais

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES EDIT MARIA ALVES SIQUEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA). Resumo Diferentes instrumentos de avaliação (ENEM, SIMAVE) tem diagnosticado o despreparo dos alunos

Leia mais

Projeto de Ações para o Serviço Psicológico do Setor Socioeducacional da Faculdade ASCES

Projeto de Ações para o Serviço Psicológico do Setor Socioeducacional da Faculdade ASCES Projeto de Ações para o Serviço Psicológico do Setor Socioeducacional da Faculdade ASCES Jovanka de Freitas S. Limeira Psicóloga Setor Socioeducacional Caruaru 2014 APRESENTAÇÃO O presente projeto sugere

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS FORMAÇÃO EM PSICOLOGIA E POLITICAS PÚBLICAS: UMA APROXIMAÇÃO DO CRPRS COM O MEIO ACADÊMICO

Leia mais

Relat a óri r o Despert r ar r 2 013

Relat a óri r o Despert r ar r 2 013 Relatório Despertar 2013 2 Apoiada na crença de que é possível contribuir para o desenvolvimento humano na totalidade dos seus potenciais, a Associação Comunitária Despertar, realiza anualmente ações que

Leia mais

PROGRAMA ULBRASOL. Palavras-chave: assistência social, extensão, trabalho comunitário.

PROGRAMA ULBRASOL. Palavras-chave: assistência social, extensão, trabalho comunitário. PROGRAMA ULBRASOL Irmo Wagner RESUMO Com a intenção e o propósito de cada vez mais fomentar e solidificar a inserção da Universidade na Comunidade em que encontra-se inserida, aprimorando a construção

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE FUNDAÇÃO ASSISTÊNCIA SOCIAL E CIDADANIA

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE FUNDAÇÃO ASSISTÊNCIA SOCIAL E CIDADANIA PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE FUNDAÇÃO ASSISTÊNCIA SOCIAL E CIDADANIA 1 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO PROJETO TÉCNICO: ACESSUAS TRABALHO / PRONATEC EQUIPE RESPONSÁVEL: Proteção Social Básica PERÍODO: Setembro

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL E A PRÁTICA PROFISSIONAL NA CASA DA ACOLHIDA

O SERVIÇO SOCIAL E A PRÁTICA PROFISSIONAL NA CASA DA ACOLHIDA O SERVIÇO SOCIAL E A PRÁTICA PROFISSIONAL NA CASA DA ACOLHIDA LEMOS, Josiane (estágio I), e-mail: lemosjosi@hotmail.com SANTOS, Lourdes de Fátima dos (estágio I). e-mail: lurdesfsantos84@hotmail.com SCHEMIGUEL,

Leia mais

Por uma pedagogia da juventude

Por uma pedagogia da juventude Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se

Leia mais

introdução Trecho final da Carta da Terra 1. O projeto contou com a colaboração da Rede Nossa São Paulo e Instituto de Fomento à Tecnologia do

introdução Trecho final da Carta da Terra 1. O projeto contou com a colaboração da Rede Nossa São Paulo e Instituto de Fomento à Tecnologia do sumário Introdução 9 Educação e sustentabilidade 12 Afinal, o que é sustentabilidade? 13 Práticas educativas 28 Conexões culturais e saberes populares 36 Almanaque 39 Diálogos com o território 42 Conhecimentos

Leia mais

O ENVELHECIMENTO SOB A ÓTICA MASCULINA

O ENVELHECIMENTO SOB A ÓTICA MASCULINA O ENVELHECIMENTO SOB A ÓTICA MASCULINA Por: DANIELA NASCIMENTO AUGUSTO (Técnica em Gerontologia e Terapeuta Ocupacional) DIEGO MIGUEL (Artista Plástico, Técnico em Gerontologia e Coordenador do NCI Jova

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE PROJETO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ

Leia mais

O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA

O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA Profª. Ms. Marilce da Costa Campos Rodrigues - Grupo de estudos e pesquisas em Política e Formação Docente: ensino fundamental

Leia mais

EDUCAÇÃO EM SAÚDE AMBIENTAL:

EDUCAÇÃO EM SAÚDE AMBIENTAL: EDUCAÇÃO EM SAÚDE AMBIENTAL: AÇÃO TRANSFORMADORA IV Seminário Internacional de Engenharia de Saúde Pública Belo Horizonte Março de 2013 Quem sou eu? A que grupos pertenço? Marcia Faria Westphal Faculdade

Leia mais

ARTIGO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO

ARTIGO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO ARTIGO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO Resumo: O presente artigo pretende refletir sobre os problemas ambientais em nossa sociedade, em especial, sobre o

Leia mais

O BENEFÍCIO EVENTUAL CESTA BÁSICA NA VIDA DOS USUÁRIOS DO CENTRO DE REFERÊNCIA DA ASSISTÊNCIA SOCIAL (CRAS) DO BAIRRO PADRE ZÉ

O BENEFÍCIO EVENTUAL CESTA BÁSICA NA VIDA DOS USUÁRIOS DO CENTRO DE REFERÊNCIA DA ASSISTÊNCIA SOCIAL (CRAS) DO BAIRRO PADRE ZÉ O BENEFÍCIO EVENTUAL CESTA BÁSICA NA VIDA DOS USUÁRIOS DO CENTRO DE REFERÊNCIA DA ASSISTÊNCIA SOCIAL (CRAS) DO BAIRRO PADRE ZÉ Adrianny Gomes de Mendonça 1 Alanne Stephany Francelino de Araújo 2 Amanda

Leia mais

O Suas Sistema Único da Assistência Social em perspectiva Valéria Cabral Carvalho, CRESS nº 0897 Luiza Maria Lorenzini Gerber, CRESS nº 0968

O Suas Sistema Único da Assistência Social em perspectiva Valéria Cabral Carvalho, CRESS nº 0897 Luiza Maria Lorenzini Gerber, CRESS nº 0968 O Suas Sistema Único da Assistência Social em perspectiva Valéria Cabral Carvalho, CRESS nº 0897 Luiza Maria Lorenzini Gerber, CRESS nº 0968 Com a Constituição Federal de 1988, a Assistência Social passa

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Anais. III Seminário Internacional Sociedade Inclusiva. Ações Inclusivas de Sucesso

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Anais. III Seminário Internacional Sociedade Inclusiva. Ações Inclusivas de Sucesso Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Anais III Seminário Internacional Sociedade Inclusiva Ações Inclusivas de Sucesso Belo Horizonte 24 a 28 de maio de 2004 Realização: Pró-reitoria de Extensão

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE BAURU ESTADO DE SÃO PAULO Secretaria Municipal do Bem Estar Social

PREFEITURA MUNICIPAL DE BAURU ESTADO DE SÃO PAULO Secretaria Municipal do Bem Estar Social Padrão Normativo da Rede de Proteção Social Básica Programa de Inclusão Produtiva de 3º Fase Auxílio Produção Administração: Rodrigo Antônio de Agostinho Mendonça Secretária do Bem Estar Social: Darlene

Leia mais

PROJETO interação FAMÍLIA x ESCOLA: UMA relação necessária

PROJETO interação FAMÍLIA x ESCOLA: UMA relação necessária PROJETO interação FAMÍLIA x ESCOLA: UMA relação necessária Apoio: Secretária municipal de educação de santo Afonso PROJETO INTERAÇÃO FAMÍLIA X ESCOLA: UMA RELAÇÃO NECESSÁRIA. É imperioso que dois dos principais

Leia mais

VIGILÂNCIA SOCIAL E A GESTÃO DA INFORMAÇÃO: A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO

VIGILÂNCIA SOCIAL E A GESTÃO DA INFORMAÇÃO: A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO VIGILÂNCIA SOCIAL E A GESTÃO DA INFORMAÇÃO: A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO CONCEITUANDO... Vigilância Social : Produção e sistematização de informações territorializadas sobre

Leia mais

A Política Nacional de Assistência Social na Perspectiva do Sistema Único - SUAS

A Política Nacional de Assistência Social na Perspectiva do Sistema Único - SUAS A Política Nacional de Assistência Social na Perspectiva do Sistema Único - SUAS Deliberação da IV Conferência Nacional; Garantia de acesso aos direitos socioassistenciais; Modelo democrático e descentralizado

Leia mais

TRANSVERSALIDADE. 1 Educação Ambiental

TRANSVERSALIDADE. 1 Educação Ambiental TRANSVERSALIDADE Os temas transversais contribuem para formação humanística, compreensão das relações sociais, através de situações de aprendizagens que envolvem a experiência do/a estudante, temas da

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Elisa Maçãs IDÉIAS & SOLUÇÕES Educacionais e Culturais Ltda www.ideiasesolucoes.com 1

Leia mais

Levantamento dos Programas de Atendimento à Primeira Infância no Rio de Janeiro. www.ciespi.org.br

Levantamento dos Programas de Atendimento à Primeira Infância no Rio de Janeiro. www.ciespi.org.br Levantamento dos Programas de Atendimento à Primeira Infância no Rio de Janeiro Foram utilizadas as seguintes categorias para o levantamento: executores, objetivos e público-alvo. Espaço de Desenvolvimento

Leia mais

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE Sérgio Dal-Ri Moreira Pontifícia Universidade Católica do Paraná Palavras-chave: Educação Física, Educação, Escola,

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL NA EDUCAÇÃO: UMA RELAÇÃO NECESSÁRIA PARA SE COMPREENDER A COMPLEXIDADE DO ENSINO/APRENDIZADO BRASILEIRO.

SERVIÇO SOCIAL NA EDUCAÇÃO: UMA RELAÇÃO NECESSÁRIA PARA SE COMPREENDER A COMPLEXIDADE DO ENSINO/APRENDIZADO BRASILEIRO. SERVIÇO SOCIAL NA EDUCAÇÃO: UMA RELAÇÃO NECESSÁRIA PARA SE COMPREENDER A COMPLEXIDADE DO ENSINO/APRENDIZADO BRASILEIRO. Resumo Paula Lopes Gomes - Universidade Estadual da Paraíba. E-mail: paulagomes20@msn.com

Leia mais

1.3. Planejamento: concepções

1.3. Planejamento: concepções 1.3. Planejamento: concepções Marcelo Soares Pereira da Silva - UFU O planejamento não deve ser tomado apenas como mais um procedimento administrativo de natureza burocrática, decorrente de alguma exigência

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL E O GRUPO DE MULHERES DA LEGIÃO DA BOA VONTADE (LBV) DO MUNICÍPIO DE PONTA GROSSA

O SERVIÇO SOCIAL E O GRUPO DE MULHERES DA LEGIÃO DA BOA VONTADE (LBV) DO MUNICÍPIO DE PONTA GROSSA O SERVIÇO SOCIAL E O GRUPO DE MULHERES DA LEGIÃO DA BOA VONTADE (LBV) DO MUNICÍPIO DE PONTA GROSSA FIDUNIV, Gisele Regiane (estágio I), e-mail: isele34@yahoo.com.br KRAVICZ, Gisele Ferreira (supervisora

Leia mais

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Eixo temático 1: Fundamentos e práticas educacionais Telma Sara Q. Matos 1 Vilma L. Nista-Piccolo 2 Agências Financiadoras: Capes / Fapemig

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes FACULDADE ALFREDO NASSER INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO III PESQUISAR

Leia mais

AÇÕES DE POTENCIALIZAÇÃO DE JOVENS EM CUMPRIMENTO DE MEDIDA SOCIOEDUCATIVA ATENDIDOS NO CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO DA ASISTÊNCIA SOCIAL

AÇÕES DE POTENCIALIZAÇÃO DE JOVENS EM CUMPRIMENTO DE MEDIDA SOCIOEDUCATIVA ATENDIDOS NO CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO DA ASISTÊNCIA SOCIAL AÇÕES DE POTENCIALIZAÇÃO DE JOVENS EM CUMPRIMENTO DE MEDIDA SOCIOEDUCATIVA ATENDIDOS NO CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO DA ASISTÊNCIA SOCIAL RESUMO AMORIM 1, Tâmara Ramalho de Sousa SIMÕES 2, Poliana

Leia mais

A participação social em programas e projetos governamentais de regularização urbana e ambiental 1

A participação social em programas e projetos governamentais de regularização urbana e ambiental 1 A participação social em programas e projetos governamentais de regularização urbana e ambiental 1 Juliano Varela de Oliveira 2 Cada cidade possui suas peculiaridades referentes às condições de sobrevivência

Leia mais

TUTORIA DE ESTÁGIO: CONTRIBUIÇÕES À FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES/AS

TUTORIA DE ESTÁGIO: CONTRIBUIÇÕES À FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES/AS TUTORIA DE ESTÁGIO: CONTRIBUIÇÕES À FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES/AS Gabriella Pizzolante da Silva Universidade Federal de São Carlos gabriellapizzolante@gmail.com Maria José da Silva Rocha - Universidade

Leia mais

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Eliane Aparecida Toledo Pinto Docente da Faculdade Municipal de Filosofia,

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL ADJUNTA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL-SUAS TRABALHANDO EM REDE

SECRETARIA MUNICIPAL ADJUNTA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL-SUAS TRABALHANDO EM REDE SECRETARIA MUNICIPAL ADJUNTA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL-SUAS TRABALHANDO EM REDE CONCEITO DE REDE Para as Ciências Sociais: conjunto de relações sociais entre um conjunto

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome POLÍTICA DE ATENDIMENTO AO IDOSO NO ÂMBITO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL - S U A S

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome POLÍTICA DE ATENDIMENTO AO IDOSO NO ÂMBITO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL - S U A S POLÍTICA DE ATENDIMENTO AO IDOSO NO ÂMBITO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL - S U A S MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME Data de Criação: 23 de janeiro de 2004. Objetivo: aumentar a intersetorialidade

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

Secretaria de Trabalho, Emprego e Promoção Social Piraí do Sul/PR: Órgão Gestor

Secretaria de Trabalho, Emprego e Promoção Social Piraí do Sul/PR: Órgão Gestor Secretaria de Trabalho, Emprego e Promoção Social Piraí do Sul/PR: Órgão Gestor RODRIGUES, Camila Moreira (estágio II), e-mail:camila.rodrigues91@hotmail.com KUSDRA, Rosiele Guimarães (supervisora), e-mail:

Leia mais

TRABALHO SOCIAL COM FAMÍLIAS NO SUAS IRACI DE ANDRADE DRA. SERVIÇO SOCIAL

TRABALHO SOCIAL COM FAMÍLIAS NO SUAS IRACI DE ANDRADE DRA. SERVIÇO SOCIAL TRABALHO SOCIAL COM FAMÍLIAS NO SUAS IRACI DE ANDRADE DRA. SERVIÇO SOCIAL OBJETIVO DO CURSO Capacitar trabalhadores da assistência social para a utilização dos instrumentos técnico-operativos trabalho

Leia mais

TEXTO 2 A EFETIVAÇÃO DO ACOMPANHAMENTO FAMILIAR: AS ATRIBUIÇÕES DA GESTÃO E DAS EQUIPES MUNICIPAIS. 1.

TEXTO 2 A EFETIVAÇÃO DO ACOMPANHAMENTO FAMILIAR: AS ATRIBUIÇÕES DA GESTÃO E DAS EQUIPES MUNICIPAIS. 1. TEXTO 2 A EFETIVAÇÃO DO ACOMPANHAMENTO FAMILIAR: AS ATRIBUIÇÕES DA GESTÃO E DAS EQUIPES MUNICIPAIS. 1. Com base no estudo do texto anterior, pode-se constatar que o Bolsa Família pode ser compreendido

Leia mais

ANEXO II DIRETRIZES DOS SERVIÇOS DAS LINHAS DE AÇÃO DO EDITAL 001/SEMFAS/FMAS/2015

ANEXO II DIRETRIZES DOS SERVIÇOS DAS LINHAS DE AÇÃO DO EDITAL 001/SEMFAS/FMAS/2015 ANEXO II DIRETRIZES DOS SERVIÇOS DAS LINHAS DE AÇÃO DO EDITAL 001/SEMFAS/FMAS/2015 LINHA DE AÇÃO I: SERVIÇO DE PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA DE SERVIÇO DE CONVIVÊNCIA E FORTALECIMENTO DE VÍNCULOS PARA CRIANÇAS

Leia mais

ROGÉRIO SANTOS FERREIRA INTERVENÇÕES GRUPAIS VIOLÊNCIA URBANA NO TERRITÓRIO

ROGÉRIO SANTOS FERREIRA INTERVENÇÕES GRUPAIS VIOLÊNCIA URBANA NO TERRITÓRIO 1 Universidade Federal de São Paulo Campus Baixada Santista Programa de Pós-Graduação Ensino em Ciências da Saúde ROGÉRIO SANTOS FERREIRA INTERVENÇÕES GRUPAIS VIOLÊNCIA URBANA NO TERRITÓRIO SANTOS 2014

Leia mais

SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA

SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA Romaldo Bomfim Medina Jr 1 Luciane Silva Ramos 2 Fernanda Franceschi de Freitas 3 Carmem Lúcia Colomé Beck 4 O movimento

Leia mais

A AÇÃO COMUNITÁRIA NO PROJOVEM. Síntese da proposta de Ação Comunitária de seus desafios 2007

A AÇÃO COMUNITÁRIA NO PROJOVEM. Síntese da proposta de Ação Comunitária de seus desafios 2007 A AÇÃO COMUNITÁRIA NO PROJOVEM Síntese da proposta de Ação Comunitária de seus desafios 2007 A AÇÃO COMUNITÁRIA NO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO Dimensão formativa do programa voltada à educação para a cidadania

Leia mais

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos:

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos: 1 INTRODUÇÃO Sobre o Sou da Paz: O Sou da Paz é uma organização que há mais de 10 anos trabalha para a prevenção da violência e promoção da cultura de paz no Brasil, atuando nas seguintes áreas complementares:

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

VII JORNADA DE ESTAGIO DE SERVIÇO SOCIAL A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL DO MUNICIPIO DE CARAMBEÍ PR.

VII JORNADA DE ESTAGIO DE SERVIÇO SOCIAL A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL DO MUNICIPIO DE CARAMBEÍ PR. VII JORNADA DE ESTAGIO DE SERVIÇO SOCIAL A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL DO MUNICIPIO DE CARAMBEÍ PR. Resumo: CARNEIRO, Alana Caroline 1. SIVEIRA, Adriane 2. SOUZA,

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

Protocolo de Gestão Integrada de Serviços, Benefícios e Transferências de Renda no âmbito do Sistema Único de Assistência Social

Protocolo de Gestão Integrada de Serviços, Benefícios e Transferências de Renda no âmbito do Sistema Único de Assistência Social Protocolo de Gestão Integrada de Serviços, Benefícios e Transferências de Renda no âmbito do Sistema Único de Assistência Social Ms. Waleska Ramalho Ribeiro - UFPB A concepção republicana do SUAS requer

Leia mais

CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL

CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL Somos especializados na identificação e facilitação de soluções na medida em que você e sua empresa necessitam para o desenvolvimento pessoal, profissional,

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social ASSOCIAÇÃO REVIVER DE ASSISTÊNCIA AO PORTADOR DO VÍRUS HIV

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social ASSOCIAÇÃO REVIVER DE ASSISTÊNCIA AO PORTADOR DO VÍRUS HIV VIII Jornada de Estágio de Serviço Social ASSOCIAÇÃO REVIVER DE ASSISTÊNCIA AO PORTADOR DO VÍRUS HIV HEY, Claudia Maria 1 BONOMETO, Tatiane Caroline 2 TRENTINI, Fabiana Vosgerau 3 Apresentador (es): Claudia

Leia mais

Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara de Vereadores e demais Edis.

Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara de Vereadores e demais Edis. MENSAGEM Nº. 02/2013 Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara de Vereadores e demais Edis. Com nossos cordiais cumprimentos encaminhamos a V. Exa. e digníssimos Pares dessa R. Casa Legislativa, o Projeto

Leia mais

A PRÁTICA PROFISSIONAL DO ASSISTENTE NA APAM-ASSOCIAÇÃO DE PROMOÇÃO A MENINA DE PONTA GROSSA.

A PRÁTICA PROFISSIONAL DO ASSISTENTE NA APAM-ASSOCIAÇÃO DE PROMOÇÃO A MENINA DE PONTA GROSSA. A PRÁTICA PROFISSIONAL DO ASSISTENTE NA APAM-ASSOCIAÇÃO DE PROMOÇÃO A MENINA DE PONTA GROSSA. SILVA, Jessica Da¹. NADAL, Isabela Martins². GOMES, R.C. Ana³. RESUMO: O presente trabalho é referente à prática

Leia mais

PROTEÇÃO INTEGRAL EM REDES SOCIAIS

PROTEÇÃO INTEGRAL EM REDES SOCIAIS PROTEÇÃO INTEGRAL EM REDES SOCIAIS ENCONTRO DE GRUPOS REGIONAIS DE ARTICULAÇÃO- ABRIGOS - SÃO PAULO O QUE É UMA REDE DE PROTEÇÃO SOCIAL? sistemas organizacionais capazes de reunir indivíduos e instituições,

Leia mais

A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID

A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID Victor Silva de ARAÚJO Universidade Estadual da Paraiba sr.victorsa@gmail.com INTRODUÇÃO A monitoria é uma modalidade

Leia mais