Sarah Cirilo Andujar Hernandes Prof. M.Sc. Marcela Monteiro de Oliveira Lasmar -

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1 CONSTRUINDO UM SUJEITO DE AÇÃO uma nova concepção do contexto social através das vivências CONSTRUCTING A SUBJECT OF ACTION a new concept in the social context through life experiences Sarah Cirilo Andujar Hernandes Prof. M.Sc. Marcela Monteiro de Oliveira Lasmar - RESUMO Com o intuito de fortalecer a família e as comunidades, o Centro de Referência de Assistência Social CRAS através de um acompanhamento realizado por profissionais voltados ao atendimento socioassistencial familiar, promove serviços de proteção básica, através de programas assistenciais, grupos socioeducativos e de geração de renda. O Estágio de Núcleo Básico III realizado por meio de atividades socioeducativas objetivou, através de reflexões com grupos de geração de renda, possibilitar a emancipação e autonomia das integrantes; facilitar a construção de uma concepção crítica do sujeito e do contexto social em que estão inseridos (sujeito de ação). Foi realizado também um levantamento bibliográfico acerca da temática e área de atuação, como também discussões sobre a Psicologia Comunitária e seu processo de desenvolvimento e expansão, novas estratégia para atuação e inserção do Psicólogo na comunidade e a instituição CRAS como um novo campo de atuação e seus desafios. Palavras-chave: Autonomia. Emancipação. Sujeito de ação. CRAS. Psicologia Comunitária. ABSTRACT The Center of Reference of Social Assistance CRAS strives to strengthen the family and community through a professional who gives social assistance through programs of basic protection which promote the production of revenue and social educational groups. The objective of the Internship of the III Basic Nucleus was done through socio-educational activities and groups reflecting on how to produce revenue, making possible emancipation and autonomy, through the construction of an auto-critical concept and of the social context where they are, seeing the importance of being a subject of action, having confidence in one s capacity and potential. There was also a survey made to obtain a bibliography about the theme and area of action through discussions of development and expansion of Community Psychology; strategy of action and insertion of the psychologist in the community, and the institution of CRAS as a new field of action, with its challenges for the psychologist. Keywords: Autonomy. Emancipation. Subject of Action. CRAS. Community Psychology.

2 INTRODUÇÃO A Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), em vigor desde 7 de dezembro de 1993, em seu Art. 1º afirma: A Assistência social, direito do cidadão e dever do Estado, é Política de Seguridade Social não contributiva, que provê os mínimos sociais, realizada através de um conjunto integrado de ações de iniciativa pública e da sociedade, para garantir o atendimento às necessidades básicas. Portanto, a Assistência Social é dever do Estado e direito do cidadão, e não um favor realizado pelas políticas públicas. Trata-se de um conjunto integrado de ações de iniciativa pública e da sociedade para compreensão do papel social da própria comunidade, sendo necessário que haja significação para o sujeito quanto a ações providenciadas pela atual política pública. Recentemente os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) têm funcionado como um norteador para a atuação dos demais órgãos de Política Assistencial, atendendo famílias que se encontram em situação de vulnerabilidade social, devido à pobreza e à fragilização de vínculos afetivos e de pertencimento social. Desta forma, visando a emancipação de seus usuários, o CRAS também tem por objetivo realizar atividades que promovam sua autonomia, inserção social e fortalecimento de vínculos. Os beneficiários dos Programas Sociais (Bolsa Família, Renda Cidadã, Ação Jovem, Plano de Atenção Integral a Família PAIF entre outros) atualmente têm realizado reuniões e atividades socioeducativas, como também, oficinas de artesanato no Centro de Referência de Assistência Social CRAS de Getulina. Tais programas visam, através do benefício, dar apoio a famílias em situação de pobreza, e com as atividades socioeducativas e de grupos de geração de renda, dar subsídios para construção de um sujeito de ação. Todavia, o que se tem observado é uma grande dificuldade para que tal construção efetive-se. Diante desta problemática, percebeu-se a necessidade de trabalhar a trajetória realizada para uma verdadeira construção social, ou seja, os fatores psicossociais que estão por trás da esperada emancipação desses sujeitos que necessitam de atendimento básico, dos benefícios e dos programas

3 socioassistenciais. Neste sentido, a atuação e inserção do psicólogo neste novo campo de trabalho, a Psicologia Social Comunitária, torna-se um veículo que pode auxiliar para mediar o processo de construção da autonomia e ressignificação pessoal e social do sujeito. A seguir será apresentada uma breve revisão da literatura acerca da temática, no que diz respeito a fomentar uma nova concepção de sujeito. Serão discutidas também formas de intervenção profissional e sua construção teórica diante de um novo campo de trabalho, de acordo com temas sugeridos diante da demanda levantada, conforme a realidade dos grupos de geração de renda de crochê e de idosos atendidos pelo projeto. 1 PSICOLOGIA SOCIAL COMUNITÁRIA A Psicologia Social Comunitária, diante de toda sua história, passou por um processo de desenvolvimento que se iniciou nas décadas de 60 e 70 com o propósito de deselitizar a Psicologia e aproximar-se mais da população deixando de ser realizada somente nos consultórios e escolas e passando a atuar na comunidade. Só a partir dos anos de 1985, a expressão psicologia social comunitária adquire força maior, tornando seu uso mais frequente, voltada para a comunidade e estabelecendo diferenciação à prática assistencialista, uma vez que compreende o homem como sendo sócio-historicamente construído e ao mesmo tempo construindo as concepções a respeito de si mesmo, dos outros homens e do contexto social (FREITAS, 1996, p 73). Todavia, não com apelos de trabalho de caridade e voltado para os mais desfavorecidos de modo que ela fique em uma posição de mera receptora dos benefícios e serviços fornecidos pelo psicólogo, e sim que possibilite mudança das condições vividas cotidianamente pela população, através de um trabalho de conscientização crítica, facilitando que o grupo/comunidade construa as alternativas de ação. Assim, o psicólogo deve assumir um papel de analista facilitador que possibilite à população a construção de formas mais dignas, éticas e humanas de

4 convivência comunitária assumindo a própria história. Góis (1993 apud CAMPOS, 1996, p.11) afirma ser a psicologia comunitária:...uma área da Psicologia Social que estuda a atividade do psiquismo decorrente do modo de vida do lugar/comunidade; estuda o sistema de relações e representações, identidade, níveis de consciência, identificação e pertinência dos indivíduos ao lugar/comunidade e aos grupos comunitários. Visa o desenvolvimento dos moradores como sujeitos históricos e comunitários, através de um esforço interdisciplinar que perpassa o desenvolvimento dos grupos e da comunidade. (...) Seu problema central é a transformação do indivíduo em sujeito. Por meio da conscientização, procura-se trabalhar com grupos para que assumam seu papel na comunidade de sujeitos da própria história, conscientes e capazes de solucionar os problemas enfrentados, devido às condições sóciopolíticas por eles vivenciadas. Essa transformação é problema central, devido à dificuldade do profissional de Psicologia em inserir-se na comunidade. Atualmente dois modos de inserção têm norteado o psicólogo segundo Freitas (1998), em seu artigo Inserção na comunidade e análise de necessidades, reflexões sobre a prática do psicólogo : a) objetos de trabalho definidos a priori; b) objetos norteadores de trabalho definidos a posteriori. O primeiro modo de inserção, definidos a priori, tem seus limites sobre o que fazer mais claros e pré-definidos. Torna-se mais fácil e menos incerto encontrar causa dos comportamentos psicossociais e os instrumentos a serem utilizados, mas delimita o papel do profissional em relação à comunidade, e assim o psicólogo assume um papel de identidade inquestionável. Da mesma forma, a comunidade, assume seu papel imutável e inquestionável, fortalecendo o conformismo e a passividade, tornando-se mera receptora dos serviços e benefícios fornecidos pelo psicólogo. Esse modo de inserção é mais visto em diversas instituições de política pública, não havendo uma conscientização e produção quanto à transformação do indivíduo em sujeito de ação. Quanto aos norteadores dos trabalhos definidos a posteriori, o trabalho é definido após serem levantadas:...alternativas de ação, juntamente com a população para que esta possa assumir a sua própria história, e tentar construir formas mais dignas, éticas e humanas de convivência comunitária, construindo um mundo

5 psicossocial em coerência com essas preocupações (FREITAS, 1998 p. 181). Esta forma de inserção vê o homem em sua totalidade histórica, em movimento e protagonista da sua história particular e coletiva, construindo relações cotidianas que contribuam para uma vida mais digna e humana. Como dito anteriormente, o psicólogo nesta situação é uma espécie de analista facilitador para a construção do mundo psicossocial. Importante salientar que após todo esse processo histórico percorrido pela psicologia social comunitária, atualmente o profissional tem conquistado um espaço muito importante. Segundo Bock (1999 p. 323), hoje coloca-se ao psicólogo a exigência do compromisso social:... se coloca essa exigência porque as condições de vida do nosso povo estão se deteriorando: há muita pobreza, muita carência e estas situações têm gerado sofrimento psíquico e nós, psicólogos, já não podemos mais estar de costas para esta realidade. Por muito tempo a Psicologia compreendeu o homem a partir de uma visão naturalista, um modelo de intervenção médica, mas atualmente ela vem se transformando e se aproximando de visões concretas e históricas. Ao considerar o mundo social, cultural e psicológico é iniciado um processo de construção, um modelo de relação onde compreende-se a influência de ambos, ou seja, o mundo psicológico é constituído a partir das relações sociais e culturais e estas, por sua vez, se constroem permeadas pelas características dos sujeitos, de forma dicotômica. Não se deve, portanto, considerar o mundo psicológico separado do mundo social; o sujeito é construído a partir de um modelo de relação entre esses dois mundos. 2 INSTITUIÇÃO CRAS, UM NOVO CAMPO DE ATUAÇÃO E INSERÇÃO DO PSICÓLOGO Através do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), o Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) foi implantado para a proteção social básica de caráter preventivo. O CRAS é um campo onde o Psicólogo atua como psicólogo social comunitário articulando com um plano de trabalho em conjunto com uma equipe interdisciplinar destinado à população em situação de vulnerabilidade social

6 decorrente da pobreza, privação e fragilização de vínculos afetivos relacionais e de pertencimento social (discriminações etária, éticas, de gênero ou por deficiências, dentre outras). (CREPOP, 2007, p. 22). Quanto ao seu papel, o psicólogo deve se atentar à área de abrangência da instituição, almejando sempre provocar impactos na subjetividade do sujeito, tendo como foco central a construção do protagonismo e da autonomia. Para que haja superação das condições de vulnerabilidade social e potencialidades de risco, é preciso intervir de forma que promova o desenvolvimento da autonomia, oportunize a consciência e empoderamento da pessoa, grupos e da comunidade, enfatizando as relações do sujeito com o seu contexto, trabalhando de forma que venha prevenir as situações de risco e contribua para o desenvolvimento das potencialidades com base na Lei orgânica da Assistência Social LOAS Art. 4. O psicólogo que atua no CRAS tem grandes desafios de trabalho, pois além de atuar em uma instituição recente, estando em constantes adaptações, depara com uma população que está culturalmente habituada com uma política assistencialista. Diante desta situação, tem dificuldades em obter resultados que realmente contribuam para desenvolvimento psicossocial da comunidade. Não obstante, diante de um campo ainda em descobertas, o profissional poderá criar diversos instrumentais, formas de inserção que venham a aprimorar seu trabalho, fazendo com que ele atinja a comunidade em suas reais vulnerabilidades, partindo de uma nova política de Assistência Social, que propõe agregar-se às demais políticas públicas para a efetivação de um sistema de garantia de direitos. Os profissionais envolvidos têm lutado para que as políticas assistenciais não sejam mais vistas como um órgão de doações ou esmolas e sim, como uma política social comunitária, auxiliando na construção e transformação de sujeitos de sua própria história, ainda de forma lenta e gradual, mas eficaz. 3 PERCURSO REALIZADO Ter contato com grupos de orientação socioeducativa e desenvolver atividades com eles, possibilitou uma articulação teórica e prática, um aprofundamento das realidades trazidas pelos usuários, levantamento das vulnerabilidades, acesso à construção social e aos núcleos familiares e suas

7 diferentes formações. Para que fossem decididos os temas a serem abordados foi necessário fazer um levantamento da demanda de cada grupo de artesanato, por meio de um questionário, onde havia alternativas para que as usuárias escolhessem os temas a serem refletidos, temas estes propostos por meio de uma prévia observação das atividades e dos assuntos por elas discutidos durante a elaboração das peças de artesanato. Baseado nos temas, pôde ser realizada a organização das atividades e dos conteúdos trabalhados em grupo. Dentro dos sete grupos de geração de renda (um de crochê, um de decoupage, um de vagonite, dois de pintura em tecido e dois de bordado em fitas) realizados no CRAS, apenas dois foram escolhidos devido a maior vulnerabilidade social e fragilidade de vínculos e afetos. A partir deste momento, os encontros iniciaram-se, com os seguintes temas desenvolvidos: sexualidade (autoestima, autoimagem e cuidados pessoais); relacionamento (afetivo, familiar e social); e trabalho (dignificação do eu e independência financeira). Cada encontro teve duração média de 50 minutos cada um; concluindo com uma avaliação do grupo sobre o que fora discutido. Os encontros iniciaram com uma frequência de seis integrantes e encerraram com dez, com atividades de interação e reflexão (dinâmicas, colagens, trechos de filmes, orientação de profissionais especializados e debates). Foi motivador o fato de o número de integrantes aumentarem, pois diante do histórico dos grupos realizados anteriormente pelo psicólogo da instituição, o número tendia a diminuir. Devido ao grupo ser aberto a novas integrantes, foi levantado um questionamento em supervisão, se isto não atrapalharia o desenvolvimento do grupo, pois poderia haver inibição por parte de algumas usuárias em expor suas vivências a pessoas estranhas, mas isso não ocorreu. Ao contrário, as novas integrantes auxiliaram para melhor interação grupal. Houve um grande apoio da instituição para aplicação do projeto e isso cooperou para sua eficiência. Vendo a importância do trabalho e sua eficácia manifestou-se interesse em aderir a esta estratégia para ser desenvolvida em outros grupos beneficiários.

8 O objetivo do projeto desenvolvido foi promover a autonomia e a ressignificação do sujeito diante de sua conjectura, suas potencialidades e fortalecer os vínculos afetivos e de pertencimento social. Construir uma concepção crítica do sujeito e do contexto social em que estão inseridos, por meio de atividades reflexivas requerente de seus direitos, responsáveis quanto aos seus deveres como cidadão, foi uma tarefa que não dispensou esforços. O primeiro obstáculo enfrentado foi fazer de cada encontro um momento de reflexão e assim possibilitar às integrantes reconhecer sua capacidade de partilhar a existência, coexistindo com ela e pertencendo a ela, podendo transformar e interagir com sua realidade. Como dito anteriormente, cada encontro objetivava promover reflexão, e não dar soluções prontas, mas fazer com que elas (beneficiárias e usuárias do CRAS) encontrassem, refletissem e partilhassem de suas vulnerabilidades e tivessem contato com suas potencialidades, ressignificando seu contexto e vivências. Tais condições, ao criarem este clima facilitador de crescimento, propiciaram às integrantes, durante a vivência grupal, contato com os conflitos internos, gerando uma aceitação em relação a si mesmas e as reais necessidades, dentro de realidade, produzindo uma auto-compreensão de sujeito social. Com os temas discutidos nos encontros, elas puderam compartilhar de suas fragilidades, vínculos afetivos e sociais. Importante salientar que mesmo sendo o objetivo central do projeto fomentar no grupo uma concepção crítica do sujeito e do contexto social em que estão inseridos, ao relatarem suas vivências conteúdos emocionais foram trazidos em grupo, cooperando para um alívio de tensões afetivas e colaborando para um melhor desenvolvimento das atividades e reflexões dispensadas. Percebiam o espaço do grupo como um local onde podiam ser ouvidas, o que para muitas era algo totalmente novo. Isso teve consequências no desenvolvimento da autonomia e do protagonismo social das participantes, tendo em vista que se podiam ser ouvidas, podiam também falar, o que as despertou em muito para mudanças de atitudes mais passivas em atitudes mais ativas na família e no ambiente em que viviam. Diante do levantamento prévio realizado, observou-se que os temas discutidos atendeu a demanda grupal, pois houve interação, envolvimento e

9 participação durante as discussões. Durante cada encontro, notava-se interesse pelos assuntos e identificações ao ouvirem os relatos de outras usuárias. Quando se deparavam com questionamentos que visavam a uma reflexão sobre o que elas gostariam que fosse aperfeiçoado em sua vida e o que poderiam fazer para que isso ocorresse, em sua grande maioria dizia buscar a realização de seus sonhos. Para algumas, seria encontrar um emprego e para outras, era não ter depressão e ser feliz com a família. Dessa forma, foram despertadas tomadas de iniciativa, confiança em suas potencialidades e capacidade de realizações, o que colaborou para que as atividades fossem desenvolvidas com segurança e confiança no trabalho desempenhado, consequentemente, refletindo no resultado final do projeto. CONCLUSÃO Nesses encontros, pôde ser observado um crescimento das usuárias em direção à emancipação e autonomia, mas muito há de ser feito para que se conclua o proposto (concepção crítica de sujeito), porém, não podendo anular os resultados adquiridos até o momento superando as expectativas. Houve a formação de um grupo coeso e integrado, ocorreu uma boa articulação e interação com as demais usuárias, observando, através de seus depoimentos, impacto em sua realidade. O fato de estar estagiando na instituição CRAS favoreceu o trabalho desenvolvido, devido à aproximação com a realidade das usuárias, por meio de visitas domiciliares, acompanhamento das atividades desenvolvidas pela psicóloga nos grupos familiares e a observação das beneficiárias nas atividades de geração de renda. Percebeu-se, neste sentido, como a reflexão sobre si enquanto sujeito de sua história, com limitações, mas também com conquistas, permitiu-lhes uma visão de sujeito imbricado culturalmente, construído numa trama de relações, o que corrobora a ideia de Freitas (1998) de que o profissional, atuando nessa área, deve proporcionar alternativas de ação junto à população para que esta assuma a própria história.

10 Espera-se que cada vez mais iniciativas sejam tomadas no sentido de levar o sujeito à sua emancipação, iniciativas estas que fomentem o compromisso social do profissional para assim conceber novas estratégias de atuação e inserção do psicólogo na comunidade, para forma atingir ativamente a sociedade enxergando-a composta por indivíduos intersubjetivos e sujeitos de sua própria história. Este é um processo que deve ser iniciado desde a formação do profissional por meio de uma relação dinâmica com a Instituição aqui representada pelos educadores, tornando-se necessário haver também uma ressignificação quanto ao papel do psicólogo inserido na sociedade. REFERÊNCIAS CAMPOS, R. H. de F. (Org.). Psicologia Social Comunitária. Petrópolis, RJ: Vozes, CREPOP, Referências Técnicas, para atuação do/a Psicólogo/a no CRAS/SUAS. Brasília, LOAS, Lei Orgânica da Assistência Social. Decreto n 5.003, de 19 de maio de Brasília-DF, Novembro, FREITAS, M. F. Q. Inserção na comunidade e análise de necessidades: reflexões sobre a prática do psicólogo. Psicol. Reflex. Crit. Porto Alegre, v. 11, n. 1, SNAS, Proteção Básica do Sistema Único de Assistência Social. Brasília, BOCK, A. M. B. A Psicologia a caminho do novo século: identidade profissional e compromisso social. Estud. psicol. (Natal), Natal, v. 4, n. 2,dic Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=s x &lng=es&nrm=iso>. Acesso em 12 agosto 2009.

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