Eu também fui arrastada...

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Eu também fui arrastada..."

Transcrição

1 1 Eu também fui arrastada... Elizabeth M. F. Araújo Lima 1 Eu também fui arrastada para as ruas, mesmo sem ter facebook... O noticiário da TV falava de vandalismo, jovens quebrando tudo por causa de uns poucos centavos... a produção do medo ganhando novos contornos. Depois os amigos, os estudantes, os colegas, os filhos, o namorado. Redes de afeto me conectando aos acontecimentos. Alguns professores da USP iam se encontrar na frente da Estação de Metrô Butantã e caminhar juntos até o Largo da Batata. Fui com uma colega fazendo um trajeto parecido. O que me movia naquele momento era uma indignação, mais uma vez e sempre, com a forma como o Estado tinha respondido a uma manifestação política, expressão crítica de insatisfação e revolta. Forma que tem se repetido insuportavelmente em todos os lugares: truculência e criminalização. Um amigo me lembrou de uma Assembleia de professores na USP, interrompida pela polícia jogando gás lacrimogêneo nos estudantes que faziam uma manifestação no Campus Pinheiros. A mesma polícia que, com aparato desproporcional, retirou os estudantes que haviam ocupado a reitoria da USP em 2011 para protestar contra sua presença no Campus e que, no ano seguinte, em uma ação de reintegração de posse, retirou violentamente milhares de famílias que viviam em uma área de São José dos Campos conhecida como Pinheirinho. Essas respostas truculentas aos movimentos políticos e sociais, que temos assistido a Polícia Militar protagonizar na cidade, no estado e no país, são, em geral, seguidas por coros de aprovação às declarações dos governantes de que a lei é para todos. Mas, como lembrava Raquel Rolnik em 2011, nossa legalidade não é feita apenas de infrações penais, mas também de direitos. Ou seja, são inaceitáveis, as desocupações violentas em favelas, os despejos forçados de milhares de pessoas sem teto e sem terra, as 1 Beth Lima é doutora em Psicologia Clínica pela Pontifíca Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), terapeuta ocupacional e professora do Curso de Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo (USP).

2 2 abordagens humilhantes a moradores de rua, as execuções sumárias, entre tantas outras situações cujos agentes são sempre a mesma PM. 2 Com o Movimento Passe Livre não foi diferente: a resposta foi policialesca e o discurso da mídia, com seu tom de desaprovação, mais uma vez criminalizava as lutas sociais. As primeiras notícias insistiam na gratuidade dos atos e em seu vandalismo. Mas, surpreendendo todas as expectativas, um pequeno grupo de jovens conseguiu alterar o campo de visibilidade. Ao contrário do que a mídia tentava fazer ver, os jovens do MPL colocaram em foco, com sua ação, o intolerável de uma situação que atravessa todos os habitantes de São Paulo: o deslocamento espacial impossível, violento, desumanizante, que enfrentamos todos os dias, cada um a seu modo, nesta megacidade. Este é um comum que nos habita. Este comum foi acionado, e deste comum o desejo se ampliou, levando cada um a encontrar a multidão de corpos que se reunia nas ruas e a sentir com eles algo que não é possível sentir em isolamento. Em outubro de 2011, Vladimir Safatle falou às pessoas que estavam reunidas no Vale do Anhangabaú participando do movimento Ocupa Sampa. Disse que elas eram parte de uma engrenagem montada inesperadamente em várias partes do mundo, em torno de uma noção central: nossa democracia não existe ainda, nossa democracia ainda não chegou, nós ainda esperamos uma democracia por vir. (Safatle, 2012, p. 47). Mas, já não se tratava mais de esperar por esta tal democracia por vir. O desejo era agora de experimentá-la. Um desejo sem foco e sem nome que arrastou a mim também. E fui. Nas tentativas de comunicação pelos celulares, que vez por outra funcionavam, consegui encontrar meu bando. Contaminados pela alegria geral, caminhamos muito, sentindo finalmente que a cidade era nossa. Descobrindo suas belezas, seus espaços, seus habitantes, tão díspares, tão interessantes, tão cheios de energia. 2 Raquel Rolnik. Truculência para todos? Disponível em: <http://raquelrolnik.wordpress.com/2011/11/10/truculencia-para-todos-mais-sobre-a-usp%20/>

3 3 A caminhada tinha um ar de festa. Um amigo me disse que vivia ali uma explosão de energia utópica represada. As palavras de ordem gritavam a coincidência de que sem polícia não há violência, e deslocavam o tradicional e revolucionário povo unido [que] jamais será vencido para a constatação simples e concreta de que o povo unido é gente pra caralho!. Foto: Julia Magalhães

4 4 Para aqueles de minha geração, que viveram as Diretas Já e outros tantos eventos de massa, acostumados com os carros de som a liderarem a turba, o passeio era uma surpresa e uma revelação. Como seria possível que as pessoas começassem a andar sem combinar previamente o trajeto? Quem iria decidir? Quem iria nos guiar? Foto: Julia Magalhães

5 5 Mas essas perguntas mal colocadas não atingiam o acontecimento que estava se dando ali. As decisões se faziam pelos corpos em conexão. E não precisavam de unanimidade. A multidão seguiu em várias direções e se espalhou pela cidade. Uma multidão feita de singularidades compartilhava um comum nos corpos, na sua potência de afetação e de invenção de mundos, no seu desejo de viver diferentemente. A multidão que se espalhava pela cidade, se espalhou também pelo país, problematizando o modo de fazer política que temos construído, lutando por uma vida mais digna e mais potente, enfrentando as injustiças que são tantas, e afirmando o direito à expressão, em suas variadas formas, à diferença, aos serviços públicos de qualidade, a uma existência mais interessante, mais alegre, menos capturada e vampirizada. Talvez pudéssemos pensar que assistimos, nesse inverno de 2013, a eclosão de um tipo de luta que, segundo Foucault, se caracteriza por um certo anarquismo na forma de colocar as questões e não espera solucionar problemas em um futuro preciso. Um tipo de luta que instaura um plano transversal de enunciação, no qual cada um passa a colocar em questão as instâncias de poder que lhe são mais próximas e a combater tudo aquilo que separa os indivíduos uns dos outros, tudo aquilo que rompe com a vida comunitária (Foucault, 2001). Mas, se havia um plano transversal comum de insatisfações e de desejos que atravessava as manifestações em localizações geográficas tão distintas e grupos tão díspares, a diferença de suas formas e de seus participantes não pode ser ignorada. A violência da polícia, o descaso e o mau funcionamento dos serviços públicos, os tempos vividos nos transportes coletivos ou em longas caminhadas em direção ao trabalho, as implicações concretas dos esquemas de corrupção, não são as mesmas para todos e nem são vividas da mesma forma por cada um que compõe a multidão. Para alguns, a política se faz com palavras, discursos, discussões, reivindicações, negociações, representações, eleições... para outros, já não é mais possível esperar respostas por vir, é preciso agir.

6 6 Esta polifonia de vozes, pensamentos e ações começou a assustar. As críticas diziam que o movimento estava acéfalo e não sabia o que queria. A insegurança quanto aos desdobramentos possíveis revelava-se numa proliferação de questionamentos: Do que seria capaz a multidão descontrolada? E os black blocs que vão às manifestações mascarados, o que querem e o que podem fazer? Que uso a direita fará desse descontrole e dessa potência? A impossibilidade de inserir o acontecimento em cálculos e previsões, e a ausência de uma compreensão que pudesse se fazer de imediato, levavam de volta a coordenadas que não conseguem dizer do acontecimento em sua singularidade. Sua falta de cabimento em grades explicativas já conhecidas passou a ser usada como combustível para a produção do medo. Mas é preciso ir além do medo, escapar a sua produção. E para isso é necessário suportar o incompreensível e sustentar as sensações produzidas nesse passeio junto a uma multidão por uma cidade que vai sendo reinventada por cada um. Sensações de um encontro inesperado com o mundo quando se estava acostumada a desertá-lo com facilidade. Sensações que provocam a criação de formas de vida e buscam um pensamento que possa acompanhá-las. Um pensamento que possa estar à altura do acontecimento, que possa problematizá-lo. Pensar sem tomar partido, sem escolher lados. Pensar as esperanças e os riscos de cada invenção. E foi assim que voltei uma vez mais a um texto inspiradíssimo do querido professor Luis Orlandi. Neste ponto, queria trazer para a conversa algumas notas a partir desse texto-presente, extremamente contemporâneo, no qual Orlandi confessava sua ignorância em relação ao que estamos ajudando a fazer de nós mesmos (Orlandi, 2002). De fato, parece muito difícil saber o que estamos ajudando a fazer, na medida mesma em que os fatos ocorrem. Mas, se não podemos saber de antemão o que estamos fazendo, podemos encontrar algumas regras éticas para o nosso agir. No mesmo texto, nosso professor nos dá pistas para formular essas regras, e uma delas aponta para o paradoxo do tempo em que vivemos no qual, no mesmo instante e em cada acontecimento, fica evidente simultaneamente

7 7 uma potência acentuada capaz de articular e de levar a cabo conjunções praticamente ilimitadas entre forças presentes ou atuantes no homem e os mais variados mini conjuntos do seu universo ambiente e um sistemático, cotidiano e envolvente sucateamento da humanidade. (Orlandi, 2002, p. 220). Assim, se não sabemos o que estamos fazendo de nós mesmos, vamo-nos dando conta, de forma irrecusável, de que cada gesto, cada fiapo das práticas cotidianas, está imerso em algo incontrolável, está ajudando a proliferar os fluxos incontroláveis (Orlandi, 2002, p. 228). O problema persiste. O que fazer estando imerso nessa turbulência que toca forças incontroláveis? Que qualidades de invenção e prudência são necessárias? Como agir, sabendo que enfrentamos, em cada situação, a grande serpente que se instalou em nossa maneira de viver e nas nossas relações com os outros? Agir em duas direções ao mesmo tempo, nos diz Orlandi (2002, p. 230): unir-se ao sujeito coletivo capaz de uma práxis revolucionária tal que seus atos mudarão a qualidade de todas as demais práticas ; unir-se, sim, mas mantendo nossa atenção à espreita prudência, arrojo e criatividade no nível de cada tentativa (Deleuze, 2010 apud Orlandi, 2002, p. 235). Parece simples, mas nada é mais complexo, clínico e político a um só tempo: unir-se ao sujeito coletivo, mantendo-se à espreita para avaliar ao nível de cada tentativa sua capacidade de resistência ou, ao contrário, sua submissão a um controle (Deleuze 2010 apud Orlandi, 2002, p. 235). As manifestações nos fizeram vislumbrar, como que por um flash, o intolerável de nossa época; e, ao mesmo tempo, nos deram a chance de esboçar o desenho de novas possibilidades de vida. Elas instauraram um acontecimento inapreensível que, como diz Deleuze, não se explica pelos estados de coisa que o suscita, não traz a solução de problemas e também não se esgota naquilo em que torna a cair. (Deleuze, 2000). Emergimos do nosso cotidiano, por um instante; produzimos novas maneiras de sentir, de se encontrar; experimentamos outras formas de agir. É isto que é preciso agarrar, nos mantendo atentos às composições das forças em jogo no panorama atual.

8 8 Manter-se à espreita, estar atento ao que acontece, ao que nos acontece. Talvez assim possamos nos afastar do medo que é constantemente produzido em nós, para experimentar com prudência as potências e os riscos deste mundo que é o nosso. E tudo isso, sobretudo, para lutar por uma vida não fascista. Referências DELEUZE, Gilles. Conversações. Trad. Peter P. Pelbart. São Paulo: Ed. 34, DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. O Anti-Édipo. Capitalismo e esquizofrenia 1. Trad. Luiz B. L. Orlandi. São Paulo: Ed. 34, FOUCAULT, Michel. El sujeto e el poder. El seminario ORLANDI, Luiz B. L. O que estamos ajudando a fazer de nós mesmos. In: RAGO, Margareth; ORLANDI, Luiz B. L.; VEIGA-NETO, Antônio (orgs). Imagens de Foucault e Deleuze: ressonâncias nietzscheanas. Rio de Janeiro: DP&A, SAFATLE, Vladimir. Amar uma ideia. In: HARVEY, David et al. (orgs). Occupy: movimentos de protestos que tomaram as ruas. São Paulo: Boitempo / Carta Maior, 2012.

Senador Pedro Taques Discurso Manifestações

Senador Pedro Taques Discurso Manifestações Senador Pedro Taques Discurso Manifestações Senhor presidente, Senhoras senadoras, senhores senadores Amigos das redes sociais que também estão nas ruas Estamos em época de competição de futebol. Nosso

Leia mais

Uma narrativa, uma história e um imaginário. Fernanda Cielo* 1

Uma narrativa, uma história e um imaginário. Fernanda Cielo* 1 Uma narrativa, uma história e um imaginário. Fernanda Cielo* 1 Meu nome é Maria Bonita, sou mulher de Vírgulino Ferreira- vulgo Lampiãofaço parte do bando de cangaceiros liderados por meu companheiro.

Leia mais

O QUE É A FILOSOFIA? DA CRIAÇÃO CONCEITUAL AO APRENDER 1

O QUE É A FILOSOFIA? DA CRIAÇÃO CONCEITUAL AO APRENDER 1 O QUE É A FILOSOFIA? DA CRIAÇÃO CONCEITUAL AO APRENDER 1 Jurandir Goulart Soares 2 Salvador Leandro Barbosa 3 Resumo: O presente trabalho pretende apontar a partir da contribuição dos filósofos franceses

Leia mais

Estudo de Caso. Cliente: Rafael Marques. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses

Estudo de Caso. Cliente: Rafael Marques. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses Estudo de Caso Cliente: Rafael Marques Duração do processo: 12 meses Coach: Rodrigo Santiago Minha idéia inicial de coaching era a de uma pessoa que me ajudaria a me organizar e me trazer idéias novas,

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 37 Discurso na cerimónia de retomada

Leia mais

A ética na pesquisa com seres humanos sob um ponto de vista psicanalítico

A ética na pesquisa com seres humanos sob um ponto de vista psicanalítico 1 A ética na pesquisa com seres humanos sob um ponto de vista psicanalítico Samyra Assad Foi a oportunidade de falar sobre o tema da ética na pesquisa em seres humanos, que me fez extrair algumas reflexões

Leia mais

Direitos Humanos - Ensino Fundamental e Ensino Médio

Direitos Humanos - Ensino Fundamental e Ensino Médio Direitos Humanos - Ensino Fundamental e Ensino Médio Um projeto para discutir Direitos Humanos necessariamente tem que desafiar à criatividade, a reflexão, a crítica, pesquisando, discutindo e analisando

Leia mais

Aspectos externos: contexto social, cultura, rede social, instituições (família, escola, igreja)

Aspectos externos: contexto social, cultura, rede social, instituições (família, escola, igreja) Lembretes e sugestões para orientar a prática da clínica ampliada e compartilhada Ampliar a clínica significa desviar o foco de intervenção da doença, para recolocá-lo no sujeito, portador de doenças,

Leia mais

Organizando Voluntariado na Escola. Aula 2 Liderança e Comunidade

Organizando Voluntariado na Escola. Aula 2 Liderança e Comunidade Organizando Voluntariado na Escola Aula 2 Liderança e Comunidade Objetivos 1 Entender o que é liderança. 2 Conhecer quais as características de um líder. 3 Compreender os conceitos de comunidade. 4 Aprender

Leia mais

FÃS DE ESPORTES E A SEGUNDA TELA

FÃS DE ESPORTES E A SEGUNDA TELA FÃS DE ESPORTES E A SEGUNDA TELA ESCRITO POR Zachary Yorke Jess Greenwood PUBLICADO Junho 2014 RESUMO Os fãs de esportes sempre gritaram para a tela e pularam do sofá com o barulho da multidão. Hoje em

Leia mais

Encontros de vida que se faz vivendo.

Encontros de vida que se faz vivendo. Encontros de vida que se faz vivendo. Thatiane Veiga Siqueira 1 A menina do coração de chocolate. Juliana tem nove anos, é uma menina de olhos esbugalhados, com sorriso fácil, ao primeiro olhar já se vê

Leia mais

A ETNOGRAFIA COMO POTENCIAL ARTICULADOR PARA A TERAPIA OCUPACIONAL SOCIAL.

A ETNOGRAFIA COMO POTENCIAL ARTICULADOR PARA A TERAPIA OCUPACIONAL SOCIAL. A ETNOGRAFIA COMO POTENCIAL ARTICULADOR PARA A TERAPIA OCUPACIONAL SOCIAL. Autoras: Marina Di Napoli Pastore Universidade Federal de São Carlos / Casa das Áfricas; Denise Dias Barros Universidade de São

Leia mais

PERDOAR E PEDIR PERDÃO, UM GRANDE DESAFIO. Fome e Sede

PERDOAR E PEDIR PERDÃO, UM GRANDE DESAFIO. Fome e Sede PERDOAR E PEDIR PERDÃO, UM GRANDE DESAFIO HISTÓRIA BÍBLICA: Mateus 18:23-34 Nesta lição, as crianças vão ouvir a Parábola do Servo Que Não Perdoou. Certo rei reuniu todas as pessoas que lhe deviam dinheiro.

Leia mais

Manual de Aplicação do Jogo da Escolha. Um jogo terapêutico para jovens usuários de drogas

Manual de Aplicação do Jogo da Escolha. Um jogo terapêutico para jovens usuários de drogas Manual de Aplicação do Jogo da Escolha Um jogo terapêutico para jovens usuários de drogas 1 1. Como o jogo foi elaborado O Jogo da Escolha foi elaborado em 1999 pelo Centro de Pesquisa em Álcool e Drogas

Leia mais

Encontro Nacional Jovem de Futuro 2013: conexões e troca de experiências

Encontro Nacional Jovem de Futuro 2013: conexões e troca de experiências boletim Jovem de Futuro ed. 04-13 de dezembro de 2013 Encontro Nacional Jovem de Futuro 2013: conexões e troca de experiências O Encontro Nacional Jovem de Futuro 2013 aconteceu de 26 a 28 de novembro.

Leia mais

METRÔ RIO NA RMS JUNHO E JULHO 2010 MOBILIZAÇÃO, SENSIBILIZAÇÃO E MONITORAMENTO DE LIDERANÇAS COMUNITÁRIAS TELEFONE, E-MAIL, RÁDIO E MÍDIAS SOCIAIS

METRÔ RIO NA RMS JUNHO E JULHO 2010 MOBILIZAÇÃO, SENSIBILIZAÇÃO E MONITORAMENTO DE LIDERANÇAS COMUNITÁRIAS TELEFONE, E-MAIL, RÁDIO E MÍDIAS SOCIAIS METRÔ RIO NA RMS JUNHO E JULHO 2010 MOBILIZAÇÃO, SENSIBILIZAÇÃO E MONITORAMENTO DE LIDERANÇAS COMUNITÁRIAS TELEFONE, E-MAIL, RÁDIO E MÍDIAS SOCIAIS NÚMEROS GERAIS: 1962 contatos por telefone com lideranças

Leia mais

RECUPERAÇÃO DE IMAGEM

RECUPERAÇÃO DE IMAGEM RECUPERAÇÃO DE IMAGEM Quero que saibam que os dias que se seguiram não foram fáceis para mim. Porém, quando tornei a sair consciente, expus ao professor tudo o que estava acontecendo comigo, e como eu

Leia mais

Não é o outro que nos

Não é o outro que nos 16º Plano de aula 1-Citação as semana: Não é o outro que nos decepciona, nós que nos decepcionamos por esperar alguma coisa do outro. 2-Meditação da semana: Floresta 3-História da semana: O piquenique

Leia mais

Cinco pontos sobre redes sociais na Internet

Cinco pontos sobre redes sociais na Internet Cinco pontos sobre redes sociais na Internet Por Raquel Recuero (*) Nos últimos anos, assistimos a um crescimento espantoso das chamadas tecnologias de comunicação. Essas tecnologias tornaram-se mais rápidas,

Leia mais

Fui, não: fui e sou. Não mudei a esse respeito. Sou anarquista.

Fui, não: fui e sou. Não mudei a esse respeito. Sou anarquista. Tínhamos acabado de jantar. Defronte de mim o meu amigo, o banqueiro, grande comerciante e açambarcador notável, fumava como quem não pensa. A conversa, que fora amortecendo, jazia morta entre nós. Procurei

Leia mais

Introdução: Satisfazendo a fome espiritual 05

Introdução: Satisfazendo a fome espiritual 05 Sumário Introdução: Satisfazendo a fome espiritual 05 Série 1: Lidando com o Estresse Estresse 1: Novos lugares, Novas situações estressantes 12 Estresse 2: O sonho impossível 18 Estresse 3: No calor do

Leia mais

Faculdade de Ciências Humanas FUMEC Curso de Psicologia Abordagem Centrada na Pessoa

Faculdade de Ciências Humanas FUMEC Curso de Psicologia Abordagem Centrada na Pessoa Faculdade de Ciências Humanas FUMEC Curso de Psicologia Abordagem Centrada na Pessoa ACEITAÇÃO Ruy Miranda 1. O que é aceitação? Aceitar significa receber. Uma pessoa recebe a outra, abre as portas para

Leia mais

Lição 10 Batismo Mergulhando em Jesus

Lição 10 Batismo Mergulhando em Jesus Ensino - Ensino 11 - Anos 11 Anos Lição 10 Batismo Mergulhando em Jesus História Bíblica: Mateus 3:13 a 17; Marcos 1:9 a 11; Lucas 3:21 a 22 João Batista estava no rio Jordão batizando as pessoas que queriam

Leia mais

coleção Conversas #6 Respostas que podem estar passando para algumas perguntas pela sua cabeça.

coleção Conversas #6 Respostas que podem estar passando para algumas perguntas pela sua cabeça. coleção Conversas #6 Eu Posso com a s fazer próprias justiça mãos? Respostas para algumas perguntas que podem estar passando pela sua cabeça. A Coleção CONVERSAS da Editora AfroReggae nasceu com o desejo

Leia mais

Scup e Política: vitória nas urnas pelas redes sociais

Scup e Política: vitória nas urnas pelas redes sociais Scup e Política: vitória nas urnas pelas redes sociais A campanha do prefeito de Duque de Caxias Alexandre Aguiar Cardoso, natural de Duque de Caxias, cidade da região metropolitana do Rio de Janeiro,

Leia mais

Crianças e Meios Digitais Móveis TIC KIDS ONLINE NO TEMPO DOS MEIOS MÓVEIS: OLHARES DO BRASIL PARA CRIANÇAS DE 11-12 ANOS

Crianças e Meios Digitais Móveis TIC KIDS ONLINE NO TEMPO DOS MEIOS MÓVEIS: OLHARES DO BRASIL PARA CRIANÇAS DE 11-12 ANOS Crianças e Meios Digitais Móveis Lisboa, 29 de novembro de 2014 TIC KIDS ONLINE NO TEMPO DOS MEIOS MÓVEIS: OLHARES DO BRASIL PARA CRIANÇAS DE 11-12 ANOS Educação para o uso crítico da mídia 1. Contexto

Leia mais

Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio e Reinventando o Ensino Médio Profª. Welessandra A. Benfica- Doutoranda FAE-UFMG Universidade do

Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio e Reinventando o Ensino Médio Profª. Welessandra A. Benfica- Doutoranda FAE-UFMG Universidade do Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio e Reinventando o Ensino Médio Profª. Welessandra A. Benfica- Doutoranda FAE-UFMG Universidade do Estado de Minas Gerais Mas o que é mesmo que esse caderno

Leia mais

PROGRAMA DE VOLUNTARIADO. NOME: Serviço Voluntário Europeu (SVE) EMAIL: info@euromedp.org

PROGRAMA DE VOLUNTARIADO. NOME: Serviço Voluntário Europeu (SVE) EMAIL: info@euromedp.org PROGRAMA DE VOLUNTARIADO NOME: Serviço Voluntário Europeu (SVE) EMAIL: info@euromedp.org WEBSITES: Serviço de Voluntariado Europeu: http://www.sve.pt http://www.facebook.com/l.php?u=http%3a%2f%2fwww.sve.pt%2f&h=z

Leia mais

Pesquisa Instituto Avon / Data Popular. Violência contra a mulher: o jovem está ligado?

Pesquisa Instituto Avon / Data Popular. Violência contra a mulher: o jovem está ligado? Pesquisa Instituto Avon / Data Popular Violência contra a mulher: o jovem está ligado? Com quem falamos? Jovens brasileiros Mulheres Homens Pesquisa online Autopreenchimento Amostra nacional de 16 a 24

Leia mais

Pesquisa Instituto Avon / Data Popular. Violência contra a mulher: o jovem está ligado?

Pesquisa Instituto Avon / Data Popular. Violência contra a mulher: o jovem está ligado? Pesquisa Instituto Avon / Data Popular Violência contra a mulher: o jovem está ligado? Com quem falamos? Jovens brasileiros Mulheres Homens Pesquisa online Autopreenchimento Amostra nacional de 16 a 24

Leia mais

PROJETO SOCIAL CITY PETRÓPOLIS: NOVOS HORIZONTES NA APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA

PROJETO SOCIAL CITY PETRÓPOLIS: NOVOS HORIZONTES NA APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA 369 PROJETO SOCIAL CITY PETRÓPOLIS: NOVOS HORIZONTES NA APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA Jorge Leonardo Garcia (Uni-FACEF) Sílvia Regina Viel Rodrigues (Uni-FACEF) O Ensino da Matemática Hoje As aulas típicas

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 106 Discurso na cerimónia de entrega

Leia mais

I - RELATÓRIO DO PROCESSADOR *

I - RELATÓRIO DO PROCESSADOR * PSICODRAMA DA ÉTICA Local no. 107 - Adm. Regional do Ipiranga Diretora: Débora Oliveira Diogo Público: Servidor Coordenadora: Marisa Greeb São Paulo 21/03/2001 I - RELATÓRIO DO PROCESSADOR * Local...:

Leia mais

A experiência de criação de uma máscara-educação

A experiência de criação de uma máscara-educação 1 A experiência de criação de uma máscara-educação Eduardo Silveira 1 Resumo: O presente texto é parte de uma intervenção artística realizada em setembro de 2011 no IFSC (Campus Florianópolis) por um grupo

Leia mais

RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO

RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO Elaine Cristina Penteado Koliski (PIBIC/CNPq-UNICENTRO), Klevi Mary Reali (Orientadora), e-mail: klevi@unicentro.br

Leia mais

1º Domingo de Agosto Primeiros Passos 02/08/2015

1º Domingo de Agosto Primeiros Passos 02/08/2015 1º Domingo de Agosto Primeiros Passos 02/08/2015 JESUS ESTÁ COMIGO QUANDO SOU DESAFIADO A CRESCER! OBJETIVO - Saber que sempre que são desafiados a crescer ou assumir responsabilidades, Jesus está com

Leia mais

ROTEIRO DE ESTUDO I ETAPA LETIVA GEOGRAFIA 3.º ANO/EF 2015

ROTEIRO DE ESTUDO I ETAPA LETIVA GEOGRAFIA 3.º ANO/EF 2015 SOCIEDADE MINEIRA DE CULTURA MANTENEDORA DA PUC Minas E DO COLÉGIO SANTA MARIA ROTEIRO DE ESTUDO I ETAPA LETIVA GEOGRAFIA 3.º ANO/EF 2015 Caro(a) aluno(a), É tempo de conferir os conteúdos estudados na

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 14 Discurso: em encontro com professores

Leia mais

UM MINUTO PRA FALAR DO MUNDO Davina Marques Ludmila Alexandra dos Santos Sarraipa

UM MINUTO PRA FALAR DO MUNDO Davina Marques Ludmila Alexandra dos Santos Sarraipa CULTURAS E CONHECIMENTOS DISCIPLINARES ANO 3 EDIÇÃO 16 UM MINUTO PRA FALAR DO MUNDO Davina Marques Ludmila Alexandra dos Santos Sarraipa O sabiá Teco vai fugir da gaiola em busca de um lugar melhor para

Leia mais

OS 4 PASSOS ALTA PERFORMANCE A PARTIR DE AGORA PARA VOCÊ COMEÇAR A VIVER EM HIGHSTAKESLIFESTYLE.

OS 4 PASSOS ALTA PERFORMANCE A PARTIR DE AGORA PARA VOCÊ COMEÇAR A VIVER EM HIGHSTAKESLIFESTYLE. OS 4 PASSOS PARA VOCÊ COMEÇAR A VIVER EM ALTA PERFORMANCE A PARTIR DE AGORA HIGHSTAKESLIFESTYLE. Hey :) Gabriel Goffi aqui. Criei esse PDF para você que assistiu e gostou do vídeo ter sempre por perto

Leia mais

As regras do jogo LANNOY DORIN SUPLEMENTO DO PROFESSOR. Elaborado por Janaina Tiosse de Oliveira Corrêa

As regras do jogo LANNOY DORIN SUPLEMENTO DO PROFESSOR. Elaborado por Janaina Tiosse de Oliveira Corrêa SUPLEMENTO DO PROFESSOR As regras do jogo LANNOY DORIN Elaborado por Janaina Tiosse de Oliveira Corrêa SUGESTÕES DIDÁTICAS A partir da migração da família de Raimundo e Arminda, o livro As regras do jogo

Leia mais

Prática com Projeto em aulas de Matemática: um desafio Antonio Roberto Barbutti arbarbutti@hotmail.com EMEF Padre Francisco Silva

Prática com Projeto em aulas de Matemática: um desafio Antonio Roberto Barbutti arbarbutti@hotmail.com EMEF Padre Francisco Silva Prática com Projeto em aulas de Matemática: um desafio Antonio Roberto Barbutti arbarbutti@hotmail.com EMEF Padre Francisco Silva Resumo: Este trabalho é resultado do curso de formação Gestar II Matemática,

Leia mais

Áustria Viena. Foi uma grande surpresa o facto de todos os alunos andarem descalços ou de pantufas.

Áustria Viena. Foi uma grande surpresa o facto de todos os alunos andarem descalços ou de pantufas. Áustria Viena Foi uma grande surpresa o facto de todos os alunos andarem descalços ou de pantufas. Apenas fui assistir a uma aula, que acabou por não ser dada devido à presença dos alunos estrangeiros

Leia mais

CUIDADO COM O CUIDADO: O CASO DA FILA DO TOQUE E A IMPLICAÇÃO DO ATO DE CUIDAR. Emerson Elias Merhy médico sanitarista (formado em 1976)

CUIDADO COM O CUIDADO: O CASO DA FILA DO TOQUE E A IMPLICAÇÃO DO ATO DE CUIDAR. Emerson Elias Merhy médico sanitarista (formado em 1976) CUIDADO COM O CUIDADO: O CASO DA FILA DO TOQUE E A IMPLICAÇÃO DO ATO DE CUIDAR Emerson Elias Merhy médico sanitarista (formado em 1976) Lá pelos anos 1971, vivi uma experiência que sempre me incomodou.

Leia mais

ENTREVISTA A ESTHER LISKA

ENTREVISTA A ESTHER LISKA ENTREVISTA A ESTHER LISKA Mentora dos projetos Glow Branding You/ Glow Lunch De mulheres para Mulheres! IS Gostaria que nos falasse um pouco sobre o seu percurso, a sua carreira, como tudo começou EL -

Leia mais

Vida nova Jovens contam como superaram doenças graves. Depois de um câncer de mama aos 23 anos, Dolores Cardoso teve um filho, escreveu um livro e

Vida nova Jovens contam como superaram doenças graves. Depois de um câncer de mama aos 23 anos, Dolores Cardoso teve um filho, escreveu um livro e Sexta Vida nova Jovens contam como superaram doenças graves. Depois de um câncer de mama aos 23 anos, Dolores Cardoso teve um filho, escreveu um livro e mudou o rumo da vida profissional FOLHA DA SEXTA

Leia mais

Vou embora ou fico? É melhor ir embora Estratégias de Evitamento

Vou embora ou fico? É melhor ir embora Estratégias de Evitamento Vou embora ou fico? É melhor ir embora Estratégias de Evitamento A única coisa a ter medo, é do próprio medo The only thing you have to fear is fear itself (Franklin D. Roosevelt) Alguma vez deixou de

Leia mais

O que fazer em meio às turbulências

O que fazer em meio às turbulências O que fazer em meio às turbulências VERSÍCULO BÍBLICO Façam todo o possível para viver em paz com todos. Romanos 12:18 OBJETIVOS O QUÊ? (GG): As crianças assistirão a um programa de auditório chamado Geração

Leia mais

DESAFIOS CRIATIVOS E FASCINANTES Aula de Filosofia: busca de valores humanos

DESAFIOS CRIATIVOS E FASCINANTES Aula de Filosofia: busca de valores humanos DESAFIOS CRIATIVOS E FASCINANTES Aula de Filosofia: busca de valores humanos Glorinha Aguiar glorinhaaguiar@uol.com.br Eu queria testar a metodologia criativa com alunos que eu não conhecesse. Teria de

Leia mais

Constituição da República Portuguesa. Artigo 65.º (Habitação e urbanismo)

Constituição da República Portuguesa. Artigo 65.º (Habitação e urbanismo) Constituição da República Portuguesa Artigo 65.º (Habitação e urbanismo) 1. Todos têm direito, para si e para a sua família, a uma habitação de dimensão adequada, em condições de higiene e conforto e que

Leia mais

Entendendo o que é Gênero

Entendendo o que é Gênero Entendendo o que é Gênero Sandra Unbehaum 1 Vila de Nossa Senhora da Piedade, 03 de outubro de 2002 2. Cara Professora, Hoje acordei decidida a escrever-lhe esta carta, para pedir-lhe ajuda e trocar umas

Leia mais

A constituição do sujeito em Michel Foucault: práticas de sujeição e práticas de subjetivação

A constituição do sujeito em Michel Foucault: práticas de sujeição e práticas de subjetivação A constituição do sujeito em Michel Foucault: práticas de sujeição e práticas de subjetivação Marcela Alves de Araújo França CASTANHEIRA Adriano CORREIA Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Filosofia

Leia mais

O mundo como escola Texto Isis Lima Soares, Richele Manoel, Marcílio Ramos e Juliana Rocha Fotos Luciney Martins/Rede Rua Site 5HYLVWD9LUDomR

O mundo como escola Texto Isis Lima Soares, Richele Manoel, Marcílio Ramos e Juliana Rocha Fotos Luciney Martins/Rede Rua Site 5HYLVWD9LUDomR O mundo como escola Texto Isis Lima Soares, Richele Manoel, Marcílio Ramos e Juliana Rocha Fotos Luciney Martins/Rede Rua Site 5HYLVWD9LUDomR Já pensou um bairro inteirinho se transformando em escola a

Leia mais

VISITE O BLOG www.homemalpha.com.br

VISITE O BLOG www.homemalpha.com.br VISITE O BLOG www.homemalpha.com.br APRESENTAÇÃO A timidez é um problema que pode acompanhar um homem a vida inteira, tirando dele o prazer da comunicação e de expressar seus sentimentos, vivendo muitas

Leia mais

Modelos entrevistas com intelectuais das Ciências Humanas e Filósofos

Modelos entrevistas com intelectuais das Ciências Humanas e Filósofos Modelos entrevistas com intelectuais das Ciências Humanas e Filósofos ENTREVISTA PETER SINGER. - SELEÇÃO DE TRECHOS Fonte: Portal da Revista Época. Disponível em http://revistaepoca.globo.com/revista/epoca/0,,edg74453-5856-421,00.html

Leia mais

Azelir e a transmissão de declarações 2º lugar - Prosa Marcelo Márcio de Oliveira

Azelir e a transmissão de declarações 2º lugar - Prosa Marcelo Márcio de Oliveira Azelir e a transmissão de declarações 2º lugar - Prosa Marcelo Márcio de Oliveira Em 1994, a internet ainda não havia se popularizado, o computador mais moderno era um PC montado com processador 386, 1

Leia mais

Meu nome é Rosângela Gera. Sou médica e mãe de uma garotinha de sete anos que é cega.

Meu nome é Rosângela Gera. Sou médica e mãe de uma garotinha de sete anos que é cega. Prezado Editor, Meu nome é Rosângela Gera. Sou médica e mãe de uma garotinha de sete anos que é cega. Gostaria de compartilhar com os demais leitores desta revista, minha experiência como mãe, vivenciando

Leia mais

Transcriça o da Entrevista

Transcriça o da Entrevista Transcriça o da Entrevista Entrevistadora: Valéria de Assumpção Silva Entrevistada: Ex praticante Clarice Local: Núcleo de Arte Grécia Data: 08.10.2013 Horário: 14h Duração da entrevista: 1h COR PRETA

Leia mais

MEMÓRIAS GEOGRÁFICAS À TONA:

MEMÓRIAS GEOGRÁFICAS À TONA: MEMÓRIAS GEOGRÁFICAS À TONA: Uma retomada da história do Curso de Geografia da UFU a partir de uma entrevista com a Profa. Dra. Suely Regina Del Grossi Revista OBSERVATORIUM: Qual (ais) a (s) razão (ões)

Leia mais

PALESTRA DE LUCIANA FERRAZ - O PODER DA CONCENTRAÇÃO. OBK em São Paulo/SP. Julho de 2010

PALESTRA DE LUCIANA FERRAZ - O PODER DA CONCENTRAÇÃO. OBK em São Paulo/SP. Julho de 2010 PALESTRA DE LUCIANA FERRAZ - O PODER DA CONCENTRAÇÃO OBK em São Paulo/SP Julho de 2010 Concentração... o que significa concentração? Basicamente: ter um foco. Ou, em outras palavras, é o poder da concentração.

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 05 DE AGOSTO PALÁCIO DO PLANALTO

Leia mais

Dados internacionais de catalogação Biblioteca Curt Nimuendajú

Dados internacionais de catalogação Biblioteca Curt Nimuendajú Catalogação: Cleide de Albuquerque Moreira Bibliotecária/CRB 1100 Revisão: Lucimar Luisa Ferreira / Marinez Santina Nazzari Revisão Final: Elias Januário Consultor: Luís Donisete Benzi Grupioni Projeto

Leia mais

Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na visita ao Assentamento Lulão

Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na visita ao Assentamento Lulão , Luiz Inácio Lula da Silva, na visita ao Assentamento Lulão Santa Cruz de Cabrália-BA, 28 de setembro de 2005 Meu caro governador Paulo Souto, governador do estado da Bahia, Meu querido companheiro Miguel

Leia mais

Honrar os valores, uma questão de integridade

Honrar os valores, uma questão de integridade Honrar os valores, uma questão de integridade Por: P.A. (Paulo Alvarenga) Nos últimos congressos de desenvolvimento profissional que participei, o que mais tenho escutado é sobre a importância dos valores.

Leia mais

3 DICAS QUE VÃO AJUDAR A POUPAR DINHEIRO EM SEU PRÓXIMO PROJETO DE VÍDEO

3 DICAS QUE VÃO AJUDAR A POUPAR DINHEIRO EM SEU PRÓXIMO PROJETO DE VÍDEO 3 DICAS QUE VÃO AJUDAR A POUPAR DINHEIRO EM SEU PRÓXIMO PROJETO DE VÍDEO Fazer vídeos hoje em dia já não é o bicho de 7 cabeças que realmente foi a pouco tempo atrás. Nesse e-book você vai começar a aprender

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 21 Discurso na cerimónia de instalação

Leia mais

Movimento Popular por Moradia: Autogestão e Habitação

Movimento Popular por Moradia: Autogestão e Habitação Movimento Popular por Moradia: Autogestão e Habitação O movimento tem projeto político e objetiva: Contribuir com a organização, articulação e fortalecimento dos movimentos de moradia no estado de São

Leia mais

coleção Conversas #7 - ABRIL 2014 - f o? Respostas que podem estar passando para algumas perguntas pela sua cabeça.

coleção Conversas #7 - ABRIL 2014 - f o? Respostas que podem estar passando para algumas perguntas pela sua cabeça. Eu quero não parar coleção Conversas #7 - ABRIL 2014 - de consigo.o usar que eu drogas f o? aç e Respostas para algumas perguntas que podem estar passando pela sua cabeça. A Coleção CONVERSAS da Editora

Leia mais

Poder: Jornal Fortuna

Poder: Jornal Fortuna Aqui você enriquece sua leitura Jornal Fortuna Volume 1, edição 1 Data do boletim informativo Nesta edição: Poder: Há vários tipos de poder, poder militar, poder da natureza, poder político, o poder da

Leia mais

Estimulando expectativas de futuro em adolescentes através de jogos dramáticos

Estimulando expectativas de futuro em adolescentes através de jogos dramáticos Estimulando expectativas de futuro em adolescentes através de jogos dramáticos CHARLIZE NAIANA GRIEBLER EVANDIR BUENO BARASUOL Sociedade Educacional Três de Maio Três de Maio, Rio Grande do Sul, Brasil

Leia mais

Era uma vez um príncipe que morava num castelo bem bonito e adorava

Era uma vez um príncipe que morava num castelo bem bonito e adorava O Príncipe das Histórias Era uma vez um príncipe que morava num castelo bem bonito e adorava histórias. Ele gostava de histórias de todos os tipos. Ele lia todos os livros, as revistas, os jornais, os

Leia mais

Rio de Janeiro, 5 de junho de 2008

Rio de Janeiro, 5 de junho de 2008 Rio de Janeiro, 5 de junho de 2008 IDENTIFICAÇÃO Meu nome é Alexandre da Silva França. Eu nasci em 17 do sete de 1958, no Rio de Janeiro. FORMAÇÃO Eu sou tecnólogo em processamento de dados. PRIMEIRO DIA

Leia mais

Golpe Militar: A Psicologia e o Movimento Estudantil do Rio Grande do Sul

Golpe Militar: A Psicologia e o Movimento Estudantil do Rio Grande do Sul 1919 X Salão de Iniciação Científica PUCRS Golpe Militar: A Psicologia e o Movimento Estudantil do Rio Grande do Sul Pâmela de Freitas Machado 1, Helena B.K.Scarparo 1 (orientadora) 1 Faculdade Psicologia,

Leia mais

Região. Mais um exemplo de determinação

Região. Mais um exemplo de determinação O site Psicologia Nova publica a entrevista com Úrsula Gomes, aprovada em primeiro lugar no concurso do TRT 8 0 Região. Mais um exemplo de determinação nos estudos e muita disciplina. Esse é apenas o começo

Leia mais

Tudo tem um tempo. Uma hora para nascer e uma hora para morrer.

Tudo tem um tempo. Uma hora para nascer e uma hora para morrer. CAPITULO 3 Ele não é o Homem que eu pensei que era. Ele é como é. Não se julga um Homem pela sua aparência.. Tudo tem um tempo. Uma hora para nascer e uma hora para morrer. Eu costumava saber como encontrar

Leia mais

EdUECE- Livro 2 02178

EdUECE- Livro 2 02178 1 CRIAÇÕES E REINVENÇÕES NA PRODUÇÃO COTIDIANA DO PROJETO REINVENTANDO O ENSINO MÉDIO: UMA ANÁLISE CARTOGRÁFICA DA REALIDADE CRIADA PELOS SUJEITOS DA ESCOLA Cíntia Castro Monteiro Heloisa Raimunda Herneck

Leia mais

A rádio haitiana de ciência que funciona no Brasil

A rádio haitiana de ciência que funciona no Brasil A rádio haitiana de ciência que funciona no Brasil FELIPE MAIA DA VICE 18/06/2015 02h00 Mais opções PUBLICIDADE Há seis meses os haitianos Jacssone Alerte, de 31 anos, e Ludger Jean Louis, 30, têm comparecido

Leia mais

o pensar e fazer educação em saúde 12

o pensar e fazer educação em saúde 12 SUMÁRIO l' Carta às educadoras e aos educadores.................5 Que história é essa de saúde na escola................ 6 Uma outra realidade é possível....... 7 Uma escola comprometida com a realidade...

Leia mais

A PSICOTERAPIA ANALÍTICO FUNCIONAL (FAP)

A PSICOTERAPIA ANALÍTICO FUNCIONAL (FAP) A PSICOTERAPIA ANALÍTICO FUNCIONAL (FAP) Casos Maringá 2011 Instituto de Psicoterapia e Análise do Comportamento tel/fax: (43) 3324-4740 fconte@sercomtel.com.br Erros podem ajudar. Ex. T atendia sempre

Leia mais

Violência Doméstica contra Crianças sob a

Violência Doméstica contra Crianças sob a Apresentação Maria Alice Barbosa de Fortunato Autores: Kássia Cristina C. Pereira* Maria Alice B. Fortunato* Marilurdes A. de M. Álvares* Orientadora: Lygia Maria Pereira da Silva** * Fiocruz CPQAM/ NESC

Leia mais

Família e dinheiro. Quer saber mais sobre como usar melhor o seu dinheiro? Todos juntos ganham mais

Família e dinheiro. Quer saber mais sobre como usar melhor o seu dinheiro? Todos juntos ganham mais 1016327-7 - set/2012 Quer saber mais sobre como usar melhor o seu dinheiro? No site www.itau.com.br/usoconsciente, você encontra vídeos, testes e informações para uma gestão financeira eficiente. Acesse

Leia mais

20 perguntas para descobrir como APRENDER MELHOR

20 perguntas para descobrir como APRENDER MELHOR 20 perguntas para descobrir como APRENDER MELHOR Resultados Processo de aprendizagem SENTIDOS (principal) Gosto de informações que eu posso verificar. Não há nada melhor para mim do que aprender junto

Leia mais

BRINCAR É UM DIREITO!!!! Juliana Moraes Almeida Terapeuta Ocupacional Especialista em Reabilitação neurológica

BRINCAR É UM DIREITO!!!! Juliana Moraes Almeida Terapeuta Ocupacional Especialista em Reabilitação neurológica BRINCAR É UM DIREITO!!!! Juliana Moraes Almeida Terapeuta Ocupacional Especialista em Reabilitação neurológica PORQUE AS CRIANÇAS ESTÃO PERDENDO TODOS OS REFERENCIAIS DE ANTIGAMENTE EM RELAÇÃO ÀS BRINCADEIRAS?

Leia mais

RAIOS, RELÂMPAGOS E TROVÕES. Resumo. Introdução

RAIOS, RELÂMPAGOS E TROVÕES. Resumo. Introdução RAIOS, RELÂMPAGOS E TROVÕES Resumo Angelita Ribeiro da Silva angelita_ribeiro@yahoo.com.br O tema do trabalho foi Raios, Relâmpagos e Trovões. Os alunos investigaram como se dá a formação dos três fenômenos.

Leia mais

A EDUCAÇÃO E A BUSCA PELA PAZ ENTREVISTA COM PROFESSOR PIERRE WEIL

A EDUCAÇÃO E A BUSCA PELA PAZ ENTREVISTA COM PROFESSOR PIERRE WEIL A EDUCAÇÃO E A BUSCA PELA PAZ ENTREVISTA COM PROFESSOR PIERRE WEIL Por: Daniela Borges Lima de Souza1 e Bruno Mourão Paiva2 Francês, nascido em 1924, o professor Pierre Weil é escritor, educador e psicólogo

Leia mais

É verdade que só começo um livro quando descubro uma pluma branca. Isso é um ritual que me impus apesar se só escrever uma vez cada dois anos.

É verdade que só começo um livro quando descubro uma pluma branca. Isso é um ritual que me impus apesar se só escrever uma vez cada dois anos. 1) Como está sendo a expectativa do escritor no lançamento do livro Ser como um rio que flui? Ele foi lançado em 2006 mas ainda não tinha sido publicado na língua portuguesa, a espera do livro pelos fãs

Leia mais

Indice. Bullying O acaso... 11

Indice. Bullying O acaso... 11 Indice Bullying O acaso... 11 Brincadeira de mau gosto. Chega! A história... 21 O dia seguinte... 47 A paixão... 53 O reencontro... 61 O bullying... 69 9 Agosto/2010 O acaso Terça-feira. O sol fazia um

Leia mais

Unidade 04: Obedeça ao Senhor Josué obedece, o muro cai

Unidade 04: Obedeça ao Senhor Josué obedece, o muro cai Histórias do Velho Testamento Histórias de Deus:Gênesis-Apocalipse 3 a 6 anos Unidade 04: Obedeça ao Senhor Josué obedece, o muro cai O velho testamento está cheio de histórias que Deus nos deu, espantosas

Leia mais

A criança e as mídias

A criança e as mídias 34 A criança e as mídias - João, vá dormir, já está ficando tarde!!! - Pera aí, mãe, só mais um pouquinho! - Tá na hora de criança dormir! - Mas o desenho já tá acabando... só mais um pouquinho... - Tá

Leia mais

Pedagogia. No painel desta aula. Cotidiano escolar: problemas pedagógicos contemporâneos. Colocam-se, transversalmente, no cotidiano escolar...

Pedagogia. No painel desta aula. Cotidiano escolar: problemas pedagógicos contemporâneos. Colocam-se, transversalmente, no cotidiano escolar... Pedagogia Prof. Elizabete Cristina Costa Renders Cotidiano escolar: problemas pedagógicos contemporâneos Imagem 1 No painel desta aula Colocam-se, transversalmente, no cotidiano escolar... Complexidade

Leia mais

O CASO SUZANE VON RICHTHOFEN: UMA ANÁLISE ANTROPOLÓGICA DO DISCURSO DA DEFESA

O CASO SUZANE VON RICHTHOFEN: UMA ANÁLISE ANTROPOLÓGICA DO DISCURSO DA DEFESA O CASO SUZANE VON RICHTHOFEN: UMA ANÁLISE ANTROPOLÓGICA DO DISCURSO DA DEFESA INTRODUÇÃO Serivaldo C. Araujo Este trabalho tem o objetivo de relacionar o conteúdo estudado na disciplina de Antropologia

Leia mais

Trabalhando a convivência a partir da transversalidade

Trabalhando a convivência a partir da transversalidade PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Trabalhando a convivência a partir da transversalidade Cristina Satiê de Oliveira Pátaro 1 Ricardo Fernandes Pátaro 2 Já há alguns

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 88 Discurso na cerimónia de inauguração

Leia mais

Autogestão Autonomia E Inclusão social

Autogestão Autonomia E Inclusão social Autogestão Autonomia E Inclusão social Moira Sampaio Rocha moyrahelmer@hotmail.com Terapeuta Ocupacional Especialista em Educação Especial Inclusiva Especializanda em Tecnologia Assistiva A pessoa com

Leia mais

Documento do MEJ Internacional. O coração do Movimento Eucarístico Juvenil

Documento do MEJ Internacional. O coração do Movimento Eucarístico Juvenil Documento do MEJ Internacional Para que a minha alegria esteja em vós Por ocasião dos 100 anos do MEJ O coração do Movimento Eucarístico Juvenil A O coração do MEJ é a amizade com Jesus (Evangelho) B O

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE EDUCAÇÃO PESQUISA DO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO OBEDUC RANIÉRE ANDRÉ FERNANDES.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE EDUCAÇÃO PESQUISA DO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO OBEDUC RANIÉRE ANDRÉ FERNANDES. UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE EDUCAÇÃO PESQUISA DO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO OBEDUC RANIÉRE ANDRÉ FERNANDES. ANÁLISE DAS MEMÓRIAS DOS PROFESSORES DA ESCOLA MUNICIPAL DE TEMPO INTERGRAL JARDIM

Leia mais

O livro. Todos diziam que ele era um homem só e evasivo. Fugia de tudo e de todos. Vivia

O livro. Todos diziam que ele era um homem só e evasivo. Fugia de tudo e de todos. Vivia O livro Vanderney Lopes da Gama 1 Todos diziam que ele era um homem só e evasivo. Fugia de tudo e de todos. Vivia enfurnado em seu apartamento moderno na zona sul do Rio de Janeiro em busca de criar ou

Leia mais

Como é ser aprovado no vestibular de uma Universidade Pública, em que sabemos da alta concorrência entre os candidatos que disputam uma vaga?

Como é ser aprovado no vestibular de uma Universidade Pública, em que sabemos da alta concorrência entre os candidatos que disputam uma vaga? Abdias Aires 2º Ano EM Arthur Marques 2º Ano EM Luiz Gabriel 3º Ano EM Como é ser aprovado no vestibular de uma Universidade Pública, em que sabemos da alta concorrência entre os candidatos que disputam

Leia mais

ESCOLA E SONHO E VAN GOGH E VIDA... OU, POR QUE AINDA VALE A PENA SONHAR COM A EDUCAÇÃO?

ESCOLA E SONHO E VAN GOGH E VIDA... OU, POR QUE AINDA VALE A PENA SONHAR COM A EDUCAÇÃO? ESCOLA E SONHO E VAN GOGH E VIDA... OU, POR QUE AINDA VALE A PENA SONHAR COM A EDUCAÇÃO? Carlos Eduardo Ferraço Marco Antonio Oliva Gomes DIALOGANDO COM UM SONHO DE KUROSAWA Escolhemos o sonho Corvos de

Leia mais