Comportamento do consumidor: o nascimento do consumidor infantil

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Comportamento do consumidor: o nascimento do consumidor infantil"

Transcrição

1 Comportamento do consumidor: o nascimento do consumidor infantil

2 2 1 INTRODUÇÃO Nos dias atuais vemos um número cada vez maior de produtos destinados a um público cada vez mais jovem, em uma tentativa das organizações de trazer as crianças para o mercado consumidor, atingindo suas expectativas e estimulando o consumo de produtos voltados especificamente para o público infantil. O marketing dos produtos voltados para este público possui características próprias, envolvendo profunda conotação psicológica, a fim de atingir as crianças desde sua mais tenra idade, em uma estratégia de fidelização do consumidor às mercadorias que lhes têm como público alvo. Neste sentido, as crianças aparentemente passam a desenvolver um sistema de classificação e de apelo para marcas e modelos que lhes são apresentados por meio da mídia e que, dependendo da sua idade, passa a ser encarado como uma realidade e não como simples estratégia para venda de um bem. Esta preparação do consumidor aparentemente é estimulada e fortalecida pela quantidade de informações que as crianças recebem por intermédio de um sem fim de mídias, como a televisão, a internet ou até mesmo por meio dos contatos sociais e familiares. As crianças na faixa dos 6 aos 12 anos, ou seja, em uma faixa etária que coincide com o ingresso na escola até a 6ª série do ensino fundamental, estão na fase identificada por Olmos (2006) como sendo aquela em elas adquirem a capacidade de formar conceitos e de apreender os objetos a partir de suas relações internas. De acordo com Velozo (2008), cada vez mais inseridas na cultura do consumo, as crianças representam um mercado significativo às empresas. A autora afirma que segundo o censo de 2000, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, crianças de 0 a 14 anos representam mais de 50 milhões de brasileiros, quase 30% da nossa população. Desses 30% de crianças, 78% vivem nas cidades, portanto, próximas aos bens de consumo industrializados além de estarem sendo educadas mais dentro de suas casas e em maior contato com a TV e internet.

3 3 As crianças consomem cerca de U$$50 bilhões por ano, o que demonstra a importância econômica da criança no contexto nacional. De acordo com o filme Criança, a alma do negócio, 80% da influência de compras para a casa vêm das crianças, que estão sendo educadas pelas mídias a convencer os pais a comprarem sempre o que querem. O documentário expõe também que a criança brasileira é a que mais assiste TV no mundo. A mídia promete muitas coisas para as crianças, e nem sempre as crianças podem ter tudo o que querem, devido às diferentes classes sociais aos quais estão inseridas. Isso pode gerar reflexos negativos no desenvolvimento da criança, trazendo sofrimento no seu convívio escolar e familiar, devido aos estímulos de uma prática consumista gerada pelas mídias. As crianças são muitas vezes colocadas contra os pais, como se eles fossem vilões por não darem o que elas pedem sempre. Existem três vertentes para explicar o consumo: a vertente do marketing tradicional, a vertente crítica e a vertente antropológica. A vertente do marketing tradicional é baseada em uma visão econômica, que defende que as pessoas consomem pela utilidade do bem, ou seja, valoriza-se o que é necessário e útil. Há uma busca pelo maior benefício ao menor custo possível. Essa necessidade, então, é totalmente representada pelo próprio objeto de consumo e as preferências são orientadas pelos bens disponíveis e oferecidos pelo mercado. É a chamada escolha racional que é fundada na capacidade do indivíduo de hierarquizar suas preferências, de avaliar o conjunto de ofertas possíveis e otimizar sua satisfação, medida em termos de utilidade. (BAUDRILLARD, apud SOUSA JUNIOR, 2009, p.17) De acordo com Sousa Junior (2009), essa visão explicita que o consumo pode ser impulsionado a partir do momento em que o indivíduo sente uma necessidade de algo e a partir daí esse individuo vai ser motivado de várias maneiras a tomar uma decisão em comprar ou não um produto. Na vertente crítica sobre a publicidade e propaganda, os consumidores são vistos como seres passivos e influenciáveis pela mídia. Nessa visão, os indivíduos são a massa e independentemente de seu nível escolar e desenvolvimento cognitivo,

4 4 poderão compreender as mensagens, o que não ocorre, necessariamente, com os livros e jornais. Nesse sentido, a televisão teria mais efetividade na transmissão de uma mensagem, atingindo um número maior de receptores, se comparada aos outros meios de comunicação. (THOMPSON, 1998 apud SOUSA JUNIOR, 2009) Na vertente antropológica, a preocupação é mostrar o consumo como um fato social total e um grande sistema classificatório, ao mesmo tempo em que se procura relativizar a idéia de universalidade do homem econômico e da própria noção de indivíduo, por meio da realização de diversos estudos etnográficos. Barbosa (2004), Douglas e Isherwood (2004), Rocha (2004) são autores no campo da Antropologia do Consumo, que retiram esse fenômeno da posição de mero reflexo da produção colocando-o em um lugar central de análise, capaz de produzir um discurso sobre as relações sociais. Abandona-se assim, uma visão utilitária do consumo, que prevalece no viés economicista e passa a se dar a devida atenção ao significado cultural contido neste fenômeno e em suas práticas. O consumo é um fato social refratário a explicações que o reduzam ao plano individual, sendo, inversamente, sensível às interpretações que envolvem significados culturais e públicos. (JUNIOR, 2009) No presente trabalho foi utilizada a vertente do marketing, mais baseada na psicologia e no comportamento do consumidor para tentar explicar o nascimento do consumidor. Estudar o consumo infantil e o papel das mídias no nascimento do consumidor se justifica porque, aparentemente mais suscetíveis aos apelos do marketing e da propaganda que lhes é dirigida, as crianças podem estar desenvolvendo padrões de relacionamento e de conduta ética dissociados das suas relações com os seus semelhantes e voltadas para a produção de um novo consumidor, em uma escala semelhante a um repositório de estoques de compradores para as empresas. Investigar os dois grupos de crianças (escolas públicas e privadas) em separado e compará-los facilitará o entendimento sobre o assunto.

5 5 O objetivo da pesquisa foi explorar se há diferenças perceptíveis entre crianças pertencentes a classes sócio-econômicas diferentes e de idades diferentes e sua exposição aos apelos do marketing infantil que lhes é dirigido. Buscou-se identificar quando surge uma mudança mais acentuada de comportamento entre as crianças de mesma faixa econômica e entre as classes. Procurou-se observar o grau de exposição das crianças às mídias e à propaganda de uma maneira geral e avaliar seus desejos de consumo, além de avaliar as se há diferenças de desejos de consumo entre crianças com idades e classes sócio-econômicas diferentes.

6 6 2 METODOLOGIA A pesquisa foi executada em duas fases. Primeiramente foi realizado um levantamento bibliográfico, com o intuito de se formular uma base teórica sobre assunto e elaborar o instrumento de coleta de dados. O levantamento foi realizado em periódicos científicos nacionais e internacionais relacionados ao tema, além de reportagens, filmes, livros e outras publicações. Na segunda fase da pesquisa foi elaborado e testado previamente um questionário com perguntas fechadas, baseado em pesquisas anteriores e aplicado a 655 crianças com idade entre 6 e 12 anos de escolas públicas e privadas do bairro Jardim Camburi Vitória/ES. Ao todo participaram 4 escolas, sendo 2 privadas (Salesiano e Nacional) e 2 públicas (Elzira Vivácqua dos Santos e Adevalni Sysesmundo Ferreira de Azevedo). A escolha das escolas e da amostra dos alunos respondentes deu-se por conveniência. Os questionários foram distribuídos entre turmas do 2º ao 7º anos (antigas 1ª a 6ª series), sendo assim distribuídas: 3 turmas de 2º ano, 4 turmas de 3º ano, 5 turmas de 4º ano, 5 turmas de 5º ano, 5 turmas de 6º ano e 5 turmas de 7º ano.

7 7 3 LEVANTAMENTO BIBLIOGRÁFICO 3.1 O COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR O comportamento do consumidor é uma disciplina recente, com seus primeiros manuais escritos na década de 60. Suas idéias foram provenientes da psicologia freudiana, divulgadas por pesquisadores da motivação e utilizadas por anunciantes. Contudo, apenas com o surgimento do conceito de marketing, que ocorreu na mesma década, a necessidade de estudar o comportamento do consumidor foi reconhecida. Para Mowen e Minor (2003, p.3), o comportamento do consumidor pode ser definido como sendo o estudo das unidades compradoras e dos processos de troca envolvidos na aquisição, no consumo e na disposição de mercadorias, serviços, experiências e idéias. Sob o ponto de vista de Limeira (2008, p.8), o conceito de comportamento do consumidor seria um conjunto de reações ou respostas dos indivíduos a determinados estímulos, os quais decorem de fatores pessoais, ambientais, situacionais e de marketing. Pode-se citar também outra definição de comportamento do consumidor como sendo: uma ciência aplicada originária das ciências humanas e sociais, como a economia, a psicologia, a sociologia ou ainda a antropologia. Seu objetivo é compreender os comportamentos de consumo adotando uma perspectiva pluridisciplinar (KARSAKLIAN, 2004, p.20). Por meio da psicologia, que é a ciência mais utilizada para entender o comportamento do consumidor, as pesquisas aplicadas a esse tema visam a compreensão de tais comportamentos com o objetivo de contribuir para melhores estratégias e tomadas de decisão por parte das empresas.

8 8 Para entendermos o comportamento do consumidor, primeiramente deve-se entender o que é o consumidor. De acordo com Karsaklian (2004), ser consumidor é simplesmente ser humano, alimentar-se, vestir-se, divertir-se. Para a autora, o consumidor é dotado de motivações, personalidade, percepção, tem capacidade de aprender como todas as pessoas, é um ser social e traz dentro de si elementos que vão interagir com estímulos exteriores. Ainda à luz de Karsaklian (2004), o ponto de partida do ato de compra é a necessidade, que conduzirá a uma motivação, a qual despertará o desejo. Com base nesse desejo, nascem as preferências por formas de atender a motivação inicial, que estarão relacionadas ao autoconceito, que seria a tendência em escolher um produto que corresponda ao conceito que ele gostaria de ter de si mesmo. Em sentido oposto à motivação, surgem os freios, que seriam a consciência de risco relacionada ao produto. Entre esse dilema motivação e freios, impõe-se a personalidade, a qual desembocará no autoconceito. A soma de todas essas variáveis resultará na percepção sobre os produtos, que desencadeará atitudes positivas ou negativas com relação a eles, que terá impacto sobre suas preferências. 3.2 O ENVOLVIMENTO DO CONSUMIDOR Segundo Celsi e Olson (1988, apud MOVEN e MINOR, 2001), o envolvimento do consumidor é definido como a importância percebida ou interesse pessoal em relação à aquisição, ao consumo e à disposição de uma mercadoria, serviço ou idéia. Na medida em que o envolvimento aumenta, os consumidores têm maior motivação para captar, compreender e elaborar informações relevantes para a compra. Para Mowen e Minor (2003), há vários fatores que influenciam o nível de envolvimento de um consumidor, dentre eles: - o tipo de produto em consideração;

9 9 - as características da informação recebida pelo consumidor; - as características da situação na qual o consumidor está atuando; - a personalidade do consumidor. Foram identificados por pesquisadores dois tipos de envolvimento: o circunstancial e o duradouro. O circunstancial ocorre durante um curto período e está associado a uma situação específica, como a necessidade de substituir algo. Já o envolvimento duradouro representa um compromisso mais longo e maior preocupação com o tipo de produto; esse envolvimento é identificado quando o consumidor gasta tempo pensando em determinado produto diariamente. (RICHINS e BLOCH, 1986, apud MOWEN e MINOR, 2003, p.45) Em relação aos efeitos do envolvimento, foi constatado por Petty, Cacioppo e Schumann, 1986 (apud MOWEN e MINOR, 2003) que na medida em que o nível de envolvimento aumenta, os consumidores começam a processar informações com maior profundidade, logo, aumentam também os níveis de excitação. Assim, os consumidores dão mais importância às informações relevantes para a decisão específica, o que causa um aumento de reflexão sobre as decisões. 3.3 A FORMAÇÃO DA PERSONALIDADE A personalidade é uma variável pela qual os pesquisadores tentam explicar o comportamento do indivíduo, como por exemplo, a escolha de determinadas marcas em detrimento de outras. Ao contrário do que os pesquisadores esperavam os resultados das pesquisas não condiziam com tal hipótese. Personalidade é a referência a um atributo ou característica da pessoa que causa alguma impressão nos outros... A personalidade é que faz com que o indivíduo se comporte sempre da mesma forma, ou praticamente da mesma, em diferentes situações. Traduzindo essa afirmação relacionandoa ao consumo, isto significaria que um indivíduo de temperamento conservador terá tendência a escolher constantemente marcas conhecidas e consagradas, enquanto um não conservador seria mais inovador, tendendo a experimentar as novidades. (KARSAKLIAN, 2004, p.41)

10 10 Depois de estudos feitos pelo psicólogo Gordon Allport (1937, apud KARSAKLIAN, 2004) sobre diferentes definições de personalidade, foram derivados os seguintes princípios subjacentes: - Princípio da globalidade Tudo é o que somos. - Princípio social A personalidade consiste nos hábitos e nas características adquiridos em resultado das interações sociais que promovem o ajustamento do indivíduo ao meio social. - Princípio da dinamicidade Entende-se por personalidade o que organiza, integra e harmoniza todas as formas de comportamento e características do indivíduo, de tal maneira que haja certa coerência no comportamento. - Princípio da individualidade A personalidade é o conjunto de todos os aspectos próprios do indivíduo pelos quais ele se distingue dos outros. As pesquisas sobre personalidade trouxeram várias teorias à tona, como a de Horney (apud KARSAKLIAN, 2004) que concorda com Freud sobre a importância da infância na formação da personalidade, porém pensa que a psicanálise clássica superestima o papel desempenhado pelas pulsões biológicas e subestima o papel do meio social. Ela ressalta a importância da ansiedade originada do estado de dependência no qual a criança faz sua aprendizagem do mundo. Para ela, existem três maneiras de absorver essa ansiedade: 1 ir em direção aos outros na busca de afeição e filiação; 2 ir contra os outros, desenvolvendo um apetite de poder e dominação 3 esquivar-se dos outros, refugiando-se no isolamento e construindo uma carapaça de indiferença. Cada estratégia corresponde a uma personalidade: o complacente, o agressivo e o desapegado. Essa abordagem é importante para compreender como o contexto interpessoal influencia na decisão de compra.

11 11 Além dessa teoria, David Riesman propôs o esquema de evolução das sociedades ocidentais. Assim, a orientação para a tradição, dominante no Antigo Regime; a orientação para si mesmo, baseada nos valores individuais; a orientação para os outros, característica da sociedade moderna, foram formas de identificação de comportamentos. Essa abordagem influenciou muitas pesquisas sobre estereótipos nacionais e os estilos de vida. Dessa forma foi possível dizer que existe ligação entre o tipo de personalidade da audiência e o estilo de comunicação a ser adotado. 3.4 PERCEPÇÃO A percepção é a tomada de consciência sensorial de objetos ou eventos externos, isto é, reagir automaticamente ao contexto através dos sentidos (principalmente tato, olfato e audição). As empresas compreenderam que a utilização dos sentidos facilitava sua relação com os produtos, por isso o marketing sensorial vem crescendo tanto nos últimos anos. A percepção encontra-se numa estimulação física que ativa os receptores sensoriais. Uma sensação é então desencadeada quando uma estimulação externa ou interna influencia o comportamento com manifestações imediatas. Os órgãos sensoriais desempenham, então, o papel de transmissores de estímulos mercadológicos que recebemos com o objetivo de atrais a atenção. (KARSAKLIAN, 2004, p.49) Pesquisas recentes informaram que crianças de cinco anos aprenderam o alfabeto mais rapidamente quando tocavam as letras do alfabeto com as mãos. Steve Moskowitz, diretor de marketing, descreve uma nova linha de doces da seguinte forma: Crianças querem ter seu próprio universo, onde a ênfase está sobre elas e onde os produtos são desenhados exclusivamente para elas. Nosso produto transmite essa exclusividade às crianças através da forma, cheiro e interatividade. As crianças gostam de tomar decisões, mas elas vivem num mundo onde elas não podem votar, dirigir, preencher cheques, da maneira que os adultos fazem. Então o método de dar a elas poder é através de doces, e através de doces interativos, que as permitam tomar suas próprias decisões quanto à maneira de consumi-los. (DAHM, 2002, p.16).

12 12 Torna-se clara a função ideológica da concessão de poder em instâncias quando se pode afirmar que qualquer ação que envolva as crianças com um produto constituise uma nobre ação de prover os mais fracos com escolhas. Karsaklian (2004), afirma que pesquisas realizadas por meio do método blind-tests, que consiste em fazer com que o consumidor teste vários produtos sem apresentarlhe as respectivas marcas, demonstraram que os dados sensoriais brutos são raramente suficientes para conduzir a uma reação coerente. Ainda é necessário somar o apoio da imagem de marca e aquilo que ela significa para o consumidor. A percepção dos produtos e serviços pelos consumidores não são sempre a realidade daquilo que a empresa gostaria que fosse aos olhos de seu público alvo. Uma das questões ligadas ao efeito dos estímulos mercadológicos sobre a percepção dos consumidores consiste em saber se eles são capazes de distinguir as diferenças entre os estímulos, isto é, saber se os consumidores percebem as diferenças entre marcas existentes no mercado e com base em que critérios. 3.5 AS ATITUDES Baseado na percepção que o consumidor tem de um produto, ele vai elaborando uma atitude em relação a ele. A análise das atitudes e preferências constitui um objetivo de primeira necessidade para a compreensão do comportamento de compra. De acordo com Karsaklian (2004), as atitudes têm quatro funções básicas: 1. Função instrumental ajustativa: o indivíduo forma sua atitude em torno da recompensa que ele poderá obter e da forma pela qual poderá reduzir a insatisfação; 2. Função ego-defensiva: protege o indivíduo, distorcendo a realidade se esta apresentar incongruente com sua auto-imagem e com seus valores; 3. Função de expressão de valores: faz o indivíduo expressar atitudes apropriadas a seus valores pessoais e seu autoconceito.

13 13 4. Função de conhecimento: permite construir o universo de forma organizada, procurando dar significado e organização das percepções. Para tanto, elementos que são percebidos com inconsistentes ou incompletos são reorganizados ou modificados para formar um todo. As emoções também explicam grande número das emoções dos consumidores, por isso, algumas emoções fortemente vinculadas ao comportamento do consumidor foram estudadas: a ansiedade, onde a função do marketing é demonstrar que pela utilização de tal marca ou produto específico, a sensação desagradável de medo, incerteza ou insegurança será eliminada. A surpresa, onde se pode surpreender o consumidor com um preço mais atraente, uma qualidade a mais oferecida pelo mesmo preço, uma nova qualidade do produto ou outros atributos que poderiam ser de seu agrado, e assim fazer com que ele se sinta mais próximo de determinada marca. A nostalgia, que hoje é utilizada para fazer com que o consumidor possa relembrar os bons e velhos tempos. Além disso, sabe-se que a música e os odores remetem a situações passadas, coisa que é amplamente explorada pelo marketing sensorial. Esta tendência assume o nome de retromarketing ou marketing de autenticidade. É importante ressaltar que a atitude não é observável, mas o comportamento sim. Na verdade o comportamento de compra é a conclusão do processo de avaliação, ou seja, a escolha feita pelo consumidor é condicionada pela atitude que ele tem em relação a um produto específico. 3.6 CONHECIMENTO DO CONSUMIDOR O conhecimento de uma pessoa a respeito do ambiente de consumo está armazenado na memória permanente. O conhecimento do consumidor é definido como a quantidade de experiência e informação que uma pessoa tem acerca de determinados produtos ou serviços (BRAUN, 1999 apud MOWEN e MINOR, 2003, p.71). Assim, à medida que o conhecimento do consumidor a respeito de um produto

14 14 aumenta, a pessoa pode pensar nesse produto considerando um número maior de dimensões e fazer distinções mais apuradas entre as marcas. De acordo com Mowen e Minor (2003), podem-se identificar três tipos de conhecimento do consumidor, sendo eles: o conhecimento objetivo, que diz respeito à informação correta a respeito de um tipo de produto que o consumidor tenha armazenado na memória permanente. O conhecimento subjetivo, que se refere à percepção do consumidor a respeito do que ou do quanto ele conhece o tipo de produto. E por último, a informação acerca do conhecimento das outras pessoas. O estudo do conhecimento do consumidor se faz relevante para os gerentes de marketing pelo fato de que na medida em que o conhecimento dos consumidores aumenta, eles se tornam mais organizados, ficam mais eficientes e precisos ao processar informações, além de se recordá-las melhor. Além disso, o nível de conhecimento dos consumidores pode ser usado como uma importante variável de segmentação, ou seja, mensagens diferentes e até mesmo produtos diferentes podem ser dirigidos a consumidores diferentes com níveis de conhecimento diferentes. 3.7 APRENDIZAGEM Entende-se por aprendizagem uma modificação durável do comportamento em virtude da experiência passada. Trata-se de um processo de adaptação permanente do indivíduo a seu meio ambiente. (KARSAKLIAN, 2004, p.81) Em se tratando de consumo, tudo que o indivíduo possui em relação a valores com conhecimento em determinado momento da sua existência é resultante de um conjunto de aprendizagens. Sendo assim, todos os pensamentos estratégicos e todas as ações conduzidas pelas empresas em direção aos consumidores têm a vocação fundamental de agir sobre uma aprendizagem (criação, modificação ou simplesmente consolidação), independentemente do objetivo visível.

15 15 Em se tratando de aprendizagem do ambiente de consumo, as pessoas a adquirem por meio da educação e prática, em que a aprendizagem por meio da educação consiste em absorver informações a partir de propagandas, contato com pessoal da área de vendas e o próprio esforço do consumidor para buscar essas informações através de outros meios. Já o aprendizado através da prática implica o processo de obtenção de conhecimento por meio do contato real com os produtos. Sabe-se que o aprendizado através da prática é mais eficaz porque o consumidor é envolvido na experiência do ato e também porque a informação obtida é mais viva, concreta e relevante. A aprendizagem é a variável que fará com que as empresas possam mais facilmente fidelizar seus consumidores. De fato, o indivíduo aprende a ser fiel a uma empresa, uma marca, um produto. 3.8 A INFLUÊNCIA DOS GRUPOS De acordo com Mowen e Minor (2003), um grupo é um conjunto de indivíduos que interagem entre si durante algum período de tempo e que compartilham uma necessidade ou um objetivo comum. Em geral, o próprio grupo serve como meio para alcançar um objetivo. Vários estudos mostram a influência significativa dos outros sobre o ato de compra. Amigos, vizinhos, conhecidos e parentes lotam a lista de fontes de informação quando se trata de decisão de compra. Do ponto de vista sociológico, o grupo social impõe certo modo de consumo, que se traduz por um sistema de signos-objetos... Assim, o modo de vida adotado por um indivíduo compreende o consumo de produtos, o qual possibilita refletir a imagem de seu status para os demais. O grupo torna-se, para o indivíduo, o ponto de referência, o padrão graças ao qual ele procederá a julgamentos. (KARSAKLIAN, 2004, p ) De acordo com Mowen e Minor (2003), signos são palavras, gestos, fotos, produtos e logotipos que uma pessoa utiliza para comunicar informações à outra. Os consumidores pertencem a vários grupos e cada um possui certo impacto sobre o comportamento de compra. É fundamental saber que grupo influencia a concepção que cada um tem de si mesmo.

16 16 Há vários tipos de grupos de referência, classificados em grupos primários e secundários, formais e informais: GRUPOS Informais Formais Primários Escola, Amigos Escola, Trabalho Secundários Esportivos e Lazer Associações de trabalho Organizações diversas Quadro 2: Exemplos dos diferentes tipos de grupos Fonte: KARSAKLIAN, 2004 p.101 A relevância dos grupos primários gira em torno do fato de se constituírem na fonte básica de aprendizagem de atitudes e da formação total da personalidade dos indivíduos, além de exercerem influência sobre a formação de crenças, gosto, preferências. O grupo primário é quem efetivamente exerce influência mais diretamente sobre o comportamento de compra. Já os grupos secundários são representados por relações mais formais e impessoais, e ele não é um fim em si mesmo, é apenas um meio para que seus componentes atinjam fins externos ao grupo. Na tabela seguinte observamos a influência do grupo sobre o produto e a marca. Influência sobre o produto Fraca Forte Forte Roupas Móveis Revistas Carros Cigarros Cerveja Influência sobre a marca TV em cores Relógios Ternos Sabonetes Cobertores Remédios Aparelhos de som Equipamentos esportivos (tênis, raquete, bola) Ar-condicionado Café instantâneo Fraca Conservas Detergentes TV preto e branco Videodisco Utensílios de cozinha Faca elétrica

17 17 Geladeiras Rádios Colchões Lâmpadas Jogos eletrônicos Quadro 3: Influência do grupo sobre o produto e a marca Fonte: Bourne, 1957 (apud KARSAKLIAN, 2004, p.104) De modo mais geral, podemos dizer que a influência do grupo e, extensivamente dos canais pessoais é mais forte quando: (1) o produto é caro ou percebido como tal (produto de luxo); (2) sua compra representa um risco (financeiro, físico ou social); (3) o produto é novo ou pouco difundido; (4) o produto é intangível (serviço) ou complexo em sua apresentação (aparelhos eletrônicos); e (5) seu consumo dá-se na presença de outras pessoas. O impacto da influência do grupo declina, ao contrário, quando o consumidor se sente relativamente bem informado, até mesmo como um expert para a categoria de produto. (KARSAKLIAN, 2004 P.104) 3.9 CLASSES SOCIAIS E ESTILOS DE VIDA Para as sociedades modernas não é o valor de uso o que interessa, mas o valorsímbolo. Desta forma, o consumo de certos objetos somente assume sentido quando feito num contexto social. Não só em relação ao consumo a classe social influencia, mas também na recepção de mensagens publicitárias e a exposição à mídia. Foi constatado que os consumidores pertencentes a classes sociais menos favorecidas são mais receptivos à propaganda visual, ativa, enquanto classes superiores são mais receptivas às representações simbólicas. (KARSAKLIAN, 2004, p.130) Já o estilo de vida do indivíduo, de acordo com Karsaklian (2004), nasce da interação entre três níveis de proximidade e de base em si mesmo: os valores e a personalidade (nível estável), as atitudes e atividades que lhe são próprias (nível intermediário) e os comportamentos de consumo efetivos (nível periférico e efêmero). Sendo assim, o conjunto de pessoas que tem um estilo de vida similar (comportamentos análogos em cada um dos três níveis) constitui um grupo homogêneo, com um modo de vida idêntico.

18 18 O estilo de vida é determinado por elementos como a cultura, o simbolismo dos objetos e os valores morais. Assim, foi utilizado para representar vários mercados e para a segmentação de mercados, bem como para a busca de novos conceitos para produtos ou para o reposicionamento de produtos já existentes. De acordo com Mowen e Minor (2003), estudar a as classes sociais e estilos de vida possibilita melhor estratégias para a segmentação do mercado, visto que a segmentação do mercado é definida como a divisão de um mercado em subconjuntos distintos de clientes com necessidades e vontades semelhantes, cada qual podendo ser alcançada com um mix de marketing diferente CULTURA A cultura costuma ser definida de várias maneiras. Uma definição clássica seria a dada por Wallendorf e Reilly (1986, apud MOWEN e MINOR, 2003 p. 293) que afirma que a cultura é um conjunto de padrões de comportamento socialmente adquiridos que são transmitidos simbolicamente aos membros de uma determinada sociedade por meio da linguagem e de outros meios. A cultura envolve todo um modo de vida, incluindo objetos materiais de uma sociedade, envolve idéias e valores. Ela é compartilhada, transmissível e evolutiva, engloba elementos característicos de uma vida em sociedade. Ela aparece em princípio como um conjunto de comportamentos distintos, logo, o que diferencia uma cultura de outra é certa forma de se alimentar, de se vestir, de morar, de falar, de expressar sentimentos. Sendo assim, não se pode ignorar a variável cultura quando falamos sobre comportamento do consumidor. Os valores influenciam o comportamento de compra uma vez que eles determinam os objetos almejados, o nível de envolvimento, os atributos buscados e as atividades praticadas; logo, os produtos e modos de consumo. (KARSAKLIAN, 2004, p.157) A identificação de mercados-alvo pode ser consideravelmente facilitada quando são levadas em consideração as variáveis culturais, nas quais existem particularidades ou diferenças de gosto e de comportamento entre

19 19 os diversos grupos sociais que convivem dentro de um mesmo mercado. (Dubois, 1994, apud KARSAKLIAN, 2004, p ) COMUNICAÇÃO PERSUASIVA A comunicação é onipresente em nossas vidas. Comerciais de televisão e rádio, anúncios impressos, cartazes, embalagens e vendedores, todos buscam comunicarse conosco e, por fim, nos influenciar. (MOWEN e MINOR, 2003, p.165) Conforme explica Limeira (2008, p.122), na literatura de marketing a propaganda ou publicidade é definida como a forma impessoal de comunicação persuasiva que é paga por um patrocinador identificado e veiculada pelos meios de comunicação, visando convencer o público sobre os benefícios e significados dos produtos. Mowen e Minor (2003) definem a comunicação como sendo o uso de um sinal para transmitir um significado. Um sinal pode ser uma verbalização, uma expressão bocal, um movimento do corpo, uma palavra escrita, uma figura, um odor, um toque. A função da propaganda e objetivo do anunciante é a persuasão, a tentativa explícita de provocar mudança nas crenças, atitudes e intenções de comportamento do consumidor. Ela pode desempenhar um papel em cada etapa do processo de decisão de compra e consumo, alterando ou reforçando a percepção do consumidor em relação à marca ou ao produto. Além da lembrança da marca, espera-se que o consumidor adquira conhecimento do produto ou da marca, que é o conjunto de informações assimiladas pelo consumidor sobre as características do produto, o preço, o local de compra, entre outras. Pela aquisição de novos conhecimentos os consumidores formam crenças e opiniões sobre a marca. Pesquisas demonstram que jovens norte-americanos recebem em média 200 a 500 mensagens comerciais por dia, porém, eles se lembram apenas de 15% do total e processam ativamente 4 a 5 % das mensagens. (HAWKINS e HOCH, apud MOWEN e MINOR, 2003, p.165)

20 20 Além das mídias, os amigos também são fonte de comunicação persuasiva, falando de filmes, produtos, marcas, etc. A criação de comunicação persuasiva deve se basear na estratégia de posicionamento e diferenciação da empresa. Por exemplo, se a estratégia for posicionar a marca como divertida, emocionante e não convencional, os anunciantes deverão usar o formato de dramatização, no qual modelos atraentes aparecem realizando atividades divertidas, não convencionais e estimulantes. Ao contrário, se a estratégia for posicionar a marca com capaz de diminuir o risco de um problema sério, o mais apropriado poderá ser uma mensagem que apela para o medo, comunicada por uma fonte digna de crédito e sob a forma de apresentação. Karsaklian (2004) explica que a atenção das crianças é maior quando os comerciais são agrupados ou apresentados no início de um programa e que os efeitos sonoros canalizam mais sua atenção que o visual. A complexidade visual pode desconsertar a criança e fazê-la concentrar-se em outra coisa, enquanto a complexidade auditiva vai gerar um comportamento exatamente oposto. O que faz a diferença em relação à memorização, conforme a idade, é a presença ou não de um slogan repetitivo e cantado ou de um jingle. A pesquisa de mercado é, em geral, empregada para testar as reações do público alvo em relação às fontes e às mensagens. Mais especificamente, a pesquisa deve ser empregada para identificar antecipadamente de que maneira o mercado algo percebe a simpatia, credibilidade e a relevância das fontes O CONSUMIDOR INFANTIL De acordo com o documentário How the kids took over, o marketing jovem é um mercado de trilhões de dólares. Crianças gastam diretamente em torno de 200 bilhões de dólares, influenciam diretamente outros 300 bilhões de dólares e indiretamente 500 bilhões de dólares. Essa influência indireta seria no carro da família, nas férias, compra de produtos que demandem tecnologia (celulares, maquinas fotográficas, etc.).

Unidade IV. Marketing. Profª. Daniela Menezes

Unidade IV. Marketing. Profª. Daniela Menezes Unidade IV Marketing Profª. Daniela Menezes Comunicação (Promoção) Mais do que ter uma ideia e desenvolver um produto com qualidade superior é preciso comunicar a seus clientes que o produto e/ ou serviço

Leia mais

Aprendizagem. Liliam Maria da Silva

Aprendizagem. Liliam Maria da Silva Liliam Maria da Silva O Consumidor como um ser aprendiz A aprendizagem é um processo de adaptação permanente do indivíduo ao seu meio ambiente, onde acontece uma modificação relativamente durável do comportamento

Leia mais

Introdução. Introdução

Introdução. Introdução Prof. Dr. ANDERSON SONCINI PELISSARI Introdução O propósito do marketing e satisfazer as necessidades e desejos dos clientes-alvo. Dessa forma, a análise do comportamento do consumidor visa identificar

Leia mais

Resenha. Jackson de SOUZA 1

Resenha. Jackson de SOUZA 1 Resenha As armas da persuasão: como influenciar e não se deixar influenciar (CIALDINI, Robert B. [tradução de Ivo Korytowski]; Rio de Janeiro: Sextante, 2012) Jackson de SOUZA 1 Embora todos queiram tomar

Leia mais

Julho de 2009 Pesquisa Online Global de Consumidores da Nielsen Confiança, Valor e Envolvimento com Publicidade

Julho de 2009 Pesquisa Online Global de Consumidores da Nielsen Confiança, Valor e Envolvimento com Publicidade Julho de 2009 Pesquisa Online Global de Consumidores da Nielsen Confiança, Valor e Envolvimento com Publicidade Informações Gerais A Nielsen recentemente pesquisou mais de 25.000 consumidores online em

Leia mais

O comportamento de compra do consumidor da classe C

O comportamento de compra do consumidor da classe C O comportamento de compra do consumidor da classe C Josiane Wengrzynek, analistas.faq@bol.com.br, Av. das Araucárias, s/n, fone: (46) 559-1142 Quedas do Iguaçu-PR, 85460-000 Eliane Rodrigues do Carmo (FAQ),

Leia mais

Surpresas do Cotidiano: Campanha para a Loja Virtual Surpreenda

Surpresas do Cotidiano: Campanha para a Loja Virtual Surpreenda Surpresas do Cotidiano: Campanha para a Loja Virtual Surpreenda Rita Carla da Conceição SILVA 1 Adriely Cristiny de Lima CUNHA 2 Rafael Duarte SILVA 3 Paula Apolinário ZAGUI 4 Universidade Do Estado do

Leia mais

Questões de gênero. Masculino e Feminino

Questões de gênero. Masculino e Feminino 36 Questões de gênero Masculino e Feminino Pepeu Gomes Composição: Baby Consuelo, Didi Gomes e Pepeu Gomes Ôu! Ôu! Ser um homem feminino Não fere o meu lado masculino Se Deus é menina e menino Sou Masculino

Leia mais

Objetivos. Capítulo 16. Cenário para discussão. Comunicações de marketing. Desenvolvimento de comunicações de marketing eficazes

Objetivos. Capítulo 16. Cenário para discussão. Comunicações de marketing. Desenvolvimento de comunicações de marketing eficazes Capítulo 16 e administração de comunicações integradas de marketing Objetivos Aprender quais são as principais etapas no desenvolvimento de um programa eficaz de comunicações integradas de marketing. Entender

Leia mais

Promoção de vendas é a pressão de marketing de mídia ou não mídia exercida durante um período predeterminado e limitado de tempo ao nível de

Promoção de vendas é a pressão de marketing de mídia ou não mídia exercida durante um período predeterminado e limitado de tempo ao nível de Metas das Comunicações de Marketing: Criação de consciência informar os mercados sobre produtos, marcas, lojas ou organizações. Formação de imagens positivas desenvolver avaliações positivas nas mentes

Leia mais

CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA

CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA 1 CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INTRODUÇÃO A PUBLICIDADE E PROPAGANDA... 4 02 HISTÓRIA DA ARTE... 4 03 COMUNICAÇÃO

Leia mais

uma das nossas atitudes será tido como não atrativo e estimulará emoções como a aversão.

uma das nossas atitudes será tido como não atrativo e estimulará emoções como a aversão. 28 3 Design e emoção Segundo Norman (2004), as emoções são valiosas para a vida cotidiana de todos os seres humanos. A utilidade e a usabilidade também o são, mas sem a diversão, o prazer, o orgulho e

Leia mais

O COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR NO PROCESSO DE DECISÃO DE COMPRA RESUMO

O COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR NO PROCESSO DE DECISÃO DE COMPRA RESUMO O COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR NO PROCESSO DE DECISÃO DE COMPRA Letícia Fernanda Giareta le.giareta@hotmail.com RESUMO Este artigo fundamenta-se numa pesquisa qualitativa que teve por objetivo identificar

Leia mais

O marketing olfativo no varejo!

O marketing olfativo no varejo! O marketing olfativo no varejo! Regina Devecchi Perfumista O Marketing Olfativo no varejo. Os departamentos de marketing das empresas buscam a cada dia novas maneiras de atrair seus clientes e torná-los

Leia mais

Módulo 3. O Ambiente de Marketing

Módulo 3. O Ambiente de Marketing Módulo 3. O Ambiente de Marketing O ambiente de marketing é constituído de atores e forças externas ao marketing que afetam a capacidade da administração de desenvolver e manter bons relacionamentos com

Leia mais

Brasil Conectado Hábitos de Consumo de Mídia

Brasil Conectado Hábitos de Consumo de Mídia Brasil Conectado Hábitos de Consumo de Mídia Objetivos Buscar compreender a audiência online no Brasil, seu envolvimento com a Internet e os diversos tipos de tecnologia (habitos), percepções e atitudes

Leia mais

Objetivo: identificar as variáveis de marketing e os 4 A s; saber da sua utilizaçao

Objetivo: identificar as variáveis de marketing e os 4 A s; saber da sua utilizaçao Objetivo: identificar as variáveis de marketing e os 4 A s; saber da sua utilizaçao 1 Composto de marketing é um conjunto de instrumentos geradores de ações para direcionar a demanda de produtos e realização

Leia mais

Custom Publishing Por que minha organização deve ter uma publicação própria?

Custom Publishing Por que minha organização deve ter uma publicação própria? Custom Publishing O mercado das publicações próprias e suas (excelentes) oportunidades de negócios para as empresas antenadas de qualquer setor, com qualquer público Um guia de consulta rápida sobre a

Leia mais

Sentimentos e emoções Quem vê cara não vê coração

Sentimentos e emoções Quem vê cara não vê coração Material pelo Ético Sistema de Ensino Elaborado para Educação Infantil Publicado em 2011 Projetos temáticos EDUCAÇÃO INFANTIL Data: / / Nível: Escola: Nome: Sentimentos e emoções Quem vê cara não vê coração

Leia mais

RELATÓRIO FINAL DE PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRAS DIA DOS PAIS 2012 CONVÊNIO UCDB-ACICG-PMCG

RELATÓRIO FINAL DE PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRAS DIA DOS PAIS 2012 CONVÊNIO UCDB-ACICG-PMCG RELATÓRIO FINAL DE PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRAS DIA DOS PAIS 2012 CONVÊNIO UCDB-ACICG-PMCG 06/08/2012 RELATÓRIO FINAL DE PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRAS DIA DOS PAIS 2012 CONVÊNIO UCDB-ACICG-PMCG Professores

Leia mais

Metodologia. Entrevistas com amostra de usuárias brasileiras de internet via questionário online.

Metodologia. Entrevistas com amostra de usuárias brasileiras de internet via questionário online. Assunto E-commerce Metodologia Entrevistas com amostra de usuárias brasileiras de internet via questionário online. Quantidade de entrevistas realizadas: 1.652 mulheres Perfil: 18 a 50 anos Mercado: Brasil

Leia mais

A Formulação Cognitivo-Comportamental dos Sentimentos de Insegurança Denise Amorim Rodrigues e Edson Vizzoni - E-mail: npcc@npcc.com.

A Formulação Cognitivo-Comportamental dos Sentimentos de Insegurança Denise Amorim Rodrigues e Edson Vizzoni - E-mail: npcc@npcc.com. A Formulação Cognitivo-Comportamental dos Sentimentos de Insegurança Denise Amorim Rodrigues e Edson Vizzoni - E-mail: npcc@npcc.com.br Inúmeras são as razões pelas quais uma pessoa busca psicoterapia.

Leia mais

A criança e as mídias

A criança e as mídias 34 A criança e as mídias - João, vá dormir, já está ficando tarde!!! - Pera aí, mãe, só mais um pouquinho! - Tá na hora de criança dormir! - Mas o desenho já tá acabando... só mais um pouquinho... - Tá

Leia mais

O ENSINO DOS DIFERENTES SABERES

O ENSINO DOS DIFERENTES SABERES O ENSINO DOS DIFERENTES SABERES Maria Celina Melchior Dados da autora Mestre em Educação, Avaliadora Institucional do INEP/SINAES/MEC, atuou como avaliadora in loco do Prêmio Inovação em Gestão Educacional

Leia mais

Bens duráveis: duram muito tempo como, por exemplo, casas, carros, etc.

Bens duráveis: duram muito tempo como, por exemplo, casas, carros, etc. A3 - Produto e Preço O que é produto? Produto é o conjunto de benefícios que satisfaz o desejo e/ou a necessidade do consumidor, pelo qual ele está predisposto a pagar em função da sua disponibilidade

Leia mais

Planejamento de Campanha Publicitária

Planejamento de Campanha Publicitária Planejamento de Campanha Publicitária Prof. André Wander UCAM O briefing chegou. E agora? O profissional responsável pelo planejamento de campanha em uma agência de propaganda recebe o briefing, analisa

Leia mais

Um pouco mais sobre desenvolvimento social e os Transtornos do Espectro Autista

Um pouco mais sobre desenvolvimento social e os Transtornos do Espectro Autista Um pouco mais sobre desenvolvimento social e os Transtornos do Espectro Autista www.infanciaeadole scencia.com.br O desenvolvimento social ocorre ao longo de todas as etapas do ciclo vital. Entretanto,

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS Cultura Brasileira 1º PERÍODO O fenômeno cultural. Cultura(s) no Brasil. Cultura regional e

Leia mais

2. Abordagens empíricas da Comunicação

2. Abordagens empíricas da Comunicação 2. Abordagens empíricas da Comunicação A Abordagem Empírico-Experimental (ou da Persuasão) é o nome dado a um conjunto de estudos de base psicológica (ainda sob forte influência behaviorista, mas já se

Leia mais

Tu e a publicidade. A publicidade está em toda a parte. Exercício. Início. Sabia que?

Tu e a publicidade. A publicidade está em toda a parte. Exercício. Início. Sabia que? 1 Tu e a publicidade Temas abordados A publicidade à nossa volta. Objectivos da aprendizagem Compreender as diferentes utilizações da publicidade, tais como vender, convencer ou expor um ponto de vista.

Leia mais

Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva

Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva A criança que chega à escola é um indivíduo que sabe coisas e que opera intelectualmente de acordo com os mecanismos de funcionamento

Leia mais

Estratégias em Propaganda e Comunicação

Estratégias em Propaganda e Comunicação Ferramentas Gráficas I Estratégias em Propaganda e Comunicação Tenho meu Briefing. E agora? Planejamento de Campanha Publicitária O QUE VOCÊ DEVE SABER NO INÍCIO O profissional responsável pelo planejamento

Leia mais

ATÓRIO OBSERV. mcf*(penso) julho/agosto 2013

ATÓRIO OBSERV. mcf*(penso) julho/agosto 2013 OBSERV ATÓRIO Outro dia, por mais uma vez, decidi que freqüentaria a uma academia. Como acabei de me mudar de casa, busquei no Google maps do meu celular por Academia e de imediato diversos pontinhos vermelhos

Leia mais

ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO AEE E SURDOCEGUEIRA E DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA

ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO AEE E SURDOCEGUEIRA E DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA Aspectos Importantes para saber sobre Surdocegueira e DMU Shirley Rodrigues Maia Sobre Conceito, Definição e Terminologia A surdocegueira é uma terminologia adotada mundialmente para se referir a pessoas

Leia mais

Gerenciamento da comunicação de massa: propaganda, promoção de vendas, eventos e relações públicas

Gerenciamento da comunicação de massa: propaganda, promoção de vendas, eventos e relações públicas Capítulo 18 Gerenciamento da comunicação de massa: propaganda, promoção de vendas, eventos e relações públicas Copyright 2006 by Pearson Education Questões abordadas no capítulo Quais são as etapas envolvidas

Leia mais

COMUNICAÇÃO DE MARKETING

COMUNICAÇÃO DE MARKETING COMUNICAÇÃO DE MARKETING COMUNICAÇÃO INTEGRADA DE MARKETING Meio através do qual a empresa informa, persuadi e lembra os consumidores sobre o seu produto, serviço e marcas que comercializa. Funções: Informação

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA II

ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA II ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA II Atividades Gerenciais de MKT Produto Testar Novos Produtos; Modificar Atuais; Eliminar; Política de Marcas; Criar Satisfação e Valor; Embalagem. 2 1 Atividades Gerenciais

Leia mais

COMO AVALIAR O TEXTO LITERÁRIO CRITÉRIOS DE ANÁLISE

COMO AVALIAR O TEXTO LITERÁRIO CRITÉRIOS DE ANÁLISE COMO AVALIAR O TEXTO LITERÁRIO CRITÉRIOS DE ANÁLISE Literatura Infantil aspectos a serem desenvolvidos A natureza da Literatura Infanto-Juvenil está na Literatura e esta é uma manifestação artística. Assim,

Leia mais

A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram

A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram Esquema de Palestra I. Por Que As Pessoas Compram A Abordagem da Caixa Preta A. Caixa preta os processos mentais internos que atravessamos ao tomar uma

Leia mais

OBJETIVOS DE MARKETING

OBJETIVOS DE MARKETING CASE Banco do Brasil Todo Seu O Banco do Brasil é a mais antiga instituição bancária brasileira. Reconhecido como fundamental para o desenvolvimento econômico e social do país, é também o maior banco da

Leia mais

Manual de Regras. Modelo de debates

Manual de Regras. Modelo de debates Manual de Regras Modelo de debates Parte 1 Introdução 1.1. Formato do Debate 1.1.1. O debate será realizado por quatro duplas, cujos integrantes denominar-se-ão membros ou deputados, e será presidido por

Leia mais

&DPSDQKDV 3ODQHMDPHQWR

&DPSDQKDV 3ODQHMDPHQWR &DPSDQKDV 3ODQHMDPHQWR Toda comunicação publicitária visa atender a alguma necessidade de marketing da empresa. Para isso, as empresas traçam estratégias de comunicação publicitária, normalmente traduzidas

Leia mais

Consumidor brasileiro e SMS Marketing: Uma relação de respeito!

Consumidor brasileiro e SMS Marketing: Uma relação de respeito! Consumidor brasileiro e SMS Marketing: Uma relação de respeito! Conteúdo Dar voz ao consumidor e levar em conta sua opinião é fundamental para a criação de regras que tornem o mercado de SMS Marketing

Leia mais

O SIGNIFICADO DA PESQUISA:

O SIGNIFICADO DA PESQUISA: O SIGNIFICADO DA PESQUISA: ESCRITO POR Clive de Freitas PUBLICADO Outubro 2013 como ela molda nossas vidas e cria marcas O RESUMO Como profissionais de marketing, é fácil reduzir a pesquisa para métricas

Leia mais

Pesquisa. Intenção de

Pesquisa. Intenção de Pesquisa SPC BRASIL: Intenção de Compras para o Natal Novembro/2013 Pesquisa do SPC Brasil revela que brasileiros pretendem gastar mais e comprar mais presentes neste Natal Se depender dos consumidores

Leia mais

Uma narrativa, uma história e um imaginário. Fernanda Cielo* 1

Uma narrativa, uma história e um imaginário. Fernanda Cielo* 1 Uma narrativa, uma história e um imaginário. Fernanda Cielo* 1 Meu nome é Maria Bonita, sou mulher de Vírgulino Ferreira- vulgo Lampiãofaço parte do bando de cangaceiros liderados por meu companheiro.

Leia mais

PROGRAMAS DE INCENTIVOS: DINHEIRO OU ESPÉCIE?

PROGRAMAS DE INCENTIVOS: DINHEIRO OU ESPÉCIE? Rafael Mahave Tradução e adaptação de Amândio da Fonseca Ninguém duvida da utilidade dos incentivos para se atingirem objectivos, quer no âmbito profissional quer empresarial. E quando falamos de objectivos

Leia mais

Planejamento de Comunicação Integrada. Professor Eduardo Zafaneli

Planejamento de Comunicação Integrada. Professor Eduardo Zafaneli Planejamento de Comunicação Integrada Professor Eduardo Zafaneli Apresentações T PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO INTEGRADA Prof. Eduardo Zafaneli 1 NOSSO CURSO 1. COMUNICAÇÃO INTEGRADA 2. FERRAMENTAS NO MIX

Leia mais

O JOGO EDUCATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Valéria Cristina Giacometti 1, Rosiclaire Barcelos 1, Carmen Lúcia Dias 2

O JOGO EDUCATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Valéria Cristina Giacometti 1, Rosiclaire Barcelos 1, Carmen Lúcia Dias 2 1099 O JOGO EDUCATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Valéria Cristina Giacometti 1, Rosiclaire Barcelos 1, Carmen Lúcia Dias 2 1 Discente do Mestrado em Educação da Universidade do Oeste Paulista UNOESTE. 2 Docente

Leia mais

7 Estágios do desenvolvimento segundo Piaget - Conteúdo

7 Estágios do desenvolvimento segundo Piaget - Conteúdo Introdução Estágio sensório-motor Estágio pré-operatório Estágio operatório concreto Estágio operatório formal Operação mental Tipos de abstrações Método Clínico Conclusão 2 Introdução Para Piaget, a construção

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE

ADMINISTRAÇÃO DO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE ADMINISTRAÇÃO DO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE Módulo 2 CLIENTES: DEFINIÇÕES E ENTENDIMENTOS Objetivo: Ao final desse módulo, você estará capacitado a termos, como: cliente, comprador, cliente final, consumidor,

Leia mais

Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex...

Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex... Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex... (/artigos /carreira/comopermanecercalmosob-pressao /89522/) Carreira Como permanecer calmo sob pressão (/artigos/carreira/como-permanecer-calmosob-pressao/89522/)

Leia mais

Planejamento Estratégico de Comunicação de Marketing

Planejamento Estratégico de Comunicação de Marketing Prof. Edmundo W. Lobassi O único objetivo da propaganda é vender, não há nenhuma outra justificativa que mereça ser mencionada. (Young & Rublican) Satisfazer a necessidade do consumidor. (David Ogilvy)...

Leia mais

Categorias Sociológicas

Categorias Sociológicas Categorias Sociológicas Fato Social DURKHEIM, E.; AS REGRAS DO MÉTODO SOCIOLÓGICO.São Paulo, Abril, Os Pensadores, 1973 p. 389-90. O que é fato social O objeto de estudo da Sociologia é o fato social.

Leia mais

CONSUMO E OS DESEJOS CONSUMISTAS

CONSUMO E OS DESEJOS CONSUMISTAS CONSUMO E OS DESEJOS CONSUMISTAS 2012 Graduanda em Psicologia pelo Centro Universitário de Lavras UNILAVRAS (Brasil) E-mail: vivianecastrofreire@yahoo.com.br RESUMO As necessidades humanas estão diretamente

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

12 Teoria de Vigotsky - Conteúdo

12 Teoria de Vigotsky - Conteúdo Introdução Funções psicológicas superiores Pilares da teoria de Vigotsky Mediação Desenvolvimento e aprendizagem Processo de internalização Níveis de desenvolvimento Esquema da aprendizagem na teoria de

Leia mais

RELATÓRIO FINAL DE PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRAS DIA DAS CRIANÇAS 2012

RELATÓRIO FINAL DE PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRAS DIA DAS CRIANÇAS 2012 RELATÓRIO FINAL DE PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRAS DIA DAS CRIANÇAS 2012 CONVÊNIO UCDB-ACICG-PMCG 26/09/2012 RELATÓRIO FINAL DE PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRAS DIA DAS CRIANÇAS 2012 CONVÊNIO UCDB-ACICG-PMCG

Leia mais

2 Business to Consumer

2 Business to Consumer 2 Business to Consumer Business to consumer (B2C) é o segmento dentro do comércio eletrônico que abrange qualquer transação em que uma companhia ou organização vende seus produtos ou serviços para as pessoas

Leia mais

Como Eu Começo meu A3?

Como Eu Começo meu A3? Como Eu Começo meu A3? David Verble O pensamento A3 é um pensamento lento. Você está tendo problemas para começar seu A3? Quando ministro treinamentos sobre o pensamento, criação e uso do A3, este assunto

Leia mais

Turma 1222 Unidade Curricular INTERFACE HOMEM-COMPUTADOR Professor CLÁUDIA SANTOS FERNANDES Aula 4 Abordagens Teóricas em IHC

Turma 1222 Unidade Curricular INTERFACE HOMEM-COMPUTADOR Professor CLÁUDIA SANTOS FERNANDES Aula 4 Abordagens Teóricas em IHC Turma 1222 Unidade Curricular INTERFACE HOMEM-COMPUTADOR Professor CLÁUDIA SANTOS FERNANDES Aula 4 Abordagens Teóricas em IHC Introdução -Apesar de IHC ser uma área bastante prática, muitos métodos, modelos

Leia mais

Gerenciamento de Projetos Liderança, Coaching e Gestão de Pessoas

Gerenciamento de Projetos Liderança, Coaching e Gestão de Pessoas Gerenciamento de Projetos Liderança, Coaching e Gestão de Pessoas Aula 05 Prof. Esp. Gladimir Ceroni Catarino gccatarino@senacrs.edu.br gladimir@gmail.com SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL FACULDADE

Leia mais

7 Conclusão e sugestões para futuros estudos

7 Conclusão e sugestões para futuros estudos 7 Conclusão e sugestões para futuros estudos Neste capítulo são apresentadas as conclusões do estudo, em seguida é feita uma reflexão sobre os objetivos iniciais do trabalho, as sugestões para estudos

Leia mais

Projeto CAPAZ Básico Introdução a Venda

Projeto CAPAZ Básico Introdução a Venda 1 Introdução Ao assistir à aula você teve acesso a técnicas de vendas, uma introdução simples ao processo de venda. Hoje, relembraremos e aprofundaremos os processos de abordagem, sondagem, apoio, fechamento

Leia mais

Paradigmas e paradoxos da sociedade da informação

Paradigmas e paradoxos da sociedade da informação Paradigmas e paradoxos da sociedade da informação As mudanças DebatePapo Mídia Dalton Pastore - ABAP Caio Barsotti - SECOM José Alves - IVC Orlando Lopes - ABA Impacto da Tecnologia Individualização Acesso

Leia mais

EMENTÁRIO DO CURO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA

EMENTÁRIO DO CURO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA EMENTÁRIO DO CURO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA LET 02630 LÍNGUA PORTUGUESA Noções gerais da língua portuguesa. Leitura e produção de diferentes tipos de textos, em especial os relativos à comunicação de

Leia mais

1 Briefing de Criação

1 Briefing de Criação 1 Briefing de Criação Antecedentes do processo de criação Para se criar uma campanha ou mesmo uma única peça é imprescindível que antes seja feito um briefing para orientar o trabalho do planejamento,

Leia mais

MAKING YOUR BUSINESS WALK THE BRAND YOU TALK.

MAKING YOUR BUSINESS WALK THE BRAND YOU TALK. MAKING YOUR BUSINESS WALK THE BRAND YOU TALK. Pesquisa sobre a experiência de compra em lojas de brinquedos Outubro 2012 Amostra 200 homens e mulheres com filhos entre 3 e 11 anos Mais de 51 anos 3% Sexo

Leia mais

Análise de Mercado. Análise da Indústria/Setor. Descrição do Segmento de Mercado. Artigos de PN Como fazer Análise de Mercado. josedornelas.com.

Análise de Mercado. Análise da Indústria/Setor. Descrição do Segmento de Mercado. Artigos de PN Como fazer Análise de Mercado. josedornelas.com. Artigos de PN Como fazer Análise de Mercado Análise de Mercado A análise de mercado é um dos componentes do plano de negócios que está relacionado ao marketing da organização. Ela apresenta o entendimento

Leia mais

TELEVISÃO x CRIANÇA: novo alvo da publicidade televisiva.

TELEVISÃO x CRIANÇA: novo alvo da publicidade televisiva. TELEVISÃO x CRIANÇA: novo alvo da publicidade televisiva. Mariana Carneiro da Cunha CAMPELO 1 Resumo Ao longo dos anos, na publicidade televisiva brasileira, vem ocorrendo algumas mudanças na comunicação

Leia mais

Pesquisa Qualitativa Campanha Brasil 2010. Regional

Pesquisa Qualitativa Campanha Brasil 2010. Regional Pesquisa Qualitativa Campanha Brasil 2010 Regional Julho de 2010 Pesquisa de Avaliação Campanha Brasil 2010 - Regional No período entre 28 de junho e 02 de julho de 2010 foram realizados os Grupos Focais

Leia mais

TÍTULO: MARKETING SENSORIAL: UM ESTUDO NO COMÉRCIO VAREJISTA COM PREDOMINÂNCIA EM ALIMENTOS

TÍTULO: MARKETING SENSORIAL: UM ESTUDO NO COMÉRCIO VAREJISTA COM PREDOMINÂNCIA EM ALIMENTOS TÍTULO: MARKETING SENSORIAL: UM ESTUDO NO COMÉRCIO VAREJISTA COM PREDOMINÂNCIA EM ALIMENTOS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO

Leia mais

Negociação: conceitos e aplicações práticas. Dante Pinheiro Martinelli Flávia Angeli Ghisi Nielsen Talita Mauad Martins (Organizadores)

Negociação: conceitos e aplicações práticas. Dante Pinheiro Martinelli Flávia Angeli Ghisi Nielsen Talita Mauad Martins (Organizadores) Negociação: conceitos e aplicações práticas Dante Pinheiro Martinelli Flávia Angeli Ghisi Nielsen Talita Mauad Martins (Organizadores) 2 a edição 2009 Comunicação na Negociação Comunicação, visão sistêmica

Leia mais

SISTEMA DE INFORMAÇÕES DE MARKETING

SISTEMA DE INFORMAÇÕES DE MARKETING SISTEMA DE INFORMAÇÕES DE MARKETING DESAFIOS PARA O SÉC. XXI A globalização, que obrigará a empresa a comparar-se com o que há de melhor no mundo. A necessidade de educar, treinar, motivar e liderar talentos.

Leia mais

Iniciação à PNL. www.cursosbrasil.com.br. Produção. Parte 2. Jimmy L. Mello. www.brasilpnl.com.br. www.brasilpnl.com.br

Iniciação à PNL. www.cursosbrasil.com.br. Produção. Parte 2. Jimmy L. Mello. www.brasilpnl.com.br. www.brasilpnl.com.br Serie: Cursos Profissionalizantes Brasil PNL Formação em "Programação neurolingüística" (PNL) Curso Gratuito Produção www.cursosbrasil.com.br Iniciação à PNL Parte 2 Jimmy L. Mello Distribuição gratuita

Leia mais

1- O que é um Plano de Marketing?

1- O que é um Plano de Marketing? 1- O que é um Plano de Marketing? 2.1-1ª etapa: Planejamento Um Plano de Marketing é um documento que detalha as ações necessárias para atingir um ou mais objetivos de marketing, adaptando-se a mudanças

Leia mais

Gerenciamento da comunicação de massa: propaganda, promoção de vendas, eventos e relações públicas. Copyright 2006 by Pearson Education

Gerenciamento da comunicação de massa: propaganda, promoção de vendas, eventos e relações públicas. Copyright 2006 by Pearson Education Gerenciamento da comunicação de massa: propaganda, promoção de vendas, eventos e relações públicas Copyright 2006 by Pearson Education Propaganda Qualquer forma paga de apresentação não pessoal e promocional

Leia mais

O VERDADEIRO MUNDO DA CRECHE: EDUCAR OU PRESTAR ASSISTÊNCIA? Drielly Adrean Batista, Rita Melissa Lepre, Rodrigo Cesar Costa, Aline kadooka.

O VERDADEIRO MUNDO DA CRECHE: EDUCAR OU PRESTAR ASSISTÊNCIA? Drielly Adrean Batista, Rita Melissa Lepre, Rodrigo Cesar Costa, Aline kadooka. 1175 O VERDADEIRO MUNDO DA CRECHE: EDUCAR OU PRESTAR ASSISTÊNCIA? Drielly Adrean Batista, Rita Melissa Lepre, Rodrigo Cesar Costa, Aline kadooka. Programa de pós-graduação em psicologia da Universidade

Leia mais

a) SEGMENTAÇÃO (1) Introdução

a) SEGMENTAÇÃO (1) Introdução a) SEGMENTAÇÃO (1) Introdução Segmentação de mercado é o processo de dividir mercados em grupos de consumidores potenciais com necessidades e/ou características semelhantes e que provavelmente exibirão

Leia mais

Website desenvolvido como peça de apoio para uma proposta de campanha acessível para redes de restaurantes do segmento fast-food 1

Website desenvolvido como peça de apoio para uma proposta de campanha acessível para redes de restaurantes do segmento fast-food 1 Website desenvolvido como peça de apoio para uma proposta de campanha acessível para redes de restaurantes do segmento fast-food 1 Bianca Said SALIM 2 Lorran Coelho Ribeiro de FARIA 3 Pedro Martins GODOY

Leia mais

Unidade II COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL. Profa. Ma. Andrea Morás

Unidade II COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL. Profa. Ma. Andrea Morás Unidade II COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL Profa. Ma. Andrea Morás Comunicação empresarial Envolve todas as ferramentas de comunicação. Atividade multidisciplinar. Envolve conflitos, emoções, potencialidades e

Leia mais

PROJETO EXEMPLO. Os aparelhos de som compactos da Sonic. Situação do mercado. Situação do produto

PROJETO EXEMPLO. Os aparelhos de som compactos da Sonic. Situação do mercado. Situação do produto PROJETO EXEMPLO Os aparelhos de som compactos da Sonic Jane Melody é a gerente de produto da linha de aparelhos de som compactos da Sonic. Cada sistema consiste em um amplificador/rádio AM-FM, um aparelho

Leia mais

Apresentação da Disciplina

Apresentação da Disciplina Mídia - 2015.1 Nilmar Figueiredo 1 2 3 4 Calendário Acadêmico Comentários Apresentação da Disciplina Sistema de Avaliação 1 - Apresentação da Disciplina O que é Mídia? Departamento de Mídia - Organização

Leia mais

O Valor Ideológico na Propaganda de Cerveja 1

O Valor Ideológico na Propaganda de Cerveja 1 O Valor Ideológico na Propaganda de Cerveja 1 Nathália Sene GARIERI/ Licenciada em História Aline Rafaela Portílio LEMES Aline Aparecida SILVA Samuel Douglas Farias COSTA RESUMO A propaganda ocupa um largo

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CONFEDERAÇÃO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL TRABALHO DE AVALIAÇÃO MARKETING PARA A QUALIDADE

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CONFEDERAÇÃO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL TRABALHO DE AVALIAÇÃO MARKETING PARA A QUALIDADE UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CONFEDERAÇÃO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL TRABALHO DE AVALIAÇÃO MARKETING PARA A QUALIDADE CURITIBA ABRIL - 2000 ODILIO SEPULCRI TRABALHO DE AVALIAÇÃO MARKETING PARA

Leia mais

Módulo 12 Segmentando mercados

Módulo 12 Segmentando mercados Módulo 12 Segmentando mercados Há alguns anos que os profissionais de marketing perceberam que não se pode atender todo o mercado com um único composto de produto. Nem todos os consumidores querem um carro

Leia mais

ADAPTAÇÃO ESCOLAR. O início da vida escolar: da dependência familiar para autonomia social

ADAPTAÇÃO ESCOLAR. O início da vida escolar: da dependência familiar para autonomia social ADAPTAÇÃO ESCOLAR O início da vida escolar: da dependência familiar para autonomia social Lélia de Cássia Faleiros* Esse tema ADAPTAÇÃO ESCOLAR - tem sido motivo de grandes inquietações, principalmente

Leia mais

Análise semiótica da propaganda e embalagem do chocolate liquido Alpino Fast da Nestlé

Análise semiótica da propaganda e embalagem do chocolate liquido Alpino Fast da Nestlé Análise semiótica da propaganda e embalagem do chocolate liquido Alpino Fast da Nestlé Autora: Mirza Mara Porto Colaboração: Carlos Antônio Fragoso Guimarães A publicidade se desenvolveu a partir da necessidade

Leia mais

Aula 1: Introdução Inovação e Design DESENVOLVIMENTO DE EMBALAGENS

Aula 1: Introdução Inovação e Design DESENVOLVIMENTO DE EMBALAGENS Aula 1: Introdução Inovação e Design DESENVOLVIMENTO DE EMBALAGENS No design, muito se discute as formas e idéias em prol da função. Por mais bela que seja uma peça, não estará completa se não cumprir

Leia mais

Unidade IV. Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas. Prof a. Daniela Menezes

Unidade IV. Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas. Prof a. Daniela Menezes Unidade IV Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas Prof a. Daniela Menezes Tipos de Mercado Os mercados podem ser divididos em mercado de consumo e mercado organizacional. Mercado de consumo: o consumidor

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL Referência: CHAGURI, J. P. A Importância do Ensino da Língua Inglesa nas Séries Iniciais do Ensino Fundamental. In: O

Leia mais

Processos Organizacionais Temas que afetam os Processos Organizacionais. Temas que afetam os Processos Organizacionais

Processos Organizacionais Temas que afetam os Processos Organizacionais. Temas que afetam os Processos Organizacionais Processos Organizacionais 1. Conflito e Negociação 2. Poder e política 3. Liderança 5. Tomada de Decisão 6. Mudança e Estresse É um processo de remessa e recebimento de mensagens com conteúdo significativo.

Leia mais

As crianças, a cultura. Lisandra Ogg Gomes

As crianças, a cultura. Lisandra Ogg Gomes As crianças, a cultura lúdica e a matemática Lisandra Ogg Gomes Aprendizagens significativas: Como as crianças pensam o cotidiano e buscam compreendê-lo? (Caderno de Apresentação, 2014, p. 33). O que as

Leia mais

ANÁLISE DOS PONTOS DE VISTA IDEOLÓGICOS COMO REFERÊNCIA NA FORMAÇÃO DO PÚBLICO LEITOR.

ANÁLISE DOS PONTOS DE VISTA IDEOLÓGICOS COMO REFERÊNCIA NA FORMAÇÃO DO PÚBLICO LEITOR. ANÁLISE DOS PONTOS DE VISTA IDEOLÓGICOS COMO REFERÊNCIA NA FORMAÇÃO DO PÚBLICO LEITOR. Autor: Wagner de Araújo Baldêz 1 - UFOP. Orientador: William Augusto Menezes 2 - UFOP. O objetivo desse artigo é relatar

Leia mais

A MATEMÁTICA FINANCEIRA COMO AUXÍLIO À REFLEXÃO SOBRE A COMPRA DE BENS DE CONSUMO

A MATEMÁTICA FINANCEIRA COMO AUXÍLIO À REFLEXÃO SOBRE A COMPRA DE BENS DE CONSUMO A MATEMÁTICA FINANCEIRA COMO AUXÍLIO À REFLEXÃO SOBRE A COMPRA DE BENS DE CONSUMO GT 02 Educação Matemática no Ensino Médio e Ensino Superior Janete Jacinta Carrer Soppelsa UCS - jsopelsa@gmail.com Raquel

Leia mais

Identificando necessidades e estabelecendo requisitos

Identificando necessidades e estabelecendo requisitos Identificando necessidades e estabelecendo requisitos Resumo A importância de requisitos Diferentes tipos de requisitos Coleta de dados para requisitos Descrição de tarefas: Cenários Casos de uso Casos

Leia mais

Nosso Planeta Mobile: Brasil

Nosso Planeta Mobile: Brasil Nosso Planeta Mobile: Brasil Como entender o usuário de celular Maio de 2012 1 Resumo executivo Os smartphones se tornaram indispensáveis para nosso cotidiano. A difusão dos smartphones atinge 14% da população,

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

AULA 4 Marketing de Serviços

AULA 4 Marketing de Serviços AULA 4 Marketing de Serviços Mercado Conjunto de todos os compradores reais e potenciais de um produto ou serviço. Trata-se de um sistema amplo e complexo, que envolve: FORNECEDORES CONCORRENTES CLIENTES

Leia mais

Comunicação JOGOS TEATRAIS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO MATERNAL E EDUCAÇÃO INFANTIL

Comunicação JOGOS TEATRAIS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO MATERNAL E EDUCAÇÃO INFANTIL Comunicação JOGOS TEATRAIS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO MATERNAL E EDUCAÇÃO INFANTIL ROSA, Maria Célia Fernandes 1 Palavras-chave: Conscientização-Sensibilização-Transferência RESUMO A psicóloga Vanda

Leia mais