O PAPEL DO PSICÓLOGO NA CAPTAÇÃO E NO DESENVOLVIMENTO DAS PESSOAS DO SETOR DE VENDAS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O PAPEL DO PSICÓLOGO NA CAPTAÇÃO E NO DESENVOLVIMENTO DAS PESSOAS DO SETOR DE VENDAS"

Transcrição

1 1 UNIVERSIDADE VALE DO RIO DOCE UNIVALE FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANA E SOCIAIS- FHS CURSO DE PSICOLOGIA Eunice Sabino dos Santos Leonardo Sandro Vieira Luanna Paula de Oliveira Neto Marcone Silva Matos O PAPEL DO PSICÓLOGO NA CAPTAÇÃO E NO DESENVOLVIMENTO DAS PESSOAS DO SETOR DE VENDAS Governador Valadares Junho de 2009

2 2 UNIVERSIDADE VALE DO RIO DOCE UNIVALE FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANA E SOCIAIS- FHS CURSO DE PSICOLOGIA O PAPEL DO PSICÓLOGO NA CAPTAÇÃO E NO DESENVOLVIMENTO DAS PESSOAS DO SETOR DE VENDAS Monografia apresentada ao curso de Psicologia da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Vale do Rio Doce, como requisito parcial à obtenção do título de Graduação em Psicologia. Alunos: Eunice Sabino dos Santos Leonardo Sandro Vieira Luanna Paula de Oliveira Neto Marcone Silva Matos Orientador: Omar de Azevedo Ferreira Governador Valadares Junho de 2009

3 3 O PAPEL DO PSICÓLOGO NA CAPTAÇÃO E NO DESENVOLVIMENTO DAS PESSOAS NO SETOR DE VENDAS Monografia defendida e aprovada em 10 de junho de 2009, pela banca examinadora constituída pelos professores: Professor Omar de Azevedo Ferreira (Orientador) Kely Prata Silva (Prof. Convidado) Pier Angeli Viggiano (Prof. Convidado)

4 4 DEDICATÓRIA Dedicamos este trabalho às nossas famílias e todas as pessoas que nos incentivaram no decorrer desta árdua caminhada, especialmente, ao professor Luis Carlos Nebenzahl.

5 5 AGRADECIMENTOS Agradecemos, primeiramente, a Deus, força suprema e fonte de luz. Aos nossos pais e familiares pela confiança e por acreditarem em nosso potencial. Aos professores e amigos pelo companheirismo, paciência e incentivo para que continuássemos a nossa caminhada. Ao orientador, Omar de Azevedo Ferreira, pelo profissionalismo, amizade e, acima de tudo, pela paciência. Agradecemos a todos vocês.

6 6 SUMÁRIO O PAPEL DO PSICÓLOGO NA CAPTAÇÃO E NO DESENVOLVIMENTO DAS PESSOAS DO SETOR DE VENDAS RESUMO 7 INTRODUÇÃO A ÁREA DE VENDAS E O COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR Conceito de Vendas e Marketing Economia e Mercado Consumidor O Perfil do Consumidor da Atualidade As Principais Teorias Sobre o Comportamento do Consumidor 16 2-COMPETÊNCIAS DO VENDEDOR, ESTRATÉGIAS E REMUNERAÇÃO NO PROCESSO DE VENDAS Análise e Importância do Perfil Profissional em Vendas Competências do Vendedor Estratégias/Ações de Vendas Estratégia de Remuneração Variável A CONTRIBUIÇÃO DO PSICÓLOGO PARA O SUCESSO NO PROCESSO DE VENDAS Colaboração e Atuação do Psicólogo como Consultor Externo Captação de Profissionais: Como Recrutar e Selecionar Profissionais em Vendas? Principais Técnicas de Seleção de Pessoal A Entrevista: Etapa Fundamental do Processo de Seleção dos Profissionais em Vendas Desenvolvendo Treinamentos em Vendas Técnicas e Treinamentos mais executados em Vendas 46 CONSIDERAÇÕES FINAIS 49 BIBLIOGRAFIA 51

7 7 MATOS, Marcone Silva; NETO, Luanna Paula de Oliveira; SANTOS, Eunice Sabino dos; VIEIRA, Leonardo Sandro. O Papel do Psicólogo na Captação e no Desenvolvimento das Pessoas do Setor de Vendas. Trabalho apresentado na Universidade do Vale do Rio Doce UNIVALE Na Faculdade de Ciências Humanas e Sociais FHS, no curso de Psicologia, orientado por Omar de Azevedo Ferreira. RESUMO O presente trabalho pretende mostrar, a partir de um estudo de possíveis campos de atuação do psicólogo dentro das organizações, a importância desse profissional na captação, treinamento e desenvolvimento das pessoas do setor de vendas. A globalização intensifica cada vez mais os processos de mudanças impulsionando a competitividade baseada numa economia de capitais e conhecimento. A falta de investimento na formação e capacitação dos colaboradores ou em equipamento e tecnologia podem conduzir a um desperdício do potencial da mão-de-obra. Nesse ambiente de mudanças, tornam-se necessários profissionais de vendas com perfil específico e competências consoantes a essas tendências globais, ou seja, profissionais qualificados ou bem treinados. É fundamental a atuação do psicólogo organizacional, desde o processo de seleção de pessoal, na elaboração de entrevistas ou na avaliação de perfis e competências, bem como, na colaboração em treinamentos e desenvolvimento de ações e estratégias que visam otimizar resultados organizacionais e pessoais em busca de sinergia. A metodologia utilizada foi a pesquisa bibliográfica do tipo descritiva. O trabalho avalia as várias inter-relações entre os profissionais em psicologia e do setor de vendas. Concluiu-se que, a atuação do psicólogo no setor de vendas é fundamental, pois no mercado competitivo de hoje é preciso que as empresas busquem melhorias nos processos organizacionais visando a excelência para tornar mais fácil a superação das metas dos vendedores. Palavras Chave: Vendas. Psicologia. Captação e Desenvolvimento. Treinamentos. Vendedores. Organizações.

8 8 MATOS, Marcone Silva; NETO, Luanna de Oliveira; SANTOS, Eunice Sabino dos; VIEIRA, Leonardo Sandro. O Papel do Psicólogo na Captação e no Desenvolvimento das Pessoas do Setor de Vendas. Trabalho apresentado na Universidade do Vale do Rio Doce UNIVALE Na Faculdade de Ciências Humanas e Sociais FHS, no curso de Psicologia, orientado por Omar de Azevedo Ferreira. RESUMEN El presente trabajo tiene el objetivo de mostrar a partir de un estudio los posibles sectores de actuación dentro de las organizaciones, la importancia de ese profesional en la captación, entrenamiento e desarrollo de las personas del sector de ventas. La globalización intensifica cada vez más en los procesos mudanzas gerando la competitividad basada en una economía de capitales e conocimiento. La falta de inversión en la formación e captación de los colaboradores o en equipamiento y tecnología pueden conducir a un perjuicio de potencial de mano de obra. En este ambiente de mudanzas es necesario profesionales de ventas con perfil específico e competencias equivalentes a las tendencias globales, o sea profesionales cualificados y bien entrenados. Así es fundamental la actuación del psicólogo organizacional, desde el proceso de selección de personal, en la elaboración de entrevistas o en la evaluación de perfiles y competencias, bien como en la colaboración en entrenamientos y desarrollo de acciones y estrategias que tienen el objetivo mejorar los resultados organizacionales y personales en búsqueda de sinergia. La metodología utilizada es una pesquisa bibliográfica del tipo descriptiva. El trabajo evalúa las varias relaciones entre profesionales en psicología y del sector de ventas. Para concluir, la actuación del psicólogo es fundamental en este proceso de captación y desarrollo de los profesionales de este sector, pues ayuda en la búsqueda de mejorías en los procesos organizacionales visando excelencia y superación de metas de los vendedores. Palabras Claves: Ventas. Psicología. Captación y Desarrollo. Entrenamiento. Vendedores. Organizaciones.

9 9 INTRODUÇÃO Nos diversos setores da economia, o departamento de vendas exerce um papel relevante nas relações comerciais. A competitividade entre as organizações, as influências da globalização e as inovações tecnológicas têm preocupado muitas empresas, no que se refere à busca de profissionais do setor de vendas com perfil adequado à função que exercem. Além de preocuparem com o aperfeiçoamento e desenvolvimento dos seus colaboradores, as empresas buscam ferramentas de remuneração equivalente à realidade deste setor profissional. Nota-se que o profissional de vendas está presente na maioria das relações comerciais, porém não é uma profissão muito valorizada. Muitos profissionais atuam nesse setor a fim de conseguir recursos financeiros para chegar a outras profissões. A desvalorização dessa função acontece principalmente por não haver uma visão de profissionalização do setor. O mercado visualiza mais como emprego temporário do que uma profissão, isso é um dos motivos do grande turn-over, indicador que demonstra a rotatividade de funcionários (admissões, demissões ou taxa de substituição de trabalhadores antigos por novos). Neste contexto, há necessidade de investimento, de conhecimento e desenvolvimento de habilidades que possibilitem ao profissional desempenhar seu papel de forma eficiente e eficaz, mudando a percepção do mercado e trazendo uma visão mais profissional dessa atividade. O psicólogo pode contribuir na profissionalização dos vendedores e no crescimento organizacional, pois utiliza técnicas específicas no recrutamento e seleção de pessoal, ajuda na elaboração de entrevistas, avalia perfis e competências necessários ao profissional do setor de vendas, elabora, juntamente com os profissionais da administração, estratégias de vendas e de remuneração e pode desenvolver vivências (treinamentos) otimizando o processo de capacitação desses profissionais para atingir suas metas e objetivos estabelecidos. Observa-se também que o profissional de psicologia pode atuar como consultor externo das organizações comerciais, sendo facilitador em processos de diagnósticos e de implementações de mudanças organizacionais. O presente trabalho tem por objetivo pesquisar as principais metodologias nos processos de recrutamento e seleção, avaliar a importância das entrevistas, treinamentos e acompanhamento dos profissionais da área de vendas, bem como, aplicar tais treinamentos de maneira mais eficiente no ambiente organizacional, proporcionando

10 10 maior qualidade e produtividade no processo, principalmente, demonstrando o papel fundamental que o profissional de psicologia possui, ao intermediar os processos de mudanças profissionais e organizacionais. Ao longo dessa pesquisa, procurar-se-á encontrar respostas para a seguinte questão: Como a Psicologia pode contribuir para o crescimento do processo de vendas? A metodologia utilizada é a pesquisa qualitativa através de revisão bibliográfica de livros, revistas científicas e profissionais, artigos científicos que foram disponibilizados pela Biblioteca Central da UNIVALE, FEAD e Internet. Esse trabalho monográfico é dividido em três capítulos: o primeiro aborda os conceitos de Vendas e Marketing visando esclarecer suas principais diferenças, além de retratar o perfil do consumidor da atualidade e as principais teorias sobre o comportamento do mesmo, temas importantes para elaboração desse trabalho. O segundo capítulo traz algumas observações sobre o desenvolvimento do profissional em vendas, as estratégias de vendas e a importância do perfil desse profissional. O terceiro capítulo enfoca a contribuição significativa do psicólogo em diversos aspectos no setor de vendas, desde o processo seletivo até o desenvolvimento de treinamentos, contribuindo assim, para o sucesso no processo de vendas.

11 A ÁREA DE VENDAS E O COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR 1.1 CONCEITO DE VENDAS E MARKETING As expressões marketing e vendas estão sempre tão ligadas que surgem algumas dúvidas: Vendas e marketing seriam a mesma coisa? Teriam os mesmos objetivos? Alcançariam os mesmos resultados? Os consumidores pensam marketing como sendo o trabalho de descobrir o maior número de clientes para atender a produção de uma indústria ou comércio. Porém, marketing tem uma visão muito mais ampla que isso, pois as organizações têm níveis desejados de demanda de seus produtos. Mas, em alguns momentos, esses níveis podem ser inadequados, em excesso, ou até mesmo, nem terem demanda, daí a importância do marketing que irá trabalhar no intuito de encontrar estratégias diferentes para diferentes demandas ( KOTLER, 2000). No entendimento de Drucker (2002), a venda e o marketing não são palavras sinônimas ou complementares, pois o objetivo do marketing é tornar a venda supérflua, na verdade, seria compreender tão bem o cliente de forma que o produto se venda por si só. O autor complementa dizendo que o marketing deve ter como resultado um cliente pronto para comprar. Ao pronunciar a respeito do desempenho do trabalho de marketing no mercado consumidor, Kotler (1998) diz que esse trabalho é desempenhado formalmente por gerentes de vendas, pelo pessoal de vendas, administradores de serviços ao cliente, gerente de produto, gerente de mercado e o vice-presidente de marketing e que cada um é responsável por planejar e implementar programas a fim de produzir resultados desejáveis aos mercados alvos. A imagem popular do administrador de marketing é a de estimular a demanda pelos produtos da empresa, visão essa limitada, já que a tarefa real do marketing seria a de influenciar o nível, o tempo e a composição da demanda de maneira a ajudar a organização a alcançar seu alvo. A administração de marketing é o processo de planejamento e execução da concepção, preço da promoção e da distribuição de ideias, bens e serviços para criar trocas que satisfaçam objetivos individuais e organizacionais (KOTLER e ARMASTRONG, 1999, p.40).

12 12 Dessa forma, entende-se que marketing é essencialmente a administração de demanda em que os responsáveis por esse setor desenvolvem as tarefas que lhes competem, como a realização de pesquisas de marketing, planejamento, implementação e controle de ações que têm o objetivo de identificar e satisfazer a necessidade do consumidor, isto é, conquistar e manter clientes. O cliente é o principal motivo para que a empresa torne-se competitiva e alcance a excelência. Esses conceitos fazem proceder a afirmação anterior de que o marketing é um processo de planejamento e execução do entendimento, da implementação e do controle. Isso é marketing. É a promoção de ideias, serviços e noções de troca que tem como objetivo promover satisfação para as partes envolvidas, as organizações e os clientes (KOTLER, 1998). É importante citar que para o autor a venda está preocupada com a necessidade do vendedor de converter seu produto em dinheiro, priorizando assim o produto. Já o marketing tem a tarefa de utilizar a venda e a promoção para estimular um volume lucrativo de vendas, focalizando dessa forma a satisfação da necessidade do consumidor. Dentro do Marketing a psicologia pode contribuir com pesquisas do comportamento para busca de satisfação e envolvimento do cliente com o produto ou serviço desenvolvido pela organização, por isso torna-se fundamental que o psicólogo tenha conhecimento dos processos do marketing até ao ponto de venda ECONOMIA E MERCADO CONSUMIDOR Segundo Passos (2003), a economia é uma ciência que se preocupa com a alocação dos recursos escassos para a satisfação das necessidades humanas, que são ilimitadas. Esses recursos são o que utilizamos para produzir. Segundo o autor, esses recursos podem ser limitados em quantidade, combináveis ou não, e classificam-se em: Recursos Livres, Recursos Econômicos e Recursos Produtivos. Recursos Livres são os recursos abundantes. Ex: ar, sol. Recursos Econômicos são os recursos escassos. Ex: água, terra agrícola. Recursos Produtivos são aqueles utilizados como fatores de produção. Ex: Terra, trabalho, capital, capacidade empresarial, tecnologia. Eles se dividem em humanos e não-humanos.

13 13 O autor ainda define as necessidades humanas como uma sensação da falta de alguma coisa unida ao desejo de satisfazê-la e essas necessidades são diversificadas e insaciáveis. Vários autores preferem definir resumidamente a economia como sendo uma ciência social que estuda a produção, distribuição e consumo dos bens e serviços. De acordo com Cavalcante (1997) apud Passos (2003), a economia é a ciência que estuda as formas de comportamento humano resultantes da relação existente entre as ilimitadas necessidades a satisfazer e os recursos que, embora escassos, se prestam a usos alternativos. Passos (2003) ainda pontua que escassez significa que os recursos disponíveis são insuficientes para satisfazer todas as necessidades e desejos. Observando essas três linhas de raciocínio em busca da observação e definição da economia, pode-se notar um dos primeiros fenômenos da economia ligados à lei da oferta e da demanda, estritamente, ligada à quantidade de oferta dos recursos econômicos ou produtivos à demanda, ou seja, o desejo e ritmo de consumo do mercado. Essas variações entre oferta e demanda resultará em diversas conjunturas que influenciaram de modo impactante nos diversos mercados, ou seja, se há uma grande oferta de determinado produto e pouca demanda, os preços no mercado podem abaixar, prejudicando de certo modo o setor produtivo e econômico que possui o desejo de girar o produto, mas a falta de demanda impede o ciclo econômico. Se há pouca oferta e muita demanda, os preços dos diversos produtos serviços podem ter um grande aumento, principalmente, porque a possibilidade de aquisição do produto é difícil. Nessa situação quem fica prejudicado é o consumidor que tem de dispor de altas quantias para suprir a sua necessidade. Podem perceber esses fenômenos através do estudo dos diversos mercados da economia. Para Penteado Filho (1987), mercado é um conjunto de compradores de um determinado bem ou serviço. A soma dos consumidores atuais do produto mais os consumidores dos produtos concorrentes formam o mercado atual do produto. E é também o mercado atual daquele tipo de produto, já que não se tem garantia de que os consumidores potenciais virão ou não a consumi-lo. Esses consumidores são o mercado potencial do produto. Os tipos de consumo podem ser basicamente três: Bens duráveis, bens Nãoduráveis e Serviços. Bens duráveis são produtos concretos que, normalmente sobrevivem a muitos usos. Exemplos: automóveis, geladeiras, equipamentos de som, roupas entre outros; Bens não-duráveis são produtos concretos que, normalmente são

14 14 consumidos de uma vez ou em pouco tempo. Exemplos: refrigerantes, leite, pão, sabonete, xampu entre outros; e Serviços que são os bens abstratos ou intangíveis, que produzem um benefício ou a satisfação de uma necessidade do consumidor, como: corte de cabelo, serviços bancários, serviços domésticos, mudanças entre outros. Uma outra classificação utilizada para os bens de consumo baseia-se não nas características dos produtos, mas no comportamento ou hábitos de compra dos consumidores. Para Penteado Filho (1987), essa classificação também compreende três tipos de bens: Bens de Conveniência são produtos que os consumidores adquirem com certa frequência, com um mínimo esforço para fazer comparações ao adquiri-los. Exemplos: Lâminas de barbear, sabonetes, jornais e etc.; Bens de Compra Comparada são produtos que os consumidores só adquirem após comparar a conveniência, qualidade, preço ou estilo. Exemplos: Roupas, mobília, eletrodomésticos, automóveis novos ou usados e etc; Bens Especiais ou Especialidades são bens de consumo de características únicas, para cuja aquisição os consumidores estão dispostos a fazer esforços especiais. Exemplos: roupas e jóias de marcas exclusivas, certos tipos de equipamento de som ou fotografia, itens de coleção, como quadros, selos e objetos de decoração, etc. Para o mesmo autor, existe também a segmentação psicográfica de mercado. Esse tipo de segmentação é bastante complexo, pois nela os consumidores são divididos a partir das suas atitudes, opiniões a respeito de um produto, das características da personalidade, estilo de vida, status social, etc, isso porque as pessoas, como consumidores, podem apresentar uma grande variedade de comportamento e estilo de vida mutável, de acordo com sua personalidade. Outro aspecto que pode variar é lealdade ou fidelidade a certas marcas ou tipos de produtos. Há pessoas que nunca variam de marca ou tipos de produtos enquanto outras mudam constantemente. De acordo com Amorim (2007) apud Uliana (2007), a economia brasileira desde 2004 tem se beneficiado de um ciclo de crescimento mundial acelerado com baixas taxas de juros mundiais. Esse ciclo, somado a uma expansão expressiva da demanda asiática, levou a uma forte alta de preço de commodities como: produtos agrícolas, minérios e materiais, beneficiando muito a economia brasileira, permitindo um fortalecimento enorme dos fundamentos econômicos e um crescimento mais sólido e sustentável. Salvo uma mudança do mercado internacional causada por uma desaceleração econômica global significativa ou uma forte elevação das taxas de juros mundiais, que são possíveis, mas improváveis, a economia brasileira deve sustentar um

15 15 crescimento do Produto Interno Bruto (*PIB) próximo a 4% em 2008 (Amorim, 2007, apud Uliana, 2007). Cavalcante (1997) apud Passos (2003) afirma que, dependendo do mercado, o relacionamento entre compradores e vendedores poderá seguir padrões diferentes. O autor mostra como exemplo o mercado de produtos alimentícios que é caracterizado pela existência de um grande número de vendedores e compradores, sendo que o preço é determinado pelo jogo da oferta e procura dos mesmos. Assim sendo, os preços são fixados por todos, simultaneamente, numa tentativa de cada qual satisfazer a seus próprios interesses. Tal situação contrasta com um mercado onde o preço é fixado unilateralmente por um único vendedor onde há monopólio de mercado. A freqüente mudança na economia e no mercado causa impactos no perfil do consumidor por isso compete ao profissional da psicologia que atua neste setor estar interado dos fatores da economia e como estes fatores influencia no comportamento do consumidor. Sendo assim, infere-se que as dinâmicas dos mercados econômicos afeta diretamente na atitude, comportamento e principalmente nos resultados dos profissionais de venda, por isso torna-se cada vez mais necessário que o profissional conheça as influências econômicas no dia a dia dos consumidores e se especialize ou se atualize sempre para estar preparado para essas mudanças O PERFIL DO CONSUMIDOR DA ATUALIDADE Entender o comportamento do consumidor não é uma tarefa das mais fáceis. Ainda mais classificá-lo de acordo com atitudes, comportamentos e preferências que determinarão o desenvolvimento de produtos, marcas e, consequentemente, vendas. Ao longo dos últimos anos, o consumidor assumiu um perfil muito mais exigente em função do número crescente de opções de compra e da variedade de empresas disputando sua atenção. De qualquer forma, já é possível delimitar algumas atitudes do chamado novo consumidor, aquele que atua como embaixador de uma marca que admira e a indica para seus amigos; aquele que lança moda e tem grande poder de disseminar informações sobre os produtos e serviços que consome.

16 16 Segundo Uliana (2007), O Plano Real e o Código de defesa do Consumidor são grandes divisores de água em relação ao novo consumidor. O primeiro democratizou o acesso dele aos pontos-de-venda de forma que pudesse exercer o direito de comparar preços e serviços, tornando-se muito mais seletivo e consciente na hora de comprar. Segundo o mesmo autor, o Código de Defesa do Consumidor veio combater os abusos nas relações de consumo. O consumidor não se sente mais desamparado e faz valer seus direitos, o que exige das empresas e vendedores uma postura mais franca, sincera, aberta e ética, sob pena de sofrerem sérias consequências. Antigamente, por falta de opção e concorrência, era relativamente fácil vender, pois se um comprador não quisesse o produto ou serviço ou estivesse insatisfeito, certamente haveria outro cliente para comprar. Hoje, o novo consumidor está muito mais consciente de seus direitos e é cada vez mais seletivo, exigente, informado e comunicativo. Antes de sair às compras, ele pesquisa, informa-se e tem a seu favor inúmeras formas de buscar essas informações. O novo consumidor também está cada vez mais atento às diferenças de preços e formas de pagamento. Portanto, decisões de compra têm sido tomadas com mais segurança e após pesquisa detalhada nas lojas que concorrem no segmento em questão. E uma coisa é certa: independentemente de sua faixa de renda, o novo consumidor sempre optará por adquirir o melhor que o seu dinheiro puder comprar. É um erro pensar que o consumidor de baixa renda almeja algo diferente do de alta renda. Ele só tem restrições que determinam o seu padrão ajustado de consumo e sua forma de pagamento dos bens de consumo e prestação de serviços AS PRINCIPAIS TEORIAS SOBRE O COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR O homem está sempre em busca de maximizar seu prazer e minimizar seu sofrimento. O comprador busca consumir bens e serviços que lhe proporcionem maior utilidade e satisfação. Quanto mais intensa a necessidade e quanto mais perdurar, tanto mais forte será o impulso do indivíduo para reduzi-lo por meio da manifestação do comportamento de procura e, finalmente, da aquisição de um objeto que venha a satisfazer sua necessidade. (KOTLER, 1994, apud TOLEDO E CAIGAWA, 2003, p.01)

17 17 Segundo Gade (1998), a psicologia permite entender as influências dos fatores psicodinâmicos internos e dos fatores psicossociais externos que atuam sobre o consumidor. Com o estudo do comportamento e da psicologia do consumidor, têm sido desenvolvidas diversas estratégias de marketing mais eficazes. O comportamento do consumidor são as atividades físicas, mentais e emocionais realizadas na seleção, compra e uso de produtos e serviços para a satisfação de necessidades e desejos (GADE, 1998, p. 94). De acordo com a autora, os fatores que influenciam a decisão de compra e consumo são: culturais, sociais, pessoais e psicológicos. Fatores culturais seriam: os hábitos, costumes, pensares, ideologia, correntes culturais e a moda. Fatores sociais seriam o grupo familiar, os amigos, grupos de referência, os líderes e seus seguidores, a aceitação social e o conformismo. Os fatores pessoais seriam as variáveis demográficas, idade, sexo, escolaridade e atividades, situação econômica e estilo de vida. Os fatores psicológicos seriam o processamento de informações, sua captação e decodificação através de mecanismos de sensação, percepção, aprendizado, memória, aspectos motivacionais, emocionais, atitudinais e a própria personalidade do comprador. Segundo Giglio (2002), as teorias sobre o comportamento do consumidor que mais têm se destacado nos livros, cursos e palestras são as teorias racionais do comportamento do consumidor, como teorias econômicas, de avaliação de risco e as aplicações ao consumidor; teorias de motivação, que é uma área muito comentada em marketing, segundo o autor; teorias comportamentais sobre o consumo, com as consagradas leis de condicionamento da Teoria Skinneriana; teorias sociais sobre o comportamento do consumidor; e a teoria das tipologias do consumidor que podem ser demográficas, psicográficas e de estilo de vida. Essas tipologias servem como referências iniciais para o desenvolvimento de alguns planos de marketing. Existem várias teorias sobre o comportamento do consumidor e, elas remetem tal comportamento a fatores internos ou a fatores externos, ao aprendizado do consumidor, à motivação, às atitudes do consumidor, a fatores pessoais, a fatores sóciogrupais, a fatores culturais e a fatores psicológicos. Dentre as várias teorias sobre o comportamento do consumidor, algumas merecem destaques por serem amplamente utilizadas em vendas e marketing. A seguir algumas dessas principais teorias:

18 18 Maslow (1944) apud Serrano (2003) apresentou uma das teorias mais importantes da motivação, segundo a qual as necessidades humanas estão organizadas e dispostas em níveis, numa hierarquia de importância e de influência, essas necessidades são as necessidades fisiológicas, necessidade de segurança, necessidades sociais (afeto), necessidade de status e estima e as necessidades de autorrealização. Na base, estão as necessidades mais baixas (necessidades fisiológicas) e, no topo, as necessidades mais elevadas (as necessidades de autorrealização). As necessidades fisiológicas constituem a sobrevivência do indivíduo e a preservação da espécie: alimentação, sono, repouso, abrigo, etc. As necessidades de segurança constituem a busca de proteção contra a ameaça ou privação, a fuga e o perigo. As necessidades sociais incluem a necessidade de associação, de participação, de aceitação por parte dos companheiros, de troca de amizade, de afeto e amor. A necessidade de estima envolvem a auto apreciação, a autoconfiança, a necessidade de aprovação social e de respeito, de status, prestígio e consideração, além de desejo de força e de adequação, de confiança perante o mundo, independência e autonomia. As necessidades de autorrealização são as mais elevadas, é a capacidade de cada pessoa realizar o seu próprio potencial e de auto-desenvolver-se continuamente. Essa teoria indica que no momento em que o indivíduo realiza uma necessidade, surge outra em seu lugar, exigindo sempre que as pessoas busquem meios para satisfazê-la. Poucas pessoas procurarão reconhecimento pessoal e status se suas necessidades básicas estiverem insatisfeitas. Serrano (2003) afirma que, enquanto a teoria de Maslow relaciona-se com a motivação, a teoria freudiana estabelece que motivações seriam responsáveis pela aceitação ou rejeição de produtos ou bens de consumo. De acordo com Gade (1998), a teoria freudiana é utilizada em marketing a fim de não só se estabelecerem os motivos intrapsíquicos que levariam o homem ao consumo, como também, no estudo dos apelos mais favoráveis em termos de propaganda. Segundo Serrano (2003), o ponto chave da psicanálise freudiana ou sua premissa é a proposição de dividir o psiquismo humano em: Consciente; Inconsciente, dividido em: inconsciente latente (capaz de manter a consciência), mas consciente no sentido de sua dinâmica de funcionamento, é o chamado pré-consciente; e Inconsciente reprimido (que não consegue manter o nível de consciência).

19 19 Os pontos de destaque da psicanálise freudiana, quanto ao comportamento humano, são os impulsos inconscientes e as defesas do psiquismo contra esses impulsos. De acordo com Serrano (2003), a teoria freudiana estabelece três instâncias psíquicas responsáveis pelo comportamento: o id, fonte da energia psíquica dos impulsos primitivos, o ego, regulador dos impulsos selvagens do id ligado ao princípio da realidade, e o superego, a quem cabe a representação interna das proibições sociais. Gade (1998) usa exemplos de postura do consumidor para ilustrar as três instâncias: Queria tomar uma cerveja gelada, não uma, duas, quero todas, todas...! Aqui seria a representação do id; Vou tomar uma... meia cerveja. Seria a instância do ego. Não devo tomar bebida alcoólica, cerveja, melhor tomar um refrigerante... Seria a representação do superego. Baseado na teoria freudiana, a maneira pela qual essas três instâncias psíquicas interagem, a maneira pela qual o conflito das exigências do id e do superego é resolvido por meio de uma integração realizada pelo ego será a maneira pela qual o indivíduo atuará em termos de personalidade. Existe, portanto, um conflito entre o id, regido pelo princípio do prazer, e o superego, proibitivo e punitivo. Caberá ao ego, representante do princípio da realidade, a tentativa de resolução desse conflito. O indivíduo, que desenvolveu um rigoroso superego, que lhe proíbe comer, por considerar isto um pecado da gula, aquele doce apetitoso que o id pede a ponto de fazêlo parar hesitante na vitrine da confeitaria com água na boca, se utilizará do princípio da realidade para racionalizar que o doce o deixará obeso e irá embora insatisfeito, deslocando sua vontade talvez para a fantasia de uma fruta como objeto substitutivo. Ao estudar o que faz as pessoas comprarem certos produtos, os analistas do consumidor tentam se utilizar dessas teorias para analisar, em termos de personalidade e de estruturação psíquica, que componentes e traços do produto teriam maior aceitação. Giglio (2002) afirma que, seguindo uma linha positivista, a Psicologia Comportamental coloca como objeto de estudo apenas os fenômenos observáveis, eliminando emoções, afetos e, evidentemente, qualquer noção de inconsciente. Entre os teóricos mais importantes e muito estudados em marketing encontra-se Frederick B.

20 20 Skinner com sua teoria do comportamento e seus paradigmas clássicos, como reforço, extinção, discriminação e generalização. Um comportamento poderá ter sua frequência aumentada se for sucedido por uma recompensa importante para o sujeito. É o caso clássico da mãe que dá um doce ao filho por ele ter comido todo o prato salgado. O trato feito antes do almoço, ou seja, a promessa da mãe é o estímulo eliciador, que pretende que o comportamento de comer o prato salgado ocorra. Já o doce é o estímulo condicionante ou reforçador, que vem imediatamente após o comportamento, reforçando o comportamento. Dizer que o estímulo é reforçador significa que existe a probabilidade de ocorrer o mesmo comportamento ou aumentar sua frequência, se for provado que esse mesmo estímulo estará presente e é importante para a pessoa. Ainda segundo o mesmo autor, todas as promessas de prêmios, presentes, brindes seguem essa mesma estrutura do estímulo eliciador e do reforçador (Giglio, 2002). Serrano (2003) afirma que o reforço pode ser primário se constituído de uma recompensa em nível de satisfação de necessidade primária, ou secundário, se constituído de elementos socialmente aprendidos, como um sorriso ou elogio, por exemplo, a gravata que se está usando, o que fará com que se compre mais gravatas desse tipo. O reforço também poderá ser negativo e implica, nesse caso, em uma redução da recompensa. No caso de esta ocorrer sempre, dá-se a extinção, isto é, se nunca elogiarem a gravata ou se a criticarem, desistir-se-á de comprar e usar gravatas desse tipo. Segundo o mesmo autor, a discriminação é o processo que permite distinguir quais são as gravatas que merecem elogios, e a generalização leva a crer que todas as gravatas daquela marca são apreciadas. Apesar de seu caráter reducionista, as teorias comportamentais têm seu apoio nos fatos e embasamento lógico, o que, segundo Giglio (2002), falta às teorias da motivação. Os numerosos casos de condicionamento de pessoas têm um peso importante. A teoria behaviorista ou comportamental encontrou um campo fértil em marketing, principalmente, com todos aqueles ramos de negócio que necessitam de uma alta frequência de recompra, como é o caso de produtos de higiene, limpeza e alimentos. Não é por acaso que numerosas empresas adotam estratégias de presentes (as chamadas promoções) para atrair o consumidor e levá-lo a criar hábito de compra (GIGLIO, 2002, p. 01).

A l e x a n d r a P a u l o

A l e x a n d r a P a u l o A l e x a n d r a P a u l o ESCOLA SECUNDÁRIA SERAFIM LEITE TRABALHO FINAL TÉCNICAS DE VENDA Alexandra Paulo 11ºI Nº 21160 Disciplina: Comercializar e vender Prof: João Mesquita 20-12-2012 2012-2013 1

Leia mais

O Administrador e a Magnitude de sua Contribuição para a Sociedade. O Administrador na Gestão de Pessoas

O Administrador e a Magnitude de sua Contribuição para a Sociedade. O Administrador na Gestão de Pessoas O Administrador e a Magnitude de sua Contribuição para a Sociedade Eficácia e Liderança de Performance O Administrador na Gestão de Pessoas Grupo de Estudos em Administração de Pessoas - GEAPE 27 de novembro

Leia mais

Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro.

Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro. PLANO DE MARKETING Andréa Monticelli Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro. 1. CONCEITO Marketing é

Leia mais

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os melhores resultados. 2 ÍNDICE SOBRE O SIENGE INTRODUÇÃO 01

Leia mais

Fluxo Ampliado de Marketing

Fluxo Ampliado de Marketing Fluxo Ampliado de Marketing No estudo deste fluxo ampliado de marketing, chega-se a conclusão da importância de um composto mercadológico mais intenso e realmente voltado ao atendimento das necessidades

Leia mais

Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex...

Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex... Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex... (/artigos /carreira/comopermanecercalmosob-pressao /89522/) Carreira Como permanecer calmo sob pressão (/artigos/carreira/como-permanecer-calmosob-pressao/89522/)

Leia mais

LÍDERES DO SECULO XXI RESUMO

LÍDERES DO SECULO XXI RESUMO 1 LÍDERES DO SECULO XXI André Oliveira Angela Brasil (Docente Esp. das Faculdades Integradas de Três Lagoas-AEMS) Flávio Lopes Halex Mercante Kleber Alcantara Thiago Souza RESUMO A liderança é um processo

Leia mais

TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO

TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE AURIFLAMA AUTOR(ES):

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING CENÁRIO E TENDÊNCIAS DOS NEGÓCIOS 8 h As mudanças do mundo econômico e as tendências da sociedade contemporânea.

Leia mais

PARTE IV Consolidação do Profissional como Consultor. Técnicas de Consultoria Prof. Fabio Costa Ferrer, M.Sc.

PARTE IV Consolidação do Profissional como Consultor. Técnicas de Consultoria Prof. Fabio Costa Ferrer, M.Sc. FATERN Faculdade de Excelência Educacional do RN Coordenação Tecnológica de Redes e Sistemas Curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet Técnicas de Consultoria Prof. Fabio Costa Ferrer, M.Sc.

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

Palestrante Paulo Gerhardt Inspira, Motiva e Sensibiliza para Resultados Superiores

Palestrante Paulo Gerhardt Inspira, Motiva e Sensibiliza para Resultados Superiores Palestrante Paulo Gerhardt Inspira, Motiva e Sensibiliza para Resultados Superiores Com uma abordagem inovadora e lúdica, o professor Paulo Gerhardt tem conquistado plateias em todo o Brasil. Seu profundo

Leia mais

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Avaliação de: Sr. Antônio Modelo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Especialistas The Inner

Leia mais

Pessoas e Negócios em Evolução

Pessoas e Negócios em Evolução Empresa: Atuamos desde 2001 nos diversos segmentos de Gestão de Pessoas, desenvolvendo serviços diferenciados para empresas privadas, associações e cooperativas. Prestamos serviços em mais de 40 cidades

Leia mais

11. Abordagem Comportamental

11. Abordagem Comportamental 11. Abordagem Comportamental Conteúdo 1. Behaviorismo 2. Novas Proposições sobre a Motivação Humana 3. Teoria da Hierarquia das de Maslow 4. Teoria dos dois fatores 5. Teoria X & Y de McGregor 6. Outros

Leia mais

A MOTIVAÇÃO INFLUENCIA NO DESEMPENHO DAS PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES? INFLUENCE MOTIVATION PERFORMANCE OF PERSONS IN ORGANIZATIONS?

A MOTIVAÇÃO INFLUENCIA NO DESEMPENHO DAS PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES? INFLUENCE MOTIVATION PERFORMANCE OF PERSONS IN ORGANIZATIONS? A MOTIVAÇÃO INFLUENCIA NO DESEMPENHO DAS PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES? INFLUENCE MOTIVATION PERFORMANCE OF PERSONS IN ORGANIZATIONS? Ana Carolina Gimenes Figueiredo Graduanda em Administração - Universidade

Leia mais

ORIENTADOR(ES): JANAÍNA CARLA LOPES, JOÃO ANGELO SEGANTIN, KEINA POLIANA PIVARRO DALMOLIN PAGLIARIN

ORIENTADOR(ES): JANAÍNA CARLA LOPES, JOÃO ANGELO SEGANTIN, KEINA POLIANA PIVARRO DALMOLIN PAGLIARIN Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: MOTIVAÇÃO HUMANA - UM ESTUDO NA EMPRESA MAHRRY CONFECÇÕES CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS

Leia mais

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ÍNDICE em ordem alfabética: Artigo 1 - ENDOMARKETING: UMA FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA DESENVOLVER O COMPROMETIMENTO... pág. 2 Artigo 2 - MOTIVANDO-SE... pág. 4 Artigo 3 - RECURSOS

Leia mais

Unidade II GESTÃO ESTRATÉGICA DE. Professora Ani Torres

Unidade II GESTÃO ESTRATÉGICA DE. Professora Ani Torres Unidade II GESTÃO ESTRATÉGICA DE RECURSOS HUMANOS Professora Ani Torres Gestão de Pessoas Conjunto de métodos, políticas,técnicas e práticas definidos com o objetivo de orientar o comportamento humano

Leia mais

A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram

A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram Esquema de Palestra I. Por Que As Pessoas Compram A Abordagem da Caixa Preta A. Caixa preta os processos mentais internos que atravessamos ao tomar uma

Leia mais

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr.

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr. A Chave para o Sucesso Empresarial José Renato Sátiro Santiago Jr. Capítulo 1 O Novo Cenário Corporativo O cenário organizacional, sem dúvida alguma, sofreu muitas alterações nos últimos anos. Estas mudanças

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado Professora Débora Dado Prof.ª Débora Dado Planejamento das aulas 7 Encontros 19/05 Contextualizando o Séc. XXI: Equipes e Competências 26/05 Competências e Processo de Comunicação 02/06 Processo de Comunicação

Leia mais

FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO

FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO CONTEÚDO DO CURSO DE FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO PROMOVIDO PELA www.administrabrasil.com.br - CONCEITO DE PREÇO NOS SERVIÇOS - FATORES DETERMINANTES DOS PREÇOS - ESTRATÉGIAS E ASPECTOS IMPORTANTES PARA

Leia mais

membros do time, uma rede em que eles possam compartilhar desafios, conquistas e que possam interagir com as postagens dos colegas.

membros do time, uma rede em que eles possam compartilhar desafios, conquistas e que possam interagir com as postagens dos colegas. INTRODUÇÃO Você, provavelmente, já sabe que colaboradores felizes produzem mais. Mas o que sua empresa tem feito com esse conhecimento? Existem estratégias que de fato busquem o bem-estar dos funcionários

Leia mais

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM ECOTURISMO Objetivo: O Curso tem por objetivo capacitar profissionais, tendo em vista a carência de pessoas qualificadas na área do ecoturismo, para atender,

Leia mais

SOBRE A NOSSA EMPRESA

SOBRE A NOSSA EMPRESA SOBRE A NOSSA EMPRESA A Resolve Serviços Empresariais Ltda., fundou-se em 1991, com o propósito de oferecer o serviço de mão de obra temporária fundamentada na Lei 6019/74, destacando-se pela ética, agilidade,

Leia mais

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 01. Conceitualmente, recrutamento é: (A) Um conjunto de técnicas e procedimentos

Leia mais

A PERCEPÇÃO DAS EMPRESAS SOBRE OS SERVIÇOS PRESTADOS PELOS PROFISSIONAIS DA AREA DE SISTEMA DE INFORMAÇÃO 1

A PERCEPÇÃO DAS EMPRESAS SOBRE OS SERVIÇOS PRESTADOS PELOS PROFISSIONAIS DA AREA DE SISTEMA DE INFORMAÇÃO 1 A PERCEPÇÃO DAS EMPRESAS SOBRE OS SERVIÇOS PRESTADOS PELOS PROFISSIONAIS DA AREA DE SISTEMA DE INFORMAÇÃO 1 Tatiana Pereira da Silveira 1 RESUMO O objetivo deste trabalho é apresentar os resultados da

Leia mais

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA Autor: Jeferson Correia dos Santos ARTIGO TÉCNICO INOVAÇÃO NA GESTÃO DE PÓS-VENDAS: SETOR AUTOMOTIVO RESUMO A palavra inovação tem sido atualmente umas das mais mencionadas

Leia mais

Planejamento de Marketing

Planejamento de Marketing PARTE II - Marketing Estratégico - Nessa fase é estudado o mercado, o ambiente em que o plano de marketing irá atuar. - É preciso descrever a segmentação de mercado, selecionar o mercado alvo adequado

Leia mais

Unidade IV MERCADOLOGIA. Profº. Roberto Almeida

Unidade IV MERCADOLOGIA. Profº. Roberto Almeida Unidade IV MERCADOLOGIA Profº. Roberto Almeida Conteúdo Aula 4: Marketing de Relacionamento A Evolução do Marketing E-marketing A Internet como ferramenta As novas regras de Mercado A Nova Era da Economia

Leia mais

COLETA DE INFORMAÇÕES E PREVISÃO DE DEMANDA

COLETA DE INFORMAÇÕES E PREVISÃO DE DEMANDA COLETA DE INFORMAÇÕES E PREVISÃO DE DEMANDA 1) Quais são os componentes de um moderno sistema de informações de marketing? 2) Como as empresas podem coletar informações de marketing? 3) O que constitui

Leia mais

Perfil de estilos de personalidade

Perfil de estilos de personalidade Relatório confidencial de Maria D. Apresentando Estilos de venda Administrador: Juan P., (Sample) de conclusão do teste: 2014 Versão do teste: Perfil de estilos de personalidade caracterizando estilos

Leia mais

RELATÓRIO FORMADORES DE OPINIÃO E ASSOCIADOS

RELATÓRIO FORMADORES DE OPINIÃO E ASSOCIADOS RELATÓRIO FORMADORES DE OPINIÃO E ASSOCIADOS RESULTADOS PESQUISA COM COMITÊS Definição e significado do PGQP para os comitês: Definições voltadas para ao Programa Significado do PGQP Qualificação das organizações

Leia mais

I. A empresa de pesquisa de executivos deve lhe fornecer uma avaliação precisa e cândida das suas capacidades para realizar sua pesquisa.

I. A empresa de pesquisa de executivos deve lhe fornecer uma avaliação precisa e cândida das suas capacidades para realizar sua pesquisa. DIREITO DOS CLIENTES O que esperar de sua empresa de Executive Search Uma pesquisa de executivos envolve um processo complexo que requer um investimento substancial do seu tempo e recursos. Quando você

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE A MOTIVAÇÃO E A ROTATIVIDADE DE FUNCIONÁRIOS EM UMA EMPRESA

A RELAÇÃO ENTRE A MOTIVAÇÃO E A ROTATIVIDADE DE FUNCIONÁRIOS EM UMA EMPRESA A RELAÇÃO ENTRE A MOTIVAÇÃO E A ROTATIVIDADE DE FUNCIONÁRIOS EM UMA EMPRESA Elaine Schweitzer Graduanda do Curso de Hotelaria Faculdades Integradas ASSESC RESUMO Em tempos de globalização, a troca de informações

Leia mais

ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO.

ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO. 1 ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO. Juliana da Silva RIBEIRO 1 RESUMO: O presente trabalho enfoca as estratégias das operadoras de telefonia móvel TIM,VIVO e CLARO

Leia mais

GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH. PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO

GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH. PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO O QUE É NÍVEL DE SERVIÇO LOGÍSTICO? É a qualidade com que o fluxo de bens e serviços

Leia mais

INOVAÇÃO NA ADVOCACIA A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL NOS ESCRITÓRIOS JURÍDICOS

INOVAÇÃO NA ADVOCACIA A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL NOS ESCRITÓRIOS JURÍDICOS INOVAÇÃO NA ADVOCACIA A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL NOS ESCRITÓRIOS JURÍDICOS Ari Lima Um empreendimento comercial tem duas e só duas funções básicas: marketing e inovação. O resto são custos. Peter Drucker

Leia mais

Portfolio de cursos TSP2

Portfolio de cursos TSP2 2013 Portfolio de cursos TSP2 J. Purcino TSP2 Treinamentos e Sistemas de Performance 01/07/2013 Como encantar e fidelizar clientes Visa mostrar aos participantes a importância do conhecimento do cliente,

Leia mais

INTRODUÇÃO AO TRADE MARKETING Fazendo a diferença no Ponto de Venda. www.pdvativo.com.br

INTRODUÇÃO AO TRADE MARKETING Fazendo a diferença no Ponto de Venda. www.pdvativo.com.br Fazendo a diferença no Ponto de Venda EBOOK Sumário Revisão O que é Trade Marketing? Entenda o Comportamento de Compra do Consumidor O que é Merchandising? Revisão Para entender sobre Trade Marketing devemos

Leia mais

Universidade de Brasília. Faculdade de Ciência da Informação. Disciplina: Projeto de Implementação de Sistemas Arquivísticos. Profa.

Universidade de Brasília. Faculdade de Ciência da Informação. Disciplina: Projeto de Implementação de Sistemas Arquivísticos. Profa. Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Disciplina: Projeto de Implementação de Sistemas Arquivísticos Profa. Lillian Alvares Produto É algo que pode ser oferecido para satisfazer um

Leia mais

Qual a Melhor Empresa para se Trabalhar?

Qual a Melhor Empresa para se Trabalhar? Qual a Melhor Empresa para se Trabalhar? Angélica Adriani Nunes de Moraes 1 Denise Aparecida Ferreira Patrícia Karla Barbosa Pereira Maria Eliza Zandarim 2 Palavras-chave: Empresa, motivação, equipe. Resumo

Leia mais

MAISMKT - Ações em Marketing e uma empresa voltada para avaliação do atendimento, relacionamento com cliente, e marketing promocional.

MAISMKT - Ações em Marketing e uma empresa voltada para avaliação do atendimento, relacionamento com cliente, e marketing promocional. Empresa MAISMKT - Ações em Marketing e uma empresa voltada para avaliação do atendimento, relacionamento com cliente, e marketing promocional. Nossa filosofia e oferecer ferramentas de gestão focadas na

Leia mais

UM CAMINHAR DA ADMINISTRAÇÃO E O DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: LIDERANÇA, MOTIVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE EQUIPES.

UM CAMINHAR DA ADMINISTRAÇÃO E O DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: LIDERANÇA, MOTIVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE EQUIPES. UM CAMINHAR DA ADMINISTRAÇÃO E O DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: LIDERANÇA, MOTIVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE EQUIPES. Eder Gomes da Silva 1 Resumo: O presente artigo trazer um estudo teórico buscando adquirir

Leia mais

INTRODUÇÃO A ÃO O EMPREENDE

INTRODUÇÃO A ÃO O EMPREENDE INTRODUÇÃO AO EMPREENDEDORISMO Prof. Marcos Moreira Conceito O empreendedorismo se constitui em um conjunto de comportamentos e de hábitos que podem ser adquiridos, praticados e reforçados nos indivíduos,

Leia mais

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 1 2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Fundamentos da Vantagem Estratégica ou competitiva Os sistemas de informação devem ser vistos como algo mais do que um conjunto de tecnologias que apoiam

Leia mais

LIDERANÇA SITUACIONAL E EMPREENDEDORA LIDERANÇA SITUACIONAL E EMPREENDEDORA LIDERANÇA SITUACIONAL E EMPREENDEDORA GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE

LIDERANÇA SITUACIONAL E EMPREENDEDORA LIDERANÇA SITUACIONAL E EMPREENDEDORA LIDERANÇA SITUACIONAL E EMPREENDEDORA GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE MUITOS DOS PROBLEMAS MAIS CRÍTICOS NÃO ESTÃO NO MUNDO DAS COISAS, MAS NO MUNDO DAS PESSOAS. DESENVOLVIMENTO: APTIDÕES TÉCNICAS >>> HABILIDADES SOCIAIS CIÊNCIAS BEM SUCEDIDAS X CIÊNCIAS MAL SUCEDIDAS. -

Leia mais

Introdução. Introdução

Introdução. Introdução Prof. Dr. ANDERSON SONCINI PELISSARI Introdução O propósito do marketing e satisfazer as necessidades e desejos dos clientes-alvo. Dessa forma, a análise do comportamento do consumidor visa identificar

Leia mais

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Projeto Saber Contábil O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Alessandra Mercante Programa Apresentar a relação da Gestão de pessoas com as estratégias organizacionais,

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE Viva Vida Produtos de Lazer Ltda. Manual da Qualidade - MQ V. 1 Sistema de Gestão da Qualidade Viva Vida - SGQVV

MANUAL DA QUALIDADE Viva Vida Produtos de Lazer Ltda. Manual da Qualidade - MQ V. 1 Sistema de Gestão da Qualidade Viva Vida - SGQVV MANUAL DA QUALIDADE Manual da Qualidade - MQ Página 1 de 15 ÍNDICE MANUAL DA QUALIDADE 1 INTRODUÇÃO...3 1.1 EMPRESA...3 1.2 HISTÓRICO...3 1.3 MISSÃO...4 1.4 VISÃO...4 1.5 FILOSOFIA...4 1.6 VALORES...5

Leia mais

AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA. Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com.

AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA. Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com. AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com.br COM O SEBRAE, O SEU NEGÓCIO VAI! O Sebrae Goiás preparou diversas

Leia mais

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO TAREFAS ESTRUTURA PESSOAS AMBIENTE TECNOLOGIA ÊNFASE NAS TAREFAS Novos mercados e novos conhecimentos ÊNFASE

Leia mais

Quais são os objetivos dessa Política?

Quais são os objetivos dessa Política? A Conab possui uma Política de Gestão de Desempenho que define procedimentos e regulamenta a prática de avaliação de desempenho dos seus empregados, baseada num Sistema de Gestão de Competências. Esse

Leia mais

NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS

NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS Concurso para agente administrativo da Polícia Federal Profa. Renata Ferretti Central de Concursos NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS 1. Organizações como

Leia mais

Roteiro VcPodMais#005

Roteiro VcPodMais#005 Roteiro VcPodMais#005 Conseguiram colocar a concentração total no momento presente, ou naquilo que estava fazendo no momento? Para quem não ouviu o programa anterior, sugiro que o faça. Hoje vamos continuar

Leia mais

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve.

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve. Balanced Scorecard BSC 1 2 A metodologia (Mapas Estratégicos e Balanced Scorecard BSC) foi criada por professores de Harvard no início da década de 90, e é amplamente difundida e aplicada com sucesso em

Leia mais

Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM

Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM É COM GRANDE PRAZER QUE GOSTARÍAMOS DE OFICIALIZAR A PARTICIPAÇÃO DE PAUL HARMON NO 3º SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE BPM!! No ano passado discutimos Gestão

Leia mais

Vendas - Cursos. Curso Completo de Treinamento em Vendas com Eduardo Botelho - 15 DVDs

Vendas - Cursos. Curso Completo de Treinamento em Vendas com Eduardo Botelho - 15 DVDs Vendas - Cursos Curso Completo de Treinamento em Vendas com - 15 DVDs O DA VENDA Esta palestra mostra de maneira simples e direta como planejar o seu trabalho e, também, os seus objetivos pessoais. Através

Leia mais

COMUNICAÇÃO DE MARKETING

COMUNICAÇÃO DE MARKETING COMUNICAÇÃO DE MARKETING COMUNICAÇÃO INTEGRADA DE MARKETING Meio através do qual a empresa informa, persuadi e lembra os consumidores sobre o seu produto, serviço e marcas que comercializa. Funções: Informação

Leia mais

Problema ou Oportunidade. Processo de Decisão

Problema ou Oportunidade. Processo de Decisão Prof. Dr. ANDERSON SONCINI PELISSARI Processo de Decisão INFLUÊNCIA DO AMBIENTE Cultura Classes Sociais Valores Étnicos Família Situação DIFERÊNÇAS INDIVIDUAIS Recursos do cliente Auto conceito Problema

Leia mais

O que é Benchmarking?

O que é Benchmarking? BENCHMARKING Sumário Introdução Conhecer os tipos de benchmarking Aprender os princípios do bechmarking Formar a equipe Implementar as ações Coletar os benefícios Exemplos Introdução O que é Benchmarking?

Leia mais

Capacitando Profissionais

Capacitando Profissionais Capacitando Profissionais 2014 Setup Treinamentos & Soluções em TI www.setuptreinamentos.com APRE SENTA ÇÃ O A atual realidade do mercado de trabalho, que cada dia intensifica a busca por mão-de-obra qualificada,

Leia mais

TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES

TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES Cassia Uhler FOLTRAN 1 RGM: 079313 Helen C. Alves LOURENÇO¹ RGM: 085342 Jêissi Sabta GAVIOLLI¹ RGM: 079312 Rogério Bueno ROSA¹ RGM:

Leia mais

COMPRE DO PEQUENO NEGÓCIO

COMPRE DO PEQUENO NEGÓCIO COMPRE DO PEQUENO NEGÓCIO ALAVANQUE SUA EMPRESA EM TEMPOS DE INCERTEZA 2015 tem se mostrado um ano de grandes desafios. Sua empresa está passando por este período com resultados inferiores aos planejados?

Leia mais

Planejamento Estratégico

Planejamento Estratégico Planejamento Estratégico Análise externa Roberto César 1 A análise externa tem por finalidade estudar a relação existente entre a empresa e seu ambiente em termos de oportunidades e ameaças, bem como a

Leia mais

1. Motivação para o sucesso (Ânsia de trabalhar bem ou de se avaliar por uma norma de excelência)

1. Motivação para o sucesso (Ânsia de trabalhar bem ou de se avaliar por uma norma de excelência) SEREI UM EMPREENDEDOR? Este questionário pretende estimular a sua reflexão sobre a sua chama empreendedora. A seguir encontrará algumas questões que poderão servir de parâmetro para a sua auto avaliação

Leia mais

PROGRAMA: A FAMÍLIA (1º ano do 1º ciclo)

PROGRAMA: A FAMÍLIA (1º ano do 1º ciclo) PROGRAMA: A FAMÍLIA (1º ano do 1º ciclo) Duração: 5 Sessões (45 minutos) Público-Alvo: 6 a 7 anos (1º Ano) Descrição: O programa A Família é constituído por uma série de cinco actividades. Identifica o

Leia mais

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle A FUNÇÃO CONTROLE O controle é a ultima função da administração a ser analisadas e diz respeito aos esforços exercidos para gerar e usar informações relativas a execução das atividades nas organizações

Leia mais

Uma empresa especializada em empresas.

Uma empresa especializada em empresas. Sua equipe tem colaborado para que a empresa seja uma das mais competitivas i no mercado? Para avaliar quanto a sua equipe atual está dimensionada, preparada e motivada para os desafios do mercado, você

Leia mais

1 Briefing de Criação

1 Briefing de Criação 1 Briefing de Criação Antecedentes do processo de criação Para se criar uma campanha ou mesmo uma única peça é imprescindível que antes seja feito um briefing para orientar o trabalho do planejamento,

Leia mais

Líder em consultoria no agronegócio

Líder em consultoria no agronegócio MPRADO COOPERATIVAS mprado.com.br COOPERATIVAS 15 ANOS 70 Consultores 25 Estados 300 cidade s 500 clientes Líder em consultoria no agronegócio 1. Comercial e Marketing 1.1 Neurovendas Objetivo: Entender

Leia mais

Análise de Mercado. Análise da Indústria/Setor. Descrição do Segmento de Mercado. Artigos de PN Como fazer Análise de Mercado. josedornelas.com.

Análise de Mercado. Análise da Indústria/Setor. Descrição do Segmento de Mercado. Artigos de PN Como fazer Análise de Mercado. josedornelas.com. Artigos de PN Como fazer Análise de Mercado Análise de Mercado A análise de mercado é um dos componentes do plano de negócios que está relacionado ao marketing da organização. Ela apresenta o entendimento

Leia mais

Mónica Montenegro António Jorge Costa

Mónica Montenegro António Jorge Costa Mónica Montenegro António Jorge Costa INTRODUÇÃO... 4 REFERÊNCIAS... 5 1. ENQUADRAMENTO... 8 1.1 O sector do comércio em Portugal... 8 2. QUALIDADE, COMPETITIVIDADE E MELHORES PRÁTICAS NO COMÉRCIO... 15

Leia mais

Conceito de Marketing Considerações Preliminares Atendimento

Conceito de Marketing Considerações Preliminares Atendimento Conceito de Marketing Considerações Preliminares Atendimento Metodologia de Ensino 1) Noções de Marketing 2) Marketing de Serviço 3) Marketing de Relacionamento 1 2 1) Noções de Marketing 3 4 5 6 www.lacconcursos.com.br

Leia mais

Entrevista a Idalberto Chiavenato, guru mundial de recursos humanos

Entrevista a Idalberto Chiavenato, guru mundial de recursos humanos Entrevista a Idalberto Chiavenato, guru mundial de recursos humanos Entrada: Um dos maiores peritos em administração de empresas e recursos humanos, o brasileiro Idalberto Chiavenato, está de regresso

Leia mais

Planejamento de Campanha Publicitária

Planejamento de Campanha Publicitária Planejamento de Campanha Publicitária Prof. André Wander UCAM O briefing chegou. E agora? O profissional responsável pelo planejamento de campanha em uma agência de propaganda recebe o briefing, analisa

Leia mais

Missão, Visão e Valores

Missão, Visão e Valores , Visão e Valores Disciplina: Planejamento Estratégico Página: 1 Aula: 12 Introdução Página: 2 A primeira etapa no Planejamento Estratégico é estabelecer missão, visão e valores para a Organização; As

Leia mais

PARTE III Introdução à Consultoria Empresarial

PARTE III Introdução à Consultoria Empresarial FATERN Faculdade de Excelência Educacional do RN Coordenação Tecnológica de Redes e Sistemas Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores Técnicas de Consultoria Prof. Fabio Costa Ferrer, M.Sc.

Leia mais

ESTUDO DE CASO: QUAL GRUPO, FORMAL OU INFORMAL, POSSUI MAIOR INFLUÊNCIA NA EMPRESA V8 PRODUÇÕES LTDA, NA REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES?

ESTUDO DE CASO: QUAL GRUPO, FORMAL OU INFORMAL, POSSUI MAIOR INFLUÊNCIA NA EMPRESA V8 PRODUÇÕES LTDA, NA REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES? ESTUDO DE CASO: QUAL GRUPO, FORMAL OU INFORMAL, POSSUI MAIOR INFLUÊNCIA NA EMPRESA V8 PRODUÇÕES LTDA, NA REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES? Andrieli Ariane Borges Avelar, UNESPAR/FECILCAM João Marcos Borges Avelar,

Leia mais

Página 1 de 19 Data 04/03/2014 Hora 09:11:49 Modelo Cerne 1.1 Sensibilização e Prospecção Envolve a manutenção de um processo sistematizado e contínuo para a sensibilização da comunidade quanto ao empreendedorismo

Leia mais

GESTÃO DE DESEMPENHO. Prof. WAGNER RABELLO JR. Conceito de desempenho. Níveis de desempenho. O di?

GESTÃO DE DESEMPENHO. Prof. WAGNER RABELLO JR. Conceito de desempenho. Níveis de desempenho. O di? GESTÃO DE DESEMPENHO Prof. WAGNER RABELLO JR Conceito de desempenho Níveis de desempenho O di? O que medir? Resultados Desempenho Competências Fatores críticos de desempenho 1 Segundo Chiavenato, existem

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

O papel do CRM no sucesso comercial

O papel do CRM no sucesso comercial O papel do CRM no sucesso comercial Escrito por Gustavo Paulillo Você sabia que o relacionamento com clientes pode ajudar sua empresa a ter mais sucesso nas vendas? Ter uma equipe de vendas eficaz é o

Leia mais

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1 Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva 1 Resposta do Exercício 1 Uma organização usa algumas ações para fazer frente às forças competitivas existentes no mercado, empregando

Leia mais

PERFIL DO CORRETOR DE IMÓVEIS:

PERFIL DO CORRETOR DE IMÓVEIS: PERFIL DO CORRETOR DE IMÓVEIS: O QUE É PRECISO PARA SER UM CORRETOR DE SUCESSO gerenciador e site imobiliário Introdução O perfil do corretor de imóveis de sucesso Aprimorando os pontos fracos Conclusão

Leia mais

Fulano de Tal. Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 FINXS 09.12.2014

Fulano de Tal. Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 FINXS 09.12.2014 Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 Este relatório baseia-se nas respostas apresentadas no Inventário de Análise Pessoal comportamentos observados através questionário

Leia mais

Política de Recursos Humanos do Grupo Schindler

Política de Recursos Humanos do Grupo Schindler Política de Recursos Humanos do Grupo Schindler 2 Introdução A política corporativa de RH da Schindler define as estratégias relacionadas às ações para com seus colaboradores; baseia-se na Missão e nos

Leia mais

Confederação Nacional da Indústria. - Manual de Sobrevivência na Crise -

Confederação Nacional da Indústria. - Manual de Sobrevivência na Crise - RECOMENDAÇÕES PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS - Manual de Sobrevivência na Crise - Janeiro de 1998 RECOMENDAÇÕES PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS - Manual de Sobrevivência na Crise - As empresas, principalmente

Leia mais

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO Autoria: Elaine Emar Ribeiro César Fonte: Critérios Compromisso com a Excelência e Rumo à Excelência

Leia mais

FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FEA USP ARTIGO

FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FEA USP ARTIGO FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FEA USP ARTIGO COMO AS MUDANÇAS NAS ORGANIZAÇÕES ESTÃO IMPACTANDO A ÁREA DE RECURSOS HUMANOS Paola Moreno Giglioti Administração

Leia mais

Prof Elly Astrid Vedam

Prof Elly Astrid Vedam Prof Elly Astrid Vedam Despertar e saber lidar com os mecanismos de liderança e se preparar para a gestão de pequenos e médios negócios; Identificar conflitos no ambiente de seu negócio, calculando e avaliando

Leia mais

Futuro do trabalho O futuro do trabalho Destaques O futuro do trabalho: Impactos e desafios para as empresas no Brasil

Futuro do trabalho O futuro do trabalho Destaques O futuro do trabalho: Impactos e desafios para as empresas no Brasil 10Minutos Futuro do trabalho Pesquisa sobre impactos e desafios das mudanças no mundo do trabalho para as organizações no B O futuro do trabalho Destaques Escassez de profissionais, novos valores e expectativas

Leia mais

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Roteiro 1. Contexto 2. Por que é preciso desenvolvimento de capacidades no setor

Leia mais

Relatório de Competências

Relatório de Competências ANÁLISE CALIPER DO POTENCIAL DE DESEMPENHO PROFISSIONAL Relatório de Competências LOGO CLIENTE CALIPER Avaliação de: Sr. Márcio Modelo Preparada por: Consultora Especializada Caliper e-mail: nome@caliper.com.br

Leia mais

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Miriam Regina Xavier de Barros, PMP mxbarros@uol.com.br Agenda Bibliografia e Avaliação 1. Visão Geral sobre o PMI e o PMBOK 2. Introdução

Leia mais

CompuStream Plano de Negócios COMPUSTREAM CONSULTORIA LTDA.

CompuStream Plano de Negócios COMPUSTREAM CONSULTORIA LTDA. CompuStream Plano de Negócios COMPUSTREAM CONSULTORIA LTDA. A CompuStream, empresa especializada em desenvolvimento de negócios, atua em projetos de investimento em empresas brasileiras que tenham um alto

Leia mais

25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1

25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 RECURSOS HUMANOS EM UMA ORGANIZAÇÃO HOSPITALAR COM PERSPECTIVA DE DESENVOLVIVENTO DO CLIMA ORGANIZACONAL: O CASO DO HOSPITAL WILSON ROSADO EM MOSSORÓ RN

Leia mais

GABARITO OFICIAL(preliminar)

GABARITO OFICIAL(preliminar) QUESTÃO RESPOSTA COMENTÁRIO E(OU) REMISSÃO LEGAL 051 A 052 A 053 A RECURSO Recrutar faz parte do processo de AGREGAR OU SUPRIR PESSOAS e é o ato de atrair candidatos para uma vaga (provisão). Treinar faz

Leia mais