Atuação da fisioterapia no pré e pós- operatório do câncer de mama

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1 FISIOTERAPIA Atuação da fisioterapia no pré e pós- operatório do câncer de mama Silvia Maria Rodrigues Ranna Pesquisador Silvia Regina Graziani Orientador Resumo Este artigo tem por objetivo demonstrar a eficácia da ação intervencionista da fisioterapia tanto no período pré-operatório quanto no período pós-operatório em pacientes submetidas à cirurgia para tratamento do câncer de mama. Trata-se de um estudo quase-experimental, sem cegamento e sem grupo controle. Houve alocação aleatória de 17 pacientes submetidas a tratamento cirúrgico por câncer de mama, sendo as mesmas abordadas desde o período pré-operatório envolvendo tanto cirurgias do tipo: mastectomia conservadora - tumorectomia, quadrantectomia ou segmentada, quanto as mastectomias radicais modificadas: Tipo Patey e Madden, e a mastectomia radical de Halsted. Conclui-se neste estudo, que a fisioterapia foi eficaz para a melhora da amplitude de movimento do membro superior homolateral à cirurgia e para o tratamento do edema desenvolvido após a cirurgia. Palavras- chave: Câncer de mama. Fisioterapia. Pré e pós-operatório. 89 Abstract This search has the objective to show the great action of physiotherapy, either in the period pre surgery for treatment of breast cancer. It is an experimental study, without behind ness and without a control group. It had been a location of 17 patients submitted to the treatment surgery for breast cancer, either surgery like: mastectomy, tumorectomy, quadrandectomy, even the radical mastectomy changed: Type Patey and Madden. To conclude this study, the physiotherapy was good to make better the amplitude of the movement superior lateral to a surgery and in the treatment of edema developed after the surgery. Key- words: Breast cancer. Physiotherapy. Pre and pos surgery.

2 Silvia Maria Rodrigues Ranna 90 1 Introdução O câncer de mama é provavelmente o mais temido pelas mulheres devido à sua alta freqüência e, sobretudo, pelos seus efeitos psicológicos, que afetam a percepção da sexualidade e a própria imagem pessoal 1. Curiosamente, o carcinoma é mais comum na mama esquerda do que na mama direita, numa proporção de 110:100. Os cânceres são bilaterais ou seqüênciais na mesma mama em 4% ou mais dos casos. Entre os carcinomas de mama pequenos o suficiente para identificar sua área de origem, cerca de 50% surgem no quadrante superior externo, 10% em cada um dos quadrantes restantes e cerca de 20% na região central subareolar 1. Ele é relativamente raro antes dos 35 anos de idade, mas acima desta faixa etária sua incidência cresce rápida e progressivamente. No Brasil, o câncer de mama é o que mais causa mortes entre as mulheres. Em 2002, foram registradas mortes decorrentes deste tipo de câncer, sendo que mais da metade dos óbitos (5.834) ocorreu em mulheres na faixa etária dos 40 aos 69 anos de idade. Dos novos casos de câncer com previsão de serem diagnosticados em 2003, o câncer de mamafoiosegundomaisincidenteentreapopula ªo feminina, sendo responsável por novos casos e óbitos. 2 Com o decorrer dos anos, após sua descoberta, o tratamento do câncer de mama passa a ter uma abordagem multidisciplinar, passando a fazer parte de um enorme conteúdo de diversas profissões da área da saúde, visando a recuperação mais rápida do paciente. Assim, as técnicas de tratamento do câncer de mama sofreram mudanças significativas. As cirurgias buscam ser, a todo e qualquer preço, o menos mutiladoras possível e as terapêuticas a serem desenvolvidas estabelecem relações entre si, isto é, a radioterapia, quimioterapia e hormonioterapia, dosando seus efeitos e eficácia. Os exercícios são benéficos não somente para o bemestar geral, mas também para as articulações, musculatura e movimentação, além de manter e melhorar a força muscular, a saúde e a energia. Por isso, devem ser usados como estratégia, até mesmo, para aqueles pacientes oncológicos que relatam fadiga. 3 A fisioterapia iniciada nos primeiros dias após a cirurgia poderia trazer inúmeras vantagens, como prevenção de linfedema retrações e disfunção do ombro pelo aumento de volume de sangue e linfa drenados e o próprio encorajamento da paciente em reassumir as atividades normais. 4 A fisioterapia pós-operatória no câncer de mama tem vários interesses. Primeiramente, ela irá permitir a eliminação ou o não do surgimento de um problema articular inaceitável, num contexto já sobrecarregado de conseqüênci as f ísi cas e psi col ógi cas. Secundariamente, facilitará a integração do lado operado ao resto do corpo e às atividades cotidianas e, finalmente, irá auxiliar na prevenção de outras complicações comuns na paciente operada de câncer de mama. 5 O tratamento fisioterapêutico deve constar de uma minuciosa avaliação envolvendo desde o prontuário da paciente até uma anamnese completa, incluindo inspeção de: cicatriz, coloração e aparência da pele, perfusão periférica, presença ou não de linfedema, hematomas; palpação para detectar edemas, alteração de temperatura, sensibilidade, dor, aderências 6.

3 Atuação da fisioterapia no pré e pós-operatório do câncer de mama 2 Método Sujeito Foram submetidas aos procedimentos da fisioterapia 17 pacientes que realizaram cirurgia por câncer de mama com idade entre 37 e 74 anos, no período de janeiro de 2004 a janeiro de Todas as pacientes eram do sexo feminino e foram examinadas, submetidas ao tratamento proposto na fisioterapia e reavaliadas sempre pelo mesmo fisioterapeuta e nunca foram submetidas a tratamento fisioterápico anterior ao estudo. Local A coleta dos dados e a aplicação do tratamento fisioterapêutico foram realizadas no setor de oncologia do Hospital Carlos Chagas, em Guarulhos (SP). Material A coleta dos dados foi realizada com o auxílio de ficha de avaliação antes do tratamento (período préoperatório), elaborada pelo pesquisador e orientador; do goniômetro para mensuração da amplitude de movimento; fita métrica para realização da perimetria de braço e antebraço; ficha de avaliação após o tratamento (etapa pós-operatória), elaborada pelo pesquisador e orientador. Procedimentos As variáveis abordadas no estudo foram os graus de mobilidade articular do ombro para o movimento de fl exão, extensão, abdução; do cotovelo para o movimento de flexão, extensão, pronação, supinação; do punho para o movimento de flexão, extensão, desvio radial, desvio ulnar; perimetria de braço sendo padronizado o início da mensuração depois de identificado a protuberância do osso acrômio e mantido uma distância de 4cm entre uma medida e outra; estando a paciente, para a medida dos braços, em posição ortostática e, para a medida de antebraços e mãos, na posição de decúbito dorsal com os membros superiores lateralmente ao corpo. A paciente submeteu-se, de forma inicial no período pré-operatório, a um questionário, com o intuito de serem armazenados seus dados pessoais, conhecer sua história pregressa, a ocorrência ou não de câncer na família principalmente em parentes de primeiro grau (pai, mãe, irmãos, tias, primos), sendo subseqüente a avaliação postural e funcional. Além disto a paciente foi orientada quanto aos cuidados com o membro operado e a importância da fisioterapia no período pósoperatório; foi-lhe of erecido um folheto com esclarecimentos sobre a cirurgia da mama de modo geral, alguns exercícios pós-operatórios e principalmente da autodrenagem, além de esclarecimentos sobre a necessidade da participação de uma equipe multidisciplinar como psicólogo, nutricionistas, entre outros. Após a realização da cirurgia (aproximadamente 30 dias pós-operatório), realizou-se uma segunda avaliação para comparar as possíveis modificações ocorridas e a partir disto iniciou-se a sessão fisioterapêutica utilizando cinesioterapia, drenagem linfática manual, uma diagonal de Kabat (flexão abdução rotação externa) para o membro superior, com duração de 45 minutos, em 2 vezes na semana, num total de 10 sessões. No final do tratamento foi realizada a terceira avaliação nas mesmas articulações das avaliações anteriores e os dados foram armazenadas para posteriores comparações. 91

4 Silvia Maria Rodrigues Ranna 3 Resultados Dentre as participantes do estudo, 47,06% eram casadas, 23,53% solteiras, 5,88% separadas, 17,64% viúvas; a idade da primeira menstruação variou entre 12 e 17 anos, a idade do primeiro parto entre 19 e 34 anos; 35,29% realizaram aborto, 88,23% amamentaram seus filhos por mais de 6 meses, tiveram antecedentes familiares (parentes de 1º grau) com algum tipo de câncer 47,05% das pesquisadas, 11,76% já apresentaram algum tipo de problema na mama sendo válido também a mama contralateral à cirurgia, 41,8% foram submetidas a mastectomia radical, 41,8% a quadrantectomia e quanto o lado da mama mais acometido pelo câncer de mama, neste estudo, foi o direito com 52,94%, ficando o esquerdo com 47,06%. apresentaram melhora intensa do edema, 38% melhora moderada do edema, 24% melhora leve do edema, 18% não apresentaram alteração mantendo-se nos mesmos valores como avaliados no período pré-operatório. Os resultados obtidos relativos à perimetria do antebraço homolateral a cirurgia, tendo como parâmetro de base o membro superior contralateral à cirurgia das pacientes em estudo, foram de 18% com melhora intensa do edema em antebraço e mão, 18% com melhora moderada em antebraço e mão, 35% com melhora leve em antebraço e mão, 29% não apresentaram alteração 92 do edema em antebraço e mão, mantendo-se com os mesmos parâmetros colhidos no período pré-operatório. Apenas 5,88% apresentaram piora moderada, Depois do início do tratamento com a fisioterapia, 30 dias após a cirurgia, foram resultados relativos à perimetria do braço homolateral, que refletem a ocorrência ou não de edema em membro superior, tendo como parâmetro de base o membro superi or contralateral a cirurgia. Das pacientes em estudo 20% relativo ao edema em membro superior homolateral a cirurgia. 4 Conclusão Os resultados obtidos nesta pesquisa levam-nos a acreditar que a fisioterapia é eficaz na recuperação de

5 Atuação da fisioterapia no pré e pós-operatório do câncer de mama pacientes submetidas à cirurgia de câncer de mama, demonstrando a i mportânci a da atuação deste profissional tanto no período pré-operatório quanto no pós-operatório. Este tipo de pesquisa deve ser ampliado com o objetivo de intensificar o estudo, já que o número de pacientes analisadas foi muito pequeno, quando comparado ao número de acometimentos pela doença. Desta forma o profissional poderá atuar diminuindo as possíveis complicações decorrentes do procedimento cirúrgico, quimioterápicos e radioterápicos, reabilitando a paciente o mais precocemente possível. Por meio destes dados obtidos e analisados, pode-se concluir que a fisioterapia atua de forma eficaz tanto no período pré-operatório quanto no pós-operatório de pacientes submetidas à cirurgia para tratamento do câncer de mama. Observou-se que este tipo de trabalho demonstra um contexto ainda mais amplo onde o encaminhamento à fisioterapia o mais precocemente possível, torna-se fundamental para a recuperação mais rápida da paciente. Referências 1. ROBBINS, C. et al. Patologia estrutural e funcional. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, MINISTÉRIO DA SAÚDE. Controle do câncer de mama: documento de consenso. p. 7 16, abr PRADO, M.; MAMEDE, M. A. S. et al. A prática da atividade física em mulheres submetidas à cirurgia por câncer de mama: percepção de barreiras e benefícios. Revista Latino- Americano de Enfermagem, v. 12, n. 3, p. 1-16, maio/jun SILVA, M. P. P. et al. Movimento do ombro após cirurgia por carcinoma invasor da mama: estudo randomizado prospectivo controlado de exercícios livres versus limitados a 90º no pós-operatório. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, v. 26, n. 2, p. 1-11, mar CAMARGO, M. C.; MARX, A. G. Reabilitação física no câncer de mama. São Paulo: Roca, 2000, p ; PONCE, G.R. A reabilitação da paciente mastectomizada com alterações na cintura escapular e tronco. Revista Fisioterapia em Movimento, v. 9, n.1, p , abr./set

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