VIVÊNCIAS DE MULHERES COM CÂNCER DE MAMA : PROCESSO EDUCATIVO DA RESSIGNIFICAÇÃO DA IDENTIDADE

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1 Título: VIVÊNCIAS DE MULHERES COM CÂNCER DE MAMA : PROCESSO EDUCATIVO DA RESSIGNIFICAÇÃO DA IDENTIDADE Área Temática: Psicologia da educação Autoras: VALÉRIA LAMB CORBELLINI e MIRIAN S. COMIOTTO Instituição: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - Programa de Pósgraduação em Educação Introdução Esta pesquisa propõe-se analisar o fenômeno da mastectomia na vida de mulheres e como o processo educativo poderá auxiliá-las na reconstrução de uma nova identidade. Segundo dados estatísticos, o câncer é a segunda causa de morte entre as mulheres adultas, sendo que as principais neoplasias quanto à incidência e mortalidade são as ginecológicas, estando a neoplasia de mama em primeiro lugar. Tendo trabalhado cinco anos com pacientes submetidas a cirurgias por câncer, observei que, especialmente as mulheres que realizavam mastectomia (retirada total ou parcial da mama), apresentavam problemas sérios de aceitação de sua nova imagem. Com o objetivo de entender melhor quais os sentimentos experimentados por essas mulheres e sua própria adesão ao tratamento e reação ao prognóstico, realizei 08 entrevistas com abordagem fenomenológica para compreender como se processa esse fenômeno na vida das mulheres com câncer de mama. Procurarei, no transcorrer deste estudo, desenvolver tópicos que estão interligados nesta problemática. Proponho uma reflexão sobre o corpo, o que ele representa para a mulher e para a sociedade na qual ela está inserida, já que a mama faz parte de toda uma contextualização corporal do plano biológico e social. Outros tópicos a serem desenvolvidos estarão relacionados com gênero ou a construção social dos sexos, buscando compreender algumas questões vinculadas a imagem corporal e a sexualidade que, consequentemente, interferem ou constituem os comportamentos. Também será abordado aspectos relacionados com os sentimentos e as relações intra e interpessoais, assim como as vivências emergidas durante a quimioterapia.

2 Objetivos Através deste estudo, busco compreender as relações de mulheres mastectomizadas quanto: As percepções sobre sua auto-imagem Os sentimentos vivenciados As relações de gênero Implicações à sexualidade As relações intra e interpessoais Os vínculos familiares Vivências durante a quimioterapia A ressignificação de uma nova identidade pelo processo educativo. Referencial teórico Pensando as imagens do corpo As mulheres que desenvolvem câncer de mama vivenciam três momentos diferentes e complexos: primeiro é o diagnóstico que está com câncer, palavra carregada de sentido negativo em nossa sociedade; segundo, a necessidade da retirada total ou parcial da mama para restabelecimento da saúde e, em terceiro momento, a aceitação de que seu corpo mudará e terá de conviver com essa nova imagem. O câncer, apesar de ser uma doença extremamente estigmatizada, devido ao longo tempo de tratamento e, muitas vezes, às poucas chances de cura, torna-se um problema secundário para muitas mulheres, frente a outro maior, a nova imagem corporal após a cirurgia. Segundo MAGUIRE (1990), cerca de 25% das mulheres submetidas à cirurgia por câncer de mama apresentam problemas relativos à auto-imagem, podendo ocorrer de forma isolada ou em conjunto.

3 Na cultura ocidental, a mama é considerada uma parte significativa da beleza feminina. Muitas mulheres ao suspeitar de um tumor maligno, colocam obstáculos importantes para não serem avaliadas pelo medo do desfiguramento, medo de deixarem de ser sexualmente atraentes e medo da morte. (BRUNNER, 1994). Isso acontece, porque o corpo para o ser humano é a sua identidade individual, ele é único e a partir dele, expressamos todos os nossos sentimentos e nos comunicamos através da nas nossas atitudes, gestos, postura e muitas vezes projetamos a nossa imagem de acordo com a imagem de outros indivíduos que julgamos adequadas. Para MERLEAU-PONTY (1996), o corpo é a forma escondida do ser próprio (...) cada momento o corpo exprime a existência (p. 229). Existência, que segundo o autor é concebida também, através de uma imagem corporal. Comumente o homem não mostra seu corpo e, quando o faz, é ora com temor, ora com intenção de fascinar. Parece-lhe que o olhar estranho que percorre seu corpo rouba-o de si mesmo ou que, ao contrário, a exposição de seu corpo vai entregar-lhe o outro sem defesa, e agora é o outro que será reduzido a escravidão. MERLEAU- PONTY (1996, p. 231). Para SCHILDER (1994), a imagem do corpo humano compreende a figuração que a nossa mente forma em relação ao nosso corpo, ou seja, como este corpo se apresenta para nós. Neste sentido, a mulher com câncer de mama encontra muitas vezes grande dificuldade em voltar a rotina normal do seu dia a dia, pois a imagem corporal de outras mulheres está muito presente na sua mutilação. Observar seios bonitos, grandes em outras mulheres, pode causar frustração para consigo mesma e gerar muita dificuldade em relacionar-se com outras pessoas, principalmente do sexo oposto. Implicações à sexualidade A vida sexual nas mulheres com câncer de mama é muito afetada, pois como a sua imagem corporal após a cirurgia fica alterada, ela pode sentir-se incapaz de sentir prazer, assim como sentir-se envergonhada frente ao companheiro pela mama mutilada.

4 Estudos realizados enfatizam que cerca de 25 a 30% das pacientes apresentavam um bom ajuste sexual prévio à cirurgia. Entretanto, no pósoperatório tinham dificuldades sexuais e, ocorriam nove vezes mais chances de serem acometidas por problemas com auto-imagem. Para entendermos melhor os sentimentos vivenciados por estas mulheres, utilizo do enfoque sobre sexualidade abordado por GREER (1971, p. 16): a sexualidade feminina tem sido sempre um tópico fascinante... tem sido mascarada e deformada pela maioria dos observadores, e nunca tanto em nosso próprio tempo. A conformação da mulher já tem sido descrita em termos de um tipo especial de condicionamento, e esse caráter específico daquele condicionamento começa a surgir. O que acontece é que a mulher é considerada um objeto sexual para uso e apreciação de outros seres sexuais, os homens. Nesse sentido, ao falar em sexualidade, a sociedade impõe à mulher uma conduta repressiva e conservadora. A menina desde pequena é ensinada a cobrir e proteger a mama, uma das partes do corpo que não deve ser tocada e nem mostrada, pois está diretamente ligada a sexualidade. Vivenciando os sentimentos e as relações afetivas Antes de refletirmos sobre os sentimentos vivenciados por mulheres com câncer de mama, julgo importante expressar sobre o sentimento. Esta, com certeza é uma palavra utilizada seguidamente, sem dar-se a ela o seu devido valor. Talvez, por que na medida que vamos crescendo, nos tornando adultos, vamos aprendendo não ser muito importante expressar sentimentos e muito menos dar valor aos sentimentos dos outros. No hospital, isso não é diferente. Não existe a possibilidade de os pacientes expressarem seus sentimentos e nem dos profissionais da saúde ouvirem os sentimentos desses pacientes. De acordo com COMIOTTO (1992), as pessoas privam-se de manifestar seus sentimentos pelo temor de não serem aceitas ou de serem rechaçadas, de serem discriminadas ou receberem desprezo social. Isto significa, segundo HAMACHEK (1982) que quando reprimimos nossos sentimentos internos, não estamos somente escondendo de outra pessoa a consciência destes sentimentos, mas estamos também, escondendo de nós mesmos.

5 VISCOTT (1978) quando aborda sentimento, refere como a forma em que nos percebemos. Os sentimentos são nossas reações ao mundo que nos rodeia. É a maneira que sentimos estar vivos. Quando nossos sentimentos são harmoniosos, experimentamos nosso máximo nível de consciência. Sem sentimento não existência, não há vida. Resumindo, cada um de nós somos nossos próprios sentimentos (p. 23). Para ULICH (1985), ao experimentar os sentimentos, nos vivenciamos a nós mesmos como seres que vivem em determinada relação com algo. Desta forma, os sentimentos são vivências afetivas. Vivências essas, que devem ser compartilhadas, pois ao compartir sentimentos, geralmente ocorre uma proximidade interpessoal maior. Entretanto, isso pode ajudar a entender melhor, porque certas pessoas não compartilham sentimentos... elas tem medo de ficarem excessivamente próximas de outra pessoa. (HAMACHEK, 1982, p. 231). Talvez possamos entender um pouco melhor, porque alguns profissionais da área da saúde, tem dificuldade em compartilhar e ouvir os sentimentos dos pacientes. Desta forma, percebo deverem ser compartilhados os sentimentos vivenciados por mulheres com câncer de mama, para que elas consigam enfrentar melhor esses momentos difíceis de suas vidas. Para isso, os profissionais da saúde devem estar conscientes da importância de repartir sentimentos e de informar de forma correta o tratamento adequado. Vivenciando a quimioterapia Normalmente a mulher com câncer de mama após a cirurgia de retirada do tumor, faz uso de quimioterapia. É utilizado este tratamento cujo o objetivo é eliminar a propagação oculta macro ou micrometastática da doença através de agentes antineoplásticos, para promover a morte das células tumorais. BRUNNER e SUDDARTH (1994). A necessidade em abordar este assunto surgiu dos muitos questionamentos feitos no meu dia a dia com mulheres realizando quimioterapia. Percebo essa fase como um enfrentamento muito difícil para a mulher, pois após ter enfrentado a mutilação, tem ainda de enfrentar os medos,

6 a insegurança, os efeitos colaterais e a perda do cabelo ocasionados pela quimioterapia. Outro fator importante é não existirem muitos estudos referentes a essa fase do tratamento, quanto aos sentimentos vivenciados por essas mulheres. Desta forma, julgo importante abordar esta etapa na vida dessas mulheres, para poder compreender quais são os fenômenos emergidos nessas vivências. Percebo, para muitas mulheres, a perda do cabelo chega a ser mais assustador que a perda da mama. Talvez isso aconteça porque a mutilação não é visível e pode ser escondida por próteses e pela própria roupa. No entanto, fica difícil esconder a perda do cabelo, assim como todos efeitos colaterais propiciados pela Quimioterapia. Para BRUNNER e SUDDARTH (1994), os aspectos físicos e emocionais que a quimioterapia proporciona, podem ter efeito negativo sobre a auto-estima, a sexualidade e o bem-estar. Durante a quimioterapia, a queda do cabelo com a perda da mama, faz com que a mulher deixe de se sentir atraente, contribuindo para a diminuição da qualidade de vida e da auto-estima (NUNES e NEVES, 1997). Neste sentido, o tratamento quimioterápico é uma fonte de angústia para a paciente, pois, segundo MAGUIRE et.al. (1978), receber este tipo de tratamento é relembrar diariamente o câncer, interromper a rotina diária, enfrentar a natureza impessoal da quimioterapia. Entretanto, apesar de todos os efeitos colaterais como náuseas, vômitos, perda de cabelo, muitas pacientes estão dispostas a enfrentá-los, se lhes for dito que o tratamento melhorará suas probabilidades de sobrevida. Embora, elas experimentem um grande alívio no término do tratamento com o desaparecimento dos sintomas, os efeitos psicológicos e físicos podem persistir. BLAND e COPELAND (1994). Educação : elo de reencontro com a vida Acreditando ser o enfermeiro um educador social, não poderia deixar de abordar o processo educativo como forma de reconstrução de uma nova identidade nas mulheres com câncer de mama. O processo educacional sempre envolve intencionalidade. Não existe ato educativo neutro. Desta forma é importante perceber o enfermeiro,

7 enquanto educador, as significações inconscientes que atingem o aspecto da aprendizagem. Basicamente o ato educativo é um processo que deve existir permanentemente na área da saúde. Entretanto, muitos profissionais da saúde não o vêem como fator fundamental para uma mudança significativa na vida dos pacientes. Nesse sentido, é preciso fazer da educação enquanto forma de conscientização, uma compreensão crítica dessas mulheres frente a seu problema. Na medida em que a condição básica para a conscientização é que seu agente seja um sujeito, isto é, um ser consciente, a conscientização, como educação, é um processo específico e exclusivamente humana (FREIRE, 1979, p. 65). permanente. Esta conscientização gera transformação, a qual deve ser contínua e Para alcançar os objetivos da transformação, o diálogo implica responsabilidade, direcionamento, determinação disciplina, objetivos (FREIRE 1986, p. 127). Fazer com que a mulher com câncer de mama se conscientize do seu real problema, faz com que ela reflita sobre essa problemática e tente transformar essa realidade em razão de viver. Para FREIRE (1979), o ser que simplesmente vive não é capaz de refletir sobre si mesmo. Saber viver no mundo, faz com que o sujeito existente reflita sobre a sua vida, no domínio da existência, questionando-se nas suas relações com o mundo. Acredito que uma vez iniciado o processo educativo, onde o profissional da área de saúde o faz com intencionalidade de promover esclarecimentos e, estando aberto para todos os questionamentos, a aprendizagem ocorre, fazendo com que a mulher ressignifique o conhecimento exposto. Esse é um passo muito importante e deve ser dado na área da saúde. Principalmente no atendimento às mulheres com câncer de mama de classes menos favorecidas, onde o grau de escolaridade é baixo. Um processo educativo nesta amplitude, com certeza atingirá a mulher com câncer de mama, envolvendo suas vivências, seus valores mais

8 profundos, seus sentimentos, muitos dos quais, talvez inibidos, inconscientes e neste sentido, fontes de angústia e medos, frente ao tratamento. Investigação Área temática Como já foi abordado na introdução desta proposta, tenho como primeira intenção chegar a compreensão do câncer de mama na vida das mulheres e a reconstrução de uma nova identidade pelo processo educativo através dos significados emergidos de suas vivências. Questões norteadoras A partir da área temática, emergiram as seguintes questões norteadoras: 1. Quais são as percepções da mulher com câncer de mama frente a sua auto-imagem? 2. Quais são os sentimentos emanados desta vivência? 3. Como são percebidas as relações conjugais, familiares, intra e interpessoais pelas mulheres com câncer de mama? 4. Como a sexualidade é vista por essa mulheres? 5. Quais as vivências dessas mulheres durante a quimioterapia? Metodologia A intenção desta pesquisa primeiramente é compreender ao invés de explicar, por esse motivo ela será de caráter qualitativo com fundamentação em uma perspectiva de cunho fenomenológico, fundamentada por MERLEAU- PONTY (1996). A pesquisa qualitativa busca, conforme MINAYO (1998), trabalhar com o universo de significados, crenças, aspirações, valores e atitudes, correspondendo assim a um espaço mais profundo das relações, dos processos e dos fenômenos que não podem ser reduzidos à operacionalização de variáveis. O método fenomenológico procura compreender a vivência das pessoas através da sua própria percepção.

9 Campo de Ação e Participantes do Estudo O trabalho envolveu oito mulheres na idade de 30 a 50 anos de idade, com câncer de mama no período pós-operatório de 2 a 8 meses após a cirurgia, realizando quimioterapia e convivendo com um companheiro. Coleta de Informações e Instrumento A coleta de informações foi realizada por meio de entrevistas fenomenológicas dialógicas. Foram semi-estruturadas, pois não se apresentaram questões a serem respondidas. Existiu, no entanto, uma questão central que foi o norte deste encontro. Metodologia para a Análise dos Dados As entrevistas encontram-se em fase de análise através dos quatro passos do método fenomenológico descritos por GIORGI (1985) e enriquecidas pelas contribuições de um quinto passo, por COMIOTTO (1992). Referências bibliográficas ASSUMPÇÃO, Maria Luiza. Estruturação da entrevista psicológica. Rio de Janeiro : Atlas, BLAND, K., COPELAND, E. A mama. Tratamento compreensivo das Doenças Benignas e malignas. São Paulo : Manole, BRUNNER & SUDDARTH. Tratado de enfermagem médico-cirúrgica. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, BOURDIEU, Pierre. Novas reflexões sobre a dominação masculina. In: LOPES, M.J.; MEYER, D.; WALDOW, V.R. Gênero e Saúde. Porto Alegre : Artes Médicas, CARVALHO, Anésia. Metodologia da entrevista : uma abordagem metodológica. Rio de Janeiro : Agir, COMIOTTO, Mirian S. Adultos médios : sentimentos e trajetória de vida. Estudo Fenomenológico e proposta de auto-educação. Porto Alegre : UFRGS, (Tese de doutorado).

10 FENTIMAN, Ian. Diagnóstico e tratamento do câncer inicial de mama. Porto Alegre : Artes Médicas, FERNÁNDEZ, Alicia. A mulher escondida na professora : uma leitura Psicopedagógica do ser mulher, a corporalidade e da aprendizagem. Porto Alegre : Artes Médicas, FREIRE, Paulo; BETTO, Frei. Essa escola chamada vida. Depoimentos ao repórter Ricardo Kotscho. São Paulo : Ática, FREIRE, Paulo, SHOR, Ira. Medo e ousadia. O cotidiano do professor. Rio de Janeiro : Paz e Terra, FREIRE, Paulo. Ação cultural para a liberdade. Rio de Janeiro : Paz e Terra, FONSECA, Jussara T. V. Quimioterapia. Guia de assistência ao paciente. Porto Alegre : EdiPUCRS, GIORGI, Amadeu. Phenomenology and psychological research. Pittsburgh : Duquesue University Press, GREER, Germaine. A mulher eunuco. Rio de Janeiro : Arte Nova, HAMACHEK, Don E. Encontros com o self. Rio de Janeiro : Interamericana, HELMAN, Cecil G. Cultura, saúde e doença. Porto Alegre : Artes Médicas, HENNEMANN, Mírian S. Fenomenologia e psicologia em Amadeu Giorgi. Seminário sobre pesquisa Fenomenológica nas Ciências Humanas e Sociais. Anais, ANPESS/ CBC/ SS, LOYOLA, M. Andrea. Médicos e curandeiros : conflito social e saúde. São Paulo : Defel, MAGUIRE, P. The psychological consequences of the surgical treatment of cancer of the breast. Surg. Ann. v. 22, p , MARTINS, Joel, BICUDO, Maria A. V. A pesquisa qualitativa em psicologia : Fundamentos e recursos básicos. São Paulo : Moraes, MERLEAU-PONTY, Maurice. Fenomenologia da percepção. São Paulo : Martins Fontes, MORAES, R. A educação de professores de ciências. Uma investigação da Trajetória de profissionalização de bons professores. Porto Alegre : UFRGS, (Tese de doutorado).

11 MINAYO, Maria Cecília de S. Pesquisa Social : Teoria, método e criatividade. Petrópolis : Vozes, NETTO, Letícia S.R.S. Câncer de mama : Vivências de mulheres mastectomizadas. Porto Alegre : PUCRS, (Dissertação de mestrado) NUNES, M.ª J., NEVES, M.ª da A. A mulher mastectomizada : Que reações? Que Conseqüências? Nursing Revista técnica de enfermagem. Edição Portuguesa. n. 112, p , jul PACHECO, Sérgio S. Repercussões Psicossociais em mulheres acometidas Por câncer de mama. Porto Alegre : PUC, (Dissertação de mestrado). PAVIANI, Jayme. Merleau-Ponty : A fenomenologia e as Ciências do homem. Seminário sobre pesquisa fenomenológica nas Ciências Humanas e Sociais. Anais, ANPESS/CBCISS, PENNA, Lucy. Corpo sofrido e mal amado : as experiências da mulher com o próprio corpo. São Paulo : Summus, REZENDE, Antônio M.D. Concepção fenomenológica da educação. São Paulo : Cortez, SILVA, Maria E. Mulher substantivo masculino. Campinas : Unicamp, SHILDER, Paul. A imagem do corpo. São Paulo : Martins Fontes, VISCOTT, David. El lenguaje de los sentimientos. Buenos Aires : Emecé, ULICH, Dieter. El sentimiento. Introducion a la psicologia de la emocion. Barcelona : Herder, 1985.

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