Aspectos emocionais e físicos em mulheres com câncer de mama: uma revisão bibliográfica

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1 Aspectos emocionais e físicos em mulheres com câncer de mama: uma revisão bibliográfica PESSUMO, Fernanda Meirim * ; DUARTE, Marcelo Silva **] * Fisioterapeuta, Especialista em Fisioterapia Dermato Funcional FRASCE; ** Fisioterapeuta, Mestre em fisioterapia UNIMEP SP, Professor FRASCE Resumo O câncer de mama é uma neoplasia, de característica degenerativa, e evolução progressiva e demorada, onde a cirurgia para extirpação do tumor acarreta danos físicos, sociais e emocionais. A participação dos médicos, dos psicólogos e dos fisioterapêutas, é de grande importância neste tratamento de reabilitação, para identificar os sentimentos e as experiências relacionadas a doença, assim as pessoas do seu convívio diário, podem compreender melhor esta etapa na vida da mulher. No presente estudo é apresentado uma revisão bibliográfica sobre o câncer de mama, seus fatores prognósticos e preventivos e as possíveis alterações psicoemocionais que envolvem a questão, através de sites indexados como BIREME, LILACS e SCIELO. Após as intervenções multidisciplinares, as mulheres apresentam melhora na intensidade dos sintomas, principalmente nos aspectos relacionados com o estresse, contato com amigos e familiares. Mas as mulheres que abandonam o processo de reabilitação, não apresentam a mesma resposta terapêutica. É importante ressaltar que a intervenção precoce no diagnóstico da doença, favorece as chances de cura. Palavras chave: câncer de mama / multidisciplinar / reabilitação Abstract Breast cancer is a neoplasyc disease of characteristic degenerative and progressive and lengthy process, where the surgery for removal of the tumor leads to physical, social and emotional. The participation of physicians, psychologists and physiotherapists, is of great importance in the rehabilitation treatment, to identify the feelings and experiences related to the disease, so people of their daily intercourse, they can better understand this step in women's lives. In this study we present a literature review on breast cancer, prognostic factors and their preventive and possible changes that involve the psycho-emotional issue, via sites indexed as BIREME, LILACS and SCIELO. After multidisciplinary interventions, women have better intensity of symptoms, especially in aspects related to stress, connect with friends and family. But women, who leave the rehabilitation process, do not have the same therapeutic response. Importantly, the early intervention in the diagnosis of disease, improves the chances of cure. Key words: breast cancer / multidisciplinary / rehabilitation I Introdução O câncer de mama é um importante problema na saúde pública mundial, sendo responsável por milhões de óbitos a cada ano. Segundo a Organização Mundial de Saúde, o câncer de mama nas mulheres ainda é a principal causa de mortalidade associada à neoplasia. É uma doença crônica e degenerativa que possui evolução progressiva e demorada. Sendo assim, o fator prognóstico da doença é de fundamental importância na determinação dos programas terapêuticos, possibilitando assim diferentes tipos de tratamento. Quanto mais rápido for diagnostico do câncer de mama, maior é a chance de a cirurgia ser curativa.

2 A desatenção em relação à prevenção da doença acaba fragilizando a sua proteção. Mesmo evidenciando que mudanças no cotidiano, relações familiares e sociais são provocadas mais por problemas psicológicos do que físicos. No presente estudo é apresentado uma revisão bibliográfica sobre o câncer de mama, seus fatores prognósticos e preventivos e as possíveis alterações psicoemocionais que envolvem a questão, através de sites indexados como BIREME, LILACS e SCIELO. II Desenvolvimento O câncer de mama é a doença mais temida pelas mulheres, devido à sua alta freqüência e, sobretudo pelos seus efeitos psicológicos, que afetam a percepção da sexualidade e a própria imagem pessoal. Ele é raro em uma faixa etária mais jovem (antes dos 35 anos de idade), mas acima desta idade sua incidência cresce rápida e progressivamente. Este tipo de câncer representa nos países ocidentais, uma das principais causas de morte em mulheres. (INCA, 2010). Nas últimas décadas o significativo aumento da incidência do câncer de mama e consequentemente da mortalidade associada à neoplaia têm ocorrido em todo mundo. A doença é o resultado da interação de fatores genéticos com estilo de vida, hábitos reprodutivos e meio ambientes. As situações que aumentam a chance de uma mulher vir a apresentar câncer de mama são denominadas fatores de risco. (BARROS et al, 2001). Trufelli et al (2008) identificaram as fases de atraso das pacientes com câncer de mama atendidas desde a suspeita até o diagnóstico e o início do tratamento, no ano de As 68 mulheres analisadas, a média da faixa etária foi de 56,3 anos. O maior atraso foi encontrado entre a suspeita mamográfica e a realização de biópsia. Nota-se que melhorar o intervalo entre a mamografia e a obtenção da biópsia torna-se a melhor estratégia. Fugita; Gualda (2006) buscaram conhecer as crenças nas mulheres com câncer de mama sobre a causalidade de sua doença. Um trabalho qualitativo com nove mulheres mastectomizadas há mais de seis meses, participantes ou não de grupos de apoio emocional, forem escolhidas para uma entrevista. As crenças sobre a doença e sua causalidade, assim como percepção do risco e a importância da prevenção e da detecção precoce, mostraram ser culturalmente construídas e que influenciam o comportamento das mulheres quanto à própria saúde. A confirmação da aplicação dos conhecimentos sobre os fatores prognósticos influencia favoravelmente na condução do processo terapêutico. No entanto, vários modelos preditivos, visam facilitar a apreciação prognostica. Torna-se importante ressaltar que não é a sofisticação do modelo, mas a qualidade dos dados usados para elaborá-los e validá-los. (ABREU; KOIFMAN, 2001) Garicochea et al (2009) analisaram a idade como fator prognóstico no câncer de mama em estadio clínico inicial, onde 280 mulheres foram acompanhadas após as cirurgias de mastectomia. Ficou comprovado que a doença em mulheres jovens apresenta o pior prognóstico, especialmente naquelas com estágio clínico I. As pequenas alterações identificadas na mamografia são denominadas microcalcificações pléomórficas, que não são percebidas pela mulher ou pelo médico, e que podem indicar alterações benignas, alterações pré-malignas ou alterações malignas, em sua fase inicial. Essas alterações são retiradas cirurgicamente, funcionando como tratamento preventivo ou curativo. Esta é a grande importância da rotina de prevenção e detecção precoce do câncer de mama. A ultra-sonografia é um exame complementar a mamografia, principalmente nas mamas mais densas. (GOMES, 2010). Kim et al, (2010) Buscaram informar, esclarecer e orientar a população sobre as formas de prevenção primária e detecção precoce do câncer de mama. Um questionário foi respondido por 72 pessoas, onde a criação da estratégia de intervenção pedagógica através da dinâmica de grupo foi bem sucedida, uma vez que conseguiu se desenvolver uma

3 metodologia adequada, possibilitando assim a transmissão dos conhecimentos a respeito da prevenção da doença. Sclowitz et al (2005) avaliaram a prevalência de condutas na prevenção secundária do câncer de mama e fatores associados, numa amostra de 879 mulheres de 40 a 69 anos na cidade de Pelota-RS, em Os fatores associados a maiores prevalências das condutas de prevenção secundária do câncer de mama foram: pertencer às classes sociais mais altas, ter maior combinação de fatores de risco para neoplasia mamária, ter história familiar de câncer de mama, fazer uso de reposição hormonal e ter sido submetido à biópsia por patologia mamária. Com isso, o fator sócio-econômico torna-se fator limitante de acesso à consulta ginecológica, consequentemente, as demais condutas na prevenção secundária. Novaes; Mattos (2009) avaliaram a prevalência da não utilização da mamografia em mulheres de 60 a 106 anos, de acordo com características sócio-demográficas, estado de saúde e o uso de serviços preventivos de saúde. A não utilização deste exame foi explicada pela falta de conhecimento dos riscos na inacessibilidade aos serviços de saúde e fatores culturais relacionados ao processo de envelhecimento. Entretanto ainda não existe um consenso internacional que estabeleça critérios no caso de mulheres com idade avançada. Buscando avaliar o risco atual de câncer no Brasil, analisaram as suas tendências em sua incidência, que é uma estratégia de fundamental valor para o desenvolvimento de políticas de saúde adequadas que visem ao controle desta doença em nosso país. Para que uma política de controle de câncer no Brasil tenha sucesso, deve-se considerar também a situação sócio-econômica e as desigualdades existentes nas diversas regiões, sendo que todas as ações programáticas devem acontecer no contexto da prevenção de doenças crônicas não transmissíveis e de promoção da saúde. (GUERRA et al, 2005). A prevenção do câncer de mamas em mulheres idosas deve-se ao fato da negligência a cerca da problemática da doença, na velhice. Frente às deficiências assistenciais e a identificação de vários determinantes desta problemática, incluir este tema no ensino e estimular futuras investigações ajudará na prevenção do câncer de mama na terceira idade. (CARVALHO et al, 2009). O câncer de mama traz mudanças efetivas na vida da pessoa, sendo assim, buscaram identificar quais são os pensamentos e os sentimentos mais comuns vivenciados por mulheres depois do diagnóstico. As experiências relacionadas à doença, vivenciadas em cada mulher têm um âmbito individual, porém existem muitos sentimentos que são de ordem universal. É evidente que em cada situação deveram ser consideradas as suas particularidades, levando-se em conta a mulher acometida pela doença e o momento em que ela se encontra. (VIEIRA et al, 2007). A alta incidência do câncer de mama, a possibilidade de uma sobrevida e a desestruturação que o diagnóstico e tratamento acarretam na vida da mulher, vem trazendo um aumento da demanda para se investir na qualidade de vida da paciente. Dessa forma, a atuação do psicólogo torna-se fundamental ao longo do tratamento, uma vez que a sua prática visa o bem-estar emocional da paciente, contribuindo assim na melhora da qualidade de vida. (VENÂNCIO, 2004). A utilização de grupos, com a proposta de apoio psicossocial a mulheres com câncer de mama, informar aos pacientes sobre diagnósticos terminais e tratar de assuntos como qualidade de vida e as necessidades psicossociais dos pacientes. O sofrimento emocional torna-se controlado através da terapia em grupo, logo após o diagnóstico da doença e durante o período subseqüente. Possibilitam também lidar com os momentos diversos que a situação impõe. (GOMES et al, 2003). Tavares; Trad (2010) analisaram as estratégias de enfrentamento do câncer de mama de famílias que têm entre seus membros mulheres com esta doença. Os dados investigados foram: busca de informação, ação direta, esforço intrapsíquicos, voltar-se para outros. Ficou constatado que as famílias constituem importantes fontes de suporte para as pacientes, porém torna-se preocupante a negação do câncer em alguns casos pelos familiares, o que atrapalha o tratamento da paciente. A negação entre os filhos de pacientes,

4 que integram os grupos de risco elevado para desenvolvimento da doença, é um fator que também merece atenção. Cecília da Silva (2008) compreendeu os aspectos que influenciam o sofrimento da mulher com câncer de mama, onde os profissionais de saúde, inclusive os de saúde mental, buscam orientá-las de forma mais eficiente e abrangente. Os desconfortos psicológicos mais evidentes são: depressão, raiva, mudanças na vida sexual, atividades no trabalho e possível morte. O sofrimento psicológico da mulher que possui câncer de mama transcende o sofrimento físico da própria doença, interferindo nas relações interpessoais. Cangussu et al, (2010) verificaram a prevalência de sintomas depressivos em mulheres com câncer de mama e identificaram os fatores de risco associados à sua ocorrência. Setenta e uma mulheres com a doença foram entrevistadas, através de um questionário para verificar os dados sociodemográficos e clínicos, e avaliaram os sintomas depressivos. Foi constatado que a depressão é freqüente no câncer de mama, buscando avaliar a saúde mental das mulheres que possuem a doença e tratá-las quando necessário, para reduzir o impacto desses sintomas na vida da mulher. Qualidade de vida relacionada à saúde e estado subjetivo de saúde são conceitos afins, que estão ligados ao impacto do estado de saúde sobre a capacidade do indivíduo de viver plenamente. A oncologia foi a especialidade que se viu confrontada com as necessidades de se avaliar a qualidade de vida dos seus pacientes, ela pode ser modificada pela idade, escolaridade e estado civil. Há o impacto negativo da mastectomia sobre a imagem corporal. Mulheres com idade avançada relatam melhor qualidade de vida do que as jovens, após o tratamento da doença. Existe uma dificuldade conceitual da expressão qualidade de vida e não há consenso sobre qual instrumento a ser utilizado ou qual o melhor momento para se avaliar a qualidade de vida. (MAKLUF et al, 2005). Os parâmetros analisados na terapia neoplásica são: sobrevida livre da doença, sobrevida global e qualidade de vida. O conceito qualidade de vida, esta relacionado ao contexto sociocultural em que o indivíduo está inserido. O suporte emocional não pode estar limitado durante o período do tratamento. Maior experiência e familiaridade são propostas a serem alcançados por aqueles envolvidos com assistência de mulheres com câncer de mama, assim estaremos mais próximos do conceito de assistência integral à saúde da mulher e contribuindo para melhor qualidade de vida dessas mulheres. (CONDE et al, 2006). Pereira et al, (2004) analisaram o protocolo de fisioterapia aplicado em 44 pacientes mastectomizados a Madden. Observaram que as mulheres que sofreram a cirurgia finalizaram o tratamento e não apresentaram limitação na amplitude de movimento e função, linfedema e dor no membro homolateral. As mulheres que abandonaram o processo de reabilitação, não tiveram a mesma resposta terapêutica. Panobianco; Mamede (2002) observaram que as complicações, intercorrências e aparecimento de edema pós-cirurgia por câncer de mama, são fatores que podem estar relacionados ao linfedema do braço do lado operado. Eles causam um dano estético e funcional do membro afetado. Após verificação dessas intercorrências e complicações, em 17 mulheres, levando em consideração idade, raça, atividade profissional e nível sócio cultural, foi constatado que as mulheres que não praticavam exercício físico regularmente para reabilitação tinham linfedema e amplitude de movimento de braço/ombro limitada do lado operado. O câncer de mama é a neoplasia mais freqüente em mulheres e nos últimos anos vem apresentando o maior número de óbitos. A etiopatogenia, diagnóstico, quadro clínico, fatores agravantes ou atenuantes e os fatores de risco relacionados à síndrome dolorosa pós-mastectomia são abordados e observa-se que as pacientes que sofreram intervenção cirúrgica e foram acompanhadas por equipe multidisciplinar no pré e pós-operatório, apresentaram grandes chances de ter a dor crônica pós-cirúrgica diminuída e limitações funcionais do membro do lado operado. (COUCEIRO et al, 2009).

5 Ferreira et al, (2008) avaliaram a morbidade cirúrgica pós biópsia de linfonodo sentinela ou dissecção axilar com e sem a preservação do nervo intercosto-braquial. A análise foi feita em 108 pacientes, divididas em três grupos, avaliando a ocorrência de déficit sensorial, dor, linfedema, seroma no membro superior homolateral a cirurgia. A complicação mais comum apresentada nos três grupos foi a dor, seguida de seroma, déficit sensorial, linfedema e infecção. A secção do nervo está relacionada ao maior déficit sensorial nos três grupos, o que não se tornou significante os outros critérios avaliados. Borges et al, (2008) verificaram que os métodos de avaliação e os recursos usados por fisioterapeutas nos hospitais de oncologia são divergentes, tendo em vista não existir ainda um padrão para tratamento de pacientes oncológicos. Foi realizado um questionário com 119 entrevistados (fisioterapeutas, pacientes e médicos), abordados para coleta de dados em relação aos métodos e recursos utilizados na fisioterapia. Muitos médicos ainda não reconhecem os benefícios deste tratamento não encaminhando seus pacientes, porém estes reconhecem a importância do tratamento, e buscam a terapia por conta própria. Tonani; Carvalho (2008) observaram que 110 pessoas foram entrevistadas, para verificar a presença de fatores de risco determinantes para diferentes tipos de cânceres. A persuasão ajuda a diminuir os riscos, por incentivo e manutenção de comportamentos preventivos. A mesma mostrou-se discreta nas informações relacionadas à prevenção do câncer de mama, visto que há divulgação, recepção e entendimento dessas informações, mas a doação por períodos mais longos não é observada. III Conclusão A mulher que passa por um câncer de mama sofre alteração de sua imagem corporal, pois além da mutilação física há uma mutilação emocional, devido à mama estar relacionada à feminilidade da mulher e à maternidade, trazendo repercução em seus relacionamentos e na qualidade de vida. A participação dos médicos, dos psicólogos e dos fisioterapêutas, é de grande importância neste tratamento de reabilitação, confirmando assim a eficácia do trabalho multidisciplinar. Sendo assim, somente é possível a reabilitação do corpo se houver a reabilitação psicológica. Nós como profissionais da saúde devemos então, nos unir e trabalhar em conjunto para que possamos prestar um atendimento integral ao paciente a fim de lhe proporcionar melhor qualidade de vida. VI Referências Bibliográficas: ABREU, Evaldo de; KOIFMAN, Sérgio. Fatores prognósticos no câncer de mama feminina Rev. Bras. de Cancerologia - vol.48 no.1 Rio de Janeiro BARROS, A.C.S.D; BARBOSA, E.M.; GEBRIM, L.H.. Diagnóstico e Tratamento do Câncer de Mama Rev. Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina Projeto Diretrizes Rio de Janeiro Agosto, BORGES, Carla Andréa Machado; SILVEIRA, Caroline de Faria; LACERDA, Paulo Cezar Menezes Tavares; NASCIMENTO, Marinha Tereza Alves Análise dos métodos de avaliação dos recursos e do reconhecimento da fisioterapia oncológica nos hospitais públicos do Distrito Federal - Rev. Bras. de Cancerologia vol.54 no.4 Rio de Janeiro, CANGUSSU, Renata de Oliveira; SOARES, Thiago Barbabela de Castro; BARRA, Alexandre de Almeida; NICOLATO, Rodrigo Sintomas depressivos no câncer de mama: Inventário de depressão de Beck J. Bras. Psiquiatr.- vol.59 no.2 Rio de Janeiro 2010.

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7 MAKLUF, Ana Silvia Diniz; DIAS, Rosângela Corrêa; BARRA, Alexandre de Almeida Avaliação da qualidade de vida em mulheres com câncer da mama - Rev. Bras. de Cancerologia vol.52 no.1 Rio de Janeiro, NOVAES, Cristiane de Oliveira; MATTOS, Inês Echenique Prevalência e fatores associados a não utilização de mamografia em mulheres idosas Cad. Saúde Pública vol.25 supl.2 Rio de Janeiro, PANOBIANCO, Marislei Sanches; MAMEDE, Marli Villela Complicações e intercorrências associadas ao edema de braço nos três primeiros meses pós mastectomia Rev. Latino Am. Enfermagem vol.10 no4. Ribeirão Preto Julho/Agosto, PEREIRA, Carla Maria de Abreu; VIEIRA, Elidia Orie Rodrigues Yamada; ALCÂNTARA, Paulo Sergio Martins Avaliação de Protocolo de Fisioterapia aplicado a pacientes mastectomizados a Madden - Rev. Bras. de Cancerologia vol.51 no.2 Rio de Janeiro, SCLOWITZ, Marcelo Leal; MENEZES, Ana Maria Baptista; GIGANTE, Denise Petrucci; TESSARO, Sérgio Condutas na prevenção secundária do câncer de mama e fatores associados Rev. de Saúde Pública vol.39 no.3 São Paulo Junho, TAVARES, Jeane Saskya Campos; TRAD, Leny Alves Bomfim; Estratégias de enfrentamento do câncer de mama: um estudo de caso com famílias de mulheres mastectomizadas Rev. Ciência & Saúde Coletiva vol.15 supl.1 Rio de Janeiro Junho, TONANI, Marcela; CARVALHO, Emília Campos de Risco de câncer e comportamento preventivos: a persuasão como estratégia de intervenção - Rev. Latino Am. Enfermagem vol.16 no.5 Ribeirão Preto Setembro/Outubro, TRUFELLI, Damila Cristina; MIRANDA, Vanessa da Costa; SANTOS, Maria Beatriz Brisola dos; FRAILE, Natália Moreno Peres; PECORONI, Priscila Guedes; GONZAGA, Suzana de França Ribeiro; RIECHELMANN, Rachel; KALIKS, Rafael; GIGLIO, Auro Del. Análise do atraso no diagnóstico e tratamento do câncer de mama em um hospital público. Rev. Assoc. Med. Bras. Vol.54 no.1 São Paulo Jan./Fev., VENÂNCIO, Juliana Lima Importância da atuação do psicólogo no tratamento de mulheres com câncer de mama Rev. Bras. de Cancerologia vol.50 no.1 Rio de Janeiro, VIEIRA, Carolina Pasquote; LOPES, Maria Helena Baena de; SHIMO, Antonieta Keiko Kakuda Sentimentos e experiências na vida das mulheres com câncer de mama Rev. Esc. Enferm. vol.41 no.2 São Paulo Junho, 2007.

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