Disciplina: GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS Professora: Viviane Japiassú Viana GERENCIAMENTO PARTE 4. Disposição final de resíduos sólidos

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1 GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOSS PARTE 4 Disposição final de resíduos sólidos Planos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos

2 Disposição final De acordo com a Resolução CONAMA 358/05, disposição final de resíduos de serviço de saúde: é a prática de dispor os resíduos sólidos no solo previamente preparado para recebê-los, de acordo com critérios técnico, construtivos e operacionais adequados, em consonância com as exigências dos órgãos ambientais competentes. Esta definição pode ser considerada para qualquer tipo de resíduo sólido. A disposição inadequada de resíduos pode causar diversos problemas como os listados a seguir: Impactos ambientais às vezes irreversíveis Disciplina: GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS Prejuízos à saúde pública, já que os locais de disposição podem tornar-se foco de vetores de doenças. Prejuízos a economia regional devido à desvalorização do terreno. Degradação social, já que nestes locais é comum a presença de pessoas que vivem da catação de lixo.

3 Devido aos problemas apresentados, o estabelecimento de um empreendimento de destinação final de resíduos é motivo de muitas discussões entre sociedade, empreendedor e governo. Os métodos de disposição final são: Lixão (forma inadequada) Aterro Controlado (melhorias no lixão) Aterro Sanitário (resíduos urbanos) Aterro Industrial (resíduos classe 1) Estes métodos são detalhados a seguir.

4 Situação atual Composto por 92 Municípios, em resíduos sólidos, se encontra com: 11 Aterros Sanitários Licenciados (LO / LI): Gericinó / Bangu (RJ), Macaé, Nova Iguaçu (particular), Nova Friburgo (novo), Paracambi, Petrópolis, Piraí, Rio das Ostras, Santa Maria Madalena (particular), São Pedro da Aldeia (particular); 14 Aterros Controlados (vazadouro remediado com operação): Angra dos Reis, Barra do Piraí, Duque de Caxias (Gramacho), Guapimirim, Itaboraí, Miracema, Natividade, Niterói, Nova Friburgo, Porciúncula, Resende, Rio Bonito, Rio das Flores, Teresópolis; 07 Aterros Sanitários em Licenciamento: Campos (particular), Itaboraí, Miguel Pereira, Niterói, Seropédica (particular), Vassouras; 57 Unidades de Triagem e Compostagem implantadas, desde 1977, sendo que 35 unidades operando normalmente; 49 Vazadouros (lixões), sendo 26 operacionais possuindo grande parte a presença de catadores, crianças, animais de corte e vetores. Demanda de Investimentos: R$ 300 a 400 milhões (construção de aterros e remediação)

5 Próximos aterros sanitários Médio Paraíba O aterro sanitário, que será instalado em Resende, atenderá Itatiaia, Porto Real, Quatis, abrangendo também a região de Visconde de Mauá e Bocaina de Minas. Cerca de 170 mil habitantes serão beneficiados. Região dos Lagos A ser implantado em Saquarema, o centro de tratamento receberá os resíduos sólidos de Araruama, Silva Jardim, Rio Bonito, Arraial do Cabo, futuramente podendo receber resíduos de Rio Bonito, Iguaba Grande e Búzios. Aproximadamente 360 mil moradores ganharão com a iniciativa. Norte Fluminense São Fidélis será a cidade sede do aterro sanitário, que atenderá também aos municípios de Aperibé, Cambuci, Cardoso Moreira, Italva e Itaocara. O espaço receberá demanda de cerca de 110 mil pessoas. Região da Baía de Guanabara São Gonçalo será sede do aterro sanitário que atenderá Niterói e Maricá. Os municípios de São Gonçalo e Itaboraí serão beneficiados com obras de esgotamento sanitário. Região do Vale do Café Remediação do lixão de Vassouras.

6 Consórcios intermunicipais para gestão de resíduos sólidos

7

8 LIXÃO

9 LIXÃO Lixão é uma forma inadequada de disposição final de resíduos sólidos, que se caracteriza pela simples descarga do lixo sobre o solo, sem medidas de proteção ao meio ambiente ou à saúde pública. O mesmo que descarga de resíduos a céu aberto (IPT, 1995). No Lixão (ou Vazadouro, como também pode ser denominado o lixão) não existe nenhum controle quanto aos tipos de resíduos depositados e quanto ao local de disposição dos mesmos. Nesses casos, resíduos domiciliares e comerciais de baixa periculosidade são depositados juntamente com os industriais e hospitalares, de alto poder poluidor. Nos lixões pode haver outros problemas associados, como por exemplo a presença de animais (inclusive a criação de porcos), a presença de catadores (que na maioria dos casos residem no local), além de riscos de incêndios causados pelos gases gerados pela decomposição dos resíduos e de escorregamentos, quando da formação de pilhas muito íngremes, sem critérios técnicos. Vantagem? No curto prazo, é o meio mais barato de todos, pois não implica em custos de tratamento nem controle. Desvantagens Contaminação das águas superficiais e subterrâneas, do ar e do solo; Produção de chorume e gases; Favorece a proliferação de insetos (baratas, moscas), ratos e germes patológicos, que são vetores de doença Impactos sociais: catadores e famílias vivendo nos lixões e dependendo da renda obtida na catação

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11 ATERRO CONTROLADO

12 Um aterro controlado caracteriza-se, segundo a ABNT/NBR-8849/85, pela disposição do lixo em local controlado, onde os resíduos sólidos recebem uma cobertura de solos ao final de cada jornada. Como não possuem impermeabilização dos solos nem sistema de dispersão de chorume e gases, é muito comum nesses locais a contaminação de águas subterrâneas (IPT/CEMPRE, 1995). Os aterros controlados são locais intermediários entre o lixão e o aterro sanitário. Trata-se geralmente de antigas células que foram remediadas e passaram a reduzir os impactos ambientais e a gerenciar o recebimento de novos resíduos. De forma geral, os aterros controlados são antigos lixões onde são adotadas medidas para a minimização dos impactos ambientais. Este tipo de aterro não pratica medidas para combate à poluição, uma vez que não recebe camada impermeabilizante ideal antes da deposição de lixo, causando poluição do solo e do lençol freático. O aterro controlado também não trata integralmente o chorume e os gases que emanam da decomposição do lixo. Por não possuir cobertura vegetal, as atividades do aterro controlado ficam expostas ao ambiente. Esses locais recebem cobertura de argila e grama e fazem a captação dos gases e do chorume. O biogás é capturado e queimado e parte do chorume é recolhida para a superfície. Os aterros controlados são cobertos com terra ou saibro diariamente, fazendo com que o lixo não fique exposto e não atraia animais.

13 Medidas estabelecidas pela CETESB para a Transformação do "Antigo Lixão" em Aterro Controlado 1 - Cobertura diária do lixo 2 - Restaurar cerca divisória 3 - Controle de Entradas e Saídas 4 - Executar declividades nas superfícies para impedir acúmulo de água 5 - Reconstrução dos taludes e plantio de vegetação 6 - Implantar drenagem de águas pluviais 7 - Drenagem de gases 8 - Coleta e tratamento de chorume 9 - Fixar data para conclusão do aterro 10 - Apresentar plano de monitorização do aquífero 11 - Apresentar plano de revegetação da área 12 - Apresentar estudo de previsão de uso futuro da área

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15 ATERRO SANITÁRIO

16 Segundo a norma ABNT NBR 8419/1984, aterro sanitário é "uma técnica de disposição de resíduos sólidos urbanos no solo sem causar danos à saúde pública e à sua segurança, minimizando os impactos ambientais. Método que utiliza princípios de engenharia para confinar resíduos sólidos à menor área possível e reduzílos ao menor volume possível, cobrindo-os com uma camada de terra na conclusão da jornada de trabalho ou a intervalos menores, se necessário (IPT, 1995). Vantagens Baixo custo em relação a outras opções de tratamento e disposição final, como incineração Pode ser utilizado para uma grande variedade de resíduos Desvantagens Necessita de uma grande área física para construção e operação Gera um passivo que precisa ser continuamente monitorado Não aproveitamento de resíduos recicláveis Medidas de Proteção Impermeabilização Drenagem pluvial Coleta e tratamento do percolado Drenagem de gases Monitoramento do aqüífero e do solo Legislação específica Resolução Conama

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18

19 Balança Dreno

20 Laboratório de caracterização de resíduos Equipamento de Tratamento de Chorume

21 ATERRO INDUSTRIAL

22 Definição Disposição final de Resíduos Classe I ou IIa baseada em técnicas e critérios operacionais de engenharia, em que é garantido o confinamento seguro dos rejeitos industriais perigosos através do controle de emissão de odores, fumaça, gases tóxicos ou material particulado e da proteção das águas superficiais e subsuperficiais da geração de líquidos percolados ou lixiviados da massa de resíduos. Utilização Resíduos classe I ou II. Ex: Pilhas e baterias, EPIs contaminados, solo contaminado, materiais com amianto, refratários, entulho de construção, pirotécnicos, bombonas, tambores vazios) Sistemas de monitoramento Gases Água subterrânea Composição dos resíduos Vantagens Baixo custo em relação a outras opções de tratamento e disposição final, como incineração Pode ser utilizado para uma grande variedade de resíduos Desvantagens Necessita de uma grande área física para construção e operação Gera um passivo que precisa ser continuamente monitorado

23 Uma camada de argila de 30 cm compacta 1ª geomembrana de PEAD de 2 mm de espessura 1º geotêxtil de 4 mm de espessura 2ª geomembrana de PEAD de 2 mm 2º geotêxtil de 4 mm de espessura Uma camada de proteção mecânica

24 Fonte: Essencis

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27 Impermeabilização superior Célula em operação Fonte: Célula vazia

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