UNIJUÍ - UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

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1 UNIJUÍ - UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL QUALIDADE DE VIDA DE PACIENTES ASSISTIDOS EM UM CENTRO DE ALTA COMPLEXIDADE EM ONCOLOGIA Fernanda de Moraes Orientadora: Profª Joseila Sonego Gomes Enfermagem 2012 DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA VIDA DC Vida Rua do Comércio, Bairro Universitário Caixa Postal 560 Fonte: (55) Fax: (55) CEP Ijuí RS Brasil

2 1 1 FERNANDA DE MORAES QUALIDADE DE VIDA DE PACIENTES ASSISTIDOS EM UM CENTRO DE ALTA COMPLEXIDADE EM ONCOLOGIA Artigo de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Enfermagem do Departamento de Ciências da Vida (DCVida), da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul - Unijuí, como requisito parcial para obtenção do título de Enfermeira. Orientadora: Profª Joseila Sonego Gomes IJUÍ, RS 2012

3 2 2 UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL - UNIJUÍ DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DCVida CURSO DE ENFERMAGEM A COMISSÃO ABAIXO ASSINADA APROVA O PRESENTE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO INTITULADO: QUALIDADE DE VIDA DE PACIENTES ASSISTIDOS EM UM CENTRO DE ALTA COMPLEXIDADE EM ONCOLOGIA ELABORADO POR FERNANDA DE MORAES COMO REQUISITO PARCIAL PARA OBTENÇÃO DO GRAU DE ENFERMEIRA COMISSÃO EXAMINADORA: Enfª Profª MSc. Joseila Sonego Gomes/Orientadora Enfª Profª MSc. Eniva Miladi Fernandes Stumm/Parecerista

4 3 3 SUMÁRIO RESUMO ABSTRACT INTRODUÇÃO METODOLOGIA RESULTADOS DISCUSSÃO DOS DADOS CONCLUSÃO REFERÊNCIAS... 19

5 4 4 QUALIDADE DE VIDA DE PACIENTES ASSISTIDOS EM UM CENTRO DE ALTA COMPLEXIDADE EM ONCOLOGIA 1 Fernanda de Moraes 2 Joseila Sonego Gomes 3 RESUMO Este estudo teve como objetivo geral avaliar a qualidade de vida (QV) de pacientes com diagnóstico de câncer em tratamento em um Centro de Alta Complexidade em Oncologia; e específicos caracterizar os pacientes em tratamento oncológico quanto aos aspectos sócio-demográficos e clínicos; identificar os escores das escalas de QV da população em estudo e comparar a média dos escores de QV por sexo e ciclo vital (adulto e idoso). Estudo observacional, transversal, descritivo-analítico com amostra de 534 pacientes em tratamento oncológico, no período de março de 2011 a abril de Para a coleta de dados foi utilizado o questionário QLQ C30 da EORTC. Para a análise dos dados utilizou-se o programa SPSS. Os resultados apontam que o melhor desempenho é obtido no funcionamento cognitivo com escore de 78,10, seguido pela função social 74,35 e função física 72,79. Os menores escores são observados na função emocional e desempenho de papel, com um escore de 69,42 e de 64,98. Na escala de sintomas, os mais frequentes ou são dor 29,50, fadiga 29,38 e insônia 29,01. Os sintomas com menores escores foram diarreia 9,78 e dispneia 11,33. Nos resultados referentes à saúde global, verificou-se que este apresenta um escore de 73,40, retratando que esses pacientes consideram razoável sua qualidade de vida. Descritores: Neoplasias, Oncologia, Qualidade de Vida. ABSTRACT This study aimed to assess the quality of life (QOL) of patients with a diagnosis of cancer treatment at a Center for High Complexity in Oncology, and to characterize patients in specific cancer treatment regarding sociodemographic and clinical data, to identify the QoL scores for the population under study and compare the mean QOL scores by sex and life cycle (adult and elderly). An observational, transversal, descriptive and analytical study of a sample of 534 patients in cancer treatment, from March 2011 to April To collect data we used the questionnaire of the EORTC QLQ-C30. For data analysis we used SPSS. The results show that the best performance is obtained in cognitive functioning with a score of 78.10, followed by social function and physical function The lowest scores were observed in emotional function and role performance, with a score of and In symptom scale, the most common are pain, or 29.50, fatigue and insomnia Symptoms with lower scores were 9.78 and diarrhea dyspnea The results regarding overall health, it was found that this presents a score of 73.40, portraying reasonable that these patients consider their quality of life. Descriptors: Neoplasms, Oncology, Quality of Life. 1 Trabalho de Conclusão de curso em forma de Artigo, seguindo normas de VANCOUVER, apresentado ao Curso de Graduação em Enfermagem, do Departamento de Ciências da Vida, da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUI), como requisito parcial para a obtenção do título de Enfermeira. 2 Acadêmica do 9 semestre do Curso de Graduação em Enfermagem, do Departamento de Ciências da Vida, da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUI). 3 Enfermeira. Especialista em Enfermagem em Oncologia pelo Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Moinhos de Vento/RS; Mestre em Enfermagem pela Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto USP/SP. Docente do Curso de Enfermagem, do Departamento de Ciências da Vida, da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUI).

6 5 5 INTRODUÇÃO O câncer é uma das doenças crônico-degenerativas, que tem se destacado por seu crescimento exponencial em todos os continentes, considerado hoje, um problema de saúde pública (1). Atinge milhões de pessoas no mundo, sem distinção de classe social, abrangem tanto países desenvolvidos quanto nações em desenvolvimento, e consequentemente, causa algum impacto na vida dos indivíduos acometidos e de seus familiares, influencia em seu estilo de vida, desde a informação do diagnóstico, escolha e prosseguimento do tratamento à reabilitação (2). No Brasil, as estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), para o ano de 2012, válidas também para o ano de 2013, apontam a ocorrência de aproximadamente casos novos de câncer, incluindo os casos de pele não melanoma, reforçando a magnitude do problema do câncer no País. Sem os casos de câncer da pele não melanoma, estima-se um total de 385 mil casos novos. O câncer da pele do tipo não melanoma (134 mil casos novos) será o mais incidente na população brasileira, seguido pelos tumores de próstata (60 mil), mama feminina (53 mil), cólon e reto (30 mil), pulmão (27 mil), estômago (20 mil) e colo do útero (18 mil). Os tumores mais incidentes para o sexo masculino serão o câncer de pele não melanoma, próstata, pulmão, cólon e reto e estômago. Para o sexo feminino, destacam-se, entre os mais incidentes, os tumores de pele não melanoma, mama, colo do útero, cólon e reto, e pulmão (3). O tratamento do câncer almeja à cura, e quando esta não é possível, os esforços se concentram em controlar a doença na intenção de prolongar a vida e preservar a qualidade da

7 6 6 mesma. Para alcançar este objetivo, são propostos protocolos de tratamentos que envolvem cirurgia, radioterapia, quimioterapia, terapia hormonal, ou a combinação destes (4). A quimioterapia é uma terapia sistêmica classificada em quatro tipos, de acordo com os objetivos desejados. Pode ser curativa, quando o objetivo é a eliminação total do tumor; adjuvante, quando realizada após o procedimento cirúrgico com o intuito de controlar possíveis metástases subsequentes; neoadjuvante, quando se pretende reduzir parcialmente o tumor para facilitar o tratamento antineoplásico posterior (cirurgia e/ou radioterapia) ou paliativa, que não possui intenção curativa, utilizada apenas para minimizar os sintomas da doença (5). Os quimioterápicos são administrados isoladamente ou em associação, fundamentados em protocolos internacionalmente testados. Estas medicações apresentam diversos níveis de toxicidade, que podem surgir logo após a sua administração e se prolongar após o término do tratamento, causam lesões reversíveis ou irreversíveis no indivíduo (6). Outro tratamento amplamente utilizado é a radioterapia, realizada essencialmente de duas formas: a externa, denominada teleterapia, a qual utiliza fontes radioativas de origem nuclear (cobalto 60), ou aceleradores lineares que produzem radiação por meio da aceleração de elétrons e a interna; a braquiterapia, terapia de curta distância, em que uma fonte encapsulada, ou um grupo dessas fontes, utilizada para liberação de radiação â ou ã, à distância de poucos centímetros do tumor. Os efeitos tóxicos da radioterapia incidem principalmente na região irradiada tendo seu efeito potencializado quando, concomitantemente, é administrada quimioterapia. Os efeitos colaterais físicos mais comuns da radioterapia são fadiga, radiodermite e inapetência, que independem do local em que esta foi aplicada (7). Desse modo, além de a pessoa necessitar se adaptar ao fato de ter câncer, ela precisa suportar os efeitos colaterais da radioterapia, e tóxicos da quimioterapia que podem levá-la a se sentir impotente em relação à sua nova condição, e, por conseguinte, comprometer sua qualidade de vida (8). O aumento na incidência de neoplasias aliado a um percentual de cura insatisfatório direciona os profissionais envolvidos a empenhar-se na compreensão e inserção de instrumentos para mensurar a qualidade de vida. Este é um tema que se tornou relevante na

8 7 7 área da saúde recentemente, e deriva parcialmente dos novos paradigmas que tem direcionado as políticas e os procedimentos da área nas últimas décadas, no que se refere ao investimento de recursos, registro de novos fármacos e equipamentos para inovação científica dos tratamentos e também dos cuidados paliativos (6). Qualidade de vida é definida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como a percepção que o indivíduo tem de si mesmo, da sua posição na vida dentro do contexto de cultura e sistema de valores nos quais ele vive e em relação às suas metas, expectativas e padrões sociais (9). É um conceito de ampla abrangência, que compreende o modo complexo como a saúde física do paciente é afetada, incluindo seu estado psicológico, nível de independência, relacionamento social e com o ambiente. Assim compreendido, o conceito de QV pode ser considerado uma construção subjetiva e multidimensional do paciente, que inclui a percepção deste em encontrar a satisfação nas atividades cotidianas (10). Receber a notícia de um diagnóstico de câncer, já pode afetar negativamente a qualidade de vida de um indivíduo, pois desencadeia sentimentos negativos como angústia e temor com relação ao futuro. Os sintomas emocionais combinados com as alterações decorrentes da doença e do tratamento causam prejuízo no desempenho físico, social, sexual e funcional, portanto, avaliar a qualidade de vida de pacientes durante o tratamento oncológico fornece informações valiosas sobre o impacto da doença e em cada um destes domínios. No momento do diagnóstico, o entendimento do paciente sobre sua QV tem se mostrado um importante indicador prognóstico. Durante e após o tratamento, fornece subsídios para clínicos e pesquisadores (11). A partir dessas considerações tem-se como objetivo geral: avaliar a qualidade de vida de pacientes com diagnóstico de câncer em tratamento em um Centro de Alta Complexidade em Oncologia; e específicos: caracterizar os pacientes em tratamento oncológico quanto aos aspectos sociodemográficos (idade, sexo, estado civil, escolaridade e renda) e clínicos (tipo de câncer e tipo de tratamento realizado); identificar os escores das escalas de qualidade de vida da população em estudo e comparar a média dos escores de qualidade de vida por sexo e ciclo vital (adulto e idoso). METODOLOGIA

9 8 8 Este estudo é parte do projeto de pesquisa institucional QUALIDADE DE VIDA DE PACIENTES ONCOLÓGICOS ASSISTIDOS EM UM CENTRO DE ALTA COMPLEXIDADE EM TRATAMENTO DE CÂNCER da Universidade Regional do Noroeste do Rio Grande do Sul UNIJUÍ e trata-se de um estudo observacional, transversal, analítico-descritivo. A população do projeto de pesquisa institucional foram pacientes em tratamento oncológico atendidos no Centro de Alta Complexidade de Tratamento Oncológico (CACON) no interior do Estado do rio Grande do Sul, no período de abril a dezembro de Este CACON atende uma população de mais de 1,5 milhões de habitantes em 120 municípios da região noroeste do estado do Rio Grande do Sul (12). Em relação ao número total de pacientes em março/2012 havia o registro de pacientes nas diferentes modalidades de tratamentos 4. Para a composição da amostra considerou-se os seguintes critérios de inclusão: ser paciente oncológico, em tratamento quimioterápico e radioterápico e aceitarem participar do estudo. Foram excluídos do estudo os pacientes: participantes de protocolos de pesquisa clínica; com alterações cognitivas, sem condições de responder aos instrumentos, atestadas no prontuário. O tamanho da amostra da pesquisal foi calculado a partir de dados prévios do número de pacientes atendidos no CACON no mês que antecedeu o início da coleta de dados, março de 2011, que foi de Considerando a confiabilidade de 95%, erro de 5% obteve-se um tamanho de amostra, incluindo 5% para possíveis perdas, de 534 pacientes, com uma representatividade de 30% da população. A amostra foi selecionada de forma aleatória. As variáveis de interesse para este estudo foram: idade, sexo, estado civil, escolaridade e renda, tipos de câncer por sistema, tipo de tratamento e qualidade de vida. As informações foram coletadas no período de março de 2011 a abril de 2012, por meio da análise de prontuário (documental), entrevista e aplicação de protocolo. Ressalta-se que adulto é aquele individuo a partir dos 21 anos de idade até os 59 anos, e idoso aquele com idade maior ou igual a 60 anos (12). Para avaliar a qualidade de vida foi utilizado o protocolo proposto pela European Organization for Research and Treatment of Cancer, o Quality of Life Core-30-Questionnaire 4 Dados fornecido pelo referido CACON.

10 9 9 (EORTC QLQ-C30) (13), devidamente validado para a população brasileira (14). Foi aplicado no momento em que o paciente acessou o serviço de saúde CACON, para realizar o tratamento oncológico indicado (quimioterapia e/ou radioterapia), em diferentes momentos deste, dependendo do protocolo instituído e das condições clinicas do paciente. Foi priorizada a ocasião que antecedia a aplicação da terapia. O EORTC QLQ-C30 contém 30 itens compostos por escalas com múltiplos itens e medidas de item único, que visam refletir a multidimensionalidade do construto qualidade de vida (QV). Esse instrumento inclui cinco escalas funcionais (função física, função cognitiva, função emocional, função social e desempenho de papéis), três escalas de sintomas (fadiga, dor, náuseas e vômitos), uma escala de QV e saúde global, seis outros itens que avaliam sintomas comumente relatados por doentes com câncer (dispneia, falta de apetite-anorexia, insônia, constipação e diarreia), escala de avaliação do impacto financeiro do tratamento e da doença. É o questionário mais utilizado na Europa e largamente utilizado no resto do mundo, é específico para doentes com câncer. Mostrou-se ser sensível às diferenças entre os pacientes, ao tipo de terapêutica empregada e às variações de tempo (15). Os escores das escalas e das medidas variam de zero a 100, sendo que um alto valor do escore representa um alto nível de resposta. Assim, se o escore apresentado na escala funcional for alto, isso representa um nível funcional saudável, enquanto que um escore alto na escala de sintomas, representa um nível alto de sintomatologia e efeitos colaterais. Para a interpretação dos escores originados do questionário seguimos os procedimentos recomendados pelo manual da EORTC (16,17). Para a análise estatística foi utilizado o programa Statistical Package for the Social Sciences (SPSS-PC). Os dados foram analisados por meio da estatística descritiva, foram utilizadas medidas de tendência central e de dispersão para a análise de variáveis quantitativas e frequências absoluta e relativa para as variáveis qualitativas. Para análise das escalas funcionais e de sintomas do protocolo de qualidade de vida utilizou-se teste de comparação de média para variáveis paramétricas e independentes. Considerou-se diferença entre os grupos valor de p 0,05. A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí), sob o parecer consubstanciado

11 /2010, sendo projetado de acordo com as Diretrizes e Normas Regulamentadoras de Pesquisas Envolvendo Seres Humanos do Conselho Nacional de Saúde (CNS). RESULTADOS Este estudo teve a amostra constituída por 534 indivíduos assistidos em um Centro de Alta Complexidade em Oncologia, destes 44,8% (239) homens e 55,2% (295) mulheres. A média de idade da amostra do estudo foi de 58,5±12,9 anos, a idade mínima de 21 anos e a máxima de 88 anos. O intervalo de confiança mostrou que 95% da amostra estão entre 57,4 a 59,6 anos. Com relação ao perfil sociodemográfico verificou-se que 66,5% dos participantes são casados, a maioria, (67,83%) possui ensino fundamental incompleto e renda mensal de 1 a 2 salários mínimos (61,8%), a Tabela 1 mostra com detalhes estes dados. Destaca-se que 0,6% dos indivíduos são analfabetos. Tabela 1: Perfil sociodemográfico da amostra - Ijuí 2012 Variável n % Casado ,5 Solteiro 48 9,0 Estado Civil Viúvo 66 12,4 União Estável 18 3,4 Separado ou Divorciado 46 8,6 Ensino Fundamental Completo 44 8,2 Ensino Fundamental Incompleto ,8 Escolaridade Ensino Médio Completo 66 12,4 Ensino Médio Incompleto 23 4,3 Ensino Superior 36 6,7 Abaixo de 1 Salário Mínimo 24 4,5 1 a 2 Salários Mínimos ,8 *Renda 3 a 5 Salários Mínimos ,8 5 a 8 Salários Mínimos 25 4,7 Acima de 8 Salários Mínimos 15 2,8 *18 não informados. Devido à variedade de diagnósticos encontrados nos prontuários, optou-se por selecionar os tumores por sistema atingido, exceto os casos referentes ao câncer de mama,

12 11 11 devido a sua proporção na amostra. Os tipos de câncer encontrados em maior prevalência foram: câncer de mama (25,8%), sistema gastrointestinal (23,0%), câncer do sistema reprodutor feminino (14,2%) e sistema reprodutor masculino (9,2%). Estes tipos de câncer na sua totalidade correspondem a 72,2% dos casos. Os 27,8% restantes estão distribuídos entre câncer do sistema respiratório, urinário, pele, músculos, ossos, sistema nervoso central, linfomas, mielomas e leucemia. Com relação ao tipo de tratamento: 65,0% dos indivíduos estão realizando quimioterapia, 22,5% radioterapia e 12,5% tratamento conjugado. Na tabela 2, encontram-se os resultados (média e desvio-padrão) referentes às subescalas do instrumento QLQ-C30, que traz informações quanto à saúde global, escala funcional, escala de sintomas e dificuldade financeira dos indivíduos. Em relação às escalas funcionais, verificou-se que o melhor desempenho por parte dos entrevistados é obtido no funcionamento cognitivo com escore médio de 78,10, seguido pela função social 74,35 e função física 72,79. Os menores escores são observados na função emocional e desempenho de papel, com um escore médio de 69,42 e de 64,98 respectivamente. Na escala de sintomas, verificou-se que os mais frequentes ou intensos são a dor, a fadiga e a insônia, com um escore médio de 29,50, 29,38 e 29,01 respectivamente. Os sintomas menos referidos pelos entrevistados foram diarreia 9,78 e dispneia 11,33. Nos resultados referentes à saúde global, verificou-se que este apresenta um escore médio de 73,40, retratando que esses pacientes consideram razoável sua qualidade de vida. Tabela 2: Médias e desvio padrão das escalas do instrumento QLQ-C Escalas Md DP Saúde Global 73,40 18,505 Escalas Funcionais Função física 72,79 23,778 Desempenho de papel 64,98 33,402 Função emocional 69,42 27,432 Função cognitiva 78,10 24,897 Função social 74,35 27,771 Escalas de Sintomas Fadiga 29,38 26,904 Náuseas e vômitos 15,28 23,590 Dispneia 11,33 23,987 Dor 29,50 32,235 Insônia 29,01 35,591

13 12 12 Perda de apetite 23,74 33,609 Constipação 27,32 33,869 Diarreia 9,78 24,020 Dificuldade financeira 25,75 32,752 Nota: Md Média; DP Desvio padrão. A tabela 3 apresenta a média dos escores de QV e sexo. O estudo da comparação das médias dos escores de QV entre os sexos demonstrou que na escala funcional, a média da função cognitiva e da função emocional obteve diferença estatística significativa do sexo masculino para o feminino, considerando como significativo valor de p 0,05. Já no que se refere à escala de sintomas, a variável sexo correlacionou com a escala náuseas e vômito, indicando que há diferença significativa (p= 0,02), entre o sexo masculino e feminino, cujos sintomas foram mais manifestados pelas mulheres. Nos demais escores não ocorreram correlação. Tabela 3: Escores de QV e sexo Escalas Sexo Masculino Feminino Md DP Md DP P Saúde Global 71,61 17,906 74,84 18,883 0,45 Escalas Função física 75,25 23,383 70,79 23,948 0,31 Funcionais Desempenho de papel 66,59 32,791 63,67 33,889 3,16 Função emocional 73,13 24,787 66,41 29,097 0,04* Função cognitiva 82,16 20,669 74,82 27,454 0,00* Função social 74,47 26,446 74,24 28,844 9,25 Escalas de Fadiga 25,96 24,749 32,15 28,270 0,08 Sintomas Náuseas e vômitos 11,87 20,210 18,05 25,711 0,02* Dispneia 26,80 31,135 31,69 32,991 0,82 Dor 11,70 24,320 11,04 23,751 7,52 Insônia 28,43 34,743 29,48 36,316 7,35 Perda de apetite 20,60 31,206 26,29 35,284 0,52 Constipação 23,96 31,222 30,04 35,691 0,39 Diarreia 10,44 25,323 9,25 22,940 5,70 Dificuldade financeira 24,66 32,501 26,62 32,982 4,92

14 13 13 Nota: Md Média; DP Desvio padrão. *Correlação significante (p 0,05). Observa-se no estudo que a comparação das médias dos escores de QV para adulto e idoso, relacionado a cada domínio do QLQ-C30, apesar de apresentar alguns valores de escores afastados não demonstrou diferença estatisticamente significativa entre as respostas, considerando a existência de correlação com valor de p 0,05. Finalizando a apresentação dos resultados obtidos com essa pesquisa, na Tabela 4 exibe os cálculos das médias, desvio padrão e valor de p de cada domínio do QLQ-C30, comparando com etapas do ciclo vital. Tabela 4: Escores de QV e ciclo vital (adulto e idoso) Escalas Ciclo Vital Adulto Idoso Md DP Md DP P Saúde Global 72,75 18,470 74,06 18,552 4,12 Escalas Função Física 73,85 22,537 71,69 24,998 2,96 Funcionais Desempenho de papel 66,17 33,658 63,74 33,154 4,02 Função emocional 68,17 27,086 70,72 27,780 2,83 Função cognitiva 78,75 24,610 77,43 25,221 5,40 Função social 73,67 28,373 75,05 27,168 5,64 Escalas de Fadiga 29,83 26,497 28,91 27,362 6,94 Sintomas Náuseas e vômitos 17,73 24,852 12,74 21,965 0,15 Dispneia 30,17 32,443 28,81 32,066 6,25 Dor 10,89 24,294 11,80 23,700 6,61 Insônia 32,35 37,485 25,54 33,229 0,27 Perda de apetite 22,75 32,341 24,77 34,908 4,87 Constipação 28,53 34,492 26,06 33,228 4,01 Diarreia 9,29 22,438 10,28 25,592 6,35 Dificuldade financeira 29,02 33,844 22,35 31,280 0,18 Nota: Md Média; DP Desvio padrão. DISCUSSÃO DOS DADOS

15 14 14 A amostra de pacientes com câncer estudada teve predomínio do sexo feminino, sendo que das 295 mulheres entrevistadas, 138 apresentaram diagnóstico de câncer de mama. Estudo (18) que analisou casos de câncer tratados na cidade de Porto Alegre/RS durante dois anos mostrou que, a maior incidência de câncer está no sexo feminino e que essa situação está atrelada ao grande número de casos de câncer de mama e do colo uterino, sendo que o câncer de mama atingiu o percentual de 24%. Tal achado vem ao encontro dos dados deste estudo e é corroborado por outros estudos que avaliaram QV de paciente em tratamento oncológico (1,19-20). Em relação à faixa etária e estado civil, o estudo revela que a maioria dos pacientes são casados com idade média de 58,5 anos, o que vai ao encontro dos dados da literatura, que identificaram elevada incidência de câncer na faixa etária de 45 a 64 anos, portanto, uma parcela da população ainda produtiva (1,19,21-22). Fato que pode representar desequilíbrio estrutural e financeiro para as famílias, sobretudo se associado ao fato dos tratamentos desencadearem incapacidades funcionais e consequentes ausências no trabalho para o tratamento, reabilitação, quando não ocasiona a morte. As diferenças socioeconômicas têm reflexos no perfil epidemiológico de câncer, no que diz respeito à incidência, mortalidade, sobrevida e qualidade de vida após o diagnóstico (23). Este estudo e outros (19,24) identificaram o predomínio de pacientes com baixa escolaridade 5(25) e renda inferior a dois salários mínimos. No Brasil em 2009, a média de anos de estudo da população acima de 25 anos era de 7,1 anos, o que representa uma escolaridade abaixo da conclusão do ensino fundamental (26). Nesse sentido, a escolaridade é um fator importante na oncologia, pois a obtenção de melhores resultados ou até mesmo a cura do câncer depende invariavelmente, da adesão e entendimento do paciente sobre a doença e o tratamento (27). As características de baixa escolaridade e baixo nível sócio-econômico demandam do profissional da saúde maior atenção nos processos educativos, adequando a linguagem ao entendimento dos pacientes, principalmente na orientação para adesão ao tratamento, como também na detecção precoce das recidivas (21). 5 Considerou-se baixa escolaridade aqueles indivíduos com ensino fundamental incompleto, conforme conceito de Pinheiro e Borges (25).

16 15 15 Segundo dados estatísticos do IBGE (26) a maior parcela da população brasileira é do sexo feminino, e ainda, os maiores percentuais de indivíduos em idade adulta, vivem com parceiros, seja em matrimonio civil ou união estável, e a renda mensal média varia entre meio a dois salários mínimos. Estes dados vêm ao encontro aos achados no presente estudo, portanto, considera-se que o perfil sociodemográfico dos indivíduos em tratamento no CACON, local em que os dados foram coletados, retrata a realidade da maior parte da população brasileira. Em relação aos diagnósticos primários de câncer dos pacientes entrevistados, o de mama foi o mais incidente, seguido pelas neoplasias gastrointestinais. Estudo realizado em Portugal (20) com 60 pacientes em tratamento oncológico encontrou resultado semelhante ao do presente estudo, em que as neoplasias com maior incidência foram câncer de mama e gastrointestinal. O câncer de mama é que mais acomete mulheres em todo o mundo, representando, em média, 23% de todos os tipos. A idade é o principal fator de risco, com maior incidência até os 50 anos. Sua taxa de mortalidade encontra-se elevada no Brasil, muito provavelmente pelo diagnóstico da doença em estádios avançados, a sobrevida média após cinco anos fica em torno de 60%. Já o câncer do cólon e reto configura-se como o terceiro tipo de câncer mais comum entre os homens, e o segundo para o sexo feminino, sendo que cerca de 60% dos casos ocorrem em regiões mais desenvolvidas. Essa neoplasia é considerada de bom prognóstico se for diagnosticada em estádios iniciais, os fatores de risco mais relevantes são a história familiar e a predisposição genética ao desenvolvimento de doenças crônicas do intestino e a idade, que tem relação com a incidência e com a mortalidade (3). Do total da amostra avaliada, mais da metade encontrava-se em tratamento quimioterápico exclusivo. A escolha do tratamento eficaz para o câncer é feita baseando-se principalmente no estadiamento e visa não apenas ao tumor primário, mas possíveis metástases, diminuição de sintomas, melhora da qualidade e sobrevida do doente (19). A quimioterapia é uma das modalidades de maior escolha para produzir a cura, controle e paliação dos pacientes com neoplasias (28). Estudos com pacientes em tratamento oncológico, que utilizaram diferentes instrumentos de avaliação, confirmam que o câncer tem influência negativa em várias dimensões da QV (1,2,24-29). Neste estudo, a análise dos resultados do questionário QLQ-C30

17 16 16 evidenciou que, a função cognitiva foi a escala com maior escore, ou seja, a única que pode ser considerada satisfatória. As demais escalas funcionais obtiveram escores menores, sendo as funções desempenho de papel e emocional as mais comprometidas, os sintomas mais relatados foram dor, fadiga e insônia. A Escala de Saúde Global atingiu um escore razoável, porém não satisfatório, o que permite refletir sobre a influência da presença dos sintomas citados no desempenho das atividades e no estado emocional dos pacientes, repercutindo na saúde global desses. Em estudo de Gomes (20), os dados obtidos pelo QLQ-C30 revelam que os melhores desempenhos dos doentes oncológicos encontram-se na função cognitiva, desempenho de papel e social. Já em outra pesquisa (30) na avaliação da QV, o domínio da escala funcional com maior escore, foi o cognitivo, e na escala de sintomas, os mais referidos foram a dor, fadiga e insônia, semelhantes com aos obtidos no presente estudo. Escores de QV de outro estudo (21) assemelham-se com os encontrados neste estudo, pois apresentaram escores de QV de razoável a satisfatórios nas funções física, social, cognitiva e desempenho de papel e razoável para a Escala Geral de Saúde/QV e função emocional, além de relatarem sintomas de insônia, dor e fadiga e dificuldade financeira. A fadiga é o mais prevalente sintoma referido por pacientes em tratamento oncológico, descrito como uma persistente e subjetiva sensação de cansaço, exaustão física, emocional e/ou cognitiva, que não melhora com sono e repouso e que influencia no desempenho das atividades usuais, e consequentemente no estado de saúde e de qualidade de vida global (31). Existem indícios que dor e fadiga se relacionam e que um sintoma agrava o outro, ambas variam de acordo com a gravidade da doença, características emocionais e sociodemográficas dos indivíduos, tipo e fase do tratamento, além de contribuir para o surgimento ou agravamento de outros sintomas, como alteração do sono, do humor e constipação, e trazer danos à qualidade de vida (32). A dor pode estar relacionada ao agravamento da doença ou ao tratamento; pode sofrer influência do humor, de aspectos cognitivos e de outros sintomas como caquexia, anorexia e fadiga (33).Além de predispor a depressão, pois pode ser interpretada como um indício de que a doença está progredindo (34). As correlações entre fadiga e dor indicam que o manejo adequado da dor pode proporcionar o alívio da fadiga, uma informação importante, visto que ações para

18 17 17 o controle da dor são bastante desenvolvidas, enquanto que o controle da fadiga ainda são pouco conhecidas (33). Estudo realizado em Portugal (20), com 60 indivíduos em tratamento quimioterápico revelou que as médias de QV do sexo masculino nas escalas funcionais e saúde global foram mais elevadas que o sexo feminino, enquanto que nas escalas de sintomas o sexo feminino pontua valores maiores, deduzindo-se assim que as mulheres compreendem piores níveis de QV que os homens. Estes resultados vêm ao encontro dos obtidos neste estudo, onde as médias do sexo feminino também nos levam a compreender uma pior QV nas mulheres; porém ao realizar o teste de significância estatística (p 0,05), percebeu-se que apenas nas funções cognitiva e emocional e no sintoma náusea e vômito existe diferença estatística significativa, indicando escores melhores para os homens em relação às mulheres. Considera-se importante salientar que na escala de saúde global as mulheres apresentaram melhor escore, entretanto sem diferença significativa. Já em outra pesquisa (35), homens e mulheres tiveram uma percepção semelhante de QV, ou seja, não houve diferença significativa quanto à sua avaliação. Devemos considerar que existem outros fatores que podem influenciar nestas variáveis, por exemplo, existem algumas drogas empregadas em determinados protocolos que tem maior poder emetogênico, outras podem prejudicar a função cognitiva, entre outros sintomas (29). O conhecimento acerca dos efeitos colaterais dos protocolos farmacológicos é fundamental para o enfermeiro planejar uma assistência efetiva, individualizada e humanizada aos pacientes. Ao correlacionar os escores médios de QV obtidos nos diversos domínios, entre adulto e idoso, não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas entre as duas fases do ciclo vital. Resultado que vai de encontro do estudo (29), em que na variável faixa etária houve diferença estatística significativa para os domínios náuseas e vômitos, insônia e perda de apetite, cujos sintomas foram maiores na faixa etária até os 60 anos. Pressupõe-se que os resultados encontrados no presente estudo, devem-se ao fato da média de idade da amostra ser 58,5 anos, e, portanto bem próxima ao limiar de faixa etária. Interpretar escores de QV se revela uma tarefa delicada e complexa devido a sua multidimensionalidade, subjetividade e individualidade (15). É necessário primeiramente

19 18 18 compreender que a experiência individual do adoecer é vivida de modo particular e único, e cada sujeito vivencia a sua condição corporal e a ela reage de modo peculiar, por meio de ideias, valores, projeções e comportamentos, associados à emoções e sentimentos, que representam um modo sociocultural e psicoafetivo de traduzir a vida (36). A melhoria na QV dos pacientes pode ocorrer na medida em que os efeitos colaterais dos tratamentos possam ser evitados e controlados e também na adesão a tratamentos complementares eficazes que possam auxiliar os pacientes a enfrentaram melhor a doença e o tratamento recebido (21). Portando, os profissionais envolvidos nesse processo necessitam aprender a usar de toda a sutileza e perspicácia para conseguir interpretar as informações obtidas e transformá-las em ações positivas, e consequente melhora na QV, que é o objetivo principal. Nesses aspectos a enfermagem se faz necessária e precisa estar atenta, uma vez que participa dos momentos de diagnóstico e tratamento do câncer. CONCLUSÃO O conjunto dos resultados obtidos revelou que o perfil da amostra é de indivíduos do sexo feminino, casados, com baixa escolaridade e nível socioeconômico, idade média de 58,5 anos, em tratamento quimioterápico. A interpretação das variáveis do QLQ-C30 possibilitou avaliar o impacto do câncer e do tratamento oncológico no cotidiano de um indivíduo. Os sintomas fadiga, dor e insônia podem influenciar nas funções emocionais e desempenho de papel. As funções cognitiva e social, não foram afetadas significativamente, o que provavelmente contribuiu para que a percepção de qualidade de vida global dos pacientes em tratamento oncológico que participaram deste estudo seja considerada razoável. O caráter amplo da amostra pode ser considerado um fator positivo, entretanto as conclusões podem tornar-se limitadas em alguns aspectos devido à variedade de diagnósticos entre os entrevistados. Neste sentido é importante que novos estudos sejam desenvolvidos com o objetivo de avaliar a QV dos pacientes tendo como variáveis o tipo de câncer, tipo de tratamento e tempo de tratamento. O desafio do enfermeiro que atua em oncologia encontra-se em prestar cuidado individualizado e integral ao paciente. Os estudos de QV, apesar de oferecerem informação limitada sobre seus determinantes, trazem nos elementos de seu construto instrumentos relevantes no cotidiano da enfermagem. Atuar com eficiência em uma unidade oncológica

20 19 19 exige do enfermeiro a concepção de como a doença e o tratamento podem afetar física e emocionalmente o paciente e como este reage a estas circunstâncias. E assim, será capaz compreender suas esperanças e expectativas, e fazer destas alvo de observações mais acuradas e intervenções eficazes e efetivas, afim de se proporcionar melhor qualidade de vida durante o tratamento quimioterápico. REFERÊNCIAS 1 Machado SM, Sawada NO. Avaliação da qualidade de vida de pacientes oncológicos em tratamento quimioterápico adjuvante. Texto Contexto Enferm Out-Dez;17(4): Nicolussi AC, Sawada NO. Qualidade de vida de pacientes com câncer colorretal em terapia adjuvante. Acta Paul Enferm. 2009;22(2): Brasil. Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde. Estimativa 2012: incidência de câncer no Brasil / Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva. Rio de Janeiro: Inca; Fallowfield L. Participation of patients in decisions about treatment for cancer. BMJ Nov 17;323(7322): Brasil. Ministério da Saúde. Estimativa 2010: incidência de câncer no Brasil. Rio de Janeiro: INCA; DeVita Jr. VT, Hellman S, Rosenberg SA. Cancer: principles & practice of oncology. 8th ed. Lippincott-Raven; Brasil. Ministério da Saúde. Instituto Nacional do Câncer. Ações de enfermagem para o controle do câncer: uma proposta de integração ensino-serviço. 2. ed. Rio de Janeiro: INCA; Muniz RM; Zago, MMF. A experiência da radioterapia oncológica para os pacientes: um remédio-veneno. Rev Lat-Am Enf. [periódico on line] Nov-Dez [acessado Jun ];16(6). Disponível em: 9 The World Health Organization quality of life assessment (WHOQOL): position taper from the World Helth Organization. Soc Sci Med.1995;41(10):

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