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1 Prof. Me. Alexandre Correia Rocha Docência Personal Trainer Prof. Me Alexandre Rocha 1

2 Prof. Me Alexandre Rocha Cadastro: POS2013 Acesso: 2

3 Hipertensão Arterial - Exercício Hipertensão Arterial - Introdução

4 Hipertensão Arterial - Introdução Hipertensão Arterial - Introdução

5 Hipertensão Arterial - Introdução 2011 Hipertensão Arterial - Introdução

6 Hipertensão Arterial - Introdução Fatores de risco associados a HAS Idade Gênero - até 50 anos H; - > 50 anos M Fatores socioeconômicos (DBH, 2010) Hipertensão Arterial - Conceitos Pressão Arterial Sistêmica: É força exercida pelo sangue sobre qualquer unidade de área da parede vascular, sendo expressa em mm hg 6

7 Hipertensão Arterial - Conceitos Determinantes da Pressão Arterial PA = DC X RVP DC FC VS PAM SNP SNS Força de contração Volume diastólico final Frank Starling Hipertensão Arterial - Conceitos Determinantes da Pressão Arterial PA = DC X RVP No indivíduo hipertenso, a interação de fatores genéticos e fatores ambientais, alteram os valores de DC ou RVP e/ou ambos, resultando no aumento da PA. Costa e Teodoro (2008) 7

8 Hipertensão Arterial - Conceitos Hipertensão Arterial Sistêmica: Manutenção de níveis elevados de pressão arterial. Hipertensão Arterial - Conceitos 8

9 Hipertensão Arterial - Conceitos Seventh Joint National Committee (JOINT) Pré - Hipertenso Riscos associados aos Pré - Hipertenso Comparada com PA normal, a Pré Hipertensão é associada ao aumento de 27% nas mortes causadas por DCV e 66% em todas as causas morte (Mainous et al., 2004); Os riscos de DAC e infarto do miocárdio associado com PAS de 135 mm/hg é o dobro quando comparado com valores de 115 mm/hg (Lewington et al., 2002) 9

10 Hipertensão Arterial Conceitos Qual é o valor da sua pressão arterial? Hipertensão Arterial - Diagnóstico Medida em consultório 1. Realizar a medida no mínimo 3X em cada consulta, com intervalo de 1 a 2 entre elas; 2. Sendo a média das 2 últimas considerada a PA do indivíduo 3. Caso ocorra diferenças > que 4 mmhg, sugere-se novas verificações; 4. Na primeira avaliação, as medidas devem ser realizadas em ambos os braços. Em caso de diferença utilizar, sempre o de maior pressão 10

11 Hipertensão Arterial - Diagnóstico Medida Ambulatorial da Pressão Arterial - MAPA A MAPA é um método automático de mediada indireta e intermitente da PA durante 24h, enquanto o paciente realiza suas atividades rotineiras, na vigília e durante o sono Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia V Diretrizes Brasileira de Hipertensão Arterial, 2006 Hipertensão Arterial - Diagnóstico Valores normativos de pressão arterial Média de 24h: < 125 / 75 mmhg Vigília: < 130 / 85 mmhg Sono: < 110 / 70 mmhg 11

12 Valores normativos de pressão arterial Média de 24h: < 125 / 75 mmhg Vigília: < 130 / 85 mmhg Sono: < 110 / 70 mmhg Hipertensão Arterial - Diagnóstico 12

13 Hipertensão Arterial - Diagnóstico Automedida da pressão arterial (AMPA) É definida como a realizada por pacientes ou familiares, não profissionais de saúde, fora do consultório, geralmente no domicílio, representando uma importante fonte de informação adicional. Na suspeita de HAB ou HM, sugerida pelas medidas da AMPA, recomenda-se a realização de MAPA ou MRPA para confirmar ou excluir o diagnóstico Hipertensão Arterial - Diagnóstico Automedida da pressão arterial (AMPA) Os aparelhos semiautomáticos de braço validados, com capacidade de armazenar dados em sua memória, são os dispositivos mais recomendados para a AMPA pela sua facilidade de manejo e confiabilidade Valores superiores a 130/85 mmhg pela AMPA devem ser considerados alterados 13

14 Hipertensão Arterial - Diagnóstico Monitoração residencial da pressão arterial (MRPA) A MRPA é o registro da PA (vigília) na residência ou no trabalho. 3 medidas pela manhã (antes do desjejum e da tomada de medicamento) + 3 medidas à noite (antes do jantar, durante cinco dias). 2 medidas em cada sessão, durante sete dias. Apesar de não haver um consenso na literatura em relação a critérios de normalidade, são consideradas anormais medidas de PA > 130/85 mmhg Hipertensão Arterial - Consequências Efeitos letais da Hipertensão Arterial Sistêmica Carga de trabalho excessiva Sobrecarga de volume Sobrecarga de pressão Cardiopatias congestivas, AVC, doença s coronária e/ou insuficiência cardíaca e Doenças renais 14

15 Hipertensão Arterial - Consequências Efeitos letais da Hipertensão Arterial Sistêmica Hipertensão Arterial - Consequências Efeitos letais da Hipertensão Arterial Sistêmica Ruptura de vasos sanguíneos de grande calibre no cérebro Infarto cerebral / AVC - AVE Hemorrágico Isquemico 15

16 Hipertensão Arterial - Consequências Efeitos letais da Hipertensão Arterial Sistêmica Hemorragias múltiplas nos rins Destruição renal e, eventualmente, insuficiência renal, e uremia ( concentração de uréia no sangue). - Os rins filtram o sangue, o sangue "limpo" regressa à corrente sanguínea através das veias renais; - As toxinas excretadas e o excesso de líquidos acumulam-se na bexiga sob a forma de urina. Hipertensão Arterial Controle da PA 16

17 Hipertensão Arterial Controle da PA Hipertensão Arterial Controle da PA Mecanismos de Controle da Pressão Arterial Regulação rápida Regulação a médio prazo Regulação a logo prazo (1) Feedback dos barorreceptores; (2) mecanismo isquêmico do SNC; (3) quimiorreceptores (1) Sistema renina angiotensina; (2) relaxamento por estresse vascular; (3) desvio de líquidos para fora da circulação (1) Rins; (2) Sistema renina angiotensina - aldosterona 17

18 Hipertensão Arterial Controle da PA Mecanismos de Controle da Pressão Arterial Hipertensão Arterial Controle da PA Regulação rápida da PA Barorreceptores 18

19 Hipertensão Arterial Controle da PA Regulação rápida da PA Barorreceptores Mecanismos mais importantes de controle PA (momento a momento) Quimiorreceptores Receptores Cardiopulmonares PA Hipertensão Arterial Controle da PA Regulação a médio prazo da PA Sistema Renina Angiotensina PA Renina Pequena enzima liberada pelos Rins PA 19

20 Hipertensão Arterial Controle da PA Regulação a médio prazo da PA Sistema Renina Angiotensina Enzima conversora de Angiotensina (ECA) Vasoconstrição Hipertensão Arterial Controle da PA Exercício Hormônio Antidiurético - ADH Osmolaridade Plasma + Concentrado Água no Plasma ADH Hipófise Posterior Osmorreceptores Hipotálamo Reabsorção de H²O Restaurando níveis plasmáticos e a PA 20

21 Hipertensão Arterial Controle da PA Regulação a longo prazo da PA Rins e Sistema Renina Angiotensina - Aldosterona Enzima conversora de Angiotensina (ECA) Rins = Retenção de Na+ e excreção de K Estimula a sede Hipertensão Arterial Controle da PA Regulação a longo prazo da PA Rins e Sistema Renina Angiotensina - Aldosterona Controle da secreção de Aldosterona Sistema: Renina - Angiostensina - Aldosterona PA Fluxo sanguíneo Volume plasmático Sinalização 21

22 Hipertensão Arterial Controle da PA Regulação a longo prazo da PA Rins e Sistema Renina Angiotensina - Aldosterona Controle da secreção de Aldosterona Renina Angiotensina I Angiotensina II Aldosterona Resposta Hipertensão Arterial - Fisiopatologia Rins e Sistema Renina Angiotensina - Aldosterona Angiotensina II Vasoconstritor Estimulam a sede Manter o conteúdo líquido e PA Aldosterona - Cortex adrenal Reabsorção renal de sódio (Na+) 22

23 Hipertensão Arterial Controle da PA Rins e Sistema Renina Angiotensina - Aldosterona Sistema Renal e controle da pressão arterial líquido extra celular PA Sinalização Rins Excreção de líquidos Hipertensão Arterial - Fisiopatologia Fisiopatologia da HAS Incapacidade dos mecanismos de controle da PA corrigirem as alterações da PA com eficácia 23

24 Hipertensão Arterial - Fisiopatologia Hipertensão Arterial - Fisiopatologia Fisiopatologia da HAS DC RVP PA A gênese da HAS pode decorrer dos múltiplos fatores que afetam esses determinantes hemodinâmico 24

25 Hipertensão Arterial - Fisiopatologia Hiperatividade do SNS sensibilidade barorreflexa reatividade vascular atividade do sistema reninaangiotensina-aldosterona Disfunção endotelial Entre outras Primária Desconhecida Fisiopatologia da HAS Secundárias Conhecidas Doenças renais Uso de contraceptivo oral Hipertensão renovascular Causas adrenais Distúrbios pós operatórios cardíacos Hipertensão Arterial - Fisiopatologia A causa da HA é desconhecida??? 25

26 Hipertensão Arterial - Fisiopatologia A causa da HA é desconhecida??? Hipertensão Arterial - Fisiopatologia 26

27 Hipertensão Arterial - Fisiopatologia Hipertensão Arterial - Fisiopatologia Importância do SNA na gênese da HA Predisposição genética Fatores ambientais HAS 27

28 Hipertensão Arterial - Fisiopatologia Hipertensão Arterial - Fisiopatologia Sistema Nervoso (SN) SN Periférico (SNP) SN Central (SNC) SN Autonômico SN Somático Encéfalo Medula espinhal SN Simpático SN Parassimpático 28

29 Hipertensão Arterial - Fisiopatologia H A S Disfunção autonômica SNS SNP Hipertensão Arterial - Fisiopatologia Variabilidade da Frequência Cardíaca (VFC) e HAS R R Q Q S S (VANDERLEI E cols., 2009; LOPOES e cols., 2009). 29

30 Hipertensão Arterial - Fisiopatologia Variabilidade da frequência cardíaca (VFC) Avaliação do SNA. VFC representa as oscilações entre os batimentos cardíacos consecutivos (intervalos R-R). A VFC indica as flutuações da FC à volta de uma FC média. (VANDERLEI E cols., 2009; LOPOES e cols., 2009). 30

31 Hipertensão Arterial - Fisiopatologia H A S Disfunção autonômica Hipertensão Arterial - Fisiopatologia Predisposição genética a HAS FH podem apresentar patogenicidade e importantes alterações fisiológicas que incidem na PA. (LILLIE e O CONNOR,2006) 31

32 Hipertensão Arterial - Fisiopatologia Predisposição genética a HAS A hereditariedade da HAS pode ser estimada em aproximadamente 15 à 65% dos casos. WANG e cols, (2008); NORTON e cols. (2010). Hipertensão Arterial - Fisiopatologia Predisposição genética a HAS FH PA dentro da faixa de normalidade. Níveis de catecolaminas. Sensibilidade dos barorreceptores. (LOPES e cols., 2001; BOUTCHER, PARK e BOUTCHER,2009; LILLIE e O CONNOR, 2006; LÉNÁRD e cols 2005) 32

33 Hipertensão Arterial - Fisiopatologia Predisposição genética a HAS Esses dados apontam para o envolvimento precoce do SNA na gênese da HAS. Fatores psicossomáticos mediado pelo SNS podem ser diferentes em sujeitos FH. (PERINI e cols., 1990) Variáveis FH (OMH) FN (ONT) Voluntários Idade (anos) 28 ± 5 28 ± 6 PAS (mmhg) 124 ± ± 13* PAD (mmhg) 81 ± 5 67 ± 5* FC (bpm) 68 ± ± 5 Repouso Exercício Isométrico 33

34 Hipertensão Arterial - Fisiopatologia Rocha, 2012 Dissertação de Mestrado Figura 7. Balanço simpato vagal (BF/HF) em repouso nos grupos de filhos de normotensos (FN) e filhos de hipertensos (FH).* p<0.05 vs FN. Hipertensão Arterial - Fisiopatologia Repouso Rocha, 2012 Dissertação de Mestrado BF/AF ,3 FN Repouso * 4,6 FH O ER pode promover atenuação da disfunção precoce na modulação autonômica cardiovascular BF/AF ,4 FN Repouso * 2,9 FH 34

35 Hipertensão Arterial - intervenção Tratamento Farmacológicos: Drogas Não farmacológicos: estilo de vida, dieta e exercício físico Pode ser utilizado de forma exclusiva por até seis meses em indivíduos com PAS/PAD entre /90-99 mmhg e que não tenham outros fatores de risco cardiovascular Hipertensão Arterial - intervenção Segundo PESCATELLO e cols (2004) reduções de 2 mmhg na PAS e/ou PAD podem reduzir na população geral o risco de acidente encefálico em 14% e 17%, respectivamente e o risco de DAC em 9% e 6% respectivamente. 35

36 Hipertensão Arterial - intervenção Hipertensão Arterial - Exercício Exercícios Aeróbios Resistido Efeito Agudo Efeito Crônico Efeito subagudo 36

37 Hipertensão Arterial - Exercício Qual é melhor?????????? Hipertensão Arterial - Exercício Circulation, 113: ,

38 Hipertensão Arterial - Exercício Componentes da Aptidão Física Relacionada a Saúde 1. Força Muscular 2. Capacidade Cardiorrespiratória 3. Flexibilidade 4. Composição corporal Hipertensão Arterial - Exercício Efeito Agudo Aeróbio vs Força 38

39 Hipertensão Arterial - Exercício Efeito Agudo Aeróbio vs Força Hipertensão Arterial - Exercício O que pode alterar ( ou ) essas respostas? Intensidade e tipo de exercício Doença: HAS 39

40 Hipertensão Arterial - Exercício Efeito agudo do exercício aeróbio Hipertensão Arterial - Exercício 40

41 Hipertensão Arterial - Exercício PAM = PAD + [0,333 (PAS PAD)] Hipertensão Arterial - Exercício Efeito agudo do exercício resistido 41

42 Hipertensão Arterial - Exercício Intervalo Pausa entre os exercícios Ordem dos exercícios Séries Tipo de exercício Volume Intensidade do treino Número de exercícios (ACSM, 2002; HASS et al., 2001; BIRD et al, 2005; TAN, 1999) Intensidade PA Carga (kg) Massa muscular Tipo de exercício Efeito agudo 42

43 Efeito agudo Hipertensão Arterial - Exercício Efeito Agudo Força Aumento da pressão intratorácica Prejuízo no retorno venoso ao coração 43

44 Hipertensão Arterial - Exercício Efeito Agudo Força Efeito agudo Cadeira extensora 40% X 80% (CMD) até a falha. Hipertensão Arterial - Exercício Efeito Agudo Força Exercício : Cadeira extensora 44

45 Hipertensão Arterial - Exercício Efeito Agudo Força Hipertensos 40%CMD Normotensos 40%CMD Hipertensos 80%CMD Normotensos 80%CMD Hipertensão Arterial - Exercício Efeito Agudo Força Efeito agudo 45

46 Hipertensão Arterial Efeito Agudo Força Efeito agudo Hipertensão Arterial - Exercício Efeito subagudo do exercício Hipotensão pós exercício (HPE) 46

47 Hipertensão Arterial - Exercício Efeito subagudo do exercício Aeróbio vs Força Hipotensão pós exercício (HPE) Hipertensão Arterial - Exercício Pesquisas???? 47

48 Hipertensão Arterial - Exercício Efeito Subagudo (HPE) Aeróbio Hipertensão Arterial - Exercício 48

49 Hipertensão Arterial - Exercício Efeito Subagudo (HPE) Aeróbio Hipertensão Arterial - Exercício Efeito Subagudo (HPE) Aeróbio 49

50 Hipertensão Arterial - Exercício Efeito Subagudo (HPE) Aeróbio Hipertensão Arterial - Exercício Exercício aeróbio Influência da intensidade 50

51 Hipertensão Arterial - Exercício Exercício aeróbio Influência do volume Sessão controle (C). Sentados sem realizar o exercício) Hipertensão Arterial - Exercício Exercício de baixa intensidade 51

52 Hipertensão Arterial - Exercício Pesquisas???? Hipertensão Arterial - Exercício Efeito Subagudo (HPE) Resistido 52

53 Hipertensão Arterial - Exercício Efeito Subagudo (HPE) Resistido Hipertensão Arterial - Exercício Exercício Resistido (HPE) Resistido Metodologia - Amostra: 16 jovens (normotensos) Treino com 3 X 6RM em cada exercício; Treino com 3 X 12RM em cada exercício; Intervalo entre as séries: 2 Exercícios: Supino, Leg press, puxador frente, cama flexora, desenvolvimento e rosca bíceps 53

54 Resultados Hipertensão Arterial - Exercício Exercício Resistido (HPE) Resistido Hipertensão Arterial - Exercício Efeito Subagudo (HPE) Resistido Hipertensos Controlados 0 54

55 Efeito subagudo (FH) - Força Rotina 1 Rotina 2 Rocha, 2012 Dissertação de mestrado Rotina 3 Rotina 4 Hipertensão Arterial - Exercício Efeito Subagudo (HPE) Resistido Figura 24. Comparação do delta da pressão arterial sistólica ( PAS) pós treino entre as rotinas 1 (R1), 2 (R2), 3 (R3) e 4 (R4) no grupo FH (A) e no grupo FN (B). * p<0,05 vs. R1 e R3 em 90 de recuperação. Rocha, 2012 Dissertação de mestrado 55

56 Hipertensão Arterial - Exercício Efeito Subagudo (HPE) Resistido Maior responsividade nos filhos de hipertensos? Mecanismo compensatório (FN) Maior atividade do barorreflexo em FN, para impedir que a magnitude da HPE afete tolerância ortostática Hipertensão Arterial - Exercício Amostra: Jovens saudáveis e treinados. 6RM X 12RM. Exercícios. Herança genética desconsiderada. 56

57 Hipertensão Arterial - Exercício Hipertensão Arterial - Exercício Herança genética desconsiderada. Protocolo 20 rep (40%) X 3 Int: 45 (ser) 3 (exe exe) 10 rep (80%) X 3 Int: 1 (ser) 3 (exe exe) 57

58 Hipertensão Arterial - Exercício 58

59 Hipertensão Arterial - Exercício Sujeitos: Sadios e Destreinados. 5 exercícios para tronco. 3 séries. 50% CMD X 70% CMD Herança genética desconsiderada. Modulação simpática Modulação parassimpática Maior intensidade! 59

60 Hipertensão Arterial - Exercício Rocha, 2012 Dissertação de mestrado Figura 24. Comparação do delta da pressão arterial sistólica ( PAS) pós treino entre as rotinas 1 (R1), 2 (R2), 3 (R3) e 4 (R4) no grupo FH (A) e no grupo FN (B). * p<0,05 vs. R1 e R3 em 90 de recuperação. Rocha, 2012 Dissertação de mestrado Hipertensão Arterial - Exercício Rocha, 2012 Dissertação de mestrado Figura 34. Balanço simpatovagal cardíaco no repouso e após 90 minutos das rotinas 1, 2, 3 e 4 no grupo de filhos de hipertensos (FH). p<0,05 vs repouso; * p<0,05 vs R2 e R4. 60

61 Efeito Sub-Agudo do Exercício Hipertensão Arterial - Exercício Interação entre Sessões Sucessivas Efeito Subagudo Hipertensão Arterial - Exercício Exercícios Aeróbios - Efeito Crônico 61

62 Hipertensão Arterial - Exercício Exercícios Aeróbios - Efeito Crônico Normotensos 3,0mmHg PAS 2,4mmHg PAD Hipertensos 6,9mmHg PAS 4,9mmHg PAD Hipertensão Arterial - Exercício Exercícios Resistido - Efeito Crônico 62

63 Hipertensão Arterial - Exercício Hipertensão Arterial - Exercício Efeito crônico 63

64 Hipertensão Arterial - Exercício Efeito crônico 64

65 Hipertensão Arterial - Exercício Exercícios Resistido - Efeito Crônico Normotensos 3 ± 3 mmhg PAS 3 ± 2 mmhg PAD Hipertensos????? PAS????? PAD Hipertensão Arterial - Exercício Exercício Resistido - Efeito crônico 65

66 Hipertensão Arterial - Exercício Exercício Resistido - Efeito crônico Metodologia Amostra: 52 mulheres (65.9 ± 4.5 anos) hipertensas controladas (medicamento); Protocolo Grupo 1 Treinamento de força 12 semanas = 3 X sem Grupo 2 Controle Medicamento 3 X 12, 10, 8 rep 0-4 sem = 60% 1 - RM; 4 8 sem 70% 1 - RM e % 1-RM 11 exercícios realizados alternado por segmento Hipertensão Arterial - Exercício Exercício Resistido - Efeito crônico Resultados Reduções maiores (PAS) que os encontrados em outros estudos 66

67 Hipertensão Arterial - Exercício Exercício Resistido - Efeito crônico Resultados Hipertensão Arterial - Exercício Exercício Resistido - Efeito crônico Resultados 67

68 Hipertensão Arterial Exercício Físico e Hipertensão Recomendações Cuidados Benefícios 68

69 Hipertensão Arterial Orientações para prescrição do exercício físico na hipertensão arterial sistêmica Sempre utilizar, uma prescrição individualizada, levando em consideração a condição especial de cada um. Importância do Teste Ergométrico MÁXIMO (em uso de medicamentos)*. *O teste apontara outras complicações se houver. *Lembrar que os medicamentos, muitos deles alteram a FCM, e de repouso. Por que fazer o TECR? Hipertensão Arterial Prescrição de Exercícios Avaliar o comportamento da curva da PA ao esforço Auxilio no diagnóstico de eventual envolvimento cardíaco associado ou consequente da HAS Controle de hipertensos e programas de condicionamento físico 69

70 Hipertensão Arterial Zona alvo de treinamento Zona Alvo (FCM FC rep) * % + FC rep Hipertensão Arterial HAS X TECR Em uso de medicamento FCR FCM Utilizar a FCM do teste para calcular a intensidade do exercício 70

71 Hipertensão Arterial HAS X TECR Com suspensão do medicamento Estimar a FCM e a intensidade do exercício Hipertensão Arterial Prescrição de Exercícios Aeróbios 71

72 Hipertensão Arterial Prescrição de Exercícios Aeróbios TIPO Aeróbios FREQUÊNCIA 3 a 5 dias/semana DURAÇÃO 40 a 60 minutos/sessão INTENSIDADE 40 a 70% da VO²R ou FCR. Observações: 1. As maiores HPE são obtidos nos exercícios com maiores volumes e intensidade de leve a moderada 2. Exercício vigoroso não reduz a PA em hipertensos. ACSM, 2010; Alves e Forjaz, 2007; Negrão e Barreto, 2010; Rogers et al, 1996; Veras Silva et al, 1997; Pescatello et al., 2004 Hipertensão Arterial Prescrição do Treinamento de Força TIPO Resistido FREQUENCIA SEMANAL 2 a 3 NÚMERO DE EXERCÍCIOS 8 a 10 REPETIÇÕES 8 a 15 VI Diretrizes Brasileira de Hipertensão, 2010; Guedes Jr et al., 2008; 72

73 Hipertensão Arterial Prescrição do Treinamento de Força INTENSIDADE Fadiga Moderada ( VCM) NÚMERO DE SÉRIES 1 A 3 INTEREVALO ENTRE AS SÉRIES 1 a 2 minutos Dicas Interromper a série se a velocidade de execução diminuir. Nunca chegar a fadiga concêntrica Intervalos mais longos Respiração Ativa Precauções Pico Pressórico Falha concêntrica Componente isométrico Manobra de Valsalva Hipertensão Arterial Quando a Pratica é Segura? Iniciar exercício até Em Exercício PAS<160 PAD<105 PAS<180 PAD<110 VI Diretrizes Brasileira de Hipertensão,

06/05/2014. Prof. Me. Alexandre Correia Rocha www.professoralexandrerocha.com.br alexandre.personal@hotmail.com. Prof. Me Alexandre Rocha

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