CEZAR AUGUSTO DE CASTRO SUCUPIRA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CEZAR AUGUSTO DE CASTRO SUCUPIRA"

Transcrição

1 CEZAR AUGUSTO DE CASTRO SUCUPIRA UMA LISTA DE VERIFICAÇÃO COMO INSTRUMENTO PARA DIAGNÓSTICO DOS MACROPROCESSOS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Dissertação apresentada ao Curso de Pós Graduação Stricto Sensu em Sistemas de Gestão da Universidade Federal Fluminense, como requisito parcial para obtenção do grau de Mestre em Sistemas de Gestão. Área de Concentração: Sistema de Gestão Pela Qualidade Total. Orientador: Professor Marco Antonio Farah Caldas, Ph.D. Niterói 2004

2 CEZAR AUGUSTO DE CASTRO SUCUPIRA UMA LISTA DE VERIFICAÇÃO COMO INSTRUMENTO PARA DIAGNÓSTICO DOS MACROPROCESSOS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Aprovada em de 2004 Dissertação apresentada ao Curso de Pós Graduação Stricto Sensu em Sistemas de Gestão da Universidade Federal Fluminense, como requisito parcial para obtenção do grau de Mestre em Sistemas de Gestão. Área de Concentração: Sistema de Gestão Pela Qualidade Total. BANCA EXAMINADORA Professor Orientador: Marco Antonio Farah Caldas, Ph.D. Universidade Federal Fluminense Professora: Mara Teles Salles, Ph.D. Universidade Federal Fluminense Professor: Fernando Guilherme Tenório, Ph.D. Fundação Getúlio Vargas Niterói 2004

3 Dedico este Trabalho À minha esposa Rosy, que, pacientemente, abdicou de muitas horas de convívio comigo, enquanto esta dissertação era elaborada em muitos fins de semana. À minha mãe Iracema, que me ensinou a nunca ser leniente com a preguiça e a mediocridade e que, de onde está, me iluminou e me deu forças para enfrentar esta jornada.

4 Agradecimentos Ao professor Marco Antônio que me orientou na confecção deste trabalho. Aos professores componentes da banca de exame da dissertação Mara Salles, Fernando Tenório e Jonas Lobato que me honraram com a paciência de lerem e julgarem da adequação da mesma aos objetivos do curso e ao estado da arte em gestão empresarial. Aos professores do Mestrado em Sistemas de Gestão do LATEC UFF que tiveram a dedicação de tentar me ensinar as disciplinas do curso. À minha colaboradora Cristina Pedreira que ajudou na elaboração das intrincadas fórmulas das planilhas excel e, ainda, foi a responsável pelo trabalho de entrevistas para aplicação da lista de verificação em duas empresas. Aos colegas da turma de 2002/2003 que, com suas competências e maravilhosa alegria tornaram o período de aulas, agradáveis momentos de convívio, que jamais serão esquecidos.

5 RESUMO Um eficaz gerenciamento da cadeia de suprimentos SCM é, na atualidade, uma preocupação prioritária das empresas que dependem da logística de suprimentos, da logística de suporte às operações, da logística de distribuição e da logística reversa, para prestar um nível eficiente de serviço a seus clientes e realizar estas atividades o mais economicamente possível. O gerenciamento da cadeia de suprimentos abrange todos os processos de negócio de uma empresa, desde os fornecedores dos seus fornecedores até os clientes de seus clientes. É um conjunto de macroprocessos de escopo extenso e complexo e que precisa ser avaliado através de instrumentos de levantamento de situação rápidos e eficazes. Estas avaliações, em sua maioria, são realizadas por empresas de consultoria que, muitas vezes, não possuem profissionais com experiência e conhecimentos em SCM suficientes para identificar com exatidão e rapidez, os gaps existentes entre os processos utilizados pelas empresas em avaliação e as boas práticas de gestão. No presente trabalho é disponibilizada uma lista de verificação - LV para ser utilizada nos levantamentos de situação do gerenciamento da cadeia de suprimentos, para uso tanto por profissionais de consultoria quanto pelos executivos e técnicos de empresas interessadas em avaliar seus processos no escopo do SCM. Palavras-chave: 1. Lista de verificação 2. Gerenciamento da cadeia de suprimentos 3. Logística 4. Consultoria 5. Diagnóstico empresarial.

6 ABSTRACT An efficient supply chain management - SCM is currently a high priority of business management that depends on the inbound, outbound and reverse logistics, in order to do a high level of customer service and still keep these activities at minimum costs. The SCM, in a company, embraces all business processes, since the suppliers of their suppliers, until the customers of their customers and is a big and complex process, that needs to be evaluated by using appropriated, efficient and quick diagnosis tools. These evaluations, in majority, are done by consulting firms that often, do not have skilled professionals with enough experience and knowledge in SCM to identify the gaps between the way that the supply chain is managed by companies and the best management practices. In the present text, one checklist to diagnose the supply chain management is available to use by both consultant professionals and also executives and technicians of companies interested in understand, evaluate and propose improvements in their supply chain management processes. Key words: 1. Checklist 2. Supply chain management 3. Logistics 4. Consulting 5. Enterprise diagnosis

7 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1: Fases associadas a entregas de etapas do serviço de consultoria...33 Figura 2: Logística Integrada...35 Figura 3: Alguns dos termos utilizados para descrever a gestão de diferentes partes da cadeia de suprimentos...37 Figura 4: Dimensões do serviço ao cliente...43 Figura 5: Esquematização do Método Hipotético-Dedutivo de Popper...48

8 LISTA DE TABELAS Tabela 1: Custos logísticos nos EUA (em bilhões de dólares)...42 Tabela 2: Avaliação da aplicação da LV por consultores não experientes em SCM, em comparação com avaliação das empresas por consultor experiente e conhecedor das mesmas Coerência de escores obtidos...60 Tabela 3: Respostas do questionário para aferição da facilidade de utilização da LV Opinião dos consultores...61 Tabela 4: Avaliação dos escores obtidos pelas respostas às questões da LV em relação aos escores previstos pela alta direção das empresas analisadas Confiabilidade das conclusões obtidas...63 Tabela 5: Questionário para avaliação das respostas dadas pelos executivos e técnicos das empresas analisadas Confiabilidade das conclusões obtidas...65 Tabela 6: Questionário para avaliação da aplicação da LV, por executivos de empresas Facilidade de aplicação da LV sem a interveniência de consultor externo...66

9 LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS B2B - formato de negócio ou comunicações entre empresas, utilizando a internet. B2C - formato de negócio para venda a consumidores finais, utilizando a internet. CLM - Council of Logistics Management associação de profissionais interessados no estudo da logística e do gerenciamento da cadeia de suprimentos CRP - continuous replenishment program programa de reposição contínua. CRM consumer relationship management software para planejamento e controle dos relacionamentos com clients e consumidores EDI - eletronic data interchange troca eletrônica de documentos. ERP - enterprise resources planning - software de gestão integrada de empresas. GPS global positioning system sistema de identificação da posição de um objeto (latitude, longitude e altitude), baseado em satélites geo-estacionários IBCO - Instituto Brasileiro dos Consultores de Organização 1. LV - lista de verificação. 1 Utilizou-se ao longo do trabalho o termo consultor escrito na forma do gênero masculino. Aos leitores do texto, roga-se que entendam que isto foi feito por facilidade de editoração e não como um alijamento do grande número de mulheres que hoje são consultoras. A cada dia o autor mais se surpreende, positivamente, com a formação mais aprofundada e o importante espírito analítico das mulheres exercendo a carreira de consultoras.

10 NAPM National Association of Purchasing Management associação de profissionais de compras QR - Quick response modelo de gestão orientado para agilizar os processos envolvidos em desenvolvimento, atenção ao tempo de vida útil e de movimentações de produtos ao longo da cadeia de distribuição. RFID radio frequency identification tecnologia de coleta e transmissão de informações por ondas de rádio de baixa freqüência SCM - supply chain management gerenciamento da cadeia de suprimentos. TMS transportation management system software de gerenciamento de transportes desde o planejamento da coleta até o controle do faturamento feito pelas transportadoras. WBS - Work breakdown structure divisão de um projeto em tarefas e sub-tarefas, também chamada de estrutura analítica de trabalho. WMS warehouse management system software de gestão das movimentações físicas dentro de armazéns e centros de distribuição, desde o recebimento das mercadorias dos fornecedores, até a entrega para as transportadoras dos produtos separados para os pedidos de clientes.

11 SUMÁRIO CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO CONTEXTO PROBLEMA OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivos específicos QUESTÕES E HIPÓTESES Hipóteses e Suposições a Serem Testadas DELIMITAÇÃO DO ESTUDO RELEVÂNCIA DO ESTUDO ESTRUTURA DO ESTUDO LIMITAÇÕES DO ESTUDO REFERENCIAL TEÓRICO CONSULTORIA Funções da Consultoria Os Modelos de Consultoria Organizacional Estrutura de um Processo de Consultoria DEFINIÇÃO DE LOGÍSTICA Mas, o que é Logística? DEFINIÇÃO DE GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS - SCM RESUMO DO REFERENCIAL TEÓRICO 37 CAPÍTULO 3 PESQUISA DE CAMPO CONSIDERAÇÕES MÉTODO HIPOTÉTICO DEDUTIVO 44 Figura 5 Esquematização do Método Hipotético-Dedutivo de Popper TIPO DE PESQUISA POPULAÇÃO E AMOSTRA INSTRUMENTOS DE MEDIDA A Lista de Verificação e Suas Características COLETA DOS DADOS Macroprocessos e Processos do SCM Avaliados Pela LV TRATAMENTO E ANÁLISE DOS DADOS Aplicação da Lista de Verificação e Visualização dos Resultados Teste das Hipóteses e Suposições O Teste de Aplicação da LV Questionários de Validação de Hipóteses e Suposições LIMITAÇÕES DA METODOLOGIA APLICADA AO TRABALHO RESULTADOS DA APLICAÇÃO DA LV Resultado do Teste da Primeira Hipótese Variabilidade de Escores Resultado do Teste da Primeira Suposição Produtividade e Qualidade do Trabalho do Consultor Resultado do Teste da Segunda Hipótese Confiabilidade dos Resultados dos Escores Resultado do Teste da Segunda Suposição Aplicação da LV Pelo Próprio Pessoal da Empresa 62

12 CAPÍTULO 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS CONCLUSÃO SUGESTÕES PARA TRABALHOS FUTUROS Manutenção da Atualidade da LV Adaptação da LV a Outros Tipos de Negócio 65 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 66 ANEXO A 72 REPRODUÇÃO DOS S TROCADOS ENTRE PROFESSORES DE LOGÍSTICA, ATRAVÉS DE GRUPO DE DISCUSSÃO DO SITE EM APÊNDICE A 76 LISTA DE VERIFICAÇÃO COMPLETA APLICADA NA PRIMEIRA EMPRESA PELO CONSULTOR JÚNIOR 76

13 CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO Este capítulo apresenta o propósito e o alcance da pesquisa e caracteriza o tema e o contexto no qual o problema de pesquisa foi identificado. Permite uma visualização panorâmica do problema, delineando a abordagem e os pressupostos assumidos. Indica o que se pretende alcançar, por meio do objetivo geral e dos objetivos específicos. Descreve os argumentos que consubstanciam a relevância da pesquisa e apresenta a metodologia de execução da pesquisa, explicitando instrumentos, passos desenvolvidos e limitações da proposta. 1.1 CONTEXTO Considerando o atual ambiente empresarial, caracterizado por grande turbulência e imprevisibilidade, e diante da concorrência em escala global, as empresas se vêem obrigadas a buscarem novas idéias, ferramentas e métodos para aperfeiçoarem os processos de gestão, melhorarem o seu desempenho e conseqüentemente alcançarem melhores resultados financeiros e mercadológicos. Segundo Iannini (1996) a globalização da economia vem aumentando significativamente as exigências de qualidade, produtividade e constante inovação de produtos e serviços, pressionando os dirigentes das empresas a buscarem mudanças, criando um contexto onde a utilização de consultoria se torna um recurso fundamental. Nesse contexto é que os serviços de consultoria se apresentam como instrumento eficiente e eficaz para melhoria do desempenho das empresas. Saliente-se que tais serviços podem ocorrer em todo o processo de gestão ou apenas numa parcela deste. Por isso, o presente trabalho tem como foco principal o estudo de um instrumento de aplicação na consultoria direcionado para o gerenciamento da cadeia de suprimentos. A propósito, Bowersox (1996, p. 5) comentando a importância da logística e do gerenciamento da cadeia de suprimentos, afirma o seguinte:

14 Para determinadas empresas, as despesas com logística, tipicamente, oscilam entre 5 a 35% das vendas dependendo do tipo de negócio, área geográfica de operação e composição de peso/valor dos produtos e materiais. Logística, tipicamente, representa um dos maiores custos das operações de um negócio, sendo o segundo custo, logo após o de componentes no caso de empresas industriais e de mercadorias no caso de empresas atacadistas ou varejistas. Fica claro que a logística, enquanto vital para o sucesso do negócio, é um grande gasto. 1.2 PROBLEMA A realização de trabalhos de consultoria, notadamente aqueles relacionados com a melhoria de resultados organizacionais, sempre se inicia com um levantamento da situação da área ou das áreas que serão foco das revisões de processo. Este levantamento de situação compreende, fundamentalmente, a noção de fotografar aquela área sob foco, para que se possa elaborar um diagnóstico de situação e, posteriormente, desenvolver alternativas de intervenção nos processos. Estas alternativas deverão ser propostas ao cliente contratante, que selecionará aquelas proposições que julgar mais adequadas para a mudança que queira fazer em seu empreendimento. A fotografia mencionada acima é, normalmente, obtida através da perspectiva do consultor que está trabalhando no projeto, o que pode dar origem a situações como: O consultor não estar totalmente familiarizado com as melhores práticas de gestão da área em avaliação, seja por sua pouca experiência prática no assunto, seja por pouca formação técnica nos temas abrangidos, gerando, portanto, erros de avaliação; O consultor gerar avaliações que podem não ser compatíveis com as expectativas das pessoas que trabalham na empresa, o que fará com que o diagnóstico seja criticado pelos integrantes da organização em estudo, mesmo que o consultor tenha razão em suas afirmações; O consultor deixar de verificar aspectos relevantes da área em foco, seja por desconhecimento, por esquecimento, ou mesmo por achar o aspecto irrelevante para o escopo do trabalho contratado.

15 Outra dificuldade inerente a tais trabalhos, é que a empresa contratante quer resultados rápidos por parte da consultoria, não permitindo, com facilidade, que consultores gastem muito tempo com a fase de levantamentos e diagnóstico. É importante lembrar que para um médico receitar um tratamento ou remédio eficiente, é necessário que invista tempo suficiente na anamnésia, isto é, conhecer as informações acerca do princípio e evolução da doença do paciente até a primeira observação do médico (Holanda, 1986, p.114 ). Uma terceira observação importante diz respeito à dificuldade das empresas de consultoria conseguirem realizar diagnósticos de situação que tenham alto grau de confiabilidade e validade. A falta de método, caminho ou maneira de se chegar a determinado fim ou objetivo ou de metodologia, procedimentos e regras utilizadas por determinado método, citadas por Richardson (1999, p.22), faz com que a qualidade dos serviços prestados pelas empresas de consultoria não tenham constância de resultados ao longo do tempo. 1.3 OBJETIVOS Objetivo Geral O presente trabalho tem o objetivo de contribuir para cobrir a lacuna de instrumental de uso do consultor para diagnósticos na área de gerenciamento da cadeia de suprimentos SCM, através da elaboração de uma lista de verificação LV Objetivos específicos O trabalho pretende, também, atender dois objetivos específicos que são: Orientar os consultores para as boas práticas de gestão da cadeia de suprimentos; Proporcionar credibilidade por parte dos executivos e técnicos da empresa contratante, em relação ao diagnóstico elaborado pela empresa de consultoria.

16 1.4 QUESTÕES E HIPÓTESES Hipóteses e Suposições a Serem Testadas As hipóteses e suposições do trabalho dividem-se em dois grupos: aquelas sob o viés do consultor em relação à aplicação da LV e aquelas sob o viés da empresa em avaliação Hipótese e suposição sob o viés da aplicação da LV pelos consultores Hipótese: os resultados, em termos de escores, quando as LVs são aplicadas por consultores de pouco nível de conhecimento em gerenciamento da cadeia de suprimentos, refletem com bom grau de fidelidade a realidade das empresas avaliadas. Suposição: o programa de computador (planilha Excel), que suporta a aplicação da LV é de fácil compreensão e utilização pelos consultores, aumentando a produtividade e qualidade do trabalho do consultor Hipótese e suposição sob o viés da empresa em avaliação Hipótese: os executivos das empresas avaliadas pela LV acreditam que os escores apresentados representam, com bom grau de fidelidade, a atual situação da empresa, em termos de aderência às principais práticas do moderno gerenciamento da cadeia de suprimentos. Suposição: a LV pode ser aplicada, respondida e tabulada por executivos e técnicos de uma empresa, sem a interveniência de consultores externos. 1.5 DELIMITAÇÃO DO ESTUDO A LV é aplicável em empresas dos ramos de manufatura, comércio atacadista e comércio varejista. Os testes de utilização da LV foram realizados em duas empresas do segmento de comércio varejista, de estrutura de gestão familiar e comercializando mercadorias típicas de lojas de departamento. Uma das empresas localizada no Estado do Rio de Janeiro, com 12

17 lojas instaladas em diversos municípios, e outra empresa, localizada no Estado de Pernambuco, com seis lojas, também instaladas em diversos municípios daquele estado. 1.6 RELEVÂNCIA DO ESTUDO O presente trabalho é de grande importância no aumento de produtividade de consultores que estejam efetuando diagnósticos de situação na área de gerenciamento da cadeia de suprimentos SCM. Em paralelo ao aumento de produtividade, espera-se um aumento da qualidade e confiabilidade do diagnóstico utilizando a LV, face esta estar elaborada com base nas práticas de gestão mais modernas, segundo as pesquisas e prática do autor. Fato que merece ser ressaltado é a oportunidade de se ter disponível uma lista de verificação que cubra todos os principais processos do SCM, preenchendo uma lacuna importante nas metodologias de consultoria nesta área. Pela análise da literatura existente, inclusive em revistas especializadas, as LVs publicadas são sempre organizadas setorialmente, englobando um ou poucos macroprocessos do SCM. 1.7 ESTRUTURA DO ESTUDO O presente trabalho está estruturado obedecendo à lógica seqüencial utilizada em pesquisas científicas, sendo apresentado nos seguintes capítulos: O Capítulo 1 INTRODUÇÃO aborda primeiramente a contextualização do problema e sua formulação, seus objetivos geral e específicos, apresenta as questões e hipóteses, sua delimitação e importância. O Capítulo 2 REFERENCIAL TEÓRICO apresenta a fundamentação teórica da pesquisa, agrupando-se os conceitos, metodologias, teorias e alguns tópicos considerados relevantes para o desenvolvimento do trabalho. O Capítulo 3 PESQUISA DE CAMPO apresenta um estudo de caso múltiplo, com descrição, coleta, tratamento e análise dos dados sobre o desenvolvimento da lista de verificação - LV, sua aplicação em duas empresas piloto, e aplicação de questionários para avaliar as hipóteses e suposições que norteiam o trabalho.

18 O Capítulo 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS apresenta a análise dos resultados obtidos na pesquisa, as conclusões em relação aos objetivos propostos e as sugestões para trabalhos futuros. 1.8 LIMITAÇÕES DO ESTUDO O estudo foi desenvolvido com o objetivo secundário de ser utilizado pelos consultores da empresa de propriedade do autor do trabalho. Desta forma, seu desenvolvimento é influenciado pelo âmbito de atuação desta empresa de consultoria. Esta limitação, entretanto, é própria de dissertações de mestrado profissional conforme consta no Guia Latec/UFF para formatação de monografias e dissertações baseado nas normas ABNT (Teixeira et Brasil, 2004 p.42), onde está definido que a dissertação de mestrado profissional é Trabalho que utiliza casos concretos ao invés de casos hipotéticos, com a finalidade de permitir que, através da maior convivência com os problemas e dificuldades inerentes ao caso, o estudante aprende a diagnosticar e prognosticar a situação e, sob orientação, indicar soluções que lhe parecem mais adequadas. Uma segunda limitação é quanto ao numero de empresas em que a LV foi testada. Duas são as considerações; a primeira é o custo/tempo de aplicação da LV que, por empresa, leva um total aproximado de 32 horas; a segunda é a existência de muitas questões que envolvem aspectos estratégicos das organizações em avaliação, o que torna difíl encontrar empresas dispostas a abrir suas portas para estudos desta natureza. 2. REFERENCIAL TEÓRICO Todo trabalho de investigação científica exige um embasamento teórico que dê sustentação lógica ao tema de forma que sejam possíveis sua explicação, discussão e demonstração. Segundo Severino (1995, p.83):

19 Explicar é tornar evidente o que estava implícito, obscuro ou complexo; é descrever, classificar e definir. Discutir é comparar as várias posições que se entrechocam dialeticamente. Demonstrar é aplicar a argumentação apropriada à natureza do trabalho. É partir de verdades garantidas para novas verdades. Além disso, é fundamental que haja uma estreita relação entre o material consultado e já publicado pelos estudiosos do tema, com a pesquisa de campo a ser realizada. No presente trabalho adotou-se para elaboração do referencial teórico ou conceitual a metodologia de pesquisa bibliográfica, que se constitui na análise da literatura já publicada em forma de livros, revistas, publicações digitais extraídas da internet, etc. De acordo com Gil (1999) a principal vantagem da pesquisa bibliográfica é a de possibilitar ao investigador a cobertura de um amplo espectro de fenômenos, em comparação àquela que necessita pesquisa direta, in loco. Esse autor ensina também que esse material analisado deve ser utilizado em todas as fases da investigação desde o planejamento até sua conclusão. Para o presente trabalho, a pesquisa bibliográfica foi realizada objetivando apresentar conceitos sobre os seguintes temas: Consultoria Logística Gerenciamento da cadeia de suprimentos. 2.1 CONSULTORIA Embora a atividade de consultoria seja largamente conhecida e o seu conceito esteja em uso corrente no jargão de executivos e empresários, parece não existir consenso quanto às suas características, seus objetivos e, principalmente, quanto à expectativa de resultados. Kubr (1986) afirma que a consultoria não é uma solução miraculosa para problema algum, principalmente para aqueles que ninguém ainda conseguiu resolver, ou seja, consultoria não pode ser considerada um sucedâneo para a ação gerencial. Para esse autor a consultoria é um serviço que auxilia os administradores a analisar e resolver problemas de ordem prática e a difundir técnicas gerenciais bem sucedidas de uma empresa para outra.

20 Greinner e Metzger (1982, p. 6) afirmam que consultoria organizacional: É um serviço profissional de ajuda desenvolvido para as organizações, por meio de pessoas especialmente treinadas e qualificadas que assistem de uma forma objetiva e independente à organização cliente, com o intuito de identificar e analisar problemas administrativos, recomendar soluções e ajudar, quando solicitado, na implantação das mesmas. Schein (1990) entende consultoria como um processo de ajuda organizacional, no qual o relacionamento entre consultor e cliente deve objetivar o desenvolvimento da capacidade de diagnosticar, desenvolver alternativas, decidir e intervir no sistema para resolver problemas. Oliveira (1999, p. 21) considera que: Consultoria empresarial é um processo interativo de um agente de mudanças externo à empresa, o qual assume a responsabilidade de auxiliar os executivos e profissionais da referida empresa nas tomadas de decisões, não tendo, entretanto, o controle direto da situação. Quintella (1994, p. 53) considera que a atividade de consultoria é entendida como uma especialidade de apoio externo à ação gerencial que visa prevenir e impedir a deterioração das organizações. Esse autor entende que a consultoria é: A venda de benefícios dos conhecimentos de um indivíduo ou de uma firma para auxiliar o cliente a identificar necessidades, recomendar soluções e acompanhar a implementação dessas recomendações. Segundo o Instituto Brasileiro de Consultores de Organização - IBCO 2, a atividade de consultoria é definida conforme abaixo: Entende-se por Consultoria de Organização (CO) a atividade que visa a investigação, identificação, estudo e solução de problemas gerais ou parciais, atinentes à estrutura, ao funcionamento e à administração de empresas e entidades privadas ou estatais. Compreende a indicação dos métodos e soluções a serem adotados e a criação de condições para sua implantação nas organizações assessoradas Funções da Consultoria Em geral as empresas buscam serviços de consultoria quando sentem necessidade de ajuda na resolução de problemas. Todo trabalho de consultoria se inicia quando ocorre 2 Fonte: Disponível em < > Acesso em julho de 2004.

21 condição insatisfatória e termina quando a melhoria recomendada pelo consultor começa a ser implementada. Assim, Kuczmarski apud Quintella (1994) aproveitando alguns conceitos da psicologia define as funções da consultoria: Ajudar pessoas a resolver problemas que as impedem de atingir objetivos; Conseguir que as pessoas façam as coisas acontecerem; Dar às pessoas, novas perspectivas ou enfoques a seus problemas; Criar as condições para que ocorram mudanças; Auxiliar pessoas a se ajudarem Os Modelos de Consultoria Organizacional Existem diversas maneiras de abordar o processo de consultoria, levando em consideração o tipo de intervenção, o tipo do serviço proposto ou o tipo de problema a ser equacionado. Segundo Pereira (1999), os modelos de consultoria têm a mesma dimensão da mudança a que se pretende submeter a organização, e podem focalizar: a estratégia; a estrutura; a cultura; o modelo de gestão; o produto e; os processos O Modelo prescritivo O modelo prescritivo (médico-paciente) é a forma de consultoria mais antiga e mais utilizada (Pereira: 1999). Nesta modalidade, a direção da empresa decide contratar uma consultoria para examinar a organização, ou parte dela, fazer um check-up, verificar o que está errado e propor um tratamento. O consultor é o elemento ativo e o cliente, o passivo. Embora se possa constatar a popularidade deste tipo de consultoria, existem dificuldades que Schein (1990) considera óbvias, e que geralmente comprometem o êxito do processo. São elas: Um levantamento apressado de informações, com utilização de questionários e entrevistas, pode causar distorções no diagnóstico que deveria refletir o clima organizacional. Raramente, nestes casos, o consultor tem oportunidade de observar durante tempo suficiente o objeto de análise para corroborar ou não a manifestação dos depoentes;

22 A falta de envolvimento do cliente no diagnóstico dos problemas e no desenvolvimento das soluções, característica do relacionamento médico-paciente, não permite a criação de um quadro de referência comum entre o cliente e o consultor, aumentando a probabilidade de o cliente não acreditar nos resultados, redundando em falta de empenho na implantação das soluções propostas Modelo da compra de serviços especializados Segundo Pereira (1999), o modelo da compra de serviços especializados (alocação de recursos) é o tipo de consultoria em que o consultor assume o papel de especialista. É o que prevalece na prática e que pode ser entendido como compra de informações ou de serviços de pessoas qualificadas. Neste caso, o cliente estabelece claramente uma necessidade da organização, em termos de informação ou serviços especializados, e avalia que a empresa não dispõe de tempo ou pessoal especializado para tanto, buscando um consultor para resolver o problema. Neste modelo, o êxito da consultoria depende das seguintes premissas: O cliente deve ter diagnosticado corretamente as necessidades de sua empresa; O cliente deve ter comunicado eficazmente essas necessidades ao consultor; O cliente deve ter avaliado de maneira correta a capacidade do consultor de desincumbir-se da tarefa convenientemente; O cliente deve ter avaliado corretamente as conseqüências de resolver os problemas da empresa por meio de um consultor. Schein (1990) argumenta que, a despeito deste tipo de consultoria ser um dos mais utilizados, é freqüente a manifestação de contrariedade dos clientes com relação à má qualidade dos serviços que eles consideram ter recebido dos consultores. Isto é explicado quando se leva em conta o elevado número de eventos que devem correr bem para que o modelo seja bem sucedido.

23 Modelo da consultoria de processos É das dificuldades de identificação dos problemas organizacionais que trata a consultoria de processos. Ela não pressupõe que o cliente conheça com profundidade os problemas de sua empresa, mas que basta a intenção de tornar as coisas melhores do que estão no momento. O próprio processo de consultoria vai ajudar o cliente a definir os passos do diagnóstico que irá conduzir a programas de ação ou a transformações concretas. (Pereira: 1999). Ainda, segundo Pereira (1999) deve-se considerar os seguintes pressupostos básicos da consultoria de processos: Os clientes geralmente não sabem o que está errado e necessitam de ajuda especial para diagnosticar seus problemas atuais; Os clientes geralmente não sabem que tipo de ajuda os consultores podem lhes oferecer. Eles precisam ser ajudados para descobrir que tipo de ajuda procurar; Muitos clientes têm intenção construtiva de melhorar as coisas, porém, necessitam de ajuda na identificação do que melhorar, e como; A maior parte das organizações pode ser mais eficiente se aprender a diagnosticar suas próprias forças e fraquezas. Nenhuma forma organizacional é perfeita. Daí, cada forma de organização apresentará alguns pontos fracos para os quais mecanismos compensatórios têm de ser encontrados; A menos que se realize um estudo exaustivo e muito demorado, é pouco provável que um consultor possa aprender o suficiente sobre a cultura da organização cliente para sugerir, com segurança, novos cursos de ação. Portanto, ele deve trabalhar em conjunto com os membros da organização, que realmente conhecem a cultura intimamente, por terem vivido dentro dela; O cliente tem de aprender a ver os problemas por si próprio, a participar do diagnóstico e a sentir-se ativamente envolvido na elaboração de uma solução. Um dos papéis do consultor de processos é oferecer novas alternativas a serem consideradas pelo cliente. Contudo, a tomada de decisão sobre essas alternativas deve ser do cliente; É muito importante que o consultor de processos seja especializado no desenvolvimento de diagnósticos e no estabelecimento de um relacionamento

Sistemas de Informação Gerencial SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

Sistemas de Informação Gerencial SUPPLY CHAIN MANAGEMENT CIÊNCIAS CONTÁBEIS e ADMINISTRAÇÃO Sistemas de Informação Gerencial SUPPLY CHAIN MANAGEMENT maio/2014 APRESENTAÇÃO Em um ambiente onde a mudança é a única certeza e o número de informações geradas é desmedido,

Leia mais

RECONHECIMENTO DE ALGUNS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

RECONHECIMENTO DE ALGUNS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO WESLLEYMOURA@GMAIL.COM RECONHECIMENTO DE ALGUNS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO ANÁLISE DE SISTEMAS ERP (Enterprise Resource Planning) Em sua essência, ERP é um sistema de gestão empresarial. Imagine que você tenha

Leia mais

UNIMEP MBA em Gestão e Negócios

UNIMEP MBA em Gestão e Negócios UNIMEP MBA em Gestão e Negócios Módulo: Sistemas de Informações Gerenciais Aula 4 TI com foco nos Negócios: Áreas envolvidas (Parte II) Flávio I. Callegari www.flaviocallegari.pro.br O perfil do profissional

Leia mais

Tecnologia da Informação

Tecnologia da Informação Tecnologia da Informação Gestão Organizacional da Logística Sistemas de Informação Sistemas de informação ERP - CRM O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Marketing Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Marketing. 1. Introdução Os Projetos

Leia mais

Processos Gerenciais

Processos Gerenciais UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Processos Gerenciais Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais. 1.

Leia mais

DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT Artigo para a Revista Global Fevereiro de 2007 DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT O conceito de Supply Chain Management (SCM), denominado Administração da Cadeia de Abastecimento

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DA INFORMÁTICA

ADMINISTRAÇÃO DA INFORMÁTICA ADMINISTRAÇÃO DA INFORMÁTICA A informação sempre esteve presente em todas as organizações; porém, com a evolução dos negócios, seu volume e valor aumentaram muito, exigindo uma solução para seu tratamento,

Leia mais

ACOMPANHAMENTO GERENCIAL SANKHYA

ACOMPANHAMENTO GERENCIAL SANKHYA MANUAL DE VISITA DE ACOMPANHAMENTO GERENCIAL SANKHYA Material exclusivo para uso interno. O QUE LEVA UMA EMPRESA OU GERENTE A INVESTIR EM UM ERP? Implantar um ERP exige tempo, dinheiro e envolve diversos

Leia mais

Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos. Prof. Paulo Medeiros

Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos. Prof. Paulo Medeiros Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos Prof. Paulo Medeiros Introdução nos EUA surgiram 100 novos operadores logísticos entre 1990 e 1995. O mercado para estas empresas que

Leia mais

Etapas para a elaboração de um Pré- Projeto de Pesquisa

Etapas para a elaboração de um Pré- Projeto de Pesquisa Etapas para a elaboração de um Pré- Projeto de Pesquisa Estrutura de um projeto de pesquisa: 1. TEMA E TÍTULO DO PROJETO 2. DELIMITAÇÃO DO PROBLEMA 3. INTRODUÇÃO 4. RELEVÂNCIA E JUSTIFICATIVA 5. OBJETIVOS

Leia mais

Sistemas de Informação. Sistemas Integrados de Gestão ERP

Sistemas de Informação. Sistemas Integrados de Gestão ERP Sistemas de Informação Sistemas Integrados de Gestão ERP Exercício 1 Um arame é cortado em duas partes. Com uma das partes é feito um quadrado. Com a outra parte é feito um círculo. Em que ponto deve ser

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1. COLABORAÇÃO NAS EMPRESAS Os sistemas colaborativos nas empresas nos oferecem ferramentas para nos ajudar a colaborar, comunicando idéias, compartilhando

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Recursos Humanos Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos 1.

Leia mais

Sistemas de Informação Empresarial. Gerencial

Sistemas de Informação Empresarial. Gerencial Sistemas de Informação Empresarial SIG Sistemas de Informação Gerencial Visão Integrada do Papel dos SI s na Empresa [ Problema Organizacional ] [ Nível Organizacional ] Estratégico SAD Gerência sênior

Leia mais

APLICATIVOS CORPORATIVOS

APLICATIVOS CORPORATIVOS Sistema de Informação e Tecnologia FEQ 0411 Prof Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br Capítulo 3 APLICATIVOS CORPORATIVOS PRADO, Edmir P.V.; SOUZA, Cesar A. de. (org). Fundamentos de Sistemas

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

Visão Geral dos Sistemas de Informação

Visão Geral dos Sistemas de Informação Visão Geral dos Sistemas de Informação Existem muitos tipos de sistemas de informação no mundo real. Todos eles utilizam recursos de hardware, software, rede e pessoas para transformar os recursos de dados

Leia mais

ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial

ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial Prof. Pedro Luiz de O. Costa Bisneto 14/09/2003 Sumário Introdução... 2 Enterprise Resourse Planning... 2 Business Inteligence... 3 Vantagens

Leia mais

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO P á g i n a 3 INTRODUÇÃO A Administração de Materiais compreende as decisões e o controle sobre o planejamento, programação, compra, armazenamento e distribuição dos materiais indispensáveis à produção

Leia mais

Título do Case: Departamento Comercial com foco nas expectativas do cliente Categoria: Projeto Interno

Título do Case: Departamento Comercial com foco nas expectativas do cliente Categoria: Projeto Interno Título do Case: Departamento Comercial com foco nas expectativas do cliente Categoria: Projeto Interno Resumo O presente case mostra como ocorreu o processo de implantação do Departamento Comercial em

Leia mais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa,

Leia mais

Tecnologia e Sistemas de Informações ERP e CRM

Tecnologia e Sistemas de Informações ERP e CRM Universidade Federal do Vale do São Francisco Tecnologia e Sistemas de Informações ERP e CRM Prof. Ricardo Argenton Ramos Aula 6 ERP Enterprise Resource Planning Sistemas Integrados de Gestão Empresarial

Leia mais

ANALISANDO UM ESTUDO DE CASO

ANALISANDO UM ESTUDO DE CASO ANALISANDO UM ESTUDO DE CASO (Extraído e traduzido do livro de HILL, Charles; JONES, Gareth. Strategic Management: an integrated approach, Apêndice A3. Boston: Houghton Mifflin Company, 1998.) O propósito

Leia mais

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS WALLACE BORGES CRISTO 1 JOÃO CARLOS PEIXOTO FERREIRA 2 João Paulo Coelho Furtado 3 RESUMO A Tecnologia da Informação (TI) está presente em todas as áreas de

Leia mais

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI FINANÇAS EM PROJETOS DE TI 2012 Material 1 Prof. Luiz Carlos Valeretto Jr. 1 E-mail valeretto@yahoo.com.br Objetivo Objetivos desta disciplina são: reconhecer as bases da administração financeira das empresas,

Leia mais

Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex...

Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex... Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex... (/artigos /carreira/comopermanecercalmosob-pressao /89522/) Carreira Como permanecer calmo sob pressão (/artigos/carreira/como-permanecer-calmosob-pressao/89522/)

Leia mais

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica Ementários Disciplina: Gestão Estratégica Ementa: Os níveis e tipos de estratégias e sua formulação. O planejamento estratégico e a competitividade empresarial. Métodos de análise estratégica do ambiente

Leia mais

Estratégia Competitiva 16/08/2015. Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor

Estratégia Competitiva 16/08/2015. Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor Estratégia Competitiva é o conjunto de planos, políticas,

Leia mais

Metodologia do Trabalho Científico

Metodologia do Trabalho Científico Metodologia do Trabalho Científico Diretrizes para elaboração de projetos de pesquisa, monografias, dissertações, teses Cassandra Ribeiro O. Silva, Dr.Eng. METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA Porque escrever

Leia mais

LOGÍSTICA 1. Nubia Aparecida dos Reis Souza 2 RESUMO

LOGÍSTICA 1. Nubia Aparecida dos Reis Souza 2 RESUMO 1 LOGÍSTICA 1 Nubia Aparecida dos Reis Souza 2 RESUMO Versa o presente artigo sobre logística e suas aplicabilidades no mundo moderno. A logística foi criada para suprir necessidades durante a Segunda

Leia mais

WORKER SISTEMA COMERCIAL PARA COMÉRCIO VAREJISTA E PRESTADORES DE SERVIÇO

WORKER SISTEMA COMERCIAL PARA COMÉRCIO VAREJISTA E PRESTADORES DE SERVIÇO WORKER SISTEMA COMERCIAL PARA COMÉRCIO VAREJISTA E PRESTADORES DE SERVIÇO VILAS BOAS, M. A. A. 1 ; GOMES, E. Y. 2 1- Graduando em Sistemas de Informação na FAP - Faculdade de Apucarana 2- Docente do Curso

Leia mais

Universidade Federal de Goiás UFG Campus Catalão CAC Departamento de Engenharia de Produção. Sistemas ERP. PCP 3 - Professor Muris Lage Junior

Universidade Federal de Goiás UFG Campus Catalão CAC Departamento de Engenharia de Produção. Sistemas ERP. PCP 3 - Professor Muris Lage Junior Sistemas ERP Introdução Sucesso para algumas empresas: acessar informações de forma rápida e confiável responder eficientemente ao mercado consumidor Conseguir não é tarefa simples Isso se deve ao fato

Leia mais

GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro

GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro Matheus de Aguiar Sillos matheus.sillos@pmlog.com.br AGV Logística Rua Edgar Marchiori, 255, Distrito

Leia mais

Pós-Graduação "Lato Sensu" Especialização em Gestão por Processos SAP

Pós-Graduação Lato Sensu Especialização em Gestão por Processos SAP Pós-Graduação "Lato Sensu" Especialização em Gestão por Processos SAP Inscrições Abertas: Início das aulas: 24/08/2015 Término das aulas: Agosto de 2016 Dias e horários das aulas: Segunda-Feira 18h30 às

Leia mais

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Toda empresa privada deseja gerar lucro e para que chegue com sucesso ao final do mês ela precisa vender, sejam seus serviços

Leia mais

Pós-Graduação "Lato Sensu" Especialização em Gestão por Processos SAP

Pós-Graduação Lato Sensu Especialização em Gestão por Processos SAP Pós-Graduação "Lato Sensu" Especialização em Gestão por Processos SAP Inscrições Abertas: Início das aulas: 25/05/2015 Término das aulas: Maio de 2016 Dias e horários das aulas: Segunda-Feira 18h30 às

Leia mais

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação Módulo 15 Resumo Neste módulo vamos dar uma explanação geral sobre os pontos que foram trabalhados ao longo desta disciplina. Os pontos abordados nesta disciplina foram: Fundamentos teóricos de sistemas

Leia mais

PARTE IV Consolidação do Profissional como Consultor. Técnicas de Consultoria Prof. Fabio Costa Ferrer, M.Sc.

PARTE IV Consolidação do Profissional como Consultor. Técnicas de Consultoria Prof. Fabio Costa Ferrer, M.Sc. FATERN Faculdade de Excelência Educacional do RN Coordenação Tecnológica de Redes e Sistemas Curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet Técnicas de Consultoria Prof. Fabio Costa Ferrer, M.Sc.

Leia mais

Sistemas Integrados de Gestão Empresarial

Sistemas Integrados de Gestão Empresarial Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Administração Tecnologia e Sistemas de Informação - 05 Prof. Jorge Cavalcanti jorge.cavalcanti@univasf.edu.br www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão ERP Sistema Integrado de Gestão

Sistema Integrado de Gestão ERP Sistema Integrado de Gestão Sistema Integrado de Gestão ERP Sistema Integrado de Gestão ERP Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com Sistema ERP; Processos de Desenvolvimento, Seleção, Aquisição, Implantação de ERP; Aderência e divergência

Leia mais

1. Introdução. 1.1. A história do ERP

1. Introdução. 1.1. A história do ERP 1. Introdução Podemos definir os sistemas ERP como sistemas de informação integrados na forma de um pacote de software que tem a finalidade de dar suporte à maioria das operações de uma organização. A

Leia mais

WMS - Warehouse Management System

WMS - Warehouse Management System Sistema de Gestão Empresarial LUSANA SOUZA NATÁLIA BATUTA MARIA DAS GRAÇAS TATIANE ROCHA GTI V Matutino Prof.: Itair Pereira Sumário 1. INTRODUÇÃO... 2 2. WMS... 2 3. SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO... 2 4. POLÍTICA

Leia mais

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS METODOLOGIA DE AUDITORIA PARA AVALIAÇÃO DE CONTROLES E CUMPRIMENTO DE PROCESSOS DE TI NARDON, NASI AUDITORES E CONSULTORES CobiT

Leia mais

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Uma evolução nos sistemas de controle gerencial e de planejamento estratégico Francisco Galiza Roteiro Básico 1 SUMÁRIO:

Leia mais

Gestão e Teoria da Decisão

Gestão e Teoria da Decisão Gestão e Teoria da Decisão e Gestão de Stocks Licenciatura em Engenharia Civil Licenciatura em Engenharia do Território 1 Agenda 1. Introdução 2. Definição de 3. Evolução Histórica da 4. Integração - Aproximação

Leia mais

Sociedade e Tecnologia

Sociedade e Tecnologia Unidade de Aprendizagem 15 Empresas em Rede Ao final desta aula você será capaz de inovações influenciam na competitividade das organizações, assim como compreender o papel da Inteligência Competitiva

Leia mais

Por existir diferentes níveis em uma organização, existem diferentes tipos de sistemas servindo cada nível organizacional

Por existir diferentes níveis em uma organização, existem diferentes tipos de sistemas servindo cada nível organizacional Por existir diferentes níveis em uma organização, existem diferentes tipos de sistemas servindo cada nível organizacional Fonte: Tipos de Sistemas de Informação (Laudon, 2003). Fonte: Tipos de Sistemas

Leia mais

ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO*

ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO* ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO* RESUMO Marilia Costa Machado - UEMG - Unidade Carangola Graciano Leal dos Santos

Leia mais

AUXÍLIO FINANCEIRO A CURSOS PROJETO DE PESQUISA APLICADA SUMÁRIO

AUXÍLIO FINANCEIRO A CURSOS PROJETO DE PESQUISA APLICADA SUMÁRIO 1 AUÍLIO FINANCEIRO A CURSOS PROJETO DE PESQUISA APLICADA SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 2 2 O QUE É UM PROJETO?... 2 2.1 PROJETO DE PESQUISA... 2 3 CLASSIFICAÇÃO DAS PESQUISAS... 4 4 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA

Leia mais

O PROJETO DE PESQUISA. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza

O PROJETO DE PESQUISA. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza O PROJETO DE PESQUISA Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza ROTEIRO Escolher um tema de pesquisa Por onde começar? Ler para aprender Estrutura do Projeto de Pesquisa A Definição

Leia mais

Sistemas de Apoio. Prof.: Luiz Mandelli Neto. Sistemas de Apoio. ERP (Enterprise Resource Planning) PLANEJAMENTO DE RECURSOS EMPRESARIAIS

Sistemas de Apoio. Prof.: Luiz Mandelli Neto. Sistemas de Apoio. ERP (Enterprise Resource Planning) PLANEJAMENTO DE RECURSOS EMPRESARIAIS Sistemas de Apoio Prof.: Luiz Mandelli Neto Sistemas de Apoio ERP (Enterprise Resource Planning) PLANEJAMENTO DE RECURSOS EMPRESARIAIS Mapa de TI da cadeia de suprimentos Estratégia Planejamento Operação

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Engenharia de Software Introdução à Melhoria de Processos de Software baseado no MPS.BR Prof. Maxwell Anderson www.maxwellanderson.com.br Agenda Introdução MPS.BR MR-MPS Detalhando o MPS.BR nível G Introdução

Leia mais

FTAD Formação Técnica em Administração Módulo de Gestão de Materiais ACI Atividade Curricular Interdisciplinar Prof. Gildo Neves Baptista jr

FTAD Formação Técnica em Administração Módulo de Gestão de Materiais ACI Atividade Curricular Interdisciplinar Prof. Gildo Neves Baptista jr FTAD Formação Técnica em Administração Módulo de Gestão de Materiais ACI Atividade Curricular Interdisciplinar Prof. Gildo Neves Baptista jr AULA PASSADA: GESTÃO DE COMPRAS: PROCESSOS DE FORNECIMENTO UMA

Leia mais

Módulo 3: Gerenciamento da Qualidade, dos Recursos Humanos e das Comunicações

Módulo 3: Gerenciamento da Qualidade, dos Recursos Humanos e das Comunicações ENAP Diretoria de Desenvolvimento Gerencial Coordenação Geral de Educação a Distância Gerência de Projetos - Teoria e Prática Conteúdo para impressão Módulo 3: Gerenciamento da Qualidade, dos Recursos

Leia mais

Prof. Lucas Santiago

Prof. Lucas Santiago Classificação e Tipos de Sistemas de Informação Administração de Sistemas de Informação Prof. Lucas Santiago Classificação e Tipos de Sistemas de Informação Sistemas de Informação são classificados por

Leia mais

Gestão de Projetos no segmento Logístico

Gestão de Projetos no segmento Logístico Gestão de Projetos no segmento Logístico Divulgação Colaborador no artigo Rui Carlos C. de Alencar Engenheiro Químico e Administrador pela U.F. PR, 39 anos de T.I. sendo os últimos 19 em Logística de Distribuição.

Leia mais

ERP. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning -Sistema de Gestão Empresarial -Surgimento por volta dos anos 90 -Existência de uma base de dados

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS CST em Marketing 4ª Série Gestão do Relacionamento com os Consumidores A atividade prática supervisionada (ATPS) é um método de ensino-aprendizagem desenvolvido por

Leia mais

As Etapas da Pesquisa D R. G U A N I S D E B A R R O S V I L E L A J U N I O R

As Etapas da Pesquisa D R. G U A N I S D E B A R R O S V I L E L A J U N I O R As Etapas da Pesquisa D R. G U A N I S D E B A R R O S V I L E L A J U N I O R INTRODUÇÃO A pesquisa é um procedimento reflexivo e crítico de busca de respostas para problemas ainda não solucionados. O

Leia mais

CompuStream Plano de Negócios COMPUSTREAM CONSULTORIA LTDA.

CompuStream Plano de Negócios COMPUSTREAM CONSULTORIA LTDA. CompuStream Plano de Negócios COMPUSTREAM CONSULTORIA LTDA. A CompuStream, empresa especializada em desenvolvimento de negócios, atua em projetos de investimento em empresas brasileiras que tenham um alto

Leia mais

Estrutura do Trabalho: Fazer um resumo descrevendo o que será visto em cada capítulo do trabalho.

Estrutura do Trabalho: Fazer um resumo descrevendo o que será visto em cada capítulo do trabalho. UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ A monografia é um texto escrito contendo o resultado da pesquisa realizada como trabalho de conclusão do curso de especialização. Os itens básicos a constarem da monografia

Leia mais

O Trabalho escrito atenderá ao disposto no Manual de Normatização de Projetos Finais da ESAMC.

O Trabalho escrito atenderá ao disposto no Manual de Normatização de Projetos Finais da ESAMC. Plano de Ensino CURSO: MBA Regular - Negócios Internacionais DISCIPLINA: Plano de Internacionalização Banca Final Última revisão: Abril/2015 Horas-aula: Orientação do projeto: 30 Desenvolvimento do projeto:

Leia mais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Capítulo 3: Sistemas de Apoio Gerenciais Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos,

Leia mais

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG Capítulo 3: Sistemas de Negócios Colaboração SPT SIG Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos, gerentes e profissionais de empresas.

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Comercial. CRM e AFV

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Comercial. CRM e AFV Bloco Comercial CRM e AFV Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre os Módulos CRM e AFV, que fazem parte do Bloco Comercial. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas

Leia mais

Os obstáculos da aplicação de TI nas pequenas empresas

Os obstáculos da aplicação de TI nas pequenas empresas Os obstáculos da aplicação de TI nas pequenas empresas Ricardo Roberto de Lima UNIBRATEC-PB João Pessoa - PB ricardoricrob@hotmail.com RESUMO O referido artigo visa ilustrar, de forma prática e rápida,

Leia mais

Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento. Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto

Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento. Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto CURRÍCULO DO PROFESSOR Administradora com mestrado e doutorado em engenharia de produção

Leia mais

Sistemas de Informações Gerenciais

Sistemas de Informações Gerenciais Sistemas de Informações Gerenciais Aula 4 Sistema de Informação SI baseado em computadores Organização, administração e estratégia Professora: Cintia Caetano INTRODUÇÃO Sistemas de Informação são parte

Leia mais

INOVANDO UM PROCESSO DE SERVIÇOS DE TI COM AS BOAS PRÁTICAS DO ITIL E USO DE BPMS

INOVANDO UM PROCESSO DE SERVIÇOS DE TI COM AS BOAS PRÁTICAS DO ITIL E USO DE BPMS INOVANDO UM PROCESSO DE SERVIÇOS DE TI COM AS BOAS PRÁTICAS DO ITIL E USO DE BPMS Cilene Loisa Assmann (UNISC) cilenea@unisc.br Este estudo de caso tem como objetivo trazer a experiência de implantação

Leia mais

Soluções de Tecnologia da Informação

Soluções de Tecnologia da Informação Soluções de Tecnologia da Informação Software Corporativo ERP ProdelExpress Diante da nossa ampla experiência como fornecedor de tecnologia, a PRODEL TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO oferece aos seus clientes

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais

Declaração de Posicionamento do IIA: AS TRÊS LINHAS DE DEFESA NO GERENCIAMENTO EFICAZ DE RISCOS E CONTROLES

Declaração de Posicionamento do IIA: AS TRÊS LINHAS DE DEFESA NO GERENCIAMENTO EFICAZ DE RISCOS E CONTROLES Declaração de Posicionamento do IIA: AS TRÊS LINHAS DE DEFESA NO GERENCIAMENTO EFICAZ DE RISCOS E CONTROLES JANEIRO 2013 ÍNDICE DE CONTEÚDOS Introdução...1 Antes das Três Linhas: Supervisão do Gerenciamento

Leia mais

Gerenciamento de Processos de Negócio

Gerenciamento de Processos de Negócio Gestão por Processos By Alan Lopes +55 22-99202-0433 alopes.campos@mail.com http://prof-alan-lopes.weebly.com Gerenciamento de Processos de Negócio - Conceitos e fundamentos - Modelagem de processo - Análise

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão da Produção Integrada e Logística

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão da Produção Integrada e Logística Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão da Produção Integrada e Logística Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Gestão da Produção e Logística tem por objetivo fornecer

Leia mais

Sistema. Atividades. Sistema de informações. Tipos de sistemas de informação. Everson Santos Araujo everson@everson.com.br

Sistema. Atividades. Sistema de informações. Tipos de sistemas de informação. Everson Santos Araujo everson@everson.com.br Sistema Tipos de sistemas de informação Everson Santos Araujo everson@everson.com.br Um sistema pode ser definido como um complexo de elementos em interação (Ludwig Von Bertalanffy) sistema é um conjunto

Leia mais

CONTROLE ESTRATÉGICO

CONTROLE ESTRATÉGICO CONTROLE ESTRATÉGICO RESUMO Em organizações controlar significa monitorar, avaliar e melhorar as diversas atividades que ocorrem dentro de uma organização. Controle é fazer com que algo aconteça como foi

Leia mais

Análise de Risco na Validação de Sistemas Computadorizados

Análise de Risco na Validação de Sistemas Computadorizados Análise de Risco na Validação de Sistemas Computadorizados Meg Lima Andrade Agenda Objetivos; Conceito de Sistemas Computadorizados; Conceito de Risco; Identificação de Riscos; Avaliação de Riscos; Classificação;

Leia mais

Página 1 de 19 Data 04/03/2014 Hora 09:11:49 Modelo Cerne 1.1 Sensibilização e Prospecção Envolve a manutenção de um processo sistematizado e contínuo para a sensibilização da comunidade quanto ao empreendedorismo

Leia mais

ERP Enterprise Resource Planning

ERP Enterprise Resource Planning ERP Enterprise Resource Planning Sistemas Integrados de Gestão Evolução dos SI s CRM OPERACIONAL TÁTICO OPERACIONAL ESTRATÉGICO TÁTICO ESTRATÉGICO OPERACIONAL TÁTICO ESTRATÉGICO SIT SIG SAE SAD ES EIS

Leia mais

O último capítulo desta dissertação visa tecer conclusões a respeito do trabalho e sugerir algumas recomendações para estudos futuros.

O último capítulo desta dissertação visa tecer conclusões a respeito do trabalho e sugerir algumas recomendações para estudos futuros. 7 Conclusão O último capítulo desta dissertação visa tecer conclusões a respeito do trabalho e sugerir algumas recomendações para estudos futuros. A presente dissertação, conforme exposto no Capítulo 1,

Leia mais

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 2. Logística de Resposta Rápida. Contextualização. Prof. Me. John Jackson Buettgen

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 2. Logística de Resposta Rápida. Contextualização. Prof. Me. John Jackson Buettgen Logística Empresarial Aula 2 Evolução da Disciplina O papel da Logística Empresarial Aula 1 A flexibilidade e a Resposta Rápida (RR) Aula 2 Operadores logísticos: conceitos e funções Aula 3 Prof. Me. John

Leia mais

MAISMKT - Ações em Marketing e uma empresa voltada para avaliação do atendimento, relacionamento com cliente, e marketing promocional.

MAISMKT - Ações em Marketing e uma empresa voltada para avaliação do atendimento, relacionamento com cliente, e marketing promocional. Empresa MAISMKT - Ações em Marketing e uma empresa voltada para avaliação do atendimento, relacionamento com cliente, e marketing promocional. Nossa filosofia e oferecer ferramentas de gestão focadas na

Leia mais

TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO

TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE AURIFLAMA AUTOR(ES):

Leia mais

Para a citação deste material como referência, favor seguir conforme abaixo:

Para a citação deste material como referência, favor seguir conforme abaixo: Para a citação deste material como referência, favor seguir conforme abaixo: ALVARELI, Luciani Vieira Gomes. Novo roteiro para elaboração do projeto de trabalho de graduação. Cruzeiro: Centro Paula Souza,

Leia mais

M A N U A L TREINAMENTO. Mecânica de Veículos Piçarras Ltda. Manual Prático de Procedimento do Treinamento

M A N U A L TREINAMENTO. Mecânica de Veículos Piçarras Ltda. Manual Prático de Procedimento do Treinamento M A N U A L TREINAMENTO 1. Introdução A velocidade das mudanças tecnológicas, o aumento da diversidade nos locais de trabalho e a acentuada mobilidade dos trabalhadores atuais são aspectos do mundo contemporâneo

Leia mais

Logística Empresarial. Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II. Aula 6. Conceitos Importantes.

Logística Empresarial. Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II. Aula 6. Conceitos Importantes. Logística Empresarial Aula 6 Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II Prof. Me. John Jackson Buettgen Contextualização Conceitos Importantes Fluxos logísticos É o movimento ou

Leia mais

Pesquisa de Clima tornou-se uma ação estratégica de Gestão de Pessoas

Pesquisa de Clima tornou-se uma ação estratégica de Gestão de Pessoas Pesquisa de Clima tornou-se uma ação estratégica de Gestão de Pessoas Boas propostas são essenciais para que uma gestão tenha êxito, mas para que isso ocorra é fundamental que os dirigentes organizacionais

Leia mais

5 Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos

5 Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos 5 Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos 5.1 Conceitos e definições do supply chain management O conceito ou definição do SCM é algo recente na literatura especializada, datado mais precisamente da metade

Leia mais

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9 Página: 1 de 9 1. OBJETIVO Estabelecer sistemática de funcionamento e aplicação das Auditorias Internas da Qualidade, fornecendo diretrizes para instruir, planejar, executar e documentar as mesmas. Este

Leia mais

3 Gerenciamento de Projetos

3 Gerenciamento de Projetos 34 3 Gerenciamento de Projetos Neste capítulo, será abordado o tema de gerenciamento de projetos, iniciando na seção 3.1 um estudo de bibliografia sobre a definição do tema e a origem deste estudo. Na

Leia mais

Quem Contratar como Coach?

Quem Contratar como Coach? Quem Contratar como Coach? por Rodrigo Aranha, PCC & CMC Por diversas razões, você tomou a decisão de buscar auxílio, através de um Coach profissional, para tratar uma ou mais questões, sejam elas de caráter

Leia mais

Objetivos da aula. Definição de Consultoria 1. Processos Gerenciais

Objetivos da aula. Definição de Consultoria 1. Processos Gerenciais Processos Gerenciais Prof. Clóvis Luiz Galdino Módulo: Inovação e Continuidade Tema: Consultoria Empresarial Objetivos da aula Apresentar os pressupostos básicos da consultoria e suas definições; Discutir

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO. Prof. Esp. Lucas Cruz

SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO. Prof. Esp. Lucas Cruz SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO Prof. Esp. Lucas Cruz SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO Os SIs têm o objetivo de automatizar os diversos processos empresariais, visando aumentar o controle e a produtividade, bem

Leia mais

40% dos consumidores da Copa das Confederações da FIFA 2013 consideraram a agilidade no atendimento como fator mais importante no comércio

40% dos consumidores da Copa das Confederações da FIFA 2013 consideraram a agilidade no atendimento como fator mais importante no comércio 440mil pequenos negócios no Brasil, atualmente, não utilizam nenhuma ferramenta de gestão, segundo o Sebrae Varejo 2012 27% 67% de comerciantes que não possuíam computadores dos que possuíam utilizavam

Leia mais

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG)

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG) Sistema de Informação Gerencial (SIG) Material de Apoio Os Sistemas de Informação Gerencial (SIG) são sistemas ou processos que fornecem as informações necessárias para gerenciar com eficácia as organizações.

Leia mais

CRM Uma ferramenta tecnológica inovadora

CRM Uma ferramenta tecnológica inovadora CRM Uma ferramenta tecnológica inovadora Nelson Malta Callegari (UTFPR) nelson.estudo@gmail.com Prof Dr. João Luiz Kovaleski (UTFPR) kovaleski@pg.cefet.br Prof Dr. Antonio Carlos de Francisco (UTFPR) acfrancisco@pg.cefetpr.br

Leia mais

GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO APRESENTAÇÃO E GRADE CURRICULAR DOS CURSOS

GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO APRESENTAÇÃO E GRADE CURRICULAR DOS CURSOS GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO APRESENTAÇÃO E GRADE CURRICULAR DOS CURSOS Graduação PROCESSOS GERENCIAIS 1.675 HORAS Prepara os estudantes para o empreendedorismo e para a gestão empresarial. Com foco nas tendências

Leia mais

3. Processos, o que é isto? Encontramos vários conceitos de processos, conforme observarmos abaixo:

3. Processos, o que é isto? Encontramos vários conceitos de processos, conforme observarmos abaixo: Perguntas e respostas sobre gestão por processos 1. Gestão por processos, por que usar? Num mundo globalizado com mercado extremamente competitivo, onde o cliente se encontra cada vez mais exigente e conhecedor

Leia mais