GESTÃO DE TRANSPORTE E FROTA

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1 GESTÃO DE TRANSPORTE E FROTA Profº: Marcus Vinícius de Melo Pereira

2 OBJETIVO Apresentar modelos de planejamento, administração de transporte e operacionalização da cadeia logística. Identificar necessidades, possibilidades e oportunidades decorrentes da terceirização em transportes. Interpretar vantagens de movimentação logística a partir da adoção de multimodais de transporte.

3 Programa Unidade 1 Introdução à Gestão de Frotas 1.1- Introdução 1.2- Considerações sobre a estrutura do transporte rodoviário no Brasil 1.3- Indicação dos setores com interação direta e indireta na Gestão de Frotas 1.4- Importância da frota no patrimônio e nos custos das empresas de transporte 1.5- Importância da gestão de frotas Unidade 2 Dimensionamento de frotas 2.1- Considerações gerais 2.2- Previsão de demanda 2.3- Dimensionamento da frota para uma demanda conhecida 2.4- Ampliação de frota e/ou uso de modais de transporte Unidade 3 - TMS: uma ferramenta de planejamento e transporte 3.1- Principais decisões em transporte(estratégico,tático e operacional)

4 Programa 3.5- Definição e funcionalidade do TMS Unidade 4 - Roteirização de frotas 4.1- Conceituação 4.2- Roteirização sem e com restrições capacidade 4.3- Impactos das restrições de tempo e 4.4- Softwares de roteirizarão (Será adquirido?)

5 Bibliografia Básica VALENTE, A. Mattar. NOVAES, Antônio Galvão. PASSAGLIA, Eunice. VIEIRA, Heitor. Gerenciamento de Transporte e Frotas. 2 ed. Revista. São Paulo: Ed. CENGAGE Learning, DIAS, Marco Aurélio P. Administração de materiais: uma abordagem logística. 4.ed. São Paulo: Atlas,2007. NOVAES, Antônio Galvão. Logística e gerenciamento da cadeia de distribuição. 3 ed. Rio de Janeiro: Ed. Campus, FLEURY, Paulo Fernando,WANKE,Peter, FIGUEIREDO, Kleber Fossati. Logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos:planejamento do fluxo de produtos e dos recursos. São Paulo: Atlas, Logística Empresarial perspesctiva brasileira de Paulo Fleury, Peter Wank e Kleber Fossati.Editora Atlas e COOPEAD UFRJ Bibliografia Complementar BERTAGLIA, Paulo Roberto. Logística e gerenciamento da cadeia de abastecimento. São Paulo,2006. FLEURY, Paulo Fernando,WANKE,Peter, FIGUEIREDO, Kleber Fossati. Logística empresarial:a perspectiva brasileira. São Paulo: Atlas, MARTINS, Petrônio Garcia. Administração de materiais e recursos patrimoniais. 2ed.São Paulo: Saraiva,

6 ESTRUTURA DO TRANSPORTE RODOVIÁRIO RIO Entraves e Perspectivas

7 CENÁRIO DO TRANSPORTE NO BRASIL 40 mil Empresas transportadoras 2,5 milhões de trabalhadores Mais de 300 mil Transportadores Autônomos

8 Participação do Setor de Transportes na Economia Brasileira Valor adicionado pelo setor no PIB (%) 6,4 % Valor adicionado pelo setor no PIB (R$) 42 Bilhões Total de cargas movimentadas por ano (TKU) 746 Bilhões Empregos diretos gerados 1,2 Bilhões

9 FUNÇÕES DO TRANSPORTE Responsável por ligar a produção ao mercado consumidor Responsável pelo acesso das pessoas a suas atividades diárias Fundamental para o bem estar da população e competitividade do país TODOS os segmentos da sociedade devem colaborar para seu aperfeiçoamento

10 CLASSIFICAÇÃO DOS MODAIS DE TRANSPORTE Ferroviário; Rodoviário; Dutoviário; Aquaviário; Aéreo.

11 ESTRUTURA DE CUSTOS POR MODAL Ferroviário - altos custos fixos em equipamentos, terminais,vias férreas e custo variável baixo. Rodoviário - custos fixos baixos (rodovias construídas com $ público), custo variável médio (combustível, manutenção etc.). Aquaviário - custo fixo médio (navios equipamentos), custo variável baixo (capacidade para transportar grande qtd de TON). Dutoviário - custo fixo mais elevado (direitos de acesso, construção, manutenção das estações e capacidade de bombeamento. Custo variável mais baixo (nenhum custo com MO relevante). Aeroviário - custo fixo alto (aeronaves e sistemas de cargas), alto custo variável com combustível, MO, manutenção etc.

12 CARACTERÍSTICAS OPERACIONAIS DOS MODAIS Velocidade tempo decorrido de movimentação em dada rota, conhecido como transit-time. Disponibilidade capacidade de atendimento a qualquer par origem-destino de localidades. Confiabilidade variabilidade potencial das programações de entrega esperadas. Capacidade possibilidade e lidar com qq requisito de transporte, como tamanho e tipo de carga. Frequência quantidade de movimentações programadas, serviço contínuo entre 2 pontos.

13 CLASSIFIQUE DE 1 a 5 OS MODAIS ABAIXO Características operacionais Ferroviário rio Rodoviário Aquaviário Dutoviário Aéreo Velocidade Disponibilidade Confiabilidade Capacidade Frequência Resultado

14 RESULTADO DAS CARACTERÍSTICAS OPERACIONAIS Características operacionais Ferroviário rio Rodoviário Aquaviário Dutoviário Aéreo Velocidade Disponibilidade Confiabilidade Capacidade Frequência Resultado

15 FATORES PARA DESEMPENHO OPERACIONAL

16 A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE TRANSPORTE NA ECONOMIA Maior competição: Quem tem melhor transporte pode competir fora de suas cercanias; Economias de escalas: Quanto maior for o volume transportado, menor será a influência dos Custos com Transportes nas mercadorias; Redução de preços: À medida em que o Transporte se torna mais eficiente e oferece melhor desempenho, a sociedade pode se beneficiar em algumas situações com a redução de preços.

17 MATRIZ DE TRANSPORTE NO BRASIL O predomínio do rodoviário deriva do baixo preço praticado, função de várias distorções do sistema de transportes brasileiro. O setor rodoviário de cargas no Brasil se caracteriza por uma alta fragmentação e excesso de oferta, resultado da inexistência de regulação, que torna as barreiras de entrada praticamente nulas. Estes fatos levam a práticas de concorrência predatória, que faz com que os preços sejam inferiores ao custo real. O baixo preço do rodoviário é uma das principais explicações para a elevada participação de mercado desfrutada por este modal no Brasil e se tirássemos o minério de ferro, a participação% do modal ferroviário cairia para apenas 9%.

18 DEPENDÊNCIA RODOVIÁRIA RIA É RUÍM Esta dependência exagerada é motivo de preocupação por pelo menos duas razões: 1- o rodoviário é o segundo menos eficiente de todos os modais, atrás apenas do aéreo, tanto em termos de consumo de energia, quanto de poluição e segurança; 2- a falta de regulação e os baixos preços vêm comprometendo a rentabilidade do setor, que depende cada vez mais dos autônomos, cuja frota com idade média crescente, já atingiu os 18 anos, e encontra-se à beira do colapso.

19 PREÇOS MÉDIOS M POR MODAL Figura 1: Preços Relativos dos Diferentes Modais (em US$ por 1000 ton-quilômetro) (*) Os dados do Brasil foram convertidos para US $ a uma taxa de 2,50 reais por dólar

20 CARACTERÍSTICAS DOS MODAIS DE TRANSPORTE Transporte Dutoviário: Ótimo para transportar produtos líquidos e gasosos. A distância é um fator chave para a viabilização deste tipo de transporte. Opera 24 horas por dia. Boa confiabilidade. Transporte Aeroviário: Os fretes são relativamente altos em relação aos demais. Transporte adequado para produtos com alto valor ou que necessitam de rapidez na entrega. Possibilita operações em grandes distâncias. Boa confiabilidade e disponibilidade. Transporte Hidroviário Fluvial: Utilizam - se de Estradas Naturais. Produtos com baixo valor específico e não - perecíveis, onde qualquer aumento no frete acarreta uma diminuição da margem de lucro. Ex.: Granéis. Sujeito à intempéries como inundações ou seca. Baixíssima velocidade.

21 CARACTERÍSTICAS DOS MODAIS DE TRANSPORTE Transporte Hidroviário Marítimo: Ideal para operações internacionais de longa distância. Possibilita o transporte em grandes quantidades. Uso maciço de cargas containerizada. Baixo índice de perdas e danos. Confiabilidade e rapidez baixa. Transporte Terrestre Ferroviário: Cargas com a relação valor x peso ou valor x volume, menores (menor valor agregado). Geralmente se concentram em insumos e para médias distâncias. Gasta - se 80% do tempo no processo de carga e descarga. Baixas velocidades. Transporte Terrestre Rodoviário: Ideal para curtas distâncias. Possibilita trabalhar o sistema porta a porta. Propício para produtos acabados ou semi - acabados. Alta frequência e disponibilidade.

22 MULTIMODALIDADE É a integração de mais de um modal de transporte no sentido de integrar uma Cadeia de Distribuição, permitindo: Integrar serviços de mais de um modo de transporte. A livre troca de equipamentos entre os diversos modais. A criação de serviços agregados que utilizam em todos os modais. Ganhos de escala difíceis de atingir quando se utiliza uma única modalidade. Tipos de multimodalidade: A) Ferro - aeroviário; B) Ferro - dutoviário; C) Rodo - aéreo; D) Rodo - hidroviário; E) Rodo - dutoviário; F) Hidro - dutoviário G) Hidro - aéreo; H) Aéreo - Dutoviário..\Vídeos para aulas\auto portante - Porto Ponta do Félix\maiornoell20d.av i

23 MULTIMODALIDADE O Brasil está passando por um momento de transição, em função de processos de privatização de ferrovias e portos, execução de obras de infra-estrutura e iniciativa de vários embarcadores e PSL s. Os tipos de produtos predominantemente transportados por mais de 1 modal são commodities, como minério de ferro, grãos e cimento, todos de baixo valor agregado. Para produtos de maior valor agregado, o fluxo de transporte multimodal ainda é inexpressivo no Brasil. Nos EUA, o transporte rodoferroviário cresceu 50% na década de 90.

24 Multimodalidade Rodo-Ferrovi Ferroviáriorio Container on flatcar 1 container sobre um vagão rodoviário, podendo fazer o doublestack para aumentar a produtividade. Trailer on flatcar (piggyback) carreta (semi-reboque) sobre um vagão plataforma, reduz custos com transbordos entre modais. Car less uma carreta é acoplada num vagão ferroviário. Pesquisar no laboratório:rodotrilho da Coca-Cola, Brahma,OPP Trikem,Gessy Lever ou UPS.

25 ..\mapa_multimodal Brasil ANTT.pdf

26 RELAÇÃO MALHA X ÁREA Países Área (Km2) (A) Rede Rodoviária total (Km) (B) Rede Ferroviária (Km) (C) B/A C/A EUA ,673 0,019 França ,728 0,059 Japão ,948 0,054 Índia ,488 0,019 México ,108 0,013 Itália ,975 0,053 Espanha ,471 0,025 Brasil ,176 0,004 Argentina ,074 0,012

27 COMPARAÇÃO ENTRE MODAIS RODOVIÁRIO RIO X FERROVIÁRIO RIO < 0,5 T.0,5-4,5 T4,5-13,5 T13,5-27 T27-40 T> 40 T < 180 Km Km Km RODOVIÁRIO Km Km COMPETIÇÃO FERROVIÁRIO Km < 2400 Km

28 IMPACTOS DA INTERNET SOBRE O TRANSPORTE Pulverização das entregas; Surgimento de portais de Transporte; Rastreabilidade de carregamentos.

29 PULVERIZAÇÕES DAS ENTREGAS Entrega direta pelos Fabricantes pela Internet tornou-se possível para Fabricantes e produtos de alto valor agregado, a comercialização direta para os consumidores, eliminando da cadeia de suprimentos distribuidores e varejistas. Ex: Gateway e Dell que utilizam vendas diretas com Transportadores de alta capilaridade e TI como roteirizadores. Este transporte é marcado por um curto transit time e grande flexibilidade na entrega, geralmente entre 1 e 2 dias.

30 SURGIMENTO DE PORTAIS DE TRANSPOERTE Estão sendo estruturados portais que fazem a intermediação entre Transportadores e Embarcadores. Esse tipo de modelo é caracterizado pela contratação de transporte spot. O portal recebe os dados do embarcador, compara com a oferta de transporte disponível e tenta ao mesmo tempo obter as melhores condições para o embarcador.

31 EXERCÍCO CO NO LABORATÓRIO RIO Pesquise a distância entre: Rio x SP; BH e DF; Fortaleza x Manaus; Curitiba x Salvador; Cuiabá x Florianópolis e João Pessoa x Campo Grande. Calcule o frete de 100 caixas com dimensões 30cm x 30cm x 30cm, cada uma pesando 3kg, valor declarado de R$50,00 cada caixa para cada uma das rotas supracitadas. Defina o custo de transporte de cada caixa, por quilo e por km para cada rota.

32 RASTREABILIDADE DE CARREGAMENTOS Empresas de courier, agências marítimas, transportadores rodoviários, ferroviários e OPL s estão utilizando cada vez mais a Internet para disponibilizar o status dos carregamentos para seus clientes. A FEDEX, que fatura 15 bihões de dólares por ano, desde o início da década de 90 oferece serviço de rastreamento para seus clientes.

33 TRANSPORTE RODOVIÁRIO RIO Principal Responsável pelo Transporte de Cargas no Brasil 13,6% 4,2% 0,4% Rodoviário Ferroviário Aquaviário 20,7% 61,1% Dutoviário Aéreo Matriz de Transporte de Cargas no Brasil Fonte: ANTT(2005)

34 PRINCIPAIS ENTRAVES Falta de Investimentos Investimento em Transportes 3.500, , , , , ,00 500,00 0, Investimento ( Milhões de Reais) Ano CIDE:Não representou aumento significativo dos investimentos

35 PRINCIPAIS ENTRAVES Frota rodoviária com idade média de 17,5 anos Estradas em condições péssimas, ruins ou deficientes em 74,7% dos casos Baixíssima disponibilidade de terminais multimodais Pouco desenvolvimento na logística de transporte..\apresentações humor\rally.pps

36 PRINCIPAIS ENTRAVES Transporte Rodoviário Entraves e Perspectivas Utilização dos Recursos da CIDE Destinação dos Recursos da CIDE 60,0% Percentual 50,0% 40,0% 30,0% 20,0% 10,0% (1) Investimento em Transporte Outras Despesas Não Utilizado 0,0% Ano Fonte: Receita Federal/Câmara dos Deputados (1) Execução até 20/05/2005 Maior parte dos recursos: Outras Despesas ou Não utilizado

37 PRINCIPAIS ENTRAVES Qualidade da Infra-estrutura Estado Geral das Rodovias 23,7% 14,6% 11,6% Ótimo 13,7% Bom Deficiente Ruim 36,4% Péssimo Pesquisa Rodoviária CNT (2004) Fonte Pesquisa Rodoviária (2004)

38 PRINCIPAIS ENTRAVES Transporte Rodoviário Entraves e Perspectivas Qualidade da Infra-estrutura Estado da Pavimentação 13,6% 9,1% Ótimo 36,2% Bom Deficiente Ruim 33,4% 7,7% Péssimo Pesquisa Fonte Fonte Pesquisa Pesquisa Rodoviária Rodoviária Rodoviária CNT (2004) (2004) (2004)

39 PRINCIPAIS ENTRAVES Qualidade da infra-estrutura 56,1% do pavimento em estado crítico ( Km)

40 PRINCIPAIS ENTRAVES Qualidade da Infra-estrutura 11,1% do pavimento com afundamentos, ondulações ou buracos (8.280 Km)

41 PRINCIPAIS ENTRAVES Qualidade da Infra-estrutura Estado da Sinalização 18,3% 23,9% Ótimo Bom Deficiente 18,8% 10,8% Ruim 28,3% Péssimo Pesquisa Rodoviária CNT (2004)

42 PRINCIPAIS ENTRAVES Transporte Rodoviário Entraves e Perspectivas Qualidade da Infra-estrutura 24,6% da extensão das rodovias com placas encobertas por mato ( Km)

43 PRINCIPAIS ENTRAVES Qualidade da Infra-estrutura Estado da Geometria das Vias 32,0% 24,9% 6,9% 12,4% 23,8% Ótimo Bom Deficiente Ruim Péssimo

44 PRINCIPAIS ENTRAVES Transporte Rodoviário Entraves e Perspectivas Qualidade da Infra-estrutura 39,8% sem acostamento ( Km) 90,1% de pistas de rolamento simples ( Km)

45 PRINCIPAIS ENTRAVES EVOLUÇÃO DO ESTADO GERAL DAS RODOVIAS 100,0 11,6 10,0 5,1 2,9 1,7 90,0 18,0 80,0 13,7 16,0 28,4 35,8 70,0 60,0 50,0 36,4 38,4 Ótimo Bom Deficiente 40,0 76,5 Ruim 30,0 23,7 21,5 57,6 66,2 Péssimo 20,0 10,0 14,6 14,1 0,0 0,3 2,2 0,3 3, , Fonte: Pesquisa Rodoviária CNT

46 PRINCIPAIS ENTRAVES Aumento do Roubo de Cargas Roubo de Carga: Total de Ocorrências Anuais Roubo de Carga: Prejuízo em Milhões de R$ Houve um aumento de 110% do número de ocorrências de 1994 para 2000, com prejuízos próximos de R$ 500 milhões

47 PRINCIPAIS ENTRAVES Ineficiência do Governo Postos de Pesagem Fonte: CNT/COPPEAD(2002) Postos paralisados ou inoperantes Postos em operação

48 PRINCIPAIS ENTRAVES Transporte Rodoviário Entraves e Perspectivas Envelhecimento da Frota Idade Média: 17,5 anos Projeção para 2013: 20,9 anos Evolução das Vendas de Caminhões no Mercado Interno Cenário da Evolução da Idade Média da Frota ,9 19,5 17,5 17,7 18,0 18,

49 PRINCIPAIS ENTRAVES Custo operacional Superior ao Frete Cobrado Valor do Frete Rodoviário (R$ / t*km) 200 R$ por 1000 TKU CUSTO = Fonte: CNT/COPPEAD (2002) PREÇO MÉDIO = 45 gap Rota em Quilômetros

50 Transporte Rodoviário Entraves e Perspectivas IMPACTOS NA ECONOMIA E NA SOCIEDADE Mais de 3 acidentes por km 62% dos leitos hospitalares destinados a traumatologia são ocupados por vítimas de acidentes de trânsito pessoas morrem nas estradas por ano Número de Acidentes por Km de Rodovia - Brasil 2,59 3,16 3,37 3, % de Acidentes no Brasil acima dos EUA 144% 195% 222% 226% Acidentes: Feridos: % verba do SUS Perda nas cidades: 3,6 bilhões Perda de produção: 1,5 bilhões

51 IMPACTOS NA ECONOMIA E NA SOCIEDADE Aproveitamento energético 29% inferior ao dos EUA BTU gasto por U$ gerado no PIB Brasil EUA Fonte: CNT/COPPEAD(2002)

52 IMPACTOS NA ECONOMIA E NA SOCIEDADE IMPACTOS Transporte NA Rodoviário ECONOMIA Entraves e Perspectivas E NA SOCIEDADE Consumo de mais de 50% dos derivados de petróleo no país ,2 Percentagem ,7 26,2 17,1 25, ,2 6,4 0 Indústria Transporte Outros setores Uso não energético Fonte: Ministério das Minas e Energia Segmento (1) Graxas, Lubrificantes, Parafinas, Asfaltos, Solventes e Outros (1)

53 Transporte Rodoviário Entraves e Perspectivas IMPACTOS NA ECONOMIA E NA SOCIEDADE Trechos com pavimento destruído provocam queda da velocidade de 31,8 km/h Fonte: Pesquisa de Fluidez - CNT Aumento de custos em transportes 30% Aumento de 38% de custos de manutenção dos veículos Aumento de 58% no consumo de combustível Aumento de até 100% no tempo de viagem

54 IMPACTOS NA ECONOMIA E NA SOCIEDADE Baixa Produtividade da Mão-de-Obra Produtividade da Mão-de-Obra por Setor Varejo de Alimentos Proc. Alimentos Transporte de Cargas Autopeças Construção Civil Montadoras Bancos de Varejo Telecomunicações Transporte Aéreo Siderurgia 14% 18% 22% 22% 35% 36% 40% 45% 47% 68% 100% Benchmark - EUA Fonte: CNT/COPPEAD(2002)

55 ALTERNATIVAS DE SOLUÇÃO Transporte Rodoviário Entraves e Perspectivas Eliminar as externalidades negativas (sinistralidade, falta de fiscalização e controle de cargas) Aumentar a Eficiência da Atuação Governamental Garantir a aplicação dos recursos no setor. - Estimativa: 15 bilhões - CIDE 8,32 bilhões em 2005 Reestruturar o programa de manutenção de rodovias nãoconcessionadas Incentivar a renovação da frota Capacitar e apoiar o empresário

56 CUSTOS ASSOCIADOS A GESTÃO DE FROTA Tipicamente, existem dois tipos de custos envolvidos nesta atividade: custos fixos e custos variáveis. Os custos fixos são todos os custos que ocorrem de maneira independente ao deslocamento dos veículos, e os custos variáveis são aqueles variam com o deslocamento dos veículos. Normalmente os custos variáveis são atribuídos por quilometragens percorridos pelos veículos. As principais variáveis que envolvem os custos de transporte com as frotas são: Depreciação dos veículos; Remuneração do capital investido; Pagamento aos condutores; Seguros de veículos; Taxas de circulação; Custos administrativos; Preços de combustíveis; Estado dos pneus; Lubrificantes; Manutenção; Estado de conservação das vias; Emissões de gases poluentes, e entre outros.

57 CUSTOS ASSOCIADOS A GESTÃO DE FROTA Somente com a quantificação dos custos se pode propor uma política de redução de custos. Normalmente as empresas optam pelas seguintes estratégias de redução de custos: Minimizar o número de veículos utilizados; Reduzir a distância total percorrida; Reduzir os custos administrativos.

58 COMO REDUZIR CUSTOS COM COMBUSTÍVEL? Com um sistema de gestão de frotas é possível saber: A Localização em tempo real das viaturas Os quilômetros efetuados pelas viaturas dentro e fora do horário de serviço, As velocidades médias praticadas pelos diferentes condutores, O combustível gasto por cada viatura, O tempo despendido em cada tarefa, Qual a melhor rota para as visitas diárias etc...

59 COMO REDUZIR CUSTOS COM COMBUSTÍVEL? Todos estes métodos de controle irão assegurar uma redução dos custos no combustível que pode chegar, segundo estudos efetuados por entidades independentes, aos 22%. Como consequência, irá verificar um aumento na produtividade e uma melhoria no serviço prestado pela sua empresa.

60 Cenário do Modal Rodoviário Malha com aproximadamente 1,5 milhões de Km Frota Nacional de Caminhões: 1,2 milhões 63% do transporte de cargas no Brasil é feito por caminhões 416,7 bilhões de toneladas quilômetro / ano 350 mil transportadores autônomos e 12 mil empresas de transportes 50 mil empresas de carga própria O setor responde por 3,4% do PIB Responde por 3,5 milhões de empregos Idade média da frota: 17 anos.

61 TIPOS DE VEÍCULOS - Rodoviário GRANELEIRO Possui carroceria adequada para transporte de granéis sólidos. Descarregam por gravidade, através de portinholas que se abrem

62 TIPOS DE VEÍCULOS - Rodoviário BI TREM GRANELEIRO Possui carroceria dividida em 2 módulos, adequada para transporte de granéis sólidos. Descarregam por gravidade, através de portinholas que se abrem.

63 TIPOS DE VEÍCULOS - Rodoviário RODO TRILHO OU RODO TREM Carroceria que permite usar 2 modais, rodoviário e ferroviário.

64 TIPOS DE VEÍCULOS - Rodoviário UTILITÁRIO Ideal para entregas em locais de difícil acesso e entregas expressas.

65 TIPOS DE VEÍCULOS - Rodoviário TOCO Ideal para transporte de cargas até TRUCK Ideal

66 TIPOS DE VEÍCULOS ESPECIAIS - Rodoviário Transporte de Carga Indivisível conforme Resolução nº 2.264

67 TIPOS DE VEÍCULOS ESPECIAIS - Rodoviário Cavalo Trator conforme Resolução nº 2264/81 Rodotrem conforme Resolução nº 68/98

68 TIPOS DE VEÍCULOS ESPECIAIS - Rodoviário Reboque conforme Resolução nº 12/98 Romeu e Julieta conforme Resolução nº 68/98

69 TIPOS DE VEÍCULOS - Rodoviário Treminhão conforme Resolução nº 68/98

70 TIPOS DE VEÍCULOS - Rodoviário Guindaste conforme Resolução nº 2264 Caminhão Baú Fechado conforme Resolução nº 12/98

71 TIPOS DE VEÍCULOS - Rodoviário Canavieiro conforme Resolução nº 12/98 Caminhão Cegonheiro conforme Resolução nº 75/98

72 TIPOS DE VEÍCULOS - Rodoviário Caminhão aberto no transporte de passageiros n 82/98

73 Maior caminhão do mundo Caterpillar 797B Quem é dona desta incrível marca é a empresa norte-americana Caterpillar que fabricou o maior caminhão do planeta, desbancando o Terex Titan que até então era o dono do título. - Motor: 24 cilindros com potência máxima de cavalos-força - Comprimento: 14,5 metros (Único quesito que perde para o Terex Titan) - Altura: 7,6 vazio - Peso vazio: 600 toneladas - Peso com carga: 945 toneladas - Total de carga suportada: 345 toneladas - Capacidade de combustível: litros

74 Maior caminhão do mundo Caterpillar 797B

75 CONTAINERS Os containers, normalmente, são construídos em aço, alumínio ou fibra. Os containers de 20 pés têm tara kg - Payload kg (máximo) Containers reforçados permitem até kg de carga Comprimento Largura Altura Externas mm x mm x mm Internas mm x mm x mm Porta mm x mm Os containers de 40 pés têm tara kg - Payload kg (máximo) Comprimento Largura Altura Externas mm x mmx mm Internas mm x mm x mm Porta mm x mm

76 TIPOS DE CONTAINERS OPEN SIDE Descrição: similar a um container Dry Cargo, porém possui apenas três paredes, sem uma parede lateral. Indicação: Cargas que apresentam dificuldades para embarque pela porta dos fundos, ou excedam um pouco a largura do container, ou, ainda, para a agilização de sua estufagem. Também são utilizados para transporte de animais vivos.

77 TIPOS DE CONTAINERS STANDARD para Cargas Secas / DRY CARGO Descrição: Totalmente fechado, com portas nos fundos. Indicação: Cargas gerais secas (alimentos, roupas, móveis, etc). Obs. Com adaptações, pode carregar carga a granel (café em grãos, produtos químicos em pó, etc).

78 TIPOS DE CONTAINERS TANQUE / TANK Descrição: Container tanque, dentro de uma armação de tamanho padronizado. Indicação: Cargas líquidas a granel (líquidos, perigosos ou não).

79 TIPOS DE CONTAINERS Granel Seco / Bulk Descrição: similar a um container Dry Cargo, tendo aberturas situadas no teto (escotilhas) para seu carregamento e uma escotilha na parte inferior da parede do fundo para seu descarregamento. Indicação: Cargas sólidas a granel (malte, cevada, etc).

80 TIPOS DE CONTAINERS Refrigerado Insulado / Insulated Container ou Conair ou Port Hole Descrição: similar a um Integrated Container, porém, por não possuir equipamento próprio de refrigeração, tem na parede da frente duas aberturas (válvulas) para encaixe de clip-on (unidade externa de refrigeração). Obs. É oferecido em número bem menor. Apresenta a desvantagem de não ter refrigeração própria e a vantagem de ter maior espaço disponível.

81 TIPOS DE CONTAINERS FLAT RACK Descrição: Container plataforma, sendo uma combinação dos Open Top e Open Side, sem as paredes laterais e sem teto, com cabeceiras fixas ou dobráveis. Indicação: Cargas pesadas e grandes, de formas irregulares, ou que excedam um pouco as dimensões do container (máquinas para agricultura, barcos, tanques, caminhões, bobinas de papel, etc).

82 TIPOS DE CONTAINERS Plataforma / Platform Descrição: Container sem paredes e sem teto, tendo apenas o piso (plataforma de aço). Indicação: Cargas pesadas e grandes, de formas irregulares ou com problemas de acondicionamento (tanques, materiais de construção, toras, tubos, etc).

83 TIPOS DE CONTAINERS HIGH CUBE Descrição: Totalmente fechado, com portas nos fundos. Indicação: Cargas gerais secas (alimentos, roupas, móveis, etc). Obs. Com adaptações, pode carregar carga a granel (café em grãos, produtos químicos em pó, etc).

84 TIPOS DE CONTAINERS OPEN TOP Descrição: similar a um container Dry Cargo, porém não possui teto e é fechado com travessas de sustentação e lonas. Indicação: Cargas que apresentam dificuldades para embarque pela porta dos fundos e necessitam de um acesso especial, ou excedam a altura do container (máquinas indivisíveis e pesadas, folha de vidro, mármore, etc).

85 TIPOS DE CONTAINERS Refrigerado Integrado / Integrated Container Descrição: similar a um container Dry Cargo, porém com chão de alumínio, portas de aço reforçadas, revestimento de aço inoxidável, sendo equipado com motor próprio para refrigeração, ligado a uma tomada para seu funcionamento. Indicação: Cargas perecíveis congeladas ou refrigeradas que necessitam refrigeração durante o transporte (carnes, frutas, sucos, sorvetes, verduras, etc). Obs. É uma das unidades de carga mais caras existentes, pois acondiciona todo um equipamento diesel/elétrico para refrigeração interior, além de ser provida de isolantes térmicos. Apresenta a vantagem de ter refrigeração própria e a desvantagem da perda do espaço ocupado pelo motor.

86 TIPOS DE CONTAINERS Ventilado / Ventilated Descrição: similar a um container Dry Cargo, porém com pequenas aberturas no alto ou na parte inferior das paredes laterais, para permitir a entrada de ar. Indicação: Produtos que necessitam ventilação ou renovação de ar em seu interior (café, cacau, etc).

87 CENÁRIO DO MODAL AQUAVIÁRIO O Transporte aquaviário inclui o transporte fluvial e lacustre (aquaviário interior) e o transporte marítimo de longo curso, que envolve as linhas de navegação ligando o Brasil a outros países mais distantes, e a navegação de cabotagem, que cobre a nossa costa. A navegação de cabotagem, por sua vez, é dividida em pequena cabotagem, cobrindo apenas os portos nacionais, e a grande cabotagem, que corresponde às ligações marítimas com países próximos, como, por exemplo, Uruguai e Argentina. Hoje, grande parte da carga geral, no transporte marítimo de longo curso, é deslocada em contêineres, que são caixas metálicas padronizadas de diversos tipos.

88 CENÁRIO DO MODAL AQUAVIÁRIO Por causa do extenso litoral e a quantidade de rios, o Brasil é um ótimo país para esse tipo de transporte. Transporte fluvial: 350 milhões de toneladas / ano. O alto investimento neste tipo de transporte e o fato de ser lento consistem nos principais entraves para o seu desenvolvimento. Existem 16 portos totalmente equipados no Brasil. Principais canais fluviais: Paraná - Paraguai e Tietê - Paraná.

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91 Tipos de Navios Navio de carga geral pode ser carregado com produtos comestíveis enlatados, transportados geralmente em caixas, na forma paletizada ou não, e podem ser estivados (arrumados), nos porões. Há produtos que não podem ser estivados próximo, como, por exemplo, produtos alimentícios juntamente com produtos químicos. Navio graneleiro - voltado ao transporte de produtos sólidos a granel, como soja, milho, minério de ferro e carvão. Navios petroleiros voltados a uma série de insumos e produtos a granel, como o óleo bruto e a gasolina, álcool, óleo diesel etc.

92 Navios customizados São comuns, no transporte marítimo navios construídos especialmente para deslocar produtos específicos. Por exemplo, bobinas de papel, automóveis etc.

93 Navios para transporte de carros

94 Navios Petroleiros Knock maior do mundo

95 Navios Petroleiros

96 Navio Petroleiro

97 Navios Diques flutuantes - resgate

98 Navio para Submersão

99 Navio Blue marlim da Dockwise Doca seca de 9.000m2

100 Navio de container s

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