Atividades operacionais do prestador de serviço logístico (PSL) uma visão literária a respeito

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Atividades operacionais do prestador de serviço logístico (PSL) uma visão literária a respeito"

Transcrição

1 Atividades operacionais do prestador de serviço logístico (PSL) uma visão literária a respeito Resumo: A evolução dos serviços logísticos terceirizados tem transformado a indústria de PSLs de simples contratados para agentes integradores em cadeias de suprimentos. Com isso, eles ganham destaque e importância no mercado à medida que executam diferentes atividades. Nesta linha, este estudo apresenta, com base na literatura a respeito dos PSLs e cadeias de suprimentos, quais atividades podem compor seu portifólio de serviços, bem como as transformações operacionais e estrutura necessária para sustentar a oferta dos serviços. Palavras chaves: Prestadores de Serviços Logísticos; Cadeia de Suprimentos. 1. Introdução Pode-se chamar de atividades operacionais da logística aquelas que apóiam os processos de compra, manufatura, venda e marketing, e foram sendo terceirizadas ao PSL por não constituírem atividades fim do negócio da empresa, além de contribuírem com outros fatores como redução de custo, investimentos, obter expertise, etc. (FOSTER, 2004; CARBONE et al, 2005; Wilding, 2005; LIEB et al, 2005; LANGLEY et al, 2005). No desenvolvimento dos PSL muitas dessas atividades foram sendo incorporadas a medida que os relacionamentos foram se consolidando. Com isso foi possível estruturar o negócio logístico como parte integral do negócio do cliente (FOGGIN et al, 2004; KNEMEYER et al, 2003; GRIFFIS, et al, 2004) Conforme Novaes (2002) o mesmo ocorreu nas empresas durante um bom período de tempo, em que as atividades logísticas de apoio aconteciam sem que fossem dado a elas a devida importância, por entenderem que estas atividades não agregavam valor ao produto. Isto mudou, e a Logística evoluiu, passando a agregar valor de lugar, de tempo, de qualidade e de informação a cadeia produtiva. Diversos autores (FLEURY, 2004; LANGLEY et al 2005; LIEB; 2005; FIGUEIREDO, 2005; SOARES, 2004) descrevem que uma das conseqüências desta evolução, tem sido o surgimento de vários formatos de atuação. As possibilidades de terceirização das atividades logísticas são inúmeras. Por esta razão, nos países onde as atividades dos PSLs estão mais desenvolvidas, a segmentação do mercado vem aumentando, incluindo desde a simples terceirização de atividades de transporte até a contratação de terceiros para operar todo o processo logístico. Com isso, devido a importância e complexidade das terceirizações logística, vem aumentando a preocupação com um melhor conhecimento das atividades que compõem o Serviço Logístico. Neste sentido, este artigo analisa, através de um estudo teórico a respeito dos prestadores de serviços logísticos (PSLs), as atividades possíveis de ser explorada por esta indústria na cadeia de suprimentos. Por se tratar de uma revisão literária atualizada, o estudo tende a apresentar uma visão do PSL muito mais integrada aos conceitos colaborativos da cadeia de suprimentos. Desta forma, discute-se a estrutura e as atividades nas áreas tradicionais da logística, como armazém e transporte, bem como nas áreas que foram sendo incorporadas por eles nestes últimos anos, como serviço ao cliente, abastecimento, informações e projetos, além de posicionar o papel da TIC (tecnologia da informação e comunicação) nos serviços executados. 1

2 2. Atividades Funcionais da Logística As atividades que compõem os serviços logísticos constituem um campo de pesquisa, tradicionalmente explorado nas técnicas que podem ou não melhorar seu desempenho, ou métodos que se diferenciam ou evoluem pela natureza da operação ou negócio em que a operação esta inserida. O entendimento estabelecido neste trabalho é que esse estudo não pretende explorar as técnicas e métodos, pois estes se apresentam bem definidas na literatura logística, com exemplos de como explorar ou melhorar um processo em certa atividade. Pretende-se formar um conjunto de serviços logísticos (compostos por atividades operacionais) que combinados num negócio ou segmento (industrial, comercial ou serviços) possa caracterizar e fundamentar serviços existentes, possibilitando a execução e integração sob uma mesma gestão. Para isso a abordagem utilizada não pode deixar de esclarecer as atividades e processos que compõem os serviços, baseando-se nas áreas funcionais da logística e nas necessidades das cadeias de suprimentos. 2.1 Armazém As atividades de armazenagem ganham importância ao analisarmos a relevância de seus custos para os PSLs, bem como nas transformações ocorridas nas indústrias e no mercado, com aumento das entregas, pedidos menores e mais freqüentes, e a grande variedade de itens, exigindo novas tecnologias, tanto de movimentação e armazenagem, como para gestão (LACERDA, 2000; LIMA 2001; KOSTER et al 2005; BANZATO, 2005). Para responder a evolução e transformação dos serviços contratados dos PSLs, os armazéns, segundo Lacerda (2000), Correia (2005), e Banzato (2005), devem: - Possuir layout que minimize o movimento interno, ter docas e espaço de pátio. Ter espaço para tarefas de semi-produção, configuração de produtos, customização de embalagens, montagens de kits, fracionamento e rotulagem. - O prédio deve ser projetado de forma modular para permitir expansão. Ter espaço ocioso sem utilização é desperdício. - Muitos armazéns funcionam melhor quando dotados de um conjunto de técnicas e ferramentas tais como: automação completa, semi-automação, baixa automação e operação manual. Esta combinação de metodologias deve estar ligada ás diversas demandas dos itens e operações. - A tecnologia de movimentação de material avançada permitirá flexibilidade no armazém. Sistemas de separação sem papéis serão intensamente utilizados, como radiofreqüência (RF), código de barras, telas de vídeos em consoles, etiquetas de identificações (smart cards), etc. - Os equipamentos de movimentação estarão interligados com comunicação de dados. - Ter mão-de-obra preparada para atuar com essa tecnologia. - Estabelecer enfoque estratégico baseado em: estruturas escalonadas (uma rede de distribuição escalonada típica possui um ou mais armazéns centrais e um conjunto de armazéns ou centros de distribuição avançados próximos das áreas de mercado), e estruturas diretas (são sistemas de distribuição onde produtos são expedidos de um ou mais armazéns centrais diretamente para os clientes). No quadro 1, a seguir, tem-se as principais operações de armazém, seu entendimento, e a citação de alguns autores que reconhecem as atividades como pertinente a armazéns. 2

3 Armazém Considerações Citações na Literatura Cross-Docking Recebimento Estocagem Picking Montagens Teste de produtos Preparação produtos Classificação produtos Embalagens Etiquetagem Carregamento de de Controle de estoque Recondicionamento de produtos A carga chega ao armazém de forma consolidade e é despachada fracionada, sem gerar estocagem, existe apenas uma passagem pelo armazém. O processo exige sincronização nos processos de recebimento e despacho. Todos os produtos que passam pelo armazém passam por um processo de recebimento, que consiste em checar características dos produtos com informações pré-estabelecidas. É o produto retido para posterior expedição. Exige técnica específica para locar os produtos segundo características do próprio produto e do tipo de armazenagem. Consiste na separação dos produtos por pedido. Existem diversas técnicas de picking em função do produto e do tipo de pedido. Consiste na formação final de produtos que são montados quando o pedido é confirmado para despacho Alguns produtos são encaminhados para estocagem e lá são testados segundo critérios estabelecidos pelo fabricante Existem produtos que exigem formatação e embalagem específica antes de ser expedido, ou até mesmo embalagens específicas para despacho. Como exemplo a preparação de revistas que recebem encartes de acordo com a praça para que serão expedidas Os produtos são separados segundo critérios de qualidade ou pedidos especificos. É um serviço opcional que pode ser feito nos armazéns. Recebe-se consolidado o produto e depois embala-se quando da venda (ou do tipo de venda) De acordo com o tipo de venda tem-se etiquetagem personalizada ou específica. Consiste no embarque das mercadorias para o transporte. De acordo com o modal utilizado se caracteriza o carregamento. É parte da gestão de estoque. O sistema de checagem e avaliação da acuracidade é fundamental para os resultados e indicadores de performance de serviço Produtos que retornam e permitem reaproveitamento podem ser trabalhados em armazéns, evitando voltar para fábricas Quadro 1: Atividades funcionais de armazém (elaborado pelos autores) Pires (2004); Frazelle et al (1999); Lai (2004); Stefansson (2005); Vaidyanathan (2005) Frazelle et al (1999); Lieb et al (2005); Hannon (2005) Frazelle et al (1999); Lieb et al (2005); Hannon (2005); Stefansson (2005); Vaidyanathan (2005) Frazelle et al (1999); Lieb et al (2005); Hannon (2005); Stefansson (2005) Lai (2004); Lieb et al (2005); Hannon (2005); Fleury (2004); Stefansson (2005); Hoek (2001); Vaidyanathan (2005) Lieb et al (2005); Hannon (2005); Stefansson (2005); Hoek (2001) Hannon (2005); Stefansson (2005); Hoek (2001') Hannon (2005); Hoek (2001) Frazelle et al (1999); Lieb et al (2005); Hannon (2005); Fleury (2004); Stefansson (2005); Hoek (2001); Vaidyanathan (2005) Frazelle et al (1999); Lai (2004); Hannon (2005); Stefansson (2005); Vaidyanathan (2005) Frazelle et al (1999); Lieb et al (2005); Hannon (2005) Hannon (2005); Fleury (2004); Stefansson (2005) Hannon (2005); Lieb et al (2005); Stefansson (2005) 3

4 Fatores que foram avaliados numa pesquisa da CEL-Coppead (2001) permitem estabelecer uma visão sobre os geradores de atividades nas operações de armazém, segundo sua complexidade (pela demanda, pelos produtos, e pela operação), e segundo decisões (sobre estrutura, equipamentos, funcionários, gestão, e tecnologia). A relação destes fatores define os processos em que as atividades se desenvolvem em um armazém. Assim, as atividades tendem a ser comum aos diferentes tipos de armazém, sendo que os processos se caracterizam em função destes fatores. 2.2 Transporte As empresas buscam na função de transporte uma forma de obter diferencial competitivo. Dentre as iniciativas para aprimorar as atividades de transporte destacam-se os investimentos realizados em TI (tecnologia de informação) que objetivam fornecer as empresas melhor planejamento e controle da operação, assim como a busca por soluções inter-modais que possibilitem uma redução significativa nos custos (NAZÁRIO, 2000). Para Marques (2002) a estrutura de transporte se definiria ao passar por 3 níveis estratégicos de decisão: Definição da Rede Logística, Decisão da utilização de modais e Decisão da propriedade da frota, por 4 níveis táticos como planejamento de transportes, seleção e contratação de transportadoras, gestão de transporte inbound e análise sobre frete retorno, e por 1 nível operacional que seria a programação de transporte. Já para Fleury (2002) administrar o transporte significa tomar decisões sobre um amplo conjunto de aspectos. Estas decisões podem ser classificadas em dois grandes grupos; decisões estratégicas, e decisões operacionais. As decisões estratégicas se caracterizam pelos impactos de longo prazo, e se referem basicamente a aspectos estruturais. As decisões operacionais são geralmente de curto prazo e se referem as tarefas do dia a dia dos responsáveis pelo transporte. São basicamente quatro as principais decisões estratégicas no transporte: escolha dos modais; decisões sobre propriedade da frota; seleção e negociação com transportadores; política de consolidação de cargas. Dentre as principais decisões de curto prazo, podemos destacar: planejamento de embarques; programação de veículos; roteirização; auditoria de fretes; e gerenciamento de avarias. Assim, uma ferramenta como o TMS (Transportation Management System) ajuda a relacionar as funções de transporte com as decisões de transporte: monitoramento e controle, planejamento e execução e apoio a negociação e auditoria de frete (Marques, 2002). Aliado a importância da gestão de transporte, esta o fato de que para uma tendência de processos logísticos cada vez mais integrado, o papel do PSL na escolha dos modais ou até no domínio de diferentes modais torna-se fundamental como diferencial de serviço. Na intenção de buscar melhoria na performance de serviços, principalmente agilizando entregas, muitas empresas tem buscado alternativas incrementando novos sistemas a transporte, como por exemplo o sistema de cargas em carrinhos padrões utilizados para carga e descarga, ou embalagens padrões que tendem a facilitar as operações. No entanto estes sistemas devem ser bem estudados de acordo com a necessidade de cada cadeia e com o envolvimento de seus agentes (JAHRE et al, 2003). Também alternativas que envolvem a manipulação de carga atrelada ao transporte como merge-in-transit é uma opção de busca de resultados e melhoria dos serviços (KARKKAINEN et al, 2003). Outro aspecto que tem transformado os serviços de transporte tem sido a utilização de ferramentas de gestão apoiada em softwares capazes de analisar as redes de distribuição sincronizando e simulando as melhores alternativas, além de conferir agilidade ao sistema. Também os sistemas de localização geográfica apóiam estes serviços (CAPUTO et al, 2003; ESPER et al, 2003; MARQUES, 2002). A escolha do transporte ou dos prestadores de serviços deve levar em consideração o custo do transporte, confiabilidade, flexibilidade e tempo demandado no transporte e 4

5 segurança. Sendo de relativa importância aos agentes da cadeia uma escolha apropriada (VANNIEUWENHUYSE et al, 2003). Neste sentido o papel do PSL torna-se fundamental no apoio ao seu cliente. Uma importante consideração é feita por Lemoine et al (2004) ao colocar que as decisões de transporte são influenciadas pela política de estoque adotada, pela estratégia de marketing e atendimento ao cliente e parcerias adotadas na cadeia. Abaixo o quadro 2 sintetiza as operações de transporte: Transporte Considerações Citações na Literatura Distribuição (outbound) Coleta de produtos (inbound) Gestão de frotas Localização de frota Roteirização Definição de modais Cotações e seleção de frete Serviço de Broker Merge-in-transit Transit-Point 2.3 Serviços de Apoio ao Cliente Agrupa uma série de funções de armazenagem, movimentação, picking e carregamento, até que se tenha a carga a ser entregue. Numa visão de mercado consiste em entregar o produto ao cliente ou ponto-de-venda. Tem como finalidade buscar o produto de distribuição ou fabricação para ser entregue ao cliente de fabricação ou montagem. Administrar os processo que envolvem os diversos tipos de veículos, na intenção de oferecer aos gestores instrumentos de decisão sobre os ativos e sobre a performance destes ativos. Apoiado em sistemas tipo GPS os softwares permitem a empresas acompanharem por onde andam suas cargas. Através da utilização de softwares específicos é possível programar cargas de acordo com o tipo de veículo,ordenar rotas segundo o melhor percurso e segundo as variáveis impostas pelos clientes e pelo trajeto. O estudo dos modais possíveis para utilização é fundamental para os resultados logísticos. É um sistemas de organização de diversos transportadores que permite ao PSL buscar as melhores opções de frete, bem como ter flexibilidade e agilidade no atendimento ao seu cliente Consiste em agenciar transportadores para outras empresas A lógica principal é coordenar o encontro de diversos fornecimentos ou veículos para que compostos num outro veículo possa formar a carga planejada para despacho. Consiste no envio de cargas consolidadas em veículos maiores, que serão repassados em local pré-definido para veículos menores que operam regionalmente, por exemplo. Frazelle et al (1999); Hannon (2005); Vaidyanathan (2005) Hannon (2005); Fleury (2004); Vaidyanathan (2005) Lieb et al (2005); Hannon (2005), Vaidyanathan (2005) Hannon (2005) Hannon (2005) Quadro 2: Atividades funcionais de transporte (elaborado pelos autores) Hannon (2005); Fleury (2004) Lieb et al (2005); Vaidyanathan (2005) Lieb et al (2005); Hannon (2005) Pires (2004); Lieb et al (2005) Pires (2004); Stefansson (2005), Vaidyanathan (2005) Nestes últimos anos o PSLs tem estendido seu portifólio de serviços a atividades mais complexas do que anos atrás, podendo servir muito mais clientes (LIEB, 2005), conforme resume o quadro 3: 5

6 R e la ç ã o c / o c lie n te A te n d im e n to e c o le ta d e p e d id o s P ro c e ssa m e n to p e d id o s d o s C o n s id e ra ç õ e s C o n siste n a re c e p ç ã o d e p e d id o s d o s c lie n te s p e lo P S L A b ra n g e o s d o c u m e n to s n e c e ssá rio s p a ra o re g istro d o p e d id o e su a c irc u la ç ã o n o s d iv e rso s n ív e is d o P S L e d o c lie n te C ita ç õ e s n a L ite ra tu ra L a i ( ); L ie b e t a l ( ); S te fa n so n ( ); V a id y a n a th a n ( ) L a i ( ); L ie b e t a l ( ); V a id y a n a th a n ( ) In f o rm a ç õ e s d e É o c o n ju n to d e in fo rm a ç õ e s e h istó ric o S te fa n sso n ( ); v e n d a re la c io n a d o a v e n d a s d o c lie n te d o P S L V a id y a n a th a n ( ) G e re n c ia m e n to d a s re c la m a ç õ e s, e n v o lv e n d o S te fa n sso n ( ) R e c la m a ç õ e s to d o o p ro c e sso d e re g istro, tra n sm issã o, fo llo w -u p e fe e d b a c k O p e ra ç ã o d e R e c a ll E n v o lv e a re tira d a d e p ro d u to s e su a d e stru iç ã o S te fa n sso n ( ) O p e ra ç ã o d e c a llc e n te r S u p rim e n to s e a b a s te c im e n to G e stã o d e e sto q u e s d o c lie n te C o n tro le d e e sto q u e e in v e n tá rio s A d m in istra ç ã o d e m a n d a d a A d m in istra ç ã o d e p e d id o s n o s f o rn e c e d o re s A d m. a d u a n e ira (e x p o rta ç ã o e im p o rta ç ã o ) B u sc a d e f o rn e c e d o re s O u tro s s e rv iç o s A p o io fisc a l A d m in istra ç ã o c o b ra n ç a s L o g ístic a re v e rsa d e D e se n v o lv im e n to s d e p ro je to s lo g ístic o s S im u la ç õ e s e e stu d o s lo g ístic o s A p o io a o d e se n v o lv im e n to p ro d u to s In f o rm a ç õ e s h istó ric o s S e g u ra n ç a p ro d u to s e a o s d e S e rv iç o s p ó s-v e n d a A p o ia o c lie n te n o a te n d im e n to a o c lie n te fin a l, tra b a lh a n d o se g u n d o a e stra té g ia d e fin id a p e lo c lie n te E n v o lv e a d m in istra ç ã o d o s v o lu m e s d e e sto q u e n e c e ssá rio p a ra v e n d a (o u tb o u n d ) e p a ra a b a ste c im e n to (in b o u n d ) R e fe re -se a o c o n tro le físic o d o e sto q u e, d e fo rm a a m a n te r a a c u ra c id a d e n e c e sá ria p a ra u m a o p e ra ç ã o c o n fiá v e l C o m f o c o n o p o n to -d e -v e n d a o u c o n su m id o r f in a l, é te r m e io s p a ra a d m in istra r a s in fo rm a ç õ e s q u e p e rm ita m m e lh o r e n te n d e r a d e m a n d a e su a a m p lif ic a ç ã o. C o lo c a r e a d m in istra r o p e d id o ju n to a o s fo rn e c e d o re s n a in te n ç ã o d e c o n tro la r o flu x o e o s n ív e is d e e sto q u e n a c a d e ia O f e re c e r to d o s o s se rv iç o s in e re n te a o s p ro c e sso s d e im p o rta ç ã o e e x p o rta ç ã o C o n h e c e n d o o siste m a e o s p ro d u to s u tiliz a d o s p e lo c lie n te, é p o ssív e l a tu a r n o m e rc a d o n a b u sc a d e m e lh o re s o p o rtu n id a d e s A q u e stã o f isc a l e m f u n ç ã o d a s d ife re n ç a s re g io n a is, to rn a -se fu n d a m e n ta l e m to d a s a s a n á lise s q u e e n v o lv a m o v im e ta ç ã o d e m a te ria l e p ro d u to. A p e sa r d e se r u m se rv iç o e sp e c ífic o d a á re a fin a n c e ira, a ju d a o c lie n te d o P S L a e v ita r d e sg a ste n a re la ç ã o c o m e rc ia l O re to rn o d e p ro d u to s se m p re e x istiu.s e ja o p ró p rio p ro d u to p o r ra z õ e s d iv e rsa s, o u su a s e m b a la g e n s. C o n sid e ra n d o o c lie n te d o P S L u m e m p re sa se m a e sp e c ia lid a d e n e c e ssá ria n a á re a lo g ístic a, e sta a tiv id a d e c o m p le m e n ta o s se rv iç o s, q u a n d o n e c e ssá ria. C o m a f a c ilid a d e o fe re c id a s p o r so ftw a re s é p o ssív e l sim u la r situ a ç õ e s q u e a g iliz a m a s d e c isõ e s. O P S L d e v e e sta r e n v o lv id o s n o d e se n v o lv im e n to d e p ro d u to s, n a in te n ç ã o d e c o n trib u ir p a ra a g iliz a r o s p ro c e sso s, e n v o lv e n d o, se m p re q u e p o ssív e l, to d o s o s a g e n te s q u e a tu a m c o m e le n a c a d e ia. T e r u m b a n c o d e d a d o s c o m in f o rm a ç õ e s e h istó ric o s so b re a s o p e ra ç õ e s re a liz a d a s p a ra o c lie n te, p rin c ip a lm e n te n a re la ç ã o c o m o m e rc a d o e fo rn e c e d o re s. O f e re c e r se rv iç o s d e g u a rd a e e sc o lta a p ro d u to s d e risc o G e ra lm e n te já e ra m se rv iç o s te rc e iriz a d o s, q u e n o c a so, a g re g a d o s a o P S L p o d e re d u z ir o f lu x o d e in f o rm a ç õ e s, d e sp a c h o s e re d e sp a c h o s. L a i ( ); V a id y a n a th a n ( ) S te fa n sso n ( ) S te fa n sso n ( ); H o e k ( ); V a id y a n a th a n ( ) S te fa n sso n ( ) L a i ( ); L ie b e t a l ( ); S te fa n sso n ( ) F le u ry ( ) L a i ( ) F le u ry ( ) L a i ( ); S te f a n sso n ( ); H o e k ( ); V a id y a n a th a n ( ) P ire s ( ); L ie b e t a l ( ); F le u ry ( ); S te f a n sso n ( ); V a id y a n a th a n ( ) L a i ( ); L ie b e t a l ( ); F le u ry ( ) H a n n o n ( ) Quadro 3: Atividades de apoio ao cliente (elaborado pelos autores) H a n n o n ( ); H o e k ( ) L a i ( ); S te fa n sso n ( ) S te fa n sso n ( ) L ie b e t a l ( ); H a n n o n ( ); H o e k ( ) 6

7 Ao incorporar diversas atividades durante seu desenvolvimento o PSL tornou-se uma opção para apoiar seu cliente em diversos serviços. Neste processo o PSL evoluiu seu escopo de atividades podendo oferecê-las isoladamente, ou até atuar como agente integrador de uma cadeia de suprimentos, podendo nela exercer diversas funções. Sinkovics et al (2004) considera a flexibilidade operacional uma importante competência que a empresa obtém ao decidir contratar um PSL. A razão esta em poder melhorar os serviços ao cliente sem mudar os processos interno ou investir em recursos desnecessários. Portanto a empresa não precisa desenvolver eficiências logísticas, podendo com isso focar melhor seu próprio negócio. Nesta linha, a empresa precisa ter do outro lado, um PSL com uma gama de atividades que de fato possa servi-lo. Min (2006) sugeriu diversos serviços diferenciados, como administração de recall e serviços avançados por exemplo, como estratégia de sobrevivência para os PSLs. Enquanto que Mentzer (2004) diz que a utilização dos PSLs em prover diferentes serviços pode trazer a empresa vantagens competitivas significantes. Langley et al (2004) aponta que as necessidades dos usuários de PSLs são dinâmicas, e que geralmente eles sentem que os PSLs são estáticos. Para superar isto é sugerido ao PSL poder prover serviços avançados como envolvimento na manufatura, em soluções e otimizações dos processos na cadeia de suprimentos. Também, o autor sugere que o PSL para ter sucesso na relação com seu cliente deve focar os serviços operacionais em: - Diversas aplicações de serviços funcionais para a Cadeia de Suprimentos - Tecnologia Modular e adaptável a cada cliente - Visão de ação em tempo real - Visibilidade completa sobre os processos administrativos da cadeia de suprimentos - Medidas de performance para seu cliente e seu negócio - capacidade de atuar na Web Numa visão de serviço focalizado no cliente, Dicello (2000) sugere três níveis de envolvimento da empresa na cadeia de suprimentos (micro, macro e empreendimento) em que, se adaptado as atividades servidas pelos PSLs, ajuda a entender como poderiam ser compostas as diversas atividades desta indústria: Micro É um nível básico, e representa a maioria das empresas que estão entrando no processo de melhoria da cadeia de suprimentos. Foca a melhoria de funções ligadas a operações como demanda, manufatura, suprimentos, distribuição e transporte. A utilização de softwares tem ajudado estas funções operacionais. Macro Neste nível a intenção é melhorar a performance através da interação de múltiplas funções com os agentes da cadeia de suprimentos. Neste caso busca-se, melhoria no ganho para os parceiros da cadeia, melhor retorno sobre os ativos, reduzir tempo de produção e de desenvolvimento e custo por unidade vendida. Empreendimento Neste nível a intenção é ter todas as cadeias integradas com o negócio de seus parceiros, vendedores e clientes. Compartilhar riscos, resultados e informações. 3. Tecnologia da Informação e Comunicação Fundamentalmente pensar na execução dos serviços logísticos de forma integrada, não se pode deixar de considerar a importância dos meios de comunicação e tecnologia da informação, na evolução dos processos e serviços. A inovação é fundamental para as empresas de logísticas servirem o mercado, uma vez que a tecnologia da informação contribui para eficiência e integração da operação na cadeia de suprimentos (CHAPMAN et al, 2002; PATTERSON et al, 2004; OVALLE et al, 2003), e a estrutura necessária aos PSLs resume-se em equipamentos (hardwares) e aplicativos (Soluções em Software), como transmissão via satélite, pedidos baseados na web, transmissão 7

8 eletrônica de dados, código de barras, sistemas para entrada de pedidos, roteirização, sistemas de inventário e reposição de estoque, etc. As informações capturadas pelo sistema de informação devem satisfazer aos objetivos de monitoração logística e podem ser usadas para: Prever, antecipar e planejar; garantir que as operações podem ser rastreadas no tempo e que produtos podem ser localizados, e controlar e relatar as operações completadas. Conhecimento é um essencial componente no fluxo de material, informação, e serviços para logística. A quantidade de dados e informação disponível para as empresas é imprescindível na economia atual, e as empresas necessitam transformar estas informações e os dados em conhecimento. Então, o estabelecimento de um efetivo processo de administração do conhecimento é essencial no processo de inovação. O conhecimento na logística incorpora dois aspectos: Primeiro, a TICs criam base para divisão de conhecimento com e entre as organizações envolvidas. Segundo, as pessoas também são envolvidas nestas organizações. E, para que efetivamente o conhecimento seja incorporado nas organizações estes dois aspectos precisam estar juntos (CHAPAMAN et al, 2002). Já Baddii et al (2003), aponta que a aplicação de TICs deve ser cercada de cuidados para que não haja fragmentação de dados e informações inconsistentes que pouco pode contribuir para a operação e para o relacionamento entre as partes. Wanke (2004) explora o tema do desenvolvimento da tecnologia e informação no fluxo logístico, das operações de produção até a de distribuição, em que os diferentes programas (chamados de programas de reposta rápida) com fundamentação nos sistemas de cooperação e no compartilhamento das informações entre fabricante-varejista e entre fabricante-fornecedor, contribuem para a administração da demanda, e tomada de decisões mais eficientes. Considerando estar estes processos tecnológicos integrados a administração da cadeia de suprimentos, e o fato do PSLs atuar numa linha de prestação de serviços multifuncionais na cadeia de suprimentos, torna-se, então, indispensável a esta industria dispor destas tecnologias, podendo com isso oferecer a seu contratante a oportunidade de contar com um upgrade nos processos e na tecnologia utilizada (SAUVAGE, 2003). A explosão de tecnologias e softwares utilizados na administração empresarial tem tornado a informação em tempo real uma realidade à logística. Nesta onda, surgiriam sistemas informatizados em armazém e transporte com a visão de servir ao cliente, e não somente ao operador logístico, integrando o fluxo de produtos ao longo da cadeia de suprimentos. Para tanto, é fundamental que o PSL invista em TIC para melhorar os resultados e o serviço prestado a seu cliente (NOVACK et al, 2004; MANSON et al, 2004; MOBERG et al, 2004). Segundo Auramo et al (2005) o desenvolvimento dos últimos 5 anos obtido pelos PSLs, particularmente, no uso da internet tem provido as companhias melhoras significativas na integração entre os parceiros. No entanto, muitos casos têm soluções individualizadas, como por exemplo, a utilização dos portais de venda e compra. A argumentação do autor é que as soluções, em geral, não diferem tecnologicamente, apesar da personalização. Para Jonsson et al (2005), a internet também é uma ferramenta potencial para o desenvolvimento das operações logísticas integradas, com foco no valor percebido pelo cliente e na efetividade que é sua utilização. Tendo em vista a relativa importância da TIC nas operações da cadeia de suprimentos, e por conseqüência nos serviços oferecidos pelos PSLs, abaixo segue, no quadro 4, os aplicativos tecnológicos para apoiar as diversas atividades destes provedores na prestação de serviço a seus clientes, lembrando que todas estes aplicativos devem estar acompanhados da estrutura física necessária (ativos e espaço), bem como os softwares: 8

9 Armazém Transporte Abastecimento Atendimento ao Cliente Informação e Projetos WMS (warehousing TMS (transportation EDI (Eletronic Data Sistemas de Telefonia (Callcenters) ERP (Enterprise Resource Management System) Management System) Interchange) Planning) RFID// EPC (Radio Frequency Identification // Código Gestão de Frete Eletrônico de Produto ECR (Efficient Consumer Via Internet Response) Data Warehousing / Data Mining Reconhecimento de Voz Gestão de Frota VMI (Vendor Managed Processamento de Pedidos Inventory) APS / SAD (Advanced Planning and Scheduling / Sistemas de Apoio a Decisão) Montagem de Kits Roteirizadores CR (Continuous Recall Replenishment) CPFR (collaborative planning, Rastreamento/Monitoramento forecasting, and Sistemas de Qualidade replenishment) Apoio ao Veículo Quadro 4: Soluções de Tecnologia de Informação para PSLs (fonte: autores) ASP (Application Service Provider) BI (Business Intelligence) Simuladores Armazém A estrutura tecnológica em armazém tem por finalidade garantir as operações, sustentar os controles e apoiar questões relacionadas a qualidade, confiabilidade e segurança aos produtos estocados. O WMS tem sido o sistema comumente utilizado pelos armazéns, e a ele se agrega aplicações que complementam ou adequam as particularidades operacionais. Transporte A evolução nos sistemas de roteirização, monitoramento e rastreabilidade do veículo significaram um importante passo no serviço de transporte, dando as empresas a possibilidade de acompanhar e prever as operações dos veículos. A eles, outros sistemas de gestão foram sendo incorporados, melhorando os controles e a gestão da frota, das rotas, das contratações de frete, análise de modais, etc. Serviço/Atendimento ao cliente A melhoria das informações ao cliente e o sistema de captação de pedidos garantem agilidade aos serviços prestados, integrando as solicitações com a geração de dados que apóiam a operação. Aliado a essa agilidade, apoio aos sistemas de qualidade dos clientes, como recall, por exemplo, fortalecem o papel da estrutura de IT no atendimento aos clientes. Suprimento /Abastecimento O avanço na Tecnologia de Informação teve impacto direto nas ações de suprimentos, não só no aspecto da operação e programação como no avanço dos conceitos de relacionamento na cadeia de suprimentos. Surgiram diversos aplicativos atuando na integração de cliente/fornecedor/psl, e estas aplicações exercem papel preponderante nas ações de abastecimento ao cliente, e no abastecimento dos fornecedores. Informação e Projetos A demanda por informações para agilizar as decisões tem sido fundamental para muitos mercados. Portanto, se disponíveis e bem trabalhadas tornam-se importantes ferramentas de gestão. Para sustentar esta estrutura, geralmente o PSL se apóia nos ERPs e a eles muitos aplicativos dão a dimensão desejada para as informações. Também, a demanda por projetos e estudos complexos para captação de negócios, exigem meios de análise mais completos que reflitam ou estejam mais próximos da realidade. Assim, os softwares de simulação tornaram-se indispensáveis para agilidade e confiabilidade nos estudos. 9

10 4. Conclusão As atividades operacionais para o PSL constituem o mais importante instrumento de conquista de cliente ou de proposta de prestação de serviços. Entretanto, os trabalhos literários abordando os conjuntos de atividades oferecidas por esta indústria, ainda não apresentam consenso ou uniformidade, provavelmente pela contemporaneidade das atribuições destes prestadores na cadeia de suprimentos. Apesar disso, já é possível perceber a preocupação dos autores em escrever sobre a amplitude que pode alcançar os serviços logísticos. Como estudo teórico, a contribuição deste trabalho esta no fato de agrupar idéias e conceitos sobre o conjunto de atividades surgidas para os PSLs, geralmente dispersas na literatura. Por outro lado, o estudo pode ser complementado com análises práticas do entendimento dos PSLs sobre as atividades, possibilidades e compatibilidade em exercê-las. Bibliografia AURAMO, JAANA; KAUREMAA, JOUNI & TANSKANEN, KARI. Benefits of IT in Supply Chain Management: an Explorative Study of Progressive Companies. International Journal of Physical Distribution & Logistics Management, 2005, vol. 35 n. 2, pgs BADII, ATTA & SHARIF, AMIR. Information Management and Knowledge Integration for Enterprise Innovation. Logistics Information Management, 2003, vol. 16, n. 2, pg BANZATO, EDUARDO. Tendências para Armazenagem. Artigo obtido em em 03/08/05 CAPUTO, A.C.; PELAGAGGE P.M; SCACCHIA, F. Integrating Transport Systems in Supply Chain Management Software Tools. Industrial Management & Data Systems. 2003, Vo. 103, n. 7, pgs CARBONE, VALENTINA; STONE, MARILYN A. Growth and Relational Straategies Used by the European Logistics Service Providers: Rationale and Outcomes. Transportation Research Part E, 2005, Vol. 41 Pgs CEL-COPPEAD. Pesquisa: Armazenagem em Grandes Empresas Brasileiras. 2001, Obtido em em 30/01/2004 CHAPMAN, R.L., SOOSAY C.; & KANDAMPULLY, J. Innovation in Logistic Services and The New Business Model: a Conceptual Framework. Managing Service Quality, 2002, v. 12, n. 6, pgs CORREIA, GERMANO MANUEL. A Visão Futura do Armazém. Obtido em 03/08/05. DICELLO, ROBER. Is Your Supply Chain Achieving Customer Loyalty? 2000, Obtido em em 29/06/06. ESPER, TERRY L. & WILLIAMS, LISA R. The Value of Collaborative Transportations Management (CTM): Its Relationship to CPFR and Information Technology. Transportation Journal, 2003, v. 42, n. 4, pg. 55 FIGUEIREDO, KLEBER. A Logística e a Fidelização de Clientes. Artigos Cel-Coppead/UFRJ, 2004, Obtido em em 28/06/06 FLEURY, PAULO FERNANDO. A Indústria de Provedores de Serviços Logísticos no Brasil: Analisando Oferta e Demanda de Serviços. Artigos Cel-Coppead/UFRJ, 2004, Obtido em em 09/11/05 FLEURY, PAULO FERNANDO. Gestão Estratégica do Transporte. Artigos Cel-Coppead/UFRJ, 2002, Obtido em em 19/02/04 FOGGIN, JAMES H.; MENTZER, JOHN T.; E MONROE, CAROL L. A Supply Chain diagnostic Tool. International Journal of Physical Distribution & Logistics management, 2004, vol. 34, n. 10, pg

11 FOSTER, THOMAS A. The Trends Changing the Face of Logistics Outsourcing Wotldwide. Global Logistics & Supply Chain Strategies. 2004, Obtido em em 01/04/05. FRAZELLE, EDWARD H. & GOELZER, PAULO G. Distribuição de Classe Mundial. 1999, São Paulo. IMAM GRIFFIS, STANLEY; COOPER, MARTHA C. & GOLDSBY, THOMAS J. Performance Measurement: Measure Selection Based Upon Firm Goals and Information Reporting Needs. Journal of Business Logistics, 2004 HANNON, DAVID. Sipper Lean on 4PLs to Secure Capacity, Gain Agility. 2005, Purchasing, vol. 134, n. 7, pg. 53 HOEK, REMKO I. VAN. The Contribution of Performance Measurement to the Expansion of Third party Logistics Alliances in the Supply Chain. International Journal of Operations & Production Management, 2001, Vol.21, n. 1/2, pgs JAHRE, MARIANNE & CARL JOHAN HATTELAND. Packages and Physical Distribution Implication for Integration and Standardization. International Journal of Physical Distribution & Logistics Management. 2004, V. 34, n. 2, pgs JONSSON, SETH & GUNNARSSON, CLAES. Internet Technology to Achieve Supply Chain Performance. Business Process Management Journal. 2005, Vol. 11, n. 4, pg KARKKAINEN, MIKKO. Increasing Efficiency in the Supply Chain for Short Shelf Life Goods Using RFID Tagging. International Journal of Retail & Distribution Management. 2003, V. 31 n. 10 pgs KNEMEYER, A. MICHEL; CORSI, THOMAS M.; E MURPHY, PAUL R. (2003).Logistics Outsourcing Relationships: Customer Perspectives. Journal of Business Logistics, vol. 24, n. 24, n.1 KOSTER, M.B.M; WARFFEMIUS, P.M.J. American, Asian and Third-Party International Warehouse Operations in Europe. International Journal of Operations & Production Management, 2005,v. 25 n. 8, pgs LACERDA, LEONARDO. Armazenagem Estratégica: Analisando Novos Conceitos. Artigos Cel- Coppead/UFRJ, 2000, obtido em em 30/01/04 LAI, KEE-HUNG. Service Capability and Performance of Logistics Service Providers. Transportation Research Part E, 2004, vol. 40, pgs LANGLEY, C. JOHN JR; & ALLEN, GARY R. Third-Party Logistics Study Results and Findings of the 2004 Ninth Annual Study. 2005, obtido na intenet em 16/08/2005. LEMOINE, OLGA W. & SKJOETT-LARSEN, TAGE. Reconfiguration of Supply Chains and Implications for Transport. International Journal of Physical Distribution & Logistics Management, 2004, vol. 34, n. 10, pgs LIEB, ROBERT C. The 3 PL Industry: Where It s Been, Where It s Going. Supply Chain Management Review, 2005, Sep, 9, 6 pp LIEB, ROBERT & BENTZ BROOKS A. The Use of Third-Party Logistics Services by Large American Manufactures: The 2004 Survey. Transportation Journal, 2005, vol. 44, n. 2 pg. 5 LIMA, MAURICIO PIMENTA. O Custeio do Transporte Rodoviário. Artigos CEL-Coppead/UFRJ, 2001, obtido em em 09/03/04 MARQUES, VITOR. Utilizando o TMS para uma Gestão Eficaz de Transporte. Artigos CEL-Coppead/UFRJ, 2002, Obtido em em 09/03/04 MASON, S.J.; RIBERA, P.M.; FARRIS, J.A.; & KIRK, R.G. (2003). Integrating the Warehouse and Transportation Functions of The Supply Chain. Transportations Research Part E, 39, pgs MIN; HOKEY & JOO, SEONG JONG. Benchmarketing the Operational Efficiency of Third party Logistics Providers Using Data Envolopment Analysis. Supply Chain Management: An International Journal, 2006, v. 11, n. 3 pgs MOBERG, C.R.; WHIPPLE, T.W.; CUTLER, B.D. & SPEH, T.W, Do the management Components of Supply Chain Management Affect Logistics Performance? The International Journal of Logistics Management, 2004, v. 15, n.2 pg

12 NAZÁRIO, PAULO; WANKE, PETER; FLEURY, P.F. O Papel de Transporte na Estratégia Logística. Artigos CEL-Coppead/UFRJ, 2000, obtido em em 30/01/04 NOVACK, R.A. & THOMAS, D.J. The Challenges of Implementing the Perfect Order Concept. Transportation Journal, 2004, v. 43, n. 1, pg. 5 NOVAES, ANTONIO GALVÃO. Logística e Gerenciamento da Cadeia de Distribuição. São Campus Paulo. Editora OVALLE, OSCAR RUBIANO & MÁRQUEZ, ADOLFO CRESPO. The Effectiveness of Using e- collaboration tools in the Supply Chain: na Assessment Study with System Dynamics. Journal of Purchasing & Supply Management, 2003, n. 9, pgs PANAYIDES, PHOTIS M. E SO, MEKO. Logistics Service Provider Client Relationships. Transportation Research Part E, 41, pg PATTERSON, K. A., GRIMM, C.M. & CORSI, T.M. Diffusion of Supply Chain Technologies. Transportation Journal, 2004, v. 42, n. 3, pg. 5 PIRES, SILVIO R.I.; Gestão da Cadeia de Suprimentos Conceitos, Estratégias, Práticas e Casos, Editora Atlas, 2004, edição 1, São Paulo. SAUVAGE, THIERRY. The Relationship Between Technology and Logistics Third-Party Providers. International Journal of Physical Distribution & Logistics Management. 2003, V. 33, n. 3, pgs Sinkovics, Rudolf R. e Roath, Anthony S. (2004) Strategic Orientation, Capabilities, and Performance in Manufactures 3PL Relationships. Journal of Business Logistics, Vol. 25, n. 2, pg. 43 SOARES, MARCELO G. E CUNHA, CLAUDIO BARBIERI. Classificação de Operadores Terceirizados Visando ao Estabelecimento de Parcerias de Negócio no Contexto Logístico Empresarial. 2004, XVIII Congresso de Pesquisa e Ensino em Transporte. ANPET - USP STEFANSSON, GUNNAR. Collaborative Logistics Management and the Role of Third-Party Service Providers. International Journal Of Physical Distribution & Logistics Management. 2005, V. 36, n.2, pgs Vaidyanathan, Ganesh. (2005) A Framework for Evaluating Third Party Logistics. ACM. Vol. 48, n.1 pgs Comunications of the VANNIEUWENHUYSE, B.; GELDERS, L. & PINTELON L. An Online Decission Support System For Transportation Mode Choice. Logistics Information Management, 2003, vol. 16 n. 2, pgs WANKE, PETER. Uma Revisão dos Programas de Resposta Rápida: ECR, CRP, VMI, CPFR, JIT II. Artigos CEL-Coppead/UFRJ, 2004, obtido em em 9/11/05 WANKE, PETER F. & ZINN, WALTER. Strategic Logistics Decision Making. International Journal of Physical Distribution & Logistics Management, 2004, V. 34, n. 6, pgs WILDING, RICHARD E HUMPHRIES, ANDREW S. Understanding Collaborative Supply Chain Relationships through the application of the Williamson Organizational Failure Framework. International Journal of Physical Distribution & Logistics Management. 2006, Vol. 36, n. 4, pg

XIII SIMPEP Bauru, SP, Brasil, 6 a 8 de Novembro de 2006

XIII SIMPEP Bauru, SP, Brasil, 6 a 8 de Novembro de 2006 Proposta de uma estrutura conceitual sobre o papel dos prestadores de serviços logísticos (PSLs) em cadeias de suprimentos colaborativas: um estudo teórico Mauro Vivaldini (UNIMEP) mvivaldini@mbbrasil.com.br

Leia mais

Atividades operacionais do prestador de serviço logístico (PSL) uma visão literária a respeito

Atividades operacionais do prestador de serviço logístico (PSL) uma visão literária a respeito Atividades operacionais do prestador de serviço logístico (PSL) uma visão literária a respeito Mauro Vivaldini (UNIMEP) mvivaldini@mbbrasil.com.br Fernando Bernardi de Souza (UNIMEP) fbsouza@unimep.br

Leia mais

Gestão baseada no prestador de serviços logísticos (PSL): o caso da cadeia de suprimentos do McDonald s

Gestão baseada no prestador de serviços logísticos (PSL): o caso da cadeia de suprimentos do McDonald s Gestão baseada no prestador de serviços logísticos (PSL): o caso da cadeia de suprimentos do McDonald s Mauro Vivaldini (UNIMEP) mvivaldini@mbbrasil.com.br Fernando Bernardi de Souza (UNIMEP) fbsouza@unimep.br

Leia mais

Análise crítica de um dos primeiros casos de quarteirização logística (4PL) no Brasil: o caso CVRD e IPQ

Análise crítica de um dos primeiros casos de quarteirização logística (4PL) no Brasil: o caso CVRD e IPQ Análise crítica de um dos primeiros casos de quarteirização logística (4PL) no Brasil: o caso CVRD e IPQ Mauro Vivaldini (UNIMEP) mvivaldini@mbbrasil.com.br Fernando Bernardi de Souza (UNIMEP) fbsouza@unimep.br

Leia mais

Sistemas de Informações. SCM Supply Chain Management

Sistemas de Informações. SCM Supply Chain Management Sistemas de Informações SCM Supply Chain Management Fontes Bozarth, C.; Handfield, R.B. Introduction to Operations and Supply Chain Management. Prentice Hall. 2nd. Edition Objetivos Fluxos de Informação

Leia mais

Universidade São Judas Tadeu

Universidade São Judas Tadeu Universidade São Judas Tadeu Anna Karoline Diniz Fortaleza Camila Moura Favaro Fernando dos Anjos Reinaldo Francisco Carvalho Tiago Souza Tecnologia da Informação no Transporte São Paulo 2013 1 Tecnologia

Leia mais

Prof. Fernando Augusto Silva Marins www.feg.unesp.br/~fmarins fmarins@feg.unesp.br Este material foi adaptado de apresentação de Marco Aurelio Meda

Prof. Fernando Augusto Silva Marins www.feg.unesp.br/~fmarins fmarins@feg.unesp.br Este material foi adaptado de apresentação de Marco Aurelio Meda Tecnologia da Informação Aplicada à Logística Prof. Fernando Augusto Silva Marins www.feg.unesp.br/~fmarins fmarins@feg.unesp.br Este material foi adaptado de apresentação de Marco Aurelio Meda Como garantir

Leia mais

Mensuração de desempenho logístico e o modelo World Class Logistics Parte 1

Mensuração de desempenho logístico e o modelo World Class Logistics Parte 1 Mensuração de desempenho logístico e o modelo World Class Logistics Parte 1 Maria Fernanda Hijjar Marina Helena Gervásio Kleber Fossatti Figueiredo O desenvolvimento de um bom sistema de monitoramento

Leia mais

Logistica e Distribuição. Conceito. Nomenclatura dos Operadores Logísticos

Logistica e Distribuição. Conceito. Nomenclatura dos Operadores Logísticos A terceirização de serviços logísticos se constitui uma das Logística e Distribuição novas tendências da prática empresarial moderna, principalmente dentro dos conceitos da Gestão da Cadeia de Suprimentos

Leia mais

Agente integrador em cadeias de suprimentos um estudo teórico sobre Prestador de Serviços Logísticos (PSL)

Agente integrador em cadeias de suprimentos um estudo teórico sobre Prestador de Serviços Logísticos (PSL) Agente integrador em cadeias de suprimentos um estudo teórico sobre Prestador de Serviços Logísticos (PSL) Mauro Vivaldini (UNIMEP) mvivaldini@mbbrasil.com.br Sivio R. I. Pires (UNIMEP) sripires@unimep.br

Leia mais

ARMAZENAGEM E T.I. Prof.: Disciplina Integrantes

ARMAZENAGEM E T.I. Prof.: Disciplina Integrantes ARMAZENAGEM E T.I. Pós-Graduação em Gestão Integrada da Logística Turma: GIL131M - 2013 Universidade São Judas Tadeu Prof.: Ms. Maurício Pimentel Disciplina: Tecnologia da Informação Aplicada a Logística

Leia mais

Tecnologia Aplicada à Logística

Tecnologia Aplicada à Logística Tecnologia Aplicada à Logística Movimentação e TI Alunos: Keriton Leandro Fernando TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA LOGÍSTICA Definição de Informação na Logística É um elemento de grande importância nas operações

Leia mais

Sistemas de Informação. Sistemas Integrados de Gestão ERP

Sistemas de Informação. Sistemas Integrados de Gestão ERP Sistemas de Informação Sistemas Integrados de Gestão ERP Exercício 1 Um arame é cortado em duas partes. Com uma das partes é feito um quadrado. Com a outra parte é feito um círculo. Em que ponto deve ser

Leia mais

Programa Copa do Mundo 2014

Programa Copa do Mundo 2014 Programa Copa do Mundo 2014 Programa Copa do Mundo 2014 Gerente do Programa: Mario Queiroz Guimarães Neto Rede do Programa: Rede de Cidades Objetivo do Programa: Organizar com excelência os eventos FIFA

Leia mais

Programa Analítico de Disciplina EPR420 Logística e Cadeia de Suprimentos

Programa Analítico de Disciplina EPR420 Logística e Cadeia de Suprimentos Programa Analítico de Disciplina Departamento de Engenharia de Produção e Mecânica - Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Número de créditos: 4 Teóricas Práticas Total Duração em semanas: 15 Carga

Leia mais

Supply Chain Management. SCM e Ti aplicada à Logística Marco Aurelio Meda

Supply Chain Management. SCM e Ti aplicada à Logística Marco Aurelio Meda Supply Chain Management e TI aplicada à Logística 24 de Junho de 2004 SCM e Ti aplicada à Logística Cenário de Competição... Operações Globalizadas Operações Integradas Introdução LOGÍSTICA Tecnologia

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Suprimentos. WMS Gerenciamento de Armazém

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Suprimentos. WMS Gerenciamento de Armazém Bloco Suprimentos WMS Gerenciamento de Armazém Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo WMS, que se encontra no Bloco Suprimentos. Todas informações aqui disponibilizadas foram

Leia mais

soluções sustentáveis soluções sustentáveis

soluções sustentáveis soluções sustentáveis soluções sustentáveis 1 1 1 2 3 KEYAS S OCIADOS UNIDADES DE NEGÓCIO ALGUNS CLIENTES 2 2 1 2 3 KEYAS S OCIADOS UNIDADES DE NEGÓCIO ALGUNS CLIENTES 3 3 APRES ENTAÇÃO A KEYAS S OCIADOS a tu a d e s d e 1

Leia mais

Logística Empresarial

Logística Empresarial Logística Empresarial Aula 19 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina oferecida pela UNINOVE. O acesso às atividades, conteúdos

Leia mais

ANAIS. Analisando a utilização do mesmo PSL (Provedor de Serviços Logísticos) por empresas concorrentes

ANAIS. Analisando a utilização do mesmo PSL (Provedor de Serviços Logísticos) por empresas concorrentes Analisando a utilização do mesmo PSL (Provedor de Serviços Logísticos) por empresas concorrentes MAURO VIVALDINI ( mvivaldini@vianetbr.com.br, mvivaldini@martin-brower.com.br ) UNIMEP SILVIO R. I. PIRES

Leia mais

Dados x Informações. Os Sistemas de Informação podem ser:

Dados x Informações. Os Sistemas de Informação podem ser: CONCEITOS INICIAIS O tratamento da informação precisa ser visto como um recurso da empresa. Deve ser planejado, administrado e controlado de forma eficaz, desenvolvendo aplicações com base nos processos,

Leia mais

23/08/2013. Tecnologia da Informação. Transportes SEMINÁRIO: MOVIMENTAÇÃO E TI

23/08/2013. Tecnologia da Informação. Transportes SEMINÁRIO: MOVIMENTAÇÃO E TI UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO EM GESTÃO INTEGRADA DA LOGISTICA SEMINÁRIO: MOVIMENTAÇÃO E TI ANNA KAROLINE DINIZ CAMILA MOURA FAVARO FERNANDO DOS ANJOS REINALDO FRANCISCO TIAGO SOUZA

Leia mais

Entrega não assistida: uma contribuição para a logística colaborativa

Entrega não assistida: uma contribuição para a logística colaborativa Entrega não assistida: uma contribuição para a logística colaborativa Mauro Vivaldini (UNIMEP) mvivaldini@mbbrasil.com.br Fernando Bernardi de Souza (UNIMEP) fbsouza@unimep.br Resumo A partir da análise

Leia mais

Armazenamento e TI: sistema de controle e operação

Armazenamento e TI: sistema de controle e operação Armazenamento e TI: sistema de controle e operação Pós-Graduação Latu-Sensu em Gestão Integrada da Logística Disciplina: TI aplicado à Logística Professor: Mauricio Pimentel Alunos: RA Guilherme Fargnolli

Leia mais

Logística e Gestão da Cadeia de Suprimentos

Logística e Gestão da Cadeia de Suprimentos Logística e Gestão da Cadeia de Suprimentos 2 SISTEMA DE INFORMAÇÕES EM LOGÍSTICA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO EM LOGÍSTICA RODA Sociedade de Sobrevivência (troca de mercadorias) Poder: Monopólio de Mercadorias

Leia mais

CAPACIDADE DE INTEGRAÇÃO DE PRESTADORES DE SERVIÇOS LOGÍSTICOS EM CADEIAS DE SUPRIMENTOS

CAPACIDADE DE INTEGRAÇÃO DE PRESTADORES DE SERVIÇOS LOGÍSTICOS EM CADEIAS DE SUPRIMENTOS ! "#$ " %'&)(*&)+,.- /10.2*&4365879&4/1:.+58;.2*=?5.@A2*3B;.- C)D 5.,.5FE)5.G.+ &4- (IHJ&?,.+ /?=)5.KA:.+5MLN&OHJ5F&4E)2*EOHJ&)(IHJ/)G.- D - ;./);.& CAPACIDADE DE INTEGRAÇÃO DE PRESTADORES DE SERVIÇOS

Leia mais

ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO PROBLEMA DE LOCALIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES EM REDES LOGÍSTICAS

ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO PROBLEMA DE LOCALIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES EM REDES LOGÍSTICAS ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO PROBLEMA DE LOCALIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES EM REDES LOGÍSTICAS Data: 10/03/2001 Peter Wanke INTRODUÇÃO Localizar instalações ao longo de uma cadeia de suprimentos consiste numa importante

Leia mais

Panorama e tendências do uso de TIC no mercado de prestação de serviços logísticos no Brasil

Panorama e tendências do uso de TIC no mercado de prestação de serviços logísticos no Brasil Panorama e tendências do uso de TIC no mercado de prestação de serviços logísticos no Brasil M a Maria Mendes Luna (ufsc) monica@deps.ufsc.br Carlos Ernani Fries (UFSC) prof_ernani@yahoo.com.br Resumo

Leia mais

PLANO DE ENSINO 2009

PLANO DE ENSINO 2009 PLANO DE ENSINO 2009 Fundamental I ( ) Fundamental II ( ) Médio ( ) Médio Profissionalizante ( ) Profissionalizante ( ) Graduação (X) Pós-graduação ( ) I. Dados Identificadores Curso Superior de Tecnologia

Leia mais

Sistemas de Informações

Sistemas de Informações Sistemas de Informações Prof. Marco Pozam- mpozam@gmail.com A U L A 0 4 Ementa da disciplina Sistemas de Informações Gerenciais: Conceitos e Operacionalização. Suporte ao processo decisório. ERP Sistemas

Leia mais

onda Logistics powered by Quantum

onda Logistics powered by Quantum onda Logistics powered by Quantum Sonda IT Fundada no Chile em 1974, a Sonda é a maior companhia latino-americana de soluções e serviços de TI. Presente em 10 países, tais como Argentina, Brasil, Chile,

Leia mais

Sistemas de Informações

Sistemas de Informações Sistemas de Informações UMC / EPN Prof. Marco Pozam mpozam@gmail.com A U L A 0 4 Maio / 2013 1 Ementa da Disciplina Sistemas de Informações Gerenciais: Conceitos e Operacionalização. Suporte ao processo

Leia mais

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras. Conceitos avançados da Logística com foco na TI 20/08/2011. O Efeito Chicote - (Bullwhip effect)

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras. Conceitos avançados da Logística com foco na TI 20/08/2011. O Efeito Chicote - (Bullwhip effect) Núcleo de Pós Graduação Pitágoras MBA Logística empresarial e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos Conceitos avançados da Logística com foco na TI Disciplina: Tecnologia da Informação (TI) Aplicada à

Leia mais

CUSTOS LOGÍSTICOS CUSTO PREÇO. Custo: Quanto a organização irá gastar para produzir o produto/serviço

CUSTOS LOGÍSTICOS CUSTO PREÇO. Custo: Quanto a organização irá gastar para produzir o produto/serviço OBSERVAÇÃO IMPORTANTE CUSTOS LOGÍSTICOS Prof., Ph.D. CUSTO PREÇO : Quanto a organização irá gastar para produzir o produto/serviço Preço: Decisão de negócio - Quanto a empresa cobrará pelo serviço SÍNTESE

Leia mais

A melhoria do serviço logístico por meio da tecnologia empregada na gestão de frota

A melhoria do serviço logístico por meio da tecnologia empregada na gestão de frota A melhoria do serviço logístico por meio da tecnologia empregada na gestão de frota Mauro Vivaldini (UNIMEP) mvivaldini@vianetbr.com.br Fernando Bernardi de Souza (UNESP) fbernardi@feb.unesp.br Sivio R.

Leia mais

Aula 5 Supply Chain Management (SCM) Gestão da cadeia de suprimentos Prof: Cleber A. de Oliveira

Aula 5 Supply Chain Management (SCM) Gestão da cadeia de suprimentos Prof: Cleber A. de Oliveira 1. Introdução Aula 5 Supply Chain Management (SCM) Gestão da cadeia de suprimentos Prof: Cleber A. de Oliveira Gestão de Sistemas de Informação Os estudos realizados nas disciplinas Gestão da Produção

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA CADEIA DE SUPRIMENTOS: ASPECTOS SOCIOTÉCNICOS

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA CADEIA DE SUPRIMENTOS: ASPECTOS SOCIOTÉCNICOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA CADEIA DE SUPRIMENTOS: ASPECTOS SOCIOTÉCNICOS Prof. Marcelo Rodrigues dos Santos UFMG e Fundação Dom Cabral Prof. Stéfano Angioletti UFMG e Fundação Dom Cabral Prof. Marcello

Leia mais

WMS - Warehouse Management System

WMS - Warehouse Management System Sistema de Gestão Empresarial LUSANA SOUZA NATÁLIA BATUTA MARIA DAS GRAÇAS TATIANE ROCHA GTI V Matutino Prof.: Itair Pereira Sumário 1. INTRODUÇÃO... 2 2. WMS... 2 3. SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO... 2 4. POLÍTICA

Leia mais

O PAPEL DOS AGENTES DA CADEIA DE SUPRIMENTOS EM PROJETOS DE IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMAS CPFR: UM ESTUDO DE CASO

O PAPEL DOS AGENTES DA CADEIA DE SUPRIMENTOS EM PROJETOS DE IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMAS CPFR: UM ESTUDO DE CASO ! "#$ " %'&)(*&)+,.- /10.2*&4365879&4/1:.+58;.2*=?5.@A2*3B;.- C)D 5.,.5FE)5.G.+ &4- (IHJ&?,.+ /?=)5.KA:.+5MLN&OHJ5F&4E)2*EOHJ&)(IHJ/)G.- D - ;./);.& O PAPEL DOS AGENTES DA CADEIA DE SUPRIMENTOS EM

Leia mais

TERCEIRIZAÇÃO DE SERVIÇOS LOGÍSTICOS O OUTSOURSING ESTRATÉGICO DE OPERAÇÕES LOGÍSTICAS

TERCEIRIZAÇÃO DE SERVIÇOS LOGÍSTICOS O OUTSOURSING ESTRATÉGICO DE OPERAÇÕES LOGÍSTICAS 1 TERCEIRIZAÇÃO DE SERVIÇOS LOGÍSTICOS O OUTSOURSING ESTRATÉGICO DE OPERAÇÕES LOGÍSTICAS Prof. Marco Antonio Paletta Curso Superior de Tecnologia em Logística Centro Universitário Padre Anchieta Faculdade

Leia mais

Solução Logística de Transportes

<Insert Picture Here> Solução Logística de Transportes Solução Logística de Transportes Reynaldo Braga Senior Sales Manager Importância Estratégica Gestão de Transportes Custos de transporte são o elemento de maior representatividade

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão da Produção Integrada e Logística

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão da Produção Integrada e Logística Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão da Produção Integrada e Logística Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Gestão da Produção e Logística tem por objetivo fornecer

Leia mais

SISTEMA DE INFORMAÇÕES EM LOGÍSTICA

SISTEMA DE INFORMAÇÕES EM LOGÍSTICA 1 SISTEMA DE INFORMAÇÕES EM LOGÍSTICA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO EM LOGÍSTICA Tem PODER quem toma DECISÃO Toma DECISÃO correta quem possui CONHECIMENTO Possui CONHECIMENTO quem tem INFORMAÇÃO (Sem INFORMAÇÃO

Leia mais

SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE ARMAZÉM. O WMS Ampliado

SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE ARMAZÉM. O WMS Ampliado O WMS Ampliado O propósito deste artigo é analisar soluções em Tecnologia da Informação que têm propósito de ampliar o alcance e potencializar os resultados de Sistemas de Gerenciamento de Armazém. Iuri

Leia mais

ANAIS. Uma proposta de modelo de gestão de fretes por meio de um 4PL

ANAIS. Uma proposta de modelo de gestão de fretes por meio de um 4PL Uma proposta de modelo de gestão de fretes por meio de um 4PL MAURO VIVALDINI ( mavivald@unimep.br, mvivaldini@vianetbr.com.br ) UNIMEP SILVIO R. I. PIRES ( sripires@unimep.br ) UNIMEP Resumo: Dentre as

Leia mais

Tecnologia da informação

Tecnologia da informação Tecnologia da informação Jonathan Lucas Schwambach Fernandes (FAHOR) jf000554@fahor.com.br Guilherme Ferrari (FAHOR) gf000596@fahor.com.br Fabrício Desbessel (FAHOR) fabricio@fahor.com.br Resumo O estudo

Leia mais

MBA em Gestão Logística

MBA em Gestão Logística Pág. 1/5 MBA em Gestão Logística Carga Horária: 360 horas/ aulas presenciais + monografia orientada. Aulas: sábados das 8h30 às 18h, com intervalo para almoço. Valor: 16 parcelas de R$ 380,00* * Valor

Leia mais

LOGÍSTICA EMPRESARIAL. Rodolfo Cola Santolin 2009

LOGÍSTICA EMPRESARIAL. Rodolfo Cola Santolin 2009 LOGÍSTICA EMPRESARIAL Rodolfo Cola Santolin 2009 Conteúdo Cadeia de suprimentos Custos Logísticos Administração de Compras e Suprimentos Logística Reversa CADEIA DE SUPRIMENTOS Logística Logística Fornecedor

Leia mais

APLICATIVOS CORPORATIVOS

APLICATIVOS CORPORATIVOS Sistema de Informação e Tecnologia FEQ 0411 Prof Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br Capítulo 3 APLICATIVOS CORPORATIVOS PRADO, Edmir P.V.; SOUZA, Cesar A. de. (org). Fundamentos de Sistemas

Leia mais

AUTOMAÇÃO LOGÍSTICA AULA 05 FILIPE S. MARTINS

AUTOMAÇÃO LOGÍSTICA AULA 05 FILIPE S. MARTINS AUTOMAÇÃO LOGÍSTICA AULA 05 FILIPE S. MARTINS AUTOMAÇÃO LOGÍSTICA ROTEIRO TMS GESTÃO DE TRANSPORTES PRA QUE SERVE? NÍVEIS DE DECISÃO QUAL A UTILIDADE? BENEFÍCIOS MODELOS EXERCÍCIO GESTÃO DE TRANSPORTE

Leia mais

Tecnologia da Informação em Aplicações Logísticas. Professor: Msc. Marco Aurélio C. da Silva

Tecnologia da Informação em Aplicações Logísticas. Professor: Msc. Marco Aurélio C. da Silva Tecnologia da Informação em Aplicações Logísticas Professor: Msc. Marco Aurélio C. da Silva Importância da TI na Logística A TI foi um fator preponderante para o desenvolvimento da Logística nos últimos

Leia mais

Universidade Cruzeiro do Sul. Campus Virtual Unidade I: Unidade: Processos Mercadológicos

Universidade Cruzeiro do Sul. Campus Virtual Unidade I: Unidade: Processos Mercadológicos Universidade Cruzeiro do Sul Campus Virtual Unidade I: Unidade: Processos Mercadológicos 2010 0 O Processo pode ser entendido como a sequência de atividades que começa na percepção das necessidades explícitas

Leia mais

Logistica e Distribuição

Logistica e Distribuição Mas quais são as atividades da Logística? Ballou, 1993 Logística e Distribuição Armazenagem e Movimentação Primárias Apoio 1 2 A armazenagem corresponde a atividades de estocagem ordenada e a distribuição

Leia mais

Universidade São Judas Tadeu Pós Graduação Latu Senso Gestão Integrada da Logística

Universidade São Judas Tadeu Pós Graduação Latu Senso Gestão Integrada da Logística Universidade São Judas Tadeu Pós Graduação Latu Senso Gestão Integrada da Logística Adriana dos Santos Gomes Estela Paulino da Silva Luiz Cássio Jorquera Wesley Felipe de Oliveira ARMAZENAGEM E TI São

Leia mais

Avaliação de Prestadores de Serviços Logísticos como Agente Integrador em Cadeias de Suprimentos

Avaliação de Prestadores de Serviços Logísticos como Agente Integrador em Cadeias de Suprimentos Avaliação de Prestadores de Serviços Logísticos como Agente Integrador em Cadeias de Suprimentos Mauro Vivaldini (UNIMEP) mvivaldini@mbbrasil.com.br Sivio R. I. Pires (UNIMEP) sripires@unimep.br Fernando

Leia mais

Utilizando a Internet como apoio ao CPFR (Collaborative Planning, Forecasting, and Replenishment)

Utilizando a Internet como apoio ao CPFR (Collaborative Planning, Forecasting, and Replenishment) Utilizando a Internet como apoio ao CPFR (Collaborative Planning, Forecasting, and Replenishment) Mauro Vivaldini (UNIMEP) mvivaldini@mbbrasil.com.br Fernando Bernardi de Souza (UNESP) fbernardi@feb.unesp.br

Leia mais

A Tecnologia de Informação na Gestão de Armazenagem

A Tecnologia de Informação na Gestão de Armazenagem A Tecnologia de Informação na Gestão de Armazenagem Nádia Veríssimo (EESC-USP) nadiaverissimo@hotmail.com Prof. Dr. Marcel Andreotti Musetti (EESC-USP) musetti@prod.eesc.sc.usp.br Resumo Este trabalho

Leia mais

22/02/2009 LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO POR QUE A LOGÍSTICA ESTÁ EM MODA POSIÇÃO DE MERCADO DA LOGÍSTICA

22/02/2009 LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO POR QUE A LOGÍSTICA ESTÁ EM MODA POSIÇÃO DE MERCADO DA LOGÍSTICA LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO A melhor formação cientifica, prática e metodológica. 1 POSIÇÃO DE MERCADO DA LOGÍSTICA Marketing Vendas Logística ANTES: foco no produto - quantidade de produtos sem qualidade

Leia mais

Transportes Diamante. Resumo. Uma nova forma de pensar e agir

Transportes Diamante. Resumo. Uma nova forma de pensar e agir Transportes Diamante Uma nova forma de pensar e agir por Wagner Rodrigo Weber e Jacir Adolfo Erthal Wagner Rodrigo Weber Mestre em Organizações e Desenvolvimento pela UNIFAE - Centro Universitário; Administrador,

Leia mais

Desafios para implementação de iniciativas de colaboração no processo de planejamento da demanda

Desafios para implementação de iniciativas de colaboração no processo de planejamento da demanda Desafios para implementação de iniciativas de colaboração no processo de planejamento da demanda Parte II Leonardo Julianeli Na primeira parte deste texto*, foram apresentados os principais motivadores

Leia mais

SUPPLY CHAIN MANAGEMENT: UMA INTRODUÇÃO À UM MODELO DE GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS PARA OBTENÇÃO DE DIFERENCIAL COMPETITIVO

SUPPLY CHAIN MANAGEMENT: UMA INTRODUÇÃO À UM MODELO DE GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS PARA OBTENÇÃO DE DIFERENCIAL COMPETITIVO SUPPLY CHAIN MANAGEMENT: UMA INTRODUÇÃO À UM MODELO DE GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS PARA OBTENÇÃO DE DIFERENCIAL COMPETITIVO BURGO, Rodrigo Navarro Sanches, RIBEIRO, Talita Cristina dos Santos, RODRIGUES,

Leia mais

Estratégia de terceirização de serviços de transporte

Estratégia de terceirização de serviços de transporte Estratégia de terceirização de serviços de transporte Parte 1 Fábio Abrahão e Newton Soares Introdução Este artigo está dividido em duas partes. A primeira trata dos conceitos envolvidos na definição da

Leia mais

2. Logística. 2.1 Definição de Logística

2. Logística. 2.1 Definição de Logística 2. Logística 2.1 Definição de Logística Por muito tempo a Logística foi tratada de forma desagregada. Cada uma das funções logísticas era tratada independentemente e como áreas de apoio ao negócio. Segundo

Leia mais

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Gerenciamento Logístico Gerenciamento Logístico A missão do gerenciamento logístico é planejar

Leia mais

3. Warehouse Management System (WMS)

3. Warehouse Management System (WMS) 3. Warehouse Management System (WMS) A necessidade de aprimorar as operações logísticas fez com que a empresa selecionada para o estudo de caso adotasse em seu Centro de Distribuição um sistema gerenciador

Leia mais

Unidade III LOGÍSTICA INTEGRADA. Profa. Marinalva R. Barboza

Unidade III LOGÍSTICA INTEGRADA. Profa. Marinalva R. Barboza Unidade III LOGÍSTICA INTEGRADA Profa. Marinalva R. Barboza Distribuição física e armazenagem Objetivo: Atender o cliente, dispondo do produto no lugar certo, no tempo certo e na quantidade desejada. Esta

Leia mais

Case Baterias Moura. Liderança em Baterias. Previsão da demanda. Programação de produção. Insumos. MRP - Moura. Produtos em Processo.

Case Baterias Moura. Liderança em Baterias. Previsão da demanda. Programação de produção. Insumos. MRP - Moura. Produtos em Processo. Case Baterias Moura Liderança em Baterias Centro de Distribuição Planta de Reciclagem Planta de Baterias Porto Rico - USA Buenos Aires - Argentina Previsão da demanda Programação de produção VENDA DOS

Leia mais

COMO O PROVEDOR LOGÍSTICO PODE AGREGAR VALOR PARA INDÚSTRIA. Miquele Lioi - DHL

COMO O PROVEDOR LOGÍSTICO PODE AGREGAR VALOR PARA INDÚSTRIA. Miquele Lioi - DHL COMO O PROVEDOR LOGÍSTICO PODE AGREGAR VALOR PARA INDÚSTRIA Miquele Lioi - DHL 19/08/2015 Empresa global com portfolio único No. 1 in international express delivery Europe s largest postal service Leader

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM

DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM WMS WAREHOUSE MANAGEMENT SYSTEM SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE ARMAZÉM/DEP M/DEPÓSITO WMS Software de gerenciamento de depósito que auxilia as empresas na busca de melhorias nos

Leia mais

Logística Integrada. Prof. Fernando Augusto Silva Marins. fmarins@feg.unesp.br. www.feg.unesp.br/~fmarins

Logística Integrada. Prof. Fernando Augusto Silva Marins. fmarins@feg.unesp.br. www.feg.unesp.br/~fmarins Logística Integrada Prof. Fernando Augusto Silva Marins fmarins@feg.unesp.br www.feg.unesp.br/~fmarins 1 Sumário Cenário Fatores para o Desenvolvimento da Logística Bases da Logística Integrada Conceitos

Leia mais

Controle e visibilidade: Internet das Coisas Roberto Matsubayashi*

Controle e visibilidade: Internet das Coisas Roberto Matsubayashi* Controle e visibilidade: Internet das Coisas Roberto Matsubayashi* Existem diversas atividades fundamentais desempenhadas pelas empresas no cumprimento de sua missão, sempre com o objetivo de agregar de

Leia mais

SCM Supply Chain Management Desafio na Integração de clientes e fornecedores

SCM Supply Chain Management Desafio na Integração de clientes e fornecedores SCM Supply Chain Management Desafio na Integração de clientes e fornecedores OBJETIVOS Principais desafios de Supply Chain enfrentados pelas indústrias Premissas para criação de valor na comunicação interempresas

Leia mais

Softwares de Cadeia de Suprimentos Capítulo 6. André Jun Nishizawa

Softwares de Cadeia de Suprimentos Capítulo 6. André Jun Nishizawa Softwares de Cadeia de Suprimentos Capítulo 6 Introdução Há 50 anos, as cadeias eram gerenciadas por lápis, papel e calculadora. Hoje existem softwares. Esta parte da aula fará um tour pelos tipos de softwares

Leia mais

A IMPLEMENTAÇÃO DO MODELO FOURTH PARTY LOGISTICS - 4PL NA OPERAÇÃO LOGÍSTICA DE MANUFATURA

A IMPLEMENTAÇÃO DO MODELO FOURTH PARTY LOGISTICS - 4PL NA OPERAÇÃO LOGÍSTICA DE MANUFATURA ISSN 1984-9354 A IMPLEMENTAÇÃO DO MODELO FOURTH PARTY LOGISTICS - 4PL NA OPERAÇÃO LOGÍSTICA DE MANUFATURA Rafael Mozart da Silva (UNISINOS) Eliana Terezinha Pereira Senna (UNIVATES) Resumo A presente pesquisa

Leia mais

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010 Enterprise Resource Planning - ERP Objetivo da Aula Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 2 1 Sumário Informação & TI Sistemas Legados ERP Classificação Módulos Medidas

Leia mais

Politicas de Armazenagem Formador: João Matias TL02. Trabalho Realizado Por: Helena Pereira - Dora Costa - Armando Gonçalves Paulo Caiola

Politicas de Armazenagem Formador: João Matias TL02. Trabalho Realizado Por: Helena Pereira - Dora Costa - Armando Gonçalves Paulo Caiola Politicas de Armazenagem Formador: João Matias TL02 Trabalho Realizado Por: Helena Pereira - Dora Costa - Armando Gonçalves Paulo Caiola Introdução A informação sempre foi importante, essencial mesmo,

Leia mais

Integrador Logístico Convergências e Divergências

Integrador Logístico Convergências e Divergências XII SIMPEP - Bauru, SP, Brasil, 07 a 09 de novembro de 2005. Integrador Logístico Convergências e Divergências Mauro Vivaldini (UNIMEP) mvivaldini@mbbrasil.com.br Resumo A evolução nos serviços de Operações

Leia mais

Aula 2º bim. GEBD dia16/10

Aula 2º bim. GEBD dia16/10 Aula 2º bim. GEBD dia16/10 Compras e Manufatura (produção) O ciclo de compras liga uma organização a seus fornecedores. O ciclo de manufatura envolve a logística de apoio à produção. O ciclo de atendimento

Leia mais

Logística Reversa de Materiais

Logística Reversa de Materiais Logística Reversa de Materiais Aplicação de ferramentas de gestão e operação da Cadeia de Abastecimento na Logística Reversa Apresentador: João Paulo Lopez Outubro / 2.008 Objetivos: Conceituar Logística

Leia mais

Tecnologia no processo decisório

Tecnologia no processo decisório Universidade do Contestado Campus Concórdia Curso de Sistemas de Informação Prof.: Maico Petry Tecnologia no processo decisório DISCIPLINA: Sistemas de Apoio a Decisão SIG - Funcionamento ERP GOV BI MERC

Leia mais

IN S A In s titu t N a tio n a l

IN S A In s titu t N a tio n a l IN S A : U m a re d e d e 5 e s c o la s s u p e rio re s d e e n g e n h a ria O INS A de Rennes existe desde 1966 R ouen O INS A de Rouen existe desde 1985 O INS A de S trasbourg existe desde 2003 R

Leia mais

LOGÍSTICA DE OPERAÇÕES INTERNACIONAIS II. Prof. Alessandro Camargo

LOGÍSTICA DE OPERAÇÕES INTERNACIONAIS II. Prof. Alessandro Camargo LOGÍSTICA DE OPERAÇÕES INTERNACIONAIS II Prof. Alessandro Camargo Logística Internacional As principais características das operações logísticas são: - Complexidade: que podem ser desde o produto até a

Leia mais

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE OPERADOR LOGÍSTICO COMO GESTOR COLABORATIVO NA IMPULSÃO DA COMPETITIVIDADE NAS ORGANIZAÇÕES Por: Alexandre Sergio de Oliveira

Leia mais

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA:

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA: Prof. Jean Cavaleiro Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA: PRODUÇÃO E COMÉRCIO Introdução Entender a integração logística. A relação produção e demanda. Distribuição e demanda. Desenvolver visão sistêmica para

Leia mais

Unidade II LOGÍSTICA INTEGRADA. Profa. Marinalva R. Barboza

Unidade II LOGÍSTICA INTEGRADA. Profa. Marinalva R. Barboza Unidade II LOGÍSTICA INTEGRADA Profa. Marinalva R. Barboza A logística integrada A expressão logística integrada surgiu nos EUA em um trabalho de três autores (Lambert, Stock e Ellram) Se destacou pela

Leia mais

WMS. Agenda. Warehouse Management Systems (WMS) Warehouse Management Systems Sistema de Gerenciamento de Armazéns

WMS. Agenda. Warehouse Management Systems (WMS) Warehouse Management Systems Sistema de Gerenciamento de Armazéns WMS Warehouse Management Systems Sistema de Gerenciamento de Armazéns Breno Amorim brenoamorim@hotmail.com Informática Aplicada a Logística Profº Breno Amorimsexta-feira, 11 de setembro de 2009 Agenda

Leia mais

Sistemas de Informação Empresarial. Gerencial

Sistemas de Informação Empresarial. Gerencial Sistemas de Informação Empresarial SIG Sistemas de Informação Gerencial Visão Integrada do Papel dos SI s na Empresa [ Problema Organizacional ] [ Nível Organizacional ] Estratégico SAD Gerência sênior

Leia mais

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações II

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações II Curso de Graduação em Administração Administração da Produção e Operações II 19º Encontro - 09/10/2011 18:50 às 20:30h COMO SERÁ NOSSO ENCONTRO HOJE? - ABERTURA - TECNOLOGIA DE PROCESSAMENTO DE INFORMAÇÃO

Leia mais

Armazenagem & Automação de Instalações. Prof. Fernando Augusto Silva Marins fmarins@feg.unesp.br www.feg.unesp.br/~fmarins

Armazenagem & Automação de Instalações. Prof. Fernando Augusto Silva Marins fmarins@feg.unesp.br www.feg.unesp.br/~fmarins Armazenagem & Automação de Instalações Prof. Fernando Augusto Silva Marins fmarins@feg.unesp.br www.feg.unesp.br/~fmarins 1 Sumário - Armazenagem Estratégica - Automação na Armazenagem 2 Armazenagem -

Leia mais

INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE: ESTUDO DE CASOS COM OPERADORES LOGÍSTICOS

INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE: ESTUDO DE CASOS COM OPERADORES LOGÍSTICOS INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE: ESTUDO DE CASOS COM OPERADORES LOGÍSTICOS Projeto de Pesquisa Período: Agosto de 2010 a Julho de 2011 PIBIC Programa Institucional de Iniciação Científica Aluno: Aline Loureiro

Leia mais

TMS e Roteirizadores. Breno Amorim brenoamorim@hotmail.com

TMS e Roteirizadores. Breno Amorim brenoamorim@hotmail.com TMS e Roteirizadores Breno Amorim brenoamorim@hotmail.com Definição TMS (Transportation Management System) é um produto para melhoria da qualidade e produtividade de todo o processo de distribuição. Este

Leia mais

Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo

Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo III.1 GESTÃO DE TRANSPORTES 1.1. O desenvolvimento econômico e o transporte. 1.2. A geografia brasileira, a infraestrutura dos estados, municípios

Leia mais

ETIQUETA INTELIGENTE (RFID) A nova fronteira na cadeia de distribuição. Onde estamos, para onde vamos? Claudio Czapski, ECR Brasil

ETIQUETA INTELIGENTE (RFID) A nova fronteira na cadeia de distribuição. Onde estamos, para onde vamos? Claudio Czapski, ECR Brasil ETIQUETA INTELIGENTE (RFID) A nova fronteira na cadeia de distribuição Onde estamos, para onde vamos? Claudio Czapski, ECR Brasil 1 Plano Estratégico do Comitê -o que? (disseminação do conhecimento) -

Leia mais

MBA Executivo em Logística e Supply Chain Management

MBA Executivo em Logística e Supply Chain Management ISCTE BUSINESS SCHOOL INDEG_GRADUATE CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA Executivo em Logística e Supply Chain Management www.strong.com.br/alphaville - www.strong.com.br/osasco - PABX:

Leia mais

3 O sistema APO Advanced Planner and Optimizer

3 O sistema APO Advanced Planner and Optimizer 3 O sistema APO Advanced Planner and Optimizer Esse capítulo tem por objetivo apresentar os conceitos do sistema APO (Advanced Planner and Optimizer), o sistema APS da empresa alemã SAP. O sistema APO

Leia mais

PLANO DE ENSINO 2009. Médio Profissionalizante ( ) Profissionalizante ( )

PLANO DE ENSINO 2009. Médio Profissionalizante ( ) Profissionalizante ( ) PLANO DE ENSINO 2009 Fundamental I ( ) Fundamental II ( ) Médio ( ) Médio Profissionalizante ( ) Profissionalizante ( ) Graduação ( ) Pós-graduação ( ) I. Dados Identificadores Curso Superior de Tecnologia

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2010. Qualificação: TÉCNICO EM LOGÍSTICA. Professora: FLÁVIA ANDRÉIA CANEDO DE LIMA

Plano de Trabalho Docente 2010. Qualificação: TÉCNICO EM LOGÍSTICA. Professora: FLÁVIA ANDRÉIA CANEDO DE LIMA Plano de Trabalho Docente 2010 ETEC RODRIGUES DE ABREU Ensino Técnico Código: 135 Município: BAURU/SP Eixo Tecnológico: GESTÃO E NEGÓCIOS Habilitação Profissional: TÉCNICO EM LOGÍSTICA Qualificação: TÉCNICO

Leia mais

LOGÍSTICA & BRASIL Artigo

LOGÍSTICA & BRASIL Artigo O artigo aborda relações entre logística, formação profissional e infra-estrutura do país. São debatidas questões sobre a evolução da logística no Brasil, a preparação educacional do profissional de logística

Leia mais

Logística Integrada. Esse termo refere-se ao papel da Logística como elemento de ligação entre todos os processos, desde o Fornecedor até o Cliente.

Logística Integrada. Esse termo refere-se ao papel da Logística como elemento de ligação entre todos os processos, desde o Fornecedor até o Cliente. Logística Integrada Esse termo refere-se ao papel da Logística como elemento de ligação entre todos os processos, desde o Fornecedor até o Cliente. Ballou (1993) Fonte: BALLOU, R. H. Logística Empresarial.

Leia mais

1 Habilitação: Educação Profissional Técnica de Nível Médio em Administração de Logística

1 Habilitação: Educação Profissional Técnica de Nível Médio em Administração de Logística Habilitação, qualificações e especializações: 1 Habilitação: Educação Profissional Técnica de Nível Médio em Administração de Logística Carga-Horária: 960 horas 1.2 Objetivo Geral do Curso O curso de Educação

Leia mais