ORIENTAÇÃO DE IMAGENS CBERS-2B USANDO O MODELO RIGOROSO DE COLINEARIDADE COM DADOS ORBITAIS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ORIENTAÇÃO DE IMAGENS CBERS-2B USANDO O MODELO RIGOROSO DE COLINEARIDADE COM DADOS ORBITAIS"

Transcrição

1 OIENTAÇÃO DE IMAGEN CBE-B UANDO O MODEO IGOOO DE COINEAIDADE COM DADO OBITAI Orenaon of CBE-B mage ung he Collneary rgorou model wh oral daa JOÉ MACATO JUNIO 1 ANTONIO MAIA GACIA TOMMAEI 1, AQUE AE DE OIEIA 1 NICIENE DA GAÇA MEDEIO 3 ANEA JODÃO MACATO 1 1 rograma de ó-graduação em Cêna Carográfa Fauldade de Cêna e Tenologa Deparameno de Carografa UNE Unverdade Eadual aula ua oero monen, 35, redene rudene, 3 Deparameno de Engenhara Cvl UF Unverdade Federal de çoa Av H olf, /n, çoa, MG EUMO Aualmene, o mageameno oral é uma da prnpa éna de olea de nformaçõe geoepaa Emora o ema ora ejam equpado om enore de orenação drea (GN, groópo, enore de erela, denre ouro), nem empre a magen orrgda a parr do dado (efemérde e aude) provenene dee enore apreenam a auráa requerda para era aplaçõe Uma da alernava para oluonar ee prolema é a orenação dea magen onderando a nformaçõe de óra (efemérde e aude) om o uo adonal de pono de apoo O ojevo prnpal dee raalho one em avalar expermenalmene o modelo de olneardade om dado ora no proeo de orenação de magen CBE-B Ee modelo fo mplemenado no programa TM (Trangulação Mulenor), egundo a aordagem de rangulação Bol Cên Geod, e Argo, Cura, v 17, n o 3, p41-416, jul-e, 11

2 4 Orrenação de magen CBE-B uando o modelo rgoroo mulenor Foram realzado expermeno om magen do nível 1 (om apena orreção radoméra) oleada pelo enore CCD e HC No ao eudado verfou-e que a ulzação da nformaçõe de óra pola a orenação de magen CBE-B om um número reduzdo de pono de apoo alavra-have: Modelo Fío; enor de arredura near; Óra; Efemérde; Aude ABTACT Nowaday, oral magng one of he man ehnque for olleng geopaal nformaon Oral magng yem are equpped wh dre orenaon enor However, he mage orreed ung he orenaon daa (ephemer and aude) provded y hee enor are no alway uale for applaon ha requre hgh mer auray An alernave o h prolem he orenaon of hee mage ung oral nformaon (ephemer and aude) wh ground onrol pon The am of h work o expermenally ae he ollneary model wh oral daa n he CBE-B mage orenaon proe The model wa mplemened n he n-houe developed ofware TM (Trangulaon wh Mulple enor), onderng he mulenor rangulaon approah Expermen wh CCD and HC level 1 mage (wh only radomer orreon) were aomplhed The reul howed he mporane of ung oral daa n he orenaon proe, provdng oluon wh few ground onrol pon Keyword: hyal model; uhroom enor; Or; Ephemer; Aude 1 INTODUÇÃO Dede o urgmeno do programa epaa v para fn de enorameno remoo houve um grande deenvolvmeno de nova enologa, que permram a ração de múlplo enore de mageameno om ala reoluçõe epaa, radoméra, epera e empora Aualmene, emora o aéle ejam equpado om enore de orenação drea (GN, groópo, enore de erela, denre ouro), nem empre a magen, orrgda a parr da nformaçõe (efemérde e aude) provenene dee enore, apreenam a auráa requerda por era aplaçõe O Bral e a Chna, em 1988, mplanaram o programa CBE (Chna-Brazl Earh eoure aelle aéle no-bralero de euro Terrere), que e dferena do dema ema por prover a magen grauamene ao uuáro O aéle CBE-1 e pouíam o egune ema mageadore: CCD (Câmara mageadora de ala reolução, om um elemeno de reolução no erreno (GD Ground ample Dane) de mero e reolução emporal de 6 da); IM (Imageador por arredura de Méda eolução om GD de 8 mero e reolução emporal de 6 da) e; WFI (Câmara Imageadora de Amplo Campo de ada om um GD de 6 mero e reolução emporal de 5 da) (INE, 1) Bol Cên Geod, e Argo, Cura, v 17, n o 3, p41-416, jul-e, 11

3 Marao Júnor, J e al O aéle CBE-1, lançado em ouuro de 1999, fo deavado em agoo de 3, enquano que o CBE-, lançado em ouuro de 3, e maneve em operação aé janero de 9 O aéle CBE-B, lançado em eemro de 7 e deavado em arl de 1, apreenava araería aane pareda à do aéle CBE-1 e, porém o IM fo uuído pela HC - Câmara anromáa de Ala eolução, que apreenava um GD de,5 mero e reolução emporal de 13 da (MACHADO E IA, 7) Ouro apeo que o dferenava do CBE- 1 e, fo a nalação de um reepor G de mple frequêna 1 (KUGA e al, 9) e de um enor de erela, om o ojevo de proporonar a efemérde e a aude do enor om maore auráa, quando omparada à do ema do aéle CBE-1 e (INE, 1) No enano, a fala emáa de dado de aude a er forneda pelo enor de erela, em pare do erróro naonal, afeou a qualdade do georreferenameno da magen CBE-B A auêna dee dado pode ear relaonada om a Anomala Magnéa do Alâno ul (ACANJO E FEEIA, 9) A magen CBE, dponlzada no e do INE, reeeram orreção geoméra e radoméra (nível de proeameno) Nee ao a orreção geoméra é aplada a parr do dado ora (efemérde e aude), da nformaçõe ore a monagem do enor no aéle, da geomera de vada do enor e de um modelo repreenavo da uperfíe errere (MACHADO E IA, 7) Como onequêna da qualdade do dado de óra (efemérde proporonada pelo G de mple frequêna; e prnpalmene aude dponlzada pelo ema de Conrole de Óra e Aude) do CBE-B, a qualdade do georreferenameno da magen é axa (IA e al, 9), om erro da ordem de grandeza de ma de um qulômero, na ena analada Ouro apeo aponado por lva e al (9) que afea gnfavamene a qualdade da orreção geoméra da magen CBE-B HC é a geomera nerna do enor HC O enor HC é ompoo por rê marze de deeore, ma a marz enral não eá alnhada om a marze laera (ver maore dealhe na eção 4) A grande maora do nrumeno mageadore em óra ão enore de varredura elerôna (puhroom), omo é o ao amém da âmara CCD e HC do CBE-B A magen oleada por ee enore podem er orenada ndreamene om pono de onrole, em onderar a nformaçõe de óra, uando o MC Modelo de Colneardade om ono, adapado para a geomera puhroom (MEDEIO e TOMMAEI, 6; KIM e DOWMAN, 6; MEDEIO e TOMMAEI, 9) Oura poldade é orenar a magen onderando a nformaçõe de óra, omo apreenado por: adhadev e al (1998) para o enor I-1C/AN; Km e Dowman (6) para o enor KOMAT-1/EOC; Koaman e Gruen (8) para o enor IM/AO e; 43 Bol Cên Geod, e Argo, Cura, v 17, n o 3, p41-416, jul-e, 11

4 44 Orrenação de magen CBE-B uando o modelo rgoroo Weer e al (8) para o enore H/OT 5, IM/AO, AN/ Qukrd Nee onexo, o ojevo prnpal dee raalho é avalar a aplação do modelo MCO (Modelo de Colneardade om ono onderando dado de Óra) na orenação de magen CBE-B do nível 1 (om apena orreção radoméra) uando pono omo onrole de ampo A avalação do reulado odo om o MCO erá realzada por meo da omparação om o MC Am, é poível avalar o efeo da nluão da nformaçõe de óra no proeo de orenação de magen oleada por enore puhroom do aéle CBE-B MODEO IGOOO DE COINEAIDADE O modelo de olneardade é o modelo maemáo ma ulzado em Foogramera e relaona o epaço magem e o epaço ojeo om o uo de endade do po pono O prnípo áo dee modelo eaelee que um pono no epaço ojeo, o eu orrepondene no epaço magem e o Cenro erpevo (C) ão olneare no nane da omada da magem (MIKHAI e al, 1) O modelo de olneardade, memo endo deenvolvdo para magen de quadro (frame), pode er ulzado em qualquer modelo geoméro de mageameno, dede que adapado No MC - Modelo de Colneardade om ono adapado para o enor puhroom - ão norporado polnômo para modelar a geomera de deloameno do enor A egur, por meo da Equação (1), apreena-e o MC (KIM e DOWMAN, 6): x y f y f λ T (1) Na Equação (1),, e repreenam a oordenada da poção do C, referenada ao ema de erreno (epaço ojeo), no nane da omada da lnha da magem que oném o pono om oordenada, e ; x e y ão a oordenada de um pono no ema do enor om orgem no C; f é a dâna foal da âmara; λ é o faor de eala para ada pono e; T é a marz de roação pava ranpoa, defnda pela equêna (κ)(φ)(ω) (MIKHAI e al, 1) Como a dreção do movmeno da plaaforma é ao longo do exo x (ver Fgura 1), o valor dea oordenada é gualado a zero, para repreenar a geomera do enor puhroom A Equação (1) proporona rê equaçõe Dvdndo a dua prmera equaçõe pela erera, elmna-e o faor de eala para ada pono (λ ), reulando na equaçõe de olneardade adapada para o enor puhroom ( Equaçõe () e (3)): Bol Cên Geod, e Argo, Cura, v 17, n o 3, p41-416, jul-e, 11

5 Marao Júnor, J e al x f m m ( ( ) m ) m 1 3 ( ( ) m ) m ( ( ) ) 45 () y m1( ) m( ) m3( ) f (3) m ( ) m ( ) m ( ) 13 3 Fgura 1- Geomera do enor puhroom 33 j p Imagem puhroom y j -f C x j z j (,, O parâmero da plaaforma (arâmero de Orenação Exeror - OE) varam onnuamene e podem er dero por um grupo de polnômo (ADHADEI e al 1998; OUN e NATAAJAN, 1994; OI, 5; KIM e DOWMAN, 6) A egur, apreenam-e o polnômo de egunda ordem (18 parâmero), que derevem a rajeóra e a aude do enor no nervalo de aqução da magem (OUN e NATAAJAN, 1994; KIM e DOWMAN, 6) κ κ a a ϕ ϕ a 5 ω ω a 1 a a 6 (4) Bol Cên Geod, e Argo, Cura, v 17, n o 3, p41-416, jul-e, 11

6 46 Orrenação de magen CBE-B uando o modelo rgoroo Orun e Naarajan (1994) aponam para a exêna de orrelação enre algun do OE Uma pequena varação em ω em o memo efeo que uma pequena mudança em, am omo uma pequena mudança em φ apreena efeo mlar a uma pequena mudança em Como o efeo dee movmeno ão mlare, há uma ala orrelação enre ee parâmero, o que orna a deermnação ndrea nável or ea razão, pode er vanajoo elmnar do onjuno de parâmero ω ou e φ ou Nee endo, Orun e Naarajan (1994) apreenaram o egune modelo de plaaforma, onderando apena 1 OE: κ κ a a a a (5) O MC fo deenvolvdo pela omundade foograméra, e em do adoado em eaçõe de raalho foograméra dga ( ea hoogrammery ue, CI Geoma, denre oura), ma apreenam uma lmação: o ângulo de roação ulzado não ão fío (KIM e DOWMAN, 6) Nee ao, apena do ema de referêna (ema de referêna do epaço magem e ema de referêna do epaço ojeo) ão onderado ara ulzar dado de óra, além dee ema, devem er onderado ouro ema, a omo: o ema de referêna da plaaforma e o ema de referêna da óra Maore dealhe ore o ema de referêna envolvdo na orreção geoméra de magen ora podem er vo em (JOANOIC e al, 1999; MACHADO E IA, 7; MACATO JUNIO, 11) Apreena-e, a egur, o Modelo de Colneardade om ono onderando dado de Óra (MCO) para a geomera puhroom x y f y f λ T O T T [ ] [ ] [ ] O T (6) Na Equação (6), (Equação (7)) repreena a marz de roação do ângulo de oregh (,, ), que ranforma do ema do enor para o ema da plaaforma; (Equação (8)) repreena a marz de roação do ema de O referêna do enor para o ema de referêna oral, dada em função do ângulo de aude oll (), h () e aw() (JOANOIC e al, 1999; KIM e Bol Cên Geod, e Argo, Cura, v 17, n o 3, p41-416, jul-e, 11

7 Marao Júnor, J e al Bol Cên Geod, e Argo, Cura, v 17, n o 3, p41-416, jul-e, DOWMAN, 6) e; T O (Equação (9)) repreena a marz de roação do ema de referêna oral para o ema de referêna errere, dada em função da poção (,, ) e velodade (x, y, z) do aéle, referenado a um ema errere (WG-84 ou ema geodéo areano loal) (JOANOIC e al, 1999) (7) Na Equação (7), e repreenam, repevamene, eno e oeno do ângulo de oregh en en en o o - o en o o en en o o en en - en o - en en o en - o o en en en o o o O (8) T O y x x z z y x z z y y x z y y x x z (9) Na Equação (9): ) ( e ) ( z y x A Equação (1) apreena o modelo de plaaforma ulzado por Km e Dowman (6) a a a a a a a a a (1) Na Equação (1), o parâmero de velodade apreenam orrelação om o parâmero de poção, po a velodade é alulada por meo da dferença de

8 48 Orrenação de magen CBE-B uando o modelo rgoroo poção em um deermnado nervalo de empo orano, nee modelo de plaaforma ão onderado, onforme a Equação (11), 14 OE:,,,,, a 1 a, a 3, a 9, 1, 3 e 9 O ângulo e foram onderado onane para oda a magem, por apreenarem pequena varaçõe no nervalo de olea da magem CBE-B, que poderão er aorvda por ouro parâmero Já para o ângulo de aude aw () onderou-e uma varação (repreenada pelo parâmero a 9, e 9 ), po, no aéle CBE-B é aplado o movmeno em aw (ra movemen) no proeo de olea da magen a a a 1 a 3 9 (11) 3 MÉTODO O ojevo prnpal dee raalho one em avalar expermenalmene o modelo MCO na orenação de magen CBE-B (enore CCD e HC) uando pono omo onrole de ampo, levanado om um reepor GN de dupla frequêna Hpper GGD O reulado odo om o MCO erão omparado om o MC, polando quanfar o efeo da norporação da nformaçõe de óra no proeo de orenação de magen CBE-B O modelo maemáo MCO e MC, dero na eção, foram mplemenado no programa TM (Trangulação Mulenor) (MACATO JUNIO e al, 9; MACATO JUNIO, 11) Ee programa ulza o méodo omnado om njunçõe de peo (MIKHAI e ACKEMAN, 1976) para a emação do parâmero Nee méodo de ajuameno o parâmero reeem njunçõe relava, om peo nveramene proporona à ua varâna O MCO ulza a nformaçõe de óra (efemérde e aude), oda no arquvo de meadado que aompanham a magen, omo njunçõe (relava ou aolua) A Taela 1 apreena o devo-padrão de ada parâmero de orenação exeror, ulzado para aplar a njunçõe ara emar a magnude dee devopadrão, nalmene, o OE foram alulado om o TM, uando o número máxmo de pono de apoo dponível Comparando o valor emado do OE om o valore ajuado a parr do arquvo de meadado (OIEIA e al, 1) alulou-e a drepâna em ada parâmero, permndo, am, emar o devopadrão relaonado a ada parâmero de orenação exeror Bol Cên Geod, e Argo, Cura, v 17, n o 3, p41-416, jul-e, 11

9 Marao Júnor, J e al 49 Taela 1 - Devo-padrão para ada parâmero de orenação exeror arâmero de Orenação Exeror (OE) Devo-padrão, e 1 m roll, ph e yaw 4 a 1, a e a 3,3 (m/nha) 1,, 3,1 (m/nha ) 4 EEIMENTO E EUTADO Foram realzado expermeno om magen oleada pelo enore CCD e HC A Taela apreena a araería éna de amo o enore Taela - Caraería éna do enore HC e CCD HC CCD Dâna foal (mm) Tamanho do deeor (mm),1,1 Número de lnha (pxel) Ângulo de xº -,7717 -,3665 oregh yº -, ,187 zº,874818, Fone: INE (1); Mahado e lva (9) 41 Expermeno 1 - Imagem Coleada pelo enor CCD A magem CBE-B CCD fo oleada no da 8 de novemro de 8 e orreponde à óra 159 e pono 15 (aude nore: ,, ongude oee: ,5 e aude ul: ,7, ongude lee: ,1 ) A Taela 3 apreena a onfguração do expermeno realzado om a magem CBE-B CCD Taela 3 - Confguração do expermeno: enor CCD Expermeno Modelo maemáo ono de apoo (A Dado de Óra A1 MCO 6 A MC 6 N B1 MCO 17 B MC 17 N C1 MCO 7 C MC 7 N D1 MCO 6 D MC 6 N E1 MCO 5 E MC 5 N Bol Cên Geod, e Argo, Cura, v 17, n o 3, p41-416, jul-e, 11

10 41 Orrenação de magen CBE-B uando o modelo rgoroo A onfguração do expermeno perme avalar o efeo da norporação da nformaçõe de óra, à medda que é reduzda a quandade de ono de Apoo (A) ara ano, aa omparar o MCO om o modelo MC (em dado ora) Na Fgura apreena-e a onfguração do pono de apoo e de verfação Fgura Confguração do pono de apoo e de verfação (CCD) A B C D E km ono de Apoo ono de verfação A anále do reulado fo realzada por meo da az quadrada do Erro Médo Quadráo (EMQ) na oordenada e (referenada ao ema de referêna loal) do e pono de verfação (ver Fgura ) A oordenada do pono de verfação foram alulada apó a orenação da magem uando a equação de olneardade nvera Como fo uada apena uma magem, a omponene alméra () do pono de verfação fo onderada onheda A Fgura 3 apreena a EMQ no pono de verfação Bol Cên Geod, e Argo, Cura, v 17, n o 3, p41-416, jul-e, 11

11 Marao Júnor, J e al Fgura 3 - EMQ (m) no pono de verfação: enor CCD 411 MCO MC MCO MC MCO MC MCO MC MCO (6) (6) (17) (17) (7) (7) (6) (6) (5) Ao analar a Fgura 3, noa-e que no expermeno om a quandade máxma de pono de apoo (6 A), amo o modelo proporonaram reulado em orno de m (1 GD) Já no expermeno om 17 A (Expermeno B1 e B) noa-e que há um pequeno aumeno na EMQ No enano, ee valore não ão maore que 5 m (1,5 GD) No Expermeno D (6 A) fa evdene a mporâna de norporar a nformaçõe ora Com e A, o MC (Expermeno D) apreenou a EMQ na omponene próxmo a 5 GD (95 m) Já om o MCO (Expermeno D1) a EMQ na omponene fou em orno de 35 m (1,75 GD) É mporane realar que não é poível er olução om o MC ao onderar apena no A O MC pou 1 OE, porano, neea de pelo meno e A por magem No Expermeno E1 (5 A), om o MCO, overam-e reulado aane próxmo quando omparado ao odo no Expermeno C1 (7 A) e D1 (6 A), o que reala anda ma a mporâna de norporar a nformaçõe de óra na orenação de magen oleada por enore puhroom 4 Expermeno - Imagem Coleada pelo enor HC A magem CBE-B HC fo oleada no da 11 de eemro de 8 e orreponde à óra 159_E e pono 15_ (aude nore: - 7,6, ongude oee: ,44 e aude ul: - 5,8, ongude lee: ,7 ) Na Taela 4 é apreenada a onfguração do expermeno realzado om a magem CBE-B HC E na Fgura 4 apreena-e a onfguração do pono de apoo e verfação Bol Cên Geod, e Argo, Cura, v 17, n o 3, p41-416, jul-e, 11

12 41 Expermeno Orrenação de magen CBE-B uando o modelo rgoroo Taela 4 - Confguração do expermeno: enor HC Modelo ono de maemáo apoo(a) Dado de óra A1 MCO 1 A MC 1 N B1 MCO 1 B MC 1 N C1 MCO 5 C MC 5 N Fgura 4 Confguração do pono de apoo e de verfação (HC) A B C 5 km ono de Apoo ono de verfação ara analar o reulado, a Fgura 5 apreena a EMQ no pono de verfação Ao analar a Fgura 5, noa-e que, à medda que é reduzda a quandade de pono de apoo, há um aumeno na EMQ no pono de verfação erfa-e que no Expermeno A e B não fou evdene a mporâna da nformaçõe de óra Já o Expermeno C mora a mporâna de e norporar a nformaçõe de óra no ajuameno, po om ea quandade de pono por magem não é poível e er uma olução om o MC Bol Cên Geod, e Argo, Cura, v 17, n o 3, p41-416, jul-e, 11

13 Marao Júnor, J e al 413 Fgura 5 - EMQ (m) no pono de verfação: enor HC MCO MC MCO MC MCO (1) (1) (1) (1) (5) erfa-e amém que a EMQ é maor na omponene (om valore maore que 3 GD 7,5 m) No expermeno C (5 A) a EMQ em é de aproxmadamene 3,5 m (13 GD) Ee reulado aponam para a preença de um erro emáo não modelado na geomera nerna do enor HC, que afea a emação da omponene O enor HC é ompoo por rê marze de deeore, de forma que a marze 1 e 3, alnhada enre, dam no endo de voo de 6 mm da marz (MACHADO E IA, 9; EHIANIO, 9) A área de orepoção enre a magen oleada por ada marz de deeore, emora pequena (8,5 pxel) (MACHADO e IA, 9), perme a aplação de éna de orrepondêna enre a área omun e, am, gerar a magem om 146 oluna, dponlzada ao uuáro Io, enreano, aua um erro na geomera nerna da magem, po há uma dferença de aproxmadamene,89 egundo no nane de aqução para lnha orrepondene ara avalar a qualdade do proedmeno de geração da magem omplea (146 oluna), foram realzado proeameno om rê onjuno de dado: (1) roeameno onderando apena o pono de apoo oervado pela marz (oluna 48 à 8164); () roeameno om apena o pono de apoo oervado pela marze 1 e 3 (oluna: à 48; e 8164 à 146) A oervaçõe referene à marze 1 e 3 foram proeada em onjuno, pelo fao de que ea marze de deeore eão alnhada e; (3) roeameno om o pono de apoo oervado em oda a magem A Taela 5 apreena a EMQ no 1 pono de apoo onderando o dferene onjuno de dado Bol Cên Geod, e Argo, Cura, v 17, n o 3, p41-416, jul-e, 11

14 414 Orrenação de magen CBE-B uando o modelo rgoroo Taela 5 - EMQ no pono de apoo onderando dferene onfguraçõe de dado Confguração (1) Confguração () Confguração (3) EMQ (m) EMQ (m) EMQ(m) 1,84,65 3,5 4,68 9,59 3,97 Ao analar a Taela 5, verfa-e que ao onderar o pono de apoo oervado em oda a magem (onfguração 3) há uma endêna na omponene, omo já hava do oervado no pono de verfação (ver Fgura 5) Ea endêna não oorre na onfguraçõe 1 e, o que apona para prolema no proedmeno de fuão da magen oleada pela marze de deeore do enor HC 5 CONCUÕE O ojevo prnpal dee raalho onu em avalar expermenalmene o MCO - Modelo rgoroo de Colneardade om ono, adapado para a geomera puhroom, om dado de Óra O uo do MCO pola avalar a mporâna da nformaçõe de óra no proeo de orenação de magen CBE-B ara avalar o MCO foram ulzado omo referêna o reulado odo om o MC - Modelo de Colneardade om ono, adapado para a geomera do enor puhroom O modelo foram mplemenado no programa TM, egundo a aordagem de rangulação mulenor Foram realzado expermeno om magen oleada pelo enore CCD e HC, emarado no aéle CBE-B A parr do reulado verfou-e a mporâna de ulzar a nformaçõe de óra no proeo de orenação de magen CBE-B Nee onexo, um do apeo a erem deaado é que o MCO (prnpalmene para o enor CCD) proporona melhore reulado, quando omparado ao MC, na medda em que é reduzda a quandade de pono de apoo Conderando e pono de apoo para o enor CCD, o MCO apreenou uma EMQ na omponene de aproxmadamene 35 m (1,75 GD), ao pao que o MC apreenou um valor próxmo a 95 m (4,75 GD) orano, uma dferença de 6 m, o que equvale a 3 GD Ouro apeo relevane do MCO é o fao de polar a olução om uma quandade reduzda de pono de apoo por magem (meno de e pono de apoo), o que não é poível om o modelo MC, que não ulza nformaçõe de óra Bol Cên Geod, e Argo, Cura, v 17, n o 3, p41-416, jul-e, 11

15 Marao Júnor, J e al Em raalho fuuro preende-e apreenar eudo om a omnação do modelo de olneardade om pono e oplanardade om rea (TOMMAEI e MEDEIO, 1) no proeo de orenação de magen CBE-B, onderando amém a nformaçõe de óra AGADECIMENTO O auore goaram de exernar eu agrademeno à FAE (Fundação de Amparo à equa do Eado de ão aulo) pelo apoo oneddo por meo de uma ola de merado (proeo: 9_3917-7) e ao CNq (Conelho Naonal de Deenvolvmeno Cenífo e Tenológo) pelo apoo eddo a ea pequa (proeo: 3743/7-9 e /9-5) EFEÊNCIA BIBIOGÁFICA ACANJO, J ; FEEIA, N C Comporameno do enor de erela a ordo do aéle CBE-B na regão da Anomala Magnéa do Alâno ul (AMA) In: mpóo Bralero de enorameno emoo, I, 9, Naal Ana Naal, 9 p EIHANIO, J C N CBE: eado aual e fuuro In: mpóo Bralero de enorameno emoo, I, 9, Naal Ana Naal, 9 p 1 8 INE CBE Chna-Brazl Earh eoure aelle Dponível em: <hp://wwwernper/?hlen&onenora1ee> Aeo em 5 Ar 1 JOANOIC, M, MTH, M M, ONG, J MI evel 1 In-flgh Geomer Calraon Algorhm Theoreal Ba J repor, ode J D-13399, ev B, 1999 KIM, T; DOWMAN, I Comparon of wo phyal enor model for aelle mage: oon-oaon model and Or-Aude model The hoogrammer eord, v1, n 114, p 11-13, 6 KOCAMAN ; GUEN A gorou enor Modelng of AO/IM Imagery In: Conferene on Opal 3D Meauremen Tehnque, 8, 7, urh, wzerland roeedng urh, 7 KUGA, H K; IA, A ; OE, F Anále da preão da efemérde ora do G a ordo do aéle CBE-B In: mpóo Bralero de enorameno emoo, I, 9, Naal Ana Naal, 9 p MACHADO E IA, A J F Geomera de magen: do projeo do aéle à geração do produo 7 4 f Tee (Douorado) Inuo Naonal de equa Epaa, ão Joé do Campo MACHADO E IA, A J F Dado éno da âmara HC Menagem reeda por Anono Mara Gara Tommaell em 6 Ago 9 MACATO JUNIO, J; TOMMAEI, A M G; MEDEIO, N G; OIEIA, A Foorangulação de magen ora: reulado om dado mulado para o enor CCD CBE In: I Colóquo Bralero de Cêna 415 Bol Cên Geod, e Argo, Cura, v 17, n o 3, p41-416, jul-e, 11

16 416 Orrenação de magen CBE-B uando o modelo rgoroo Geodéa, 9, Cura Ana Cura, 9 MACATO JUNIO, J Foorangulação em loo de magen ora om modelo rgoroo aeado em pono e rea f Deração (Merado) Unverdade Eadual aula, redene rudene MEDEIO, N G; TOMMAEI, A M G Um modelo para a orenação de magen ora aeado em feçõe rea Bolem de Cêna Geodéa, v1, n, p , 6 MEDEIO, N G; TOMMAEI, A M G Orenação ndrea de magen CBE: Avalação de éna que uam lnha rea e ua omnação om pono Bolem de Cêna Geodéa, v15, n 1, p 33-57, 9 MIKAHI, E M; ACKEMAN, F Oervaon and ea quare IE, New ork 497p MIKHAI, E M; BETHE, J MCGONE, J C Inroduon o Modern hoogrammery In New ork : John Wley & on, 1, 479p OIEIA, A; TOMMAEI, A M G ; MACATO JUNIO, J OIENTAÇÃO DE IMAGEN CBE-B HC UTIIANDO DADO DE ÓBITA In: II Congreo de Inação Cenífa da Unep, 1, redene rudene Ana redene rudene, 1 OUN, A B; NATAAJAN, K A Modfed Bundle Adjumen ofware for OT Imagery and hoography: Tradeoff hoogrammer Engneerng and emoe enng, v6, n 1, p , 1994 OI D Modellng of paeorne near Array enor D, Tehnhe Wenhafen ETH urh, Nr 15894, 5, IG Melung N 85 ADHADEI, ; AMACHANDAN ; MUAI MOHAN AK euon of I-1C AN daa ung an or aude model and mnmum onrol I Journal of hoogrammery and emoe enng, p 6-71, 1998 IA, W B; D AGE, J C ; FONECA, M G Avalação da qualdade geoméra de magen da Câmera H do CBE B In: mpóo Bralero de enorameno emoo, I, 9, Naal Ana Naal, 9 p 193 TOMMAEI, A M G; MEDEIO, N G Deermnaon of he Indre Orenaon of Oral UHBOOM Image Ung Conrol ragh ne The hoogrammer eord, v5, n 13, p , 1 WEE, T; OTTENTEINE, F; WINEFF, J; OON, J; FAE, C Developmen and eng of a gener enor model of a gener enor model for puhroom aelle magery The hoogrammer eord, v3, n 13, p 55-74, 8 (eedo em março de 11 Aeo em eemro de 11) Bol Cên Geod, e Argo, Cura, v 17, n o 3, p41-416, jul-e, 11

PROJEÇÃO DE DOMICÍLIOS PARA OS MUNICÍPIOS BRASILEIROS EM 31/12/2004

PROJEÇÃO DE DOMICÍLIOS PARA OS MUNICÍPIOS BRASILEIROS EM 31/12/2004 PROJEÇÃO DE DOMICÍLIOS PARA OS MUNICÍPIOS BRASILEIROS EM 31/12/2004 SUMÁRIO 1. INRODUÇÃO... 1 2. FONE DE DADOS... 1 3. PROJEÇÃO DO NÚMERO DE DOMICÍLIOS... 2 3.1 Mucípo emacpado em 2001... 5 3.2 População

Leia mais

É a parte da mecânica que descreve os movimentos, sem se preocupar com suas causas.

É a parte da mecânica que descreve os movimentos, sem se preocupar com suas causas. 1 INTRODUÇÃO E CONCEITOS INICIAIS 1.1 Mecânca É a pare da Físca que esuda os movmenos dos corpos. 1. -Cnemáca É a pare da mecânca que descreve os movmenos, sem se preocupar com suas causas. 1.3 - Pono

Leia mais

TENSÕES E CORRENTES TRANSITÓRIAS E TRANSFORMADA LAPLACE

TENSÕES E CORRENTES TRANSITÓRIAS E TRANSFORMADA LAPLACE TNSÕS CONTS TANSTÓAS TANSFOMADA D APAC PNCPAS SNAS NÃO SNODAS Degrau de ampliude - É um inal que vale vol para < e vale vol, conane, para >. Ver fig. -a. v (a) (b) v Fig. A fig. -b mora um exemplo da geração

Leia mais

v t Unidade de Medida: Como a aceleração é dada pela razão entre velocidade e tempo, dividi-se também suas unidades de medida.

v t Unidade de Medida: Como a aceleração é dada pela razão entre velocidade e tempo, dividi-se também suas unidades de medida. Diciplina de Fíica Aplicada A / Curo de Tecnólogo em Geão Ambienal Profeora M. Valéria Epíndola Lea. Aceleração Média Já imo que quando eamo andando de carro em muio momeno é neceário reduzir a elocidade,

Leia mais

EEL-001 CIRCUITOS ELÉTRICOS ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO

EEL-001 CIRCUITOS ELÉTRICOS ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO L IRUITOS LÉTRIOS 8 UNIFI,VFS, Re. BDB PRT L IRUITOS LÉTRIOS NGNHRI D OMPUTÇÃO PÍTULO 5 PITORS INDUTORS: omporameno com Snas onínuos e com Snas lernaos 5. INTRODUÇÃO Ressor elemeno que sspa poênca. 5.

Leia mais

5 Cálculo do Diâmetro e Espaçamento entre Estribos Utilizando a Formulação Proposta

5 Cálculo do Diâmetro e Espaçamento entre Estribos Utilizando a Formulação Proposta 5 Cácuo do Diâmero e Epaçameno enre Erio Uiizando a Formuação ropoa 5.1. Inrodução Nee capíuo apreena-e um criério para o cácuo do diâmero e epaçameno enre erio aravé da formuação propoa e comparam-e o

Leia mais

Gripe: Época de gripe; actividade gripal; cálculo da linha de base e do respectivo intervalo de confiança a 95%; e área de actividade basal.

Gripe: Época de gripe; actividade gripal; cálculo da linha de base e do respectivo intervalo de confiança a 95%; e área de actividade basal. Grpe: Época de grpe; acvdade grpal; cálculo da lnha de ase e do respecvo nervalo de confança a 95%; e área de acvdade asal. ÉPOCA DE GRPE Para maor facldade de compreensão será desgnado por época de grpe

Leia mais

a) Calcule a força medida pelo dinamômetro com a chave aberta, estando o fio rígido em equilíbrio.

a) Calcule a força medida pelo dinamômetro com a chave aberta, estando o fio rígido em equilíbrio. UJ MÓDULO III DO PISM IÊNIO - POA DE ÍSICA PAA O DESENOLIMENO E A ESPOSA DAS QUESÕES, SÓ SEÁ ADMIIDO USA CANEA ESEOGÁICA AZUL OU PEA. Na olução da proa, ue, uando neeário, g = /, = 8 /, e = 9 - kg, π =.

Leia mais

Edital Nº. 04/2009-DIGPE 10 de maio de 2009

Edital Nº. 04/2009-DIGPE 10 de maio de 2009 Caderno de Prova CONTROLE DE PROCESSOS Edial Nº. /9-DIPE de maio de 9 INSTRUÇÕES ERAIS PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA Ue apena canea eferográfica azul ou prea. Ecreva o eu nome compleo e o número do eu documeno

Leia mais

ECONOMETRIA. Prof. Patricia Maria Bortolon, D. Sc.

ECONOMETRIA. Prof. Patricia Maria Bortolon, D. Sc. ECONOMETRIA Prof. Parca Mara Borolon. Sc. Modelos de ados em Panel Fone: GUJARATI;. N. Economera Básca: 4ª Edção. Ro de Janero. Elsever- Campus 006 efnções Geras Nos dados em panel a mesma undade de core

Leia mais

ESPAÇO VETORIAL REAL DE DIMENSÃO FINITA

ESPAÇO VETORIAL REAL DE DIMENSÃO FINITA EPÇO ETORIL REL DE DIMENÃO FINIT Defnção ejam um conjuno não ao o conjuno do númeo ea R e dua opeaçõe bnáa adção e mulplcação po ecala : : R u a u a é um Epaço eoal obe R ou Epaço eoal Real ou um R-epaço

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.634, DE 4 DE MARÇO DE 2013. Padrão. Padrão. max i. I - F = fator estabelecido no art. 4º da Resolução nº 4.

CIRCULAR Nº 3.634, DE 4 DE MARÇO DE 2013. Padrão. Padrão. max i. I - F = fator estabelecido no art. 4º da Resolução nº 4. CIRCULAR Nº 3.634, DE 4 DE MARÇO DE 2013 Esabelece os procedmenos para o cálculo da parcela dos avos ponderados pelo rsco (RWA) referene às exposções sueas à varação de axas de uros prefxadas denomnadas

Leia mais

CAPÍTULO 5: CISALHAMENTO

CAPÍTULO 5: CISALHAMENTO Curo de Engenaria Civil Univeridade Eadual de Maringá Cenro de Tecnologia Deparameno de Engenaria Civil CAPÍTULO 5: CSALHAMENTO 5. Tenõe de Cialameno em iga o Flexão Hipóee Báica: a) A enõe de cialameno

Leia mais

2 Programação Matemática Princípios Básicos

2 Programação Matemática Princípios Básicos Programação Maemáca Prncípos Báscos. Consderações Geras Os objevos dese capíulo são apresenar os conceos de Programação Maemáca (PM) necessáros à compreensão do processo de omzação de dmensões e descrever

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO DE SISTEMAS DE AERAÇÃO PARA A ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SUZANO

ESTUDO COMPARATIVO DE SISTEMAS DE AERAÇÃO PARA A ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SUZANO ESTUDO COMPARATIVO DE SISTEMAS DE AERAÇÃO PARA A ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SUZANO Roque Passos Pvel Escola Polécnca da Unversdade de São Paulo - EPUSP Pedro Alem Sobrnho Escola Polécnca da Unversdade

Leia mais

EESC-USP M. Becker 2008 2/64

EESC-USP M. Becker 2008 2/64 SEM7 - Aula Cnemáta Dreta de Manpuladore Robóto Prof. Dr. Marelo Beker EESC - USP Sumáro da Aula Epaço de Trabalho Quetõe Cnemáta Repreentação da Orentação Matrz de Tranformação Homogênea Equaçõe Cnemáta

Leia mais

Acção da neve: quantificação de acordo com o EC1

Acção da neve: quantificação de acordo com o EC1 Acção da neve: quanificação de acordo com o EC1 Luciano Jacino Iniuo Superior de Engenharia de Liboa Área Deparamenal de Engenharia Civil Janeiro 2014 Índice 1 Inrodução... 1 2 Zonameno do erriório...

Leia mais

Ações de Controle Básicas e Controladores Automáticos Industriais. Referência: Engenharia de Controle Moderno Katsuhiko Ogata

Ações de Controle Básicas e Controladores Automáticos Industriais. Referência: Engenharia de Controle Moderno Katsuhiko Ogata Açõe e Conrole Báca e Conrolaore Auomáco Inura Referênca: Engenhara e Conrole Moerno auhko Ogaa Açõe e Conrole Báca Conrolaore e ua oçõe ou lga-elga Conrolaore roorcona Conrolaore o o negral Conrolaore

Leia mais

3 Planejamento da Operação Energética no Brasil

3 Planejamento da Operação Energética no Brasil 3 Planeameno da Operação Energéca no Brasl 3.1 Aspecos Geras O ssema elérco braslero é composo por dos dferenes pos de ssemas: os ssemas solados, os quas predomnam na regão Nore do Brasl e represenam cerca

Leia mais

ipea COEFICIENTES DE IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO NA INDÚSTRIA

ipea COEFICIENTES DE IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO NA INDÚSTRIA COEFICIENTES DE IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO NA INDÚSTRIA Paulo Mansur Levy Mara Isabel Fernans Serra Esa noa em como objevo dvulgar resulados relavos ao comporameno das exporações e mporações produos ndusras

Leia mais

CAPÍTULO 1 REPRESENTAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE SISTEMAS. Sistema monovariável SISO = Single Input Single Output. s 1 s 2. ... s n

CAPÍTULO 1 REPRESENTAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE SISTEMAS. Sistema monovariável SISO = Single Input Single Output. s 1 s 2. ... s n 1 CAPÍTULO 1 REPREENTAÇÃO E CLAIFICAÇÃO DE ITEMA 1.1. Represenação de ssemas 1.1.1. semas com uma enrada e uma saída (IO) e sema monovarável IO = ngle Inpu ngle Oupu s e = enrada s = saída = ssema 1.1..

Leia mais

Despacho n.º 13/06. 2. A presente resolução entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação. João Renato Lima Presidente do C.A.

Despacho n.º 13/06. 2. A presente resolução entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação. João Renato Lima Presidente do C.A. Despacho n.º 13/06 De enre as arbuções da Agênca de Regulação Económca desaca-se a compeênca de fxar as arfas e os mecansmos de reajuses a serem pracados pela oncessonára do servço públco de ranse e dsrbução

Leia mais

CONTROLE POR REALIMENTAÇÃO DOS ESTADOS SISTEMAS SERVOS

CONTROLE POR REALIMENTAÇÃO DOS ESTADOS SISTEMAS SERVOS CONTROLE POR REALIMENTAÇÃO DOS ESTADOS SISTEMAS SERVOS. Moivaçõe Como vio o Regulado de Eado maném o iema em uma deeminada condição de egime pemanene, ou eja, ena mane o eado em uma dada condição eacionáia.

Leia mais

1- Testes Acelerados. Como nível usual entende-se o nível da variável stress a que o componente ou aparelho será submetido no dia-adia.

1- Testes Acelerados. Como nível usual entende-se o nível da variável stress a que o componente ou aparelho será submetido no dia-adia. - Teses Aelerados São de rande mporâna na ndúsra espealmene na ndúsra elero-elerôna em que eses de empos de vda demandam muo empo. (os produos são muo onfáves) Inorporação de uma arável-sress adonada a

Leia mais

Análise Discriminante: classificação com 2 populações

Análise Discriminante: classificação com 2 populações Análse Dscrmnane: classcação com oulações Eemlo : Proreáros de coradores de rama oram avalados seundo duas varáves: Renda U$ ; Tamanho da roredade m. Eemlo : unção dscrmnane unvarada ~ ama4 4 3 e ~ ama8.5

Leia mais

Índices Físicos ÍNDICES

Índices Físicos ÍNDICES Ínice Fíico ÍNDICES = volume oal a amora; = volume a fae ólia a amora; = volume a fae líquia; a = volume a fae aoa; v = volume e vazio a amora = a + ; = peo oal a amora ; a = peo a fae aoa a amora; = peo

Leia mais

S&P Dow Jones Indices: Metodologia da matemática dos índices

S&P Dow Jones Indices: Metodologia da matemática dos índices S&P Dow Jones Indces: Meodologa da maemáca dos índces S&P Dow Jones Indces: Meodologa do índce Ouubro 2013 Índce Inrodução 3 Dferenes varedades de índces 3 O dvsor do índce 4 Índces ponderados por capalzação

Leia mais

Introdução aos Conversores CC-CC

Introdução aos Conversores CC-CC INIUO E ELERÔNICA E POÊNCIA epartamento de Engenhara Elétrca Centro ecnológco UNIERIAE FEERAL E ANA CAARINA Introdução ao Converore CCCC Reponável pelo Etudo: Clóv Antôno Petry (INEP/EEL UFC) Orentador:

Leia mais

Nota Técnica sobre a Circular nº 2.972, de 23 de março de 2000

Nota Técnica sobre a Circular nº 2.972, de 23 de março de 2000 Noa Técnca sobre a rcular nº 2.972, de 23 de março de 2000 Meodologa ulzada no processo de apuração do valor da volaldade padrão e do mulplcador para o da, dvulgados daramene pelo Banco enral do Brasl.

Leia mais

Sistema de vigilância para detecção de interação espaçotempo de eventos pontuais

Sistema de vigilância para detecção de interação espaçotempo de eventos pontuais Sema de vglâca para deecção de eração epaçoempo de eveo poua Taãa C. Smõe Reao M. Aução Deparameo de Eaíca Uverdade Federal de Ma Gera UFMG Caa Poal: 70 370-90 Belo Horzoe MG Bral a_eaca@ahoo.com.braucao@e.ufmg.br

Leia mais

Denilson Ricardo de Lucena Nunes. Gestão de suprimentos no varejo

Denilson Ricardo de Lucena Nunes. Gestão de suprimentos no varejo Denlson Rcardo de Lucena Nunes Gesão de suprmenos no varejo semas de reposção de esoques em duas camadas e análse de esquemas de monorameno da prevsão de demanda Tese de Douorado Tese apresenada ao programa

Leia mais

Interpolação e Extrapolação da Estrutura a Termo de Taxas de Juros para Utilização pelo Mercado Segurador Brasileiro

Interpolação e Extrapolação da Estrutura a Termo de Taxas de Juros para Utilização pelo Mercado Segurador Brasileiro Inerpolação e Exrapolação da Esruura a Termo de Taxas de Juros para Ulzação pelo Mercado Segurador Braslero Sergo Lus Frankln Jr. Thago Baraa Duare César da Rocha Neves + Eduardo Fraga L. de Melo ++ M.Sc.,

Leia mais

Conversor eletro-hidráulico I/H e válvula direcional WSR,

Conversor eletro-hidráulico I/H e válvula direcional WSR, Converor eletrohdráulco I/H e válvula dreconal WSR, tecnologa de atuadore para poconar clndro em turbocompreore Tecnologa conoldada O converor eletrohdráulco I/H e a válvula drecona WSR ão a olução econômca

Leia mais

Sistemas não-lineares de 2ª ordem Plano de Fase

Sistemas não-lineares de 2ª ordem Plano de Fase EA93 - Pro. Von Zuben Sisemas não-lineares de ª ordem Plano de Fase Inrodução o esudo de sisemas dinâmicos não-lineares de a ordem baseia-se principalmene na deerminação de rajeórias no plano de esados,

Leia mais

Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto Macroeconomia

Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto Macroeconomia nsiuo Superior de onailidade e Adminisação do Poro Maroeonomia Oservações: - Responda a ada uma das 3 pares do exame em folas separadas. 3-3-2 - Duração da prova: 2 Pare (5 valores) onsidere os seuines

Leia mais

Valoração de Grafos. Fluxo em Grafos. Notas. Teoria dos Grafos - BCC 204, Fluxo em Grafos. Notas. Exemplos. Fluxo em Grafos. Notas.

Valoração de Grafos. Fluxo em Grafos. Notas. Teoria dos Grafos - BCC 204, Fluxo em Grafos. Notas. Exemplos. Fluxo em Grafos. Notas. Teori o Grfo - BCC 204 Fluxo em Grfo Hrolo Gmini Sno Univerie Feerl e Ouro Preo - UFOP 19 e ril e 2011 1 / 19 Vlorção e Grfo Exemplo vlore eáio: iâni roovi que lig ie e ie é e 70 kilômero vlore inâmio:

Leia mais

CAPITAL ADICIONAL RELATIVO AO RISCO DE SUBSCRIÇÃO DAS SOCIEDADES DE CAPITALIZAÇÃO

CAPITAL ADICIONAL RELATIVO AO RISCO DE SUBSCRIÇÃO DAS SOCIEDADES DE CAPITALIZAÇÃO Relaóro CGSOA/CORIS Caal Adconal Relavo ao Rco de Sbcrção da Socedade de Caalzação CAPITAL ADICIOAL RELATIVO AO RISCO DE SUBSCRIÇÃO DAS SOCIEDADES DE CAPITALIZAÇÃO RELATÓRIO Sernendênca de Segro Prvado

Leia mais

Análise do Desempenho dos Gestores de Fundos, baseada nas Transações e nas Participações das Carteiras

Análise do Desempenho dos Gestores de Fundos, baseada nas Transações e nas Participações das Carteiras Vâna Sofa Sequera Umbelno Análse do Desempenho dos Gesores de Fundos, baseada nas Transações e nas Parcpações das Careras Dsseração de Mesrado apresenado à Faculdade de Economa da Unversdade de Combra

Leia mais

Aula - 2 Movimento em uma dimensão

Aula - 2 Movimento em uma dimensão Aula - Moimeno em uma dimensão Física Geral I - F- 18 o semesre, 1 Ilusração dos Principia de Newon mosrando a ideia de inegral Moimeno 1-D Conceios: posição, moimeno, rajeória Velocidade média Velocidade

Leia mais

Uma avaliação da poupança em conta corrente do governo

Uma avaliação da poupança em conta corrente do governo Uma avaliação da poupança em cona correne do governo Manoel Carlos de Casro Pires * Inrodução O insrumeno de políica fiscal em vários ojeivos e não é surpreendene que, ao se deerminar uma mea de superávi

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO IX GRUPO DE ESTUDO DE OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GOP

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO IX GRUPO DE ESTUDO DE OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GOP XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 22 a 25 Novembro de 2009 Recfe - PE GRUPO IX GRUPO DE ESTUDO DE OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GOP OTIMIZAÇÃO DA

Leia mais

Análise Matemática IV

Análise Matemática IV Análie Maemáica IV Problema para a Aula Práica Semana. Calcule a ranformada de Laplace e a regiõe de convergência da funçõe definida em 0 pela expreõe eguine: a f = cha b f = ena Reolução: a Aendendo a

Leia mais

ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DOS PREÇOS DE MANGA EXPORTADA DO BRASIL: ANÁLISE NO DOMÍNIO DO TEMPO

ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DOS PREÇOS DE MANGA EXPORTADA DO BRASIL: ANÁLISE NO DOMÍNIO DO TEMPO ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DOS PREÇOS DE MANGA EXPORTADA DO BRASIL: ANÁLISE NO DOMÍNIO DO TEMPO Juliana de Sale Silva João Ricardo Ferreira de Lima 2 Ramon Kieveer Barboa Sano 3 Alex Sale do Sano 4 Carlo

Leia mais

Para quantificar a variabilidade de um conjunto de dados ou medidas é que se usam medidas de dispersão. Vamos estudar algumas delas nesta aula.

Para quantificar a variabilidade de um conjunto de dados ou medidas é que se usam medidas de dispersão. Vamos estudar algumas delas nesta aula. Probabldade e Etatítca I Antono Roque Aula Medda de Dperão A medda de tendênca central não ão ufcente para e caracterzar um conjunto de dado. O motvo é que ete varação na natureza, to é, dado que venham

Leia mais

2. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

2. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA MODELO DE APOIO À DECISÃO PARA UM PROBLEMA DE POSICIONAMENTO DE BASES, ALOCAÇÃO E REALOCAÇÃO DE AMBULÂNCIAS EM CENTROS URBANOS: ESTUDO DE CASO NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO RESUMO Ese argo apresena uma proposa

Leia mais

consumidores por hora. Uma média de três clientes por hora chegam solicitando serviço. A capacidade

consumidores por hora. Uma média de três clientes por hora chegam solicitando serviço. A capacidade D i i l i n a : P e u i a O e r a i o n a l C u r o : E e i a l i z a ç ã o e m M é t o d o Q u a n t i t a t i v o : E t a t í t i a e M a t e m á t i a A l i a d a i t a d o i d e e x e r í i o o b r

Leia mais

MODELAGEM ECONOMÉTRICA TEMPORAL DOS ÍNDICES INCC E IGPM: UMA EXPLICAÇÃO PARA A REDUÇÃO DAS DIMENSÕES DOS IMÓVEIS E O AUMENTO DOS SEUS PREÇOS

MODELAGEM ECONOMÉTRICA TEMPORAL DOS ÍNDICES INCC E IGPM: UMA EXPLICAÇÃO PARA A REDUÇÃO DAS DIMENSÕES DOS IMÓVEIS E O AUMENTO DOS SEUS PREÇOS MODELAGEM ECONOMÉTRICA TEMPORAL DOS ÍNDICES INCC E IGPM: UMA EXPLICAÇÃO PARA A REDUÇÃO DAS DIMENSÕES DOS IMÓVEIS E O AUMENTO DOS SEUS PREÇOS ARTIGO Luiz Paulo Lope Fávero Merando em Adminiração de Emprea

Leia mais

A IMPLANTAÇÃO DO PRINCÍPIO DO DESTINO NA COBRANÇA DO ICMS E SUAS IMPLICAÇÕES DINÂMICAS SOBRE OS ESTADOS

A IMPLANTAÇÃO DO PRINCÍPIO DO DESTINO NA COBRANÇA DO ICMS E SUAS IMPLICAÇÕES DINÂMICAS SOBRE OS ESTADOS A IMPLANTAÇÃO DO PRINCÍPIO DO DESTINO NA COBRANÇA DO ICMS E SUAS IMPLICAÇÕES DINÂMICAS SOBRE OS ESTADOS Nelson Leão Paes PIMES/UFPE Resumo Nese argo, ulzou-se um modelo de equlíbro geral dnâmco para esmar

Leia mais

HEURÍSTICA PARA O PROBLEMA DE ROTEIRIZAÇÃO E ESTOQUE

HEURÍSTICA PARA O PROBLEMA DE ROTEIRIZAÇÃO E ESTOQUE Pesqusa Operaconal e o Desenvolvmeno Susenável 7 a /9/5, Gramado, RS HEURÍSTICA PARA O PROBLEMA DE ROTEIRIZAÇÃO E ESTOQUE André Luís Shguemoo Faculdade de Engenhara Elérca e Compuação Unversdade Esadual

Leia mais

Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e :

Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e : INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ 13 DE JULH DE 2015! Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e : Caso vo cê nunca t e nh a pa

Leia mais

Tópicos Quem é é a a PP aa nn dd ui t t?? PP oo rr qq ue um CC aa bb ea men tt oo PP er ff oo rr ma nn cc e? dd e AA ll tt a a Qua ll ii dd aa dd e e PP aa nn dd ui t t NN et ww oo rr k k II nn ff rr aa

Leia mais

3 Teoria de imunização

3 Teoria de imunização 33 3 Teora de munzação Como fo vso, o LM é um gerencameno conuno de avos e passvos como o nuo de dmnur ou aé elmnar os rscos enfrenados pelas nsuções fnanceras. Deses rscos, o rsco de axa de uros represena

Leia mais

ANEXO III. Nota Técnica nº 148/2010-SRE/ANEEL Brasília, 24 de maio de 2010.

ANEXO III. Nota Técnica nº 148/2010-SRE/ANEEL Brasília, 24 de maio de 2010. ANEXO III Noa Técnca nº 148/21-SRE/ANEEL Brasíla, 24 de mao de 21. M E T O D O L O G I A E Á L U L O D O F A T O R X ANEXO II Noa Técnca n o 148/21 SRE/ANEEL Em 24 de mao de 21. Processo nº 485.269/26-61

Leia mais

FILTROS ATIVOS: UMA ABORDAGEM COMPARATIVA. Héctor Arango José Policarpo G. Abreu Adalberto Candido

FILTROS ATIVOS: UMA ABORDAGEM COMPARATIVA. Héctor Arango José Policarpo G. Abreu Adalberto Candido FILTROS ATIVOS: UMA ABORDAGEM COMPARATIVA Hécor Arango José Polcaro G. Abreu Adalbero Canddo Insuo de Engenhara Elérca - EFEI Av. BPS, 1303-37500-000 - Iajubá (MG) e-mal: arango@ee.efe.rmg.br Resumo -

Leia mais

Cálculo do requerimento de capital regulatório para cobrir os riscos de subscrição das sociedades de capitalização

Cálculo do requerimento de capital regulatório para cobrir os riscos de subscrição das sociedades de capitalização Cálclo do reqermeno de caal reglaóro ara cobrr o rco de bcrção da edade de caalzação Sergo L ranln Jr* Céar da Rocha ee ** Edardo raga L de Melo + * MSc SUSEP/CGSOA e PUC-Ro; e-mal: ergofranln@egobr **

Leia mais

Sistemas de Energia Ininterrupta: No-Breaks

Sistemas de Energia Ininterrupta: No-Breaks Sisemas de Energia Ininerrupa: No-Breaks Prof. Dr.. Pedro Francisco Donoso Garcia Prof. Dr. Porfírio Cabaleiro Corizo www.cpdee.ufmg.br/~el GEP-DELT-EEUFMG Porque a necessidade de equipamenos de energia

Leia mais

Proposta de Revisão Metodológica

Proposta de Revisão Metodológica Proposta de Revisão Metodológica Gestão do Desempenho Dezembro de 20 DIDE/SVDC Propostas para 202 Nova sist em át ic a de pac t uaç ão e avaliaç ão de m et as set oriais e de equipe; Avaliaç ão de De s

Leia mais

Professora FLORENCE. Resolução:

Professora FLORENCE. Resolução: 1. (FEI-SP) Qual o valor, em newton, da reultante da força que agem obre uma maa de 10 kg, abendo-e que a mema poui aceleração de 5 m/? Reolução: F m. a F 10. 5 F 50N. Uma força contante F é aplicada num

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ INVESTIMENTOS EM DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA SOB INCERTEZA REGULATÓRIA UTILIZANDO OPÇÕES REAIS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ INVESTIMENTOS EM DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA SOB INCERTEZA REGULATÓRIA UTILIZANDO OPÇÕES REAIS UNIRSIDAD FDRAL D ITAJUBÁ TS D DOUTORADO INSTIMNTOS M DISTRIBUIÇÃO D NRGIA LÉTRICA SOB INCRTZA RGULATÓRIA UTILIZANDO OPÇÕS RAIS JULIA CRISTINA CAMINHA NORONHA Tese apresenada ao Programa de Pós-Graduação

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Inrodução Ins iuo de Info ormáic ca - UF FRGS Redes de Compuadores Conrole de fluxo Revisão 6.03.015 ula 07 Comunicação em um enlace envolve a coordenação enre dois disposiivos: emissor e recepor Conrole

Leia mais

Física 1 Capítulo 7 Dinâmica do Movimento de Rotação Prof. Dr. Cláudio Sérgio Sartori.

Física 1 Capítulo 7 Dinâmica do Movimento de Rotação Prof. Dr. Cláudio Sérgio Sartori. Fíica Capítulo 7 Dinâmica do Movimento de Rotação Prof. Dr. Cláudio Sérgio Sartori. Introdução: Ao uarmo uma chave de roda para retirar o parafuo para trocar o pneu de um automóvel, a roda inteira pode

Leia mais

ESTUDO DE REDUÇÃO DE INTERVALO ENTRE TRENS NO TRECHO BRÁS BARRA FUNDA ATRAVÉS DE IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA DE SINALIZAÇÃO CBTC

ESTUDO DE REDUÇÃO DE INTERVALO ENTRE TRENS NO TRECHO BRÁS BARRA FUNDA ATRAVÉS DE IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA DE SINALIZAÇÃO CBTC CBTC ESTUDO DE REDUÇÃO DE INTERVLO ENTRE TRENS NO TRECHO BRÁS BRR FUND TRVÉS DE IMPLEMENTÇÃO DO SISTEM DE SINLIZÇÃO CBTC PEDRO OLIVEIR DOS SNTOS LÉRCIO RNZN CRUS SÍLVIO BUENO OBJETIVOS Diminuir o inervalo

Leia mais

4 a 7 de novembro de 2003, Natal-RN. A pesquisa Operacional e os Recursos Renováveis

4 a 7 de novembro de 2003, Natal-RN. A pesquisa Operacional e os Recursos Renováveis A pequa Operacona e o Recuro Renováve 4 a 7 de novembro de 2003, Naa-RN DESENVOLVIMENO DE UM SISEMA DE APOIO À DECISÃO DEDICADO AO ESUDO DE PROBLEMAS DE LOCALIZAÇÃO DINÂMICA DE EQUIPAMENOS PARA RANSFERÊNCIA,

Leia mais

V - Modelo de onda cinemática

V - Modelo de onda cinemática Capíulo V - Onda cnemáca V - Modelo de onda cnemáca V. - Euaçõe do modelo de onda cnemáca Como e demonrou no capíulo IV, a euaçõe ue decrevem o modelo de Onda Cnemáca ão a euação da connudade: forma: e

Leia mais

Teoria da Comunicação. Prof. Andrei Piccinini Legg Aula 09

Teoria da Comunicação. Prof. Andrei Piccinini Legg Aula 09 Teoria da Comuniação Pro. Andrei Piinini Legg Aula 09 Inrodução Sabemos que a inormação pode ser ransmiida aravés da modiiação das araerísias de uma sinusóide, hamada poradora do sinal de inormação. Se

Leia mais

Esta monografia é dedicada a Letícia e aos meus pais, João e Adelangela

Esta monografia é dedicada a Letícia e aos meus pais, João e Adelangela Esa monografa é dedcada a Leíca e aos meus pas, João e Adelangela Agradecmenos Gosara de agradecer ao Prof. Vrgílo, pelo apoo e orenação dados durane ese e ouros rabalhos. Agradeço ambém a meus colegas

Leia mais

Estudo comparativo de processo produtivo com esteira alimentadora em uma indústria de embalagens

Estudo comparativo de processo produtivo com esteira alimentadora em uma indústria de embalagens Esudo comparaivo de processo produivo com eseira alimenadora em uma indúsria de embalagens Ana Paula Aparecida Barboza (IMIH) anapbarboza@yahoo.com.br Leicia Neves de Almeida Gomes (IMIH) leyneves@homail.com

Leia mais

Arbitragem na Estrutura a Termo das Taxas de Juros: Uma Abordagem Bayesiana

Arbitragem na Estrutura a Termo das Taxas de Juros: Uma Abordagem Bayesiana Arbragem na Esruura a ermo das axas de Juros: Uma Abordagem Bayesana Márco Pole Laurn Armêno Das Wesn Neo Insper Workng Paper WPE: / Copyrgh Insper. odos os dreos reservados. É probda a reprodução parcal

Leia mais

MACROECONOMIA I LEC 201

MACROECONOMIA I LEC 201 MACROECONOMIA I LEC 2 3.. Modelo Keynesiano Simples Ouubro 27, inesdrum@fep.up.p sandras@fep.up.p 3.. Modelo Keynesiano Simples No uro prazo, a Maroeonomia preoupa-se om as ausas e as uras dos ilos eonómios.

Leia mais

2.4. Grandezas Nominais e Reais

2.4. Grandezas Nominais e Reais 2.4. Gradezas Nomas e Reas rcpas varáves macroecoómcas (IB, C, G, I, X, Q,...): sedo agregações, são ecessaramee valores moeáros Calculadas a preços correes / em valor / em ermos omas, Mas eressa, frequeemee,

Leia mais

Crescimento econômico e restrição externa: Um modelo de simulação pós-keynesiano

Crescimento econômico e restrição externa: Um modelo de simulação pós-keynesiano Crescmeno econômco e resrção exerna: Um modelo de smulação pós-keynesano Mara Isabel Busao 1 Maro Luz Possas 2 Resumo O argo busca dscur a dnâmca do crescmeno econômco das economas em desenvolvmeno a parr

Leia mais

2 Conceitos de transmissão de dados

2 Conceitos de transmissão de dados 2 Conceios de ransmissão de dados 2 Conceios de ransmissão de dados 1/23 2.2.1 Fones de aenuação e disorção de sinal 2.2.1 Fones de aenuação e disorção do sinal (coninuação) 2/23 Imperfeições do canal

Leia mais

CONVERSORES CC-CC Aplicações: Controlo de motores de CC-CC Fontes de alimentação comutadas Carga de baterias bateria

CONVERSORES CC-CC Aplicações: Controlo de motores de CC-CC Fontes de alimentação comutadas Carga de baterias bateria CÓNCA PÊNCA Aplcações: CN CC-CC CN CC-CC Crolo de moores de CC-CC Fes de almenação comuadas Carga de baeras ensão cínua de enrada moor de correne cínua crolo e comando baera ede CA ecfcador não crolado

Leia mais

Campo Gravítico da Terra

Campo Gravítico da Terra Campo Gavítico da ea 1. Condiçõe de medição eodéica O intumento com que ão efectuada a mediçõe eodéica, obe a upefície da ea, etão ujeito à foça da avidade. Paa pode intepeta coectamente o eultado da mediçõe,

Leia mais

A estrutura a termo de taxas de juros no Brasil: modelos, estimação, interpolação, extrapolação e testes

A estrutura a termo de taxas de juros no Brasil: modelos, estimação, interpolação, extrapolação e testes A esruura a ermo de axas de juros no Brasl: modelos, esmação, nerpolação, exrapolação e eses Sergo Lus Frankln Jr. Thago Baraa Duare César da Rocha Neves + Eduardo Fraga L. de Melo ++ M.Sc., SUSEP/CGSOA

Leia mais

Despacho Econômico de. Sistemas Termoelétricos e. Hidrotérmicos

Despacho Econômico de. Sistemas Termoelétricos e. Hidrotérmicos Despacho Econômco de Sstemas Termoelétrcos e Hdrotérmcos Apresentação Introdução Despacho econômco de sstemas termoelétrcos Despacho econômco de sstemas hdrotérmcos Despacho do sstema braslero Conclusões

Leia mais

Exemplo pág. 28. Aplicação da distribuição normal. Normal reduzida Z=(900 1200)/200= 1,5. Φ( z)=1 Φ(z)

Exemplo pág. 28. Aplicação da distribuição normal. Normal reduzida Z=(900 1200)/200= 1,5. Φ( z)=1 Φ(z) Exemplo pág. 28 Aplcação da dsrbução ormal Normal reduzda Z=(9 2)/2=,5 Φ( z)= Φ(z) Subsudo valores por recurso à abela da ormal:,9332 = Φ(z) Φ(z) =,668 Φ( z)= Φ(z) Φ(z) =,33 Φ(z) =,977 z = (8 2)/2 = 2

Leia mais

NOTA TÉCNICA IDENTIFICANDO A DEMANDA E A OFERTA DE CRÉDITO BANCÁRIO NO BRASIL. ipea (1) y =α +α r +α X +ν (2) (1 ) (2 )

NOTA TÉCNICA IDENTIFICANDO A DEMANDA E A OFERTA DE CRÉDITO BANCÁRIO NO BRASIL. ipea (1) y =α +α r +α X +ν (2) (1 ) (2 ) NOTA TÉCNICA IDENTIFICANDO A DEMANDA E A OFERTA DE CRÉDITO BANCÁRIO NO BRASIL Mário Jorge Menonça* Aolfo Sachia* INTRODUÇÃO Um pono que merece eaque iz repeio ao enenimeno e como e procea o equilíbrio

Leia mais

Mecânica dos Fluidos (MFL0001) CAPÍTULO 4: Equações de Conservação para Tubo de Corrente

Mecânica dos Fluidos (MFL0001) CAPÍTULO 4: Equações de Conservação para Tubo de Corrente Mecânica do Fluido (MFL000) Curo de Engenharia Civil 4ª fae Prof. Dr. Doalcey Antune Ramo CAPÍTULO 4: Equaçõe de Conervação ara Tubo de Corrente Fonte: Bitafa, Sylvio R. Mecânica do Fluido: noçõe e alicaçõe.

Leia mais

Conversores CC-CC (Buck-Boost e Flyback)

Conversores CC-CC (Buck-Boost e Flyback) Insu Federal de Educaçã, Cênca e ecnlga de ana Caarna eparamen Acadêmc de Elerônca PósGraduaçã em esen. de Prdus Elerôncs Cnversres Esács e Fnes Chaveadas Cnversres CCCC (BuckBs e Flyback) Prf. Clóvs Anôn

Leia mais

Quantas equações existem?

Quantas equações existem? www2.jatai.ufg.br/oj/index.php/matematica Quanta equaçõe exitem? Rogério Céar do Santo Profeor da UnB - FUP profeorrogeriocear@gmail.com Reumo O trabalho conite em denir a altura de uma equação polinomial

Leia mais

Avaliação Inter/Intra-regional de absorção e difusão tecnológica no Brasil: Uma abordagem não-paramétrica. AUTORES.

Avaliação Inter/Intra-regional de absorção e difusão tecnológica no Brasil: Uma abordagem não-paramétrica. AUTORES. Avalação Iner/Inra-regonal de absorção e dfusão ecnológca no Brasl: Uma abordagem não-paramérca. Palavras chave: Efcênca écnca Produvdade oal Varação ecnológca AUTORES Emerson Marnho ouor em Economa pela

Leia mais

DINÂMICA E PREVISÃO DE PREÇOS DE COMMODITIES AGRÍCOLAS COM O FILTRO DE KALMAN

DINÂMICA E PREVISÃO DE PREÇOS DE COMMODITIES AGRÍCOLAS COM O FILTRO DE KALMAN XXVIII ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO DINÂICA E PREVISÃO DE PREÇOS DE COODITIES AGRÍCOLAS CO O FILTRO DE KALAN Flávo Pnhero Corsn (POLI-USP) flavo.corsn@gmal.com Celma de Olvera Rbero (POLI-USP)

Leia mais

CAPÍTULO 2 DINÂMICA DA PARTÍCULA: FORÇA E ACELERAÇÃO

CAPÍTULO 2 DINÂMICA DA PARTÍCULA: FORÇA E ACELERAÇÃO 13 CAPÍTULO 2 DINÂMICA DA PATÍCULA: OÇA E ACELEAÇÃO Nese capíulo seá aalsada a le de Newo a sua foma dfeecal, aplcada ao movmeo de paículas. Nesa foma a foça esulae das foças aplcadas uma paícula esá elacoada

Leia mais

NOTA II TABELAS E GRÁFICOS

NOTA II TABELAS E GRÁFICOS Depto de Físca/UFMG Laboratóro de Fundamentos de Físca NOTA II TABELAS E GRÁFICOS II.1 - TABELAS A manera mas adequada na apresentação de uma sére de meddas de um certo epermento é através de tabelas.

Leia mais

Uma experiência de planejamento estratégico em universidade: o caso do Centro de Ciências Sociais Aplicadas da UFRN*

Uma experiência de planejamento estratégico em universidade: o caso do Centro de Ciências Sociais Aplicadas da UFRN* Uma experiência de planejameno eraégico em univeridade: o cao do Cenro de Ciência Sociai Aplicada da UFRN* Djalma Freire Borge** Maria Arlee Duare de Araújo*** S UMÁRIO: 1. Inrodução; 2. O Cenro de Ciência

Leia mais

CONTROLE LINEAR I. Parte A Sistemas Contínuos no Tempo PROF. DR. EDVALDO ASSUNÇÃO PROF. DR. MARCELO C. M. TEIXEIRA -2013-

CONTROLE LINEAR I. Parte A Sistemas Contínuos no Tempo PROF. DR. EDVALDO ASSUNÇÃO PROF. DR. MARCELO C. M. TEIXEIRA -2013- CONTROLE LINEAR I Pare A Siema Conínuo no Tempo PROF. DR. EDVALDO ASSUNÇÃO PROF. DR. MARCELO C. M. TEIXEIRA -03- AGRADECIMENTOS O auore deejam agradecer ao aluno Pierre Goebel, que em uma arde de verão

Leia mais

UMA ABORDAGEM GLOBAL PARA O PROBLEMA DE CARREGAMENTO NO TRANSPORTE DE CARGA FRACIONADA

UMA ABORDAGEM GLOBAL PARA O PROBLEMA DE CARREGAMENTO NO TRANSPORTE DE CARGA FRACIONADA UMA ABORDAGEM GLOBAL PARA O PROBLEMA DE CARREGAMENTO NO TRANSPORTE DE CARGA FRACIONADA Benjamin Mariotti Feldmann Mie Yu Hong Chiang Marco Antonio Brinati Univeridade de São Paulo Ecola Politécnica da

Leia mais

Otimização no Planejamento Agregado de Produção em Indústrias de Processamento de Suco Concentrado Congelado de Laranja

Otimização no Planejamento Agregado de Produção em Indústrias de Processamento de Suco Concentrado Congelado de Laranja Omzação no Planeameno Agregado de Produção em Indúsras de Processameno de Suco Concenrado Congelado de Larana José Renao Munhoz Crova Agro Indusral Lda., 15800-970, Caanduva, SP (ose.munhoz@crova.com)

Leia mais

Erro! Indicador não definido. Erro! Indicador não definido. Erro! Indicador não definido. Erro! Indicador não definido.

Erro! Indicador não definido. Erro! Indicador não definido. Erro! Indicador não definido. Erro! Indicador não definido. A Prevsão com o Modelo de Regressão.... Inrodução ao Modelo de Regressão.... Exemplos de Modelos Lneares... 3. Dervação dos Mínmos Quadrados no Modelo de Regressão... 6 4. A Naureza Probablísca do Modelo

Leia mais

ESTUDOS DE EVENTO: TEORIA E OPERACIONALIZAÇÃO

ESTUDOS DE EVENTO: TEORIA E OPERACIONALIZAÇÃO ESTUDOS DE EVENTO: TEORIA E OPERACIONALIZAÇÃO TUTORIAL Marcos Anôno de Camargos Admnsrador de Empresas, MBA em Gesão Esraégca (Fnanças), Mesre em Admnsração pelo NUFI/CEPEAD/FACE/UFMG e Professor do Cenro

Leia mais

TOMADA DE DECISÃO EM FUTUROS AGROPECUÁRIOS COM MODELOS DE PREVISÃO DE SÉRIES TEMPORAIS

TOMADA DE DECISÃO EM FUTUROS AGROPECUÁRIOS COM MODELOS DE PREVISÃO DE SÉRIES TEMPORAIS ARTIGO: TOMADA DE DECISÃO EM FUTUROS AGROPECUÁRIOS COM MODELOS DE PREVISÃO DE SÉRIES TEMPORAIS REVISTA: RAE-elerônica Revisa de Adminisração de Empresas FGV EASP/SP, v. 3, n. 1, Ar. 9, jan./jun. 2004 1

Leia mais

CARGA E DESCARGA DE CAPACITORES

CARGA E DESCARGA DE CAPACITORES ARGA E DESARGA DE APAITORES O assuno dscudo ns argo, a carga a dscarga d capacors, aparcu dos anos conscuvos m vsbulars do Insuo Mlar d Engnhara ( 3). Ns sudo, srão mosradas as dduçõs das uaçõs d carga

Leia mais

Desconcentração e interiorização da economia fluminense na última década

Desconcentração e interiorização da economia fluminense na última década DSCONCNTRAÇÃO INTRIORIZAÇÃO DA CONOMIA FLUMINNS NA ÚLTIMA DÉCADA PAULO MARCLO SOUZA; NIRALDO JOSÉ PONCIANO; MARLON GOMS NY; HNRIQU TOMÉ MATA; UNIVRSIDAD FDRAL DA BAHIA SALVADOR - BA - BRASIL pmsouza@uenf.br

Leia mais

Gestão de estoque no setor de varejo calçadista: Abordagem via Análise Multivariada e Teoria do Controle Ótimo

Gestão de estoque no setor de varejo calçadista: Abordagem via Análise Multivariada e Teoria do Controle Ótimo UNVERSDADE ESTADUAL PAULSTA JULO DE MESQUTA FLHO FACULDADE DE ENGENHARA DE BAURU PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARA DE PRODUÇÃO PAULO NOCERA ALVES JUNOR Gesão de esoque no seor de varejo alçadisa:

Leia mais

ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA

ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA TÓPICOS AVANÇADOS MATERIAL DE APOIO ÁLVARO GEHLEN DE LEÃO gehleao@pucrs.br 55 5 Avaliação Econômica de Projeos de Invesimeno Nas próximas seções serão apresenados os principais

Leia mais

Figura 1 Carga de um circuito RC série

Figura 1 Carga de um circuito RC série ASSOIAÇÃO EDUAIONAL DOM BOSO FAULDADE DE ENGENHAIA DE ESENDE ENGENHAIA ELÉTIA ELETÔNIA Disciplina: Laboraório de ircuios Eléricos orrene onínua 1. Objeivo Sempre que um capacior é carregado ou descarregado

Leia mais

Fotografando o Eclipse Total da Lua

Fotografando o Eclipse Total da Lua Fotografando o Eclipe Total da Lua (trabalho apreentado para o Mueu de Atronomia e Ciência Afin) http://atrourf.com/diniz/artigo.html Autor: Joé Carlo Diniz (REA-BRASIL) "Você pode e deve fotografar o

Leia mais

Um modelo matemático para o ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti e controle de epidemias

Um modelo matemático para o ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti e controle de epidemias Universidade Federal de Ouro Preo Modelagem e Simulação de Sisemas Terresres DECOM- prof. Tiago Garcia de Senna Carneiro Um modelo maemáico para o ciclo de vida do mosquio Aedes aegypi e conrole de epidemias

Leia mais

Crescimento não regulado. Módulo 2

Crescimento não regulado. Módulo 2 Crescimeno não regulado Módulo 2 O boi almiscarado (musk ox) Disribuição original: América ore, Groenlândia Deplecção por caça excessiva: 1700-1850 Úlimos indivíduos no Alaska: 1850-60 Ilha de univak univak

Leia mais