L/O/G/O. Cultura Organizacional

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "L/O/G/O. Cultura Organizacional"

Transcrição

1 L/O/G/O Cultura Organizacional 1

2 Bibliografia Idalberto Chiavenato Gestão de Pessoas - 3ª edição editora Campus. Sylvia Constant Vergara Gestão de Pessoas 9ª edição editora Atlas. Stephen P. Robbins; Timothy A. Judge; Filipe Sobral - Comportamento Organizacional Teoria e Prática no Contexto Brasileiro editora Pearson 14ª edição. 2

3 As organizações As organizações apresentam uma enorme variedade; podem ser: indústrias, comércio, bancos, financeiras, escolas, hospitais, lojas, prestadoras de serviço, etc. Podem ser grandes, médias e pequenas quanto ao seu tamanho. Podem ser públicas ou privadas quanto à sua propriedade. Quase tudo que a sociedade necessita é produzido pelas organizações. Trabalhamos nelas e passamos a maior parte de nossas vidas dentro delas. Assim, o contexto em que se situa a gestão de pessoas é representado pelas organizações e pelas pessoas. Sem organizações e sem pessoas não haveria a Gestão de Pessoas. 3

4 Definição de organização Ainda de acordo com Robbins (2009, p.3), organização é uma unidade social coordenada de modo consciente, composta de duas ou mais pessoas, que funciona de maneira relativamente contínua, com o intuito de atingir um objetivo comum. Outra característica importante das organizações é que elas atribuem a seus membros papéis formais, que acabam determinando o comportamento deles. Por exemplo: se você é empregado de uma empresa, certamente vai se comportar de maneira diferente do que faria se fosse o dono. Outro exemplo: se você é aluno em uma universidade comporta-se de um jeito, se é professo, de outro. 4

5 Administrando a diversidade da força de trabalho Você pode trabalhar em organizações heterogêneas, isto é, com pessoas de gêneros (sexo), idades, etnias, religiões e orientações sexuais diferentes. Devemos tratar a todos com igualdade, independentemente das diferenças, e aproveitar a diversidade para promover a inovação. Satisfação e cidadania organizacional. Um trabalhador satisfeito tem mais chances de falar bem da empresa, ajudar os colegas e ter um desempenho acima do esperado. Se ele se sente bem tratado pela organização, vai retribuir a generosidade e a confiança. Se sentir que não é tratado com justiça, seu nível de satisfação cairá. 5

6 Percepção Percepção é a forma como interpretamos nossas impressões e damos sentido ao nosso ambiente. A mesma coisa pode ser percebida de maneiras distintas por pessoas diferentes. Na verdade, o que enxergamos não é a realidade, mas, sim nossa percepção dela. A forma como cada um percebe a realidade depende do observador, do objeto ou alvo e do contexto ou situação. As características pessoais do observador, como motivações, interesses e experiências passadas, afetam a forma como lê o alvo. As características do próprio alvo e sua relação com o ambiente também podem influenciar a percepção.. 6

7 Funções da cultura Os estudos sobre cultura organizacional foram sistematizados apenas na década de 1980, quando se tornou popular. A cultura organizacional desempenha diversas funções em uma empresa. Em primeiro lugar, a cultura tem o papel de definidora de fronteiras, ou seja: ela cria distinções entre uma organização e as outras. Segundo, ela proporciona um sentido de identidade aos membros da organização. Terceiro, facilita o comprometimento com algo maior do que os interesses individuais de cada um. Quarto, ela estimula a estabilidade do sistema social. 7

8 A cultura é a argamassa social que ajuda a manter a organização coesa, fornecendo os padrões adequados para aquilo que os funcionários devem fazer ou dizer. Serve também como sinalizador de sentido ou mecanismo de controle que orienta e dá forma às atitudes e comportamento dos funcionários a cultura define as regras do jogo. A cultura é, por definição, sutil, intangível, implícita (adj. Que se apresenta de modo obscuro; que está ou permanece subentendido; que não se pode expressar formalmente; não declarado; obscuro, oculto) e, sempre presente. 8

9 Criação da CULTURA A cultura organizacional não surge do nada. E, uma vez estabelecida, ela raramente se desfaz. Como uma cultura começa? Os costumes, as tradições e a maneira usual de fazer as coisas em uma organização dependem muito do que foi feito antes e do grau de sucesso que foi então alcançado. Isso nos leva a refletir à fonte primordial da cultura organizacional: os fundadores da empresa. 9

10 Tradicionalmente, os fundadores de uma empresa são os que têm maior impacto sobre a cultura inicial da organização. Eles têm uma visão daquilo que a organização deve ser, e seu tamanho pequeno facilita a imposição dessa visão sobre todos os membros da organização. O processo de criação de uma cultura ocorre de três maneiras. Na primeira, os fundadores só contratam e mantêm funcionários que pensem e sintam as coisas da mesma forma que eles. Na segunda, eles doutrinam e socializam esses funcionários de acordo com sua forma de pensar e de sentir. Por fim, o comportamento dos fundadores estimula os funcionários a se identificar com eles e a internalizar seus valores, convicções e premissas. 10

11 Mantendo viva uma cultura Depois de estabelecer uma cultura, é preciso mantê-la. Nas organizações, há três principais forças que atuam nessa manutenção: Seleção. É o processo de identificar e contratar funcionários com os conhecimentos e as habilidades necessários às suas funções. Vários candidatos podem cumprir esses requisitos. A decisão a respeito de quem contratar será influenciada pela percepção se ajustará melhor à cultura da organização. Alguns candidatos, ao notarem conflito entre os valores da empresa e seus valores pessoais, podem se retirar voluntariamente do processo. 11

12 Dirigentes. Pelo que dizem e falam, os altos executivos estabelecem normas a serem seguidas pelos funcionários, sinalizando graus de liberdade, formas de se vestir, que comportamentos podem levar a promoções, etc. Socialização. É o processo de ajudar novos funcionários a se adaptarem aos costumes da empresa. As empresas podem treinar e doutrinar os trabalhadores de várias formas. Por exemplo: programas especiais sobre a história da organização, oficinas de trabalho em equipe, palestras e exibição de filmes. Funcionários que não assimilem os comportamentos essenciais podem ser rotulados ou desajustados e demitidos.. 12

13 Socialização A socialização é composta por três etapas: Pré-chegada. Vem antes de o profissional ser contratado e, é o estágio em que ocorre o processo de seleção. Ele chega trazendo seus próprios valores e expectativas sobre o trabalho a ser feito e sobre a própria empresa. Em profissões que exigem grande especialização, a socialização prévia é muito importante. Durante o processo de seleção, o candidato é informado sobre a organização como um todo, e sua capacidade de passar a imagem certa quanto ao que a empresa espera de um funcionário será fundamental para a contratação. 13

14 Encontro. É quando o indivíduo entra na organização e confronta possíveis discrepâncias entre as suas expectativas e a realidade. Esse estágio pode tanto reafirmar as percepções do funcionário quanto ao trabalho, aos colegas, ao chefe e à empresa de forma geral como contradizê-las. O funcionário deve então passar pela socialização para substituir suas premissas por outras mais adequadas. Ou pode ficar tão desiludido que desista do emprego. 14

15 Metamorfose. É quando o novo colaborador deve resolver possíveis problemas do estágio anterior e passar por mudanças. A metamorfose completa-se quando ele assimila as normas da empresa e do grupo de trabalho, sente-se aceito pelos colegas, autoconfiante em relação ao seu trabalho e confortável com a empresa. Uma metamorfose bem-sucedida tem influência positiva sobre a produtividade e o comprometimento e reduz a propensão do funcionário a se demitir. 15

16 Resumo: A cultura original deriva da filosofia do fundador da empresa e influencia fortemente os critérios utilizados nas contratações à medida que ela cresce. As ações dos dirigentes estabelecem o clima geral que define quais comportamentos são aceitáveis e, quais não são. A maneira como o funcionário serão socializados vai depender tanto do sucesso obtido no processo de seleção quanto da preferência dos dirigentes quanto aos métodos de socialização. 16

17 Como os funcionários aprendem uma cultura? A cultura é transmitida aos funcionários por meio de diversas maneiras, sendo que as mais poderosas são as histórias, os rituais, os símbolos e a linguagem. Histórias. Quando Henry Ford II estava na presidência da Ford, era praticamente impossível encontrar um gerente que não houvesse escutado a história sobre o que ele dizia para seus subordinados, quando estes ficavam muito arrogantes: é o meu nome que está no prédio. A mensagem era bastante clara: Henry Ford II comandava a empresa. As histórias se referem a eventos ocorridos com fundadores de empresa, quebras de regras, sucessos estrondosos, redução de força de trabalho, 17

18 Recolocações de funcionários, reações e antigos erros e as estratégias organizacionais. Essas narrativas vinculam o presente ao passado e oferecem explicação e legitimidade para as práticas vigentes. Rituais. Os rituais são sequências repetitivas de atividades que expressam e reforçam os valores fundamentais da organização: quais os objetivos são mais importantes, que pessoas são importantes e quais são dispensáveis. Conhecemos como cerimônias: de comemoração, integração; aniversário da empresa; a conquista de uma meta; chegada de um novo líder, etc. tem objetivo de manter o encontro das pessoas. 18

19 Símbolos Materiais. Os funcionários de diversas empresas utilizam uniformes que servem como símbolos para a cultura da empresa. Tais vestimentas são símbolos materiais dessas organizações, representando sua cultura e aumentando a identificação que seus funcionários têm com elas. Algumas empresas oferecem a seus altos executivos limusines com motorista e jatos da companhia para viagens. O espaço físico da empresa, o tipo de carro disponível para os executivos ou a forma como fazem suas viagens são apenas alguns exemplos de símbolos materiais. Outras podem incluir: tamanho da sede; a elegância do mobiliário a vestimenta, etc. 19

20 Linguagem. Muitas organizações e unidades dentro delas utilizam a linguagem para ajudar os membros a identificar sua cultura, demonstrar que a aceitam e ajudar a preservá-la. Por exemplo, nas empresas de telefonia celular, como a Vivo, a Tim, a Oi e a Claro, os funcionários utilizam um jargão próprio que inclui termos específicos desse mercado. 20

21 A cultura cria o clima Se já trabalhou com alguém cujas atitudes positivas o inspiram a dar o seu melhor, ou com um grupo medíocre que o fez perder a motivação, você experimentou os efeitos do clima organizacional. O clima organizacional refere-se às percepções comuns que os funcionários de uma organização têm com relação à empresa e ao ambiente de trabalho. 21

22 Quando todos possuem o mesmo sentimento geral sobre o que é importante ou quão bem as coisas estão, o efeito dessas atitudes será maior do que a soma das partes individuais. O clima não refere-se somente a satisfação do cliente e financeira, mas, dezenas de dimensões do clima têm sido estudadas, incluindo segurança, justiça, diversidade, etc. Uma pessoa que encontra um clima positivo de desempenho pensará em fazer um bom trabalho com mais frequência e acreditará que os outros apoiarão o sucesso dele ou dela o clima influencia os hábitos adotados pelas pessoas. 22

23 A cultura como um passivo Estamos falamos até o momento de CULTURA sem julgamento de valores. Não foi dito que ela é boa ou ruim apenas que existe! Boa parte de suas funções, é favorável tanto à organização quanto às pessoas /funcionários. A cultura melhora o comprometimento organizacional e aumenta a uniformidade no comportamento dos funcionários. Do ponto de vista do funcionário, a cultura é positiva porque diz claramente à ele como as coisas devem ser feitas e o que é importante. 23

24 Essência da cultura nas organizações Existem sete características básicas que capturam a essência da cultura em uma organização: 1. Inovação. É o grau em que os funcionários são estimulados a ser inovadores e a assumir riscos; 2. Atenção aos detalhes. É o grau em que se espera que os funcionários demonstrem precisão, análise e atenção aos detalhes; 3. Orientação para os resultados. É o grau em que os dirigentes focam mais os resultados do que as técnicas e os processos empregados para o alcance; 24

25 Essência da cultura nas organizações 4. Foco na pessoa. É o grau em que as decisões dos dirigentes levam em consideração o efeito dos resultados sobre as pessoas dentro da organização; 5. Foco na equipe. É o grau em que as atividades de trabalho são mais organizadas em torno de equipes do que de indivíduos. 6. Agressividade. É o grau em que as pessoas são competitivas e agressivas, em vez de tranquilas; 7. Estabilidade. É o grau em que as atividades organizacionais enfatizam a manutenção do status em vez do crescimento. 25

26 Tal essência se torna a base dos sentimentos de compreensão compartilhada que os membros têm a respeito da organização, de como as coisas acontecem; são feitas e da forma como eles devem se comportar. A cultura organizacional se refere à maneira pela qual os funcionários percebem as características da cultura da empresa, e não ao fato de eles gostarem ou não delas. Pesquisas sobre cultura organizacional têm buscado medir como os funcionários veem sua organização: ela estimula o trabalho em equipe? Recompensa a inovação? Reprime as iniciativas? 26

27 Enquanto a cultura organizacional procura mensurar a visão da organização por parte dos colaboradores, a satisfação com o trabalho procura medir como os funcionários se sentem com relação às expectativas da organização, às práticas de recompensas e a outros aspectos. Embora os dois conceitos tenham sem dúvida, certos pontos de intersecção, tenha sempre em mente que o conceito de cultura organizacional é descritivo, ao passo que o de satisfação com o trabalho é avaliativo. 27

28 Cultura versus formalização Sabido que, regras e regulamentações da formalização agem para controlar o comportamento dos funcionários. Uma formalização intensa na organização gera previsibilidade, ordem e consistência. Uma cultura organizacional forte pode fazer o mesmo sem necessidade de documentação escrita. Portanto, quanto mais forte a cultura organizacional, menos os gestores precisam se preocupar em desenvolver regras e regulamentos para orientar o comportamento dos funcionários. Essa orientação é internalizada pelos funcionários à medida que eles aceitam a cultura organizacional. 28

29 Componentes da Cultura Organizacional A cultura se apresenta em três diferentes níveis: artefatos, valores compartilhados e pressuposições básicas. Artefatos: São as coisas concretas que cada um vê, ouve e sente quando se depara com uma organização. Incluem os produtos, serviços e os padrões de comportamento dos membros de uma organização. Os símbolos, as histórias, os heróis, os lemas, as cerimônias anuais são exemplos de artefatos além de: arquitetura, espaço físico, design, tecnologia, etc. 29

30 Componentes da Cultura Organizacional Valores compartilhados: São os valores relevantes que se tornam importantes para as pessoas e que definem as razões pelas quais elas fazem o que fazem. Em muitas culturas organizacionais os valores são criados originalmente pelos fundadores da organização. Pressuposições básicas: São as crenças inconscientes, percepções, sentimentos e pressuposições dominantes nos quais as pessoas acreditam. 30

31 Missão A missão significa a razão da existência de uma organização. Significa a finalidade ou o motivo pelo qual a organização foi criada e para o que ela deve servir. Uma definição da missão organizacional deve responder três perguntas básicas: Quem somos nós? O que fazemos? E por que fazemos o que fazemos? A missão serve para clarificar e comunicar os objetivos, os valores básicos e a estratégia organizacional. 31

32 A missão deve traduzir a filosofia da organização, a qual envolvem os valores e crenças centrais que representam os princípios básicos da organização que balizam a sua conduta ética, responsabilidade social e suas respostas às necessidades do ambiente. É a missão que define a estratégia organizacional e indica o caminho a ser seguido pela organização. A missão agrega identidade e personalidade à organização. 32

33 É dela que decorrem os valores da organização que devem ser partilhados por todos os seus membros. Todos os membros da organização precisam trabalhar juntos em prol da sustentação da missão. Quando todos os trabalhadores conhecem a missão e os valores que norteiam seu trabalho, tudo fica mais fácil de entender, inclusive saber qual o seu papel e como contribui eficazmente para a organização. 33

34 Missão empresa AVON Missão GPA (grupo pão de açúcar) Nossa Missão- Ser líder global em beleza- Ser a marca de escolha das mulheres- Ser líder em vendas diretas- Ser o melhor lugar para se trabalhar- Garantir a melhor experiência de compra para todos os nossos clientes, em cada uma de nossas lojas. Ser a maior Fundação para as mulheres- Ser a empresa mais admirada. 34

35 Missão UMC Gerar e disseminar o conhecimento para formar profissionais socialmente responsáveis, empreendedores e transformadores da realidade contemporânea. Missão Alpargatas Conquistar os consumidores, por meio de marcas e produtos diferenciados e de alto valor percebido, criando valor para acionistas, empregados, fornecedores e clientes, atuando com responsabilidade social e ambiental. 35

36 Visão Visão é a imagem que a organização tem a respeito de si mesma e do seu futuro. O termo visão é utilizado para descrever um claro sentido do futuro e a compreensão das ações necessárias para torna-lo rapidamente um sucesso. A visão torna-se importante, pois hoje, não se controlam mais as pessoas através de regras burocráticas e hierarquia de comando, mas por meio do compromisso com a visão e os valores compartilhados. A visão estabelece uma identidade comum quanto aos propósitos da organização para o futuro, a fim de orientar o comportamento dos membros quanto ao destino que a organização deseja construir e realizar. 36

37 Obrigada! . Telefone:. (011)

Remuneração e Avaliação de Desempenho

Remuneração e Avaliação de Desempenho Remuneração e Avaliação de Desempenho Objetivo Apresentar estratégias e etapas para implantação de um Modelo de Avaliação de Desempenho e sua correlação com os programas de remuneração fixa. Programação

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos carlos@oficinadapesquisa.com.br www.oficinadapesquisa.com.br Objetivos desta unidade: Ao final desta

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SOROCABA

UNIVERSIDADE DE SOROCABA UNIVERSIDADE DE SOROCABA PRÓ REITORIA DE GRADUAÇÃO CURSO DE GESTÃO EM RECURSOS HUMANOS Alessandra dos Santos Silva Helenice Moraes Rosa Roseneia Farias Gazoli Valdilene Batista de Lima O QUE PODEMOS APRENDER

Leia mais

Módulo 6 Cultura organizacional, Liderança e Motivação

Módulo 6 Cultura organizacional, Liderança e Motivação Módulo 6 Cultura organizacional, Liderança e Motivação Um ambiente em constante mutação, com alterações cada vez mais rápidas e significativas, exige uma empresa com capacidade de adaptação crescente ao

Leia mais

Google imagens. Gestão de pessoas II. Kirlla Cristhine Almeida Dornelas, Doutora em Psicologia Docente

Google imagens. Gestão de pessoas II. Kirlla Cristhine Almeida Dornelas, Doutora em Psicologia Docente Google imagens Missão, valores e visão na gestão Gestão de pessoas II Kirlla Cristhine Almeida Dornelas, Doutora em Psicologia Docente O gestor ESTRATÉGICO de pessoas ѱ O gestor de pessoas tem de utilizar

Leia mais

A CULTURA ORGANIZACIONAL PODE INFLUENCIAR NO PROCESSO DE AGREGAR PESSOAS

A CULTURA ORGANIZACIONAL PODE INFLUENCIAR NO PROCESSO DE AGREGAR PESSOAS A CULTURA ORGANIZACIONAL PODE INFLUENCIAR NO PROCESSO DE AGREGAR PESSOAS Juliana da Silva, RIBEIRO 1 Roberta Cavalcante, GOMES 2 Resumo: Como a cultura organizacional pode influenciar no processo de agregar

Leia mais

ORIENTADOR(ES): JANAÍNA CARLA LOPES, JOÃO ANGELO SEGANTIN, KEINA POLIANA PIVARRO DALMOLIN PAGLIARIN

ORIENTADOR(ES): JANAÍNA CARLA LOPES, JOÃO ANGELO SEGANTIN, KEINA POLIANA PIVARRO DALMOLIN PAGLIARIN Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: MOTIVAÇÃO HUMANA - UM ESTUDO NA EMPRESA MAHRRY CONFECÇÕES CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS

Leia mais

Função Aplicação de pessoas: Socialização organizacional

Função Aplicação de pessoas: Socialização organizacional Função Aplicação de pessoas: Socialização organizacional SOCIALIZAÇÃO ORGANIZACIONAL É a maneira pela qual a organização recebe os novos escolhidos e os integra a sua cultura, o seu contexto, o seu sistema,

Leia mais

Estratégias adotadas pelas empresas para motivar seus funcionários e suas conseqüências no ambiente produtivo

Estratégias adotadas pelas empresas para motivar seus funcionários e suas conseqüências no ambiente produtivo Estratégias adotadas pelas empresas para motivar seus funcionários e suas conseqüências no ambiente produtivo Camila Lopes Ferreir a (UTFPR) camila@pg.cefetpr.br Dr. Luiz Alberto Pilatti (UTFPR) lapilatti@pg.cefetpr.br

Leia mais

Uma nova forma de gestão

Uma nova forma de gestão Uma nova forma de gestão por Michael Ballé ARTIGO Desvio da missão, silos e uma força de trabalho desengajada são alguns dos efeitos negativos da gestão tradicional. Michael Ballé oferece uma alternativa

Leia mais

A ESTRUTURA DA GESTÃO DE

A ESTRUTURA DA GESTÃO DE A ESTRUTURA DA GESTÃO DE PROJETOS Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br SUMÁRIO Importância do Gerenciamento de Projetos. Benefícios do Gerenciamento de Projetos Gerenciamento

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DA QUALIDADE

ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DA QUALIDADE ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DA QUALIDADE Atualizado em 03/12/2015 GESTÃO DA QUALIDADE As ideias principais que baseiam o significado atual da qualidade são, basicamente, as seguintes: Atender às expectativas,

Leia mais

A importância do líder para os projetos e para as organizações.

A importância do líder para os projetos e para as organizações. Instituto de Educação Tecnológica Pós-Graduação Gestão de Projetos - Turma nº150 21 de Agosto e 2015 A importância do líder para os projetos e para as organizações. Dêmille Cristine da Silva Taciano Analista

Leia mais

QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA SKYLACK

QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA SKYLACK QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA SKYLACK Jéssica Fernanda Torres 1 Larissa Custódio Grosseli 2 Solange Suffi Barbosa 3 Edson Leite Lopes Gimenez 4 RESUMO A qualidade de vida no

Leia mais

Disciplina: Rotinas de Departamento Pessoal. Prof. Robson Soares

Disciplina: Rotinas de Departamento Pessoal. Prof. Robson Soares Disciplina: Rotinas de Departamento Pessoal Prof. Robson Soares Capítulo 4 Aplicando Pessoas Na gestão de pessoas estudamos seis processos de administração de recursos humanos; processos de agregar pessoas,

Leia mais

FILOSOFIA DO SERVIÇO DE PÓS-VENDA TOYOTA

FILOSOFIA DO SERVIÇO DE PÓS-VENDA TOYOTA FILOSOFIA DO SERVIÇO DE PÓS-VENDA TOYOTA Toyota do Brasil Pós-venda Capítulo 1 - O que o Cliente espera do Serviço de Pós-Venda Capítulo 2 - A Filosofia do Serviço de Pós-Venda Toyota Definindo a Filosofia

Leia mais

PLANEJAMENTO OPERACIONAL: RECURSOS HUMANOS E FINANÇAS MÓDULO 10

PLANEJAMENTO OPERACIONAL: RECURSOS HUMANOS E FINANÇAS MÓDULO 10 PLANEJAMENTO OPERACIONAL: RECURSOS HUMANOS E FINANÇAS MÓDULO 10 Índice 1. Regulamento, Procedimento e Programação em Recursos Humanos...3 2. Aprendizagem...3 3. Como melhorar a aprendizagem...5 4. Avaliação

Leia mais

As Organizações e a Teoria Organizacional

As Organizações e a Teoria Organizacional Página 1 de 6 As Organizações e a Teoria Organizacional Autora: Sara Fichman Raskin Este texto é totalmente baseado no primeiro capítulo do livro Organizational theory: text and cases, do autor Jones Gareth,

Leia mais

PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL DE UMA COOPERATIVA DE PROFISSIONAIS DO RAMO DE AGRONEGÓCIO DO NOROESTE DO PARANÁ

PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL DE UMA COOPERATIVA DE PROFISSIONAIS DO RAMO DE AGRONEGÓCIO DO NOROESTE DO PARANÁ ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL DE UMA COOPERATIVA DE PROFISSIONAIS DO RAMO DE AGRONEGÓCIO DO NOROESTE

Leia mais

AULA 11 Marketing de Serviços

AULA 11 Marketing de Serviços AULA 11 Marketing de Serviços Pessoal de serviço da linha de frente: fonte de fidelidade de clientes e vantagem competitiva A linha de frente é uma fonte importante de diferenciação e vantagem competitiva.

Leia mais

Gestores Públicos e os desafios da gestão pública. (Sumário de temas da conferência)

Gestores Públicos e os desafios da gestão pública. (Sumário de temas da conferência) Gestores Públicos e os desafios da gestão pública (Sumário de temas da conferência) Paulo Roberto Motta I. O NOVO DESENVOLVIMENTO E A GESTÃO PÚBLICA: as redes sociopolíticas e a cadeia mundial produtiva

Leia mais

UNIDADE 5 PPP, CLIMA DE ESCOLA, NORMAS DE CONVIVÊNCIA E DIREITOS HUMANOS

UNIDADE 5 PPP, CLIMA DE ESCOLA, NORMAS DE CONVIVÊNCIA E DIREITOS HUMANOS UNIDADE 5 PPP, CLIMA DE ESCOLA, NORMAS DE CONVIVÊNCIA E DIREITOS HUMANOS Módulo 3 - Direitos Humanos e o Projeto Político Pedagógico da escola Objetivos: Nesta Unidade veremos como os Direitos Humanos

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos carlos@oficinadapesquisa.com.br www.oficinadapesquisa.com.br Organizações Nenhuma organização existe

Leia mais

TÉCNICAS DE MOTIVAÇÃO APLICADAS A EMPRESAS

TÉCNICAS DE MOTIVAÇÃO APLICADAS A EMPRESAS TÉCNICAS DE MOTIVAÇÃO APLICADAS A EMPRESAS Rogéria Lopes Gularte 1 Resumo: No presente trabalho procuramos primeiramente definir o que é motivação, e como devemos nos comportar com as diferentes necessidades,

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Este material resulta da reunião de fragmentos do módulo I do Curso Gestão Estratégica com uso do Balanced Scorecard (BSC) realizado pelo CNJ. 1. Conceitos de Planejamento Estratégico

Leia mais

A MOTIVAÇÃO INFLUENCIA NO DESEMPENHO DAS PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES? INFLUENCE MOTIVATION PERFORMANCE OF PERSONS IN ORGANIZATIONS?

A MOTIVAÇÃO INFLUENCIA NO DESEMPENHO DAS PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES? INFLUENCE MOTIVATION PERFORMANCE OF PERSONS IN ORGANIZATIONS? A MOTIVAÇÃO INFLUENCIA NO DESEMPENHO DAS PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES? INFLUENCE MOTIVATION PERFORMANCE OF PERSONS IN ORGANIZATIONS? Ana Carolina Gimenes Figueiredo Graduanda em Administração - Universidade

Leia mais

Os Quatro Tipos de Solos - Coração

Os Quatro Tipos de Solos - Coração Os Quatro Tipos de Solos - Coração Craig Hill Marcos 4:2-8 Jesus usava parábolas para ensinar muitas coisas. Ele dizia: 3 Escutem! Certo homem saiu para semear. 4 E, quando estava espalhando as sementes,

Leia mais

GESTÃO DE CONFLITOS. Prof. Angelo Brigato Ésther angelo.esther@ufjf.edu.br

GESTÃO DE CONFLITOS. Prof. Angelo Brigato Ésther angelo.esther@ufjf.edu.br GESTÃO DE CONFLITOS Prof. Angelo Brigato Ésther angelo.esther@ufjf.edu.br GESTÃO DOS CONFLITOS NAS ORGANIZAÇÕES INTRODUÇÃO O conflito nem sempre foi encarado positivamente pela administração, especialmente

Leia mais

TIPOS DE REUNIÕES. Mariangela de Paiva Oliveira. mariangela@fonte.org.br. As pessoas se encontram em diferentes âmbitos:

TIPOS DE REUNIÕES. Mariangela de Paiva Oliveira. mariangela@fonte.org.br. As pessoas se encontram em diferentes âmbitos: TIPOS DE REUNIÕES Mariangela de Paiva Oliveira mariangela@fonte.org.br As pessoas se encontram em diferentes âmbitos: no âmbito do pensar: quando acontece uma troca de idéias, opiniões ou informações;

Leia mais

Um mercado de oportunidades

Um mercado de oportunidades Um mercado de oportunidades Como grandes, pequenas e médias empresas se comunicam? Quem são os principais interlocutores e como procurá-los? Como desenvolver uma grande campanha e inovar a imagem de uma

Leia mais

LIDERANÇA, ÉTICA, RESPEITO, CONFIANÇA

LIDERANÇA, ÉTICA, RESPEITO, CONFIANÇA Dado nos últimos tempos ter constatado que determinado sector da Comunidade Surda vem falando muito DE LIDERANÇA, DE ÉTICA, DE RESPEITO E DE CONFIANÇA, deixo aqui uma opinião pessoal sobre o que são estes

Leia mais

1 Apresentação. Liderança Autêntica: Inspirar, Mobilizar e Transformar. Essência. Powerpoint. Apresentação Powerpoint Imp. 24/0 leaderconsulting.

1 Apresentação. Liderança Autêntica: Inspirar, Mobilizar e Transformar. Essência. Powerpoint. Apresentação Powerpoint Imp. 24/0 leaderconsulting. 1 Apresentação Liderança Autêntica: Inspirar, Mobilizar e Transformar. Essência 2 Apresentação A Nova Organização FASES ASPECTOS ERA DA AGRICULTURA SOCIEDADE INDUSTRIAL SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO TECNOLOGIA

Leia mais

LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO

LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO 1. Este caderno é constituído de 40 questões assim distribuídas: Conhecimentos Gerais, de 01 a 12; e Conhecimentos Específicos, de 13 a 40. 2. Caso o caderno esteja

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA 1. MENSAGEM IESC

CÓDIGO DE CONDUTA 1. MENSAGEM IESC CÓDIGO DE CONDUTA 1. MENSAGEM IESC De origem grega, o termo ethos significa costumes e deve ser entendido com um conjunto de princípios básicos que visam disciplinar e regular, a moral e a conduta das

Leia mais

Estratégia de Desenvolvimento de Pessoas em Ação

Estratégia de Desenvolvimento de Pessoas em Ação Estratégia de Desenvolvimento de Pessoas em Ação Caros colegas, orienta o modo como nossa organização trabalha para selecionar, desenvolver, motivar e valorizar o bem mais importante da Bausch + Lomb nossas

Leia mais

RECONHECIMENTO, OPORTUNIDADES E AUTONOMIA COMO FATOR MOTIVACIONAL. UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA MARF.

RECONHECIMENTO, OPORTUNIDADES E AUTONOMIA COMO FATOR MOTIVACIONAL. UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA MARF. RECONHECIMENTO, OPORTUNIDADES E AUTONOMIA COMO FATOR MOTIVACIONAL. UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA MARF. Danilo Domingos Gonzales Simão 1 Fábio Augusto Martins Pereira 2 Gisele Maciel de Lima 3 Jaqueline

Leia mais

Gestão de pessoas: revisão de conceitos

Gestão de pessoas: revisão de conceitos Glaucia Falcone Fonseca Chegamos ao final de nosso curso e vale a pena fazer uma retrospectiva sobre os principais aspectos da gestão de pessoas, algo tão importante no atual mundo do trabalho, caracterizado

Leia mais

atitudes e comportamentos. Acima de tudo, o Ser Humano tem alma, emoções e sentimentos. Quantas mudanças ocorrem na vida da empresa? Inúmeras.

atitudes e comportamentos. Acima de tudo, o Ser Humano tem alma, emoções e sentimentos. Quantas mudanças ocorrem na vida da empresa? Inúmeras. RH SENSÍVEL RH é uma área sensível à mentalidade que em geral predomina nas organizações. A gestão de RH abrange aspectos como a cultura organizacional, satisfação no trabalho e talento. Isis Corrêa Como

Leia mais

Questões de Concurso Público para estudar e se preparar... Prefeitura Olinda - Administrador. 1. Leia as afirmativas a seguir.

Questões de Concurso Público para estudar e se preparar... Prefeitura Olinda - Administrador. 1. Leia as afirmativas a seguir. Questões de Concurso Público para estudar e se preparar... Prefeitura Olinda - Administrador 1. Leia as afirmativas a seguir. I. O comportamento organizacional refere-se ao estudo de indivíduos e grupos

Leia mais

Desenvolvimento e Capacitação de Servidores Públicos

Desenvolvimento e Capacitação de Servidores Públicos Desenvolvimento e Capacitação de Servidores Públicos I-Organização da Administração Pública A vida da sociedade organizada pressupõe uma organização racional do trabalho, constituída de uma hierarquia

Leia mais

8. AS EQUIPES VIRTUAIS PROMOVENDO VANTAGENS COMPETITIVAS NA BUNGE FERTILIZANTES S/A

8. AS EQUIPES VIRTUAIS PROMOVENDO VANTAGENS COMPETITIVAS NA BUNGE FERTILIZANTES S/A 8. AS EQUIPES VIRTUAIS PROMOVENDO VANTAGENS COMPETITIVAS NA BUNGE FERTILIZANTES S/A Adriane Hartman Fábio Gomes da Silva Dálcio Roberto dos Reis Luciano Scandelari 1 INTRODUÇÃO Este artigo pretende mostrar

Leia mais

O PAPEL EMPREENDEDOR NO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE * PALAVRAS-CHAVE: Sistema de Gestão da Qualidade. Representante da Diretoria. ISO 9001.

O PAPEL EMPREENDEDOR NO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE * PALAVRAS-CHAVE: Sistema de Gestão da Qualidade. Representante da Diretoria. ISO 9001. O PAPEL EMPREENDEDOR NO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE * Adalberto Luiz de Souza ** RESUMO: Este texto tem por finalidade descrever o papel do representante da direção, referente ao atendimento de requisito

Leia mais

Prof. Paulo Barreto www.paulobarretoi9consultoria.com.br REVISÃO DE PROVA

Prof. Paulo Barreto www.paulobarretoi9consultoria.com.br REVISÃO DE PROVA Prof. Paulo Barreto www.paulobarretoi9consultoria.com.br REVISÃO DE PROVA Grupo 01 Conceitos de Negociação Negociação é um processo de comunicação bilateral, com o objetivo de se chegar a uma decisão conjunta

Leia mais

Mensagem do presidente

Mensagem do presidente Mensagem do presidente A giroflex-forma está em um novo momento. Renovada, focada em resultados e nas pessoas, ágil e mais competitiva no mercado de assentos e de mobiliário corporativo. Representando

Leia mais

O GERENTE DE PROJETOS

O GERENTE DE PROJETOS O GERENTE DE PROJETOS INTRODUÇÃO Autor: Danubio Borba, PMP Vamos discutir a importância das pessoas envolvidas em um projeto. São elas, e não os procedimentos ou técnicas, as peças fundamentais para se

Leia mais

SUMÁRIO O QUE É COACH? 2

SUMÁRIO O QUE É COACH? 2 1 SUMÁRIO INTRODUÇÃO...3 O COACHING...4 ORIGENS...5 DEFINIÇÕES DE COACHING...6 TERMOS ESPECÍFICOS E SUAS DEFINIÇÕES...7 O QUE FAZ UM COACH?...8 NICHOS DE ATUAÇÃO DO COACHING...9 OBJETIVOS DO COACHING...10

Leia mais

Concurso: Recursos Humanos Aula 03 LEONARDO FERREIRA SENADO FEDERAL ADMINISTRADOR

Concurso: Recursos Humanos Aula 03 LEONARDO FERREIRA SENADO FEDERAL ADMINISTRADOR Concurso: SENADO FEDERAL ADMINISTRADOR Recursos Humanos Aula 03 LEONARDO FERREIRA Conteúdo Programático! Recursos Humanos Senado Federal! Recrutamento e Seleção. Avaliação Desempenho. Treinamento e Desenvolvimento.

Leia mais

Como escrever para o seu. Site. e usar seu conhecimento como forma de conquistar e reter clientes. Blog do Advogado Moderno - PROMAD

Como escrever para o seu. Site. e usar seu conhecimento como forma de conquistar e reter clientes. Blog do Advogado Moderno - PROMAD o seu Site e usar seu conhecimento como forma de conquistar e reter clientes. Conteúdo Introdução Escrever bem é um misto entre arte e ciência Seus conhecimentos geram mais clientes Dicas práticas Faça

Leia mais

DESEMPENHO 1 INTRODUÇÃO

DESEMPENHO 1 INTRODUÇÃO DESEMPENHO 1 INTRODUÇÃO Esta pesquisa tem como objetivo abordar o tema voltado para a avaliação do desempenho humano com os seguintes modelos: escalas gráficas, escolha forçada, pesquisa de campo, métodos

Leia mais

Gustavo Malavota Administrador Vendedor Palestrante Professor de Marketing

Gustavo Malavota Administrador Vendedor Palestrante Professor de Marketing Gustavo Malavota Administrador Vendedor Palestrante Professor de Marketing Gustavo Malavota Módulo Consultoria Diretor de Planejamento Experiência Profissional: SENAC-Rio em 2007 como especialista e coordenador

Leia mais

Aula 01 Gestão de pessoas e suas definições

Aula 01 Gestão de pessoas e suas definições Aula 01 Gestão de pessoas e suas definições Objetivos da aula: Entender a importância das pessoas nas organizações. Conhecer os objetivos, os processos e a estrutura do órgão Gestão de Pessoas. Ajudar

Leia mais

5. LIDERANÇA E PODER NAS ORGANIZAÇÕES

5. LIDERANÇA E PODER NAS ORGANIZAÇÕES 5. LIDERANÇA E PODER NAS ORGANIZAÇÕES A conceituação de poder varia de acordo com o contexto em que se está inserido. São pessoas que exercem poder e este é exercido sobre alguém, portanto, neste caso

Leia mais

www.belcorp.biz VIII/09

www.belcorp.biz VIII/09 CÓDIGO DE ÉTICA www.belcorp.biz VIII/09 Na Belcorp acreditamos que cada pessoa tem o poder de transformar seus sonhos em realidade. Assumir este poder significa reconhecer que nossas ações e decisões têm

Leia mais

Redação do Site Inovação Tecnológica - 28/08/2009. Humanos aprimorados versus humanos comuns

Redação do Site Inovação Tecnológica - 28/08/2009. Humanos aprimorados versus humanos comuns VOCÊ ESTÁ PREPARADO PARA CONVIVER COM OS HUMANOS APRIMORADOS? http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=voce-esta-preparado-conviver-humanosaprimorados&id=010850090828 Redação do

Leia mais

A importância dos. RECURSOS HUMANOS na empresa moderna

A importância dos. RECURSOS HUMANOS na empresa moderna A importância dos RECURSOS HUMANOS na empresa moderna Organizações: cenário atual Empresas vêm passando por impactos revolucionários: Dimensão globalizada Aumento da competitividade Mudanças constantes

Leia mais

Aula 08 Programas de Treinamento

Aula 08 Programas de Treinamento Aula 08 Programas de Treinamento Objetivos da aula: Conhecer os programas de desenvolvimento e métodos de treinamento utilizados nas empresas como sua política e prática de Recursos Humanos. Compreender

Leia mais

Valores & Princípios. Grupo Freudenberg

Valores & Princípios. Grupo Freudenberg Valores & Princípios Grupo Freudenberg C o n d u ta e C o m p o r ta m e n t o C o n d u ta e C o m p o r ta m e n t o Nossos Princípios & Conduta e Comportamento 3 Os Nossos Princípios e o documento de

Leia mais

Gestão de Pessoas. É bem mais fácil quando você conhece profundamente seus colaboradores

Gestão de Pessoas. É bem mais fácil quando você conhece profundamente seus colaboradores Gestão de Pessoas É bem mais fácil quando você conhece profundamente seus colaboradores 1 Gestão de Pessoas Acalme-se. Já não é necessário comer um quilo de sal pra conhecer profundamente as pessoas com

Leia mais

PRESENÇA E PARTICIPAÇÃO NA MAÇONARIA - Joaquim Monte

PRESENÇA E PARTICIPAÇÃO NA MAÇONARIA - Joaquim Monte 1 PRESENÇA E PARTICIPAÇÃO NA MAÇONARIA - Joaquim Monte INTRODUÇÃO: FAZER PARTE DA Profissão PARTICIPAR DA Profissão a mesma coisa? Ou, existe alguma diferença? Então, qual o significado de FAZER PARTE?

Leia mais

Planejamento e Gestão Estratégica

Planejamento e Gestão Estratégica Planejamento e Gestão Estratégica O Governo de Minas estabeleceu como um dos eixos norteadores da suas políticas públicas a eficiência na utilização dos recursos e a oferta de serviços com qualidade cada

Leia mais

SAÚDE MENTAL RELACIONADA AO TRABALHO. Marcia Hespanhol Bernardo PUC-Campinas

SAÚDE MENTAL RELACIONADA AO TRABALHO. Marcia Hespanhol Bernardo PUC-Campinas SAÚDE MENTAL RELACIONADA AO TRABALHO Marcia Hespanhol Bernardo PUC-Campinas O que diz o discurso predominante na literatura de gestão atual? Organização que aprende (Senge) Missão compartilhada - Família-empresa

Leia mais

Principais Vultos: Peter F. Drucker, Willian Newman, Ernest Dale, Ralph C. Davis, Louis Allen e George Terry.

Principais Vultos: Peter F. Drucker, Willian Newman, Ernest Dale, Ralph C. Davis, Louis Allen e George Terry. Abordagem Neoclássica da Administração Todas as teorias administrativas assentaram-se na Teoria Clássica, seja, como ponto de partida, seja como crítica para tentar uma posição diferente, mas a ela relacionada

Leia mais

EDUCAÇÃO PARA HUMANOS CRESCIDOS PALESTRAS 11 3672-6822 11 8067-9041. www.santagente.com.br

EDUCAÇÃO PARA HUMANOS CRESCIDOS PALESTRAS 11 3672-6822 11 8067-9041. www.santagente.com.br EDUCAÇÃO PARA HUMANOS CRESCIDOS PALESTRAS Sobre a Santa Gente Mudamos o formato das palestras convencionais com o propósito de vender inovação com inovação. Utilizamos a música como ferramenta de facilitação

Leia mais

processos de qualidade como um todo. Este conceito, muitas vezes como parte de uma iniciativa mais ampla "gestão enxuta", muitas organizações abraçam

processos de qualidade como um todo. Este conceito, muitas vezes como parte de uma iniciativa mais ampla gestão enxuta, muitas organizações abraçam 2 1 FILOSOFIA KAIZEN Segundo IMAI, MASAAKI (1996) KAIZEN é uma palavra japonesa que traduzida significa melhoria continua, que colabora em melhorias sequenciais na empresa como um todo, envolvendo todos

Leia mais

Diversidade: inclusão ou estratégia?

Diversidade: inclusão ou estratégia? 86 Harvard Business Review Outubro 2015 edição brasil Fernanda Borin, Priscila Fieno e Bernardo Sampaio são consultores do Hay Group Diversidade: inclusão ou estratégia? A presença de pessoas com diferentes

Leia mais

Rita/João Abril -2014

Rita/João Abril -2014 Rita/João Abril -2014 Conteúdo Programático (Qui)10/04 Estratégia de gerenciamento de pessoas com foco em resultado e gestão por competências Rita (Qui)17/04 - Conceitos de liderança, equipes eficazes,

Leia mais

Profª Iris do Céu Clara Costa - UFRN iris_odontoufrn@yahoo.com.br

Profª Iris do Céu Clara Costa - UFRN iris_odontoufrn@yahoo.com.br HUMANIZAÇÃO NO SERVIÇO ODONTOLÓGICO Profª Iris do Céu Clara Costa - UFRN iris_odontoufrn@yahoo.com.br É a proposta de uma nova relação entre usuário, os profissionais que o atendem e os serviços. Todos

Leia mais

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA - APRESENTAÇÃO 1- COMO SURGIU A IDÉIA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 2- O QUE SIGNIFICA INCLUSÃO ESCOLAR? 3- QUAIS AS LEIS QUE GARANTEM A EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 4- O QUE É UMA ESCOLA

Leia mais

Entrevista a Idalberto Chiavenato, guru mundial de recursos humanos

Entrevista a Idalberto Chiavenato, guru mundial de recursos humanos Entrevista a Idalberto Chiavenato, guru mundial de recursos humanos Entrada: Um dos maiores peritos em administração de empresas e recursos humanos, o brasileiro Idalberto Chiavenato, está de regresso

Leia mais

Empreendedorismo e comportamento empreendedor: como transformar gestores em profissionais empreendedores

Empreendedorismo e comportamento empreendedor: como transformar gestores em profissionais empreendedores Empreendedorismo e comportamento empreendedor: como transformar gestores em profissionais empreendedores Ana Maria Bueno (CEFETPR/PG) ana@pg.cefetpr.br Dr ª. Magda L.G. Leite (CEFETPR/PG) magda@pg.cefetpr.br

Leia mais

A Busca da Excelência: entre o dizer e o fazer. Júlia Farnese Fernanda Queiroga

A Busca da Excelência: entre o dizer e o fazer. Júlia Farnese Fernanda Queiroga 2014 A Busca da Excelência: entre o dizer e o fazer. Júlia Farnese Fernanda Queiroga A Busca da Excelência: entre o dizer e o fazer. 3 A palestra em questão aborda a busca da excelência e o paradigma

Leia mais

Administração de Pessoas

Administração de Pessoas Administração de Pessoas MÓDULO 5: ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS 5.1 Conceito de ARH Sem as pessoas e sem as organizações não haveria ARH (Administração de Recursos Humanos). A administração de pessoas

Leia mais

TÍTULO: QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO (QVT): ESTUDO DE CASO EM UMA CONCESSIONÁRIA DE MOTOS EM JALES-SP CATEGORIA: CONCLUÍDO

TÍTULO: QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO (QVT): ESTUDO DE CASO EM UMA CONCESSIONÁRIA DE MOTOS EM JALES-SP CATEGORIA: CONCLUÍDO TÍTULO: QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO (QVT): ESTUDO DE CASO EM UMA CONCESSIONÁRIA DE MOTOS EM JALES-SP CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO

Leia mais

Capítulo 15: TÉCNICAS PARA UMA ENTREVISTA DE TRABALHO

Capítulo 15: TÉCNICAS PARA UMA ENTREVISTA DE TRABALHO Capítulo 15: TÉCNICAS PARA UMA ENTREVISTA DE TRABALHO 15.1 Como se Preparar para as Entrevistas É absolutamente essencial treinar-se para as entrevistas. Se você não praticar, poderá cometer todos os tipos

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO GERAL MOTIVAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO GERAL MOTIVAÇÃO ADMINISTRAÇÃO GERAL MOTIVAÇÃO Atualizado em 11/01/2016 MOTIVAÇÃO Estar motivado é visto como uma condição necessária para que um trabalhador entregue um desempenho superior. Naturalmente, como a motivação

Leia mais

GESTÃO ORGANIZACIONAL NA EMPRESA: A OLIVEIRA S INFORMÁTICA

GESTÃO ORGANIZACIONAL NA EMPRESA: A OLIVEIRA S INFORMÁTICA GESTÃO ORGANIZACIONAL NA EMPRESA: A OLIVEIRA S INFORMÁTICA Braulio Oliveira dos Santos Fo Adriana Guimarães de Oliveira Leuzenir Barth de Oliveira Resumo: Este artigo retrata a maneira pela qual foi desenvolvido

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA RECEBA MAIS QUE TECNOLOGIA

CÓDIGO DE ÉTICA RECEBA MAIS QUE TECNOLOGIA CÓDIGO DE ÉTICA RECEBA MAIS QUE TECNOLOGIA Código de Ética e de Responsabilidade Social Propósitos A ACE Schmersal tem uma atuação corporativa pautada em valores éticos e morais. Estes mesmos valores regem

Leia mais

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens a seguir.

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens a seguir. 1. A administração de recursos humanos, historicamente conhecida como administração de pessoal, lida com sistemas formais para administrar pessoas dentro da organização. A administração de recursos humanos

Leia mais

Modelo de Gestão Estratégica para Resultados da SEFAZ

Modelo de Gestão Estratégica para Resultados da SEFAZ Modelo Estratégica para Resultados da SEFAZ Treinamento Gestores Conhecendo nosso Modelo Maio 2015 Modelo Estratégico para Resultados Assuntos previstos para esta oficina... Aprofundar no conceito de Gestão

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO I. 1 Elaborar cuidadosamente o planejamento da organização e assegurar que o mesmo seja executado.

ADMINISTRAÇÃO I. 1 Elaborar cuidadosamente o planejamento da organização e assegurar que o mesmo seja executado. 3 PAPEL DOS GERENTES Os gerentes são os protagonistas do processo administrativo. Eles são responsáveis por coordenar o trabalho dos outros funcionários da empresa. Não existe apenas um modelo administrativo,

Leia mais

Profª. Maria Ivone Grilo Martinimariaivone@superig.com.br

Profª. Maria Ivone Grilo Martinimariaivone@superig.com.br Educação Inclusiva Direito à Diversidade O Ensino comum na perspectiva inclusiva: currículo, ensino, aprendizage m, conheciment o Educação Inclusiva Direito à Diversidade Profª. Maria Ivone Grilo Martinimariaivone@superig.com.br

Leia mais

PARTE V ADMINISTRAÇÃO DE CONFLITOS

PARTE V ADMINISTRAÇÃO DE CONFLITOS PARTE V ADMINISTRAÇÃO DE CONFLITOS Ganhar, nem sempre. Amadurecer, sempre. Prof. Glauber Santos glauber@justocantins.com.br www.justocantins.com.br Introdução É impossível imaginar uma empresa onde não

Leia mais

Colgate-Palmolive Company. Código de Conduta do Fornecedor

Colgate-Palmolive Company. Código de Conduta do Fornecedor Colgate-Palmolive Company Código de Conduta do Fornecedor Prezado Fornecedor da Colgate, No decorrer do tempo, a Colgate-Palmolive Company construiu sua reputação como organização que emprega práticas

Leia mais

Como planejar a sua carreira profissional

Como planejar a sua carreira profissional 1 Como planejar a sua carreira profissional Normalmente, as crises e os momentos difíceis pelos quais todos nós vivenciamos, são excelentes momentos para repensarmos as nossas decisões e ações. Talvez

Leia mais

Gestão Estratégica de Pessoas

Gestão Estratégica de Pessoas Gestão Estratégica de Pessoas MBA FGV 1 Grandes Decisões sobre Pessoas Fatores que Garantem o Resultado As Tendências e Perspectivas de Gestão de Pessoas em Saúde Gestão de Pessoas e o Balanced Score Card

Leia mais

CollaborativeBook. número 4. Feedback

CollaborativeBook. número 4. Feedback CollaborativeBook número 4 Feedback Feedback 2 www.apoenarh.com.br Nesta nova publicação abordaremos o tema feedback, usando com o objetivo de instrumentalizar o indivíduo para ação e desenvolvimento.

Leia mais

GESTÃO DE PESSOAS ATENÇÃO! UTILIZE OS SLIDES APENAS COMO MATERIAL ACADÊMICO. NÃO O PASSE A TERCEIROS. OBRIGADA.

GESTÃO DE PESSOAS ATENÇÃO! UTILIZE OS SLIDES APENAS COMO MATERIAL ACADÊMICO. NÃO O PASSE A TERCEIROS. OBRIGADA. GESTÃO DE PESSOAS ATENÇÃO! UTILIZE OS SLIDES APENAS COMO MATERIAL ACADÊMICO. NÃO O PASSE A TERCEIROS. OBRIGADA. René Descartes Dualismo: Corpo e mente Cogito ergo sun O trabalho deu origem as organizações

Leia mais

Recrutamento e Seleção

Recrutamento e Seleção Secretaria de Estado da Saúde Coordenadoria de Recursos Humanos OFICINA DE RECURSOS HUMANOS CRS Recrutamento e Seleção Data: 02 de maio de 2012 Local: CEFOR SP Responsável: Por que estamos aqui? Redes

Leia mais

GESTÃO DE PESSOAS CURSO DE APERFEIÇOAMENTO DE OFICIAIS DE SAÚDE-CAO/S 2011 GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS. Instrutor Cap OZEAS FERREIRA

GESTÃO DE PESSOAS CURSO DE APERFEIÇOAMENTO DE OFICIAIS DE SAÚDE-CAO/S 2011 GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS. Instrutor Cap OZEAS FERREIRA CURSO DE APERFEIÇOAMENTO DE OFICIAIS DE SAÚDE-CAO/S 2011 GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS Instrutor Cap OZEAS FERREIRA ABORDAGEM GERAL SOBRE GESTÃO DE PESSOAS OBJETIVO DA DISCIPLINA A DISCIPLINA BUSCA DEMONSTRAR

Leia mais

Processos de gerenciamento de projetos em um projeto

Processos de gerenciamento de projetos em um projeto Processos de gerenciamento de projetos em um projeto O gerenciamento de projetos é a aplicação de conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas às atividades do projeto a fim de cumprir seus requisitos.

Leia mais

GABARITO TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I

GABARITO TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI NÚCLEO DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA CURSO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA GABARITO TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I GRUPO: TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I DATA:

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS VOLTADA PARA RECRUTAMENTO E SELEÇÃO E CARGOS E SALÁRIOS.

GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS VOLTADA PARA RECRUTAMENTO E SELEÇÃO E CARGOS E SALÁRIOS. GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS VOLTADA PARA RECRUTAMENTO E SELEÇÃO E CARGOS E SALÁRIOS. BARBOSA, Roger Eduardo 1 Resumo Neste artigo analisaremos como o planejamento estratégico na gestão de pessoas nas

Leia mais

Evolução da Disciplina. Modelo de Gestão CONTEXTUALIZAÇÃO. As Funções Gerenciais e as Mudanças. As Funções Gerenciais

Evolução da Disciplina. Modelo de Gestão CONTEXTUALIZAÇÃO. As Funções Gerenciais e as Mudanças. As Funções Gerenciais Evolução da Disciplina Modelos de Gestão Aula 1: Principais Modelos das Teorias da Administração Aula 2: Origem, Evolução, Classificação e Tipologia das Organizações Aula 3: Termos comuns às Organizações;

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA AGÊNCIA DE FOMENTO DE GOIÁS S/A GOIÁSFOMENTO

CÓDIGO DE ÉTICA AGÊNCIA DE FOMENTO DE GOIÁS S/A GOIÁSFOMENTO CÓDIGO DE ÉTICA DA AGÊNCIA DE FOMENTO DE GOIÁS S/A GOIÁSFOMENTO 0 ÍNDICE 1 - INTRODUÇÃO... 2 2 - ABRANGÊNCIA... 2 3 - PRINCÍPIOS GERAIS... 2 4 - INTEGRIDADE PROFISSIONAL E PESSOAL... 3 5 - RELAÇÕES COM

Leia mais

Essa frase, que aqui utilizo à guisa de epígrafe, foi-me dita por meu pai. Um Paradigma que Cai por Terra. Capítulo

Essa frase, que aqui utilizo à guisa de epígrafe, foi-me dita por meu pai. Um Paradigma que Cai por Terra. Capítulo Capítulo 1 Um Paradigma que Cai por Terra Se for um bom negócio, faça. Entretanto, se não for, não faça. Essa frase, que aqui utilizo à guisa de epígrafe, foi-me dita por meu pai quando eu ainda era uma

Leia mais

Veja 10 fatores a serem avaliados ao receber proposta de emprego

Veja 10 fatores a serem avaliados ao receber proposta de emprego Terça-feira, 10 de dezembro de 2013 Atualizado em 10/12/2013 08h00 Veja 10 fatores a serem avaliados ao receber proposta de emprego Profissional deve pesar salário, plano de carreira, horário, entre outros.

Leia mais

PRODUTIVIDADE DA EQUIPE: COMO OBTER UM MAIOR COMPROMETIMENTO DAS PESSOAS NA FAZENDA?

PRODUTIVIDADE DA EQUIPE: COMO OBTER UM MAIOR COMPROMETIMENTO DAS PESSOAS NA FAZENDA? PRODUTIVIDADE DA EQUIPE: COMO OBTER UM MAIOR COMPROMETIMENTO DAS PESSOAS NA FAZENDA? Fatores Objetivos * Financeiro * Performance Fatores Subjetivos * Nível de satisfação * Comprometimento dos funcionários

Leia mais

Levantamento, Análise e Gestão Requisitos. Aula 06

Levantamento, Análise e Gestão Requisitos. Aula 06 Levantamento, Análise e Gestão Requisitos Aula 06 Agenda Técnicas de Levantamento de Requisitos: Entrevista Workshop, Brainstorming, Storyboarding e Roleplaying Prototipação JAD Joint Application Design

Leia mais

Contador 2.0 CONTADOR 2.0: MODELOS DE NEGÓCIOS CONTÁBEIS DE ALTO VALOR. Imagens: depositphotos.com. Roberto Dias Duarte

Contador 2.0 CONTADOR 2.0: MODELOS DE NEGÓCIOS CONTÁBEIS DE ALTO VALOR. Imagens: depositphotos.com. Roberto Dias Duarte Contador 2.0 CONTADOR 2.0: MODELOS DE NEGÓCIOS CONTÁBEIS DE ALTO VALOR Imagens: depositphotos.com www.robertodiasduarte.com.br facebook.com/imposticida contato@robertodiasduarte.com.br Nossa "prosa" SPED

Leia mais