Proposal for a conceptual framework for analyzing the insertion of Internet of Things in the organizations RESUMO

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1 Proposal for a conceptual framework for analyzing the insertion of Internet of Things in the organizations RESUMO A tecnologia faz parte do dia a dia das pessoas, e esse espaço ocupado pela tecnologia tem crescido ao longo dos anos. Em especial, pode-se destacar a internet, que é utilizada para as mais diversas finalidades, a internet utilizada por todos é resultado de diversas modificações tecnológicas e o futuro exige que novas modalidades de internet sejam exploradas, é nesse cenário que vemos a Internet das Coisas tomar forma e ganhar força. A IOT, como também é conhecida ao redor do mundo traz a audaciosa proposta de integração do mundo real com o mundo virtual. Porém poucos estudos existem sobre formas de inserção estratégica da IOT nas organizações. Assim, com a intenção de contribuir de alguma forma a superar esta lacuna, este artigo visa propor uma estrutura conceitual para analisar fatores críticos na inserção de IOT em organizações. A pesquisa foi exploratória e com abordagem qualitativa. Palavras-chaves: Internet das Coisas, Marketing Digital, Cloud Computing, Big Data. ABSTRACT The technology has been part of the day-by-day of the people, and this occupied space by technology has been growth along the years. Specially, may be pointed the internet, which is used for the most variable goals, internet is used by everyone and it s a result of many technological modifications and the future will demand that new modalities of internet to be explored, it s in this scenario that we see the Internet of Things take its form and get strengthened, the IoT, as it s also known around the world, brings the insolent purpose of integration between the real world and the virtual one. This article aims a deepening on the knowledge concerning the Internet of Things and it s mainly applications in the day-byday of the people, as well as the strategic importance that it brings for the modern organizations. Keywords: Internet of Things, Digital Marketing, Cloud Computing, Big Data 4623

2 1 INTRODUÇÃO Desde o seu surgimento em 1960, a internet sofreu diversas modificações, sendo usada primeiramente para pesquisas militares e científicas. Após isso passou a ser explorada comercialmente em 1995, no formato de internet tradicional que conhecemos, entretanto passou a ser mais reconhecida apenas quatro anos depois, com o surgimento dos grandes portais (UOL, ZAS/TERRA, IG e GLOBO). A partir dessas novas formas de utilização e do grande potencial de público que esta trazia, surgiram novas possibilidades de explorações comerciais da internet, bem como, novas estratégias competitivas e modelos de negócio para as empresas e, em conjunto das novas tecnologias como tablets, notebooks, smartphones, etc., passou a ser identificada também como Internet dos Serviços (SANTAELLA, 2001). O crescimento do número de usuários ativos na internet, e o surgimento da internet sem fio, fizeram com que as empresas começassem a prestar mais atenção na internet e nas infinitas possibilidades que esta poderia trazer aos seus negócios. As organizações estão cada vez mais atentas sobre as evoluções da tecnologia, procurando atender da melhor forma os seus clientes. Elas procuram explorar dificuldades de seus consumidores, transformando-as em grandes oportunidades para estas organizações; uma boa oportunidade é a redução de custo com comunicação para seus clientes finais, pois para se comunicar através de mensagem ou s, por exemplo, o cliente não precisa gastar quantias absurdas como antigamente seria. As tecnologias móveis e os diversos dispositivos que possibilitam a navegação na internet são uteis para dar suporte a processos de vários tipos de negócio, como aplicativos financeiros de bancos, que são elaborados para realizar operações financeiras e também apoio à decisão quando há muitas informações no cenário para serem analisadas, isso facilita a vida e o cotidiano dos clientes, economizando tempo e dinheiro para se locomover e diminuindo as distâncias entre os consumidores e esse tipo de serviço (KALAKOTA; ROBINSON, 2002). É nesse contexto e também com o rápido crescimento da identificação de rádio frequência (RFID), alcançado graças ao avanço também da nanotecnologia que acompanha-se a reformulação da internet, big data, entre outros, criaram-se novos conceitos de interatividade entre esse mundo virtual e o mundo real, assim surge a Internet das Coisas (Internet of Things, como é mais conhecida, ou IoT) (THIESSE; MICHAHELLES, 2009, CHUI et al, 2010). Segundo Atzory, Iera & Morabito (2010), a ideia desse conceito está na ocupante presença de uma variedade de coisas ou objetos como adesivos de RFID, sensores, celulares, etc. os quais, por meio de esquemas de endereçamento únicos, podem interagir e cooperar entre si, afim de alcançar objetivos comuns. Essa nova tecnologia traz inúmeras possibilidades e potencial de riqueza paras as organizações e inclusive para a criação de novos modelos de negócio, devido ao grande impacto que essa interatividade poderá ter na vida das pessoas em um futuro próximo, assim estima-se que, já em 2015 teremos centenas de bilhões de objetos marcados em RFID. Porém, a pesquisa gerencial ainda é incipiente nesta área, fazem falta estudos sobre como adotar IOT nas organizações, de tal forma que promova a criação de valor (DAVE, 2011; VERNESAN, FRIESS, 2013; LOPEZ, Em função de todos os aspectos pontuados acima, a pesquisa tem por objetivo contribuir de alguma forma como este vácuo na literatura e assim se apresenta a proposta de estrutura conceitual para analisar a inserção da Internet das coisas numa organização. 4624

3 A estrutura do trabalho a seguir inclui além da introdução, a revisão da literatura na seção dois, a proposta da estrutura conceitual de análise na seção 3 e finalmente as conclusões e trabalhos futuros na seção 4. 2 REVISÃO TEÓRICA A seguir será apresentada a revisão da literatura sobre a Internet das coisas e temas relacionados com a pesquisa. 2.1 Internet A internet foi desenvolvida no período de 1960, a partir da combinação de pesquisas militares e pesquisa cientifica fundamental. Porém, foi conhecida comercialmente apenas em No Brasil, foi implementada a partir de Em 1995 a internet foi aberta para a exploração comercial, entretanto ficou bem conhecida apenas quatro anos depois, com o surgimento de grandes portais como o UOL, o ZAZ/TERRA, ambos em 1996, e posteriormente o IG e o GLOBO em Com o surgimento dessas novas tecnologias, como o uso de computação móvel em dispositivos móveis, da internet e desse novo Ciberespaço, surgiram possibilidades de exploração de novos nichos, e novas estratégias competitivas para mercados mal explorados, ou muitas vezes, inexplorados (SANTAELLA, 2001) Base ativa de usuários no mundo O número de usuários ativos na internet no mundo atingiu a marca de dois bilhões, segundo dados divulgados pela UIT (União Internacional de Telecomunicações), órgão ligado à ONU (Organização das Nações Unidas). Os usuários conectados em casa ou no trabalho somaram 57,2 milhões em 2013, o que resulta em um aumento de 1,8% sobre os 56,2 milhões apurados em Apesar do avanço, o número apenas representa 32% da população mundial, estimada em 7,2 bilhões de pessoas. No Brasil, existem cerca de 41 milhões de usuários conectados na internet. Esses dados tomam por premissa a quantidade de pessoas que usaram a rede pelo menos uma vez durante o mês, quer seja de casa, do trabalho ou de algum outro lugar em que a pessoa tenha acesso à internet. O que conta muito para o mercado, é que a telefonia celular também atingiu a marca de 5,28 bilhões de usuários. Em 2000 havia apenas 500 milhões de pessoas com celular, já no fim de 2009, 4,66 bilhões de pessoas tinham acesso a essa tecnologia (Smartphone). (FRANCE PRESSE, 2011) A evolução das redes móveis A evolução da transmissão de dados passou por uma evolução bastante significativa (1G, 2G, 3G e atualmente o 4G), graças aos grandes avanços tecnológicos. A primeira geração foi caracterizada pelo uso da tecnologia analógica. A mobilidade para os usuários de telefonia ganhou forma entre o final dos anos 70 e início dos anos 80, mesma época em que os telefones celulares apareceram no mercado utilizando redes de telefonia analógicas centradas em voz (GUIMARÃES, 2001). A primeira geração era bastante limitada, o que afetou o mercado, uma vez que a transmissão era muito precária. A segunda geração fez com que a evolução fosse além, 4625

4 trazendo algumas vantagens em relação aos sistemas analógicos (primeira geração). Antes de ter todo o seu potencial explorado, houve o início ao desenvolvimento da terceira geração de sistemas móveis, que foi iniciada no ano 2000 e foi então que passou-se a ser utilizada a sigla 3G. O objetivo da criação dessa nova geração era oferecer aos usuários taxas de transmissões mais altas, com melhor qualidade e mais segura que as anteriores (GUIMARÃES, 2001). O lançamento da quarta geração ocorreu no ano de 2010 e tinha por finalidade aumentar a segurança para permitir e oferecer serviços de qualquer tipo, a qualquer momento e em qualquer lugar, visa ainda conseguir suportar grande capacidade de usuários simultâneos com uma banda mínima de 100 Mbps para usuários móveis e 1Gbit/s para estações fixas (GUIMARÃES, 2001). Para Lucia Leão (2004), essa nova era da conexão pode ser considerada uma era de mobilidade. As formas de comunicação sem fio passam por um processo de redefinição, se comparadas ao termo de se comunicar em um lugar fixo, pois é possível observar na sociedade que essa comunicação passa por um processo de territorialização, indo para desterritorialização. A identificação dessa reformulação de território e necessidades urbanas se dá por uma constituição de uma sociologia da mobilidade, sendo possível observar uma relação direta entre mobilidade e desterritorialização. Os recursos movimentados pelas tecnologias móveis são inúmeros, e tornam a comunicação cada vez mais pratica, uma vez que não há a necessidade de se estar em um local fixo O Funcionamento das Redes Sem Fio Redes sem fio podem ser segmentadas em duas categorias. A primeira é composta pelas redes sem infraestrutura, conhecidas também como ad hoc, nessa categoria os sinais possuem comunicação direta e, portanto, não têm um ponto de acesso central. Nestas redes ad hoc, os nós podem se comunicar, única e especificamente, com os nós que estão dentro do alcance de cobertura (WIRLESS, 2010). A segunda consiste em redes com infraestrutura, em que todos se comunicam por meio de um ponto de acesso (PA), é este o caso das redes de celulares de telefonia, por exemplo. Os modelos de celulares pioneiros se caracterizavam fundamentalmente por serem analógicos, ou seja, utilizavam modulações em frequência para sinais de voz e um composto de modulação digital FSK (Frequency Shift Keying) para sua sinalização e ainda empregavam a técnica FDMA (Frequency Division Multiple Access) para múltiplos acessos e uso do serviço de Roaming (itinerância) entre prestadores de serviços distintos, mas apenas se os sistemas utilizados fossem compatíveis. A taxa de transferência de dados era por volta de bps (bits por segundo), ou seja, muito baixa, e nesta formação era disponibilizada apenas a transferência de voz. Na década de 1990, os sistemas analógicos de comunicação estavam impregnados nas cidades, principalmente, e esse foi o motivo para ser criada a segunda geração de celulares, pois estes já utilizavam sistemas digitais com uma maior capacidade de transmissão - maior qualidade para os sinais de voz, com a alternativa de comunicação de dados utilizando criptografia na transmissão de taxas de transferência de até 14.4 Kbps. Com o crescimento da base de usuários e a necessidade de uma rede de transferência de dados mais potente, surgiu a tecnologia conhecida como 2.5 G, com o desenvolvimento e o crescimento da segunda geração, que comportava o padrão WAP (Wireless Application Protocol) e trabalhava com a capacidade de transferência de dados de até 115 Kbps (WIRLESS, 2010). A demanda por aparelhos de telefone celular com acesso a internet e a ascensão mundial da utilização e acesso através de banda larga aumentaram, e em decorrência disso 4626

5 começaram a surgir os sistemas de terceira geração, também conhecidos pela sigla 3G. Essa linha de transmissão faz uso de altas velocidades, permitindo desta forma uma boa qualidade nos acessos às informações; podendo funcionar também nas diferentes faixas de frequência empregadas pelos países, com a possibilidade de, inclusive, utilizar sistemas multimídia, pois esse tipo de rede pode suportar picos de acessos de até 2 Mbps. A tecnologia TDD (Time Divisor Duplex) empregada pelo 3G possibilita que as transmissões de upload e o download possam ser carregadas na mesma frequência, utilizando desta forma intervalos com sincronismos que são os intervalos de tempo divididos na transmissão e na recepção (PORTAL 3G, 2010). A quarta geração de celulares, ou 4G, deve ter algumas determinações definidas pela UIT que é uma evolução dos padrões GSM/CDMA/WCDMA/TD-SCDMA. Conforme as operadoras de telefonia móvel, o padrão LTE (Long Term Evolution) deverá ser a tecnologia utilizada, uma vez que é de fácil utilização e adaptação da infraestrutura existente no 3G. A tecnologia 4G já está em funcionamento e sendo comercializada em vários países (PORTAL 3G, 2010) Web 2.0 A Web 2.0 pode ser classificada como a segunda geração de serviços on line, segundo Primo (2007), esta é caracterizada pela potencialização de formas de publicação, compartilhamento e organização destas. A Web 2.0 ainda permite que espaços sejam ampliados os espaços para interação. Além de ser uma combinação de técnicas, como serviços web, linguagem Ajax e Web syndication, a Web 2.0 também pode ser referida a um período tecnológico específico, trazendo novas estratégias mercadológicas e processos de comunicação que tem o computador como mediador (PRIMO, 2007). Repercussões sociais significativas foram trazidas pela web 2.0, potencializando trabalhos coletivos, trocas afetivas, circulação e produção de informações, em outras palavras, possibilita a construção social de conhecimento tendo por base a informática. O conceito de Web 2.0 começou com uma conferência de brainstorming entre a O Reilly e a MediaLive International. Dale Doughherty, pioneiro da web e vice- presidente da O Reilly, notou que, ao contrário de haver explodido, a web estava mais importante do que nunca, apresentando instigantes aplicações - ncia Web 2.0. (O REILY. P ). 2.2 M-Business - Inovação e competitividade Fatores como a incerteza do mercado, a instabilidade econômica com a concorrência e exigência de qualidade com a globalização, forçam as corporações a conviverem em frequente disputa em seu setor de atuação, uma vez que o mercado exige uma melhoria contínua dos processos, produtos e serviços que as organizações realizam, se levadas em consideração a produtividade e a qualidade, porque as empresas estão passiveis de constante revisão e adaptação para que possam superar as expectativas, satisfazer as necessidades e, desta forma, contribuir para a satisfação dos consumidores (PORTER, 1989). Estes são critérios seguidos por organizações que tem suas orientações estratégicas direcionadas de acordo com as ações do mercado a fim de potencializar a geração de um 4627

6 valor elevado para seus clientes, circunstâncias cruciais para manter a competitividade nessa econômica globalizada em que as empresas estão introduzidas (CHURCHILL JR; PETER, 2000). A criação de valor para os consumidores eventualmente ocorrerá em cinco etapas de soluções, baseadas no aperfeiçoamento contínuo das tecnologias móveis. Estas etapas são: troca de mensagens, info-conectividade, transações, transformação e infusão. Para ajudar a empresa a cumprir esse objetivo, as organizações contam com diversos tipos de canais para divulgarem os seus produtos aos clientes, como por exemplo, revistas, jornais, rádio, televisão, telefone, celular, correio eletrônico, e extranet, com o objetivo informações sobre seus desejos, necessidade, assim divulgando seus serviços e com isso agilizando as suas transações, desta forma possibilitando o desenvolvimento de novas ações que facilitem seus processos diários e consolidem seus laços com as organizações (VAVRA, 1993). Para Adolpho Conrado (2011) a empresa só consegue extrair o máximo de sua estratégia por meio da teoria dos 8P s de Marketing Digital. Com essa teoria as empresas podem se apoiar no grau de atividade do consumidor, que permite o melhor aproveitamento de seu investimento. Os 8P s são: Figura 1 8 Ps do Marketing Digital Fonte: SIGNIFICADO, 2014 Um bom exemplo de organizações financeiras que aplicam estratégias em seus processos de desenvolvimento de novos canais de serviços bancários, especialmente via aparelhos celulares, é o Bankinter, é um banco espanhol que oferece aos seus clientes a alternativa de receber informes e avisos de cobrança, sobre suas transações bancarias no cartão de crédito ou em caixas eletrônicos imediatamente após o uso, ou propagando de promoções que o banco está oferecendo (ROMÁN, 2007). Contudo, no andamento em que a sociedade vive atualmente exige-se estratégias de comunicação que viabilize o alcance dos clientes em todos os ambientes que possam estar proporcionando assim maior mobilidade aos usuários, deixando-os livres das limitações de 4628

7 serem obrigados a terem acesso somente a conexões por meio de transmissões através de fios. Esta necessidade, vem de um impulso crescente por parte da sociedade na utilização de aparelhos móveis, agregado aos artifícios potenciais da internet, favorece um moderno canal de comunicabilidade das instituições financeiras para com seus clientes: os portais móveis (KAKIHARA; SORENSEN, 2002). Um portal móvel é um site na rede mundial de computadores, aberto aos usuários quando estão em deslocamento onde são acessados por meio de aparelhos celulares (WAHBA; KAMEL; HADDAD, 2003). Desta forma as organizações passariam a ter relações mais estreitas com o mercado consumidor, do seu local de trabalho de sua residência sem precisar de um local determinado, sem depender de horário para ter acesso a uma conexão de dados, sem a necessidade e ter um telefone fixo ou computador de mesa para acessar a rede (BRODIE; PERRY, 2001). A partir do momento em que as empresas passam a adaptar-se a esses recursos tem a possibilidade de ampliar a comunicação com os clientes e o próprio negócio em si, deixando em evidencia as vantagens e os benefícios para seus clientes e para própria empresa, ajudando assim na agilidade das comunicações e na realização dos processos e rotinas administrativas, contribuindo também para a diminuição das despesas com instalações físicas, reduzindo também o custo com instrumentos de trabalho e funcionários, além disso estará contribuindo para a otimização dos processos e serviços utilizados e disponibilizados pelas organizações (LONG, 2002). O portal móvel é um meio de comunicação e troca de informações com os usuários criados para melhorar e potencializar aumentando a autonomia e otimizando a mobilidade. Ainda sim considerada uma estratégia recente se relacionada a outros recursos tecnológicos, anunciando-se como sendo um meio de comunicação relevante, considerado favorável para a atual conjuntura do mercado de comercio e transações eletrônicas entre as organizações e seus consumidores, especialmente se tiver um conteúdo acessível e interativo como também serviços direcionados ao atendimento das exigências desta parcela de mercado que tenham interesse em facilidades para realizar determinadas operações ou serviços via móbile (TURBAN; KING, 2004). Os portais móveis são de extrema relevância para as empresas relacionar-se com os usuários e as ações por eles cometidas no portal, desta forma aumentando o contato com os clientes, desta forma deixando os usuários encantados com os serviços customizados para cada perfil de usuário que acesse o portal visando atender as necessidades individuais de cada cliente ou visitante do portal, facilitando, agregando valor e otimizando os seus acessos diários ao portal (AMBERG; WEHRMANN, 2002). De acordo com essas disposições, acentuando que a começar da customização dos serviços oferecidos nos portais móveis, levando em conta essas personalizações poderão se tornar interessantes estratégias para tomadas de ações de melhorias com relação aos portais salientando assim a comunicação das empresas para com os seus clientes e visitantes (LONG, 2002). De acordo com Kalakota e Robinson (2002b), existem três tipos de estratégias de portais móveis que favorecem a comunicação das empresas com os usuários que são: a) Portais de operadoras de telefonia celular b) Portais com múltiplas funcionalidades c) Portais de comércio eletrônico Portais de nicho (portais pessoais ou empresariais privados como bancos, escolas, hospitais e outros). Entretanto existem dois nichos de portais quando é utilizado para fins empresariais, podem se encontrar aplicações verticais que reúnem atividades e informações que 4629

8 pretendam atender ás necessidades de diversos públicos, com o acesso as várias atividades disponibilizadas pela empresa. E os portais empresariais móveis horizontais que são mais direcionados a comunicação e interação com os usuários como o gerenciamento de acesso dessas informações. Os portais verticais móveis visam principalmente à automatização dos processos da empresa (WAHBA; KAMEL; HADDAD, 2003). 2.3 Big data De acordo com o site da IBM, Big Data é um termo utilizado para descrever grandes volumes de dados. De acordo com o artigo Big Data O desafio de garimpar informações, este é caracterizado por uma variedade enorme de dados estruturados e não estruturados, que são colhidos por meio de troca de mensagens nas redes sociais e dispositivos móveis, s, fotos, compras pela internet, entre outros. E segundo Andrew McAfee e Erick Brynjolfsson, a partir de seu uso, é possível melhorar a qualidade da gestão das informações, fazer previsões e tomar decisões mais precisas. Big Data, no entanto, não se refere ao mero armazenamento de grandes volumes de dados. Volume + variedade + velocidade de geração de dados são os elementos que compõe o Big Data. O valor do conceito está na possibilidade de localizar, peneirar e analisar informações úteis a partir de diferentes fontes e em tempo real. (OLIVEIRA, 2013; p. 12). Os autores Andrew e Erick descrevem o Big Data em volume, variedade e velocidade: Volume: 2,5 exabytes de dados são criados todos os dias, e somam mais do que já foi armazenado em toda a internet há 20 anos atrás. Para se ter uma dimensão, um exabyte equivale a um bilhão de gigabytes. Velocidade: A velocidade com que os dados são postados e compartilhados em rede se torna vantagem competitiva para as empresas, que a partir da utilização das informações em tempo real, ou quase real, podem estar à frente de seus concorrentes na tomada de decisão, com a coleta de dados relevantes para seu negócio. Variedade: a grande quantidade de dados pode ser extraída de redes sociais, imagens postadas, troca de mensagens, atualizações e uso de GPS a partir dos dispositivos móveis, praticamente todo e qualquer dado pode ser encontrado para qualquer tipo de negócio. Segundo Déborah Oliveira, para fomentar soluções para as empresas, a indústria de tecnologia da informação vem desenvolvendo ferramentas para a coleta e análise dos dados, para que posteriormente se tornem informações relevantes na tomada de decisão dos gestores, fundamentada na análise contínua de evidencias. Segundo a autora, algumas empresas, como a IBM, trabalham com sistemas que avaliam a relevância das informações e as tratam em tempo real para o aceleramento das tomadas de decisão. 2.4 Inteligência Competitiva A Inteligência competitiva é uma forma de captar proativamente informações importantes sobre como se comporta a concorrência e assim, organizar, analisando tendências e cenários, e permitindo um melhor processo de tomada de decisão no curto e longo prazo, tendo como maior objetivo ampliar as condições de competitividade de uma empresa, reorientando seu modelo de negócios, suas metas, planejamentos, etc. 4630

9 Através dela, os fragmentos de informação oriundos de diferentes fontes são trabalhados de maneira estratégica permitindo antecipar-se às tendências de mercado, propiciando a evolução do nosso negócio em comparação com nossos concorrentes. Os resultados obtidos através deste processo permitem à empresa saber se ela de fato continua competitiva e se existe sustentabilidade para o seu modelo de negócios. Dentro de uma era de competitividade baseada em conhecimento e inovação, a inteligência competitiva permite que as empresas possam efetivamente exercer a proatividade, ao invés de esperar para reagir aos fatos, o que acontece com frequência no mundo dos negócios. O Business Intelligence, é uma das ferramentas da inteligência competitiva, e possui várias definições, como a de Barbieri (2001 ANGELONI e REIS, 2006, p. 5) que define como: Um guarda-chuva conceitual, visto que se dedica à captura de dados informações e conhecimentos que permitam as empresas competirem com maior eficiência em uma abordagem evolutiva de modelagem de dados, capazes de promover a estruturação de informações em depósitos retrospectivos e históricos, permitindo sua modelagem por ferramentas analíticas. Seu conceito é abrangente e envolve todos os recursos necessários para o processamento e disponibilização da informação ao usuário. Ou segundo Primak, Business Intelligence é o processo inteligente de coleta, organização, analise, compartilhamento e monitoração de dados contidos em Data Warehouse e/ou Data Mart, gerando informações para o suporte à tomada de decisões no ambiente de negócios. Com o aumento exponencial da velocidade e quantidade de informações que conseguimos através de toda tecnologia e dos macros sistemas que surgem, surge o Business Intelligence, que é uma ferramenta, que busca coletar, consolidar, analisar e assim usar toda a informação para apoiar o processo de tomada de decisão. Porém o gap se encontra na forma como cada empresa lida com toda a informação que obtém. Business are collecting more data than they know what to do with. To turn all this information into competitive gold, they ll need new skills and a new management style. Outubro de 2012 Harvard Business Review De acordo com o artigo The Fact Gap: The Disconnect Between Data and Decisions, em uma entrevista com 675 executivos, 77% estão cientes que decisões ruins são resultantes de informação insuficiente, e que o acesso ineficiente à informação impacta na produtividade geral da empresa. 66% identificaram que mais da metade de suas decisões sao baseadas em intuição e experiência, mais do que em informação acurada, ou seja, a informação por si só não é o suficiente, ela precisa ser utilizada da melhor forma possível para cada tipo de empresa, se tornando um diferencial extremamente competitivo. É importante porém lembrar, que apesar do BI ser uma ferramenta de grande potencial para criação de diferenciais competitivos, o sucesso da mesma depende diretamente da forma como esse processo será implantado, tornando a implantação um dos processos decisórios. E uma vez que implantados de forma correta trará muitos benefícios, dentre os quais, cita Primark: Redução de custos com softwares, redução de custos com administração e suporte, redução de custos na avaliação de projetos, redução de custos com treinamentos aos colaboradores, ROI (retorno sobre o investimento) mais rápido para projetos implantados com BI, maior controle e menos dados incorretos, maior segurança da informação, alinhamento de informações estratégicas e operacionais, facilidade de controles de acesso e definição de nível de gerencia, etc. Está intimamente ligado com o tema, uma vez que a Internet das Coisas necessita de todo o processo do BI, para filtrar e analisar as informações uteis para melhorar o 4631

10 conhecimento da companhia e assim, dando oportunidades de se criar vantagem competitiva. 2.5 Cloud computing Figura 1 - Exemplo de como funciona um sistema de BI. Fonte: Google Imagens. De acordo com Taurion (2009), o uso de cloud computing nada mais é que o aprimoramento de outras tecnologias e conceitos, somados às tecnologias de Web 2.0, Service Oriented Architeture (SOA) e Software como Serviço (Software-as-a-Service, ou SaaS). Essa denominação descreve, na realidade um ambiente de computação baseado em uma imensa rede de servidores, sejam estes virtuais ou físicos (TAURION, 2009; p. 2). Na pratica, a computação em nuvem promove a possibilidade de armazenamento de arquivos, os quais podem ser acessados de qualquer lugar do mundo, pois estes encontramse não instalados em um PC, mas sim em rede, bastando apenas que haja a possibilidade de acesso à internet (AMOROSO, 2012). Taurion (2009) afirma que estamos vivenciando hoje a era do conhecimento, e que a tecnologia da informação está arraigada de forma a abranger todas as atividades empresariais, e sofrem as organizações que se matem aquém do seu uso. As empresas de sucesso do século XXI precisam e devem se otimizar continuamente, navegando em um ambiente de constantes mudanças. Serão empresas sem limites físicos, virtualmente integradas com seus fornecedores, cliente e parceiros do negócio. Para isso é necessário serem flexíveis, adaptativas e fluídas o suficiente para reagirem, ou melhor, se anteciparem às frequentes mudanças do cenário empresarial. (TAURION, 2009; p. 20). A partir do exposto, para o autor, é necessária uma infraestrutura empresarial tão flexível quanto o mercado exige, e a cloud computing entra como propulsor dinâmico para a maximização e flexibilização dos recursos computacionais, permitindo que as empresas 4632

11 tenham mais agilidade e que possam se dedicar mais ao seu core business, evitando desperdício de tempo. 2.6 Nanotecnologia De acordo com Eliene Percília, o conceito de nanotecnologia surgiu em 1959, época em que o físico norte americano Richard Feynman apresentou seu projeto de nanotecnologia durante uma palestra. Em sua apresentação, mostrou que, de acordo com seus estudos, seria possível reorganizarmos os átomos da forma que quiséssemos, mas era uma ideia muito avançada para a época. Então, a partir do proposto por Richard, foram desenvolvidas muitas pesquisas acerca de nanotecnologia. A proposta da nanotecnologia é a possibilidade de manipular as moléculas e os átomos da forma que se desejar, e sua medida equivale à um bilionésimo de metro, o que traz tanto possibilidades quanto desafios. Infelizmente somente indústrias e empresas que tenham equipamentos de alta precisão são as que conseguem desenvolver estudos nessa área (BRITO, 2014). Apesar de todas as dificuldades, a nanotecnologia possibilita uma infinidade de coisas. Pode ser aplicada em praticamente todos os setores, como indústria alimentícia, de beleza, automobilística, informática. Atualmente já existem, por exemplo, microprocessadores desenvolvidos a partir de nano, e com mais estudos surgem equipamentos cada vez menores. A nanotecnologia ainda está em fase inicial aqui no Brasil, mas já apresenta alguns resultados importantes. Um bom exemplo disso é a língua eletrônica, um dispositivo que combina sensores químicos de espessura nanométrica, com um sofisticado programa de computador para detectar sabores. O dispositivo foi desenvolvido por um grupo de pesquisadores da Embrapa, liderados pelo Dr. L. H. Mattoso. (BRITO, 2014). No que se refere à nanotecnologia e seu uso para o internet das coisas, a possibilidade de se manipular os átomos torna possível que os cartões de RFID tenham escalas manométricas (ou seja, cada vez menores) que associados ao uso de tecnologias atuais e emergentes, possibilitará a conectividade entre as coisas que nos cercam. Um dos exemplos usados em um dos vídeos divulgados pela Intel mostra que um microprocessador, localizado em um relógio de pulso, avisa à dona da loja uma solicitação de compra e, a partir do próprio relógio, ela programa a entrega e tem todo o controle do processo. Podemos observar com o vídeo que não serão mais necessárias grandes máquinas e computadores, ou grandes espaços para que realizemos tarefas como a de uma venda ou controle de estoques, por exemplo. 2.7 Internete das coisas Com base em toda a evolução tecnológica da Internet, das redes sem fio e do crescente uso de sensores de rádio frequência, surge a internet das coisas com a ambiciosa proposta de trazer o mundo virtual para o mundo real, integrando ambos em um sistema que, pode ser considerado um Sistema de Sistemas (LOPEZ et al, 2010; DAVE, 2011). O sistema em questão refere-se a enorme quantidade de dispositivos conectados à internet e que, ao se agruparem por semelhanças em suas composições, podem trocar informações e ficar mais inteligentes, umas vez que essa informação pode ser entregada diretamente à 4633

12 outros sistemas que podem ou não fazer uso das informações, de acordo com suas necessidades (CHUI et al, 2010). The rapid proliferation of passive RFID tags in the past decade has given rise to various concepts that integrate the physical world with the virtual one. One of the most popular is the Internet of Things (IoT), a vision in which the Internet extends into our everyday lives through a wireless network of uniquely identifiable objects. Given numerous predictions that we ll have hundreds of billions of RFID-tagged objects at approximately five cents per tag by 2015, we re not only approaching such a world, we re on its doorstep. (THIESSE; MICHAHELLES, 2009) O surgimento da Internet das Coisas (IoT) é atribuído à Auto-ID Labs, uma rede mundial de laboratórios de pesquisa acadêmica na área de RFID em rede e tecnologias de sensoriamento emergentes. Essas instituições visam o desenvolvimento do Electronic Product Code, uma tecnologia que vai apoiar a disseminação do uso de RFID no mercado, esse projeto é desenvolvido em parceria com a EPC Global (ATZORI; IERA; MORABITO, 2010, DAVE, 2011). Segundo Atzori, Iera & Morabito (2010), os principais componentes para o uso da IoT são: Near Field Communications (NFC), Wireless Sensor Networks, o atuador (WSAN) e o próprio RFID. Segundo eles, esses são os componentes que farão a ligação entre o mundo real e o mundo digital. Uma importante contribuição para a IoT foram os avanços nas pesquisas relacionadas à nanotecnologia, as quais podem ser empregadas nos sensores de RFID, com uso de microchips. Os autores afirmam que, de um ponto de vista físico, o sensor RFID é um microchip anexado à uma antena que é usada tanto para a captação quanto transmissão de sinal. A rede de sensores terá um papel categórico na IoT, servindo para a rastreabilidade e verificação das coisas, sua localização, assim como temperatura, e movimento. (ATZORI; IERA; MORABITO, 2010; LOPEZ et al, 2014). A IoT abre um novo leque de possibilidades para a estratégia dos negócios atuais, bem como pode possibilitar o surgimento de novos modelos de negócio (VERMESAN, FRIESS, 2013; CHUI et al, 2010). Os três autores, afirmam ainda que a IoT pode ser usada em diversos setores e de diversas formas, como por exemplo em transportes e logística, na área da saúde, em casas, escritórios, no domínio social e pessoal (CHUI et al, 2010; DAVE, 2011). O quadro abaixo faz uma síntese de como a IoT pode ser aplicada: 4634

13 Figura 2 - Campos de abrangência da IoT. (FONTE: ATZORI; IERA; MORABITO, 2010; p. 8) É possível prever que a Internet das Coisas causará uma nova revolução industrial, em que espera-se um retorno econômico de cerca de 2,3 trilhões de dólares. O uso da IoT poderia, por exemplo, transformar fabricas em fabricas inteligentes, com maior controle de qualidade, maior segurança em seus processos e informações e principalmente no gerenciamento remoto (LOPEZ et al 2014; INTEL, 2014). 3. PROPOSTA DE ESTRUTURA CONCEITUAL Abaixo é estabelecida uma relação entre a Internet das Coisas e os demais conceitos apresentados nesse artigo, a fim de constituir uma relação entre todos os tópicos dado o seu grau de importância perante a IoT, bem como o grau de necessidade desses conceitos para a exploração comercial da IoT. Todos os pontos foram analisados sobre quatro óticas distintas: inteligência tecnológica, processamento de dados, convergência tecnológica e estratégia tecnológica. 4635

14 Figura 3 Áreas estratégicas afetadas pelo uso de IoT Fonte: Os autores A partir do quadro, nota-se que a exploração da IoT só poderá ser possível com a existência e correta integração de Redes e Internet, Cloud Computing, Big Data e Business Inteligence, todos esses conceitos possuem diferentes graus de importância para que a IoT possa existir e gerar riqueza, isto é, ser comercializada. As vantagens no uso dessa tecnologia se dão principalmente: pela troca de informações que torna os dispositivos mais inteligentes, criando um maior grau de interação entre os usuários e o mundo virtual, bem como, o maior grau de controle das informações, a troca com que essas são trocadas e a qualidade da informação transitada. A única desvantagem diagnosticada pelo grupo seria a diminuição entre a interação física das pessoas, decorrente do alto grau de imersão no mundo virtual proporcionada pelo uso exacerbado da IoT. Ao analisar todos os componentes do quadro e, se levada em consideração a sua importância para a IoT, é possível extrapolar a análise feita na estrutura conceitual em um diagrama que relata quais as principais frentes que devem ser trabalhadas por uma empresa, a fim de convergir para o uso correto da Internet das Coisas, o resultado pode ser observado no quadro à seguir: 4636

15 4. CONCLUSÃO A realização desse artigo permitiu um maior conhecimento acerca da Internet das Coisas, temas relacionados e suas aplicações. Esta traz um mundo de novas possibilidades para os negócios atuais e, consequentemente, pode-se esperar a criação de muitos modelos de negócios novos, oriundos dessa nova modalidade de internet. Uma proposta de estrutura conceitual para analisar a inserção da IOT nas organizações, de tal forma que promova a criação de valor foi apresentada. Sem dúvida é só um passo inicial, muitos fatores podem ser considerados, de acordo ao tipo de empresa, porte etc. Sobre a proposta pode-se comentar que um dos grandes desafios para que a IOT possa ser inserida, reside na capacidade das organizações atuais reprensarem seus paradigmas internos para receber essa nova tecnologia e implantá-la em seus processos, uma vez que os ganhos podem ser enormes e nas mais variadas áreas. Para que seja retirado o máximo de potencial que essa modalidade traz, a estratégia de TI da empresa deve estar comprometida e totalmente engajada para a implantação da IoT. Aspectos como Redes, Internet, Web 2.0, Cloud Computing, Big Data, Rádio Frequência e Nanotecnologia não podem ser negligenciados nesse processo, a Inteligência de Negócios da empresa (BI), deve estar preparada para, no longo prazo, lidar com essa tecnologia, pois dessa maneira, criará vantagens competitivas sustentáveis sobre os concorrentes, alcançado patamares ainda maiores no mercado em que atuam. Quanto melhor for a aceitação dessa troca de informações entre o mundo virtual e o mundo real, melhor será o resultado produzido na vida das pessoas, pode-se pensar em empresas inteligentes, casas inteligentes e, audaciosamente, cidades inteligentes, uma vez que já existem projetos pioneiros nessa área. 4637

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