UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES INSTITUTO A VEZ DO MESTRE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

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1 1 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES INSTITUTO A VEZ DO MESTRE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESTRESSE NO AMBIENTE DE TRABALHO Por: Cristiane Gonçalves do Carmo Orientador Prof.ª Adélia Araújo Niterói 2011

2 2 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES INSTITUTO A VEZ DO MESTRE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESTRESSE NO AMBIENTE DE TRABALHO Apresentação de monografia à Universidade Candido Mendes como requisito parcial para obtenção do grau de especialista em Gestão de Recursos Humanos. Por: Cristiane Gonçalves do Carmo

3 3 AGRADECIMENTOS Agradeço primeiramente a Deus e depois a minha família por me dar esta oportunidade para cumprir mais uma etapa da minha vida.

4 4 DEDICATÓRIA Dedico esta monografia para minha mãe que sempre me incentivou a estudar e ser uma grande profissional.

5 5 RESUMO Esta pesquisa tem o intuito de identificar como o estresse pode causar em um ambiente de trabalho e como pode influenciar no desempenho do trabalhador. Nesta pesquisa será apontado o desenvolvimento do estresse, como também suas causas, conseqüências e medidas de ações políticas para evitar e minimizar o estresse do trabalhador. O intuito é integrar estas informações para que se possa pensar em diferentes possibilidades de tratamentos que contribuam para a diminuição do estresse. O problema do estresse no ambiente de trabalho ainda é agravado pelas exigências do mercado de trabalho em que a sociedade é submetida. O desgaste que as pessoas são submetidas nos ambientes e nas relações de trabalho são fatores determinantes para o desencadeamento de doenças. Ajudar a empresa e o trabalhador a reconhecer os primeiros sinais de estresse e a monitorá-lo são fatores importantes para o trabalhador e para as organizações. A pesquisa mostra que o trabalhador precisa saber até que ponto o estresse é saudável e quando começa ser prejudicial em sua vida e afetando o seu trabalho. A maneira mais adequada de evitar as conseqüências do estresse está na sua prevenção e estratégias que o reduzam. Para isto serão apresentadas algumas técnicas que incluem relaxamento, exercícios físicos, meditação, técnicas de inoculação do estresse, o Biofeedback como também treino das habilidades sociais. Além destas técnicas que serão proposta ao longo desta pesquisa o Recurso Humano também se preocupa com a qualidade de vida do trabalhador dentro e fora da empresa. E para isto o Recursos Humanos está sempre atento para essas novas demandas que o estresse impõe no cotidiano das pessoas e principalmente em seu ambiente de trabalho valorizando sempre a saúde do trabalhador para que possa gerar benefício para si próprio e para a organização.

6 6 METODOLOGIA A presente monografia tem o intuito de analisar o Estresse no Ambiente de Trabalho. A abordagem teórica será fundamentada no campo da Psicologia onde será utilizada a pesquisa exploratória como fonte de coleta de dados, pesquisas bibliográficas realizadas com bases em livros, revistas acadêmicas, e pesquisa em sites com levantamento de fontes e publicações. O intuito desta pesquisa é demonstrar como o estresse no ambiente de trabalho pode afetar no desempenho do trabalhador e que tratamentos e técnicas podem ser adquiridos para o controle do estresse.

7 7 SUMÁRIO INTRODUÇÃO...8 CAPITULO I Estresse: Conceitos, Causas e Conseqüências...10 CAPITULO II O Estresse no e pelo Trabalho: Questões e Reflexões...18 CAPITULO III - Estresse no Ambiente de Trabalho...25 Conclusão...38 Bibliografia...41

8 8 Introdução O interesse em estudar o Estresse no Ambiente de Trabalho destina-se pela grande incidência no aumento de estresse no ambiente de trabalho. O motivo desta pesquisa é analisar de que forma os efeitos do estresse podem interferir no ambiente de trabalho e demonstrar que seus efeitos acabam gerando uma queda no rendimento e no desempenho do trabalhador. A busca em investigar os efeitos do estresse dentro do ambiente de trabalho demonstra como as grandes mudanças e as exigências que são impostas no cotidiano do trabalhador podem também influenciar no seu desempenho. O desgaste que o trabalhador sofre tanto no ambiente como nas relações dentro do trabalho são fatores advindos do estresse. Isto faz com que o trabalhador tenha dificuldade de se ajustar-se a tais mudanças, gerando uma situação de conflito e desestabilização e assim, levando ao trabalhador um estado de estresse. O estresse no ambiente de trabalho contribui não só para o aparecimento de doenças, mas também tem influência em situações de estresse e fadiga mental. Todos já o experimentaram mais poucos o compreendem ou reconhecem o impacto que o estresse pode causar em todos os aspectos e principalmente no ambiente de trabalho. Observa-se que possuímos uma tendência ao equilíbrio que é definida pelo próprio organismo como homeostase, a qual é rompida por situações estressantes. Na atualidade o estresse é visto como uma doença, mas ele é uma reação que aparece em consequência de situações muitas vezes criadas

9 9 pelo próprio organismo para se defender das intensas situações ocorridas no cotidiano do indivíduo. Trabalhar muito não leva ao estresse e sim é preciso que a pessoa conheça seus limites antes de ultrapassá-los. Em geral são outros fatores, no ambiente de trabalho que dão origem ao estresse. Podemos destacar não a saúde física do trabalhador mais também a saúde mental onde cargas excessivas são impostas e desgastantes onde lidam com diferentes situações e tarefas a serem cumpridas. Sabemos que não podemos eliminar totalmente o estresse de nossas vidas e sim adotar práticas que possam minimizar o estresse principalmente no ambiente de trabalho. Adotar medidas para evitar o estresse é buscar um planejamento, obter formas de qualidade de vida que são regras fundamentais para a saúde e bem-estar. No capítulo I serão tratados conceitos, causas e conseqüências do estresse. Neste capítulo serão tratadas questões conceituais referentes ao estresse. No capítulo II falaremos do Estresse no e pelo trabalho: Questões e Reflexões. Vai tratar das diversas questões que podem levar ao estresse no trabalho e como o estresse pode impactar a saúde do trabalhador e também levar a resultados positivos ou negativos para uma organização. No capítulo III discutiremos as Ações e políticas de RH para evitar, reduzir e administrar o estresse no trabalho. Neste capítulo serão apresentadas as práticas e políticas dos Recursos Humanos para evitar os problemas de estresse e aqueles que procuram administrar o estresse para gerar inovação e criatividade.

10 10 Capítulo I Conceitos, Causas e Consequências. O conceito de estresse vem sendo entendido como um grau de deformidade que uma estrutura sofre quando é submetida a um determinado esforço e a partir deste fato percebemos que existem algumas definições sobre o estresse. O termo foi usado na área da saúde pela primeira vez, em 1926 por Hans Selye que notou que muitas pessoas sofriam de várias doenças físicas e reclamavam de alguns sintomas como desânimo, falta de apetite, pressão alta e fadiga. Tal observação desencadeou extensas pesquisas que definiu o estresse naquela época como um desgaste geral do organismo. Este desgaste ocorre quando a pessoa se vê forçada a enfrentar uma situação que lhe cause conflito. Selye (1936) que definiu o primeiro conceito de estresse como um conjunto de reações que o organismo tende a desenvolver ao se deparar com uma nova situação que exija um esforço para a adaptação. O autor utilizou esse conceito como uma quebra neste equilíbrio denominada de homeostase. De acordo com o autor, isto representa uma ruptura do equilíbrio do indivíduo que diante de uma determinada situação é impedido de mudar e adaptar-se a uma nova realidade, ou seja, quando um organismo é submetido a estímulos que ameacem seu equilíbrio orgânico, ele a reagir com um conjunto de respostas específicas que passa a ser desencadeada independentemente da natureza do estímulo.

11 11 Para Chiavenato o Estresse é um conjunto de reações físicas, químicas e mentais de uma pessoa decorrente de estímulos ou estressores que existem no ambiente (2005 a.p 473) Para Ballone (2008) o conceito de estresse é um conjunto de alterações acontecidas num organismo em resposta a um determinado estímulo capaz de colocá-lo sob tensão. Para Caballo (2000) o estresse envolve uma resposta complexa de reações físicas, psicológicas, mentais e hormonais frente a qualquer evento que seja interpretado pela pessoa como desafiante. Para Lipp o estresse é uma reação do organismo com componentes físicos e psicológicos causadas por alterações psicofisiológicas que ocorrem quando uma pessoa confronta-se com uma situação que de alguma forma a irrite, amedronte ou que a faça imensamente feliz (2001 a. p.477) Tudo que causa uma quebra na homeostase interna e exige alguma adaptação pode ser chamado de agente estressor. A resposta do estresse deve ser entendida como sendo um processo e não uma reação, pois no momento em que o estresse se inicia um longo processo se instala no organismo. Este processo é semelhante em todas as pessoas com o aparecimento de taquicardia, sudorese excessiva, tensão muscular, boca seca e a sensação de estar em alerta.

12 12 O estresse gera na pessoa um mecanismo de defesa que é acionada pelo organismo como uma resposta de luta e fuga. Qualquer situação que desperte que exija mudança é chamada de estressor, isto é, uma fonte de estresse. Os agentes estressores provocam no organismo um desequilíbrio no seu funcionamento interno que por sua vez, cria uma necessidade de adaptação para preservar sua vida e bem-estar. Isto é visto quando algum evento importante bom ou ruim ocorre em nossas vidas causando alguma mudança, nosso corpo imediatamente faz um esforço para se adaptar a nova situação. A necessidade de adaptação exige do indivíduo a emissão de vários comportamentos adaptativos na forma como a pessoa lida com o estresse, ou seja, suas estratégias ou não de enfrentamento. Para Caballo (2000) os problemas existentes em relação ao estresse apresentam situações especificas da vida que acabam exigindo da pessoa respostas para o funcionamento adaptativo. O ser humano, atualmente, está mais vulnerável em relação aos agentes estressores, pois está exposto a um trabalho precarizado, a uma segurança caótica, a relações familiares conturbadas. Isso requer que ele responda com seu organismo, uma constante luta e fuga perante essas situações, agindo inconscientemente como um instinto de preservação de sua própria vida. Podemos dizer que o estresse sempre esteve presente em alguns momentos de nossas vidas o que muda ou se altera são os fatores estressantes presentes na vida da pessoa. Sendo assim, podemos chamar de estressor qualquer situação que provoque um estado emocional forte que conduza a uma quebra do equilíbrio interno ou externo no qual exige da pessoa um ajustamento ao ambiente. Outra maneira de classificar os agentes estressores é de externos e internos.

13 13 O estímulo estressor pode desencadear diferentes respostas no organismo e dependendo da forma com que o indivíduo responda a este estímulo, o mesmo pode se transformar em um estresse positivo ou negativo. Para Lipp (2000) os estressores externos são definidos como algo que afeta o nosso organismo como, mortes, brigas, acidentes dentre outros. Os estressores internos são considerados como todas as situações que fazem parte do mundo interno como cognições do indivíduo do seu modo de ser, de ver o mundo, das suas crenças e dos seus valores. Podemos perceber que o fator estressor é um acontecimento, uma situação, uma pessoa ou um objeto capaz de proporcionar suficiente tensão, portanto, capaz de induzir à reação de estresse. Fatores estressantes podem variar amplamente quanto à sua natureza, abrangendo desde componentes emocionais como, por exemplo, a frustração, ansiedade, perda, até componentes de origem ambiental, biológica e física, como é o caso de ruídos excessivos, variações extremas de temperatura, dentre outros. Para Ballone (2008) agentes estressores são um acontecimento, uma situação, uma pessoa ou um objeto capaz de proporcionar suficiente tensão emocional, portanto capaz de induzir à reação de estresse. Desta forma não é só o tipo de estressor que determina se o estresse vai ou não ser desenvolvido, mas os eventos desafiadores o qual vão gerar o estresse. A partir das análises efetuadas sobre os agentes estressores podemos dizer que todos os estímulos que o organismo julga como uma ameaça à sua preservação ou à satisfação de suas necessidades físicas e psicológicas poderá ser considerada fatores estressantes. Podemos considerar que muitas vezes não é o acontecimento em si que deixa a pessoa nervosa e aborrecida, mas é a maneira como a pessoa interpreta o acontecimento, ou seja, aquilo que pensamos sobre o fato que vai

14 14 fazer com que este fato seja bom ou ruim. Podemos analisar que fatos que ocorrem diariamente em nossas vidas são o que determina como iremos nos sentir frente à determinada situação. Desta forma o estresse a cada dia está sendo considerado como a doença do século que está afligindo um número cada vez maior de pessoas que se dizem vítimas deste mal. As causas que podem provocar o estresse com maior freqüência são sobrecarga profissional, problemas familiares, problemas sociais, alterações no sono, desânimo, dificuldades de relacionamento com outras pessoas, cansaço físico e mental, etc. As causas do estresse influenciam também condições de trabalho são vividos diretamente por cada pessoa ou por cada grupo onde acabam afetando no seu comportamento dentro de seu ambiente de trabalho. As causas do estresse acabam tornando o organismo enfraquecido contribuindo assim, na atribuição de doenças mais graves. Lembrando que as pessoas diferem na sensibilidade do estresse, há determinadas causas que evidenciam o estresse mais dos que os outros. Para Chiavenato (2005) as causas envolvem também pouca tolerância para o trabalho, falta de paciência, baixa auto-estima, saúde precária, falta de exercícios físicos e maus hábitos de trabalho (2005 a.p.473) Para Lipp (2004) no âmbito psicológico e emocional, o estresse pode produzir desde a apatia, depressão, desânimo, sensação de desalento, crises de ansiedade, hipersensibilidade emotiva, até raiva, a ira, a irritabilidade etc.

15 15 Na área do sistema digestivo o estresse pode causar uma simples gastrite, até uma úlcera, mas é principalmente no nível do coração que o estresse pode ser um matador silencioso. É a partir de suas causas que o organismo inicia seus efeitos levando a instalação de doenças físicas e psíquicas. Podemos entender o quanto o estresse pode afetar na qualidade de vida e no seu ambiente de trabalho do ser humano. As investigações no que diz respeito ao estresse tem sido realizadas a partir do modo como o indivíduo leva a sua vida e no ambiente em que trabalha, ou seja, a partir do momento em que o estresse começa interferir em seus aspectos sociais, biológicos, emocionais e comportamentais. Isto mostra que a resposta do estresse tem o objetivo de mobilizar recurso que possibilitem as pessoas enfrentarem situações das mais variadas que são percebidas como difíceis e que exigem delas esforços. O grau em que o estresse pode afetar o sujeito dependerá da vulnerabilidade, da elaboração e do conjunto de ações para enfrentar o estresse. Essa concepção mostra a princípio que o estresse não é uma doença e sim uma preparação do organismo para lidar com situações que são apresentadas e que variam de pessoa para pessoa. Para Lipp (2003) as atividades cognitivas usadas pelos indivíduos para interpretar eventos ambientais, são fundamentais no processo de estresse, pois não é só o tipo de estressor que determina se o estresse vai ou não ser desenvolvido, mas os eventos desafiadores os quais vão gerar o estresse. Em geral o estresse é sempre visto como algo que nem sempre são diagnosticados devidos seus diversos sintomas. Verifica-se uma tentativa de vencer um desafio, de sobreviver a uma ameaça ou de lidar com uma adaptação necessária no momento, mesmo que seja algo extremamente desejado e esperado.

16 16 A partir deste fator podemos verificar como as capacidades de adaptação são de grande importância na ocorrência e na gravidade do estresse, pois dependem tanto da personalidade da pessoa quanto ao estado de saúde em que a pessoa vive. A reação ao estresse pode ocorrer em face de estressores inerentemente negativos, como no caso de dor, fome, frio ou calor excessivo, ou até mesmo em decorrência da interpretação que se dá ao evento desafiado. As conseqüências do estresse é um problema de alta importância, pois começa com uma situação de pequena extremidade e com o passar do tempo vai se acumulando e acarretando grandes problemas de saúde. Para Chiavenato as Conseqüências humanas do estresse incluem, ansiedade, depressão, angustia e várias conseqüências físicas, como distúrbios gástricos e cardiovasculares, dores de cabeça, nervosismo e acidente (2005 a.p 473) É importante verificar que dependendo do nível em que se encontra a pessoa e a predisposição orgânica, o estresse pode não só acentuar a doença como também contribuir para uma deterioração da saúde física e mental. A consequência que o estresse proporciona pode estar também relacionada ao desenvolvimento de transtornos de ansiedade, síndrome do pânico, câncer e até tentativas de suicídios. À medida que o estresse vai atuando na pessoa suas defesas orgânicas diminuem, deixando o organismo mais vulnerável ao diversos tipos de doenças, ou seja, afetando não só no desempenho do trabalhador como

17 17 também nas medidas em que a organização vai tratar o estresse desse trabalhador. Para Lipp a ocorrência de diferentes situações de estresse é sempre necessária, porém quando ultrapassa a capacidade de adaptação do sujeito, pode tornar-se prejudicial ao funcionamento do organismo (2003 a.p 478) De acordo com a autora a importância em aprender e reconhecer os sintomas do estresse passa a ser o primeiro passo para evitar seus efeitos maléficos. A pessoa estressada lida mal com as mudanças porque sua habilidade está envolvida inteiramente do combate ao estresse. Desta forma o estresse pode ser provocado por diversos fatores que implicam sempre em manifestações variadas dependendo da capacidade de resposta e da percepção de cada indivíduo sobre os eventos a que estão submetidos. Lipp (2003) ressalta que o estresse é o resultado de uma ação que o próprio organismo tem quando estimulado por fatores externos desfavoráveis. Toda essa dinâmica é percebida quando os níveis de tolerância ao estresse são diferentes para cada pessoa. Podemos verificar que o estresse não é uma doença, pois o indivíduo sempre está em busca de se reequilibrar tanto no seu desempenho como na sua funcionalidade. Em geral é possível se ter um estresse temporário, de baixa ou grande intensidade e que também seu enfrentamento nunca é direto sempre emitem sinais por isso que sempre devemos ficar atento as suas manifestações. Devemos sempre buscar medidas em que o estresse seja um acontecimento positivo e não um empecilho ao desenvolvimento pessoal. Para isto no capitulo II vamos abordar questões e reflexões sobre o estresse no trabalho.

18 18 Capítulo II O Estresse no e pelo Trabalho: Questões e Reflexões. O trabalho na atualidade parece ser um dos principais geradores de estresse. Isto se deve as sucessivas mudanças e as constantes cargas excessivas ocorridas no ambiente de trabalho devido às diversas situações em que a pessoa percebe seu ambiente de trabalho como uma ameaça. O estresse tem sido considerado como um dos problemas que mais frequentemente agem sobre o ser humano e no ambiente de trabalho podemos identificar o estresse tanto na pessoa como no grupo, quanto na própria organização. Os males acarretados pelo estresse são visto como aspectos preocupantes tanto para a empresa quanto para o trabalhador. No ambiente de trabalho os sinais de estresse precisa se observados com evidência, pois se a capacidade de produtividade começar a ser afetada é sinal que o estresse está tomando conta deste trabalhador. Estes sinais se reproduzem com grande intensidade que se traduz também em conflitos interpessoais, pressa e a desmotivação. Podemos considerar que o desempenho se alcança com seu potencial humano e o estresse se constitui neste caso como o principal freio para a melhoria desses desempenhos. Adultos resistentes, capazes de pronta adaptação que possam pensar de modo lógico e não estressante nos momentos mais difíceis são de importância no âmbito da sociedade em geral, mas sabemos que na prática não funciona desta forma principalmente quando começa a comprometer no desempenho do trabalhador.

19 19 A tarefa de procurar sinais de estresse no ambiente de trabalho começa pela observação e dos comportamentos. Se os comportamentos começam a ser marcados pela pressa, pela agressividade e também pelo isolamento é sinal que este trabalhador esta estressado. Para Chiavenato o Autoritarismo do chefe, desconfiança, pressão das exigências e cobranças, cumprimento do horário de trabalho, chateza e monotonia de certas tarefas, baixo astral dos colegas, falta de perspectiva de progresso profissional e insatisfação pessoal provoca também estresse no trabalho. (2005a p. 473) De acordo com o autor observa-se que grande parte das pessoas sofre com a sobrecarga profissional. Para esses, toda pressão acarretada no seu dia de trabalho pode ser transformada em doença grave, uma vez que o estresse é um mecanismo que prepara o organismo para situações de perigo, por sua vez, o estresse pode ser benéfico em algumas situações, porém se situação é de tensão constante o organismo sente o excesso, o que poderá ocasionar doenças. Seus efeitos tanto positivos como negativos implicam em renúncias, perdas e adaptações, isso é visto em certos profissionais que são mais expostos que outros e são mais afetados pelo estresse. A predisposição é uma condição individual, ou seja, psicofisiológicas para o desenvolvimento de reações, que por ventura o estresse poderá interferir nas relações operacionais do trabalhador. Apresentam-se algumas vezes de maneira sutil ou de certa forma mais acentuadas, necessitando de uma observação mais apurada, daqueles que convivem no ambiente de trabalho e também no pessoal.

20 20 Para Lipp o Estresse pode trazer prejuízos para o seu desempenho que constituirão em mais fontes de estresse. O trabalhador acaba caindo em um círculo vicioso de difícil saída que acaba culminando em perda do emprego, por iniciativa própria ou não (2003 a p.157) Além disso, outras áreas da vida do funcionário acabam sendo afetadas dependendo da situação em que convive no seu trabalho poderá acarretar problemas futuros no seu desempenho. Não é apenas o funcionário que perde e é prejudicado com o estresse, mas também a empresa acaba sendo atingidas com esse problema. Existe uma correlação muito grande entre o estresse ao qual a pessoa está submetida e seu nível de produtividade. No inicio de períodos de tensão, a produtividade aumento à medida que o estresse se acentua, a pessoa melhora em sua criatividade e é capaz de gerar grandes idéias, porém depois de algum tempo se o estresse não é reduzido, o organismo começa a ser atingido e passa a enfraquecer e a produtividade começa iniciar a sua queda. Em relação ao desempenho do trabalhador a presença de fatores estressantes pode provocar a ineficiência do desenvolvimento de suas atividades como também a desorganização do trabalho, insatisfação e diminuição de sua produtividade. Isto passa ser verificado quando há muitas responsabilidades significativas, mas pouca possibilidade de tomada de decisão e de controle. Para Caballo (2000) os problemas existentes em relação ao social, físico e profissional apresentam situações de estresse que são específicas da vida e que acabam exigindo do indivíduo resposta para o funcionamento adaptativo. Esses problemas existentes basicamente representam neste sentido um desajustamento entre realidade de uma situação e dos objetivos desejados.

21 21 Neste aspecto podemos incluir o estresse, pois as demandas das situações problemáticas podem originar-se tanto no ambiente de trabalho quanto na pratica pessoal. Para Chiavenato (2005) existem duas fontes principais de estresse no trabalho: causas ambientais e causas pessoais. As causas ambientais envolvem fatores externos e contextuais, que incluem a programação de trabalho intensivo, falta de tranqüilidade no trabalho, insegurança no trabalho e fluxo intenso de trabalho. Nas causas pessoais envolvem características individuais que predispõem ao estresse. Cada pessoa reage sob diferentes maneiras na mesma situação aos fatores ambientais que provocam o estresse. O impacto em que o estresse causa no ambiente de trabalho e principalmente na saúde do trabalhador tem atingido consequentemente as organizações. Para Chiavenato (2005) o que afeta positivamente e negativamente o estresse no ambiente de trabalho está relacionados com Aspectos positivo e Negativos que são: Aspectos positivos Confiança do chefe Sinceridade dos colegas Simpatia da equipe Flexibilidade nos procedimentos Reconhecimento e elogios

22 22 Aspectos negativos Autoritarismo do chefe; Desrespeito dos colegas; Desorganização; Baixo astral e mau humor; Falta de consideração das pessoas; Ruídos. O ambiente de trabalho é um espaço no qual o indivíduo busca satisfação das necessidades de suas realizações pessoais e também um local em que se encontra exposto a estímulos e dificuldades nos quais o ambiente de trabalho impõe. Podemos refletir que este impacto pode ser averiguado por meio de modificações que ocorrem diariamente na vida e na história do sujeito, ou seja, um trabalhador que apresenta excesso de trabalho pode não percebê-la como prejudicial, mas sim, como positivo e estimulante. O estresse passa a ser agravante e negativo quando há por parte do indivíduo a percepção das responsabilidades e poucas possibilidades de autonomia e controle, levando essas situações de dificuldades em adptar-se tornando o estresse elevado. Isto é visto quando o trabalhador sofre uma pressão tão grande que seu desempenho começa a ser afetado e com isso a concentração cai seguida de sentimentos de irritação e cansaço. A organização é uma das primeiras a ser atingida pelo impacto do estresse. Profissional estressado é sinal de prejuízo e não apenas queda na produtividade. Tais fatores estressantes podem causar um impacto diretamente ou indiretamente na saúde do trabalhador e também nos resultados da organização.

23 23 O impacto negativo que o estresse pode causar numa organização são queda de produtividade, falta de concentração, dificuldades em memorizar as tarefas, etc. Observa-se que cada pessoa reage sob diferentes maneiras ao estresse principalmente no ambiente de trabalho. Para Chiavenato Um nível modesto de estresse conduz à maior criatividade quando uma situação competitiva requer novas idéias e soluções. Como regra geral, muitas pessoas não se preocupam com uma pequena pressão desde que ela possa conduzir as conseqüências desejadas ou resultados positivos. (2005 a.p 473) Para Caballo (2000) o estresse pode ser visto como ênfase nos fatores de trabalho que excedem a capacidade de enfrentamento do indivíduo, ou nas respostas fisiológicas, psicológicas e comportamentais dos indivíduos. A reação que temos à vida é produto de aprendizagem, ou seja, se o modo com que olhamos a vida nos cria estresse, é possível desaprender maus hábitos e aprender novos valores, novos modos de pensar e encarar a vida que sejam mais positivos e que, portanto, não permitam que o estresse fique excessivo. Avaliar o estresse não é tão simples, pois a saúde do trabalhador não se mede somente pela situação é preciso avaliá-lo, ou seja, raramente o estresse apresenta efeitos de curto prazo. Fazer uma avaliação individual do estresse consiste em tomar como ponto de partida ações e medidas que possam evitar o estresse. Para isso o

24 24 risco de deixar o estresse se acumular menores chances existam para que sejam encontradas soluções. Administrar o próprio estresse não é descansar, mesmo que às vezes o repouso seja útil. Por isso que o ideal é que sejam adotadas medidas que sejam capazes de ajudar o indivíduo a empreender as mudanças da vida. Boas intenções não bastam o que é preciso são soluções eficazes em curto período de tempo, ou seja, o estresse é extremamente perigoso quando é induzido repetitivamente intensificando assim sensações e sendo impossível escapar desse comportamento. Trata-se, portanto de construir novos planos de ação e métodos rigorosos. É um desejo que todos consigam administrar mais que poucos conseguem realizar. Sendo assim o estresse ocorre quando o indivíduo avalia as demandas do trabalho como excessiva para os recursos de enfrentamento que possui. Por isso é fundamental cada trabalhador ter consciência do seu limite físico e mental para que seu rendimento não seja afetado independente da função e cargo. A partir deste fator vamos abordar no próximo capítulo ações que possam evitar o estresse e de que forma pode ajudar no desempenho do trabalhador, ou seja, de que forma o Recursos Humanos podem apresentar práticas para a administração do estresse dentro do ambiente de trabalho

25 25 Capítulo III As Ações e Políticas de RH para evitar, reduzir e administrar o estresse no trabalho. A preocupação em relação ao combate ao estresse está fazendo com que as organizações encontrem medidas em relação às ações e políticas de Recursos Humanos para a prevenção, redução e administração do estresse no ambiente de trabalho. Observamos que não é tarefa fácil para o indivíduo trabalhar em um ambiente em que lhe cause estresse e para isso é de grande importância que o a organização adote ações e política para a prevenção e administração do estresse. Para Chiavenato a Organização, Gerentes de linha e especialistas em RH podem colaborar na identificação e redução do estresse no trabalho. (2005 a p.476) Adotar ações e políticas no combate ao estresse envolve na compreensão de como o estresse afeta gradativamente no desempenho do trabalhador e de como é importante zelar pela sua saúde e bem-estar. Administrar o estresse é buscar recursos naturais com fins de administração de situações estressoras, pois isto é uma realidade vivida nas empresas e mostra que não é possível evitá-lo. O gerenciamento do estresse inclui procedimentos que envolvem técnicas de prevenção e ativas que melhorem a maneira de enfrentá-lo.

26 26 Gerenciá-lo consiste em traçar perspectivas através de nossos pensamentos. Podemos verificar que o estresse pode ser administrado, isso acontece quando o indivíduo consegue reverter este quadro, minimizando seus efeitos negativos. Essas medidas focadas na intervenção contra o estresse contribuem principalmente na prevenção de doenças como também na promoção de saúde do trabalhador. Para Rangé a Intervenção em relação ao estresse enfoca diretamente no comportamento a ser modificado e o ambiente onde esse comportamento ocorre. (2001 a p. 113) No ponto de vista do autor a importância em diagnosticar o quadro do estresse torna-se tarefa difícil, pelo fato da variabilidade de patologias em que é apresentado. Tão importante como definir e caracterizar o estresse, é buscar conhecer, saber administrar e reduzir principalmente no ambiente de trabalho. Entender o estresse e utilizar meios para torná-lo positivo e gerar inovação, e criatividade para evitá-lo afetam o empresa como um todo. Podemos verificar que a maneira que o estresse pode ser administrado e avaliado de forma positiva é proporcionar ao trabalhador métodos criativos de planejamento, administração do tempo, exercícios etc. Algumas práticas também se baseiam em uso de estratégias de enfrentamento como também medidas multidisciplinares, treinamentos, técnicas comportamentais como treino de controle do estresse, relaxamentos, inoculação do estresse, biofeedback e treinamento de habilidades sociais. Para

27 27 compreender melhor o estresse serão apresentadas algumas práticas para evitar e reduzir o estresse. Este modelo é uma técnica foi proposta por Lipp (2003) chamada de: Treino Controle do Estresse (TCE). Para Lipp (2003) o Treino de Controle do Estresse baseia-se em princípios comportamentais e seu objetivo está na mudança no estilo de vida da pessoa com ênfase na melhoria da qualidade de vida englobando o social, afetivo, saúde e profissional (2003 a. p.187) O TCE baseia-se na identificação e modificação das fontes internas de estresse. Este modelo exige uma avaliação muito precisa do nível de estresse da pessoa e das condições geradora que propiciaram o estresse na pessoa, ou seja, avaliar com máxima precisão possíveis quadros sintomatológicos do estresse e fontes internas e externas presentes. O Treino de Controle ao Estresse restringe a pessoa a: 1. Entender o conceito de Estresse; 2. Aprender identificar sintomas de estresse; 3. Reconhecer os estressores internos e externos; 4. Aprender lidar com a ansiedade; 5. Reestrutura a maneira de pensar; 6. Melhorar a qualidade de vida; 7. Aprender utilizar o estresse ao seu favor; 8. Desenvolver um plano pessoal de técnicas de manejo ao estresse;

28 28 9. Resolver os problemas no trabalho e na família sem grandes aumentos no seu nível de estresse; 10. Utilizar o estresse ao seu favor para atingir bons níveis de produtividade e criatividade. Cabe ressaltar que este tratamento como qualquer outro ajuda o indivíduo tanto a desenvolver estratégias de enfrentamento, como aprender a conviver, minimizar e lidar melhor com situações que provocam o estresse. Treino e Relaxamento Para Lipp (2003) outra prática adotada para evitar o estresse é o Treino em Relaxamento. A tensão muscular normalmente acompanha estados negativos, ou seja, quando o nível de ansiedade do trabalhador fica alto a tensão aparece e não consegue relaxar. O relaxamento é bastante eficiente no combate ao estresse excessivo, pois produz mudanças como sensação de calma, de estar em controle da situação e também consiste na diminuição da tensão e relaxamento de diferentes grupos musculares, por outro lado, o relaxamento também auxilia a pressão arterial voltar ao normal rapidamente após níveis altos de estresse. Observa-se que o relaxamento envolve a respiração e com o treino e controle da respiração exige que o indivíduo identifique áreas que mais apresentam contrações musculares. A fase da contração ensina o indivíduo a reconhecer o enrijecimento muscular, a sua aplicação instrui sobre os prérequisitos necessários independentemente da posição corporal apropriada para a execução dos exercícios.

29 29 É necessário saber relaxar para dominar a tensão física e ansiedade vivenciada naquele momento, ou seja, se a pessoa souber relaxar, poderá lidar de forma efetiva com situações que lhe cause estresse. Sabendo dominar as tensões e relaxar o indivíduo terá melhor saúde e conseguirá lidar melhor com o estresse. O relaxamento em si, não só produz efeitos na área física, mas também na área mental, pois produz mudanças como a sensação de calma mental, de estar em controle da situação e de auto-eficácia. À medida que o indivíduo passa adquirir praticar sozinho, maior será o reconhecimento de sinais de tensão e mais preparado estará para relaxar. Deste modo, o indivíduo vai adquirindo mais confiança e estará apto a identificar os pontos de tensão e automaticamente sentirá alivio ao relaxar. Para Chiavenato (2005) as maneiras de aliviar o estresse estão em: 1. Redução de conflitos pessoais no trabalho; 2. Verificar de níveis de ruídos e buscar meios de reduzi-los no ambiente de trabalho; 3. Buscar de planejar de suas atividades; 4. Praticar de exercícios físicos regularmente; 5. Proporcionar no trabalho um ambiente confortável e aconchegante. 6. Biofeedback; 7. Meditação ou Relaxamento; 8. Confiar em si mesmo e na capacidade de se adaptar a mudanças e inovação; 9. Ser confiante em suas competências profissionais; 10. Encontrar tempo para desligar-se das preocupações que incomodam e procurar sempre relaxar.

30 30 Exercícios Físicos A importância dos exercícios físicos enfoca a maior atenção que podem levar a uma melhoria dos níveis de qualidade de vida é a atividade física onde proporciona sentimentos de bem-estar, redução da ansiedade e da tensão. Para Chiavenato os Exercícios regulares contribuem para a saúde física e ajudam a reduzir o estresse em conseqüência do condicionamento físico (2005 a p.476) Os exercícios físicos auxiliam na prevenção dos efeitos corrosivos causados pelo estresse. Os efeitos positivos dos exercícios físicos proporcionam relaxamento das questões cotidianas, no sentimento de competência e de auto-eficácia. Qualquer tipo de atividade física levada de maneira adequada melhora alguns componentes do estresse, temos como condições para obtenção de melhores fatores para qualidade de vida, pequenas mudanças de hábitos, no intuito de favorecer efeitos positivos para o indivíduo. Meditação A meditação é outra forma importante de relaxamento, pois além de aumentar a flexibilidade do corpo faz com que o indivíduo identifique os locais de tensão que aparecem durante o seu dia-a-dia no trabalho. De qualquer forma, em consideração à necessidade de equilíbrio em que a meditação proporciona é fundamental que seja praticada regularmente ajudando ao indivíduo saúde e bem-estar.

31 31 A meditação ajuda a aumentar a concentração mental facilitando que o indivíduo reconheça os pontos de maior tensão, enfrentando dificuldades com mais tranqüilidade. Biofeedback O biofeedback é uma técnica em que se aprende o controle voluntário das quais as pessoas normalmente não tem finalidade de recuperar, manter, melhorar sua saúde ou seus desempenhos. Isto é feito através do uso de determinado aparelhos que medem com precisão e instantaneamente, informando ao indivíduo de modo visual ou sonoro. Para Chiavenato o Biofeedback é uma técnica utilizada no tratamento de dores de cabeça, pressão sanguínea elevada, tensão muscular e outros problemas (2005 a p.476) O Biofeedback capta sensores especiais que são ligados ao corpo da pessoa e são enviados por um equipamento eletrônico no qual converte as informações usadas para controlar suas fontes estressoras. Para Caballo (2002) define o biofeedback como uma técnica de autocontrole de respostas fisiológicas sobre função que deseja submeter ao controle voluntário. Esta técnica mostra como o sujeito tem a oportunidade de controlar gradualmente seus níveis de tensão e os processos sobre os quais está se informando, ou seja, se o nível de tensão do sujeito estiver alto os eletrodos

32 32 sensíveis a esta variação irá produzir informações úteis sobre o estado de relaxamento ou tensão em que se encontra em determinado momento. Para Rangé o Biofeedbck é como um espelho especial que a apresenta informações úteis sobre processos internos do organismo dos quais a pessoa pode não está consciente ou ter dificuldade para regular. (2001 a p.132) Podemos observar o que ocorre neste sentido é que o sujeito utiliza informações na busca de fontes estressora e ao longo do treinamento o sujeito vai aprendendo progressivamente, a focalizar e a discriminar sensações de relaxamento e tensão, ao mesmo tempo em que aprende a diferenciar e a lidar com esses estados. Na atualidade o biofeedback tem sido utilizado com sucesso nas seguintes condições: 1. Todas as manifestações de estresse; 2. Depressão; 3. Alcoolismo e dependência de drogas; 4. Enxaqueca e dores de cabeça tensionais; 5. Problemas musculares como torcicolos e bruxismos; Por ser uma ferramenta educacional que visa o aprimoramento e o desempenho, também contribui para a participação consciente do sujeito como um papel importante e decisivo no sucesso da aplicação desta técnica. O biofeedback apresenta uma modificação de hábitos e comportamentos levando a uma reorganização na vida do sujeito. Contudo sua relação com estresse promove saúde, auto-regulação e relaxamento.

33 33 Cabe ressaltar que algumas dificuldades podem surgir durante o processo e para isso existem outras técnicas que poderão ser utilizadas para o processo de estresse. Inoculação do Estresse A inoculação do estresse é uma prática desenvolvida em problemas relacionados ao estresse. Esta prática consiste em treinar o indivíduo na vivência antecipada de uma situação estressante, de moda a desenvolver recursos pessoais de enfrentamento a serem utilizados durante uma situação temida real. Para Rangé (2001) a inoculação do estresse é uma relação entre a pessoa e o ambiente, avaliada como exigente ou excedente a seus recursos pessoais de enfrentamento e ameaçadora ao seu bem-estar. O objetivo desta prática consiste no alto domínio frente a situações que lhe cause estresse, ou seja, permite que o sujeito compreenda a natureza em que originou o estresse para a execução do manejamento e enfrentamento diante de uma situação conflituosa. De um modo geral o enfrentamento do estresse faz com que avalie o significado do evento e de como esse evento pode afetar em seu ambiente tanto social, afetivo e profissional. Deste modo é importante ressaltar que é preciso avaliar que o trabalhador tem percepções e ações diferentes de outras pessoas e que cada um administra o estresse de maneiras diferentes.

34 34 Desenvolvimento das Habilidades Sociais O desenvolvimento das habilidades sociais consiste num importante ensinamento de auto-afirmação em quadros de estresse que interferem no social e principalmente profissional. Procurar inovar e criatividade para minimizar o estresse está na busca desenvolver habilidades sociais. Este fator tem como base os processos de aprendizagem e tem como entendimento o modo de ação e técnica generalizadas para tratar situações e problemas de diferentes aspectos. As habilidades permitem discriminar objetos, fatos ou estímulos que identifique, classifique no manejo e autocontrole do estresse. Para Caballo a Habilidade é um conjunto de comportamentos emitidos por um contexto interpessoal que expressa sentimentos, atitudes, desejos, expressões e opiniões, de um modo adequado a situação (2002 a p.365) O desenvolvimento das habilidades sociais implica na avaliação de dois componentes que são o tipo de habilidade e o contexto ambiental. Neste sentido o estresse faz com que o trabalhador tenha uma deficiência em sua habilidade, isto tem sendo visto como um agente estressor interno relacionado à forma como o trabalhador pensa e como se comporta diante de situações estressantes.

35 35 As dificuldades sociais apresentadas são especificas para cada pessoa requerendo sempre uma avaliação para identificar as situações mal administradas. Caballo (2002) reforça que uma resposta socialmente hábil seria uma cadeia de condutas que começaria com uma recepção correta de como avaliar possíveis ações de respostas para a atuação de suas habilidades. Esta capacidade consiste em emitir respostas adequadas a situação de estresse. Para isso é preciso identificar em que áreas específicas onde o sujeito apresenta mais dificuldades e o passo seguinte estão em utilizar o treino para a correção do problema. Para Chiavenato o Ambiente de trabalho se caracteriza por condições físicas e materiais e condições psicológicas e sociais. (2005 a p. 470) Muitos dos problemas ocorridos no ambiente de trabalho estão relacionados com o déficit nas habilidades sociais. As habilidades formam um conjunto entre ele e o ambiente que o cerca, se este conjunto desencadeia uma disfunção o estresse acaba se instalando e a vida o indivíduo acaba tendo uma vida insatisfatória. É importante frisarmos que as Habilidades Sociais: 1. Não apresentam as características da pessoa e sim de seu comportamento vivenciado naquele momento; 2. Deve ser utilizadas do mesmo modo que qualquer outra pratica; 3. Apresenta um padrão de resposta que pode ser treinado e mantido pelas suas atribuições e finalidades.

36 36 Diante de inúmeros fatores em que afetam o estresse no ambiente de trabalho as habilidades sociais proporcionam uma saída simples e eficaz na administração do estresse. estresse: Para Rangé (2001) existem algumas medidas preventivas para reduzir o 1. Aumentar o tempo de sono; 2. Regularizar o ritmo de sono; 3. Diminuir o consumo de cafeína; 4. Diminuir o consumo de álcool; 5. Diminuir o consumo de tabagismo; 6. Ter uma dieta saudável; 7. Reservar jornadas durante a semana de atividades de lazer tanto com a família como também com amigos do trabalho. Esta medida nos mostra que não aproveitamos os prazeres da vida, pois pessoas estressadas tendem a rejeitar prazeres da vida. São pessoas apressadas e quando param sentem-se inquietas e mergulham novamente na ação. Reservar momentos diários e dedicados a própria pessoa são indispensáveis para a diminuição do estresse. Sendo assim desenvolver a habilidades sociais consiste na capacidade de apresentar respostas mais apropriadas e adequadas em relação aos problemas e também para as demais situações. A melhor medida é começar por uma avaliação partindo sempre dos Recursos Humanos, a fim de determinar suas reais necessidades identificando a natureza do problema. A sociedade em si é uma construção de estilos de vida revolucionários em relação a tudo em que o homem já experimentou, porém não é possível

37 37 sobreviver ilesos ao ritmo do mercado de trabalho sem adoecer mesmo que seja de forma imperceptível. O estresse sempre esteve entre nós desde os primórdios e suas conseqüências na atualidade estão extremamente divulgadas. aprimoradas. Não podemos negar que na esfera organizacional medidas estão sendo O segredo em administra e evitar o estresse são escapar deste círculo vicioso, ou seja, identificar os sinais físicos através de medidas adotadas pelos Recursos Humanos. A melhor a maneira de manejá-lo é preciso verificar os momentos nos quais se sente mais estressado. Contudo antes mesmo de adotar medida para administrar o estresse é compreender tipos de fatores dentro do ambiente de trabalho aos quais estão submetidos e problemas que apresentam para enfrentá-lo

38 38 Conclusão È impossível eliminar o estresse de nossas vidas, pois ele existe em todos nós e é um mecanismo de defesa natural do nosso organismo. Quando o organismo não se adapta a esse mecanismo de defesa, o estresse acaba se tornando prejudicial causando alterações físicas e psicológicas podendo levar ao estresse crônico. Neste caso também ocorre alterações fisiológicas que acabam desencadeando doenças. O estresse pode ser evitado de forma que não se torne excessivo através de algumas medidas que incluem mudanças nas nossas atitudes perante eventos corriqueiros e inesperados da vida. A compreensão do que é o estresse, suas causas, suas conseqüências e suas fases pode levar o ser humano, a saber, utilizar a seu favor as forças geradoras pelo estresse. A falta de conhecimento sobre o assunto e as, pode por outro lado a levar resultados desastrosos. Por esta razão que se ressalta a importância do conhecimento acerca destes processos, de suas manifestações para que seja possível controlar seus efeitos negativos. No ambiente de trabalho adotar práticas e novas idéias para evitar o estresse é buscar formas de promover um clima amistoso e criativo. Saber manejar o estresse parte também de um movimento à procura de outros recursos que possam minimizar o desconforto do estresse e restabelecer o seu estado original de saúde, podendo oferecer diferentes possibilidades de medidas preventivas.

39 39 Adotar medidas que possam evitar o estresse é oferecer uma visão mais abrangente sobre os sintomas de estresse principalmente no ambiente de trabalho. Podemos verificar que o estresse no ambiente de trabalho é preocupante e atinge em todos os níveis hierárquicos fazendo com que adote medidas contra este desgaste geral que afeta os trabalhadores. Quando começa afetar a sua produtividade podemos perceber que o trabalhador já se encontra estressado ou muito perto de ficar e isto não é um fato isolado. Historicamente o estresse sempre foi falado, mas com a globalização e o avanço da tecnologia este tema se tornou estudado como nos dias de hoje. Outra importante alternativa adotada pelas empresas são medidas que mudem o estilo de vida do trabalhador. A mudança nos valores engloba na qualidade de vida como prioridade, como também a busca em estabelecer o equilíbrio emocional e profissional são fatores importantes para a empresa e o trabalhador. Implantar programas para combater o estresse mostra como é possível realizar mudanças no ambiente de trabalho. Podemos constatar como as empresas lutam para conseguir minimizar esta epidemia moderna. A sociedade em si cada vez mais exige do trabalhador, como acúmulos de papéis, execução de tarefas em curto espaça de tempo e até mesmo mudanças dentro da organização são fontes geradoras de estresse. Podemos verificar que isso é possível, adotar medidas preventivas como relaxamentos, boa alimentação, exercícios físicos proporcionando ao trabalhador que é possível lidar com as pressões de trabalho sem que elas lhe causem estresse.

40 40 Certamente não existe uma fórmula para tratar complexas implicações de estresse, pois depende de cada pessoa desenvolver qualidades e atitudes. Depende sim de administrar o estresse como conscientização, autocontrole e confiança para que se possa reverter o ciclo de estresse. Planejar medidas para utilizar no ambiente de trabalho deve ser sempre apresentar responsabilidade e comprometimento e na identificação do problema. É preciso que se tenha criatividade e examine todas as soluções possíveis e até mesmo as mais inusitadas e com isso não podemos esquecer que uma pessoa se sente estressada quando o seu limite já não está mais suportável. Evitar cada uma destas situações é uma boa tática para impedir que o estresse se manifeste. O estresse em si não atinge só profissional que tenha grandes cargas horárias, função considerada menos estressante também pode ocasionar o estresse, isto depende de como se relacionamos com o nosso trabalho. É por isso que todos nós não estamos livres dos efeitos que o estresse pode ocasionar. Contudo não é possível ignorar o perigo de um estresse excessivo e prolongado para a própria vida, mas aprender a enfrentá-lo de modo adequado.

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