DOENTE DE RISCO EM CIRURGIA ORAL

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1 DOENTE DE RISCO EM CIRURGIA ORAL I AVALIAÇÃO PRÉVIA DO DOENTE Uma boa metodologia para avaliação de um doente candidato a cirurgia oral é tentar enquadrá-lo na classificação da American Society of Anesthesiologists ( ASA). ASA I. Doente sem doença sistémica. ASA II. Doente com doença sistémica ligeira ou portador de factor de risco não importante. ASA III. Doente com doença sistémica grave que limita a actividade diária mas não é incapacitante. ASA IV. Doente com doença sistémica incapacitante implicando risco de vida permanente. ASA V. Doente com doença sistémica muito grave ou mesmo moribundo que com ou sem cirurgia se prevê inferior a 24 horas. ASA EV quando o doente se pode incluir no grupo V mas a cirurgia é emergente. ASA VI. Doente com morte cerebral declarada cujos orgão vão ser recolhidos para transplante. Implicações da classificação dos doentes nas classes ASA: Doente em classe ASA I: efectuar tratamento com os procedimentos de rotina. Doentes em Classe ASA II: Efectuar tratamento depois de seguir um protocolo de controlo da ansiedade e pedir opinião médica prévia se for necessário. Doentes em Classe ASA III ou superior: Efectuar tratamento com controlo médico apertado, preferencialmente em internamento e sob a orientação de um especialista. II PROTOCOLO PARA TRATAMENTO DA ANSIEDADE. A ansiedade é a principal causa de um grande número de complicações sistémicas nos doentes submetidos a cirurgia oral sob anestesia local. De modo a controlar a ansiedade no nosso doente devemos estabelecer um esquema de tratamento que pode ser o seguinte: ANTES DA CIRURGIA: 1. Prescrever um hipnótico na noite anterior para promover o sono ( Estazolam 2,0 mg, Loprazolam 1 mg, Midazolam 15 mg, Triazolam 0,125 mg ). 2. Prescrever um sedativo na manhã da cirurgia ( Bromazepam 3 mg, Diazepam 5 mg, Alprazolam 1,0 mg) 3. Preferir a cirurgia durante a manhã. 4. Não fazer esperar o doente. DURANTE A CIRURGIA: 1. Conversar com o doente. 2. Distrair o doente.

2 3. Informar o doente sobre todos os actos que possam provocar dor ou sensações desconfortáveis (osteotomias etc.). 4. Manter um ambiente calmo na sala. 5. Música relaxante. 6. Colocar todo o instrumental cirúrgico for a do campo de visão do doente. APÓS A CIRURGIA: 1. Informar o doente sobre os cuidados pós operatórios. 2. Informar o doente da possível evolução clinica após o acto cirúrgico. 3. Prescrever analgésicos potentes (Paracetamol 5oo mg, Nimesulide 100 mg). 4. Fornecer os contactos do médico ao doente (telefone da clinica, telemóvel ). 5. Contactar o doente 8 a 12 horas depois para verificar o seu estado. III. DOENTE COM PATOLOGIA CARDIO VASCULAR 1. DOENTE HIPERTENSO. A. O que é a hipertensão? Aumento dos valores normais da tensão arterial. Hipertensão moderada: sistólica> 140 e diastólica> 90 Hipertensão grave: sistólica> 200 e diastólica> 110 No doente que refere ser hipertenso é importante obter informações sobre se a sua hipertensão é essencial (de causa desconhecida) ou se trata de uma hipertensão secundária a alguma alteração orgânica (hipertiroidismo, doença renal, feocromocitoma, síndrome de Cushing etc.). A presença de uma doença de base pode fazer alterar o plano terapêutico em cirurgia oral. B. Complicações, durante a cirurgia oral, associadas à hipertensão: Lesões vasculares, hemorragia, insuficiência cardíaca aguda, angor. C. Principais fármacos utilizados na terapêutica da Hipertensão arterial e efeitos secundários mais significativos em cirurgia oral: Diuréticos (desidratação e hipercaliémia), antiadrenérgicos (hipotensão postural, xerostomia, taquicardia ou bradicardia), vasodilatadores (taquicardia, angor, náuseas), inibidores da enzima de conversão da angiotensina (leucopénia, tosse, hipotensão), bloqueadores dos canais do cálcio (taquicárdia, alterações gastro intestinais e hipercaliémia) Alguns doentes com hipertensão fazem anti coagulação (Ver doente com anti coagulação). C. Procedimentos: 1. Avaliar a tensão arterial antes e depois de cada consulta. 2. Perguntar ao doente se tem avaliado a sua tensão arterial e quais os valores obtidos. 3. Pedir ao doente que seja seguido pelo seu médico assistente (se os valores de tensão arterial se encontrarem elevados.) 4. Não administrar anestésicos com vasoconstritores ou se for necessário não ultrapassar uma dose de 0.04 mg por consulta. 5. Utilizar um protocolo de redução da ansiedade. 6. Evitar mudanças bruscas da posição do doente sobretudo se este estiver a ser tratado com fármacos vasodilatadores.

3 7. Ter no consultório em local acessível e conhecido Nifedipina para administração sub lingual. Nota: se o doente apresenta valores tensionais superiores a 110 de diastólica e 200 sistólica é preferível adiar o tratamento e contactar o médico assistente. 2. DOENTE COM INSUFICIENCIA CARDIACA CONGESTIVA. A. O que é a Insuficiência Cardíaca Congestiva? Incapacidade do coração manter um débito adequado de sangue por patologia cardíaca ou por excesso de aporte sanguíneo em corações normais. B. Complicações durante a cirurgia oral associados à I.C.C. Edema pulmonar (dificuldade respiratória acentuada em posição deitada), disfunção hepática (coagulopatias), alterações gastro intestinais. C. Complicações associadas à terapêutica: Diuréticos (desidratação, hipercaliémia), vasodilatadores (taquicárdia, angor, náuseas), digitálicos (náuseas, vómitos, disritmias). 1. Aplicar um bom esquema de redução de ansiedade. 2. Adiar o tratamento se o doente apresenta sinais graves de insuficiência cardíaca (dispneia, edema ). 3. Não tratar o doente em posição deitado. 4. Administrar suplemento de oxigénio (2 litros por minuto) por sonda nasal. 5. Se necessário enviar o doente para tratamento por um cirurgião oral. 3. DOENTE COM HISTÓRIA DE ANGOR PECTORIS. A. O que é o angor pectoris? Angor é a dor na região torácica provocada por insuficiência de aporte sanguíneo ao miocárdio. A causa mais comum é a obstrução de uma das artérias coronárias ou de um dos seus ramos. Durante os tratamentos de cirurgia oral o desencadeamento de Angor é mais frequentemente provocado pela ansiedade do doente. A dor do Angor é localizada na região retroesternal podendo irradiar para o braço esquerdo e para a região mandibular. B. Complicações durante a cirurgia oral associados ao Angor: Desencadeamento de dor retroesternal. C. Complicações associadas à terapêutica do Angor: Nitratos (hipotensão), beta bloqueantes (fadiga, bradicardia, hipoglicémia), antagonistas dos canais do cálcio (taquicárdia, hipercaliémia, alterações gastro intestinais), ácido acetil salicilico (hemorragia). 1. Contactar e obter informações do Médico do doente. 2. Aplicar esquema de controlo da ansiedade. 3. Monitorizar os sinais vitais (pulso, respiração e tensão arterial e grau de consciência) 4. Executar uma anestesia adequada de modo a impedir qualquer dor. 5. Administrar suplemento de oxigénio. 6. Se o doente tem frequentes crises de Angor propor sedação consciente. 7. Não utilizar doses de vasoconstritor superiores a 0.04 mg.

4 4. DOENTE COM HISTÓRIA ANTERIOR DE ENFARTE DO MIOCÁRDIO. A. O que é o enfarte do miocárdio? É a necrose celular do miocárdio por isquémia (relativa ou absoluta). B. Complicações durante a cirurgia oral associadas história anterior de enfarte do miocárdio: Dor retroesternal, sinais e sintomas de insuficiência cardíaca congestiva, disritmias. C. Complicações associadas à terapêutica: Anticoagulantes orais (hemorragia), antiplaquetários (hemorragia), beta bloqueantes (hipotensão ortostática), pace makers (alterações o ritmo com a utilização de correntes eléctricas). 1. Pedir informações ao médico assistente. 2. Adiar os tratamentos não urgentes para seis meses depois do enfarte. 3. Efectuar uma boa história ao doente pesquisando a terapêutica anticoagulante ou a presença de pace makers. 4. Aplicar um esquema de profilaxia da ansiedade. 5. Monitorizar os sinais vitais (pulso, tensão arterial e respiração). 6. Administrar suplemento de oxigénio. 7. Ter comprimidos sublinguais de nitroglicerina. 8. Efectuar anestesia adequada. 9. Se utilizar vasoconstritores não ultrapassar a dose de 0.04 mg. 10. Se o doente apresentar um elevado nível de ansiedade propor sedação consciente. 5. DOENTE COM PATOLOGIA VALVULAR OU MALFORMAÇÕES CONGÉNITAS. A. O que são? As doenças valvulares e as malformações congénitas cardíacas podem ser classificadas do seguinte modo: Doenças de alto risco: 1. Prótese valvular. 2. História de endocardite anterior. 3. Malformação congénita complexa com cianose. Doenças de risco moderado: 1. Malformações cardíacas não complexas ou sem cianose. 2. Alteração valvular adquirida. 3. Cardiomiopatia hipertrofica. 4. Polapso valvular mitral com regurgitação. Doenças de risco menosprezável: 1. Pequenos defeitos do septo auricular. 2. Cirurgia anterior de comunicação inter auricular. 3. Ductus arteriosos patente. 4. By pass coronário. 5. Prolapso da válvula mitral sem regurgitação. 6. Sopros cardíacos funcionais ou fisiológicos. 7. Febre reumática anterior com disfunção valvular.

5 B. Complicações durante a cirurgia oral associadas a valvulopatias ou malformações congénitas: Sinais de insuficiência cardiaca (dispneia, angor), dispneia, angor, arritmias, endocardite infecciosa. C. Complicações associadas à terapêutica: Anticoagulantes orais (hemorragia), antiagregantes plaquetários (hemorragia). 1. Obter uma informação precisa da situação do doente junto do seu cardiologista ou cirurgião cárdio torácico. Se o doente foi operado pedir o boletim da cirurgia onde estará descrito o tipo de válvula e a profilaxia aconselhada. 2. Aplicar um esquema de profilaxia da ansiedade. 3. Monitorizar os sinais vitais (pulso, tensão arterial e respiração). 4. Avaliar a coagulação de sangue (INR, tempo de protrombina, tempo de coagulação) 5. Efectuar profilaxia de endocardite bacteriana se o doente tiver patologia de alto ou moderado risco segundo o seguinte esquema: Amoxicilina 2g 1 hora antes P.O. Se houver alergia à penicilina: Clindamicina 600 mg 1 hora antes P.O. Cefalexina 2g 1 hora antes P.O. Cefadroxil 2g 1 hora antes P.O. Azitromicina 500 mg 1 hora antes P.O. Claritromicina 500mg 1 hora antes P.O. Se a medicação P.O. é impossível: Ampicilina 2g 30 minutos antes E.V. ou I.M. Se a medicação P.O. é impossível e se o doente é alérgico à penicilina: Clindamicina 600mg 30 minutos antes E.V. Cefazolina 1g 30 minutos antes E.V. ou I.M. 6. Utilizar anestesia sem vasoconstritores ou não ultrapassar a dose de 0.04 mg. IV.DOENTE EM TERAPÊUTICA ANTICOAGULANTE. A. O que é: A terapêutica anticoagulante é efectuada em doentes com risco aumentado de trombo embolismo e pode ser efectuada com três tipos de fármacos: anticoagulantes orais (cumarinicos), antiagregantes plaquetários (ácido acetil salicilico), anticoagulantes injectáveis (heparina e fraxiparina). B. Complicações durante a cirurgia oral associadas aos anticoagulantes orais: Hemorragia incontrolável. C. Procedimentos: 1. Doente em terapêutica com antiagregantes plaquetários: a. Obter informações junto do médico assistente sobre a possibilidade de suspensão da terapêutica. b. Parar a medicação com antiagregantes plaquetários 5 dias antes da cirurgia.

6 c. Efectuar uma boa hemostase durante e após a cirurgia. d. Continuar a terapêutica com antiagregantes plaquetários 24 horas depois da cirurgia se não houver hemorragia. 2. Doente em terapêutica com Cumarinicos ou seus derivados: a. Consultar o médico assistente sobre a possibilidade de parar a terapêutica ou modificá-la para obter valores de INR compatíveis com a cirurgia. b. Avaliar o INR com a terapêutica cumarinica. c. Se o INR for inferior a 1 ½ efectuar a cirurgia e tomar as medidas necessárias a impedir riscos hemorrágicos. d. Se o INR for superior a 1 ½ - Interromper a terapêutica com cumarinicos dois dias antes da cirurgia. - Efectuar a cirurgia quando o valor de INR for inferior a 1 ½ - Tomar as medidas necessárias para evitar o risco hemorrágico. - Reiniciar a terapêutica com cumarinicos no dia da cirurgia.

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