Análise de Risco de Taludes na Estrada de Ferro Vitória-Minas

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Análise de Risco de Taludes na Estrada de Ferro Vitória-Minas"

Transcrição

1 Análise de Risco de Taludes na Estrada de Ferro Vitória-Minas Stefânia Moreira Alves Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Brasil, Romero César Gomes Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Brasil, Bruna Rodrigues Carriel Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Brasil, Felipe Ferrari Rezende Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Brasil, RESUMO: O trabalho objetiva desenvolver matrizes de perigo (modelos), que associados à vulnerabilidade possibilitem determinar o grau de criticidade para taludes de solo, saprolito, rocha e para taludes mistos. A criação desses modelos é espelhada nas classificações geomecânicas consagradas de Bieniavisk e Barton, nas quais são analisados e ponderados os parâmetros físicos do talude, de forma a obter a classificação do maciço. Neste caso faz-se essas avaliações para determinar o grau de risco. Este projeto é desenvolvido para a ferrovia (EFVM Estrada de Ferro Vitória Minas) pertencente à empresa Vale S.A. O desafio é a criação e aplicação desses modelos para aproximadamente 540 km de via, sendo que, para o trabalho ser usual e prático não é conveniente ter vários modelos e sim poucos que sejam suficientes para, por exemplo, percorrer a ferrovia; de posse de um material que enquadre o talude em um dado modelo X criado, resultando no grau do risco apresentado no campo. Realizadas essas análises de risco é possível melhorar o planejamento e a manutenção dos taludes e mitigar as ocorrências de deslizamentos, que podem ocasionar perdas materiais, econômicas e até mesmo de vidas. Os resultados encontrados são 10 modelos que definem as matrizes de perigos para os taludes e tabelas de classificações que, quando aplicadas, resultam em graus de risco para os taludes. PALAVRAS-CHAVE: Análise de risco, Ferrovia, Obra linear, Taludes. 1 INTRODUÇÃO O Brasil tem um elevado potencial de escoamento de produtos heavy hall, agrícolas, siderúrgicos, dentre outros. Porém esses produtos são pouco transportados via ferrovia se comparado ao transporte rodoviário existente no país. Isso fica evidenciado na Figura 1. Figura 1. Composição da matriz de transporte de carga no Brasil em Diante desse cenário, as concessionárias ferroviárias de carga existentes no Brasil têm uma crescente demanda para atender a necessidade de transporte e, para isso, carecem de melhorias contínuas tanto na operação quanto na manutenção para continuar a oferecer um atendimento com excelência. Uma manutenção preventiva faz parte desse cenário competitivo, onde não se deve esperar a falha ocorrer para intervir. Portanto, este trabalho tem como foco estudar os taludes da linha tronco da Estrada de Ferro Vitória Minas (EFVM) de forma a discriminá-los em graus de risco, proporcionando um aumento da segurança e mitigando incidentes com interdição da via, que podem causar perdas materiais e humanas.

2 Na Figura 2 é mostrado o mapa da EFVM. Figura 2. Estrada de Ferro Vitória Minas. (ANTT, 2010) A falta de um banco de dados com históricos de ocorrências de rupturas que interditaram a via foi o desafio enfrentado neste estudo de caso. No Brasil, essa ideia de catalogar esses acontecimentos ainda é nova, pouco desenvolvida principalmente em obras lineares, portanto o estudo se inicia com cunho subjetivo, realizando uma análise semiquantitativa. Outra contribuição desse trabalho é formar um banco de dados, uma vez que será necessária a reavaliação periódica dos taludes, permitindo que se faça uma análise de risco quantitativa posteriormente. de levantar dados dos taludes existentes na EFVM, e posterior análise desses dados, comparando as informações observadas nos diversos taludes. Uma premissa adotada neste estudo é desenvolver Matrizes de fácil utilização, pois o objetivo é ser aplicável por qualquer funcionário da empresa. Com base na metodologia e premissa expostas acima é apresentado um exemplo da lógica construtiva (Figura 3) dos modelos realizadas neste trabalho, sendo este para taludes composto de solo. Figura 3. Lógica de criação dos modelos para taludes com erosões intensas. Para exemplificar características presentes em um talude com a lógica de criação exposta anteriormente, é apresentada a Figura 4. 2 CRIAÇÃO DOS MODELOS Uma análise de risco é basicamente a associação de diferentes fatores do sistema e os possíveis cenários resultantes dessas correlações, além das consequências danosas que esses cenários podem provocar. (Neves, 2002). Este trabalho segue esta linha de pensamento, onde os fatores a serem correlacionados são parâmetros geotécnicos dos taludes para se obter cenários, chamados de modelos, que tomam um determinado grau de risco a depender dos danos possíveis de ocorrer. Esses modelos caracterizam o estado do talude, tendo como resultado o tipo de movimento de massa ou erosão observados no talude. Eles também são chamados de matrizes de perigo, por possuírem os perigos mapeados como predisponentes para ruptura. A metodologia utilizada na elaboração deste trabalho consiste em trabalhos de campo, a fim Figura 4. Exemplificação dos aspectos observados (Talude Km ). Utilizando essa lógica apresentada anteriormente, foram encontrados dez modelos que caracterizam todos os taludes presentes nos aproximados 540 km da linha tronco da EFVM. Os modelos são mostrados nas Figuras 5, 6 e 7.

3 influênciadores na vulnerabilidade deste estudo, sendo eles listados a seguir. Figura 5. Modelos em solos ou saprolitos e seqüência lógica para classificação. a) Distância do talude à via: a padronização da distância à via foi feita com base na existência maior ou menor de uma área de amortecimento entre o talude e o início do lastro, observando-se ainda a possibilidade e a capacidade de contenção de material movimentado. Os índices de ponderação consideraram estas distâncias variando de baixa a muito alta (Tabela 1). Tabela 1. Graus de ponderação à vulnerabilidade: distância do talude à via. Figura 6. Modelos em rochas e sequência lógica para classificação. b) Obras de estabilização/contenção: ponderação relativa à presença ou não de intervenções de maior ou menor porte no âmbito do talude, considerando-se a execução de obras isoladas (por exemplo, um simples retaludamento da área) ou integradas (por exemplo, um retaludamento associado a obras de drenagem e de proteção superficial), em termos de soluções geotécnicas (Tabela 2). Tabela 2. Graus de ponderação à vulnerabilidade: obras de estabilização/contenção. Figura 7. Modelos em solo e rochas e seqüência lógica para classificação. Alguns poucos casos, menos de 1%, dos taludes avaliados, não se enquadraram nos modelos apresentados anteriormente, portanto foram expurgados. Com base nos dados disponíveis foram considerados 5 parâmetros como c) Condições de Acesso: o acesso com equipamentos de terraplenagem foi considerado como fator integrante do risco para um dado evento, em função do período de tempo para mobilização e deslocamento (logística) da equipe de manutenção até o local. A existência de acessos livres em ambos os lados da via, em apenas um ou em nenhum exerce grande influência nas análises, pois determina se a via precisará ou não ser interditada e por quanto tempo.

4 Neste caso, os índices foram estabelecidos na forma de classes (I, II, III e interfaces), conforme apresentado na Tabela 3. Tabela 3. Graus de ponderação à vulnerabilidade: condições de acesso. acumulada e atribuindo-se os índices dados na Tabela 5. Assim, para um determinado talude, uma chuva com as características citadas pode ter diferentes graus de severidade, podendo, portanto, ser mais ou menos crítica pera a estabilidade do talude e sua influência foi quantificada em termos dos efeitos decorrentes da mesma num curto período sobre o talude. Tabela 5. Graus de ponderação à vulnerabilidade: intensidade das chuvas. d) Extensão do talude: este parâmetro está diretamente associado ao domínio afetado pelos potenciais consequências de processos de instabilização dos taludes analisados, sendo definido com base nos valores limites das distâncias de 20m, 50m, 100m e 150m (Tabela 4). Tabela 4. Graus de ponderação à vulnerabilidade: extensão do talude. Um quinto fator associado à vulnerabilidade foi expresso em termos da intensidade e frequência das precipitações locais (chuvas concentradas ou acumuladas); de uma maneira geral, é importante salientar que a influência das chuvas impacta tanto a susceptibilidade quanto a vulnerabilidade de um determinado talude. Para o estabelecimento dos fatores de ponderação associados aos parâmetros de susceptibilidade dos taludes da via, procedeu-se a um ajuste dos fatores previamente adotados para a implementação dos modelos das matrizes de perigo. Tais ajustes foram introduzidos para ampliar a faixa de valoração dos diferentes elementos que condicionam o comportamento geotécnico de um determinado talude. Essa reclassificação é mostrada nas Tabelas 6 e 7 a seguir. Tabela 6. Tabela da segunda avaliação dos parâmetros dos modelos para solos. e) Intensidade das chuvas: a intensidade das chuvas locais constitui o agente potencialmente deflagrador dos processos de instabilização dos taludes. Para inserir os efeitos das precipitações, foram analisados comportamentos de taludes da via em estações secas e chuvosa, com base em observações de campo, inferindo qual é o comportamento dos diferentes taludes diante de uma chuva torrencial ou

5 Tabela 7. Tabela da segunda avaliação dos parâmetros dos modelos para rochas. 3 RESULTADOS Como etapa final da metodologia das análises de susceptibilidade e de vulnerabilidade dos taludes ferroviários da linha tronco da EFVM, parâmetros de ponderação finais foram tipificados na escala de referência entre 0 e 1 (designados, respectivamente, como Índice de Susceptibilidade do Talude IST e Índice de Vulnerabilidade do Talude IVT), expressos, respectivamente, pelas seguintes relações: Para ISTi ; IVTi 21: O terceiro passo realizado para obtenção do risco foi estabelecer fatores adicionais de ponderação quanto à relevância específica dos diferentes parâmetros das análises, utilizando-se também o conhecimento especialista obtido a partir da proposição dos modelos de matrizes de risco e das inspeções técnicas de campo. A conjugação destes efeitos é expressa quantitativamente pelo chamado Índice de Susceptibilidade Inicial do Talude, designado como ISTi e pelo Índice de Vulnerabilidade Inicial do Talude chamado como IVTi. Determinação do Índice de susceptibilidade inicial para taludes em solo: 2 1,5 çõ çã (1) Determinação do Índice de susceptibilidade inicial para taludes em rocha: 2 1,5 (2) Como são os parâmetros de vulnerabilidade são iguais para taludes em solo e rocha, os pesos considerados foram os seguintes: 2 â à 1,5 çã ã (3). ;. Para ISTi ; IVTi < 21 :. ;. (4) (5) Ambos os parâmetros são obtidos por relações similares e, uma vez, representados graficamente nos eixos cartesianos, permitem estabelecer uma formulação de riscos em termos de uma matriz quadrada. Na matriz bidimensional de risco, as classificações de risco são ordenadas em diagramas retangulares de cores diferentes (branco, verde, amarelo e vermelho), evidenciando uma concepção relativa de zonas de risco e não propriamente de risco. Assim, o nível de risco aumenta no sentido do canto inferior esquerdo para o canto superior direito, assumindo os conceitos gerais de risco muito baixo, baixo, médio e alto. A Figura 8 apresenta a síntese das análises de risco efetuadas para os taludes em solos ou saprolitos vistoriados (mais críticos, o que justifica a não alocação, na matriz, de taludes com risco muito baixo ) ao longo da linha tronco da EFVM. A grande maioria destes taludes enquadram-se no Modelo I, tipificado pela ocorrência de feições de natureza isolada, por meio de erosões localizadas e escorregamentos limitados.

6 Figura 8. Gráfico de análise de risco semi-quantitativa para taludes em solo da EFVM. A Figura 9 apresenta a síntese das análises de risco efetuadas para os taludes em rocha vistoriados. Figura 10. Gráfico de análise de risco semi-quantitativa para taludes em solo e rocha da EFVM. Pode-se observar nos gráficos apresentados anteriormente que o número de taludes e os respectivos modelos possuem severidades distintas. Por exemplo, para taludes de rocha, grande parte dos taludes que se encontram dentro da margem de alto risco são do modelo VI. A Figura 11 apresenta a síntese dos resultados das análises de risco para o total dos taludes vistoriados ao longo da via; 11% destes taludes demandam cuidados específicos. Figura 9. Gráfico de análise de risco semi-quantitativa para taludes em rocha da EFVM. A Figura 10 apresenta a síntese das análises de risco efetuadas para os taludes que envolvem a associação de taludes rochosos (com atitudes desfavoráveis ou mesmo maciços verticais ou subverticais) recobertos por espessos mantos de solos, com ou sem cobertura vegetal (Modelo X das matrizes de risco). Figura 11. Distribuição percentual da classificação dos riscos Taludes da EFVM. Os mapas com distribuições simplificadas da classificação de riscos geotécnicos e respectivas setorizações dos riscos, considerados ao longo da EFVM e em função dos diferentes domínios geológico-geotécnicos estabelecidos, são dadas nas Figuras 12 a 19. As cores presentes nos mapas apresentados a seguir representam os graus de risco (vermelho alto, amarelo-médio e verde-baixo) para os respectivos quilômetros.

7 Figura 15. Setorização dos riscos na EFVM (Km 193 ao Km 315). Figura 12. Mapa de distribuição dos riscos geotécnicos dos taludes da EFVM (Km 0 ao Km 192). Figura 13. Setorização dos riscos na EFVM (Km 0 ao Km 192). Figura 16. Mapa de distribuição dos riscos geotécnicos dos taludes da EFVM (Km 316 ao Km 430). Figura 14. Mapa de distribuição dos riscos geotécnicos dos taludes da EFVM (Km 193 ao Km 315). Figura 17. Setorização dos riscos na EFVM (Km 316 ao Km 430).

8 sempre após períodos chuvosos para atualização da situação do talude. AGRADECIMENTOS Meus sinceros agradecimentos: Ao orientador Romero, pelos muitos ensinamentos. À Vale, por proporcionar a realização deste trabalho. À Escola de Minas de Ouro Preto pela oportunidade de desenvolver os estudos. Figura 18. Mapa de distribuição dos riscos geotécnicos dos taludes da EFVM (Km 431 ao Km 540). REFERÊNCIAS ANTT. (2010). Acesso em 01 de Fevereiro de 2013, disponível em AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES. NEVES, E. M (2002). Breves Considerações Sobre Análises de Risco de Obras Geotécnicas em Portugal. 8 Congresso Nacional de Geotecnia A Geotecnia Portuguesa e os Desafios do Futuro, Volume 4. Figura 19. Setorização dos riscos na EFVM (Km 431 ao Km 540). 4 CONCLUSÃO Pode-se dizer que o estudo atingiu seu objetivo, classificando (atribuindo níveis de risco) todos os taludes presentes no entorno da EFVM, dentro dos limites impostos para desenvolvimento deste trabalho, a saber: falta de base de dados (históricos de ocorrências de rupturas). Este trabalho mostra que existem alguns pontos da ferrovia (EFVM) que deverão ser tratados com obras de estabilização, sendo esses pontos críticos e que foram classificados como risco alto. Outras possuem risco médio e portanto carecem de um monitoramento e por fim, as regiões de baixo risco possuem taludes estáveis para o momento. Ressalta-se que as avaliações dos taludes devem ser realizadas

6 o RELATÓRIO DOS SERVIÇOS DE MONITORAMENTO DE TALUDES DA UHE MAUÁ (MARCO CONTRATUAL MC04 / EVENTO CONTRATUAL EC 08)

6 o RELATÓRIO DOS SERVIÇOS DE MONITORAMENTO DE TALUDES DA UHE MAUÁ (MARCO CONTRATUAL MC04 / EVENTO CONTRATUAL EC 08) 6 o RELATÓRIO DOS SERVIÇOS DE MONITORAMENTO DE TALUDES DA UHE MAUÁ (MARCO CONTRATUAL MC04 / EVENTO CONTRATUAL EC 08) Curitiba/PR Julho de 2012 1 1 INTRODUÇÃO: A Ingá Engenharia e Consultoria Ltda. vem

Leia mais

Metodologia FMEA/FMECA Aplicada a Pilhas de Disposição de Estéril - Um Estudo de Caso

Metodologia FMEA/FMECA Aplicada a Pilhas de Disposição de Estéril - Um Estudo de Caso Metodologia FMEA/FMECA Aplicada a Pilhas de Disposição de Estéril - Um Estudo de Caso Michelle Rose Petronilho Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Brasil, michellerp_civil@yahoo.com.br Romero

Leia mais

REQUISITOS MÍNIMOS FUNCIONAIS QUANTO A CONFIGURAÇÕES DE BARRAS PARA SUBESTAÇÕES DA REDE BÁSICA DO SISTEMA INTERLIGADO BRASILEIRO.

REQUISITOS MÍNIMOS FUNCIONAIS QUANTO A CONFIGURAÇÕES DE BARRAS PARA SUBESTAÇÕES DA REDE BÁSICA DO SISTEMA INTERLIGADO BRASILEIRO. 1 GAT/017 21 a 26 de Outubro de 2001 Campinas - São Paulo - Brasil GRUPO IV GRUPO DE ESTUDO DE ANÁLISE E TÉCNICAS DE SISTEMAS DE POTÊNCIA GAT REQUISITOS MÍNIMOS FUNCIONAIS QUANTO A CONFIGURAÇÕES DE BARRAS

Leia mais

METODOLOGIA INTRODUÇÃO

METODOLOGIA INTRODUÇÃO Levantamento dos registros rupestres da Pedra do Lagarto e avaliação dos problemas de conservação com medidas experimentais in situ Luciana Costa Ferreira (aluna de ICV) Luis Carlos Duarte Cavalcante (Orientador

Leia mais

Áreas da cidade passíveis de alagamento pela elevação do nível do mar

Áreas da cidade passíveis de alagamento pela elevação do nível do mar ISSN 1984-7203 C O L E Ç Ã O E S T U D O S C A R I O C A S Áreas da cidade passíveis de alagamento pela elevação do nível do mar Nº 20080901 Setembro - 2008 Maria Luiza Furtado de Mendonça, Luiz Roberto

Leia mais

Tutorial Interpretando o Prognóstico Climático Sazonal

Tutorial Interpretando o Prognóstico Climático Sazonal Tutorial Interpretando o Prognóstico Climático Sazonal COMO TRADUZIR A FAIXA NORMAL EM MILÍMETROS DE PRECIPITAÇÃO i RESUMO O prognóstico climático sazonal de precipitação é usualmente expresso pelas probabilidades

Leia mais

ISF 211: PROJETO DE TERRAPLENAGEM

ISF 211: PROJETO DE TERRAPLENAGEM ISF 211: PROJETO DE TERRAPLENAGEM 1. OBJETIVO Definir e especificar os serviços constantes do Projeto de Terraplenagem nos Projetos de Engenharia Ferroviária, Projeto Básico e Projeto Executivo. 2. FASES

Leia mais

1) Plano de Aula PARTE I ENQUADRAMENTO. Título Nível de Ensino Anos de escolaridade Disciplina Escala Tema/Conteúdos

1) Plano de Aula PARTE I ENQUADRAMENTO. Título Nível de Ensino Anos de escolaridade Disciplina Escala Tema/Conteúdos 1) Plano de Aula PARTE I ENQUADRAMENTO Título Nível de Ensino Anos de escolaridade Disciplina Escala Tema/Conteúdos Conceitos Objectivos/ Competências Agricultura controlada 3º Ciclo 8º Ano Geografia Território

Leia mais

Infra estrutura precária Máquinas e Equipamentos

Infra estrutura precária Máquinas e Equipamentos Variável: Infra estrutura precária Máquinas e Equipamentos Participantes do Aprofundamento da Variável: Coordenador: Mário Vinícius Bueno Cerâmica Betel - Uruaçu-Go Colaboradores: Juarez Rodrigues dos

Leia mais

Teste de Software: Um Breve Estudo do Importante Processo no Desenvolvimento de Softwares

Teste de Software: Um Breve Estudo do Importante Processo no Desenvolvimento de Softwares Teste de Software: Um Breve Estudo do Importante Processo no Desenvolvimento de Softwares André Assis Lôbo de Oliveira Francisco Guerra Fernandes Júnior Faculdades Alves Faria, 74445190, Brasil andrelobin@hotmail.com,

Leia mais

5.4 Passivos Ambientais

5.4 Passivos Ambientais 5.4 Passivos Ambientais 5.4.1 Considerações Gerais Considerase Passivo Ambiental como toda a ocorrência decorrente de: Falha na construção, restauração ou manutenção de rodovia, capaz de atuar como fator

Leia mais

Bairros Cota na Serra do

Bairros Cota na Serra do Geotecnia Ambiental Bairros Cota na Serra do Mar em Cubatão riscos em ebulição e planos de ação em andamento Os bairros localizados nas encostas da Serra do Mar, na cidade de Cubatão, passam por um processo

Leia mais

2 INSTRUMENTAÇÃO E SEGURANÇA DE BARRAGENS

2 INSTRUMENTAÇÃO E SEGURANÇA DE BARRAGENS 2 INSTRUMENTAÇÃO E SEGURANÇA DE BARRAGENS 2.1. Introdução O interesse crescente pela segurança de barragens tem levado, em um número apreciável de países, à implementação de normas e critérios específicos

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DOS PILARES DA MPT NO DESEMPENHO OPERACIONAL EM UM CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE COSMÉTICOS. XV INIC / XI EPG - UNIVAP 2011

IMPLANTAÇÃO DOS PILARES DA MPT NO DESEMPENHO OPERACIONAL EM UM CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE COSMÉTICOS. XV INIC / XI EPG - UNIVAP 2011 IMPLANTAÇÃO DOS PILARES DA MPT NO DESEMPENHO OPERACIONAL EM UM CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE COSMÉTICOS. XV INIC / XI EPG - UNIVAP 2011 Rogério Carlos Tavares 1, José Luis Gomes da Silva² 1 Universidade de

Leia mais

Delimitação de Áreas em Alto e Muito Alto Risco a Enchentes e Movimentos de Massa no Município de Campinas São Paulo - Maio 2013

Delimitação de Áreas em Alto e Muito Alto Risco a Enchentes e Movimentos de Massa no Município de Campinas São Paulo - Maio 2013 Delimitação de Áreas em Alto e Muito Alto Risco a Enchentes e Movimentos de Massa no Município de Campinas São Paulo - Maio 2013 Introdução e Objetivos Anualmente inúmeros desastres decorrentes de eventos

Leia mais

Plano Básico Ambiental - PBA. Estrada Parque Visconde de Mauá - RJ-163 / RJ-151. Novembro de 2009

Plano Básico Ambiental - PBA. Estrada Parque Visconde de Mauá - RJ-163 / RJ-151. Novembro de 2009 - PBA Estrada Parque Visconde de Mauá - RJ-163 / RJ-151 4.6 Programa de Gerenciamento de Risco e Plano de Ação de Emergências Elaborado por: SEOBRAS Data: 18/11/2009 Revisão Emissão Inicial INDÍCE 4.6

Leia mais

Resumo. Palavras-chave. Corrosão das armaduras; Reação álcali agregado; Patologia.

Resumo. Palavras-chave. Corrosão das armaduras; Reação álcali agregado; Patologia. Investigação dos Agentes Causadores de Corrosão nas Armaduras em Pontes de Concreto na Região do Curimataú Oriental Paraibano. Túlio Raunyr Cândido Felipe 1, Maria das Vitorias do Nascimento 2, Weslley

Leia mais

Planejamento - 7. Planejamento do Gerenciamento do Risco Identificação dos riscos. Mauricio Lyra, PMP

Planejamento - 7. Planejamento do Gerenciamento do Risco Identificação dos riscos. Mauricio Lyra, PMP Planejamento - 7 Planejamento do Gerenciamento do Risco Identificação dos riscos 1 O que é risco? Evento que representa uma ameaça ou uma oportunidade em potencial Plano de gerenciamento do risco Especifica

Leia mais

LAUDO DE VISTORIA TÉCNICA DO PORTO DO CHIBATÃO MANAUS - AM

LAUDO DE VISTORIA TÉCNICA DO PORTO DO CHIBATÃO MANAUS - AM LAUDO DE VISTORIA TÉCNICA DO PORTO DO CHIBATÃO MANAUS - AM Manaus 28 de Outubro de 2010 LAUDO DE VISTORIA TÉCNICA DO PORTO CHIBATÃO MANAUS (AM) 1. INTRODUÇÃO Por solicitação do Ministério Público do Estado

Leia mais

4. RESULTADOS E DISCUSSÃO. Quadro 11 - Exatidão dos mapeamentos de uso do solo

4. RESULTADOS E DISCUSSÃO. Quadro 11 - Exatidão dos mapeamentos de uso do solo 4. RESULTADOS E DISCUSSÃO 4.1. Mudanças ocorridas no uso do solo No Quadro 11 são apresentadas as exatidões dos mapas temáticos gerados a partir do processamento digital das imagens do sensor Landsat 5

Leia mais

FATORES CRÍTICOS À COMPETITIVIDADE DA SOJA NO PARANÁ E NO MATO GROSSO

FATORES CRÍTICOS À COMPETITIVIDADE DA SOJA NO PARANÁ E NO MATO GROSSO FATORES CRÍTICOS À COMPETITIVIDADE DA SOJA NO PARANÁ E NO MATO GROSSO Por: Carlos Eduardo Cruz Tavares 1 São várias as cadeias produtivas que constituem o complexo agroalimentar, destacando-se entre elas,

Leia mais

ESTUDO DE ANÁLISE DE RISCO, PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS E PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA.

ESTUDO DE ANÁLISE DE RISCO, PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS E PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA. ESTUDO DE ANÁLISE DE RISCO, PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS E PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA. OBJETIVOS DO PROGRAMA A VALEC, como concessionária da Ferrovia Norte Sul será a responsável pela operação

Leia mais

Programa de Monitoramento de Pontos Propensos à Instabilização de Encostas e Taludes Marginais

Programa de Monitoramento de Pontos Propensos à Instabilização de Encostas e Taludes Marginais Programa de Monitoramento de Pontos Propensos à Instabilização de Encostas e Taludes Marginais Preparado Por Preparado Para ICF Consultoria do Brasil Ltda Av. das Américas, nº 700, Bloco 6, sala 251 Barra

Leia mais

Experiência do Município do Rio de Janeiro na Gestão de Risco de Deslizamentos de Encostas através da Fundação GEO RIO

Experiência do Município do Rio de Janeiro na Gestão de Risco de Deslizamentos de Encostas através da Fundação GEO RIO Experiência do Município do Rio de Janeiro na Gestão de Risco de Deslizamentos de Encostas através da Fundação GEO RIO Caracterização do Município e Descrição do Problema O Município do Rio de Janeiro

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO DA APTIDÃO AGRÍCOLA

CLASSIFICAÇÃO DA APTIDÃO AGRÍCOLA 3 CASSIICAÇÃO DA APTIDÃO AGRÍCOA O enquadramento das terras em classes de aptidão resulta da interação de suas condições agrícolas, do nível de manejo considerado e das exigências dos diversos tipos de

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA UFPB CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS - CCA Departamento de Solos e Engenharia Rural - DSER. Aula 02

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA UFPB CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS - CCA Departamento de Solos e Engenharia Rural - DSER. Aula 02 UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA UFPB CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS - CCA Departamento de Solos e Engenharia Rural - DSER Aula 02 Prof. Dr. Guttemberg da Silva Silvino Introdução Topografia Definição de Topografia

Leia mais

ESCORAMENTO ESPECIFICAÇÕES OBJETIVO... 2 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 2 CONSIDERAÇÕES ESPECÍFICAS... 3

ESCORAMENTO ESPECIFICAÇÕES OBJETIVO... 2 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 2 CONSIDERAÇÕES ESPECÍFICAS... 3 ESCORAMENTO PÁGINA 1/16 MOS 4ª Edição ESPECIFICAÇÕES MÓDULO 05 VERSÃO 00 DATA jun/2012 SUMÁRIO OBJETIVO... 2 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 2 CONSIDERAÇÕES ESPECÍFICAS... 3 0501 ESCORAMENTO DE MADEIRA... 3 0502

Leia mais

30/11/2012. do adensamento populacional. crescimento desordenado. ocupação de áreas naturais e frágeis

30/11/2012. do adensamento populacional. crescimento desordenado. ocupação de áreas naturais e frágeis Universidade Metodista Recuperação Ambiental de Áreas Degradadas Impactos gerados pelo uso e ocupação do solo no meio urbano Final século XVIII Revolução Industrial Migração do homem do campo objetivo

Leia mais

1. INTRODUÇÃO 2. DADOS DO EMPREENDEDOR:

1. INTRODUÇÃO 2. DADOS DO EMPREENDEDOR: TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL E PLANO DE CONTROLE AMBIENTAL PARA PARQUES DE GERAÇÃO DE ENERGIAS ALTERNATIVA (SOLAR, EÓLICA E OUTRAS) 1. INTRODUÇÃO Este Termo de

Leia mais

Terraplenagem - cortes

Terraplenagem - cortes MT - DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO - IPR DIVISÃO DE CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA Rodovia Presidente Dutra km 163 - Centro Rodoviário, Parada de Lucas

Leia mais

A seguir são apresentadas as etapas metodológicas da Pesquisa CNT de Rodovias.

A seguir são apresentadas as etapas metodológicas da Pesquisa CNT de Rodovias. Metodologia A Pesquisa CNT de Rodovias propõe-se a avaliar a situação das rodovias brasileiras a partir da perspectiva dos usuários da via. As características - pavimento, sinalização e geometria - são

Leia mais

7. PROGRAMAÇÃO DE SINALIZAÇÃO SEMAFÓRICA ISOLADA DE TEMPO FIXO

7. PROGRAMAÇÃO DE SINALIZAÇÃO SEMAFÓRICA ISOLADA DE TEMPO FIXO 7. PROGRAMAÇÃO DE SINALIZAÇÃO SEMAFÓRICA ISOLADA DE TEMPO FIXO 7.1 Etapas de programação A programação do semáforo deve ser elaborada de acordo com as etapas apresentadas a seguir. Vale lembrar que esta

Leia mais

Desenvolvimento de Software para Avaliação Técnica-Econômica das Alternativas de Investimento propostas em Projetos de Diagnóstico Energético

Desenvolvimento de Software para Avaliação Técnica-Econômica das Alternativas de Investimento propostas em Projetos de Diagnóstico Energético Desenvolvimento de Software para Avaliação Técnica-Econômica das Alternativas de Investimento propostas em Projetos de Diagnóstico Energético C. Penna, A. P. C. Paraguassu, C. M. Matos ENERSUL; I. S. Escobar

Leia mais

Em qualquer processo produtivo, deve-se garantir que as

Em qualquer processo produtivo, deve-se garantir que as Confiabilidade, calibração e definições importantes para os instrumentos de medir Os instrumentos de medição são os dispositivos utilizados para realizar uma medição e no âmbito da metrologia legal são

Leia mais

ILUSTRÍSSIMO SENHOR SUPERINTENDENTE DE INFRAESTRUTURA E SERVIÇOS DE TRANSPORTE FERROVIÁRIO DE CARGAS

ILUSTRÍSSIMO SENHOR SUPERINTENDENTE DE INFRAESTRUTURA E SERVIÇOS DE TRANSPORTE FERROVIÁRIO DE CARGAS ILUSTRÍSSIMO SENHOR SUPERINTENDENTE DE INFRAESTRUTURA E SERVIÇOS DE TRANSPORTE FERROVIÁRIO DE CARGAS AUDIÊNCIA PÚBLICA N.º 140/2013 CONSTRUTORA ANDRADE GUTIERREZ S.A., pessoa jurídica de direito privado,

Leia mais

PLANO DE GERENCIAMENTO DE RISCO ESTUDO DE CASO: GASODUTO PILAR-IPOJUCA. IPOJUCA. Prof. Eduardo Lucena C. de Amorim

PLANO DE GERENCIAMENTO DE RISCO ESTUDO DE CASO: GASODUTO PILAR-IPOJUCA. IPOJUCA. Prof. Eduardo Lucena C. de Amorim PLANO DE GERENCIAMENTO DE RISCO ESTUDO DE CASO: GASODUTO PILAR-IPOJUCA. IPOJUCA. Prof. Eduardo Lucena C. de Amorim Dutos Onshore Gasoduto Pilar - Ipojuca 2 Gasoduto Pilar - Ipojuca Este duto tem origem

Leia mais

CAPÍTULO 12 USO ESCOLAR DO SENSORIAMENTO REMOTO COMO RECURSO DIDÁTICO PEDAGÓGICO NO ESTUDO DO MEIO AMBIENTE

CAPÍTULO 12 USO ESCOLAR DO SENSORIAMENTO REMOTO COMO RECURSO DIDÁTICO PEDAGÓGICO NO ESTUDO DO MEIO AMBIENTE INPE-8984-PUD/62 CAPÍTULO 12 USO ESCOLAR DO SENSORIAMENTO REMOTO COMO RECURSO DIDÁTICO PEDAGÓGICO NO ESTUDO DO MEIO AMBIENTE Vânia Maria Nunes dos Santos INPE São José dos Campos 2002 C A P Í T U L O 12

Leia mais

Gestão de custos um fator de sobrevivência para as empresas

Gestão de custos um fator de sobrevivência para as empresas Gestão de custos um fator de sobrevivência para as empresas Paula Michelle Purcidonio (UTFPR) ppurcidonio@ig.com.br Kazuo Hatakeyama (UTFPR) hatakeyama@pg.cefetpr.br Resumo Com a atual competitividade

Leia mais

GEOGRAFIA E FÍSICA. Primeiro ano integrado EDI 1 e INF 1-2009

GEOGRAFIA E FÍSICA. Primeiro ano integrado EDI 1 e INF 1-2009 GEOGRAFIA E FÍSICA Primeiro ano integrado EDI 1 e INF 1-2009 Instruções: Leia atentamente cada questão para resolvê-la com segurança. A marcação do gabarito deverá ser feita com caneta de tinta azul ou

Leia mais

Análise de Percolação em Barragem de Terra Utilizando o Programa SEEP/W

Análise de Percolação em Barragem de Terra Utilizando o Programa SEEP/W Análise de Percolação em Barragem de Terra Utilizando o Programa SEEP/W José Waldomiro Jiménez Rojas, Anderson Fonini. Programa de Pós Graduação em Engenharia Civil, Universidade Federal do Rio Grande

Leia mais

PROGRAMAS DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO

PROGRAMAS DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO 1 PROGRAMAS DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO 2 PPRA Desde 1994, por exigência legal, as empresas são obrigadas a montar o PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais). Esse programa foi definido pela

Leia mais

Manual de Instruções Gerais (MIG) Risco Operacional

Manual de Instruções Gerais (MIG) Risco Operacional 1/74 Título 1 Apresentação... 3 Título 2 Gerenciamento do Risco Operacional... 4 1 Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional 4 1 Considerações Gerais... 4 2 Estrutura Organizacional... 5 3 Responsabilidades...

Leia mais

DIRETRIZES PROJETUAIS PARA A REABILITAÇÃO DO CENTRO OLÍMPICO DE PRESIDENTE PRUDENTE SP

DIRETRIZES PROJETUAIS PARA A REABILITAÇÃO DO CENTRO OLÍMPICO DE PRESIDENTE PRUDENTE SP Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 213 DIRETRIZES PROJETUAIS PARA A REABILITAÇÃO DO CENTRO OLÍMPICO DE PRESIDENTE PRUDENTE SP Melina Yumi Koyama¹; Hélio

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO DOS TIPOS DE CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA NO ASSENTAMENTO JACU NO MUNICÍPIO DE POMBAL-PB

IDENTIFICAÇÃO DOS TIPOS DE CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA NO ASSENTAMENTO JACU NO MUNICÍPIO DE POMBAL-PB IDENTIFICAÇÃO DOS TIPOS DE CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA NO ASSENTAMENTO JACU NO MUNICÍPIO DE POMBAL-PB Paulo Ricardo Dantas (1); Ana Paula Fonseca e Silva (1); Andreza Maiara Silva Bezerra (2); Elisângela

Leia mais

PALESTRA SOBRE GESTÃO DE RISCOS

PALESTRA SOBRE GESTÃO DE RISCOS PALESTRA SOBRE GESTÃO DE RISCOS 11 de Maio de 2016 Palestrante Everton J. De Ros Diretor Executivo da EJRos Brasil Objetivos desta Palestra Capacitar os participantes para entenderem o pensamento baseado

Leia mais

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ICA 7-26 PROCESSO DE GESTÃO DE RISCOS DE SEGURANÇA E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DO DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO 2013 MINISTÉRIO

Leia mais

PAVIMENTOS PERMEÁVEIS: VERIFICAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE UTILIZAÇÃO. Juliane Vier Vieira 1. Cristhiane Michiko Passos Okawa 2

PAVIMENTOS PERMEÁVEIS: VERIFICAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE UTILIZAÇÃO. Juliane Vier Vieira 1. Cristhiane Michiko Passos Okawa 2 4 de Dezembro de 2013 ISSN 2237-8219 PAVIMENTOS PERMEÁVEIS: VERIFICAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE UTILIZAÇÃO Juliane Vier Vieira 1 Cristhiane Michiko Passos Okawa 2 Sandro Rogério Lautenschlager 3 Jesner Sereni

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL DO BANCO COOPERATIVO SICREDI E EMPRESAS CONTROLADAS

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL DO BANCO COOPERATIVO SICREDI E EMPRESAS CONTROLADAS ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL DO BANCO COOPERATIVO SICREDI E EMPRESAS CONTROLADAS Versão : 31 de dezembro de 2008 CONTEÚDO 1. INTRODUÇÃO...3 2. ORGANIZAÇÃO DA GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL...3

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA: UM LEVANTAMENTO DE PESQUISAS NOS ANAIS DO ENCONTRO NACIONAL DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

MODELAGEM MATEMÁTICA: UM LEVANTAMENTO DE PESQUISAS NOS ANAIS DO ENCONTRO NACIONAL DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA MODELAGEM MATEMÁTICA: UM LEVANTAMENTO DE PESQUISAS NOS ANAIS DO ENCONTRO NACIONAL DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA Jeferson Takeo Padoan Seki jefersontakeopadoanseki@hotmail.com Universidade Estadual do Norte do

Leia mais

1.1 GENERALIDADES 1.2 PROJEÇÃO DA MATRIZ PARA O ANO DE REFERÊNCIA

1.1 GENERALIDADES 1.2 PROJEÇÃO DA MATRIZ PARA O ANO DE REFERÊNCIA METODOLOGIA DE PROJEÇÃO DA MATRIZ PARA O ANO DE REFERÊNCIA E PARA OS DEMAIS HORIZONTES DE PROJETO E DA MODIFICAÇÃO DA REDE EM FUNÇÃO DAS NECESSIDADES DOS PROJETOS 1.1 GENERALIDADES O estudo estratégico

Leia mais

INDICADORES EM ENGENHARIA DE CONFIABILIDADE PARA A CADEIA PRODUTIVA DE GÁS NATURAL

INDICADORES EM ENGENHARIA DE CONFIABILIDADE PARA A CADEIA PRODUTIVA DE GÁS NATURAL INDICADORES EM ENGENHARIA DE CONFIABILIDADE PARA A CADEIA PRODUTIVA DE GÁS NATURAL Pedro Duarte Filho 1 José Marta Filho 2 Resumo O setor energético de gás natural vem crescendo rapidamente e tornando-se

Leia mais

4. BANCO DE COMPETÊNCIAS PROPOSTA DE UMA FERRAMENTA DE APOIO À DECISÃO DE CAPACITAÇÃO DE RH

4. BANCO DE COMPETÊNCIAS PROPOSTA DE UMA FERRAMENTA DE APOIO À DECISÃO DE CAPACITAÇÃO DE RH 4. BANCO DE COMPETÊNCIAS PROPOSTA DE UMA FERRAMENTA DE APOIO À DECISÃO DE CAPACITAÇÃO DE RH 1. INTRODUÇÃO Gilson da Silva Cardoso Antonio Carlos Francisco Luciano Scandelari O mundo está experimentando

Leia mais

UNIDADE III Análise Teórico-Prática: Projeto-intervenção

UNIDADE III Análise Teórico-Prática: Projeto-intervenção UNIDADE III Análise Teórico-Prática: Projeto-intervenção Nesta unidade, abordaremos, de forma introdutória, alguns aspectos relacionados ao Projeto-intervenção e ao Trabalho de Conclusão do Curso. Aqui,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA UFPB CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS - CCA Departamento de Solos e Engenharia Rural - DSER. Prof. Dr. Guttemberg Silvino

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA UFPB CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS - CCA Departamento de Solos e Engenharia Rural - DSER. Prof. Dr. Guttemberg Silvino UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA UFPB CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS - CCA Departamento de Solos e Engenharia Rural - DSER Prof. Dr. Guttemberg Silvino Considerações Iniciais Todo mapa/carta/planta é uma representação

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 GTM.YY 22 a 25 Novembro de 2009 Recife - PE GRUPO XIII GRUPO DE ESTUDO DE TRANSFORMADORES, REATORES, MATERIAIS E TECNOLOGIAS

Leia mais

A DEMANDA POR SAÚDE PÚBLICA EM GOIÁS

A DEMANDA POR SAÚDE PÚBLICA EM GOIÁS Título: A DEMANDA POR SAÚDE PÚBLICA EM GOIÁS Projeto de pesquisa: ANÁLISE REGIONAL DA OFERTA E DA DEMANDA POR SERVIÇOS DE SAÚDE NOS MUNICÍPIOS GOIANOS: GESTÃO E EFICIÊNCIA 35434 Autores: Sandro Eduardo

Leia mais

Gestão de Economias com o Serviço de Tratamento de Esgoto Melhorias no Processo para a Universalização do Saneamento.

Gestão de Economias com o Serviço de Tratamento de Esgoto Melhorias no Processo para a Universalização do Saneamento. Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento PNQS Inovação da Gestão em Saneamento IGS Gestão de Economias com o Serviço de Tratamento de Esgoto Melhorias no Processo para a Universalização do Saneamento.

Leia mais

DIFERENÇAS TÉRMICAS OCASIONADAS PELA ALTERAÇÃO DA PAISAGEM NATURAL EM UMA CIDADE DE PORTE MÉDIO - JUIZ DE FORA, MG.

DIFERENÇAS TÉRMICAS OCASIONADAS PELA ALTERAÇÃO DA PAISAGEM NATURAL EM UMA CIDADE DE PORTE MÉDIO - JUIZ DE FORA, MG. DIFERENÇAS TÉRMICAS OCASIONADAS PELA ALTERAÇÃO DA PAISAGEM NATURAL EM UMA CIDADE DE PORTE MÉDIO - JUIZ DE FORA, MG. Resumo Cristina Silva de Oliveira¹ (UFJF³, chrisoliveira.jf@gmail.com) Daiane Evangelista

Leia mais

Sistema de Gestão de Riscos para Transferências de Recursos. Antonio Carlos Rosa de Oliveira Junior agosto/2015

Sistema de Gestão de Riscos para Transferências de Recursos. Antonio Carlos Rosa de Oliveira Junior agosto/2015 Sistema de Gestão de Riscos para Transferências de Recursos Antonio Carlos Rosa de Oliveira Junior agosto/2015 Apresentação e Histórico Apresentação Produto de Termo de Cooperação entre o Ministério da

Leia mais

Descrição do processo de priorização para tomada de tempos: Pesquisa ação em uma empresa job shop de usinados aeronáuticos.

Descrição do processo de priorização para tomada de tempos: Pesquisa ação em uma empresa job shop de usinados aeronáuticos. Descrição do processo de priorização para tomada de tempos: Pesquisa ação em uma empresa job shop de usinados aeronáuticos. Tatiana Sakuyama Jorge Muniz Faculdade de Engenharia de Guaratingüetá - Unesp

Leia mais

Segurança Patrimonial - Sistema de Informações para Proteção Patrimonial

Segurança Patrimonial - Sistema de Informações para Proteção Patrimonial Segurança Patrimonial - Sistema de Informações para Proteção Patrimonial Conheça mais sobre a coleta de dados por meio de bastão de rondas, entrevistas e auditorias. Artigo Publicado no Jornal da Segurança

Leia mais

ANEXO XII TERMO DE REFERÊNCIA RELATÓRIO DE IMPACTO AMBIENTAL OBRAS DE MOBILIDADE URBANA DA COPA DO MUNDO 2014

ANEXO XII TERMO DE REFERÊNCIA RELATÓRIO DE IMPACTO AMBIENTAL OBRAS DE MOBILIDADE URBANA DA COPA DO MUNDO 2014 ANEXO XII TERMO DE REFERÊNCIA RELATÓRIO DE IMPACTO AMBIENTAL OBRAS DE MOBILIDADE URBANA DA COPA DO MUNDO 2014 1. INTRODUÇÃO O presente termo de referência visa subsidiar a análise dos impactos ambientais

Leia mais

O Banco Central do Brasil em 29/06/2006 editou a Resolução 3380, com vista a implementação da Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional.

O Banco Central do Brasil em 29/06/2006 editou a Resolução 3380, com vista a implementação da Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional. 1 POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL 1.1 Introdução O Banco Central do Brasil em 29/06/2006 editou a Resolução 3380, com vista a implementação da Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional.

Leia mais

ELABORAÇÃO DE PROJETOS

ELABORAÇÃO DE PROJETOS Unidade II ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA Profa. Eliane Gomes Rocha Pesquisa em Serviço Social As metodologias qualitativas de pesquisa são utilizadas nas Ciências Sociais e também no Serviço Social,

Leia mais

Estudo da Viabilidade Técnica e Econômica do Calcário Britado na Substituição Parcial do Agregado Miúdo para Produção de Argamassas de Cimento

Estudo da Viabilidade Técnica e Econômica do Calcário Britado na Substituição Parcial do Agregado Miúdo para Produção de Argamassas de Cimento Estudo da Viabilidade Técnica e Econômica do Calcário Britado na Substituição Parcial do Agregado Miúdo para Produção de Argamassas de Cimento Rodrigo Cézar Kanning rckanning@yahoo.com.br Universidade

Leia mais

Análise de tendências

Análise de tendências Luiz Carlos Terra Ao se analisar uma série de dados, além de gráficos, tabelas e cálculo de medidas de posição e dispersão, é importante verificar o movimento ao longo do tempo, ou seja, a tendência das

Leia mais

2QUALIDADE DAS ESTRUTURAS

2QUALIDADE DAS ESTRUTURAS 2.1 Condições gerais 1 2 2QUALIDADE DAS ESTRUTURAS As estruturas de concreto devem atender aos requisitos mínimos de qualidade, durante sua construção e serviço, e aos requisitos adicionais estabelecidos

Leia mais

Identificação de Solos Moles em Terrenos Metamórficos Através de Sondagem Barra Mina.

Identificação de Solos Moles em Terrenos Metamórficos Através de Sondagem Barra Mina. Identificação de Solos Moles em Terrenos Metamórficos Através de Sondagem Barra Mina. Marcio Fernandes Leão UFRJ e UERJ, Rio de Janeiro, Brasil, marciotriton@hotmail.com RESUMO: Em terrenos estudados na

Leia mais

Indicadores de Desempenho Conteúdo

Indicadores de Desempenho Conteúdo Indicadores de Desempenho Conteúdo Importância da avaliação para a sobrevivência e sustentabilidade da organização O uso de indicadores como ferramentas básicas para a gestão da organização Indicadores

Leia mais

SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE

SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE Adriele Albertina da Silva Universidade Federal de Pernambuco, adrielealbertina18@gmail.com Nathali Gomes

Leia mais

COEFICIENTE DE ESCOAMENTO SUPERFICIAL EM DIFERENTES ÁREAS DE CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA 1

COEFICIENTE DE ESCOAMENTO SUPERFICIAL EM DIFERENTES ÁREAS DE CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA 1 COEFICIENTE DE ESCOAMENTO SUPERFICIAL EM DIFERENTES ÁREAS DE CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA 1 Luiza Teixeira de Lima Brito 2 Aderaldo de Souza Silva 3 RESUMO Técnicas de captação e armazenamento de água de

Leia mais

SERVIÇOS DE HIDROMETEOROLOGIA E EMERGENCIAIS APLICADOS A GESTÃO E REDUÇÃO DE DESASTRES NO BRASIL: O SISTEMA EUMETCAST

SERVIÇOS DE HIDROMETEOROLOGIA E EMERGENCIAIS APLICADOS A GESTÃO E REDUÇÃO DE DESASTRES NO BRASIL: O SISTEMA EUMETCAST SERVIÇOS DE HIDROMETEOROLOGIA E EMERGENCIAIS APLICADOS A GESTÃO E REDUÇÃO DE DESASTRES NO BRASIL: O SISTEMA EUMETCAST Humberto Alves Barbosa 1 1 Introdução Desastres ocasionados por extremos de tempo e

Leia mais

Mapeamento Participativo em Sete Unidades de Conservação no Extrativismo Não Madeireiro

Mapeamento Participativo em Sete Unidades de Conservação no Extrativismo Não Madeireiro Mapeamento Participativo em Sete Unidades de Conservação no Extrativismo Não Madeireiro Mônica Suani Barbosa da Costa 1 Karina de Oliveira Milhomem 2 Therezinha de Jesus Pinto Fraxe 3 Suellen Amorim da

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br A relevância do orçamento detalhado no cumprimento do prazo de execução de contratos de obras públicas Bruno Lima Caldeira de Andrada* Orlando Celso Longo** Resumo: O presente artigo

Leia mais

Avaliação da eficiência energética do sistema de iluminação artificial de um ambiente de trabalho estudo de caso

Avaliação da eficiência energética do sistema de iluminação artificial de um ambiente de trabalho estudo de caso Avaliação da eficiência energética do sistema de iluminação artificial de um ambiente de trabalho estudo de caso Mariana Fialho Bonates (UFPB) marianabonates@bol.com.br Elisa Lobo de Brito (UFPB) elisa_brito@ig.com.br

Leia mais

Relatório Sintético do Levantamento de Auditoria/ 2007 Relatório Preliminar da Unidade Técnica ainda sem Manifestação do Ministro Relator

Relatório Sintético do Levantamento de Auditoria/ 2007 Relatório Preliminar da Unidade Técnica ainda sem Manifestação do Ministro Relator Relatório Sintético do Levantamento de Auditoria/ 2007 Relatório Preliminar da Unidade Técnica ainda sem Manifestação do Ministro Relator IDENTIFICAÇÃO DA OBRA Caracterização da obra Processo: 9649/2007-2

Leia mais

ASPECTOS SOBRE SISTEMAS DE DRENAGEM EM PEDREIRAS A CÉU ABERTO

ASPECTOS SOBRE SISTEMAS DE DRENAGEM EM PEDREIRAS A CÉU ABERTO ASPECTOS SOBRE SISTEMAS DE DRENAGEM EM PEDREIRAS A CÉU ABERTO Mário J. N. Bastos Engenheiro de Minas INTRODUÇÃO A drenagem de águas superficiais é uma das operações auxiliares mais importantes nas pedreiras

Leia mais

Capítulo 6 CAP 5 OBRAS DE TERRA - ENGª KÁRITA ALVES

Capítulo 6 CAP 5 OBRAS DE TERRA - ENGª KÁRITA ALVES Capítulo 6 SOLOS REFORÇADOS - EXECUÇÃO 6. Solo reforçado Com o aumento das alturas de escavação, os custos com estruturas de contenção tradicionais de concreto aumentam consideravelmente. Assim, as soluções

Leia mais

Curso (s) : Engenharia Civil - Joinville Nome do projeto: Estudo Comparativo da Granulometria do Agregado Miúdo para Uso em Argamassas de Revestimento

Curso (s) : Engenharia Civil - Joinville Nome do projeto: Estudo Comparativo da Granulometria do Agregado Miúdo para Uso em Argamassas de Revestimento FORMULÁRIO PARA INSCRIÇÃO DE PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA. Coordenação/Colegiado ao(s) qual(is) será vinculado: Curso (s) : Engenharia Civil - Joinville Nome do projeto: Estudo Comparativo da Granulometria

Leia mais

- NORMA REGULAMENTADORA Nº 9 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS

- NORMA REGULAMENTADORA Nº 9 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS - NORMA REGULAMENTADORA Nº 9 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS 9.1 - Do Objeto e Campo de Aplicação Item 9.1 da NR 9 alterado pelo art. 1º da Portaria SSST nº 25 - DOU 30/12/1994 - Republicada

Leia mais

PREVISÃO DE DEMANDA - O QUE PREVISÃO DE DEMANDA - TIPOS E TÉCNICAS DE PREVISÃO DE DEMANDA - MÉTODOS DE PREVISÃO - EXERCÍCIOS

PREVISÃO DE DEMANDA - O QUE PREVISÃO DE DEMANDA - TIPOS E TÉCNICAS DE PREVISÃO DE DEMANDA - MÉTODOS DE PREVISÃO - EXERCÍCIOS CONTEÚDO DO CURSO DE PREVISÃO DE DEMANDA PROMOVIDO PELA www.administrabrasil.com.br - O QUE PREVISÃO DE DEMANDA - TIPOS E TÉCNICAS DE PREVISÃO DE DEMANDA - MÉTODOS DE PREVISÃO - EXERCÍCIOS - HORIZONTE

Leia mais

IBAPE - XII COBREAP - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS, BELO HORIZONTE/MG

IBAPE - XII COBREAP - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS, BELO HORIZONTE/MG IBAPE - XII COBREAP - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS, BELO HORIZONTE/MG AVALIAÇÃO DE IMÓVEIS EM CONJUNTO HABITACIONAL, HORIZONTAL, DESCARACTERIZADO DEVIDO AS INTERVENÇÕES SOFRIDAS

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA TABELAS E GRÁFICOS Departamento de Estatística Luiz Medeiros Tabela de dados multidimensionais Até agora vimos como organizar, resumir e descrever informações referentes

Leia mais

O Código Florestal, Mudanças Climáticas e Desastres Naturais em Ambientes Urbanos

O Código Florestal, Mudanças Climáticas e Desastres Naturais em Ambientes Urbanos O Código Florestal, Mudanças Climáticas e Desastres Naturais em Ambientes Urbanos Carlos A. Nobre Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento - SEPED Ministério de Ciência, Tecnologia

Leia mais

CONTENÇÃO E ESTABILIZAÇÃO DE ATERRO RODOVIÁRIO COM ESTRTURA EM SOLO REFORÇADO E GEOSSINTÉTICOS

CONTENÇÃO E ESTABILIZAÇÃO DE ATERRO RODOVIÁRIO COM ESTRTURA EM SOLO REFORÇADO E GEOSSINTÉTICOS CONTENÇÃO E ESTABILIZAÇÃO DE ATERRO RODOVIÁRIO COM ESTRTURA EM SOLO REFORÇADO E GEOSSINTÉTICOS Monique Lacerda de V. Sobral Engenheira Civil Maccaferri do Brasil monique@maccaferri.com.br Paulo Cesar Belesso

Leia mais

ESTUDO DAS PROPRIEDADES HIDRÁULICAS DE SOLOS DE ENCOSTA DO RIO DE JANEIRO

ESTUDO DAS PROPRIEDADES HIDRÁULICAS DE SOLOS DE ENCOSTA DO RIO DE JANEIRO ESTUDO DAS PROPRIEDADES HIDRÁULICAS DE SOLOS DE ENCOSTA DO RIO DE JANEIRO Alunos: Breno Verly Rosa e Alexandre da Rocha Rodrigues Orientador: Eurípides Vargas do Amaral Junior João Luis Teixeira de Mello

Leia mais

Anais do Simpósio Regional de Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto - GEONORDESTE 2014 Aracaju, Brasil, 18-21 novembro 2014

Anais do Simpósio Regional de Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto - GEONORDESTE 2014 Aracaju, Brasil, 18-21 novembro 2014 O USO DO GEOPROCESSAMENTO COMO APOIO AO DIAGNÓSTICO AMBIENTAL DA BACIA HIDROGRÁFICA DO CÓRREGO BOM RETIRO, JAÚ SP Fábio César Martins 1, Rafael Aleixo Braga 2, José Carlos Toledo Veniziani Junior 3 1 Tecnólogo

Leia mais

MONITORAMENTO DA TEMPERATURA DE SUPERFÍCIE EM ÁREAS URBANAS UTILIZANDO GEOTECNOLOGIAS

MONITORAMENTO DA TEMPERATURA DE SUPERFÍCIE EM ÁREAS URBANAS UTILIZANDO GEOTECNOLOGIAS MONITORAMENTO DA TEMPERATURA DE SUPERFÍCIE EM ÁREAS URBANAS UTILIZANDO GEOTECNOLOGIAS Erika Gonçalves Pires 1, Manuel Eduardo Ferreira 2 1 Agrimensora, Professora do IFTO, Doutoranda em Geografia - UFG,

Leia mais

2 Sistema de Lajes com Forma de Aço Incorporado

2 Sistema de Lajes com Forma de Aço Incorporado 2 Sistema de Lajes com Forma de Aço Incorporado 2.1. Generalidades As vantagens de utilização de sistemas construtivos em aço são associadas à: redução do tempo de construção, racionalização no uso de

Leia mais

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES RELATÓRIO I ESTUDO DE DEMANDA

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES RELATÓRIO I ESTUDO DE DEMANDA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES RELATÓRIO I ESTUDO DE DEMANDA TRECHO Estrela D Oeste (SP) - Dourados (MS) Audiência Pública nº 139/2013

Leia mais

SUELI YOSHINAGA * LUCIANA MARTIN RODRIGUES FERREIRA ** GERALDO HIDEO ODA* REGINALDO ANTONIO BERTOLO *** MARA AKIE IRITANI* SEIJU HASSUDA*

SUELI YOSHINAGA * LUCIANA MARTIN RODRIGUES FERREIRA ** GERALDO HIDEO ODA* REGINALDO ANTONIO BERTOLO *** MARA AKIE IRITANI* SEIJU HASSUDA* CARTA ORIENTATIVA AO USUÁRIO DA ÁGUA SUBTERRÂNEA: UMA PROPOSTA DE REPRESENTAÇÃO CARTOGRÁFICA DE ESTUDOS HIDROGEOLÓGICOS PARA O PLANEJAMENTO TERRITORIAL - REGIÃO METROPOLITANA DE CAMPINAS, SÃO PAULO, BRASIL.

Leia mais

Gerenciamento de Projetos Modulo VIII Riscos

Gerenciamento de Projetos Modulo VIII Riscos Gerenciamento de Projetos Modulo VIII Riscos Prof. Walter Cunha falecomigo@waltercunha.com http://waltercunha.com Bibliografia* Project Management Institute. Conjunto de Conhecimentos em Gerenciamento

Leia mais

Gestão das Águas urbanas e a Drenagem

Gestão das Águas urbanas e a Drenagem Gestão das Águas urbanas e a Drenagem Carlos E. M. Tucci Instituto de Pesquisas Hidráulicas UFRGS Porto Alegre-RS Brasil Conteúdo Desenvolvimento urbano e a fonte de impacto na gestão das águas As fases

Leia mais

VI-025 PROGRAMA DE USO RACIONAL DA ÁGUA EM UMA UNIVERSIDADE: METODOLOGIA E RESULTADOS

VI-025 PROGRAMA DE USO RACIONAL DA ÁGUA EM UMA UNIVERSIDADE: METODOLOGIA E RESULTADOS VI-025 PROGRAMA DE USO RACIONAL DA ÁGUA EM UMA UNIVERSIDADE: METODOLOGIA E RESULTADOS Alessandra Keiko Nakagawa (1) Engenheira Civil pela Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). Especialista

Leia mais

DESEMPENHO 1 INTRODUÇÃO

DESEMPENHO 1 INTRODUÇÃO DESEMPENHO 1 INTRODUÇÃO Esta pesquisa tem como objetivo abordar o tema voltado para a avaliação do desempenho humano com os seguintes modelos: escalas gráficas, escolha forçada, pesquisa de campo, métodos

Leia mais

Kit para operação de Banco Fixo de Capacitores em Redes de Distribuição sem Pick

Kit para operação de Banco Fixo de Capacitores em Redes de Distribuição sem Pick 06 a 10 de Outubro de 2006 Olinda PE Kit para operação de Banco Fixo de Capacitores em Redes de Distribuição sem Pick Eng. Luciano F. de Mattos Eng. Fernando V. Baldotto Eng. Edson B. da Silva Jr. ESCELSA

Leia mais

Influência do tipo de laje nos custos de um edifício em aço

Influência do tipo de laje nos custos de um edifício em aço ArtigoTécnico Ygor Dias da Costa Lima 1 Alex Sander Clemente de Souza 2 Silvana De Nardin 2 1 Mestre em Construção Civil pela Pós-Graduação em Construção Civil PPGCiv/UFSCar 2 Prof. Dr. Pós-Graduação em

Leia mais

UMA INVESTIGAÇÃO SOBRE AS DIFICULDADES DOS ALUNOS DAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO MÉDIO ENVOLVENDO FRAÇÕES

UMA INVESTIGAÇÃO SOBRE AS DIFICULDADES DOS ALUNOS DAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO MÉDIO ENVOLVENDO FRAÇÕES UMA INVESTIGAÇÃO SOBRE AS DIFICULDADES DOS ALUNOS DAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO MÉDIO ENVOLVENDO FRAÇÕES Taciany da Silva Pereira¹, Nora Olinda Cabrera Zúñiga² ¹Universidade Federal de Minas Gerais / Departamento

Leia mais

1. IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDEDOR

1. IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDEDOR ANEXO 7 - TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL - RCA O presente Termo de Referência tem como objetivo estabelecer um referencial para a elaboração do Relatório de Controle

Leia mais