Bioquímica. Glicólise e fermentação

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Bioquímica. Glicólise e fermentação"

Transcrição

1 Bioquímica Glicólise e fermentação

2 Glicogênio, Amido e sacarose armazenamento Glicose Oxidação pela Via das pentoses fosfato Ribose 5-fosfato Oxidação via glicólise Piruvato

3 Esquema geral

4 Visão geral

5 Coenzimas

6 Coenzimas

7 Visão geral Fase 1: Investimento energético Fase 2: Retorno

8 Fase 1

9 Fase-2

10 Etapas fundamentais Dupla fosforilação da glicose Clivagem da hexose Oxidação e nova fosforilação Transferência dos grupos Fosfatos para o ADP - Formam-se 4 ATP e 2 piruvatos

11 Etapa 1 Dupla fosforilação da glicose

12 Etapa 2 Clivagem da hexose

13 Etapa 3 Oxidação e nova fosforilação

14 Etapa 3 Oxidação e nova fosforilação

15 Etapa 4 - Transferência dos grupos - Fosfatos para o ADP - Formam-se 4 ATP e 2 piruvatos

16 Etapa 4

17 Pontos de regulação P.1: hexokinase P.1 P.2: fosfofrutokinase Mais importante em mamíferos Inibida por níveis altos de ATP P.2 P.3: Piruvato kinase - Reguladas por ligações reversíveis e efetores alostéricos ou por modificações covalentes - Fosforilação - Controle da transcrição Milisegundos, segundos e horas P.3

18 Regulação alostérica da fosfofrutokinase

19

20 Fermentações Fermentação alcoólica: Produção de cerveja, destilados, vinho, pão Fermentação acética: Produção de vinagre Fermentação láctica: Coalho, iogurte, queijo

21 Glicólise anaeróbia: Fermentações

22 Glicólise anaeróbia: Fermentações

23 Glicólise anaeróbia: Fermentações piruvato desidrogenase Piruvato álcool desidrogenase Acetaldeído Etanol Glicose + 2 ADP + 2Pi ----> 2 Etanol + 2 CO2 + 2 ATP + 2 H2O

24 Glicólise anaeróbia: Fermentações lactato desidrogenase Piruvato Lactato Glicose + 2 ADP + 2Pi ----> 2 Lactato + 2 ATP + 2 H2O

25 Fermentações - Cerveja

26 1-Moagem do Malte : A moagem diminuindo tamanho de partícula do amido de modo a aumentar sua área superficial que futuramente vai ocasionar um aumento na velocidade de hidrólise do amido. 2-Mosturação : Enviado até os tanques de mostura (4).onde é misturado com água e submetido a aquecimento. As enzimas contidas no malte são liberadas para o meio e sob ação de calor são ativadas pra promover a hidrólise catalítica do amido. O aquecimento não costuma ultrapassar temperaturas de 72C pois as enzimas são inativadas em temperaturas acima desses valores. Filtração :Passagem por sistema da filtração (5) Fervura : Adicionado a um tanque (7) onde recebe a adição de lúpulo (6). Ferve-se por cerca de 30min. Durante esse intervalo, ocorre a extração e isomerização de alguns óleos essenciais extraídos do lúpulo. Resfriamento: Resfriado por trocadores de calor, com o objetivo de receber a levedura (8) que irá promover a fermentação.

27 Fermentação - Cerveja Fermentação : Atividade biológica das leveduras. Irão consumir os açúcares, irão se reproduzir e além disso irão produzir álcool e dióxido de carbono e também alguns ésteres, ácidos e alcoóis superiores que irão transmitir propriedades organolépticas à cerveja. A fermentação ocorre em tanques fechados, revestidos por uma camisa externa que permite a passagem de fluído refrigerante para manter o sistema na temperatura desejada de filtração que pode variar de 10 a 25C de modo geral. O tipo de Fermentação dependerá da levedura utilizada, de forma que podemos encontrar : - Cerveja de Alta Fermentação - Levedura : Saccharomyces cerevisiae; - Cerveja de Baixa Fermentação - Levedura : Saccharomyces uvarum; Na alta fermentação, as leveduras tendem a se situar nas partes superiores do fermentador e na baixa fermentação, nas partes inferiores.

28 Fermentação - Cerveja Maturação: Terminada a fermentação, a cerveja obtida do fermentador (cerveja verde) é enviada aos tanques de maturação (10) onde é mantida por períodos variáveis a temperaturas de aproximadamente 0C. Essa fase é importante pois ocorre sedimentação de algumas partículas em suspensão e também desencadeiam-se algumas reações de esterificação que irão produzir alguns aromatizantes essenciais para a cerveja. Segunda Filtração : Nessa nova filtração (12), é acrescido terra diatomácea (11) a cerveja madura, com o objetivo de remover as partículas em suspensão e também adsorver certas substâncias que conferem cor desagradável para a cerveja. Acabamento : Após a segunda filtração, a cerveja passa por uma fase de acabamento (13) onde irá receber dióxido de carbono (que após de ser obtido da fermentação é armazenado), e também outras substâncias que irão garantir a qualidade da cerveja e aumentar seu tempo de prateleira, como estabilizantes e antioxidantes. Engarrafamento : A cerveja acabada (14) é enviada para a engarrafadora (16) que recebe as garrafas limpas (15) com solução de hidróxido de sódio;

29 Fermentação - Cerveja Pasteurização : Quando a cerveja é engarrafada antes da pasteurização(17), esse processo é conduzido em câmaras onde a cerveja recebe jatos de vapor e em seguida é refrigerada com jatos de água fria. Caso a pasteurização ocorra antes do engarrafamento, a cerveja é pasteurizada através de sua passagem por trocadores de calor como no esquema abaixo. Expedição : Após pasteurizada, a cerveja é encaminhada para a fase de expedição (18) para ser comercializada. Fonte: Produção da cerveja - UFSC Para vinhos consulte: produção de vinho - UFSC

30 Necessidades energéticas

31 Metabolismo e exercício

32 Bibliografia ALBERT, L. LEHNINGER, DAVID, L. NELSON, MICHAEL M. COX. Princípios de Bioquímica. 4ª ed., Editora: Sarvier, CAMPBELL, M.K. Bioquímica. 3a. ed. Porto Alegre: Artmed, p. MARZZOCO, A., TORRES, B.B. Bioquímica básica. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan MURRAY, R. K.; GRANNER, D. K.; MAYES, P. A.; RODWELL, V. W. Harper: Bioquímica. Ed. Atheneu, 7ª edição, São Paulo, STRYER, L.; BERG, J.M.; TYMOCZKO, J. L. Bioquímica. Ed. Guanabara Koogan, 6ª ed., Rio de Janeiro,2008. VOET, D, VOET J, PRATT, C.W. Fundamentos de Bioquímica. Editora Artes Médicas, 1a. ed., Curitiba, 2000.

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA POLITÉCNICA DE SALVADOR DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA ENG430 ENGENHARIA DO PRODUTO

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA POLITÉCNICA DE SALVADOR DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA ENG430 ENGENHARIA DO PRODUTO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA POLITÉCNICA DE SALVADOR DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA ENG430 ENGENHARIA DO PRODUTO IVO SARAIVA CASTRO THIAGO POMBAL VITOR FERREIRA DE JESUS APLICAÇÃO DO MÉTODO

Leia mais

Biologia-Prof.Barão. Metabolismo Energético: Respiração Celular e Fermentação

Biologia-Prof.Barão. Metabolismo Energético: Respiração Celular e Fermentação Biologia-Prof.Barão Metabolismo Energético: Respiração Celular e Fermentação Metabolismo Energético I Conceitos básicos: 1-Metabolismo 2-Reações Exergônicas e Endergônicas 3-Reação de Redox(Oxidação-Redução)

Leia mais

METABOLISMO ENERGÉTICO RESPIRAÇÃO CELULAR FERMENTAÇÃO FOTOSSÍNTESE QUIMIOSSÍNTESE

METABOLISMO ENERGÉTICO RESPIRAÇÃO CELULAR FERMENTAÇÃO FOTOSSÍNTESE QUIMIOSSÍNTESE METABOLISMO ENERGÉTICO RESPIRAÇÃO CELULAR FERMENTAÇÃO FOTOSSÍNTESE QUIMIOSSÍNTESE RESPIRAÇÃO CELULAR Processo de produção de energia a partir da degradação completa de compostos orgânicos energéticos (ex.:

Leia mais

PLANO DE ENSINO. CURSO: Medicina Veterinária PERÍODO: 1º Semestre DISCIPLINA: Bioquímica CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 horas CARGA HORARIA SEMESTRAL: 60 h

PLANO DE ENSINO. CURSO: Medicina Veterinária PERÍODO: 1º Semestre DISCIPLINA: Bioquímica CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 horas CARGA HORARIA SEMESTRAL: 60 h PLANO DE ENSINO CURSO: Medicina Veterinária PERÍODO: 1º Semestre DISCIPLINA: Bioquímica CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 horas CARGA HORARIA SEMESTRAL: 60 h I EMENTA A disciplina fornecerá subsídios para o reconhecimento

Leia mais

METABOLISMO ENERGÉTICO RESPIRAÇÃO CELULAR FERMENTAÇÃO FOTOSSÍNTESE QUIMIOSSÍNTESE

METABOLISMO ENERGÉTICO RESPIRAÇÃO CELULAR FERMENTAÇÃO FOTOSSÍNTESE QUIMIOSSÍNTESE METABOLISMO ENERGÉTICO RESPIRAÇÃO CELULAR FERMENTAÇÃO FOTOSSÍNTESE QUIMIOSSÍNTESE RESPIRAÇÃO CELULAR Processo de produção de energia a partir da degradação completa de compostos orgânicos energéticos (ex.:

Leia mais

Bioquímica. Metabolismo de ácidos graxos

Bioquímica. Metabolismo de ácidos graxos Bioquímica Metabolismo de ácidos graxos - Os lipídios advindos da ingestão ou da produção endógena são distribuídos pelas lipoproteínas plasmáticas para utilização e/ou armazenamento. - Em sua oxidação

Leia mais

UNIDADE II UNIDADE III

UNIDADE II UNIDADE III MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas. UNIFAL-MG Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700. Alfenas/MG. CEP 37130-000 Fone: (35) 3299-1000. Fax: (35) 3299-1063 P R O G R A M A D E E N S I N O

Leia mais

AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA

AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA Caderno N0901 AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA 2 BIMESTRE Ciências 9 ano do Ensino Fundamental Nome do Aluno(a): Orientações Você está recebendo um caderno com 27 questões. Você dispõe de 2 horas para responder a

Leia mais

Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo. sgrillo.ita@ftc.br

Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo. sgrillo.ita@ftc.br Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo sgrillo.ita@ftc.br A glicólise é provavelmente a via bioquímica mais bem compreendida. Desempenha uma função central no metabolismo energético, fornecendo uma porção

Leia mais

UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA DA REGIÃO DE CHAPECÓ ÁREA DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE FISIOTERAPIA CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS II

UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA DA REGIÃO DE CHAPECÓ ÁREA DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE FISIOTERAPIA CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS II UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA DA REGIÃO DE CHAPECÓ ÁREA DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE FISIOTERAPIA CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS II Respiração Celular 1º estágio: GLICÓLISE 2º estágio: CK Ciclo de Krebs 3º estágio:

Leia mais

Aula: 12 Temática: Metabolismo das principais biomoléculas parte IV. Na aula de hoje iremos estudar a fermentação. Boa aula!

Aula: 12 Temática: Metabolismo das principais biomoléculas parte IV. Na aula de hoje iremos estudar a fermentação. Boa aula! Aula: 12 Temática: Metabolismo das principais biomoléculas parte IV Na aula de hoje iremos estudar a fermentação. Boa aula! Fermentação O Piruvato, produto da glicólise, pode continuar sendo processado

Leia mais

Aulão: 20/06/2015 Conteúdo: Metabolismo Energético Profº Davi Vergara Profº Roberto Fonseca ONDA que apenas transportam energia.

Aulão: 20/06/2015 Conteúdo: Metabolismo Energético Profº Davi Vergara Profº Roberto Fonseca  ONDA que apenas transportam energia. Aulão: 20/06/2015 Conteúdo: Metabolismo Energético Profº Davi Vergara O Sol é o principal responsável pela existência de vida na Terra. A energia luminosa captada por algas e plantas é utilizada na produção

Leia mais

Experimento 10: Fermentação. Docente Sala (lab) Grupo

Experimento 10: Fermentação. Docente Sala (lab) Grupo Experimento 10: Fermentação Docente Sala (lab) Grupo 1 Experimento 10: Fermentação Introdução A glicose é uma importante molécula utilizada no metabolismo de diversos organismos para gerar energia. Em

Leia mais

EXERCÍCIOS DE REVISÃO CITOPLASMA E METABOLISMO

EXERCÍCIOS DE REVISÃO CITOPLASMA E METABOLISMO Componente Curricular: Biologia Professor: Leonardo Francisco Stahnke Aluno(a): Turma: Data: / /2015 EXERCÍCIOS DE REVISÃO CITOPLASMA E METABOLISMO 1. A respeito da equação ao lado, que representa uma

Leia mais

Estudos para otimização da produção de Etanol

Estudos para otimização da produção de Etanol 2011 Estudos para otimização da produção de Etanol Mogi Guaçu/SP ESTUDOS PARA OTIMIZAÇÃO DA PRODUÇÃO DE ETANOL Equipe da Faculdade Municipal Prof. Franco Montoro João Alexandre Bortoloti Responsável técnico

Leia mais

Biotecnologia. Fermentação láctica. Prof.ª Valdirene O P Valdo ETEC Benedito Storani

Biotecnologia. Fermentação láctica. Prof.ª Valdirene O P Valdo ETEC Benedito Storani Biotecnologia Fermentação láctica Prof.ª Valdirene O P Valdo ETEC Benedito Storani 1- Introdução A fermentação láctica consiste na oxidação anaeróbica, parcial de hidratos de carbono (mais especificamente

Leia mais

PROCESSOS ENERGÉTICOS RESPIRAÇÃO E FERMENTAÇÃO 1. INTRODUÇÃO AO METABOLISMO ENERGÉTICO

PROCESSOS ENERGÉTICOS RESPIRAÇÃO E FERMENTAÇÃO 1. INTRODUÇÃO AO METABOLISMO ENERGÉTICO Ciências da Natureza - Biologia PROCESSOS ENERGÉTICOS RESPIRAÇÃO E FERMENTAÇÃO 1. Introdução ao Metabolismo Energético 2. Mitocôndria 3. Respiração Celular 4. Fermentação 1. INTRODUÇÃO AO METABOLISMO ENERGÉTICO

Leia mais

Profº André Montillo www.montillo.com.br

Profº André Montillo www.montillo.com.br Profº André Montillo www.montillo.com.br Definição: É a soma de todas as reações químicas envolvidas na manutenção do estado dinâmico das células, onde milhares de reações ocorrem ao mesmo tempo, determinando

Leia mais

Bolsa limitada por duas membranas semelhantes à membrana plasmática. A interna forma uma série de dobras ou septos, as cristas mitocondriais, entre

Bolsa limitada por duas membranas semelhantes à membrana plasmática. A interna forma uma série de dobras ou septos, as cristas mitocondriais, entre Bolsa limitada por duas membranas semelhantes à membrana plasmática. A interna forma uma série de dobras ou septos, as cristas mitocondriais, entre as quais há uma solução gelatinosa, a matriz mitocondrial.

Leia mais

Todas as manifestações de vida requerem um abastecimento de energia

Todas as manifestações de vida requerem um abastecimento de energia Todas as manifestações de vida requerem um abastecimento de energia Em todos os seres vivos, dos mais simples unicelulares até aos seres vivos multicelulares, as manifestações de vida resultam de numerosas

Leia mais

TÍTULO: SCREENING PARA GLICOGÊNIO MUSCULAR EM AMOSTRA DE CARNES EM ARMAZENAMENTO FRIGORÍFICO CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE

TÍTULO: SCREENING PARA GLICOGÊNIO MUSCULAR EM AMOSTRA DE CARNES EM ARMAZENAMENTO FRIGORÍFICO CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE TÍTULO: SCREENING PARA GLICOGÊNIO MUSCULAR EM AMOSTRA DE CARNES EM ARMAZENAMENTO FRIGORÍFICO CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: BIOMEDICINA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE ANHEMBI

Leia mais

METABOLISMO CELULAR. Professor Felipe Abs

METABOLISMO CELULAR. Professor Felipe Abs METABOLISMO CELULAR Professor Felipe Abs O que é ENERGIA??? Físicos energia é a capacidade de realizar trabalhos; Biólogos energia é a capacidade de provocar mudanças; É indispensável para os seres vivos;

Leia mais

CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS PELO CALOR

CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS PELO CALOR CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS PELO CALOR Prof. ª Elessandra da Rosa Zavareze elessandrad@yahoo.com.br 1 Estratégias para controlar os agentes de alteração dos alimentos 2 Conhecimento dos seguintes fatores:

Leia mais

Prof. Drª. Caroline Moraes

Prof. Drª. Caroline Moraes Prof. Drª. Caroline Moraes Carnobacterium Enterococcus Lactococcus Lactobacilus Lactosphaera Leuconostoc Oenococcus Pediococcus Streptococcus Tetragenococcus Vagococcus Weissella Característica do grupo:

Leia mais

BANCO DE QUESTÕES - BIOLOGIA - 1ª SÉRIE - ENSINO MÉDIO ==============================================================================================

BANCO DE QUESTÕES - BIOLOGIA - 1ª SÉRIE - ENSINO MÉDIO ============================================================================================== PROFESSOR: Leonardo Mariscal BANCO DE QUESTÕES - BIOLOGIA - 1ª SÉRIE - ENSINO MÉDIO ============================================================================================== Assunto: Organelas citoplasmáticas

Leia mais

AS LEVEDURAS E A PANIFICAÇÃO: MONTAGEM EXPERIMENTAL E EXPERIMENTAÇÃO

AS LEVEDURAS E A PANIFICAÇÃO: MONTAGEM EXPERIMENTAL E EXPERIMENTAÇÃO Dra. MARIA ANTONIA MALAJOVICH - MariaAntonia@ort.org.br COORDENADORA DE BIOTECNOLOGIA INSTITUTO DE TECNOLOGIA ORT DO RIO DE JANEIRO AS LEVEDURAS E A PANIFICAÇÃO: MONTAGEM EXPERIMENTAL E EXPERIMENTAÇÃO

Leia mais

Análise do processo produtivo industrial de uma usina sucroalcooleira do centro-oeste mineiro

Análise do processo produtivo industrial de uma usina sucroalcooleira do centro-oeste mineiro Análise do processo produtivo industrial de uma usina sucroalcooleira do centro-oeste mineiro Romenique José AVELAR 1 ; Hector Helmer PINHEIRO 1 ; Ricardo Resende CABRAL 1 ; João Antônio de CASTRO 1 ;

Leia mais

Fabricação Artesanal de Produtos Derivados do Mel

Fabricação Artesanal de Produtos Derivados do Mel Fabricação Artesanal de Produtos Derivados do Mel Samir Moura Kadri Mestrando do Curso de Pós Graduação em Zootecnia Departamento de Produção Animal Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia UNESP

Leia mais

ESTUDOS COMPARATIVOS NO PROCESSO INDUSTRIAL DE PRODUÇÃO DE BIOETANOL A PARTIR DO MELAÇO E CALDO DE CANA-DE-AÇÚCAR

ESTUDOS COMPARATIVOS NO PROCESSO INDUSTRIAL DE PRODUÇÃO DE BIOETANOL A PARTIR DO MELAÇO E CALDO DE CANA-DE-AÇÚCAR ESTUDOS COMPARATIVOS NO PROCESSO INDUSTRIAL DE PRODUÇÃO DE BIOETANOL A PARTIR DO MELAÇO E CALDO DE CANA-DE-AÇÚCAR Scarllet O hara de Oliveira Moraes 1, Wellington da Silva Rodrigues 2, kelson Carvalho

Leia mais

11/05/2015 INTER-RELAÇÕES METABÓLICAS INTEGRAÇÃO DO METABOLISMO PRINCÍPIOS QUE GOVERNAM O METABOLISMO

11/05/2015 INTER-RELAÇÕES METABÓLICAS INTEGRAÇÃO DO METABOLISMO PRINCÍPIOS QUE GOVERNAM O METABOLISMO INTER-RELAÇÕES METABÓLICAS Plano de Aula -Visão geral e principais mecanismos de regulação -Especificidade metabólica nos diferentes tecidos do organismo humano -Relações metabólicas entre tecidos nos

Leia mais

Caderno de plantas didáticas

Caderno de plantas didáticas Caderno de plantas didáticas PLANTAS DIDÁTICAS Projetos e estudos realizados por instituições que necessitam de qualidade e precisão a baixo custo, tornam-se mais viáveis e precisos com a utilização das

Leia mais

Controle do crescimento de micro organismos nos alimentos

Controle do crescimento de micro organismos nos alimentos Departamento de Microbiologia Instituto de Ciências Biológicas Universidade Federal de Minas Gerais Controle do crescimento de micro organismos nos alimentos Introdução Os micro organismos estão diretamente

Leia mais

Faculdade de Tecnologia de Araçatuba. Curso Superior de Tecnologia em Bioenergia Sucroalcooleira

Faculdade de Tecnologia de Araçatuba. Curso Superior de Tecnologia em Bioenergia Sucroalcooleira Faculdade de Tecnologia de Araçatuba Curso Superior de Tecnologia em Bioenergia Sucroalcooleira 1 ÁCIDOS NUCLÉICOS Estrutura e funções 2 Ácidos nucléicos são polímeros de nucleotídeos adenina citosina

Leia mais

16/04/2015 ÁCIDOS NUCLEICOS DNA E RNA DNA E RNA DNA E RNA BREVE HISTÓRICO DA DESCOBERTA DO DNA BREVE HISTÓRICO DA DESCOBERTA DO DNA

16/04/2015 ÁCIDOS NUCLEICOS DNA E RNA DNA E RNA DNA E RNA BREVE HISTÓRICO DA DESCOBERTA DO DNA BREVE HISTÓRICO DA DESCOBERTA DO DNA ÁCIDOS NUCLEICOS E RNA E RNA Plano de Aula -Componentes básicos de e RNA -Características estruturais e funcionais -Tipos de RNA Profª Dra. Juliana Schmidt Medicina 2014 E RNA BREVE HISTÓRICO DA DESCOBERTA

Leia mais

Pode ser polimerizada, estocada, transportada e liberada rapidamente quando o organismo precisa de energia ou para compor estruturas especiais

Pode ser polimerizada, estocada, transportada e liberada rapidamente quando o organismo precisa de energia ou para compor estruturas especiais Pode ser polimerizada, estocada, transportada e liberada rapidamente quando o organismo precisa de energia ou para compor estruturas especiais Precursor de intermediários metabólicos em várias reações

Leia mais

CONTROLE DE QUALIDADE CERVEJAS

CONTROLE DE QUALIDADE CERVEJAS CONTROLE DE QUALIDADE CERVEJAS PRINCIPAIS ANÁLISES FÍSICO-QUÍMICAS DA CERVEJA MATÉRIAS-PRIMAS ÁGUA MALTE CEREAIS (ARROZ E MILHO) LÚPULO EXTRATO DE ALTA MALTOSE AÇÚCAR ADITIVOS Água - Sabor - Odor - Cor

Leia mais

O que são as duas reações abaixo?

O que são as duas reações abaixo? O que são as duas reações abaixo? 6 CO 2 + 6 H 2 O Glicose + 6 O 2 Glicose + 6 O 2 6 CO 2 + 6 H 2 O Pode ser polimerizada, estocada, transportada e liberada rapidamente quando o organismo precisa de energia

Leia mais

Biologia Fascículo 04 Lara Regina Parra de Lazzari

Biologia Fascículo 04 Lara Regina Parra de Lazzari Biologia Fascículo 04 Lara Regina Parra de Lazzari Índice Fotossíntese e Respiração... 1 Fotossíntese... 1 Respiração... 4 Exercícios... 5 Gabarito... 8 Fotossíntese e Respiração Fotossíntese Definição

Leia mais

AULA 5: Microrganismos Fermentadores

AULA 5: Microrganismos Fermentadores Centro Universitário da Zona Oeste Curso: Tecnologia em Produção de Fármacos e Farmácia Período: 7 período Disciplina: Microbiologia de Alimentos Professora: Sabrina Dias AULA 5: Microrganismos Fermentadores

Leia mais

METABOLISMO ENERGÉTICO

METABOLISMO ENERGÉTICO CURSO TÉCNICO INTEGRADO DE INFORMÁTICA E ELETROMECÂNICA - 2º ANO DICIPLINA: BIOLOGIA METABOLISMO ENERGÉTICO RESPIRAÇÃO E FERMENTAÇÃO Prof.ª Carla Pereira Nascimento METABOLISMO ENERGÉTICO Todo ser vivo

Leia mais

8.2 - Mecanismos envolvidos na alteração do metabolismo hepático entre os estado bem alimentado e o estado de jejum

8.2 - Mecanismos envolvidos na alteração do metabolismo hepático entre os estado bem alimentado e o estado de jejum UNIDADE 8 - INTERRELAÇÕES METABÓLICAS 8.1 - Ciclo Jejum-alimentação 8.2 - Mecanismos envolvidos na alteração do metabolismo hepático entre os estado bem alimentado e o estado de jejum 8.3 - Inter-relações

Leia mais

São catalisadores biológicos de alta especificidade. Catalisar uma reação química é alterar a sua

São catalisadores biológicos de alta especificidade. Catalisar uma reação química é alterar a sua Profa Alessandra Barone Enzimas São catalisadores biológicos de alta especificidade. Catalisar uma reação química é alterar a sua velocidade, ou seja, a quantidade de massa de reagentes (S) transformada

Leia mais

Fabricação de Bebidas Cerveja

Fabricação de Bebidas Cerveja Fabricação de Bebidas Cerveja Processos Químicos Industriais II 01/12/2011 1 Bebidas Fermentadas & Destiladas A fabricação de bebidas fermentadas evoluiu de uma concepção artesanal para um processo contendo

Leia mais

PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I ÁCIDO SULFÚRICO

PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I ÁCIDO SULFÚRICO PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I ÁCIDO SULFÚRICO ENXOFRE É uma das matérias-primas básicas mais importantes da indústria química. Existe na natureza em forma livre e combinado em minérios, como a pirita

Leia mais

Obtenção de nutrientes pelos seres vivos

Obtenção de nutrientes pelos seres vivos Professora Priscila F Binatto Setembro/ 2016 ENERGIA Obtenção de nutrientes pelos seres vivos Autótrofos Realização de fotossíntese Heterótrofos Obtenção da glicose pronta a partir de outra fonte RESPIRAÇÃO

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL OLIMPÍADAS DE QUÍMICA XVI OLÍMPIADA DE QUÍMICA DO RIO GRANDE DO NORTE

PROGRAMA NACIONAL OLIMPÍADAS DE QUÍMICA XVI OLÍMPIADA DE QUÍMICA DO RIO GRANDE DO NORTE PROGRAMA NACIONAL OLIMPÍADAS DE QUÍMICA XVI OLÍMPIADA DE QUÍMICA DO RIO GRANDE DO NORTE PROVA OBJETIVA E DISCURSIVA MODALIDADE A1 1ª série PARTE OBJETIVA QUESTÃO 1 Em 1º de janeiro de 2014 começou a valer

Leia mais

Propriedades coligativas I

Propriedades coligativas I Propriedades coligativas I 01. (Ufrn) Um béquer de vidro, com meio litro de capacidade, em condições normais de temperatura e pressão, contém 300 ml de água líquida e 100 g de gelo em cubos. Adicionando-se,

Leia mais

Universidade Paulista Unip

Universidade Paulista Unip Elementos de Produção de Ar Comprimido Compressores Definição Universidade Paulista Unip Compressores são máquinas destinadas a elevar a pressão de um certo volume de ar, admitido nas condições atmosféricas,

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Com base em conceitos e metodologias introdutórios relativos à engenharia genética, julgue os itens a seguir. O alto rendimento de um processo fermentativo está diretamente relacionado

Leia mais

O que fazer para proteger os alimentos dos microrganismos?

O que fazer para proteger os alimentos dos microrganismos? O que fazer para proteger os alimentos dos microrganismos? Para além do cumprimento das regras de higiene pessoal dos manipuladores de alimentos e das regras de higiene das instalações e dos equipamentos,

Leia mais

PRODUÇÃO DE ETANOL A PARTIR DA RAIZ DE MANDIOCABA

PRODUÇÃO DE ETANOL A PARTIR DA RAIZ DE MANDIOCABA RESUMO PRODUÇÃO DE ETANOL A PARTIR DA RAIZ DE MANDIOCABA Autores: Souza, Milena C.; França, Luiz F.; Corrêa, Nádia C. F.; Gomes, Lúcia F. A.; Universidade Federal do Pará. milenacosta26@yahoo.com.temática:

Leia mais

Oxidação parcial o que acontece com o piruvato?

Oxidação parcial o que acontece com o piruvato? A glicólise ocorre no citosol das células transforma a glicose em duas moléculas de piruvato e é constituída por uma sequência de 10 reações (10 enzimas) divididas em duas fases. Fase preparatória (cinco

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO PROGRAMA DE DISCIPLINA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO PROGRAMA DE DISCIPLINA PROGRAMA DE DISCIPLINA NOME COLEGIADO CÓDIGO SEMESTRE ENGENHARIA AGRO0010 DRAULIO COSTA DA SILVA AGRONÔMICA 2016.1 CARGA HORÁRIA TEÓR: 30h PRÁT: 30h HORÁRIOS: Seg 08-10h / Ter 14-16 -18h CURSOS ATENDIDOS

Leia mais

Fisiologia e Crescimento Bacteriano

Fisiologia e Crescimento Bacteriano UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA DEPARTAMENTO DE PARASITOLOGIA, MICROBIOLOGIA E IMUNOLOGIA Fisiologia e Crescimento Bacteriano Disciplina: Biologia de Microrganismos Professora: Alessandra Machado

Leia mais

Energia para a célula Fermentação Desnitrificação. Natália A. Paludetto nataliaapaludetto@gmail.com

Energia para a célula Fermentação Desnitrificação. Natália A. Paludetto nataliaapaludetto@gmail.com Energia para a célula Fermentação Desnitrificação Natália A. Paludetto nataliaapaludetto@gmail.com Respiração anaeróbia Processo em que energia é gerada a partir de quebra de uma molécula, porém sem a

Leia mais

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA. Licenciatura em Química. 4 0 SEMESTRE Carga Horária : Objetivos

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA. Licenciatura em Química. 4 0 SEMESTRE Carga Horária : Objetivos FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA Unidade Curricular BIOQUÍMICA Licenciatura em Química Período letivo : 4 0 SEMESTRE Carga Horária : Objetivos 80(60T/20P)* Apresentar o conceito de biomoléculas

Leia mais

Escola Secundária Dr. Manuel Gomes de Almeida

Escola Secundária Dr. Manuel Gomes de Almeida Escola Secundária Dr. Manuel Gomes de Almeida Ficha de trabalho de Biologia - 12º Ano Fermentação e actividade enzimática Nome: N º: Turma: Data: 1. A figura 1 representa um tipo de fermentação. Figura

Leia mais

Nem tudo que borbulha é ESPUMANTE.

Nem tudo que borbulha é ESPUMANTE. Nem tudo que borbulha é ESPUMANTE. Saiba qual a diferença entre o espumante e produtos substitutos. O que é um vinho espumante? O vinho espumante é resultante da fermentação da uva sã, fresca e madura,

Leia mais

Campus de Botucatu PLANO DE ENSINO ( X ) OBRIGATÓRIA DO NÚCLEO COMUM DOCENTE RESPONSÁVEL : ANA CATARINA CATANEO

Campus de Botucatu PLANO DE ENSINO ( X ) OBRIGATÓRIA DO NÚCLEO COMUM DOCENTE RESPONSÁVEL : ANA CATARINA CATANEO PLANO DE ENSINO I IDENTIFICAÇÃO CURSO: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS MODALIDADE: (X) Bacharelado (X) Licenciatura DISCIPLINA: BIOQUÍMICA GERAL ( X ) OBRIGATÓRIA DO NÚCLEO COMUM ÁREA COMPLEMENTAR: ( ) OPTATIVA (

Leia mais

de Cerveja 0 processo de maltagem é concretizado em três passos - molha, germinação e secagem. Durante

de Cerveja 0 processo de maltagem é concretizado em três passos - molha, germinação e secagem. Durante fp PRODUÇÃO Produção de Cerveja ~ 0 Processo TEXTO JOÃO PAULO MENDES {sociedade central de cervejas e bebidas) ILUSTRAÇÃO FONTE: JORNAL PÚBLICO O rei Guilherme IV da Baviera definiu em 1516, na "Reinheitsgebot"

Leia mais

Equipe de Química QUÍMICA

Equipe de Química QUÍMICA Aluno (a): Série: 3ª Turma: TUTORIAL 11R Ensino Médio Equipe de Química Data: QUÍMICA SOLUÇÕES As misturas podem ser homogêneas ou heterogêneas. As misturas homogêneas possuem uma fase distinta. As misturas

Leia mais

Proposta Microcervejaria Dragon Bier

Proposta Microcervejaria Dragon Bier Proposta Microcervejaria Dragon Bier quinta-feira, 8 de janeiro de 2015 Dragon Bier produz para você Microcervejarias no Estado da Ciência e da Arte SUMÁRIO DA PROPOSTA 1. Descrição dos Equipamentos 2.

Leia mais

Energia renovável e impacto ambiental

Energia renovável e impacto ambiental Energia renovável e impacto ambiental John Herbert Maciel Diamantino da Silveira* Scarlet Barcelos Silva** Vicente Souza da Silva Júnior*** Resumo Substituir as energias não renováveis pelas renováveis

Leia mais

CURSO DE FARMÁCIA Reconhecido pela Portaria MEC nº 220 de , DOU de PLANO DE CURSO

CURSO DE FARMÁCIA Reconhecido pela Portaria MEC nº 220 de , DOU de PLANO DE CURSO CURSO DE FARMÁCIA Reconhecido pela Portaria MEC nº 220 de 01.11.12, DOU de 06.11.12 Componente Curricular: ENZIMOLOGIA E TECNOLOGIA DAS FERMENTAÇÕES Código: FAR - 118 Pré-requisito: ----- Período Letivo:

Leia mais

Objectivos pedagógicos

Objectivos pedagógicos Programa de Ciências da Natureza 6º Ano Tema: Ambiente de Vida Capítulo II- Agressões do meio e integridade do organismo 1) Os Micróbios O capítulo 1.2, Micróbios Inofensivos, chama a atenção para o facto

Leia mais

Centro Federal de Educação Tecnológica do Espírito Santo Curso Técnico em Eletrotécnico. Cayo César Lopes Pisa Pinto. Usinas Termelétricas

Centro Federal de Educação Tecnológica do Espírito Santo Curso Técnico em Eletrotécnico. Cayo César Lopes Pisa Pinto. Usinas Termelétricas Centro Federal de Educação Tecnológica do Espírito Santo Curso Técnico em Eletrotécnico Cayo César Lopes Pisa Pinto Usinas Termelétricas Vitória 2008 Usinas Termelétricas Trabalho Apresentado à disciplina

Leia mais

VARIAÇÃO DE PH E SUA INFLUENCIA NA PRODUÇÃO DE CERVEJA ARTESANAL

VARIAÇÃO DE PH E SUA INFLUENCIA NA PRODUÇÃO DE CERVEJA ARTESANAL VARIAÇÃO DE PH E SUA INFLUENCIA NA PRODUÇÃO DE CERVEJA ARTESANAL Guilherme Augusto Perim 1 ; Murilo Barbosa de Andrade 2 ; Leandro Lopes Izidio 3 ; Gimerson Weigert Subtil 4 ; Tássia Rhuna Tonial dos Santos

Leia mais

CURSO: Bioquímica. INFORMAÇÕES BÁSICAS Unidade curricular Bioquímica Metabólica Carga Horária Prática - Habilitação / Modalidade Bacharelado

CURSO: Bioquímica. INFORMAÇÕES BÁSICAS Unidade curricular Bioquímica Metabólica Carga Horária Prática - Habilitação / Modalidade Bacharelado Turno: Integral CURSO: Bioquímica Currículo 2010 Período 4º Tipo Obrigatória Teórica 90 h INFORMAÇÕES BÁSICAS Unidade curricular Bioquímica Metabólica Carga Horária Prática - Habilitação / Modalidade Bacharelado

Leia mais

1ª PARTE: QUESTÕES OBJETIVAS

1ª PARTE: QUESTÕES OBJETIVAS COLÉGIO PEDRO II CAMPUS TIJUCA II DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS COORD.: PROFa. CRISTIANA LIMONGI 1º TURNO 1ª SÉRIE / ENSINO MÉDIO REGULAR ANO LETIVO 2015 PROFESSOR: FRED EXERCÍCIOS DE REVISÃO 04

Leia mais

BACTÉRIAS LÁCTICAS. Profª Drª Dejanira de Franceschi de Angelis

BACTÉRIAS LÁCTICAS. Profª Drª Dejanira de Franceschi de Angelis BACTÉRIAS LÁCTICAS Profª Drª Dejanira de Franceschi de Angelis BACTÉRIAS LÁCTICAS São bactérias que pertencem ao domínio BACTÉRIA. Cocos ou bacilos são Gram positivos não esporulados possuem baixo teor

Leia mais

Fatores Físicos e Químicos que Influenciam a Fermentação Alcoólica. Prof. Clóvis Parazzi

Fatores Físicos e Químicos que Influenciam a Fermentação Alcoólica. Prof. Clóvis Parazzi Fatores Físicos e Químicos que Influenciam a Fermentação Alcoólica Prof. Clóvis Parazzi O que se deseja de um processo fermentativo? Elevado Rendimento Uniformidade na produção de metabólitos pela levedura

Leia mais

Sistema de vácuo ICE Condensation Körting. para aplicações em óleo comestível

Sistema de vácuo ICE Condensation Körting. para aplicações em óleo comestível Sistema de vácuo ICE Condensation Körting para aplicações em óleo comestível Sistema de vácuo ICE Condensation No mercado de hoje em dia, o sistema de vácuo ICE Condensation Körting faz sentido! Como todos

Leia mais

16/04/2015. Aldeídos, cetonas, ácidos, alcoóis e peróxidos.

16/04/2015. Aldeídos, cetonas, ácidos, alcoóis e peróxidos. Causas da degradação de lipídeos: oxidação, hidrólise, pirólise e absorção de sabores e odores estranhos. Profa: Nádia Fátima Gibrim A oxidação é a principal causa de deterioração e altera diversas propriedades:

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA. Disciplina: BIOQUÍMICA BÁSICA Código da Disciplina: NDC 119

PROGRAMA DE DISCIPLINA. Disciplina: BIOQUÍMICA BÁSICA Código da Disciplina: NDC 119 PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: BIOQUÍMICA BÁSICA Código da Disciplina: NDC 119 Curso: Medicina Veterinária Período de oferta da disciplina: 1 p Faculdade responsável: Núcleo de Disciplinas Comuns (NDC)

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA PORTARIA Nº 299, DE 17 DE JUNHO DE 2010

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA PORTARIA Nº 299, DE 17 DE JUNHO DE 2010 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA PORTARIA Nº 299, DE 17 DE JUNHO DE 2010 Nota: Prazo Encerrado O SECRETÁRIO SUBSTITUTO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MINISTÉRIO

Leia mais

Turbo Forno de Convecção. Ref. BLT FTH 127V BLT FTH 220V

Turbo Forno de Convecção. Ref. BLT FTH 127V BLT FTH 220V Turbo Forno de Convecção Ref. BLT FTH 127V BLT FTH 220V Instruções importantes de segurança As precauções básicas de segurança devem ser sempre seguidas: 1. Leia todas as instruções. 2. Sempre desligue

Leia mais

TECNOLOGIA DE FABRICAÇÃO DE BEBIDA LÁCTEA FERMENTADA E NÃO FERMENTADA

TECNOLOGIA DE FABRICAÇÃO DE BEBIDA LÁCTEA FERMENTADA E NÃO FERMENTADA Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento TECNOLOGIA DE FABRICAÇÃO DE BEBIDA LÁCTEA FERMENTADA E NÃO FERMENTADA 1 O que é Bebida Láctea?

Leia mais

MÓDULO 2 - METABOLISMO. Bianca Zingales IQ-USP

MÓDULO 2 - METABOLISMO. Bianca Zingales IQ-USP MÓDULO 2 - METABOLISMO Bianca Zingales IQ-USP INTRODUÇÃO AO METABOLISMO CARACTERÍSTICAS DO SER VIVO 1- AUTO-REPLICAÇÃO Capacidade de perpetuação da espécie 2- TRANSFORMAÇÃO DE ENERGIA O ser vivo extrai

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIA AGROINDUSTRIAL E SOCIOECONOMIA RURAL Coisas que você gostaria de saber sobre a nossa bebida favorita mas estava

Leia mais

A cozinha é um laboratório Do grão ao pão

A cozinha é um laboratório Do grão ao pão A cozinha é um laboratório Do grão ao pão O pão é um alimento que resulta do cozimento de massa feita com farinha de cereais (principalmente trigo, centeio e milho), água, sal e fermento. História do pão

Leia mais

BIOVESTIBA.NET BIOLOGIA VIRTUAL Profº Fernando Teixeira UFRGS FISIOLOGIA VEGETAL

BIOVESTIBA.NET BIOLOGIA VIRTUAL Profº Fernando Teixeira UFRGS FISIOLOGIA VEGETAL UFRGS FISIOLOGIA VEGETAL 1. (Ufrgs 2015) A coluna à esquerda, abaixo, lista dois hormônios vegetais; a coluna à direita, funções que desempenham. Associe adequadamente a coluna direita com a esquerda.

Leia mais

Projeto rumo ao ita. Química. Exercícios de Fixação. Exercícios Propostos. Termodinâmica. ITA/IME Pré-Universitário 1. 06. Um gás ideal, com C p

Projeto rumo ao ita. Química. Exercícios de Fixação. Exercícios Propostos. Termodinâmica. ITA/IME Pré-Universitário 1. 06. Um gás ideal, com C p Química Termodinâmica Exercícios de Fixação 06. Um gás ideal, com C p = (5/2)R e C v = (3/2)R, é levado de P 1 = 1 bar e V 1 t = 12 m³ para P 2 = 12 bar e V 2 t = 1m³ através dos seguintes processos mecanicamente

Leia mais

Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo. Sgrillo.ita@ftc.br

Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo. Sgrillo.ita@ftc.br Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo Sgrillo.ita@ftc.br E da onde vem esta energia?? E o que é Bioenergética? Para manterem-se vivos e desempenharem diversas funções biológicas os organismos necessitam continuamente

Leia mais

FERMENTAÇÃO ALCOÓLICA PROFª ERIKA LIZ

FERMENTAÇÃO ALCOÓLICA PROFª ERIKA LIZ FERMENTAÇÃO ALCOÓLICA PROFª ERIKA LIZ Fermentação Alcoólica Etanol Aplicado como combustível verde, em industrias de alimentos, perfumes, cosméticos e como insumo da industria química; Combustível potencialmente

Leia mais

DEFUMAÇÃO. Aplicação da defumação. Defumação: DEFUMAÇÃO. Efeito conservante da defumação MECANISMO DE AÇÃO DA FUMAÇA

DEFUMAÇÃO. Aplicação da defumação. Defumação: DEFUMAÇÃO. Efeito conservante da defumação MECANISMO DE AÇÃO DA FUMAÇA FACULDADE DE FARMÁCIA DA UFMG DEPARTAMENTO DE ALIMENTOS ALM024- Processamento de Alimentos DEFUMAÇÃO Accácia Júlia Guimarães Pereira Messano 2011 Defumação: alimentícios Defumação aplicação da fumaça aos

Leia mais

1) Preparando a Água:

1) Preparando a Água: Descritivo Como Fazer Cerveja Com Kit de Malte em Grã os da Alquimia da Cerveja (All grain) (Observação: Este documento está descrito sobre um kit de Extrato de Malte da Alquimia da Cerveja para fazer

Leia mais

1.2 Microrganismos Micróbios Bons

1.2 Microrganismos Micróbios Bons 1.2 Microrganismos Micróbios Bons Ligação ao Currículo Nacional 2ª Fase Principal Ciências 1: 1a, 1b, 2a, 2b, 2c, 2d, 2g, 2j Ciências 2: 1a, 2b, 2g, 5f Unidade de Estudo Unidade 6 Microrganismos Tempo

Leia mais

Resoluções de Atividades

Resoluções de Atividades Resoluções de Atividades Sumário Aula 16 Citoplasma I... 1 Aula 17 Citoplasma II... 2 Aula 18 Metabolismo energético Respiração... 3 Aula 19 Metabolismo energético Respiração e fermentação... 4 01 C 02

Leia mais

Aula 28.10.09: Síntese e degradação do glicogênio

Aula 28.10.09: Síntese e degradação do glicogênio Aula 28.10.09: Síntese e degradação do glicogênio Glicogênio síntese e degradação As enzimas que catalisam a síntese e a degradação do glicogênio, além de proteínas reguladoras destes processos, estão

Leia mais

Uma receita de iogurte

Uma receita de iogurte A U A UL LA Uma receita de iogurte O iogurte, um alimento comum em vários países do mundo, é produzido a partir do leite. Na industrialização desse produto empregam-se técnicas diversas para dar a consistência,

Leia mais

PROJETO DE SOLICITAÇÃO DE DISCIPLINA NO PROGRAMA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PID/2015

PROJETO DE SOLICITAÇÃO DE DISCIPLINA NO PROGRAMA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PID/2015 1 PROJETO DE SOLICITAÇÃO DE DISCIPLINA NO PROGRAMA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PID/2015 I. Professor orientador: Ronaldo Martins Ferreira II. Disciplina de atuação: Bioquímica III. Justificativa A manutenção

Leia mais

Metabolismo de Carboidratos. Profa.Dra. Leticia Labriola Abril 2012

Metabolismo de Carboidratos. Profa.Dra. Leticia Labriola Abril 2012 Metabolismo de Carboidratos. Profa.Dra. Leticia Labriola Abril 2012 Oxidação Completa da Glicose C 6 H 12 O 6 + 6O 2 + 36-38ADP + 36-38 P i 6CO 2 + 6H 2 O + 36-38ATP Via glicolítica gastou: 1 glicose,

Leia mais

A importância da água na nossa saúde

A importância da água na nossa saúde A importância da água na nossa saúde Todos sabemos que o nosso corpo nãopodefuncionarsemágua.paraa nossa sobrevivência, a água que bebemos é tão essencial como o ar que respiramos. A água compõe maisdedoisterçosdopesodocorpo

Leia mais

ÓLEOS & VINAGRES: COMO FAZER A ESCOLHA CERTA? Amanda Wanderley

ÓLEOS & VINAGRES: COMO FAZER A ESCOLHA CERTA? Amanda Wanderley & VINAGRES: COMO FAZER A ESCOLHA CERTA? Amanda Wanderley O óleo à base de milho é bastante comum, assim como o de soja. Mas será que eles são os tipos mais saudáveis?? Qual a diferença entre óleo e gordura?!?!

Leia mais

Linhas gerais da fabricação do saquê

Linhas gerais da fabricação do saquê Resultados da aprendizagem Linhas gerais do conhecimento de como fazer saquê. Consulte o Capítulo 8 para detalhes das diferenças entre os tipos. Conhecimento de Koji e seu papel Conhecimento de shubo /

Leia mais

Superlista Bioenergética

Superlista Bioenergética Superlista Bioenergética 1. (Uerj) O ciclo dos ácidos tricarboxílicos, ou ciclo de Krebs, é realizado na matriz mitocondrial. Nesse ciclo, a acetilcoenzima A, proveniente do catabolismo de carboidratos,

Leia mais

CARBOIDRATOS. INTRODUÇÃO -Biomoléculas mais abundantes -Base da nutrição animal

CARBOIDRATOS. INTRODUÇÃO -Biomoléculas mais abundantes -Base da nutrição animal INTRODUÇÃO -Biomoléculas mais abundantes -Base da nutrição animal CARBOIDRATOS *Os animais não são capazes de sintetizar carboidratos a partir de substratos simples não energéticos, precisando obtê-los

Leia mais

Princípios e métodos de esterilização

Princípios e métodos de esterilização Princípios e métodos de esterilização FUNDAMENTOS DE ESTERILIZAÇÃO Bactérias (forma vegetativa ou esporulada) São os menores organismos vivos; Existem em maior número; São as maiores responsáveis pelos

Leia mais

Liquido saturado é aquele que está numa determinada temperatura e pressão eminente de iniciar a transformação para o estado vapor.

Liquido saturado é aquele que está numa determinada temperatura e pressão eminente de iniciar a transformação para o estado vapor. Módulo IV Propriedades de Substâncias Puras: Relações P-V-T e Diagramas P-V, P-T e T-V, Título, Propriedades Termodinâmicas, Tabelas Termodinâmicas, Energia Interna, Entalpia, Calores Espercíficos c v

Leia mais

CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS PELO CONTROLE DA UMIDADE

CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS PELO CONTROLE DA UMIDADE CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS PELO CONTROLE DA UMIDADE 1 Processo no qual a água é removida rápida ou lentamente, envolvendo duas operações fundamentais na indústria de alimentos: transferência de calor e de

Leia mais