Atividade sexual e HIV/Aids na terceira idade: a vivência de alunos da Universidade da Maturidade da Universidade Federal do Tocantins

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1 Atividade sexual e HIV/Aids na terceira idade: a vivência de alunos da Universidade da Maturidade da Universidade Federal do Tocantins Alessandra da Rocha Arrais, Márcia Regina Diniz Rufino, Kelly Cristina Santiago Abreu Pereira, Fernanda Ludy da Silva Santos e Priscilla Rodrigues Santos Chaves DOI / v51n1a240p4 RESUMO Objetivo. Investigar a vivência da sexualidade e as atitudes sobre a prevenção do HIV/Aids em estudantes idosos de uma universidade pública. Método. Investigação de delineamento misto por meio do uso da pesquisa-ação, de natureza transversal quantidescritiva, realizada na disciplina de Sexualidade da Universidade da Maturidade da Universidade Federal do Tocantins, em setembro de Participaram, voluntariamente, 74 idosos de ambos os sexos, com idade em média de 65,5 ± 7,5 anos com extremos 60 e 100 anos. Resultados. Os dados sugerem que o tema sexualidade e Aids na terceira idade ainda é propulsor de preconceitos e paradigmas sociais entre os próprios idosos e seus familiares. As formas de contaminação e práticas preventivas de doenças sexualmente transmissíveis, inclusive o uso de preservativo, são desconhecidas pela maioria dos idosos pesquisados. Conclusão. O estudo reforça a importância do trabalho psicoeducativo sobre sexualidade na terceira idade, no qual os idosos possam se expressar livremente e receber orientações sobre o risco de contaminação por HIV/Aids. A pesquisa também positivou a universidade da terceira idade como espaço adequado para discussão desses temas. Palavras-chave. HIV; Aids; idoso; prevenção; sexualidade Alessandra da Rocha Arrais psicóloga clínica, doutora, docente da Universidade Católica de Brasília e do mestrado profissionalizante em saúde da mulher e do idoso da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde, psicóloga hospitalar da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal, Brasília, Distrito Federal Márcia Regina Diniz Rufino psicóloga clínica, mestre em gerontologia pela Universidade Católica de Brasília, Brasília, Distrito Federal Kelly Cristina Santiago Abreu Pereira fisioterapeuta, mestre em gerontologia pela Universidade Católica de Brasília, docente e coordenadora do Curso de Fisioterapia, Faculdades Integradas da União Educacional do Planalto Central, Brasília, Distrito Federal Fernanda Ludy da Silva Santos graduanda, Curso de Fisioterapia, Faculdades Integradas da União Educacional do Planalto Central, Brasília, Distrito Federal Priscilla Rodrigues Santos Chaves graduanda, Curso de Fisioterapia, Faculdades Integradas da União Educacional do Planalto Central, Brasília, Distrito Federal ABSTRACT Correspondência: Alessandra da Rocha Arrais. SHIS QI 16, conjunto 2, casa 32, Lago Sul, CEP , Brasília-DF. Telefone: Internet: Trabalho realizado na Universidade da Maturidade da Universidade Federal do Tocantins. Recebido em Aceito em Conflito de interesses: não houve conflito de interesses na realização da pesquisa. Sexual activity and HIV/AIDS in the elderly: the experiences of students from the University of Maturity, Federal University of Tocantins 4 Brasília Med 2014;51(1):4-12

2 Alessandra da Rocha Arrais e cols. Atividade sexual e HIV/Aids na terceira idade Objective. To investigate sexual activity and attitudes towards the prevention of HIV/AIDS in the elderly population of a public university in Brazil. Method. A mixed design was used in the research and an action research methodology was employed. This was a quantitative, descriptive, cross-sectional study conducted as part of a project for the discipline of Sexuality at the University of Maturity of the Federal University of Tocantins in September of Seventyfour (74) elderly of both sexes voluntarily participated in this study. Their mean age was 65.5 ± 7.5 years (limits of 60 and 100). Results. The results suggest that sexuality and HIV/ AIDS still generate social paradigms and prejudice among the elderly and their families. Forms of contamination and prevention practices for sexually transmitted diseases, including condom use, are unknown to most seniors surveyed. Conclusion. The results reinforce the importance of psychoeducational orientation about sexuality in old age, in which older individuals can express themselves freely and be advised on the risk of contamination by HIV/AIDS. The survey has also shown that universities for seniors are appropriate places for the discussion of these issues. Key words. HIV; AIDS; elderly; prevention; sexuality INTRODUÇÃO Como reflexo das melhorias nas condições socioeconômicas, culturais, de saúde e na qualidade de vida da população observa-se a manutenção do pleno exercício da sexualidade na terceira idade e, com ele, os riscos de contrair doenças sexualmente transmissíveis, dentre elas a síndrome da imunodeficiência adquirida (Aids). 1-3 Desse modo, pensar em boa qualidade de vida e integridade dos idosos, aliadas aos aspectos sociopsicoculturais do envelhecimento humano, eixo da linha da pesquisa aqui delineada, abaliza sobremaneira a escolha desse tema tão real e ao mesmo tempo tão negado no aspecto social e científico, que é a sexualidade em idosos, analisado com ainda maior intensidade quando inserido o tema Aids. Aliada a essa tendência constata-se, ainda, a proximidade da primeira geração de seropositivos aos 60 anos de idade graças ao uso de drogas antirretrovirais que impedem a multiplicação do vírus e o enfraquecimento do sistema imunitário. 4,5 Segundo os dados do Centro de Referência e Treinamento para Doenças Sexualmente Transmissíveis e Aids de São Paulo-SP, nos anos de 1991 a 2007, pessoas com mais de 60 anos etários contraíram o vírus, sendo 950 do sexo feminino e do sexo masculino. 6 Dados semelhantes foram encontrados no estado do Ceará. 7 No Brasil, houve crescente número de idosos infectados por doenças sexualmente transmissíveis: 7% em 1996 e 13% em ,5 Isso, possivelmente, justifica-se pela ausência de campanhas preventivas voltadas à terceira idade, uma vez que a sociedade considera que os idosos não pensam nem usam mais a sexualidade. Além disso, atribui-se tabu e preconceito à sexualidade do idoso. 8 É nesse contexto sociocultural que a sexualidade em idosos surge como algo inadequado, baseado no estereótipo de que eles são desprovidos de desejo e prática sexual. Rotula-se o homem como impotente e a mulher como desprovida de atrativos físicos Aliada a essa ideia, alguns idosos não conseguem exercer sua sexualidade sem tabus e, a partir daí, resistem também ao uso de preservativos.¹¹ No contexto da vulnerabilidade à Aids na terceira idade, a percepção do idoso como desprovido de desejo e prática sexual, torna-se questão de fundamental atenção. Com base nos avanços em recursos medicamentosos, que permitem o uso de drogas de estimulação sexual em idosos com dificuldade de ereção e a reposição hormonal em mulheres, houve prolongamento e manutenção da atividade sexual na terceira idade, 4,12 pois o desejo de satisfação, prazer e amor não se esgotam com o passar dos anos. 13,14 Outro fator determinante para elucidar o exercício da sexualidade na terceira idade foi o aumento do número de casos de Aids entre idosos do sexo masculino com a introdução no mercado de medicamentos para disfunção erétil, como o Viagra, em ,16 De acordo com dados do Ministério da Saúde, nos anos Brasília Med 2014;51(1):4-12 5

3 de 1997 a 2002, enquanto a incidência de Aids entre as mulheres com 60 anos etários ou mais decresceu 55%, entre os homens dessa mesma faixa etária o número cresceu 50%. 4,5 Sousa 17 constatou que a comercialização em larga escala dessa categoria de medicamentos teve, e ainda tem, impacto na vida sexual e na saúde dos usuários, pois isso provocou verdadeira revolução principalmente entre idosos. Esses tiveram convivência muito breve com métodos preventivos em sua adolescência ou na fase adulta, de forma que não se vêem como potenciais infectados pelo vírus da imunodeficiência humana HIV/Aids ou por outras doenças sexualmente transmissíveis. Em 2008, a Campanha do Dia Mundial de Luta Contra a Aids teve como público-alvo a população heterossexual com mais de 50 anos de idade. 4,5 A escolha desse público ocorreu em razão de a incidência de Aids praticamente ter duplicado nessa população nos últimos dez anos, 18 ou seja, de 7,5% em 1996, para 15,7% em Dados do estudo de Martins 19 revelam que as pessoas acima de 50 anos de idade têm vida sexualmente ativa, 73,1% tiveram atividade sexual no último ano e apenas 22,3% usaram preservativo no último intercurso, ao contrário da população de 15 a 24 anos, em que 57,3% o usaram na última relação. A Campanha Clube dos Enta, que tem como slogan Sexo não tem idade. Proteção também não, trata de assuntos ligados à atividade sexual, como o uso do preservativo, além de oferecer dicas para melhorar o desempenho sexual depois dos 50 anos etários. 17 Dessa forma, cada vez mais a Aids, sobretudo na terceira idade, assume o caráter de doença biopsicossocial que determina atitudes multidimensionais, visto que afeta tanto enfermos como seus familiares, parceiros, cuidadores, governos, sistemas juridicolegais, instituições e a própria sociedade como um todo. Portanto, merece atenção direcionada da comunidade científica e acadêmica. 18,19 Diante do cenário exposto, surgiu entre os autores o interesse em realizar esta pesquisa, cujo objetivo foi investigar o perfil de estudantes idosos de uma instituição pública em relação aos seus conhecimentos e suas vivências sobre a sexualidade e a prevenção contra o HIV ou a Aids. MÉTODO Trata-se de estudo transversal, quantidescritivo, realizado em estudantes idosos da Universidade da Maturidade, Universidade Federal de Tocantins, Palmas, Tocantins, no período de setembro de 2010 a abril de Os critérios de inclusão foram: ter idade igual ou superior a 60 anos, estar regularmente matriculado na disciplina Sexualidade e ter assinado o termo de consentimento livre e esclarecido. Os dados foram obtidos utilizando-se os seguintes recursos: aulas expositivas, projeção de filme, questionário e discussão. Na primeira aula, foram realizadas as devidas apresentações, bem como o objetivo da pesquisa, para então iniciar a captação da assinatura do termo de consentimento livre e esclarecido. Após esse momento, os sujeitos participantes responderam individualmente ao questionário elaborado pelas pesquisadoras. Constou de quarenta e cinco perguntas, sendo quarenta fechadas e cinco abertas. Na primeira parte, abordaram-se os dados sociodemográficos, ou seja, idade, estado civil, procedência, residência, sexo, religião, renda mensal, ocupação, número de filhos e atividades de lazer. Na segunda parte do questionário, avaliaram-se comportamentos e práticas sexuais pelo levantamento de conceitos e ideias, interpretações que revelaram os pontos de vista, os estados emocionais e as expectativas dos idosos acerca da sexualidade e da prevenção contra o HIV/Aids. No segundo dia de aula, ainda com o objetivo de levantamento de dados e como um disparador temático para introduzir o tema da sexualidade nessa fase da vida, foi apresentado o filme Elsa e Fred: um Amor de Paixão, que retrata o amor na terceira idade. Em seguida, fez-se a discussão em grupo sobre a película, com foco na sexualidade e afetividade na terceira idade. As falas foram anotadas e serviram para complementar os dados dos questionários da população estudada. Para a análise quantitativa dos dados, utilizaramse a frequência absoluta e o percentual. Os dados 6 Brasília Med 2014;51(1):4-12

4 Alessandra da Rocha Arrais e cols. Atividade sexual e HIV/Aids na terceira idade qualitativos foram analisados com base na técnica de análise de conteúdo. 9 Dessa forma, os relatos foram explorados sob diferentes perspectivas, tanto no levantamento de conceitos e ideias, quanto na análise das interpretações que revelaram os pontos de vista, as vivências, as atitudes e o conhecimento em relação à sexualidade e a Aids. Não se objetivou a categorização do conteúdo com a quantificação da frequência dos relatos. Considerou-se apenas o conteúdo das falas em si e, com base em sua análise, foi possível criar dois eixos temáticos referentes às ideias e às interpretações, que puderam revelar à pesquisadora dados sobre a vivência dos idosos quanto à sexualidade, às doenças sexualmente transmissíveis, à Aids e aos mitos que envolvem esses temas na terceira idade, bem como apresentar as considerações manifestadas por eles quanto à participação nas aulas. A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Católica de Brasília, protocolo n.º 172/2010. RESULTADOS Caracterizou-se a amostra de 74 indivíduos idosos com idade em média de 65,6 ± 7,5 anos e extremos de 60 e 100 anos. A tabela expõe as características da amostra. A maioria dos sujeitos participante era mulher (78,4%). Os indivíduos casados corresponderam a 39,2% da amostra, e os viúvos, divorciados e solteiros representaram 24,3%, 13,5% e 23% respectivamente. Quanto à ocupação, 56,9% dos participantes declararam-se aposentados, 22,9% do lar ou dona de casa, 10,8% trabalhadores e, estudantes, 9,4%. A religião da maioria dos entrevistados (58,1%) é a católica. Os evangélicos somaram 29,7% da amostra, seguidos dos protestantes tradicionais (6,8%) e espíritas kardecistas (5,4%). As principais fontes de lazer dos sujeitos foram: ida à igreja (31,1%) e assistir à televisão (22,9%), tocar instrumentos (17,6%), frequentar a Universidade da Maturidade (14,9%), e utilizar computador e a internet (13,5%). A renda familiar média foi R$ 813,92, com desvio-padrão de R$ 929,85 e variou de 0 a reais. Tabela. Características dos 74 estudantes idosos da Universidade da Maturidade, Universidade Federal de Tocantins, Palmas, Tocantins Sexo Feminino Masculino Estado civil Casado(a) Viúvo(a) Solteiro(a) Divorciado(a) Ocupação Aposentado(a) Do lar Trabalhador(a) Estudante Variáveis n % Religião Católica Evangélica Protestante tradicional Espírita kardecista Lazer principal Ida à igreja Assistir à TV Tocar instrumentos Frequentar a universidade Computador/internet ,4 21,6 39,2 24, ,5 56,9 22,9 10,8 9,4 58,1 29,7 6,8 5,4 31,1 22,9 17,6 14,9 13,5 Os resultados foram agrupados em dois eixos temáticos, que foram construídos de acordo com sua relevância para melhor compreensão do objetivo de estudo. Eixo temático 1: A vivência da sexualidade na terceira idade Quanto à importância do sexo para os entrevistados, 52% consideram a relação sexual importante ou muito importante. Os relatos apreendidos durante os trabalhos de intervenção, em especial, após a análise do filme Elsa e Fred, evidenciam espontaneidade e facilidade dos idosos para abordarem a importância da sexualidade, como se vê nos relatos de distintos sujeitos. Relato 1: Pra mim foi bom, um ato de amor, saúde, prazer, porque sempre participamos Brasília Med 2014;51(1):4-12 7

5 juntos eu e meu marido. Tem que ser com amor na hora certa. É amar, carinho, compreensão, desejo, paixão e muito mais. O amor faz parte da nossa vida, e faz bem para saúde. Relato 2: Sexo é uma necessidade física e biológica de cada ser vivente. Com relação à idade na modificação da frequência das relações sexuais, o percentual de indivíduos os quais acreditam que a idade modifica a frequência para menos da relação sexual é de 48%. Os relatos dos idosos, em especial do sexo feminino, trazem à tona outros fatores, que não as mudanças fisiológicas, associados à idade, para a redução da intensidade de relações sexuais, como a morte do parceiro e o receio ou mesmo o preconceito de desenvolver uma nova relação, conforme se lê nos relatos. Relato 1: No caso, a médica ginecologista pode me ajudar? É porque meu marido não me procura mais, queria saber o que há de errado comigo. Relato 2: Eu sinto tudo isso (desejo), mas não sei o que fazer, meu marido morreu!. Quanto à aceitação da vivência da sexualidade pela família, constatou-se a partir dos dados provenientes do questionário pré-teste que 70% dos participantes acreditam que as famílias de idosos aceitam o desenvolvimento de sua sexualidade. Entretanto, os relatos dos idosos, também obtidos após a análise da obra cinematográfica Elsa e Fred, demonstram a presença de traços de preconceito e aceitação do julgamento de familiares quanto ao desenvolvimento de sua sexualidade, conforme se lê nos relatos: Relato 1: Minha família não aceitaria que eu tivesse outro relacionamento, teria que ser bem escondido. Relato 2: Fred (Filme Elsa e Fred) decidiu enfrentar sua filha. Com relação à idade como fator de modificação da habilidade para ter orgasmo, 43% dos idosos declararam que a idade modifica a aptidão para ter orgasmos, 24% que não modifica e 33% não responderam. O período fisiológico por qual passam as mulheres entrevistadas, nos permitiu considerar que a maioria delas encontra-se em menopausa (80%). Quanto à diminuição do prazer sexual entre as entrevistadas, 59% sentiram ter reduzido o seu prazer durante a prática de relações sexuais e, após a intervenção do programa, houve redução discreta no número de idosas que alegaram a diminuição de seu prazer sexual (55%). Quanto à diminuição do prazer sexual dos idosos, a maioria dos homens (53%) e das mulheres (59%) alegou diminuição do prazer sexual. Eixo temático 2. Representações do idoso acerca de doença sexualmente transmissível/aids As respostas ao questionário indicam que 70% dos entrevistados também creem que as pessoas da terceira idade têm informações sobre Aids. Os relatos dos idosos, por sua vez, contradizem-se entre sujeitos que acreditam ser a Aids um tema assaz discutido e conhecido entre os idosos e aqueles que declararam ser o tema ainda desconhecido por aqueles com grau de escolaridade inferior ou sem acesso a grandes meios de comunicação de massa.¹³ A seguir, alguns trechos dos relatos. Relato 1: Esse daí todo mundo sabe [a respeito do tópico sobre HIV/Aids]. Relato 2: Se não tem TV e rádio, não [a respeito de como se transmite doença sexualmente transmissível]. Relato 3: Nós não, porque nós somos privilegiados, mas nas periferias de Palmas tem muita gente que não se cuida. Relato 4: Nos grandes centros, está cheio de gentonas que não se cuidam. Quanto a ser a Aids doença de jovens, 73% dos idosos acreditam que não. Seus relatos confirmam esse dado. Relato 1: Acho que não tem nada a ver, se você não se cuidar pode pegar doença sexualmente transmissível/ Aids da mesma forma, não importa a idade ; Relato 2: É nada! [Sobre a Aids ser doença de jovens.] Sobre a possibilidade de contaminação do idoso pelo vírus HIV por meio da prática sexual, 89% dos idosos acreditam que uma pessoa mais velha pode contaminar-se com o HIV por meio do ato sexual. Durante as dinâmicas ministradas em aula, os seguintes relatos foram registrados. Relato 1: Claro que idoso com Aids é sem-vergonhice. Relato 2: A Aids só se pega com garotas de programa e mulheres muito cobiçadas. Os idosos, em especial mulheres, demonstraram com base em suas afirmações, acreditar em necessidade de cuidados, também na terceira idade, para se afastarem da contaminação pelo HIV, associando-se à promiscuidade dos homens a maior causa de incidência da doença entre as mulheres. Relato 8 Brasília Med 2014;51(1):4-12

6 Alessandra da Rocha Arrais e cols. Atividade sexual e HIV/Aids na terceira idade 1: A maioria são os homens (idosos que transmitem as doenças sexualmente transmissíveis) e eles são vaidosos. Pegam das novinhas que têm!. Relato 2: Eu acho que todos têm que se cuidar, porque os maridos saem por aí. Olha gente, eu não queria falar não, mas são os maridos que passam para a mulher, e tem muitas mulheres aí que passam para os homens. O percentual de 76% dos sujeitos da pesquisa acredita que pode ocorrer transmissão do HIV por meio de intercurso sexual, sem proteção, com pessoa contaminada. Em relação ao conhecimento do que seja a camisinha, 72% dos idosos alegaram conhecê-la. E 38% dos gerontes afirmaram que já usaram camisinha. Mas, relatos de alguns sujeitos ratificam esse posicionamento: Relato 1: Eu não uso mesmo, não vou mentir, tenho que falar a verdade ; Relato 2: Eu não uso camisinha e nunca usei, mas sei que se não usar pode pegar Aids. Outros informes demonstraram que apesar do conhecimento declarado pelos idosos acerca do que viria a ser camisinha, muitos apontamentos indicaram total desconhecimento por certa parte do grupo. Relato 1: Camisinha, não sei o que é isso, nunca entendi isso ; Relato 2: Eu não sei nada disso, tenho que estudar muito para poder passar nessa matéria ; Relato 3: Eu não sei nem o que é isso [camisinha]. Quanto ao fato de o preservativo inibir o prazer ou quebrar o clima, 20% dos sujeitos acreditaram ser esse motivo importante, e 10%, muito importante para o fato de os idosos não usarem preservativo. Interessantes falas dos idosos foram registradas nos diários de campo e mostraram a influência do parceiro, em especial do sexo masculino, para a decisão de uso ou não do preservativo nas relações sexuais. Seguem trechos. Relato 1: Porque meu marido falou que usar camisinha é como chupar bala sem tirar o papel. Relato 2: Doutora, a minha irmã tinha 47 anos e doze filhos. O doutor aconselhou a levar camisinha, mas o marido não gostou. Disse que não sentia prazer, que não ia usar aquela porcaria e rasgou tudo. Minha irmã ainda abortou mais umas três vezes. Tudo por ignorância dele. Acerca do conhecimento sobre locais de prestação de atendimento específico a doenças sexualmente transmissíveis como a Aids, 35% dos sujeitos participantes declararam saber onde ele é realizado. Em relação ao entendimento de que pessoas com idade superior a 50 anos apresentam menos possibilidades de contaminação por Aids, 53% dos idosos alegaram não ser verdadeira a afirmação. Quanto à realização de testes de HIV/Aids, 60% dos entrevistados jamais realizaram esse tipo de exame. Os relatos dos idosos registraram que apesar de não ser regular a realização de exames de HIV/Aids, os entrevistados mostraram estar aptos à realização dos testes. Relato 1: A pessoa só sabe, só descobre, se tá se fizer o exame. Relato 2: Professora, nunca nenhum médico me pediu para fazer o exame. Relato 3: Eu nunca fiz, mas gostaria de fazer. Relato 4: Eu já fiz. Em relação às fontes de informação sobre o tema doença sexualmente transmissível e Aids, as três principais apontadas pelos idosos foram os serviços de saúde (46%), a televisão (19%), os jornais e as revistas (16%). DISCUSSÃO Por meio desta pesquisa, tornou-se possível conhecer um pouco mais da realidade e do comportamento dos idosos em relação à vivência da sexualidade, bem como ao significado atribuído ao próprio processo de envelhecimento. Foi possível também analisar com eles os riscos de suas ações, quando não tomados os devidos cuidados como o contágio com doenças sexualmente transmissíveis, como a Aids, e ainda os benefícios da sexualidade, tanto nos aspectos biológicos, quanto psíquicos e sociais. Constatou-se ainda ser a idade um importante fator na modificação do desejo sexual e da frequência das relações sexuais, o que pode ser associado, em relação às mulheres entrevistadas, a fatores físico -psíquicos como a menopausa. O idoso brasileiro, como sugere a literatura, 3,6-8,10,20 ainda concebe a doença como o fazia ao tempo de sua juventude, crendo ser esta o resultado de relações casuais ou promíscuas e que os idosos do sexo masculino são os grandes responsáveis pela contaminação de suas parceiras pela manutenção de relações extraconjugais Brasília Med 2014;51(1):4-12 9

7 Nota-se que a crença de que a idade e o declinar da atividade sexual estão unidos tem feito que não se preste atenção suficiente a uma das atividades que mais contribuem para a boa qualidade de vida nos idosos, como é a sexualidade atendida. 18 A maioria das pessoas com idade avançada é capaz de ter relações e de sentir prazer, da mesma forma que os jovens. 17,23 Conforme visto, o tema abordado contraria muitas ideias da sociedade, de que os idosos são alvo de preconceitos, e as pessoas os julgam seres assexuados, 23,24 não cogitam a possibilidade de que uma doença sexualmente transmissível possa fazer parte de seu organismo e partem da ideia de que não há atividade sexual na vida do velho. A sexualidade muda no decorrer do tempo porque as pessoas mudam, crescem e cada um se molda em características próprias. 17,23,24 Com base na pesquisa aqui discutida, delineia-se a sexualidade na terceira idade associada ao HIV/ Aids, quando se nota que a doença sexualmente transmissível está atrelada a essa fase da vida também, trazendo implicações tanto físicas, quanto psíquicas. 17 Os resultados corroboram linhas de pensamento, apresentadas na introdução desse artigo. Sabe-se que, para conhecer a vulnerabilidade e a exposição do idoso ao HIV/Aids, é preciso compreender o contexto em que ele vive e os fatores que os deixam suscetíveis a adoecer. 23,24 Constatouse ainda ser a idade relevante fator na modificação do desejo sexual e da frequência das interações sexuais, o que pode ser associado, em relação às mulheres entrevistadas, a fatores físico-psíquicos como a menopausa já que quase totalidade das entrevistadas declarou encontrar-se nesse período fisiológico ao estado de viuvez ou grau de interesse sexual do parceiro. 10,14 Assim, a frequência de relações sexuais nas mulheres reflete mais a idade do parceiro e sua saúde que a diminuição de interesse ou capacidade sexual da idosa, fator por si criador de obstáculos ao seu desempenho sexual. 9,22,23 Haja vista o déficit de estrogênio peculiar à menopausa determinar a redução da elasticidade da parede vaginal e das funções de suas glândulas mucosas, o que potencializa irritações, incômodo e dores durante as relações. 10,23 Quanto ao entendimento dos entrevistados sobre doenças sexualmente transmissíveis/aids na terceira idade, a crença de ser a contaminação possível pelas atividades sexuais e a redução da associação da doença a faixas etárias mais baixas, em especial neste último, evidencia a importância das atividades de intervenção do programa tendo em vista a comum caracterização pelo idoso da infecção como peculiarmente jovem. Uma pesquisa realizada em pacientes com HIV no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo, mostrou que a Aids é percebida quase maciçamente como doença distante de suas realidades de vida, visto que só pudesse atingir pessoas jovens, de outros tempos, flexíveis na escolha dos parceiros e com atividade sexual pouco convencional. 17 O grupo de sujeitos ainda demonstrou muita resistência ao uso de preservativo durante as atividades sexuais, entendendo-se ser esse comportamento fruto do desconhecimento acerca do modo de uso de preservativo ou confiança no parceiro, durante as respostas colhidas na primeira etapa da pesquisa. Na fase final desta, o fator preferência pela relação sem dispositivo protetor ainda representava ter maior significância nas respostas dos idosos. Os idosos entrevistados mostraram interesse e demandam por campanhas sobre a Aids na terceira idade. Mas, com a realização deste estudo, seus autores perceberam durante as aulas, que os idosos não têm hábito de falar ou expor seus problemas relacionados à sexualidade, sejam eles desejos, satisfações ou insatisfações, e as mudanças fisiológicas observadas assustam de tal maneira as pessoas, que elas se tornam inseguras e passam a questionar se ainda têm condições de desempenhar bem seu papel sexual. Envelhecese enquanto se vive e falar de sexo na terceira idade é falar de vida, talvez de uma de suas mais importantes fontes de motivação para pessoas de todas as idades. 22,25 Por isso, é importante ressaltar a importância das universidades da terceira idade como espaço para o encontro dos idosos, afastando-os de atitudes de isolamento, bem como para o debate em torno da promoção de sua saúde física, psíquica e sexual, 8,10,26,27 em conformidade com o que relataram os entrevistados na reunião dos 10 Brasília Med 2014;51(1):4-12

8 Alessandra da Rocha Arrais e cols. Atividade sexual e HIV/Aids na terceira idade idosos com o fim de lutar por novas conquistas e, com o simples propósito de estarem juntos, é fundamental para o desenvolvimento de práticas educativas de relevância ímpar para a melhora de sua qualidade de vida e para promoção e prevenção das doenças sexualmente transmissíveis. 2,26-28 Os resultados sugeriram que o tema da sexualidade e Aids na terceira idade ainda é propulsor de preconceitos e paradigmas sociais entre os próprios idosos e sua família. As formas de contaminação e práticas preventivas de doenças sexualmente transmissíveis, inclusive o uso de preservativos, são desconhecidas pela maioria dos idosos pesquisados. Essa pesquisa mostrou que apesar das mudanças culturais ocorridas nas últimas décadas e do advento de novas técnicas para prolongar a vida sexual, o esteriótipo do idoso assexuado 24 permanece arraigado na sociedade, influenciando não só as representações dos próprios idosos, 22,23,29 como também as políticas públicas e os programas de investigação. 1,2,5 A Aids é uma doença que envolve não somente aspectos fisiológicos, mas também relações com as pessoas, afetos e valores nas ações do cotidiano. Ademais, o estigma e o preconceito representam obstáculos na luta pela prevenção e pelo combate ao HIV/Aids, colocando as pessoas com HIV em difícil posição diante da vida. 29,30 Na terceira idade, a Aids apresenta-se através de visões estigmatizadas e equivocadas, e o impacto da doença nesse grupo etário não está apenas no diagnóstico, mas também no fato de desvelar os hábitos até então não revelados, como a sexualidade, na qual as manifestações da libido são traduzidas, muitas vezes, pelo preconceito. 17,22 Sexo e doença sexualmente transmissível/aids na terceira idade ainda representam tabu para a população em geral e para os profissionais de assistência a pacientes, que apresentam dificuldades em abordar essas questões em seus atendimentos ou mesmo supor que essas doenças não possam acometer pessoas dessa faixa etária. 20,30 Viver mais e melhor, com melhor qualidade de vida, somado à resistência ao uso do preservativo e às questões culturais tornou o indivíduo idoso mais vulnerável ao HIV/Aids e à vulnerabilidade biológica e social e tornou o gênero outro fator que ratifica a disseminação do vírus da Aids nessa população. Por essa razão, os resultados reforçam a importância do trabalho psicoeducativo sobre sexualidade na terceira idade, no qual os idosos possam expressar livremente suas opiniões sobre a vivência da sexualidade e o conhecimento sobre o risco de contaminação por HIV/Aids, 10,26,28,29 bem como em definir a infecção como uma enfermidade capaz de atingir os indivíduos em qualquer idade ou classe social. A pesquisa também positivou a universidade da terceira idade como espaço adequado para discussão desses temas e reforçar o conceito de que as possibilidades das universidades abertas da terceira idade são numerosas, o que altera atitudes e comportamentos dos idosos e daqueles que atuam diretamente em seu favor, como educadores, cuidadores e familiares. 10,26,28,29 REFERÊNCIAS 1. Programa conjunto das nações unidas sobre HIV/Aids. América Latina: últimas tendências epidemiológicas UNAIDS. 2009a [acesso em 18 out 2010]. Disponível em org.br/doc/dadoslacreport2009.pdf. 2. Programa conjunto das nações unidas sobre HIV/Aids. América Latina: últimas tendências epidemiológicas-unaids. Relatório Global sobre a Epidemia de Aids 2009: Sumário Geral. 2009b [acesso em 18 out 2010]. Disponível em doc/2009-relatorio-global-aids-sumario-geral-port.pdf2009b. 3. Sousa L J. Sexualidade na terceira idade: uma discussão da Aids, envelhecimento e medicamentos para disfunção erétil. J Bras Doenças Sex Transm. 2008;20(1): Ministério da Saúde. Plano integrado de enfrentamento e feminização da epidemia de Aids e outras DST. Brasília: Ministério da Saúde; Ministério da Saúde. Boletim Epidemiológico Aids e DST. Brasília, ano VIII, n.º 1, 26.ª a 52.ª Semanas Epidemiológicas, juldez 2010, 1.ª a 26.ª Semanas Epidemiológicas, jan-jun Lazzarotto AR, Kramer AS, Hädrich M, Tonin M, Caputo P, Sprinz E. O conhecimento de HIV/Aids na terceira idade: estudo epidemiológico no Vale dos Sinos. Ciênc Saúde Coletiva. 2008;13(6): Araújo VLB. Características da Aids na terceira idade em um hospital de referência do Estado do Ceará, Brasil. Rev Bras Epidemiol. 2007;10(4): Saldanha AAW. Representações sobre a Aids na velhice por coordenadoras de grupos da terceira idade. Psico-USF. 2008;13(1): Bardin L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edição 70; Saldanha AAW, Araújo LF, Félix SMF. Aids na velhice: os grupos de convivência de idosos como espaços de possibilidades. In: Brasília Med 2014;51(1):

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