Reunião da Comissão da Indústria

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1 Reunião da Comissão da Indústria Imobiliária da Câmara Brasileira da Indústria da Construção CII/CBIC São Paulo, 19 de Junho de 2015.

2 Carteira Administrada Residencial FGTS

3 Segregação das Funções Agente Operador Gestor CAIXA/VIFUG - Vice- Presidência de Fundos de Governo e Loterias CAIXA/VITER Vice- Presidência de Gestão de Ativos de Terceiros

4 Circular CAIXA nº 671/2015 Consolida as disposições contidas nos seguintes documentos: Resolução CCFGTS nº 602/09 Resolução CCFGTS nº 637/10 Resolução CCFGTS nº 681/12 Resolução CCFGTS nº 702/12 Resolução CCFGTS nº 725/13 Instrução Normativa Ministério das Cidades nº 07/12 Instrução Normativa Ministério das Cidades nº 36/12 Instrução Normativa Ministério das Cidades nº 44/14

5 Circular CAIXA nº 671/15 Regulamenta a aquisição, pelo Agente Operador do FGTS, de cotas de FII, cotas de FIDC, debêntures e CRI Financia a produção de unidades habitacionais enquadradas nos parâmetros do SFH Diversificação regional: Norte => 9,68% Nordeste => 28,20% Sudeste => 42,54% Sul => 11,21% Centro-Oeste => 8,37%

6 Circular CAIXA nº 671/15 No mínimo, 60% dos recursos devem ser alocados em unidades classificadas como habitação popular - PMCMV Cota de financiamento de 80% do VGV dos empreendimentos, limitado a 90% do custo de produção

7 Circular CAIXA nº 671/15 Compõem o custo de produção: Terreno: valor correspondente ao custo de aquisição ou avaliação, o menor; Projetos: valor correspondente ao custo de elaboração dos projetos necessários à execução das obras e serviços propostos, limitado a 3% do custo de produção total; Imóvel: valor correspondente ao custo de edificação ou aquisição do imóvel, incluindo obras e serviços necessários à recuperação e ocupação do imóvel adquirido para fins habitacionais;

8 Compõem o custo de produção: Circular CAIXA nº 671/15 Urbanização e infraestrutura: valor correspondente ao custo das obras e serviços indispensáveis para tornar operativas as obras de edificação, compreendendo abastecimento de água, esgotamento sanitário, energia elétrica/iluminação e vias de acesso e internas da área do empreendimento, admitindo-se ainda obras de drenagem, proteção, contenção e estabilização do solo; Equipamentos comunitários: valor correspondente ao custo das obras de edificação nas áreas comuns do empreendimento voltadas, alternativamente, à saúde, educação, segurança, desporto, lazer, mobilidade urbana, convivência comunitária e geração de trabalho e renda das famílias beneficiadas e assistência à infância, ao idoso ou à mulher chefe de família;

9 Circular CAIXA nº 671/15 Compõem o custo de produção: Trabalho social: valor correspondente ao custo de assistência às famílias beneficiárias, aplicável, exclusivamente aos empreendimentos que contemplem unidades habitacionais cujos valores de avaliação estejam situados nos limites definidos pelo art. 20 da Resolução nº 702, de 4 de outubro de 2012, do Conselho Curador do FGTS, objetivando a correta apropriação e uso das unidades habitacionais produzidas, constituição de condomínio, convivência comunitária ou geração de emprego e renda; Custos indiretos: valor correspondente a custos não previstos nas alíneas anteriores, relacionados à constituição e regularização das unidades habitacionais produzidas, excluindo-se as despesas de comercialização e os valores destinados a remunerar os empreendedores.

10 Circular CAIXA nº 671/15 Taxa de juros (piso para o investidor) MCMV => TR + 6% a.a SFH => TR + 8% a.a

11 Circular CAIXA nº 671/15 Prazos Ativo CRI/Debêntures FII/FIDC Prazo Carência 36 meses meses Prazo Amortização 60 meses (MCMV) Total 96 meses (8 anos) 24 meses 60 meses (5 anos) 90 meses (MCMV) meses (10,5-12 anos) 36 meses meses (6-7,5 anos)

12 Recomendações Circular CAIXA nº 671/15 Que os projetos contemplem a utilização de equipamentos voltados para a preservação do meio ambiente, a exemplo de energia solar, sensores de presença para uso de energia com inteligência, coleta seletiva de lixo, medidores individuais de água e gás, captação e reuso de água da chuva, janelas com venezianas, lâmpadas fluorescentes compactas, etc. Que o executor das obras adote as seguintes providências, de forma a favorecer à preservação ambiental: Minimizar os impactos da obra no meio ambiente; Aproveitar os recursos naturais do ambiente local; Realizar a gestão e economia de água e energia na construção;

13 Circular CAIXA nº 671/15 Recomendações Promover o uso racional dos materiais de construção; Arborizar e estimular o plantio de árvores nos terrenos; Estimular a coleta seletiva de lixo e o reaproveitamento do lixo seco; Promover discussões e difundir entre seus membros conhecimentos sobre reaproveitamento de materiais, uso racional dos recursos naturais, medidas alternativas de baixo custo de aquecimento de água/materiais degradáveis para construção/outros, riscos decorrentes da não preservação ambiental e demais questões pertinentes.

14 Estratégia de Gestão Investimento direto, pela CAIXA, em operações que individualmente são de volume expressivo, normalmente debêntures emitidas por incorporadoras de grande porte Criação de veículos com gestão externa (FII e FIDC), capazes de alcançar o pequeno e o médio incorporador, com operações individualmente de menor valor, com o objetivo de pulverizar a alocação dos recursos da Carteira Administrada

15 Resultados Alcançados Volume de recursos = R$13,5 bilhões, dos quais R$10,68 bilhões já investidos/comprometidos 19 operações: 14 debêntures = R$5,75 bilhões 03 FII = R$980 milhões 01 FIDC = R$450 milhões Porto Maravilha = R$3,5 bilhões 45 incorporadoras financiadas 400 empreendimentos 100 mil unidades financiadas 360 mil empregos, diretos e indiretos, gerados Maior PPP do país

16 Operações Realizadas Pipeline Nova emissão de cotas FII Mauá Nova emissão de cotas FIDC RB Capital Novos FIDC 01 Debênture

17 João Paulo Vargas da Silveira Gerente Executivo Gerência Nacional de Fundos para o Setor Imobiliário Vice-Presidência de Gestão de Ativos de Terceiros Avenida Paulista, 2.300, 11º andar São Paulo SP (11) /

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