ESTUDO SOBRE CONHECIMENTO, ATITUDES E PRÁTICAS (CAP) RELACIONADAS AO HIV & SIDA JUNTO DOS FUNCIONÁRIOS DO MJD

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1 REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA JUVENTUDE E DESPORTOS DIRECÇÃO DE ESTUDOS PROJECTOS E PLANIFICAÇÃO ESTUDO SOBRE CONHECIMENTO, ATITUDES E PRÁTICAS (CAP) RELACIONADAS AO HIV & SIDA JUNTO DOS FUNCIONÁRIOS DO MJD Maputo Outubro de 2010

2 FICHA TÉCNICA Autor: MINISTÉRIO DA JUVENTUDE E DESPORTOS Coordenação: Direcção de Estudos, Projectos e Planificação Pesquisadores Responsáveis: Celmira da Silva (DEPP), Carla Silveira (Assessora Técnica Multissectorial do Programa Geração Biz); Carlos Moreira (DEPP), Tobias Mauoco (DEPP), Arão Cumbane (DEPP) Recolha de dados: Tobias Mauoco (DEPP), Elton Macuacua (DNAJ), Ruth Cangela (DNAJ), Arão Cumbane (DEPP) Banco de Dados, Análise, Organização e Redacção: Carla Silveira (Assessora Técnica Multissectorial do Programa Geração Biz) Carlos Moreira (DEPP) e obias Mauoco (DEPP). Colaboradores: Ivan Roberto Pereira Ernesto e Octávio Zandamela Revisão Linguística: Alfredo Matine Apoio Administrativo: Juliana Lucas Frederico Apoio Financeiro: MJD e UNFPA (Projecto MOZ/05)

3 ÍNDICE ESTUDO CAP CAPITULO I: Sumário Executivo Contextualização Nove áreas prioritárias identificadas e recomendadas Avaliando o impacto de perdas de recursos humanos no sector público Justificação do Estudo Objectivos do Estudo Desenho da Amostra Metodologias Questionário Trabalho de Campo Procedimentos usados na aplicação do questionário Processamento dos dados...16 CAPITULO 2. PERFIL DOS FUNCIONÁRIOS DO MJD Idade Nível de Estudo Sexo Estado Civil Religião Local de trabalho Vínculo Pessoa com quem conversa Meio de Informação CAPÍTULO 3. NÍVEL DE CONHECIMENTO SOBRE O HIV/SIDA Como se apanha o HIV/SIDA Como se previne o HIV/SIDA Onde obter preservativo Usou preservativo na última relação Usa preservativo com parceiro habitual Fez teste voluntário de HIV/SIDA Relacionamento com colega seropositivo Apoio as pessoas seropositivas no trabalho Recorreu a algum tipo de beneficio Que faria se soubesse que é seropositivo CAPÍTULO 4: CONCLUSÕES Estudo CAP Questionário CAP CAPÍTULO 5. RECOMENDAÇÕES...45 Bibliografia...49 ANEXOS

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7 Capítulo 1 Sumário Executivo 5

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9 CAPÍTULO 1 : SUMÁRIO EXECUTIVO 1.1 Contextualização O número de pessoas vivendo com HIV mundialmente continua a crescer, chegando atingir 33,4 milhões [31,1 35,8 milhões] 1 em O número total de pessoas vivendo com o vírus em 2008 foi mais de 20% maior que no ano 2000, e a prevalência foi aproximadamente três vezes maior que em O crescimento constante da população vivendo com HIV reflecte tanto os efeitos das taxas altas de novas infecções por HIV como o impacto benéfico da terapia anti-retroviral. Em Dezembro de 2008, aproximadamente 4 milhões de pessoas em países de renda baixa e média recebiam terapia anti-retroviral um aumento de dez vezes em cinco anos (Organização Mundial da Saúde, Fundo das Nações Unidas para a Infância, UNAIDS, 2009). Ainda em 2008 foram estimados 2,7 milhões [2,4 3,0 milhões] de novas infecções por HIV. Neste âmbito, presume-se que tenha havido 2 milhões [1,7 2,4 milhões] de óbitos devido a doenças relacionadas à SIDA em todo o mundo em Em 2007 e 2008 foram feitos levantamentos domiciliares nacionais incluindo testagem anônima para HIV em 11 países, 9 dos quais eram de África Subsaariana. Além de proporcionar um retrato mais preciso e confiável da epidemia no âmbito global, regional e nacional, as melhorias nos sistemas de vigilância e informações sobre HIV também ajudam os governos nacionais e outros actores a adequar as respostas à SIDA para maximizar o impacto sobre a saúde pública. A África Subsaariana continua a ser a região mais afectada, com 71% de novas infecções por HIV em O ressurgimento da epidemia entre homens que fazem sexo com homens em países de renda alta está cada vez mais bem documentado. Fez-se recentemente em cinco países dois levantamentos domiciliares nacionais de incidência do HIV, tendo-se constato haver redução significativa de novas infecções. Relatório Global sobre a Epidemia de Aids Unaids /

10 Mundialmente, a cobertura de serviços de prevenção da transmissão vertical do HIV (de mãe para o filho) aumentou de 10% em 2004 para 45% em 2008, (Organização Mundial da Saúde, Fundo das Nações Unidas para a Infância, UNAIDS, 2009), e a redução de novas infecções por HIV entre crianças em 2008 sugere que estes esforços estejam salvando vidas. A melhoria no acesso ao tratamento está tendo um impacto significativo. A cobertura da terapia anti-retroviral aumentou de 7% em 2003 para 42% em 2008, com cobertura alta na África oriental e meridional (48%) (Organização Mundial da Saúde, Fundo das Nações Unidas para a Infância, UNAIDS, 2009). Enquanto a ampliação rápida do acesso à terapia anti-retroviral está ajudando a reduzir a taxa de óbitos relacionados à SIDA em muitos países. Há evidência extremamente limitada quanto à contribuição de homens que fazem sexo com homens e usuários de drogas injectáveis para epidemias na África Subsaariana e em partes da Ásia. Nos últimos anos, estudos têm documentado níveis elevados de infecção nestas populações em quase todas as regiões. Em todos os contextos e em diversos tipos de epidemia, está claro que programas para a prevenção de novas infecções entre estas populações devem ser um elemento importante nas respostas nacionais ao SIDA. 8 Também são evidentes lacunas nas formas básicas de prevenção em contextos hiperendêmicos. A África Subsaariana, embora a maioria de novas infecções em muitos países africanos ocorra entre casais heterossexuais mais velhos, são relativamente poucos os programas de prevenção especificamente focalizados em adultos mais velhos. Embora os casais sorodiscordantes representem uma percentagem substancial de novas infecções em alguns países africanos, os programas de testagem e aconselhamento em HIV raramente são voltados especificamente para casais sorodiscordantes. Muitos programas que enfocam os jovens não contemplam alguns dos principais factores determinantes de vulnerabilidade, tais como a alta prevalência de relações intergeracionais em muitos países.

11 Outra lacuna programática evidente em resumos recentes sobre a prevenção do HIV é a falta típica de programas especificamente voltados para pessoas vivendo com HIV. O UNAIDS recomenda que haja esforços urgentes de envolvimento de pessoas vivendo com HIV no planeamento, implementação e monitoria de acções de prevenção, e que estejam fundamentados em princípios de direitos humanos e apoiados por forte protecção legal Nove áreas prioritárias identificadas e recomendadas no relatório de 2009 são: Reduzir a transmissão sexual do HIV; Prevenir a morte de mães e a infecção de bebês pelo HIV; Garantir que pessoas que vivem com HIV recebem tratamento; Prevenir que pessoas que vivem com HIV morram de tuberculose; Proteger usuários de drogas da infecção por HIV; Pôr fim a leis punitivas, políticas, práticas, estigma e discriminação que impedem respostas eficazes à SIDA; Acabar com a violência contra mulheres e meninas; Empoderar os jovens para que se protejam contra o HIV; Aprimorar a proteção social de pessoas afectadas pelo HIV. Os dados de Moçambique sobre HIV & SIDA Número de pessoas vivendo com HIV: [ ] Adultos com idade entre taxa de prevalência: 12,5%% [10,9-14,7%] Adultos com 15 anos e vivendo com HIV: [ ] Mulheres com 15 anos ou mais vivendo com HIV: [ ] Crianças de 0 a 14 que vivem com HIV: [ ] Mortes devidas à Aids: [ ] Órfãos devido à AIDS com idade entre 0-17: [ ] Fonte: Folha epidemiológicos sobre HIV e SIDA, Avaliando o impacto de perdas de recursos humanos 2 no sector público em Moçambique. Um sector público efectivo e eficiente é um pré-requisito para MOÇAMBIQUE: O IMPACTO DO HIV/AIDS EM RECURSOS HUMANOS- ILO/AIDS Março

12 o desenvolvimento mas, está sendo cada vez mais ameaçado pela epidemia de HIV, que mina não somente o capital humano como também os fluxos de recursos disponíveis para financiar o desenvolvimento. As perdas dos agentes e funcionários do Estado devido a pandemia de HIV/SIDA reduzem a capacidade do Estado de oferecer bens e serviços essenciais. Assim, a qualidade e o alcance de serviços públicos, como Educação, Saúde, Justiça, Segurança, Água e saneamento básico, Telecomunicações e Transporte e assim por diante, todos dependem de fluxos financeiros e do estoque de empregados públicos com os requeridos conhecimentos e qualificações. De acordo com declaração da Ministra da Função Pública de 1 de Maio de 2010 é preocupante o impacto negativo que o HIV está a causar neste sector, pois cerca de dois mil funcionários públicos morrem em média anualmente em decorrência da doença. De acordo com a mesma fonte, os dados oficiais de 2008 apontam que cerca de 180 mil moçambicanos afectos ao serviço do Estado estão infectados com HIV, deste numero, 32 mil padece da doença e 10 mil necessita de tratamento anti-retroviral. Isto significa que 17% dos funcionários e agentes do Estado podem estar a viver com a HIV/SIDA, o que representa uma média maior que os 15% de seroprevalência nacional. Em termos de intervenção o Ministério da Função Pública tem desenvolvido acções de operacionalização de actividades de prevenção e educação que consistem nos próprios trabalhadores assumirem o seu papel de educadores. O Programa das Nações Unidas Para o Desenvolvimento (PNUD), recentemente, desembolsou cerca de 900 mil USD para apoiar o combate à doença na Função Pública. 10 A estratégia da Função Pública, aprovada em Abril de 2009

13 tinha a finalidade de reduzir os níveis de infecções no sector que atingem cerca de 19% do total dos funcionários. De acordo com este Ministério, o HIV/SIDA afecta a prestação da Função Pública devido ao absentismo, licença prolongada por doença, encargos sociais relacionados com a enfermidade e morte, além dos custos de reposição da força de trabalho. Estatísticas indicam que os Ministérios do Interior, Saúde e de Educação, os maiores do país, apresentam os números mais elevados de trabalhadores portadores do vírus causador da Sida e a polícia é a instituição pública mais afectada. Mesmo assim são muito limitadas as informações, motivo pelo qual se trabalha com estimativas. Estudo realizado em 2004, indica que a força de trabalho continuava a crescer apesar do impacto do HIV/SIDA no período da projeção. Consequentemente, a força de trabalho será maior em 2020 do que em 2000, mas haverá cerca de 15% menos trabalhadores no final do período, por conta das perdas devido ao HIV/SIDA. Como seria de esperar, as perdas irão se tornando maiores em termos proporcionais e absolutos nos últimos anos do período. Moçambique como qualquer outro país da África Austral, possui altos índices de prevalência do HIV/SIDA, em 15% (RON- DA/ MISAU, 2009). A Estratégia de Redução da Pobreza estabelece uma série de actividades a serem executadas pelo Governo para reformar o setor público de modo que esteja mais bem-preparado para promover o desenvolvimento econômico e social. Baseando-se numa avaliação de que, os serviços públicos não têm capacidade de executar as tarefas essenciais para sustentar o desenvolvimento. Essas deficiências resultam em parte dos baixos níveis de produtividade dos recursos humanos no sector público. 11

14 É neste contexto que o Ministério da Juventude e Desportos, no âmbito do seu Programa de Prevenção e Combate ao HIV/ SIDA POSIDA, através da DEPP com o Apoio do Departamento dos Recursos Humanos, levou a cabo entre os meses de Abril e Agosto de 2009 o seu segundo estudo CAP, com a finalidade de fazer um diagnóstico do Conhecimento, Atitudes e Práticas dos funcionários, permitindo assim uma rerorirentação das intervenções e consequente implementação de programas de prevenção e de mitigação do impacto do HIV/SIDA e outras doenças entre os seus funcionários. 1.4 Justificação do Estudo CAP é um estudo que visa medir o que a população sabe, pensa e a sua forma de actuar perante um determinado problema, por um lado, por outro visa recolher dados, sobre conhecimentos, Atitudes e Práticas e informar sobre possíveis caminhos para intervenção. O estudo CAP foi introduzido no âmbito de estratégias de prevenção de HIV/SIDA e tinha o intuito de identificar as principais características dos funcionários do MJD sobre Conhecimentos, Atitudes e Práticas. O presente trabalho pertence a categoria de estudos avaliativos denominados avaliação formativa, que permitem a obtenção de dados de uma determinada população. Seu objectivo principal é o de identificar possíveis caminhos que possam melhorar as politicas de prevenção e combate ao HIV/SIDA. Nesta ordem de pertinência, o estudo baseou-se sobre HIV/ SIDA e pretende subsidiar as estratégias que estão a ser implementadas pelo MJD, através do Departamento dos Recursos Humanos em todos os níveis. 12 É de realçar que o primeiro estudo foi realizado em 2003 e serviu como base para realização do presente trabalho.

15 1.5. Objectivos do Estudo Objectivo geral apurar Apurar o nível de conhecimento, Conhecimento, atitudes Atitudes e práticas Práticas dos funcionários do MJD em matérias ligadas ao HIV/SIDA Objectivos especificos Ter um diagnóstico do nível de conhecimento dos funcionários do MJD sobre HIV/SIDA, suas fontes de informação, atitudes e padrões de comportamento sexual; Estabelecer dados de base que poderão ser usados para monitorar e avaliar junto dos funcionários os seus conhecimentos, atitudes e comportamento sexual durante a vida dos projectos e Programas; Desenvolver programas apropriados e aceitáveis para os funcionários e seus representantes; e Proporcionar os conteúdos necessários e adequados para o desenvolvimento de material de IEC Desenho da Amostra Participaram voluntariamente ao estudo 236 funcionários do Ministério da Juventude e Desportos, de um total de 464, o que representa uma taxa de resposta de 51%. Tendo em conta esta amostra julga-se que as ilações tiradas deste estudo têm mérito porque a percentagem é representativa. Mais ainda, importa sublinhar que o estudo respeitou os princípios éticos e de liberdade de resposta, ou seja o inquirido tinha liberdade de responder ou não as questões colocadas, o que por si só abriu espaço para se apurar a veracidade das declarações prestadas. 13

16 Nesta conformidade, pode-se garantir que o nível de confiança em relação a veracidade dos resultados e da análise sobre eles situa-se nos 95%, com uma margem de erro de 5%, considerando que factores marginais poderão ter feito com que, algumas questões não fossem colocadas, respondidas ou interpretadas com o cuidado necessário, pelo inquiridor ou o inquirido ou ainda analista Metodologias Para a execução do estudo CAP foram usadas as seguintes metodologias: explicativa, que baseia-se no esclarecimento das questões básicas do estudo e dos processos metodológicos que nortearam a realização da pesquisa; descritiva que faz descrição e caracterização do perfil sociológico dos funcionários; a normativa que se baseia na emissão de opiniões (juízos valorativos) dos dados recolhidos e a prescritiva que propõe/recomenda soluções viáveis e alternativas de políticas e comportamentos a serem adoptados. Trata-se de um estudo quantitativo de carácter transversal e fundamentado em trabalho de campo. Ele envolve o uso de questionário anónimo auto administrado por todos os funcionários do MJD a nível central e provincial Questionário Para a recolha de dados fez-se uso de um questionário que tomou como referência o modelo apresentado no Manual for Monitoring and Evaluation de Family Health International O questionário tipo estruturado auto administrado/respondido pelos funcionários continha 29 perguntas fechadas e 1 pergunta aberta. 14 O aludido questionário foi pré-testado junto de pessoas que não têm vínculo contratual com a instituição observando o nível académico e sexo.

17 Após a devida análise do pré teste do instrumento de pesquisa, modificações foram incorporadas e produziu-se uma versão final do mesmo. O modelo do questionário utilizado encontra-se em anexo. O questionário foi preenchido por todos os funcionários que no momento da colecta se encontravam no local de trabalho e que voluntariamente concordaram em participar na pesquisa Trabalho de Campo A recolha de dados de campo foi realizada no período de Abril a Agosto de Para o efeito foi elaborado um Manual do aplicador que apresenta todas as fases do processo de colecta. Em cada direcção provincial o questionário foi respondido por todos os funcionários que voluntariamente participaram no estudo. Após o preenchimento do mesmo colocava-se em um envelope e estes eram enviados para a coordenação da pesquisa em Maputo. Considerando o número de províncias e o facto de existirem nalgumas províncias assessores de diversos projectos do MJD, estes foram instruídos para apoiarem na realização do trabalho Etapas do Estudo A realização do Estudo CAP dos funcionários teve as seguintes etapas: Março de Elaboração dos documentos base para apresentação no Conselho Técnico Março e Abril de Definição dos técnicos aplicadores/director Abril de Aplicação do inquérito/ recolha dos dados /envio para nível central Novembro de 2009 Elaboração da Base de Dados e Digitação 15

18 Dezembro de 2009 a Março de 2010 Análise e elaboração do relatório preliminar e elaboração do Relatório Final 1.11 Procedimentos usados na aplicação do questionário O questionário foi aplicado pelos funcionários de Nível Central e das DPJDs em suas unidades orgânicas. Em cada província o trabalho era coordenado pelo respectivo director e realizava-se nas respectivas unidades orgânicas. O dia e horário da aplicação do questionário foi informado com certa antecedência, mas esta informação ficou restrita a equipe que aplicou o CAP, para evitar que houvesse preparação anterior dos inquiridos; Antes do momento de aplicação do questionário, certificou-se a presença do técnico responsável; No momento de aplicação do questionário todos possuíam as melhores condições para responder ao questionário, isto é, maior distância possível do colega mais próximo para garantir o secretismo das respostas, condições adequadas de luminosidade; Inicialmente o técnico responsável apresentou-se e descreveu o objectivo do questionário. Dado o objectivo, salientou-se que a resposta ao questionário era voluntária e que qualquer funcionário que não quisesse responder poderia se retirar do estudo. Procurou se também deixar claro que os dados não eram possíveis de serem identificados, ou seja, o estudo era confidencial; 16 O aplicador disse que estava à disposição para esclarecer quaisquer dúvidas de compreensão das questões. No fim da aplicação, o técnico esteve à dispo-

19 sição para esclarecer quaisquer dúvidas que houvessem sobre os temas apresentados; Após a leitura do inquérito os funcionários foram instruídos a não anotar suas respostas durante leitura colectiva. No final de cada questão, o técnico perguntava se havia dúvida. O questionário era de carácter individual e não havia necessidade de expor as respostas individuais ao grupo; Depois de ler as questões, o técnico informou que não havia prazo de tempo delimitado para o preenchimento do questionário; Ao receber os questionários preenchidos, o aplicador, fechou-os e lacrou-os num envelope anotando o local/dpjd em que foi aplicado, horário de início e término da aplicação e escreveu o seu nome. Por fim, entregou todo o material ao supervisor do estudo Processamento dos dados Os dados foram processados em Dezembro de 2009 e usouse software SPSS O SPSS é um software estatístico de grande fidelidade e fiável, uma vez que processa os resultados automaticamente. Este software permitiu a sistematização e quantificação exacta e verídica dos resultados do inquérito, permitiu de igual forma fazer uma análise e interpretação quantitativa e qualitativa dos dados recolhidos. 17

20 18

21 Capítulo 2 PERFIL DOS FUNCIONÁRIOS DO MJD 19

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23 CAPITULO 2. PERFIL DOS FUNCIONÁRIOS DO MJD Uma das componentes temáticas importantes do Estudo CAP, foi a abordagem das características demográficas dos funcionários. Ao todo, concordaram em participar voluntariamente ao estudo 236 funcionários de um universo de 464 3, o que representa uma taxa de resposta de 51% Idade De acordo com o estudo feito cujos resultados estão reflectidos nestes diagramas, depreende-se que o Ministério é composto maioritariamente por uma população que se situa abaixo dos 35 anos de idade (62%, Vide fig. 1), e por conseguinte, jovem. De facto, dos 229 funcionários que responderam a esta questão, 140 têm uma idade inferior ou igual a 35 anos, enquanto que 89 têm idade acima dos 35. A média de idade é de 32 anos (fig.2) de idade, o que corresponde a 8.3% (fig.2). Figura 1 Figura 2 Dado obtido a partir do Departamento dos Recursos Humanos do MJD. 21

24 2.2. Nível de Estudo O gráfico indica que 34.3% dos funcionários entrevistados têm o nível médio que constitui a maioria dos funcionários, o que quer dizer que o Ministério é maioritariamente constituído por funcionários de nível médio. De facto, só 28.8% dos funcionários é que têm formação superior, (veja a tabela 2 em anexo). Figura 3 ESTUDO CAP 2.3. Sexo Quanto ao sexo (vide o diagrama abaixo), o nosso quadro de pessoal é constituído maioritariamente por funcionários do sexo masculino, cerca de 54.3%, que corresponde a 127 funcionários. Enquanto que 45.7%, o equivalente a 109 funcionários, são do sexo feminino. Figura 4 22

25 2.4. Estado Civil ESTUDO CAP Pelo que pode-se observar do quadro de pessoal (vide a tabela 3 em anexo), grande parte dos funcionários do Ministério da Juventude e Desportos são solteiros, o que representa cerca de 45% correspondente a 105 funcionários. A percentagem dos funcionários casados é de 21.5% e dos que vivem maritalmente/mora com parceiro é de 28.3%. Enquanto que 5 funcionários o que representa ( 2.1%) são divorciados e 7 que representam cerca de (3%) são viúvos. Figura Religião De acordo com a amostra (vide a tabela 4 em anexo), o Ministério da Juventude e Desportos é constituído maioritariamente (60.8% do total dos funcionários que preencheram os inquéritos) por funcionários que professam a religião católica. Cerca de 15.1% professam a religião protestante, 11,6% são mahometanos, enquanto que 2.2% são ateus. Figura 6 23

26 2.6. Local de trabalho ESTUDO CAP A tabela número 5 em anexo mostra que a maioria dos funcionários estão afectos às direcções provinciais, cerca de 66.4%, comparativamente com o nível central que têm cerca de 34%. Estes dados levam a concluir que o MJD deve incidir mais com os seus programas virados a prevenção e apoio ao funcionário vivendo com o HIV/SIDA nas direcções provinciais pois é lá onde se encontra a maioria dos funcionários. Figura Vínculo De acordo com esta amostra (vide a tabela 6 em anexo), o MJD é constituído maioritariamente por funcionários com nomeação definitiva (cerca de 64.6%), enquanto 26.5% têm nomeação provisória e 9% são contratados. Figura 8 24

27 2.8. Pessoa com quem conversa De acordo com a tabela número 7 em anexo, a maioria dos funcionários (40.6%) conversa com amigos para tirar dúvidas sobre assuntos relacionados com a sexualidade, 17.9% com membro da família, 13.5% com activistas, 10% com os trabalhadores da saúde, 9.6% com os pais, 5.2% não conversa com ninguém e 3.2% com conselheiros de iniciação. Assim, o estudo conclui que a maioria dos funcionários do MJD tem mais abertura com dos amigos. Figura Meio de informação De acordo com o diagrama abaixo, a maioria dos funcionários (41.6%) busca informações sobre a sexualidade na televisão, 24% na rádio, 21.5% através de panfletos/cartazes. Estes dados levam a concluir que os funcionários do MJD buscam informações relacionadas com a sexualidade junto dos órgãos de informação, em particular a televisão. Figura 10 25

28 26

29 Capítulo 3 NÍVEL DE CONHECIMENTO SOBRE O HIV/SIDA 27

30 28

31 CAPÍTULO 3: NÍVEL DE CONHECIMENTO SOBRE O HIV/SIDA 3.1. Como se apanha o HIV/SIDA Segundo a tabela 8 em anexo, no que tange a forma como se apanha o HIV/SIDA, o grosso dos funcionários revela ter um conhecimento profundo sobre a matéria pois, analisada a grelha de perguntas e pelas respostas dadas, mais de 50% respondeu positivamente Como se previne o HIV/SIDA Em relação aos métodos de prevenção do HIV/SIDA (Vide a tabela 9), as respostas indicam um nível de conhecimento elevado pois, cerca de 90% respondeu positivamente. No entanto, há necessidade de se continuar com as campanhas de educação sobre prevenção do HIV/SIDA uma vez que persistem deficiências de conhecimentos Onde obter preservativos Em relação a pergunta onde obter preservativos, o grosso dos inquiridos 56% respondeu nos hospitais ou centros de saúde, 31.9% nas farmácias, 8% com amigos, 2.1% na loja e 2% em outros locais. Conclui-se que os funcionários do MJD recorrem mais aos hospitais ou centros de saúde para a obtenção do preservativo. Nesta conformidade, sugere se que a instituição crie formas de disponibilizar este meio (fornecimento na instituição) Usou preservativo na última relação O diagrama abaixo indica a frequência do nível de uso do preservativo. Quanto à questão se usou o preservativo na última relação, 65.4% usou o preservativo e 34.6% não usou, o que 29

32 leva a concluir que os funcionários têm conhecimento da necessidade da sua utilização. Figura Usa preservativo com parceiro habitual Como ilustra o diagrama abaixo, o maior número (55.6%) de funcionários do Ministério da Juventude e Desportos usa o preservativo com o seu parceiro habitual. Enquanto que 44.4% não usa. Embora a resposta seja satisfatória julga-se que pela diferença miníma percentual deve-se chamar atenção a este facto. Figura Fez teste voluntário de HIV/SIDA 30 Segundo o diagrama abaixo, o grosso do pessoal do MJD (78.3%) fez o teste voluntário de HIV/SIDA. Enquanto que 21.7% não fez. Estes dados mostram que os funcionários

33 preocupam-se em conhecer o seu estado serológico. Figura Relacionamento com colega seropositivo No tocante ao relacionamento com colegas seropositivos (Vide em anexo a tabela 10), isto é, atitudes não discriminatórias, existiu uma dualidade de respostas pois metade respondeu positivamente enquanto que a outra negativamente, o que leva a concluir que deve-se fazer um trabalho profundo com os colegas que descriminam os outros Apoio as pessoas seropositivas no trabalho Em relação a pergunta se existia no trabalho algum tipo de apoio ou benefício para pessoas portadoras de HIV/SIDA, cerca de 51.6% respondeu positivamente, enquanto que 48.4% respondeu que não (vide gráfico abaixo). A proximidade das respostas indica claramente que há lacunas na divulgação de informação sobre as medidas de apoio. Figura 14 31

34 3.9. Recorreu a algum tipo de benefício Em relação a pergunta se se recorreu a algum tipo de benefício, 89.6% dos inquiridos respondeu negativamente. O que provavelmente reflecte por um lado, que grande parte dos inquiridos não têm conhecimento/informação sobre a existência de pacotes de apoio relacionados com HIV/SIDA e por outro, que existe deficiência na divulgação de tais programas de apoio. Figura Que faria se soubesse que é seropositivo? Em relação a pergunta que faria se soubesse que é seropositivo, a maioria dos inquiridos demonstra um nível satisfatório de como lidar com a sua condição de ser seropositivo, pois, mais da metade da nossa amostra, respondeu positivamente enquanto que os restantes negativamente o que leva a concluir que os funcionários têm conhecimento profundo sobre a matéria. 32

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37 Capítulo 4 CONCLUSÕES 35

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39 CAPÍTULO 4: CONCLUSÕES O estudo cujo relatório se apresenta tinha como objectivo primário apurar o nível de Conhecimento, Atitudes e Práticas em matéria de HIV/SIDA. As conclusões e recomendações do estudo irão incidir primeiro sobre os resultados do Estudo CAP, e segundo, sobre a avaliação do Questionário CAP utilizado na realização do estudo. Estudo CAP Em termos de caracterização etária, o Ministério da Juventude e Desportos é composto maioritariamente por funcionários que se situa abaixo dos 35 anos de idade (62%), e por conseguinte, jovens. Em termos académicos, a maioria dos funcionários entrevistados têm o nível médio (34%). Por outras palavras, o Ministério é maioritariamente constituído por uma população de funcionários de nível médio. Neste contexto, é necessário que os programas que são concebidos no âmbito do HIV/SIDA tomem em conta a necessidade de se adoptarem conteúdos que transmitam conhecimentos básicos e acessíveis para a fácil compreensão e apropriação do grosso dos funcionários. No que concerne ao estado civil a maior parte dos funcionários do Ministério da Juventude e Desportos são solteiros, cerca de 45%. Em relação à religião constatou-se que o Ministério da Juventude e Desportos é constituído maioritariamente por funcionários que professam a religião católica (60.8%). Em relação a pessoa com quem conversa, a maior parte dos funcionários (40.6%) conversa com amigos para tirar 37

40 dúvidas sobre assuntos relacionados com a sexualidade. No que tange a maneira de como se apanha o HIV/SIDA, o grosso dos funcionários revela ter um conhecimento profundo sobre a matéria pois, analisada a grelha de perguntas e pelas respostas mais de 50% respondeu positivamente. Em relação aos métodos de prevenção do HIV/SIDA, as respostas indicam um nível de conhecimento elevado pois, cerca de 90% respondeu positivamente. No entanto há necessidade de se continuar com as campanhas de educação sobre prevenção do HIV/SIDA na medida em que persistem algumas deficiências de conhecimentos. Em relação à pergunta onde obter preservativos, o grosso dos inquiridos mostrou ter pleno conhecimento, do ponto de vista de informação necessária. Conclui-se ainda que os funcionários do MJD recorrem mais aos hospitais ou centros de saúde (56%) para a obtenção do preservativo, ao que se sugere que a nível da institução se crie formas de poder disponibilizar este meio (fornecimento na instituição). Quanto à questão se usou o preservativo na última relação, a maioria dos funcionáros (65.4%) usou o preservativo, o que leva a concluir que os funcionários têm conhecimento da necessidade da sua utilização. No que diz respeito ao teste voluntário, a maioria dos funcionários inquiridos (78.3%) fez o teste voluntário de HIV/ SIDA. Estes dados mostram que os funcionários preocupam-se em conhecer o seu estado serológico. 38 No tocante ao relacionamento com colegas seropositivos, isto é, atitudes não discriminatórias, existiu uma dualidade

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