EXPLORAÇÃO SEXUAL DE ADOLESCENTES QUE VIVEM NAS RUAS: A VULNERABILIDADE AO HIV/AIDS

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1 919 EXPLORAÇÃO SEXUAL DE ADOLESCENTES QUE VIVEM NAS RUAS: A VULNERABILIDADE AO HIV/AIDS SEXUAL EXPLOITATION OF ADOLESCENTS LIVING IN THE STREETS: THE VULNERABILITY TO HIV / AIDS Cylira Boy de Vasconcelos e Silva Enfermeira. Graduada pelo Centro Universitário do Leste de Minas Gerais - Unileste. Laryssa Silva Santos Enfermeira. Graduada pelo Enfermagem. Centro Universitário do Leste de Minas Gerais - Unileste. Vitoria Augusta Teles Netto Pires Mestre em Saúde e Enfermagem. Especialista em Saúde Pública pela Escola de Enfermagem da UFMG. Docente do Centro Universitário do Leste de Minas Gerais Unileste. hotmail.com RESUMO A violência sexual praticada contra adolescentes caracteriza-se como fator de vulnerabilidade dos jovens frente ao HIV/AIDS. No Brasil, este fenômeno apresenta-se em forma de epidemias regionais, com tendências de pauperização e o aumento de infectados, principalmente as mulheres. Trata-se de uma pesquisa exploratória, descritiva, com abordagem qualitativa, que teve por objetivo investigar o conhecimento de adolescentes do sexo feminino que vivem nas ruas e são vítimas de exploração sexual, sobre os riscos de infecção pelo HIV/AIDS aos quais estão expostas. Foram entrevistadas adolescentes entre 16 e 18 anos e avaliado o relacionamento familiar; o conhecimento sobre o HIV/AIDS; histórico de uso de drogas, sexualidade e prevenção de doenças. Os resultados revelaram que os principais motivos que levaram essas adolescentes à rua foram a violência doméstica, o baixo nível sociocultural e econômico familiar e o abuso de múltiplas drogas, aumentando a vulnerabilidade ao HIV/AIDS. A situação identificada indica a necessidade de criação e ampliação de estratégias específicas, de prevenção e de combate aos riscos de contrair o HIV/AIDS por este grupo de adolescente de forma mais efetiva, integral e participativa. PALAVRAS-CHAVE: Adolescente. Síndrome da Imunodeficiência Adquirida. Vulnerabilidade. ABSTRACT The sexual violence against adolescents characterized as a factor of vulnerability of young people to HIV/AIDS. In Brazil, this phenomenon presents in the form of regional epidemics, with trends of impoverishment and the increase of infected people, especially women. This research was conducted following a qualitative methodology, exploratory and descriptive, aiming to investigate the knowledge of adolescent girls living on the streets and become victims of sexual exploration on the risks of HIV/AIDS to which they are exposed. Teenagers were interviewed between 16 and 18 years with issues related to schooling, family relationships, knowledge about HIV / AIDS, history of drug use, sexuality and disease prevention. The results showed that the main reasons for these adolescents were on the street domestic violence, low family sociocultural and economic status and drug abuse increases vulnerability to HIV/AIDS. These findings indicate the need for the creation and expansion of specific strategies to prevent and combat HIV/AIDS for this group of adolescents in a more effective, integrated and participatory.

2 920 KEY WORDS: Adolescent. Acquired Immunodeficiency syndrome. Vulnerability. INTRODUÇÃO A epidemia da infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) desafia a sociedade, o sistema de saúde e seus profissionais, tanto no âmbito da prevenção como na assistência. Constitui um fenômeno global, complexo, dinâmico e instável, cuja forma de ocorrência nas diferentes regiões do mundo depende, entre outros fatores determinantes do comportamento humano individual e coletivo (BRITO; CASTILHO; SZWARCWALD, 2001). No Brasil, a propagação da infecção pelo HIV vem sofrendo transformações significativas no seu perfil epidemiológico, com tendência de pauperização da população infectada e aumento de casos em heterossexuais principalmente mulheres, crianças e jovens (BASTOS; SZWARCWALD, 2000; GRIEP; ARAÚJO; BATISTA, 2005). Desde o início da epidemia, no início dos anos 80, dados do Ministério da Saúde comprovam que mais de 70% dos casos de HIV/AIDS correspondem a indivíduos entre 20 e 39 anos, (BRASIL, 2006; BRITO; CASTILHO; SZWARCWALD, 2001). Tendo em conta que a pessoa infectada pelo HIV leva cerca de dez anos, em média, para evoluir para AIDS, pode-se considerar que esses adultos tenham se infectado quando adolescentes ou adultos jovens (BRASIL, 2006; PAIVA; PERES; BLESSA, 2002). A adolescência é a etapa da vida compreendida entre a infância e a fase adulta, marcada por um processo de crescimento e desenvolvimento biopsicossocial. Constitui-se de momentos de transformações físicas, psicológicas, sociais e cognitivas. É uma fase singular, podendo ser compreendida a partir de diferentes critérios, ou seja, cronológico, do desenvolvimento físico, sociológico, psicológico, ou da combinação dos mesmos (BRASIL, 2005; 2006; SCHWONKE; FONSECA; GOMES, 2009). Do ponto de vista cronológico, considera-se adolescente, de acordo com a Lei de 13 de junho de 1990, em seu art. 2º, que dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) a pessoa entre doze e dezoito anos de idade (BRASIL, 2008). A Organização Mundial da Saúde (OMS) delimita a adolescência como a pessoa entre os dez e 19 anos de idade. O Ministério da Saúde toma por base a definição da OMS (BRASIL, 2006), critério, também, adotado por esta pesquisa. Biologicamente, a adolescência é sinalizada pela aceleração rápida do crescimento que compreende o crescimento do esqueleto, dos músculos, desenvolvimento do sistema cardiovascular e respiratório e pelo início do desenvolvimento sexual. Psicologicamente, o início da adolescência é sinalizado por uma aceleração do crescimento cognitivo e da formação de personalidade; socialmente, este é um período de preparação intensificada para o futuro papel de um jovem adulto (GOMES; CARAMASCH, 2007). A vulnerabilidade dos jovens deve-se ao fato de ser um grupo social que se encontra em fase de importantes transformações biológicas e mentais, articuladas a um redimensionamento de identidades e de papéis sociais. O grupo social é o apoio do adolescente na sua construção da independência dos pais e do desligamento do núcleo familiar para o âmbito social. No grupo, todos os adolescentes estão vivendo

3 921 o mesmo processo e sentem-se mais seguros, protegidos e amparados. O grupo representa de certa forma a própria identidade de cada adolescente que nele esteja inserido (BRASIL, 2005; SCHWONKE; FONSECA; GOMES, 2009). A situação dos adolescentes em relação aos riscos de infecção pelo HIV/AIDS fica comprometida em função dos fatores relativos a imaturidade cognitiva e percepções de vulnerabilidade próprias desta faixa etária. Avaliações sobre alterações comportamentais sugerem que sem uma apreciação pessoal, do risco, os comportamentos tendem a não se alterar, apesar do adequado conhecimento sobre as chances de infecção pelo HIV/AIDS (BRASIL, 2006). Os adolescentes que estão nas ruas em precárias condições de vida, tornamse mais vulneráveis às doenças sexualmente transmissíveis - DST/AIDS devido a vários fatores, como o uso e abuso de drogas lícitas e ilícitas, relações sexuais desprotegidas, dificuldade para aquisição dos preservativos, violência doméstica e exploração sexual comercial (CARVALHO et al., 2006; NOTO et al., 2004). A faixa etária em que a HIV/AIDS é mais incidente, em ambos os sexos, é a de 20 a 59 anos de idade. Porém, a faixa etária de treze a dezenove anos é a única em que o número de casos de HIV/AIDS é maior entre o sexo feminino. Esta constatação apresenta-se desde 1998, com oito casos em meninos para cada dez casos em meninas. Esta realidade pode ser explicada, além dos outros fatores citados, pelo início precoce da atividade sexual das adolescentes do sexo feminino em relação aos adolescentes do sexo masculino, o que, normalmente acontece com homens com maior experiência sexual e mais expostos aos riscos de contaminação por HIV e pela AIDS. Além disso, a exploração sexual caracteriza-se como fator de vulnerabilidade das jovens frente ao HIV (BRASIL, 2006; 2010). A exploração sexual do adolescente é definida como uma relação comercial de abuso do corpo de jovens por exploradores sexuais, sejam eles as articuladas redes de comercialização local e global, pais ou responsáveis ou mesmo os consumidores de serviços sexuais pagos. No mercado formal a jovem é aliciada diretamente por uma terceira pessoa que não é o cliente final dos serviços, havendo uma relação tríplice. No mercado informal quando não existe essa terceira pessoa que as alicia, as crianças e adolescentes oferecem seu serviço diretamente aos clientes interessados na sua oferta (FALEIROS E., 2000; FALEIROS V., 2004). No mercado formal, o agenciador tem participação efetiva nos lucros obtidos pela prática dos serviços sexuais oferecidos e a relação entre as jovens e os clientes é regida por vínculos rígidos. No mercado informal pode existir o cafetão ou um parceiro que se aproveitam destas jovens para tirar vantagens financeiras extras pelos serviços sexuais oferecidos. Porém, a relação entre as jovens e clientes flui de forma menos rígida e o pagamento pode acontecer em forma de presentes, promessas diversas como favores, mudança de status e ganhos materiais por parte dos clientes (FALEIROS E., s.d. apud CERQUEIRA-SANTOS et al., 2008). Além da própria multiplicidade de parceiros e todos os fatores relatados, essas jovens são vulneráveis devido a violência imputada pelos próprios parceiros e clientes, sendo, inclusive, obrigadas a não utilizar o preservativo, violando o seu direito de proteção ao HIV/AIDS. A relação de poder que o cliente exerce sobre essas jovens pode, em parte, estar relacionada às leis de mercado da contemporaneidade, fazendo com que as adolescentes sejam vistas como mercadorias, as quais devem adequar-se às necessidades e exigências do

4 922 consumidor, diminuindo o poder de negociação do uso do preservativo (ESPÓSITO; KAHHALE, 2006). Esta pesquisa se justifica pela elevada prevalência de mulheres infectadas pelo vírus do HIV e com AIDS, contaminadas, provavelmente quando jovens. A vulnerabilidade do adolescente, esta relacionada com a fase de transição e de mudanças que se encontra aliada a outras características próprias do grupo e a própria vivência dos riscos inerentes ao sexo, com múltiplos parceiros e na maioria das vezes sem um mínimo de informação necessária à prevenção do HIV/AIDS. As jovens estão expostas a diversas doenças, apresentando um grupo de alto risco pelo elevado número de parceiros, práticas sexuais de risco, uso indiscriminado de entorpecentes, álcool e a marginalização, tornando este contexto um importante problema de saúde pública (BRASIL, 2006). A enfermagem, considerada como um campo de aplicação técnico-científica e de produção científica tem o desafio de avançar na construção de conhecimentos e práticas voltadas à promoção à saúde dos adolescentes, para além do simples atendimento clínico, alcançando-os em seu grupo e compreendendo-os como seres integral, com características e necessidades próprias. Neste contexto, esta pesquisa teve como objetivo investigar o conhecimento de adolescentes do sexo feminino, que vivem nas ruas e são vítimas de exploração sexual sobre os riscos de infecção pelo HIV/AIDS as quais estão expostas. METODOLOGIA Trata-se de uma pesquisa exploratória, descritiva, com abordagem qualitativa. Como instrumento de coleta de dados foi utilizado um roteiro de entrevista, semiestruturado, com abordagem relacionada ao conhecimento das entrevistadas sobre os riscos aos quais estão expostas em relação à infecção pelo HIV/AIDS. As informantes foram adolescentes do sexo feminino que viviam nas ruas na região do Vale do Aço, na faixa etária de dez a 19 anos, conforme definição da OMS. No período da pesquisa as informantes frequentavam uma instituição de recuperação localizada na cidade de Coronel Fabriciano em Minas Gerais. O grupo compôs-se de 10 participantes, que representaram o total de adolescentes que frequentavam a instituição à época da pesquisa, identificadas pelo codinome de Lucíola, seguido de numerais arábicos de acordo com a ordem das entrevistas. O codinome é uma homenagem ao livro Lucíola, um romance do escritor brasileiro José de Alencar, publicado em 1862 e que marcou período escolar de alfabetização das pesquisadoras. A coleta dos dados foi realizada no período de abril a agosto de As entrevistas foram gravadas com um gravador da marca broksonic, modelo tsg-45, AM/FM, stéreo, com a anuência das entrevistadas e posteriormente, transcritas na íntegra. Para a análise, foram realizadas várias leituras dos dados com o objetivo de levantar as unidades de registro que mais se evidenciaram nos depoimentos para, a partir daí, identificar e selecionar as informações mais relevantes que atendessem ao objetivo da pesquisa, sustentadas pelo referencial teórico que permeou estudado. Por se tratar de uma pesquisa que envolve seres humanos, os cuidados éticos foram assegurados em todas as etapas pela observação dos critérios da Resolução nº 196 de 10 de outubro de 1996, do Conselho Nacional de Saúde (BRASIL, 1996).

5 923 Os sujeitos foram informados sobre o objetivo da pesquisa, assinaram um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), assim como seus responsáveis, permanecendo com uma via do termo, recebendo todas as informações referentes à sua participação. O responsável pela instituição assinou um termo de consentimento de pesquisa, sendo-lhe garantido o anonimato das informações e do nome da Instituição. RESULTADOS E DISCUSSÃO Perfil Sociocultural e Econômico das Adolescentes O perfil sociocultural e econômico das adolescentes foi determinado pelo sexo feminino, faixa-etária de anos, escolaridade e renda familiar per capita. As adolescentes são oriundas de famílias com baixa situação socioeconômica, com renda per capita inferior a meio salário mínimo. A diferença entre as faixas de renda do grupo não é significativa, mas ao se comparar o nível de escolaridade das participantes, identificou-se entre as participantes 6, 7, 8 e 10 (40%) uma tendência de elevação de renda familiar, provavelmente relacionada a frequência escola por mais tempo. A baixa escolaridade esteve representada por oito (80%) das adolescentes que apresentaram primeiro grau incompleto (QUADRO 1). QUADRO 1 - Perfil sociocultural e econômico das participantes. Vale do Aço MG INFORMANTES IDADE ESCOLARIDADE RENDA FAMILIAR PER CAPITA (R$)* Lucíola 1 16 anos sabe ler e escrever 120 Lucíola 2 17 anos 4º ano / 1º grau incompleto 100 Lucíola 3 17 anos 5º ano / 1º grau incompleto 95 Lucíola 4 18 anos 4º ano / 1º grau incompleto 112 Lucíola 5 18 anos 3º ano / 1º grau incompleto 109 Lucíola 6 16 anos 7º ano / 1º grau incompleto 118 Lucíola 7 18 anos 9º ano / 1º grau incompleto 111 Lucíola 8 18 anos 4º ano / 1º grau incompleto 114 Lucíola 9 17 anos 4º ano / 1º grau incompleto 98 Lucíola anos 1º ano / 2º grau incompleto 137 FONTE: Dados da Pesquisa *Salário mínino vigente: R$ 510,00 Para o Ministério da Saúde a pauperização das famílias brasileiras vem sendo apontada como um dos fatores determinantes do ingresso de crianças e adolescentes na prostituição, pela queda do poder aquisitivo do chefe de família, pelo aumento de mulheres (sozinhas) como chefes de família e pelo número crescente de desemprego (BRASIL, 2006). Schwonke, Fonseca e Gomes (2009) relatam que os adolescentes demonstram dificuldades de adaptação na escola, o que os leva a um rendimento escolar baixo, gerando, assim, descaso e o abandono da escola sem terem aprendido praticamente nada, a não ser escrever o próprio nome. Os autores explicam que a obrigação e a necessidade de levar dinheiro para a casa, o desinteresse pela escola aliados ao sistema de ensino que ignora o contexto de vida

6 924 dos jovens de rua, terminam por comprometer o futuro destes jovens para a vida adulta. Não qualificados profissionalmente, perdem todas as raras oportunidades que têm perante a vida. Então, só resta a rua, onde eles encontram oportunidades em abundância para viver, trabalhar e aprender de forma limitada, com acesso restrito as informações e sem possibilidades de escolhas. Por conseguinte, tornamse mais frágeis, mais vulneráveis. Neste contexto, Moura, Harpham e Lyons (2003), explicam que os adolescentes que não estão inseridos nas escolas são mais suscetíveis a adotar comportamento de risco, uma vez que detêm mais mitos em relação à infecção pelo HIV/AIDS, além de terem dificuldade de mudar suas crenças em função das informações reduzidas ou deturpadas sobre os mecanismos de contaminação e adoecimento. HIV/AIDS: crenças e práticas Na abordagem do conhecimento sobre o HIV/AIDS, suas formas de transmissão, modos de prevenção, se fizeram o teste anti HIV e se faziam uso de preservativo em todas as relações ou se isto é negociável, algumas relataram que: Leva a morte. É uma doença transmissível, tem pessoas que tem preconceito e medo (Lucíola 1, 16 anos). Sei que é transmitido por relação sexual, drogas injetáveis e no dentista (Lucíola 3,17 anos). Sei que HIV se transmite se você não usar camisinha [...] Com os meus parceiros eu uso camisinha direto na noite, mas com o meu namorado realmente eu não uso, pois eu confio nele (Lucíola 7, 18 anos). [...] Me protejo as vezes usando preservativo. As vezes bebo mas não perco a noção das coisas (Lucíola 1, 16 anos). Quando saía sempre usava preservativo... Eu só não usava com uma pessoa só [...] Porque nós já temos um caso bem antigo [...] Ele é casado e é um pai de família [...] (Lucíola 5, 18 anos). A maioria era casada [...] Tem uns que falam que se arrependem até de sair com outras, de trair a mulher. Por isso acho que eles não têm doença. (Luciola3, 17 anos). [...] se meu cliente me pagasse um dinheiro a mais, eu não usava nada [...] Foi Deus que me protegeu por não ter nada. Pois eu era muito corajosa. (Lucíola 8, 18 anos). Os relatos revelam que todas as adolescentes demonstram ter conhecimento sobre a necessidade e os meios de prevenção do HIV/AIDS. No entanto, com os namorados, casos antigos e homens casados não utilizam o preservativo por se tratarem de pessoas que elas consideram de sua confiança. Nas situações em que o cliente não aceita o uso da camisinha. A adolescente Lucíola 8 negociava para não usar camisinha por um dinheiro a mais, assumindo o risco de contrair o HIV. Os depoimentos corroboram com as pesquisas de Schwonke, Fonseca e Gomes (2009), quando afirmam que as adolescentes se expõem mais a situações

7 925 vulneráveis, principalmente com relação a relacionamentos instáveis, porém fixos, quando não se usa preservativos na atividade sexual, aumentando significativamente as chances de exposição às doenças sexualmente transmissíveis. A pesquisa realizada por Simon, Silva e Paiva (2002), em Ribeirão Preto, com 13 jovens envolvidas com a exploração sexual, também constataram que embora elas demonstrassem conhecimento sobre medidas preventivas contra o HIV/AIDS, não as praticavam, pois acreditavam na predestinação como fator determinante para a infecção pelo HIV/AIDS, além de representar uma espécie de garantia de afetividade nos relacionamentos, seja com o companheiro, namorado ou cliente fixo. Essas contradições agem como possíveis fatores impeditivos para adoção de comportamentos preventivos consistentes. Segundo Brêtas et al. (2009), o componente individual da vulnerabilidade se constitui em aspectos cognitivos, como a capacidade do indivíduo em processar informações e incorporá-las às suas preocupações diárias (informação, consciência do problema e das formas de enfrentá-lo); comportamentais pelo fato de ter o interesse e a habilidade para mudar de atitudes e sociais pelo acesso a recursos e poder para assumir práticas protetoras. As três (30%) informantes que tinham filhos realizaram o exame anti HIV. Relataram tê-lo feito por necessidade, em função do pré-natal, uma vez que este é um dos exames exigidos para o acompanhamento da gestação. Afirmaram que ficaram receosas no momento de acessar o resultado. As sete (70%) que responderam não, ao mesmo questionamento manifestaram ter medo de realizar o exame e obterem um resultado positivo, pois elas têm consciência que estão em comportamento de risco. Corroborando estes resultados Garcia e Koyama (2008) explicam que o estigma e a discriminação associados ao HIV/AIDS podem reduzir/dificultar a procura pela realização do teste, devido ao receio do resultado, bem como a busca de tratamento. Exploração Sexual: os caminhos percorridos Ao serem questionados sobre como iniciaram sua vida na prostituição as adolescentes relataram que: Eu fui aprendendo com a vida, eu tinha que fazer alguma coisa pra sair da pobreza que vivia, então fui pra rua, no inicio foi difícil. Eu olhava o que as meninas mais antigas faziam, e depois fui fazendo o mesmo, ate ganhar meus clientes [...] (Lucíola 1, 16 anos). [...] Meu pai brigava muito comigo, então resolvi me virar sozinha e fui morar com uma amiga, ai ela me chamou pra fazer uns programas. (Lucíola 9, 17 anos). Ô moça, eu saí da minha casa [...] meus pais me batia demais... Às vezes, ela me batia para machucar mesmo [...] um dia meu pai chegou bêbado em casa e me estrupou, eu contei pra minha mãe mais ela não acreditou em mim, então sai de casa. Não voltei mais. (Lucíola 5, 18 anos). Meus pais morrem... ai fui morar com a família de uma tia minha. Cresci com ela dando tudo que podia pros filhos dela, e não dava nada pra mim.

8 926 Os meus primos judiavam muito de mim, falava de eu não tinha ninguém, e que eu morava lá de favor. Tudo que eu ganhava já estava velho e rasgado. (Lucíola 8, 18 anos). Nos relatos das adolescentes evidenciou-se os aspectos que as levaram a viver nas ruas, como a influência do grupo de amigos na definição de suas opções de vida. Nesta fase é característico pertencer a um grupo de iguais, buscando sua identidade, sofrendo pressões deste grupo para se autoafirmar. Entretanto, são pressões que podem ter efeito negativo, quando a realidade do adolescente é a rua, podendo até determinar o rompimento do adolescente com a família e sua adesão a comportamentos de risco. As dificuldades financeiras, o desprezo, a desagregação familiar e o abuso por parte de quem deveria protegê-las ficaram evidenciados nos relatos como fatores preponderantes para o desencadeamento do abandono do lar e a consequente opção pela exploração sexual no grupo analisado. Schwonke, Fonseca e Gomes (2009) asseguram a importância da família junto ao adolescente apresentando-se a ele como duas realidades, ora como refúgio, ou vista como dissociável perante a necessidade de busca por um grupo de identificação, para desvencilhar-se da imagem de criança. Em contraste a essa necessidade familiar, a necessidade do grupo de amigos se faz indispensável para a socialização do adolescente. Todavia ele utiliza seu grupo de amigos de outra forma, isto é, está batalhando para realizar uma transição lenta da vida familiar protegida, para a vida independente do adulto e o grupo de amigos torna-se o veículo para essa transição. Minayo e Souza (2003) observaram que vivendo na rua em condições de pobreza é comum as jovens se relacionarem com pessoas ou grupos que delas se aproximam visando a exploração sexual comercial ou para o consumo ou tráfico de drogas. Noto et al. (2004) afirmam que essa busca pela vida nas ruas pode-se tornar definitiva, e o rompimento com a família podem tornar estas jovens mais vulneráveis a outros episódios de violência. Drogas: ponto vulnerável Todas as participantes da pesquisa afirmaram que as drogas fazem parte da vida nas ruas. Segundo elas estão diretamente associadas a exploração sexual: [...] tipo que eu ficava na pedra, doidona... Não ficava pensando no que eu sentia... porque doía [...] sabe, as vezes machucava... usava mesmo pra aguentar a vida."(lucíola 5, 18 anos). O que eu fazia, entendeu... Não vou falar que não dava dinheiro. Tanto que se eu não usasse droga, eu tinha dinheiro demais da conta [...] Todo o dinheiro que eu pegava era pra maldita. Todo! (Lucíola 1, 16 anos). O documento denominado Marco legal - saúde um direito de adolescentes (BRASIL, 2005) apresenta as principais causas que promovem as situações de vulnerabilidade a que estão expostos os jovens, como o uso e abuso excessivo do álcool e outras drogas, os acidentes, suicídios, violência, gravidez indesejável e a transmissão de doenças, nos casos das drogas injetáveis. Alia-se a gravidade deste

9 927 problema, o tráfico de drogas que representa uma grave ameaça à paz social em todo o mundo. Neste contexto de vulnerabilidades, evidenciou-se uma predisposição destas adolescentes ao consumo de drogas, devido ao fácil acesso e convivência diária na marginalidade, consequentemente mais expostas aos riscos de contaminação do HIV/AIDS (BRASIL, 2005). O documento também ressalta este tema como um grande desafio a ser enfrentado pelos gestores e profissionais de saúde. Esta abordagem na atenção básica para os adolescentes e jovens é diferente de uma assistência clínica individual, em que prevalece a mera informação ou uma tentativa dos pais que tentam impedir com ameaças ou castigos o envolvimento dos adolescentes com comportamentos de risco. O modelo a ser desenvolvido busca alcançar uma discussão sobre as razões da adoção de ações preventivas e a aplicação de habilidades que permitam a resistência às pressões externas, a expressão de sentimentos, opiniões, dúvidas, inseguranças, medos e preconceitos, de forma a dar condições para que se possa enfrentar o problema e as dificuldades inerentes do dia-a-dia (BRASIL, 2005). Ferrari, Thomson e Melchior (2008) analisam que as políticas públicas para este grupo etário são fragmentadas e desarticuladas, mesmo existindo iniciativas tanto dos governos quanto de grupos organizados da sociedade. Sugerem que, na atualidade, a Estratégia da Saúde da Família (ESF) é considerada como um novo modelo de assistência à saúde das populações e de mudanças das práticas profissionais, pois pode redirecionar as ações programáticas até então instituídas para o grupo de adolescentes, nas diferentes áreas de abrangência dos serviços de atenção básica de saúde, tendo em vista que o profissional de saúde que atua na atenção básica no seu campo de abrangência pode estar mais capacitado para apreensão do quadro de vulnerabilidades locais. CONSIDERAÇÕES FINAIS A partir desta pesquisa foi possível identificar os fatores que direta ou indiretamente estavam relacionados a situação de vulnerabilidade das jovens pesquisadas. Foi identificado o baixo nível sociocultural e econômico das famílias e a violência dentro do lar como causas desencadeadoras da ruptura dos laços familiares, levando as adolescentes a buscar a rua e indicando ser definitivo este rompimento. A baixa escolaridade, o abuso de drogas e sobrevivência financeira são fatores determinantes da permanência das jovens nas ruas gerando o aumento da exploração sexual e dos comportamentos de riscos inerentes ao sexo consequentemente e o consequente aumento do numero de jovens infectadas pelo HIV/AIDS. As etapas de transição etária, de formação de identidade, associadas às fragilidades das percepções de risco e a exploração sexual são causas de vulnerabilidade ao HIV/AIDS destas adolescentes. A imprudência à proteção em função da imposição do parceiro, a imaturidade cognitiva e de percepções de vulnerabilidade fazem com que as jovens tenham tendência a assumir comportamentos de risco, mesmo sabendo de sua existência. A vulnerabilidade do grupo ficou evidenciada, justificando a adoção imediata de intervenções, por parte dos serviços de saúde e autoridades locais, no tocante ao

10 928 fenômeno da exploração sexual das adolescentes que vivem nas ruas do município. Entre as estratégias a serem adotadas está o desenvolvimento de ações que promovam articulações da área da saúde com outros setores da sociedade numa perspectiva de processos educativos inter e multidisciplinar, pelo tema se tratar de uma questão de saúde pública. As intervenções no fenômeno da exploração sexual das adolescentes que vivem nas ruas podem ocorrer via núcleo familiar, ou seja, abordar a situação a partir do universo familiar e articulá-lo às questões sociais mais fundamentais, introduzindo-se aí a atuação principalmente dos profissionais da saúde e da assistência social. A violência que circunda estas jovens por si só já constitui uma questão de saúde pública, entendida como relações de domínio e de violação dos direitos fundamentais das adolescentes. A responsabilidade pela política de atenção aos adolescentes de risco é dever do estado e da família, que articulados podem promover a proteção social deste grupo, envolvendo outros setores da sociedade numa perspectiva educativa inter e multidisciplinar. REFERÊNCIAS BASTOS, F.I.; SZWARCWALD, C.L. Aids e pauperização: principais conceitos e evidências empíricas. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 16 (Supl.1), p , Disponível em: <www.scielosp.org/pdf/csp/v16s1/2213.pdf>. Acesso em: 12 abr BRASIL. Ministério Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Resolução n. 196 de 10 de outubro de Aprova as diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisa envolvendo seres humanos. Diário oficial da união. Brasília, 16 out BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Área de Saúde do Adolescente e do Jovem. Marco legal: saúde, um direito de adolescentes. Brasília: Ministério da Saúde, BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de DST e Aids. Manual de rotinas para assistência de adolescentes vivendo com HIV/Aids, Brasília: Ministério da Saúde, BRASIL. Ministério da Saúde. Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). 3. ed. Brasília: Ministério da Saúde, BRASIL. Ministério da Saúde. Boletim epidemiológico AIDS. DST. Brasília: Ministério da Saúde, BRÊTAS, J. R. da S.; OHARA, C. V. da S.; JARDIM, D. P.; MUROYA, R. de L.. Conhecimentos de adolescentes sobre doenças Sexualmente Transmissíveis: subsídios para prevenção. Acta paul. enferm. Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de São Paulo, v. 22, n. 6, p , Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ape/v22n6/a10v22n6.pdf> Acesso em: 20 abr

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