NOVAS REGRAS DE COMBATE À LAVAGEM DE DINHEIRO NO BRASIL

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "NOVAS REGRAS DE COMBATE À LAVAGEM DE DINHEIRO NO BRASIL"

Transcrição

1 NOVAS REGRAS DE COMBATE À LAVAGEM DE DINHEIRO NO BRASIL Adriana Maria Gödel Stuber A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) divulgou recentemente a Instrução CVM nº 463, de 8 de janeiro de 2008, que altera as normas que coíbem crimes de "lavagem" ou ocultação de bens, direitos e valores, anteriormente instituídas pela Instrução CVM nº 301, datada de 16 de abril de 1999, e também estabelece novas disposições acerca dos procedimentos a serem cumpridos para o acompanhamento de operações realizadas por pessoas politicamente expostas. A legislação penal vigente 1 tipifica como crime de "lavagem" ou lavagem de dinheiro (money laundering) ocultar ou dissimular a natureza, origem, localização, disposição, movimentação ou propriedade de bens, direitos ou valores provenientes, direta ou indiretamente, de crime: (i) de tráfico ilícito de substâncias entorpecentes ou drogas afins; (ii) de terrorismo e seu financiamento; (iii) de contrabando ou tráfico de armas, munições ou material destinado à sua produção; (iv) de extorsão mediante seqüestro; (v) contra a Administração Pública, inclusive a exigência para si ou para outrem, direta ou indiretamente, de qualquer vantagem, como condição ou preço para a prática ou omissão de atos administrativos; (vi) contra o sistema financeiro nacional; (vii) praticado por organização criminosa; (viii) praticado por particular contra a administração pública estrangeira. Consideram-se operações relacionadas com o terrorismo ou seu financiamento aquelas executadas por pessoas que praticam ou planejam 1 Essa definição está prevista no art. 1º da Lei nº 9.613, de 3 de março de 1998 ("Lei de Lavagem de Dinheiro"), que dispõe sobre crimes de "lavagem" ou ocultação de bens, direitos e valores; a prevenção da utilização do sistema financeiro para a prática desses ilícitos; cria o Conselho de Atividades Financeiras (COAF), e dá outras providências. Essa lei foi posteriormente alterada pela Lei nº , de 11 de junho de

2 praticar atos terroristas, que deles participam ou facilitam sua prática. Igualmente se incluem nessa definição as operações executadas por entidades pertencentes ou controladas, direta ou indiretamente, pelas referidas pessoas, e por pessoas ou entidades que atuem sob seu comando. 2 As novas normas da CVM visam alinhar a regulamentação às recomendações internacionais do Grupo de Ação Financeira sobre Lavagem de Dinheiro (GAFI) 3 acerca do combate à "lavagem", ao financiamento do terrorismo e à supervisão de operações financeiras realizadas por pessoas publicamente expostas, e têm por finalidade prevenir o uso do sistema financeiro para a prática dos ilícitos citados. Para efeitos dessa nova regulamentação, considera-se "pessoa politicamente exposta" aquela que desempenha ou tenha desempenhado, nos últimos cinco anos, cargos, empregos ou funções públicas relevantes, no Brasil 4 ou em outros países e territórios estrangeiros e em suas dependências, bem como seus representantes, familiares e outras pessoas de seu relacionamento próximo. Enquadra-se nessa categoria qualquer cargo, emprego ou função pública relevante, exercido por chefes de 2 Conforme a definição adotada pela nova redação do 3º do art. 7º da Instrução CVM nº 301/99, dada pelo art. 1º da Instrução CVM nº 463/08. 3 A denominação em inglês desse organismo internacional é Financial Action Task Force on Money Laundering (FAFT). O FAFT foi criado em 1989 pelo G-7, no âmbito da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), com a finalidade de examinar medidas, desenvolver políticas e promover ações para combater a "lavagem". 4 No Brasil, são consideradas pessoas politicamente expostas: (i) os detentores de mandatos eletivos dos Poderes Executivo e Legislativo da União; (ii) os ocupantes de cargo, no Poder Executivo da União: (a) de Ministro de Estado ou equiparado; (b) de natureza especial ou equivalente; (c) de Presidente, Vice-Presidente e Diretor, ou equivalentes, de autarquias, fundações públicas, empresas públicas ou sociedades de economia mista; ou (d) do Grupo Direção e Assessoramento Superiores (DAS), nível 6, e equivalentes; (iii) os membros do Conselho Nacional de Justiça, do Supremo Tribunal Federal e dos tribunais superiores; (iv) os membros do Conselho Nacional do Ministério Público, o Procurador-Geral da República, o Vice-Procurador-Geral da República, o Procurador-Geral do Trabalho, o Procurador-Geral da Justiça Militar; os Subprocuradores-Gerais da República e os Procuradores-Gerais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal; (v) os membros do Tribunal de Contas da União e o Procurador- Geral do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União; (vi) os Governadores de Estado e do Distrito Federal, os Presidentes de Tribunal de Justiça, de Assembléia Legislativa e de Câmara Distrital e os Presidentes de Tribunal e de Conselho de Contas de Estados, de Municípios e do Distrito Federal; e (vii) os Prefeitos e Presidentes de Câmara Municipal de capitais de Estados. 2

3 Estado e de governo, políticos de alto nível, altos servidores dos poderes públicos, magistrados ou militares de alto nível, dirigentes de empresas públicas ou de partidos políticos. A definição de "familiares" abrange os parentes da pessoa política exposta, na linha direta, até o primeiro grau, incluindo o cônjuge, o companheiro e o enteado. Referido prazo de cinco anos deve ser contado, retroativamente, a partir da data de início da relação de negócio ou da data em que o cliente passou a se enquadrar como pessoa politicamente exposta. As principais alterações introduzidas pela CVM estão relacionadas a novas obrigações que deverão ser cumpridas pelas pessoas jurídicas que, em caráter permanente ou eventual, tenham como atividade principal ou acessória, cumulativamente ou não, a custódia, emissão, distribuição, liquidação, negociação, intermediação ou administração de títulos e valores mobiliários. Essas regras aplicam-se igualmente às entidades administradoras de mercados de bolsa e de balcão organizado e demais pessoas referidas na legislação penal 5, que se encontrem sob a disciplina 5 Segundo o caput do art. 9º da Lei nº 9.613/98, que é a legislação penal aplicável neste caso, sujeitam-se às obrigações de identificação dos clientes e manutenção de registros e de comunicação de operações financeiras suspeitas as pessoas jurídicas que tenham, em caráter permanente ou eventual, como atividade principal ou acessória, cumulativamente ou não: (a) a captação, intermediação e aplicação de recursos financeiros de terceiros, em moeda nacional ou estrangeira; (b) a compra e venda de moeda estrangeira ou ouro como ativo financeiro ou instrumento cambial; (c) a custódia, emissão, distribuição, liquidação, negociação, intermediação ou administração de títulos ou valores mobiliários. E o parágrafo único desse mesmo artigo esclarece que se sujeitam às mesmas obrigações: (i) as bolsas de valores e bolsas de mercadorias ou futuros; (ii) as seguradoras, as corretoras de seguros e as entidades de previdência complementar ou de capitalização; (iii) as administradoras de cartões de credenciamento ou cartões de crédito, bem como as administradoras de consórcios para aquisição de bens ou serviços; (iv) as administradoras ou empresas que se utilizem de cartão ou qualquer outro meio eletrônico, magnético ou equivalente, que permita a transferência de fundos; (v) as empresas de arrendamento mercantil (leasing) e as de fomento comercial (factoring); (vi) as sociedades que efetuem distribuição de dinheiro ou quaisquer bens móveis, imóveis, mercadorias, serviços, ou, ainda, concedam descontos na sua aquisição, mediante sorteio ou método assemelhado; (vii) as filiais ou representações de entes estrangeiros que exerçam no Brasil qualquer das atividades listadas no aludido art. 9º, ainda que de forma eventual; (viii) as demais entidades cujo funcionamento dependa de autorização de órgão regulador dos mercados financeiro, de câmbio, de capitais e de seguros; (ix) as pessoas físicas ou jurídicas, nacionais ou estrangeiras, que operem no Brasil como agentes, dirigentes, procuradores, comissionárias ou por qualquer forma representem interesses de ente estrangeiro que exerça qualquer das atividades referidas no art. 9º; (x) as pessoas jurídicas que exerçam atividades de promoção imobiliária ou compra e venda de imóveis; (xi) as 3

4 e fiscalização exercida pela CVM, bem como aos administradores das pessoas jurídicas. Atingem, portanto, especialmente as atividades de bancos, corretoras e administradoras de fundos e demais entidades equiparadas, bem como da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), da Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) e das demais instituições congêneres. 6 As instituições deverão ter fichas cadastrais de todos os seus clientes, devidamente atualizadas, promovendo essa atualização em períodos não superiores a 24 meses, e manter registro de toda transação envolvendo títulos ou valores mobiliários, independentemente de seu valor, de forma a permitir a verificação da movimentação financeira de cada cliente, com base em critério definido nos procedimentos de controle da instituição, em face da situação patrimonial e financeira constante de seu cadastro, considerando: (i) os valores pagos a título de liquidação de operações; (ii) os valores ou ativos depositados a título de garantia, em operações nos mercados de liquidação futura; e (iii) as transferências de valores mobiliários para a conta de custódia do cliente. Todas as transações ou propostas de transações com títulos ou valores mobiliários deverão ser comunicadas pela instituição à CVM no prazo de 24 horas a contar da sua ocorrência, a menos que não seja objetivamente permitido fazê-lo. Haverá sérios indícios de crime de "lavagem", ou de ilícito com ele relacionado, no caso de qualquer transação ou proposta de transação que apresente características excepcionais quanto às partes envolvidas, à sua pessoas físicas ou jurídicas que comercializem jóias, pedras e metais preciosos, objetos de arte e antigüidades; (xii) as pessoas físicas ou jurídicas que comercializem bens de luxo ou de alto valor ou que exerçam atividades que envolvam grande volume de recursos em espécie. 6 Em decorrência das novas regras, as Bolsas também deverão realizar um acompanhamento cuidadoso de pessoas politicamente expostas, ampliando o rol de hipóteses de comunicação de operações suspeitas à CVM e estabelecendo procedimentos cadastrais diferenciados para os clientes de alto risco, assim consideradas as pessoas que possam ser alvo de investigações ou com condenações por crimes de "lavagem". 4

5 forma de realização ou aos instrumentos utilizados para documentá-la, ou em que não haja fundamento econômico ou jurídico para justificar a realização dessa transação ou proposta de transação. Quando se tratar de cliente considerado pessoa politicamente exposta, esse fato deverá ser expressamente mencionado no comunicado enviado pela instituição à CVM. Os cadastros e registros e a respectiva documentação deverão ser conservados pela instituição à disposição da CVM durante um período mínimo de cinco anos, a partir do encerramento da conta ou da conclusão da última transação realizada em nome do respectivo cliente. O aludido prazo poderá ser estendido indefinidamente na hipótese de investigação comunicada formalmente pela CVM à pessoa ou instituição. A regulamentação anterior já continha uma relação bastante extensa das operações envolvendo títulos ou valores mobiliários que merecem especial atenção por parte das instituições mencionadas, a qual agora foi revista e ampliada, e passou a abranger: 7 operações cujos valores sejam objetivamente incompatíveis com a ocupação profissional, os rendimentos e/ou a situação patrimonial ou financeira de qualquer das partes envolvidas, tomando-se por base as respectivas informações cadastrais; operações realizadas entre as mesmas partes ou em benefício das mesmas partes, nas quais haja seguidos ganhos ou perdas para algum dos envolvidos; operações que evidenciem oscilação significativa em relação ao volume e/ou freqüência de negócios de qualquer das partes envolvidas; operações cujos desdobramentos contemplem características que possam constituir artifício para burlar a identificação das pessoas efetivamente envolvidas e/ou respectivos beneficiários; operações que evidenciem mudança repentina e objetivamente injustificada no que diz respeito às modalidades operacionais usualmente utilizadas pelos envolvidos; operações cujas características e/ou desdobramentos evidenciem atuação, de forma contumaz, em nome de terceiros; operações realizadas com a 7 Nessa relação, os novos itens incluídos são os incisos (ii), (vii), (viii), (ix), (x), (xi), (xii) e (xiii). 5

6 finalidade de gerar perda ou ganho para as quais falte, objetivamente, fundamento econômico; operações com a participação de pessoas naturais residentes ou entidades constituídas em países e territórios que vierem a ser considerados como não cooperantes no âmbito da prevenção e repressão à lavagem de dinheiro, nos termos das cartas-circulares editadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) 8 ; operações liquidadas em espécie, se e quando for permitido; transferências privadas de recursos e de valores mobiliários, sem motivação aparente; operações cujo grau de complexidade e risco sejam incompatíveis com a qualificação técnica do cliente ou de seu representante; depósitos ou transferências realizadas por terceiros, para a liquidação de operações de cliente, ou para prestação de garantia em operações no mercado de liquidação futura; e pagamentos a terceiros, sob qualquer forma, por conta de liquidação de operações ou resgate de valores depositados em garantia, registrados em nome do cliente. As operações acima descritas devem ser analisadas em conjunto com outras operações conexas e que possam fazer parte de um mesmo grupo de operações ou guardar qualquer tipo de relação entre si. Especial atenção deverá ser dispensada às operações em que participem as seguintes categorias de clientes: (i) investidor não residente, especialmente quando constituído sob a forma de trust e sociedade com títulos ao portador; (ii) investidor de private banking, que é a área da instituição financeira responsável pelo atendimento de clientes com grandes fortunas; e (iii) pessoa politicamente exposta. As instituições deverão desenvolver e implementar manual de procedimentos de controle, para viabilizar a fiel observância das disposições da regulamentação da CVM, e manter programa de treinamento contínuo para funcionários, destinado a divulgar os procedimentos de controle e de prevenção à "lavagem" de dinheiro. Cada 8 Atualmente não existem países ou territórios classificados como não cooperantes na luta contra a lavagem de dinheiro, de conformidade com deliberação tomada na primeira Reunião Plenária do mandato XVIII do GAFI/FATF, ocorrida em outubro de O COAF segue as recomendações desse organismo internacional. 6

7 instituição deverá ter um diretor responsável pelo cumprimento dessas obrigações, ao qual será franqueado o acesso aos dados cadastrais de clientes e quaisquer informações a respeito das operações realizadas. Além disso, a instituição deverá: adotar medidas de controle, de acordo com procedimento prévio e expressamente estabelecido, que procurem confirmar as informações cadastrais de seus clientes, de forma a evitar o uso da conta por terceiros e identificar os beneficiários finais das operações; identificar as pessoas consideradas politicamente expostas; supervisionar de maneira mais rigorosa a relação de negócio mantida com pessoa politicamente exposta; e dedicar especial atenção a propostas de início de relacionamento e a operações executadas com pessoas politicamente expostas, oriundas de países com os quais o Brasil possua elevado número de transações financeiras e comerciais, fronteiras comuns ou proximidade étnica, lingüística ou política. No caso de relação de negócio com cliente estrangeiro que também o seja de instituição financeira fiscalizada por autoridade governamental assemelhada à CVM, admite-se que as providências previstas nessa regulamentação sejam adotadas pela instituição estrangeira. Ficará, todavia, assegurado à CVM acesso aos dados e procedimentos adotados. Foi concedido um prazo de 90 dias, a contar do dia 9 de janeiro de 2008, para que as instituições adaptem seus procedimentos internos às modificações introduzidas pela Instrução CVM nº 463/08. 7

CIRCULAR Nº 3.461. 1º As políticas de que trata o caput devem: VI - receber ampla divulgação interna.

CIRCULAR Nº 3.461. 1º As políticas de que trata o caput devem: VI - receber ampla divulgação interna. CIRCULAR Nº 3.461 Consolida as regras sobre os procedimentos a serem adotados na prevenção e combate às atividades relacionadas com os crimes previstos na Lei nº 9.613, de 3 de março de 1998. A Diretoria

Leia mais

CIRCULAR Nº 3461. 1º As políticas de que trata o caput devem:

CIRCULAR Nº 3461. 1º As políticas de que trata o caput devem: CIRCULAR Nº 3461 Consolida as regras sobre os procedimentos a serem adotados na prevenção e combate às atividades relacionadas com os crimes previstos na Lei nº 9.613, de 3 de março de 1998. A Diretoria

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 9.613, DE 3 DE MARÇO DE 1998. Dispõe sobre os crimes de "lavagem" ou ocultação de bens, direitos e valores; a prevenção da utilização

Leia mais

COAF - RESOLUÇÃO Nº 20, DE 29 DE AGOSTO DE 2012

COAF - RESOLUÇÃO Nº 20, DE 29 DE AGOSTO DE 2012 COAF - RESOLUÇÃO Nº 20, DE 29 DE AGOSTO DE 2012 Dispõe sobre os procedimentos a serem observados pelas pessoas reguladas pelo COAF, na forma do 1º do art. 14 da Lei nº 9.613, de 3.3.1998. RESOLUÇÃO Nº

Leia mais

As posições mantidas na Conta-Clientes pela INSTITUIÇÃO junto à CETIP estão em fase de encerramento ou transferência.

As posições mantidas na Conta-Clientes pela INSTITUIÇÃO junto à CETIP estão em fase de encerramento ou transferência. Atualmente, a INSTITUIÇÃO somente atua, por conta própria, na negociação de valores mobiliários em mercados regulamentados de valores mobiliários administrados pela CETIP, nos termos da INSTRUÇÃO CVM Nº

Leia mais

a) nome completo, sexo, data de nascimento, naturalidade, nacionalidade, estado civil, filiação e nome do cônjuge ou companheiro;

a) nome completo, sexo, data de nascimento, naturalidade, nacionalidade, estado civil, filiação e nome do cônjuge ou companheiro; Instrução CVM 301/99. DA IDENTIFICAÇÃO E CADASTRO DE CLIENTES Art. 3º Para os fins do disposto no art. 10, inciso I, da Lei nº 9.613/98, as pessoas mencionadas no art. 2º (DENTRE OUTRAS, CORRETORAS DE

Leia mais

Regras de Atuação da CSHG nos Mercados Organizados de Valores Mobiliários Administrados PELA Cetip S.A. Mercados Organizados

Regras de Atuação da CSHG nos Mercados Organizados de Valores Mobiliários Administrados PELA Cetip S.A. Mercados Organizados CREDIT SUISSE HEDGING-GRIFFO CORRETORA DE VALORES S.A. Regras de Atuação da CSHG nos Mercados Organizados de Valores Mobiliários Administrados PELA Cetip S.A. Mercados Organizados Outubro de 2013 Regras

Leia mais

TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM Nº 301, DE 16 DE ABRIL DE 1999, COM ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM Nº 463/08, 506/11 E 523/12.

TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM Nº 301, DE 16 DE ABRIL DE 1999, COM ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM Nº 463/08, 506/11 E 523/12. TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM Nº 301, DE 16 DE ABRIL DE 1999, COM ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM Nº 463/08, 506/11 E 523/12. Dispõe sobre a identificação, o cadastro, o registro, as operações,

Leia mais

TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM No 301, DE 16 DE ABRIL DE 1999, COM ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA INSTRUÇÃO CVM Nº 463/08 E 506/11.

TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM No 301, DE 16 DE ABRIL DE 1999, COM ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA INSTRUÇÃO CVM Nº 463/08 E 506/11. TEXTO INTEGRAL DA, COM ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA INSTRUÇÃO CVM Nº 463/08 E 506/11. Dispõe sobre a identificação, o cadastro, o registro, as operações, a comunicação, os limites e a responsabilidade

Leia mais

TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM Nº 301, DE 16 DE ABRIL DE 1999, COM ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM Nº 463/08, 506/11 E 523/12.

TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM Nº 301, DE 16 DE ABRIL DE 1999, COM ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM Nº 463/08, 506/11 E 523/12. TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM Nº 301, DE 16 DE ABRIL DE 1999, COM ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM Nº 463/08, 506/11 E 523/12. Dispõe sobre a identificação, o cadastro, o registro, as operações,

Leia mais

Lei de Prevenção e Combate a Lavagem de Dinheiro

Lei de Prevenção e Combate a Lavagem de Dinheiro Lei de Prevenção e Combate a Lavagem de Dinheiro Lei nº 9.613/1998 A Lei nº 9.613/1998, dispõe sobre os crimes de lavagem de dinheiro Estabelece ainda, procedimentos para a prevenção da utilização do sistema

Leia mais

Minuta de nova Resolução para o setor de fomento mercantil

Minuta de nova Resolução para o setor de fomento mercantil Minuta de nova Resolução para o setor de fomento mercantil Minuta de Resolução a ser expedida pelo COAF para o setor de fomento mercantil, em substituição às Resoluções nº 13, de 30.9.2005, e nº 20, de

Leia mais

Pessoas Politicamente Expostas e os novos mecanismos legais de controle preventivo da lavagem de capitais utilizados pelas CVM e SPC

Pessoas Politicamente Expostas e os novos mecanismos legais de controle preventivo da lavagem de capitais utilizados pelas CVM e SPC Pessoas Politicamente Expostas e os novos mecanismos legais de controle preventivo da lavagem de capitais utilizados pelas CVM e SPC Marco Antonio de Barros Sumário: 1 - Uma década de vigência da Lei de

Leia mais

DOU N 250, DE 26 DE DEZEMBRO DE 2014 SEÇÃO I, PÁG 23. SUPERINTENDÊNCIA NACIONAL DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA

DOU N 250, DE 26 DE DEZEMBRO DE 2014 SEÇÃO I, PÁG 23. SUPERINTENDÊNCIA NACIONAL DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA DOU N 250, DE 26 DE DEZEMBRO DE 2014 SEÇÃO I, PÁG 23. SUPERINTENDÊNCIA NACIONAL DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA INSTRUÇÃO Nº 18, DE 24 DE DEZEMBRO DE 2014 Estabelece orientações e procedimentos

Leia mais

Pessoas Politicamente Expostas e os novos mecanismos legais de controle preventivo da lavagem de capitais utilizados pelas CVM e SPC

Pessoas Politicamente Expostas e os novos mecanismos legais de controle preventivo da lavagem de capitais utilizados pelas CVM e SPC Pessoas Politicamente Expostas e os novos mecanismos legais de controle preventivo da lavagem de capitais utilizados pelas CVM e SPC Professor Doutor Marco Antônio de Barros i Professor da Faculdade de

Leia mais

Data da última atualização. Prevenção à Lavagem de Dinheiro 04/02/2015

Data da última atualização. Prevenção à Lavagem de Dinheiro 04/02/2015 Política Prevenção à Lavagem de Dinheiro 04/02/2015 Data da última atualização 1. Objetivo: O Conselho de Administração e a Diretoria Executiva do Banco Indusval S/A e Guide Investimentos S/A Corretora

Leia mais

Atuação do Banco Central na Prevenção e no Combate à Lavagem de Dinheiro. Ricardo Liáo Abril de 2008

Atuação do Banco Central na Prevenção e no Combate à Lavagem de Dinheiro. Ricardo Liáo Abril de 2008 Atuação do Banco Central na Prevenção e no Combate à Lavagem de Dinheiro Ricardo Liáo Abril de 2008 DPF ABIN MRE CGU MPS MJ MINISTÉRIO DA FAZENDA COAF BACEN CVM SRF PGFN SUSEP DPF Departamento de Polícia

Leia mais

REGRAS DE ATUAÇÃO DO BANCO ITAÚ BBA S.A NOS MERCADOS ORGANIZADOS DE VALORES MOBILIÁRIOS ADMINISTRADOS PELA CETIP S.A.

REGRAS DE ATUAÇÃO DO BANCO ITAÚ BBA S.A NOS MERCADOS ORGANIZADOS DE VALORES MOBILIÁRIOS ADMINISTRADOS PELA CETIP S.A. REGRAS DE ATUAÇÃO DO BANCO ITAÚ BBA S.A NOS MERCADOS ORGANIZADOS DE VALORES MOBILIÁRIOS ADMINISTRADOS PELA CETIP S.A. 1 O participante indicado abaixo, objetivando atuar na qualidade de Intermediário,

Leia mais

Circular Susep nº 327 de 29.05.2006

Circular Susep nº 327 de 29.05.2006 Circular Susep nº 327 de 29.05.2006 D.O.U.: 01.06.2006 Dispõe sobre os controles internos específicos para o tratamento de situações relacionadas à prática dos crimes previstos na Lei nº 9.613, de 3 de

Leia mais

A atuação do Banco Central do Brasil na prevenção e no combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento ao terrorismo DECIC/GABIN JUNHO/2007

A atuação do Banco Central do Brasil na prevenção e no combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento ao terrorismo DECIC/GABIN JUNHO/2007 A atuação do Banco Central do Brasil na prevenção e no combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento ao terrorismo DECIC/GABIN JUNHO/2007 ÁREA DE FISCALIZAÇÃO DO BANCO CENTRAL DO BRASIL DESUP: Supervisão

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.682, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013

CIRCULAR Nº 3.682, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013 CIRCULAR Nº 3.682, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013 Aprova o regulamento que disciplina a prestação de serviço de pagamento no âmbito dos arranjos de pagamentos integrantes do Sistema de Pagamentos Brasileiro

Leia mais

Endereço Principal nº Complemento. Bairro Cidade Estado País CEP. Denominação dos Controladores / Administradores

Endereço Principal nº Complemento. Bairro Cidade Estado País CEP. Denominação dos Controladores / Administradores FICHA DE CADASTRO PESSOA JURÍDICA NÃO FINANCEIRA Código Assessor Informações Gerais Denominação / Razão Social Data de Fundação CNPJ Nº Identificação do Registro Empresarial -NIRE Atividade Principal Forma

Leia mais

POLÍTICA CORPORATIVA DE PREVENÇÃO E COMBATE AO FINANCIAMENTO DO TERRORISMO, À LAVAGEM E À OCULTAÇÃO DE BENS, DIREITOS E VALORES

POLÍTICA CORPORATIVA DE PREVENÇÃO E COMBATE AO FINANCIAMENTO DO TERRORISMO, À LAVAGEM E À OCULTAÇÃO DE BENS, DIREITOS E VALORES POLÍTICA CORPORATIVA DE PREVENÇÃO E COMBATE AO FINANCIAMENTO DO TERRORISMO, À LAVAGEM E À OCULTAÇÃO DE BENS, DIREITOS E VALORES Classificação das Informações 5/5/2015 Confidencial [ ] Uso Interno [ X ]

Leia mais

LEI Nº 9.613, DE 3 DE MARÇO DE 1998

LEI Nº 9.613, DE 3 DE MARÇO DE 1998 LEI Nº 9.613, DE 3 DE MARÇO DE 1998 O PRESIDENTE DA REPÚBLICA LEI DE LAVAGEM DE DINHEIRO Dispõe sobre os crimes de "lavagem" ou ocultação de bens, direitos e valores; a prevenção da utilização do sistema

Leia mais

COAF- CONS. DE CONTROLE DE ATIVIDADE FINANCEIRA

COAF- CONS. DE CONTROLE DE ATIVIDADE FINANCEIRA COAF- CONS. DE CONTROLE DE ATIVIDADE FINANCEIRA Perguntas e Respostas sobre a aplicação da Resolução CFC n.º 1.445/13 O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) é uma autarquia de natureza corporativa,

Leia mais

Contribuir, mensalmente, para o Plano de Aposentadoria com:

Contribuir, mensalmente, para o Plano de Aposentadoria com: PLANO DE APOSENTADORIA - INSCRIÇÃO Nome Completo (em letra de forma): Empresa / Matrícula: Telefone p/ Contato: E-Mail: CPF: Instruções para Preenchimento O preenchimento de todos os campos é obrigatório;

Leia mais

I - o modelo de gestão a ser adotado e, se for o caso, os critérios para a contratação de pessoas jurídicas autorizadas ou credenciadas nos termos da

I - o modelo de gestão a ser adotado e, se for o caso, os critérios para a contratação de pessoas jurídicas autorizadas ou credenciadas nos termos da RESOLUCAO 3.506 Dispõe sobre as aplicações dos recursos dos regimes próprios de previdência social instituídos pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios. O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do

Leia mais

Conhecimentos bancários Profº Rodrigo Ocampo Barbati

Conhecimentos bancários Profº Rodrigo Ocampo Barbati Conhecimentos bancários Profº Rodrigo Ocampo Barbati 1) O Conselho Monetário Nacional (CMN), que foi instituído pela Lei 4.595, de 31 de dezembro de 1964, é o órgão responsável por expedir diretrizes gerais

Leia mais

GUIA DE PREVENÇÃO À LAVAGEM DE DINHEIRO PARA JOALHEIROS GAL. FORMAL, LE

GUIA DE PREVENÇÃO À LAVAGEM DE DINHEIRO PARA JOALHEIROS GAL. FORMAL, LE GUIA DE PREVENÇÃO À PARA JOALHEIROS SSO OU U GAL. FORMAL, LE SSO OU U FORMAL, LEGAL. Programa de Apoio à Formalização da Produção e da Comercialização de Joias, Gemas e Bijuterias no Brasil www.ibgm.com.br

Leia mais

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO NOS MERCADOS ADMINISTRADOS PELA CETIP S/A MERCADOS ORGANIZADOS BR PARTNERS CORRETORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO NOS MERCADOS ADMINISTRADOS PELA CETIP S/A MERCADOS ORGANIZADOS BR PARTNERS CORRETORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO NOS MERCADOS ADMINISTRADOS PELA CETIP S/A MERCADOS ORGANIZADOS BR PARTNERS CORRETORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS S.A. 01/03/2013 Índice 1. CADASTRO DE CLIENTE... 1.1

Leia mais

II - Manter suspensas as concessões de novas cartas patentes para o funcionamento de sociedade de arrendamento mercantil.

II - Manter suspensas as concessões de novas cartas patentes para o funcionamento de sociedade de arrendamento mercantil. RESOLUCAO 980 ------------- O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9. da Lei n. 4.595, de 31.12.64, torna público que o CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL, em sessão realizada nesta data, tendo em vista

Leia mais

AS OPERAÇÕES DE DERIVATIVOS NO MERCADO DE BALCÃO

AS OPERAÇÕES DE DERIVATIVOS NO MERCADO DE BALCÃO REVISTA JURÍDICA CONSULEX ONLINE Conjuntura Adriana Maria Gödel Stuber e Walter Douglas Stuber Adriana Maria Gödel Stuber é Sócia de Stuber Advogados Associados. Mestra em Direito das Relações Sociais

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA AGENTES AUTÔNOMOS DE INVESTIMENTO BANCO COOPERATIVO SICREDI S.A.

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA AGENTES AUTÔNOMOS DE INVESTIMENTO BANCO COOPERATIVO SICREDI S.A. CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA AGENTES AUTÔNOMOS DE INVESTIMENTO BANCO COOPERATIVO SICREDI S.A. Versão: Maio 2013 Página 1 Introdução Alinhado com o disposto na Instrução CVM nº 497/11 ( ICVM 497/11 ), o Banco

Leia mais

PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSUNTOS JURÍDICOS

PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSUNTOS JURÍDICOS PUBLICADO NO DOMP Nº 756 DE: 08/05/2013 PÁG. 1/4 PREFEITURA DE PALMAS LEI N o 1.966, DE 8 DE MAIO DE 2013. (Alterada pela Lei nº 2.198, de 03/12/2015). (Alterada pela Lei nº 2.097 de. A CÂMARA MUNICIPAL

Leia mais

Parecer formulado em 10 de janeiro de 2014 Consultor Jurídico do SINDI-CLUBE Dr. Valter Piccino OAB/SP 55.180

Parecer formulado em 10 de janeiro de 2014 Consultor Jurídico do SINDI-CLUBE Dr. Valter Piccino OAB/SP 55.180 Novas disposições do estatuto social necessárias à postulação de incentivos fiscais e manutenção da isenção do imposto de renda da pessoa jurídica das associações sem fins lucrativos. Parecer formulado

Leia mais

MINUTA DE RESOLUÇÃO. Capítulo I DO OBJETO

MINUTA DE RESOLUÇÃO. Capítulo I DO OBJETO MINUTA DE RESOLUÇÃO Dispõe sobre a atividade de corretagem de resseguros, e dá outras providências. A SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS - SUSEP, no uso da atribuição que lhe confere o art. 34, inciso

Leia mais

REGRAS INTERNAS DE INTERMEDIAÇÃO

REGRAS INTERNAS DE INTERMEDIAÇÃO Página 1 de 16 REGRAS INTERNAS DE INTERMEDIAÇÃO O Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A., CNPJ nº: 92.702.067/0001-96 (doravante BANRISUL ), objetivando atuar na qualidade de Intermediário, conforme

Leia mais

Banco do Brasil. O Conselho Monetário Nacional (CMN) é a entidade máxima do sistema financeiro brasileiro, ao qual cabe

Banco do Brasil. O Conselho Monetário Nacional (CMN) é a entidade máxima do sistema financeiro brasileiro, ao qual cabe No Brasil, a condução e a operação diárias da política monetária, com o objetivo de estabilizar a economia, atingindo a meta de inflação e mantendo o sistema financeiro funcionando adequadamente, são uma

Leia mais

BANCO VOTORANTIM S.A. REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO

BANCO VOTORANTIM S.A. REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO BANCO VOTORANTIM S.A. REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO O Banco Votorantim S.A. ( Votorantim ), em atendimento ao disposto na Instrução CVM n 505, de 27 de setembro de 2011 ( Instrução CVM nº. 505 ), da Comissão

Leia mais

TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM Nº 247, DE 27 DE MARÇO DE 1996, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM Nº 269/97, 285/98, 464/08 E

TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM Nº 247, DE 27 DE MARÇO DE 1996, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM Nº 269/97, 285/98, 464/08 E TEXTO INTEGRAL DA, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM Nº 269/97, 285/98, 464/08 E 469/08. Dispõe sobre a avaliação de investimentos em sociedades coligadas e controladas e sobre os procedimentos

Leia mais

SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS

SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS CIRCULAR SUSEP N o 445, DE 2 DE JULHO DE 2012. Dispõe sobre os controles internos específicos para a prevenção e combate dos crimes de lavagem ou ocultação de bens,

Leia mais

PODER EXECUTIVO. Publicado no D.O de 18.02.2010 DECRETO Nº 42.301 DE 12 DE FEVEREIRO DE 2010

PODER EXECUTIVO. Publicado no D.O de 18.02.2010 DECRETO Nº 42.301 DE 12 DE FEVEREIRO DE 2010 Publicado no D.O de 18.02.2010 DECRETO Nº 42.301 DE 12 DE FEVEREIRO DE 2010 REGULAMENTA O SISTEMA DE SUPRIMENTOS NO ÂMBITO DO PODER EXECUTIVO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O GOVERNADOR

Leia mais

CAPÍTULO I - DEFINIÇÕES

CAPÍTULO I - DEFINIÇÕES Instrução nº 505, de 27 de setembro de 2011 Estabelece normas e procedimentos a serem observados nas operações realizadas com valores mobiliários em mercados regulamentados de valores mobiliários. A PRESIDENTE

Leia mais

Rua Ulisses Caldas, 81 - Centro - Natal/RN 59025-090 (55)xx84-3232-8863 www.natal.rn.gov.br

Rua Ulisses Caldas, 81 - Centro - Natal/RN 59025-090 (55)xx84-3232-8863 www.natal.rn.gov.br LEI Nº. 6.067, DE 11 DE MARÇO DE 2010. Altera a Lei Ordinária 5.711/06, que dispõe sobre a Organização Administrativa da Câmara Municipal do Natal, e dá outras providências. A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE

Leia mais

SEGUIMENTO DAS RECOMENDAÇÕES FORMULADAS NA PRIMEIRA RODADA

SEGUIMENTO DAS RECOMENDAÇÕES FORMULADAS NA PRIMEIRA RODADA LEGISLAÇÃO CITADA NA SEÇÃO II DO QUESTIONÁRIO DA SEGUNDA RODADA DO MECANISMO DE SEGUIMENTO DA IMPLEMENTAÇÃO DA CONVENÇÃO INTERAMERICANA CONTRA A CORRUPÇÃO SEGUIMENTO DAS RECOMENDAÇÕES FORMULADAS NA PRIMEIRA

Leia mais

PORTARIA N.º 249, DO DIA 13 DE FEVEREIRO DE 2014

PORTARIA N.º 249, DO DIA 13 DE FEVEREIRO DE 2014 PODER JUDICIÁRIO. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE RORAIMA Seção de Biblioteca "Amazônia, patrimônio dos brasileiros" Este texto não substitui o original publicado no DJE PORTARIA N.º 249, DO DIA 13 DE

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Superintendência de Seguros Privados

MINISTÉRIO DA FAZENDA Superintendência de Seguros Privados MINISTÉRIO DA FAZENDA Superintendência de Seguros Privados CIRCULAR SUSEP N o 380, de 29 de dezembro de 2008. Dispõe sobre os controles internos específicos para a prevenção e combate dos crimes de lavagem

Leia mais

Estado da Paraíba Prefeitura Municipal de Santa Cecília Gabinete do Prefeito

Estado da Paraíba Prefeitura Municipal de Santa Cecília Gabinete do Prefeito Lei nº176/2014 Dispõe sobre o Conselho e Fundo Municipal de Políticas sobre Drogas do Município de Santa Cecília e dá outras providências. A Câmara Municipal de Santa Cecília, estado da Paraíba, aprovou

Leia mais

CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL. Texto atualizado apenas para consulta.

CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL. Texto atualizado apenas para consulta. 1 Texto atualizado apenas para consulta. LEI Nº 3.984, DE 28 DE MAIO DE 2007 (Autoria do Projeto: Poder Executivo) Cria o Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Distrito Federal Brasília

Leia mais

Manual de Conduta INTRADER DTVM LTDA. MANUAL DE CONDUTA E MELHORES PRÁTICAS

Manual de Conduta INTRADER DTVM LTDA. MANUAL DE CONDUTA E MELHORES PRÁTICAS INTRADER DTVM LTDA. MANUAL DE CONDUTA E MELHORES PRÁTICAS VERSÃO 2012 ÍNDICE 1. Introdução 2. Das Obrigações dos Agentes Autônomos 3. Das Vedações 4. Do Termo de Recebimento, Ciência e Aceitação 1. Introdução

Leia mais

Análise do Uso de Derivativos em Fundos de Investimentos

Análise do Uso de Derivativos em Fundos de Investimentos 2010 Análise do Uso de Derivativos em Fundos de Investimentos Nota Técnica 01 de Apoio Técnico Previ-Rio 05/2010 Nota Técnica 01 Esta nota técnica, desenvolvida pela Equipe da de Apoio Técnico do Previ-Rio,

Leia mais

CAPÍTULO I OBJETO E ÂMBITO DE APLICAÇÃO

CAPÍTULO I OBJETO E ÂMBITO DE APLICAÇÃO RESOLUÇÃO NORMATIVA RN Nº 392, DE 9 DE DEZEMBRO DE 2015 Dispõe sobre aceitação, registro, vinculação, custódia, movimentação e diversificação dos ativos garantidores das operadoras no âmbito do sistema

Leia mais

Contabilidade e Assessoria Empresarial Ltda. NOVAS OBRIGAÇÕES PARA O SETOR IMOBILIÁRIO

Contabilidade e Assessoria Empresarial Ltda. NOVAS OBRIGAÇÕES PARA O SETOR IMOBILIÁRIO NOVAS OBRIGAÇÕES PARA O SETOR IMOBILIÁRIO De acordo com a recente Resolução 14, de 23/10/06, do Conselho de Controle de Atividades Financeiras - COAF, a partir de 25/12/06, as pessoas jurídicas que exerçam

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 2.689. I - constituir um ou mais representantes no País; II - preencher formulário, cujo modelo constitui o Anexo a esta Resolução;

RESOLUÇÃO Nº 2.689. I - constituir um ou mais representantes no País; II - preencher formulário, cujo modelo constitui o Anexo a esta Resolução; RESOLUÇÃO Nº 2.689 Documento normativo revogado, a partir de 30/3/2015, pela Resolução nº 4.373, de 29/9/2014. Dispõe sobre aplicações de investidor não residente nos mercados financeiro e de capitais.

Leia mais

REGULAMENTO DA CÂMARA DE REGISTRO, COMPENSAÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE OPERAÇÕES DE CÂMBIO DA BM&FBOVESPA. Março 2014. Página 1

REGULAMENTO DA CÂMARA DE REGISTRO, COMPENSAÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE OPERAÇÕES DE CÂMBIO DA BM&FBOVESPA. Março 2014. Página 1 REGULAMENTO DA CÂMARA DE REGISTRO, COMPENSAÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE OPERAÇÕES DE CÂMBIO DA BM&FBOVESPA Março 2014 Página 1 ÍNDICE CAPÍTULO I DAS DEFINIÇÕES... 3 CAPÍTULO II DAS ATIVIDADES DA CÂMARA... 6 CAPÍTULO

Leia mais

Formação dos integrantes do Conselho de Planejamento e Orçamento Participativos (CPOP)

Formação dos integrantes do Conselho de Planejamento e Orçamento Participativos (CPOP) Formação dos integrantes do Conselho de Planejamento e Orçamento Participativos (CPOP) Conceitos gerais de gestão pública: princípios e regras da administração pública, processos de licitação, contratos

Leia mais

CRIMES CONTRA O SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL - ATUALIZAÇÕES

CRIMES CONTRA O SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL - ATUALIZAÇÕES CRIMES CONTRA O SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL - ATUALIZAÇÕES - Evasão de divisas e lavagem de capitais as alterações da Lei 12.683/12 - Investigação de crimes financeiros - Cooperação jurídica internacional

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA TCU Nº 47, DE 27 DE OUTUBRO DE 2004. Estabelece normas de organização e apresentação de processos de tomada e prestação de contas.

INSTRUÇÃO NORMATIVA TCU Nº 47, DE 27 DE OUTUBRO DE 2004. Estabelece normas de organização e apresentação de processos de tomada e prestação de contas. INSTRUÇÃO NORMATIVA TCU Nº 47, DE 27 DE OUTUBRO DE 2004 Estabelece normas de organização e apresentação de processos de tomada e prestação de contas. O TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO, no uso de suas atribuições

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES DE PARNAMIRIM Casa Antônio Lustosa de Oliveira Cabral CNPJ n.º 35.446.376/0001-09

CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES DE PARNAMIRIM Casa Antônio Lustosa de Oliveira Cabral CNPJ n.º 35.446.376/0001-09 LEI N.º 741/2009 EMENTA: Dispõe sobre a instituição do Sistema de Controle Interno SCI do Poder Legislativo Municipal, cria o Órgão Central do SCI e dá outras providências. A MESA DIRETORA DA CÂMARA MUNICIPAL

Leia mais

Dos crimes antecedentes à lavagem de dinheiro

Dos crimes antecedentes à lavagem de dinheiro Dos crimes antecedentes à lavagem de dinheiro Bárbara Carolina de Almeida Mendes Lima Advogada, graduada em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais, pós-graduanda em Ciências Penais pela Pontifícia

Leia mais

REGULAMENTO DA CÂMARA DE REGISTRO, COMPENSAÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE OPERAÇÕES DE CÂMBIO BM&FBOVESPA

REGULAMENTO DA CÂMARA DE REGISTRO, COMPENSAÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE OPERAÇÕES DE CÂMBIO BM&FBOVESPA REGULAMENTO DA CÂMARA DE REGISTRO, COMPENSAÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE OPERAÇÕES DE CÂMBIO BM&FBOVESPA CAPÍTULO I DAS DEFINIÇÕES CAPÍTULO II DAS ATIVIDADES DA CÂMARA CAPÍTULO III DOS PARTICIPANTES CAPÍTULO IV

Leia mais

MANUAL DE NORMAS DIREITO DE ACESSO

MANUAL DE NORMAS DIREITO DE ACESSO MANUAL DE NORMAS DIREITO DE ACESSO VERSÃO: 13/12/2011 2 / 34 MANUAL DE NORMAS DE DIREITO DE ACESSO ÍNDICE CAPÍTULO PRIMEIRO DO OBJETIVO 4 CAPÍTULO SEGUNDO DAS DEFINIÇÕES 4 CAPÍTULO TERCEIRO DOS TIPOS DE

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.771, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2015

CIRCULAR Nº 3.771, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2015 CIRCULAR Nº 3.771, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2015 Dispõe sobre os procedimentos a serem observados pelas cooperativas de crédito para instrução de processos referentes a pedidos de autorização e dá outras providências.

Leia mais

LEI Nº 15.853 DE 11 DE OUTUBRO DE 2011.

LEI Nº 15.853 DE 11 DE OUTUBRO DE 2011. LEI Nº 15.853 DE 11 DE OUTUBRO DE 2011. 1 Dispõe sobre a criação do Conselho Municipal de Economia Solidária e o Fundo Municipal de Fomento à Economia Solidária e dá outras providências. O Prefeito Municipal

Leia mais

Treinamento Anual Prevenção à Lavagem de Dinheiro e Lei Anticorrupção

Treinamento Anual Prevenção à Lavagem de Dinheiro e Lei Anticorrupção Treinamento Anual Prevenção à Lavagem de Dinheiro e Lei Anticorrupção Dezembro de 2015 Agenda I Prevenção à Lavagem de Dinheiro e Financiamento ao Terrorismo II Cadastro III Lei Anticorrupção 2 Agenda

Leia mais

USO INTERNO GRUPO XP INVESTIMENTOS 2

USO INTERNO GRUPO XP INVESTIMENTOS 2 Política Corporativa de Prevenção e Combate à Lavagem de Dinheiro, ao Financiamento do Terrorismo e Ocultação de Bens, Direitos e Valores (PCLD/FT/OBDV) POL CCI 003 1. INTRODUÇÃO A Política de Prevenção

Leia mais

DELIBERAÇÃO CVM Nº 534, DE 29 DE JANEIRO DE 2008

DELIBERAÇÃO CVM Nº 534, DE 29 DE JANEIRO DE 2008 TEXTO INTEGRAL DA, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA DELIBERAÇÃO CVM Nº 624, DE 28 DE JANEIRO DE 2010 (DOCUMENTO DE REVISÃO CPC Nº 01) Aprova o Pronunciamento Técnico CPC 02 do Comitê de Pronunciamentos

Leia mais

LEI Nº 10.066, DE 27 DE JULHO DE 1992

LEI Nº 10.066, DE 27 DE JULHO DE 1992 LEI Nº 10.066, DE 27 DE JULHO DE 1992 Cria a Secretaria de Estado do Meio Ambiente SEMA, a entidade autárquica Instituto Ambiental do Paraná IAP e adota outras providências. A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO

Leia mais

O Prefeito do Município de João Pessoa, Estado da Paraíba, faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte lei:

O Prefeito do Município de João Pessoa, Estado da Paraíba, faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte lei: www.leismunicipais.com.br LEI Nº 12.211, DE 27 DE SETEMBRO DE 2011. DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO FUNDO MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO DA ECONOMIA POPULAR EMPREENDEDORA E SOLIDÁRIA DO MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 105, DE 10 DE JANEIRO DE 2001.

LEI COMPLEMENTAR Nº 105, DE 10 DE JANEIRO DE 2001. LEI COMPLEMENTAR Nº 105, DE 10 DE JANEIRO DE 2001. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, Dispõe sobre o sigilo das operações de instituições financeiras e dá outras providências. Faço saber que o Congresso Nacional

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 118, DE 2004.

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 118, DE 2004. MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS RESOLUÇÃO CNSP N o 118, DE 2004. Dispõe sobre a prestação de serviços de auditoria independente para as sociedades seguradoras, de capitalização

Leia mais

MERCADO DE CAPITAIS. de administração de carteiras de valores mobiliários

MERCADO DE CAPITAIS. de administração de carteiras de valores mobiliários MERCADO DE CAPITAIS 01/04/2015 CVM edita a Instrução nº 558/15, que regula a atividade de administração de carteiras de valores mobiliários A Comissão de Valores Mobiliários ( CVM ) divulgou, em 26 de

Leia mais

BRUNO AUGUSTO VIGO MILANEZ FELIPE FOLTRAN CAMPANHOLI COMPLIANCE CRIMINAL

BRUNO AUGUSTO VIGO MILANEZ FELIPE FOLTRAN CAMPANHOLI COMPLIANCE CRIMINAL BRUNO AUGUSTO VIGO MILANEZ FELIPE FOLTRAN CAMPANHOLI COMPLIANCE CRIMINAL TÉCNICAS CORPORATIVAS DE PREVENÇÃO DA RESPONSABILIDADE PENAL Compliance Criminal técnicas corporativas de prevenção da responsabilidade

Leia mais

Perguntas e Respostas sobre a aplicação da Resolução CFC n.º 1.445/13

Perguntas e Respostas sobre a aplicação da Resolução CFC n.º 1.445/13 Perguntas e Respostas sobre a aplicação da Resolução CFC n.º 1.445/13 O Conselho Federal de Contabilidade é uma autarquia especial de caráter corporativo, criado pelo Decreto-Lei n.º 9295/46, que tem por

Leia mais

Lei Complementar LEI COMPLEMENTAR Nº 1049, DE 19 DE JUNHO DE 2008

Lei Complementar LEI COMPLEMENTAR Nº 1049, DE 19 DE JUNHO DE 2008 DOE 20/06/2008, Seção I, Pág. 1/3 Lei Complementar LEI COMPLEMENTAR Nº 1049, DE 19 DE JUNHO DE 2008 Dispõe sobre medidas de incentivo à inovação tecnológica, à pesquisa científica e tecnológica, ao desenvolvimento

Leia mais

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA CM CAPITAL MARKETS CORRETORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA CM CAPITAL MARKETS CORRETORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA CM CAPITAL MARKETS CORRETORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA A CM Capital Markets Corretora de Títulos e Valores Mobiliários LTDA, em atenção ao disposto no art.

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 3265. Documento normativo revogado pela Resolução 3.568, de 29/05/2008, a partir de 01/07/2008.

RESOLUÇÃO Nº 3265. Documento normativo revogado pela Resolução 3.568, de 29/05/2008, a partir de 01/07/2008. RESOLUÇÃO Nº 3265 01/07/2008. Documento normativo revogado pela Resolução 3.568, de 29/05/2008, a partir de Dispõe sobre o Mercado de Câmbio e dá outras providências. O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma

Leia mais

RESOLUÇÃO CONFE No 87, de 26 de dezembro de 1977.

RESOLUÇÃO CONFE No 87, de 26 de dezembro de 1977. RESOLUÇÃO CONFE No 87, de 26 de dezembro de 1977. DÁ NOVA REDAÇÃO À RESOLUÇÃO N o 18, DE 10.02.72, DO CONSELHO FEDERAL DE ESTATÍSTICA, PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DE 27.03.72. CONSELHO FEDERAL DE ESTATÍSTICA

Leia mais

L E I N 7.785, DE 9 DE JANEIRO DE 2014

L E I N 7.785, DE 9 DE JANEIRO DE 2014 L E I N 7.785, DE 9 DE JANEIRO DE 2014 Dispõe sobre a reestruturação da Loteria do Estado do Pará - LOTERPA e dá outras providências. A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO PARÁ estatui e eu sanciono a

Leia mais

ALTERAÇÕES NA LEI DE FUNDAÇÕES DE APOIO: POSSIBILIDADES E EXPECTATIVAS PARA AS IFES FORPLAD DOURADOS 30, 31/10/2013 e 01/11/2013

ALTERAÇÕES NA LEI DE FUNDAÇÕES DE APOIO: POSSIBILIDADES E EXPECTATIVAS PARA AS IFES FORPLAD DOURADOS 30, 31/10/2013 e 01/11/2013 ALTERAÇÕES NA LEI DE FUNDAÇÕES DE APOIO: POSSIBILIDADES E EXPECTATIVAS PARA AS IFES FORPLAD DOURADOS 30, 31/10/2013 e 01/11/2013 1 - ASPECTOS INTRODUTÓRIOS O marco legal das fundações de apoio: Lei 8.958/94

Leia mais

TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 3ª REGIÃO INSTRUÇÃO NORMATIVA GP N. 2, DE 12 DE MARÇO DE 2013

TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 3ª REGIÃO INSTRUÇÃO NORMATIVA GP N. 2, DE 12 DE MARÇO DE 2013 TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 3ª REGIÃO INSTRUÇÃO NORMATIVA GP N. 2, DE 12 DE MARÇO DE 2013 Dispõe sobre o Adicional de Qualificação - AQ, instituído pela Lei n. 11.416, de 15 de dezembro de 2006, no

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2013

PROJETO DE LEI Nº, DE 2013 PROJETO DE LEI Nº, DE 2013 (Do Sr. João Dado) Dispõe sobre a criação do Serviço Social do Servidor Público - SESP e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Serviço Público - SENASP. O Congresso Nacional

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE LEI N. 1.478, DE 15 DE JANEIRO DE 2003 Cria o Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Acre IDAF/AC e define sua competência e organização básica. O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE seguinte

Leia mais

Prefeitura Municipal de Campinas

Prefeitura Municipal de Campinas Prefeitura Municipal de Campinas Criada pelo Decreto Municipal nº 17.301 de 29 de março de 2011 Estrutura: Coordenadoria Setorial Administrativo e de Expediente Departamento de Controle Preventivo Coordenadoria

Leia mais

POLÍTICA INSTITUCIONAL ANTICORRUPÇÃO

POLÍTICA INSTITUCIONAL ANTICORRUPÇÃO POLÍTICA INSTITUCIONAL ANTICORRUPÇÃO Belo Horizonte, Fevereiro de 2016. Diretoria Executiva de Controladoria, Compliance, PLD e Riscos Diretoria de Compliance, PLD e Riscos ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2.

Leia mais

PROGRAMA DE FINANCIAMENTO ÀS EXPORTAÇÕES PROEX

PROGRAMA DE FINANCIAMENTO ÀS EXPORTAÇÕES PROEX REVISTA JURÍDICA CONSULEX ONLINE Conjuntura Walter Douglas Stuber WALTER DOUGLAS STUBER é sócio do escritório Stuber Advogados Associados e especialista em Direito Bancário, Mercado de Capitais e Negociações

Leia mais

DECRETO Nº 5.933, DE 20 DE ABRIL DE 2004.

DECRETO Nº 5.933, DE 20 DE ABRIL DE 2004. DECRETO Nº 5.933, DE 20 DE ABRIL DE 2004. (PUBLICADO NO DOE DE 26.04.04) Este texto não substitui o publicado no DOE Regulamenta a Lei nº 14.546, de 30 de setembro de 2003, que dispõe sobre a criação do

Leia mais

REQUERIMENTO Nº 139/2013

REQUERIMENTO Nº 139/2013 CÂMARA MUNICIPAL DE ESTEIO GABINETE DO VEREADOR LEONARDO PASCOAL RUA 24 DE AGOSTO, 535, CENTRO, SALA 06 3º ANDAR CEP: 93280-000 - ESTEIO - RS TELEFONE (51) 3458-5015 - FAX (51) 3458-3366 E-MAIL: contato@leonardopascoal.com.br

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DE ALAGOAS. Faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

O GOVERNADOR DO ESTADO DE ALAGOAS. Faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI N 4.986, DE 16 DE MAIO DE 1988. Cria o Instituto do Meio Ambiente do Estado de Alagoas - IMA e adota outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DE ALAGOAS. Faço saber que o Poder Legislativo decreta

Leia mais

Regras e Parametros de Atuação no Mercado de Valores Mobiliários Cetip

Regras e Parametros de Atuação no Mercado de Valores Mobiliários Cetip Pelo presente instrumento, o participante a seguir indicado, doravante designada INSTITUIÇÃO ( participante), objetivando atuar na qualidade de Intermediário, conforme Manual de Normas de Intermediário

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DA GAEC EDUCAÇÃO S.A. SEÇÃO I DEFINIÇÕES

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DA GAEC EDUCAÇÃO S.A. SEÇÃO I DEFINIÇÕES POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DA GAEC EDUCAÇÃO S.A. SEÇÃO I DEFINIÇÕES 1. Os termos e expressões relacionados abaixo, quando utilizados nesta Política, terão o seguinte significado: 1.1.

Leia mais

Publicado Edital de Processo Seletivo para cargo comissionado na Anvisa

Publicado Edital de Processo Seletivo para cargo comissionado na Anvisa Publicado Edital de Processo Seletivo para cargo comissionado na Anvisa A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulga Edital do Processo Seletivo destinado ao preenchimento do cargo em comissão

Leia mais

a) operações cobertas de venda de ações ou de lançamento de opções;

a) operações cobertas de venda de ações ou de lançamento de opções; Dispõe sobre a Constituição de funcionamento de Clubes de Investimento. O PRESIDENTE DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS torna público que o Colegiado, em sessão realizada nesta data, e de acordo com o

Leia mais

Regras e Parâmetros de Atuação

Regras e Parâmetros de Atuação 1 / 14 A Convenção S/A Corretora de Valores e Câmbio, doravante denominada Convenção S/A CVC, em atendimento ao disposto no art. 20º da Instrução nº 505, de 27 de setembro de 2011, da Comissão de Valores

Leia mais

GABINETE DO PREFEITO

GABINETE DO PREFEITO Autor: Poder Executivo. LEI N 1.328/2016. CRIA O CONSELHO E FUNDO MUNICIPAL E POLÍTICAS SOBRE DROGAS DO MUNICÍPIO DE ARIPUANÃ E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. EDNILSON LUIZ FAITTA, Prefeito Municipal de Aripuanã,

Leia mais

DECRETO Nº 27.958, DE 16 DE MAIO DE 2007 DODF DE 17.05.2007

DECRETO Nº 27.958, DE 16 DE MAIO DE 2007 DODF DE 17.05.2007 DECRETO Nº 27.958, DE 16 DE MAIO DE 2007 DODF DE 17.05.2007 Aprova o Estatuto Social da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal e dá outras providências. O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL, no uso

Leia mais

LEI Nº 8.798 de 22 de fevereiro de 2006.

LEI Nº 8.798 de 22 de fevereiro de 2006. LEI Nº 8.798 de 22 de fevereiro de 2006. Institui a Política Estadual de fomento à Economia Popular Solidária no Estado do Rio Grande do Norte e estabelece outras disposições. O PRESIDENTE DA ASSEMBLÉIA

Leia mais

Regulamenta a Lei nº 9.841, de 5 de outubro de 1999, que institui o Estatuto da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, e dá outras providências.

Regulamenta a Lei nº 9.841, de 5 de outubro de 1999, que institui o Estatuto da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, e dá outras providências. DECRETO N o 3.474, DE 19 DE MAIO DE 2000. Regulamenta a Lei nº 9.841, de 5 de outubro de 1999, que institui o Estatuto da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, e dá outras providências. O PRESIDENTE

Leia mais

DECISÃO Nº 049/2014 D E C I D E

DECISÃO Nº 049/2014 D E C I D E CONSUN Conselho Universitário DECISÃO Nº 049/2014 O CONSELHO UNIVERSITÁRIO, em sessão de 10/01/2014, tendo em vista o constante no processo nº 23078.019657/13-31, de acordo com o Parecer nº 497/2013 da

Leia mais