ALTERAÇÕES PT Unida na diversidade PT 2012/2039(INI) Projeto de parecer Regina Bastos (PE v02)

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ALTERAÇÕES 1-58. PT Unida na diversidade PT 2012/2039(INI) 16.10.2012. Projeto de parecer Regina Bastos (PE483.860v02)"

Transcrição

1 PARLAMENTO EUROPEU Comissão do Emprego e dos Assuntos Sociais /2039(INI) ALTERAÇÕES 1-58 Regina Bastos (PE v02) sobre o estatuto da mutualidade europeia (2012/2039(INI)) AM\ doc PE v01-00 Unida na diversidade

2 AM_Com_NonLegOpinion PE v /32 AM\ doc

3 1 Jean-Luc Bennahmias N.º 1 1. Recorda que os valores das mutualidades refletem os princípios fundamentais do modelo social europeu; 1. Recorda que os valores das mutualidades refletem os princípios fundamentais do modelo social europeu; sublinha que as mutualidades, enquanto forma de organização baseada em valores de solidariedade, são agentes importantes da economia social de mercado da União Europeia, devendo obter maior reconhecimento, nomeadamente através da criação de um estatuto europeu; Or. fr 2 Evelyn Regner N.º 1 1. Recorda que os valores das mutualidades refletem os princípios fundamentais do modelo social europeu; 1. Recorda que os valores das mutualidades refletem os princípios fundamentais do modelo social europeu; observa que as mutualidades se distinguem de outras formas empresariais de economia social por se basearem nos princípios da adesão livre e voluntária, da igualdade de direitos de voto (um membro, um voto) e da independência e autonomia, e se caracterizarem pela ausência de capital social; AM\ doc 3/32 PE v01-00

4 3 N.º 1-A (novo) 1-A. Observa que as mutualidades são associações voluntárias de pessoas (singulares ou coletivas) que têm como objetivo a satisfação das necessidades dos seus membros em detrimento da obtenção de um retorno do investimento, que operam de acordo com o princípio da solidariedade entre os seus membros e são geridas segundo princípios democráticos; 4 N.º 1-B (novo) 1-B. Sublinha que existem dois tipos principais de mutualidades na Europa, as sociedades de socorro mútuo e as mútuas de seguros. As «sociedades de socorro mútuo» fornecem serviços de previdência social complementares aos regimes obrigatórios de proteção social ou integrados nestes. As «mútuas de seguros» podem cobrir todos os tipos de propriedade e de risco de vida. Em alguns Estados-Membros as mutualidades podem inclusivamente prestar serviços noutros domínios como a habitação ou o crédito. PE v /32 AM\ doc

5 5 Evelyn Regner N.º 2 2. Recorda que as mutualidades desempenham um papel importante na economia da União, fornecendo cuidados de saúde e prestações sociais a mais de 160 milhões de cidadãos europeus, que estas sociedades representam mais de 180 mil milhões de euros em prémios de seguro e empregam mais de pessoas na União; 2. Recorda que as mutualidades desempenham um papel importante na economia de alguns Estados-Membros, fornecendo cuidados de saúde e prestações sociais a mais de 160 milhões de cidadãos europeus, que estas sociedades representam mais de 180 mil milhões de euros em prémios de seguro e empregam mais de pessoas na União; salienta que noutros Estados-Membros este tipo de serviços é prestado por cooperativas; 6 Jean-Luc Bennahmias N.º 2 2. Recorda que as mutualidades desempenham um papel importante na economia da União, fornecendo cuidados de saúde e prestações sociais a mais de 160 milhões de cidadãos europeus, que estas sociedades representam mais de 180 mil milhões de euros em prémios de seguro e empregam mais de pessoas na União; 2. Recorda que as mutualidades desempenham um papel importante na economia da União, fornecendo cuidados de saúde e prestações sociais a mais de 160 milhões de cidadãos europeus, que estas sociedades representam mais de 180 mil milhões de euros em prémios de seguro e empregam mais de pessoas na União; sublinha que as mutualidades facilitam o acesso aos cuidados de saúde, promovem a inclusão social e têm um papel muito importante na prestação de serviços de interesse geral no seio da União Europeia; Or. fr AM\ doc 5/32 PE v01-00

6 7 Jean-Luc Bennahmias N.º 4 4. Assinala que, com 25 % do mercado dos seguros e 70 % do número total de empresas do setor, as mutualidades não podem ser ignoradas no mercado interno; 4. Assinala que, com 25 % do mercado dos seguros e 70 % do número total de empresas do setor, as mutualidades não podem continuar a ser ignoradas no mercado interno 1 ; considera que devem beneficiar de um estatuto europeu para estarem em pé de igualdade com outras formas empresariais na União; recorda que a diversidade empresarial representa uma riqueza que deve ser plenamente reconhecida e encorajada; 1 COM(2011)0206. Or. fr 8 Regina Bastos N.º 5 5. Observa que as pensões de reforma e de sobrevivência constituem a parcela mais importante das despesas de proteção social e que o envelhecimento da população pode colocar sob pressão a despesa pública com a proteção social; 5. Observa que as mutualidades têm um papel particularmente ativo no domínio da saúde, dos cuidados continuados, das pensões e dos serviços sociais, incluindo os relacionados com o envelhecimento da população, e que o envolvimento das mutualidades enquanto intervenientes fundamentais é crucial para o futuro sustentável da proteção social, tendo em conta que o envelhecimento da população está a colocar sob pressão a despesa PE v /32 AM\ doc

7 pública com a proteção social; 9 Jean-Luc Bennahmias N.º 5 5. Observa que as pensões de reforma e de sobrevivência constituem a parcela mais importante das despesas de proteção social e que o envelhecimento da população pode colocar sob pressão a despesa pública com a proteção social; 5. Observa que as pensões de reforma e de sobrevivência constituem a parcela mais importante das despesas de proteção social dos Estados-Membros e que o envelhecimento da população levanta atualmente desafios importantes às sociedades europeias, pondo à prova, nomeadamente, os equilíbrios orçamentais nacionais e podendo colocar sob pressão a despesa pública com a proteção social; Or. fr 10 N.º 5 5. Observa que as pensões de reforma e de sobrevivência constituem a parcela mais importante das despesas de proteção social e que o envelhecimento da população pode colocar sob pressão a despesa pública com a proteção social; 5. Observa que as pensões de reforma e de sobrevivência constituem a parcela mais importante das despesas de proteção social e que o envelhecimento da população pode colocar sob pressão a despesa pública com a proteção social; realça que as mutualidades podem desempenhar um papel importante, propondo, ao nível do setor privado, esquemas de pensões AM\ doc 7/32 PE v01-00

8 socialmente responsáveis, embora reconhecendo que não podem substituir um primeiro pilar sólido do sistema de pensões; 11 Regina Bastos N.º 5-A (novo) 5-A. Salienta que as mutualidades oferecem oportunidades adicionais e acessíveis do ponto de vista económico aos cidadãos da UE; 12 Marian Harkin N.º 5-A (novo) 5-A. Salienta que certos tipos de mutualidades se caracterizam por uma forte componente voluntária e que este espírito de voluntariado deve ser preservado e facilitado. 13 PE v /32 AM\ doc

9 N.º 6 6. Realça que aumento das despesas com os cuidados de saúde e as pensões poderá ter consequências importantes para a sustentabilidade e cobertura dos atuais regimes de proteção social, o que poderia levar os Estados-Membros a reduzirem a sua contribuição para a proteção social obrigatória e a transferirem encargos da segurança social para o setor privado; 6. Realça que aumento das despesas com os cuidados de saúde e as pensões poderá ter consequências importantes para a sustentabilidade e cobertura dos atuais regimes de proteção social; sublinha que as mutualidades promovem valores fundamentais do Estado-providência como a solidariedade, a nãodiscriminação e um acesso equitativo a serviços sociais de qualidade no setor privado; salienta, contudo, que a proteção social privada deve ter apenas um papel complementar e não pode substituir os regimes obrigatórios de segurança social; 14 Jean-Luc Bennahmias N.º 6 6. Realça que aumento das despesas com os cuidados de saúde e as pensões poderá ter consequências importantes para a sustentabilidade e cobertura dos atuais regimes de proteção social, o que poderia levar os Estados-Membros a reduzirem a sua contribuição para a proteção social obrigatória e a transferirem encargos da segurança social para o setor privado; 6. Realça que aumento das despesas com os cuidados de saúde e as pensões poderá ter consequências importantes para a sustentabilidade e cobertura dos atuais regimes de proteção social, o que poderia levar os Estados-Membros a reduzirem a sua contribuição para a proteção social obrigatória e a transferirem encargos da segurança social para o setor privado; considera que o reforço do papel das mutualidades na economia social de mercado europeia não deve ser feito em detrimento da ação dos Estados-Membros em matéria de proteção social; recorda que a diversidade de sistemas de proteção social, que recai por vezes exclusivamente AM\ doc 9/32 PE v01-00

10 sobre o Estado, sobre as mutualidades ou, de forma repartida, sobre os dois, deve ser respeitada; nota que um estatuto europeu das mutualidades é essencial mas não deve servir para compensar as falhas dos Estados-Membros em matéria de proteção social; Or. fr 15 Elisabeth Morin-Chartier N.º 6-A (novo) 6-A. Espera que a adesão a mutualidades de trabalhadores assalariados, nomeadamente os trabalhadores de pequenas empresas, seja facilitada e encorajada; Or. fr 16 Elisabeth Morin-Chartier N.º 6-B (novo) 6-B. Considera, a este respeito, que a adesão do trabalhador por conta de outrem a um sistema mutualista deve ser incentivada pela aplicação de isenções ao nível dos encargos sociais ou fiscais; Or. fr PE v /32 AM\ doc

11 17 Frédéric Daerden N.º 7 7. Recorda que mutualidades não dispõem dos instrumentos jurídicos que lhes permitam facilitar o seu desenvolvimento e as suas atividades transnacionais no mercado interno; Suprimido Or. fr 18 Richard Howitt N.º 7 7. Recorda que mutualidades não dispõem dos instrumentos jurídicos que lhes permitam facilitar o seu desenvolvimento e as suas atividades transnacionais no mercado interno; 7. Recorda que mutualidades não dispõem dos instrumentos jurídicos que lhes permitam facilitar o seu desenvolvimento e as suas atividades transnacionais no mercado interno e que se encontram em desvantagem em relação a outras formas empresariais para as quais já existem estatutos europeus. 19 N.º 7 7. Recorda que mutualidades não dispõem 7. Recorda que mutualidades não dispõem AM\ doc 11/32 PE v01-00

12 dos instrumentos jurídicos que lhes permitam facilitar o seu desenvolvimento e as suas atividades transnacionais no mercado interno; dos instrumentos jurídicos que lhes permitam facilitar o seu desenvolvimento e as suas atividades transnacionais no mercado interno; sublinha que, na ausência de um estatuto europeu, as mutualidades são muitas vezes obrigadas a recorrer a instrumentos jurídicos inadequados para o desenvolvimento das suas atividades transnacionais, o que conduz à sua desmutualização; 20 Frédéric Daerden N.º 8 8. Considera que a legislação em matéria de mutualidades varia consideravelmente no seio da União Europeia e que o estatuto europeu poderia ser utilizado como ponto de partida para uma harmonização das legislações nacionais; 8. Constata que as legislações nacionais em matéria de mutualidades variam consideravelmente no seio da União Europeia e que as mutualidades não dispõem de instrumentos jurídicos que facilitem o seu desenvolvimento no seio do mercado interno; Or. fr 21 Regina Bastos N.º 8 8. Considera que a legislação em matéria de mutualidades varia consideravelmente no seio da União Europeia e que o estatuto europeu poderia ser utilizado como ponto de partida para uma harmonização das 8. Considera que a legislação em matéria de mutualidades varia consideravelmente no seio da União Europeia e que o estatuto europeu poderia permitir a criação de mutualidades transnacionais, reforçando PE v /32 AM\ doc

13 legislações nacionais; assim a proteção social ao nível da UE; 22 Frédéric Daerden N.º 8-A (novo) 8-A. Considera que o estatuto europeu pode permitir a emergência de agentes mutualistas transnacionais, reforçando, assim, a Europa da proteção social; Or. fr 23 N.º 8-A (novo) 8-A. Sublinha que as mutualidades não são uma forma de organização comum a todos os Estados-Membros; salienta que isso pode causar distorções de mercado; observa que um estatuto europeu pode corrigir esta situação e inspirar a criação de mutualidades nos Estados-Membros onde esta forma empresarial não existe; 24 Minodora Cliveti AM\ doc 13/32 PE v01-00

14 N.º 9-A (novo) 9-A. Insta a Comissão Europeia a reintroduzir a proposta de um estatuto europeu para as mutualidades; 25 Elisabeth Morin-Chartier N.º 10-A (novo) 10-A. Espera, por conseguinte, que este estatuto europeu seja ambicioso e inovador em matéria de proteção dos trabalhadores e das suas famílias em caso de mobilidade no seio da União; Or. fr 26 N.º 10-A (novo) 10-A. Congratula-se com o estudo encomendado pela Comissão Europeia sobre a situação e perspetivas futuras das mutualidades na UE, que explora as dificuldades que as mutualidades, devido à ausência de enquadramento jurídico em alguns Estados-Membros, enfrentam no que se refere à criação de novas sociedades mútuas, nomeadamente PE v /32 AM\ doc

15 problemas relacionados com requisitos de capital e com a falta de soluções de agrupamento; insta a Comissão a propor soluções adequadas para a resolução destes problemas, incluindo a criação de um estatuto, com vista a um melhor reconhecimento do contributo das mutualidades para a economia social; 27 Minodora Cliveti N.º Recorda que as mutualidades desempenham um papel importante nas economias dos Estados-Membros ao contribuírem para os objetivos estratégicos da União de garantir o crescimento inclusivo, com um acesso aos recursos básicos, os direitos e os serviços sociais universais, bem como o acesso a cuidados de saúde de qualidade para todos com base na solidariedade e na não-exclusão; 11. Recorda que as mutualidades desempenham ou devem desempenhar um papel importante nas economias dos Estados-Membros ao contribuírem para os objetivos estratégicos da União de garantir o crescimento inclusivo, com um acesso aos recursos básicos, os direitos e os serviços sociais universais, bem como o acesso a cuidados de saúde de qualidade para todos com base na solidariedade, na acessibilidade económica e na nãoexclusão; 28 N.º Recorda que as mutualidades desempenham um papel importante nas 11. Recorda que as mutualidades desempenham um papel importante nas AM\ doc 15/32 PE v01-00

16 economias dos Estados-Membros ao contribuírem para os objetivos estratégicos da União de garantir o crescimento inclusivo, com um acesso aos recursos básicos, os direitos e os serviços sociais universais, bem como o acesso a cuidados de saúde de qualidade para todos com base na solidariedade e na não-exclusão; economias dos Estados-Membros ao contribuírem para os objetivos estratégicos da União de garantir o crescimento inclusivo, com um acesso aos recursos básicos, os direitos e os serviços sociais universais, bem como o acesso a cuidados de saúde de qualidade para todos com base na solidariedade, na não-discriminação e na não-exclusão; 29 Richard Howitt N.º 11-A (novo) 11-A. Recorda que em 2003 foi adotado um regulamento relativo ao Estatuto da Sociedade Cooperativa Europeia (SCE) 1 e que a Comissão Europeia apresentou, em 8 de fevereiro 2012, uma proposta de regulamentação relativa ao Estatuto da Fundação Europeia. 1 Regulamento (CE) n.º 1435/2003 do Conselho, de 22 de julho de 2003, relativo ao Estatuto da Sociedade Cooperativa Europeia (SCE) 30 Minodora Cliveti N.º 11-A (novo) PE v /32 AM\ doc

17 11-A. Sublinha que as mutualidades têm um papel importante a desempenhar na promoção de uma saúde sustentável através da prática de políticas de prevenção proativas; 31 Minodora Cliveti N.º Salienta que a economia social, e as mutualidades em particular, desempenham um papel essencial na economia da União, aliando rentabilidade e solidariedade, criando empregos de qualidade, reforçando a coesão social, económica e territorial, gerando capital social e promovendo a cidadania ativa, a solidariedade e um tipo de economia com valores democráticos, permitindo, deste modo, colocar as pessoas em primeiro plano e apoiar o desenvolvimento sustentável e a inovação social, ambiental e tecnológica; 12. Salienta que a economia social, e as mutualidades em particular, desempenham um papel essencial na economia da União, aliando rentabilidade e solidariedade, criando empregos de qualidade, reforçando a coesão social, económica e territorial, gerando capital social e promovendo a cidadania ativa, o bem-estar social baseado na solidariedade e um tipo de economia com valores democráticos, permitindo, deste modo, colocar as pessoas em primeiro plano e apoiar o desenvolvimento sustentável e a inovação social, ambiental e tecnológica; 32 Jean-Luc Bennahmias N.º 12 AM\ doc 17/32 PE v01-00

18 12. Salienta que a economia social, e as mutualidades em particular, desempenham um papel essencial na economia da União, aliando rentabilidade e solidariedade, criando empregos de qualidade, reforçando a coesão social, económica e territorial, gerando capital social e promovendo a cidadania ativa, a solidariedade e um tipo de economia com valores democráticos, permitindo, deste modo, colocar as pessoas em primeiro plano e apoiar o desenvolvimento sustentável e a inovação social, ambiental e tecnológica; 12. Salienta que a economia social, e as mutualidades em particular, desempenham um papel essencial na economia da União, aliando rentabilidade e solidariedade, criando empregos de qualidade e de proximidade, reforçando a coesão social, económica e territorial, gerando capital social e promovendo a cidadania ativa, a solidariedade e um tipo de economia com valores democráticos, permitindo, deste modo, colocar as pessoas em primeiro plano e apoiar o desenvolvimento sustentável e a inovação social, ambiental e tecnológica; Or. fr 33 N.º 12-A (novo) 12-A. Salienta os benefícios dos princípios democráticos que governam as mutualidades, como o princípio «um membro, um voto», que contribuem para uma gestão responsável e sustentável; 34 N.º 13 PE v /32 AM\ doc

19 13. Recorda que as mutualidades devem fazer face a estes desafios ao lado do setor privado, devendo, por conseguinte, ser capazes de operar dentro da União em condições de concorrência iguais às oferecidas a outras formas de empresa; 13. Recorda que as mutualidades devem fazer face a estes desafios ao lado do setor privado, devendo, por conseguinte, ser capazes de operar dentro da União em condições de concorrência iguais às oferecidas a outras formas de empresa; sublinha que os estatutos europeus existentes, como a Sociedade Cooperativa Europeia (SCE) ou a Sociedade Europeia (SE), não são adequados para as mutualidades devido às diferenças entre os modelos de negócios; 35 N.º 13-A (novo) 13-A. Nota que a UE deve ter em conta a natureza específica do capital das mutualidades na elaboração de legislação relativa a requisitos de capital; sublinha que a criação de um estatuto europeu permitiria conservar esta especificidade e, ao mesmo tempo, abranger mais pessoas através de atividades transnacionais; 36 Marian Harkin N.º 14 AM\ doc 19/32 PE v01-00

20 14. Lamenta que a legislação da União seja omissa nesta matéria, uma vez que as mutualidades não são especificamente mencionadas nos tratados nem o seu modelo de empresa está contemplado na legislação secundária, que menciona exclusivamente as empresas públicas e privadas, atentando, desse modo, contra o estatuto das mutualidades, o seu desenvolvimento e a criação de um grupo transfronteiriço; 14. Lamenta que a legislação da União seja omissa nesta matéria, uma vez que as mutualidades não são especificamente mencionadas nos tratados nem o seu modelo de empresa está contemplado na legislação secundária, que menciona exclusivamente as empresas públicas e privadas, atentando, desse modo, contra o estatuto das mutualidades, o seu desenvolvimento e a criação de um grupo transfronteiriço; considera, por conseguinte, que as mutualidades devem ser incluídas no artigo 54.º do TFUE, a fim de assegurar que a diversidade empresarial tenha uma base jurídica sólida nos Tratados; 37 Regina Bastos N.º Lamenta que a legislação da União seja omissa nesta matéria, uma vez que as mutualidades não são especificamente mencionadas nos tratados nem o seu modelo de empresa está contemplado na legislação secundária, que menciona exclusivamente as empresas públicas e privadas, atentando, desse modo, contra o estatuto das mutualidades, o seu desenvolvimento e a criação de um grupo transfronteiriço; 14. Lamenta que a legislação da União seja omissa nesta matéria, uma vez que as mutualidades não são especificamente mencionadas nos tratados nem o seu modelo de empresa está contemplado na legislação secundária, que menciona exclusivamente as empresas públicas e privadas, atentando, desse modo, contra o estatuto das mutualidades, o seu desenvolvimento e a criação de grupos transfronteiriços; PE v /32 AM\ doc

21 38 Richard Howitt N.º 14-A (novo) 14-A. Reconhece que algumas mutualidades operam sob a forma jurídica de cooperativa, fazendo parte da Aliança Cooperativa Internacional por via da sua ligação à «International Cooperative and Mutual Insurance Federation» (Federação Internacional das Cooperativas e Mútuas de Seguros). 39 N.º Recorda que o estatuto europeu das mutualidades é essencial para uma melhor integração no mercado único e para contribuir para a consecução dos objetivos da estratégia de 2020 centrados no crescimento e no emprego; 15. Recorda que o estatuto europeu das mutualidades é essencial para uma melhor integração no mercado único e para contribuir para a consecução dos objetivos da estratégia de 2020 centrados no crescimento e no emprego; sublinha que um estatuto europeu irá igualmente contribuir para facilitar a mobilidade dos cidadãos europeus ao permitir que as mutualidades prestem serviços em vários Estados-Membros, promovendo uma maior continuidade e coerência no seio do mercado único; AM\ doc 21/32 PE v01-00

22 40 Jean-Luc Bennahmias N.º Recorda que o estatuto europeu das mutualidades é essencial para uma melhor integração no mercado único e para contribuir para a consecução dos objetivos da estratégia de 2020 centrados no crescimento e no emprego; 15. Recorda que o estatuto europeu das mutualidades é essencial para uma melhor integração no mercado único, um melhor reconhecimento das suas especificidades e para reforçar a sua capacidade de contribuir para a consecução dos objetivos da estratégia de 2020 centrados no crescimento e no emprego; Or. fr 41 Richard Howitt N.º 15-A (novo) 15-A. Salienta que a criação de um estatuto europeu das mutualidades contribuirá para a promoção do modelo mutualista na Europa alargada, em especial nos novos Estados-Membros, onde, em alguns casos, não está previsto na lei; considera que um regulamento europeu aplicável, naturalmente, em toda a União Europeia tem a dupla vantagem de proporcionar a esses países um estatuto europeu de referência e de contribuir para o estatuto e para a visibilidade pública deste tipo de organização. PE v /32 AM\ doc

23 42 Minodora Cliveti N.º 15-A (novo) 15-A. Sublinha que o estatuto pode proporcionar às mutualidades oportunidades de criação de economias de escala, a fim de manterem a sua competitividade a longo prazo, e irá promover o reconhecimento da importância das mutualidades no contexto da definição de políticas a nível europeu; 43 N.º Salienta que as mutualidades são elementos sólidos e perenes, que melhor resistiram à crise financeira em todos os setores, especialmente no domínio dos seguros e da proteção social; recorda que as mutualidades são particularmente ativas no domínio do envelhecimento da população e das necessidades sociais e que o envolvimento das mutualidades no setor das pensões proporciona oportunidades adicionais aos cidadãos da União; 16. Salienta que as mutualidades são elementos sólidos e perenes, que melhor resistiram à crise financeira em todos os setores e contribuíram para um mercado mais resistente, diversificado, especialmente no domínio dos seguros e da proteção social; recorda que as mutualidades são particularmente ativas no domínio do envelhecimento da população e das necessidades sociais e que o envolvimento das mutualidades no setor das pensões proporciona oportunidades adicionais aos cidadãos da União; AM\ doc 23/32 PE v01-00

24 44 Jean-Luc Bennahmias N.º Salienta que as mutualidades são elementos sólidos e perenes, que melhor resistiram à crise financeira em todos os setores, especialmente no domínio dos seguros e da proteção social; recorda que as mutualidades são particularmente ativas no domínio do envelhecimento da população e das necessidades sociais e que o envolvimento das mutualidades no setor das pensões proporciona oportunidades adicionais aos cidadãos da União; 16. Salienta que as mutualidades são elementos sólidos e perenes, que melhor resistiram à crise financeira em todos os setores, especialmente no domínio dos seguros e da proteção social; recorda que as mutualidades são particularmente ativas no domínio do envelhecimento da população e das necessidades sociais, que o envolvimento das mutualidades no setor das pensões proporciona oportunidades adicionais aos cidadãos da União e que estas organizações têm um papel fundamental a desempenhar na preservação do modelo social europeu; Or. fr 45 Regina Bastos N.º Salienta que as mutualidades são elementos sólidos e perenes, que melhor resistiram à crise financeira em todos os setores, especialmente no domínio dos seguros e da proteção social; recorda que as mutualidades são particularmente ativas no domínio do envelhecimento da população e das necessidades sociais e que o envolvimento das mutualidades no setor das pensões proporciona oportunidades adicionais aos cidadãos da União; 16. Salienta que as mutualidades são organizações sólidas e sustentáveis, que melhor resistiram à crise financeira em todos os setores, especialmente no domínio dos seguros e da proteção social; recorda que as mutualidades são particularmente ativas no domínio do envelhecimento da população e das necessidades sociais e que o envolvimento das mutualidades no setor das pensões proporciona oportunidades adicionais aos cidadãos da União; PE v /32 AM\ doc

25 46 N.º 16-A (novo) 16-A. Sublinha que as mutualidades não têm partes sociais, sendo, antes, propriedade conjunta dos seus membros e os respetivos resultados reinvestidos em vez de serem distribuídos por aqueles, e que isso tem ajudado as mutualidades a resistirem melhor à crise do que outras entidades do setor privado; 47 N.º 16-C (novo) 16-C. Nota que um estatuto europeu seria um instrumento voluntário complementar às disposições nacionais aplicáveis às mutualidades, não afetando, por conseguinte, os regulamentos já existentes, mas antes constituindo um 28.º regime com o objetivo de facilitar as atividades transfronteiras das mutualidades; 48 Marian Harkin AM\ doc 25/32 PE v01-00

26 N.º Solicita à Comissão que tenha em conta as características específicas das mutualidades para garantir condições equitativas de concorrência, evitar discriminações suplementares e garantir um mercado justo e competitivo; 17. Solicita à Comissão que tenha em conta as características específicas das mutualidades para garantir condições equitativas de concorrência, evitar discriminações suplementares e assegurar que qualquer legislação a criar seja proporcional, bem como garantir um mercado justo e competitivo; 49 N.º Solicita à Comissão que tenha em conta as características específicas das mutualidades para garantir condições equitativas de concorrência, evitar discriminações suplementares e garantir um mercado justo e competitivo; 17. Solicita à Comissão que tenha em conta as características específicas das mutualidades para garantir condições equitativas de concorrência, evitar discriminações suplementares e garantir um mercado justo, competitivo e sustentável; 50 Regina Bastos Anexo N.º 17-A (novo) - Recomendação 1 (nova) 17-A. Considera que a diversidade de formas empresariais deve estar PE v /32 AM\ doc

27 consagrada de forma clara no Tratado da União Europeia e propõe a inclusão das mutualidades no respetivo artigo 54.º; 51 Regina Bastos Anexo N.º 17-B (novo) - Recomendação 2 (nova) 17-B. Considera que uma proposta legislativa para um regulamento europeu das mutualidades deve compreender disposições legais que visem: permitir a existência de mutualidades europeias baseadas em pessoas singulares ou coletivas; permitir a livre operação das mutualidades no mercado único europeu, reforçando, assim, os princípios do próprio mercado único; permitir que as mutualidades beneficiem das vantagens proporcionadas pela criação de um Grupo Europeu de Mutualidades, em particular no contexto da Diretiva Solvência II para as mutualidades que prestam serviços no domínio dos seguros; 52 Regina Bastos Anexo N.º 17-C (novo) - Recomendação 3 (nova) AM\ doc 27/32 PE v01-00

28 17-C. Considera que é necessária a aplicação de uma combinação de estratégias e de medidas a fim de criar condições equitativas para as mutualidades que lhes permitam conferir uma dimensão europeia à sua organização e à sua atividade em pé de igualdade com as outras empresas, bem como proporcionar às mutualidades instrumentos jurídicos adequados com vista à facilitação das suas atividades transfronteiriças e transnacionais; observa, neste contexto, que as mutualidades devem poder operar na UE de acordo com a sua governação específica; 53 Regina Bastos Anexo N.º 17-D (novo) - Recomendação 4 (nova) 17-D. Insta a Comissão a ter em conta que um regulamento opcional a incorporar na legislação dos Estados-Membros deve contemplar as características e os princípios de governação próprios das mutualidades; definir em conformidade as condições de filiação e de exclusão de membros e os direitos e os deveres dos membros; e a constituição por pessoas singulares ou coletivas que podem criar grupos de mutualidades, as condições de dissolução e de liquidação das mutualidades europeias e a distribuição de ativos; PE v /32 AM\ doc

29 54 Regina Bastos Anexo N.º 17-E (novo) - Recomendação 5 (nova) 17-E. Solicita à Comissão que na proposta de regulamento contemple as principais características das mutualidades, sociedades baseadas em pessoas, que operam essencialmente de acordo com o princípio de autogestão, participando os seus membros ou os seus representantes diretamente na definição da política da mutualidade ou tendo o direito de influenciar essa política. As mutualidades não visam a obtenção de lucros para distribuição por acionistas externos, baseando-se na filiação individual e na livre adesão. As mutualidades não fazem discriminação em função dos riscos, são dirigidas de forma democrática pelos seus membros e financiadas através da solidariedade, e têm por objetivo a melhoria das condições sociais das comunidades locais e da sociedade em geral no espírito da mutualidade; 55 Marian Harkin Anexo N.º 17-A (novo) - Recomendação 6 (nova) 17-A. Solicita à Comissão que na proposta de regulamento contemple as principais características das mutualidades, sociedades baseadas em pessoas, que AM\ doc 29/32 PE v01-00

30 operam essencialmente de acordo com o princípio da autogestão, participando os seus membros ou os seus representantes diretamente na definição da política da mutualidade ou tendo o direito de influenciar essa política. As mutualidades não visam a obtenção de lucros para distribuição por acionistas externos, baseando-se na filiação individual e na livre adesão. As mutualidades não fazem discriminação em função dos riscos, são dirigidas de forma democrática pelos seus membros e financiadas através da solidariedade, e têm por objetivo a melhoria das condições sociais das comunidades locais e da sociedade em geral no espírito da mutualidade; 56 Anexo N.º 17-A (novo) - Recomendação 7 (nova) 17-A. Sublinha que um estatuto europeu das mutualidades deve ser complementado por uma diretiva relativa à participação dos trabalhadores, sem enfraquecer os direitos já estabelecidos dos trabalhadores à informação, consulta e participação, e estabelecer disposições adequadas relativamente à participação dos empregados que têm de ser negociadas antes da constituição de uma nova mutualidade europeia. Devem ser asseguradas normas mínimas: Os trabalhadores devem ser consultados e informados sobre todos os assuntos que possam afetar significativamente os seus interesses, como condições de trabalho, alterações estruturais da sociedade, questões transnacionais, formação PE v /32 AM\ doc

31 profissional, saúde e segurança dos funcionários. As formas de evasão à codecisão, por exemplo, a mudança da sede social de um Estado-Membro para outro, devem ser evitadas. 57 Anexo N.º 17-A (novo) - Recomendação 8 (nova) 17-A. Sublinha a importância do princípio de solidariedade nas mutualidades, onde os clientes são também membros e, por conseguinte, partilham os mesmos interesses; recorda o princípio da propriedade comum e da indivisibilidade do capital; sublinha a importância do princípio da distribuição desinteressada em caso de liquidação, ou seja, de os ativos deverem ser entregues a outras mutualidades ou a organismos que tenham por objeto o apoio e a promoção das mutualidades; 58 Anexo N.º 17-A (novo) - Recomendação 9 (nova) 17-A. Sublinha que um estatuto europeu das mutualidades não deve afetar os regimes nacionais obrigatórios de segurança social geridos por AM\ doc 31/32 PE v01-00

32 mutualidades; PE v /32 AM\ doc

15071/15 ip/arg 1 DG B 3A

15071/15 ip/arg 1 DG B 3A Conselho da União Europeia Bruxelas, 7 de dezembro de 2015 15071/15 SOC 711 EMPL 464 RESULTADOS DOS TRABALHOS de: Secretariado Geral do Conselho data: 7 de dezembro de 2015 para: Delegações n.º doc. ant.:

Leia mais

ALTERAÇÕES 35-98. PT Unida na diversidade PT 2011/0371(COD) 7.6.2012. Projeto de parecer Silvia-Adriana Țicău (PE487.940v01-00)

ALTERAÇÕES 35-98. PT Unida na diversidade PT 2011/0371(COD) 7.6.2012. Projeto de parecer Silvia-Adriana Țicău (PE487.940v01-00) PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Comissão da Indústria, da Investigação e da Energia 2011/0371(COD) 7.6.2012 ALTERAÇÕES 35-98 Projeto de parecer Silvia-Adriana Țicău (PE487.940v01-00) sobre a proposta de regulamento

Leia mais

Projecto de Lei nº 68/XII. Lei de Bases da Economia Social

Projecto de Lei nº 68/XII. Lei de Bases da Economia Social Projecto de Lei nº 68/XII Lei de Bases da Economia Social A Economia Social tem raízes profundas e seculares na sociedade portuguesa. Entidades como as misericórdias, as cooperativas, as associações mutualistas,

Leia mais

(Atos legislativos) REGULAMENTOS

(Atos legislativos) REGULAMENTOS 24.4.2014 L 122/1 I (Atos legislativos) REGULAMENTOS REGULAMENTO (UE) N. o 375/2014 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 3 de abril de 2014 que cria o Corpo Voluntário Europeu para a Ajuda Humanitária

Leia mais

Direito das sociedades e governo das sociedades: a Comissão apresenta um Plano de Acção

Direito das sociedades e governo das sociedades: a Comissão apresenta um Plano de Acção IP/03/716 Bruxelas, 21 de Maio de 2003 Direito das sociedades e governo das sociedades: a Comissão apresenta um Plano de Acção O reforço dos direitos dos accionistas e da protecção dos trabalhadores e

Leia mais

Fondo Europeo de Desarrollo Regional

Fondo Europeo de Desarrollo Regional Anúncio da Autoridade de Gestão (Vice-secretaria da Economia e Assuntos Económicos com a União Europeia do Governo das Canárias), pelo qual se dá publicidade à primeira convocatória do Programa Operacional

Leia mais

PROJETO DE RELATÓRIO

PROJETO DE RELATÓRIO Parlamento Europeu 2014-2019 Comissão dos Transportes e do Turismo 2014/2241(INI) 22.5.2015 PROJETO DE RELATÓRIO sobre novos desafios e ideias para o fomento do turismo na Europa (2014/2241(INI)) Comissão

Leia mais

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o terceiro parágrafo do artigo 159º,

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o terceiro parágrafo do artigo 159º, REGULAMENTO (CE) Nº 1082/2006 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 5 de Julho de 2006 relativo aos agrupamentos europeus de cooperação territorial (AECT) O PARLAMENTO EUROPEU E O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA,

Leia mais

DOCUMENTO DE TRABALHO

DOCUMENTO DE TRABALHO PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Comissão dos Transportes e do Turismo 26.3.2013 DOCUMENTO DE TRABALHO sobre uma proposta de regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho relativo à comunicação de ocorrências

Leia mais

Lacunas atuais e perspetivas futuras no direito internacional privado europeu: rumo a um código sobre o direito internacional privado?

Lacunas atuais e perspetivas futuras no direito internacional privado europeu: rumo a um código sobre o direito internacional privado? DIREÇÃO-GERAL DAS POLÍTICAS INTERNAS DA UNIÃO DEPARTAMENTO TEMÁTICO C: DIREITOS DOS CIDADÃOS E ASSUNTOS CONSTITUCIONAIS ASSUNTOS JURÍDICOS Lacunas atuais e perspetivas futuras no direito internacional

Leia mais

DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO. que acompanha o documento. Proposta de

DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO. que acompanha o documento. Proposta de COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 27.3.2014 SWD(2014) 119 final DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO que acompanha o documento Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS Parecer COM(2013)462 Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO relativo a fundos europeus de investimento a longo prazo 1 PARTE I - NOTA INTRODUTÓRIA Nos termos do artigo 7.º da Lei n.º

Leia mais

10668/16 pbp/ml 1 DGG 2B

10668/16 pbp/ml 1 DGG 2B Conselho da União Europeia Bruxelas, 27 de junho de 2016 (OR. en) 10668/16 RESULTADOS DOS TRABALHOS de: para: Secretariado-Geral do Conselho Delegações FSTR 36 FC 30 REGIO 43 SOC 435 AGRISTR 37 PECHE 244

Leia mais

Comissão dos Direitos da Mulher e da Igualdade dos Géneros. da Comissão dos Direitos da Mulher e da Igualdade dos Géneros

Comissão dos Direitos da Mulher e da Igualdade dos Géneros. da Comissão dos Direitos da Mulher e da Igualdade dos Géneros PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Comissão dos Direitos da Mulher e da Igualdade dos Géneros 4.10.2013 2013/2061(INI) PARECER da Comissão dos Direitos da Mulher e da Igualdade dos Géneros dirigido à Comissão

Leia mais

CO SELHO DA U IÃO EUROPEIA. Bruxelas, 3 de Outubro de 2011 (06.10) (OR.en) 14552/11 SOC 804 JEU 53 CULT 66. OTA Secretariado-Geral do Conselho

CO SELHO DA U IÃO EUROPEIA. Bruxelas, 3 de Outubro de 2011 (06.10) (OR.en) 14552/11 SOC 804 JEU 53 CULT 66. OTA Secretariado-Geral do Conselho CO SELHO DA U IÃO EUROPEIA Bruxelas, 3 de Outubro de 2011 (06.10) (OR.en) 14552/11 SOC 804 JEU 53 CULT 66 OTA de: Secretariado-Geral do Conselho para: Delegações n.º doc. ant.: 14061/1/11 REV 1 SOC 759

Leia mais

Educação, formação e Europa 2020

Educação, formação e Europa 2020 C 353 E/56 Jornal Oficial da União Europeia 3.12.2013 49. Salienta a necessidade de promover percursos coerentes e racionalizados de formação inicial e contínua para as mulheres, com o objetivo de desenvolver

Leia mais

O DIREITO DAS SOCIEDADES

O DIREITO DAS SOCIEDADES O DIREITO DAS SOCIEDADES Apesar de não existir um Direito das sociedades elaborado como tal, normas mínimas impostas pela legislação europeia são aplicáveis às empresas em toda a União Europeia. Dois importantes

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão dos Assuntos Constitucionais. Proposta de regulamento (COM(2003) 0077 C5-0059/03 2003/0039(COD))

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão dos Assuntos Constitucionais. Proposta de regulamento (COM(2003) 0077 C5-0059/03 2003/0039(COD)) PARLAMENTO EUROPEU 1999 2004 Comissão dos Assuntos Constitucionais 6 de Maio de 2003 PE 323.576/25-88 ALTERAÇÕES 25-88 Projecto de relatório (PE 323.576) Jo Leinen sobre a proposta de regulamento do Parlamento

Leia mais

Programa Horizon 2020. Algumas Regras de Participação. Disposições Gerais

Programa Horizon 2020. Algumas Regras de Participação. Disposições Gerais Programa Horizon 2020 Fonte: Proposta de Regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho que estabelece as Regras de Participação e Difusão relativas ao «Horizonte 2020 Programa-Quadro de Investigação

Leia mais

Comissão Europeia Direção-Geral do Desenvolvimento e da Cooperação - EuropeAid

Comissão Europeia Direção-Geral do Desenvolvimento e da Cooperação - EuropeAid Comissão Europeia Direção-Geral do Desenvolvimento e da Cooperação - EuropeAid Guia Prático dos procedimentos aplicáveis aos Orçamentos-programa (abordagem projeto) Versão 4.0 Dezembro de 2012 ÍNDICE 1.

Leia mais

NORMAS INTERNACIONAIS DO TRABALHO Convenção (n.º 102) relativa à segurança social (norma mínima), 1952

NORMAS INTERNACIONAIS DO TRABALHO Convenção (n.º 102) relativa à segurança social (norma mínima), 1952 NORMAS INTERNACIONAIS DO TRABALHO Convenção (n.º 102) relativa à segurança social (norma mínima), 1952 Bureau Internacional do Trabalho 1 Ratificação Como são utilizadas as Normas Internacionais do Trabalho?

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão do Desenvolvimento Regional PROJECTO DE PARECER. da Comissão do Desenvolvimento Regional

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão do Desenvolvimento Regional PROJECTO DE PARECER. da Comissão do Desenvolvimento Regional PARLAMENTO EUROPEU 2004 ««««««««««««2009 Comissão do Desenvolvimento Regional PROVISÓRIO 2004/0000 23.8.2005 PROJECTO DE PARECER da Comissão do Desenvolvimento Regional destinado à Comissão das Petições

Leia mais

ANEXO. ANEXO I: Cooperação Territorial Europeia/INTERREG. Comunicação da Comissão

ANEXO. ANEXO I: Cooperação Territorial Europeia/INTERREG. Comunicação da Comissão COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 14.12.2015 COM(2015) 639 final ANNEX 1 ANEXO ANEXO I: Cooperação Territorial Europeia/INTERREG da Comunicação da Comissão Investir no emprego e no crescimento maximizar o contributo

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS PARECER JOIN(2012}39 a Proposta Conjunta de DECISÃO DO CONSELHO relativa às regras de execução pela União da Cláusula de solidariedade 1 ASSEMBLEIA

Leia mais

RESUMO. Contribuição da UE: 128 165 000 EUR Base jurídica Artigo 6. do Regulamento (CE) n.º 1889/2006 de 20.12.2006 (JO L 386 de 29.12.2006, p.

RESUMO. Contribuição da UE: 128 165 000 EUR Base jurídica Artigo 6. do Regulamento (CE) n.º 1889/2006 de 20.12.2006 (JO L 386 de 29.12.2006, p. RESUMO Programa de Ação Anual 2013, ao abrigo do Instrumento Europeu para a Democracia e os Direitos Humanos (IEDDH), a financiar pela rubrica orçamental 19 04 01 do orçamento geral da União Europeia 1.

Leia mais

01. Missão, Visão e Valores

01. Missão, Visão e Valores 01. Missão, Visão e Valores 01. Missão, Visão e Valores 06 Missão, Visão e Valores Missão A missão do ICP-ANACOM reflecte a sua razão de ser, concretizada nas actividades que oferece à sociedade para satisfazer

Leia mais

Município de Valpaços

Município de Valpaços Município de Valpaços Regulamento Municipal de Atribuição de Apoios às Freguesias Preâmbulo A Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro aprovou o regime jurídico das autarquias locais, o estatuto das entidades

Leia mais

5306/15 ADD 1 ls/mpm/mjb 1 DG G 2A

5306/15 ADD 1 ls/mpm/mjb 1 DG G 2A Conselho da União Europeia Bruxelas, 30 de janeiro de 205 (OR. en) 5306/5 ADD FIN 28 PE-L 5 NOTA PONTO "I/A" de: para: Assunto: Comité Orçamental Comité de Representantes Permanentes/Conselho Quitação

Leia mais

CAPÍTULO I Disposições gerais

CAPÍTULO I Disposições gerais ESTATUTOS DO CONSELHO DAS FINANÇAS PÚBLICAS Aprovados pela Lei n.º 54/2011, de 19 de outubro, com as alterações introduzidas pelo artigo 187.º da Lei n.º 82-B/2014, de 31 de dezembro (Grafia adaptada em

Leia mais

(Resoluções, recomendações e pareceres) RESOLUÇÕES PARLAMENTO EUROPEU

(Resoluções, recomendações e pareceres) RESOLUÇÕES PARLAMENTO EUROPEU 7.9.2013 Jornal Oficial da União Europeia C 258 E/1 I (Resoluções, recomendações e pareceres) RESOLUÇÕES PARLAMENTO EUROPEU O papel da política de coesão nas regiões ultraperiféricas da União Europeia

Leia mais

MEMORANDUM 2014 ELEIÇÕES EUROPEIAS

MEMORANDUM 2014 ELEIÇÕES EUROPEIAS MEMORANDUM 2014 ELEIÇÕES EUROPEIAS A Importância da Economia Social Economia social é uma realidade muito importante na Europa, proporcionando emprego remunerado a mais de 14,5 milhões de europeus que

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS Parecer COM(2015) 136 COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU E AO CONSELHO sobre a transparência fiscal para combater a evasão e a elisão fiscais

Leia mais

Tratado de Lisboa 13 Dezembro 2007. Conteúdo e desafios

Tratado de Lisboa 13 Dezembro 2007. Conteúdo e desafios Tratado de Lisboa 13 Dezembro 2007 Conteúdo e desafios Os Tratados Tratado de Paris (CECA) 18 de Abril de 1951 Tratados de Roma (CEE e CEEA) 25 de Março de 1957 Acto Único Europeu 17 de Fevereiro 1986

Leia mais

DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO. que acompanha o documento

DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO. que acompanha o documento COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 10.7.2013 SWD(2013) 252 final DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO que acompanha o documento Proposta de Decisão do Parlamento Europeu

Leia mais

Análise jurídica para a ratificação da Convenção 102 da OIT

Análise jurídica para a ratificação da Convenção 102 da OIT Análise jurídica para a ratificação da Convenção 102 da OIT A análise do quadro jurídico para a ratificação da Convenção 102 da OIT por Cabo Verde, inscreve-se no quadro geral da cooperação técnica prestada

Leia mais

PROJETO DE PROPOSTA DE RESOLUÇÃO

PROJETO DE PROPOSTA DE RESOLUÇÃO Euro-Latin American Parliamentary Assembly Assemblée Parlementaire Euro-Latino Américaine Asamblea Parlamentaria Euro-Latinoamericana Assembleia Parlamentar Euro-Latino-Americana Parlamentarische Versammlung

Leia mais

PROJETO DE PARECER. PT Unida na diversidade PT 2012/0340(COD) 14.6.2013. da Comissão da Cultura e da Educação

PROJETO DE PARECER. PT Unida na diversidade PT 2012/0340(COD) 14.6.2013. da Comissão da Cultura e da Educação PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Comissão da Cultura e da Educação 14.6.2013 2012/0340(COD) PROJETO DE PARECER da Comissão da Cultura e da Educação dirigido à Comissão do Mercado Interno e da Proteção dos

Leia mais

Parecer do Comité das Regiões Parceria entre zonas urbanas e rurais e respetiva governação (2013/C 356/03)

Parecer do Comité das Regiões Parceria entre zonas urbanas e rurais e respetiva governação (2013/C 356/03) 5.12.2013 Jornal Oficial da União Europeia C 356/9 Parecer do Comité das Regiões Parceria entre zonas urbanas e rurais e respetiva governação (2013/C 356/03) O COMITÉ DAS REGIÕES reconhece que há barreiras

Leia mais

Comissão do Emprego e dos Assuntos Sociais. da Comissão do Emprego e dos Assuntos Sociais. dirigido à Comissão da Cultura e da Educação

Comissão do Emprego e dos Assuntos Sociais. da Comissão do Emprego e dos Assuntos Sociais. dirigido à Comissão da Cultura e da Educação PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Comissão do Emprego e dos Assuntos Sociais 2011/2293(INI) 1.3.2012 PARECER da Comissão do Emprego e dos Assuntos Sociais dirigido à Comissão da Cultura e da Educação Reconhecer

Leia mais

Por uma Europa dos Direitos Humanos

Por uma Europa dos Direitos Humanos 1 Por uma Europa dos Direitos Humanos Manifesto da AEDH e dos seus membros com vista à eleição do Parlamento Europeu em 2014 Bruxelas, 11 de Novembro de 2013 1. Cidadania e democracia e respeito pelos

Leia mais

ALTERAÇÕES DO PARLAMENTO EUROPEU * à proposta da Comissão REGULAMENTO (UE) N.º /2012 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO

ALTERAÇÕES DO PARLAMENTO EUROPEU * à proposta da Comissão REGULAMENTO (UE) N.º /2012 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO P7_TA-PROV(2012)0346 Fundos de Capital de Risco Europeus ***I Alterações, aprovadas pelo Parlamento Europeu em 13 de setembro de 2012, a uma proposta de regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho

Leia mais

Política de Responsabilidade Corporativa

Política de Responsabilidade Corporativa Política de Responsabilidade Corporativa Índice 1. Introdução...04 2. Área de aplicação...04 3. Compromissos e princípios de atuação...04 3.1. Excelência no serviço...05 3.2. Compromisso com os resultados...05

Leia mais

CONTRATOS PÚBLICOS BASE JURÍDICA OBJETIVOS RESULTADOS

CONTRATOS PÚBLICOS BASE JURÍDICA OBJETIVOS RESULTADOS CONTRATOS PÚBLICOS As entidades públicas celebram contratos para assegurar o fornecimento de obras e a prestação de serviços. Estes contratos, concluídos mediante remuneração com um ou mais operadores,

Leia mais

ALTERAÇÕES 1-62. PT Unida na diversidade PT 2014/2239(INI) 15.4.2015. Projeto de parecer Cristian Dan Preda (PE551.789v01-00)

ALTERAÇÕES 1-62. PT Unida na diversidade PT 2014/2239(INI) 15.4.2015. Projeto de parecer Cristian Dan Preda (PE551.789v01-00) PARLAMENTO EUROPEU 2014-2019 Comissão do Desenvolvimento 15.4.2015 2014/2239(INI) ALTERAÇÕES 1-62 Cristian Dan Preda (PE551.789v01-00) Seguimento dado à Iniciativa de Cidadania Europeia «Right2Water» (2014/2239(INI))

Leia mais

PRÉMIOS EUROPEUS DE PROMOÇÃO EMPRESARIAL MANUAL OPERACIONAL

PRÉMIOS EUROPEUS DE PROMOÇÃO EMPRESARIAL MANUAL OPERACIONAL 2015 PRÉMIOS EUROPEUS DE PROMOÇÃO EMPRESARIAL 2015 MANUAL OPERACIONAL Prémios Europeus de Promoção Empresarial 2015 2/13 ÍNDICE 1. DEFINIÇÃO E JUSTIFICAÇÃO... 3 1.1. Um prémio que reconhece a excelência

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 16º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 16º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 16º Subsídios e subvenções Processo: nº 3141, despacho do SDG dos Impostos, substituto legal do Director - Geral, em 2012-05-28. Conteúdo: Tendo por referência

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 09.03.2001 COM(2001) 128 final 2001/0067 (ACC) VOLUME IV Proposta de DECISÃO DO CONSELHO Relativa à posição da Comunidade no Conselho de Associação sobre a

Leia mais

9200/16 fmm/hrl/ml 1 DG B 3A - DG G 1A

9200/16 fmm/hrl/ml 1 DG B 3A - DG G 1A Conselho da União Europeia Bruxelas, 13 de junho de 2016 (OR. en) 9200/16 ECOFIN 452 UEM 199 SOC 316 EMPL 212 COMPET 286 ENV 331 EDUC 186 RECH 178 ENER 194 JAI 440 NOTA de: para: n. doc. Com.: Assunto:

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 869/XII/4.ª

PROJETO DE LEI N.º 869/XII/4.ª PROJETO DE LEI N.º 869/XII/4.ª Estabelece a universalidade da educação pré-escolar para as crianças a partir dos 4 anos de idade, procedendo à primeira alteração à Lei n.º 85/2009, de 27 de agosto Exposição

Leia mais

Impostos sobre os veículos automóveis ligeiros de passageiros *

Impostos sobre os veículos automóveis ligeiros de passageiros * P6_TA(2006)0334 Impostos sobre os veículos automóveis ligeiros de passageiros * Resolução legislativa do Parlamento Europeu sobre uma proposta de directiva do Conselho relativa à tributação aplicável aos

Leia mais

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 26 de Outubro de 2010 (04.11) (OR. en) 15449/10 AUDIO 37 COMPET 311 CULT 98

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 26 de Outubro de 2010 (04.11) (OR. en) 15449/10 AUDIO 37 COMPET 311 CULT 98 CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA Bruxelas, 26 de Outubro de 2010 (04.11) (OR. en) 15449/10 AUDIO 37 COMPET 311 CULT 98 NOTA de: Secretariado-Geral do Conselho para: Comité de Representantes Permanentes (1.ª

Leia mais

CFLinfo 180 Janeiro de 2010. Organizações de Produtores de F&H na UE Situação actual e perspectivas

CFLinfo 180 Janeiro de 2010. Organizações de Produtores de F&H na UE Situação actual e perspectivas CFL info Informação do Sector de Frutos e Produtos Hortícolas www.cap.pt Nº180 - Janeiro de 2010 Organizações de Produtores de F&H na UE Situação actual e perspectivas O secretariado do COPA-COGECA elaborou

Leia mais

O CONSELHO DA UE E OS REPRESENTANTES DOS GOVERNOS DOS ESTADOS-MEMBROS, REUNIDOS NO CONSELHO,

O CONSELHO DA UE E OS REPRESENTANTES DOS GOVERNOS DOS ESTADOS-MEMBROS, REUNIDOS NO CONSELHO, C 172/8 PT Jornal Oficial da União Europeia 27.5.2015 Conclusões do Conselho sobre a maximização do papel do desporto de base no desenvolvimento de competências transversais, especialmente entre os jovens

Leia mais

Projeto de REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIO ÀS FREGUESIAS. Nota Justificativa

Projeto de REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIO ÀS FREGUESIAS. Nota Justificativa Projeto de REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIO ÀS FREGUESIAS Nota Justificativa A Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, aprovou o regime jurídico das autarquias locais, o estatuto das entidades

Leia mais

Nota Técnica. Sobre a sustentabilidade dos sistemas de proteção social

Nota Técnica. Sobre a sustentabilidade dos sistemas de proteção social Nota Técnica Sobre a sustentabilidade dos sistemas de proteção social Tal como sucedeu com a maior parte dos regimes de proteção social da Europa, também o sistema português evoluiu de um regime de seguros

Leia mais

Reforço da solidariedade na União Europeia no domínio do asilo

Reforço da solidariedade na União Europeia no domínio do asilo P7_TA-PROV(2012)0310 Reforço da solidariedade na União Europeia no domínio do asilo Resolução do Parlamento Europeu, de 11 de setembro de 2012, sobre o reforço da solidariedade na União Europeia no domínio

Leia mais

L 347/320 Jornal Oficial da União Europeia 20.12.2013

L 347/320 Jornal Oficial da União Europeia 20.12.2013 L 347/320 Jornal Oficial da União Europeia 20.12.2013 REGULAMENTO (UE) N. o 1303/2013 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 17 de dezembro de 2013 que estabelece disposições comuns relativas ao Fundo

Leia mais

Auxílio estatal n SA.32012 (2010/N) Portugal Alteração do regime de auxílios para a modernização empresarial (SIRME)

Auxílio estatal n SA.32012 (2010/N) Portugal Alteração do regime de auxílios para a modernização empresarial (SIRME) COMISSÃO EUROPEIA Bruselas, 16.11.2011 C(2011)8317 final Assunto: Auxílio estatal n SA.32012 (2010/N) Portugal Alteração do regime de auxílios para a modernização empresarial (SIRME) Excelência, Procedimento

Leia mais

PROJETO DE RELATÓRIO

PROJETO DE RELATÓRIO PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Comissão do Ambiente, da Saúde Pública e da Segurança Alimentar 2011/2307(INI) 9.3.2012 PROJETO DE RELATÓRIO sobre a dádiva voluntária e não remunerada de tecidos e células

Leia mais

Questão 1 Que problemas de funcionamento identifica no setor portuário nacional?

Questão 1 Que problemas de funcionamento identifica no setor portuário nacional? A Acembex congratula-se com a elaboração e colocação em consulta pública por parte da Autoridade da Concorrência do Estudo sobre a Concorrência no Setor Portuário, tendo em consideração a sua elevada qualidade

Leia mais

Competências essenciais para um mundo em evolução: aplicação do Programa de Trabalho «Educação e Formação para 2010»

Competências essenciais para um mundo em evolução: aplicação do Programa de Trabalho «Educação e Formação para 2010» C 161 E/8 Jornal Oficial da União Europeia 31.5.2011 Competências essenciais para um mundo em evolução: aplicação do Programa de Trabalho «Educação e Formação para 2010» P7_TA(2010)0164 Resolução do Parlamento

Leia mais

DISCURSO PROFERIDO POR VÍTOR CALDEIRA, PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS EUROPEU

DISCURSO PROFERIDO POR VÍTOR CALDEIRA, PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS EUROPEU TRIBUNAL DE CONTAS EUROPEU ECA/09/69 DISCURSO PROFERIDO POR VÍTOR CALDEIRA, PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS EUROPEU ******* APRESENTAÇÃO DO RELATÓRIO ANUAL RELATIVO AO EXERCÍCIO DE 2008 À COMISSÃO DO

Leia mais

CRITÉRIOS DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO DESPORTIVO, RECREATIVO, CULTURAL E SOCIAL

CRITÉRIOS DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO DESPORTIVO, RECREATIVO, CULTURAL E SOCIAL CRITÉRIOS DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO DESPORTIVO, CRITÉRIOS DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO DESPORTIVO, RECREATIVO, CULTURAL E SOCIAL INTRODUÇÃO O Movimento Associativo

Leia mais

SEGURANÇA SOCIAL PROTEÇÃO SOCIAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

SEGURANÇA SOCIAL PROTEÇÃO SOCIAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA SEGURANÇA SOCIAL PROTEÇÃO SOCIAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Maio 2015 Ficha Técnica Autor Direção-Geral da Segurança Social (DGSS) - Direção de Serviços de Instrumentos de Aplicação (DSIA) Edição e propriedade

Leia mais

INCLUSÃO SOCIAL NOS TRANSPORTES PÚBLICOS DA UE

INCLUSÃO SOCIAL NOS TRANSPORTES PÚBLICOS DA UE DIREÇÃO-GERAL DAS POLÍTICAS INTERNAS DEPARTAMENTO TEMÁTICO B: POLÍTICAS ESTRUTURAIS E DE COESÃO TRANSPORTES E TURISMO INCLUSÃO SOCIAL NOS TRANSPORTES PÚBLICOS DA UE SÍNTESE Resumo O presente relatório

Leia mais

L 347/104 Jornal Oficial da União Europeia 20.12.2013

L 347/104 Jornal Oficial da União Europeia 20.12.2013 L 347/104 Jornal Oficial da União Europeia 20.12.2013 REGULAMENTO (UE) N. o 1291/2013 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 11 de dezembro de 2013 que cria o Horizonte 2020 Programa-Quadro de Investigação

Leia mais

Empréstimo no domínio da eficiência energética e das energias renováveis no setor da construção habitacional (empréstimo para a renovação)

Empréstimo no domínio da eficiência energética e das energias renováveis no setor da construção habitacional (empréstimo para a renovação) L 271/38 ANEXO IV Empréstimo no domínio da eficiência energética e das energias renováveis no setor da construção habitacional (empréstimo para a renovação) Representação esquemática do princípio do empréstimo

Leia mais

DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO. Resumo da Avaliação de Impacto. que acompanha o documento

DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO. Resumo da Avaliação de Impacto. que acompanha o documento COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 20.10.2011 SEC(2011) 1218 final DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO Resumo da Avaliação de Impacto que acompanha o documento Proposta de Regulamento do Parlamento

Leia mais

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 30 de Novembro de 2000 (13.10) (OR. fr) 14110/00 LIMITE SOC 470

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 30 de Novembro de 2000 (13.10) (OR. fr) 14110/00 LIMITE SOC 470 CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA Bruxelas, 30 de Novembro de 2000 (13.10) (OR. fr) 14110/00 LIMITE SOC 470 ENVIO DE TEXTO de: Conselho (Emprego e Política Social) para: Conselho Europeu de Nice Nº doc. ant.:

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU ALTERAÇÕES 1-9. Comissão dos Assuntos Jurídicos 2008/2247(INI) 26.11.2008. Projecto de relatório Bert Doorn. PE416.

PARLAMENTO EUROPEU ALTERAÇÕES 1-9. Comissão dos Assuntos Jurídicos 2008/2247(INI) 26.11.2008. Projecto de relatório Bert Doorn. PE416. PARLAMENTO EUROPEU 2004 Comissão dos Assuntos Jurídicos 2009 2008/2247(INI) 26.11.2008 ALTERAÇÕES 1-9 Projecto de relatório Bert Doorn (PE414.935v01-00) sobre a aplicação da Directiva 2006/43/CE, relativa

Leia mais

PROJETO DE RELATÓRIO

PROJETO DE RELATÓRIO PARLAMENTO EUROPEU 2014-2019 Comissão dos Assuntos Jurídicos 21.4.2015 2015/2053(INI) PROJETO DE RELATÓRIO sobre a eventual extensão da proteção proporcionada pelas indicações geográficas da União Europeia

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS RECOMENDAÇÃO DA COMISSÃO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS RECOMENDAÇÃO DA COMISSÃO PT PT PT COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 30.4.2009 C(2009) 3177 RECOMENDAÇÃO DA COMISSÃO que complementa as Recomendações 2004/913/CE e 2005/162/CE no que respeita ao regime de remuneração

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA Artigo: 18º

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA Artigo: 18º Diploma: CIVA Artigo: 18º Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Isenções Coop. de Serviços - Impossibilidade de aplicação da al. 21) do art. 9º Processo: nº 4185, por despacho de.., do SDG do IVA, por delegação do

Leia mais

Não discriminação com base no sexo e solidariedade entre gerações

Não discriminação com base no sexo e solidariedade entre gerações 18.3.2010 PT Jornal Oficial da União Europeia C 67 E/31 Não discriminação com base no sexo e solidariedade entre gerações P6_TA(2009)0039 Resolução do Parlamento Europeu, de 3 de Fevereiro de 2009, sobre

Leia mais

PROJETO DE RELATÓRIO

PROJETO DE RELATÓRIO PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Comissão dos Assuntos Económicos e Monetários 25.9.2013 2013/2174(INI) PROJETO DE RELATÓRIO sobre os seguros contra catástrofes naturais ou de origem humana (2013/2174(INI))

Leia mais

A Declaração Política de Recife sobre Recursos Humanos para a Saúde: compromissos renovados para a cobertura universal de saúde

A Declaração Política de Recife sobre Recursos Humanos para a Saúde: compromissos renovados para a cobertura universal de saúde A Declaração Política de Recife sobre Recursos Humanos para a Saúde: compromissos renovados para a cobertura universal de saúde 1. Nós, representantes dos governos que se reuniram no Recife, Brasil, de

Leia mais

TRANSPORTES RODOVIÁRIOS: HARMONIZAÇÃO DAS DISPOSIÇÕES LEGAIS

TRANSPORTES RODOVIÁRIOS: HARMONIZAÇÃO DAS DISPOSIÇÕES LEGAIS TRANSPORTES RODOVIÁRIOS: HARMONIZAÇÃO DAS DISPOSIÇÕES LEGAIS A criação de um mercado único europeu dos transportes rodoviários não é possível sem uma harmonização das disposições legais em vigor nos Estados-Membros.

Leia mais

10518/16 ap/ip 1 DG E 1A

10518/16 ap/ip 1 DG E 1A Conselho da União Europeia Bruxelas, 21 de junho de 2016 (OR. en) 10518/16 RESULTADOS DOS TRABALHOS de: Secretariado-Geral do Conselho data: 20 de junho de 2016 para: Delegações ENV 445 COMPET 389 AGRI

Leia mais

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o artigo 161º,

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o artigo 161º, REGULAMENTO (CE) Nº 1083/2006 DO CONSELHO de 11 de Julho de 2006 que estabelece disposições gerais sobre o Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, o Fundo Social Europeu e o Fundo de Coesão, e que revoga

Leia mais

Parecer do Comité das Regiões Pacote de investimento social da UE (2013/C 356/11)

Parecer do Comité das Regiões Pacote de investimento social da UE (2013/C 356/11) C 356/60 Jornal Oficial da União Europeia 5.12.2013 Parecer do Comité das Regiões Pacote de investimento social da UE (2013/C 356/11) O COMITÉ DAS REGIÕES aprecia a abordagem estratégica proposta pela

Leia mais

ALTERAÇÕES 9-25. PT Unida na diversidade PT 2013/0106(COD) 11.7.2013. Projeto de parecer Nathalie Griesbeck (PE513.286v01-00)

ALTERAÇÕES 9-25. PT Unida na diversidade PT 2013/0106(COD) 11.7.2013. Projeto de parecer Nathalie Griesbeck (PE513.286v01-00) PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Comissão dos Transportes e do Turismo 11.7.2013 2013/0106(COD) ALTERAÇÕES 9-25 Projeto de parecer Nathalie Griesbeck (PE513.286v01-00) sobre a proposta de Regulamento do Parlamento

Leia mais

C 188/6 Jornal Oficial da União Europeia 11.8.2009

C 188/6 Jornal Oficial da União Europeia 11.8.2009 C 188/6 Jornal Oficial da União Europeia 11.8.2009 Comunicação da Comissão Critérios para a análise da compatibilidade dos auxílios estatais a favor de trabalhadores desfavorecidos e com deficiência sujeitos

Leia mais

A parte restante do presente Memorando de Entendimento expõe em pormenor o modo de concretizar esta lista de propósitos.

A parte restante do presente Memorando de Entendimento expõe em pormenor o modo de concretizar esta lista de propósitos. Memorando de Entendimento da Plataforma de Diálogo entre Partes Interessadas da UE sobre o acesso a obras por parte das pessoas com incapacidade de leitura de material impresso Dan Pescod (em nome da União

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Medida 2 CONHECIMENTO Ação 2.2 ACONSELHAMENTO Enquadramento Regulamentar Artigos do Regulamento (UE) n.º 1305/2013, do Conselho e do Parlamento

Leia mais

A DIMENSÃO CULTURAL DA UNIÃO EUROPEIA NO MUNDO FUNDOS E PROGRAMAS. Lisboa, 16 de Maio de 2006

A DIMENSÃO CULTURAL DA UNIÃO EUROPEIA NO MUNDO FUNDOS E PROGRAMAS. Lisboa, 16 de Maio de 2006 APGC Associação Portuguesa de Gestão Cultural CIEJD - Centro de Informação Europeia Jacques Delors CNC - Centro Nacional de Cultura CultDigest - Gestão Cultural A Política Cultural da União Europeia, a

Leia mais

O DIREITO À SEGURANÇA SOCIAL

O DIREITO À SEGURANÇA SOCIAL O DIREITO À SEGURANÇA SOCIAL 1 O DIREITO À SEGURANÇA SOCIAL A segurança social tem que ser entendida na dupla perspectiva de direito social dos cidadãos, que compete ao Estado garantir, e de princípio

Leia mais

O SUCH Serviço de Utilização Comum dos Hospitais é uma associação privada sem fins lucrativos ( pessoa colectiva de utilidade pública).

O SUCH Serviço de Utilização Comum dos Hospitais é uma associação privada sem fins lucrativos ( pessoa colectiva de utilidade pública). Ao Jornal I Jornalista Liliana Valente ENQUADRAMENTO PRÉVIO O SUCH Serviço de Utilização Comum dos Hospitais é uma associação privada sem fins lucrativos ( pessoa colectiva de utilidade pública). Com 44

Leia mais

PROJETO DE RELATÓRIO

PROJETO DE RELATÓRIO PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Comissão da Cultura e da Educação 26.11.2013 2013/2181(INI) PROJETO DE RELATÓRIO sobre o património gastronómico europeu: aspetos culturais e educativos (2013/2181(INI)) Comissão

Leia mais

PARECER. PT Unida na diversidade PT 30.5.2012. da Comissão do Controlo Orçamental. dirigido à Comissão do Desenvolvimento Regional

PARECER. PT Unida na diversidade PT 30.5.2012. da Comissão do Controlo Orçamental. dirigido à Comissão do Desenvolvimento Regional PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Comissão do Controlo Orçamental 30.5.2012 2011/0273(COD) PARECER da Comissão do Controlo Orçamental dirigido à Comissão do Desenvolvimento Regional sobre a proposta de regulamento

Leia mais

PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015

PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015 PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015 APROVADO EM SESSÃO PLENÁRIA DO CLAS 21 DE MAIO DE 2013 1 NOTA INTRODUTÓRIA O Diagnóstico Social constituiu a base de trabalho da ação dos Parceiros Locais.

Leia mais

PROJETO DE RELATÓRIO

PROJETO DE RELATÓRIO PARLAMENTO EUROPEU 2014-2019 Comissão da Cultura e da Educação 14.4.2015 2015/2006(INI) PROJETO DE RELATÓRIO sobre a promoção do empreendedorismo jovem através da educação e da formação (2015/2006(INI))

Leia mais

PROJETO DE RELATÓRIO

PROJETO DE RELATÓRIO PARLAMENTO EUROPEU 2014-2019 Comissão do Emprego e dos Assuntos Sociais 2014/2255(INI) 5.5.2015 PROJETO DE RELATÓRIO relativo ao Relatório sobre a implementação, os resultados e a avaliação global do Ano

Leia mais

PROJECTO DE RELATÓRIO

PROJECTO DE RELATÓRIO ASSEMBLEIA PARLAMENTAR PARITÁRIA ACP- UE Comissão de Desenvolvimento Económico, Finanças e Comércio 3.9.2007 PROJECTO DE RELATÓRIO sobre o impacto do investimento directo estrangeiro (IDE) nos Estados

Leia mais

Medidas específicas para as PME Concessão de verbas na fase exploratória (Etapa 1)

Medidas específicas para as PME Concessão de verbas na fase exploratória (Etapa 1) Comissão Europeia Investigação Comunitária Brochura informativa QUINTO PROGRAMA-QUADRO DE ACÇÕES DA COMUNIDADE EUROPEIA EM MATÉRIA DE INVESTIGAÇÃO, DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E DE DEMONSTRAÇÃO PROPOSTA

Leia mais

Parlamento Europeu 2015/0000(BUD) PROJETO DE PARECER

Parlamento Europeu 2015/0000(BUD) PROJETO DE PARECER Parlamento Europeu 2014-2019 Comissão das Pescas 2015/0000(BUD) 23.6.2015 PROJETO DE PARECER da Comissão das Pescas dirigido à Comissão dos Orçamentos sobre o orçamento geral da UE para 2016 Secção III

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS. Parecer

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS. Parecer Parecer COM(2013)627 Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO que estabelece medidas respeitantes ao mercado único europeu das comunicações eletrónicas e destinadas a criar um continente

Leia mais

Contextualizando a Economia Solidária 1

Contextualizando a Economia Solidária 1 Contextualizando a Economia Solidária 1 O nascimento da Economia Solidária Caracterizado pela propriedade privada dos meios de produção e pela acumulação de riquezas por meio do lucro, que proporciona

Leia mais

Tendo em conta a Proposta de regulamento do Conselho, de 8 de fevereiro de 2012, relativo ao Estatuto da Fundação Europeia (FE) (COM(2012)0035),

Tendo em conta a Proposta de regulamento do Conselho, de 8 de fevereiro de 2012, relativo ao Estatuto da Fundação Europeia (FE) (COM(2012)0035), P7_TA-PROV(2012)0429 Iniciativa de Empreendedorismo Social Resolução do Parlamento Europeu, de 20 de novembro de 2012, sobre a Iniciativa de Empreendedorismo Social - Construir um ecossistema para promover

Leia mais

de 9 de Março de 2005

de 9 de Março de 2005 24.3.2005 PT Jornal Oficial da União Europeia L 79/1 I (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) DECISÃO N. O 456/2005/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 9 de Março de 2005 que

Leia mais