Fotografia da voluntária Carla Fernandes MISSÕES DE VOLUNTARIADO INTERNACIONAL EM 2015 APRESENTAÇÃO

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1 Fotografia da voluntária Carla Fernandes MISSÕES DE VOLUNTARIADO INTERNACIONAL EM 2015 APRESENTAÇÃO

2 2 Fotografia da voluntária Carla Fernandes O PROGRAMA D. BOSCO PROJETO VIDA E O VOLUNTARIADO MISSIONÁRIO SALESIANO

3 Fotografia do voluntário Hugo Machado DOM BOSCO DOM BOSCO, FUNDADOR DE UMA GRANDE FAMÍLIA! Deus quis oferecer à Igreja e ao mundo um novo modo de educar e evangelizar os adolescentes e jovens, por isso deu a João Bosco um dom, um carisma. Da sua experiência espiritual e da sua missão resultou uma grande família de continuadores, que conta com 28 grupos (congregações religiosas, sociedades de vida consagrada, associações). A originalidade pedagógica, a intensidade do carisma e a dedicação total à causa juvenil, levaram esta família a todo o mundo, numa tradição missionária que remonta ao seu fundador. Os Salesianos, o primeiro desses grupos, composto por cerca de membros, vivem e trabalham em 132 países do mundo. Ver um pequeno vídeo sobre Dom Bosco e o voluntariado missionário salesiano. (Estreia Evangelizar... Voluntários da juventude) 3 Existem muitos vídeos na internet para conhecer melhor Dom Bosco e os seus continuadores.

4 Fotografia da voluntária Cristiana Aires SER VOLUNTÁRIO MISSIONÁRIO SALESIANO VESTIR A CAMISOLA SALESIANA SER VOLUNTÁRIO... Jovens e adultos, disponíveis para o serviço aos mais necessitados. Falaremos do perfil, mais à frente. SER MISSIONÁRIO... O nosso voluntariado é missionário. Fiel à tradição salesiana, alia duas vertentes, a educação e a evangelização, num único movimento. Servimos os mais necessitados, promovendo a sua formação e, ao mesmo tempo, dando-lhes a conhecer Jesus Cristo e o seu Evangelho. SER SALESIANO... A ação missionária tem como referência a prática educativa e a vivência espiritual salesianas. 4

5 Fotografia da voluntária Carla Fernandes 5 O PERFIL DO VOLUNTÁRIO CONDIÇÕES INDISPENSÁVEIS Motivações certas É fundamentalíssimo partir para missão com as motivações certas. No centro daquilo que anima o coração do voluntário deve estar o bem das pessoas a quem se dedicará. As outras motivações não se poderão sobrepor a esta. Disponibilidade de coração A disponibilidade de coração faz com que o voluntário aceite o imprevisto, tenha capacidade de se adaptar, se avalie, se corrija, aprecie os outros, aprenda, melhore! Espírito de equipa Conseguir partilhar a vida e a missão com outros é fundamental para este tipo de missão. Gosto em estar ao serviço Sentir-se bem na atitude de quem serve, quem presta ajuda, quem quer fazer a diferença. Requer dedicação, sensibilidade, respeito, proximidade, trabalho. Resistência, sacrifício Manter as motivações, mesmo quando custa, quando exige sacrifício, renúncia, cansaço!

6 Fotografia da voluntária Carla Fernandes E A QUESTÃO DA IDENTIDADE CRISTÃ? E QUEM NÃO É CATÓLICO OU PRATICANTE? «Neste espírito, o voluntariado salesiano não se limita apenas aos cristãos batizados ou praticantes. Ele está aberto também a jovens e adultos que se afastaram da Igreja, aos praticantes de outras religiões ou aos jovens em busca religiosa. Todas as pessoas de boa vontade que desejam trabalhar com os Salesianos e compartilham a visão e o projeto educativo de Dom Bosco, podem participar do projeto do voluntariado salesiano. A experiência do voluntariado poderá constituir para os jovens indiferentes à religião uma ocasião de descobrir a própria fé e abrir-se para assumir o itinerário de uma fé adulta, empenhada, eclesial e missionária pode tornar-se um verdadeiro caminho de evangelização para os próprios voluntários. Para orientar-se nesse delicado processo de partilha e comunhão e garantir um verdadeiro voluntariado salesiano, é importante assegurar alguns critérios e condições. 6 A pessoa deve manifestar estas qualidades: - maturidade humana suficiente e coerência pessoal necessárias a fim de ser para os jovens uma referência educativa; - apreço e estima por Dom Bosco e pelos salesianos; - atitude educativa e sensibilidade pela condição juvenil, sobretudo a dos mais pobres; - aceitação do projeto educativo salesiano e do método educativo de Dom Bosco; - abertura à busca de Deus e respeito pela proposta evangélica e pelos valores das outras religiões e culturas.»

7 Missão SALes XXI 2014 MODALIDADES Voluntariado em Casas Missionárias (Moçambique, Angola, Timor) - nos 8 últimos anos: 38 MZ, 4 Angola, 1 Timor Voluntariado em grupo, em ambientes onde não há casas salesianas - nos últimos 2 anos: 6 grupos, ao todo 72 voluntários Voluntariado na Escola Salesiana de São Vicente (escola de verão) - 24 voluntários 7

8 AS ÁREAS DE INTERVENÇÃO São bastante diversificadas, de acordo com as necessidades locais: elaboração de manuais de ensino e apoio formativo a professores locais, constituição e organização de bibliotecas, organização da gestão das escolas profissionais e apoio formativo aos técnicos locais, apoio e reforço educativo aos alunos, dinamização de atividades no âmbito sociocultural, apoio jurídico, apoio ao Plano contra o HIV/Sida e na área da saúde infantil, apoio em áreas técnicas às comunidades salesianas, colaboração na elaboração e implementação de projetos de desenvolvimento, atividades de formação humana, social, recreativa e religiosa. Fotografia da voluntária Benedita Siqueira 8

9 A DURAÇÃO DA MISSÃO Longa duração - 1 ano Média duração - 3 a 6 meses Curta duração - 1 ou 2 meses Fotografia da voluntária Jesuína Pereira 9

10 Fotografia da voluntária Márcia Pinho AS MISSÕES DE 2014 Um olhar às missões do ano 2014, com o seguinte vídeo: Consultem também o site e as páginas do facebook!

11 AS MISSÕES DE INSCRIÇÕES ESTRUTURÁMOS A CANDIDATURA E SELEÇÃO DA SEGUINTE FORMA: 1. Inscrição página web da Fundação: Preferencialmente, os voluntários que se candidatarem até 31 de agosto de cada ano, poderão participar em programas de voluntariado internacional a iniciar no 1º semestre do ano seguinte: período de formação e acompanhamento de Setembro a Dezembro e depois missão. Os voluntários que se inscreverem após essa data e até 31 de Dezembro, poderão participar em programas de voluntariado internacional no 2º semestre do ano seguinte: período de formação e acompanhamento de Janeiro a Junho e depois missão. 2. Resposta da nossa parte, pedindo o currículo e agendando uma entrevista. 3. Entrevista: tem como objetivo ser um encontro para conhecimento mútuo e esclarecimento das dúvidas que possam existir. Estamos disponíveis para receber os voluntários, todos os dias úteis, entre as 8.00h e as 18.00h na Rua Saraiva de Carvalho, 275, em Lisboa. Caso este horário não seja o mais adequado, ou o seu local de morada/emprego fique afastado da cidade de Lisboa, podemos encontrar uma alternativa, de acordo com um horário, local ou meio que nos possa sugerir. 11

12 SELEÇÃO E PREPARAÇÃO 1. Escolha do destino: Moçambique, Angola, Timor - durante qualquer período do ano. De preferência, voluntários mais velhos, com experiência profissional, para missões de 3 meses ou mais. Cabo Verde missões de 20 dias a 1 mês, em grupo, na Escola Salesiana de São Vicente ou em outros lugares, que nos são indicados pelos bispos locais. 2. Formação de grupos e preparação. Depois de aceites, os candidatos são integrados em grupos de missão e começam o processo de preparação, do qual se fala mais adiante. Formação dos voluntários de

13 CUSTOS Da responsabilidade dos Voluntários: financiamento da viagem, das vacinas (podem ser diferentes, de acordo com o país de destino), do certificado de vacinação internacional e do registo criminal. A partir do momento em que se marca a viagem, o voluntário(a) deve adiantar 15% do valor da mesma. Da responsabilidade da Fundação: pagamento do visto, do seguro de acidentes pessoais e despesas correntes relativas à estadia, alimentação e transportes, ao serviço da missão. NB: De acordo com a sua capacidade financeira e depois de perceber a sua condição, a Fundação procurará apoiar cada um, na medida do possível. Os próprios voluntários devem procurar fontes de financiamento para apoiar a missão, e fazer diminuir os seus encargos, motivando a família, amigos e a própria comunidade cristã a que pertencem, obtendo apoios de empresas, etc. A fundação está disponível para acompanhamento e apoio institucional neste processo. Os custos aproximados são os seguintes: Valor do seguro Valor da viagem Valor do Visto Registo Criminal Vacinas * Angola 230, ,00 230,00 8,00 65,00 Cabo Verde 120,00 800,00 25,00 8,00 65,00 Formação dos voluntários de Moçambique 120, ,00 70,00 8,00 65,00 Brasil 100, ,00 65,00 * Febre Amarela; Febre Tifóide; Poliomielite, Meningite e eventualmente Hepatite.

14 Fotografia da voluntária Carla Fernandes VOLUNTARIADO NO DECURSO DO ANO 2015 Em Moçambique, Angola ou Timor: - Depois da entrevista, o voluntário é apresentado às comunidades missionárias nesses países; - Depois da aceitação, dá-se seguimento ao processo de preparação, formação, organização logística, marcação da viagem, etc - É aconselhável a frequência da formação promovida pela Fundação Fé e Cooperação. São 5 ações de formação marcadas ao longo do ano; - O Voluntário(a) estabelecerá contacto via /telefone com a pessoa de referência da comunidade missionária, para se inteirar melhor dos pormenores da sua missão; - Os responsáveis do voluntariado desses países acolhem e acompanham esses voluntários, desde o momento que chegam ao aeroporto, até que regressam. 14

15 AS MISSÕES NO VERÃO 2015 Para os voluntários que só têm disponibilidade no verão, propomos uma missão em grupo, em Cabo Verde, nos moldes que passamos a apresentar. GRUPOS - Grupos até 10 pessoas, de preferência; Um grupo de 4 para a Escola Salesiana de São Vicente; Serão constituídos quanto antes, para que se fomente a identidade salesiana, o espírito de grupo, a preparação com qualidade das atividades a realizar, e programem iniciativas de angariação de fundos. DATAS - Cerca de 20 a 24 dias, de meados (ou finais) de julho a meados (ou finais) de agosto. Fotografia da voluntária Cristiana Aires 15 NB - Poderá haver exceções, analisadas caso a caso, em que algum voluntário(a) poderia ir para Moçambique, Angola ou Timor, quando se verificar que, apesar de ser um breve período de tempo, essa pessoa vai ser uma clara e substancial mais-valia para as missões salesianas desses países.

16 O DIA A DIA DE UM GRUPO DE VOLUNTÁRIOS EM MISSÃO Ser comunidade relações interpessoais, amizade, respeito, interajuda Esta missão em grupo requer a vivência de uma verdadeira experiência de comunidade/família, fundada na amizade, respeito, entendimento, colaboração e interajuda entre todos. Todos os momentos do dia são vividos nesse espírito, seja os momentos de serviço como os de descanso. Momento de reflexão, oração, partilha, programação; Todos os dias há momentos dedicados à reflexão e oração em grupo. Sempre que necessário, serão dedicados tempos à programação e preparação das atividades. A partilha por parte de cada voluntário(a), do que viveu e sentiu durante o dia, é preciosa para criar união e ultrapassar dificuldades. Dias de descanso, programados e vividos em grupo. De vez em quando, pode haver necessidade de parar a atividade de serviço durante algum dia. Atenção que não quer dizer férias, turismo, noitadas, curiosidade cultural também esses dias são vividos em função da missão: para descansar, fortalecer o grupo, preparar melhor as atividades, rezar, etc Podem obter-se informações mais detalhadas nos testemunhos de voluntários já publicados. 16 Fotografia da voluntária Carla Fernandes

17 Fotografia da voluntária Cristiana Aires MODELO DE INTERVENÇÃO - As atividades seguem um guião temático para esses dias, com reflexões e dinâmicas a condizer; - As atividades devem ter, sempre que possível, uma finalidade educativa, sendo úteis e de qualidade; - Deve ter-se em conta o contexto local eclesial, social, histórico, cultural, religioso, etc.. - Se possível, promover também algumas atividades de apoio ao estudo; - Fazer opções no que respeita ao número e idade dos destinatários. 17

18 ACOMPANHAMENTO O grupo é acompanhado por um adulto, enviado pela Fundação Salesianos, idóneo e com experiência de missão. Normalmente é um salesiano sacerdote. Esses acompanhantes também fazem parte do grupo e participam no processo de formação e preparação. LOCAIS DE MISSÃO Possivelmente Praia, Boa Vista e São Vicente. Esta informação carece ainda de confirmação. Fotografia da voluntária Leonor Monteiro 18

19 DADOS SOBRE A EXPERIÊNCIA DOS ANOS PASSADOS Transparência Numa missão de voluntariado nem tudo são rosas também há dificuldades, aborrecimentos, faltas de entendimento ou adaptação, coisas que correm mal. Conhecer esses pormenores, ajuda a prevenir ou ultrapassar casos semelhantes ou, pelo menos, integrá-los nas expectativas de quem vai. Testemunho Através dos testemunhos dos voluntários no site ou facebook, descobrem-se muitos aspetos ligados à missão. Apoio dos voluntários que já estiveram em missão. Conta-se com a ajuda de voluntários que já fizeram esta experiência, com quem se poderá trocar impressões. Missão Cabo Verde

20 A PREPARAÇÃO NECESSÁRIA ESTA PREPARAÇÃO IMPLICA O CUMPRIMENTO E A FREQUÊNCIA DAS AÇÕES DE FORMAÇÃO ESTABELECIDAS Encontros de formação. Para todos (em fins de semana) e em grupo pequeno (a combinar por cada grupo), acompanhados pelos formadores. Atenção: dever de assiduidade; Experiência de voluntariado em ambientes salesianos. Há a SportBosco em Manique, o SolSal em Lisboa e no Estoril; pode vir a ser marcado um mini campo de trabalho nas férias escolares, vivendo em grupo, preparando refeições, fazendo limpezas, etc. Participação em algum evento salesiano (a escolher de uma lista que será oportunamente divulgada). Desde já se podem apontar alguns exemplos: jan: FlashBosco (Vendas Novas, Porto) 21 fev: Encontro de pré-adolescentes [Setúbal, Areosa (Viana)] mar: Páscoa Jovem (Fátima) 16 mai: Dia Nacional MJS (Fátima) jul: Acampamento Nacional MJS outros... Missão Cabo Verde Caminhada espiritual. Estes momentos formativos, e outros que se venham a promover, proporcionam também aos voluntários a oportunidade de fazerem uma caminhada espiritual. NB: Casos excecionais serão vistos caso a caso

21 PREPARAÇÃO IMEDIATA Marcação da viagem Seguro de acidentes pessoais Declaração de voluntariado O que é necessário Responsabilidades Fundação Fundação Fundação Visto (2 fotografias tipo passe e outras declarações/documentos necessários) Fundação Cópia de documentos: BI ou Cartão Cidadão; Cartão Contribuinte; Segurança Social Passaporte (deverá ter pelo menos seis meses de validade superior à data de inicio da viagem). Registo criminal (Loja do Cidadão) Carta de condução internacional (Automóvel Clube Portugal - preenchimento de impresso e fotografia em casos que possa ser necessário). Vacinas e Declaração Internacional de Vacinação (consulta do viajante) Bagagem (para África, na TAP, duas malas de porão com 23 kg e uma de mão, com 8 kg) Voluntário Voluntário Voluntário Voluntário Voluntário Missão Cabo Verde

22 AGORA, QUE PASSOS VAMOS DAR? Formação de Grupos; Escolha de Datas; Marcação de Locais; Reserva de Viagens; Formação e Preparação. 22 Fotografia da voluntária Gabriela Rio

23 Fotografia da voluntária Márcia Pinho 23 OBRIGADO!

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