2009 Relatório e Contas

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "2009 Relatório e Contas"

Transcrição

1 Centro Hospitalar de Coimbra, E.P.E. Relatório & Contas 2009 Centro Hospitalar de Coimbra, E.P.E 2009 Relatório e Contas Página 1 de 153

2 Conteúdo Mensagem do Conselho de Administração...4 Parte I Relatório de Gestão...5 Parte I Relatório de Gestão...6 Capítulo I Enquadramento do Centro Hospitalar de Coimbra, E.P.E Envolvente externa Envolvente interna Oferta de serviços Estrutura organizacional...9 Capítulo II Governo da organização Missão, objectivos e políticas da empresa Regulamentos internos e externos a que a organização está sujeita Informação sobre transacções relevantes com entidades relacionadas Informação sobre outras transacções Modelo de governo e identificação dos membros dos órgãos sociais Remuneração dos membros dos órgãos sociais Análise da sustentabilidade nos domínios económicos, social e ambiental Avaliação sobre o grau de cumprimento dos Princípios de Bom Governo Código de Ética Informação sobre a existência de um sistema de controlo compatível com a dimensão e complexidade da empresa, de modo a proteger os investimentos e os seus activos, o qual deve abarcar todos os riscos relevantes pela empresa (ponto 19 RCM 49/2007) Identificação dos mecanismos adoptados com vista à prevenção de conflitos de interesses (ponto 22 RCM 49/2007)...23 Capítulo III Actividade Assistencial...24 Capítulo IV Actividade Global em Desenvolvimento de políticas estratégicas...52 Política de gestão integrada...54 Política de melhoria contínua da qualidade...65 Política de investimentos...65 Política de gestão do risco Formação Investigação e Ensino Relatório e Contas Página 2 de 153

3 4. Gestão de recursos humanos Gestão do medicamento Gestão de compras Auditor interno Análise económico-financeira...81 Capítulo V - Actividades previstas para Desenvolvimento de políticas estratégicas...90 Política de gestão integrada...90 Política de melhoria contínua da qualidade Política de investimentos Política de gestão do risco Novo Hospital Pediátrico Linhas de produção para Proposta de aplicação de resultados Parte II Demonstrações Financeiras Parte III Anexos às demonstrações financeiras Parte IV Certificação legal de contas Parte V Relatório e parecer do fiscal único Anexo I Código de Ética Anexo II Remunerações dos órgãos sociais Relatório e Contas Página 3 de 153

4 Mensagem do Conselho de Administração Em 2009, o CHC, E.P.E. melhorou o desempenho ao nível da produção, designadamente ao nível do Ambulatório Consulta Externa e Cirurgia de Ambulatório. A monitorização dos serviços foi incrementada com base em objectivos definidos nas dimensões da acessibilidade, ao nível dos processos internos, aprendizagem e crescimento ao nível da gestão operacional. Foi dada continuidade ao programa de substituição de equipamento médico e de remodelação das instalações, e ainda ao início da construção de um Bloco Operatório dedicado a Cirurgia do Ambulatório no Hospital Geral. A Maternidade Bissaya Barreto desenvolveu um projecto de criação de um Centro de Procriação Medicamente Assistida, que se pretende que entre em funcionamento já em Mas 2009 é definitivamente marcado pela preparação da definição de todo o equipamento a adquirir e do modelo de funcionamento do novo Hospital Pediátrico. Como desafio para o futuro, sublinhamos a abertura do Hospital Pediátrico, o primeiro a ser construído de raiz em Portugal, e os impactos decorrentes da mesma, quer ao nível organizacional, de oferta e redistribuição de serviços, novas áreas de intervenção e de gestão de recursos humanos, logísticos e financeiros, numa perspectiva de eficiência e melhoria da qualidade de prestação de cuidados de saúde. Por fim, gostaríamos de agradecer a todos os profissionais do CHC, E.P.E. o empenho na consecução de todos os objectivos estabelecidos, e que contribuíram de forma decisiva para os ganhos em saúde evidenciados neste relatório Relatório e Contas Página 4 de 153

5 Parte I Relatório de Gestão 2009 Relatório e Contas Página 5 de 153

6 Parte I Relatório de Gestão Capítulo I Enquadramento do Centro Hospitalar de Coimbra, E.P.E. 1.Envolvente externa Cada um dos três hospitais integrados do CHC, E.P.E. serve, preferencialmente, a população de utentes da área de influência que lhe está atribuída pelas redes de referenciação hospitalar, sem prejuízo do princípio da liberdade de escolha no acesso à rede nacional de prestação de cuidados de saúde, consagrado na Lei de Bases da Saúde. Deste modo, a área de influência do Hospital Geral corresponde à zona da Unidade de Saúde de Coimbra-Sul (compreende as freguesias de S. Martinho do Bispo e de Santa Clara, em Coimbra, e os concelhos de Alvaiázere, Ansião, Castanheira de Pêra, Condeixa-a-Nova, Figueiró dos Vinhos, Montemor-o-Velho, Soure, Pedrógão Grande e Penela), recebendo doentes de 11 centros de saúde e de 51 extensões de saúde. Enquanto hospital central, o Hospital Geral constitui ainda referência para os doentes encaminhados pelos Hospitais da Figueira da Foz, de Leiria, de Pombal e de Castelo Branco (Neurocirurgia). A área de influência do Hospital Geral abrange aproximadamente habitantes. A Maternidade Bissaya Barreto integra a Rede de Referenciação Materno-Infantil, constituindo, simultaneamente, um hospital de apoio perinatal (referência para 21 centros de saúde da Sub- Região de Saúde de Coimbra, com um total de 110 extensões, e para os Centros de Saúde de Anadia, Ansião, Alvaiázere, Castanheira de Pêra, Figueiró dos Vinhos, Mealhada, Mortágua, Pedrógão Grande e Sertã, com um total de 49 extensões) e um hospital de apoio perinatal diferenciado (referência para os hospitais de Castelo Branco, da Figueira da Foz e de Leiria). São cerca de os habitantes (mulheres) residentes nos concelhos que compõem a área de influência da Maternidade Bissaya Barreto. O Hospital Pediátrico é um hospital central que serve doentes em idade pediátrica de toda a região centro do país (num total de aproximadamente habitantes), funcionando também como hospital de primeira referência para os centros de saúde do concelho de Coimbra (num total de cerca de habitantes) Relatório e Contas Página 6 de 153

7 2.Envolvente interna O CHC, E.P.E. integra três hospitais: o Hospital Geral, a Maternidade Bissaya Barreto e o Hospital Pediátrico. O edifício em que está instalado o Hospital Geral encontra-se, hoje, desadaptado face às práticas clínicas, às regras de segurança, higiene e conforto dos utentes e aos imperativos de uma gestão eficiente. Se a inexistência de um plano director, que tivesse merecido a aprovação da tutela, contribuiu para o desajustamento global do Hospital Geral, também não lhe terá sido alheio o défice de investimento que caracterizou os anos em que se assistiu à construção do novo hospital escolar da cidade. As recentes remodelações de alguns sectores e serviços, tais como o bloco operatório, o serviço de urgência, a cardiologia, a neurologia, a medicina intensiva e algumas obras de beneficiação em outras estruturas assistenciais, não vieram alterar significativamente o quadro geral. Deste circunstancialismo resultou um hospital pouco eficiente, apesar de dotado de um moderno plateau técnico e de caracterizado pela humanização dos cuidados que presta. Relativamente às instalações em que funcionam as unidades de internamento do Hospital Geral, poderá referir-se, de modo demonstrativo da sua desadequação, que a uma lotação média de 383 camas correspondia uma área de 2.513m 2 (tendo em conta os indicadores de programação das construções hospitalares, que estabelecem uma área de cerca de 7,5m 2 /cama, o Hospital Geral tinha mais 48 camas do que o indicado para o espaço disponível). O sub dimensionamento das unidades de internamento, com um número médio de 21 camas em lugar das 30 recomendadas, traduz-se em custos acrescidos, sobretudo em termos de recursos humanos. Em 2009, a lotação praticada no Hospital Geral foi de 337 camas, resultado do esforço de melhoria das condições hoteleiras, e ainda pelo facto de se ter desenvolvido a vertente da cirurgia de ambulatório. No que se refere às instalações destinadas a actividades de ambulatório, o Hospital Geral caracteriza-se igualmente pela sua desadequação face às necessidades. A emergência de consultas externas de sub-especialidades e o desenvolvimento das actividades de hospital de dia conduziram à necessidade de improvisar espaços, sempre obtidos através da dispersão e da eliminação de áreas de apoio. As recentes obras de beneficiação do edifício das consultas 2009 Relatório e Contas Página 7 de 153

8 externas, não obstante a sua mais-valia em termos hoteleiros e organizativos, não permitiram alterar significativamente este cenário. As instalações em que funcionam os serviços que realizam exames complementares de diagnóstico e de terapêutica e de apoio clínico do CHC, E.P.E. localizadas no campus do Hospital Geral, são também caracterizadas pela desadequação face às actuais regras de programação de construções desta natureza. A degradação, falta de segurança e exiguidade das instalações em que funciona o Hospital Pediátrico (o Hospital pratica uma lotação de 84 camas numa área de 507 m 2, quando, de acordo com os ratios definidos, deveria ter apenas 68 camas), decorridos trinta anos de actividade, conduziram à necessidade de planear uma nova unidade, actualmente em construção e que se prevê que esteja concluída em A Maternidade de Bissaya Barreto, inaugurada em 1963, sediada num edifício construído para o efeito, agrega a Obra Social, que integra um internato de crianças em risco, uma creche e um infantário, actualmente geridos, através de protocolo, por 2 IPSS s. O edifício que, na altura, constituía uma estrutura claramente avançada no tempo, rico em materiais e em obras de arte, encontra-se hoje completamente desadequado das exigências assistenciais (700m 2 para 98 camas e 49 berços), carecendo de investimentos que assegurem condições de segurança a doentes e profissionais. Globalmente, o CHC, E.P.E. enfrenta elevados custos operacionais resultado da dispersão da sua estrutura física, com impacto significativo nos custos de funcionamento, nomeadamente de recursos humanos e de serviços de apoio externo Relatório e Contas Página 8 de 153

9 3.Oferta de serviços Hospital Geral Cardiologia, Cirurgia, Cirurgia Torácica, Doenças Infecciosas, Gastrenterologia, Medicina Intensiva, Medicina Interna, Nefrologia, Neurologia, Ortotraumatologia, Pneumologia, Urologia, e Medicina do Sono. Hospital Pediátrico Cardiologia Pediátrica, Cirurgia Pediátrica, Pediatria Médica, Medicina Intensiva, Nefrologia, Neuropediatria, Ortopedia, Pedopsiquiatria e Oncologia Pediátrica. Maternidade Bissaya Barreto Ginecologia, Obstetrícia e Neonatologia. Serviços de acção médica e serviços complementares de diagnóstico e de terapêutica partilhados pelos três hospitais Anatomia Patológica, Anestesiologia, Estomatologia, Genética Médica, Hematologia, Imagiologia, Imunohemoterapia, Medicina Física e de Reabilitação, Neurocirurgia, Neurorradiologia, Oftalmologia, Otorrinolaringologia e Patologia Clínica. 4.Estrutura organizacional O Regulamento Interno do CHC, E.P.E., homologado pelo Secretário de Estado da Saúde em 29 de Novembro de 2007, consagra a organização dos serviços de acordo com a seguinte tipologia: serviços de prestação de cuidados, serviços de suporte à prestação de cuidados e serviços de gestão e logística. Da página seguinte consta o modelo interno da organização. Para efeitos de organização da actividade gestionária, o CHC, E.P.E. encontra-se estruturado em níveis intermédios de administração, os quais visam aproximar o órgão de direcção estratégica aos serviços de prestação de cuidados e, consequentemente, tornar mais ágil o processo decisório. Os serviços de prestação de cuidados encontram-se organizados em departamentos, serviços e unidades funcionais Relatório e Contas Página 9 de 153

10 Modelo interno de organização Conselho de administração Fiscal único Presidente Conselho consultivo Vogal executiva Vogal executiva Directora clínica Enfermeiro-director Órgãos de apoio técnico Auditor interno Gabinete do utente Comissão da qualidade e segurança do doente Comissão de controlo da infecção hospitalar Comissão de coordenação oncológica Comissão de enfermagem Comissão de ética Comissão de farmácia e terapêutica Comissão de monitorização e recuperação dos tempos de espera Comissão de segurança, higiene e saúde no trabalho Comissão hospitalar de transfusão Comissão inter-departamental Comissão técnica de certificação da interrupção da gravidez Direcção do internato médico Gabinete da qualidade e comunicação Gestor do risco clínico Gestor do risco geral Serviço de segurança e saúde no trabalho Hospital Geral Hospital Pediátrico Maternidade Bissaya Barreto Departamento de anestesiologiae cuidados intensivos Departamento de cirurgia e especialidades cirúrgicas Departamento de hematologia Departamento de imagiologia Departamento de medicina e especialidades médicas Departamento de medicina laboratorial Departamento pediátrico Departamento de pedopsiquiatria Departamento de saúde da mulher Anestesiologia Cuidados intensivos do Hospital Geral Bloco operatório do Hospital Geral Cirurgia Estomatologia Neurocirurgia Oftalmologia Ortopedia Otorrinolaringologia Urologia Hematologiae imunohemoterapia Hospital de dia de oncologia médica do Hospital Geral Radiologia Neurorradiologia Cardiologia Gastrenterologia Infecciologia Medicina física e de reabilitação Medicina interna Nefrologia Neurologia Pneumologia Centro de medicina do sono Anatomia patológica Patologia clínica Centro de desenvolvimentoda criança Cardiologia pediátrica Cirurgia e queimados Cuidados intensivos pediátricos Genética médica Medicina pediátrica Oncologia pediátrica Ortopedia pediátrica Pediatria ambulatória Urgência do Hospital Pediátrico Bloco operatório do Hospital Pediátrico Ginecologia Neonatologia Obstetrícia Urgência da MaternidadeBissayaBarreto Bloco operatório da Maternidade Bissaya Barreto Centro de diagnóstico pré-natal Unidade de interven-ção precoce Urgência e emergência do Hospital Geral Esterilização Nutrição e dietética Psicologia Serviço social Serviços farmacêuticos Gabinete jurídico Gestão da formação e documentação Gestão de doentes Gestão de materiais Gestão de recursos humanos Instalações e equipamentos Planeamento e controlo de gestão Sistemas e tecnologias de informação Serviços financeiros Serviços hoteleiros Serviços de prestação de cuidados Serviços de suporte à prestação de cuidados Serviços de gestão e logística 2009 Relatório e Contas Página 10 de 153

11 Capítulo II Governo da organização 1.Missão, objectivos e políticas da empresa O CHC, E.P.E., tem como missão a prestação de cuidados de saúde altamente diferenciados em todo o ciclo da vida humana, numa perspectiva integrada, desde a prevenção à reabilitação, constituindose como centro de referência regional e nacional em áreas consideradas como pólos de excelência. Faz, também, parte da sua missão a investigação, o ensino e a formação pré e pós-graduada. No desenvolvimento da sua actividade, o CHC, E.P.E., orienta-se em função dos interesses dos doentes, numa perspectiva de defesa do direito à promoção da saúde e da satisfação das suas necessidades individuais. Os objectivos a que a organização se obriga, no início de cada ano, estão definidos no contratoprograma, celebrado com o Ministério da Saúde. Os objectivos negociados têm em conta o desempenho relativo da organização, exigindo-se ao CHC, E.P.E., nomeadamente no que respeita aos indicadores económico-financeiros, um esforço significativo, uma vez que a instituição ainda se situa num nível de desempenho inferior à média da rede. O CHC, E.P.E., tem vindo a desenvolver mecanismos de monitorização interna que abrangem as diversas vertentes do contrato-programa (produção, qualidade, desempenho económicofinanceiro), com o objectivo de garantir o cumprimento das metas estabelecidas. No que concerne ao ano de 2009, a instituição cumpriu grande parte dos objectivos de eficiência e qualidade referentes à actividade assistencial, tendo mesmo ultrapassado algumas das metas estabelecidas (v.g., peso da cirurgia ambulatória no total das cirurgias programadas com um desvio positivo de 7,15%, peso das primeiras consultas médicas no total das consultas médicas com um desvio positivo de 1,41%) Relatório e Contas Página 11 de 153

12 2.Regulamentos internos e externos a que a organização está sujeita O CHC, E.P.E. rege-se pelo regime jurídico aplicável às entidades públicas empresariais, com as especificidades previstas no Decreto-Lei n.º 233/ 2005, de 29 de Dezembro, aplicável por força do Decreto-Lei n.º 50-A/ 2007, de 28 de Fevereiro, e seus Estatutos, bem como pelos regulamentos internos e normas em vigor para o Serviço Nacional de Saúde, que não contrariem as normas previstas no citado diploma, e ainda por todos os regulamentos externos aplicáveis. Internamente, a instituição rege-se pelo regulamento interno, homologado em 29 de Novembro de 2007, que estabelece as principais directrizes relativas ao seu funcionamento e constitui o documento base da organização. Encontram-se em vigor, devidamente publicitados na intranet do Centro Hospitalar, os seguintes regulamentos: Regulamento de compras; Regulamento dos horários de trabalho; Regulamento da comissão de controlo da infecção; Regulamento do gabinete do utente; Regulamento do voluntariado; Código de ética; Regulamento interno da comissão da qualidade e segurança do doente; Regulamento de fundos de maneio; Regulamento do sistema de permuta de valores; Normas regulamentares para a realização de ensaios clínicos; Regulamento do serviço de gestão da formação e documentação; Regulamento do funcionamento do serviço de urgência do Hospital Geral; Regulamento interno do serviço de assistência espiritual e religiosa. Encontram-se em fase de elaboração outros regulamentos internos, dos quais se destacam o regulamento post-mortem e o regulamento de espólios. 3.Informação sobre transacções relevantes com entidades relacionadas Não aplicável Relatório e Contas Página 12 de 153

13 4.Informação sobre outras transacções O Regulamento de Compras entrou em vigor a 2 de Dezembro de 2008 e foi tornado público através da divulgação nas páginas da intranet e internet. A divulgação das transacções que não ocorram em condições de mercado é actualizada trimestralmente e a sua publicação iniciou-se no último trimestre de 2008, com publicação nas páginas da internet e intranet do CHC, E.P.E.. O regulamento está orientado por princípios de economia e eficácia que asseguram a eficiência das transacções realizadas e garantem a igualdade de oportunidades para todos os interessados habilitados para o efeito. A lista de fornecedores, que representam um volume de compras superior a 1 milhão de euros, é divulgada na página da internet do Centro Hospitalar de Coimbra, E.P.E.. 5.Modelo de governo e identificação dos membros dos órgãos sociais Identificam-se, de seguida, os membros dos órgãos sociais, com funções e responsabilidades fixadas nos Estatutos (Decreto-Lei n.º233/ 2005, de 29 de Dezembro): CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO (de 1 de Janeiro a 30 de Novembro de 2009) Dr. Rui de Melo e Pato* Dr.ª Maria Paula Apolinário Ferreira de Sousa** Dr.ª Marta Alexandra Fartura Braga Temido** Dr.ª Maria Deolinda Magalhães Portelinha Soares Correia** Enf. Jorge Paulo de Oliveira Leitão** * Aposentado a partir de 1 de Julho de 2009 continuando a exercer funções até 30 de Setembro de ** Apresentaram carta de renúncia do cargo com efeitos a partir de 30/11/2009 FISCAL ÚNICO Efectivo: Manuel Domingues e Associado, SROC, representado pelo Dr. Manuel Duarte Domingues, ROC Suplente: Dr. Vítor Manuel Simões Valente, ROC 2009 Relatório e Contas Página 13 de 153

14 CONSELHO CONSULTIVO Professor Doutor Vital Martins Moreira, Presidente Dr. Carlos Alberto Nunes da Silva Dra. Rosa Reis Marques Dr. José João dos Santos Cardoso Maria do Couto Cardoso Maria Regina Silva Dr. Vicente Manuel Nogueira Souto Dr. João Manuel Abreu Barreto Os elementos do Conselho de Administração integraram de 1 de Janeiro a 31 de Dezembro as seguintes comissões especializadas: - Comissão da qualidade e segurança do doente, presidida pelo Presidente do Conselho de Administração, - Comissão de enfermagem, presidida pelo Enfermeiro-Director, - Comissão inter-departamental, presidida pela Directora Clínica, - Comissão de farmácia e terapêutica, presidida pela Directora Clínica, - Conselho coordenador da avaliação, presidido por Vogal Executiva, - Comissão de coordenação oncológica, presidida pela Directora Clínica, - Comissão de monitorização e recuperação dos tempos de espera, presidida pela Directora Clínica. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO (de 1 de Dezembro a 31 de Dezembro de 2009) Dr.ª Rosa Maria dos Reis Marques Furtado de Oliveira Dr.ª Manuela Fernanda Mota Pinto Dr. Carlos Alexandre Monteiro Mendonça Enf. António Sampaio Monteiro FISCAL ÚNICO Efectivo: Manuel Domingues e Associado, SROC, representado pelo Dr. Manuel Duarte Domingues, ROC Suplente: Dr. Vítor Manuel Simões Valente, ROC 2009 Relatório e Contas Página 14 de 153

15 6.Remuneração dos membros dos órgãos sociais Modelo de Governo (de 1 de Janeiro a 30 de Novembro) Cargo Órgãos Sociais Eleição Mandato Conselho de Administração Presidente Dr. Rui de Melo e Pato* Vogal (1) Vogal Executivo Vogal (2) Vogal Executivo Vogal (3) Directora clínica Vogal (4) Enfermeiro Director Dr.ª Maria Paula Apolinário Ferreira de Sousa** Dr.ª Marta Alexandra Fartura Braga Temido** Dr.ª Maria Deolinda Magalhães Portelinha Soares Correia** Enf. Jorge Paulo de Oliveira Leitão** Despacho MEF e MS n.º 6424/2007, de Efectivo Fiscal Único Manuel Domingues & Associado, SROC, representado pelo Dr. Manuel Duarte Domingues, ROC Despacho MEF n.º /2007 de Suplente Dr. Vítor Manuel Simões Valente, ROC * Aposentado a partir de 1 de Julho de 2009 continuando a exercer funções até 30 de Setembro de ** Apresentaram carta de renúncia do cargo com efeitos a partir de 30/11/2009 Estatuto remuneratório fixado 1. Conselho Administração Fixado pelo Despacho MEF e SES n.º /2007, de 22 de Junho, tendo esta entidade sido classificada no Grupo A, Nível 3. Administradores Executivos Presidente Remuneração de 5664,86 euros, 7 vezes por ano; -despesas de representação. 1279,53 euros, 8 vezes por ano. Vogal (1) Vogal Executivo - Remuneração de 3233,98 euros, 13 vezes por ano. - despesas de representação. 970,19 euros, 11 vezes por ano Relatório e Contas Página 15 de 153

16 Vogal (2) Vogal Executivo - Remuneração de 3233,98 euros, 13 vezes por ano. - despesas de representação euros, 11 vezes por ano. Vogal (3) Directora Clínica - Remuneração de 5.239,99 euros, 13 vezes por ano. - despesas de representação. 970,19 euros, 11 vezes por ano. Vogal (4) Enfermeiro Director - Remuneração de 3233,98 euros, 13 vezes por ano. - despesas de representação. 970,19 euros, 11 vezes por ano. 2. Fiscal Único Remuneração de 1096,74 (mensal). Despesas de deslocação: 800,40 (Anual) 2009 Relatório e Contas Página 16 de 153

17 Remunerações e outras regalias auferidas (valores anuais) Remunerações ano 2009 (01/01/2009 a 30/11/2009) Mandato I Presidente Vogal (1) Vogal (2) Vogal (3) Vogal (4) 1. Remuneração 1.1. Remuneração base/fixa , , , , , Acumulação de funções de gestão 1.3. Prémios de gestão 1.4. Outras (identificar detalhadamente) 1.5. Subsídio Férias e Natal 8.802, , , , , Adicional 2% 346, Pensão provisória aposentação 5.005, Férias não gozadas ,20 2. Outras regalias e compensações 2.1. Gastos de utilização de telefones 600,00 600,00 400,00 725,00 300, Valor de aquisição/renda da viatura de serviço 2.3. Valor do combustível gasto com a viatura de serviço NA NA NA NA NA 2.4. Subsídio de deslocação 0,00 37,52 262,84 0, Subsídio de refeição 483,63 863,18 948,74 782,21 866, Outros (identificar detalhadamente) 3. Encargos com benefícios sociais 3.1. Segurança social obrigatório 6.845, , , , , Seguros de saúde 3.3. Seguros de vida 3.4. Outros (encargos com saúde - ADSE) 187,81 350,44 351,01 4. Informações Adicionais NA NA NA NA NA 4.1.Opção pelo vencimento de origem (s/n) S N N S N 4.2. Regime Segurança Social CGA+ADSE CGA+ADSE S.Social CGA+ADSE CGA+ADSE 4.3. Ano de aquisição de viatura pela empresa 4.4. Exercício de funções remuneradas fora grupo Não Não Não 4.5. Outras (identificar detalhadamente) NA NA NA NA Não NA Não 2. Fiscal Único Un: 2009 Manuel Domingues& Associado,SROC , Relatório e Contas Página 17 de 153

18 Modelo de Governo (de 1 de Dezembro a 31 de Dezembro) Cargo Órgãos Sociais Eleição Mandato Conselho de Administração Presidente Dr.ª Rosa Maria dos Reis Marques Furtado de Oliveira Vogal (1) Vogal Executivo Dr.ª Manuela Fernanda Mota Pinto Vogal (2) Director clínico Dr. Carlos Alexandre Monteiro Mendonça Vogal (3) Enfermeiro Director Enf. António Sampaio Monteiro Fiscal Único Efectivo Manuel Domingues & Associado, SROC, representado pelo Dr. Manuel Duarte Domingues, ROC Suplente Dr. Vítor Manuel Simões Valente, ROC Estatuto remuneratório fixado 1. Conselho Administração Fixado pelo Despacho MEF e SES n.º /2007, de 22 de Junho, tendo esta entidade sido classificada no Grupo A, Nível 3. Administradores Executivos Presidente Remuneração de 3655,81 euros, 1 vez no ano de 2009; -despesas de representação. 1279,53 euros, 1 vez no ano de Vogal (1) Vogal Executivo - Remuneração de 3.233,98 euros, 1 vez no ano de despesas de representação. 970,20 euros, 1 vez no ano de Vogal (2) Director Clínico - Remuneração de 5098,37 euros, 1 vez no ano de despesas de representação. 970,20 euros, 1 vez no ano de Vogal (3) Enfermeiro Director - Remuneração de 3233,98 euros, 1 vez no ano de despesas de representação. 970,20 euros, 1 vez no ano de Relatório e Contas Página 18 de 153

19 2. Fiscal Único Remuneração de 1096,74 (mensal). Despesas de deslocação: 800,40 (Anual) Remunerações e outras regalias auferidas (valores anuais) Mandato II Presidente Vogal (1) Vogal (2) Vogal (3) 1. Remuneração 1.1. Remuneração base/fixa 4.935, , , , Acumulação de funções de gestão 1.3. Prémios de gestão 1.4. Outras (identificar detalhadamente) 2. Outras regalias e compensações 2.1. Gastos de utilização de telefones 2.2. Valor de aquisição/renda da viatura de serviço 2.3. Valor do combustível gasto com a viatura de serviço NA NA NA NA 2.4. Subsídio de deslocação 0,00 0, Subsídio de refeição 85,40 85,40 85,40 85, Outros (identificar detalhadamente) 3. Encargos com benefícios sociais 3.1. Segurança social obrigatório 317,40 298,73 531,55 284, Seguros de saúde 3.3. Seguros de vida 3.4. Outros (encargos com saúde - ADSE) 4. Informações Adicionais NA NA NA NA 4.1.Opção pelo vencimento de origem (s/n) N N S N 4.2. Regime Segurança Social CGA+ADSE CGA+ADSE CGA+ADSE CGA+ADSE 4.3. Ano de aquisição de viatura pela empresa 4.4. Exercício de funções remuneradas fora grupo Não Não Não Não 4.5. Outras (identificar detalhadamente) NA NA NA NA Fiscal Único 2009 Manuel Domingues& Associado,SROC , Relatório e Contas Página 19 de 153

20 7.Análise da sustentabilidade nos domínios económicos, social e ambiental Fruto do seu posicionamento, enquanto prestador de serviços de saúde de elevada diferenciação, o CHC, E.P.E., assume as suas responsabilidades de sustentabilidade nos domínios da sua intervenção na sociedade em que se insere e na qual pretende ter voz activa. Neste contexto, destaque-se a seguinte orientação estratégica do CHC no desenvolvimento das seguintes actividades: I. Sustentabilidade económico-financeira do organismo, envidando esforços no sentido da rentabilização dos escassos recursos disponíveis prestando actividade assistencial de elevada diferenciação técnica e de elevada satisfação por parte dos seus clientes utilizadores; II. Manutenção de relações laborais estáveis que proporcionem estabilidade no emprego a centenas de colaboradores da instituição e satisfação no desempenho das suas tarefas; III. Estreitamento de prazos de pagamentos a fornecedores de âmbito loco-regional que possibilite a liquidez da economia regional e evite o estrangulamento de muitas pequenas e médias empresas do tecido económico local com as consequências previstas ao nível do emprego; IV. Preservação do meio envolvente às três unidades hospitalares e especial atenção dada à eficiente utilização de recursos e à correcta separação, destruição e envio para reciclagem de materiais consoante a sua origem. 8.Avaliação sobre o grau de cumprimento dos Princípios de Bom Governo I. Missão, objectivos e princípios gerais de actuação a. Obrigação de cumprimento, respeito e divulgação O CHC, E.P.E., cumpre a missão e os objectivos de forma económica, financeira, social e ambientalmente eficiente atendendo a parâmetros exigentes de qualidade, visando salvaguardar e expandir a sua competitividade com respeito pelos princípios fixados de responsabilidade social, desenvolvimento sustentável, serviço público e satisfação das necessidades da colectividade. O CHC, E.P.E. tem disponível esta informação nas suas páginas da intranet e internet Relatório e Contas Página 20 de 153

21 b. Planos de actividade e orçamentos Estes documentos são elaborados de acordo com os recursos e fontes de financiamento disponíveis, tendo em conta a missão e objectivos fixados, conforme informação constante das páginas da internet e intranet. c. Adopção de planos de igualdade O CHC, E.P.E., alcança uma efectiva igualdade de tratamento e de oportunidades entre homens e mulheres, não discriminando em função do sexo e permite a conciliação da vida pessoal, familiar e profissional. A instituição cumpre o estabelecido no Despacho Conjunto n.º 373/2000, de 31 de Março. O CHC, E.P.E., tem disponível, nas suas páginas da internet e intranet o Balanço Social no qual se encontra reflectida a promoção de uma política de igualdade de oportunidades. d. Reporte de informação O CHC, E.P.E. elabora o relatório e contas anual que remete à sua dupla tutela e disponibiliza esta informação na intranet e internet. e. Cumprimento de legislação e regulamentação em vigor O CHC, E.P.E. cumpre a legislação e a regulamentação em vigor. f. Trabalhadores O CHC, E.P.E. trata os seus colaboradores com respeito e integridade e contribui activamente para a sua valorização profissional, conforme informação constante na intranet. g. Clientes, fornecedores e demais titulares. O Regulamento de Compras entrou em vigor a 2 de Dezembro de 2008 e foi tornado público através da divulgação nas páginas da intranet e internet. A divulgação das transacções que não ocorram em condições de mercado é actualizada trimestralmente e a sua publicação iniciou-se no último trimestre de 2008, com publicação nas páginas da internet e intranet do CHC, E.P.E. O regulamento está orientado por princípios de economia e eficácia que asseguram a eficiência das transacções realizadas e garantem a igualdade de oportunidades para todos os interessados habilitados para o efeito Relatório e Contas Página 21 de 153

22 A lista de fornecedores, que representam um volume de compras superior a 1 milhão de euros, é divulgada na página da internet do Centro Hospitalar de Coimbra, E.P.E.. h. Negócios O Código de ética do CHC, E.P.E., aprovado a 16 de Abril de 2009 pelo Conselho Administração, encontra-se disponível na página da intranet e internet. II. Estruturas de administração e fiscalização i. O número de elementos dos órgãos de administração e fiscalização cumpre o disposto no nº. 1, do artigo 6º do Anexo II do Decreto-Lei n.º 233/2005, de 29 de Dezembro. j. Modelo de governo As funções executivas competem ao Conselho de Administração e as funções de fiscalização competem ao fiscal único e à Direcção Geral do Tesouro e das Finanças (Decreto-Lei n.º 233/2005, de 29 de Dezembro, aplicável por força do Decreto -Lei n.º 50-A/2007, de 20 de Fevereiro). k. Auditoria anual de contas Esta actividade é desenvolvida pelo fiscal único. l. Rotação de mandatos O CHC, E.P.E. cumpre o estabelecido no n.º 4 do artigo 6º, no n.º 1 do artigo 15º e no n.º 3 do artigo 17º, do Anexo II do Decreto-Lei n.º 233/2005, de 29 de Dezembro. III. Remuneração e outros direitos As remunerações, demais benefícios e regalias auferidas, anualmente, por cada membro do órgão de administração e de fiscalização, são publicadas na página da intranet, internet, e na página do sector empresarial do Estado. IV. Prevenção de conflitos de interesses Os órgãos sociais abstêm-se de intervir nas decisões que envolvam os seus próprios interesses. V. Divulgação de informação relevante Os órgãos sociais do CHC, E.P.E., divulgam publicamente, de imediato, todas as informações de que tenham conhecimento, susceptíveis de afectar de modo relevante a situação económica, financeira e patrimonial da empresa Relatório e Contas Página 22 de 153

23 9.Código de Ética O Código de Ética do CHC, E.P.E. aprovado a 16 de Abril de 2009 pelo Conselho Administração encontra-se disponível na página da internet. 10.Informação sobre a existência de um sistema de controlo compatível com a dimensão e complexidade da empresa, de modo a proteger os investimentos e os seus activos, o qual deve abarcar todos os riscos relevantes pela empresa (ponto 19 RCM 49/2007) Apesar de existirem diversos procedimentos que apontam para medidas de controlo interno cada vez mais eficiente, está prevista a implementação de um sistema de controlo devidamente consolidado e que nessa medida, se afigure compatível com a estrutura do Centro Hospitalar de Coimbra, EPE, que se prevê possa ocorrer até final do ano de Identificação dos mecanismos adoptados com vista à prevenção de conflitos de interesses (ponto 22 RCM 49/2007) À semelhança do ponto anterior, irão ser desenvolvidos os mecanismos necessários para a previsão dos conflitos de interesses, prevendo-se igualmente que tal possa ocorrer até final do ano de Relatório e Contas Página 23 de 153

24 Capítulo III Actividade Assistencial O CHC, EPE assumiu, em sede de plano de desempenho para 2009, a produção global para o período o que constitui a base para as metas fixadas no contrato-programa, o qual se destina a estabelecer a produção respectiva e o financiamento relativo aos doentes do Sistema Nacional de Saúde (SNS). Para apreciação global da actividade da instituição, apresentam-se os resultados das principais linhas de produção que caracterizam o movimento assistencial, primeiro na totalidade do CHC, EPE e posteriormente por serviço: a Actividade Cirúrgica (1), o Bloco de Partos (2), Consulta (3), Hospital de Dia (4), Internamento (5), Urgência (6). 1. Actividade Cirúrgica Nesta área de actividade, assistiu-se em 2009, a um acréscimo do número de intervenções na produção programada (convencional e ambulatório) de 0,97% (+ 171 intervenções), para o qual contribui a actividade da cirurgia de ambulatório em que o número de intervenções cresceu de forma acentuada, 10,43% (+ 771 intervenções) e em que o número de intervenções em convencional decresceu 5,95% (- 600 intervenções). A actividade urgente diminui em 14,43% (- 604 intervenções), facto positivo a registar. Gráfico 1.1 Evolução da produção convencional Gráfico 1.2 Evolução da produção urgente 2009 Relatório e Contas Página 24 de 153

25 Gráfico 1.3 Evolução da produção de ambulatório Gráfico 1.4 Evolução da taxa de ambulatorização O crescimento da taxa de ambulatorização em 2009 face a 2008, deve-se a uma política estratégica de impulso à actividade de ambulatório, o que consequentemente se traduz na diminuição das listas de espera, dos tempos de internamento e no cumprimento do indicador contratualizado em contrato-programa Indicador de Desempenho Assistencial: Peso da Cirurgia de Ambulatório no Total de Cirurgias Programadas No quadro seguinte, regista-se a evolução da actividade cirúrgica por especialidade nos anos de 2008 e de 2009: Especialidade / 08 (%) Conv. Amb. Urg. Conv. Amb. Urg. Conv. Amb. Urg. Cirurgia Geral ,24% 16,27% 3,01% Cirurgia Maxilo-Facial ,69% 121,43% -20,69% Cirurgia Pediátrica ,24% 28,88% -12,02% Cirurgia Torácica ,51% -85,71% 67,50% Estomatologia ,23% 24,35% 0,00% Ginecologia ,31% 5,68% -20,67% Neurocirurgia ,22% 15,19% -20,75% Obstetrícia ,71% 1,43% -14,87% Oftalmologia ,62% 5,98% -48,59% Ortopedia ,19% 5,14% -15,23% ORL ,39% 172,00% -37,33% Urologia ,02% -1,22% -17,98% TOTAL ,95% 10,43% -14,93% 2009 Relatório e Contas Página 25 de 153

26 O crescimento de 10,43%, que se verificou na cirurgia de ambulatório em 2009, deveu-se essencialmente às áreas com maior actividade ambulatória nomeadamente, Cirurgia Geral, Cirurgia Maxilo-Facial, Cirurgia Pediátrica, Estomatologia, Ginecologia, Neurocirurgia, Oftalmologia, Ortopedia e ORL. 70 Intervenções programadas/dia 9 Intervenções urgentes/dia 2. Bloco de Partos Segundo o estudo da União Europeia denominado Confrontando a alteração demográfica: uma nova solidariedade entre as gerações, a taxa de natalidade em Portugal baixou para metade em 40 anos. Apesar de um ligeiro aumento registado no ano de 2008, esta tendência não se manteve em 2009 tendo-se verificado, neste ano, a taxa de natalidade mais baixa da década. O número de partos da Maternidade Bissaya Barreto acompanhou a evolução nacional descrita. Apresentou uma descida de 7,01% (- 226 partos) face ao realizado em Partos / dia / 08 Valor 09 / 08 (%) Partos Eutócitos ,01% Partos Distócitos ,02% Cesarianas ,13% Outros ,66% TOTAL Partos ,01% Partos/dia ,76% TOTAL Nascimentos ,18% 2009 Relatório e Contas Página 26 de 153

27 Verifica-se, igualmente, uma diminuição do número médio diário de partos passando de 9 partos por dia em 2008 para 8 partos em A diminuição de partos em 2009 verificou-se tanto nos partos eutócitos ( 7,01%) como nos partos distócitos ( 7,02%) e o número de cesarianas diminui em 12,13% (- 115) relativamente a Gráfico 2.1 Evolução da Taxa de Cesarianas 2009 vs Consultas A Instituição integra três hospitais, Hospital Geral, Hospital Pediátrico e Maternidade Bissaya Barreto, oferecendo um conjunto de serviços multidisciplinares e com capacidade de resposta a todas as faixas etárias da população que serve. Na figura ao lado, encontram-se as representações mais significativas da população que utiliza os serviços do CHC, EPE. Servindo faixas etárias que vão desde os 0 anos chegando a ultrapassar os 100 anos, a faixa etária no sexo feminino com maior representatividade situa-se entre os 25 e 45 anos e no sexo masculino entre os 45 e 65 anos, este comportamento observa-se tanto em 2008 como em Relatório e Contas Página 27 de 153

28 A linha de produção consultas externas, registou um crescimento muito significativo, que se traduziu num aumento global de 7,67% em 2009, ou seja, mais consultas do que em 2008, representando um grande esforço institucional no sentido da melhoria do acesso / 08 Valor 09 / 08 (%) Total de Consultas ,67% Primeiras Consultas ,50% Consultas Subsequentes ,88% Peso de Primeiras Consultas / Total de Consultas 28,97% 30,81% - 1,84% As primeiras consultas evidenciam um aumento de 14,50% ( consultas) e as subsequentes, um aumento de 4,88% ( consultas). Consequentemente, o peso das primeiras consultas no total de consultas reflecte um acréscimo em 1,84%. O aumento das primeiras consultas revela uma evidente melhoria na acessibilidade dos doentes à instituição e traduz igualmente uma descida da lista de espera para primeiras consultas. Gráfico 3.1 Evolução do nº de consultas 2009 vs 2008 Em contrato programa, o CHC, EPE comprometeu-se em reduzir a lista de espera para primeira consulta nomeadamente nas especialidades de Neurocirurgia ( 20%) e Otorrino ( 30%), o que exigiu, um esforço ainda maior e continuado, na diminuição da lista de espera de consulta. No fim do 2009 Relatório e Contas Página 28 de 153

29 ano 2009, a redução de lista de espera referente aquelas especialidades ultrapassou o contratualizado tendo-se verificado uma redução de 76,76% na especialidade de Neurocirurgia e de 89,45% na especialidade de ORL Anestesiologia Cardiologia Cardiologia Cirurgia Geral Cirurgia Maxilo- Cirurgia Pediátrica Doenças Dor Estomatologia Gastroenterologia Genética Médica Ginecologia Hematologia Medicina Física e Medicina Interna Nefrologia Neurologia Neurocirurgia Neurologia Obstetrícia Oftalmologia Ortopedia Pediatria Pneumologia Psiquiatria Psiquiatria da Urologia Consultas a Outras Gráfico 3.2 Evolução do nº de consultas por especialidade 2009 vs Consultas / dia Nº de doentes em Lista de espera 2008: doentes Nº de doentes em Lista de espera 2009: doentes 2009 Relatório e Contas Página 29 de 153

30 Serviços 1as Consultas Sub. Total 1as Consultas Sub. Total 09 / 08 Total (Valor) 09 / 08 Total (%) Anestesiologia ,79% Cardiologia ,69% Cardiologia Pediátrica ,99% Cirurgia Geral ,73% Cirurgia Maxilo-Facial ,94% Cirurgia Pediátrica ,57% Doenças Infecciosas ,25% Dor ,18% Estomatologia ,29% Gastroenterologia ,48% Genética Médica ,06% Ginecologia ,39% Hematologia Clínica ,08% Medicina Física e Reabilitação ,55% Medicina Interna ,07% Nefrologia ,03% Neurologia Pediátrica ,43% Neurocirurgia ,54% Neurologia ,74% Obstetrícia ,04% Oftalmologia ,42% Ortopedia ,37% Otorrinolaringologia ,43% Pediatria ,39% Pneumologia ,26% Psiquiatria ,51% Psiquiatria da Infância e Adolescência ,44% Urologia ,74% Consultas a pessoal (Medicina do Trabalho) ,88% Outras ,83% Medicina do Sono ,32% Telemedicina ,67% Sexologia Clinica ,91% UCIP ,44% Psicologia ,07% Apoio Nutricional e Dietética ,38% Total Consultas Médicas ,80% Total Consultas não Médicas ,97% TOTAL ,67% Em 2009, observou-se um acréscimo das consultas não médicas na ordem dos 2,97% face ao realizado em No entanto, estas consultas (psicologia e apoio nutricional e dietética) não são 2009 Relatório e Contas Página 30 de 153

31 objecto de financiamento por parte do Ministério da Saúde, sendo suportadas pela instituição. Trata-se de consultas muito importantes, no âmbito de uma actividade cada vez mais interdisciplinar, como é a actividade hospitalar, cujo volume de produção não é despiciendo (7.040 consultas) e que, na perspectiva do CHC, EPE devem ser financiadas. Na sua maioria, o número de consultas por especialidade aumentou com excepção das especialidades de Doenças Infecciosas ( 0,25%), Ginecologia ( 0,39%), Psiquiatria de Infância e Adolescência ( 2,44%) e Psicologia ( 1,07%). Indicador de Acesso: Peso das 1as Consultas Médicas no Total de Consultas Médicas (%) O CHC, EPE contratualizou em 2009 um indicador que reflecte a sua resposta de acesso que se traduz no peso das 1as consultas médicas no total de consultas médicas, tendo-se verificado no fim do ano que este objectivo foi cumprido. 120,00% 100,00% 80,00% 60,00% 40,00% 20,00% 0,00% Anestesiologia Cardiologia Cardiologia Cirurgia Geral Cirurgia Cirurgia Doenças Dor Estomatologia Genética Ginecologia Hematologia Medicina Física Medicina Nefrologia Neurologia Neurocirurgia Neurologia Obstetrícia Oftalmologia Ortopedia Pediatria Pneumologia Psiquiatria Psiquiatria da Urologia Consultas a Outras Gráfico 3.3 Evolução do peso de 1as consultas médicas no total de consultas médicas por especialidade 2009 vs 2008 (%) O maior acréscimo do peso de primeiras consultas verifica-se na especialidade de Cirurgia Maxilo- Facial, traduzindo-se num aumento de 11,39% em 2009, em relação ao ano de Contrariamente, a especialidade onde se verifica o decréscimo mais acentuado do peso de primeiras consultas foi na Psiquiatria Relatório e Contas Página 31 de 153

32 O CHC, EPE tem como missão a prestação de cuidados de saúde altamente diferenciada e para tal a eficácia das políticas e das decisões assumem um papel cada vez mais relevante. Neste âmbito, o tratamento de informação tem visto a sua posição como actor com uma importância crescente. Um protocolo estabelecido com uma empresa privada, resulta da crescente importância que os sistemas de informação vão tendo na área da saúde. Como resultado deste protocolo, foi possível obter um conjunto de indicadores que até à data não tinham sido tratados, como por exemplo, o tempo médio e máximo de resposta para consulta: Serviços Tempo médio de resposta (dias) 2009 Tempo máximo de resposta (dias) Anestesiologia Cardiologia Cardiologia Pediátrica Cirurgia Geral Cirurgia Maxilo-Facial Cirurgia Pediátrica Doenças Infecciosas Dor Estomatologia Gastroenterologia Genética Médica Ginecologia Hematologia Clínica Medicina Física e Reabilitação Medicina Interna Nefrologia Neurologia Pediátrica Neurocirurgia Neurologia Obstetrícia Oftalmologia Ortopedia Otorrinolaringologia Pediatria Pneumologia Psiquiatria Psiquiatria da Infância e Adolescência Urologia Outras Medicina do Sono Sexologia Clinica Psicologia Apoio Nutricional e Dietética Relatório e Contas Página 32 de 153

33 Anestesiologia Cardiologia Cardiologia Cirurgia Geral Cirurgia Maxilo- Cirurgia Pediátrica Doenças Dor Estomatologia Gastroenterologia Genética Médica Ginecologia Hematologia Medicina Física e Medicina Interna Nefrologia Neurologia Neurocirurgia Neurologia Obstetrícia Oftalmologia Ortopedia Pediatria Pneumologia Psiquiatria Psiquiatria da Urologia Consultas a Outras Medicina do Sexologia UCIP Psicologia Apoio Nutricional T médio R T Máximo R Gráfico 3.4 Evolução do tempo médio de resposta para consulta vs o tempo máximo de resposta para consulta por especialidade (dias) A especialidade em que se verifica um menor tempo médio de resposta para consulta é a Anestesiologia com um tempo médio de espera de 17 dias, em contrapartida, observa-se que a especialidade com o maior tempo médio de reposta é a Medicina do Sono com um tempo de 787 dias. A análise (gráfico 3.5) por entidade financeira responsável pelo pagamento dos cuidados doentes internados mostra que o SNS é a entidade com maior peso. Verifica-se um acréscimo do peso daquela entidade de 2008 para 2009, situando-se em 2009 nos 85,41% o que reflecte uma diminuição de representatividade no pagamento dos cuidados, nomeadamente dos doentes da ADSE e de outras entidades financeiras. Gráfico 3.5 Representação (peso) das entidades financeiras em 2008 e 2009 (%) 2009 Relatório e Contas Página 33 de 153

34 4. Hospital de Dia No que concerne à produção em hospital de dia, o número de sessões e o número de doentes diminui em 2009 face a O número de sessões teve um decréscimo de 50,31% ( sessões) e o número de doentes um decréscimo de 34,37% ( doentes), ou seja, a variação do número de doentes tratados em Hospital de dia acompanha o decréscimo do número de sessões Sessões Doentes Gráfico 4.1 Evolução do nº de sessões Gráfico 4.2 Evolução do nº de doentes / 08 (Valor) 09 / 08 (%) Sessões Doentes Sessões Doentes Sessões Doentes Sessões Doentes Hematologia Clínica ,76% 79,82% Imuno-hemoterapia ,42% 44,58% Doenças Infecciosas ,48% -24,56% Psiquiatria ,02% 51,43% Pediatria ,87% 145,31% Pneumologia ,40% -75,70% Oncologia Médica ,25% -88,51% Outras ,14% -66,57% TOTAL ,31% -34,37% 2009 Relatório e Contas Página 34 de 153

35 Nas sessões de Hospital de dia apenas estão indicadas as sessões que não geram GDH Médico de Ambulatório. Seguindo orientações da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), a actividade da Medicina Física e Reabilitação é registada como meio complementar de diagnóstico não estando incluídas as respectivas sessões em hospital de dia no quadro anterior. As sessões designadas de Outras incluem as sessões de: Cardiologia, Cirurgia, Ortopedia, ORL, Neurologia, Medicina, Diabetes, de Gastro e Materno fetal. Verifica-se um crescimento dos GDH s de Ambulatório (Cirúrgicos e Médicos), entre 2008 e 2009 que foi de 14,04%, ou seja, passou-se de para GDH s. A decomposição dos Gdh s de ambulatório nos anos de 2008 e de 2009 apresenta-se nas figuras seguintes: Em 2008, Em 2009, Observa-se que o crescimento do total de GDH s se verifica tanto nos GDH s Médicos, ou seja, um crescimento de 9,98% (1.129 gdh s) como nos GDH s Cirúrgicos, um crescimento de 25,82% (1.010 gdh s). As sessões de Hemodiálise, nomeadamente o GDH 317, não estão incluídas no número de GDH s acima apresentado porque têm um financiamento específico (preço compreensivo) no âmbito do contrato programa Este pagamento, aplica-se apenas aos doentes com insuficiência renal crónica integrados em programa de ambulatório programado na unidade de diálise do Hospital Relatório e Contas Página 35 de 153

36 Em 2008, o número de sessões de Hemodiálise foi de sessões e em 2009 de 1748 sessões, verificando-se assim um decréscimo de sessões de Hemodiálise de 24,00%. 5. Internamento O Centro Hospitalar de Coimbra, EPE teve doentes saídos das várias especialidades que integram o Internamento. Verificou-se um decréscimo de 7,18%, face a 2008, o que representa cerca de menos doentes. No ano de 2009, praticou-se uma lotação média de 518 camas e de 49 berços, o que corresponde a uma oferta de internamento com uma grande diversidade de valências. A população com maior representatividade que procura os serviços do CHC, EPE é do sexo feminino (56,61%) e situa-se numa faixa etária entre os 25 e 45 anos (16,91%). O sexo masculino tem uma representatividade de 43,39% e maioritariamente situa-se numa faixa etária entre os 45 e 65 anos (7,67%) e inferior a 1 ano de idade (8,14%). Este comportamento, verificou-se igualmente em 2008 (apresenta-se em figura ao lado, as representações mais significativas da população servida pelas valências de Internamento) Relatório e Contas Página 36 de 153

37 As admissões urgentes tiveram um peso mais significativo em 2008 e em 2009 do que as admissões programadas. As admissões urgentes em 2009 tiveram um peso de 53,47% e em 2008, um peso de 56,01%, por sua vez as admissões programadas tiveram um peso de 46,53% em 2009 e de 43,99% em / 08 Valor 09 / 08 (%) Lotação Média (não inclui 49 berços) ,36% Doentes Saídos (C/Berçário) ,18% Doentes Saídos (S/Berçário) ,62% 41 doentes/ cama / 08 Valor 09 / 08 (%) Doentes Equivalentes ,92% Dias de Internamento ,63% Demora Média (dias) 7,65 8,06 0,41 5,34% Taxa de Ocupação 88,46% 90,29% - 2,07% Doentes tratados por cama ,38% Observa-se uma diminuição do número de doentes saídos por cama hospitalar passando de um valor de 42,32 doentes em 2008 para 40,89 doentes em 2009, um valor superior à média do grupo de hospitais que se situou em 2008 nos 37,04 doentes e em 2009 nos 37,54 doentes. Fonte: SICA 2009 Relatório e Contas Página 37 de 153

38 A relação doente equivalente/doente saído aumentou, verificandose um acréscimo de 0,79% em 2009, os doentes equivalentes correspondem a cerca de 95,62% de doentes saídos. Esta questão assume especial relevância, dado que, como é sabido, o doente equivalente constitui a unidade de pagamento do contratoprograma. Relação Doente Equivalente/Doente Saído 2008: 93,00% Relação Doente Equivalente/Doente Saído 2009: 95,62% No que diz respeito ao índice de case-mix, que traduz o coeficiente global de ponderação da produção que reflecte a relatividade de um hospital face aos outros, em termos da sua maior ou menor proporção de doentes com patologias complexas e, consequentemente, mais consumidoras de recursos, este valor aumentou em Relatório e Contas Página 38 de 153

39 5.1 Doentes Saídos Os Serviços que apresentaram um crescimento de doentes saídos, em 2009 face ao ano de 2008, foram os serviços de: Cirurgia Pediátrica ( 6,04%), Ortopedia ( 1,63%), Pediatria ( 0,69%) e Urologia ( 0,95%). Nos restantes serviços, observa-se uma diminuição de doentes saídos sendo o maior decréscimo no serviço de Oftalmologia, o que demonstra a tendência para ambulatorização deste. Serviços / 08 Valor 09 / 08 (%) Cardiologia ,36% Cirurgia Geral ,21% Cirurgia Pediátrica ,04% Doenças Infecciosas ,89% Gastroenterologia ,66% Ginecologia ,25% Hematologia Clínica ,62% Medicina Interna ,82% Nefrologia ,35% Neurocirurgia ,40% Neurologia ,61% Obstetrícia ,67% Oftalmologia ,27% Ortopedia ,63% Otorrinolaringologia ,56% Pediatria ,69% Pneumologia ,91% Urologia ,95% U. Cuidados Intermédios ,16% U.C.I. Coronários ,23% U.C.I. Pediatria ,22% U.C.I. Polivalente ,78% U.C.I. Recém Nascidos ,66% Berçário ,06% Sub-Total UCI ,52% Sub-Total Especialidades Médicas ,91% Sub-Total Especialidades Cirúrgicas ,49% TOTAL (s/ Berçário) ,62% TOTAL (c/ Berçário) ,18% 2009 Relatório e Contas Página 39 de 153

40 5.2 Demora Média Ao observar o valor da demora média assiste-se a um acréscimo de 5,34%, passando de 7,65 dias em 2008 para 8,06 dias em O aumento na demora média do CHC EPE, tem explicação no facto da rede de Cuidados Continuados não dar uma resposta adequada, sendo que os internamentos dos doentes referenciados se prolongam além do necessário, gerando dias de internamento inapropriados e internamentos mais longos. Em análise por serviço, assiste-se a variações em ambos os sentidos. O maior acréscimo ( 20,02%) é relativo ao serviço de Oftalmologia e o maior decréscimo verifica-se no serviço de Doenças Infecciosas. Serviços / 08 Demora Média: 8,06 dias Cardiologia 5,58 6,13 9,73% Cirurgia Geral 9,42 9,60 1,87% Cirurgia Pediátrica 5,25 5,00-4,92% Doenças Infecciosas 14,26 12,95-9,13% Gastroenterologia 8,56 9,31 8,78% Ginecologia 4,43 4,73 6,71% Hematologia Clínica 8,36 9,96 19,23% Medicina Interna 8,58 9,61 12,00% Nefrologia 10,29 9,75-5,19% Neurocirurgia 7,84 8,26 5,42% Neurologia 8,37 8,88 6,14% Obstetrícia 4,33 4,66 7,75% Oftalmologia 4,26 5,11 20,02% Ortopedia 10,61 10,08-5,02% Otorrinolaringologia 5,24 5,60 6,82% Pediatria 8,00 7,82-2,17% Pneumologia 9,34 10,40 11,35% Urologia 7,09 6,98-1,54% U. Cuidados Intermédios 2,21 2,29 3,61% U.C.I. Coronários 4,74 4,59-3,23% U.C.I. Pediatria 6,34 6,18-2,59% U.C.I. Polivalente 10,27 10,53 2,55% U.C.I. Recém Nascidos 11,72 11,73 0,15% Berçário 3,96 3,99 0,66% Sub-Total Especialidades Médicas 8,80 9,43 7,20% Sub-Total Especialidades Cirúrgicas 6,84 7,19 5,21% TOTAL (s/ Berçário) 7,65 8,06 5,34% 2009 Relatório e Contas Página 40 de 153

41 Verifica-se um aumento da demora média tanto nas especialidades médicas como nas especialidades cirúrgicas, mas na sua totalidade as especialidades médicas apresentam uma demora média superior situando-se nos 9,43 dias em 2009 face às especialidades cirúrgicas com uma demora média de 7,19 dias. 16,00 14,00 12,00 10,00 8,00 6,00 4,00 2,00 0,00 Cardiologia Cirurgia Geral Cirurgia Pediátrica 5.3 Taxa de Ocupação Doenças Infecciosas Gastroenterologia Ginecologia Hematologia Clínica Medicina Interna Nefrologia Neurocirurgia Neurologia Obstetrícia Oftalmologia Ortopedia Otorrinolaringologia Pediatria Pneumologia Urologia Gráfico 5.2 Evolução da demora média por serviço U. Cuidados Inter... U.C.I. Coronários U.C.I. Pediatria U.C.I. Polivalente U.C.I. Recém Nascidos Berçário Ao observar o valor da taxa de ocupação, assiste-se a um acréscimo de 2,07%, passando de 88,46% em 2008 para 90,29% em Gráfico 5.3 Evolução da taxa de ocupação por serviço 2009 Relatório e Contas Página 41 de 153

42 Em análise por serviço assiste-se a variações em ambos os sentidos. O maior acréscimo ( 19,26%) é relativo ao serviço de Cardiologia. Serviços / 08 Cardiologia 94,60% 112,82% 19,26% Cirurgia Geral 90,62% 101,47% 11,97% Cirurgia Pediátrica 81,23% 80,91% -0,40% Doenças Infecciosas 86,55% 87,71% 1,34% Gastroenterologia 98,85% 109,50% 10,78% Ginecologia 81,17% 79,39% -2,20% Hematologia Clínica 120,42% 126,23% 4,82% Medicina Interna 127,41% 111,56% -12,44% Nefrologia 109,60% 104,02% -5,09% Neurocirurgia 98,34% 94,16% -4,25% Neurologia 108,61% 99,63% -8,26% Obstetrícia 73,80% 71,77% -2,75% Oftalmologia 77,11% 84,58% 9,69% Ortopedia 74,33% 134,56% 81,04% Otorrinolaringologia 74,34% 76,01% 2,25% Pediatria 85,95% 87,61% 1,93% Pneumologia 95,98% 98,86% 3,00% Urologia 89,87% 90,97% 1,23% U. Cuidados Intermédios 108,65% 103,56% -4,69% U.C.I. Coronários 94,66% 98,46% 4,02% U.C.I. Pediatria 82,07% 76,78% -6,44% U.C.I. Polivalente 88,86% 85,70% -3,56% U.C.I. Recém Nascidos 73,63% 77,69% 5,51% Berçário 73,23% 66,66% -8,96% Sub-Total Especialidades Médicas 102,93% 102,79% -0,13% Sub-Total Especialidades Cirúrgicas 81,55% 93,34% 14,45% TOTAL (s/ Berçário) 88,62% 95,84% 8,14% Verificou-se uma diminuição ( 0,13%) da taxa de ocupação nas especialidades médicas e um aumento ( 14,45%) nas especialidades cirúrgicas em 2009 face a Relatório e Contas Página 42 de 153

43 5.4 GDH s Verifica-se um decréscimo dos GDH s de Internamento (Cirúrgicos e Médicos), entre 2008 e 2009 que foi de 9,6%, ou seja, passou-se de para GDH s. A decomposição dos GDH s de internamento nos anos de 2008 e de 2009 apresenta-se nas figuras seguintes: Em 2008, Em 2009, As três figuras seguintes representam a distribuição dos 5 GDH s com maior expressão em cada um dos hospitais do CHC, EPE no ano de 2009: Hospital Geral Hospital Pediátrico 2009 Relatório e Contas Página 43 de 153

44 Maternidade Bissaya Barreto 5.5 Entidade Responsável O SNS é a entidade com maior peso, tendo-se verificado um acréscimo do peso desta entidade de 2008 para 2009, situando-se neste ano nos 86,92%. A segunda entidade com peso no pagamento dos cuidados é a A.D.S.E, tendo diminuído o seu peso relativamente ao SNS. Gráfico 5.5 Representação (peso) das entidades financeiras em 2008 e 2009 (%) 2009 Relatório e Contas Página 44 de 153

45 5.6 Indicadores Objectivos Nacionais e Regionais do Contrato Programa 2009 A taxa de reinternamento traduz o número de reinternamentos do mesmo doente num determinado período, no ano de 2009, o CHC, EPE, apresenta uma taxa de reinternamentos nos primeiros 5 dias de 2,23%, tendo cumprido o objectivo contratualizado de 2,30%. Para além do sucesso no cumprimento do objectivo, verificou-se que este valor diminui relativamente ao ano de 2008, em que se observado uma taxa de 2,53% Indicadores de Qualidade e Serviço: Taxa de Reinternamento nos 1ºs 5 dias Número de profissionais envolvidos em programas de infecção Indicador de Acesso: Nº de doentes referenciados para RNNC Indicador de Desempenho Assistencial: Demora Média No ano de 2009, apostou-se num contínuo esforço na prevenção e controlo de infecções associadas a cuidados de saúde, tendo sido dado um grande relevo à formação de profissionais que prestam cuidados de saúde. Deste grupo de profissionais 37,64% estiveram envolvidos em programas de formação na área de controlo de infecção Relatório e Contas Página 45 de 153

46 Centro Hospitalar de Coimbra, E.P.E. A RNCCI constitui um dos mais ousados projectos de políticas sociais e desenvolvimento intersectorial alguma vez iniciado em Portugal desde a fundação do SNS. No ano de 2009, o CHC, EPE, referenciou 187 doentes para a Rede Nacional de Cuidados Continuados em diferentes valências: 2009 Relatório e Contas Página 46 de 153

47 6. Urgências No ano de 2009, o CHC EPE acorreu a atendimentos em Urgência, nomeadamente atendimentos em urgência geral, atendimentos em urgência pediátrica e atendimentos em urgência obstetrícia/ginecologia. A população com maior representatividade que procura os serviços do CHC, EPE é do sexo feminino (55,21%) e situa-se numa faixa etária entre os 25 e 45 anos (14,59%) e entre os 45 e 65 anos (7,70%). O sexo masculino tem uma representatividade de 44,79% e maioritariamente situa-se na faixa etária entre dos 1 aos 5 anos (8,98%) e dos 45 aos 65 anos (6,58%) (apresenta-se em figura ao lado, as representações mais significativas da população que recorre aos serviços de Urgência do CHC, EPE). Este comportamento verificou-se igualmente em Serviços / 08 Valor 09 / 08 (%) Urgência Geral ,23% Urgência Obstetrícia/Ginecologia ,84% Urgência Pediátrica ,26% TOTAL ,19% O número de atendimentos diminui em atendimentos em 2009 relativamente ao ano de 2008, decompondo-se esta diminuição em atendimentos de Urgência Geral, atendimentos em Urgência Obstetrícia/Ginecologia e em atendimentos em Urgência Pediátrica. Urgências sem Internamento 2008: Urgências sem Internamento 2009: Relatório e Contas Página 47 de 153

48 Tendo-se verificado uma diminuição do número total de atendimentos de 2009 face a 2008 consequentemente o número de atendimentos por dia igualmente diminui, tal como podemos observar na figura seguinte: Ano 2008 Ano Relatório e Contas Página 48 de 153

49 A média do número de atendimentos das Urgências do CHC, EPE em 2009 situa-se nos 380 doentes diários, ou seja menos 16 doentes diários quando comparado com o ano de A reorganização dos centros de saúde, particularmente a criação das unidades de saúde familiar, contribui para o decréscimo do número de atendimentos que, em muitos casos, configuram a necessidade de um atendimento prioritário, mas não urgente, podendo muitas situações ser resolvidas a nível dos cuidados de saúde primários. As urgências hospitalares existem para o atendimento rápido das situações de risco para a saúde, pelo que quanto mais grave a situação clínica mais rapidamente devem ser atendidos. O CHC, EPE procurou através da implementação da triagem de Manchester na Urgência do Hospital Geral, chegar a uma rápida identificação dos doentes, procurando atender, em primeiro lugar, os doentes mais graves e não, necessariamente, quem chega primeiro, quanto mais grave é a situação clínica mais rápido deve ser o atendimento. Pela Triagem de Manchester, existem 5 cores, vermelho, laranja, amarelo, verde e azul, cada uma representando um grau de gravidade e um tempo de espera recomendado para o doente ser submetido a observação médica. Tempo de espera previsto pela Triagem de Manchester Tempo médio de espera no CHC, EPE Doentes atendidos (%) na Urgência por gravidade 2009 Relatório e Contas Página 49 de 153

50 Dos doentes que recorrem ao serviço de Urgência do Hospital Geral, a 49,39% é-lhes atribuída a cor amarela, sendo o tempo de espera recomendado de 60 minutos, verifica-se que na realidade o serviço de Urgência responde à maioria de utentes com um tempo de resposta de 31 minutos. Aos doentes com patologias mais graves é atribuída a cor vermelha, que corresponde a um atendimento imediato. Os doentes que recebem a cor verde e azul são casos de menor gravidade (pouco ou não urgentes) que, como tal, devem ser atendidos no espaço de duas e quatro horas, respectivamente, após atendimento dos doentes mais graves. Gráfico 6.1 Causas de admissão nos serviços de Urgência CHC, EPE em 2009 (%) 2009 Relatório e Contas Página 50 de 153

51 Em 2009, 60,10% dos utentes recorreram ao serviço de urgência por motivo de doença; 24,25% fizeram-no por outros motivos, nomeadamente, afogamento, agressão, intoxicação, quedas, queimaduras; 8,54% por gravidez; 4,61% por outros tipos de acidente, como por exemplo, acidente pessoal, acidente escolar; 1,28% por acidente de trabalho; 0,8% por acidente de viação e 0,43% por acidente doméstico e de lazer. Observa-se em 2009, uma taxa de urgência/consulta de 50,24%, valor este inferior ao realizado no ano de 2008 que foi de 56,49%. Gráfico 6.3 Evolução da Taxa Urgência/Consulta Tal com nas linhas de produção anteriores, na Urgência o SNS é a entidade com maior peso, tendo-se verificado um acréscimo do peso desta entidade de 2008 para 2009, situando-se neste ano nos 82,10%. A segunda entidade com maior peso no pagamento dos cuidados é a A.D.S.E, sendo responsável por 11,63% dos pagamentos dos cuidados de saúde dos utentes. Gráfico 6.3 Representação (peso) das entidades financeiras em 2008 e 2009 (%) As restantes entidades apresentam um peso bastante inferior ao SNS e à ADSE situando-se as suas representações entre os 0,95% e os 2,86 % em 2009 e entre os 1,08% e os 3,25% em Relatório e Contas Página 51 de 153

52 Capítulo IV Actividade Global em Desenvolvimento de políticas estratégicas Em consonância com a sua missão e visão, foram definidas, em sede de Plano Estratégico para 2007/2011, as seguintes políticas estratégicas: Política de desenvolvimento das áreas de excelência, que garanta o incremento das actividades assistenciais em que a instituição apresenta elevada diferenciação; Política de gestão integrada, que permita uma gestão eficiente dos recursos afectos à actividade de exploração; Política de melhoria contínua da qualidade, que garanta a prestação de cuidados de saúde com elevados padrões de qualidade; Política de investimentos que, mediante uma reestruturação funcional, contribua para a sustentabilidade financeira da instituição, rentabilizando meios técnicos e humanos; Política de gestão do risco que assegure uma abordagem estruturada nesta matéria e que tenha como principal objectivo a minimização dos factores de risco para doentes, em especial no que respeita à sua segurança (patient safety). Relativamente ao cumprimento das políticas estratégicas: Aquisição do projecto e lançamento de concurso para a construção do centro de cirurgia de ambulatório e início da respectiva construção, co-financiado em 37,7% pelo Ministério da Saúde, nos termos da candidatura aprovada; Elaboração do Programa Funcional, do Projecto e abertura de concurso para a remodelação da Unidade de Cuidados Intensivos Coronários; Elaboração e apresentação de candidaturas no âmbito do Quadro de Referencia Estratégico Nacional (QREN) - Programa Operacional do Centro Mais Centro para os seguintes projectos: 1. Remodelação da Unidade de Cuidados Intensivos Cardíacos; 2. Requalificação e apetrechamento do Centro de Medicina do Sono Relatório e Contas Página 52 de 153

53 Elaboração e apresentação de candidatura a financiamento pelo Ministério da Saúde de um projecto de criação, previamente aprovado pela Direcção-Geral da Saúde, de um Centro de Procriação Medicamente Assistida na Maternidade de Bissaya Barreto. Concretização do início do funcionamento do centro de tratamento de diabetes, para perfusão subcutânea da insulina em pediatria, com disponibilização de bombas de perfusão, tendo em vista contribuir positivamente para uma estratégia de melhoria da acessibilidade das pessoas com diabetes tipo I a este tipo de terapêutica. Elaboração do Programa Funcional, execução de projecto e início da obra de reinstalação do sector ambulatório de oftalmologia no Hospital Geral. No seguimento da política de gestão eficiente dos recursos afectos à actividade de exploração, desactivou-se o infantário da obra social instalada no HG, em diálogo com a Junta de Freguesia de S. Martinho do Bispo, a qual promoveu a criação de alternativa na comunidade. No que diz respeito à vertente da obra social instalada na MBB, procedeu-se à entrega da sua exploração, mediante protocolos, a duas IPSS s, devidamente acreditadas e idóneas. Esta medida permitiu ao CHC, E.P.E. minimizar custos e centrar-se naquilo que é o CORE da sua actividade. Apresentar-se-ão de seguida, de forma necessariamente sintética, as principais realizações do ano de 2009, organizadas e classificadas segundo as cinco políticas referidas, designadamente: gestão clínica, política de gestão integrada, política de melhoria contínua da qualidade, política de investimentos e política de gestão de risco Relatório e Contas Página 53 de 153

54 Política de gestão integrada GESTÃO INTEGRADA DA ESTERILIZAÇÃO Destacam-se e relativamente ao Serviço Central de Esterilização do Hospital Geral, em 2009, as seguintes realizações: Processamento dos dispositivos médicos do Hospital Geral com excepção do Bloco Operatório; Implementação do projecto de processamento dos dispositivos médicos do Agrupamento de Saúde de Coimbra Baixo Mondego I em parceria directa com a ARSC; Redefinição e implementação de circuitos de recolha e distribuição dos DM nos serviços, Patologia do Sono, Laboratório de Fisiopatologia Respiratória e Farmácia; Inicio do processo para a reconversão das compressas de gaze em compressas tecido não tecido. Relativamente ao Serviço Central de esterilização Hospital Pediátrico e MBB, destacam-se: Obras de beneficiação do espaço físico do sector de esterilização na Maternidade de Bissaya Barreto, por questões de segurança e de qualidade; Aquisição de alguns contentores estanques para transporte de materiais contaminados e esterilizados entre os hospitais; Centralização no HP do reprocessamento dos têxteis usados na MBB e HP; Reprocessamento dos dispositivos médicos do Departamento de Saúde da Mulher no HP; Reconversão progressiva dos materiais têxteis em materiais descartáveis; Integração progressiva dos recursos humanos visando a centralização do processamento dos dispositivos médicos no HP Relatório e Contas Página 54 de 153

55 GESTÃO INTEGRADA DE INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS Das actividades desenvolvidas em 2009, destacam-se as seguintes: Consolidação do circuito de conferência de facturas, com a introdução de sistema de conferência através de reunião semanal com interlocutores do SIEQ, dos Serviços Financeiros e do SGM, a par com a criação de circuito paralelo de conferência parcial de facturas através de envio por de documentos de conferência aos administradores de NIA responsáveis pela despesa em conferência; Continuação da reformulação do ficheiro-mestre de artigos movimentados pelo armazém 6 do SGM (materiais de manutenção e conservação) de modo a acrescentar mais eficiência e eficácia à resposta do SIEQ aos pedidos de intervenção; Apoio ao SGM para a elaboração de estimativas de necessidades e procedimentos de aquisição de materiais de manutenção de modo a tornar o processo de aquisição dos materiais mais eficiente e expedito; Continuação do processo de beneficiação das diferentes oficinas do SIEQ, com a criação da Oficina de Serralharia de Precisão em espaço próprio anexo à oficina do Sector de Electromedicina, criada em 2008; Consolidação da utilização da aplicação informática GHAF para efeitos de requisições electrónicas de materiais ao armazém; Conclusão dos trabalhos de parametrização da aplicação GHAF para efeitos de gestão do workflow do SIEQ em matéria de requisições dos diferentes serviços do CHC, EPE e gestão «técnica» do imobilizado; Início da segunda fase de apetrechamento dos SIEQ em matéria de equipamentos de trabalho e de protecção individual, mais concretamente através do estudo de necessidades em matéria de fardamento, EPIs e ferramentas adicionais para os operários; Consolidação da utilização do armazém de ferramentas e da figura do «ferramenteiro», para gestão do parque de ferramentas; Conclusão da utilização da aplicação GHAF em regime experimental nos serviços de Urgência e Cuidados Intensivos Polivalente para efeitos de gestão do workflow do SIEQ em matéria de requisições, emissão de requisições electrónicas de materiais ao armazém e gestão «técnica» do imobilizado; 2009 Relatório e Contas Página 55 de 153

56 Continuação do processo de qualificação dos fornecedores para as diferentes intervenções a realizar no âmbito dos sectores de electromecânica, construção civil e electromedicina, bem como para os materiais a adquirir fora do âmbito de processos anuais de aquisição, tendo sido finalizada a componente que diz respeito ao sector de electromedicina; Consolidação da utilização da aplicação informática da gestão de escalas e controlo bio métrico da assiduidade; Início do processo de revisão dos cadernos de encargos para a aquisição de serviços de manutenção para as seguintes áreas: a) Manutenção de Equipamentos AVAC; b) Controlo de Emissões Gasosas (Centrais Térmicas); c) Manutenção da Central Térmica (Produção Água Quente); d) Exploração das Instalações Eléctricas; e) Manutenção das Instalações, Equipamentos (centrais produtoras e de emergência) e Rede de Gases Medicinais (incluindo certificação); f) Manutenção dos Tanques e Rampas de Emergência; g) Manutenção de Elevadores; h) Manutenção de Equipamentos de Electromedicina; i) Determinação de Gases Anestésicos; j) Determinação da Qualidade do Ar Interior; k) Manutenção das Caldeiras; l) Controlo da Qualidade da Água para Hemodiálise; Apoio à ARSC para a definição dos cadernos de encargos dos processos de aquisição de equipamentos clínicos e não clínicos para as novas instalações do Departamento de Pediatria do CHC, EPE; Requalificação dos espaços previstos para o SIEQ nas novas instalações do Departamento de Pediatria do CHC, EPE; Redução substancial do tempo médio decorrido entre a abertura das propostas (concursos públicos) e a consignação das empreitadas sob a responsabilidade do SIEQ; Melhoria da articulação do SIEQ com o SSST e o gabinete de gestão do risco, para efeitos de minimização de riscos de acidentes de trabalho e melhoria da resposta do CHC, EPE no que respeita à monitorização de instalações, equipamentos e redes de emergência; Criação de fluxos específicos de actuação de apoio a áreas criticas do CHC, EPE em matéria de manutenção de equipamentos e instalações, como sejam o Bloco Operatório, as Unidades de Cuidados Intensivos, o Serviço de Urgência e o Departamento de Imagiologia, começando por este último; Para permitir o funcionamento de uma primeira linha técnica de apoio aos serviços por parte do SIEQ, designadamente pelos técnicos do Sector de Electromedicina, iniciou-se um 2009 Relatório e Contas Página 56 de 153

57 processo de formação específica para intervenções de diagnóstico de avaria e possível resolução ou acompanhamento dos equipamentos para o exterior; Por outro lado, tendo sido solicitada a realização de formação específica para a utilização dos equipamentos B.Braun (formação básica para efeitos de limpeza e manuseamento diário dos equipamentos), a administrar a pessoal de enfermagem e assistentes operacionais (auxiliares), a empresa B.Braun e o Sector de Electromedicina do SIEQ agendarão várias formações periódicas. GESTÃO INTEGRADA DE MATERIAIS No ano de 2009, o serviço de gestão de materiais do Centro Hospitalar de Coimbra, E.P.E. deu início à implementação do sistema de stocagem e distribuição de bens de consumo, ditos armazéns avançados, mediante o qual o volume de existências, em cada serviço, é permanentemente apurado. O ano de 2009 marca igualmente o início do projecto de reorganização/qualificação do armazém do Hospital Geral. Incremento da formação e implementação de diversas funcionalidades do software de compras e gestão de stocks, da firma ST +I, adquirido em Implementação do novo contrato de compras públicas. Início da publicação de concursos em plataforma electrónica. GESTÃO INTEGRADA DO MEDICAMENTO Implementação do funcionamento do equipamento Pixys no Serviço de Cirurgia Aumento do numero de unidades do equipamento Pixys na Urgência Inicio do processo certificação da ISO Relatório e Contas Página 57 de 153

58 GESTÃO INTEGRADA DE RECURSOS HUMANOS Destacam-se, em 2009 as seguintes realizações: Criação de um regime comum para todos os trabalhadores de protecção em caso de acidente de trabalho; Utilização integral da aplicação de registo e processamento electrónicos da assiduidade no grupo profissional de enfermagem: registo da assiduidade pelo trabalhador, gestão dos registos pelo superior hierárquico, processamento da assiduidade e da retribuição incluindo da retribuição pelo trabalho suplementar, extraordinário e em prevenção pelo Serviço de Gestão de Recursos Humanos; 2009 Relatório e Contas Página 58 de 153

59 GESTÃO INTEGRADA DE SERVIÇOS HOTELEIROS Na área de parques, jardins e arranjos exteriores: Realização de estudo prévio sobre necessidades de parqueamento ao nível do Hospital Geral e definição de metodologia para concurso de concessão/construção de parque de estacionamento; Ordenamento das circulações no perímetro do sector da consulta externa do Hospital Geral e criação de parque provisório de estacionamento, efectuado parcialmente. A nível do tratamento de resíduos: Organização de processo de compra para preparação de zona para acondicionamento de resíduos volumosos; Implementação de procedimentos de pesagens de resíduos dos grupos III e IV nos dois hospitais integrados onde ainda não existia este tipo de procedimento, para permitir imputação rigorosa de custos indirectos. A nível de roupas: Beneficiação da zona de costura do Hospital Geral; Implementação do procedimento para apuramento de consumo de roupa lavada por centro de custos, para correcta imputação de custos indirectos; Preparação e aprovação da normalização de modelos de fardamento para todos os grupos profissionais, com utilização do novo logótipo, faltando apenas o fardamento para a MFR para que o processo esteja totalmente concluído. Na área de alimentação, verificou-se uma experiência piloto, com o início da informatização da requisição de refeições na Maternidade de Bissaya Barreto, através do SAPE. Na área de limpezas: Elaboração de programa funcional para beneficiação do espaço afecto aos adjudicatários dos serviços de limpeza; Uniformização de equipamentos associados a material de consumo hoteleiro; concluído em grande parte, embora nesta matéria se verifique a necessidade de um esforço de adaptação permanente Relatório e Contas Página 59 de 153

60 GESTÃO DE TECNOLOGIAS E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Das actividades realizadas, destacam-se as seguintes: Fusão dos Sonhos: o Conclusão da fusão dos dados de identificação da aplicação Sonho dos 3 Hospitais; o Definição de todo o restante trabalho de parametrização e adaptação de um Sonho único para os 3 Hospitais, bem como do SAM/SAPE; o Aquisição e configuração dos Servidores necessários; o Implementação e arranque da aplicação centralizada; o Acompanhamento e correcção/adaptação de algumas funcionalidades de forma a responder a necessidades e métodos de trabalho diferentes na mesma aplicação. Consolidação das infra-estruturas no Centro de Dados do Hospital Geral, de forma a maximizar a sua rentabilização, bem como a aumentar o seu nível de disponibilidade (esta tarefa é permanente); Elaboração do Caderno de Encargos para o contrato de manutenção do sistema RIS/PACS, respectiva escolha, e início do apoio à infra-estrutura; Verificação das necessidades de equipamento Informático do Novo Hospital Pediátrico de Coimbra, e elaboração dos respectivos Cadernos de Encargos; Renovação progressiva de equipamentos obsoletos do parque informático do CHC; Acompanhamento de sistemas de suporte à decisão, e apoio ao seu desenvolvimento no âmbito do protocolo celebrado com a Portugal Telecom; Implementação do projecto de registo automático de saídas dos armazéns, em PDA on-line. (em curso); Apoio ao alargamento da telemedicina no Hospital Pediátrico, nomeadamente com o início das transmissões com a província de Benguela em Angola, e arranque das teleconsultas de Gastrenterologia; No âmbito da Intranet foi continuado o desenvolvimento de forma a autonomizar a publicação de conteúdos pelos respectivos autores; Apoio à instalação de máquinas de abastecimento automático de medicamentos na Urgência e Bloco Operatório, bem como do 1º armazém avançado na Urgência, com base em PDAs sem fios Relatório e Contas Página 60 de 153

61 GABINETE JURÍDICO No âmbito do desempenho das suas actividades, destacam-se as seguintes actividades: Em conjunto com os Serviços Financeiros foram reformulados os circuitos de envio de todas as facturas para o exterior, bem como a sua posterior remessa das facturas sem pagamento para o sector de contencioso, por forma a garantir a diminuição do tempo médio de cobrança das dividas; Utilização do CITIUS e SITAF em todos os processos; Apoio ao conselho de administração e órgãos de gestão intermédia em todas as questões solicitadas; Apresentação de relatórios trimestrais da actividade do Gabinete. GESTÃO DE PROJECTOS Acompanhamento e conclusão dos seguintes projectos: Foram, em 2009, concluídos os seguintes projectos: Remodelação e apetrechamento do Serviço de Radiologia (QCA III/ PORC); Remodelação das Enfermarias do Serviço de Cirúrgia do HG (QCA III/ PORC); Implementação de um sistema de fornecimento automatizado de medicamentos em dose unitária Fase 1 do PMH/ ACSS, IP; Ampliação e Remodelação do Edifício das Consultas Externas do Hospital Geral (QCA III/SAÚDE XXI); Ampliação do Serviço de Cardiologia Unidade de Hemodinâmica e Intervenção Vascular (QCA III/SAÚDE XXI); Climatização da Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais, da Unidade de Cuidados Especiais à Grávida e da Unidade de Cuidados Intermédios à Puérpera da Maternidade Bissaya Barreto (QCA III/SAÚDE XXI). Foram acompanhados os seguintes projectos, não concluídos em 2009 e que se prevê concluir em 2010: Implementação de um sistema de gestão da qualidade nos Serviços Farmacêuticos Certificação pela NP EN ISO 9001:2000- Fase 2 do PMH/ ACSS, IP; Fundação para a Ciência e Tecnologia Projecto PTDC/SAU-GMG/74375/2006-Estudo para determinar se na Doença Mieloproliferativa a perda de heterozigotia para a mutação JAK Relatório e Contas Página 61 de 153

62 V617F e o aumento dos níveis de CD34+, de granulócitos e plaquetas activados em circulação se correlacionam com a progressão da doença. Projectos elaborados e apresentados junto de entidades externas: Foram elaborados e apresentados 9 projectos/candidaturas, designadamente: Unidade Orgânica da Audição e da Fala; No âmbito do Programa do Medicamento Hospitalar (PMH) Fase 3, foram apresentados junto da Administração Central do Sistema de Saúde, IP (ACSS, IP) os seguintes projectos: o Apetrechamento do Ambulatório do Hospital Geral; o Apetrechamento da Farmácia do Hospital Geral; o Aquisição de Software de gestão farmacoterapêutica do doente oncológico; Construção e Apetrechamento da Unidade de Cirurgia de Ambulatório do Centro Hospitalar de Coimbra, EPE ARS Centro, IP/ ACSS, IP Qualificação das Unidades de Cirurgia de Ambulatório; Centro de Procriação Medicamente Assistida (CMPA) da Maternidade de Bissaya-Barreto, no âmbito do Financiamento dos Investimentos na Qualificação da Resposta do SNS à Infertilidade ARC Centro, IP/ACSS,IP; Projecto ENERCA III (European Network for Rare and Congenital Anaemias) colaboração com o Departamento de Hematologia; No âmbito do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional) Programa Operacional Regional do Centro e que se encontram em fase de apreciação: o Remodelação da Unidade de Cuidados Intensivos Cardíacos; o Requalificação e Apetrechamento do Centro de Medicina do Sono. Projectos aprovados: Foram aprovados os seguintes projectos: Apetrechamento do Ambulatório do Hospital Geral; Apetrechamento da Farmácia do Hospital Geral; Construção e Apetrechamento da Unidade de Cirurgia de Ambulatório do Centro Hospitalar de Coimbra, EPE ARS Centro, IP/ ACSS, IP ; Centro de Procriação Medicamente Assistida (CMPA) da Maternidade de Bissaya-Barreto - ARC Centro, IP/ACSS,IP Relatório e Contas Página 62 de 153

63 SERVIÇO DE GESTÃO DE DOENTES Em 2009, destacam-se as seguintes actividades desenvolvidas: Fusão dos 3 Sonho s do CHC; Implementação de sistema de envio SMS para consultas marcadas; Monitorização mensal dos internamentos inferiores a 24 horas; I fase do processo de inventariação/devolução do espólio dos utentes do HG à guarda da exsecretaria do Hospital Geral; Reestruturação da página do SGD; Implementação de um projecto que visa garantir a marcação de exames, em determinadas especialidades, e, em determinados períodos, sem deslocação do doente para dentro do Hospital. Elaboração de documento intitulado "ASSISTÊNCIA PRESTADA A CIDADÃOS ESTRANGEIROS" que pretende tipificar, em termos de facturação, as situações de assistência prestada a cidadãos estrangeiros. Início do Protocolo com a PT. SERVIÇO DE PLANEAMENTO E CONTROLO DE GESTÃO A nível de UGHIC destacam-se: Inscrição em lista de espera dos utentes, encaminhamento e transferência; Apoio aos Secretariados Clínicos dos Serviços Cirúrgicos e Bloco Operatório (inscrição, agendamento, devolução de utente); Resposta a pedidos externos: URGIC e UCGIC; Análise, tratamento e encaminhamento para os Serviços Cirúrgicos dos alarmes; Análise e contestação das desconformidades; Avaliação dos critérios impostos para o pagamento da produção adicional; Coordenação da equipa de secretariado da UHGIC; Acção de Formação sobre o SIGIC, com vista à descentralização do trabalho com os secretariados clínicos dos Serviços Cirúrgicos Relatório e Contas Página 63 de 153

64 No domínio da Contabilidade Analítica: Adaptação do Plano de Contabilidade Analítica do CHC, EPE ao Plano de Contabilidade Analítica dos Hospitais Codificação nacional ACSS; Elaboração da Contabilidade Analítica (informação interna); Ficheiro Contabilidade Analítica ACSS; Acção de Formação sobre Contabilidade Analítica aos NIA. A nível de MCDT'S: Adaptação dos mapas existentes relativos à informação estatística dos MCDT s com base na Portaria nº 839 A, de 31 Julho de 2009; Publicação na intranet da estatística dos MCDT's referente ao 1ºsemestre de 2009 por serviço produtor; Estatística: Preenchimento Mensal do ficheiro de Acompanhamento da ACSS; Produção e Publicação mensal na intranet da informação do Movimento Assistencial; Monitorização mensal de Produção cirúrgica; Apuramento mensal da Receita da Produção; Elaboração de estudos de apoio à tomada de decisão do CA; Resposta a pedidos estatísticos internos; Resposta a pedidos estatísticos externos: Ministério da Saúde, Administração Central do Sistema de Saúde, Inspecção-geral de Saúde, Tribunal de Contas, Instituto Nacional de Estatística, entre outros; Avaliação trimestral e semestral do desempenho dos Departamentos; Elaboração do Plano de Desempenho de 2010; Preparação de Informação para a Contratualização Interna de Relatório e Contas Página 64 de 153

65 Política de melhoria contínua da qualidade Acções desenvolvidas pelo gabinete da qualidade e comunicação em 2009: Projecto de acreditação: organização de todos os trabalhos com o objectivo de se dar início, em Janeiro de 2010, a um programa de acreditação; Informação aos doentes: elaboração de diversos folhetos informativos dirigidos a doentes e aos seus familiares com o objectivo de melhorar a comunicação externa; Melhoria dos canais de comunicação com o público e colaboradores através, nomeadamente, da criação da newsletter institucional; Consolidação da implementação da imagem corporativa da instituição; Certificação do departamento de hematologia; Desenvolvimento e alargamento, a todos os departamentos, de auditorias aos registos no processo clínico. Política de investimentos Durante o ano de 2009 destacaram-se como principais investimentos: Criação do Centro de Programação Medicamente Assistida da Maternidade de Bissaya- Barreto; Construção e Apetrechamento da Unidade de Cirurgia de Ambulatório; Remodelação e Apetrechamento da Unidade de Cuidados Intensivos Cardíacos; Aquisição de diverso equipamento de substituição e realização de obras de reparação e beneficiação que se verificaram ao longo do exercício Relatório e Contas Página 65 de 153

66 Política de gestão do risco A. Área da Formação: Participação em todos os programas de integração de novos colaboradores levados a cabo pela instituição; Participação na formação dos elos da CCI e no âmbito da adesão do CHC à Campanha Nacional de lavagem das mãos; Planeamento e acompanhamento de formação relativa à Gestão do Risco de Incêndio, em parceria com o SSST e Extintel ; Participação nos cursos organizados pela área do Secretariado Clínico. B. Área da consultoria : Projectos e obras Requalificação Elaboração de diversos pareceres, apreciação de projectos relativos a intervenções e acompanhamento de execução (HG: Áreas comuns, Consultas externas/creche, Farmácia, Armazém de material clínico, Cirurgias (Rosa, Verde Escura), Pneumologia, Infecciosas, Ortopedia, Neurocirurgia, Urologia UCIC, Centro do sono, Vestiários da Empresa de Limpeza, Refeitório e cozinha. MBB: Puerpério; HP: Refeitório e cozinha; B.Operatório, Jardins e muro de suporte de terras, entre outras). Obras novas o o o Colaboração na elaboração do caderno de encargos referente ao projecto da UCA e acompanhamento da empreitada; Colaboração na elaboração do caderno de encargos referente ao concurso para o projecto da PMA (MBB) e acompanhamento da sua concepção; Apreciação de aspectos do projecto de segurança do novo HP. Acessibilidades Participação na definição do novo Plano de Acessibilidades ao Hospital dos Covões com o envolvimento dos serviços da Câmara Municipal de Coimbra. Equipamentos: Participação na escolha de diversos materiais e equipamentos e definição das especificações técnicas a que os mesmos deviam obedecer; 2009 Relatório e Contas Página 66 de 153

67 Inicio do estudo com o SGM, tendo em vista a uniformização/harmonização dos equipamentos de perfusão automática seringas e bombas; Participação na definição concursal para a aquisição de camas (concurso a decorrer). C. Área da auditoria: Implementação de um plano sistemático de auditorias aos serviços, muitas vezes em parceria com o SSST e CCI, das quais resultaram planos de melhoria que foram/estão a ser implementados, bem como correcções imediatas das situações criticas - HG: Áreas comuns, Consultas externas, farmácia, armazém, Cirurgias (Rosa, Verde Escura), Pneumologia, Infecciosas, Ortopedia, Neurocirurgia, Urologia, UCIC, Traumatologia, Instalações Técnicas Especiais, Laboratório de Patologia Clínica, Bloco operatório, Central de Esterilização, Vestiários da Empresa de limpeza, Refeitório e cozinha. MBB: Puerpério, Consulta externa, espaços e jardins envolventes; HP: Refeitório e cozinha; serviços de internamento, espaços e jardins envolventes; Auditoria aos jardins e quinta da qual resultaram diversas propostas de melhoria, umas já implementadas e outras em fase de implementação. D. Área da segurança: Melhoria da detecção automática, meios de 1ª intervenção, sinalética e iluminação de emergência; Monitorização de aspectos relacionados com o material de consumo hoteleiro promovendo a sua progressiva harmonização; Preparação e monitorização dos planos de manutenção dos equipamentos e de detecção e combate a incêndios; Proposta de melhoria da segurança relativa ao perigo de quedas em altura dos doentes; Participação na elaboração do plano de ordenamento viário interno do HG (em implementação); Colaboração na definição de diversas medidas que diminuam o riscos na prestação de cuidados (alteração de procedimentos chave, utilização correcta de materiais e equipamentos, etc); Participação na Comissão de Qualidade e Segurança do Doente; Elaboração de propostas de resposta a diversas autoridades e participação activa em auditorias externas promovidas pelas mesmas; 2009 Relatório e Contas Página 67 de 153

68 Elaboração do primeiro draft do PEI do HG e inicio das medidas fundamentais à sua operacionalização (sinalética, formação, definição de vias de evacuação ). E. Área da política, controlo e registo: Apresentação do Sistema Integrado de Emergência Clínica que mereceu aprovação pelo CA; Análise dos conteúdos resultantes do formulário de participação de ocorrências, oportunamente divulgado e em uso na instituição. F. Área da investigação de ocorrências: Participação na comissão de inquérito relacionada com o incêndio no QGBT; Investigação de diversos incidentes minor que redundaram, por via da regra, em propostas de melhoria, algumas imediatamente executadas/implementadas. G. Outras Áreas: Cooperação na elaboração do caderno de encargos da gestão integrada de resíduos essencial à definição e implementação de uma nova política de gestão integrada de resíduos (Concurso a decorrer); Cooperação no desenho de uma nova estratégia para a gestão da roupas e fardamentos do CHC (implementação em curso); Diagnóstico e proposta de uma política de gestão integrada de (alguns) materiais de consumo Hoteleiro. G.1 Gripe A (H1 N1) Acompanhamento estreito da evolução deste processo pandémico; Participação activa na elaboração dos Planos de Contingência dos três hospitais integrados e cooperação na busca de soluções que permitissem a sua implementação; 2009 Relatório e Contas Página 68 de 153

69 COMISSÃO DE CONTROLO DA INFECÇÃO A nível das suas vertentes de actuação: 1. Vigilância Epidemiológica Efectuado estudo: Inquérito de Prevalência de Infecção 2009 cuja colheita de dados decorreu de 25 a 29 de Março; Sensibilização dos profissionais dos serviços para preenchimento de documento de notificação de casos suspeitos de IACS, de modo a permitir o seu estudo retrospectivo; Auxílio pelo corpo clínico da CCI (quando solicitado), na adequação da antibioterapia instituída nos casos confirmados de IACS (de acordo com antibiograma), bem como, na definição de caso de colonização e/ ou infecção; 2. Elaboração e monitorização do cumprimento de normas e recomendações de boas práticas Continuação de diagnóstico de situação existente no CHC, E.P.E. relativamente à prevenção e controlo de IACS (visitas aos armazéns, laboratório de bioquímica e microbiologia); Uniformizar procedimentos no CHC, E.P.E.: Elaboração de recomendação referente a práticas de isolamento, divulgação e verificação do cumprimento das mesmas, por parte dos profissionais dos serviços prestadores de cuidados a utentes com patologia infecciosa. Vigilância de práticas de isolamento em utentes com microrganismos conhecidos e epidemiologicamente importantes; Continuação da reunião de condições para implementação de normas internas: higienização de áreas hospitalares críticas e semi-críticas; cateterização vesical; cateterização venosa; colheita de amostras microbiológicas; prevenção da infecção no local cirúrgico; triagem e encaminhamento de roupa hospitalar; precauções de isolamento, prevenção da infecção respiratória; higienização dos blocos operatórios; descontaminação e limpeza de materiais e equipamentos; 2009 Relatório e Contas Página 69 de 153

70 Colaboração na elaboração e monitorização do cumprimento da norma Resíduos hospitalares triagem, acondicionamento e destino final (Ordem Serviço nº 3 / 2009). Desenvolvimento de campanha de higienização das mãos dirigida a profissionais, utentes e visitas do CHC, E.P.E., de acordo com plano de acção previamente definido: o Cumpridos Passo I (Preparação do CHC, E.P.E. para a campanha); Passo II (Avaliação Diagnóstica) e Passo III (Implementação); o Dotação dos serviços de suportes de solução anti-séptica de base alcoólica (SABA) e suportes de papel toalheiro; o Levantamento de necessidades de lavatórios nos serviços de internamento do HG; o Efectuados eventos de lançamento da campanha nas três unidades (HG, MBB e HP), com apresentação/ divulgação dos objectivos pretendidos, resultados do Passo II e resultados do Inquérito de Prevalência de Infecção; o Sensibilização dos profissionais, utentes e visitas do CHC, E.P.E. para as boas práticas de higienização das mãos cumprindo com a técnica (lavagem e/ou fricção com SABA) e os 5 momentos preventivos da transmissão cruzada de IACS, preconizados pela OMS. 3. Formação e informação a profissionais de saúde, utentes e visitantes Foram desenvolvidas diversas acções de formação, envolvendo 588 formandos com uma carga horária de 140 horas; Colaboração com o Serviço de Gestão da Formação e Documentação nas acções de formação Integração de Novos Colaboradores ; Colaboração com o SSST nas acções de formação Resíduos hospitalares - triagem, acondicionamento e destino final ; Publicação na intranet dos dados epidemiológicos fornecidos pelo laboratório de microbiologia; Publicação de artigos no âmbito da prevenção e controlo das infecções, na revista do CHC, E.P.E. e na intranet Relatório e Contas Página 70 de 153

71 4. Consultadoria e apoio Apoio aos membros dinamizadores dos diferentes serviços de internamento, na implementação de medidas básicas de prevenção e controlo de IACS; Apoio aos Serviços de Internamento sempre que solicitado. Feitos levantamentos de necessidades na área de prevenção e controlo da infecção. Apresentadas orientações / recomendações sempre que necessário; Colaboração na implementação do Plano de Contingência da Gripe A (H1 N1), nomeadamente na divulgação e sensibilização dos profissionais para esta questão, bem como, na definição de orientações para limpeza das áreas de isolamento destes doentes. Monitorização do cumprimento das orientações emanadas; Colaboração com o serviço de gestão de materiais em concursos, na definição de características (especificações técnicas) de material e equipamento clínico e não clínico com implicações na prevenção e controlo de IACS; Colaboração na aquisição de equipamentos de protecção individual para os profissionais prestadores de cuidados de saúde, cumprindo com as especificações técnicas exigíveis, minimizando o risco de exposição dos mesmos a agentes biológicos; Colaboração com os serviços hoteleiros na definição de estratégias de prevenção e controlo da infecção, nomeadamente referentes a limpeza e gestão integrada de resíduos; Colaboração com a Gestão de Risco Geral no planeamento e acompanhamento aquando da execução de obras, com vista a acautelar aspectos relacionados com a prevenção de IACS (obras da Cirurgia Ambulatório e Serviço de Urologia) Relatório e Contas Página 71 de 153

72 2. Formação A instituição realizou vários cursos e acções de formação dirigidos aos seus profissionais e que se resumem no quadro seguinte, em termos dos principais temas abordados e do número de profissionais abrangidos. Deve realçar-se que frequentaram as acções de formação relativas à temática da infecção hospitalar, durante o ano passado, mais de 800 colaboradores. Destaca-se igualmente o interesse na semana do médico interno, que tem vindo a crescer de qualidade e consequente aumento do número de participantes. De forma a proteger os nossos profissionais de problemas de saúde no local de trabalho, foram realizadas várias sessões de formação sobre Prevenção de Lesões Músculoesqueléticas relacionadas com o Trabalho. O quadro seguinte resume a formação realizada no ano 2009: Tema da formação Grupo profissional envolvido Colaboradores Infecção hospitalar Multiprofissional ª Semana do Médico Interno do CHC, E.P.E. Médicos Internato Médico (internos e externos ao CHC) 279 Prevenção de Lesões Musculo-Esqueléticas relacionadas c/o Trabalho (LMERT'S) Multiprofissional 291 Suporte Básico de Vida Multiprofissional Nível III 188 Prevenção e Protecção Contra Incêndios Multiprofissional 177 Gestão de Resíduos Hospitalares no CHC, E.P.E. Multiprofissional 101 Acolhimento e Integração no CHC, E.P.E. Multiprofissioonal 100 Formação de Formadores "Estrat. Nac. Pª a Melhoria da Higiene das mãos" Implementação do sistema de qualidade segundo a norma ISSO 9001:2008 Enfermeiros 100 Multiprofissional 67 Manutenção e Heparinização de Catéteres Médicos e Enfermeiros Relatório e Contas Página 72 de 153

73 Ventilação não invasiva Médicos e Enfermeiros 50 Atendimento e Comunicação com o Utente Motoristas, Assistentes operacionais 42 Suporte de Vida Pediátrico - Reciclagem Médicos e Enfermeiros 38 Suporte de Vida Pediátrico Médicos e Enfermeiros 37 Curso de aperfeiçoamento para secretariado clinico Assistentes técnicos 36 Secretariado clinico em interação interdepartamental Assistentes técnicos 35 Formação na Área da Metrologia TSS/TDT/TS 34 Transfusão de componentes sanguíneos e seus derivados Enfermeiros 29 Prevenção e tratamento de ulceras de pressão Enfermeiros 27 Suporte Básico e Apoio ao Suporte Avançado de Vida - Reciclagem Enfermeiros 26 Suporte Avançado de Vida Enfermeiros 22 Curso Raciocinio Clinico na Urgência Médicos Internato Médico 21 Formação de Conselheiros em Aleitamento Materno Enfermeiros 20 Triagem de Prioridades na Urgência - Sistema de Manchester Enfermeiros 20 Cuidados Continuados Médicos, Enfermeiros e Serviço Social 19 Aplicações Clínicas da Prova de Esforço Cardiopulmonar Médicos e TDT 17 Processo de Doença e Morte na Criança Enfermeiros 16 Desempenho das funções AAM-Definição de competências Assistentes Operacionais 15 Mapa e doença hipertensiva da gravidez Médicos 15 Dor-medidas não farmacológicas Enfermeiros 14 Desenvolvimento de Competências na Comunicação com a criança e com a familia Enfermeiros Relatório e Contas Página 73 de 153

74 Manual da qualidade para a organização do atendimento dos utentes do serviço social do CHC, EPE TSSSocial 12 Diabetes na gravidez Médicos e Enfermeiros 12 Cuidados Paliativos em pediatria oncológica Enfermeiros 12 Formação formadores aleitamento materno Actuais conselheiros AM 11 Curso Teórico-Prático de HepatitesVirais Médicos 11 Desenvolvimento de Competências na Comunicação com a criança e com a familia Enfermeiros 11 Risco nutricional em meio hopitalar Nutricionistas 9 3. Investigação e Ensino O Centro Hospitalar de Coimbra, E.P.E. mantém o empenho em aprofundar o conhecimento científico, designadamente a nível médico pós-graduado internato médico, estágios, internato complementar novos médicos em formação diferenciada, realizados nos vários serviços. Concluíram em 2009 a sua formação no Centro Hospitalar de Coimbra, EPE 18 médicos nas seguintes áreas: em áreas como a gastrenterologia, genética, neurocirurgia, pediátrica, pneumologia, urologia, otorrino e medicina. Em curso em diversos Serviços projectos de investigação, investigação clínica e estudos observacionais em articulação com diversas entidades na sua maioria externas ao Centro Hospitalar de Coimbra, EPE e que tem culminado na apresentação de trabalhos em congressos médicos nacionais e internacionais, bem como a publicação de artigos em jornais e revistas especializados. Equipa de apoio aos ensaios clínicos e estudos observacionais Desde a data da sua nomeação foram apreciados por esta equipa, um número crescente de estudos observacionais e ensaios clínicos, traduzindo-se no aumento da actividade da investigação clínica, o que tem permitido a consolidação do Centro Hospitalar de Coimbra, EPE como centro de ensaio a nível nacional e internacional Relatório e Contas Página 74 de 153

75 É de assinalar a importância dos ensaios clínicos, não apenas no âmbito da investigação clínica, mas também na possibilidade gerada no investimento a nível dos serviços, designadamente a nível de infra-estruturas, equipamentos e formação dos recursos humanos. No ano 2009 destacaram-se as seguintes actividades: Análise de 24 ensaios clínicos e estudos observacionais submetidos ao Conselho de Administração do CHC, EPE; Elaboração e implementação de uma check-list para análise dos estudos observacionais e ensaios clínicos; Elaboração de um ficheiro de gestão de ensaios clínicos e estudos observacionais em Excel; Criação de uma conta bancária específica para a gestão dos ensaios clínicos e estudos observacionais; Revisão do acordo financeiro, no sentido de o adaptar às actuais exigências; Elaboração de um regulamento dos ensaios clínicos e estudos observacionais; Elaboração de relatório da actividade científica desenvolvida e investimentos realizados Relatório e Contas Página 75 de 153

76 4. Gestão de recursos humanos A dotação global de recursos humanos do Centro Hospitalar no ano de 2009 foi de trabalhadores, nos termos do n.º 2 do artigo 14.º do Decreto-Lei n.º 233/2005, de 29/01, aplicável ao Centro Hospitalar de Coimbra por força do n.º 1 do artigo 5.º do Decreto-Lei n.º 50-A/2007, de 28/02. Foi necessário alterar esta dotação de recursos humanos ao longo do ano, fundamentalmente devido ao reforço necessário do número de assistentes operacionais, enfermeiros e médicos. De entre estes trabalhadores, o grupo profissional mais numeroso é o dos enfermeiros, com 897 enfermeiros a exercer funções, seguido dos assistentes operacionais, com 632 profissionais, e do grupo profissional médico, com 560 profissionais, dos quais 344 médicos especialistas e 216 médicos em formação, em 31 de Dezembro de Os custos totais com recursos humanos no ano de 2009 foram de ,22, representando um crescimento de 3,95% face ao ano de 2008, apesar dos esforços de contenção do crescimento dos custos, considerando o objectivo de 0% de crescimento de custos com recursos humanos em 2009 relativamente ao ano de 2008, desde logo contrariado pelo aumento aplicado à retribuição base de todos os trabalhadores de 2,9 %. Dois outros factos resultantes de decisões externas com impacto no aumento dos custos foram o pagamento retroactivo de horas de trabalho extraordinário decorrente da aplicação do Decreto-Lei 92/2001 a última parcela foi paga em 2009 depois de no final de 2008 o CHC, EPE ter sido informado de que teria de suportar o valor desta parcela, ao contrário das parcelas anteriores, suportadas pela ACSS (aproximadamente ,00 ) e o aumento da taxa a pagar à Segurança Social a cargo do CHC, EPE relativa aos trabalhadores em contrato de trabalho em funções públicas vinculados ao CHC, EPE após Janeiro de 2006, com efeitos a partir de Janeiro de 2009, devido ao aumento desta taxa de 23,08 %(12,08% a cargo do CHC, EPE) para 34,75 % (23,75 % a cargo do CHC, EPE) imprevisível à data da elaboração do Orçamento de 2009, porque decorrente da aplicação da Lei 4/2009, publicada a 29/01/2009 (aproximadamente ,00 ). O total do trabalho extraordinário foi responsável por aproximadamente 14% dos custos com recursos humanos (aproximadamente ,00 ). Como atenuante ao aumento dos custos com recursos humanos, verificou-se a isenção da taxa a pagar à Segurança Social a cargo do CHC, EPE relativa aos trabalhadores em contrato individual de trabalho sem termo, ao abrigo dos programas de apoio à criação de emprego, devido à redução 2009 Relatório e Contas Página 76 de 153

77 desta taxa por períodos de 3 anos, iniciados ao longo de 2009, de 34,75 % (23,75 % a cargo do CHC, EPE) para 11,00 %(0% a cargo do CHC, EPE) (aproximadamente ,00 ). O ano de 2009 caracterizou-se pela conclusão das mudanças no ambiente externo nomeadamente na legislação aplicável aos trabalhadores com vínculo público iniciadas em 2008, mas também na legislação aplicável aos trabalhadores com vínculo privado nomeadamente a publicação do novo Código do Trabalho no início de 2009 e a publicação da legislação complementar ao longo do ano, com efeitos directos no ambiente interno, este, ainda assim, caracterizado pela estabilidade uma vez que as maiores alterações foram mudanças introduzidas em 2007 com a empresarialização do centro hospitalar. 5. Gestão do medicamento Medidas estruturais e organizacionais implementadas em 2008, possibilitaram aos Serviços Farmacêuticos caminhar mais solidamente no sentido de alcançar o objectivo maior que é o uso racional do medicamento. A consolidação de procedimentos que a prescrição on-line possibilitou, contribuiu decisivamente para uma maior comodidade de prescrição, uma prescrição sempre actualizada, uma análise do perfil farmacoterapêutico na sua totalidade, uma diminuição dos erros de prescrição, de interpretação e de transcrição, um aumento da eficiência e segurança do processo, uma gestão de logística do medicamento, uma rentabilização dos recursos humanos, uma maior qualidade do trabalho e serviço prestado e uma imputação de custos por centro de custo/doente. De acordo com o previsto, foram instalados dois sistemas automáticos de dispensa de medicamentos no serviço de Cirurgia, do Hospital Geral, no sentido de melhorar a racionalização e a monitorização sistemática e compreensiva do consumo de medicamentos, com as vantagens que lhe são reconhecidas nomeadamente em termos de segurança, precisão e controlo na gestão dos stocks, imputação directa do medicamento ao doente e rentabilização dos recursos humanos de enfermagem, tendo substituído a distribuição tradicional, até então em utilização neste serviço. Efectivou-se também, não só a requisição de soros e desinfectantes, tal como se previa, mas também a requisição de medicamentos e outros produtos farmacêuticos para reposição de stocks nos vários serviços aos Serviços Farmacêuticos, por via electrónica, através do programa informático Ghaf Relatório e Contas Página 77 de 153

78 Embora não tenha sido possível concluir a certificação dos Serviços Farmacêuticos, durante o ano 2009, no âmbito do Programa do Medicamento Hospitalar iniciaram-se os trabalhos de desenvolvimento que visam implementar o sistema de gestão de qualidade, de acordo com os requisitos regulamentares aplicáveis e a NP EN ISO Relatório e Contas Página 78 de 153

79 6. Gestão de compras No ano de 2009, o Serviço de Gestão de Materiais do Centro Hospitalar de Coimbra, E.P.E. deu continuidade ao projecto intitulado Requisição Electrónica de Bens de Consumo Via Aplicação Informática GHAF e implementou o modelo de distribuição armazéns avançados nos Serviços de Urgência e Unidade de Cuidados Intensivos do Hospital Geral. Este modelo traduz-se num sistema em que a reposição do produto consumido é despoletado automaticamente pelo software, eliminando-se assim a existência de requisições referentes a estes produtos e a necessidades dos Enfermeiros realizarem pedidos de reposição e/ou entrega. O sistema garante a existência de um inventário permanente, não sendo necessário realizar contagens nos Serviços uma vez que cabe ao próprio sistema os alertas das quantidades de produto a repor face aos níveis previamente estabelecidos. Outro objectivo e não menos importante é o impacto económico uma vez que há uma redução de stocks quer no Serviço quer no próprio Armazém Central, redução dos níveis de desperdício, diminuição do erro e rentabilização dos recursos humanos. Ao longo desse mesmo ano, realizaram-se alguns melhoramentos no Armazém do HG, nomeadamente de pintura, compra de prateleiras e reestruturação do layout de arrumação e de outros circuitos de trabalho. Procedeu-se igualmente à reorganização e à constituição de stocks no Armazém do Hospital Geral de material específico do Bloco Operatório e, simultaneamente, aumentou-se a periodicidade de entrega, que entretanto passou a ser bissemanal. Foram ainda reorganizados alguns processos de aquisição de material de consumo clínico e de ajudas técnicas. Iniciou-se a publicação de concursos em plataforma electrónica. 7. Auditor interno Quer por força do Decreto-Lei 233/2005, de 29 de Dezembro, quer pela necessidade de criar um órgão que controle o efectivo cumprimento de leis, de procedimentos e regulamentos internos, o Conselho de Administração nomeou o auditor interno, com efeitos a 1 de Agosto de 2008, nos termos da ordem de serviço N.º 30/2008 e cujas competências se encontram definidas no artigo 17.º do Decreto-Lei n.º 233/2005, de 29 de Dezembro Relatório e Contas Página 79 de 153

80 Pelo facto da Auditoria Interna pretender melhorar as operações da organização e pelas dificuldades sentidas no encerramento de contas de 2008, houve, de certa forma, necessidade de reformular o plano de auditoria previamente estabelecido. Decorrendo, ainda, destas complicações e pelo estudo efectuado no serviço de Gestão de Materiais, sentiu-se a necessidade de auxiliar e apoiar alguns sectores, e de envolver a Auditoria Interna nalguns projectos a implementar naquele serviço, por forma e melhorar procedimentos futuros. Pelo exposto, descreve-se seguidamente, o trabalho desenvolvido ao nível de auditoria: Realização de auditoria ao armazém central com incidência nos procedimentos de recepção de produtos e respectivo envio para os serviços; Verificação de inventariação dos equipamentos com maior valor monetário adquirido pelo CHC, E.P.E.; Análise entre facturas e notas de encomenda, do TOP 20 dos Fornecimentos e Serviços Externos e dos Bens de Consumo; Conferência de facturas; Controlo na implementação das requisições electrónicas do material de consumo hoteleiro, administrativo e clínico Relatório e Contas Página 80 de 153

81 8. Análise económico-financeira Análise económico-financeira A. SITUAÇÃO ECONÓMICA RESULTADOS LÍQUIDOS Verifica-se, em termos de resultado líquido, um valor negativo de ,91 no ano de 2009, o que traduz um decréscimo de 39,3% face ao exercício de Demonstração de Resultados % Proveitos Totais Proveitos Operacionais , ,17 1,8% Proveitos Financeiros , ,62-75,0% Proveitos Extraordinários , ,59 4,0% Total , ,38 1,7% Custos Totais Custos Operacionais , ,06 3,8% Custos Financeiros , , ,4% Custos Extraordinários , ,65-1,8% Total , ,76 3,9% Resultados operacionais ( ,64) ( ,89) 26,9% Resultados financeiros ( ,95) ,57-165,8% Resultados correntes ( ,59) ( ,32) 34,8% Resultados antes de impostos ( ,83) ( ,38) 39,4% Resultados líquido do exercício ( ,91) ( ,69) 39,3% RESULTADOS OPERACIONAIS O resultado operacional obtido no exercício de 2009 registou um valor negativo de ,64, traduzindo-se num decréscimo de 26,9% face ao ano anterior, motivado pelo aumento do peso dos custos operacionais, que, face a 2008, cresceu 3,8%. Salienta-se também o comportamento desfavorável dos resultados financeiros, cumprindo assinalarse que tal facto é motivado pelo facto de o CHC, EPE ter deixado de receber os juros provenientes da aplicação do capital estatutário em títulos CEDIC, dado que teve que proceder à sua canalização para o Fundo de Apoio ao Sistema de Pagamentos do Serviço Nacional de Saúde. Por outro lado, o recurso ao referido fundo para poder pagar a fornecedores penalizou o Centro Hospitalar de Coimbra, EPE, em termos de custos financeiros Relatório e Contas Página 81 de 153

82 Proveitos Operacionais Proveitos Operacionais Var 09/08 % % Prestações de Serviços ,19 98,5% ,38 98,5% 1,8% Proveitos Suplementares ,02 0,3% - 0,0% Transferências e subsídios correntes obtidos ,42 0,2% ,93 0,4% -40,4% Outros proveitos e ganhos operacionais ,26 1,0% ,86 1,1% -14,2% Total ,89 100% ,17 100% 1,8% Os proveitos operacionais, que correspondem a 95,59% dos proveitos totais atingiram, no exercício de 2009 o montante de ,19, representando um crescimento de 1,8% em relação a O aumento dos proveitos operacionais fica a dever-se essencialmente a um registo positivo da actividade prestada (que representa 98,5% do conjunto das rubricas), acima do valor orçamentado, destacando-se: Uma diminuição a nível da assistência prestada em regime de internamento, que continua a representar uma grande percentagem do valor global, cerca de 41,9% dos proveitos relativos a prestações de serviços em 2009; Crescimento significativo da assistência prestada ao nível das consultas externas (8,9%); Decréscimo da assistência prestada em regime de hospital de dia em 72,16%; Melhoria da execução ao nível dos meios complementares de diagnóstico e de terapêutica. Sublinhe-se também o contributo dos proveitos suplementares, para o qual não havia previsão orçamentada, que reflectem essencialmente os proveitos provenientes da exploração privada das instalações e os decorrentes da realização da investigação clínica no Centro Hospitalar de Coimbra. Custos e Perdas Operacionais Custos Operacionais % % Var 09/08 CMVMC ,04 29,1% ,17 29,2% 3,6% FSE ,26 10,7% ,99 10,4% 6,5% Custos com Pessoal ,22 57,5% ,19 57,4% 4,0% Amortizações ,21 2,4% ,15 2,7% -5,1% Provisões ,54 0,2% ,68 0,3% -42,8% Outros Custos e Perdas Operacionais ,26 0,1% ,88 0,1% 46,8% Total ,53 100% ,06 100% 3,8% 2009 Relatório e Contas Página 82 de 153

83 Os custos e perdas operacionais, que correspondem a 105,7% dos proveitos totais atingiram no exercício de 2009, o montante de ,53, representando um crescimento de 3,8% em relação a Evidenciam-se os aspectos mais relevantes da análise por componentes de custos: Consumos - O valor global processado neste conjunto de rubricas (contas 6161 a 6169) totalizava ,04 no final do exercício económico, ou seja, um acréscimo de 3,65% face ao que se verificou em Consumos 2009 % 2008 % Var.09/08 Consumos Produtos Farmacêuticos ,04 71,6% ,80 72,3% 2,60% Medicamentos ,41 63,1% ,25 62,8% 4,12% Reagentes ,41 7,7% ,49 8,6% -7,13% Outros produtos farmacêuticos ,22 0,8% ,06 1,0% -9,97% Material de consumo clínico ,03 26,6% ,24 25,3% 8,88% Material de consumo hoteleiro ,21 0,9% ,49 0,8% 30,49% Material de consumo administrativo ,58 0,5% ,48 0,5% 8,99% Material de manutenção e de conservação ,18 0,4% ,16 1,2% -65,26% Total ,04 100% ,17 100,0% 3,65% Comparativamente a 2008, com excepção do material de manutenção e conservação, assistiu-se a fortes taxas de crescimento em praticamente todas as categorias de consumos. De salientar um crescimento moderado a nível de produtos farmacêuticos em 2,60% e que, representando estes uma fatia de 20,29% dos custos totais, também impede um crescimento mais acelerado dos custos globais. Verifica-se um crescimento significativo das rubricas de material de consumo clínico, hoteleiro e administrativo. Relativamente ao material de consumo clínico, o acréscimo de 8,88% deve-se essencialmente a 3 aspectos: o O aumento das quantidades consumidas de artigos da área de hemodinâmica, nomeadamente de angioplastias e cateterismos, aumento este que poderá ser explicado pelo facto de no período de 21/09/2009 a 22/10/2009 o CHC, E.P.E. ter recebido doentes dos HUC em virtude deste Serviço se encontrar encerrado para obras; o A introdução de novos artigos, nomeadamente cardioversor desfibrilhador interno (CDI s) e sensor de monitorização anestésica ; o Por último, a utilização (por recomendação da Comissão de Controlo da Infecção) de dispositivos de uso único que tem pressionado fortemente a aquisição de material 2009 Relatório e Contas Página 83 de 153

84 descartável, com impacto ao nível do crescimento do consumo de material consumo clínico. No que se refere ao material de consumo hoteleiro, salientam-se, por um lado a aquisição de fardamento personalizado para pessoal de enfermagem e assistentes operacionais, representando em 2009 cerca de 12% do valor total do consumo de material hoteleiro; por outro o acréscimo de consumo de artigos relacionados não só com a campanha de higiene das mãos, promovida pelo grupo da CCI, mas também em resultado das medidas de protecção contra a Gripe A (H1N1), nomeadamente toalhete de papel, sabão líquido e toalhete descartável para limpeza de superfícies ; No material de consumo administrativo verificou-se um aumento do volume em vários artigos, nomeadamente de consumíveis de equipamentos informáticos; É de referir que no ano de 2009 o artigo gás natural deixou de ser classificado como material de manutenção e conservação (rubrica 6166) passando para a rubrica 6221 Fornecimentos e serviços I, facto que justifica a quebra verificada a nível de material de manutenção e conservação, mas que aumenta necessariamente a conta Fornecimentos e serviços I. Fornecimentos e Serviços Externos - Verifica-se um crescimento global de 6,50% face ao ano de 2008, importando no entanto salientar alguns comportamentos distintos das suas componentes: os subcontratos verificaram um aumento de 19,19%, enquanto que os fornecimentos e serviços tiveram um crescimento quase nulo. Fornecimentos e Serviços Externos 2009 % 2008 % Var.09/08 Subcontratos ,66 36,0% ,93 32,2% 19,19% Em entidades Ministério da Saúde ,02 14,4% ,69 9,2% 67,06% Em outras entidades ,64 21,6% ,24 23,0% 0,14% Fornecimentos e Serviços ,60 64,0% ,06 67,8% 0,47% Fornecimentos e Serviços I ,32 11,2% ,35 10,2% 16,40% Fornecimentos e Serviços II ,73 3,8% ,73 6,3% -35,01% Fornecimentos e Serviços III ,78 48,2% ,26 50,4% 1,86% Outros Fornecimentos e Serviços ,77 0,8% ,72 1,0% -10,06% Total ,26 100% ,99 100% 6,50% A nível de subcontratos destacam-se o aumento a nível das unidades terapêuticas de sangue, cujo aumento representa 92% do crescimento global da rubrica e também o aumento do custo do transporte de doentes. Relativamente a fornecimentos e serviços, destaca-se: 2009 Relatório e Contas Página 84 de 153

85 Fornecimentos e Serviços I, que agrega principalmente consumos com água, electricidade e combustíveis, registou um crescimento de 16,40% face ao ano anterior, justificando-se este valor, não só pela maior celeridade no processo de conferência e contabilização, mas também pela especialização efectuada; Fornecimentos e Serviços II, cuja principal fatia diz respeito a contratação de serviços médicos especializados e comunicações, regista um decréscimo de 35,01% face ao ano anterior; Fornecimentos e Serviços III é uma subcategoria que apresenta um decréscimo face ao ano anterior de 1,86% e diz respeito especialmente aos encargos com conservação e reparação, limpeza, vigilância e alimentação, sendo certo que, igualmente, a maioria da despesa se encontra facturada ou especializada. Custos com o Pessoal - que representa 57,5% dos custos operacionais, apresenta um valor acumulado de ,22, que se encontra em 3,95% superior ao valor registado no ano de Custos com Pessoal 2009 % 2008 % Variação Remuneração dos Orgãos Directivos ,75 0,3% ,93 0,4% -10,30% Remunerações de Pessoal ,79 84,6% ,70 84,9% 3,64% Remunerações Base do Pessoal ,91 53,1% ,72 53,8% 2,73% Suplementos de Remunerações ,00 21,5% ,18 21,3% 4,89% Prestações Sociais ,41 0,7% ,38 0,6% 25,14% Subsídios de Férias e de Natal ,47 9,3% ,42 9,2% 4,66% Pensões ,88 2,0% ,57 2,0% 4,49% Encargos sobre remunerações ,72 11,3% ,18 11,2% 4,99% Seguros de acidentes de trabalho ,02 0,2% ,63 0,1% 266,92% Outros custos com pessoal ,06 1,5% ,18 1,5% 7,06% Total ,22 100% ,19 100% 3,95% Apesar dos esforços de contenção do crescimento dos custos, não foi possível atingir o objectivo de 0% de crescimento de custos com recursos humanos em 2009 relativamente ao ano de 2008, desde logo contrariado pelo aumento aplicado à retribuição base de todos os trabalhadores de 2,9 %. Dois outros factos resultantes de decisões externas com impacto no aumento dos custos foram o pagamento retroactivo de horas de trabalho extraordinário decorrente da aplicação do Decreto-Lei 92/2001 a última parcela foi paga em 2009 depois de no final de 2008 o CHC, EPE ter sido informado de que teria de suportar o valor desta parcela, ao contrário das parcelas anteriores, suportadas pela ACSS (aproximadamente ,00 ) e o aumento da taxa a pagar à Segurança Social a cargo do CHC, EPE relativa aos trabalhadores em contrato de trabalho em funções públicas vinculados ao CHC, EPE após Janeiro de 2006, com efeitos a partir de Janeiro de 2009, devido ao aumento desta taxa de 23,08 % (12,08 % a cargo do CHC, EPE) para 34,75 % (23,75 % a cargo do 2009 Relatório e Contas Página 85 de 153

86 CHC, EPE) imprevisível à data da elaboração do Orçamento de 2009, porque decorrente da aplicação da Lei 4/2009, publicada a 29/01/2009 (aproximadamente ,00 ). O total do trabalho extraordinário foi responsável por aproximadamente 14% dos custos com recursos humanos ( ,47 ). Amortizações e Provisões - Não obstante representar um peso reduzido no conjunto dos custos operacionais 2,4% as amortizações e 0,2% as provisões, as amortizações do exercício, no montante de ,21 tiveram um decréscimo de 5,13% face ao ano anterior, fruto em boa parte pelo abrandamento a nível do investimento do exercício económico de Verificou-se também uma redução dos custos com provisões do exercício, de 42,84% face ao ano transacto, sobretudo motivada por uma maior eficiência a nível da cobrança. RESULTADOS FINANCEIROS No final do exercício de 2009, regista-se um resultado financeiro negativo de ,95, contrariando o resultado positivo obtido em 2008 e que era de ,57. Proveitos e Ganhos Financeiros 2009 % 2008 % Variação Juros obtidos ,93 88,5% ,79 95,3% -76,76% Diferenças de câmbio favoráveis 21,88 0,0% 275,87 0,1% -92,07% Descontos de pronto pagamento obtidos ,20 11,5% ,82 4,6% -37,44% Outros proveitos e ganhos financeiros 5,93 0,0% 54,14 0,0% -89,05% Total ,94 100% ,62 100% -74,95% O desvio que se verifica face ao ano anterior decorre essencialmente do facto de o CHC, EPE ter deixado de receber os juros provenientes da aplicação do capital estatutário em títulos CEDIC, dado que teve que proceder à sua canalização para o Fundo de Apoio ao Sistema de Pagamentos do Serviço Nacional de Saúde. Custos e Perdas Financeiros 2009 % 2008 % Variação Juros suportados ,09 99,4% ,09 83,7% 1712,16% Diferenças de câmbio desfavoráveis 6,35 0,0% - 0,0% Outros custos e perdas financeiros 2.531,45 0,6% 4.598,96 16,3% -44,96% Total ,89 100% ,05 100% 1425,44% Relativamente a custos e perdas financeiros, o acréscimo que se verifica justifica-se pelo pagamento dos juros referentes aos empréstimos contraídos no âmbito do Fundo de Apoio ao Sistema de Pagamentos do Serviço Nacional de Saúde Relatório e Contas Página 86 de 153

87 RESULTADOS EXTRAORDINÁRIOS No exercício de 2009, os resultados extraordinários apresentavam um valor positivo de ,76, representado um variação positiva de 15,08% face ao ano anterior, em que se situou nos ,94. Custos e Perdas Var.09/08 Proveitos e Ganhos Var.09/08 Dívidas incobráveis , ,50-55,85% Recuperação de dívidas ,69 0,00 Perdas em existências , ,66 145,62% Ganhos em existências , ,93-31,36% Perdas em imobilizações , ,21 227,23% Ganhos em imobilizações 202,80 0,00 Multas e penalidades 1.684, ,61-65,25% Beneficios e penalidades contratuais , ,12 308,49% Correcções relativas exerc. anteriores , ,93-4,54% Correcções relativas exerc. anteriores , ,02 37,05% Outros custos perdas extraordinárias 3.942, ,74 5,96% Outros proveitos e ganhos extraordinários , ,52-55,79% Total , ,65-1,84% Total , ,59 3,95% Da análise aos resultados extraordinários cumpre salientar a redução dos custos extraordinários, normalmente associados a deficiências no processo de contabilização da despesa no próprio ano em que ela é incorrida, pelo que se deve salientar o melhor desempenho global da instituição no sentido da melhoria do seu processo de registo de informação. Não obstante, esse objectivo ainda não parece estar a ser alcançado já que se encontram registados ,50 de correcções em compras e ,50 de correcções de fornecimento e serviços externos, em especial de subcontratos de exercícios anteriores. No que concerne a proveitos e ganhos extraordinários, verificou-se um crescimento de 3,95% face ao ano de 2008, pelo facto de existirem correcções relativas a exercícios anteriores. B.SITUAÇÃO FINANCEIRA E PATRIMONIAL Balanço % Activo Imobilizado Líquido , ,63-3,44% Activo Circulante , ,48 35,00% Acréscimos e diferimentos , ,34-56,26% Total , ,45 1,88% Capital Próprio e Passivo Capital Próprio , ,42-18,62% Passivo Circulante , ,60 12,64% Acréscimos e diferimentos , ,43-1,40% Total , ,45 1,88% 2009 Relatório e Contas Página 87 de 153

88 Da análise do Balanço em 31 de Dezembro de 2009, registam-se as seguintes evoluções: O Activo cresceu de ,45 em 2008 para ,71 em 2009, registando uma variação de 1,88%; Aumento a dívida das Instituições do Estado, que cresceu de ,23 para ,55, ou seja, cerca de 87,55%; O Imobilizado, onde sobressai o equipamento básico, com maior destaque para o médicocirúrgico, representa 24,19% do activo em 2008, caindo para 22,93% em Não obstante, a variação anual foi de -3,44%; As Existências registaram, no final do exercício de 2009 um valor muito semelhante ao de 2008; O Capital Próprio, registou uma variação negativa de 18,62%, influenciada sobretudo pelos resultados negativos de 2009, não obstante a realização da subscrição do capital estatutário de 2009; O Passivo Circulante aumentou de ,60 em 2008 para ,94 em 2009, em grande parte motivado pelo aumento da dívida a fornecedores Relatório e Contas Página 88 de 153

89 CONCLUSÃO Atendendo a que o CHC regista, à data, uma taxa de crescimento dos proveitos inferior à taxa de crescimento dos custos, podemos concluir que efectivamente não se reduziu o resultado deficitário face ao ano transacto, ficando aquém, em termos operacionais em cerca de 0,6 M.Euros do objectivo inicialmente traçado. Das rubricas de custos e perdas analisadas, os valores processados relativos a matérias de consumo clínico e custos com pessoal, são aquelas que representam maiores desvios, em termos absolutos, e que necessitam de maior acompanhamento de forma a que, no futuro, o valor realizado seja mais aproximado do orçamentado. Salienta-se o cumprimento de dois objectivos previsto em sede de contrato-programa, designadamente compras e consumos, o que nos dá boas indicações em termos de melhoria de eficiência e maior controlo da despesa. Em termos de custos e perdas extraordinários, e também à semelhança do que se verificou ao longo do exercício, os valores realizados são consequência de algumas regularizações que foram efectuadas, muitas decorrentes de acertos relativos a situações que transitaram de exercícios anteriores e que com a generalização da aplicação do princípio da especialização dos exercícios tenderá a diminuir consideravelmente. Quanto aos proveitos e ganhos, os valores das prestações de serviços situaram-se acima do orçamentado, situação que está de acordo com os valores apurados em termos da produção. Na rubrica de proveitos e ganhos extraordinários, à semelhança do que se verificou nos custos e perdas extraordinários, estão reflectidas várias regularizações relativas a exercícios anteriores e que, naturalmente, terão tendência a diminuir no futuro próximo Relatório e Contas Página 89 de 153

90 Capítulo V - Actividades previstas para Desenvolvimento de políticas estratégicas Política de gestão integrada GESTÃO INTEGRADA DA ESTERILIZAÇÃO Aquisição gradual de material cirúrgico em quantidade suficiente para permitir um turnover sem rupturas; Elaborar o plano de centralização do processamento dos DM do Bloco Operatório; Reconversão progressiva dos DM têxteis em descartáveis; Continuidade do processo de gestão de recursos humanos afectos às centrais de esterilização; Aquisição de programa informático que permita a tracibilidade dos DM; Elaboração de contratos de manutenção dos equipamentos visando intervenções preventivas ao menor custo; Iniciar o processo de acreditação dos serviços de esterilização. GESTÃO INTEGRADA DE INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS Prevê-se, para o ano de 2010 o desenvolvimento das seguintes actividades: Prossecução do processo de revisão do ficheiro-mestre de artigos movimentados pelo armazém 6 do SGM (materiais de manutenção e conservação); Continuação do processo de beneficiação das diferentes oficinas do SIEQ, a custos reduzidos e recorrendo a meios próprios, estando prevista a remodelação, ainda em 2010, das oficinas de electricidade, canalização e carpintaria; Utilização em pleno da aplicação GHAF para efeitos de gestão do workflow do SIEQ, com a consolidação das requisições electrónicas de intervenção como mecanismo principal de solicitação de apoio ao SIEQ por todos os serviços hospitalares, incluindo a emissão de requisições electrónicas de materiais ao armazém e gestão «técnica» do imobilizado; Constituição de biblioteca técnica do SIEQ, para arquivo físico e electrónico (via digitalização) dos principais documentos de interesse arquivístico, nomeadamente, plantas, 2009 Relatório e Contas Página 90 de 153

91 manuais de equipamentos, dossiers técnicos de projectos e empreitadas, procedimentos de aquisição relevantes, entre outros; Conclusão da segunda fase do processo de apetrechamento dos SIEQ em matéria de equipamentos de trabalho e de protecção individual, com a aquisição de novo fardamento, EPIs e ferramentas adicionais para os operários; Início da terceira fase do processo de apetrechamento dos SIEQ em matéria de equipamentos de trabalho e de protecção individual, mais concretamente através do estudo e consequente aquisição de equipamentos auxiliares de segurança para trabalhos em altura e movimentação de cargas, a realizar em conjunto com o SSST; Conclusão do processo de qualificação dos fornecedores para as diferentes intervenções a realizar no âmbito dos sectores de electromecânica, construção civil e electromedicina, bem como para os materiais a adquirir fora do âmbito de processos anuais de aquisição; Consolidação do sistema de monitorização das prestações externas de serviços de reparação, controlo dos contratos de assistência e verificação de garantias; Alargamento da utilização da aplicação informática da gestão de escalas e controlo biométrico da assiduidade, de modo a integrar ainda, a título experimental, as prestações efectuadas por funcionários de empresas prestadoras de serviços de manutenção em áreas críticas e valor financeiro substancial (Manutenção de Equipamentos de Radiologia, AVAC e Instalações Eléctricas Especiais); Melhoria da articulação funcional entre os diferentes funcionários do SIEQ aos diferentes níveis hierárquicos mediante a atribuição de telemóveis ou outros equipamentos móveis de comunicação com restrições de utilização; Revisão do sistema de prevenção em vigor no SIEQ; Alargamento do parque de equipamentos do Hospital Geral aos departamentos de pediatria e da saúde da mulher; Início da elaboração de um Manual de Procedimentos para o SIEQ, associado a instrumentos de medida e monitorização dos procedimentos; Consolidação da articulação do SIEQ com o SSST e o gabinete de gestão do risco, para efeitos de minimização de riscos de acidentes de trabalho e melhoria da resposta do CHC, EPE no que respeita à monitorização de instalações, equipamentos e redes de emergência; Melhoria da articulação do SIEQ com os Serviços Hoteleiros de modo a optimizar a gestão dos espaços exteriores nomeadamente os Parques e Jardins, bem como dos resíduos resultantes da actividade do SIEQ, apoiando a melhoria do circuito de recolha e aumentando a percentagem dos matériais a reciclar; 2009 Relatório e Contas Página 91 de 153

92 Melhoria da articulação do SIEQ com o SGM em especial no que respeita à organização do cadastro dos equipamentos (imobilizado, movimento de bens de inventários), celebração e acompanhamento de contratos de assistência técnica e organização de procedimentos de aquisição de projectos e empreitadas, bem como de bens e serviços correlacionados com a actividade do SIEQ; Introdução de sistema de gestão documental por recurso a equipamento avançado de digitalização de documentos e software complementar; Apoio aos Serviços Farmacêuticos na manutenção da rede de gases medicinais, em consequência da transição legal para aquele serviço da responsabilidade pelos circuitos de aquisição (estimativas), recepção, armazenamento e distribuição interna destes produtos farmacêuticos; Requalificação de instalações críticas sob a responsabilidade do SIEQ, como sejam, entre outras, as Unidades de Tratamento de Ar e Plenos Laminares das salas do Bloco Operatório; Planeamento da Certificação das Instalações/Equipamentos Técnicos de Gás, Elevadores, Equipamentos sob pressão e outros a determinar de acordo com a legislação em vigor; Reforço da capacidade instalada do serviço em matéria de recursos humanos de modo a suprir as necessidades nas 3 unidades hospitalares que compõem o CHC,EPE. Criação de armazéns avançados para produtos de manutenção de necessidade urgente ou personalizada com desenvolvimento da metodologia de reposição de stocks pelo armazém do SGMT, a colocar no sector de electromedicina e nas oficinas; Prossecução da criação de novos fluxos específicos de actuação de apoio a áreas criticas do CHC, EPE em matéria de manutenção de equipamentos e instalações, como sejam o Bloco Operatório, as Unidades de Cuidados Intensivos, Serviço de Urgência e a Hemodiálise. GESTÃO INTEGRADA DE MATERIAIS Destacam-se, para 2010 as seguintes actividades: Preparação de novo Regulamento Interno de Compras, que simplifique os procedimentos e afine as responsabilidades intermédias, no intuito de melhorar a eficiência nas compras; Elaboração de manuais de procedimentos e suportes documentais, quer da compra quer dos stocks e para movimentação de bens de consumo; Elaboração de manuais de procedimentos para controlo da prestação de serviços, designadamente de serviços de manutenção e reparação e ainda de MCDT s adquiridos aos exterior; 2009 Relatório e Contas Página 92 de 153

93 Implementação do módulo do software do Serviço de Gestão de Materiais (da firma ST+I), que permite o registo do planeamento e execução da manutenção e reparação de equipamentos, incluindo o registo de folhas de obra, mediante a utilização da base de dados de inventário (para evitar duplicações de registos), e com interface ao módulo das compras, para correlacionar as folhas de obra com a encomenda e factura, em articulação directa com a Direcção do Serviço de Instalações e Equipamentos; Aperfeiçoamento dos circuitos de facturas, entre os Serviços Financeiros, SGM e diversos responsáveis pela recepção de bens e serviços, de modo a permitir controlo permanente das facturas em conferência, evitando pagamento por anos findos, devidos ao atraso na apresentação das facturas, quer no SGM, quer nos S Financeiros, inclusive, por motivos de extravia interno; Preparação mais célere de concursos globais /ano, para consumos e serviços, de modo a planear as compras e evitar o recurso a constantes compras urgentes por ajuste directo; Início do lançamento de concursos plurianuais, para melhoria de preços e economia de recursos na tramitação administrativa e análise de propostas; Revisão do inventário, e etiquetagem dos bens; Inventariação do novo HP; Revisão do ficheiro mestre; Introdução dos códigos do Infarmed, no ficheiro mestre dos medicamentos; Reformulação dos métodos de aquisição/distribuição de bens; de modo a diminuir as assimetrias actualmente registadas nos valores das saídas mensais, que denotam, não a evolução do efectivo consumo, mas a evolução das datas de regularização das respectivas compras, o que inviabiliza o real acompanhamento e controlo; Criação de pontos de encomenda relativamente aos artigos de material de consumo clínico e hoteleiro (já iniciamos com os artigos da classe A de material clínico); Incremento dos armazéns avançados; Início da saída de bens por doente, para correcto controlo de custos e de qualidade, designadamente em produtos da classe A; Início da avaliação de fornecedores; Início da avaliação da rotação de stocks; 2009 Relatório e Contas Página 93 de 153

94 Continuação do processo de implementação de software para a gestão integrada do serviço de gestão de materiais/serviços farmacêuticos/serviço de instalações e equipamentos. GESTÃO INTEGRADA DO MEDICAMENTO O Plano de Actividades dos Serviços Farmacêuticos para o ano de 2010 tem como objectivo, melhorar a operacionalidade do circuito do medicamento no Centro Hospitalar de Coimbra. A abertura do novo Hospital Pediátrico, proporcionará condições estruturais que permitam alterar a logística e os moldes de funcionamento dos Serviços Farmacêuticos do Centro Hospitalar de Coimbra, nomeadamente nas seguintes áreas de intervenção: aquisição, armazenamento, preparação, distribuição, administração e ensaios clínicos. Considerando que todo o projecto de reorganização dos Serviços Farmacêuticos, terá um custo económico adequado a todas as inovações técnicas que serão necessárias implementar, bem como algumas alterações das suas estruturas físicas, será importante procurar financiamento e/ou parcerias, junto das entidades que estejam interessadas em concretizar os diversos procedimentos de aquisição de medicamentos. No actual contexto, os recursos humanos parecem corresponder às actuais necessidades, contudo, com a abertura das novas instalações do Hospital Pediátrico deverá ser feita uma reavaliação, uma vez que existem projectos de excelência a implementar que podem requerer a contratação de recursos humanos com qualificações. O programa informático em funcionamento no CHC, deverá sofrer constantes actualizações de acordo com as necessidades dos Serviços Farmacêuticos, com o objectivo de melhorar constantemente a gestão de recursos. Assim, deverá ser responsabilizada a empresa informática no acompanhamento de tais necessidades dando as respostas em tempo útil e célere. Durante o ano de 2010 é previsível a ocorrência de várias acções de formação e de estágios de carácter científico, para os profissionais dos Serviços Farmacêuticos, a decorrer interna e externamente à instituição estando também previstos estágios de carreira hospitalar e universitária. Com a abertura do novo Hospital Pediátrico de Coimbra, os seus Serviços Farmacêuticos têm toda a potencialidade para apostar na qualidade dos seus procedimentos, bem como promover a criação de um Centro de Excelência relacionado com o medicamento em Pediatria. O Centro Hospitalar de Coimbra, na sua unidade do Hospital Pediátrico, desenvolverá o conhecimento sobre a forma e as condições em que o medicamento deve ser preparado, para que possa ser utilizado em Pediatria e em Neonatologia, com a máxima e total segurança Relatório e Contas Página 94 de 153

95 Com o desenvolvimento do conhecimento e da experiência nesta área, criam-se as condições para que seja referenciado como um centro de formação e informação, quer ao nível interno, quer ao nível externo da instituição. Este centro deverá desenvolver as suas pesquisas e operacionalidades, na área dos manipulados de administração oral e intravenosa, preparação de citotóxicos e bolsas nutritivas. Este desenvolvimento de conhecimentos pode ter a parceria da Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra. GESTÃO INTEGRADA DE RECURSOS HUMANOS Estão previstas para 2010: Alargar da utilização integral da aplicação de registo e processamento electrónicos da assiduidade a todos os grupos profissionais; Consolidar a utilização do Tableau de Bord de Recursos Humanos ao nível dos departamentos e criar mapas com informação regular ao nível dos serviços; Realizar uma auto-avaliação e implementar um plano de actividades para o Serviço de Gestão de Recursos Humanos no âmbito do Projecto de Acreditação da Qualidade do CHC, EPE; Preparar um inquérito de satisfação dos profissionais; Renovar das instalações e do equipamento administrativo do Serviço de Gestão de Recursos Humanos; Colocar em funcionamento o Portal do Colaborador do CHC na intranet, para visualização individual da aplicação de registo e processamento electrónicos da assiduidade; Projectos previstos para 2010: o o Alargar a utilização integral da aplicação SISQUAL registo e processamento electrónicos da assiduidade; Renovar as instalações e o equipamento administrativo do SGRH Relatório e Contas Página 95 de 153

96 GESTÃO INTEGRADA DE SERVIÇOS HOTELEIROS Área de limpezas Realização de obras para beneficiação do espaço afecto aos adjudicatários dos serviços de limpeza, no Hospital Geral, incluindo reafectação de área para a gestão integrada de resíduos; Definição de zonas de acondicionamento de sujos e de limpos em todos os serviços assistenciais; Implementação de procedimentos de avaliação/controlo de qualidade dos serviços prestados em outsourcing; Área de parques, jardins e arranjos exteriores: Aquisição de serviços de consultadoria para o concurso de concessão/construção de parque de estacionamento; Instalação de sistema de rega automática dos jardins do Hospital Geral e da Maternidade de Bissaya Barreto e reinstalação do sector de jardinagem; Aproveitamento para rega, no Hospital Geral, da água proveniente de lençóis freáticos; Criação de nova área logística para os serviços de jardinagem no HG, de modo a disponibilizar as instalações que ocupam actualmente, junto à logística dos serviços de limpeza, para a gestão integrada de resíduos. Área de tratamento de resíduos Definição de procedimentos de gestão de resíduos volumosos e aquisição ou aluguer de contentores de acondicionamento, que apesar de executado, em 2009, no HG e MBB, falta concluir no HG; Lançamento de concurso único para os três hospitais para a gestão integrada do tratamento de resíduos, que se pretende implementar após a abertura do novo Hospital Pediátrico. Área de alimentação Aquisição de carros de distribuição da alimentação a doentes para o Hospital Geral e a Maternidade de Bissaya Barreto (substituição); Continuar a desenvolver os inquéritos de satisfação a doentes e pessoal Relatório e Contas Página 96 de 153

97 Área de tratamento de roupa Beneficiação de zonas de tratamento de roupa da Maternidade de Bissaya Barreto; Conclusão do tratamento de fardas de pessoal por terceiros no HG, dado que já está implementado na MBB e no HP. Área de transportes: Implementação de novos procedimentos para requisição de transportes, tendo em vista clarificação dos deveres do CHC nesta matéria; Lançamento de concurso para contratação de melhores preços no transporte de doentes; Abate e remoção de viaturas não operacionais; Aquisição de uma ambulância e de uma viatura ligeira. GESTÃO DE TECNOLOGIAS E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO O ano de 2010 prevê-se um ano de consolidação dos anteriores, com uma tarefa de especial importância e absorção de recursos que é a mudança para o novo Hospital Pediátrico. Ainda assim, o SSTI pretende levar a cabo as seguintes actividades: Apresentação do projecto de digitalização dos Arquivos clínicos (tarefa não executada em 2009); Integração do GHAF /SAPE para todo o CHC; Incluir na plataforma de virtualização todos os servidores em que esta tecnologia seja possível; Preparação e arranque do novo Hospital Pediátrico de Coimbra, assente em tecnologia mais eficiente do ponto de vista ambiental e de custos de manutenção e suporte; Consolidar a implementação do Domínio do CHC, por forma a automatizar o mais possível todas as tarefas de manutenção e distribuição de software; Consolidação do suporte operacional às aplicações de Imagiologia; Realização de auditorias de segurança, e tomadas de medidas correctivas no sentido de melhoria deste aspecto essencial; Implementação de telefonia IP no CHC, que de forma gradual vá substituindo o equipamento tradicional Relatório e Contas Página 97 de 153

98 GABINETE JURÍDICO Para 2010 destacam-se as seguintes actividades: Instrução de todos os processos de cobrança relativos ao ano em curso, por forma a garantir a facturação em devido tempo ao SNS; Apoio ao conselho de administração e órgãos de gestão intermédia em todas as questões solicitadas, no prazo máximo de 10 dias úteis, no que respeita a informações e 20 dias úteis no que respeita a pareceres; Diminuição do tempo médio de instrução dos processos em curso no Gabinete jurídico; Divulgação da legislação relevante para os serviços através do link do GJUR; Realização de acções de formação na área do direito da saúde aos profissionais de saúde. GESTÃO DE PROJECTOS Acompanhamento e conclusão dos seguintes projectos: Implementação de um sistema de gestão da qualidade nos Serviços Farmacêuticos Certificação pela NP EN ISO 9001:2000- Fase 2 do PMH/ ACSS, IP; Apetrechamento do Ambulatório do Hospital Geral- Fase 2 do PMH/ ACSS, IP; Apetrechamento da Farmácia do Hospital Geral - Fase 2 do PMH/ ACSS, IP; QREN - Remodelação da Unidade de Cuidados Intensivos Cardíacos; QREN - Requalificação e Apetrechamento do Centro de Medicina do Sono. Construção e Apetrechamento da Unidade de Cirurgia de Ambulatório do Centro Hospitalar de Coimbra, EPE ARS Centro, IP/ ACSS, IP ; Centro de Procriação Medicamente Assistida (CMPA) da Maternidade de Bissaya-Barreto - ARC Centro, IP/ACSS,IP Implementação de um sistema de gestão da qualidade nos Serviços Farmacêuticos Certificação pela NP EN ISO 9001:2000- Fase 2 do PMH/ ACSS, IP; Projecto PTDC/SAU-GMG/74375/2006-Estudo para determinar se na Doença Mieloproliferativa a perda de heterozigotia para a mutação JAK2 V617F e o aumento dos níveis de CD34+, de granulócitos e plaquetas activados em circulação se correlacionam com a progressão da doença - Fundação para a Ciência e Tecnologia; Continuar a prospecção de financiamentos externos para os projectos do CHC, EPE Relatório e Contas Página 98 de 153

99 SERVIÇO DE GESTÃO DE DOENTES O Serviço de Gestão de Doentes prevê realizar as seguintes actividades: Criação da loja do utente espaço no hospital, no qual o doente pode saber da sua situação em lista de espera (consulta, cirurgia), marcar exames, pagar taxas moderadoras, pedir relatórios clínicos, pedir informações, ser encaminhado, entre outros; Assumir a página da Internet como uma espaço privilegiado de comunicação e inter-acção com o utente disponibilização de formulários (informação clínica, reembolso de taxas moderadoras, etc.) e informação variada; Executar o projecto de remodelação do arquivo morto; Implementar o pagamento das taxas moderadoras, por Multibanco, directamente nas notas de débito retiradas do SONHO; Terminar a fase II do processo de devolução do espólio dos utentes, que estava à guarda da ex-secretaria do Hospital Geral, nomeadamente através da alienação dos bens; Prosseguir a recuperação da informação perdida no âmbito do projecto das fusões dos SONHOS; Reorganização do sector da facturação; Prosseguir a monitorização dos registos no SONHO (internamentos inferiores a 24 horas, consultas sem médico associado, controlo das cirurgias de ambulatório que não geram GDH facturáveis, em colaboração com a médica auditora dos GDH S); Implementação de armazém avançado na consulta externa do HG. SERVIÇO DE PLANEAMENTO E CONTROLO DE GESTÃO A nível da UGHIC: Aproximar o trabalho da UHGIC com os Serviços Cirúrgicos; Reduzir o tempo máximo de espera para cirurgia para os 18 meses; Manter o tempo médio de resposta garantida para cirurgia nos 6,5 meses; Implementar uma página na Intranet, com informação sobre o SIGIC (tempos máximos de espera, tempo de resposta garantida, número doentes em espera e respectivo tempo de espera); 2009 Relatório e Contas Página 99 de 153

100 Realizar um relatório mensal sobre a actividade dos Serviços Cirúrgicos; Realizar uma formação para o sector médico dos Serviços Cirúrgicos. Contabilidade Analítica Contabilidade Analítica (informação interna) e exposição aos Directores de Departamento, Directores de Serviço e Administradores; Ficheiro Contabilidade Analítica ACSS; Monitorização dos Custos Directos por serviço; Cálculo de indicadores de produtividade. MCDT'S Publicação da estatística dos MCDT's na Intranet; Comparação dos dados do SONHO com a aplicação PACS (imagiologia) no sentido de aferir da fiabilidade de informação; Actualização dos códigos dos MCDT's pela Portaria nº A, de 31 de Julho de 2009 no SONHO. Estatística Preenchimento Mensal do ficheiro de Acompanhamento da ACSS; Produção e Publicação mensal na intranet da informação do Movimento Assistencial; Reestruturação da publicação da informação do Movimento Assistencial na Intranet; Publicação mensal do Movimento Assistencial no site do CHC, EPE; Monitorização mensal de Produção cirúrgica; Apuramento mensal da Receita da Produção vs Facturação; Preparação mensal de informação especifica do Movimento Assistencial a disponibilizar ao CA; Elaboração de estudos de apoio à tomada de decisão do CA; Resposta a pedidos estatísticos internos; 2009 Relatório e Contas Página 100 de 153

101 Resposta a pedidos estatísticos externos: Ministério da Saúde, Admistração Central do Sistema de Saúde, Inspecção-geral de Saúde, Tribunal de Contas, Instituto Nacional de Estatistica, Outros; Apoio na implementação de um novo sistema de tratamento de informação (PT); Participação em reuniões com os Directores de Departamentos e Serviços Clínicos com o objectivo de desenvolver o conceito do SPCG como sendo uma ferramenta de apoio aos serviços; Avaliação trimestral e semestral do desempenho dos Departamentos; Elaboração do Plano de Desempenho de 2010; Preparação de Informação para a Contratualização Interna de 2010; Previsão da Receita. SERVIÇOS FINANCEIROS No âmbito das actividades principais dos Serviços Financeiros, em que se destacam o processamento de informação económico-financeira, a produção de suportes documentais para apoio à gestão e a prestação de informação a entidades terceiras (externas), estão previstas as seguintes: Melhoria dos mecanismos internos a nível da cobrança das dívidas de terceiros, pretendendo-se igualmente consolidar a articulação com o Sector de Contencioso no sentido de melhorar a execução dessa mesma cobrança; Consolidação da regularidade temporal na prestação de informação, tornando-a cada vez mais fiável e relevante em termos temporais; Reestruturação e remodelação dos Serviços Financeiros quer em termos funcionais, quer em termos de remodelação física e aquisição de equipamento informático e administrativo; Elaboração de um manual de procedimentos que, entre outros, permita a normalização de procedimentos, definição de responsabilidades, entre outros; Elaboração e implementação de um plano de tesouraria; Realização de acções de formação, preferencialmente nas seguintes áreas: fiscalidade; SNC novo plano de contabilidade geral; Excel avançado, SONHO e Ghaf Relatório e Contas Página 101 de 153

102 Política de melhoria contínua da qualidade Actividades previstas para 2010: Início da implementação do projecto de acreditação do CHKS; Realização de auditorias clínicas e não clínicas (processo já iniciado nos 3 hospitais do CHC e de importância major para o projecto de acreditação); Dinamização junto dos serviços para a elaboração de folhetos informativos dirigidos aos doentes e aos seus familiares para melhor elucidação sobre os cuidados de saúde e opções de tratamento; Dinamização da página web; Definição de uma política de comunicação interna e externa; Actualização da estratégia da melhoria contínua da qualidade. Política de investimentos Prevê-se concretizar os seguintes investimentos durante o ano de 2010: Construção e Apetrechamento da Unidade de Cirurgia de Ambulatório; Centro de Procriação Medicamente Assistida (CMPA); Remodelação da Unidade de Cuidados Intensivos Cardíacos; Requalificação e Apetrechamento do Centro de Medicina do Sono. Apetrechamento da Farmácia do Hospital Geral; Aquisição de diverso equipamento de substituição e remodelação de estruturas físicas; Investimentos na vertente da gestão do risco. Política de gestão do risco Estão previstas as seguintes: Implementação de um plano sistemático de auditoria em cooperação com o SSST, CCI e SIE com elaboração dos respectivos relatórios; Monitorização da implementação das medidas que decorram das auditorias definidas e dos relatórios produzidos; 2009 Relatório e Contas Página 102 de 153

103 Monitorização do processo de harmonização de material de consumo hoteleiro em curso; Implementação de medidas tendentes à harmonização dos equipamentos de perfusão, decorrentes do diagnóstico de situação efectuado em 2008; Implementação de um plano faseado de melhoria do parque de camas do CHC, decorrente do diagnóstico de situação efectuado em 2008; Cooperação na operacionalização do sistema integrado de emergência clínica; Apresentação do PEI do HG às autoridades competentes e execução faseada das medidas fundamentais à sua operacionalização (sinalética, formação, definição de vias de evacuação ); Elaboração do primeiro draft do PEE do HG e início das medidas fundamentais à sua operacionalização; Cooperação na elaboração do plano de ordenamento interno do HG, nomeadamente no ordenamento viário dando especial atenção à segurança dos peões; Cooperação na elaboração e implementação do plano integrado de segurança dos hospitais do CHC, envolvendo instalações, equipamentos e pessoas; Cooperação na elaboração do plano de integrado de manutenção de equipamentos (manutenção preventiva e correctiva); Cooperação na elaboração e implementação da política de gestão integrada de resíduos; Colaboração na negociação de contratos/condições contratuais que se relacionem com os diversos domínios da gestão do risco resíduos, tratamento de roupa, segurança, manutenção de equipamentos e instalações, etc; Cooperação na elaboração e implementação de procedimentos relativos à recolha, transporte, higienização e distribuição de roupa; Colaboração na discussão relacionada com o plano estratégico relativo às actuais e futuras instalações do CHC; Acompanhamento e monitorização das intervenções em curso e a realizar nos hospitais integrados; Participação na concepção de um Manual de Boas Práticas dos Serviços Farmacêuticos; Acompanhamento da obra de execução da UCA, bem como da escolha dos seus equipamentos; 2009 Relatório e Contas Página 103 de 153

104 Acompanhamento da mudança do HP para as novas instalações; Acompanhamento da requalificação da MBB nas diversas fases que a compõem: projecto, execução de obra e instalação de serviços; Colaboração na formação destinada à integração dos novos colaboradores e em outras áreas relacionadas com a gestão do risco nos diversos domínios que a compõem; Elaboração e implementação de um plano de formação da Gestão do Risco que envolva as diversas estruturas atinentes; Cooperar com as autoridades/entidades oficiais nas matérias em que o CA julgue pertinente. COMISSÃO DE CONTROLO DA INFECÇÃO A Comissão, no âmbito das suas vertentes: 1- Vigilância Epidemiológica Realizar estudo Inquérito de Prevalência de Infecções 2010 ; Sensibilizar os profissionais (médicos e enfermeiros) dos Serviços de Internamento para alertarem a CCI quando identificam casos suspeitos de Infecções epidemiologicamente importantes ou Associadas aos Cuidados de Saúde (IACS); Sensibilizar os médicos para notificarem à CCI, casos confirmados de IACS; Sensibilizar e monitorizar a adopção precoce de medidas de isolamento requeridas aos doentes com infecções epidemiologicamente importantes (suspeitas ou confirmadas); Cooperar na antibioterapia (de acordo com antibiograma) dos doentes com culturas de espécimes positivas para microrganismos multirresistentes; Identificar, investigar e notificar surtos de infecção, visando o seu efectivo controlo. 2- Elaboração e monitorização do cumprimento de normas e recomendações de boas práticas Visitas regulares aos Serviços para levantamento de estrutura/ necessidades na área do controlo da infecção; Continuar a uniformizar procedimentos através da publicação das normas e recomendações de boas práticas que sejam transversais a todos os serviços prestadores de cuidados do CHC, E.P.E.. Investir na implementação de uma política interna de anti-sépticos e desinfectantes Relatório e Contas Página 104 de 153

105 3 - Formação e informação a profissionais de saúde, utentes e visitantes Dar continuidade à campanha de higienização das mãos dirigida a profissionais, utentes e visitas. Desenvolver acções de formação em prevenção e controlo de IACS, nomeadamente: o o o o o o o o o Comissão de Controlo da Infecção: missão, regulamento, atribuições, enquadramento legal e actividades; O papel desempenhado pelo Membro Dinamizador da CCI; Boas práticas de higienização do ambiente hospitalar; Boas práticas de higienização das mãos; Boas práticas de armazenamento de material clínico; Correcta utilização de equipamentos de protecção individual; Precauções básicas e de isolamento; Prevenção e controlo de microrganismos epidemiologicamente importantes; Prevenção e controlo de infecção associada a procedimentos invasivos; Elaborar folhetos informativos para os doentes e suas visitas, abordando medidas básicas de prevenção e controlo da infecção em ambiente hospitalar; Publicação dos resultados epidemiológicos do Laboratório de Microbiologia. Publicar artigos no âmbito da prevenção e controlo das infecções, na revista do CHC, E.P.E. e na intranet. Promover reuniões para discussão e avaliação das actividades em curso. 4- Consultadoria e apoio Dar cumprimento ao regulamento interno da CC 2009 Relatório e Contas Página 105 de 153

106 2.Novo Hospital Pediátrico Previsivelmente no último semestre de 2010 ocorrerá a mudança do Hospital Pediátrico (HP) para as novas instalações. O novo HP dará resposta às necessidades em saúde da população em idade pediátrica de toda a região centro, dos 0 aos 17 anos completos habitantes - não obstante continuar a ser o centro de referência, a nível nacional, para algumas patologias, por exemplo, a transplantação hepática pediátrica, a patologia do sono, a cirurgia por escoliose e a paralisia cerebral. É expectável que a actividade assistencial do novo Hospital seja fortemente influenciada pelo alargamento da oferta de cuidados à faixa etária dos 13 aos 17 anos completos - factor que, por si só, a par do aumento da capacidade instalada, da diferenciação e modernização dos equipamentos, da significante melhoria das condições físicas e estruturais, irá confrontar o HP com um aumento na procura de cuidados, ainda que progressivo, o qual no primeiro ano de funcionamento terá maior impacto no Serviço de Urgência. Esta melhoria das condições físicas e dos equipamentos, proporcionará uma diferente forma de organização de cuidados, permitindo ainda melhores práticas e qualidade assistencial. Entre outros serviços ou sectores inovadores, assinala-se que o novo HP vai dispor de uma unidade de cuidados intermédios, uma unidade de internamento para oncologia, quartos de isolamento, uma unidade de queimados, hospital de dia de nefrologia, laboratório de citogenética, uma unidade de exames especiais e um serviço de medicina física de reabilitação. As futuras instalações e o aumento das áreas disponíveis, permitirão ainda a reorganização e centralização, no HP, de actuais serviços já existentes no CHC, nomeadamente os Serviços Farmacêuticos, o Serviço de Gestão de Materiais, a Central Telefónica e o Serviço de Instalações e Equipamentos. Esta reorganização trará significativas melhorias nas condições de trabalho e assistenciais com esperado impacto na racionalização de meios. Na programação do novo Hospital Pediátrico, hospital com ensino universitário nas disciplinas de pediatria e saúde Infantil, a vertente de ensino médico e pluridisciplinar teve especial desenvolvimento. É difícil a quantificação do impacto da nova estrutura, já que, por exemplo, ao nível do internamento, não obstante o aumento da lotação previsto no programa funcional, a abertura do hospital será realizada de uma forma faseada, numa perspectiva de consolidação da procura à qual corresponderá um consequente aumento da oferta de cuidados física e de recursos humanos Relatório e Contas Página 106 de 153

107 3.Linhas de produção para 2010 O Centro Hospitalar de Coimbra, E.P.E. assumiu já em sede de contrato-programa as metas de produção a atingir em 2010, que constam do quadro que se segue: 1. Consultas Externas 2. Internamento 3. Urgência 4. Sessões em Hospital de Dia 5. Serviços Domiciliários 6. GDH Ambulatório Actividades Nº Total Consultas Médicas Primeiras Consultas Consultas Subsequentes Doentes Saídos GHD Médicos GHD Crirúrgicos Hematologia Imuno-hemoterapia Infecciologia Psiquiatria Pediatria Pneumologia Oncologia Outros Programados Urgentes Total de Atendimentos (Total) Nº de Atendimentos (sem internamento) Total de Visitas Domiciliárias GDH Médicos (não inclui radioterapia) GDH Médicos - Radioterapia GDH Cirúrgicos Produção Sistema Produção Total Produção Sistema Produção SNS ,00% ,00% ,02% 87,01% 87,01% 87,01% ,27% ,00% ,17% ,41% ,00% ,00% ,02% ,33% ,04% 100,00% ,00% % Doentes 86,00% Sessões de Hemodiálise (ambulatório programado) ,93% Doentes em tratamento de Diálise Peritoneal ,00% 7. Programas de Saúde ,00% Diagnóstico Pré-Natal - Nº Protocolos I Diagnóstico Pré-Natal - Nº Protocolos II VIH/Sida - Nº Doentes em TAR HIV Sida - Doentes Transitados IG até 10 semanas - Nº IG Medicamentosa em Amb ,00% 85,00% 100,00% 100,00% 85,00% IG até 10 semanas - Nº IG Cirúrgica em Amb ,33% 8. Diagnóstico e Tratamento da Infertilidade Nº Consultas de Apoio à Fertilidade ,93% Nº Induções Ováricas ,00% Nº Inseminações Intra-Uterinas ,00% Nº Fertilizações In-Vitro ,00% 2009 Relatório e Contas Página 107 de 153

108 4. Proposta de aplicação de resultados Nos termos legais e estatutários, o Conselho de Administração propõe que o resultado líquido negativo obtido no ano de 2009, no valor de ,91, seja transferido para a conta de resultados transitados Relatório e Contas Página 108 de 153

109 Parte II Demonstrações Financeiras 2009 Relatório e Contas Página 109 de 153

110 BALANÇO em 31 Dezembro 2009 Notas Código contas ACTIVO AB AA AL AL Imobilizado: Imobilizações corpóreas: 422 Edifícios e outras construções , , , , Equipamento básico , , , , Equipamento de transporte , ,33 612,34 733, Ferramentas e utensílios , , , , Equipamento administrativo , , , , Outras imobilizações corpóreas , , , ,02 441/6 Imobilizações em curso de imob corpóreas , , , , , , ,63 Circulante: Existências: 36 Matérias-primas, subsidiárias e de consumo , , , ,27 0, , ,02 Dívidas de terceiros - curto prazo: 211 Clientes, c/c , , , Utentes c/c , , , Instituições do Ministério da Saúde , , , Clientes e utentes de cobrança duvidosa e , , , , Adiantamentos a fornecedores , , ,12 24 Estado e outros entes públicos , , , Outros devedores , , , , , , ,78 Títulos negociáveis: 18 Outras aplicações de tesouraria ,00 0,00 0,00 0, ,00 Depósitos em instituições financeiras e caixa: 12 Depósitos em instituições financeiras , , ,68 11 Caixa , , , ,68 Acréscimos e diferimentos: 271 Acréscimos de proveitos , , , Custos diferidos , , , , , ,34 Total de amortizações ,08 Total de provisões ,60 Exercícios Total do activo , , , ,45 Código contas FUNDOS PRÓPRIOS E PASSIVO Notas FUNDOS PRÓPRIOS: 51 Património , ,00 Reservas: 575 Subsídios , , Doações , , Reservas decorrentes da transferência de activos , , Reservas de avaliação , ,47 59 Resultados transitados ( ,13) , , ,11 88 Resultado líquido do exercício ( ,91) ( ,69) Total dos fundos próprios , ,42 PASSIVO: Subtotal... Dívidas a terceiros - Curto prazo: 219 Adiantamentos de clientes, utentes e inst. MS , , Fornecedores, c/c , , Fornecedores - facturas em recepção e conferência , ,12 23 Empréstimos obtidos , , Fornecedores de imobilizado, c/c , ,71 24 Estado e outros entes públicos , , Outros credores , ,48 Acréscimos e diferimentos: , , Acréscimos de custos , , Proveitos diferidos , , , ,43 Total do passivo... Total dos fundos próprios e do passivo , , , , Relatório e Contas Página 110 de 153

111 DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS em 31 Dezembro de 2009 Exercícios Notas Código contas CUSTOS E PERDAS Custo das matérias consumidas: Matérias de consumo , , , ,17 62 Fornecimentos e serviços externos , ,99 Custos com o pessoal: Remunerações , ,63 Encargos sociais: 643 Pensões , , a 648 Outros , , , ,19 66 Amortizações do exercício , ,15 67 Provisões do exercício , , , ,83 65 Outros custos e perdas operacionais , , , ,88 (A) , ,06 68 Custos e perdas financeiras , ,05 (C) , ,11 69 Custos e perdas extraordinários , ,65 (E) , ,76 86 Imposto sobre o rendimento do exercício , ,31 (G) , ,07 88 Resultado líquido do exercício... ( ,91) ( ,69) , ,38 PROVEITOS E GANHOS 71 Vendas e Prestações de Serviços: 712 Prestações de serviços , , , ,38 73 Proveitos suplementares ,02 74 Transferências e Subsídios correntes obtidos 742 Transferências correntes obtidas , , Subsíd. correntes obtidos - Out. entes públicos , , De outras entidades , , , ,93 76 Outros proveitos e ganhos operacionais , ,86 (B) , ,17 78 Proveitos e ganhos financeiros , ,62 (D) , ,79 79 Proveitos e ganhos extraordinários , ,59 (F) , ,38 Resultados operacionais: (B) - (A) =... ( ,64) ( ,89) Resultados financeiros: (D-B) - (C-A) =... ( ,95) ,57 Resultados correntes: (D) - (C) =... ( ,59) ( ,32) Resultados antes de impostos: (F) - (E) =... ( ,83) ( ,38) Resultado líquido do exercício: (F) - (G) =... ( ,91) ( ,69) 2009 Relatório e Contas Página 111 de 153

112 DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS POR FUNÇÕES em 31 Dezembro de 2009 Exercícios Vendas e prestação de serviços , ,85 Custos das vendas e prestações de serviços , ,38 Resultados brutos , ,53 Outros proveitos e ganhos operacionais , ,53 Custos administrativos , ,76 Outros custos e perdas operacionais , ,53 Resultados operacionais , ,29 Custo Líquido de financiamento , ,09 Resultados correntes , ,38 Imposto sobre resultados correntes , ,31 Resultados correntes após impostos , ,69 Resultado Liquido , , Relatório e Contas Página 112 de 153

113 ACTIVIDADES OPERACIONAIS Resultado líquido do exercício , ,69 Ajustamentos: Amortizações , ,15 Provisões , ,68 Resultados Financeiros ,09 Aumento das dívidas de terceiros , ,35 Aumento das existências -789, ,37 Aumento das dívidas a terceiros , ,71 Diminuição dos proveitos diferidos , ,51 Aumento dos acréscimos de proveitos ,96 Diminuição dos acréscimos de proveitos ,07 Aumento dos custos diferidos ,75-776,70 Aumento dos acréscimos de custos ,32 Diminuição dos acréscimos de custos ,57 ACTIVIDADES DE INVESTIMENTO Recebimentos provenientes de: Fluxos das actividades operacionais (1) , ,72 Subsídios de investimento , ,88 Pagamentos respeitantes a: Imobilizações corpóreas , ,77 ACTIVIDADES DE FINANCIAMENTO Recebimentos provenientes de: Fluxos das actividades de investimento (2) , ,89 Empréstimos obtidos , ,53 Aumentos de capital , ,00 Pagamentos respeitantes a: DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA Método Indirecto Empréstimos obtidos ,52 Juros e custos similares ,09 Fluxos das actividades de financiamento (3) , ,53 Variações de caixa e seus equivalentes (4)=(1)+(2)+(3) , ,08 Caixa e seus equivalentes no inicio do periodo , ,76 Caixa e seus equivalentes no fim do periodo , , Relatório e Contas Página 113 de 153

114 ANEXO À DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA EXERCÍCIO DE Numerário 0, ,00 Depósitos bancários imediatamente mobilizáveis , ,68 Equivalentes a caixa Caixa e seus equivalentes , ,68 Outras disponibilidades: Títulos Negociáveis... 0, ,00 Disponibilidades constantes do balanço , , Relatório e Contas Página 114 de 153

115 2009 Relatório e Contas Página 115 de 153

116 2009 Relatório e Contas Página 116 de 153

117 2009 Relatório e Contas Página 117 de 153

118 2009 Relatório e Contas Página 118 de 153

119 2009 Relatório e Contas Página 119 de 153

120 2009 Relatório e Contas Página 120 de 153

121 2009 Relatório e Contas Página 121 de 153

122 Parte III Anexos às demonstrações financeiras 2009 Relatório e Contas Página 122 de 153

123 1. Caracterização da entidade 1.1. Identificação O Centro Hospitalar de Coimbra, E.P.E. tem sede na Quinta dos Vales, em São Martinho do Bispo, Coimbra e possui o número de identificação fiscal Legislação O Centro Hospitalar de Coimbra, E.P.E foi criado pelo Decreto-Lei n.º 50-A/2007, de 28 de Fevereiro, sucedendo ao Centro Hospitalar de Coimbra, unidade de saúde integrada no sector público administrativo, em todos os direitos e obrigações Estrutura organizacional efectiva O modelo de organização interna pode visualizar-se na página 10 deste documento Actividade A missão do Centro Hospitalar de Coimbra, EPE é a prestação de cuidados de saúde altamente diferençados em todo o ciclo da vida humana, numa perspectiva integrada, desde a prevenção à reabilitação, constituindo-se como centro de referência regional e nacional, em áreas consideradas como pólos de excelência. Faz, também, parte da sua missão a investigação, o ensino e a formação pré e pós graduada Recursos Humanos Grupo Profissional Contrato de Trabalho em Funções Públicas Contrato Individual de Trabalho Órgãos de Direcção Dirigentes Médicos* Téc. Sup. Saúde Técnico Superior Enfermagem Téc. Diag. Terapêutica Téc. Informática Docente Assistente Técnico Assistente Operacional Outro TOTAL * Médicos Especialistas e Internos Total 2009 Relatório e Contas Página 123 de 153

124 1.6. Organização contabilística a. Existe um manual interno de procedimentos contabilísticos; b. É utilizada a aplicação informática (SIDC) disponibilizada pela ACSS que permite efectuar registos de contabilidade geral, contabilidade orçamental e contabilidade analítica; c. Existe um arquivo de receita organizado por número de guia de receita e outro de despesa, organizado por número de caixa; d. Trimestralmente é elaborado o relatório de execução orçamental que é enviado a Inspecção-geral das Finanças; e. Existe centralização contabilística utilizando para o efeito a aplicação informática acima referida. 2. Notas ao balanço e à demonstração de resultados 2.1. Apresentação das demonstrações financeiras a. As demonstrações financeiras foram preparadas de harmonia com os princípios previstos no Plano Oficial de Contabilidade do Ministério da Saúde (POCMS); b. As notas que se seguem apresentam os valores em euros e respeitam a ordem estabelecida no POCMS. As notas não mencionadas não se aplicam à empresa ou respeitam a factos ou situações não materialmente relevantes ou que não ocorreram durante o exercício em causa Critérios valorimétricos As demonstrações financeiras foram elaboradas de acordo com os critérios valorimétricos e métodos de cálculo a seguir evidenciados: a. Reconhecimento de custos e proveitos: a generalidade dos custos e dos proveitos são registados no exercício a que respeitam, independentemente do seu pagamento ou recebimento, de acordo com o princípio contabilístico do acréscimo (especialização dos exercícios); 2009 Relatório e Contas Página 124 de 153

125 b. Imobilizações Corpóreas: Encontram-se valorizadas ao custo de aquisição. As amortizações são calculadas pelo método das quotas constantes, sobre os valores de aquisição e por duodécimos tendo em conta a data de entrada em funcionamento utilizando para o efeito as taxas previstas no CIBE - Cadastro e Inventariação dos Bens do Estado (Portaria n.º 671/2000, de 17 de Abril); c. Existências: São valorizadas ao custo médio de aquisição, considerando-se o custo de aquisição de um bem a soma do respectivo preço de compra com os gastos suportados para o colocar em armazém; d. Dívidas de cobrança duvidosa: a provisão para créditos de cobrança duvidosa foi calculada com base na antiguidade da dívida e na análise dos riscos de cobrança identificados nos saldos de clientes. e. Encargos com férias e subsídios de férias: as férias e subsídios de férias são registados como custo do ano em que os funcionários adquirem o direito ao seu recebimento. Em consequência, o valor de férias e subsídio de férias vencido e não pago à data do balanço foi estimado e incluído na rubrica de acréscimo de custos. f. Contabilização dos subsídios ao investimento: os subsídios relativamente a investimentos são transferidos para resultados ao longo da vida útil dos bens a que dizem respeito na proporção das suas amortizações Relatório e Contas Página 125 de 153

126 2.7. Movimentos ocorridos no activo imobilizado Activo Bruto Rubricas Saldo Inicial Regularizações Aumentos Alienações Transf. e abates Saldo final Imobilizações incorpóreas Despesas de instalação Dep. Investigação e desenv. Trespasses Adiant. p/ conta imob. Incorp. 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Imobilizações corpóreas Terrenos e Recur. Naturais Edifícios e Outras Construções , , ,76 Equipamento básico , , , , ,78 Equipamento de transporte ,67 0, ,67 Ferramentas e utensílios ,53-452,41 952, ,36-139, ,22 Equip. administrativo e informático , , , , ,43 Outras imob. Corpóreas , , ,34-400, ,52 Imobilizações em curso , , , , , , , , ,47 Amortizações Rubricas Saldo Inicial Regularizações Aumentos Alienações Transf. e abates Saldo final Imobilizações incorpóreas Despesas de instalação Dep. Investigação e desenv. Trespasses Adiant. p/ conta imob. Incorp. 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Imobilizações corpóreas Terrenos e Recur. Naturais Edifícios e Outras Construções , , ,51 Equipamento básico , , , , ,91 Equipamento de transporte ,49 120,84 0, ,33 Ferramentas e utensílios ,90-452, ,33 202,80-133, ,25 Equip. administrativo e informático , , , , ,74 Outras imob. Corpóreas ,71-845, ,92-142, , , , ,21 202, , , Relatório e Contas Página 126 de 153

127 2.23. Valor global das dívidas de cobrança duvidosa O saldo das dívidas de cobrança duvidosa evidenciado no balanço refere-se, na totalidade, a saldos a receber de clientes no valor de , Saldos com o pessoal Dívidas activas e passivas respeitantes ao pessoal: Adiantamentos ao pessoal: 6.077,25 ; Remunerações a pagar ao pessoal: 1.013, Dívidas ao Estado em mora A empresa não tem contribuições em mora à Segurança Social, nem impostos ou dívidas ao Estado. As suas dívidas para com estas instituições são as decorrentes da sua actividade normal e são liquidadas nos respectivos prazos legais Provisões acumuladas Código das contas Designação Saldo Inicial Aumento Saldo final 291 Provisões para cobrança duvidosa , , , Relatório e Contas Página 127 de 153

128 2.32. Movimentos ocorridos nos fundos próprios Designação Saldo Inicial Aumento Redução Saldo final Património , , ,00 Subsídios , ,02 Doações , ,83 Reservas decorrentes da transf. activos , ,23 Reserva de avaliação , , ,56 Resultados transitados , , ,13 Resultados Líquidos , , , ,91 Total , , , ,60 Património Neste momento o valor que esta rubrica apresenta é o do capital estatutário subscrito e realizado em 2007 após a criação do Centro Hospitalar de Coimbra, E.P.E. no montante de ,00 euros, acrescido de um aumento de capital estatutário em 2008 no montante de ,00 euros e de um aumento de capital estatutário em 2009 no montante de ,00 euros. Reserva de Avaliação Nesta conta estão reflectidas os valores resultantes da divergência verificada, aquando da conferência dos valores da contabilidade com os valores do aprovisionamento em termos de imobilizado e respectivas amortizações. Resultados Transitados O lançamento de ,69 euros corresponde ao resultado líquido negativo que transitou de Resultados Líquidos O aumento (negativo) corresponde ao resultado líquido de 2009 e a diminuição à transferência do resultado líquido negativo de 2008 para resultados transitados Custo das matérias consumidas Código das contas Movimentos Matérias-primas, subsidiárias e de consumo 36 Existências iniciais ,02 31 Compras ,90 38 Regularização de existências ,61 36 Existências finais ,27 61 Custos no exercício , Relatório e Contas Página 128 de 153

129 2.35. Repartição do valor líquido das prestações de serviços Todas as operações foram realizadas no mercado interno Demonstração de resultados financeiros Código das contas Custos e Perdas Exercícios Código Exercícios das Proveitos e Ganhos contas Juros suportados , , Juros obtidos , , Diferenças de câmbio desfavoráveis 6, Diferenças de câmbio favoráveis 21,88 275, Outros custos e perdas financeiros 2.531, , Descontos de pronto pagamento obtidos , ,82 Resultados Financeiros , , Outros proveitos e ganhos financeiros 5,93 54, , , , , Relatório e Contas Página 129 de 153

130 2.38. Demonstração de resultados extraordinários Código das contas Custos e Perdas Exercícios Código Exercícios das Proveitos e Ganhos contas Dívidas incobráveis , , Recuperação de dívidas ,69 0, Perdas em existências , , Ganhos em existências , , Perdas em imobilizações , , Ganhos em imobilizações 202,80 0, Multas e penalidades 1.684, , Beneficios e penalidades contratuais , , Correcções relativas exerc. anteriores , , Correcções relativas exerc. anteriores , , Outros custos perdas extraordin , , Outros proveitos e ganhos extraordin , ,52 Resultados Extraordinários , , , , , , Outras informações consideradas relevantes para melhor compreensão da posição financeira e dos resultados Para a apresentação de uma imagem mais apropriada da situação do CHC,EPE e dado que em 2009 não foi possível facturar à ACSS, IP as prestações de serviços efectuadas neste ano ao SNS, foi feita a transferência do valor dos proveitos acrescidos na conta ACSS, IP, a facturar em 2010, para a conta 2195 Adiantamentos de instituições do Estado ( ,35) Relatório e Contas Página 130 de 153

131 3.Notas sobre o processo orçamental e respectiva execução Este capítulo é apresentado em relatório separado, enviado oportunamente com o parecer do fiscal único que é obrigatório pelo Despacho do Ministro das Finanças n.º27122/2004 (II Série), de 30 de Novembro. Coimbra, 30 de Abril de 2009 A Técnica Oficial de Contas O Conselho de Administração (Dr.ª Sónia Gonçalves) (Dra. Rosa Reis Marques) (Dr.ª Manuela Mota Pinto) (Dr. Carlos Mendonça) (Enf. António Sampaio) 2009 Relatório e Contas Página 131 de 153

132 Parte IV Certificação legal de contas 2009 Relatório e Contas Página 132 de 153

133 2009 Relatório e Contas Página 133 de 153

Princípios de Bom Governo

Princípios de Bom Governo Princípios de Bom Governo Regulamentos internos e externos a que a empresa está sujeita O CHC, E.P.E. rege-se pelo regime jurídico aplicável às entidades públicas empresariais, com as especificidades previstas

Leia mais

Identificação da empresa

Identificação da empresa Identificação da empresa O Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, EPE, criado através do Decreto Lei n.º 326/2007 de 28 de Setembro, com início de actividade a 1 de Outubro de 2007, resultou da fusão de

Leia mais

Sumário. 1 Missão, visão e valores. 2 Mensagem do Conselho de Administração. 3 Equipa de gestão do Centro Hospitalar de Coimbra. 4 Sumário executivo

Sumário. 1 Missão, visão e valores. 2 Mensagem do Conselho de Administração. 3 Equipa de gestão do Centro Hospitalar de Coimbra. 4 Sumário executivo Sumário 1 Missão, visão e valores 2 Mensagem do Conselho de Administração 3 Equipa de gestão do Centro Hospitalar de Coimbra 4 Sumário executivo 5 Enquadramento actual do Centro Hospitalar de Coimbra 5.1

Leia mais

Nº de Utilizadores do Hospital Psiquiátrico. Nº de Utilizadores do Hospital Psiquiátrico. Fecho (Ano N-2) Estimado (Ano N-1) Acumulado (Ano N)

Nº de Utilizadores do Hospital Psiquiátrico. Nº de Utilizadores do Hospital Psiquiátrico. Fecho (Ano N-2) Estimado (Ano N-1) Acumulado (Ano N) Q 2 Número de Utilizadores do Hospital (P) Instituições Unidade Local de Saúde de Castelo Branco, EPE Agr. Scenario Contratualização Time Dezembro 2012 Área de Influência Fora da Área de Influência Notas:

Leia mais

S.R. DA SAÚDE Portaria n.º 58/2015 de 6 de Maio de 2015

S.R. DA SAÚDE Portaria n.º 58/2015 de 6 de Maio de 2015 S.R. DA SAÚDE Portaria n.º 58/2015 de 6 de Maio de 2015 A redução de listas de espera cirúrgicas, de consultas e de meios complementares de diagnóstico e terapêutica para tempos de espera clinicamente

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO. Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho, EPE. Vila Nova de Gaia, 30 de Agosto de 2007

REGULAMENTO INTERNO. Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho, EPE. Vila Nova de Gaia, 30 de Agosto de 2007 REGULAMENTO INTERNO Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho, EPE Vila Nova de Gaia, 30 de Agosto de 2007 1ª Revisão: Vila Nova de Gaia, 30 de Setembro de 2010 ÍNDICE CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

Leia mais

PLANO DE PREVENÇÃO DE RISCOS DE GESTÃO, INCLUINDO OS RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRAÇÕES CONEXAS

PLANO DE PREVENÇÃO DE RISCOS DE GESTÃO, INCLUINDO OS RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRAÇÕES CONEXAS Plano de Prevenção de Riscos de Corrupção e Infrações Conexas PLANO DE PREVENÇÃO DE RISCOS DE GESTÃO, INCLUINDO OS RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRAÇÕES CONEXAS

Leia mais

CENTRO HOSPITALAR DO BAIXO VOUGA, EPE. 1 Órgãos Sociais... 3. 2 Atividade Assistencial... 4. 3 Recursos Humanos... 13. 4 Execução Orçamental...

CENTRO HOSPITALAR DO BAIXO VOUGA, EPE. 1 Órgãos Sociais... 3. 2 Atividade Assistencial... 4. 3 Recursos Humanos... 13. 4 Execução Orçamental... SUMÁRIO 1 Órgãos Sociais... 3 2 Atividade Assistencial... 4 3 Recursos Humanos... 13 4 Execução Orçamental... 17 5 Controlo de Gestão... 21 6 Conclusão... 26 2 1 Órgãos Sociais Conselho de Administração

Leia mais

Hospital de Santo Espirito da Ilha Terceira e a sua articulação com as Unidades de Saúde de Ilha da RAA. Paula Moniz

Hospital de Santo Espirito da Ilha Terceira e a sua articulação com as Unidades de Saúde de Ilha da RAA. Paula Moniz Hospital de Santo Espirito da Ilha Terceira e a sua articulação com as Unidades de Saúde de Ilha da RAA Paula Moniz VISÃO O Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira, EPER pretende ser uma instituição

Leia mais

Cargo Órgãos Sociais Eleição Mandato. Mesa da Assembleia-geral. Não Aplicável. Conselho de Administração

Cargo Órgãos Sociais Eleição Mandato. Mesa da Assembleia-geral. Não Aplicável. Conselho de Administração Modelo de Governo Cargo Órgãos Sociais Eleição Mandato Presidente Vice-Presidente Secretário Mesa da Assembleia-geral Não Aplicável Presidente Conselho de Administração Izabel Maria Nunes Rodrigues Daniel

Leia mais

Enquadramento. Orientação Estratégica

Enquadramento. Orientação Estratégica Instituição Centro Hospitalar de Leiria, EPE - Agr. Q 01 Sumário Executivo Enquadramento O Plano Estratégico do Centro Hospitalar de Leiria, E.P.E. (CHL) representa a identificação das principais linhas

Leia mais

Orçamento da saúde 2012 para onde vai o seu dinheiro?

Orçamento da saúde 2012 para onde vai o seu dinheiro? Orçamento da saúde 2012 para onde vai o seu dinheiro? José Carlos Caiado 26 de Outubro de 2011 Introdução Elaboração do orçamento da saúde Monitorização e divulgação de informação Melhoria do desempenho

Leia mais

CENTRO DE AMBULATÓRIO PEDIÁTRICO

CENTRO DE AMBULATÓRIO PEDIÁTRICO PROJECTO CENTRO DE AMBULATÓRIO PEDIÁTRICO do Hospital de Santa Maria CENTRO DE AMBULATÓRIO PEDIÁTRICO MARIA RAPOSA Todos os anos, um número crescente de crianças, dos 0 aos 18 anos de idade, são assistidas

Leia mais

Quem somos? MUNICÍPIO DO SEIXAL CENSOS 2011. População residente 158.269 hab. População jovem 27% População idosa 15% Mulheres 52% Homens 48%

Quem somos? MUNICÍPIO DO SEIXAL CENSOS 2011. População residente 158.269 hab. População jovem 27% População idosa 15% Mulheres 52% Homens 48% ARPIFF, 21 DE NOVEMBRO DE 2014 Quem somos? MUNICÍPIO DO SEIXAL CENSOS 2011 47.661 30,11% 48.629 30,73% 28886 18,25% 2776 1,75% 13258 8,38% População residente 158.269 hab. População jovem 27% População

Leia mais

Cargo Órgãos Sociais Nomeação Mandato. Conselho de Administração. Carlos José Cadavez Fernando Miguel P. Oliveira Pereira. José Joaquim Costa

Cargo Órgãos Sociais Nomeação Mandato. Conselho de Administração. Carlos José Cadavez Fernando Miguel P. Oliveira Pereira. José Joaquim Costa Modelo de Governo O Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, E. P. E, reveste a natureza de entidade pública Empresarial, e foi criado através do Decreto-Lei n.º 50-A/2007 de 28 de Fevereiro,

Leia mais

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Terça-feira, 27 de maio de 2014. Série. Número 96

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Terça-feira, 27 de maio de 2014. Série. Número 96 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Terça-feira, 27 de maio de 2014 Série Sumário VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Despacho n.º 90/2014 Delega competências no Diretor Regional de Infraestruturas

Leia mais

Ministro de Estado, das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministro de Estado e da Presidência e Ministra Ciência e Ensino Superior

Ministro de Estado, das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministro de Estado e da Presidência e Ministra Ciência e Ensino Superior DESPACHO CONJUNTO Ministro de Estado, das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministro de Estado e da Presidência e Ministra Ciência e Ensino Superior Considerando a Decisão da Comissão nº C (2004) 5735,

Leia mais

DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão

DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão A Análise das Demonstrações Financeiras Este artigo pretende apoiar o jovem empreendedor, informando-o de como utilizar os

Leia mais

Finantia SGFTC, S.A. Relatório e Contas 2012

Finantia SGFTC, S.A. Relatório e Contas 2012 Finantia SGFTC, S.A. Relatório e Contas 2012 Finantia S.G.F.T.C., S.A. Rua General Firmino Miguel, nº 5 1º 1600-100 Lisboa Matrícula na Conservatória do Registo Comercial de Lisboa e Pessoa Colectiva nº

Leia mais

Unidades prestadores de cuidados de saúde do SNS. Departamento da Qualidade na Saúde (dqs@dgs.pt)

Unidades prestadores de cuidados de saúde do SNS. Departamento da Qualidade na Saúde (dqs@dgs.pt) NÚMERO: 006/2015 DATA: 08/04/2015 ASSUNTO: Gestão Integrada da Obesidade Requisitos para Centros de Tratamento Cirúrgico de Obesidade PALAVRAS-CHAVE: Tratamento Cirúrgico de Obesidade, Obesidade PARA:

Leia mais

REGULAMENTO DA ÁREA MÉDICA DOS SERVIÇOS SOCIAIS DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA

REGULAMENTO DA ÁREA MÉDICA DOS SERVIÇOS SOCIAIS DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA REGULAMENTO DA ÁREA MÉDICA DOS SERVIÇOS SOCIAIS DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA Índice Capítulo I Disposições gerais Secção I Noção, âmbito e objectivos Art.º 1 - Noção e âmbito material Art.º 2 - Objectivos

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA RESIDÊNCIA MÉDICA DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA

REGIMENTO INTERNO DA RESIDÊNCIA MÉDICA DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA REGIMENTO INTERNO DA RESIDÊNCIA MÉDICA DA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Artigo 1 o.- A Universidade Federal de Uberlândia (UFU) através da Faculdade de Medicina e do Hospital de Clínicas, manterá

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 41 1 de Março de 2010 575. Artigo 25.º. Artigo 20.º

Diário da República, 1.ª série N.º 41 1 de Março de 2010 575. Artigo 25.º. Artigo 20.º Diário da República, 1.ª série N.º 41 1 de Março de 2010 575 Artigo 20.º Oferta formativa e monitorização 1 A oferta formativa destinada aos activos desempregados é assegurada através de cursos de educação

Leia mais

Sistemas de gestão em confronto no SNS Pág. 1

Sistemas de gestão em confronto no SNS Pág. 1 Sistemas de gestão em confronto no SNS Pág. 1 OS QUATRO SISTEMAS DE GESTÃO ACTUALMENTE EM CONFRONTO NO ÂMBITO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE (SNS) E O PROGRAMA DO PS PARA A SAÚDE RESUMO DESTE ESTUDO Neste momento

Leia mais

Identificação da Empresa. Missão. Visão

Identificação da Empresa. Missão. Visão Identificação da Empresa Designação social: Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE Sede: Rua José António Serrano, 1150-199 - Lisboa Natureza jurídica: Entidade Pública Empresarial Início de actividade:

Leia mais

PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 310/XII/1.ª

PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 310/XII/1.ª Grupo Parlamentar PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 310/XII/1.ª RECOMENDA AO GOVERNO A MANUTENÇÃO EM FUNCIONAMENTO DA MATERNIDADE ALFREDO DA COSTA NAS INSTALAÇÕES ATUAIS, A SALVAGUARDA DA ESTABILIDADE E INTEGRIDADE

Leia mais

RESOLUÇÃO N.º /2011. Cumprir ou justificar no universo das empresas públicas não financeiras

RESOLUÇÃO N.º /2011. Cumprir ou justificar no universo das empresas públicas não financeiras RESOLUÇÃO N.º /2011 Cumprir ou justificar no universo das empresas públicas não financeiras A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição, recomendar ao Governo

Leia mais

CENTRO HOSPITALAR LISBOA NORTE, E.P.E

CENTRO HOSPITALAR LISBOA NORTE, E.P.E CENTRO HOSPITALAR LISBOA NORTE, E.P.E 2013 ÍNDICE 1. Identificação da Entidade... 3 2. Caracterização Geral... 4 3 Sistemas de Informação... 5 4. Outros Aspectos de Regulação, Organização e Controlo Interno

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL SOBRE O ACESSO A CUIDADOS DE SAÚDE

RELATÓRIO ANUAL SOBRE O ACESSO A CUIDADOS DE SAÚDE RELATÓRIO ANUAL SOBRE O ACESSO A CUIDADOS DE SAÚDE As entidades prestadoras de cuidados de saúde devem publicar e divulgar, até 31 de Março de cada ano, um relatório circunstanciado sobre o acesso aos

Leia mais

Reestruturar o Sector Empresarial do Estado

Reestruturar o Sector Empresarial do Estado PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 458/XI/2.ª Reestruturar o Sector Empresarial do Estado A descrição de carácter económico-financeiro apresentada na próxima secção não deixa dúvidas sobre a absoluta necessidade

Leia mais

Regulamento Interno do Voluntariado. Aprovado em 20 de Maio de 2002

Regulamento Interno do Voluntariado. Aprovado em 20 de Maio de 2002 Aprovado em 20 de Maio de 2002 www.faad.online.pt 1/1 CAPÍTULO I NATUREZA, FINS E DEFINIÇÃO ARTIGO 1º 1. A Fundação de Aurélio Amaro Diniz é uma Instituição Particular de Solidariedade Social registada

Leia mais

TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO

TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO INDICE 1 NOTA PRÉVIA 3 2 LINHAS DE ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA 4 3 PLANO DE FORMAÇÃO 4 4 FREQUÊNCIA DE ACÇÕES DE FORMAÇÃO 6

Leia mais

1. Introdução. Ao nível dos diplomas complementares destaca-se:

1. Introdução. Ao nível dos diplomas complementares destaca-se: ÍNDICE 1. Introdução 3 2. Organograma 7 3. Caracterização Global do Efectivo 9 4. Emprego 10 5. Estrutura Etária do Efectivo 13 6. Antiguidade 14 7. Trabalhadores Estrangeiros 15 8. Trabalhadores Deficientes

Leia mais

3574 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 139 18 de Junho de 2003 MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E DO ENSINO SUPERIOR

3574 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 139 18 de Junho de 2003 MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E DO ENSINO SUPERIOR 3574 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 139 18 de Junho de 2003 MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E DO ENSINO SUPERIOR Decreto-Lei n. o 120/2003 de 18 de Junho A Lei Orgânica do Ministério da Ciência e do Ensino Superior,

Leia mais

NOTAS PRÉVIAS I - DE APRESENTAÇÃO

NOTAS PRÉVIAS I - DE APRESENTAÇÃO NOTAS PRÉVIAS I - DE APRESENTAÇÃO 1. O presente estudo dá continuidade ao trabalho de natureza estatística relativo às declarações do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (DR Modelo 22 de

Leia mais

Decreto-Lei 187/2002, de 21 de Agosto-192 Série I-A

Decreto-Lei 187/2002, de 21 de Agosto-192 Série I-A Decreto-Lei 187/2002, de 21 de Agosto-192 Série I-A Procede à criação dos fundos de sindicação de capital de risco (FSCR) Decreto-Lei n.º 187/2002, de 21 de Agosto Nos termos da Resolução do Conselho de

Leia mais

REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE SOBRAL DE MONTE AGRAÇO

REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE SOBRAL DE MONTE AGRAÇO REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE SOBRAL DE MONTE AGRAÇO Reunião de Câmara (aprovação do projecto) 01/03/2010 Edital (apreciação pública) 19/03/2010 Publicado (projecto) no DR II Série, n.º

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 133 13 de Julho de 2009 4449. (CNC), anexo ao presente decreto -lei e que dele faz parte integrante. Artigo 2.

Diário da República, 1.ª série N.º 133 13 de Julho de 2009 4449. (CNC), anexo ao presente decreto -lei e que dele faz parte integrante. Artigo 2. Diário da República, 1.ª série N.º 133 13 de Julho de 2009 4449 Decreto-Lei n.º 160/2009 de 13 de Julho Com a aprovação de um novo Sistema de Normalização Contabilística, inspirado nas normas internacionais

Leia mais

Avaliação do Encerramento dos Blocos de Partos

Avaliação do Encerramento dos Blocos de Partos Por iniciativa da Administração Regional de Saúde do Norte (ARSN), foram avaliados, a 9 de Outubro passado os primeiros três meses do processo de encerramento dos Blocos de Partos do Hospital Santa Maria

Leia mais

Plano de Gestão de Riscos (incluindo os riscos de corrupção e infracções conexas) Índice:

Plano de Gestão de Riscos (incluindo os riscos de corrupção e infracções conexas) Índice: Índice: I. Enquadramento... 2 II. Caracterização do CHTS, EPE... 4 III. Metodologia de Gestão de Risco... 7 IV. Ambiente Interno... 8 V. Identificação dos Riscos... 11 1. Áreas de Risco... 11 2. Avaliação

Leia mais

Região Centro. Instituição Instituição local Contexto de Prática Clínica. Cuidados de Saúde Primários. Unidade de Saúde Familiar Lusitana

Região Centro. Instituição Instituição local Contexto de Prática Clínica. Cuidados de Saúde Primários. Unidade de Saúde Familiar Lusitana Região Centro Instituição Instituição local Contexto de Prática Clínica Cuidados de Saúde Primários ACeS Dão Lafões Unidade de Saúde Familiar Lusitana Unidade de Saúde Familiar Viseu Cidade Unidade de

Leia mais

Reunião Nacional das Comissões de Ética PERSPECTIVAS FUTURAS DA INVESTIGAÇÃO CLÍNICA EM PORTUGAL

Reunião Nacional das Comissões de Ética PERSPECTIVAS FUTURAS DA INVESTIGAÇÃO CLÍNICA EM PORTUGAL Reunião Nacional das Comissões de Ética PERSPECTIVAS FUTURAS DA INVESTIGAÇÃO CLÍNICA EM PORTUGAL Recursos Humanos Financiamento Condições Legais: Lei de Investigação Clínica Fundo para a Investigação em

Leia mais

CAPÍTULO I Disposições gerais

CAPÍTULO I Disposições gerais ESTATUTOS DO CONSELHO DAS FINANÇAS PÚBLICAS Aprovados pela Lei n.º 54/2011, de 19 de outubro, com as alterações introduzidas pelo artigo 187.º da Lei n.º 82-B/2014, de 31 de dezembro (Grafia adaptada em

Leia mais

CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE OURÉM - CLASO -

CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE OURÉM - CLASO - CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE OURÉM - CLASO - CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Objecto O presente regulamento interno destina-se a definir e dar a conhecer os princípios a que obedece a constituição,

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES 2011

PLANO DE ACTIVIDADES 2011 PLANO DE ACTIVIDADES 2011 MARÇO DE 2011 Este documento apresenta os objectivos estratégicos e as acções programáticas consideradas prioritárias para o desenvolvimento da ESE no ano 2011. O Plano de Actividades

Leia mais

A Apreciação Geral. Sem esta abordagem torna se incontornável um impasse no desenvolvimento do processo negocial.

A Apreciação Geral. Sem esta abordagem torna se incontornável um impasse no desenvolvimento do processo negocial. A Apreciação Geral Relativamente às anteriores propostas negociais enviadas a 20/2/2009 e objecto de discussão na reunião realizada a 3/3/2009, verificamos a evolução para a apresentação de um único documento

Leia mais

Ministérios das Finanças e da Economia. Portaria n.º 37/2002 de 10 de Janeiro

Ministérios das Finanças e da Economia. Portaria n.º 37/2002 de 10 de Janeiro Ministérios das Finanças e da Economia Portaria n.º 37/2002 de 10 de Janeiro O Decreto-Lei n.º 70-B/2000, de 5 de Maio, aprovou o enquadramento das medidas de política económica para o desenvolvimento

Leia mais

Princípios de Bom Governo

Princípios de Bom Governo Princípios de Bom Governo Regulamentos internos e eternos a que a empresa está sujeita A Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM), rege-se pelos Estatutos constantes do aneo ao Decreto-Lei nº 183/2008

Leia mais

Princípios de Bom Governo

Princípios de Bom Governo Princípios de Bom Governo Regulamentos internos e externos a que a empresa está sujeita O Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio, E. P. E. rege-se pela legislação e demais normativos aplicáveis às Entidades

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO SERVIÇO DE APOIO DOMICILIARIO

REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO SERVIÇO DE APOIO DOMICILIARIO REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO SERVIÇO DE APOIO DOMICILIARIO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS NORMA I Âmbito de Aplicação O Centro Social e Polivalente de Ourentã, (C.S.P.O.) designado por Instituição

Leia mais

XIV. Recursos Humanos ÍNDICE

XIV. Recursos Humanos ÍNDICE XIV Recursos Humanos ÍNDICE SECÇÃO I CONSIDERAÇÕES GERAIS...2 SECÇÃO II ENTIDADE GESTORA DO ESTABELECIMENTO...2 1. Planeamento de Recursos Humanos...2 2. Recrutamento...5 3. Integração e Formação Inicial...6

Leia mais

Projecto de Lei nº 68/XII. Lei de Bases da Economia Social

Projecto de Lei nº 68/XII. Lei de Bases da Economia Social Projecto de Lei nº 68/XII Lei de Bases da Economia Social A Economia Social tem raízes profundas e seculares na sociedade portuguesa. Entidades como as misericórdias, as cooperativas, as associações mutualistas,

Leia mais

O SUCH Serviço de Utilização Comum dos Hospitais é uma associação privada sem fins lucrativos ( pessoa colectiva de utilidade pública).

O SUCH Serviço de Utilização Comum dos Hospitais é uma associação privada sem fins lucrativos ( pessoa colectiva de utilidade pública). Ao Jornal I Jornalista Liliana Valente ENQUADRAMENTO PRÉVIO O SUCH Serviço de Utilização Comum dos Hospitais é uma associação privada sem fins lucrativos ( pessoa colectiva de utilidade pública). Com 44

Leia mais

Índice Descrição Valor

Índice Descrição Valor 504448064 Índice Descrição Valor 1 Missão, Objectivos e Princípios Gerais de Actuação 11 Cumprir a missão e os objectivos que lhes tenham sido determinados de forma económica, financeira, social e ambientalmente

Leia mais

Portaria n.º 129/2009, de 30 de Janeiro, Regulamenta o Programa Estágios Profissionais (JusNet 211/2009)

Portaria n.º 129/2009, de 30 de Janeiro, Regulamenta o Programa Estágios Profissionais (JusNet 211/2009) LEGISLAÇÃO Portaria n.º 129/2009, de 30 de Janeiro, Regulamenta o Programa Estágios Profissionais (JusNet 211/2009) ( DR N.º 21, Série I 30 Janeiro 2009 30 Janeiro 2009 ) Emissor: Ministério do Trabalho

Leia mais

Manda o Governo, pelos Ministros de Estado e das Finanças e das Obras Públicas Transportes e Comunicações, o seguinte: Artigo 1.º.

Manda o Governo, pelos Ministros de Estado e das Finanças e das Obras Públicas Transportes e Comunicações, o seguinte: Artigo 1.º. Legislação Portaria n.º 542/2007, de 30 de Abril Publicado no D.R., n.º 83, I Série, de 30 de Abril de 2007 SUMÁRIO: Aprova os Estatutos do Instituto da Construção e do Imobiliário, I.P.. TEXTO: O Decreto-Lei

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Resolução do Conselho do Governo n.º 107/2010 de 14 de Julho de 2010

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Resolução do Conselho do Governo n.º 107/2010 de 14 de Julho de 2010 PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Resolução do Conselho do Governo n.º 107/2010 de 14 de Julho de 2010 O Programa Estagiar, nas suas vertentes L, T e U, dirigido a recém-licenciados e mestres, recém-formados

Leia mais

Casa do Direito, Abre essa porta!

Casa do Direito, Abre essa porta! Casa do Direito, Abre essa porta! Apresentação do Projecto Organização Actividades Decreto-lei nº62/2005 de 10 de Outubro Garantir a protecção e o exercício dos direitos do cidadão bem como a observância

Leia mais

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE AS ACTIVIDADES DE ENSINO E INVESTIGAÇÃO E A ACTIVIDADE CLÍNICA

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE AS ACTIVIDADES DE ENSINO E INVESTIGAÇÃO E A ACTIVIDADE CLÍNICA UNL Universidade Nova de Lisboa CHL ZC Centro Hospitalar de Lisboa Zona Central PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE AS ACTIVIDADES DE ENSINO E INVESTIGAÇÃO E A ACTIVIDADE CLÍNICA Nos termos do regime jurídico

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Gabinete do Secretário de Estado da Saúde

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Gabinete do Secretário de Estado da Saúde 21816-(2) Diário da República, 2.ª série N.º 118 20 de junho de 2012 PARTE C MINISTÉRIO DA SAÚDE Gabinete do Secretário de Estado da Saúde Despacho n.º 8317-A/2012 Pelo despacho n.º 7702 -B/2012, publicado

Leia mais

Regulamento Interno. Dos Órgãos. de Gestão. Capítulo II. Colégio de Nossa Senhora do Rosário

Regulamento Interno. Dos Órgãos. de Gestão. Capítulo II. Colégio de Nossa Senhora do Rosário Colégio de Nossa Senhora do Rosário Capítulo II Dos Órgãos Regulamento Interno de Gestão Edição - setembro de 2012 Índice do Capítulo II Secção I Disposições Gerais 1 Secção II Órgãos e Responsáveis das

Leia mais

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 1009/2012 de 20 de Julho de 2012

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 1009/2012 de 20 de Julho de 2012 VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 1009/2012 de 20 de Julho de 2012 O Decreto Regulamentar n.º 84-A/2007, de 10 de dezembro, alterado pelos Decretos

Leia mais

PARECER N.º 175/CITE/2009

PARECER N.º 175/CITE/2009 PARECER N.º 175/CITE/2009 Assunto: Parecer prévio nos termos do n.º 1 e da alínea b) do n.º 3 do artigo 63.º do Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 7/2009, de 12 de Fevereiro Despedimento colectivo

Leia mais

REDE SOCIAL L DO CONCELHO DE BRAGANÇA Parte III.7: Protecção Social e Acção Sociall

REDE SOCIAL L DO CONCELHO DE BRAGANÇA Parte III.7: Protecção Social e Acção Sociall REDE SOCIAL DO CONCELHO DE BRAGANÇA Parte III.7: Protecção Social e Acção Social Parte 3.7 protecção social E Acção social O artigo 63º da Constituição da República Portuguesa estabelece que ( ) incumbe

Leia mais

Lei Orgânica da Provedoria de Justiça

Lei Orgânica da Provedoria de Justiça Lei Orgânica da Provedoria de Justiça Decreto-Lei n.º 279/93, de 11 de Agosto (alterado pelo Decreto Lei N.º15/98, de 29 de Janeiro) (alterado pelo Decreto-Lei n.º 195/2001, de 27 de Junho) (alterado pelo

Leia mais

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL, S.R. DA SAÚDE Portaria n.º 66/2010 de 30 de Junho de 2010

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL, S.R. DA SAÚDE Portaria n.º 66/2010 de 30 de Junho de 2010 VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL, S.R. DA SAÚDE Portaria n.º 66/2010 de 30 de Junho de 2010 Pela Portaria n.º16/2007 de 29 de Março, foi aprovado o regulamento

Leia mais

Ministério da Ciência e Tecnologia

Ministério da Ciência e Tecnologia Ministério da Ciência e Tecnologia Conselho de Ministros DECRETO nº.../07 de... de... Considerando que as aplicações pacíficas de energia atómica assumem cada vez mais um papel significativo no desenvolvimento

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO E FINANCIAMENTO DO ASSOCIATIVISMO DESPORTIVO

REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO E FINANCIAMENTO DO ASSOCIATIVISMO DESPORTIVO MUNICÍPIO DE S. PEDRO DO SUL GABINETE DE DESPORTO REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO E FINANCIAMENTO DO ASSOCIATIVISMO DESPORTIVO REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO E FINANCIAMENTO DO ASSOCIATIVISMO DESPORTIVO

Leia mais

PROJECTO DE PORTARIA QUE REGULAMENTA O DECRETO-LEI N.º 134/2009, DE 2 DE JUNHO. Portaria n.º /09,

PROJECTO DE PORTARIA QUE REGULAMENTA O DECRETO-LEI N.º 134/2009, DE 2 DE JUNHO. Portaria n.º /09, PROJECTO DE PORTARIA QUE REGULAMENTA O DECRETO-LEI N.º 134/2009, DE 2 DE JUNHO Portaria n.º /09, de O Decreto-Lei n.º 134/2009, de 2 de Junho, estabeleceu o regime jurídico aplicável à prestação de serviços

Leia mais

PARECER N.º 37/CITE/2007

PARECER N.º 37/CITE/2007 PARECER N.º 37/CITE/2007 Assunto: Parecer prévio nos termos do n.º 1 do artigo 51.º do Código do Trabalho e da alínea b) do n.º 1 do artigo 98.º da Lei n.º 35/2004, de 29 de Julho Processo n.º 151 DL-C/2007

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL SOBRE O ACESSO A CUIDADOS DE SAÚDE

RELATÓRIO ANUAL SOBRE O ACESSO A CUIDADOS DE SAÚDE RELATÓRIO ANUAL SOBRE O ACESSO A CUIDADOS DE SAÚDE As entidades prestadoras de cuidados de saúde devem publicar e divulgar, até 31 de março de cada ano, um relatório circunstanciado sobre o acesso aos

Leia mais

Índice. Relatório e Contas 2009 1

Índice. Relatório e Contas 2009 1 Hospital GARCIA DE ORTA, E.P.E. RELATÓRIO E CONTAS 2009 Índice Relatório e Contas 2009 1 Índice 1. Mensagem do Presidente do Conselho de Administração 2. Órgãos Sociais 3. Estrutura Organizacional 4. Actividade

Leia mais

AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS. Reforçar a Competitividade das Empresas

AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS. Reforçar a Competitividade das Empresas AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS PROGRAMA OPERACIONAL DA 2014-2020 (MADEIRA 14-20) EIXO PRIORITÁRIO 3 Reforçar a Competitividade das Empresas PRIORIDADE DE INVESTIMENTO (PI) 3.b Desenvolvimento

Leia mais

Grupo Parlamentar ANTE-PROJECTO DE LEI N.º /X

Grupo Parlamentar ANTE-PROJECTO DE LEI N.º /X Grupo Parlamentar ANTE-PROJECTO DE LEI N.º /X ESTABELECE UM MODELO INTEGRADO DE AVALIAÇÃO DAS ESCOLAS E DO DESEMPENHO DE EDUCADORES E DOCENTES DO ENSINO BÁSICO E SECUNDÁRIO Exposição de motivos A avaliação

Leia mais

PARECER ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE. Rua S. João de Brito, 621 L 32 4100-455 PORTO TEL.:222 092 350 FAX: 222 092 351. www.ers.pt geral@ers.

PARECER ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE. Rua S. João de Brito, 621 L 32 4100-455 PORTO TEL.:222 092 350 FAX: 222 092 351. www.ers.pt geral@ers. PARECER Na sequência de diversas denúncias e exposições rececionadas pela Entidade Reguladora da Saúde (ERS), e de informações prestadas a título de cooperação institucional 1, sobre prestação de cuidados

Leia mais

Decreto-Lei nº 103/2009, de 12 de Maio

Decreto-Lei nº 103/2009, de 12 de Maio Diploma consolidado Decreto-Lei nº 103/2009, de 12 de Maio Perante a actual conjuntura económica e o respectivo reflexo no mercado do emprego, revela-se ser de toda a conveniência a flexibilização das

Leia mais

GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES Decreto Regulamentar Regional n.º 20/2014/A de 23 de Setembro de 2014

GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES Decreto Regulamentar Regional n.º 20/2014/A de 23 de Setembro de 2014 GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES Decreto Regulamentar Regional n.º 20/2014/A de 23 de Setembro de 2014 Subsistema de Incentivos para o Desenvolvimento Local Na prossecução da política de crescimento, de emprego

Leia mais

CENTRO SOCIAL E CULTURAL DE CUSTÓIAS REGULAMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE APOIO DOMICILIÁRIO

CENTRO SOCIAL E CULTURAL DE CUSTÓIAS REGULAMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE APOIO DOMICILIÁRIO CENTRO SOCIAL E CULTURAL DE CUSTÓIAS REGULAMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE APOIO DOMICILIÁRIO CAPÍTULO I Artigo 1º 1.A resposta Social de Apoio Domiciliário, doravante designado por S.A.D., está situado nas

Leia mais

ÍNDICE ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE DE SANTARÉM 1. ÍNDICE 2. PROMULGAÇÃO 3. DESCRIÇÃO DA ESCOLA. 3.1 História. 3.2 Objetivo e Domínio da Certificação

ÍNDICE ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE DE SANTARÉM 1. ÍNDICE 2. PROMULGAÇÃO 3. DESCRIÇÃO DA ESCOLA. 3.1 História. 3.2 Objetivo e Domínio da Certificação ÍNDICE 1. ÍNDICE 2. PROMULGAÇÃO 3. DESCRIÇÃO DA ESCOLA 3.1 História 3.2 Objetivo e Domínio da Certificação 4. SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE 4.1 Processos 4.2 Requisitos da Documentação 4.3 Controlo dos

Leia mais

Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos Sociais

Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos Sociais Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos Sociais Aviso Apresentação de Candidaturas Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos

Leia mais

MUNICÍPIO DE CONDEIXA-A-NOVA Página 1 de 11

MUNICÍPIO DE CONDEIXA-A-NOVA Página 1 de 11 MUNICÍPIO DE CONDEIXA-A-NOVA Página 1 de 11 PREÂMBULO Compete ao município promover acções de interesse municipal, de âmbito cultural, social, recreativo e outros, e exercer um papel dinamizador junto

Leia mais

Barómetro Regional da Qualidade Avaliação da Satisfação dos Utentes dos Serviços de Saúde

Barómetro Regional da Qualidade Avaliação da Satisfação dos Utentes dos Serviços de Saúde Avaliação da Satisfação dos Utentes dos Serviços de Saúde Entidade Promotora Concepção e Realização Enquadramento Avaliação da Satisfação dos Utentes dos Serviços de Saúde Índice RESUMO EXECUTIVO...

Leia mais

PLANO DE GESTÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS NA DGOTDU

PLANO DE GESTÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS NA DGOTDU Direcção Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano Gabinete do Director-Geral Índice 1. Introdução 2. Perfil da DGOTDU como organização 3. Identificação das vulnerabilidades 4. Programa

Leia mais

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DA INOVAÇÃO

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DA INOVAÇÃO Diário da República, 1.ª série N.º 91 12 de Maio de 2009 2829 Artigo 8.º Garantias do Estado 1 Os créditos concedidos pelo Estado ao abrigo da presente linha de crédito gozam de privilégio imobiliário

Leia mais

PROPOSTA DE REGULAMENTO DE OPERAÇÃO INFRA-ESTRUTURAS DAS. Documento Justificativo ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS.

PROPOSTA DE REGULAMENTO DE OPERAÇÃO INFRA-ESTRUTURAS DAS. Documento Justificativo ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS. PROPOSTA DE REGULAMENTO DE OPERAÇÃO DAS INFRA-ESTRUTURAS Documento Justificativo Fevereiro de 2007 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Rua Dom Cristóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113 Lisboa Tel:

Leia mais

Regulamento Municipal de Apoio ao Associativismo Desportivo

Regulamento Municipal de Apoio ao Associativismo Desportivo Regulamento Municipal de Apoio ao Associativismo Desportivo Exposição dos Motivos Do conjunto das atribuições que estão confiadas aos Municípios destacam-se as intervenções nas áreas de tempos livres e

Leia mais

Europass-Curriculum Vitae

Europass-Curriculum Vitae an Europass-Curriculum Vitae In pessoal Apelido(s) / Nome(s) próprio(s) Morada(s) Orvalho, Inês Tabau Rua Vicente Pindela, nº 36 1º esquerdo 3030-030 Coimbra Telefone(s) +351 239716762 Telemóvel: +351

Leia mais

QUEIXA Contra a SPMS SERVIÇOS PARTILHADOS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, EPE (SPMS), Nos termos e com os fundamentos seguintes:

QUEIXA Contra a SPMS SERVIÇOS PARTILHADOS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, EPE (SPMS), Nos termos e com os fundamentos seguintes: Exmo. Senhor Provedor de Justiça Excelência, A FEDERAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS (FNAM), associação sindical com sede na Praça da República nº 28-2º, 3000-343 Coimbra, que integra o Sindicato dos Médicos

Leia mais

SISTEMA DE INCENTIVOS À INOVAÇÃO AVISO DE CANDIDATURA FEVEREIRO 2012

SISTEMA DE INCENTIVOS À INOVAÇÃO AVISO DE CANDIDATURA FEVEREIRO 2012 SISTEMA DE INCENTIVOS À INOVAÇÃO AVISO DE CANDIDATURA FEVEREIRO 2012 INOVAÇÃO PRODUTIVA SECTOR TURISMO QREN QUADRO DE REFERÊNCIA ESTRATÉGICO NACIONAL 2007-2013 INFORMAÇÃO SINTETIZADA 1 ÍNDICE PÁGINA OBJECTO

Leia mais

TEATRO NACIONAL S. JOÃO

TEATRO NACIONAL S. JOÃO TEATRO NACIONAL S. JOÃO PLANO DE PREVENÇÃO DE RISCOS E CORRUPÇÃO E INFRAÇÕES CONEXAS 1 ÍNDICE 1. Introdução... 3 2. Missão... 4 3. Modelo de Governo e identificação dos responsáveis... 6 4. Organigrama...

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA Diário da República, 1.ª série N.º 185 23 de Setembro de 2009 6789 de contrato de trabalho a tempo parcial e de contrato em regime de prestação de serviços, é calculado proporcionalmente. Artigo 13.º Direitos

Leia mais

O Plano de Desenvolvimento Social

O Plano de Desenvolvimento Social O Plano de Desenvolvimento Social Introdução O Plano de Desenvolvimento Social (PDS) é um instrumento de definição conjunta e negociada de objectivos prioritários para a promoção do Desenvolvimento Social

Leia mais

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS CAPÍTULO X. Benefícios fiscais relativos ao mecenato. Artigo 61.º. Noção de donativo. Artigo 62.º

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS CAPÍTULO X. Benefícios fiscais relativos ao mecenato. Artigo 61.º. Noção de donativo. Artigo 62.º ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS CAPÍTULO X Benefícios fiscais relativos ao mecenato Artigo 61.º Noção de donativo Para efeitos fiscais, os donativos constituem entregas em dinheiro ou em espécie, concedidos,

Leia mais

Avaliação nos hospitais faz aumentar oferta de formação pós-graduada na área da saúde

Avaliação nos hospitais faz aumentar oferta de formação pós-graduada na área da saúde TEMA DE CAPA FORMAÇÃO EM GESTÃO DA SAÚDE Pág: II Área: 26,79 x 37,48 cm² Corte: 1 de 5 Avaliação nos hospitais faz aumentar oferta de formação pós-graduada na área da saúde Em 2010, os administradores

Leia mais

CIRCULAR. N.Refª: 98/2015 Data: 02/12/15. ASSUNTO: ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º 2/2015 Projetos de Formação-Ação Modalidade Projetos Conjuntos

CIRCULAR. N.Refª: 98/2015 Data: 02/12/15. ASSUNTO: ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º 2/2015 Projetos de Formação-Ação Modalidade Projetos Conjuntos CIRCULAR N.Refª: 98/2015 Data: 02/12/15 ASSUNTO: ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º 2/2015 Projetos de Formação-Ação Modalidade Projetos Conjuntos Exmos. Senhores, No seguimento da publicação do Aviso 34/SI/2015 e

Leia mais

As E.P.E. S do Sector da Saúde:

As E.P.E. S do Sector da Saúde: As E.P.E. S do Sector da Saúde: A) O que são. B) A função que desempenham. C) O Sector Público de que não fazem parte. D) Onde estão integradas. E) Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas. F) Síntese.

Leia mais

Identificação da empresa

Identificação da empresa Identificação da empresa ANA Aeroportos de Portugal, S.A. Missão, Visão e Valores Missão da ANA A ANA - Aeroportos de Portugal, SA tem como missão gerir de forma eficiente as infraestruturas aeroportuárias

Leia mais

I SÉRIE - N.º 16-18-4-2002

I SÉRIE - N.º 16-18-4-2002 466 Decreto Legislativo Regional n.º 13/2002/A de 12 de Abril Organização e funcionamento do sistema de reconhecimento e validação de competências e da educação e formação de adultos A Lei de Bases do

Leia mais

BALANÇO SOCIAL 2013 AGÊNCIA PARA A MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA, IP

BALANÇO SOCIAL 2013 AGÊNCIA PARA A MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA, IP BALANÇO SOCIAL 2013 AGÊNCIA PARA A MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA, IP Título: Agência para a Modernização Administrativa, I.P.: Balanço Social 2013 Autoria: Equipa de Recursos Humanos Aprovação: Conselho

Leia mais