Avaliação nas Acções Marie Curie (bolsas individuais IEF, IIF e IOF)

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Avaliação nas Acções Marie Curie (bolsas individuais IEF, IIF e IOF)"

Transcrição

1 Avaliação nas Acções Marie Curie (bolsas individuais IEF, IIF e IOF) Mafalda Dourado Juliana Monteiro GPPQ - Gabinete de Promoção do Programa-Quadro

2 Avaliação Processo (I) 1. Cada proposta é lida independentemente por 3 avaliadores que a avaliam remotamente. 2. Cada avaliação tem de ser justificada, normalmente através de um sistema de Pontos Fortes/Pontos Fracos. 3. Um dos avaliadores é escolhido como relator para cada proposta, e ficará responsável pelo relatório final (consenso). 4. Em Bruxelas, os 3 avaliadores de cada proposta encontram-se em reuniões de meia hora para estabelecer consenso sobre cada critério e as linhas gerais do relatório de consenso. No caso de não haver acordo (o que é raro), será, é marcada uma nova reunião e, muito provavelmente, será adicionado um novo perito ao painel

3 Avaliação Processo (II) 5. O relatório de consenso é preparado pelo relator e passado ao vice-presidente do painel, que sugere correcções ao texto. Esta iteração poderá ser prolongada 6. Será necessário que os outros avaliadores do painel concordem com o relatório produzido (ou não.. O que acontece frequentemente) 7. Conseguido o consenso, o relatório é finalizado. 8. As propostas são enumeradas pelo sistema. Esta lista é aprovada numa reunião final de painel.

4 Avaliação MC - características 1. Processo consistente e profissional. 2. Avaliação final, segundo os avaliadores, fiável. 3. Subjectividade reduzida a um mínimo. 4. Sem interferências no processo de avaliação. 5. Os avaliadores têm muita liberdade para avaliar as propostas de acordo com o seu arbítrio e as regras do concurso 6. As reuniões de consenso são muito importantes. 7. Dificuldades: competição aguerrida e taxa de sucesso baixa. Torna mais difícil identificar as propostas excelentes e o detalhe é fundamental.

5 Quem são os avaliadores? 1. Vários backgrounds. Painel das Ciências da Vida, por exemplo, tem pessoas desde a Física à Medicina 2. Várias etapas da carreira. 3. Vários sectores Academia Instituições de investigação, públicas e privadas Governo Indústria Outros 4. Os avaliadores avaliam um vasto leque de propostas e podem ser: Peritos numa área específica Peritos num domínio lato Generalistas

6 O que é importante para o avaliador (i) Primeiro, ter consciência de que a competição é cada vez mais forte. apenas uma minoria das propostas é aprovada é necessário que a proposta seja excelente. As bolsas Marie Curie têm grande prestígio e são vistas como bolsas de topo. Não é apenas um postdoc, É um passaporte para uma posição de maturidade profissional. Os avaliadores vão querer visualizar que este passo rumo à maturidade acontecerá com a execução do projecto. Os avaliadores seguem as linhas de orientação! Há mecanismos de aferição deste processo, incluindo o olhar do Vice- Presidente do Painel Leia as linhas de orientação para o avaliador. Siga-as. De outra forma não vale a pena

7 O que é importante para o avaliador? A ciência é fundamental mas não chega. O objectivo é a formação! Propostas escritas à pressa não têm hipótese Faça a proposta com tempo. É necessário que seja evidente a existência de um plano de investigação e formação organizado pelo futuro postdoc e pelo responsável pelo laboratório O compromisso tem de ser claro. caso seja evidente que a proposta é escrita pelo postdoc sem participação do supervisor, a probabilidade da proposta ser aprovada diminui bastante. É fundamental encontrar um supervisor participativo!

8 O que é importante para o avaliador? Os avaliadores têm de ler cerca de 20 propostas em tempo limitado As propostas maçudas não vão ter a melhor das atenções

9 Análise das diferentes partes da proposta 1- Scientific and Technological Quality: Threshold 3, Weighting 25% 2- Training (for IEF and IOF only): Threshold 3, Weighting 15% 2- Transfer of knowledge (for IIF only) : No Threshold, Weighting 15% 3- Researcher: Threshold 4, Weighting 25% 4- Implementation: No Threshold, Weighting 15% 5- Impact: Threshold 3.5, Weighting 20%

10 Análise das diferentes partes da proposta 1- Scientific and Technological Quality: Threshold 3, weighting 25% O que fazer Apresentar claramente a questão que quer ver respondida com a investigação. Não assumir que o avaliador é um perito no seu campo (será muita sorte) Descrever claramente a metodologia (mas sem ser maçudo). Explicar porque a sua ideia é inovadora, actual, original e relevante. Sublinhar os aspectos interdisciplinares e multidisciplinares da proposta. Demonstrar competências da instituição de acolhimento e não no seu domínio e a qualidade dos supervisores. Não assuma que são conhecidos. Os avaliadores vão avaliar o que está escrito e não a reputação. Hiperligações a doutrina divide-se há avaliadores que gostam de filmes.. Pondere

11 Análise das diferentes partes da proposta 2- Training (IEF e IOF ): Threshold 3, weighting 15% O que fazer A formação é fundamental nas MC. Explique porque a formação e investigação apresentadas trarão novas competências e conhecimento ao candidato. * (não é muito bem visto fazer o mesmo que no PhD ou no PostDoc anterior) Competências transversais: Importante Note que a formação tem como objectivo aumentar a maturidade e possivelmente, garantir a independência do investigador: gestão de investigação; competências na comunicação de ciência; ética, exposição à indústria, IPR são exemplos. Prove que estas questões são contempladas. Demonstre a experiência do supervisor e da instituição de acolhimento na formação de postdocs. Principalmente postdocs que se toranaram independentes. Instrua o avaliador. Não assuma que ele sabe.

12 Analysis of the different parts of a proposal 3- Transfer of knowledge (IIF): No Threshold, Weighting 15% Que fazer O aspecto fundamental é a transferência de conhecimento para a Europa (brain circulaion) Demonstre que o candidato trará algo novo e benéfico para a instituição e não é apenas um par de mãos adicional

13 Análise das diferentes partes da proposta 3-Researcher: Threshold 4, weighting 25% O que fazer Ponto importante de threshold muito elevado CV claro que demonstre passos importantes na carreira e experiência Interrupções na carreira bem explicadas. Demonstrar independência científica e qualidades de liderança. Estes aspectos podem ser apoiados por cartas de recomendação. Mostrar a relação entre o fellow e o projecto. Deverá haver mutuo beneficio nesta bolsa, por parte da instituição de acolhimento e do fellow. Demonstrar que o candidato tem potencial para atingir uma posição de maturidade profissional depois da bolsa Demonstrar o potencial do candidato para adquirir novas competências

14 Análise das diferentes partes da proposta 4- Implementation: No Threshold, Weighting 15% Que fazer Demonstrar a qualidade das infrastruturas da instituição de acolhimento e a sua participação em colaborações internacionais. Explicar os aspectos gerais da implementação e gestão da bolsa. Apresentar um plano de trabalho simplificado e verificável (milestones e deliverables) Demonstrar exequibilidade, fazer uma análise de risco e, sempre que possivel, delinear um plano B Explique aspectos práticos para o acolhimento do fellow: alojamento, cursos de línguas, apoio à integração num sistema estrangeiro, creches e escolas. Tudo o que for necessário a uma mudança para outro país, muitas vezes com a família.

15 Análise das diferentes partes da proposta 5- Impact: Threshold 3.5, Weighting 20% Provavelmente a secção mais complicada de avaliar e escrever Que fazer Descrever o potencial para adquirir novas competências e desenvolver a carreira (lembre-se que a chave é conseguir maturidade profissional) Mostre como o projecto contribui para a Excelência e Competitividade Europeias. (por exemplo, um projecto numa area com pouco desenvolvimento na Europa) O projecto implica mobilidade de facto? (sair de uma instituição e planear regressar e voltar para o mesmo sitio na mesma situação, não é convincente) O projecto permitirá novas colaborações duradouras com outros países? S(especialmente importante para as IIF e IOF mas tb. Para IEF) Descreva outreach activities. (tem muitos exemplos no guia. Descreve de uma forma concreta, não seja vago. Seja criativo)

M A T E M Á T I C A ENGENHARIA GEOGRÁFICA LICENCIATURAS MESTRADOS DOUTORAMENTOS

M A T E M Á T I C A ENGENHARIA GEOGRÁFICA LICENCIATURAS MESTRADOS DOUTORAMENTOS M A T E M Á T I C A ENGENHARIA GEOGRÁFICA LICENCIATURAS MESTRADOS DOUTORAMENTOS JÁ PENSASTE EM ESTUDAR MATEMÁTICA? Esta brochura destina-se a todos os jovens que gostam de Matemática e que querem conhecer

Leia mais

Documento Conclusões Seminário Juventude em Acção Rumo a 2020

Documento Conclusões Seminário Juventude em Acção Rumo a 2020 Documento Conclusões Seminário Juventude em Acção Rumo a 2020 1. Participação, Cultura e Criatividade Existem diferentes formas de participação na democracia e várias formas de utilização do programa Juventude

Leia mais

Oportunidades de financiamento no Horizonte 2020 - MSCA -

Oportunidades de financiamento no Horizonte 2020 - MSCA - Oportunidades de financiamento no Horizonte 2020 - MSCA - Juliana Monteiro GPPQ/FCT Juliana.monteiro@fct.pt Horizonte 2020 Excelência Científica Marie Skłodowska- Curie actions 6.162 M Liderança Industrial

Leia mais

Uma história de sucesso do Programa Marie Curie em Portugal

Uma história de sucesso do Programa Marie Curie em Portugal Ref.: MTKD-CT-2004-014312 Uma história de sucesso do Programa Marie Curie em Portugal por Suhita Osório-Peters CEIFA ambiente Lda Sessão de Divulgação do 7º Programa-Quadro de ID&T Lisboa, 20 de Outubro

Leia mais

PUBLIC 11386/02 Dossier interinstitucional: 2001/0123 (CNS)

PUBLIC 11386/02 Dossier interinstitucional: 2001/0123 (CNS) Conseil UE CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA Bruxelas, 9 de Agosto de 2002 (09.08) (OR. en) PUBLIC 11386/02 Dossier interinstitucional: 2001/0123 (CNS) LIMITE RECH 140 ACTOS LEGISLATIVOS E OUTROS INSTRUMENTOS

Leia mais

Gabinete de Promoção dos Programa Quadro ID&I. Orientações para a preparação de uma proposta em colaboração

Gabinete de Promoção dos Programa Quadro ID&I. Orientações para a preparação de uma proposta em colaboração Orientações para a preparação de uma proposta em colaboração DEVO CONCORRER AO H2020? Não Interesse institucional, regional, nacional? Fundos Europeus Sim Fundos estruturais (nacionais, regionais) Pilar

Leia mais

O papel das Instituições de Ensino Superior e a necessidade de modernização

O papel das Instituições de Ensino Superior e a necessidade de modernização Boa tarde Senhoras e Senhores Para aqueles que não me conhecem. Sou membro do Parlamento Europeu nas Comissões ITRE e dos Orçamentos. Sou neste momento a relatora do Programa Específico de Execução Horizonte

Leia mais

Tipo de perguntas mais frequentes

Tipo de perguntas mais frequentes Tipo de perguntas mais frequentes Para facilitar a preparação de uma entrevista apresentamos questões que frequentemente são colocadas nesta situação. Com base nestas, os candidatos poderão praticar as

Leia mais

Horizonte 2020: Financiamento para empresas na área da Saúde - Oportunidades no Sector das TIC, Biotecnologia, Farmacêutica e Afins

Horizonte 2020: Financiamento para empresas na área da Saúde - Oportunidades no Sector das TIC, Biotecnologia, Farmacêutica e Afins Gabinete de Promoção dos Programa Quadro ID&I Horizonte 2020: Financiamento para empresas na área da Saúde - Oportunidades no Sector das TIC, Biotecnologia, Farmacêutica e Afins João Mil-Homens Lisboa,

Leia mais

NCE/12/00971 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/12/00971 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/12/00971 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Universidade Do Minho A.1.a. Outra(s)

Leia mais

EMPREENDEDORISMO: O CONTEXTO NACIONAL

EMPREENDEDORISMO: O CONTEXTO NACIONAL EMPREENDEDORISMO: O CONTEXTO NACIONAL Entrevista com Eng.º Victor Sá Carneiro N uma época de grandes transformações na economia dos países, em que a temática do Empreendedorismo assume uma grande relevância

Leia mais

Seventh Research Framework Programme (2007-2013) Paula Galvão paula.galvao@gppq.mctes.pt

Seventh Research Framework Programme (2007-2013) Paula Galvão paula.galvao@gppq.mctes.pt Seventh Research Framework Programme (2007-2013) -Sessão- Oportunidades para as PME no 7º Programa-Quadro de I&DT Paula Galvão paula.galvao@gppq.mctes.pt Gabinete de Promoção do 7º Programa-Quadro de IDT

Leia mais

Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO

Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO Gostaria de começar por agradecer o amável convite que a FCT me dirigiu para

Leia mais

REGULAMENTO. Avaliação e Financiamento de Unidades de Investigação

REGULAMENTO. Avaliação e Financiamento de Unidades de Investigação REGULAMENTO Avaliação e Financiamento de Unidades de Investigação Regulamento Avaliação e Financiamento de Unidades de Investigação A Fundação para a Ciência e a Tecnologia I.P. (FCT I.P.) vai proceder

Leia mais

Oportunidades de financiamento no âmbito do tema ENERGIA

Oportunidades de financiamento no âmbito do tema ENERGIA Sétimo Programa-Quadro de IDT da Comissão Europeia (2007-2013) Oportunidades de financiamento no âmbito do tema ENERGIA Eduardo Maldonado Coordenador dos Pontos Nacionais de Contacto Gabinete de Promoção

Leia mais

CEF/0910/27636 Relatório final da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/27636 Relatório final da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/27636 Relatório final da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Instituto

Leia mais

Vencendo os desafios da Educação nos PALOP

Vencendo os desafios da Educação nos PALOP WORKSHOP INTERNACIONAL Vencendo os desafios da Educação nos PALOP Seminário para o diálogo e a troca de conhecimento e experiências na área do ensino básico destinado aos Países Africanos de expressão

Leia mais

O que esperar do SVE KIT INFORMATIVO PARTE 1 O QUE ESPERAR DO SVE. Programa Juventude em Acção

O que esperar do SVE KIT INFORMATIVO PARTE 1 O QUE ESPERAR DO SVE. Programa Juventude em Acção O QUE ESPERAR DO SVE Programa Juventude em Acção KIT INFORMATIVO Parte 1 Maio de 2011 Introdução Este documento destina-se a voluntários e promotores envolvidos no SVE. Fornece informações claras a voluntários

Leia mais

UNIDADE ACADÊMICA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO UAPPG Edital de pré-seleção para o programa do Colégio Doutoral Tordesillas do Grupo Tordesillas

UNIDADE ACADÊMICA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO UAPPG Edital de pré-seleção para o programa do Colégio Doutoral Tordesillas do Grupo Tordesillas UNIDADE ACADÊMICA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO UAPPG Edital de pré-seleção para o programa do Colégio Doutoral Tordesillas do Grupo Tordesillas O Magnífico Reitor da Universidade do Vale do Rio dos Sinos

Leia mais

GUIA DO CANDIDATO ESTAGIÁRIO LEONARDO DA VINCI

GUIA DO CANDIDATO ESTAGIÁRIO LEONARDO DA VINCI GUIA DO CANDIDATO ESTAGIÁRIO LEONARDO DA VINCI MOBILIDADE e-mail: sandra..pinho@isssp.pt Av. Dr. Manuel Teixeira Ruela, 370 4460-362 Senhora da Hora Tel: +351.22.9577210 Fax: + 351.22.9577219 Coordenadora:

Leia mais

GUIA PARA CANDIDATURAS ONLINE ESTUDANTES OUTGOING DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA

GUIA PARA CANDIDATURAS ONLINE ESTUDANTES OUTGOING DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA GUIA PARA CANDIDATURAS ONLINE ESTUDANTES OUTGOING DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA Este é um guia prático do processo de inscrição online em programas de mobilidade para estudantes da Universidade de Coimbra

Leia mais

7º Programa-Quadro de I&DT (2007-2013) orçamentos anuais crescentes

7º Programa-Quadro de I&DT (2007-2013) orçamentos anuais crescentes How to prepare p a competitive proposal? Introductory and concluding remarks Como preparar propostas competitivas? Ricardo Migueis i NCP Capacities Specific Programme 91 367 58 87 ricardo.migueis@gppq.mctes.pt

Leia mais

Financiamento do Desporto

Financiamento do Desporto Financiamento do Desporto Para abordar o tema do financiamento do desporto no momento actual e suas prospectivas é conveniente recordarmos as Opções do Plano e o Programa do Governo. De igual modo, consubstanciando

Leia mais

GABINETE DO REITOR COORDENAÇÃO DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS

GABINETE DO REITOR COORDENAÇÃO DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS GABINETE DO REITOR COORDENAÇÃO DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS PROGRAMA DE GRADUAÇÃO / POSGRADUAÇÃO / MESTRADO E DOUTORADO / PESSOAL ACADEMICO FELLOW-MUNDUS Edital de Seleção de bolsas Fellow Mundus. 01.2015

Leia mais

Perguntas e Respostas. Aviso 07 - Promoção da Mobilidade Urbana Sustentável 2014

Perguntas e Respostas. Aviso 07 - Promoção da Mobilidade Urbana Sustentável 2014 Perguntas e Respostas Aviso 7 - Promoção da Mobilidade Urbana Sustentável 14 ÂMBITO GERAL 1. O que é o FEE Fundo de Eficiência Energética? O Fundo de Eficiência Energética (FEE) é um instrumento financeiro

Leia mais

7 de Maio de 2009. Contacto Netsonda : Departamento Comercial Tiago Cabral 91.7202203 Estudo NE253

7 de Maio de 2009. Contacto Netsonda : Departamento Comercial Tiago Cabral 91.7202203 Estudo NE253 Contacto Netsonda : Departamento Comercial Tiago Cabral 91.7202203 Estudo NE253 Netsonda Network Research Travessa do Jasmim 10 1º Andar 1200-230 Lisboa Tel. 21.3429318 Fax 21.3429868 Estudo Número N de

Leia mais

Workshop 4 FINANCIAMENTO A PROJECTOS CRIATIVOS

Workshop 4 FINANCIAMENTO A PROJECTOS CRIATIVOS AGENDA PARA O EMPREENDEDORISMO NAS INDÚSTRIAS CRIATIVAS Workshop 4 FINANCIAMENTO A PROJECTOS CRIATIVOS Facilitador: JOSÉ FURTADO CAIXA BI Relator: RICARDO LUZ INVICTA ANGELS Mote: O principal recurso das

Leia mais

O que aprendi sobre avaliação em cursos semipresenciais

O que aprendi sobre avaliação em cursos semipresenciais O que aprendi sobre avaliação em cursos semipresenciais José Moran Pesquisador, Professor, Conferencista e Orientador de projetos inovadores na educação. Publicado em: SILVA, Marco & SANTOS, Edméa (Orgs).

Leia mais

Programa de Bolsas Ibero-américa Santander Normas do Programa ISCTE-IUL 2016

Programa de Bolsas Ibero-américa Santander Normas do Programa ISCTE-IUL 2016 Programa de Bolsas Ibero-américa Santander Normas do Programa ISCTE-IUL 2016 Introdução O Banco Santander, através da sua divisão Santander Universidades, promove o Programa de Bolsas Ibero-américa, um

Leia mais

Prazos para a Apresentação de Candidaturas Entre o dia 23 de Dezembro de 2011 e o dia 11 de Abril de 2012 (24 horas).

Prazos para a Apresentação de Candidaturas Entre o dia 23 de Dezembro de 2011 e o dia 11 de Abril de 2012 (24 horas). SI INOVAÇÃO [Projectos PROVERE] Aviso para Apresentação de Candidaturas n.º 15/SI/2011 Aberto concurso para a implementação dos PROVERE Programas de Valorização Económica de Recursos Endógenos que pretendem

Leia mais

Avaliação De Desempenho de Educadores e de Professores Princípios orientadores

Avaliação De Desempenho de Educadores e de Professores Princípios orientadores Avaliação De Desempenho de Educadores e de Professores Princípios orientadores O Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário, recentemente aprovado,

Leia mais

CARTA DE EMPREGO. A carta de emprego/apresentação deverá ser usada em duas situações: Resposta a ofertas/anúncios de emprego Candidaturas espontâneas

CARTA DE EMPREGO. A carta de emprego/apresentação deverá ser usada em duas situações: Resposta a ofertas/anúncios de emprego Candidaturas espontâneas CARTA DE EMPREGO A carta de emprego/apresentação deverá ser usada em duas situações: Resposta a ofertas/anúncios de emprego Candidaturas espontâneas ANÚNCIOS DE JORNAIS (CARTA DE RESPOSTA) Redigida de

Leia mais

6. Participação da comunidade

6. Participação da comunidade O ambiente é actualmente um elemento estruturante do desenvolvimento da sociedade e do território, não sendo possível conceber políticas ou planos sem uma forte componente de ambiente e qualidade ambiental.

Leia mais

Acta de Definição de Subcritérios de Avaliação Bolsas de Doutoramento e de Pós-Doutoramento

Acta de Definição de Subcritérios de Avaliação Bolsas de Doutoramento e de Pós-Doutoramento Acta de Definição de Subcritérios de Avaliação Bolsas de Doutoramento e de Pós-Doutoramento Painel de História da Ciência e da Tecnologia e Outras Humanidades Aos trinta e um dias do mês de Outubro, às

Leia mais

Mestrado em Sistemas Integrados de Gestão (Qualidade, Ambiente e Segurança)

Mestrado em Sistemas Integrados de Gestão (Qualidade, Ambiente e Segurança) Mestrado em Sistemas Integrados de Gestão (Qualidade, Ambiente e Segurança) 1 - Apresentação Grau Académico: Mestre Duração do curso: : 2 anos lectivos/ 4 semestres Número de créditos, segundo o Sistema

Leia mais

Empreenda! 9ª Edição Roteiro de Apoio ao Plano de Negócios. Preparamos este roteiro para ajudá-lo (a) a desenvolver o seu Plano de Negócios.

Empreenda! 9ª Edição Roteiro de Apoio ao Plano de Negócios. Preparamos este roteiro para ajudá-lo (a) a desenvolver o seu Plano de Negócios. Empreenda! 9ª Edição Roteiro de Apoio ao Plano de Negócios Caro (a) aluno (a), Preparamos este roteiro para ajudá-lo (a) a desenvolver o seu Plano de Negócios. O Plano de Negócios deverá ter no máximo

Leia mais

PROGRAMA DE BOLSAS DE ESTUDO 100-YEAR VISION 2016

PROGRAMA DE BOLSAS DE ESTUDO 100-YEAR VISION 2016 PROGRAMA DE BOLSAS DE ESTUDO 100-YEAR VISION 2016 Proporcionando Acesso ao Ensino Superior a Órfãos da África Subsaariana A Ashinaga é uma ONG sem fins lucrativos sedeada no Japão, e que proporciona apoio

Leia mais

REGULAMENTO Mobilidade Macau

REGULAMENTO Mobilidade Macau Face à parceria estabelecida entre a Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril (ESHTE) e o Instituto de Formação Turística em Macau (IFT Macau) no âmbito da qual são facultadas possibilidades de

Leia mais

ultimate design and technology.

ultimate design and technology. ultimate design and technology. -- Do it or do not. There is no try. yoda, 1980 4 DIGITAL IMPULSE DIGITAL IMPULSE 5 estas são as nossas raízes. -- Quando dizemos que somos de um sítio, o verbo não poderia

Leia mais

Plano de Carreira e Desenvolvimento

Plano de Carreira e Desenvolvimento Plano de Carreira e Desenvolvimento CNPEM ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. CONCEITOS... 4 3. MANUAL DE AVALIAÇÃO DOS CARGOS... 5 3.1. As Carreiras... 5 3.2. As carreiras e seus estágios... 6 3.3. Fatores utilizados

Leia mais

NCE/14/01551 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/14/01551 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/14/01551 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Universidade De Aveiro A.1.a.

Leia mais

INVESTIR EM I&D - PLANO DE ACÇÃO PARA PORTUGAL ATÉ 2010 CIÊNCIA E INOVAÇÃO -PLANO PLANO DE ACÇÃO PARA PORTUGAL ATÉ 2010 - NOVA TIPOLOGIA DE PROJECTOS

INVESTIR EM I&D - PLANO DE ACÇÃO PARA PORTUGAL ATÉ 2010 CIÊNCIA E INOVAÇÃO -PLANO PLANO DE ACÇÃO PARA PORTUGAL ATÉ 2010 - NOVA TIPOLOGIA DE PROJECTOS CIÊNCIA E INOVAÇÃO -PLANO PLANO DE ACÇÃO PARA PORTUGAL ATÉ 2010 - NOVA TIPOLOGIA DE PROJECTOS 1 ENQUADRAMENTO - I - Os objectivos delineados na Estratégia de Lisboa e as conclusões do Conselho de Barcelona,

Leia mais

REGULAMENTO DE MOBILIDADE DE DIPLOMADOS Leonardo da Vinci

REGULAMENTO DE MOBILIDADE DE DIPLOMADOS Leonardo da Vinci REGULAMENTO DE MOBILIDADE DE DIPLOMADOS Leonardo da Vinci Tendo a Coordenação em colaboração com o DGA RI, elaborado e submetido uma candidatura ao Programa Leonardo da Vinci, foi esta aprovada pela Agência

Leia mais

GUIA PARA CANDIDATURAS ONLINE ESTUDANTES OUTGOING DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA

GUIA PARA CANDIDATURAS ONLINE ESTUDANTES OUTGOING DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA GUIA PARA CANDIDATURAS ONLINE ESTUDANTES OUTGOING DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA Este é um guia prático do processo de inscrição online em programas de mobilidade para estudantes da Universidade de Coimbra

Leia mais

GUIA PARA CANDIDATURAS ONLINE ESTUDANTES OUTGOING DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA

GUIA PARA CANDIDATURAS ONLINE ESTUDANTES OUTGOING DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA GUIA PARA CANDIDATURAS ONLINE ESTUDANTES OUTGOING DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA Este é um guia prático do processo de inscrição online em programas de mobilidade para estudantes da Universidade de Coimbra

Leia mais

AFETA A SAÚDE DAS PESSOAS

AFETA A SAÚDE DAS PESSOAS INTRODUÇÃO Como vai a qualidade de vida dos colaboradores da sua empresa? Existem investimentos para melhorar o clima organizacional e o bem-estar dos seus funcionários? Ações que promovem a qualidade

Leia mais

Regulamento Erasmus 2011/2012

Regulamento Erasmus 2011/2012 1. Preâmbulo O Programa Erasmus tem como objetivo geral apoiar a criação de um Espaço Europeu de Ensino Superior e reforçar o contributo do ensino superior para, entre outros, o processo de inovação a

Leia mais

EDITAL CHAMADA PARA SELEÇÃO PROGRAMA DE BOLSAS IBERO-AMERICANAS PARA JOVENS PROFESSORES E PESQUISADORES SANTANDER UNIVERSIDADES 2013

EDITAL CHAMADA PARA SELEÇÃO PROGRAMA DE BOLSAS IBERO-AMERICANAS PARA JOVENS PROFESSORES E PESQUISADORES SANTANDER UNIVERSIDADES 2013 EDITAL CHAMADA PARA SELEÇÃO PROGRAMA DE BOLSAS IBERO-AMERICANAS PARA JOVENS PROFESSORES E PESQUISADORES SANTANDER UNIVERSIDADES 2013 Apresentação O Centro Paula Souza e o Santander Universidades convocam

Leia mais

NCE/10/01836 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/10/01836 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/10/01836 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Fedrave - Fundação Para O Estudo E

Leia mais

CONCURSO POPPY O QUE É POPPY? O CONCURSO COMO PARTICIPAR

CONCURSO POPPY O QUE É POPPY? O CONCURSO COMO PARTICIPAR CONCURSO POPPY O QUE É POPPY? Tudo começou quando a Vera nasceu. Precisávamos de comprar mobiliário para o quarto dela e tudo parecia igual e pouco criativo. Pensámos então em como poderíamos contribuir

Leia mais

7º Programa-Quadro de I&DT (2007-2013)

7º Programa-Quadro de I&DT (2007-2013) 7º Programa Quadro Tema ENERGIA O 7ºPrograma Quadro e o PPQ Eduardo Maldonado Coordenador dos Pontos de Contacto Nacionais 7º Programa-Quadro de I&DT (2007-2013) Promoção da carreira de investigação e

Leia mais

Concurso de Bolsas Individuais de Doutoramento e Pós-Doutoramento - 2014. Ciências Naturais

Concurso de Bolsas Individuais de Doutoramento e Pós-Doutoramento - 2014. Ciências Naturais Concurso de Bolsas Individuais de Doutoramento e Pós-Doutoramento - 4 Dominio: Ciências Naturais Painel de Avaliação: Painel de Ciências Ambientais e outras Ciências Naturais Relatório da Reunião de Painel

Leia mais

O ENSINO DE MECANIZAÇÃO AGROFLORESTAL APÓS O PROCESSO DE CONVERGÊNCIA NO ESPAÇO EUROPEU DE ENSIO SUPERIOR

O ENSINO DE MECANIZAÇÃO AGROFLORESTAL APÓS O PROCESSO DE CONVERGÊNCIA NO ESPAÇO EUROPEU DE ENSIO SUPERIOR O ENSINO DE MECANIZAÇÃO AGROFLORESTAL APÓS O PROCESSO DE CONVERGÊNCIA NO ESPAÇO EUROPEU DE ENSIO SUPERIOR (Processo de Bologna) SEIS ANOS DE EXPERIÊNCIA Almeida, Arlindo Departamento de Produção e Tecnologia

Leia mais

PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO DE QUADROS

PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO DE QUADROS PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO DE QUADROS NOTA INFORMATIVA A. Plano Nacional de Formação de Quadros, Instrumento de Execução da Estratégia Nacional de Formação de Quadros 1. Por Despacho de 16 de Novembro

Leia mais

Regulamento dos Estágios de Formação do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.)

Regulamento dos Estágios de Formação do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.) Regulamento dos Estágios de Formação do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.) É atribuição do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.) no sector da

Leia mais

ACEF/1415/17827 Relatório preliminar da CAE

ACEF/1415/17827 Relatório preliminar da CAE ACEF/1415/17827 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Universidade De Lisboa A.1.a. Outras Instituições

Leia mais

VALOR DOS DIREITOS DE PROPRIEDADE INTELECTUAL NO SECTOR CULTURAL E CRIATIVO

VALOR DOS DIREITOS DE PROPRIEDADE INTELECTUAL NO SECTOR CULTURAL E CRIATIVO VALOR DOS DIREITOS DE PROPRIEDADE INTELECTUAL NO SECTOR CULTURAL E CRIATIVO A presente Nota Estatística visa apresentar informação relativa ao valor dos direitos de propriedade intelectual 1 no sector

Leia mais

Guião de Candidatura e de Avaliação dos Projetos para Centros de Co-Localização Portugueses a Integrar Knowledge and Innovation Communities (KIC) do

Guião de Candidatura e de Avaliação dos Projetos para Centros de Co-Localização Portugueses a Integrar Knowledge and Innovation Communities (KIC) do Guião de Candidatura e de Avaliação dos Projetos para Centros de Co-Localização Portugueses a Integrar Knowledge and Innovation Communities (KIC) do European Institute of Technology (EIT) que se apresentem

Leia mais

PESQUISADORES. Pesquisadores

PESQUISADORES. Pesquisadores Pesquisadores Objetivos 2 Conhecer a opinião dos pesquisadores apoiados pela FAPESP sobre o tema Ciência e Tecnologia. 3 Principais resultados Principais resultados 4 Melhores recursos financeiros e credibilidade

Leia mais

O SÉTIMO PROGRAMA-QUADRO

O SÉTIMO PROGRAMA-QUADRO A investigação europeia em acção O SÉTIMO PROGRAMA-QUADRO (7PQ) Assegurar a liderança da investigação europeia Definir novos padrões para a investigação europeia O Sétimo Programa-Quadro para a investigação

Leia mais

RECURSOS HUMANOS COMO FATOR DE EFICÁCIA ORGANIZACIONAL

RECURSOS HUMANOS COMO FATOR DE EFICÁCIA ORGANIZACIONAL RECURSOS HUMANOS COMO FATOR DE EFICÁCIA ORGANIZACIONAL Por quê o lado humano dos negócios está emergindo como uma indispensável vantagem competitiva? Era Industrial Taylor e Fayol Era do Conhecimento Tecnologia

Leia mais

GUIA DO CANDIDATO ESTAGIÁRIO LEONARDO DA VINCI MOBILIDADE

GUIA DO CANDIDATO ESTAGIÁRIO LEONARDO DA VINCI MOBILIDADE GUIA DO CANDIDATO ESTAGIÁRIO LEONARDO DA VINCI MOBILIDADE I. U.PORTO - ENTIDADE DE ENVIO/PROMOTORA...3 II. MOBILIDADE TRANSNACIONAL DOS ESTAGIÁRIOS...4 III. ESTÁGIOS DO PROGRAMA LEONARDO DA VINCI...4 IV.

Leia mais

NCE/14/01786 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/14/01786 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/14/01786 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Universidade De Évora A.1.a. Outra(s)

Leia mais

Serviço de Apoio à Criação de Emprego e estágios

Serviço de Apoio à Criação de Emprego e estágios Serviço de Apoio à Criação de Emprego e estágios Outubro de 2010 Agenda EM DESTAQUE Aderir à REDE! NOTÍCIAS/ EVENTOS Índice Nota Editorial Eventos/Notícias Na Primeira Pessoa Instituição do Mês Protocolos

Leia mais

APLICAÇÃO DA AUDITORIA BASEADA EM RISCOS (ABR) PARA DEFINIÇÃO DAS AÇÕES DO PAINT

APLICAÇÃO DA AUDITORIA BASEADA EM RISCOS (ABR) PARA DEFINIÇÃO DAS AÇÕES DO PAINT APLICAÇÃO DA AUDITORIA BASEADA EM RISCOS (ABR) PARA DEFINIÇÃO DAS AÇÕES DO PAINT Junho - 2015 ROTEIRO DA APRESENTAÇÃO Ações do Plano Anual de Atividades de Auditoria Interna (PAINT) Gestão de riscos: um

Leia mais

VENHA ESTUDAR OU ENSINAR PARA A EUROPA

VENHA ESTUDAR OU ENSINAR PARA A EUROPA VENHA ESTUDAR OU ENSINAR PARA A EUROPA O Erasmus+ é o novo programa da União Europeia para a educação, a formação, a juventude e o desporto para o período de 2014-2020. Proporciona uma vasta gama de oportunidades

Leia mais

Programa para o Departamento de Engenharia Cerâmica e do Vidro Mário Guerreiro Silva Ferreira

Programa para o Departamento de Engenharia Cerâmica e do Vidro Mário Guerreiro Silva Ferreira Programa para o Departamento de Engenharia Cerâmica e do Vidro Mário Guerreiro Silva Ferreira. 2011-2014 1 Programa de acção Um programa de acção para qualquer unidade orgânica deve atender aos objectivos

Leia mais

A Agência de Tecnologia da República Checa e os seus programas

A Agência de Tecnologia da República Checa e os seus programas A Agência de Tecnologia da República Checa e os seus programas A CRIAÇÃO E O LANÇAMENTO DAS ACTIVIDADES DA TA CR A fundação da Agência de Tecnologia da República Checa (adiante designada TA CR ) foi um

Leia mais

FATEC Mogi Mirim. FATEC MOGI MIRIM Agosto / 2014

FATEC Mogi Mirim. FATEC MOGI MIRIM Agosto / 2014 FATEC Mogi Mirim FATEC MOGI MIRIM Agosto / 2014 x O que é o programa Ciência sem Fronteiras CsF? Busca promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da

Leia mais

GPPQ Gabinete de Promoção do 7º Programa-Quadro de I&DT. 7º Programa-Quadro de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico (2007-2013)

GPPQ Gabinete de Promoção do 7º Programa-Quadro de I&DT. 7º Programa-Quadro de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico (2007-2013) Sessão de Apresentação de Oportunidades de Financiamento para as PME 7º Programa-Quadro de I&DT da União Europeia Investigação para as PME Margarida Garrido margarida.garrido@gppq.mctes.pt Santarém, Escola

Leia mais

O Quê Você Deveria Saber sobre o seu Mestrado e Doutorado

O Quê Você Deveria Saber sobre o seu Mestrado e Doutorado O Quê Você Deveria Saber sobre o seu Mestrado e Doutorado Manoel Mendonça Professor do DCC-IM-UFBA Disclainmer Esta apresentação contém conselhos que considero úteis para o bom desenvolvimento de um curso

Leia mais

Geografia A. * Análise de Notícias. Escola ES/3 de Carvalhos Março 2007

Geografia A. * Análise de Notícias. Escola ES/3 de Carvalhos Março 2007 Escola ES/3 de Carvalhos Março 2007 Geografia A * Análise de Notícias Natureza das notícias: socio-económica Localização temporal: actualidade Localização espacial: Europa Jornal: Expresso Data de edição:

Leia mais

PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE. PROGRAMA DE TRABALHO PARA 2000 (Nº 2, alínea b), do artigo 5º da Decisão nº 1400/97/CE)

PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE. PROGRAMA DE TRABALHO PARA 2000 (Nº 2, alínea b), do artigo 5º da Decisão nº 1400/97/CE) PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE VERSION FINALE PROGRAMA DE TRABALHO PARA 2000 (Nº 2, alínea b), do artigo 5º da Decisão nº 1400/97/CE) 1. INTRODUÇÃO As actividades da União

Leia mais

FACULDADE DE ECONOMIA UNIVERSIDADE DO ALGARVE MESTRADO EM CONTABILIDADE

FACULDADE DE ECONOMIA UNIVERSIDADE DO ALGARVE MESTRADO EM CONTABILIDADE FACULDADE DE ECONOMIA UNIVERSIDADE DO ALGARVE MESTRADO EM CONTABILIDADE EDIÇÃO 2011 / 2013 ÍNDICE 1. Apresentação.. 3 2. Objectivos...... 3 3. Condições de Acesso. 3 4. Organização do Curso e Plano de

Leia mais

TRABALHAR E ESTAGIAR NA UE OPORTUNIDADES DE CARREIRA NA UNIÃO EUROPEIA

TRABALHAR E ESTAGIAR NA UE OPORTUNIDADES DE CARREIRA NA UNIÃO EUROPEIA TRABALHAR E ESTAGIAR NA UE OPORTUNIDADES DE CARREIRA NA UNIÃO EUROPEIA r ) INSTITUIÇÕES EUROPEIAS Conselho da UE Comissão Europeia Conselho Económico Social Europeu Comité das Regiões Parlamento Europeu

Leia mais

REGULAMENTO. Contratação de doutorados para o Sistema Científico e Tecnológico Nacional

REGULAMENTO. Contratação de doutorados para o Sistema Científico e Tecnológico Nacional REGULAMENTO Contratação de doutorados para o Sistema Científico e Tecnológico Nacional O programa do XVII Governo Constitucional e o seu Compromisso com a Ciência apontam o rápido desenvolvimento científico

Leia mais

Título: Solares de Portugal na Europa das Tradições

Título: Solares de Portugal na Europa das Tradições Mosteiro de Jerónimos - - Lisboa - (20 de Janeiro de 2000) EUROPA, UM PATRIMÓNIO COMUM Título: na Europa das Tradições Ponte de Lima, Janeiro de 2000 Mosteiro de Jerónimos - - Lisboa - (20 de Janeiro de

Leia mais

Bem-vindo ao nosso mundo virtual! Guia do Portal de Ensino à Distância da Get Training 1

Bem-vindo ao nosso mundo virtual! Guia do Portal de Ensino à Distância da Get Training 1 Após uma experiência formativa de mais de 20 anos em formação presencial, e tendo sempre como princípios a inovação e a satisfação do cliente, é com grande satisfação que a Get Training implementa este

Leia mais

ORIENTAÇÕES SOBRE ELEMENTOS TEXTUAIS DE PROJETO

ORIENTAÇÕES SOBRE ELEMENTOS TEXTUAIS DE PROJETO ORIENTAÇÕES SOBRE ELEMENTOS TEXTUAIS DE PROJETO OBJETIVOS OBJETIVO GERAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS REVISÃO DE LITERATURA PROBLEMA HIPÓTESE METODOLOGIA IMPORTÂNCIA, IMPACTOS E RESULTADOS ESPERADOS CRONOGRAMA

Leia mais

EDITAL CHAMADA PARA SELEÇÃO PROGRAMA DE BOLSAS IBERO AMERICANAS PARA JOVENS PROFESSORES E PESQUISADORES SANTANDER UNIVERSIDADES 2015

EDITAL CHAMADA PARA SELEÇÃO PROGRAMA DE BOLSAS IBERO AMERICANAS PARA JOVENS PROFESSORES E PESQUISADORES SANTANDER UNIVERSIDADES 2015 EDITAL CHAMADA PARA SELEÇÃO PROGRAMA DE BOLSAS IBERO AMERICANAS PARA JOVENS PROFESSORES E PESQUISADORES SANTANDER UNIVERSIDADES 2015 Apresentação O Centro Paula Souza e o Santander Universidades convocam

Leia mais

«Erasmus+» - Perguntas mais frequentes

«Erasmus+» - Perguntas mais frequentes COMISSÃO EUROPEIA NOTA INFORMATIVA Estrasburgo/Bruxelas, 19 de novembro de 2013 «Erasmus+» - Perguntas mais frequentes (ver também IP/13/1110) O que é o «Erasmus+»? O «Erasmus+» é o novo programa da União

Leia mais

ESTATÍSTICAS DA FUNDAÇÃO PARA A CIÊNCIA E A TECNOLOGIA (FCT)

ESTATÍSTICAS DA FUNDAÇÃO PARA A CIÊNCIA E A TECNOLOGIA (FCT) ESTATÍSTICAS DA FUNDAÇÃO PARA A CIÊNCIA E A TECNOLOGIA (FCT) INSTITUIÇÕES DE I&D Este documento sintetiza a informação estatística sobre as Instituições de I&D financiadas pela FCT, focando essencialmente

Leia mais

Jerónimo Martins. Slogan. Queremos continuar a somar sucessos, a seleccionar talentos e a alimentar carreiras promissoras. Detalhes do Programa

Jerónimo Martins. Slogan. Queremos continuar a somar sucessos, a seleccionar talentos e a alimentar carreiras promissoras. Detalhes do Programa Jerónimo Martins Queremos continuar a somar sucessos, a seleccionar talentos e a alimentar carreiras promissoras Detalhes do Programa 12 meses Estrutura: General Business Training Nesta fase, os Trainees,

Leia mais

QUESTIONÁRIO. 1.) Nome: b. Esta residência é a mesma antes da sua emigração? c. Esta residência é a mesma da sua terra natal?

QUESTIONÁRIO. 1.) Nome: b. Esta residência é a mesma antes da sua emigração? c. Esta residência é a mesma da sua terra natal? QUESTIONÁRIO "O EMIGRANTE PORTUGUÊS NA ALEMANHA" D ADOS DO INQUIRIDO 1.) Nome: 2.) Idade: anos 3.) Residência: a. Portugal: b. Esta residência é a mesma antes da sua emigração? c. Esta residência é a mesma

Leia mais

PLANO DE PROMOÇÃO DA EFICIÊNCIA NO CONSUMO (PPEC) REVISÃO DAS REGRAS

PLANO DE PROMOÇÃO DA EFICIÊNCIA NO CONSUMO (PPEC) REVISÃO DAS REGRAS PLANO DE PROMOÇÃO DA EFICIÊNCIA NO CONSUMO (PPEC) REVISÃO DAS REGRAS Intervenção do Senhor Presidente da CIP Confederação da Indústria Portuguesa, Eng.º Francisco van Zeller, na Audição Pública (CCB, 04/04/2008)

Leia mais

Boletim de notícias URBACT. Outubro - Novembro de 2011

Boletim de notícias URBACT. Outubro - Novembro de 2011 Boletim de notícias URBACT Outubro - Novembro de 2011 2 BOLETIM DE NOTÍCIAS URBACT POPULAÇÃO ENVELHECIDA, Artigo de fundo: População envelhecida: desafios para as cidades a nível dos cuidados de saúde

Leia mais

Artigo Opinião AEP /Novembro 2010 Por: Agostinho Costa

Artigo Opinião AEP /Novembro 2010 Por: Agostinho Costa Artigo Opinião AEP /Novembro 2010 Por: Agostinho Costa COMO ESTIMULAR A MUDANÇA NA SUA EMPRESA Parte II «O novo líder é aquele que envolve as pessoas na acção, que transforma seguidores em líderes, e que

Leia mais

ESTAGIAR NA UNIÃO EUROPEIA OU NUMA ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL

ESTAGIAR NA UNIÃO EUROPEIA OU NUMA ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL ESTAGIAR NA UNIÃO EUROPEIA OU NUMA ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL PORQUÊ UM ESTÁGIO experiência única de trabalho em ambiente multicultural e multilingue conhecimento prático do funcionamento das instituições

Leia mais

H2020 Spreading Excellence and Widening Participation - Twinning

H2020 Spreading Excellence and Widening Participation - Twinning H2020 Spreading Excellence and Widening Participation - Twinning Mafalda Dourado Salão Nobre, Reitoria da Universidade de Lisboa 14 de Novembro HORIZONTE 2020 Horizonte 2020 Ciência Excelente Liderança

Leia mais

MEDIDAS DE CONSOLIDAÇÃO ORÇAMENTAL ADICIONAIS (PENSÕES, AJUDAS DE CUSTO E SUBSÍDIOS DE TRANSPORTE) Introdução

MEDIDAS DE CONSOLIDAÇÃO ORÇAMENTAL ADICIONAIS (PENSÕES, AJUDAS DE CUSTO E SUBSÍDIOS DE TRANSPORTE) Introdução MEDIDAS DE CONSOLIDAÇÃO ORÇAMENTAL ADICIONAIS (PENSÕES, AJUDAS DE CUSTO E SUBSÍDIOS DE TRANSPORTE) Introdução No âmbito da estratégia de consolidação orçamental adoptada pelo Governo, foi também publicado,

Leia mais

REGULAMENTO DA UNIDADE CURRICULAR DE DESENVOLVIMENTO PESSOAL

REGULAMENTO DA UNIDADE CURRICULAR DE DESENVOLVIMENTO PESSOAL REGULAMENTO DA UNIDADE CURRICULAR DE DESENVOLVIMENTO PESSOAL CURSOS LIVRES ACTIVIDADES EXTRACURRICULARES REGULAMENTO DA UNIDADE CURRICULAR DE DESENVOLVIMENTO PESSOAL Artigo 1.º (Objecto e componentes)

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES 2011

PLANO DE ACTIVIDADES 2011 PLANO DE ACTIVIDADES 2011 MARÇO DE 2011 Este documento apresenta os objectivos estratégicos e as acções programáticas consideradas prioritárias para o desenvolvimento da ESE no ano 2011. O Plano de Actividades

Leia mais

MANUAL DO PROFESSOR SOBRE LIXO MARINHO: Actividades Dentro e Fora da Sala de Aula

MANUAL DO PROFESSOR SOBRE LIXO MARINHO: Actividades Dentro e Fora da Sala de Aula MANUAL DO PROFESSOR SOBRE LIXO MARINHO: Actividades Dentro e Fora da Sala de Aula Com base na experiência adquirida através do Projecto BCLME sobre Lixo Marinho, este manual pretende dar alguma orientação

Leia mais

Presidente do Instituto Politécnico da Guarda

Presidente do Instituto Politécnico da Guarda Pós-Graduações A formação ao longo da vida é hoje uma necessidade indiscutível que constitui uma oportunidade a não perder por parte da instituição. A aposta nas pós-graduações deve ser incrementada, e

Leia mais

Direito das sociedades e governo das sociedades: a Comissão apresenta um Plano de Acção

Direito das sociedades e governo das sociedades: a Comissão apresenta um Plano de Acção IP/03/716 Bruxelas, 21 de Maio de 2003 Direito das sociedades e governo das sociedades: a Comissão apresenta um Plano de Acção O reforço dos direitos dos accionistas e da protecção dos trabalhadores e

Leia mais

Oportunidades para a PME No 7º PQ de IDT da União Europeia. Virginia Corrêa

Oportunidades para a PME No 7º PQ de IDT da União Europeia. Virginia Corrêa Seventh Research Framework Programme (2007-2013) Oportunidades para a PME No 7º PQ de IDT da União Europeia Virginia Corrêa Gabinete de Promoção do 7º Programa-Quadro de IDT 1 Gabinete de Promoção do 7º

Leia mais

Rekreum Bilbao, Vizcaya, Espanha, www.rekreum.com

Rekreum Bilbao, Vizcaya, Espanha, www.rekreum.com Licenciada em Psicologia e com uma vasta experiência em formação e investigação na área do desenvolvimento de capacidades infantis, Adriana Támez é hoje gestora da. Professora da Universidad Autonoma del

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA PÓS-GRADUAÇÃO EM FINANÇAS EMPRESARIAIS. 1.ª Edição 2011-2012

INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA PÓS-GRADUAÇÃO EM FINANÇAS EMPRESARIAIS. 1.ª Edição 2011-2012 INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA PÓS-GRADUAÇÃO EM FINANÇAS EMPRESARIAIS 1.ª Edição 2011-2012 Nos termos do disposto no artigo 8.º, n.º 1, a), do Regime Jurídico das Instituições do Ensino Superior, aprovado

Leia mais

C 188/6 Jornal Oficial da União Europeia 11.8.2009

C 188/6 Jornal Oficial da União Europeia 11.8.2009 C 188/6 Jornal Oficial da União Europeia 11.8.2009 Comunicação da Comissão Critérios para a análise da compatibilidade dos auxílios estatais a favor de trabalhadores desfavorecidos e com deficiência sujeitos

Leia mais

BOLSAS DE MESTRADO CAMPUS DO MAR

BOLSAS DE MESTRADO CAMPUS DO MAR Edital de 4 de Julho de 2011 na qual se abre o 1º concurso de candidaturas às bolsas do Campus do Mar, a estudantes nacionais e estrangeiros, para a realização de um Mestrado nas universidades do Sistema

Leia mais