SUPLEMENTO COMERCIAL. Quinta-feira, 31 de Março de 2011

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1 SUPLEMENTO COMERCIAL. Quinta-feira, 31 de Março de Guia Seguros de

2 DIÁRIO DE NOTÍCIAS Quinta-feira, 31 de Março 2Guia de Seguros ÍNDICE Sentir-se seguro... uma necessidade 2 Seguradoras portuguesas estão de boa saúde! 3 Bati com o carro, e agora? 3 Médis, um segredo que está a celebrar 15 anos 4 Villas Boas Madeira: seguramente consigo 5 Quem é quem? 5 Tranquilidade: seguro de custo light para combater a crise 7 Japão pior do que o 11 de Setembro 8 Das paredes ao recheio, segure a sua casa! 8 O sucesso está na especialização 8 Peritagem, uma face do conceito 9 UNIVERSAL Corretores de Seguros de Fevereiro, edepois?11 Um serviço personalizado a pensar no cliente 11 Volume de negócios representa cerca de 10% do PIB 12 Riscos naturais, como lidar com eles? 14 Entre os seguros e os produtos financeiros 14 INETESE, 14 anos ao serviço da RAM 15 seguro... Sentir-se uma necessidade DOS OBRIGATÓRIOS AOS FACULTATIVOS, MUITOS SÃO OS SEGUROS DE QUE DISPOMOS PARA TER UMAVIDAMAIS DESCANSADA. AS DIFERENTES COMPANHIAS OFERECEM PRODUTOS DISTINTOS, MAS TODOS COM ESSE MESMO OBJECTIVO... Desde os primórdios da história da humanidade que se conhecem exemplos de cooperação e ajuda entre diferentes membros e grupos de algumas sociedades, particularmente naquelas onde o desenvolvimento comercial era mais notado. Do particular ao colectivo, o homem tem vindo a aprimorar formas de precaver prejuízos mais avultados, contrariando as perdas e contrabalançando os danos sofridos com medidas compensatórias. Cuidados houve que visavam, sobretudo, minimizar o risco, numa altura em que ainda não se falava em pagamentos de prémios ou de indemnizações. Da pastorícia às trocas comerciais, o objectivo era sempre a minimização dos prejuízos. Por exemplo, na Mesopotâmia o transporte de mercadorias era feito com recurso aos camelos. Sendo esta uma região de muitos desertos, por vezes as perdas eram avultadas, devido à morte de alguns animais. Para minimizar estes danos, os babilónicos resolveram unir as caravanas de forma a melhor garantirem a substituição dos camelos perdidos ao longo da viagem. Para o efeito, criaram uma espécie de convenção em favor dos transportadores, que tinham de pagar elevadas quantias caso não conseguissem entregar a mercadoria no destino. Temos aqui a génese da responsabilidade civil que enforma a obrigatoriedade de alguns seguros. Em Portugal, no ano de 1293, o Rei D. Dinis estabeleceu a primeira forma de seguro nacional, ligada exclusivamente aos riscos marítimos. Com base num acordo celebrado entre os mercadores e o Reino, aquelas tinham de pagar uma quantia (apurada de acordo com o porte e o tráfego da embarcação), de forma a suportar os prejuízos face à perda de navios ou mercadorias. Alguns anos mais tarde, em 1383, ganhava forma a primeira Lei Nacional sobre Seguros. Na verdade, podemos dizer que os seguros marítimos foram os primeiros seguros a serem comercializados nos moldes mais próximos daqueles que hoje conhecemos. Com o avanço e modernização das sociedades, as exigências e necessidades foram sendo alteradas e as respostas adaptadas a cada situação. Os seguros ganham uma forma específica e a regulamentação vai surgindo a contagotas. No plano dos profissionais ligados ao sector, o escrivão de seguros de 1529 deu lugar ao corrector de seguros de 1578, tendo este o papel de intermediário entre o segurado e as companhias de seguros. No que toca às companhias de seguros, depressa a Companhia das Índias e a Casa dos Seguros, de meados de seiscentos, deram lugar a organizações como a Lloyd s of London, uma associação de tomadores de risco, que durante muito tempo foi uma referência neste domínio. Pouco depois, em meados de setecentos o ramo vida passa a ser comercializado pela Royal Exchange e pela London Assurance, isto em Inglaterra, alargando-se, em pouco tempo, a outros países da Europa e do Mundo. Em Portugal, a Permanente de Seguros em Lisboa (1791)foiaprimeiracompanhiadeseguros nacional. Ao longo do século XIX, por força dos riscos naturais que afectaram algumas cidades, verificou-se um aumento da procura dos produtos comercializados pelas seguradoras. Ao aumentarem os riscos, aumentam, também, os prémios, suscitando, por vezes, a especulação nos diferentes domínios. Com o século XX e todas as mudanças que o mesmo nos trouxe, as ofertas foram sendo cada vez mais diversificadas, com a legislação a aprimorar as responsabilidades e a esclarecer as dúvidas que se colocavam em cada situação específica. Surgem novas companhias de seguros e outras empresas ligadas à comercialização de apólices. A mediação passa a ser uma realidade, num contexto onde há que saber escolher o produto que melhor se adequa às nossas necessidade. E a verdade é que hoje é impensável estruturarmos o nosso dia-a-dia sem a existência de um seguro. Afinal, todos nós queremos uma segurança, uma garantia futura que nos proteja dos prejuízos, de perdas e de danos inesperados. O seguro, seja obrigatório ou contratual, mais não é do que uma relação jurídica por meio da qual há transferência de um prejuízo potencial, decorrente de um risco - evento danoso em potencial ou seja, um evento futuro e incerto, causadordeumprejuízo-,doseguradoàseguradora, mediante pagamento em dinheiro - prémio.

3 DIÁRIO Seguradoras portuguesas estão bem de saúde! Guia de Seguros DE NOTÍCIAS Quinta-feira, 31 de Março 3 A EIOPA AVALIOU A ROBUSTEZ DA SITUAÇÃO FINANCEIRA DAS SEGURADORAS PORTUGUESAS, TENDO-LHES ATRIBUÍDO A CLASSIFICAÇÃO DE BOM, COM DISTINÇÃO, BASEADO NUM RÁCIO DE SOLVÊNCIA MÉDIO CONFORTÁVEL. De há cinco anos a esta parte que as seguradoras, à semelhança do que acontece com a banca, têm vindo a ser submetidas aos tão falados estudos de resistência, ou como são mais conhecidos, aos testes de stress. No âmbito nacional, os resultados foram bastante positivos, com as seguradoras nacionais a passarem com distinção nos exames de performance, havendo aproximadamente 1.2 mil milhões de euros de capital no conjunto global do sector, um valor acima do exigido para a abertura de uma instituição desta natureza. Segundo os dados revelados pela EIOPA - European Insurance and Occupational Pensions Authority, entidade responsável pela realização deste estudo, o sistema nacional «passa com distinção» no QIS5, denominação atribuía ao estudo que avalia os possíveis resultados da execução do regime Solvência II, plano estratégico de regulamentação do ramo segurador que terá início nos primeiros meses de Refira-se que estes testes foram regulamentados por uma directiva comunitária que visava a prevenção de situações como a que atingiu a maior empresa do ramo segurador nos EUA, a American International Group (AIG), a qual, na sequência dos investimentos sem fundo no banco Lehman Brothers, entretanto falido, se tornou numa das entidades mais endividadas do país e se lançou numa espiral descendente na captação de clientes. Bati com o carro, eagora? QUANDO O VALOR ESTIMADO DA REPARAÇÃO, SOMADO AO DO VEÍCULO APÓS O ACIDENTE, ULTRAPASSA O VALOR COMERCIAL DA VIATURA (SE ESTA TIVERMAISDEDOIS ANOS, PODE IR ATÉ 20% A MAIS), É DECLARADA A PERDA TOTAL. Desagradável. Este é o adjectivo que melhor caracteriza qualquer acidente automóvel, mesmo aqueles em que os estragos são mínimos e não se registam danos pessoais. Um bom seguro é sempre uma mais-valia em qualquer situação desta natureza, embora seja sempre necessário tomar algumas cautelas para que o todo o processo pós-acidente não se complique. Convém ter sempre na sua viatura uma declaração amigável. Peça-a na sua seguradora. O seu preenchimento deverá ser a sua primeira preocupação desde que nenhum dos envolvidos no acidente precise de cuidados médicos. Este acto não significa que está a assumir qualquer responsabilidade do acidente, serve apenas para simplificar o apuramento real da situação. Nesse documento, não deixe de identificar os intervenientes e respec- tivas viaturas. Dê atenção a eventuais testemunhas. Note que esta declaração deverá ser preenchida em impresso próprio, em duplicado, ficando uma cópia para cada interveniente. Se tiver possibilidade, tire algumas fotografias ao estado das viaturas e ao local do acidente, bem como aos danos causados nos veículos. Em caso de dúvidas ou desacordo, é sempre preferível chamar as autoridades competentes, nomeadamente a Polícia de Segurança Pública. Logo que possível, deverá comunicar à seguradora, sendo que tem, no máximo, 8 dias consecutivos para o fazer.atenção,senãofororesponsável pelo acidente e o seu seguro só cobrir responsabilidade civil, a participação deverá ser feita à seguradora do outro envolvido. PUBLICIDADE

4 4Guia de Seguros DIÁRIO DE NOTÍCIAS Quinta-feira, 31 de Março Médis, um segredo que está a celebrar 15 anos A MÉDIS PROPORCIONA O ACESSO A CUIDADOS DE SAÚDE DE ELEVADA QUALIDADE, SUPORTADOS POR UM SEGURO COM NÍVEIS DE SERVIÇO DE EXCELÊNCIA, DEIXANDO O CLIENTE LIBERTO PARA SE CONCENTRAR NO QUE É MAIS IMPORTANTE, A SUA SAÚDE. (com um capital de 1 milhão de euros), até à Cobertura Internacional, sem limite de capital na Clínica Universitária de Navarra, conforme a opção escolhida. Não estamos no mercado dos cartões de desconto, que não são verdadeiros seguros e não protegem o Cliente. A relação com os nossos Clientes é de longo prazo: ambicionamos que a qualidade e benefícios do seguro Médis os mantenham connosco, por isso comercializamos planos standard sem idade limite de permanência. Ao nível do segmento sénior, desenvolvemos uma oferta específica o Médis Vintage, que responde de forma adequada e acessível às necessidades deste segmento, muitas vezes penalizado pelo mercado. Importa lembrar que um seguro Médis, em qualquer opção, é uma porta de entrada para várias vantagens como o acesso à Linha Médis, com atendimento 24h por enfermeiros ou à Rede de Saúde & Bem-estar, com descontos em termas, ópticas, Healthclubs, prestadores de cuidados domiciliários, etc. Através do site Médis é possível descobrir as vantagens do universo Médis e até subscrever o seguro, em casa, com toda a comodidade. O ano passado estiveram presentes, aqui na Madeira, com uma actividade que excedeu o âmbito comercial É verdade. Na sequência das conhecidas intempéries, efectuamos uma campanha interna, com enorme receptividade, na qual 1 porcada apólicevendida revertia para uma instituição. Assim, foi com todo o gosto que entregámos à Associação de Desenvolvimento Comunitário do Funchal para auxiliar o projecto Férias Divertidas. Foi um privilégio e um factor de motivação adicional para todos os que trabalham na Médis: sentirque podemos contribuir para fazer a diferença, é também este o nosso segredo. Gustavo Barreto Director de Marketing da Médis Como surgiu a Médis? A Médis opera desde 1996, quando lançou em Portugal o conceito de seguros de saúde managed care, assente no acesso a uma Rede Convencionada de Prestadores de Cuidados de Saúde. A aposta foi proporcionar a máxima acessibilidade a cuidados de saúde de elevada qualidade, suportados por um seguro com níveis de serviço de excelência, deixando o Cliente liberto para se concentrar no que é mais importante, a sua saúde. O vosso último anúncio publicitário fala no segredo da Médis. Qual é? Decorridos 15 anos de actividade, permanecemos fiéis aos nossos princípios core, apostando na inovação para fazer a diferença e com uma quase obsessão pela qualidade. Neste pressuposto, fomos adicionando valor à nossa proposta, incrementando coberturas, inovando processos e modelos de gestão, modelando a nossa oferta às necessidades do mercado. Como resultado, temos sido privilegiados com a confiança e índices de satisfação dos nossos Clientes, que por exemplo nos concederam um impressionante índice de satisfação de 97% em 2010 (estudo efectuado pela Nielsen). Significativo é também o facto de o mercado em geral confiar em nós acabamos de ser eleitos Marca de Confiança, pelos leitores das Selecções do Readers Digest. Estes são dados que nos orgulham mas que aumentam também a nossa responsabilidade, para continuar a conseguir corresponder às elevadas expectativas. Em suma, diria que a haverum segredo será a nossa proposta de valor como um todo, traduzida na expressão Médis Faz bem à Saúde. Mas, no actual contexto económico, como está o mercado de seguros de saúde? Continua a ser um mercado em crescimento? Na última década, os seguros de saúde tiveram um crescimento de 2 dígitos, tendo sido o ramo não vida que mais cresceu. Apesar da actual conjuntura, a procura continua ascendente, embora com valores mais modestos. A Médis sempre cresceu acima do mercado e continua a fazêlo, tendo fechado 2010 com mais de pessoas seguras sob gestão. Diria que, no actual contexto económico, a necessidade de protecção das famílias agudiza-se, e os seguros de saúde podem dar uma contribuição decisiva para fazer face a despesas de saúde inesperadas que possam surgir. Que conselhos pode dar a um Cliente na escolha do seu seguro de saúde? Efectuar uma escolha informada para adquirir o que de facto necessita e o protege. A Médis tem planos para famílias que vão desde a simples cobertura de hospitalização à de ambulatório (consultas), passando pelo Parto, Doenças Graves Porque é desde pequeno que se aprende a cuidar da saúde, a Médis criou o conceito Médis Kids: um universo de personagens que representam os amigos e os inimigos da nossa saúde, como por exemplo o João Globulão (um glóbulo branco) e a Bina (uma bactéria) e onde não falta um herói o Super Médis. Estas personagens estão materializadas no website um site lúdico e didáctico, onde entre jogos animados e filmes de aventuras, os mais pequenos aprendem, brincando, conceitos básicos de saúde.

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6 6Guia de Seguros DIÁRIO DE NOTÍCIAS Quinta-feira, 31 de Março Seguramente consigo A VILLAS BOAS MADEIRA, SA É HOJE UMA MARCA RECONHECIDA NO MERCADO, COMO PARCEIRO DE CONFIANÇA, INOVADOR E CAPAZ DE ENCONTRAR AS MELHORES SOLUÇÕES E CONDIÇÕES DE SEGUROS PARA OS SEUS CLIENTES. AVillas Boas Madeira, SA, parte integrante do Grupo CBK, está presente na Região Autónoma da Madeira desde Em conjunto com os seus associados, são hoje líderes na actividade da corretagem de seguros em Portugal. Refira-se a propósito, que o Grupo CBK oferece actualmente uma cobertura de âmbito nacional, com presença na Região Autónoma do Açores, Lisboa e Porto. Esta empresa define-se como um consultor que procura, de forma sistemática e com total independência faceàsseguradoras, uma solução integral que melhor se adapta às necessidades de cada cliente, utilizando produtos existentes no mercado nacional e/ou internacional. Maria José Fortes, administradora executiva da empresa, assegura que a sua equipa dispõe de um know-how e de uma vasta experiência queproporciona aosseus clientes a prestação de um serviço de qualidade e altamente personalizado, propondo e desenvolvendo soluções à medida que permitam aumentar a sua capacidade de geriros riscos e acrescentarvaloràs empresas. A nossa preocupação quando tomamos contacto, pelo primeira vez, com um cliente e a sua carteira de seguros, é promovermos uma cuidada análise aos riscos a que a empresa está exposta, estabelecendo então a proposta adequada para a gestão da carteira de seguros. A responsável pela empresa explica ainda que todos estes serviços estão igualmente ao dispor dos clientes particulares. Ao nível do cliente particular, dispomos de meios que nos permitem rapidamente ter acesso aos vários produtos e condições disponíveis no mercado, de forma gratuita para o cliente e com total independência face às Seguradoras existentes. Porque cada cliente tem as suas próprias características e necessidades, e conjugar todos estes factores requer a tempo e conhecimento, a VillasBoasdispõe, noseu escritório, de um vasto leque de serviços e produtos, com simulações na hora, que vão desde o simples seguro de Automóvel ou Multi RiscosHabitaçãoaosegurodeSaúde, Vida, Acidentes Pessoais, ou mesmo Responsabilidade Civil Profissional. Posso inclusive partilhar convosco que temos tido uma procura bastante acentuada de produtos de Saúde, Vida e PPR, certamente fruto da situação de pré-rotura do sistema de segurança social em Portugal. Aliás, faço um apelo a todos os nossos clientes e não clientes que não deixem de, pelo menos, fazer uma simulação para um seguro de Saúde, de Acidentes Pessoais, de Vida ou PPR destinado a salvaguardar o bemestare a segurança da sua família. Quanto ao mercado e ao balanço da actividaderefere: O MercadoSeguradoreem particular o da Corretagem, é sem dúvida um mercado muito competitivo e cada vez maisexigenteeagressivo, pelo queéimperativo que os agentes económicos saibam evoluir, reaprender e adaptar-se às novas exigências. Como habitualmente transmito à minha equipa considero que, com atitude comercial, estratégia, empenho e ambição conseguiremos por em prática as competências necessárias à implementação da nossa estratégia. A Villas Boas Madeira, SA é hoje uma marca reconhecida no mercado, como parceiro de confiança, inovadore capaz de encontrar as melhores soluções e condições de segurospara osseusclientes, o que lhes permitiu atingir a posição de líder no mercado da corretagem de seguros na Região Autónoma da Madeira. Mediador de seguros Falamos de mediador de seguros quando estamos perante «qualquer pessoa singular ou colectiva que inicie ou exerça, mediante remuneração, a activi- Quem dade de mediação de seguros». (Decreto-lei n.º 144/2006, de 31 de Julho). Empresa de seguros Trata-se de «uma empresa que tenha recebido da autoridade competente de um dos Estados membros da União Europeia uma autorização para o exercício da actividade seguradora». (Decreto-lei n.º 144/2006, de 31 de Julho). Mediação de Seguros Entende-se por mediação de seguros «qualquer actividade que consista em apresentar ou propor um contrato de seguro ou praticar outro acto preparatório da sua celebração, em celebrar o contrato de seguro, ou em apoiar a gestão e execução desse contrato, em especial em caso de sinistro». (Decreto-lei n.º 144/2006, de 31 de Julho). Contrato de seguro Esteé«nãosóocontratodeseguro mas também operações de capitalização, todos celebrados, nos termos legais e regulamentares em vigor, por empresas de seguros autorizadas a operar no território português». (Decreto-lei n.º 144/2006, de 31 de Julho). Tomador de seguro É a «entidade que celebra o contrato de seguro com a empresa de seguros, sendo responsável pelo pagamento do prémio, incluindo o subscritor, entidade que contrata uma operação de capitalização com uma empresa de seguros, sendo responsável pelo pagamento da prestação». (Decreto-lei n.º 144/2006, de 31 de Julho). é quem? Agente de seguro Esta é a «categoria em que a pessoa exerce a actividade de mediação de seguros em nome e por conta de uma ou mais empresas de seguros ou de outro mediador de seguros, nos termos do ou dos contratos que celebre com essas entidades». (Decreto-lei n.º 144/2006, de 31 de Julho). Corretor de seguros Trata-se da «categoria em que a pessoa exerce a actividade de mediação de seguros de forma independente face às empresas de seguros, baseando a sua actividade numa análise imparcial de um número suficiente de contratos de seguro disponíveis no mercado que lhe permita aconselhar o cliente tendo em conta as suas necessidades específicas.» (Decreto-lei n.º 144/2006, de 31 de Julho).

7 Seguro de custo DIÁRIO light para PORTUGUESES TÊM CADA VEZ MAIS SEGUROS DE SAÚDE APESAR DA combater crise CONJUNTURA ADVERSA. A SOLUÇÃO PASSA POR ADQUIRIR SOLUÇÕES ECONÓMICAS COMO O SANOS LIGHT, DA TRANQUILIDADE, QUE ASSEGURA ASSISTÊNCIA MÉDICA E DESPESAS DE INTERVENÇÃO CIRÚRGICA E INTERNAMENTO. Não obstante o facto dos sistemas de saúde públicos terem registado evolução no que se relaciona com a prestação de cuidados médicos, muitas dúvidas se colocam quanto a isso no presente, o que faz com que a população portuguesa esteja cada vez mais consciente para a importância de garantir uma melhor assistência e tratamento familiar em caso de doença. Segundo dados da Associação Portuguesa de Seguradoras (APS), actualmente existem dois milhões de pessoas com seguros de saúde, que devem abranger 2,2 milhões de portugueses até ao final de. Ainda segundo a APS, o Serviço Nacional de Saúde custa anualmente 10 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) português, cerca de 17 mil milhões de euros, o que representa um custo anual de euros a cada português. Já se tiver um sistema privado complementar, cada beneficiário paga, em média, 270 euros por ano. Com vantagens assumidas para ambos os lados, os seguros de saúde impõem-se cada vez mais na sociedade portuguesa, e as empresas que actuam nesta área devem saber ajustar as suas soluções às situações específicas de cada cliente, à dimensão da sua família e à sua disponibilidade financeira. De uma forma geral, o mercado segurador tem respondido com uma oferta renovada e versátil, mas a difícil conjuntura económica tem impedido que muitos portugueses adquiram um seguro de saúde. Para responder às necessidades Guia de Seguros DE NOTÍCIAS Quinta-feira, 31 de Março 7 da população neste contexto de crise, a Tranquilidade disponibiliza uma oferta equilibrada para quem quer salvaguardar a saúde familiar sem ter de pagar muito. O Sanos Light, assim se chama esta opção de seguro de saúde mais económica, assegura uma cobertura até e inclui assistência médica e intervenções cirúrgicas e internamento. Esta solução permite ainda, em caso de diagnóstico de uma doença grave, uma segunda opinião médica através do acesso a uma revisão desse diagnóstico e respectivo tratamento por um especialista na doença detectada. Caso se pretenda prosseguir com o tratamento com o médico indicado, a Tranquilidade tratará da marcação de consultas e exames, da reserva de viagens e do alojamento, entre outros aspectos logísticos. Comumpreçoapartirde7 pormês, o Sanos Light da Tranquilidade garante o atendimento personalizado, numa ampla rede de prestadores de cuidados de saúde, pagando somente uma pequena percentagem ou quantia fixa, e liberdade de escolha de médicos e clínicas, mesmo fora da rede de prestadores e de forma a garantir sempre um atendimento de elevada qualidade. PUBLICIDADE

8 8Guia de Seguros DIÁRIO DE NOTÍCIAS Quinta-feira, 31 de Março Japão INDEMNIZAÇÕES RESULTANTES DO TERRAMOTO NO JAPÃO PODERÃO ATINGIR 300 MIL MILHÕES DE DÓLARES, MAIORES DO QUE AS INDEMNIZAÇÕES PAGAS COM O 11 DE SETEMBRO E QUATRO VEZES SUPERIORES ÀS DO FURACÃO KATRINA Não restam dúvidas. Os últimos acontecimentos que têm devastado algumas regiões do Japão são o maior evento de consequências indemnizatórias do mercado segurador e ressegurador mundial, superando, inclusive, os atentados de 11 de setembro de, nos Estados Unidos. Quem está convicto deste facto é Sérgio Barroso de Mello, presidente do Comitê Ibero-Latino-Americano da Associação Internacional de Direito de Seguro (Cila- Aida), para quem não há dúvida de que estamos superando esses números em muito, porque se trata de um país que era, até bem pouco tempo, a segunda maior pior doque11desetembro economia do mundo. Um país desenvolvido, com uma cultura do seguro muito forte, adiantou. A verdade é que, segundo os especialistas, depois da tragédia que assolou o Japão nos últimos dias, os seguros deverão sofrer um aumento na ordem dos 8%. Esse aumento deverá basear-se não apenas nos prejuízos, mas também no recalculo inevitável dos riscos, variável conforme o sector a que diga respeito. E esta adequação deverá ser feita em todos os segmentos de seguros, desde os grandes riscos, até aos seguros automóveis ou de vida. Das paredes ao recheio, segure a sua casa! Certamente já ouviu falar de seguro habitação, seguro de recheio da residência, ou algo semelhante. A verdade é que são cada vez menos aqueles que fazem valer o ditado popular casa arrombada, trancas à porta. Preferem prevenir em vez de remediar... Os bens imóveis, tal como os bens móveis, podem passar por eventos que lhes podem causar danos. Incêndios, inundações, assaltos concorrem entre si pelo top das ocorrências. Mas tudo isto poderá ser minimizado se possuir um seguro válido e adequado às suas necessidades, já que assim não terá de suportar sozinho as despesas de reparação de quaisquer danos que ocorram na sua habitação. No caso dos incêndios, é obrigatório um seguro próprio para o edifícios em regime de propriedade horizontal, tal como dita o Código Civil, nos termos do nº 1 do seu Artigo No seguro para paredes, o capital contratado deve corresponder ao valor de reconstrução do imóvel. Regra geral, este é inferior ao de mercado, pois não contabiliza o terreno, nem factores de valorização, como a proximidade do mar, transportes, etc. Recheio bem avaliado Na hora de fazer um seguro para o recheio da sua casa, algo cada vez mais fundamental, faça uma lista dos bens, incluindo roupa e calçado. Embora já não sejam novos, calcule quanto custaria substituí-los hoje. Se é daquelas pessoas que gosta de antiguidaes e até tem algumas peças a decorar a sua casa, então tenha atenção. Não se aventure nas contas. Para as antiguidades ou obras de arte, consulte um especialista. Estes e outros objectos de valor elevado, como aparelhos fotográficos, jóias, colecções, armas e casacos de pele, são considerados especiais e devem ser discriminados na apólice. Caso contrário, a maioria das seguradoras paga até 1500 por cada, mesmo que valham mais. Some as parcelas e acrescente 10%, como segurança. O valor dos bens não se mantém ao longo dos anos. Pode aumentar ou diminuir, pelo que todas as seguradoras actualizam anualmente os capitais seguros, com base nos índices publicados trimestralmente pelo Instituto de Seguros de Portugal. Esses pretendem reflectir a variação dos preços em função da inflação. Quanto ao recheio, como é natural que compre outros móveis, utensílios, objectos decorativos e máquinas ao longo dos anos, actualize os valores a cada 4 ou 5 anos. O sucesso está na especialização Na conjuntura sócio-económica actual deparamo-nos com a precaridade financeira tanto das empresas como dos cidadãos comuns. Desta forma, mais que nunca, existe a necessidade de bons conselheiros para que, sem exageros, os seguros sejam vendidos com base nas necessidades dos segurados. A empatia tem de ser aplicada com rigor. A contratação de seguros feita neste conceito fará manter os contratos em vigor e dificilmente serão anulados por excesso. A qualidade dos serviços é importante e, cada vez mais, o conhecimento adquirido pelos cidadãos sobre os seus direitos, exige uma maior profissionalização no sector segurador. Vemos instituições diversas que não tendo o conhecimento e a experiência neste ramo, vendem seguros como sendo mais um produto dessa empresa, com objectivos nas vendas veja-se os bancos e os supermercados. Depois, somos nós, os profissionais, quem esclarece sobre os produtos contratados. É tempo de cada um se especializar na sua área porque só assim, ganha a sociedade e o consumidor, em geral. José Luís Sousa Mediador de Seguros

9 Peritagem, uma face Uma sociedade moderna atribui inequivocamente função social a determinadas profissões tal como médicos e advogados regulando o acesso às mesmas. Estas medidas visam a protecção dos cidadãosquecompõeessa mesma sociedade (sejam estes pessoas singulares ou colectivas). Poroutro lado também a sociedadecivil ao impor seguros de natureza obrigatória, assume perante os cidadãos responsabilidades acrescidas, devendo exigir capacidades técnicas e morais inquestionáveisa quem actua comoseu mandatário no que à regulação de sinistros diz respeito. Ora, facilmente se reconhece o papel fundamental dos peritos de seguros no sucesso deste ramo de actividade, já que são eles, em caso de sinistro, que servem do conceito de mandatários das seguradoras com o intuito de efectuar vistorias aos bens sinistrados, procederao levantamento dos prejuízos sofridos em consequência do sinistro, procurando esclarecerdúvidas, indicara causa, a natureza e a extensão das avarias. Esta é, pois, uma tarefa queexigeuma avaliação criteriosa dos riscos e dos factores que o condicionam. Para além de todas estas razões, a salvaguarda do prestígio e bom nome da actividade seguradora e outras entidades em nome de quem os profissionais portugueses actuam, tais como os Tribunais, passam pelo reconhecimento da maisvalia social intrínseca da Peritagem, não devendo no espaço comunitário ser permitido o exercício desta actividade a entidades sem formação nem acreditadas para tal. Como tal justifica-se plenamente a observância das capacidades técnicas e de um código de conduta exigidos aos profissionais portugueses. DIÁRIO ACâmara Nacional de Peritos Reguladores designada porcnpr foi oficialmente fundada em 16 de Maio de 1996 (data da escritura). É uma associação de natureza profissional, representando aqueles que exercem a profissão de Peritos de Seguros e Peritos Reguladores, assumindo estes inequivocamente um papel de importância no que diz respeito à regulação técnica e profissional dos sinistros entre as partes envolvidas. A CNPR é representativa da profissão no seu todo englobando os diversos ramos da peritagem, incluindo o Automóvel, englobando os peritos internos das empresas de seguros. A CNPR é constituída porpessoas singulares e colectivas que se dedicam à actividade da Peritagem, estando estas sujeitas a normas técnicas e deontológicas específicas.sendo a Peritagem um conjunto de procedimentos, inquirições, aferições e actos concorrentes à tomada de decisões, deverá ser esta actividade profissional realizada por entidade competente e idónea. A CNPR pretende contribuircom uma resposta adequada às necessidades crescentes do sector em termos de formaçãoequalificação, sendoum dosseus grandesobjectivos, a profissionalização e regulamentação da peritagem portuguesa, sendo acompanhada nesta pretensão pelas suas congéneres europeias. O papel desempenhado pela CNPR ao longo os últimos anos tornou possível a Guia de Seguros DE NOTÍCIAS Quinta-feira, 31 de Março 9 que Portugal esteja actualmente na linha dianteira do Sectorem termos internacionais, representando Portugal na FUEDI - The European Federation of Loss Adjusting Experts, na FIEA - International Federation of Automobile Experts e na IAIFA - International Association ofinsurance Fraud Agencies. Tendo em conta a sua formação e especialidade, os membros da CNPR estão repartidos por Colégios, nomeadamente pelo Colégio Patrimonial e pelo Colégio Automóvel, Poderão ser criados outros Colégios da Especialidade caso a evolução do Sector e respectivo enquadramento na Câmara o justifique. A admissão de membro singular aos Colégios da Especialidade é efectuada se acordo com as normas dos organismos internacionais em que a CNPR se encontra inserida. PUBLICIDADE

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