LEI Nº Institui o Plano de Carreira e Vencimentos do Magistério Público Estadual do Espírito Santo O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

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1 LEI Nº Institui o Plno de Crreir e Vencimentos do Mgistério Público Estdul do Espírito Snto O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Fço sber que Assembléi Legisltiv decretou e eu snciono seguinte Lei: CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELlMINARES Seção I Art. º - Est Lei dispõe sobre o Plno de Crreir e Vencimentos dos Profissionis do Mgistério Público Estdul do Espírito Snto no âmbito d educção básic. Seção II D Estrutur d Crreir Art. 2º - A crreir do Mgistério é constituíd de crgos de provimento efetivo e estruturd em clsses de cordo com nturez e complexidde ds tribuições, níveis de titulção estbelecidos segundo hbilitção profissionl, lcnçndo, trvés d promoção, urn linh scendente de vlorizção. Art. 3º - Pr fins dest Lei considerm-se : I - crgo: conjunto de tribuições e responsbiliddes cometids o profissionl d educção que tem como crcterístics essenciis crição em Lei, denominção própri, número certo, tribuições definids e pgmento pelos cofres do Estdo; II - clsse: divisão básic d crreir, contendo determindo número de crgos, de mesm denominção e tribuições idêntics, grupdos segundo nturez e complexidde ds tribuições e d hbilitção profissionl exigid. III - ctegori funcionl: conjunto de crgos dos profissionis d educção;

2 IV - scensão funcionl: pssgem dos profissionis d educção de um nível de hbilitção pr outro superior, n mesm clsse; V - promoção: é elevção do profissionl d educção efetivo à referênci imeditmente superior do nível que pertence; VI - funções do Mgistério : quels desempenhds n escol ou em outrs uniddes dministrtivs d Secretri de Estdo d Educção por ocupntes de crgos integrntes do Qudro do Mgistério, compreendendo: ) regênci de clsse; b) dministrção escolr; c) plnejmento educcionl; d) inspeção escolr; e) supervisão escolr; coordenção de áre; g) coordenção escolr; h) orientção educcionl; i) pesquis educcionl; j) direção de unidde escolr; l) compnhmento, controle e vlição ds tividdes educcionis desenvolvids no sistem educcionl; m) outrs tividdes de nturez congênere. VII - nível: unidde básic d estrutur d crreir que corresponde à mior hbilitção dquirid pelo profissionl d educção, independente d clsse que pertence e do âmbito de tução e que determin o vlor inicil do vencimento bse; VIII - referênci: símbolo numérico em rábico indictivo do vlor do vencimento - bse fixdo pr o crgo que represent o crescimento funcionl do profissionl d educção n crreir; IX - vencimento-bse: retribuição pecuniári o profissionl d educção pelo efetivo exercício do crgo correspondente o nível de su mior

3 hbilitção e referênci independente do âmbito de tução em que exerç sus funções, considerndo jornd de trblho e sobre o qul incide o cálculo ds vntgens; X - código de identificção: crcterizção dos crgos do Qudro do Mgistério. º - Entende-se por hbilitção específic quel que tem relção diret com s tividdes desenvolvids pelo profissionl d educção que lcnçou, no âmbito de tução em que tiver exercício. 2º - Entende-se por âmbito de tução o nível de ensino ou de gestão em que o profissionl d educção pss ter exercício em virtude de concurso e de su hbilitção. CAPÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO DA CARREIRA Art. 4º - A crreir do Mgistério é crcterizd por tividdes contínus no exercício de funções de Mgistério e voltd à concretizção dos princípios, dos ideis e dos fins d educção brsileir. Prágrfo único - A crreir do Mgistério se inici com o provimento de crgo efetivo de mgistério, trvés de concurso público, de provs e títulos, em conformidde com o que dispõe est Lei ou norm del decorrente. Art. 5º - A crreir do mgistério é formd pelo crgo efetivo de profissionl d educção dividido em clsses, de cordo com nturez e complexidde ds tribuições e hbilitção profissionl exigid pr os seus ocupntes. Art. 6º - A estrutur d crreir do Mgistério compreende clsses, níveis e referêncis. Art. 7º - Os crgos de provimento efetivo são grupdos em de clsses, de cordo com nturez e complexidde ds tribuições e d hbilitção profissionl exigid pr os seus ocupntes, conforme se especific: I- Clsse A - integrd pelos crgos de Professor "A". II- Clsse B - integrd pelos crgos de Professor "B". III- Clsse P - integrd pelos crgos de Professor "P".

4 Art. 8º - Os níveis constituem linh de elevção funcionl em virtude d mior hbilitção pr o mgistério, ssim considerd: I- Nível I - formção em curso de nível médio, n modlidde Norml. II- Nível II - formção em curso de nível médio completo, n modlidde Norml, crescid de Estudos Adicionis. III - Nível III - formção em nível superior em curso de licencitur de curt durção. IV- Nível IV - formção em nível superior em curso de licencitur, de grdução plen; ou em progrms de formção pedgógic pr portdores de diploms de educção superior nos termos d Resolução nº 2, de 28 de junho de 997, do Conselho ncionl de Educção; ou formção específic de profissionis d educção em nível superior, em curso de pedgogi; ou formção em curso Norml Superior. V- Nível V - formção em nível superior em curso de licencitur, de grdução plen; ou em progrms de formção pedgógic pr portdores de diploms de educção superior nos termos d Resolução nº 2, de 28 de junho de 997, do Conselho Ncionl de Educção; ou formção específic, em cursos de pedgogi; ou em curso Norml Superior, crescid de pósgrdução obtid em curso de especilizção com durção mínim de 360 (trezentos e sessent) hors, com provção de monogrfi. VI- Nível VI - formção em nível superior em curso de licencitur, de grdução plen; ou em progrms de formção pedgógic pr portdores de diploms " de educção superior nos termos d Resolução nº 2, de 28 de junho de 997, do Conselho Ncionl de Educção; ou formção específic de profissionis d educção em nível superior, em cursos de pedgogi; ou em curso Norml Superior, crescid de Mestrdo em Educção com defes e provção de dissertção. VII- Nível VII - formção em nível superior em curso de licencitur, de grdução plen; ou em progrms de formção pedgógic pr portdores de diploms de educção superior nos termos d Resolução nº 2, de 28 de junho de 997, do Conselho Ncionl de Educção; ou formção específic de profissionis d educção em nível superior, em cursos de pedgogi; ou em curso Norml Superior, crescid de Doutordo em Educção com defes e provção de tese.

5 Prágrfo único - Os níveis de que trt este rtigo desdobrm-se em referêncis de 6, conforme const no Anexo. Art. 9º A elevção do ocupnte de crgo de Mgistério nos níveis de que trt o rtigo nterior fr-se-á medinte comprovção de hbilitção específic. Prágrfo único - Os procedimentos dministrtivos pr fins do disposto neste rtigo serão objeto de regulmentção. Art. 0. Ao professor ingressnte será tribuído o nível correspondente à mior hbilitção por ele dquirid. Art.. A scensão funcionl previst nos incisos II e III do rt. 8º fic restrit os ocupntes de crgo do mgistério cuj investidur ntecede à vigênci dest Lei, extinguindo-se os crgos correspondentes pós su vcânci. Art. 2. As tribuições do crgo se dividem por hábito de tução, sendo: I - Professor "A" - no âmbito d educção infntil (pré-escolr), educção especil e ds qutro séries iniciis do ensino fundmentl. II- Professor "B" - no âmbito de 5ª 8ª séries do ensino fundmentl e no ensino médio, respeitd hbilitção específic. III- Professor "P" - no âmbito d educção infntil, do ensino fundmentl e médio em uniddes escolres e uniddes dministrtivs d Secretri de Estdo d Educção, loclizds o nível municipl, regionl ou n dministrção centrl. º - Pr tender s necessiddes decorrentes ds lterções estruturis d Secretri de Estdo d Educção, ou por conveniênci do ensino, os professores MPA poderão tur, em cráter excepcionl, n 5ª 8ª séries do ensino fundmentl e no ensino médio, desde que portdores de formção específic pr o respectivo cmpo de tução, segundo critérios serem estbelecidos em regulmento. 2º - O detlhmento ds tribuições do crgo por clsse e âmbito de tução constm do nexo III. CAPÍTULO III DAS ATRIBUIÇÕES DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO

6 Art. 3. São tribuições do professor em função de docênci, preprr e ministrr uls, vlir e compnhr o proveitmento do corpo discente do ensino pré-escolr, fundmentl e médio, no respectivo cmpo de tução. Art. 4. São tribuições do professor em função de Mgistério de nturez pedgógic direção escolr, dministrção, vlição, o plnejmento, pesquis, orientção, supervisão, inspeção, ssistênci técnic, o ssessormento em ssuntos educcionis, chefi, coordenção, compnhmento e controle de resultdos educcionis e outrs similres n áre de educção, compreendendo s seguintes especificções: I- no âmbito escolr: ) dministrr, plnejr, orgnizr, coordenr, controlr e vlir tividdes educcionis, junto o corpo técnico - pedgógico, docente e discente, for d sl de ul, desenvolvids n unidde escolr; b) plnejr, orientr, compnhr e vlir tividdes pedgógics ns uniddes escolres, promovendo integrção entre s tividdes, áres de estudos e/ou disciplins que compõem o currículo, bem como o contínuo perfeiçomento do processo ensino - prendizgem, propondo treinmento e perfeiçomento do pessol, primormento dos recursos de ensinoprendizgem e melhori dos currículos; c) plnejr, compnhr e vlir prticipção do luno no processo ensino - prendizgem envolvendo comunidde escolr, e formul nesse compnhmento. II- no âmbito d dministrção o nível municipl ou regionl: ) inspecionr, supervisionr, orientr, compnhr e vlir s tividdes ds uniddes escolres de ensino pré-escolr, fundmentl e médio d rede públic estdul e municipl e d rede prticulr de ensino, seguindo s norms do Sistem Estdul de Ensino; b) diligencir execução de plnos, progrms, projetos e tividdes educcionis, bem como compnhr e controlr su execução. III - no âmbito d dministrção centrl do sistem: ) desenvolver estudos, dignósticos qulittivos e quntittivos sobre relidde do Sistem Estdul de Ensino e elborr progrm, plnos e projetos de intervenção;

7 b) propor lterntivs à tomd de decisão em relção às necessiddes e prioriddes d educção; c) elborr, vlir e propor medids e instrumentos de compnhmento e controle d execução de plnos, progrms, projetos e tividdes educcionis; d) prestr ssistênci técnic em ssuntos pedgógicos; e) desempenhr ssessori em ssuntos educcionis e outrs tividdes educcionis que forem delegds; f) responder pel gestão d educção, incluindo o plnejmento, compnhmento, controle e vlição ds ções dos diversos setores que integrm Secretri de Estdo d Educção. CAPÍTULO IV CÓDIGO DE IDENTIFICAÇÃO Art. 5. O código de identificção dos crgos do Qudro do Mgistério é constituído dos seguintes elementos: I - º elemento - indictivo do qudro: M; II - 2º elemento - indictivo d ctegori funcionl e clsse: ) Professor em função de docênci: PA e PB; b) Professor em função de nturez pedgógic: PP III - 3º elemento - indictivo do nível de I VII; IV - 4º elemento - indictivo d referênci de 6. V - 5º elemento - indictivo do hábito de tução, sber: ) EI- educção infntil b) EF- ensino fundmentl c) EM- ensino médio d) AC- dministrção centrl

8 e) AR- dministrção regionl AM- dministrção o nível municipl CAPÍTULO V CAMPO DE ATUAÇÃO Art. 6. São considerdos cmpos de tução do profissionl d educção: I- âmbito escolr: ) educção infntil (pré-escolr) b) ensino fundmentl de ª à 4ª série; c) ensino fundmentl de 5ª à 8ª série; d) ensino médio; e) educção especil;o educção de jovens e dultos g) educção profissionl II - dministrção do ensino no âmbito municipl ou regionl. III - dministrção do ensino no âmbito centrl. Art. 7. Os professores n função de docênci turão: I - ns séries iniciis (ª à 4ª) do ensino fundmentl, n educção infntil (pré - escolr) e n educção especil, os portdores de formção em curso de licencitur plen em pedgogi pr s séries iniciis do ensino fundmentl ou em curso de nível médio, n modlidde Norml, no mínimo; II- ns séries finis (5ª à 8ª) do ensino fundmentl e no ensino médio os portdores de formção em curso de licencitur plen, respeitd áre de conhecimento ou em progrms de formção pedgógic pr portdores de diploms de educção superior, nos termos d Resolução nº 2, de 28 de junto de 997, do Conselho Ncionl de Educção; º - Pr tução em clsses pré-escolres e de educção especil exigirse-á curso específico n modlidde de ensino, conforme disposto em norms específics. 2º - O portdor de curso de Licencitur de Curt Durção, que integr o Qudro do Mgistério, ntes d vigênci dest Lei, terá ssegurd su

9 tução ns qutro últims séries do ensino fundmentl e, excepcionlmente, no ensino médio. 3º - Pr tução n educção de jovens e dultos serão considerdos os requisitos mínimos exigidos pr o nível de ensino correspondente. 4º - Pr tução n educção profissionl o nível técnico serão considerds formção em cursos de licencitur ou em progrms especiis de formção pedgógic, conforme Decreto nº 2.208, de 7 de bril de 997. Art. 8. Os professores em função de nturez pedgógic turão conforme sus especiliddes: I- ns uniddes escolres: n educção infntil (pré-escolr), n educção especil, no ensino fundmentl e no ensino médio, os portdores de curso de licencitur de grdução plen em pedgogi ou em nível de pósgrdução com hbilitção em Supervisão Escolr, Orientção Educcionl, Administrção Escolr e com pelo menos dois nos de experiênci docente. II - n dministrção do ensino no âmbito municipl ou regionl os portdores de curso de licencitur de grdução plen em pedgogi, ou em nível de pós-grdução observd especificção do Anexo V dest Lei com, pelo menos, dois nos de experiênci docente. III - n dministrção do ensino no âmbito centrl os portdores de, licencitur de grdução plen em pedgogi, ou em nível de pós-grdução conforme especificdo no Anexo V, Mestrdo e Doutordo, com experiênci em tividdes de mgistério de, no mínimo, 03 (três) nos. Prágrfo único - Pr tendimento necessiddes especifics, poderão tur no âmbito d Administrção Centrl e Regionl, qundo convocdos, profissionis d educção ds clsses "A" e "B", sem perd de direitos e vntgens e por tempo determindo, conforme inciso I do rt. 27 do Esttuto do Mgistério Público Estdul. CAPÍTULO VI DOS PROVIMENTOS DE CARGOS Art. 9. Os requisitos pr provimento dos crgos de mgistério ficm estbelecidos de conformidde com o Anexo V, que é prte integrnte dest Lei.

10 Art. 20. O provimento dos crgos de mgistério será feito por nomeção, em cráter efetivo, de pessol hbilitdo em concurso público de provs e títulos. CAPÍTULO VII DA ASCENSÃO FUNCIONAL DA PROMOÇÃO Seção I D Ascensão Funcionl Art. 2. Ascensão Funcionl é pssgem do profissionl d educção efetivo, estável de um nível de hbilitção pr outro superior dentro d mesm clsse. º - A scensão funcionl do integrnte do crgo de crreir do Mgistério um nível superior depende de comprovção d nov formção específic previst n hierrqui dos níveis. 2º - Ocorrid scensão funcionl, será o profissionl d educção trnsferido, utomticmente, pr o novo nível, n referênci correspondente, em ordem de equivlênci, resgurdndo o tempo de permnênci n referênci nterior, pr fins de promoção. 3º - Comprovnte de hbilitção é o documento expedido pel instituição formdor, compnhdo do respectivo histórico escolr. Art. 22. A scensão funcionl ocorrerá dus vezes o no: I - em º de mrço pr o profissionl d educção que presentr o comprovnte de conclusão do novo curso té 3 de jneiro; II - em º de outubro pr o profissionl d educção que presentr o comprovnte de conclusão de novo curso té 3 de gosto. Seção II D Promoção Art. 23. Promoção é elevção do profissionl d educção efetivo, estável, à referênci imeditmente superior do nível que pertence. Art. 24. O interstício mínimo pr concorrer à promoção é de dois nos n referênci.

11 Art. 25. Anulmente, serão promovidos cinqüent por cento dos profissionis d educção de cd clsse do Qudro do Mgistério, obedecido o interstício previsto no rtigo nterior. Art. 26. A promoção do profissionl d educção obedecerá critérios próprios de ntigüidde ou de merecimento no exercício do Mgistério Estdul, serem estbelecidos em regulmentos específicos. Art. 27. Interrompem o exercício, pr fins de promoção: I- fstmento ds tribuições específics do crgo, exceto qundo convocdo pr exercer crgos em comissão ou função de confinç ns uniddes dministrtivs d Secretri de Estdo d Educção, crgo de Direção Superior do Governo do Estdo do Espírito Snto e nos Municípios, integrdos no progrm educcionl, conforme disposto n Constituição Estdul, ou qundo no exercício de mndto eletivo em entiddes representtivs do Mgistério Público Estdul; II - licenç pr trto de interesses prticulres; III - licenç por motivo de deslocmento do cônjuge ou compnheiro; IV - estr em disponibilidde remunerd; V- suspensão disciplinr; VI - licenç médic superior 60 (sessent) dis por biênio, exceto qundo decorrentes de gestção, lctção ou doção, pternidde, doençs grves especificds em Lei e cidente ocorrido em serviço; VII - prisão determind por utoridde competente. Art. 28. Pr fins de promoção por merecimento deverão ser observdos, dentre outros, os seguintes critérios. I- estudos, pesquiss, inicitivs concrets que visem à melhori do processo ensino-prendizgem; II- tividdes docentes peculires com portdores de excepcionlidde ns áres visul, uditiv, mentl, físic e superdotdos, em clsses especiis; III- plicção efetiv de competênci dquirid por tulizção, treinmento e perfeiçomento, em eventos oficilmente instituídos ou

12 reconhecidos pel Secretri de Estdo d Educção, com prticipção d entidde sindicl representtiv d ctegori; IV- prticipção em comissão ou grupos de trblho de cráter específico do Mgistério, instituídos oficilmente pel Administrção Centrl do Ensino; V - ssiduidde; VI - pontulidde. Prágrfo único - Os critérios e requisits exigidos pr promoção por merecimento serão objeto de regulmento. CAPÍTULO VIII DA JORNADA DE TRABALHO Art. 29. A crg horári básic de trblho dos profissionis d educção é de 25 hors semnis. Art. 30. A crg horári do professor em função de docênci é constituíd de hors-ul e hors-tividde. º - O tempo destindo hors-ul corresponderá 80% (oitent por cento) d crg horári semnl. 2º - O tempo destindo hors-tividde corresponderá 20% (vinte por cento) d crg horári semnl e deverá ser cumprido n unidde escolr, em tendimento os períodos dedicdos o plnejmento, vlição e desenvolvimento profissionl. Art. 3. Fic instituíd no âmbito d Administrção Centrl do Sistem de Ensino e dos Sub-núcleos Regionis de Educção ou Órgãos Regionis de Educção crg horári básic de 40 (qurent) hors semnis de trblho pr o profissionl d educção efetivo, com formção de nível superior, no desempenho de funções de nturez pedgógic no cmpo d educção. º - Fic ssegurdo os nuis ocupntes de crgo de Mgistério, de que trt o "cput" deste rtigo, o direito de, medinte opção, permnecerem cumprindo crg horári de 25 (vinte e cinco) hors semnis, hipótese em que perceberão respectivmente os vencimentos correspondentes às hors trblhds.

13 2º - Os vencimentos dos profissionis d educção com tução n crg horári de qurent hors semnis de trblho serão clculdos, proporcionlmente, em relção o vlor d hor de trblho estbelecid pr crg horári de 25 (vinte e cinco) hors semnis, em cd nível e referênci, sobre os quis incidirão s vntgens permnentes prevists em Lei. 3º - O profissionl d educção que lu com crg horári básic de 40 (qurent) hors semnis de trblho, qundo ocupnte de crgo em comissão, poderá optr pelo vencimento correspondente à referid crg horári mis 40% (qurent por cento) do crgo em comissão. 4º - Pr efeito deste rtigo, s funções pedgógics serem exercids n Administrção Centrl, nos Sub-núcleos ou nos órgãos regionis de educção brngem o plnejmento, pesquis, vlição educcionl, elborção de currículos, o ssessormento educcionl, tecnologi educcionl, orgnizção, o funcionmento e vlição do sistem de ensino, compnhmento e o controle de resultdos, cpcitção de pessol e coordenção de projetos e tividdes. Art. 32. Poderá ser instituído no âmbito d Administrção Centrl, nos Subnúcleos Regionis de Educção ou Órgãos Regionis de Educção e ns Uniddes Escolres, o regime de dedicção exclusiv pr o profissionl d educção. Medinte critérios e grtificção ser fixds em Lei. Prágrfo único - Não se plic o disposto no rtigo nterior o ocupnte de dois crgos em regime de cumulção. Art. 33. A crg horári ser cumprid no exercício d função de coordenção escolr será de 25 (vinte e cinco) hors semnis. Art. 34. A crg horári ser cumprid no exercício de função de direção escolr e de direção djunt será fixd em lei, de conformidde com os turnos de funcionmento e complexidde dministrtiv d unidde escolr. CAPÍTULO IX DO VENCIMENTO-BASE Art. 35. Vencimento-bse é retribuição pecuniári mensl o profissionl d educção pelo efetivo exercício do crgo correspondente o nível de hbilitção dquirid e à referênci lcnçd, considerd jornd de trblho.

14 Art. 36. A Tbel de Vencimentos do Qudro do Mgistério é constituíd de clsses, níveis e referêncis. Prágrfo único - As vntgens pecuniáris permnentes ou temporáris serão clculds sobre o vencimento bse específico d jornd de trblho. Art. 37. O intervlo entre s referêncis corresponderá 4% (qutro por cento). CAPÍTULO X DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS Art. 38. O reenqudrmento dos nuis ocupntes do Qudro do Mgistério fr-se-á obedecidos os seguintes critérios: I- no nível: o profissionl d educção será reenqudrdo no nível correspondente o mior gru de hbilitção que comprovr possuir n dt d vigênci dest Lei; II- n referênci o profissionl d educção será reenqudrdo n referênci do nível, n seguinte form: ) n referênci inicil, se possuir menos de 02 (dois) nos de serviço público no Mgistério do Estdo do Espírito Snto; b) n referênci situd no nível cujo vlor corresponde o slário nul, crescentndo-se (s) promoção(ões) ssegurds em Lei e ind não concedids o profissionl do Mgistério, respeitndo-se o princípio d irredutibilidde slril. III- n clsse: o profissionl d educção será reenqudrdo n clsse correspondente o âmbito de su tução, sber: ) clsse "A" - o Professor "A" b) clsse "B" - os Professores "B" e "C" c) clsse "P" - os Professores "D" e "E" º - Consider-se pr os efeitos do inciso II deste rtigo o tempo de serviço prestdo no mgistério público do Estdo do Espírito Snto contdo pr fins de posentdori, inclusive o período de fstmento pr

15 freqüentr curso n áre de educção, reconhecidos pel Secretri de Estdo d Educção. 2º - O przo pr o reenqudrmento será de 80 (cento e oitent) dis, pós publicção dest Lei, prtir do qul os profissionis d educção receberão este beneficio. 3º - Pr os fins do disposto neste rtigo, o enqudrmento do servidor ns referêncis constntes nos Anexos II não poderá resultr em vencimento inferior à som do nul vencimento, crescido ds promoções ind devids o mgistério. Art. 39. Aos ocupntes de crgos de Mgistério fstdos pelo rtigo 22, d Lei Complementr nº 46 de 3%/94 ou pr prestr serviços em outros órgãos for de sus tribuições específics, plic-se o disposto no rtigo 39 dest Lei, não computdo o tempo dos fstmentos previstos no rtigo 27. Prágrfo único - Aos ocupntes do crgo do Mgistério fstdos n conformidde do "cput" deste rtigo não se plicm Promoção e Ascensão Funcionl. Art. 40. Aplic-se o profissionl d educção portdor de ludo médico definitivo nterior est Lei o disposto no rtigo 39 combindo com o prágrfo único do rtigo 39. Art. 4. Aplic-se os intivos, no que couber, o disposto no rtigo 38 incisos I e II dest Lei. Prágrfo único - No que se refere o inciso I, prevlece mior hbilitção n dt de su posentdori. Art. 42. Os servidores contrtdos hbilitdos, estbilizdos ou não no serviço público, por forç de disposição constitucionl, terão remunerção equivlente d referênci inicil do nível correspondente à su hbilitção e o âmbito de tução onde tenh nulmente exercício. Art. 43. Os servidores contrtdos, sem hbilitção, estbilizdos ou não, serão remunerdos n form previst no Anexo V. Art. 44. Os profissionis d educção estbilizdos no serviço público por forç de disposições constitucionis somente frão jus à promoção e à

16 scensão funcionl, pós ingresso no qudro de crreir, em observânci às disposições legis. Art. 45. Os profissionis d educção estbilizdos, não hbilitdos, que optrm pelo regime esttutário serão remunerdos n form previst no Anexo V dest Lei e terão direito à scensão funcionl e à promoção pós dquirirem hbilitção exigid pr o seu âmbito de tução. Art. 46. Os vlores dos vencimentos dos profissionis d educção constntes do Anexo II dest Lei refere-se o mês de jneiro de 998, incidindo sobre os mesmos os índices de rejustes slriis concedidos o Mgistério e os benefícios dest Lei. Art. 47. O quntittivo de crgos do Mgistério é o constnte no Anexo VI, que integr est Lei. Art. 48. As despess decorrentes d execução dest Lei correrão à cont ds dotções orçmentáris própris consignds no orçmento vigente, que serão suplementds, se necessário. Art. 49. Est Lei entr em vigor n dt de su publicção. Art. 50. Revogm-se s disposições em contrário, especilmente Lei nº 4327, de 8 de jneiro de 990. Ordeno, portnto, tods s utoriddes que cumprm e fçm cumprir como nel se contém. O Secretário de Estdo d Justiç e d Ciddni fç publicá-l, imprimir e correr. VITOR BUAIZ Governdor Do Estdo Plácio Anchiet, em Vitóri, 3 de jneiro de 998. Nível Referente Clsse Ctegori Funcionl I Ref. II Ref. III Ref. IV Ref. V Ref. VI Ref. VII Ref. A

17 B P Obs.: Os níveis II e III são cessíveis somente os tuis professores em exercício ntes d vigênci dest Lei. CARREIRA REFERÊNCIAS CLASSES NÍVEIS I PROFESSORES "A II III IV V VI VII III PROFESSORES "B IV V

18 VI VII III PROFESSORES "P IV V VI VII

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