INCIATIVA JESSICA. Financiamento à Regeneração Urbana. Abril 2015

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1 INCIATIVA JESSICA Financiamento à Regeneração Urbana Abril 2015

2 1 A regeneração urbana como suporte da atividade económica Tendências do mercado imobiliário Contexto Aquisição de habitação Construção de empreendimentos imobiliários Indexantes Financiamento Tendências do Imobiliário Crédito à Habitação Crédito à Construção empreendimentos habitacionais Crédito à Construção como suporte à atividade económica Rendimento disponível Desemprego Reabilitação e Regeneração Urbana Melhorias na habitação, Sustentabilidade e eficiência energética Arrendamento habitacional Dificuldades em honrar compromissos financeiros assumidos. Incumprimento/ Renegociação Crédito Reabilitação e Regeneração Urbana 2

3 1 A regeneração urbana como suporte da atividade económica Novo paradigma Apesar da melhoria que se tem verificado nos anos mais recentes, os centros das cidades ainda se encontram bastante degradados, sem condições de salubridade e sem os equipamentos necessários para garantir a qualidade de vida exigida. Isto provoca a desertificação das cidades e a falta de sustentabilidade dos seus centros. Torna-se, pois, necessário inverter esta situação. 3

4 1 A regeneração urbana como suporte da atividade económica Conjuntura Fonte: BdP Se o crédito a particulares é, maioritariamente, para habitação, o crédito a sociedades não financeiras destina-se sobretudo ao sector da construção e do imobiliário. 4

5 1 A regeneração urbana como suporte da atividade económica Novo paradigma Crescimento económico Sustentabilidade e poupança Legislação Reabilitação Urbana REABILITAÇÃO + Melhoria competitividade das Cidades Iniciativa Comunitária JESSICA ARRENDAMENTO Revisão Lei Arrendamento Urbano + POUPANÇA FIIAH 5

6 1 A regeneração urbana como suporte da atividade económica Visão Integrada da Dinamização da Regeneração Urbana Apoio ao Empreendedorismo Financiamento Reabilitação Arrendamento/ Exploração Económica Urbana Captação de Investimento Institucional O financiamento à reabilitação urbana como instrumento da regeneração das cidades 6

7 1 A regeneração urbana como suporte da atividade económica Planos Integrados de Desenvolvimento Urbano Sustentável 7

8 1 A regeneração urbana como suporte da atividade económica Contributo CAIXA GERAL de DEPÓSITOS Imobiliário uma nova abordagem Apoiaras asempresas empresas Apoiar nareabilitação reabilitaçãodos dos na seusimóveis, imóveis, seus melhorandoaasua sua melhorando produtividade produtividade Apoiaraaprodução produção Apoiar energéticaee energética energiasrenováveis renováveis energias emáreas áreasurbanas urbanas em Apoiaraacriação criaçãode de Apoiar ninhosde deempresas empresas ninhos Apoiaros os Apoiar equipamentossociais, sociais, equipamentos culturaiseedesportivos desportivos culturais paramelhorar melhoraraa para qualidadede devida vida qualidade Melhoraraa Melhorar sustentabilidadeee sustentabilidade qualidadedas dashabitações habitações qualidade Reorientar o financiamento imobiliário da construção de stocks para fator de produção 8

9 3 A regeneração urbana como suporte da atividade económica Financiamento a Particulares para Reabilitação Urbana Reabilitação Imobiliária a Particulares Reabilitar e/ou adquirir imóveis: para habitação própria (permanente ou secundária); até 40 anos para exploração (venda, arrendamento ou atividade económica). até 25 anos Objetivos: Recuperar habitações, atrair moradores e fomentar o comércio; Imóveis com mais de 30 anos; Inseridos em Áreas de Reabilitação Urbana, Centros Históricos ou em zonas consideradas pelos municípios como áreas a necessitar de recuperação urbanística. De parceiro económico a instrumento de desenvolvimento económico e social 9

10 1 A regeneração urbana como suporte da atividade económica INICIATIVA COMUNITÁRIA JESSICA Investimento Imobiliário Para reabilitação do edificado existente, dotando-o de condições que fomentem a reativação de polos urbanos sustentáveis; Assente em projetos estruturantes das Autarquias; Partilha de risco entre os proprietários, quem explora e os Bancos. Objetivos: Potenciar as intervenções de regeneração urbana; Gerar emprego e tornar as cidades competitivas; Orientar as cidades para o desenvolvimento económico, coesão social e sustentabilidade; Melhorar a qualidade de vida. De parceiro económico a instrumento de desenvolvimento económico e social 10

11 O novo modelo de atuação no negócio imobiliário JESSICA (Joint European Support for Sustainable Investment in City Areas) é um instrumento financeiro promovido pela Comissão Europeia e desenvolvido pelo Banco Europeu de Investimento com o apoio do Banco Europeu para o Desenvolvimento. É, também, mais uma forma de afirmar o comprometimento da CGD com a Reabilitação e Regeneração Urbanas. 11

12 Áreas de Investimento Reabilitaçãoee Reabilitação regeneração regeneração urbanasem emnúcleos núcleos urbanas urbanos urbanos Portugal 2020 Eficiência Eficiência energéticaeeenergia energia energética renovávelem emáreas áreas renovável urbanas urbanas Revitalização Revitalização económicade deáreas áreas económica urbanas(pme s (PME see urbanas empresas empresas inovadoras) inovadoras) Investimentosem emintegração integração Investimentos social,desenvolvimento desenvolvimentocultural cultural social, infra-estruturasde dedesporto desportoee eeinfra-estruturas lazer,infra-estruturas infra-estruturasee lazer, equipamentosde deapoio apoio equipamentos empresarial,modernização modernizaçãode de empresarial, infra-estruturasurbanas, urbanas,gestão gestão infra-estruturas deresíduos, resíduos,etc. etc. de Disseminaçãode de Disseminação tecnologiasde deinformação informação tecnologias comunicaçãoem emáreas áreas eecomunicação urbanas(incluindo (incluindo urbanas banda-largaee banda-larga infra-estruturassem semfios) fios) infra-estruturas Temque querespeitar: respeitar: Tem Projetoscoerentes coerentescom comas as Projetos estratégiasde dedesenvolvimento desenvolvimento estratégias regionaleecom comas asprioridades prioridades regional identificadasem emcada cadaprograma Programa identificadas Operacionalespecífico, específico,respeitando respeitando Operacional oscritérios critériosde deelegibilidade elegibilidadedos dos os FundosFEDER FEDEReedas dasparcerias parceriasao ao Fundos níveldo dofdu FDU nível 12

13 Modelo de Intervenção do FDU - CGD Gestor de instrumentos de engenharia financeira FDU Intervenientes Os projetos terão que se afirmar como projetos urbanos no âmbito de planos integrados de desenvolvimento urbano sustentável 1, o que obriga ao planeamento e coordenação por parte das Autarquias ou outros órgãos do Estado Central. Autarquias e Estado Projectos FIIAH SRUs e EMs Residências assistidas IPSS Empresas Outros Residências universitárias Equipamentos sociais, culturais e desportivos Outros (1) Art.º 7º do Regulamento (CE) n.º 1080/

14 Linhas de Crédito I Linha de crédito para financiar projetos que respeitem os critérios de elegibilidade dos Fundos Comunitários/JESSICA Instrumento de longo prazo com condições muito favoráveis: Montante Mínimo: ,00; Montante Máximo: até 80% do valor do investimento, desde que fundamentado no custo da reabilitação e na elegibilidade das despesas, definidas no âmbito do QREN. Prazo até outubro de 2031 (16 anos - podendo incluir período de carência, período utilização e diferimento); Pricing: redução até 1,5% sobre o spread calculado em função do risco da operação/projeto. II Linha de crédito complementar para financiamento de projetos de reabilitação e regeneração urbanas em componentes não elegíveis Instrumento de longo prazo em condições normais de mercado: Montante Mínimo: ,00; Prazo até 16 anos - podendo incluir período de carência, período utilização e diferimento); Pricing: ajustado ao risco do operação/projeto. 14

15 Verbas JESSICA 15

16 Evolução da Procura e Contratação Em termos de tendências, verifica-se o investimento em três setores mais significativos. O investimento no equipamento social é sustentável, o no turismo reflete o bom momento que o setor atravessa e o da indústria mostra tendência para acelerar. No setor da energia nota-se um aumento significativo na procura, talvez refletindo o impacto das notícias sobre o foco do próximo Quadro Comunitário de Apoio PORTUGAL

17 Fundo de Investimento Projeto estratégico para Reabilitação de Centros Urbanos que pretende captar investidores institucionais, nomeadamente, Municípios e Sociedades de Reabilitação Urbana, que servirá para dinamizar a vivência nas cidades, com foco na Reabilitação e empreendedorismo. CIDADES DE PORTUGAL Fundo de Investimento Imobiliário de Arrendamento Habitacional Objetivo: Investimento em edifícios devolutos, a necessitar de reabilitação, contribuindo para o repovoamento urbano através do arrendamento habitacional e da dinamização da oferta de espaços para o fomento do empreendedorismo. START UP PORTO CM FUNDÃO / CIMD 80 Fr aç em ões to Hab do i o p tacio aís na is 17

18 Modelo de Intervenção do FDU - CGD Hotel Música Porto Vintage Hotel Batalha N ov o Start Up PORTO Quarteirão das Cardosas Inspire & Expire 18

19 Plano Integrado PROJETO: Matosinhos Paços do Concelho Complexo Real Vinícola Palácio Visconde de Trevões Antigo Matadouro PROJETO: Conjunto de projetos urbanos no âmbito de um Plano Integrado de Desenvolvimento Urbano sustentável. INVESTIMENTO: 7,9M. FINANCIAMENTO: 7,9M. 19

20 Plano Integrado PROJETO: Matosinhos Intervenção Rua Mário Brito Requalificação da Orla Costeira Armazéns Gerais da CM 20

21 Projetos financiados Quarteirão das Cardosas EFICIÊNCIA ENERGÉTICA INVESTIMENTO: 17M. FINANCIAMENTO: 3,3M. Criação de 5 Postos de Trabalho Évora Parque solar foltovoltaico 21

22 Turismo 500 camas Projetos financiados PALÁCIO BATALHA HOTEL Concluído. 85 quartos. Concluído. 107 quartos. TURISMO INVESTIMENTO: 32,1M. FINANCIAMENTO: 9,2M. Criação de 124 Postos de Trabalho INSPIRE & EXPIRE, Lda. Em obra. 4 apartamentos e wine bar Residência Estudantes (12) e Hostel (34) 22

23 Projetos financiados DESFRUTA INDÚSTRIA INVESTIMENTO: 20M. FINANCIAMENTO: 9M. Criação de 21 Postos de Trabalho Moimenta da Beira Menezes & Mota 23

24 Residências Sénior 400 camas Projetos financiados ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DE CARREIRAS S C MISERICÓRDIA AVEIRO Portalegre Aveiro S C MISERICÓRDIA VILA PEREIRA Coimbra EQUIPAMENTOS SOCIAIS INVESTIMENTO: 37,4M. FINANCIAMENTO: 23,1M. Criação de 190 Postos de Trabalho CENTRO SOCIAL E CULTURAL DE CARREÇO Viana do Castelo FUNDAÇÃO BEATRIZ SANTOS CENTRO SOCIAL DAS MATAS Ourém Ourém Coimbra 24

25 Região NORTE Região CENTRO Região ALENTEJO Rui Soeiro: Cristina Madruga: Gil Lopes: al.org 25

26 CONCLUSÃO JESSICA: Novos projetos serão apoiados com as verbas reembolsadas pelos projetos em curso; As tendências indiciam que esta visão é sustentável, permitindo fazer a ponte entre o atual Quadro Comunitário de Apoio (Reabilitação (Independência Energética Urbana) dos e países o próximo europeus / Portugal 2020); Ser parceiro económico e desenvolver instrumento de crescimento económico e coesão social 26

27 Abril 2015

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