PETER TEMIN E DAVID VINES KEYNES U MA TEORIA ÚTIL À ECONOMIA MUNDIAL. Tradução de MÓNICA SILVARES

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1 XX PETER TEMIN E DAVID VINES KEYNES U MA TEORIA ÚTIL À ECONOMIA MUNDIAL Tradução de MÓNICA SILVARES 5

2 Keynes Uma Teoria Útil À Economia Mundial 2

3 XX ÍNDICE Prefácio 1 A teoria económica antes de Keynes, I: Hume 2 Keynes em Versalhes 3 Keynes e a Comissão Macmillan 4 A teoria económica antes de Keynes, II: Marshall 5 A Teoria Geral 6 As Curvas IS-LM 7 A armadilha da liquidez 8 Bretton Woods e o diagrama de Swan 9 A era keynesiana: crises e reações 10 Um paradoxo internacional de poupança Glossário de termos económicos Fontes e leituras complementares Índice remissivo

4 Keynes Uma Teoria Útil À Economia Mundial 8

5 A teoria económica antes de Keynes, I: Hume 1 A TEORIA ECONÓMICA ANTES DE KEYNES, I: HUME 19

6 Keynes Uma Teoria Útil À Economia Mundial 20

7 A teoria económica antes de Keynes, I: Hume A economia moderna teve origem na Grã-Bretanha do século XVIII. Tal facto não deveria ser surpreendente; no século XVIII a Grã-Bretanha aumentou o seu nível de atividade económica para um grau apenas visto na Roma do século I e na Holanda do século XVII. Mas ainda que as populações desses tempos e desses lugares possam ter tido o mesmo tipo de prosperidade, nenhum destes percursores estava a caminho da Revolução Industrial. Proeminente como é, o pensamento económico britânico é mais conhecido do que outros esforços precedentes, em parte devido ao contínuo sucesso económico no mundo anglo-saxónico. Introduzimos aqui, e no capítulo 4, alguns aspetos da teoria económica tradicional, para descrever o contexto intelectual no qual Keynes trabalhou. Adam Smith, o mais popular dos primeiros economistas britânicos, escreveu um clássico duradouro que durante vários 21

8 Keynes Uma Teoria Útil À Economia Mundial A Riqueza das Nações não era totalmente original; Smith baseou-se em estudos de outros pensadores contemporâneos que, claro, não eram vistos como economistas até Smith ter escrito a sua obra. Smith organizou estes pensamentos variados numa visão coerente de como partes da economia se encaixam através do funcionamento dos mercados e esta síntese fez de Smith o pai da economia moderna. Keynes também sintetizou pontos de vista de outros economistas do seu tempo perspetivas que explicam a razão pela qual o funcionamento dos mercados pode falhar, fazendo com que recursos da economia sejam desperdiçados. Ao reunir esses novos conhecimentos criou a nova teoria «keynesiana». Essa teoria permaneceu central para a ciência económica durante quase um século. XVIII, sobre a economia internacional, veio de David Hume, um grande amigo de Smith. Analisamo-la no capítulo 1 do nosso livro porque os problemas internacionais foram importantes para Keynes ao longo da sua carreira. Hume não escreveu um tratado económico comparável à Riqueza das Nações de Smith. Contudo, escreveu vários ensaios importantes sobre economia, um dos quais, «Of the Balance of Trade», oferece um enquadramento para o pensamento atual sobre a forma como os países se encaixam no mundo. No «Of the Balance of Trade», Hume considerou a economia como um todo e o modo como os países interagiam. Estava interessado na dupla função da moeda moedas de ouro e prata usadas tanto na economia interna como no comércio internacional. A Grã-Bretanha do século XVIII estava sob o padrão-prata. O ouro estava a ganhar relevo do ponto de vista monetário, 22

9 A teoria económica antes de Keynes, I: Hume e Isaac Newton, enquanto provedor da Casa da Moeda, tentou sem sucesso coordenar o tratamento dos dois metais. Se o valor das exportações de um país fosse equivalente ao das importações, então as necessidades de divisas dos importadores para comprar as respetivas importações podiam ser fornecidas pelos exportadores que recebiam moeda estrangeira pelos seus bens e serviços. Mas se as importações e exportações de um país não fossem de igual valor, a moeda sob a forma de libras ou xelins teria de circular para compensar a diferença. Este é o problema que Hume analisou em «Of the Balance of Trade». A maior parte do seu estudo era narrativo, descrevendo a forma como os paí ses modernos e antigos tinham ganhado e perdido moeda, mas Hume antecedeu a sua narrativa de uma experiência imagi- - Suponha-se que 4/5 de todo o dinheiro na Grã-Bretanha de moeda, às mesmas condições que existiam nos reinados dos Harry e dos Edward. Qual seria a consequência? Não deveria o preço de todo o trabalho e matérias-primas afundar proporcionalmente e não deveria tudo ser vendido tão barato como nesses tempos? Que nação poderia então concorrer connosco em qualquer mercado estrangeiro ou... ven- dinheiro que perdemos e nos colocaria ao nível de todas as nações vizinhas? Uma posição que, quando a atingíssemos, nos faria perder imediatamente as vantagens da mão de obra 23

10 Keynes Uma Teoria Útil À Economia Mundial e matérias-primas baratas e a entrada a jorros de dinheiro seria travada pela nossa abundância e repleção. Uma vez mais, suponha-se que todo o dinheiro na Grã- -Bretanha é multiplicado por cinco numa noite, não se deveria causas que corrigiriam estas desigualdades exorbitantes, caso mento no curso normal da natureza e deve para sempre, em todas as nações vizinhas, preservar o dinheiro aproximadamente proporcional à arte e indústria de cada nação. Esta passagem introduziu o que os economistas chamam de modelo uma representação abstrata de aspetos relevantes da realidade. Como reconhecer um modelo? Como avaliá-lo? Este é um tema que vamos abordar ao longo do livro. Introduzimo-lo aqui analisando aeromodelos. Um aeromo delo também é um modelo de um avião. Claramente não é um avião no qual alguém pudesse voar; é antes uma representação, em pequena escala, de partes reconhecidas de um verdadeiro avião. Um aeromodelo, tipicamente, tem uma fuselagem ou um corpo, como aquele que transportaria pessoas ou carga num verdadeiro avião; asas, que permitem à fuselagem levantar voo; e uma cauda que estabiliza o voo de um verdadeiro avião. Olhando para o aeromodelo como o modelo de um avião podemos utilizá-lo de diferentes formas. Poderia servir para nos ajudar a perceber a dimensão das asas para conseguirem levantar a fuselagem e que forma dar às asas e à fuselagem para que se encaixem. Podemos pensar na colocação da cauda para aumentar a 24

11 A teoria económica antes de Keynes, I: Hume estabilidade e ter um aspeto agradável. Podemos estudar a possibilidade de alterar o formato da fuselagem para transportar mais pessoas ou para lhes proporcionar mais conforto. Os modelos das crianças são simples, enquanto os engenhos aeroespaciais usam modelos mais complexos para conceber aviões verdadeiros. Hume utilizou um modelo simples para ajudar os seus leitores a compreenderem as relações económicas internacionais. A primeira experiência imaginada por Hume estava relacionada com o preço e o volume das exportações britânicas. Quando os custos dos produtores britânicos foram reduzidos para um quinto face ao seu nível habitual, o volume das exportações aumentou. Com a queda dos preços britânicos, as importações denominadas em moeda estrangeira tornaram-se correspondentemente mais caras. Se as exportações aumentassem e as importações caíssem, como é que os estrangeiros pagariam as suas importações (ou seja, as exportações britânicas)? Caso houvesse um equilíbrio de trocas, as importações seriam pagas pelas exportações. Se as importações estrangeiras (as exportações britânicas) aumentassem e as suas exportações para a Grã- -Bretanha caíssem, os estrangeiros teriam de pagar pelas suas importações de outra forma. No mundo de Hume do século XVIII ou prata para a Grã-Bretanha. Tal como Hume sublinhou, isso faria regressar à Grã-Bretanha o dinheiro que tinha perdido e aumentaria os preços para o seu nível inicial. Tal como um aeromodelo demonstra a relação entre fuselagem, asas e cauda, o modelo de Hume ilustra a relação entre comércio internacional, moeda e preços. Uma vez que Hume estava essencialmente interessado nos dois primeiros, o seu modelo 25

12 Keynes Uma Teoria Útil À Economia Mundial focou-se neles. Hume assumiu uma relação simples entre moeda e preços. O seu modelo simples de determinação do preço tempo e durante muitos anos. Ficou conhecido como a Teoria Quantitativa da Moeda. O segundo exemplo de Hume tem que ver com a relação entre as reservas nacionais e internacionais. Se um país sofre uma quebra nas suas exportações, as vendas ao exterior deixarão de pagar as importações. E para as pagar terá de usar moeda que sairá do país. Esta transação internacional vai diminuir a massa monetária, porque a reserva nacional é essencialmente composta por moeda. Uma vez que haverá menos moeda, as pessoas ços produzidos aos preços antigos. Os preços terão de descer para se ajustar ao stock de moeda mais baixo. Ainda que a taxa de câmbio face a outros países, determinada pelo nível de ouro e prata na moeda, não tenha sofrido alterações, a taxa de câmbio real, como lhe chamam os economistas, terá mudado. É importante perceber o conceito de taxa de câmbio real. Na descrição de Hume, os preços dos bens nacionais estão agora mais baixos face aos produtos estrangeiros, não porque a taxa de câmbio tenha mudado, mas porque os preços sofreram alterações. A taxa nos preços e pode mudar por qualquer uma destas duas razões. A taxa de câmbio nominal pode oscilar, assim como os preços nacionais podem variar face aos preços estrangeiros. (Referimo- -nos à taxa de câmbio nominal ao longo do livro quando precisamos de a distinguir da taxa de câmbio real.) Quando os preços caem, tal como Hume explicou, as exportações tornam-se mais 26

13 A teoria económica antes de Keynes, I: Hume baratas para os potenciais compradores estrangeiros e as importações são mais caras para os potenciais consumidores nacionais. As exportações aumentam; as importações caem. O equilíbrio en- saída de moeda travado. Este processo simples no qual um declínio nas exportações conduz a uma saída de moeda, uma queda nos preços e, consequentemente, a uma retoma das exportações e um abrandamento das importações é conhecido como meca-. Vimos agora como reconhecer modelos, ilustrados pela Teoria Também podemos ver uma forma de avaliar estes modelos, de questionar se são bons ou maus. Um bom modelo proporciona uma forma de as pessoas interessadas em trocas comerciais e em preços chamemos-lhe economistas pensarem nos problemas. Se, ao longo do tempo, os economistas continuarem a considerar estes modelos úteis, então são tidos como bons. Permane- medida que o mundo muda, mas as suas perspetivas podem, ainda assim, continuar a ser relevantes. Nos capítulos mais à frente vamos analisar o modo como a Teoria Quantitativa da Moeda - modelo de economia moderna. políticas económicas e as discussões que estimularam Keynes a criar diferentes modelos entre as duas Grandes Guerras. Para compreender como as mudanças no mundo, entre 1750 e 1930, afetaram o funcionamento do modelo, temos de ter em conta 27

14 Keynes Uma Teoria Útil À Economia Mundial ço. Começamos com a relação entre espécie e dinheiro, avançamos para a ligação entre dinheiro e preços e depois analisamos a conexão entre acontecimentos nacionais e internacionais. Hume assumiu que a maior parte da reserva monetária da Grã- -Bretanha era em espécie. O volume de moeda determinava o total de dinheiro. Em 1750, os bancos estavam na sua infância e moeda. É verdade que o Banco de Inglaterra e uma mão-cheia de bancos de ourives londrinos já existiam, mas os seus efeitos na economia ainda eram pequenos. A pressuposição de Hume À medida que as economias nacionais cresciam no século XIX, as trocas comerciais entre elas aumentaram. O ouro suplantou a prata como via primordial para transferir dinheiro internacionalmente e tanto a Europa como os Estados Unidos adotaram aquilo que hoje conhecemos como padrão-ouro. Comprometeram-se depois a comprar e vender as suas moedas por ouro por meçou a escrever. No século XIX, a banca comercial cresceu e os bancos centrais Os bancos recebiam depósitos que os clientes podiam levantar a qualquer momento. Detinham moeda como reserva, mas depois de descobrirem que nem todos os depositantes vinham ao mesmo tempo começaram a deter menos espécie por cada libra ou xelim depositado. O sistema bancário de reserva fracionária permitiu que a oferta de moeda crescesse mais depressa do que a oferta de espécie. Quando muitos depositantes surgiam ao 28

15 A teoria económica antes de Keynes, I: Hume mesmo tempo, por exemplo num momento de pânico, os ban- pagar a toda agente. Os bancos centrais intervinham cada vez to das corridas ao banco na atividade económica. nível geral dos preços era determinado pela quantidade de moe- Tal como questionou no seu ensaio: «Não deveria o preço de todo o trabalho e matérias-primas cair proporcionalmente» se a oferta de dinheiro diminuir? Consequentemente, o dinheiro era um «véu» sobre a economia «real»; a mudança no nível geral dos preços não tinha quaisquer efeitos no preço de um produto em relação a outro, ou seja, nos preços relativos. Nas economias modernas, isto pode ser verdade no longo prazo, mas está longe de ser correto no curto prazo. Os economistas do século XIX não eram capazes de explicar o mecanismo através do qual o volume de dinheiro afetava os preços. Depois de Hume, simplesmente assumiam que menos dinheiro levava a uma redução dos preços. Isto estava ótimo para uma economia pré-industrial, até mesmo para uma evoluída como a da Grã-Bretanha, no século XVIII. prosseguiu pelo seguinte. As empresas industriais começaram pequenas, mas o desenvolvimento dos caminhos de ferro e dos barcos a vapor conduziu ao crescimento de grandes empresas, durante o século XIX e o início do século XX. A expansão destas empresas criou problemas à Teoria Quantitativa da Moeda. As grandes empresas, muitas vezes, estabeleciam listas de preços e eram relutantes em alterá-las. Também empregavam muitas 29

16 Keynes Uma Teoria Útil À Economia Mundial centenas de trabalhadores que resistiam aos cortes salariais com vários tipos de ações coletivas. Os economistas falam destes novos preços industriais e comportamentos salariais como preços rígidos. Uma diminuição na oferta de moeda não reduzirá todos os preços ao mesmo ritmo se alguns deles forem rígidos. Nomeadamente poderá baixar os preços no produtor, enquanto os salários resistem aos cortes salariais. Hume viveu numa sociedade agrícola, enquanto nós vivemos numa industrial ou, até mesmo, pós-industrial. Os preços e os salários agrícolas sobem e descem em resposta às alterações na oferta e procura de trabalhadores, colheitas e animais. Mas os preços industriais sobem muito mais facilmente do que descem e é muito difícil cortar salários nas economias industriais. A mudança para os preços rígidos levou a uma resposta assimétrica a um aumento ou diminuição nas exportações no meca- Teoria Quantitativa da Moe da se deparou com problemas. O cres- XIX, conduziu a grandes concentrações de trabalhadores em fábricas e cidades. Os trabalhadores industriais resistiam aos cortes salariais, apesar de aceitarem de bom grado os aumentos. Esta assimetria já era verdadeira antes de os sindicatos terem ganho poder e hoje continua a ser válida, mesmo depois de a força dos sindicatos ter diminuído. Este facto foi observado por Keynes, durante a Grande Depressão, e tanto economistas como decisores políticos lidaram com as suas consequências, na altura. Keynes trabalhou, arduamente, para incorporar este facto da vida moderna na sua visão global da economia. 30

17 A teoria económica antes de Keynes, I: Hume pliado para acomodar esta alteração. Quando as exportações diminuem face às importações nesta versão mais moderna, o emprego diminui. A redução no stock de moeda leva através de mecanismos que detalharemos mais à frente a uma diminuição da quantidade de trabalho em vez de uma redução do montante ta ao desequilíbrio externo. Hoje, os economistas referem-se a esta assimetria como keynesiana, porque Keynes a realçou em A Teoria Geral. Mas Keynes descreveu-a como um facto empírico muito antes de ter escrito esse livro. Quando Keynes escreveu Tratado sobre a Moeda, publicado em 1930, ainda assumiu o pleno - empíricos desconfortáveis em pressupostos teóricos. Recorda-se da questão de Hume: «Não deveria o preço de todo o trabalho e matérias-primas cair proporcionalmente?» O progresso económico, desde os tempos de Hume, exige que alteremos esta pergunta de diversas formas. A oferta de moeda está, parcialmente, dependente dos bancos, mais do que da oferta de espécie. Quando os bancos perdem reservas, podem aumentar as suas taxas de juro de modo a convencer os clientes a manter os seus depósitos. Os bancos centrais podem subir as taxas de juro, numa tentativa de recuperar moeda, se considerarem que isso ajudará a banca comercial. E tanto os salários como os preços poderão não cair se as taxas de juro aumentarem ou, até mesmo, se a massa monetária diminuir. Isto traz-nos de volta à taxa de câmbio real ou seja, a taxa de câmbio nominal multiplicado pelo rácio dos preços. Hume 31

18 Keynes Uma Teoria Útil À Economia Mundial todos os ajustamentos na taxa de câmbio real tinham de ser feitos através de alterações nos preços. Mas se os preços são rígidos, temos de pensar na alternativa: mudar a taxa de câmbio nominal, seja pela apreciação ou desvalorização da moeda. A discussão em 1930 pendia fortemente a favor da tradição de Hume, mas depressa mudou, após a crise da Grande Depressão. Os países, sob pressão, abandonaram o padrão-ouro e começaram a desvalorizar as suas moedas. Desde então vivemos num mundo em que as moedas podem ser desvalorizadas ou apreciadas face a outras. Contudo, a Europa regressou ao enquadramento forne- Porquê? Os preços não retomaram o seu comportamento pré- -industrial, mas a disciplina do padrão-ouro abandonada na Grande Depressão regressou à zona euro. to como um desequilíbrio externo, já que é o resultado de uma mudança nas exportações sem uma alteração correspondente nas importações. Este processo conduz a um resultado que pode ser descrito como um desequilíbrio interno, uma vez que a redução da dução nos preços. A relação entre os desequilíbrios internos e externos é uma das características centrais do pensamento keynesiano. Alguns economistas, hoje, estão preocupados em primeiro lugar com a necessidade de equilíbrio interno nas economias fechadas; outros estão focados, sobretudo, na necessidade de equilibrar o comércio internacional, tendo apenas em conta o equilíbrio externo. Keynes passou os anos entre Guerras a tentar compreender estas ligações no meio da Grande Depressão. Não as 32

19 A teoria económica antes de Keynes, I: Hume compreendida totalmente em 1930, mas uma década mais tarde tinha uma perceção clara das mesmas. Contudo, antes de chegarmos às discussões de 1930, temos de analisar os pensamentos 33

20 Keynes Uma Teoria Útil À Economia Mundial 34

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