EMPRESAS DO SETOR DE COMÉRCIO EXTERIOR PODEM SOFRER PROCESSOS PENAIS ORIGINADOS POR PENDÊNCIAS FISCAIS E ALFANDEGÁRIAS

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1 Ano 28 - nº São Paulo/SP - Fevereiro/14 Publicação Mensal do Sindicomis/ACTC EMPRESAS DO SETOR DE COMÉRCIO EXTERIOR PODEM SOFRER PROCESSOS PENAIS ORIGINADOS POR PENDÊNCIAS FISCAIS E ALFANDEGÁRIAS Para o advogado criminalista, Antonio Claudio Mariz de Oliveira, uma série de novas leis penais vem criminalizando condutas em diversos setores, inclusive na prática do Comércio Exterior A ntonio Claudio Mariz de Oliveira foi secretário de Segurança Pública no governo de Orestes Quércia, presidiu a OAB-SP por duas vezes e é um dos advogados criminalistas mais importantes do País. Na apresentação de sua empresa, a Advocacia Mariz de Oliveira, já há uma advertência: Nenhum tipo de conduta, negócio, ajuste está alheio ao controle do Direito Penal. Para Mariz, novas leis penais criminalizam condutas, como os crimes contra o consumidor, contra o meio ambiente, os crimes na informática. Conforme a sociedade evolui e ao mesmo tempo torna-se mais predatória, o Direito Penal age para proteger os valores que atingem a própria sociedade. Hoje existe uma legislação que envolve as pessoas jurídicas, que criminaliza as pessoas físicas que agem em nome das pessoas jurídicas. Neste rol podem ser incluídas empresas e associações ligadas ao comércio exterior. O emaranhado de leis, normativas, portarias e suas diferentes interpretações podem levar uma simples questão de imposto devido a um processo penal, que envolve sempre consequên cias para as empresas, mesmo que estas comprovem sua inocência. A morosidade da justiça é outro fator agravante que demonstra o cuidado que as empresas devem ter no tratamento de certas questões. Mariz já defendeu empresas de comércio exterior em questões relativas ao fisco e à aduana. Para o advogado, há um excesso de fiscalização que algumas vezes extrapola os limites de Antonio Claudio Mariz de Oliveira adverte as empresas de comércio exterior sobre o rigor de processos penais uma fiscalização normal. Quando isso ocorre, afirma que estas autoridades passam a enxergar delitos e condutas criminosas que na verdade não existem. Não pagar corretamente os impostos devidos nas importações e exportações, o Imposto de Renda, empresas que atuam na área sem Radar, empresas que importam em nome de terceiros sem poder fazê-lo, são condutas que beiram os limites do crime. As pessoas são acusdas e neste momento entra a advocacia criminal para defender os interesses dos acusados.

2 Palavra do Presidente Palavra do Presidente Preocupação Acada ano que inicia, volta a piada: já começou a trabalhar ou só depois do carnaval? Pois é, este ano o carnaval já saiu derrotado, porque tem dois adversários poderosos: a Copa do Mundo e as eleições gerais. Já dissemos que será um ano atípico, e já podemos confirmar, porque antes mesmo do carnaval, o Sistema Anchieta Imigrantes já paralisou completamente por excesso de veículos no Porto de Santos, que aliás bateu novo recorde de movimentação em A primeira incógnita é a Copa do Mundo. Até agora não sabemos o que acontecerá. Em 2011, o governo anunciou o que seria a Lei da Copa, que normatizaria as atividades para que o torneio ocorresse sem transtornos de tráfego, absenteísmo nas empresas e em outros setores, como o escolar, por exemplo. Deu em nada. Alguém achou melhor engavetar, deixando empresas, escolas e demais sem nenhuma indicação de como proceder. O nome disso é falta de planejamento. Insisto que não cabe a mim falar sobre estádios, mas sim de como chegar e sair deles, já que isso é uma função da Logística. Pouco foi feito em todas as cidades-sede dos jogos. Não há novas vias, acessos ou meios de transporte que facilitem o torcedor, que já pagará caro pelos ingressos, que têm seus preços fixados pela Fifa. Pior, pode haver aglomerações que resultem em confusões ou violência. A violência é outra grande preocupação: nossa polícia está treinada para agir corretamente em caso de conflitos entre torcedores, ou teremos excessos dos dois lados? A permissão de comercializar bebidas alcoólicas nos estádios, pressionada pela Fifa, deveria ser evitada. Teremos torcedores estrangeiros, famílias, crianças e, infelizmente, aqueles que vão aos estádios unicamente para brigar e fazer confusão. Há também a possibilidade de manifestações contra a Copa, aí teríamos a mistura explosiva e altamente perigosa: falsos torcedores com os black blocs, que pode trazer danos irreparáveis a quem foi apenas assistir aos jogos. As variáveis são muitas, em diversos aspectos. Não se trata apenas de demonstrar que o Brasil está apto a receber grandes eventos mundiais, trata-se de mostrar a todos nossas competências e nossas deficiências. Algumas publicações no exterior têm publicado a preocupação com a Copa no Brasil, que problemas as delegações irão enfrentar e qual será o comportamento do brasileiro durante o evento. Ganhando ou não a Copa do Mundo, em seguida teremos as eleições. Este é um momento delicado para todos nós: o momento de escolher quem conduzirá nossos Estados, o País e o Congresso nos próximos anos. Há uma falsa impressão de que a eleição ainda não começou, muito em função da concorrência com a Copa, principalmente em termos de audiência. Programas partidários não são páreo nem para os jogos mais insignificantes do torneio, ou seja, ninguém vai investir em propaganda antes da Copa. Em apenas três meses ocorrerá toda a atividade eleitoral, o que será bastante conturbado, pois parece que o nível da campanha não vai melhorar, fundamentada principalmente em mostrar o quanto pessoas são ruins. Ninguém mais se preocupa em discutir os problemas reais e expor suas alternativas para o País. Mais um festival de acusações, que não poderão sequer ser provadas, dado o pequeno intervalo de tempo em que os fatos serão desenrolados. Em meio a tudo isso temos que continuar nosso trabalho, independentemente do que estará acontecendo. Dividiremos estradas, aeroportos e demais equipamentos logísticos com atletas, torcedores e políticos em campanha, que serão mais valorizados que nós, como sempre ocorreu neste Brasil. Presidente: Haroldo Silveira Piccina; Vice-Presidente: Luiz Antonio Silva Ramos; Diretoria: José Emygdio Costa, Laércio Anjos Fernandes, Regynaldo Mollica, Sérgio Ricardo Giraldo; Secretário Geral: Armando De Souza Siqueira Franco; Suplentes: Milton Lourenço Dias Filho; Diretoria: Antonio Cloves Ferreira Franco, Fernando Manuel Ferreira Gomes Dos Reis, Ricardo Messias Sapag, Marco Antonio Guerra, Nelson Masaaki Yamamoto; Conselho Fiscal: Darcy Franzese, André Gobersztejn, Francisco Catharino Uceda; Suplentes: Paulo Alexandre Balsas Ferreira; Conselho Fiscal: Reinaldo Braz Postigo; Representantes Junto Á Fecomércio: 1º Delegado Efetivo: Haroldo Silveira Piccina, 2º Delegado Efetivo: Luiz Antonio Silva Ramos; 1º Delegado Suplente: Regynaldo Mollica, 2º Delegado Suplente: José Emygdio Costa. SINDICOMIS ACONTECE: Publicação Mensal Órgão do Sindicato dos Comissários de Despachos, Agentes de Carga e Logística do Estado de São Paulo e da Associação Nacional das Empresas Transitárias, Agentes de Carga Aérea, Comissárias de Despachos e Operadores Intermodais. Sede: Rua Avanhandava, 126, 6º andar - Conj. 60 e 61 - Bela Vista - São Paulo - CEP Tel.: (11) / Fax: (11) Internet: - com.br. Jornalista Responsável Álvaro C. Prado - MTb nº Reportagens Álvaro C. Prado. Revisão Gisele E. Prado. Projeto Gráfico Salve! Design & Media Tel/fax.: (11) Impressão 2 Fevereiro/14

3 Reportagem Reportagem Antonio Claudio Mariz de Oliveira explica aos empresários quais cuidados devem tomar em caso de processo penal Mariz: Sim, o mesmo tratamento. Até mesmo se o empresário interpretar uma norma a seu favor, ele terá que responder como sonegador. Hoje, a jurisprudência evoluiu dizendo que só se pode instaurar inquérito por sonegação fi scal após o término do processo administrativo. Não se pode falar em crime sem declaração de que aquele imposto é devido. A tramitação da decisão do processo administrativo é longa e pode resultar positiva para a empresa, daí a acusação é inexistente. Mariz afirma que não pagar um imposto não é sonegação, é inadimplência Acontece: A Receita Federal ainda conserva uma atitude policialesca com relação às empresas? Mariz: A carga tributária, o sistema tributário nacional, é fator de geração de crimes, à medida em que, ao lado de sonegadores contumazes há os que sonegam para sobreviver, dada a impossibilidade de enfrentar essa carga absolutamente irreal, que nivela o grande empresário ao pequeno empresário e que nivela o assalariado ao capitalista. Essa carga leva à prática de sonegação fi scal por quem não sonegaria se a carga fosse compatível com sua receita. Este é um dos motivos pelos quais a postura policialesca não se desprendeu ainda daqueles que são responsáveis pela fiscalização. A Receita Federal vai longe, muitas vezes ela inventa e imagina condutas que não existiram. Há uma zona cinzenta entre um crime fiscal e a interpretação da lei. Interpretar a lei contra o fisco não é crime. É imenso o número de leis normas e regulamentos, criando confl ito entre elas, quando alguém pode interpretar em favor do contribuinte, demonstrando que aquele imposto deveria ser pago a menos, ou até mesmo é indevido. Não pagar imposto não é crime. Crime de sonegação é deixar de pagar um imposto utilizando-se de uma fraude, de uma falsidade, de omissão de receita. O simples não pagamento na data é inadimplência, não havendo ato que induza o fisco ao erro. Acontece: Entretanto o inadimplente tem o mesmo tratamento que o sonegador pela receita? Acontece: Então o empresário, além de autuado, ainda pode ser processado criminalmente? Mariz: Sim. A Receita encaminha representação para fi ns penais ao Ministério Público, que pode iniciar um inquérito policial. Terminado o inquérito os autos retornam ao MP, que denuncia ou nnão alguém pelo crime de sonegação fiscal. Acontece: Significa, então, que uma empresa associada ao nosso sindicato, que atua diretamente no comércio exterior, quando ocorrer uma acusação deste tipo deve recorrer a um advogado da área penal? Mariz: O advogado da área penal pode, pelo menos, acompanhar a autuação fiscal e fazer com que a defesa fiscal e a defesa penal caminhem juntas. A empresa deve dar ao fisco a mesma versão dos fatos ao inquérito policial para que haja convergência de defesas. Acontece: Os processos penais nesta área estão aumentando? Mariz: Melhorou muito com a decisão do Supremo de aguardar o fim do processo tributário. Já houve uma incidência bem maior de inquéritos e processos. Há outro aspecto: hoje se permite o pagamento do imposto devido para evitar a ação penal. O empresário está se defendendo e seu advogado alerta que ele deve evitar o processo penal, então, se puder, ele paga o imposto, ou pede parcelamento, ou Refis, que são saídas que reduziram a quantidade de processos penais. Fevereiro/14 3

4 O que era bom ficou ainda melhor! Conheça o Novo TECwin Com uma série de funcionalidades indispensáveis para os profissionais que atuam na área de Comércio Exterior DESKTOP MOBILE TABLET Treinamento Suporte Técnico Consultoria Especializada 6 milhões de acessos/ano O TECwin é um sistema facilitador de pesquisas sobre classificação de mercadorias, em que você encontra a Tarifa Externa Comum (TEC) e todas as demais informações para a sua importação. De modo rápido e simples, o usuário realiza buscas pelo código NCM ou mesmo por uma combinação de palavras. Tributação, nomenclaturas, legislação, acordos internacionais, tratamentos administrativos são os destaques do TECwin. Benefícios para assinantes TECwin: Treinamento gratuito do produto. Suporte técnico para navegação no sistema. Consultoria completa nas áreas de importação, exportação, tributária, fiscal, contábil, societária, trabalhista e previdenciária.* 30% de desconto em nossos cursos. 20% de desconto nos livros da Aduaneiras. Principais novidades da nova versão: A legislação mencionada na base está disponível na íntegra. Possibilita a consulta de normativos consolidados, com notas remissivas para a legislação que altera, revoga e complementa os textos legais. Links de navegação facilitam o acesso à legislação correlata. Em pesquisa por palavras, é opcional o uso da acentuação nos termos pesquisados. Maior destaque para a vigência dos ex-tarifários. Novo layout para a versão TECwin WEB. * De acordo com o perfil contratado. Belo Horizonte-MG: Campinas-SP: Cerquilho-SP: Curitiba-PR: Goiânia-GO: Lauro de Freitas-BA: Porto Alegre-RS: Rio de Janeiro-RJ: Santos-SP: São Paulo-SP: Vila Velha-ES:

5 N o dia 7 de janeiro, o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, assinou em Brasília o Acordo de Cooperação Técnica de instituição do esocial, proposta do governo federal para unificar e digitalizar o envio de informações relativas aos trabalhadores, tais como cadastramentos, vínculos, contribuições previdenciárias, folha de pagamento, Comunicações de Acidentes de Trabalho (CAT), aviso prévio, FGTS e imposto de renda. De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, a expectativa é que nos próximos dias seja publicada Portaria Interministerial assinada pelos órgãos representados no acordo: Receita Federal, Conselho Curador do FGTS, Caixa Econômica Federal, Ministério da Previdência Social e INSS. Também em 7 de janeiro, foi divulgado no Diário Oficial da União a Circular nº 642, da Caixa Econômica Federal, que aprova e divulga o novo leiaute (versão 1.1) do Sistema de Escrituração Fiscal Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas, denominação completa do esocial. A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) acompanha de perto o assunto: em novembro, o presidente da entidade, Antonio Oliveira Santos, enviou carta à Presidente Dilma Rousseff mostrando preocupação com a implantação do esocial. Para a Confederação, o problema não é a Notícia CNC Notícia CNC CNC ACOMPANHA MUDANÇAS NO E-SOCIAL prestação de informações, mas sim a forma como a implementação do programa está sendo conduzida com previsão de entrada em vigor para abril, o esocial implicará na reformulação de vários processos internos das empresas, como alteração do sistema de gestão, treinamento de pessoal, contratação de recursos humanos, o que oneraria excessivamente o custo operacional das empresas. Prejuízo para o empresariado Gastos adicionais com a implementação do programa já preocupam os empresários. Em artigo publicado hoje pela imprensa, Roberto Dias Duarte, administrador e membro do GT de Tecnologia do CRC-MG, cita cálculo da Divisão Econômica da CNC segundo o qual os custos para o comércio com o esocial podem chegar a R$ 5,15 bilhões - R$ 4,1 bilhões de gastos com pessoal na atividade comercial e, adicionalmente, R$1,05 bilhão de despesas com serviços jurídicos, contábeis e de informática. O objetivo da Presidência da República em acabar com a burocracia é sensato. Insano é pensar que a informática poderá substituir a simplificação da complexidade regulatória brasileira. Surreal é acreditar que o país não precisa de reformas na área tributária e trabalhista, escreveu Duarte. Crédito: Ascom CNC S NOVO PROCEDIMENTO ADUANEIRO NA ALFÂNDEGA imultaneamente ao desembaraço eletrônico da mercadoria, é fundamental que o exportador/representante legal registre a emissão do Certificado OIC em nosso sistema. Após o registro do certificado de origemz em nosso sistema, o exportador/representante legal deverá apresentar imediatamente na ACS uma única folha com as informações do Extrato do RE e do Histórico do despacho, conforme modelo anexo. Este procedimento foi solicitado pela Alfândega do Porto de Santos e visa agilizar as assinaturas nos certificados OIC. A partir daí, a ACS encaminhará o certificado para a Alfândega para a devida assinatura e posterior retirada por um de nossos funcionários. Por fim, após o embarque, o exportador ou representante legal entregará cópia do BL na ACS para a retirada do Certificado OIC. Associação Comercial de Santos Fevereiro/14 5

6 Cursos na área de Comércio Exterior câmbio exportação importação logística marketing/negociação transportes 11 motivos para atualizar-se no Centro de Capacitação Profi ssional da Aduaneiras 1. Acesso gratuito, durante 6 meses, ao Portal de Consultoria Virtual Ilimitada 2. Programas estruturados em função da demanda do público 3. Conceitos teóricos enriquecidos por aulas práticas 4. Conteúdo programático eficaz e objetivo 5. Multiplicidade de temas e áreas Confira a nossa programação no site: 6. Instrutores atualizados e com reconhecida atuação no mercado de trabalho 7. Instalações confortáveis e adequadas às aulas e treinamentos práticos 8. Ampla disponibilidade de datas e horários para realização do curso 9. Consultores aptos para auxiliar na definição do melhor curso para seus objetivos profissionais 10. Oportunidade para buscar um lugar de destaque no mercado de trabalho dias de assistência sobre o tema do curso (vantagem exclusiva) AGORA SÃO MAIS DE DÚVIDAS RESPONDIDAS POR NOSSOS ESPECIALISTAS Uma solução que esclarece suas dúvidas nas áreas de importação, exportação, tributária, fiscal, contábil, societária, trabalhista e previdenciária. Acesse o link e conheça o produto: Centro de Treinamento Aduaneiras Unidade Paulista: Av. Paulista, o e 24 o andares São Paulo-SP Unidade Consolação: Rua da Consolação, 77 São Paulo-SP

7 A primeira em Comércio Exterior. Ampliando o conhecimento profissional. Programação de cursos Abril 2014 Participe de um de nossos cursos e ganhe um mês de acesso gratuito ao novo TECwin.* * Oferta válida para inscrições feitas até 31/03/2014. São Paulo Formação de Despachante Aduaneiro De 5 de abril a 31 de maio (aos sábados), das 8h30 às 18h30 Intensivo de Importação De 7 de abril a 9 de maio, das 18h45 às 21h45 Assistente de Comércio Exterior Dias 4 e 5 (sexta e sábado), das 8h30 às 17 h Noções Básicas de Comércio Exterior Dia 5 (sábado), das 8h30 às 17h30 Importação: Aspectos Fiscais e Administrativos De 7 a 11, das 18h45 às 21h45 Logística de Transporte Internacional Dia 7, das 8h30 às 17h30 Sistemática de Exportação De 8 a 10, das 18h45 às 21h30 ABC do Comércio Exterior Abrindo as Primeiras Páginas Dia 8, das 8h30 às 17h30 Técnico em Comércio Exterior Dia 9, das 8h30 às 17h30 Siscoserv, NBS e Classificação de Serviços Dias 10 e 23, das 8h30 às 17h30 Desenvolvendo Fornecedores e Parceiros Comerciais na China Dia 10, das 8h30 às 17h30 Tributos na Importação Passo a Passo Dia 11, das 8h30 às 17h30 Trade Compliance: Aspectos Técnicos e Operacionais Dia 12 (sábado), das 8h30 às 17h30 Drawback Aspectos Técnicos e Operacionais Dia 12 (sábado), das 8h30 às 17h30 Tratamento Administrativo na Exportação e Importação Dia 12 (sábado), das 8h30 às 18h30 Incoterms 2010 (Condições Internacionais de Compra e Venda) Dia 12 (sábado), das 8h30 às 17h30 Despacho Aduaneiro na Importação De 14 a 16, das 18h45 às 21h30 Contratos Internacionais de Compra e Venda e Riscos nas Operações de Comércio Exterior De 14 a 16, das 18h45 às 21h30 Analista de Comércio Exterior De 14 a 17 e 22 a 25, das 18h45 às 21h45 Siscoserv para Agentes de Cargas Dia 15, das 8h30 às 17h30 Emissão de Nota Fiscal Eletrônica na Importação Dia 15, das 8h30 às 17h30 Direito Aduaneiro e Comércio Exterior: Contencioso Aduaneiro e Atendendo à Fiscalização Aduaneira Dia 16, das 8h30 às 17h30 Importação Gestão das Operações Dia 16, das 8h30 às 17h30 Siscomex-Importação De 22 a 24, das 18h45 às 21h30 Transporte Aéreo Internacional (Características, Custos e Visão Estratégica de Logística) De 22 a 24, das 18h45 às 21h30 Classificação Fiscal de Mercadorias e Multas por Enquadramento Incorreto Dia 23, das 8h30 às 17h30 Analista de Logística e Supply Chain (Básico) Dia 24 das 8h30 às 17h30 e 25, das 8h30 às 12h30 Siscoserv sobre a Importação de Serviços Incluindo a Tributação Dia 25, das 8h30 às 17h30 Negociando em Inglês: Let s Trade in English with Incoterms 2010 Dias 25 e 26 (sexta e sábado), das 8h30 às 17h30 Importação Passo a Passo Dia 26 (sábado), das 8h30 às 17h30 Siscomex-Exportação: Aspectos Técnicos e Operacionais (Novas Telas do Sistema) Dia 26 (sábado), das 8h30 às 17h30 Informações e inscrições: Tel.:

8 Notícias do sindicato Notícias do sindicato NOVO TRATAMENTO ADMINISTRATIVO PARA / / C om base na portaria Secex nº 23/2011, informamos que, a partir do dia 04/02/2014, terá vigência novo tratamento administrativo Siscomex aplicado para as importações dos produtos classificados nas NCM , e , com anuência do Decex delegada ao Banco do Brasil, conforme abaixo discriminado: A) NCM : Destaque tubos de plástico para coleta de sangue. Destaque 999 outros. B) NCM : Destaque tubos de plástico para coleta de sangue. Destaque para uso laboratorial em clínica médica, exceto tubos de plástico para coleta de sangue. Destaque outros. C) NCM : Destaque tubos de plástico para coleta de sangue. Destaque outros. Os produtos enquadrados nos destaques 999 estarão sujeitos a licenciamento automático para fins de monitoramento estatístico. Os produtos enquadrados nos demais destaques estarão sujeitos a licenciamento não automático previamente ao embarque dos bens no exterior. Nos casos de mercadorias embarcadas anteriormente ao inicio da vigência desse tratamento, as correspondentes Licenças de Importação poderão ser deferidas sem restrição de embarque, desde que tenham sido registradas no Siscomex, em até 30 dias da data de inclusão da anuência do Decex, na forma dos parágrafos 3 e 4, do artigo 17, da portaria Secex 23/2011. Após esse prazo, a retirada da restrição ficará condicionada à apresentação do respectivo conhecimento de embarque para o Banco do Brasil. Departamento de Operações de Comercio Exterior Proposta que reduz impostos para micro e pequena empresa deve entrar na pauta em 2014 M ais da metade das empresas brasileiras são de micro ou pequeno porte: são 8 milhões de negócios que podem pagar menos impostos. Para isso, precisam atuar numa área prevista na Lei da Micro e Pequena Empresa, ou Lei do Supersimples. Como o próprio nome já diz, este sistema facilita a vida dos empresários: junta oito tributos em uma só cobrança. A proposta que agora será analisada pelo plenário da Câmara atende a uma grande reivindicação do setor: pelo texto, para estar no Supersimples, não vai mais interessar o que a empresa faz, mas sim o quanto ela fatura. O limite é de 300 mil reais por mês 3 milhões e 600 mil reais por ano. Isso inclui no Supersimples, imediatamente, quase meio milhão de micro e pequenos negócios. São clínicas médicas, escritórios de advocacia, entre outros. Na prática, estas empresas vão diminuir quase pela metade o que pagam de impostos. Mas isso seria compensadopois há uma aposta na regularização de quem hoje trabalha na informalidade. A proposta ainda traz outras mudanças: - cria um cadastro único para micro e pequenas empresas. O CNPJ vai ser um número único, que substituirá todas as inscrições existentes hoje, seja municipal, estadual ou federal; - dá incentivos às micro e pequenas empresas para a exportação; - determina que os governos devem comprar mais de fornecedores desse porte. Apesar dos benefícios, a aprovação do texto pode não ser fácil no plenário da Câmara, porque mexe na arrecadação pública. Só essa mudança vai trazer um impacto de quase 1 bilhão de reais por ano a menos nos cofres públicos. O SINDICOMIS/ACTC está atento aos trâmites da aprovação da proposta, pois é um pleito antigo da Entidade. 8 Fevereiro/14

9 Notícia Fecomercio Notícia Fecomércio Haroldo Piccina foi homenageado pelo SINFAC-SP Sindicato das Sociedades de Fomento Mercantil Factoring do Estado de São Paulo comemorou a aprovação do PLC 221/2012, uma das principais reivindicações da categoria OPresidente do Conselho de Serviços da FECO- MERCIO SP e do SINDICOMIS/ACTC, Haroldo Piccina, representou o Conselho e o presidente da FECOMERCIO SP, Abram Szajman, em evento do SINFAC-SP, em 11 de dezembro último. No evento, o SINFAC-SP comemorou uma conquista significativa para o setor: a aprovação pela Câmara Federal do PLC221/2012, que veda qualquer restrição contratual à circulação de títulos de crédito ou direitos creditórios envolvendo as MPEs. Hamilton de Brito Junior, presidente da entidade, homenageou a todos que contribuíram para a aprovação do PLC e recebeu os parabéns dos convidados. Haroldo Piccina, falando em nome da FECOMER- CIO SP, afirmou que a Federação tem se empenhado diuturnamente em estar ao lado do fomento mercantil, um segmento que ainda não recebe um tratamento proporcional à sua importância para a economia brasileira. Haroldo Piccina recebeu de Hamilton Brito Júnior homenagem pelo apoio do Conselho de Serviços da FECOMERCIO SP Agradecimento Em mensagem, Piccina agradeceu à homenagem recebida pelo SINFAC-SP: Presidente Hamilton, Piccina agradeceu à homenagem e reiterou a importância do setor representado pelo SINFAC-SP para a economia nacional agradecimentos pelas elogiosas palavras proferidas no evento e toda a gentileza e cortesia de todos para conosco, durante o jantar. Em meu nome e do Conselho de Serviços, agradeço muito a homenagem que recebi no Jantar de Confraternização do SINFAC-SP, no último dia 12/12/2013, que me deixou muito sensibilizado e até emocionado. Foi uma enorme demonstração de amizade e de carinho sua, como presidente, e do SINFAC-SP, que me distinguiu muito e, portanto, não poderia deixar de enviar os meus mais sinceros Fique certo que guardarei com enorme carinho a linda placa que você me entregou e confesso que fiquei muito emocionado com esse seu gesto que foi uma agradável e linda surpresa. O SINFAC-SP, e você em especial, poderão contar sempre com meu apoio e do Conselho de Serviços da FECOMERCIO SP. Fevereiro/14 9

10 Notícias do Congresso Notícias do Nacional Congresso Nacional EM ANO DE COPA DO MUNDO E ELEIÇÕES, O CONGRESSO INICIA 2014 COM PAUTA TRANCADA E VETO DO PLANALTO O desafio de nossos parlamentares é grande. A falta de acordo em torno dos projetos polêmicos, as propostas de urgência constitucional e o veto do Planalto aos projetos que aumentam os gastos será, sem dúvida nenhuma o grande obstáculo em Os líderes partidários estão tentando discutir as prioridades para o primeiro semestre deste ano. Na Câmara tramitam 14 MPs. Dentre os assuntos polêmicos, destacam-se Regulamentação da Internet, Recursos para Minha Casa, Minha (Multa 10% sobre o FGTS), etc. O Palácio do Planalto, desde o ano passado, tem usada uma estratégia para trancar a pauta, que é a solicitação de regime de urgência. Com isso controla as votações no Congresso e impede a aprovação de projetos que possam onerar o Governo. Vale Lembrar, que pela Constituição Federal, o Presidente da República pode requerer a urgência de qualquer projeto em tramitação no Congresso. A partir desse pedido, o texto passa obstruir a pauta caso não seja votado em até 45 dias. Arlindo Chinaglia do PT de São Paulo e líder do Governo na Câmara, diz que são duas as prioridades da Presidente Dilma na Câmara, a conclusão da votação do novo Código de Processo Civil e o marco civil da internet. Como acontece na Câmara, o Senado também está com sua pauta trancada. Quanto aos vetos, no dia 18/02, o Congresso se reunirá pela primeira vez em 2014, em sessão conjunta, para examinar os vetos presidências. Um desses vetos é a proposta que regulariza 57 municípios e cria mais 188. Para derrubar o veto Presidencial, é necessário no mínimo 257 votos da Câmara e 41 do Senado. O Governo no ano passado pediu ao Congresso aprovação de reformas importantes, como tributária e política. Infelizmente nenhuma das duas avançou. O que o Parlamentares fizeram, foi um pequeno agrado ao Governo, aprovando algumas coisas: Novas regras para o FPE (Fundo de Participação dos Estados) e a questão dos royalties do petróleo para educação, atendido parcialmente. Agora é esperar o Carnaval passar. E, se o Congresso (Senado e Câmara) não conseguir destrancar a pauta, vai ficar difícil pois, temos a Copa do Mundo em Junho e eleições Majoritárias em outubro. PROCESSO TRABALHISTA NÃO CONCLUÍDO PODERÁ SER EXTINTO APÓS OITO ANOS O Projeto de Lei 5347/13, em tramitação na Câmara, estabelece que, decorridos oito anos de tramitação do processo trabalhista sem que a ação tenha sido levada a termo, o processo será extinto, com julgamento de mérito por decurso de prazo. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT Decreto-Lei 5.452/43), complementando o dispositivo que determina que os juízos e Tribunais do Trabalho terão ampla liberdade na direção do processo e velarão pelo andamento rápido das causas, podendo determinar qualquer diligência necessária ao esclarecimento delas. A autora do projeto, deputada Gorete Pereira (PR-CE), afirma que o objetivo é dar efetividade ao princípio constitucional da razoável duração do processo. Não é justo que os empregadores e empresários, que de fato movimentam a economia do País, acabem sendo penalizados e surpreendidos, após longos anos de demandas, com o pagamento de créditos exorbitantes decorrentes de processos judiciais, ressalta. A deputada diz ainda que há um imensurável custo social devido ao mau uso da máquina administrativa com processos longos, e que, sem enfrentar essas distorções, muitas reformas processuais que vêm sendo tentadas não lograrão êxito. O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Fonte: Câmara Federal Fevereiro/14

11 Aduaneiras e Sindicomis Aduaneiras e Sindicomis Perguntas e respostas a legislação aduaneira permite corrigir classificação fiscal constante em uma DI depois do desembaraço aduaneiro? Em se tratando de correção após o desembaraço aduaneiro, inclusive a correção de classificação fiscal, para regularização do processo, cabe ao importador entrar com o pedido de denúncia espontânea, na unidade de despacho da mercadoria, mediante apresentação de prova e justificativa da ocorrência, bem como a retificação da DI, sendo que, havendo imposto a restituir, esse pode ser requerido. Esclarecemos que na denúncia espontânea não se aplicam penalizações de ordem tributária ou administrativa, cabendo, se for o caso, recolhimento de diferenças de tributos e aplicação dos "juros de mora". Como fazer Declaração de Importação Preliminar no siscomex? A Declaração Preliminar deverá ser registrada após autorização obtida em processo administrativo junto à Receita Federal. Para isso deverá ser feita uma DI normal. Lembramos ainda que deverá ser preenchido, no campo Processo Vinculado, o número da Declaração Preliminar ou o número do processo administrativo correspondente. Destacamos que o sistema não fará débito automático dos impostos, sendo necessária a informação, na tela de Pagamento, dos dados do Darf pagos no banco. Qual o limite de itens por adição no siscomex? Por limitação de caráter técnico, o sistema normalmente não aceita a inclusão de mais de 80 produtos diferentes em uma mesma adição. Assim, no caso de ocorrer a situação descrita, é recomendável ao importador abrir novas adições para a mesma NCM, observando sempre o limite de 80 produtos em cada uma, até esgotar a relação de mercadorias importadas a serem incluídas na declaração. Mercadoria foi importada sem autorização, qual o procedimento para devolução sem nacionalização? A devolução ao exterior de mercadoria importada poderá ser autorizada pelo chefe da unidade da RFB com jurisdição sobre o recinto alfandegado em que ela se encontre, desde que o pedido seja apresentado antes do registro da DI. Observar que não será autorizada a devolução com qualquer irregularidade que a sujeite à aplicação da pena de perdimento. Qual a alíquota que deve ser considerada como correta para o rtu? Embora a Lei cite 42,25%, o Poder Executivo reduziu o valor para a alíquota única de 25%. Qual a norma que regulamenta a Trading Company na importação? Na legislação de importação não existe norma específica que regulamente as atividades de Trading Company, aplicando-se a legislação normal de importação. Quanto à habilitação para a atuação de pessoa jurídica, não existe restrição para a Trading Company atuar na importação desde que habilitada no Radar. Posso ter dois Incoterms em única DI? Como o Incoterms é informado na adição da DI, a situação apresentada poderá ser objeto de duas adições. Entretanto, se o sistema gerar qualquer impedimento, deverá ser desmembrado o conhecimento de carga para registrar duas DIs para o mesmo documento. o que é entrada ficta? Não existe norma estabelecendo os casos de "entrada ficta" de mercadoria. Entretanto, o termo "Entrada Ficta", que consta da ficha transporte do Siscomex-Importação, é normalmente aplicado nas operações de "Exportação Ficta" da mercadoria que permanecerá no País mediante o despacho aduaneiro correspondente. existe preço mínimo na importação? Não há base legal para o estabelecimento de preço mínimo para importação. Pelo contrário, o Acordo de Valoração Aduaneira veda a definição de valor aduaneiro mínimo. Caso seja exigido por algum órgão governamental, o importador poderá questionar a exigência em processo administrativo ou judicial. Direito antidumping faz parte da base de cálculo do Imposto de Importação? O direito antidumping não faz parte da base de cálculo do Imposto de Importação, uma vez que a expressão "direito antidumping" significa um montante em dinheiro igual ou inferior à margem de dumping apurada, calculado e aplicado, com o fim exclusivo de neutralizar os efeitos danosos das importações objeto de dumping. Quando um direito antidumping for aplicado sobre um produto, este será cobrado, independentemente de quaisquer obrigações de natureza tributária. em que situação o Imposto de Importação pode ser compensado com outro imposto federal? A legislação prevê o ressarcimento dos tributos por meio de compensação. Porém, entendemos, especificamente na área de comércio exterior, que a compensação só seria possível para aplicação nos casos de existência de débitos pendentes junto ao Tesouro (compensação de ofício). O Siscomex, no ato do registro da DI, não permite outra forma de pagamento dos tributos e contribuições, a não ser pelo débito automático em conta-corrente indicada pelo importador, pelo valor integral destes, apurado pelo sistema. Como funciona a importação intercompany? Não há previsão na legislação de comércio exterior para benefícios na importação realizada por intercompany. Neste caso, deverá realizar uma importação normal com o pagamento de todos os tributos vigentes nessa operação. Há restrição para exportar mercadorias usadas ou nacionalizadas? O artigo 255 da Portaria Secex n o 23/11 menciona que mercadoria usada ou nacionalizada poderá ser objeto de exportação, desde que sejam atendidas as normas gerais de exportação. a venda de produtos para embarcações é considerada exportação? O artigo 204 da Portaria Secex n o 23/11 menciona que se constitui exportação, para os efeitos fiscais e cambiais, o fornecimento de combustíveis, lubrificantes e demais mercadorias destinadas a uso e consumo de bordo, em embarcações ou aeronaves, exclusivamente de tráfego internacional, de bandeira brasileira ou estrangeira. Fonte: Consultoria Aduaneiras. Fevereiro/14 11

12 D Notícias da Notícias ACSda ACS Departamento de Certificado de Origem da Associação Comercial de Santos não funciona mais no horário de almoço esde 3 de fevereiro de 2014, o Departamento do Certificado de Origem da Associação Comercial de Santos (ACS) não atende mais no horário de almoço, das 12 às 14 horas. Assim, o horário do Departamento do Certificado de Origem da ACS retoma o horário das 8 às 12 horas e das 14 às 18 horas, de segunda a sexta-feira. O atendimento sem intervalo para almoço foi adotado em caráter experimental e ocorreu em dezembro de 2013 e em janeiro de O serviço de emissão do Certificado de Origem para a exportação de produtos é prestado pela Associação Comercial de Santos, tanto para as empresas associadas, que têm descontos nos valores, quanto para as não associadas. O Certificado de Origem é um documento legal que comprova ao país comprador a procedência do produto adquirido. O modelo varia de acordo com a mercadoria negociada e com o bloco econômico de que cada nação importadora faz parte. No site há mais informações e também os links para baixar os formulários necessários. A Associação Comercial de Santos fica na Rua XV de Novembro, 137, no Centro Histórico. Os usuários do Departamento de Certificação de Origem da ACS podem entrar pela Rua Riachuelo, 14, térreo. O telefone para mais informações é: (13) , 12 Fevereiro/14

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