Literaturas Comparadas na Lusofonia

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Literaturas Comparadas na Lusofonia"

Transcrição

1 Guia Didático da matéria Literaturas Comparadas na Lusofonia FACULDADE DE FILOLOGIA DEPARTAMENTO DE FILOLOGIA GALEGA Literaturas Comparadas na Lusofonia Márlio Barcellos Pereira da Silva GUIA DOCENTE E MATERIAL DIDÁTICO 2015/2016

2 Guia Didático da matéria Literaturas Comparadas na Lusofonia FACULDADE DE FILOLOGIA. DEPARTAMENTO DE FILOLOGIA GALEGA AUTOR: MARIA ISABEL MORÁN CABANAS Edição eletrónica A obra GUIA DOCENTE DA MATÉRIA LITERATURAS COMPARADAS NA LUSOFONIA , de Márlio Barcellos Pereira da Silva, foi licenciada com uma Licença Creative Commons - ATribuição - Uso Não Comercial - Obras Derivadas Proibidas 3.0 Não Adaptada. 2

3 1. Dados descritivos da matéria Disciplina: Literaturas Comparadas na Lusofonia Código: G Titulação: Línguas e Literaturas Modernas (Português). Maior de Língua e Literaturas Lusófonas. Minor em Estudos Lusófonos I (Módulo Complementar). Ano: 3º ano. Nº Créditos: 6 (equivalente a 150 horas de carga letiva) Duração: Quadrimestral (2º quadrimestre). Requisitos prévios: não há. Língua(s) utilizadas(s): Galego/Português. Eventual e ocasionalmente, outros materiais e comunicações poderão ser apresentados noutras línguas: espanhol, francês, inglês, italiano..., sempre que o/a docente o considerar oportuno. Professores da cadeira Márlio Barcellos Pereira da Silva Lugar de atendimento: Gabinete do professor na Faculdade de Filologia: (ext ) e Co-e: (horário de atendimento oportunamente indicado no início do período letivo através dos meios eletrónicos e no gabinete do professor) Para além de usar o horário de atendimento como espaço de consultas, será também uma parte presencial do desenvolvimento da matéria. O acompanhamento tutorizado de planificação e elaboração de trabalhos individuais ou em grupo será um encontro obrigado entre professor e alunos/as cada certo tempo.

4 2. Sentido da matéria no perfil da titulação 2.1 QUADRO GERAL A Faculdade de Filologia apresenta as titulações de Filologia Clássica, Língua e Literatura Espanholas (Campus de Santiago e Campus de Lugo), Língua e Literatura Galega, Língua e Literatura Inglesa, e Língua e Literaturas Modernas, que possuem uma estrutura única. No marco de Língua e Literatura Modernas incluem-se os seguintes MAIORs: Maior de Língua e Literatura Alemãs Maior de Língua e Literatura Francesas Maior de Língua e Literaturas Italianas Maior de Língua e Literaturas Lusófonas O Maior de Língua e Literatura Lusófonas está formada por 20 matérias de 6 créditos ECTS agrupadas nos 5 seguintes módulos: Módulo CULTURA DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA (24 ECTS) Cultura portuguesa Cultura do Brasil (2º ano) Cultura dos PALOPs (2º ano) Relações Galiza-Lusofonia (2º ano) Módulo LÍNGUA PORT. E INTRODUÇÃO ÀS LITERATURAS DE LÍNGUA PORTUGUESA (24 ECTS) Língua Portuguesa 3 (2º ano) Língua Portuguesa 4 (2º ano) Língua Portuguesa 5 Literaturas de Língua Port. Módulo LITERATURAS EM LÍNGUA PORTUGUESA I (24 ECTS) Literatura Portuguesa 1 (2º ano) Literatura Portuguesa 2 (3º ano) Literatura Brasileira 1 (3º ano) Sociologia Lit. de L. Port. (4º ano) Módulo GRAMÁTICA PORTUGUESA (24 ECTS) Gramática Portuguesa 1 Gramática Portuguesa 2 História e variedade do português 1 História e variedade do português 2 Módulo LITERATURAS EM LÍNGUA PORTUGUESA II (24 ECTS) Literatura Portuguesa 3 (3º ano) Literatura dos PALOPs Literatura Brasileira 2 Literaturas Comparadas na Lusofonia A cadeira em foco integra-se no Módulo de Literaturas em Língua Portuguesa II, último e em que se pretende dar a conhecer a produção literária e cultural portuguesa dos diferentes países e culturas de língua portuguesa. Completa a formação do estudante e toma por base os estudos dos sistemas literários em língua portuguesa já superados, fornecendo as chaves necessárias para compreender a configuração atual de uma perspetiva sociológica e historiográfica. A este módulo pertencem também outras três literaturas: Literatura Portuguesa III, especialmente voltadas para a produção dos séculos XX e XXI; Literatura dos PALOPs e Literatura Brasileira II, que se integram no plano de estudos para ultrapassar o cariz introdutório do 2º módulo (Literaturas de Língua Portuguesa, correspondente ao primeiro ano e dedicada a uma visão panorâmica de todas as literaturas da lusofonia, 5

5 sem limitações específicas de tempo ou espaço) e complementa o 3º módulo de Literaturas em Língua Portuguesa I. Temática e funcionalmente, podemos destacar as suas ligações com todas as cadeiras do MAIOR de LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURAS LUSÓFONAS, mais especificamente com TODAS AS CADEIRAS DE LITERATURA E CULTURA DO MAIOR, e num sentido estrito com TODAS AS CADEIRAS DE LITERATURA E CULTURA PORTUGUESA e com a matéria Relações Galiza-Lusofonia: - TODAS AS CADEIRAS DO MAIOR LÍNGUA PORT. E LITERATURAS LUSÓFONAS - TODAS AS CADEIRAS DE LITERATURA E CULTURA DO MAIOR - TODAS AS CADEIRAS DE LITERATURAS E CULTURA PORTUGUESA, LITERATURA BRASILEIRA E LITERATURA AFRICANA - RELAÇÕES GALIZA-LUSOFONIA LITERATURAS COMPARADAS NA LUSOFNIA 2.2. INTERESSE DA MATÉRIA PARA A FORMAÇÃO DO ALUNO Mostra-se como uma matéria substantiva para obter uma formação íntegra e com bases firmes no sistema literário lusófono, pois é imprescindível conhecer o resultado mais contemporâneo, com base no processo e nas dinâmicas de consolidação da literatura portuguesa desde as suas próprias origens, até o presente século XXI. O desenvolvimento do temário a partir das aulas magistrais e das atividades propostas em cada caso permitirá compreender melhor a configuração da literatura nacional portuguesa do período e fazer uma análise comparatista em relação a outras literaturas vizinhas e/ou a literaturas veiculadas na mesma língua. Por outro lado, cabe destacar o seu interesse para a abordagem do património comum galego-português, ibérico e europeu nas suas diversas expressões com fins profissionais ou de especialização no âmbito da docência ou dos serviços culturais. As universidades europeias e americanas de maior prestígio e com tradição ou nova incorporação de estudos das letras em língua portuguesa integram nos seus planos de estudo uma ou mais cadeiras ligadas aos estudos contemporâneos, tendo como objetivo primordial que o aluno compreenda o seu volume e a sua importância da literatura, inserindo-a num contexto intercontinental. As Universidades de Lisboa, Porto, Coimbra, ou as de Birmigham, Oxford, Londres, Utrecht, Colónia, York- Toronto, para além das de âmbito brasileiro, etc., inserem nos seus planos de estudo matérias dedicadas aos conteúdos que aparecem programados na cadeira, e até existem cadeiras monográficas especializadas nalguns dos temas que se contemplam na nossa matéria. 6

6 3. Objetivos, competências e destrezas 3.1. OBJETIVOS -- Preparação para a análise comparativa de períodos, tendências e/ou autores das literaturas escritas em língua (galego-)portuguesa - Aplicação de linhas de investigação da área às literaturas referidas. -Focar alguns dos autores e das obras que a historiografia literária considera mais significativos ou importantes, até sendo mitificadas - Aproximar-se das condições de produção de textos e autores. -Conhecer e pôr em uso instrumentos da Teoria e Crítica Literárias em relação a aspetos das letras em língua portuguesa -Elaboração de juízos críticos relativamente a alguns dos aspetos objeto de estudo COMPETÊNCIAS E DESTREZAS Conhecimento diacrónico da história das diversas literaturas em língua portuguesa. Capacidade de relacionar aspetos relativos à produção literária com os diversos espaços sociais e históricos em que se produzem. Familiaridade com recursos e propostas metodológicas que permitam maiores habilidades à hora de aproximar-se das literaturas e das culturas veiculadas em língua portuguesa. Capacidade de análise crítica e elaboração de trabalhos escritos e orais de tipo investigador e divulgador (recensões) com rigor e eficiência. Capacidade de organização de ideias, desenvolvimento coerente das mesmas, habilidade de argumentar e manter opiniões, e de expor os próprios trabalhos em público. 7

7 4. Conteúdos da Matéria: 4.1. DIVISÃO NOS SEGUINTES BLOCOS TEMÁTICOS: 1. Fundamentos da Literatura Comparada 2. A perspectiva dos Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa 3. O poder e seus donos no Brasil 4. São Bernardo: contingência e permanência 5. O Escravismo colonial como modo de produção 6. Senhores e escravos em Luanda século XVII 7. Brasil, criatório de gente BIBLIOGRAFIA (ORIENTAÇÕES) Bibliografia básica e complementar LEITURAS OBRIGATÓRIAS Será objecto de leitura dos alunos diverso material crítico fornecido pelas professoras ao longo do quadrimestre, assim como três obras (poesia, romance, teatro ou ensaio) seleccionadas previamente com a professora da cadeira. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DE CONSULTA E REFERÊNCIA Recomenda-se o uso das histórias da literatura utilizadas nas matérias de Literatura Galega, Literatura Portuguesa, Literatura Brasileira e Literaturas Africanas de língua portuguesa e, ainda, de: Abdala Júnior, Benjamim (1989) Literatura, história e política. Literaturas de língua portuguesa no século XX. São Paulo. Ática. Figueroa, Antón (1992) "Literatura nacional e sistema literario" in A Trabe de Ouro. 11. Compostela. Jul.-Set p

8 Laranjeira, José Luís Pires (1992) "Questões de formação das Literaturas Africanas" in De letra em riste. Identidade, autonomia e outras questões na literatura de Angola, Cabo Verde, Moçambique e S. Tomé e Príncipe. Porto. Afrontamento. p Margarido, Alfredo (2000) A lusofonia e os lusófonos. Novos mitos portugueses. Lisboa. Edições Universitárias. Lusófonas. Santilli, Maria Aparecida (1985) "Literaturas em português: o próprio e o comum" in Africanidade. São Paulo. Ática. p Trigo, Salvato (1986) Ensaios de literatura comparada afro-luso-brasileira. Lisboa. Vega. 5. Indicações metodológicas e atribuição de carga ECTs: 5.1. ESTIMATIVA GRÁFICA O cálculo da quantidade de horas relativas à presencialidade e ao trabalho autónomo do aluno, conforme aparecem indicados na Memória para a Verificação do Título de Grau em Línguas e Literaturas Modernas: Língua Portuguesa e Literaturas Lusófonas da Universidade de Santiago de Compostela, aprovada pela Junta da Faculdade de Filologia o dia 7 de Novembro de 2008 e pelo Conselho de Governo da USC em 22 de Dezembro desse mesmo ano, é a seguinte: Atividades formativas com o seu conteúdo em horas para o aluno da cadeira Atividades presenciais Horas Atividades não presenciais Horas Sessões teórico-expositivas 25 Estudo e preparação de atividades programadas nas aulas 20 Realização de trabalhos de diversos tipo (em grupos de 2/3 alunos e de forma individual, especialmente orientadas ao Sessões interativas: seminário, fortalecimento de uma debates após exposições teóricas, 15 autoaprendizagem eficaz e ao estudo visualizações, audições, etc. das condições de RECEÇÃO das 25 literaturas em língua portuguesa nos diferentes períodos e géneros) Sessões de atendimento programado 3 Leituras das obras indicadas no temário 37 Sessões de avaliação 7 Preparação de provas (exames) 12 Sem outras atividades 0 Outras atividades (assistência a atos ligados ao temário com entrega de resenha crítica) 6 Total horas atividade presencial 50 Total atividade não presencial LINHAS METODOLÓGICAS DE TRABALHO 9

9 - Tratamento teórico e prático dos blocos temáticos, a partir das leituras integrais parciais e recomendadas, que se ilustram com comentários de textos específicos e trabalho continuado na sala de aula. - Realização de comentários sobre de textos literários e de crítica e história da literatura. - Propostas de trabalhos escritos para exposição pública na sala de aula, a incidir nalgum dos aspetos incluídos nos conteúdos. - Estabelecimento de diálogos intertextuais no seio das literaturas em língua portuguesa e entre estas e outros espaços literários e/o culturais, especialmente o CINEMA - ªªª LEITURA DE TRECHOS RESTRITOS Serão indicados e facilitados nas aulas textos COMPLEMENTARES das obras poéticas, narrativas ou dramáticas dos autores focados, artigos diversos de teoria e crítica literária, crónicas jornalísticas, etc ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS Lecionam-se três horas de aulas por semana, cuja distribuição é estabelecido pelo Decanato da Faculdade de Filologia e aprovado na Junta da Faculdade, no segundo quadrimestre. Praticam-se principalmente duas vertentes de docência: 1. Aula magistral, na qual se irá revisando a informação anterior e avançando em novos dados, sob uma perspectiva comparatista e ilustrando com textos e/ou imagens os temas tratados (inclusive com certos vídeos ou audições musicais, quando tais recursos sejam pertinentes). Em quase todos os casos facilitar-se-á um dossiê ao aluno com o qual possa acompanhar com atenção a explicação da matéria e revisar posteriormente o que foi dito. O nível atingido na compreensão da aula poderá ser verificado mediante perguntas de controlo do conhecimento que contribuirão para uma avaliação sistemática da aprendizagem. 2. Aula interativa, com o estabelecimento habitual de debates e obtenção de conclusões entre todos os alunos em voz alta a fim de chegar a uma 'posta em comum' e intercambiar ideais e perspetivas acerca das questões abordadas. Aliás, os alunos exporão e comentarão os resultados de certas atividades que foram desenvolvendo umas vezes dentro das aulas e outras vezes fora delas a partir de buscas na Internet e das suas próprias leituras e interpretações de textos. As atividades a realizar que acima foram indicadas serão de dois tipos: em grupos de 2/3 alunos e individuais. Por outro lado, ao longo do quadrimestre serão indicadas as recomendações de assistência a determinados eventos como conferências sobre literaturas em língua portuguesa ou sobre aspetos ligados a esta: o aluno deverá 10

10 justificar a sua assistência e a atenção prestada através de uma resenha crítica sobre o ato em questão. Tendo em conta que estamos perante uma matéria de literatura, as leituras atentas e pormenorizadas da obra literária que é objeto principal de estudo ou de uma seleção/antologia de textos sob uma perspetiva crítica e com critérios científicos ocuparão obviamente uma parte importante do trabalho não presencial do aluno. Nas páginas anteriores já foram indicadas as recomendações, principalmente leituras com espírito crítico, reflexivo e comparatista. Prestar-se-á uma particular atenção a resolver qualquer dúvida que surja durante as explicações magistrais ou durante as aulas interativa e a escutar sugestões dos alunos em relação à aproximação dos temas, particularmente nas horas de atendimento (ou tutoria) de presença obrigada e programada (ou nas fixadas pelo professor para atenção personalizada no seu gabinete). IMPORTANTE.- A metodologia escolhida exige a presença continuada nas aulas, a participação ativa nelas e e a realização das leituras e dos exercícios marcados. O objetivo é que os e as estudantes aprendam a realizar trabalhos de pesquisa e documentação de forma autónoma e que mediante estes trabalhos ampliem os conteúdos fornecidos através do seguimento do programa.do mesmo modo, pretende-se desenvolver competências, destrezas e habilidades relativas ao trabalho cooperativo e em equipa, debate e argumentação, comunicação oral e escrita, criatividade, iniciativa e tomada de decisões, solução de problemas,. Todos os materiais precisos para o seguimento da cadeira serão facilitados na aula ou será indicada a forma de consegui-los. 11

11 6. Indicações sobre a avaliação: Sobre um máximo de 10 valores, a qualificação final estará constituída por: a) Assistência ativa às aulas e realização dos tarefas vinculadas ao desenvolvimento da matéria (incluída a eventual apresentação oral do trabalho proposto no ítem b) : um máximo de 7 valores b) realização de um trabalho escrito, conforme as indicações dadas polo/a docente: um máximo de 2 valores c) Realização de trabalhos voluntários vinculados à matéria: um máximo de 1 valor. Na prova da Primeira Oportunidade (Maio/Junho), na data oficialmente marcada, a/o estudante poderá recuperar ou melhorar a parte relativa ao ítem a) mediante a (re)elaboração das tarefas e uma prova oral e/ou escrita. Esta prova poderá desenvolverse contendo a exposição de um tema prposto à/ao estudante e/ou com debate entre vários/as estudantes sobre alguns temas propostos. A/O docente poderá dar a oportunidade de melhorar o trabalho escrito, com um prazo determinado. Na Segunda Oportunidade (Junho/Julho),na data oficialmente marcada, o sistema será o mesmo que o da Primeira Oportunidade. A ou o estudante que, por causas de força maior documentalmente justificada, não possa frequentar as aulas, terá ao seu dispor um sistema alternativo de trabalho e avaliação, consistente nos items b) e c) antes referidos, realização dos trabalhos que o/a docente lhe indicar e assistência obrigatória à prova da Primeira Oportunidade -na data oficialmente marcada- e, no seu caso, Segunda Oportunidade -na data oficialmente marcada-, tal como exposta anteriormente. a) ALGUMAS RECOMENDAÇÕES PARA A AVALIAÇÃO As recomendações básicas que podemos dar para conseguir superar sem problemas a cadeira são duas: ir-se ocupando dos blocos temáticos dia-a-dia, sem permitir que o material de estudo se acumule no final do quadrimestre; e fazer a leitura das obras ou das seleções de textos em tempo paralelo ou mesmo num tempo prévio ao do tratamento na sala de aula, a fim de seguir com maior facilidade e segurança as aulas magistrais. Podem-se aproveitar especialmente as horas do atendimento programado (tutorias) ou qualquer outro momento (aulas ou restantes horas de tutoria) para o esclarecimento de qualquer dúvida sobre os temas, metodologia, focagem, etc. As questões formuladas nas provas (exames) terão sempre um caráter semiteórico ou semi-prático e valorar-se-á particularmente uma perspetiva comparatista na 12

12 análise dos textos, assim como a claridade expositiva e a demonstração de um juízo crítico na sua interpretação. Tempo de estudo e trabalho pessoal. Atividades não presenciais Sobre um máximo de 10 valores seguindo os critérios que se indicam no programa da cadeira, a qualificação final estará constituída por: a) Assistência ativa às aulas e realização das tarefas e atividades vinculadas ao desenvolvimento da matéria b) Realização de um trabalho escrito, conforme as indicações dadas polo/a docente c) Realização de trabalhos voluntários vinculados à matéria Estudo e preparação de atividades programadas nas aulas: 40 Horas Leituras das obras indicadas no temário da matéria: 40 Horas Preparação de provas (exames): 14 Horas Outras atividades (assistência a eventos ligados ao temário com entrega de resenha crítica): 6 Horas Total de horas de atividade não presencial: 100 Horas. 13

Sociologia das Literaturas de Língua Portuguesa

Sociologia das Literaturas de Língua Portuguesa FACULDADE DE FILOLOGIA DEPARTAMENTO DE FILOLOGIA GALEGA Sociologia das Literaturas de Língua Portuguesa J. Carlos Quiroga Díaz GUIA DOCENTE E MATERIAL DIDÁTICO 2015/2016 FACULDADE DE FILOLOGIA. DEPARTAMENTO

Leia mais

Tecnologias aplicadas à Língua Portuguesa

Tecnologias aplicadas à Língua Portuguesa FACULDADE DE FILOLOGIA DEPARTAMENTO DE FILOLOGIA GALEGA Tecnologias aplicadas à Língua Portuguesa J. Carlos Quiroga Díaz GUIA DOCENTE E MATERIAL DIDÁTICO 2015/2016 FACULDADE DE FILOLOGIA. DEPARTAMENTO

Leia mais

FACULTADE DE FILOLOXÍA DEPARTAMENTO DE FILOLOXÍA GALEGA. Cultura Portugue s a. Elias Torres Feijó João Ribeirete

FACULTADE DE FILOLOXÍA DEPARTAMENTO DE FILOLOXÍA GALEGA. Cultura Portugue s a. Elias Torres Feijó João Ribeirete FACULTADE DE FILOLOXÍA DEPARTAMENTO DE FILOLOXÍA GALEGA Cultura Portugue s a Elias Torres Feijó João Ribeirete G U Í A D O C E N T E E M AT E R I A L DIDÁ C TI C O 2015/2016 FACULTADE DE FILOLOXÍA. DEPARTAMENTO

Leia mais

FACULTADE DE FILOLOXÍA DEPARTAMENTO DE FILOLOXÍA GALEGA. Cultura do Brasil. Carmen Villarino Pardo Márlio Barcellos Pereira da Silva

FACULTADE DE FILOLOXÍA DEPARTAMENTO DE FILOLOXÍA GALEGA. Cultura do Brasil. Carmen Villarino Pardo Márlio Barcellos Pereira da Silva FACULTADE DE FILOLOXÍA DEPARTAMENTO DE FILOLOXÍA GALEGA Cultura do Brasil Carmen Villarino Pardo Márlio Barcellos Pereira da Silva GUÍA DOCENTE E MATERIAL DIDÁCTICO 2015/2016 1 FACULTADE DE FILOLOXÍA.

Leia mais

LÍNGUA PORTUGUESA 1 FACULDADE DE FILOLOGIA DEPARTAMENTO DE FILOLOGIA GALEGA. José Luís Rodríguez (cordenador) João Ribeirete.

LÍNGUA PORTUGUESA 1 FACULDADE DE FILOLOGIA DEPARTAMENTO DE FILOLOGIA GALEGA. José Luís Rodríguez (cordenador) João Ribeirete. FACULDADE DE FILOLOGIA DEPARTAMENTO DE FILOLOGIA GALEGA LÍNGUA PORTUGUESA 1 José Luís Rodríguez (cordenador) João Ribeirete Márlio da Silva GUIA DOCENTE E MATERIAL DIDÁTICO 2015/2016 FACULTADE DE FILOLOXIA.

Leia mais

D i n â m i c a s S ó c i o- c u lturai s d a L u s of o ni a

D i n â m i c a s S ó c i o- c u lturai s d a L u s of o ni a FACULTADE DE FILOLOXÍA DEPARTAMENTO DE FILOLOXÍA GALEGA D i n â m i c a s S ó c i o- c u lturai s d a L u s of o ni a Carmen Villarino Pardo G U Í A D O C E N T E E M AT E R I A L D I D Á C T I C O 2 0

Leia mais

Licenciatura em Línguas Aplicadas

Licenciatura em Línguas Aplicadas Guia de Curso 1º Ciclo 2014-2015 Departamento de Humanidades 1 Índice 1. Introdução... 3 2. Organização do curso... 3 3. Destinatários... 3 4. Condições de acesso e pré-requisitos... 3 5. Candidaturas...

Leia mais

Planificación Cultural

Planificación Cultural FACULTADE DE FILOLOXÍA DEPARTAMENTO DE FILOLOXÍA GALEGA Planificación Cultural Elias J. Feijó Torres M. Felisa Rodríguez Prado GUÍA DOCENTE E MATERIAL DIDÁCTICO 2015/2016 FACULTADE DE FILOLOXÍA. DEPARTAMENTO

Leia mais

NCE/14/01786 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/14/01786 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/14/01786 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Universidade De Évora A.1.a. Outra(s)

Leia mais

FACULTADE DE FILOLOXÍA DEPARTAMENTO DE FILOLOXÍA GALEGA LINGUA PORTUGUESA 2. José Luís Forneiro Pérez (coordenador) João Ribeirete Márlio da Silva

FACULTADE DE FILOLOXÍA DEPARTAMENTO DE FILOLOXÍA GALEGA LINGUA PORTUGUESA 2. José Luís Forneiro Pérez (coordenador) João Ribeirete Márlio da Silva FACULTADE DE FILOLOXÍA DEPARTAMENTO DE FILOLOXÍA GALEGA LINGUA PORTUGUESA 2 José Luís Forneiro Pérez (coordenador) João Ribeirete Márlio da Silva GUÍA DOCENTE E MATERIAL DIDÁCTICO 2015/2016 FACULTADE DE

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS ANEXO II DA RESOLUÇÃO CEPEC nº 680 EMENTAS DAS DISCIPLINAS DISCIPLINAS DA ÁREA DE PORTUGUÊS: Introdução aos estudos da Linguagem Panorama geral dos fenômenos da linguagem e suas abordagens científicas.

Leia mais

SALA DAS SESSÕES DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO, em Cuiabá, 27 de abril de 2009.

SALA DAS SESSÕES DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO, em Cuiabá, 27 de abril de 2009. RESOLUÇÃO CONSEPE N.º 74, DE 27 DE ABRIL DE 2009. Dispõe sobre as alterações curriculares e o Projeto Pedagógico do Curso de Letras, licenciatura, com habilitação em Português e Literaturas, do Instituto

Leia mais

PROJETO LÍNGUA DE FORA

PROJETO LÍNGUA DE FORA DESCRIÇÃO PROJETO LÍNGUA DE FORA O, de responsabilidade dos professores da disciplina de estágio supervisionado das línguas espanhola, francesa e inglesa, corresponde a 50 horas de estágio, das 200 horas

Leia mais

CEF/0910/27086 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/27086 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/27086 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Cofac

Leia mais

NCE/15/00099 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/15/00099 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/15/00099 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Instituto Politécnico De Setúbal

Leia mais

Legitimação dos conceitos face as práticas organizacionais; Oportunizar reflexão sobre as competências em desenvolvimento;

Legitimação dos conceitos face as práticas organizacionais; Oportunizar reflexão sobre as competências em desenvolvimento; 1 MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS INTEGRADORES CURSO SUPERIORES DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA (LOGÍSTICA) SÃO PAULO 2009 2 Introdução A prática pedagógica dos Cursos Superiores de Graduação

Leia mais

Normas Regulamentares dos Mestrados Versão: 03 Data: 13/03/2013

Normas Regulamentares dos Mestrados Versão: 03 Data: 13/03/2013 Normas Regulamentares dos Mestrados Versão: 03 Data: 13/03/2013 RG PR12 04 Elaborado: Verificado: Aprovado: Conselho Técnico Científico do IPB GPGQ Conselho Técnico Científico do IPB Pág. 1 de 16 Instituto

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE BACHARELADO EM MATEMÁTICA. Curso: 55030 - Habilitação: Bacharelado - Depto de Matemática - ICMC-USP

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE BACHARELADO EM MATEMÁTICA. Curso: 55030 - Habilitação: Bacharelado - Depto de Matemática - ICMC-USP Curso: BACHARELADO EM MATEMÁTICA Área: Exatas O curso de Bacharelado em Matemática foi reconhecido pelo Decreto Federal nº 75448, de 06/03/1975 (D.O.E. 07/03/1975) Reconhecimento renovado por 5 anos pela

Leia mais

ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO

ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Ensino Básico Os conhecimentos e capacidades a adquirir e a desenvolver pelos alunos de cada nível e de cada ciclo de ensino têm como referência os programas

Leia mais

COMUNICAÇÃO DE TENDÊNCIAS

COMUNICAÇÃO DE TENDÊNCIAS 2012/2013 Curso Pós-Graduado de Especialização em COMUNICAÇÃO DE TENDÊNCIAS Programa de Cultura e Comunicação Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa Descrição No mundo atual, dirigido pelo consumo

Leia mais

1 RESPOSTA A EVENTUAIS DÚVIDAS EXPERIMENTADAS PELOS ESTUDANTES A FREQUENTAR O CURSO PELA PRIMEIRA VEZ

1 RESPOSTA A EVENTUAIS DÚVIDAS EXPERIMENTADAS PELOS ESTUDANTES A FREQUENTAR O CURSO PELA PRIMEIRA VEZ DO CURSO DE LICENCIATURA EM COMUNICAÇÃO SOCIAL E CULTURA 1 RESPOSTA A EVENTUAIS DÚVIDAS EXPERIMENTADAS PELOS ESTUDANTES A FREQUENTAR O CURSO PELA PRIMEIRA VEZ 1. A quem devo dirigir-me, caso tenha dúvidas

Leia mais

LICENCIATURA EM COMUNICAÇÃO SOCIAL E CULTURA

LICENCIATURA EM COMUNICAÇÃO SOCIAL E CULTURA LICENCIATURA EM COMUNICAÇÃO SOCIAL E CULTURA GUIA DO ESTUDANTE 2013-2014 Esperança Alves (Setembro 2007) GUIA DO ESTUDANTE 2013-2014 1 RESPOSTA A EVENTUAIS DÚVIDAS EXPERIMENTADAS PELOS ESTUDANTES A FREQUENTAR

Leia mais

REGULAMENTO DOS CURSOS DO CENTRO DE ESTUDOS EM DIREITO DO ORDENAMENTO, DO URBANISMO E DO AMBIENTE

REGULAMENTO DOS CURSOS DO CENTRO DE ESTUDOS EM DIREITO DO ORDENAMENTO, DO URBANISMO E DO AMBIENTE CAPÍTULO I CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DIREITO DO ORDENAMENTO, DO URBANISMO E DO AMBIENTE Artigo 1.º (Constituição do Curso) 1. O Curso de Especialização em Direito do Ordenamento, do Urbanismo e do Ambiente

Leia mais

Disciplina: O conto em LI Ementa: Análise crítica e interpretação de contos extraídos da produção literária em língua inglesa. Carga Horária: 60h

Disciplina: O conto em LI Ementa: Análise crítica e interpretação de contos extraídos da produção literária em língua inglesa. Carga Horária: 60h 1º Semestre Disciplina: Introdução aos Estudos Literários Ementa: Estudo crítico das noções de literatura. Revisão das categorias tradicionais de gêneros literários e estudo dos novos gêneros ficcionais.

Leia mais

REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO (2º CICLO) EM MATEMÁTICA APLICADA ÀS CIÊNCIAS BIOLÓGICAS

REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO (2º CICLO) EM MATEMÁTICA APLICADA ÀS CIÊNCIAS BIOLÓGICAS REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO (2º CICLO) EM MATEMÁTICA APLICADA ÀS CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Ao abrigo do Decreto-Lei nº 74/2006 de 24 de Março, e do disposto na Deliberação nº 1487/2006 da Reitoria da Universidade

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO CNE/CP 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2002 (*)

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO CNE/CP 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2002 (*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO CNE/CP 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2002 (*) Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de

Leia mais

Manual de Avaliação dos alunos do pré-escolar ao 9º ano de escolaridade

Manual de Avaliação dos alunos do pré-escolar ao 9º ano de escolaridade Manual de Avaliação dos alunos do pré-escolar ao 9º ano de escolaridade Índice Nota Introdutória Legislação Conceitos/Glossário de termos Princípios Orientadores e finalidades Documentos Nota Introdutória:

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DO PROFESSOR

PLANO DE TRABALHO DO PROFESSOR MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA CAMPUS SANTA ROSA Rua Uruguai, 1675Bairro Central CEP: 98900.000

Leia mais

FACULTADE DE FILOLOXÍA DEPARTAMENTO DE FILOLOXÍA GALEGA LINGUA PORTUGUESA 5. José Luís Forneiro Pérez GUÍA DOCENTE E MATERIAL DIDÁCTICO

FACULTADE DE FILOLOXÍA DEPARTAMENTO DE FILOLOXÍA GALEGA LINGUA PORTUGUESA 5. José Luís Forneiro Pérez GUÍA DOCENTE E MATERIAL DIDÁCTICO FACULTADE DE FILOLOXÍA DEPARTAMENTO DE FILOLOXÍA GALEGA LINGUA PORTUGUESA 5 José Luís Forneiro Pérez GUÍA DOCENTE E MATERIAL DIDÁCTICO 2015/2016 FACULTADE DE FILOLOXÍA. DEPARTAMENTO DE FILOLOXÍA GALEGA

Leia mais

Copyright 2011 Faculdade de Letras da Universidade do Porto e Autores

Copyright 2011 Faculdade de Letras da Universidade do Porto e Autores Ficha Técnica Título: FLUP 50. Transformar o futuro sem esquecer o passado Organização: Direção da FLUP Edição: Faculdade de Letras da Universidade do Porto Copyright 2011 Faculdade de Letras da Universidade

Leia mais

NORMAS REGULADORAS DOS ESTÁGIOS INTEGRADOS NOS CICLOS DE PÚBLICA E EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA EMPRESARIAL

NORMAS REGULADORAS DOS ESTÁGIOS INTEGRADOS NOS CICLOS DE PÚBLICA E EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA EMPRESARIAL NORMAS REGULADORAS DOS ESTÁGIOS INTEGRADOS NOS CICLOS DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA EMPRESARIAL Considerando o processo de adequação da Licenciatura

Leia mais

Tipologia Textual O conto. Competências a trabalhar associadas ao processo CO L CEL

Tipologia Textual O conto. Competências a trabalhar associadas ao processo CO L CEL Ministério da Educação Agrupamento de Escolas da Senhora da Hora nº2 Novo Programa de Português do Ensino Básico Sequência Didáctica 5º ano Ano lectivo de 2010/2011 Tipologia Textual O conto Competências

Leia mais

2.º SUPLEMENTO II SÉRIE ÍNDICE. Ministério da Educação e Ciência PARTE C. Quinta-feira, 12 de abril de 2012 Número 73

2.º SUPLEMENTO II SÉRIE ÍNDICE. Ministério da Educação e Ciência PARTE C. Quinta-feira, 12 de abril de 2012 Número 73 II SÉRIE Quinta-feira, 12 de abril de 2012 Número 73 ÍNDICE 2.º SUPLEMENTO PARTE C Ministério da Educação e Ciência Gabinetes do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar e da Secretária

Leia mais

LICENCIATURA EM COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL PLANO DE TRANSIÇÃO

LICENCIATURA EM COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL PLANO DE TRANSIÇÃO LICENCIATURA EM COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL PLANO DE TRANSIÇÃO ENTRE O PLANO DE ESTUDOS EM VIGOR ATÉ AO ANO LETIVO 2014/2015 E O NOVO PLANO Artigo 1º (Âmbito) O presente plano regula o processo de transição

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS - APS

REGULAMENTO GERAL DAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS - APS REGULAMENTO GERAL DAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS - APS O presente Regulamento normatiza as Atividades Práticas Supervisionadas (APS) nos cursos de graduação da Faculdade Shalom de Ensino Superior,

Leia mais

Manual de. Estágio Curricular Supervisionado. Bacharelado

Manual de. Estágio Curricular Supervisionado. Bacharelado 1 Manual de Estágio Curricular Supervisionado Bacharelado 2 APRESENTAÇÃO O Manual de Estágio Curricular Supervisionado está organizado de forma objetiva e prática, buscando definir informações e conceitos

Leia mais

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOCENTE

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOCENTE CONSERVATÓRIO REGIONAL DE GAIA Ano Letivo 2013 2014 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOCENTE Regulamento Artigo 1.º Âmbito 1. O presente Regulamento de Avaliação de Desempenho aplica-se a todos os docentes com

Leia mais

CURSO DE HISTÓRIA: EMENTAS DAS DISCIPLINAS NÍVEL I

CURSO DE HISTÓRIA: EMENTAS DAS DISCIPLINAS NÍVEL I CURSO DE HISTÓRIA: EMENTAS DAS DISCIPLINAS NÍVEL I 15201-04 Introdução ao Estudo da História Introdução ao estudo da constituição da História como campo de conhecimento, ao longo dos séculos XIX e XX,

Leia mais

GUIA PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO INTEGRADO MULTIDISCIPLINAR DOS CURSOS DA FACULDADE DE TECNOLOGIA LOURENÇO FILHO (PIM I PIM II)

GUIA PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO INTEGRADO MULTIDISCIPLINAR DOS CURSOS DA FACULDADE DE TECNOLOGIA LOURENÇO FILHO (PIM I PIM II) GUIA PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO INTEGRADO MULTIDISCIPLINAR DOS CURSOS DA FACULDADE DE TECNOLOGIA LOURENÇO FILHO (PIM I PIM II) FORTALEZA 2015 DA CONCEPÇÃO Os cursos Superiores de Tecnologia da Faculdade

Leia mais

ISCED de Luanda FICHA DE UNIDADE CURRICULAR - 2011/2012

ISCED de Luanda FICHA DE UNIDADE CURRICULAR - 2011/2012 FICHA DE UNIDADE CURRICULAR - 2011/2012 Designação da Unidade Curricular ADMINISTRAÇÃO EDUCACIONAL Docente(s) (Indicar também qual o docente responsável pela U.C.) LUÍS LEANDRO DINIS [Instituto de Educação

Leia mais

Ficha de Unidade Curricular

Ficha de Unidade Curricular Ficha de Unidade Curricular Unidade Curricular Designação Artes Sonoras II Área Científica SI Som e Imagem Ciclo de Estudos 1º Ciclo - Licenciatura Carácter: Obrigatória e opcional Ano Lectivo 2008/2009

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS DE CURSO DO CEFET-MG

ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS DE CURSO DO CEFET-MG CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS DE CURSO DO CEFET-MG EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO NA FORMA INTEGRADA BELO HORIZONTE, OUTUBRO

Leia mais

Manual de Procedimentos no âmbito da Educação Especial

Manual de Procedimentos no âmbito da Educação Especial AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VILA NOVA DE PAIVA Escola Sede: Escola Secundária de Vila Nova de Paiva Rua Padre Joaquim Rodrigues da Cunha 3650-219 Vila Nova de Paiva Telefone: 232609020 Fax:232609021 http://esvnp.prof2000.pt

Leia mais

DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL

DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL CURSO DE LICENCIATURA EM MÚSICA Turno: VESPERTINO Currículo nº 2 Reconhecido pelo Decreto nº. 3.598, de 14.10.08, D.O.E. nº 7.827 de 14.10.08, e complementação do reconhecimento pelo Decreto nº. 5.395,

Leia mais

História e Sistemas da Psicologia

História e Sistemas da Psicologia 1 História e Sistemas da Psicologia 1. Resumo descritivo 1.1. Elementos básicos Curso Unidade Curricular Área Científica Ano / Semestre ECTS Horas de Contacto Professores responsáveis Docentes 1.2. Síntese

Leia mais

Universidade de Santiago de Compostela INFORMAÇÃO PARA ESTUDANTES INTERNACIONAIS

Universidade de Santiago de Compostela INFORMAÇÃO PARA ESTUDANTES INTERNACIONAIS Universidade de Santiago de Compostela INFORMAÇÃO PARA ESTUDANTES INTERNACIONAIS Universidade de Santiago de Compostela_ INFORMAÇÃO PARA ESTUDANTES INTERNACIONAIS 2 BEM-VINDO À USC Com mais de 500 anos

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.932, DE 22 DE JANEIRO DE 2010

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.932, DE 22 DE JANEIRO DE 2010 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.932, DE 22 DE JANEIRO DE 2010 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em

Leia mais

RELATÓRIO 3 CONJUNTO DE METADADOS DO REPOSITÓRIO INSTITUCIONAL DA ENAP

RELATÓRIO 3 CONJUNTO DE METADADOS DO REPOSITÓRIO INSTITUCIONAL DA ENAP RELATÓRIO 3 CONJUNTO DE METADADOS DO REPOSITÓRIO INSTITUCIONAL DA ENAP Projeto básico sobre Repositório Digital: Definição da Arquitetura Informacional / Definição do Conjunto de Metadados / Definição

Leia mais

Mestrado Profissional em Ensino de Biologia em Rede Nacional - PROFBIO PROPOSTA

Mestrado Profissional em Ensino de Biologia em Rede Nacional - PROFBIO PROPOSTA Mestrado Profissional em Ensino de Biologia em Rede Nacional - PROFBIO PROPOSTA Considerando que o Ensino Médio é para a maioria dos cidadãos a última oportunidade de uma educação formal em Biologia, a

Leia mais

REGULAMENTO DA FORMAÇÃO NÃO GRADUADA SECÇÃO I COORDENADOR DE CURSO. Artigo 1.º Coordenador de Curso

REGULAMENTO DA FORMAÇÃO NÃO GRADUADA SECÇÃO I COORDENADOR DE CURSO. Artigo 1.º Coordenador de Curso REGULAMENTO DA FORMAÇÃO NÃO GRADUADA SECÇÃO I COORDENADOR DE CURSO Artigo 1.º Coordenador de Curso 1. A coordenação pedagógica e científica de um curso de formação não graduada cabe, em regra, a um docente

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL A língua espanhola na Educação Básica A implantação da língua espanhola por meio da lei federal 11.161, que diz respeito à sua oferta

Leia mais

FILOSOFIA. 1. TURNO: Vespertino HABILITAÇÃO: Licenciatura. PRAZO PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 4 anos

FILOSOFIA. 1. TURNO: Vespertino HABILITAÇÃO: Licenciatura. PRAZO PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 4 anos FILOSOFIA 1. TURNO: Vespertino HABILITAÇÃO: Licenciatura GRAU ACADÊMICO: Licenciado em Filosofia PRAZO PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 4 anos Máximo = 8 anos 2. OBJETIVO/PERFIL DO PROFISSIONAL A SER FORMADO O

Leia mais

ANEXO 8 RESOLUÇÃO CNE/CP 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2002. (*)

ANEXO 8 RESOLUÇÃO CNE/CP 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2002. (*) ANEXO 8 RESOLUÇÃO CNE/CP 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2002. (*) Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação

Leia mais

a Resolução CONSEPE/UFPB nº. 34/2004, que orienta a elaboração e reformulação dos Projetos Políticos Pedagógicos dos Cursos de Graduação da UFPB;

a Resolução CONSEPE/UFPB nº. 34/2004, que orienta a elaboração e reformulação dos Projetos Políticos Pedagógicos dos Cursos de Graduação da UFPB; SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N 22 / 2007 Aprova o Projeto Político-Pedagógico do Curso de Graduação em, na modalidade

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO PROPOSTA PARA (RE)CONSTRUÇÃO DOS PROJETOS PEDAGÓGICOS DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO PROPOSTA PARA (RE)CONSTRUÇÃO DOS PROJETOS PEDAGÓGICOS DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO PROPOSTA PARA (RE)CONSTRUÇÃO DOS PROJETOS PEDAGÓGICOS DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO Vitória Junho de 2003 ELEMENTOS NORTEADORES O Projeto Pedagógico de Curso explicita os fundamentos teóricometodológicos, os

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Médio Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Médio Etec Etec: Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Área de conhecimento: Ciências humanas e suas tecnologias. Componente Curricular: geografia Série:

Leia mais

Regulamento. Iniciação à Prática Profissional Licenciatura em Educação Básica. Capítulo I Observação e Intervenção Educativa

Regulamento. Iniciação à Prática Profissional Licenciatura em Educação Básica. Capítulo I Observação e Intervenção Educativa Regulamento Iniciação à Prática Profissional Licenciatura em Educação Básica Capítulo I Observação e Intervenção Educativa 1. Âmbito geral 1.1. A licenciatura em Educação Básica da Escola Superior de Educação

Leia mais

ESTÁGIO SUPERVISIONADO

ESTÁGIO SUPERVISIONADO FACULDADE EDUCACIONAL DE MEDIANEIRA MISSÃO: FORMAR PROFISSIONAIS CAPACITADOS, SOCIALMENTE RESPONSÁVEIS E APTOS A PROMOVEREM AS TRANSFORMAÇÕES FUTURAS. ESTÁGIO SUPERVISIONADO LETRAS COM HABILITAÇÃO EM LÍNGUA

Leia mais

CRITÉRIOS GERAIS de AVALIAÇÃO na EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR

CRITÉRIOS GERAIS de AVALIAÇÃO na EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Agrupamento de Escolas José Maria dos Santos Departamento da Educação Pré Escolar CRITÉRIOS GERAIS de AVALIAÇÃO na EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Introdução A avaliação é um elemento integrante e regulador da prática

Leia mais

Agrupamento de Escolas Oliveira Júnior Cód. 152900 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO. EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR, ENSINOS BÁSICO e SECUNDÁRIO

Agrupamento de Escolas Oliveira Júnior Cód. 152900 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO. EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR, ENSINOS BÁSICO e SECUNDÁRIO CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR, ENSINOS BÁSICO e SECUNDÁRIO NOTA INTRODUTÓRIA Ano letivo 2015/2016 Sendo a avaliação um «processo regulador do ensino, orientador do percurso escolar

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio Etec Etec. Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã/SP Área de conhecimento: Ciências Humanas e suas tecnologias Componente Curricular:

Leia mais

APRESENTAÇÃO. Apresentação

APRESENTAÇÃO. Apresentação APRESENTAÇÃO O preâmbulo do livro Educación artística, cultura y ciudadanía, publicado conjuntamente pela OEI e a Fundação Santillana, em 2009, como contribuição ao debate da proposta de «Metas Educativas

Leia mais

Escola Profissional do Sindicato do Escritório e Comércio da Região Autónoma dos Açores. Projeto Educativo. Educar para a Cidadania

Escola Profissional do Sindicato do Escritório e Comércio da Região Autónoma dos Açores. Projeto Educativo. Educar para a Cidadania Escola Profissional do Sindicato do Escritório e Comércio da Região Autónoma dos Açores Projeto Educativo Educar para a Cidadania Preâmbulo O Projeto Educativo é o documento que consagra a orientação educativa

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS Serviço Social 2ª Série Filosofia Aplicada ao Serviço Social A atividade prática supervisionada (ATPS) é um procedimento metodológico de ensino-aprendizagem desenvolvido

Leia mais

A Parte I, denominada Desenvolvimento e Educação, integra textos sobre o desenvolvimento humano e as implicações educativas de teorias e resultados

A Parte I, denominada Desenvolvimento e Educação, integra textos sobre o desenvolvimento humano e as implicações educativas de teorias e resultados Introdução Reunimos aqui, num único volume, os contributos de vários psicólogos e investigadores nacionais que desenvolvem trabalho teórico e empírico nos domínios da aprendizagem e do desenvolvimento

Leia mais

REGULAMENTO DE PROJETOS INTERDISCIPLINARES Curso de Letras Tradutor e Intérprete Bacharelado Currículo: LTI 00001

REGULAMENTO DE PROJETOS INTERDISCIPLINARES Curso de Letras Tradutor e Intérprete Bacharelado Currículo: LTI 00001 REGULAMENTO DE PROJETOS INTERDISCIPLINARES Fundamentação Legal PARECER CNE/CES 492/2001 APROVADO em 03/04/2001 e HOMOLOGADO, com despacho do Ministro em 4/7/2001 e publicação no Diário Oficial da União

Leia mais

Plano de Melhoria. Biénio 2013/2015

Plano de Melhoria. Biénio 2013/2015 Escola EB1 João de Deus CÓD. 242 937 Escola Secundária 2-3 de Clara de Resende CÓD. 346 779 AGRUPAMENTO DE CLARA DE RESENDE CÓD. 152 870 Plano de Melhoria Biénio 2013/2015 Agrupamento de Escolas de Clara

Leia mais

ANEXO III REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

ANEXO III REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO ANEXO III REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO Artigo 1.º Âmbito 1 - O presente regulamento de avaliação de desempenho aplica-se a todos os docentes que se encontrem integrados na carreira. 2 - A avaliação

Leia mais

Entrevista ao Professor

Entrevista ao Professor Entrevista ao Professor Prof. Luís Carvalho - Matemática Colégio Valsassina - Lisboa Professor Luís Carvalho, agradecemos o tempo que nos concedeu para esta entrevista e a abertura que demonstrou ao aceitar

Leia mais

DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA

DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO 2015/2016 PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO 2015-2016 POR UM AGRUPAMENTO DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA JI Fojo EB 1/JI Major David Neto EB 2,3 Prof. José Buísel E.S. Manuel Teixeira Gomes

Leia mais

CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO MANUAL DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)

CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO MANUAL DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO MANUAL DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) PALMAS TO, NOVEMBRO 2015 A disciplina Trabalho de Conclusão de Curso, na Faculdade Católica do Tocantins, está organizada

Leia mais

COMO TRABALHAR COM VÍDEOS DE INTERNET. A presente metodologia que se construiu foi desenvolvida e aplicada em uma

COMO TRABALHAR COM VÍDEOS DE INTERNET. A presente metodologia que se construiu foi desenvolvida e aplicada em uma COMO TRABALHAR COM VÍDEOS DE INTERNET Jackes Alves de Oliveira 1º momento: Contextualização A presente metodologia que se construiu foi desenvolvida e aplicada em uma tradicional escola da Rede Municipal

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N 1 DE MARCO DE CANAVESES (150745) Plano de Ação de Melhoria

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N 1 DE MARCO DE CANAVESES (150745) Plano de Ação de Melhoria AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N 1 DE MARCO DE CANAVESES (150745) Plano de Ação de Melhoria 2015l2017 ÍNDICE ÍNDICE: INTRODUÇÃO... 3 ÁREAS DE AÇÃO DE MELHORIA.... 4 PLANOS DE AÇÃO DE MELHORIA.. 5 CONCLUSÃO...

Leia mais

Language descriptors in Portuguese Portuguese listening - Descritores para a Compreensão do Oral em História e Matemática

Language descriptors in Portuguese Portuguese listening - Descritores para a Compreensão do Oral em História e Matemática Language descriptors in Portuguese Portuguese listening - Descritores para a Compreensão do Oral em História e Matemática Compreender informação factual e explicações Compreender instruções e orientações

Leia mais

REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO (2º CICLO) EM ENGENHARIA ALIMENTAR

REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO (2º CICLO) EM ENGENHARIA ALIMENTAR 1.1 REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO (2º CICLO) EM ENGENHARIA ALIMENTAR Ao abrigo do Decreto-Lei nº 74/2006 de 24 de Março, e do disposto na Deliberação nº 1487/2006 da Reitoria da Universidade Técnica

Leia mais

Normas Regulamentares do Curso de Jornalismo Comunicação e Cultura

Normas Regulamentares do Curso de Jornalismo Comunicação e Cultura 0 APROVADO POR: Conselho Técnico-Científico 20 10 2010 Data: / / 20 10 2010 Normas Regulamentares do Curso de Jornalismo Comunicação e Cultura 1. INTRODUÇÃO As presentes normas aplicam se aos cursos de

Leia mais

RESULTADOS E EFEITOS DO PRODOCÊNCIA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DO INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS RESUMO

RESULTADOS E EFEITOS DO PRODOCÊNCIA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DO INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS RESUMO RESULTADOS E EFEITOS DO PRODOCÊNCIA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DO INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS Elisabete Duarte de Oliveira e Regina Maria de Oliveira Brasileiro Instituto Federal de Alagoas

Leia mais

Letras Licenciatura Português-Inglês Ementário

Letras Licenciatura Português-Inglês Ementário Letras Licenciatura Português-Inglês Ementário Componentes Curriculares CH Ementa Avaliação do Processo de Ensino- Aprendizagem Cultura Clássica Didática (40 horas de estágio supervisionado) Educação de

Leia mais

7 REGULAMENTO DE UNIDADES CURRICULARES DE DISSERTAÇÃO

7 REGULAMENTO DE UNIDADES CURRICULARES DE DISSERTAÇÃO 7 REGULAMENTO DE UNIDADES CURRICULARES DE DISSERTAÇÃO De acordo com o estipulado no artigo 20º do Decreto-Lei nº 74/2006 de 24 de Março, o ciclo de estudos conducente ao grau de mestre conferido pelo IST

Leia mais

REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO (2º CICLO) EM ENGENHARIA ZOOTÉCNICA / PRODUÇÃO ANIMAL

REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO (2º CICLO) EM ENGENHARIA ZOOTÉCNICA / PRODUÇÃO ANIMAL REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO (2º CICLO) EM ENGENHARIA ZOOTÉCNICA / PRODUÇÃO ANIMAL Ao abrigo do Decreto-Lei nº 74/2006 de 24 de Março, e do disposto na Deliberação nº 1487/2006 de 26 de Outubro, da

Leia mais

MANUAL DO ALUNO (A) ATIVIDADES COMPLEMENTARES/ESTUDOS INDEPENDENTES

MANUAL DO ALUNO (A) ATIVIDADES COMPLEMENTARES/ESTUDOS INDEPENDENTES A formação complementar é fruto da participação do aluno, durante o período de realização do seu curso superior, em atividades que não estão inseridas na grade curricular, mas que reconhecidamente contribuem

Leia mais

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EIXO TECNOLÓGICO: Gestão e Negócios MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO CURSO: Superior em Administração FORMA/GRAU: ( )integrado ( )subsequente ( ) concomitante ( x ) bacharelado ( )

Leia mais

REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP

REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP Regulamento do Curricular Supervisionado do Curso de Graduação em Pedagogia - Licenciatura Faculdade de

Leia mais

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DO PRÉ- ESCOLAR

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DO PRÉ- ESCOLAR CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DO PRÉ- ESCOLAR ANO LETIVO 2013/2014 Departamento do Pré- Escolar 2013/2014 Page 1 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Introdução A avaliação em educação é um elemento integrante

Leia mais

PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE MATEMÁTICA 11ª Classe

PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE MATEMÁTICA 11ª Classe PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE MATEMÁTICA 11ª Classe Formação de Professores do 1º Ciclo do Ensino Secundário Formação Profissional Ficha Técnica Título Programa de Metodologia do Ensino de Matemática

Leia mais

Pós graduação EAD Área de Educação

Pós graduação EAD Área de Educação Pós graduação EAD Área de Educação Investimento: a partir de R$ 109,00 mensais. Tempo de realização da pós graduação: 15 meses Investimento: R$109,00 (acesso ao portal na internet e livros em PDF). Ou

Leia mais

Instituto de Educação

Instituto de Educação Instituto de Educação Universidade de Lisboa Oferta Formativa Pós-Graduada Doutoramento em Educação Especialização: Formação de Professores Tema: Educação Especial 16 17 Edição Instituto de Educação da

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico. Habilitação Profissional: Técnico em Desenho de Construção Civil

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico. Habilitação Profissional: Técnico em Desenho de Construção Civil Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC MASSUYUKI KAWANO Código: 9136 Município: Tupã - SP Eixo Tecnológico: Construção Civil Habilitação Profissional: Técnico em Desenho de Construção Civil

Leia mais

NORMATIVA DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DE GRADUAÇÃO EM NUTRIÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ

NORMATIVA DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DE GRADUAÇÃO EM NUTRIÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS DA SAÚDE COORDENAÇÃO DE NUTRIÇÃO NORMATIVA DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DE GRADUAÇÃO EM NUTRIÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO

Leia mais

ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DA GUARDA. Regulamento Geral de Avaliação

ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DA GUARDA. Regulamento Geral de Avaliação ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DA GUARDA Artigo 1º (Princípios Gerais) 1- Nos cursos ministrados pela Escola Superior de Educação da Guarda o regime de avaliação orienta-se pelos seguintes princípios gerais:

Leia mais

ANEXO II PROJETO PEDAGÓGICO

ANEXO II PROJETO PEDAGÓGICO ANEXO II PROJETO PEDAGÓGICO 1 IDENTIFICAÇÃO 1.1 DA INSTITUIÇÃO FEDERAL: Nome da instituição: CNPJ: Nome do Reitor(a) ou do Diretor(a)-Geral do CEFET: Endereço da reitoria ou unidade sede: Telefones (comercial

Leia mais

Critérios Gerais de Avaliação

Critérios Gerais de Avaliação Agrupamento de Escolas Serra da Gardunha - Fundão Ano Lectivo 2010/2011 Ensino Básico A avaliação escolar tem como finalidade essencial informar o aluno, o encarregado de educação e o próprio professor,

Leia mais

PLANO DE AUTOAVALIAÇÃO

PLANO DE AUTOAVALIAÇÃO AE de maximinos EQUIPA DE AUTOAVALIAÇÃO PLANO DE AUTOAVALIAÇÃO 2012/2013 Equipa de Autoavaliação Alcina Pires Ana Paula Couto Antonieta Silva António Rocha Beatriz Gonçalves José Pedrosa Paula Mesquita

Leia mais

Bingo Químico em Braille.

Bingo Químico em Braille. Bingo Químico em Braille. Carine Fernanda Drescher * (IC), Julieta Saldanha Oliveira (PQ) e Liana da Silva Fernandes (PQ). E-mail: carinedrescher@gmail.com Rua Riachuelo, CEP- 97050011, 115, apto 305.

Leia mais

O QUE PODEMOS FAZER PARA MELHORAR?

O QUE PODEMOS FAZER PARA MELHORAR? Manual para o Diagnóstico Institucional e o desenho do Plano de Melhoramento FICHAS DE APOIO O QUE PODEMOS FAZER PARA MELHORAR? Aplicação do Ciclo de Melhoramento Contínuo da Gestão Escolar PROGRAMA DE

Leia mais

Cursos de Língua Inglesa T&HMS

Cursos de Língua Inglesa T&HMS Cursos de Língua Inglesa T&HMS Acreditamos que a educação é essencial para o desenvolvimento das nações. Trabalhamos em conjunto com os alunos para contribuir para o desenvolvimento de líderes empresariais

Leia mais

Ficha de Unidade Curricular (FUC) de Propriedade Industrial

Ficha de Unidade Curricular (FUC) de Propriedade Industrial INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA INSTITUTO SUPERIOR DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÂO DE COIMBRA Aprovação do Conselho Pedagógico / / Aprovação do Conselho Técnico-Científico / / Ficha de Unidade Curricular

Leia mais

4 - Seu Curso. 4.1 - Informações Específicas sobre o Curso. 4.1.1 - Histórico. 4.1.3 - Objetivos Específicos

4 - Seu Curso. 4.1 - Informações Específicas sobre o Curso. 4.1.1 - Histórico. 4.1.3 - Objetivos Específicos 4 - Seu Curso 4.1 - Informações Específicas sobre o Curso 4.1.1 - Histórico A Universidade Federal de Uberlândia, num esforço coletivo liderado pela atual gestão vem trabalhando na excelência de ensino,

Leia mais

Proposta para a construção de um Projecto Curricular de Turma*

Proposta para a construção de um Projecto Curricular de Turma* Proposta para a construção de um Projecto Curricular de Turma* Glória Macedo, PQND do 4º Grupo do 2º Ciclo do EB e Formadora do CFAE Calvet de Magalhães, Lisboa A Reorganização Curricular do Ensino Básico

Leia mais

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Departamento de Psicologia e Educação

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Departamento de Psicologia e Educação UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Departamento de Psicologia e Educação Regulamento de Estágios 2º Ciclo em Psicologia da Universidade da Beira Interior Artigo 1.º

Leia mais